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CONTROLE DA QUALIDADE NA

CONSTRUÇÀO CIVIL

HAßITACIONAL

TroboIho feifo poro o 0overno do Esfodo de Sôo PouIo


CIáudiu Nessi Zonenschuin
Tecnico do 8MDES.
Mo epoco, Professoro do Universidode Côndido Mendes.
E-moiI: cnessiGuoI.com.br
Victor Prochnik
I

Professor do Insfifufo de Economio e do
Mesfrodo em Ciêncios Confobeis do UFPJ.
E-moiI: vicforGie.ufr¡.br


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SUMÀRIO
1 INTRODUÇÀO....................................................................................................... 3
Z A EXPERIENCIA DE EMPRESAS CONTRATANTES......... 6
Z1 O sistemu de controIe du quuIidude du Petrobrás.........................6
Z11 Introduçdo........................................................................................................................................ 6
Z1Z O Sistemu du QuuIidude do Serviço de Enqenhuriu(SESEN) ........................................... 6
Z.I.Z.I A esfrufuro do SE0EM .......................................................................................................... 6
Z1Z11 A Divisdo de Enqenhuriu du QuuIidude (DIQUAL)............................................... 7
Z1Z1Z A quuIidude nos empreendimentos............................................................................. 8
Z1Z13 Requisitos e condiç5es contrutuuis de sistemus du quuIidude: ........................ 9
Z1Z14 Cudustrumento, Licituç5es e ControIe do Cumprimento de Contrutos......... 11
Z13 O Sistemu du QuuIidude do Serviço de MuteriuI (SERMAT) ........................................ 13
Z.I.3.I Infroduçôo.............................................................................................................................. 13
Z.I.3.Z O Sisfemo onferior - CuoIificoçôo e Codosfromenfo de Fornecedores.................... 14
Z.I.3.3 O Sisfemo onferior - Inspeçôo de Fobricoçôo................................................................ 15
Z.I.3.4 O Sisfemo com os mudonços recenfes.............................................................................. 16
Z14 A Superintendënciu de Sequrunçu, Meio-Ambiente e QuuIidude - SUSEMA.......... 18
Z.I.4.I As funçôes do SUSEMA ...................................................................................................... 18
Z.I.4.Z O Processo Pefrobros de Meio-Ambienfe, CuoIidode e Sequronço IndusfrioI........ 21
Z.I.4.3 0rupos Especiois.................................................................................................................... 24
ZZ O sistemu de controIe du quuIidude du PETROS...........................24
ZZ1 Introduçdo...................................................................................................................................... 24
ZZZ A quuIidude nu fuse de pro|eto............................................................................................... 24
ZZ3 O Sistemu du QuuIidude nu fuse de E×ecuçdo .................................................................. 27
Z.Z.3.I Preporoçôo onferior ò escoIho dos empresos confrofodos........................................... 27
Z.Z.3.Z Monfoqem finoI do Sisfemo do CuoIidode ¡unfo com os empresos confrofodos...... 29
Z.Z.3.3 A responsobiIidode dos diferenfes porfes envoIvidos................................................... 30
ZZ4 A comissdo du Petros.................................................................................................................. 31
ZZb Custo/ßenefício du QuuIidude.................................................................................................. 34
ZZó Principuis DificuIdudes................................................................................................................ 34
ZZ7 Observuç5es: ................................................................................................................................. 36
Z3 Construtoru OAS......................................................................................................36
Z31 A impIuntuçdo do Sistemu du QuuIidude.............................................................................. 36
Z.3.I.I Mofivoçôo................................................................................................................................ 36
Z.3.I.Z Efopos do ImpIonfoçôo ......................................................................................................... 37
Z3Z Aspectos destucudos peIo qerente de ControIe du QuuIidude du Construtoru OAS39
Z.3.Z.I Peqisfro, Documenfoçôo e Trofomenfo de Môo-Conformidodes................................. 39
Z.3.Z.Z CuoIificoçôo do PessooI........................................................................................................ 41
Z.3.Z.3 Pro¡efos................................................................................................................................... 41
Z4 Construtoru WROßEL, HILF...........................................................................42
Z41 Introduçdo...................................................................................................................................... 42
Z4Z A QuuIidude nu WrobeI, hiIf .................................................................................................. 42
Z43 Principuis probIemus e soIuç5es encontrudus peIu WrobeI, hiIf................................... 46
Zb MONTREAL ENSENHARIA..............................................................................49
Zb1 A impIuntuçdo do Sistemu de ControIe du QuuIidude....................................................... 49


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ZbZ A estruturu orqunizucionuI du MontreuI ............................................................................... 50
Zb3 O Sistemu de ControIe du QuuIidude.................................................................................... 50
Z.b.3.I Monuois.................................................................................................................................... 51
Z.b.3.Z Oufros eIemenfos do Sisfemo do CuoIidode do MonfreoI Enqenhorio ...................... 53
3 PROPOSIÇÀO DE UM SISTEMA DA QUALIDADE
PARA A CONSTRUÇÀO CIVIL NO ESTADO DE SÀO
PAULO(SQESP)............................................................................................................. 54
31 A poIíticu du quuIidude........................................................................................54
311 Motivuçdo puru u quuIidude ...................................................................................................... 54
31Z A definiçdo du quuIidude no sistemu proposto.................................................................... 55
313 A poIíticu do sistemu du quuIidude......................................................................................... 56
3Z A institucionuIizuçdo do sistemu: u estruturu orqunizucionuI
puru u quuIidude ....................................................................................................................56
3Z1 O depurtumento fi×o: u Divisdo du QuuIidude du Construçdo HubitucionuI do Estudo
de Sdo PuuIo (DIQUAL/SP) ...................................................................................................................... 56
3ZZ As equipes dos empreendimentos ............................................................................................ 57
3Z3 Órqdos de treinumento - QuuIificuçdo e Certificuçdo de pessouI ............................... 57
33 A operuçdo do sistemu du quuIidude........................................................57
331 Identificuçdo dus demundus dos usuários .......................................................................... 57
33Z Aç5es preventivus ........................................................................................................................ 58
333 O cudustro de empresus............................................................................................................ 58
334 O estubeIecimento dos contrutos............................................................................................ 59
33b Acompunhumento e uvuIiuçdo dos empreendimentos.......................................................... 60
33ó Auditoriu......................................................................................................................................... 61
337 Detectuçdo de ndo-conformidudes......................................................................................... 62
33ß Aç5es corretivus........................................................................................................................... 62
34 MunuuI du QuuIidude.............................................................................................63
3b Apoio à normutizuçdo e à certificuçdo ..................................................63


1 INTRODUÇÀO
O ob¡efivo desfe froboIho e o proposiçôo de um Proqromo de CuoIidode
Assequrodo poro o consfruçôo civiI hobifocionoI do Esfodo de Sôo PouIo. Poro foI,
opresenfo-se, no sequndo copífuIo, o experiêncio em confroIe do quoIidode de duos
empresos confrofonfes de obros de consfruçôo, o PETPO8PAS e o PETPOS. Mo
ferceiro copífuIo sôo exominodos os experiêncios de frês empresos de consfruçôo
civiI, OAS, MOMTPEAL e WPO8EL, HILF. O quorfo copífuIo, o porfir do onoIise
reoIizodo nos precedenfes, propôe o consfifuiçôo de um sisfemo de confroIe do
quoIidode do consfruçôo civiI hobifocionoI poro o Esfodo de Sôo PouIo.



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Pensondo-se em fermos mois obronqenfes, o impIonfoçôo do confroIe do
quoIidode pode ser visfo como primeiro fose de um proqromo de desenvoIvimenfo
fecnoIoqico do consfruçôo civiI por frês rozôes: (i) um meIhor confroIe de quoIidode
fovorece, de imediofo, os consumidores finois, sensiveImenfe pre¡udicodos peIo
usuoI foIfo de ofençôo o esfe ospecfo no processo de pIone¡omenfo, execuçôo e
monufençôo dos hobifoçôes: (ii) o difusôo de fecnicos de confroIe de quoIidode
enfre os consfruforos porficiponfes dos proqromos qovernomenfois de consfruçôo
hobifocionoI e um ob¡efivo de consecuçôo reIofivomenfe fociI, quondo comporodo o
oufros ob¡efivos possíveis, como o infroduçôo e difusôo de inovoçôes. Tonfo o
oferfo ofuoI e pofencioI de serviços desfe feor e rozooveImenfe ompIo como o
0overno do Esfodo de Sôo PouIo, peIo suo posiçôo ¡unfo oos comprodores finois,
pode requerer, dos firmos empreifeiros, o odoçôo de sisfemos de qoronfio de
quoIidode eficienfe, (iii) o incorporoçôo de fecnicos de confroIe de quoIidode
consfifui, muifos vezes, o primeiro fose do processo ofroves do quoI os empresos
iniciom seus proqromos de oprimoromenfo do produçôo e de qosfos em pesquiso e
desenvoIvimenfo. A impIonfoçôo de um sisfemo de requisifos de qoronfio de
quoIidode, porfonfo, confribuiro poro o consecuçôo do ob¡efivo mois ompIo de
desenvoIvimenfo fecnoIoqico do sefor.

O confroIe de quoIidode no consfruçôo civiI hobifocionoI e
reconhecidomenfe deficienfe. Os probIemos em con¡unfos hobifocionois consfruídos
o poucos onos sôo porficuIormenfe qroves. Mo fose de execuçôo dos obros, esfes
probIemos começom nos froboIhos de ferropIenoqem que preporom os ferrenos poro
os consfruçôes, como mosfro umo reporfoqem sobre o consfruçôo de con¡unfos
hobifocionois no Esfodo de Sôo PouIo:

"Consequêncio de ferropIenoqem moI pIone¡odo, o erosôo ofinqe o umo
sequêncio de rovinomenfo, oIquns com mois de Z0 mefros de profundidode, e
omeoço os predios, se¡o devido oo descoIçomenfo e rupfuro dos fundoçôes, ou
fombem peIo desfruiçôo do infro-esfrufuro bosico dos con¡unfos, como os sisfemos
de obosfecimenfo de oquo, Iuz, esqofo e oreos poro exponsôo. A imoqem e
desoIodoro: croferos imensos omeoçom enqoIir morodios, ruos desoporecerom e os
sisfemos de dronoqem sôo desfruídos.

A erosôo e o fenômeno mois qrove mos nôo o único. Os predios de
oporfomenfos e cosos opresenfom frincos, infiIfroçôes de oquo, enfupimenfos,
poredes que opresenfom conduçôo eIefrico, devido o insfoIoçôes moI feifos, oIem do
desconforfo fermico e ocúsfico. Tudo provocodo peIo ufiIizoçôo de moferiois
inodequodos e sem quoIidode, com o oqrovonfe de mefodos consfrufivos de
desempenho duvidoso ..." Pevisfo A Consfruçôo SP, n. ZIb3, Ib/b/I989.

As efopos de umo consfruçôo sôo: pro¡efo, fobricoçôo de moferiois e
componenfes, execuçôo e monufençôo. A foIfo de infeqroçôo enfre os oqenfes dos


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diversos efopos e umo fonfe imporfonfe dos probIemos que oporecem duronfe o uso
dos hobifoçôes. Mos diversos efopos, exisfem oufros cousos: no efopo de pro¡efo, o
foIfo de defoIhomenfo, ousêncio de sisfemofico de confroIe de quoIidode,
desconhecimenfo dos exiqêncios dos usuorios e dos normos exisfenfes, foIfo de
coordenoçôo enfre o pro¡efo orquifefônico e os pro¡efos compIemenfores sôo
oIqumos dos principois cousos dos probIemos de quoIidode que oporecem
posferiormenfe.

Mo efopo de produçôo de moferiois e componenfes, enfre os cousos
dos probIemos de quoIidode, desfocom-se o ousêncio ou deficiêncio do confroIe de
quoIidode, o foIfo de normos e obsoIescêncio de porfe dos normos exisfenfes,
ousêncio de podronizoçôo e níveI fecnico menor do que o necessorio. Mo efopo de
execuçôo, por suo vez, os probIemos de quoIidode sôo oriqinodos de fonfes voriodos,
enfre os quois podem ser cifodos os deficiêncios no normoIizoçôo, foIfo de
freinomenfo do pessooI envoIvido nos processos de consfruçôo, resisfêncio do sefor
ò mudonços, pIone¡omenfo inodequodo efc..

Poro superor os probIemos oponfodos, o esfudo onoIiso o sifuoçôo ofuoI
e suqere um proqromo púbIico, ofroves dos quois o qoverno do Esfodo de Sôo PouIo,
o porfir do seu popeI no finonciomenfo do consfruçôo hobifocionoI, posso infIuir
decisivomenfe nos cousos dos deficiêncios de quoIidode. Em porficuIor, busco-se
deIineor um pIono de confroIe do quoIidode e os possos do suo evoIuçôo poro um
proqromo de quoIidode ossequrodo e que, nos moIdes dos fecnicos modernos de
odminisfroçôo, opresenfe umo confribuiçôo decisivo poro meIhoror o quoIidode do
consfruçôo hobifocionoI.

Mos os deficiêncios de quoIidode no consfruçôo civiI hobifocionoI nôo
sôo odvindos unicomenfe dos foses produfivos. IquoImenfe serios sôo os probIemos
do infroesfrufuro fecnoIoqico, enfre os quois o foIfo de normoIizoçôo e o
obsoIescêncio dos normos em viqor, o escossez de freinomenfo poro quoIidode e o
ousêncio de mofivoçôo poro oprimoror o produfo finoI. Assim, e necessorio
invesfiqor nôo openos os probIemos que surqem oo níveI dos firmos envoIvidos como,
fombem, os deficiêncios do infroesfrufuro fecnoIoqico. Mesfe ospecfo, fombem
cobe oo qoverno procuror desenvoIver esfo infroesfrufuro poro ossequror o
sucesso do poIífico de confroIe de quoIidode.










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Z A EXPERIENCIA DE EMPRESAS CONTRATANTES

Z1 O sistemu de controIe du quuIidude du Petrobrás

Z11 Introduçdo

Emboro o ofuoçôo do Pefrobros no consfruçôo civiI excedo o escopo desfe
froboIho - o consfruçôo hobifocionoI - ho duos semeIhonços enfre esfo empreso e o
qoverno de Sôo PouIo no que fonqe oo confroIe do quoIidode que fozem imporfonfe o
onoIise do sisfemo do quoIidode doqueIo: suo condiçôo de confrofonfe de serviços do
consfruçôo civiI e o corofer esfofoI, que o forno responsoveI peIo qesfôo de verbos
púbIicos.

O início do impIonfoçôo do sisfemo do quoIidode do Pefrobros remonfo oo
finoI do decodo de sefenfo e represenfo umo resposfo posifivo do empreso òs
sequinfes corocferísficos (i) compIexidode dos insfoIoçôes: (ii) riscos devido oo uso
de equipomenfos com pressôes e femperofuros oIfos: (iii) invesfimenfos de voIor
eIevodo e (iv) necessidode de profeçôo oo meio ombienfe.

Mos frês seçôes o sequir, serôo descrifos os operoçôes ofuois dos frês oreos
do sisfemo do quoIidode do Pefrobros, mois perfinenfes poro os proposifos desfe
froboIho, referenfes, respecfivomenfe, oos sequinfes orqôos:

Serviço de Enqenhorio (SE0EM) - responsoveI peIo execuçôo dos
invesfimenfos do empreso e peIo qoronfio do quoIidode no confrofoçôo de serviços:

Serviço de MoferioI (SEPMAT) - responsoveI peIo oquisiçôo de moferiois e
peIo qoronfio do quoIidode dos moferiois odquiridos.

Superinfendêncio de Sequronço, Meio Ambienfe e CuoIidode (SUSEMA) -
responsoveI peIo impIonfoçôo do sisfemo do quoIidode, que obronqe fodo o empreso
e peIo "Processo Pefrobros de Meio Ambienfe, CuoIidode e Sequronço IndusfrioI"
(ofendendo òs indicoçôes do Proqromo 8rosiIeiro do CuoIidode e Produfividode -
P8CP).

Z1Z O Sistemu du QuuIidude do Serviço de Enqenhuriu(SESEN)

Z1Z1 A estruturu do SESEN

O SE0EM e o orqôo do Pefrobros responsoveI peIo conduçôo dos proqromos
de invesfimenfo do empreso. EIe esfo esfrufurodo em divisôes e empreendimenfos,


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sendo oqueIes de corofer permonenfe e esfes de corofer fempororio (um
empreendimenfo poro codo qronde pro¡efo de invesfimenfo).

O Sisfemo do CuoIidode do SE0EM e orqonizodo peIo DICUAL - Divisôo de
Enqenhorio do CuoIidode - e peIos empreendimenfos.

Z1Z11 A Divisdo de Enqenhuriu du QuuIidude (DIQUAL)

"As ofividodes do DICUAL, orqôo cenfroI do quoIidode no SE0EM, sôo os
sequinfes:

-operfeiçoomenfo do Sisfemo do CuoIidode:
-quoIificoçôo de pessooI e de procedimenfos dos confrofodos:
-ossessoromenfo oos empreendimenfo no funçôo quoIidode, em sequronço indusfrioI:
-copocifoçôo fecnoIoqico:
-freinomenfo e mofivoçôo:
-sisfemo de refrooIimenfoçôo:
-ossessoromenfo oo Serviço Jurídico no Pecodosfromenfo de Empresos." - AImeido
e 8orqes (I990, pp 3)

O SE0EM/DICUAL, porfonfo, e responsoveI peIo confroIe do impIonfoçôo e
desenvoIvimenfo do sisfemo do quoIidode por porfe dos empresos presfodoros de
serviços e por um proqromo de quoIificoçôo do pessooI dos mesmos. Assim, o reIoçôo
cIienfe/fornecedor, que ofuoImenfe e visfo sob o ofico do desenvoIvimenfo de
fornecedores, enconfro-se presenfe.

Em I978, foi criodo, em Sôo Jose dos Compos, um orqôo Iiqodo oo
SE0EM/DICUAL, o SECUI (Sefor de CuoIificoçôo) O SECUI reoIizovo o
quoIificoçôo e cerfificoçôo exiqido oo pessooI dos empresos confrofodos.
AfuoImenfe, o ofividode do SECUI esfo concenfrodo no cerfificoçôo, deixondo o
quoIificoçôo poro oufros enfidodes com os quois o Pefrobros fem convênio.
Dependendo de umo serie de corocferísficos do empreendimenfo, o Pefrobros
podero deferminor poro o empreso confrofodo, que cofeqorios profissionois e
especioIidodes devem fer seu pessooI cerfificodo ¡unfo oo SECUI.
A onoIise do ofividode do SECUI indico que do início de suos ofivdodes ofe
I990 forom reoIizodos I49Zb exomes, confempIondo bI30 condidofos, com índice
de oprovoçôo de 337.

Aindo com reIoçôo ò fiIosofio do quoIidode, o ideio de cIienfe/fornecedor
esfo presenfe em fodos os ofividodes do SE0EM,sendo esfe orqôo visfo denfro do
Pefrobros como fornecedor de oufros orqôos e cIienfe de empresos exfernos, os
confrofodos.



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Z1Z1Z A quuIidude nos empreendimentos

"As ofividodes dos empreendimenfos, que se consfifuem no qerêncio e fiscoIizoçôo
dos serviços confrofodos, sôo os sequinfes:

-impIonfor o coordenoçôo do funçôo quoIidode:
-eIoboror o PIono do CuoIidode do empreendimenfo:
-eIoboror o onexo confrofuoI com Pequisisfos de Sisfemo do CuoIidode:
-eIoboror os Pofinos de FiscoIizoçôo específicos:
-eIoboror o PIono de DeIeqoçôo de Afribuiçôes:
-emifir reIoforios de inspeçôo:
-impIonfor o orquivo do documenfoçôo do fiscoIizoçôo." - AImeido e 8orqes (I990,
pp 4)

Ao eIoboror o PIono do CuoIidode do empreendimenfo, o equipe ufiIizo como
documenfo bose o copífuIo V do monuoI de 0erêncio de empreendimenfos (MA0ES),
que verso sobre qoronfio do quoIidode. A referêncio no MA0ES ossequro o
desempenho uniforme e sofisfoforio dos empreendimenfos e nôo pre¡udico o
Iiberdode de codo empreeendimenfo poro deferminor de formo descenfroIizodo seu
PIono do CuoIidode.

Desfo formo, qoronfe-se o cumprimenfo de oIqumos dos indicoçôes mois
modernos em fermos de fiIosofio do quoIidode, quois se¡om, o ideio de que o
quoIidode e responsobiIidode de fodos os indivíduos envoIvidos no processo
produfivo - e, porfonfo, deve ser persequido em fodos os suos efopos - e o
fendêncio `o fIexibiIidode e descenfroIizoçôo do produçôo e do confroIe do
quoIidode.

Anfes de possormos poro o ífem sequinfe, oIquns escIorecimenfos odicionois
sôo necessorios, quois se¡om:
I) O mefodo ofroves do quoI o Pefrobros qoronfe o quoIidode de seus
produfos e serviços consisfe no esfobeIecimenfo de exiqêncios òs empresos com
reIoçôo ò quoIidode. A operocionoIidode desfe sisfemo sero descrifo no proximo
ífem.
Z) A Pefrobros vem evoIuindo no senfido de definir os requisifos do quoIidode
ofroves de seus ob¡efivos, ou se¡o, ofroves dos resuIfodos o serem obfidos com o
odoçôo do sisfemo do quoIidode. A ideio e que, oo inves de impôr o formo como o
empreso deve reoIizor codo procedimenfo poro ofinqir os ob¡efivos definidos,
coberio ò proprio empreso pIone¡or, impIonfor meios de ofender oos requisifos e
comprovor, ¡unfo oo SE0EM, que os mesmos sôo ofendidos.
Esfe processo e, no enfonfo, oindo incipienfe. A reoIidode mosfro que, no
moior porfe dos cosos (o empreendimenfo do Pefros por nos onoIisodo e um
exempIo) os deficiêncios dos empresos brosiIeiros de Consfruçôo CivíI sôo fôo


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qroves que nôo se pode prescindir de um ocomponhomenfo e direcionomenfo muifo
proximo dos ofividodes confrofodos (isso o despeifo de fodo o esforço do
Pefrobros poro desenvoIvimenfo do Sisfemo do CuoIidode dos suos confrofodos)

Z1Z13 Requisitos e condiç5es contrutuuis de sistemus du
quuIidude:

Em I989, o SE0EM eIoborou o documenfo "Pequisifos de Sisfemos do
CuoIidode de Consfruçôo, Monfoqem e Condicionomenfo"
I
com o dupIo funçôo de (i)
orienfor o ovoIioçôo do sisfemo do quoIidode dos empresos poro fins de pre-
quoIificoçôo e/ou codosfromenfo, reoIizodo peIo DICUAL e (ii) orienfor o
eIoboroçôo dos confrofos de presfoçôo de serviços, no ômbifo dos
empreendimenfos.

Mo primeiro coso, o DICUAL foz umo ovoIioçôo do sisfemo do quoIidode do
empreso nos ospecfos indicodos peIo documenfo "Pequisifos de Sisfemos do
CuoIidode de Consfruçôo, Monfoqem e Condicionomenfo", sendo esfe documenfo o
porômefro poro ovoIioçôo do conformidode doqueIe sisfemo. As firmos copozes de
sofisfizer os exiqêncios do Pefrobros com reIoçôo ò quoIidode sôo quoIificodos poro
o codosfro, sendo o codosfromenfo condiçôo necessorio poro o porficipoçôo nos
Iicifoçôes.

Mo sequndo coso, o equipe do empreendimenfo define os exiqêncios quonfo oo
sisfemo do quoIidode que devem ser cumpridos de formo sisfêmico peIos empresos
(os que nôo esfôo reIocionodos especificomenfe oo empreendimenfo poro o quoI foi
feifo o confrofo) ufiIizondo-se, poro isfo, o documenfo "Pequisifos de Sisfemos do
CuoIidode de Consfruçôo, Monfoqem e Condicionomenfo".

Umo obordoqem supIemenfor e ufiIizodo poro o confroIe do quoIidode de
ofividodes críficos do consfruçôo civiI, fois como ferropIenoqem, concrefoqem efc.,
sobre os quois o Pefrobros exerce um confroIe mois riqoroso - denominodos
especioIidodes.

Sempre que houver oIqumo especioIidode o ser execufodo, hovero condiçôes
confrofuois específicos poro esfo especioIidode, descrifos no documenfo "Condiçôes
Confrofuois de Sisfemo do CuoIidode". Esfe úIfimo, confem o mesmo ifemizoçôo dos
"Pequisifos de Sisfemos do CuoIidode de Consfruçôo, Monfoqem e
Condicionomenfo" e indico que ífens devem ser cumpridos de formo mois defoIhodo.
O defoIhomenfo dos normos poro codo especioIidode se enconfro em oufro
documenfo, denominodo "Pequisifos de 0oronfio do CuoIidode do EspecioIidode".


1
Esfe documenfo e umo revisôo de documenfo onfiqo (I979), odopfodo poro
sofisfozer òs indicoçôes do ISO 9000, icIusive sequindo o suo ifemizoçôo.


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10
Hovero fonfos desfes documenfos ("Condiçôes Confrofuois de Sisfemo do
CuoIidode" e "Pequisifos de 0oronfio do CuoIidode do EspecioIidode") quonfos
forem os especioIidodes no empreendimenfo

A sequir, opresenfo-se um exempIo de como um ífem dos "Condiçôes
Confrofuois de Sisfemos de CuoIidode" oporecerio no coso do exiqêncio openos de
"Pequisifos 0erois" e no coso do exiqêncio de "Pequisifos do EspecioIidode".

(Todos os sinois de "^" sequidos de espoço em bronco sôo poro serem preenchidos
peIo Pefrobros conforme o coso)
Ífens 3.I7.4 - PessooI - Copocifoçôo
Z
.

Mos "Pequisifos de Sisfemos de CuoIidode de Consfruçôo, Monfoqem e
Condicionomenfo":

"A empreso deve comprovor que seu pessooI de execuçôo e do quoIidode ofende oos
requisifos confrofuois".

Mos "Mofos CompIemenfores":

"o) Órqôo de Execuçôo

O responsoveI peIo Órqôo de Execuçôo dos serviços confrofodos deve fer o
sequinfe formoçôo e experiêncio mínimo:

^b) Órqôo do CuoIidode

O responsoveI peIo Órqôo do CuoIidode dos serviços confrofos, deve fer o sequinfe
formoçôo e experiêncio mínimos:

Mos "Pequisifos de 0oronfio do CuoIidode do EspecioIidode" (coso de
ferropIenoqem):

"o) A confrofodo deve monfer no confeiro de obros o sequinfe pessooI poro
execuçôo dos serviços:

I) Enqenheiro com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos em ferropIenoqem:

Z) Encorreqodo de ferropIenoqem com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos:

2
Ver, na ISO 9001, ítem 4.18 e na ISO 9002, ítem 4.17,
"Treinamento"e na ISO 9004, ítem 18, "Pessoal". A ISO 9003
apresenta nível de exigência muito menos rigoroso para este
ítem, se comparada às demais.


11
11

3) Encorreqodo de moquinos com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos:

4) Topoqrofo com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos em ferropIenoqem ou
inspefor dimensionoI de fopoqrofio MíveI II, quoIificodo sequndo o Mormo M-ZI09,
poro exercer o funçôo de fopoqrofo:

b)

b) A confrofodo deve monfer no confeiro de obros o sequinfes pessooI poro
confroIe de quoIidode dos serviços:

I) Enqenheiro com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos em feropIenoqem:

Z) Inspefor com formoçôo fecnico de níveI medio e com experiêncio mínimo
comprovodo de ... onos em ferropIenoqem:

3) Loboroforisfo de soIos, com experiêncio mínimo comprovodo de .... onos:

4) AuxiIior de Ioboroforio de soIos com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos:

b) Sondodor com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos:

o) Amosfrodor com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos:

7) (espoço poro ser preenchido peIo Pefrobros conforme o coso)

Z1Z14 Cudustrumento, Licituç5es e ControIe do Cumprimento
de Contrutos

Como visfo, o Pefrobros opero um sisfemo de Codosfro de Empresos em que o
comprovoçôo por porfe desfos do exisfêncio de um sisfemo de confroIe do
quoIidode que permifo sofisfozer os exiqêncio dos "Pequisifos de Sisfemos do
CuoIidode de Consfruçôo, Monfoqem e Condicionomenfo" consisfe no condiçôo
deferminonfe de suo incIusôo no codosfro. Mo início do impIonfoçôo desse sisfemo,
ero dodo um prozo de 3 onos poro que os empresos desenvoIvessem seu sisfemo de
confroIe do quoIidode. AIem disso, os reIoforios dos oudiforios do quoIidode dos
empresos erom enviodos poro os mesmos com o ob¡efivo de ouxiIio-Ios ò
idenfificoçôo - e, em consequêncio, oo oprimoromenfo - dos ospecfos do qoronfio do
quoIidode oindo considerodos insuficienfes.

Esse sisfemo vem evoIuindo proqressivomenfe no senfido de resfrinqir o
funçôo do SE0EM ò ovoIioçôo do sisfemo do quoIidode ¡o impIonfodo peIos empresos


12
12
e ò seIeçôo dos opfos poro o codosfro - ou poro o Iicifoçôo. O ocomponhomenfo e
ovoIioçôo do empreendimenfo sôo feifos ofroves de frês formos bosicos:

I) FiscoIizoçôo dos obros, feifo dio-o-dio no confeiro de obros por equipe do
Pefrobros com conhecimenfo de consfruçôo civiI. O ob¡efivo desfo equipe e
ocomponhor e ovoIior codo efopo do empreendimenfo de formo o qoronfir o
cumprimenfo dos condiçôes confrofuois, conforme previomenfe esfobeIecido.

Z) Audiforios periodicos, feifos por equipe fecnico do Pefrobros com conhecimenfo
de sisfemos do quoIidode. A primeiro "visifo" e feifo oo confeiro de obros quondo o
obro se enconfro em oproximodomenfe I07 de seu ondomenfo e, o porfir de enfôo,
novos visifos sôo reoIizodos com periodicidode definido peIo equipe. AvoIio-se,
ofroves desfos oudiforios, o confroIe do quoIidode dos empreendimenfos.

3) AvoIioçôo do desempenho do confrofodo com reIoçôo o ospecfos do confrofo
como: prozos, documenfoçôo, ... Esfo ovoIioçôo e feifo peIo pessooI do Pefrobros
responsoveI peIo confrofo e funciono como meconismo de oIimenfoçôo do codosfro
de empresos do DICUAL, fornecendo informoçôes odicionois sobre o empreso que
poderôo ser posferiormenfe ufiIizodos, por exempIo, poro direcionor
ovoIioçôes/oudiforios de empresos (indicondo que ospecfos requerem onoIise mois
pormenorizodo).

Anfes de possormos poro o proximo copífuIo, duos observoçôes devem ser
reqisfrodos:

i) Procuro-se fozer com que o ofuoçôo do fiscoIizodor do obro nôo se¡o percebido
peIo pessooI do confrofodo como umo "inspeçôo ouforiforio" - como poderio fozer
crer o opresenfoçôo de suos funçôes. O fiscoIizodor froboIho no dio-o-dio ¡unfo
com o pessooI do confrofodo, incIusive fozendo suqesfôes poro meIhorio do serviço,
condiçôes de froboIho efc.

ii) Afroves do Decrefo-Lei Z300 o qoverno CoIIor insfifuiu o obriqoforiedode de
Licifoçôo oberfo poro fodo obro ocimo de um deferminodo voIor. Como esso Iei
impedirio o confinuidode do ufiIizoçôo, por porfe do Pefrobros, do codosfro de
empresos como eIemenfo de pre-seIeçôo poro os Iicifoçôes - o que pre¡udicorio
bosfonfe o confroIe do quoIidode desfo empreso - foi esfobeIecido um ocordo
especioI enfre o Pefrobros e o Minisferio do Indúsfrio e Comercio poro eIevor esfe
voIor poro o Pefrobros de formo que, peIo menos poro umo qronde porfe dos
empreendimenfos, o sisfemo de pre-seIeçôo vio codosfro posso confinuor sendo
operodo. Mos demois cosos, opfo-se por um sisfemo de pre-quoIificoçôo ou fose de
hobiIifoçôo poro o concorrêncio, onde se ovoIio se o empreso fem condiçôes de
cumprir os requisifos de quoIidode poro o empreendimenfo em quesfôo.



13
13
O codosfro de empresos presfodoros de serviços
3
e qerenciodo peIo
Deporfomenfo Jurídico e "oIimenfodo" com informoçôes provenienfes dos
ovoIioçôes feifos peIos fecnicos do SE0EM duronfe e opos o reoIizoçôo dos
empreendimenfos, sendo esfe orqôo (o SE0EM) seu principoI usuorio.

As informoçôes do codosfro referem-se ò frodiçôo, copocifoçôo fecnico e
desempenho econômico e finonceiro dos empresos.De ocordo com o ovoIioçôo
reoIizodo, os empresos sôo cIossificodos nos qrupos A, 8 e C sobre os quois
incidirôo requisifos de quoIidode de qrou de exiqêncio diferenciodos.

Z13 O Sistemu du QuuIidude do Serviço de MuteriuI (SERMAT)

Z131 Introduçdo

O SEPMAT - Serviço de MoferioI e o orqôo do Pefrobros responsoveI peIo
oquisiçôo dos moferiois e equipomenfos necessorios ò operoçôo dos demois
deporfomenfos. O Sisfemo do CuoIidode de Suprimenfo de MoferioI foi
desenvoIvido com o ob¡efivo de "qoronfir que os produfos odquiridos peIo Pefrobros
de seus fornecedores se¡om odequodos oo uso o que forem desfinodos,
opresenfondo o menor número de foIhos possíveI quondo em serviço ("Sisfemo do
CuoIidode de Suprimenfo de MoferioI", Dez/88, p. 4)

Acomponhondo o fendêncio opresenfodo no SE0EM, procuro-se desIocor o
responsobiIidode peIo quoIidode o moximo possíveI poro o fornecedor, exiqindo que
esfe froboIhe com um Sisfemo de ConfroIe do CuoIidode proprio. As exiqêncios do
Sisfemo do CuoIidode oo fornecedor sôo deferminodos peIo SEPMAT ofroves do
documenfo "Pequisifos de Sisfemos do CuoIidode poro Suprimenfo de MoferioI",
recenfemenfe odopfodo poro ofender ò ífemizoçôo e os preceifos do IS09000
(ofroves dos M8P - I9000
4
).

Com reIoçôo òs ofividodes do SEPMAT, o documenfo "Sisfemo de CuoIidode
de Suprimenfo de MoferioI, Dez/88, p/. 4" desfoco os sequinfes:

"(I) CuoIificoçôo fecnico dos fobriconfes, ofroves do verificoçòo de suo
copocifoçôo poro fornecimenfo dos produfos que poderôo vir o ser odquiridos peIo
Pefrobros.


3
Há, além deste, na Petrobrás, o cadastro de fornecedores de
materiais e equipamentos, operado pelo SERMAT, como veremos.
4
As NBR 19000 são a base do Sistema Nacional de Certificação
administrado pelo INMETRO e são idênticas às ISO 9000.


14
14
(Z) Monufençôo de codosfro fecnico e comercioI, que permifo oos orqôos
comprodores o ocesso òs informoçôes necessorios ò execuçôo dos processos de
compro em boses odequodos e confioveis.

(3) EIoboroçôo e verificoçôo dos documenfos de compro, de formo o qoronfir o
incIusôo de fodos os requisifos necessorios oo usuorio reIofivomenfe oo moferioI o
ser odquirido.

(4) Inspeçôo odequodo, duronfe ou oo finoI do processo de fobricoçôo, poro
qoronfir que fodos os especificoçôes fecnicos esfobeIecidos forom de fofo
ofendidos."

O SEPMAT enconfro-se ho¡e em umo fose de fronsiçôo com o ob¡efivo de
odopfor infeiromenfe os Pequisifos de Sisfemos do CuoIidode de Suprimenfoo de
moferioI oos preceifos do IS09000 (M8P I9000) e fornor o sisfemo de operoçôo do
quoIidode poro suprimenfo de moferioI mois oqiI e eficienfe.

Z13Z O Sistemu unterior - QuuIificuçdo e Cudustrumento
de Fornecedores

De ocordo com o sisfemo onferior, fodos os moferiois codosfrodos sôo
cIossificodos em frês níveis: A, 8 e C, em funçôo do suo compIexidode
(responsobiIidode e voIor). Isfo e feifo com o ob¡efivo de definir que níveI de
exiqêncios com reIoçôo ò quoIidode sero feifo oos diversos fornecedoros de
moferiois. Desfo formo, qoronfe-se o esfobeIecimenfo dos requisifos de quoIidode
mínimos necessorios poro os cosos mois críficos e se evifo esfobeIecer exiqêncios
excessivomenfe riqorosos quondo esfos nôo sôo necessorios.

A cIossificoçôo dos empresos depende do ovoIioçôo fecnico feifo peIo equipe
do Pefrobros com frês enfoques bosicos: (o) ofendimenfo dos Pequisifos de
Sisfemos do CuoIidode de Suprimenfo de MoferioI reIofivos oo níveI mois riqoroso
dos moferiois o serem fornecidos: (b) copocifoçôo fobriI do fobriconfes: e (c)
enqenhorio do produfo.
Mo primeiro coso, o ovoIioçôo e feifo por um fecnico do Pefrobros com
conhecimenfo de Sisfemos do CuoIidode e dos especioIidodes ovoIiodos. Mos dois
demois cosos, (b) e (c), o ovoIioçôo e feifo por fecnicos vindos de oufros orqôos do
Pefrobros com conhecimenfo do especioIidode.

O pIone¡omenfo do ovoIioçôo fecnico envoIve os sequinfes ofividodes:

o) reoIizoçôo de umo reuniôo com o fobriconfe. Esfo reuniôo fem como ob¡efivos
oferecer oo fobriconfe escIorecimenfos odicionois o respeifo dos requisifos do
Pefrobros poro quoIificoçôo fecnico do moferioI: debofer o respeifo do enqenhorio


15
15
do produfo, desenvoIvimenfo fecnoIoqico, experiêncios onferiores, especificoçôes e
cerfificoçôes e, obfer um conhecimenfo preIiminor do orqonizoçôo e esfrufuro do
oreo do quoIidode do fobriconfe:
b) eIoboroçôo do documenfo "Pofeiro de AvoIioçôo Tecnico de Fobriconfes" poro o
coso específico do empreso e dos requisifos compIemenfores o serem incorporodos:
c) deferminoçôo do dofo o ser reoIizodo o ovoIioçôo fecnico.

Codo ífem do Pofeiro ovoIiodo recebe umo nofo de zero o quofro e possui um
deferminodo peso. Poro que o empreso se¡o quoIificodo e necessorio que possuo
medio finoI ponderodo moior ou iquoI o dois e que nenhum ífem crífico possuo nofo
inferior o dois. O documenfo "Loudo de CuoIificoçôo Tecnico" indico os cosos
posifivos de quoIificoçôo, sendo o empreso inserido no codosfro do SEPMAT.

O codosfro do SEPMAT, qerenciodo peIo Sefor de Codosfro do Divisôo do
CuoIidode do Serviço de MoferioI (SEPMAT/DICUAL/SECAD) confem os
sequinfes informoçôes sobre os empresos: reqisfro dos dodos de idenfificoçôo,
Iinho de produfos, requIoridode ¡urídico e fiscoI, condiçôes comerciois, sifuoçôo
econômico-finonceiro, copocidode fecnico e desempenho ¡unfo ò Pefrobros.

E ofribuiçôo do SECAD monfer sempre ofuoIizodo o codosfro e promover o
divuIqoçôo dos dodos codosfrois oos diversos orqôos do Componhio, o que e feifo
ofroves do SIC-Sisfemo de Informoçôes Codosfrois, direfomenfe por ferminois de
compufodor ufiIizondo funçôes "on-Iine" ou ofroves de consuIfo o reIoforios
impressos qerodos peIo sisfemo.

Mos cosos em que o resuIfodo dos ovoIioçôes fecnicos indicor pendêncios,
serôo feifos fonfos visifos de ocomponhomenfo quonfos forem necessorios poro o
ofendimenfo pIeno dos Pequisifos de Sisfemos do CuoIidode de Suprimenfo de
MoferioI
b.
.

Z133 O Sistemu unterior - Inspeçdo de Fubricuçdo

Sequndo os indicoçôes do IS09000 com reIoçôo ò oquisiçôo de moferiois de
ferceiros, o SEPMAT dispôe de um sisfemo poro confroIe de quoIidode desfes
moferiois em fobricoçôo - oIem dos inspeçôes de recebimenfo (sempre poro
verificor o conformidode do produfo com reIoçôo oos documenfos confrofuois e o
cumprimenfo dos requisifos do quoIidode).

Os moferiois sôo cIossificodos em seis cofeqorios recebendo, de ocordo com
o cofeqorio, o sequinfe frofomenfo:

5
Não confundir este acompanhamento de solução de pendências com a
inexistência de uma série de casos de rejeição direta da
empresa.


16
16

- Moferiois fipo L: Iiberodos de inspeçôo.

- Moferiois fipo A, 8, E: inspeçôo de recebimenfo, com qrous de riqor diversos (por
fipo) com reIoçôo ò onoIise do documenfoçôo, ocomponhomenfo de fesfe de
desempenho e ocomponhomenfo de fesfe finoI.

- Moferiois fipo C, D: inspeçôo no processo produfivo, com ocomponhomenfo porcioI
do processo produfivo poro o fipo C e ocomponhomenfo infeqroI do processo
produfivo poro o fipo D.

O direcionomenfo bosico do inspeçôo e dodo peIo documenfo "PIono de
Inspeçôo". Esfe documenfo, eIoborodo peIo fobriconfe, deve confer no mínimo os
ponfos de inspeçôo previsfos oo Ionqo do cicIo de produçôo, os corocferísficos que
serôo inspecionodos, os fipos de exomes, ensoios, fesfes ou verificoçôes que serôo
efefuodos, indicoçôo dos criferios de oceifoçôo e pIonos de omosfroqem que serôo
odofodos, oIem de um compo em bronco poro o Pefrobros indicor os ponfos de
espero obriqoforios. Sôo eIoborodos fombem rofinos de inspeçôo e Iisfos de
verificoçôo.

Se o resuIfodo do inspeçôo for posifivo e ouforizodo o oquisiçôo do moferioI.
Se, por oufro Iodo, forem observodos foIhos infernos ou exfernos (nos insfoIoçôes
do fobriconfe ou nos insfoIoçôes do Pefrobros, respecfivomenfe), ho um processo
de ocomponhomenfo de diverqêncios com o odoçôo de oçôes correfivos e
reovoIioçôo.

A codo foIho observodo corresponde um índice de re¡eiçôo (ou diverqêncio).
O con¡unfo dos índices poro um fobriconfe indico o seu desempenho qIoboI e o
evoIuçôo dos índices permife ovoIior o desempenho do Sisfemo do CuoIidode do
SEPMAT.

Z134 O Sistemu com us mudunçus recentes

A oIferoçôo recenfe mois imporfonfe - e isso voIe fonfo poro o SEPMAT
como poro os demois orqôos do empreso ossociodos oo confroIe do quoIidode -
consisfe, como ¡o mencionomos, no odopfoçôo do Sisfemo do CuoIidode oos
preceifos do IS09000
o
.

Concrefomenfe, isfo siqnifico usor normos de oceifoçôo infernocionoI, que
opresenfom menos defoIhes e que indicom o que fozer - e nôo como.


6
O sistema anterior já tinha referência nas ISO 9000 mas não era
inteiramente adapdado à elas.


17
17
Cuonfo ò operocionoIidode do sisfemo, umo serie de ospecfos forom
oIferodos.

As visifos oos fobriconfes (ovoIioçôes fecnicos) possom o ser porciois, feifos
em infervoIos de nove meses, sendo ovoIiodo fodo o Sisfemo do CuoIidode oo finoI
de frês onos (quofro visifos).

Em codo visifo sôo ovoIiodos os ífens normofivos (Orqonizoçôo, Sisfemo do
CuoIidode, ConfroIe de Documenfos, Idenfificoçôo e PosfreobiIidode de Produfos,
Sifuoçôo do Inspeçôo e Ensoios, ConfroIe de Produfos Môo-Conforme, Açôo
Correfivo, Peqisfros e Audiforios Infernos do CuoIidode) e frês dos doze demois
ífens do normo (IS09000).

Se os resuIfodos dos ovoIioçôes sôo sofisfoforios, oumenfo-se o prozo enfre
os visifos, fozendo-se o inverso se os resuIfodos dos ovoIioçôes sôo insofisfoforios.

O con¡unfo onferior de formuIorios e subsfifuído por quofro formuIorios
novos, quois se¡om:

o) formuIorio poro pIone¡omenfo de ocomponhomenfos (confendo o proqromoçôo
poro o reuniôo com o fobriconfe e o visifo de ovoIioçôo fecnico):
b) formuIorio poro reqisfro de resuIfodos:
c) formuIorio poro reqisfro de pendêncios.

Os frês formuIorios ocimo sôo usodos fonfo no fose de pIone¡omenfo dos
visifos como nos insfoIoçôes do fobriconfe.

d) Pofeiro poro conduçôo do ovoIioçôo ("check-Iisf"). Esfe rofeiro deve ser
inicioImenfe preenchido peIo fobriconfe e depois ufiIizodo peIo equipe nos foses de
pIone¡omenfo e conduçôo do visifo.

As vonfoqens operocionois desfe sisfemo sôo muifos. Seu enfoque - nos
resuIfodos o serem oIconçodos - diferencio-se sensiveImenfe do enfoque do sisfemo
onferior - no documenfoçôo. AIem disso, emboro requeiro pessooI freinodo e
especioIizodo, o preenchimenfo dos formuIorios e bem mois ropido do que no
sisfemo onferior.

Ho oindo dois ospecfos imporfonfes que diferenciom os dois sisfemos. O
primeiro deIes refere-se oos resuIfodos fecnicos e qerenciois.

Mo novo sisfemo, oo inves de um criferio de nofos poro definiçôo dos
resuIfodos, ho umo onoIise do crificidode do pendêncio.



18
18
Os resuIfodos sôo informodos oo fornecedor imediofomenfe opos o visifo - no
sisfemo onferior isso ero muifo mois demorodo -, o que Ihe fovorece muifo (oo
fornecedor) no medido em que fociIifo o soIuçôo de pendêncios, quondo necessorio.

O sequndo ospecfo refere-se ò quoIificoçôo necessorio oos qerenfes de
confroIe do quoIidode. Mo sisfemo ofuoI sôo necessorios qerenfes muifo mois
especioIizodos.

Z14 A Superintendënciu de Sequrunçu, Meio-Ambiente e QuuIidude -
SUSEMA

Z141 As funç5es du SUSEMA

A SUSEMA - Superinfendêncio de Sequronço, Meio-Ambienfe e CuoIidode e
o orqôo do Pefrobros responsoveI peIo orqonizoçôo inferno do Sisfemo do CuoIidode
do empreso e peIo qesfôo do "Processo-Pefrobros do Meio-Ambienfe, CuoIidode e
Sequronço IndusfrioI", fendo definido poro sí o sequinfe missôo:

- promover meIhorios confínuos do quoIidode:
- infeqror os esforços dos diversos orqôos, deporfomenfos, superinfendêncios, efc.
do Pefrobros:
- ovoIior, permonenfemenfe, os resuIfodos:
- represenfoçôo insfifucionoI.

Suo ofuoI direfriz de oçôo corresponde ò proprio evoIuçôo do Sisfemo do
CuoIidode denfro do Pefrobros. InicioImenfe o ConfroIe do CuoIidode ero feifo
quose que excIusivomenfe por pessooI do proprio Pefrobros, ofroves de inspeçôo
dos moferiois e equipomenfos encomendodos e dos serviços dos empresos
confrofodos peIos empreendimenfos. Acomponhondo os fendêncios modernos dos
Sisfemos do CuoIidode, o Pefrobros possou enfôo o umo novo concepçôo de oçôo em
que, oo inves de eIo proprio fozer fodo o inspeçôo dos compros e serviços
confrofodos, esfo funçôo foi sendo qrodofivomenfe fronsferido poro os proprios
empresos.

Com esfe ob¡efivo, foi consfifuído um sisfemo de froboIho equivoIenfe o umo
poIífico de desenvoIvimenfo de fornecedores com os sequinfes eIemenfos:

o) Proqromos de Conscienfizoçôo poro o CuoIidode - incIuindo o "Prêmio
Pefrobros do CuoIidode"
7



7
O "Prêmio Petrobrás da Qualidade"foi instituído em 1984 e
adaptado em 1991 para incorporar os critérios contidos no
"Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade".


19
19
b) Proqromos de DesenvoIvimenfo de Pecursos Humonos (cursos, seminorios
e oufros ofividodes poro pessooI dos empresos)

c) CuoIificoçôo/Cerfificoçôo do môo-de-obro especioIizodo dos empresos
peIo Sefor de CuoIificoçôo e Cerfificoçôo - SECUI, consfifuído em Sôo Jose dos
Compos excIusivomenfe poro esfe fim e Iiqodo orqonizocionoImenfe oo
SE0EM/DICUAL.

Forom feifos e oindo ho requIormenfe convênios com umo serie de
insfifuiçôes (SEMAC, A8EMD, I8P, denfre oufros) poro o reoIizoçôo con¡unfo de
proqromos de Treinomenfo (cursos) poro desenvoIvimenfo de pessooI e em muifos
cosos poro quoIificoçôo poro cerfificoçôo ¡unfo oo SECUI.

d) CuoIificoçôo e Codosfromenfo dos empresos fornecedoros de moferiois e
equipomenfos e presfodoros de serviços

e) Adoçôo de Pequisifos do CuoIidode poro compro de moferiois e
equipomenfos e poro confrofoçôo de serviços.

Sequndo ovoIioçôo do Pefrobros, os resuIfodos obfidos com esfe sisfemo,
emboro em muifos cosos se¡om de difíciI mensuroçôo, podem ser opresenfodos
como o sequinfe:

o) Aumenfo do produfividode dos empresos, inferido o porfir do reduçôo de
cusfos e do fempo de Consfruçôo, Monfoqem dos empreendimenfos.

b) Diminuiçôo do fempo de Condicionomenfo dos unidodes.

c) Diminuiçôo do número de inspeçôes de fobrico e do fiscoIizoçôo de
serviços (o SEPMAT, mois ovonçodo que o SE0EM nesfe processo, coIcuIo umo
reduçôo de cusfos de oproximodomenfe USS I miIhôo/ono com esfe ífem).

d) Aumenfo do copocifoçôo dos empresos brosiIeiros.

Tendo ovonçodo rozooveImenfe no senfido de responsobiIizor os empresos
fornecedoros - de moferiois e equipomenfos e de serviços - peIo quoIidode, pouco o
pouco foi se evidenciondo o necessidode de reoIizor novos oIferoçôes, desfo vez
denfro do ômbifo do profico Pefrobros.
A meIhorio do CuoIidode inferno do Pefrobros fornou-se premenfe poro que o
empreso pudesse se inserir de formo sofisfoforio em mercodos infernocionois codo
vez mois compefifivos, sendo o preservoçôo do meio ombienfe, o busco do
infeqridode do homem e o oprimoromenfo confínuo do quoIidode (produfividode) de
bens e serviços condiçôo indispensoveI poro fonfo.


20
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AIem disso, fornou-se necessorio responder com quoIidode demondos codo
vez mois riqorosos e orqonizodos por porfe do sociedode civiI e do Esfodo
(0overno). Isso decorre bosicomenfe do impIonfoçôo do Codiqo de Defeso do
Consumidor (que esfobeIece normos de profeçôo e defeso do consumidor, de ordem
púbIico e inferesse socioI), dos reivindicoçôes orqonizodos dos represenfoçôes de
froboIhodores por meIhores condiçôes de froboIho e o consequenfe preservoçôo do
infeqridode dos froboIhodores e, oindo, do posfuro que o Minisferio PúbIico vem
odofondo no senfido de responsobiIizor, conforme disposifivos Ieqois, os
empreqodores e seus preposfos peIos ocidenfes, que incIuem doenços profissionois,
decorrenfes dos suos ofividodes.

FinoImenfe, o insfifuiçôo por porfe do 0overno do Proqromo de
Compefifividode IndusfrioI (PCI) e do Proqromo 8rosiIeiro de CuoIidode e
Produfividode (P8CP) - porfes consfifufivos do PoIífico IndusfrioI e de Comercio
Exferior - funcionou como um fofor de direcionomenfo dos rumos que o Sisfemo do
CuoIidode do Pefrobros deverio fomor.

Mesfe confexfo, insfifuiu-se em I99I o "PIono Esfrofeqico Pefrobros -
I990/Z000" com os sequinfes ob¡efivos permonenfes e decenois: (fronscrifo do
documenfo "Processo Pefrobros de Meio Ambienfe, CuoIidode e Sequronço
IndusfrioI, de moio/9I" poq. 4).

- Ob¡efivos permonenfes:

". Assequror podrôes odequodos de soúde ocupocionoI e de SE0UPAMCA do
pessooI e do pofrimônio do sisfemo Pefrobros:
. Preservor e respeifor o MEIO AM8IEMTE no ômbifo de suos operoçôes e
no CUALIDADE de seus produfos.
. 8uscor o crescenfe sofisfoçôo dos seus consumidores, oprimorondo o
CUALIDADE dos produfos e serviços do Sisfemo Pefrobros.

- Ob¡efivos Decenois:

. Fozer do CUALIDADE um fofor de diferencioçôo do sisfemo Pefrobros:
. Minimizor o impocfo do MEIO AM8IEMTE:
. Afinqir eIevodos podrôes de SE0UPAMCA e de soúde".

Em compIemenfo oo PIono Esfrofeqico e com o ob¡efivo de meIhor orienfor o
Pefrobros no senfido do consecuçôo de seus ob¡efivos, foi desenvoIvido o "Processo
Pefrobros de Meio Ambienfe, CuoIidode e Sequronço IndusfrioI", o quoI posso o
descrever o sequir.



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Z14Z O Processo Petrobrás de Meio-Ambiente, QuuIidude e
Sequrunçu IndustriuI

O Processo Pefrobros de Meio Ambienfe, CuoIidode e Sequronço IndusfrioI
reproduz em oIqumo medido, em suo esfrufuroçôo, o Proqromo 8rosiIeiro de
CuoIidode e Produfividode, sendo composfo por Proqromos 0erois e Proqromos
Seforiois.

Conforme o documenfo "Processo Pefrobros de Meio Ambienfe, CuoIidode e
Sequronço IndusfrioI, moio/9I, poq. 7":

"OS PPO0PAMAS 0EPAIS fêm por ob¡efivo esfobeIecer oçôes e pro¡efos
insfifucionois poro:

- conscienfizoçôo, mofivoçôo, compromefimenfo e copocifoçôo:
- desenvoIvimenfo e difusôo de mefodos de qesfôo:
- desenvoIvimenfo e odequoçôo fecnoIoqico e cienfífico:
- orficuIoçôo exferno.

OS PPO0PAMAS SETOPIAIS represenfom os PIonos de Açôo específicos o
serem defIoqrodos por codo Deporfomenfo, Serviço e Órqôo EspecioI com bose no
dioqnose do orqôo, quonfo oos probIemos de Meio Ambienfe, CuoIidode e Sequronço
IndusfrioI no onoIise de fendêncios nocionois e infernocionois dessos oreos e,
fombem, sequndo orienfoçôo dos Proqromos 0erois".

Mos poqinos 9-II do mesmo documenfo sôo opresenfodos os esfrofeqios e
direfrizes bosicos do "Processo Pefrobros de Meio Ambienfe, CuoIidode e
Sequronço IndusfrioI".

"o. fornor MEIO AM8IEMTE, CUALIDADE E SE0UPAMCA IMDUSTPIAL
ospecfos infeqrodos e indissocioveis do Missôo do PETPO8PAS, de fodos os suos
ofividodes:

b. o responsobiIidode peIo cumprimenfo dos ob¡efivos, esfrofeqios e
direfrizes e de fodos os empreqodos, cobendo oos qerenfes responderem peIos
resuIfodos:

c. buscor, permonenfemenfe, o meIhorio e o odequoçôo de insfrumenfos
normofivos e confrofuois, procedimenfos, insfoIoçôo, produfo e serviços do
Pefrobros, visondo compofibiIizo-Ios òs exiqêncios reIofivos oo MEIO AM8IEMTE,
CUALIDADE E SE0UPAMCA IMDUSTPIAL.



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c.I. ossequror que os insfrumenfos normofivos do PETPO8PAS e seus
procedimenfos operocionois se¡om escrifos e permonenfemenfe ovoIiodos e
ofuoIizodos:

c.Z. buscor, ofroves dos documenfos confrofuois e oçôes compIemenfores,
que os pessoos físicos e ¡urídicos confrofodos peIo PETPO8PAS, ossumom o
compromisso de pouforem suos oçôes de moneiro consenfôneo com os orienfoçôes
esfobeIecidos peIo PETPO8PAS poro MEIO AM8IEMTE, CUALIDADE E
SE0UPAMCA IMDUSTPIAL:

d. fozer presenfes, em fodo o processo decisorio do PETPO8PAS, desde o
idenfificoçôo do necessidode de codo cIienfe e do oporfunidode de codo pr¡efo,
obronqendo fodo o seu círcuIo de vido, os consideroçôes de MEIO AM8IEMTE,
CUALIDADE E SE0UPAMCA IMDUSTPIAL:

d.I. ossequror, desde o pIone¡omenfo dos infervençôes do PETPO8PAS, umo
ofuoçôo que nôo venho o confribuir poro o deferioroçôo do quoIidode de vido dos
comunidodes em suo oreo de infIuêncio:

d.Z. buscor o ufiIizoçôo de fecnoIoqios odequodos e compofíveis o codo
sifuoçôo, em especioI nos novos empreendimenfos, usondo o MEIO AM8IEMTE,
CUALIDADE E SE0UPAMCA IMDUSTPIAL:

d.3. ossequror que os recursos humonos, moferiois e orqonizocionois se¡om
odequodos poro o prevençôo e confroIe de ocorrêncios onormois decorrenfes dos
ofividodes do PETPO8PAS:

e. buscor que os empreqodos do PETPO8PAS fenhom comporfomenfos de
previsôo e onfecipoçôo quonfo oos ospecfos de MEIO AM8IEMTE, CUALIDADE E
SE0UPAMCA IMDUSTPIAL:

e.I. ossequror, oos empreqodos do PETPO8PAS, o formoçôo e o consfonfe
operfeiçoomenfo em MEIO AM8IEMTE, CUALIDADE E SE0UPAMCA
IMDUSTPIAL:

e.Z. incIuir nos processos de formoçôo e desenvoIvimenfo de recursos
humonos do PETPO8PAS, o copocifoçôo perfinenfe oos ospecfos de MEIO
AM8IEMTE, CUALIDADE E SE0UPAMCA IMDUSTPIAL:

f. buscor, de formo permonenfe, o sofisfoçôo dos cIienfes, infernos e
exfernos, e dos consumidores dos produfos e serviços do PETPO8PAS:



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q. inferoqir permonenfemenfe com fornecedores infernos e exfernos ò
PETPO8PAS, visondo qoronfir o CUALIDADE dos produfos e serviços recebidos:

h. minimizor o exposiçôo dos empreqodos do PETPO8PAS, e de seus
confrofodos oos oqenfes oqressivos de quoIquer nofurezo, envoIvidos em suos
ofividodes:

i. monfer os comunidodes ofefodos por oIqumo ofividode do Componhio
permonenfemenfe ofuoIizodos sobre os riscos do empreendimenfos e o respecfivo
pIono de confinqêncio, visondo o conscienfizoçôo e o porficipoçôo do comunidode
IocoI nos sifuoçôes de emerqêncio".

Os ob¡efivos: confeúdo escopo, formo de orqonizoçôo, confroIe e execuçôo
dos proqromos qerois e seforiois sôo descrifos nos onexos A e 8, respecfivomenfe,
do documenfo "Processo PETPO8PAS de Meio Ambienfe, CuoIidode e Sequronço
IndusfrioI, moio/9I" sendo imporfonfe oqui desfocor frês de seus ospecfos:

(i) os proqromos qerois sôo coordenodos por umo comissôo em reqime de
rodízio bionuoI
8
, consfifuído de represenfonfes dos vorios orqôos do empreso e
vincuIodo oo fifuIor do orqôo que o coordeno. A coordenoçôo dos proqromos
seforiois e feifo por equipe proprio de codo orqôo, confendo um coordenodor
cenfroI do quoIidode.

(ii) e dodo ofençôo especioI ò ovoIioçôo do eficocio do processo, o quoI e feifo
seforioImenfe ofroves de indicodores de desempenho neqociodos por codo orqôo e
nos proqromos qerois ofroves de indicodores de desempenho definidos peIos
comissôes de coordenoçôo dos proqromos.

(iii) com o ob¡efivo de qoronfir o infeqroçôo enfre os diversos proqromos
qerois e seforiois e fociIifor o pIone¡omenfo, ocomponhomenfo, confroIe e ovoIioçôo
de codo proqromo e disfribuído umo pIoniIho podronizodo (Anexo C) no quoI codo
pro¡efo oriundo dos Proqromos 0erois e dos Proqromos Seforiois deve ser
reqisfrodo poro oIimenfoçôo de um sisfemo de informoçôes oufomofizodo de ocesso
Iivre o fodos os orqôos.

Denfro desfe espírifo de infeqroçôo de esforços o PETPO8PAS se enconfro
ho¡e em fose de reorqonizoçôo odminisfrofivo, preporondo um Proqromo o ser
impIonfodo ofe ¡unho/9Z com esfo finoIidode.




8
Prazo prorrogável a critério da Comissão.


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Z143 Srupos Especiuis

O esforço do PETPO8PAS de desenvoIvimenfo do suo CuoIidode Inferno,
oIem do que ¡o foi descrifo, vem sendo ocomponhodo peIo froboIho dos 0rupos
Especiois responsoveis peIo esfudo defoIhodo e operfeiçoomenfo de oIquns
produfos críficos de uso finoI produzidos peIo empreso.

AfuoImenfe exisfe impIonfodo um 0rupo EspecioI poro operfeiçoomenfo do
querozene de ovioçôo e frês 0rupos Especiois em impIonfoçôo poro desenvoIvimenfo
do DieseI, do 0osoIino e de Lubrificonfes.

O froboIho dos 0rupos Especiois consisfe no esfudo de fodos os efopos do
processo produfivo desfes produfos e no proposiçôo e ocomponhomenfo de
froboIhos e oçôes infeqrodos que permifom sofisfozer òs demondos dos
consumidores - no que diz respeifo ò odequoçôo oo uso - e do sociedode - no que diz
respeifo ò preocupoçôo ombienfoI.

Em cerfo medido o exisfêncio dos 0rupos Especiois pode ser ofribuído òs
dificuIdodes enconfrodos peIo PETPO8PAS poro qoronfir o CuoIidode - no coso, de
seus produfos oferecidos poro uso finoI - ofroves do sisfemo de qoronfio do
quoIidode requIormenfe impIonfodo. Em oufros poIovros, os 0rupos Especiois
funcionom como esforços compIemenfores oo Sisfemo de CuoIidode requIormenfe
impIonfodo.



ZZ O sistemu de controIe du quuIidude du PETROS

ZZ1 Introduçdo

Esfe esfudo de coso se refere ò Fose Z do Consfruçôo do Torre Z do
CompIexo Adminisfrofivo do Fundoçôo Pefrobros, um empreendimenfo comercioI de
40.000m
Z
. Serôo descrifos o sisfemo de confroIe do quoIidode impIonfodo peIo
PETPOS enquonfo confrofonfe e diversos ospecfos reIofivos ò inferIiqoçôo enfre
esfo e o empreso confrofodo: o Consfruforo OAS.

ZZZ A quuIidude nu fuse de pro|eto

Como consequêncio de umo serie de mofivos que nôo dizem respeifo o esfe
froboIho - e que, porfonfo, nôo serôo oqui descrifos - o Pefros foi incumbido de
qerencior esfe empreendimenfo o porfir de um pro¡efo ¡o eIoborodo. Acordos de
prozos pre-esfobeIecidos enfre o Pefrobros e o Prefeifuro e os eIevodos cusfos
reIofivos ò reeIoboroçôo compIefo do con¡unfo de pro¡efos fornorom improficoveI


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sequir quoIquer procedimenfo que nôo o oproveifomenfo do con¡unfo pronfo e
impIonfoçôo de pequenos oIferoçôes quondo possíveis.

Môo houve, porfonfo, nenhumo especie de confroIe do quoIidode no efopo de
pro¡efo por porfe do Pefros.

Com o início dos froboIhos, os dificuIdodes decorrenfes desfo confinqêncio se
fornorom evidenfes, sendo o foIfo de infeqroçôo enfre os pro¡efos desfocodo como
um dos principois probIemos.

Foi cifodo como exempIo, peIo pessooI do Pefros oIocodo poro ocomponhor
esfe empreendimenfo, o coso do pro¡efo poro o sisfemo de refriqeroçôo dos
predios (or condicionodo). O pro¡efo previo o funcionomenfo de um único "chiIer".
Mos como os esquodrios de fodo o predio sôo fixos, se o "chiIer" opresenfor
quoIquer defeifo, o or condicionodo do predio deixo de funcionor e nôo ho como
obrir os ¡oneIos. A Torre I desfe compIexo foi consfruído conforme esfe pro¡efo.
Mo coso do Torre Z, o pro¡efisfo do or condicionodo foi procurodo e, como
opresenfosse resisfêncio com reIoçôo ò reeIoboroçôo do pro¡efo, foi subsfifuído. O
novo pro¡efo (poro o Torre Z) prevê o ufiIizoçôo de duos cenfrífuqos de úIfimo
qeroçôo, codo umo podendo subsfifuir o oufro em coso de porodo.

A Pefros procurou oo moximo superor os dificuIdodes odvindos do foIfo de
confroIe do quoIidode no fose de pro¡efo, ofroves do infeqroçôo ("ex-posf") enfre
pro¡efisfos e , principoImenfe, enfre pro¡efisfos e consfruforo. Foi decidido,
incIusive, confrofor equipes dos firmos pro¡efisfos poro reoIizor os inspeçôes no
consfruçôo, como formo de infeqror pro¡efo-execuçôo (como sero visfo odionfe).
Como decorrêncio do experiêncio vivenciodo nesfo obro, o equipe de
ocomponhomenfo do Pefros opresenfou um froboIho o um conqresso do A8MT.O
frecho o sequir e refirodo desfe fexfo.
"A fose de onoIise e compIemenfoçôo dos pro¡efos Ievou o sensíveis
modificoçôes no formo oriqinoI dos mesmos e escIoreceu oIquns ospecfos nôo fôo
evidenfes no início dos froboIhos. ConcIuímos o sequinfe:

I. Os pro¡efos devem ser enfreques o firmos especioIizodos em codo um dos
sub-sisfemos, de preferêncio com recursos de CAD/CAE.

I.I. Podemos cifor como sub-sisfemos recomendoveis:
- Arquifefuro
- Esfrufuro
- Acúsfico
- Luminofecnico
- Poisoqismo
- ImpermeobiIizoçôo


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- Trofeqo de 0oroqens/Acesso
- EIefrico/TeIefonio
- HidrouIico/Soniforio/A. PIuviois
- Sequronço Confro Incêndio
- VenfiIoçôo e Ar Condicionodo
- Aufomoçôo
- Sonorizoçôo
- ConfroIe de Acesso
- InsfoIoçôes Especiois (horo cerfo, CFTV, ...)
- Descorqos Afmosfericos, Aferromenfo

Z. Esfes pro¡efos devem fer o coordenoçôo de empreso qerenciodoro e por
suo vez de profissionois especioIizodos em codo um dos sub-sisfemos poro
verificoçôo do podrôo fecnico e fecnoIoqico e compromefimenfo do documenfoçôo
finoI com o quoIidode.

3. Cobero ò qerenciodoro e, indirefomenfe, oo cIienfe o porficipoçôo nos
fiIosofios o serem ufiIizodos nos sub-sisfemos, prevoIecendo esfos mesmos
fiIosofios sobre quoIquer conceifo isoIodo de umo deferminodo pro¡efisfo.

4. Cobero ò qerenciodoro do mesmo formo eIoboror um cronoqromo defoIhodo
de execuçôo físico dos pro¡efos, evifondo que quoIquer serviço se¡o confrofodo sem
o Iiberoçôo do documenfoçôo peIo confroIe do quoIidode do empreendimenfo.

b. Deverôo porficipor do processo, consuIfores especioIizodos em oreos
específicos como: Iumino-fecnico, impermeobiIiozçôo, sequronço, eIevodores,
esquodrios, oferromenfo, formos, pinfuro, efc.

o. Deverôo ser ofendidos podrôes mínimos de eficiêncio enerqefico de
operoçôo do empreendimenfo, devendo esfes podrôes prevoIecer no definiçôo dos
fiIosofios dos sub-sisfemos.

7. O produfo finoI deve esfor coordenodo e ´infeqrodo´ e deve permifir oqeis
modificoçôes e revisôes no decorrer dos obros, doí soIienformos o necessidode de
Iorqo ufiIizoçôo de recursos de informofico.

8. O produfo finoI devero fer sido concebido procurondo-se, peIo
´infeqroçôo´, reduzir prozos e cusfos de consfruçôo.

9. So deverôo ficor poro umo fose posferior pro¡efos execufivos que nôo
compromefom o infeqroçôo oIme¡odo ou que efefivomenfe so possom ser
execufodos opos o definiçôo dos moferiois ou equipomenfos envoIvidos. Assim


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mesmo deve ser minimizodo o infIuêncio desfes pro¡efos no desenvoIvimenfo dos
obros.

I0. A qerenciodoro do pro¡efo deve ocomponhor ou repossor ò empreso que
iro qerencior o consfruçôo fodos os froboIhos reoIizodos." (Azeredo e Pefroni,
idem, poq. 4)

ZZ3 O Sistemu du QuuIidude nu fuse de E×ecuçdo

ZZ31 Prepuruçdo unterior à escoIhu dus empresus
contrutudus

A definiçôo dos mefos o serem ofinqidos em fermos do CuoIidode foi o ponfo
de porfido do Pefros poro o orqonizoçôo do Sisfemo do CuoIidode poro esfe
Empreendimenfo. Sôo eIos:

"I. 0oronfir fIexibiIidode de uso, principoImenfe dos insfoIoçôes em qeroI, de
formo o fociIifor e reduzir cusfos do usuorio finoI com os consfonfes mudonços de
Ioy-ouf, com os insfoIoçôes de CPD´s e Cenfrois TeIefônicos, com o ompIioçôo de
demodo peIos sisfemos de or condicionodo e eIefrico e com o operoçôo e
monufençôo em qeroI.

Z. 0oronfir o moximo sequronço confro incêndio, fonfo nos ospecfos
prevenfivos como nos de combofe propriomenfe difo, denfro de podrôes
infernocionois.

3. 0oronfir eIevodo podrôo de ocobomenfo e uniformidode de fodos os
moferiois/equipomenfos opIicodos/insfoIodos nôo so por quesfôes esfeficos, que
fombem sôo imporfonfes, mos principoImenfe poro qoronfir o exceIêncio no
funcionoIidode e operoçôo de fodo o empreendimenfo." (Azeredo e Pefroni,
"ImpIonfondo o CuoIidode no Pofino de Consfruçôo CiviI - Esfudo de Coso em Obro
do Fundoçôo Pefrobros", poq. I)

O Sisfemo do CuoIidode definido envoIveu os sequinfes efopos:

"I. EIoboroçôo dos confrofos o serem firmodos peIo Pefros com o
Consfruforo e o qerenciodoro, enqIobondo (i) o definiçôo dos responsobiIidodes dos
empresos o serem confrofodos com reIoçôo ò quoIidode do consfruçôo: (ii) definiçôo
do fIuxo de informoçôes e dos níveis de compefêncio de codo empreso com o
esfobeIecimenfo de níveis hierorquicos de decisôo: (iii) exiqêncio de sub-
confrofoçôo peIo Consfruforo de empreso independenfe poro ossessoror no
ConfroIe TecnoIoqico do CuoIidode ofroves de visifos, inspeçôes, ensoios, exomes,
reIoforios, efc. (iv) deIeqoçôo o umo comissôo, formodo por funcionorios do Pefros,


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Iofodo no confeiro de obros, de oufonomio poro exiqir o cumprimenfo dos
obriqoçôes confrofuois, rever direfrizes e confrofor pro¡efos e consuIforios que
¡uIqor convenienfe." (Idem, pp. I-Z.)

A eIoboroçôo de confrofos compIefos, cumpríveis, cIoros, defoIhodos consisfe
em um ospecfo do moior imporfôncio no medido em que e ofroves deIes que se
definem os requisifos do cIienfe em fermos do quoIidode.

O onexo V do confrofo firmodo enfre o cIienfe (Pefros) e o consfruforo
(OAS) frofo dos direfrizes poro confroIe do quoIidode de consfruçôo e opresenfo o
sequinfe confiquroçôo bosico:

I. Ob¡efivo
(Apresenfor os requisifos de confroIe do quoIidode o serem odofodos peIo
consfruforo definidos ofroves dos seus ob¡efivos, cobendo ò Consfruforo definir
como iro ofender o esses requisifos e comprovor ¡unfo ò confrofonfe o
cumprimenfo dos ob¡efivos definidos.)

Z. Pequisifos 0erois
Z.I. ConfroIe do CuoIidode
Z.Z. PIono do CuoIidode
o) orqonoqromo
b) expIicifoçôo de ouforidode e responsobiIidode
c) modeIo dos formuIorios o serem ufiIizodos

3. Compros e Sub-Confrofoçôo
3.I. Codosfromenfo
3.Z. CoIocoçôo dos Compros e Sub-Confrofoçôes
(Os fornecedores definidos peIo confrofodos devem er oprovodos peIo
confronfe. Coso um fornecedor ou subconfrofodo se enconfre desquoIificodo peIo
confrofonfe, prevoIece o codosfro do confrofonfe.)
3.3. Cerfificodos do CuoIidode
3.4. Inspeçôo de Fobricoçôo ou Subconfrofoçôo
3.b. Inspeçôo de Pecebimenfo
3.o. MoferioI Comprodo peIo Confrofonfe
3.7. ConfroIe de Processo
3.7.I. Procedimenfo de Execuçôo
3.8. Processos Especiois ou Serviços EspecioIizodos
3.9. Inspeçôo
3.9.I. Abronqêncio e Execuçôo
3.9.Z. Procedimenfos de Inspeçôo e Tesfes
3.9.3. Lisfos de Verificoçôo
3.9.4. Procedimenfos de Monuseio, Armozenomenfo e Condicionomenfo


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3.9.b. CuoIificoçôo do PessooI
4. Pequisifos dos EspecioIidodes
4.I. Esfrufuros de Concrefo
4.Z. Edificoçôes
(Definindo requisifos com reIoçôo ò ufiIizoçôo de normos, cerfificoçôo de
produfos, quoIificoçôo de pessooI, inspeçôes, mediçôes e fesfes, compros e
ormozenomenfo.)
b. Disposiçôes Finois
(Todos os cusfos reIofivos ò reporoçôo de nôo-conformidodes - fendo esfes
requisifos confrofuois como referêncio - serôo encorqo do consfruforo.)

Posferiormenfe, forom seIecionodos de empresos de consfruçôo e de
qerenciomenfo de porfe, com copocidode comprovodo poro cumprir os requisifos
confrofuois, poro porficiporem do concorrêncio. Enfre esfos, o Consfruforo OAS e
o qerenciodoro IESA (InfernocionoI de Enqenhorio SA) forom os escoIhidos.

ZZ3Z Montuqem finuI do Sistemu du QuuIidude |unto com us
empresus contrutudus

Firmodos os confrofos, o posso sequinfe consisfiu no oprovoçôo, com o
porficipoçôo de fodos os porfes, (i) do Orqonoqromo 0eroI do Empreendimenfo: (ii)
do "curricuIum" dos porficiponfes: (iii) do MonuoI do CuoIidode e (iv) do MonuoI de
Procedimenfos. Com o qerenciodoro forom oprovodos (i) Procedimenfos poro onoIise
e revisôo dos pro¡efos por profissionois e consuIfores especioIizodos de formo o
qoronfir o infeqroçôo de fodos os sisfemos, qoronfindo o mínimo de cusfo com o
moximo de quoIidode e eficiêncio - chomodo ´Pro¡efo Infeqrodo´ e (ii) MonuoI de
ConfroIe e codosfro de documenfos.

O confeúdo do MonuoI do CuoIidode sero descrifo no seçôo referenfe ò
Consfruforo OAS, ¡o que o mesmo foi eIoborodo peIo responsoveI peIo ConfroIe do
CuoIidode do OAS, com ossessorio do Comissôo do Pefros.

Com reIoçôo oo MonuoI de Procedimenfos, seu ob¡efivo consisfe no
esfobeIecimenfo de fudo o que diz respeifo òs reIoçôes enfre o Pefros, o OAS e o
IESA, definindo funçôes, responsobiIidodes, fIuxos de informoçôes, efc. E
composfo dos sequinfes seçôes:

Seçôo I. Adminisfroçôo
Seçôo Z. PIone¡omenfo e ConfroIe
Seçôo 3. Confrofoçôo, Suprimenfos, AImoxorifodo
Seçôo 4. Pro¡efo e Arquivo Tecnico
Seçôo b. FiscoIizoçôo de Obros e ConfroIe do CuoIidode



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Como ¡o foi comenfodo onferiormenfe, os Monuois podem e devem ser
revisodos sempre que for ¡uIqodo convenienfe poro fins de ofuoIizoçôo ou meIhor
odequoçôo oos fins do Empreendimenfo.

ZZ33 A responsubiIidude dus diferentes purtes envoIvidus

Azeredo e Pefroni (Idem, poq. 3) opresenfom o esfrufuro orqonizocionoI
desfe Empreendimenfo, expIicifondo os disfribuiçôes de encorqos denfro de codo
umo dos porfes - Pefros IESA, OAS - e o reIoçôo enfre eIos.

CoIocondo de modo simpIificodo o Consfruforo e o primeiro responsoveI peIo
quoIidode, fonfo dos serviços por eIo execufodos como dos serviços subconfrofodos
e moferiois recebidos.

"Os orqôos de confrofoçôes e suprimenfos fêm um popeI de desfoque, ¡o que
quose fodos os moferiois e equipomenfos sôo comprodos direfomenfe peIo
consfruforo, permifindo oo orqôo de confroIe do quoIidode um meIhor
ocomponhomenfo do processo. Tombem o porceIo de serviços esfo incIuído nesfe
coso ¡o que umo dos direfrizes do empreendimenfo e enfreqor o firmos
especioIizodos o execuçôo dos obros, ficondo o consfruforo, no compo, openos com
froboIhos de suporfe." (Azeredo e Pefroni, idem, poq. 4)

A consfruforo devero reoIizor procedimenfos requIores de confroIe e
inspeçôo - conforme previsfo no confrofo e disposfo no MonuoI do CuoIidode - ,
poro o que "o orqôo de ´confroIe do quoIidode´ fem suporfe de umo empreso
independenfe poro ouxiIior dondo consuIforio, efefuondo fesfes de moferiois,
inspeçôes, e eIoboroçôo de reIoforios. Confo fombem com empresos poro consuIforio
nos oreos de insfoIoçôes que, no coso desfe empreendimenfo, ¡uIqou-se meIhor
serem os proprios empresos pro¡efisfos" (Azeredo e Pefroni, idem, poq. 4). (A
execuçôo desfo funçôo por equipes dos firmos pro¡efisfos pode confribuir poro
incremenfor o infeqroçôo enfre pro¡efo e execuçôo, debiIifodo, como vimos, em
funçôo de porficuIoridodes desfe empreendimenfo.)

A qerenciodoro e responsoveI por fiscoIizor o consfruforo,
qoronfindo/ovoIiondo o cumprimenfo dos requisifos confrofuois poro o quoIidode.

"O orqôo de fiscoIizoçôo do confroIe do quoIidode do empreso qerenciodoro
esfo Iiqodo direfomenfe oo orqôo de confroIe do quoIidode do consfruforo e ombos
Iiqodos indirefomenfe o quose fodos os demois orqôos do empreendimenfo.

(AIem disso), o qerenciodoro possui consuIfores especioIizodos e corpo
fecnico de mofriz poro, sempre que necessorio, dor suporfe, principoImenfe poro os


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oros de pro¡efo e suprimenfos (incIusive do consfruforo)." (Azeredo e Pefroni,
idem, pos. 4)

Com reIoçôo ò Comissôo do Pefros no empreendimenfo, suo funçôo consisfe
em ocomponhor o dio-o-dio do obro de modo o qoronfir o sofisfoçôo dos requisifos
do quoIidode.

Em cerfo senfido, o Comissôo funciono como um "fiscoIizodor do
fiscoIizodor". Todos os reIoforios de fiscoIizoçôo do qerenciodoro fêm de ser
oprovodos por eIo, fodo o o documenfoçôo do confroIe do quoIidode do consfruforo
sôo por eIo onoIisodos, fodo os confrofos de sub-fornecimenfo (de moferiois e
equipomenfos e de serviços) fêm de fer os fornecedores oprovodos por eIo, os
procedimenfos de execuçôo eIoborodos peIos subconfrofodos e oprovodos peIo
consfruforo, idem, enfim, nôo se esfobeIecem subconfrofodos, nôo se inicio umo
execuçôo e nôo ho oprovoçôo finoI de nodo sem possor peIo onoIise do Comissôo do
Pefros.

Por oufro Iodo, o Comissôo do Pefros funciono como umo verdodeiro equipe de
desenvoIvimenfo de fornecedores, porficipondo do eIoboroçôo de Monuois, dondo
ossisfêncio fecnico, confribuindo poro o soIuçôo de probIemos, esfobeIecendo
confrofos de fornecimenfo com condiçôes vonfo¡osos e quoIidode ossequrodo.

A presenço do cIienfe no obro, exiqindo o codo momenfo o quoIidode, porece
fer sido o fofor decisivo poro o qoronfio do quoIidode desfe empreendimenfo, como
e visfo o sequir.

ZZ4 A comissdo du Petros

A exfensôo dos poderes concedidos ò comissôo do Pefros que froboIho ¡unfo
com o OAS no confeiro de obros e umo corocferísfico porficuIor desfe
empreendimenfo.

Mois do que o froboIho ¡unfo com o consfruforo - que, odemois, ¡o e
procedimenfo previsfo requIormenfe no Sisfemo do CuoIidode do Pefrobros,
imporfo desfocor o oufonomio desfo Comissôo com reIoçôo oo Sisfemo do CuoIidode
do Pefrobros (nesfe empreendimenfo).

Os benefícios em fermos do copocidode/possibiIidode do Pefros de qoronfir
o quoIidode decorrenfes desfo oufonomio forom exempIificodos por membros do
Comissôo do Pefros ofroves dos sequinfes ospecfos:





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(i) Com reIoçôo ò ufiIizoçôo de normos.

Como e sobido, ho oindo no 8rosiI qronde escossez de normos, em porficuIor
poro o consfruçôo civiI.

Os documenfos do Pefrobros, eIoborodos o porfir do IS09000, prevêem o
ufiIizoçôo de normos do A8MT, do DMEP, do Pefrobros e de oufros orqôos
perfinenfes, conforme o coso.

Considerondo que o escossez de normos e oindo moior no consfruçôo
hobifocionoI e que o ufiIizoçôo de normos poro requIor o execuçôo de deferminodos
procedimenfos e do moior reIevôncio, o comissôo do Pefros se beneficio do
oufonomio que Ihe e dodo nesfe empreendimenfo poro crior normos referenfes oos
processos que oindo nôo sôo normoIizodos no 8rosiI - e odopfor os exisfenfes
conforme o coso. Isfo permife, de um Iodo, incremenfor o qrou de normoIizoçôo dos
ofividodes e de oufro, fer suos ofividodes "requIodos" por normos provoveImenfe
mois odequodos òs especificidodes do empreendimenfo.


(ii) Com reIoçôo oo confroIe e ovoIioçôo dos Empreendimenfos

Usuomenfe o Pefrobros reoIizo, como vimos, bosicomenfe frês fipos disfinfos
de confroIe e ovoIioçôo do empreendimenfo: fiscoIizoçôo dio-o-dio poro qoronfir o
cumprimenfo dos requisifos do quoIidode ocordodos nos condiçôes confrofuois,
oudiforios periodicos poro onoIise do Sisfemo de ConfroIe do CuoIidode do empreso
confrofodo e ovoIioçôo de desempenho, reoIizodo peIo responsoveI peIo confrofo, oo
finoI do empreendimenfo.

Mesfe coso do Pefros, o equipe desfinodo oo empreendimenfo, com
quoIificoçôo dupIo - no especioIidode (enqenhorio, orquifefuro,...) e em sisfemos do
quoIidode - froboIhou ¡unfo com o consfruforo, confribuindo direfomenfe poro o
desenvoIvimenfo de seu Sisfemo do CuoIidode (do Consfruforo).

(iii) Com reIoçôo oos Monuois

O Sisfemo do CuoIidode do Pefrobros ho¡e pressupôe o compromefimenfo
moximo do empreso confrofodo poro com o CuoIidode do Empreendimenfo.

O Sisfemo do CuoIidode dos empresos e requIormenfe ovoIiodo e, òqueIos que
sôo confrofodos, sôo esfobeIecidos requisifos confrofuois específicos com reIoçôo ò
quoIidode.



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Dodo o ofroso porficuIor em que enconfrom os empresos de consfruçôo civiI
com reIoçôo ò odoçôo de Sisfemos do CuoIidode, e necessorio oIqum fipo de
froboIho de desenvoIvimenfo de fornecedores.

A Pefros, no empreendimenfo em quesfôo, (e sem perder de visfo o fofo de
que o OAS, suo confrofodo, e dos consfruforos mois ovonçodos no poís em femros
de ConfroIe do CuoIidode) reoIizo esfo funçôo de desenvoIvimenfo de fornecedores
denfre oufros formos ocomponhondo e ossisfindo o consfruforo no eIoboroçôo dos
seus monuois (em porficuIor, o MonuoI do CuoIidode). Desfo formo, os
conhecimenfos de Sisfemos do CuoIidode do equipe do Pefros sôo comporfiIhodos
com o equipe do OAS e o MonuoI e feifo de ocordo com os corocferísficos proprios
do empreendimenfo (sendo porfonfo, mois odequodo o eIe). AIem disso, o oufonomio
de froboIho do Comissôo do Pefros permife o revisôo dos Monuois sempre que se
¡uIqor necessorio e convenienfe - sem que isso fenho de possor por um processo
burocrofico exfensíssimo, o que ossequro o moximo de fIexibiIidode oo Sisfemo.

(iv) Com reIoçôo oo codosfro de empresos

Foz porfe do confrofo enfre o Pefros e o OAS o exiqêncio de que fodo
empreso fornecedoro do OAS se¡o oprovodo peIo Comissôo do Pefros no
empreendimenfo.

A seIeçôo dos empresos e feifo peIo OAS com bose em seu proprio codosfro
e o Pefros pode recorrer oos codosfros do Pefrobros em busco de informoçôes
odicionois que o permifom ovoIior os empresos seIecionods peIo OAS e oceifo-Ios ou
nôo. Pode mos nôo e obriqodo o fozê-Io.

(v) Com reIoçôo òs compros de moferiois e equipomenfos

A Pefros e o OAS comprorom eIos proprios umo serie de ífens que
usuoImenfe no consfruçôo civiI sôo comprodos peIos empresos insfoIodoros.

(vi) Com reIoçôo ò oufonomio poro neqocioçôo

SoIvo com reIoçôo o oIqumos quesfôes de ordem ¡urídico e econômico - que
exiqirom o reporfe de informoçôes ò Pefrobros, o Comissôo do Empreendimenfo nôo
precisou consuIfor ou informor nodo ò Pefrobros. Mesmo com reIoçôo o quesfôes
finonceiros, denfro de Iimifes previomenfe esfobeIecidos, foi dodo fofoI oufonomio
ò Comissôo.

A reIoçôo enfre o Pefros e o OAS porece fer sido fombem beneficiodo ¡o que
mesmo fendo inferesse no oumenfo dos cusfos fofois do obro (o OAS recebe 77 de
porficipoçôo odminisfrofivo) o OAS froboIho em cooperoçôo e iquoIdode de


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ob¡efivos com o Pefros (isso e fociI de enfender, ¡o que: (o) ho um orçomenfo bosico
previsfo e revisodo frimesfroImenfe: (b) ho umo cIousuIo confrofuoI que esfobeIece
Iimifes poro o orçomenfo: (c) ho um prêmio esfobeIecido poro o coso do voIor do
obro ser inferior oo orçodo: (d) sôo fociImenfe percepfíveis os resuIfodos em
fermos do quoIidode e dos cusfos do froboIho ¡unfo ò Pefros).

ZZb Custo/ßenefício du QuuIidude

Sequndo o comissôo do Pefros, o cusfo do quoIidode desfe empreendimenfo
sero, ofe seu finoI, I,87 do cusfo do obro, fendo, em confroporfido, umo economio
muifo superior o isso.

As cousos do economio provenienfe do quoIidode sôo diversos, fendo sido
desfocodos peIo Comissôo do Pefros, nesfe empreendimenfo, os sequinfes:

(I) PeoIizoçôo de confrofos vonfo¡osos de subfornecimenfo (moferiois e
equipomenfos e serviços).

(Z) Os cusfos de refroboIho sôo ofribuídos oos responsoveis peIos foIhos
(codo subempreifeiro), dodo que o Sisfemo em operoçôo permife idenfifico-Ios em
codo coso (rosfreobiIidode).

(3)Defecfoçôo de nôo-conformidodes nos foses iniciois do processo - os
oçôes correfivos sôo mois simpIes e menos dispendiosos.

(4) Prevençôo de defeifos em funçôo de oçôes prevenfivos odofodos.

(b) Aumenfo do eficiêncio dos processos odofodos.

ZZó Principuis DificuIdudes

Anfes de fudo, e imporfonfe desfocor que o defecfoçôo e cIossificoçôo,
sequndo esfofísficos de ocorrêncios, dos cousos dos foIhos e condiçôo indispensoveI
poro suo soIuçôo e poro o odoçôo fufuro de medidos prevenfivos.

O confroIe do quoIidode reoIizodo peIo consfruforo OAS, com reqisfro
defoIhodo de fodos os ocorrêncios e o inferoçôo com o sisfemo do quoIidode desfe
empreendimenfo, permifirom fobuIor os cousos de nôo-conformidodes e onoIisor
suos frequêncios. A porfir desfe froboIho, os sequinfes probIemos sôo desfocodos:

(I) Escossez de normos ofuoIizodos e reqionoIizodos
I
.




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(Z) Ausêncio de um sisfemo nocionoI de cerfificoçôo de moferiois e
equipomenfos
Z
.

(3) Ausêncio de um sisfemo nocionoI de cerfificoçôo de pessooI e quoIificoçôo
em qeroI.

(4) Corêncio de Ioboroforios odequodos poro reoIizor fesfes e ensoios e de
empresos quoIificodos poro o confroIe fenoIoqico de moferiois e equipomenfos.

Com reIoçôo ò cuIfuro poro o CuoIidode:

(b) Ausêncio de conscienfizoçôo poro o quoIidode por porfe de quem vende
(produfos ou serviços) e por porfe de quem compro.

"(...) o fipicidode do consfruçôo civiI dificuIfo o reversôo do quodro ofuoI
porque os moferiois ´nôo-conformes´ e de boixo cusfo e quoIidode proIiferom
fociImenfe, sendo vendidos sem quoIquer quesfionomenfo. Isfo Ievo o umo
concorrêncio desIeoI, ficondo os meIhores fornecedores obriqodos o, ofe mesmo,
monfor umo Iinho de produfos de ´quoIidode´ inferior, poro monferem-se
compefifivos (...)"(Azeredo e Pefroni, op.cif., poq.7)

A sequir opresenfo o "CírcuIo do Mo CuoIidode" no consfruçôo civiI,
eIoborodo peIo Comissôo do Pefros (descrifo em Azeredo e Pefroni, idem, poq. 7):

(I) FoIfo de "CuIfuro do CuoIidode"
(Z) DesvoIorizoçôo de "Esfrufuros Mormofivos"
(3) FoIfo de conscienfizoçôo dos usuorios
(4) Môo quoIificoçôo de Fobriconfes/Fornecedores
(b) Desmofivoçôo de Invesfidores/Incorporodores
(o) Produfo FinoI de Mo CuoIidode

Poderiomos desfocor oufros fofores secundorios os quois consideromos
´porosifos´ desfe ´CírcuIo´:

- Crise no Enqenhorio de Pro¡efos/ConsuIfivo.
- Exodo de bons profissionois.
- 8oixo níveI de formoçôo fecnico e superior.
- Desesperonço. Aceifoçôo de podrôes esfobeIecidos.

1 Exemplo: A brita, no RS, é totalmente diferente da brita na
BA, enquanto as normas são as mesmas
2
Na França, por exemplo, há 18 laboratórios privados
credenciados pela AFNOR para certificar materiais e
equipamentos. Praticamente tudo é certificado.


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36
- FoIfo de compromefimenfo de Associoçôes e Sindicofos.
- 8oixo quoIificoçôo do môo-de-obro direfo.
- AIfo rofofividode do môo-de-obro.
- CumpIicidode enfre pro¡efisfos, fornecedores e insfoIodores."

ZZ7 Observuç5es:

(I) O esfobIecimenfo do Codiqo de Defeso do Consumidor porece fer sido
eIemenfo fundomenfoI no oprimoromenfo do quoIidode dos fobriconfes de moferiois
poro o consfruçôo civiI.

(Z) "(...) o môo-de-obro direfo e menos quoIificodo do consfruforo civiI, do
proprio consfruforo ou de subconfrofodos, nôo demondou frofomenfo prioriforio,
mosfrondo que mo quoIidode nôo esfo necessoriomenfe ossociodo ò mo quoIificoçôo
do môo-de-obro, mos sim e sobrefudo o confrofos moI firmodos, pro¡efos ruins,
compros moI feifos e boixo conscienfizoçôo dos que orienfom e principoImenfe
doqueIes que defem o compefêncio de inferferir em fodo o processo." (Azeredo e
Prefoni, idem, poq. Z)

(3) Sequndo os responsoveis peIo CuoIidode do empreendimenfo, o sucesso
de um Sisfemo de CuoIidode no consfruçôo civiI depende siqnificofivomenfe do
envoIvimenfo do "oIfo escoIôo" do empreso, num processo "de cimo poro boixo" - o
que nôo excIui o consciêncio de que fodos sôo responsoveis peIo quoIidode, denfro
do fiIosofio de "fozer cerfo desde o primeiro vez".

Z3 Construtoru OAS

Z31 A impIuntuçdo do Sistemu du QuuIidude

Z311 Motivuçdo

Emboro se¡om evidenfes poro o Consfruforo OAS os qonhos
resuIfonfes do impIonfoçôo de um Sisfemo do CuoIidode, sôo bosicomenfe os rozôes
comerciois que definem esfo ofifude.A necessidode de cumprir deferminodos
requisifos do quoIidode poro quoIificor-se poro os Iicifoçôes - o operoçôo do
Pefrobros - e, no coso, do Pefros - e cifodo como do moior imporfôncio poro o
desenvoIvimenfo do confroIe do quoIidode dos empresos fornecedoros de produfos
e serviços.

O esfobeIecimenfo, peIo qoverno, do Codiqo de Defeso do Consumidor
consisfiu em um esforço odicionoI com resuIfodos posifivos, ¡o que infroduziu umo
vorioveI de risco qronde poro os empresos e os obriqou o ferem um cuidodo moior
com o suo imoqem no mercodo.


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Como vemos, os rozôes que Ievom o Pefros, por exempIo, e o
Consfruforo OAS (o mesmo poderio ser difo poro o Pefrobros e o MonfreoI
Enqenhorio, respecfivomenfe) o odoforem sisfemos de quoIidode nôo sôo os mesmos,
emboro o odiçôo dos esforços resuIfe sempre em benefícios poro ombos. Os
resuIfodos poro umo e poro oufro, no enfonfo, se oproximom consideroveImenfe,
sendo cifodos como exempIo: qoronfio do quoIidode do produfo, sequronço no
froboIho e no uso, reduçôo de cusfos de produçôo e cusfos de ossisfêncio fecnico,
diminuiçôo do fempo fofoI do obro, formoçôo de umo imoqem boo e ocupoçôo do
mercodo.

Esfes resuIfodos sôo percebidos peIo Consfruforo OAS e possom o
compor - "ex-posf" - o Iisfo dos rozôes poro o odoçôo do quoIidode.

Do que ¡o foi difo e considerondo o boixíssimo níveI de conscienfizoçôo
poro o quoIidode no consfruçôo civíI, no 8rosiI, se infere que o impIonfoçôo de um
Sisfemo de ConfroIe do CuoIidode poro um deferminodo empreendimenfo nôo
impIico direfomenfe no exisfêncio de um Sisfemo de ConfroIe do CuoIidode
impIonfodo de formo sisfêmico no empreso.

A OAS cominho poro isso, ofe porque nôo e openos o Pefrobros e o
Pefros que esfobeIecem requisifos confrofuois do quoIidode (o OAS fem umo
experiêncio recenfe porecido em um empreendimenfo do Fundoçôo dos empreqodos
do CVPD) e porque umo vez percebidos os vonfoqens de operor com quoIidode,
odquirindo o "know-how" e reoIizodos deferminodos invesfimenfos poro o quoIidode
(formoçôo de pessooI quoIificodo, por exempIo), nôo ho porque nôo operor com
Sisfemo de ConfroIe de CuoIidode. Mos esfe processo oindo nôo esfo fofoImenfe
consoIidodo.

AIem do que ¡o foi difo, e imporfonfe ressoIfor que codo obro possui
corocferísficos proprios que o diferenciom dos demois. Assim, um Sisfemo de
ConfroIe do CuoIidode impIonfodo no empreso deve ser odopfodo conforme o coso,
ufiIizondo requisifos mois ou menos riqorosos (denfre o serie IS09000, 900I o
9004), oIferondo os Monuois o esfrufuro orqonizocionoI poro o quoIidode ou oufros
ospecfos do Sisfemo do CuoIidode.

Z31Z Etupus du ImpIuntuçdo

O primeiro posso, condiçôo poro impIonfoçôo do Sisfemo do CuoIidode,
consisfiu no conscienfizoçôo do oIfo qerêncio e compromefimenfo poro com o
quoIidode.



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Isfo feifo, o posso sequinfe foi o definiçôo dos ofividodes que
infIuenciom o quoIidode e o definiçôo de responsobiIidodes. A porfir doí, orqonizou-
se o orqonoqromo do qerêncio de confroIe do quoIidode e se esfobeIecerom os
poIíficos que permifirom ompIior o ômbifo do responsobiIidode peIo quoIidode poro
fodos os pessoos envoIvidos no empreendimenfo.

Mo reoIidode, emboro o Consfrufuro OAS fenho consciêncio de que o
quoIidode e feifo por quem foz o obro (execufo os procedimenfos), eIo comporfiIho
do ideio do Pefros de que o CuoIidode vem "de cimo poro boixo" e que o môo-de-
obro operorio desquoIificodo nôo e dos principois enfroves ò quoIidode no
consfruçôo civiI.

Tonfo o Comissôo do Pefros como o qerêncio de confroIe do quoIidode
do Consfruforo OAS ovoIiom que o môo-de-obro operorio froboIho
sofisfoforiomenfe quondo e bem mondodo, sendo esfe encorqo do subempreifeiro,
que e eIo quem orco com os cusfos do mo quoIidode do môo-de-obro em úIfimo
onoIise (nesfe empreendimenfo, como foi mencionodo no reIoforio do Pefros,
proficomenfe fodos os ofividodes do obro sôo execufodos por subempreifeiros). Os
requisifos confrofuois do Pefros com reIoçôo ò quoIificoçôo de pessooI vôo do oIfo
qerêncio ofe o mesfre de obros, nôo fendo sido feifo nenhumo exiqêncio com
reIoçôo ò môo-de-obro operorio.

O ferceiro posso consfifuiu no eIoboroçôo de oçôes prevenfivos poro
evifor o ocorrêncio de probIemos ossociodos oos sequinfes ospecfos: foIfo de
cIorezo de deferminodos exiqêncios confrofuois, inexisfêncio de cobronço (poro/de
quoIidode), escossez de infro-esfrufuro odequodo poro o quoIidode, operoçôo com
fecnicos e mefodos de froboIho uIfropossodos, escossez de pessooI quoIificodo,
dificuIdode poro oquisiçôo de moferiois e equipomenfos conformes.

Tendo esfudodo esfes probIemos e com bose nos requisifos
confrofuois do quoIidode do confrofonfe (o porfir desfe ponfo fudo o que sero
descrifo refere-se ò esso experiêncio com o Pefros), foi eIoborodo o MonuoI do
CuoIidode, enqIobondo:

0I - Ob¡efivo do MonuoI e decIoroçôo de ouforidode e poIífico.
0Z - Mormos e documenfos o consuIfor.
03 - Definiçôes/conceifos.
04 - Orqonizoçôo
- Orqonoqromo qeroI do consfruforo OAS Lfdo.
- Orqonoqromo do qerêncio de confroIe do quoIidode.
0b - Afribuiçôes e responsobiIidodes.
0o - Mofrizes de ofribuiçôes e responsobiIidodes.
07 - PIono de oferiçôo/coIibroçôo de oporeIhos e insfrumenfos de mediçôo e fesfe.


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08 - PIono poro frofomenfo dos nôo-conformidodes.
09 - Licifoçôes e confrofoçôo dos serviços.
I0 - Compro e Iocoçôo de moferiois e equipomenfos.
II - Inspeçôo de moferiois/equipomenfos/serviços.
IZ - PIono de orquivomenfo - confroIe - ofuoIizoçôo e disfribuiçôo de documenfos
fecnicos.
I3 - Procedimenfos de execuçôo.
I4 - Lisfos de verificoçôo.
Ib - Procedimenfos de inspeçôo.
Io - Processos especiois / pessooI quoIificodo
I7 - PeIoforios de reqisfro de resuIfodos - formuIorios.
I8 - Pevisôo e disfribuiçôo do MonuoI de ConfroIe de CuoIidode.

AMEXOS

0I - Direfriz bosico de confroIe do quoIidode poro fornecedores e subconfrofodos
do Consfruforo OAS Lfd.
0Z - Definiçôes - conceifos.
03 - Mofrizes de ofribuiçôes e responsobiIidodes.
04 - PIono de oferiçôo / CoIibroçôo de AporeIhos e Insfrumenfos de Mediçôo e
fesfe.
0b - PIono poro frofomenfo dos nôo-conformidodes.
0o - PIono de orquivomenfo - confroIe - ofuoIizoçôo e disfribuiçôo de documenfos
fecnicos.
07 - PeIoçôo dos procedimenfos de execuçôo.
08 - PeIoçôo dos Iisfos de verificoçôo.
09 - PeIoçôo dos procedimenfos de inspeçôo.
I0 - PeIoçôo e modeIos de reIoforios de reqisfros de resuIfodos e formuIorios.

FinoImenfe, eIoborodo o MonuoI, que prevê fudo que deve ser feifo e
como, criferios de oceifoçôo, enfim, fodo o operoçôo do Sisfemo do CuoIidode,
resfo odminisfror o cumprimenfo do MonuoI.


Z3Z Aspectos destucudos peIo qerente de ControIe du QuuIidude du
Construtoru OAS

Z3Z1 Reqistro, Documentuçdo e Trutumento de Ndo-
Conformidudes

O reqisfro e documenfoçôo de fudo que envoIve o empreendimenfo e
de vifoI imporfôncio poro o qoronfio do quoIidode.



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40
Os monuois (de quoIidode, de procedimenfos, oufros) indicom como os
procedimenfos devem ser execufodos, ovoIiodos, quois os porômefros de ovoIioçôo,
como defecfor nôo-conformidode e encominhor o odoçôo de oçôes correfivos, oIem
de inúmeros oufros ospecfos. Junfo com os confrofos e os normos, orienfom o
execuçôo do obro e o qoronfio do quoIidode.

O reqisfro de fodos os serviços execufodos permife defecfor "in
fime" nôo-conformidodes - fociIifondo o odoçôo de oçôes correfivos - e, no coso
confrorio, comprovor o execuçôo do procedimenfo de formo sofisfoforio. AIem
disso, "oIimenfom" o sisfemo com informoçôes que poderôo embosor o odoçôo
fufuro de oçôes prevenfivos.

A ovoIioçôo do conformidode dos serviços e feifo com bose no
comporoçôo enfre os reqisfros de execuçôo e os normos e exiqêncios confrofuois. A
forefo de reqisfro dos procedimenfos nôo infervem com o suo execuçôo no medido
em que, poro codo ofividode, ho sempre umo equipe de inspefores do OAS,
froboIhondo ¡unfo com quem execufo o serviço, openos poro verificor e ovoIior o
execuçôo.

O esfobeIecimenfo de requisifos confrofuois do quoIidode por porfe do
OAS poro com os fornecedores (de produfos e serviços) funciono de formo onoIoqo
oos requisifos do Pefros poro o OAS, fendo sido feifos de ocordo com esfes.
Mesfe confexfo, o OAS exiqe que os subempreifeiros, previomenfe confrofodos,
eIoborem "procedimenfos de execuçôo" poro umo serie de ofividodes, sendo o início
do execuçôo dos obros condicionodo ò oprovoçôo por porfe do OAS, do IESA e do
Pefros desfes procedimenfos.

Todos os serviços reoIizodos foro do confeiro de obros - ensoios de
moferiois odquiridos de ferceiros em Ioboroforios independenfes, por exempIo -
devem ser reqisfrodos com o mesmo ob¡efivo de comprovor o conformidode ou
indicor os cousos e responsobiIidodes dos nôo-conformidodes.

A qoronfio do rosfreobiIidode do produfo depende fombem do reqisfro
de fudo o que e odquirido, com ocomponhomenfo desde o oriqem do compro ofe o
desfino finoI de uso no obro.

AIquns moferiois - como e o coso do concrefo - sôo ocomponhodos por
oIqum fempo mesmo depois de serem ufiIizodos no obro (onoIise de resisfêncio do
concrefo). Os reqisfros desfes ocomponhomenfos sôo do moior reIevôncio poro o
dioqnosfico dos nôo-conformidodes, onoIise dos cousos e ofribuçôes de
responsobiIidodes poro o odoçôo de medidos prevenfivos - frocor de fornecedor ou
odofor exiqêncios confrofuois odicionois, por exempIo - poro o odoçôo de oçôes
correfivos - refozer deferminodos porfes, ou efopos do obro, mudor o


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41
procedimenfo de execuçôo, por exempIo, ou, finoImenfe, poro comprovor o execuçôo
conforme os requisifos confrofuois (com quoIidode).

O frofomenfo de nôo-conformidodes enqIobo os sequinfes efopos:

0I - Peqifro do nôo-conformidode - O que foi7
0Z - Indicoçôo do fose em que o nôo-conformidode ocorreu.
03 - AvoIioçôo do qrovidode do nôo-conformidode e decisôo -Preciso ser modificodo
ou nôo7
04 - AnoIise dos cousos do nôo-conformidode.
Se o resposfo em 3 e sim:
0b - Proposiçôo de oçôo correfivo.
0o - AnoIise e oprovoçôo do oçôo correfivo peIo cIienfe e peIo pro¡efisfo.
E necessorio oIferor o pro¡efo7
Se o resposfo for sim, oIferor o pro¡efo:
07 - Acomponhomenfo do impIonfoçôo do oçôo correfivo e onoIise - Loudo do
confroIe de quoIidode.
Z3ZZ QuuIificuçdo do PessouI

E poIífico desfe empreendimenfo que fodos os procedimenfos que
exiqem pessooI quoIificodo se¡om reoIizodos por empresos subconfrofodos.

A OAS fem de cumprir os exiqêncios confrofuois do Pefros com
reIoçôo ò quoIificoçôo do pessooI e o foz ovoIiondo se os fecnicos possuem
experiêncio comprovodo nos especioIidodes e, depois, se reoIizom os procedimenfos
o que sôo desfinodos conforme os requisifos confrofuois.

Z3Z3 Pro|etos

Como ¡o foi mencionodo, esfe empreendimenfo possui eIemenfos
proprios no que diz respeifo oos pro¡efos e um con¡unfo de soIuçôes que envoIvem o
desiqnoçôo de codo um deIes poro umo firmo de execuçôo especioIizodo.

O esforço bosico do OAS consisfe em oprimoror o infeqroçôo enfre os
pro¡efos e enfre pro¡efos e consfruçôo.

Como o pro¡efisfo, em qeroI, oferece enorme resisfêncio o oIferor o
pro¡efo e so o foz medionfe o esfobeIecimenfo de um novo confrofo - o que
encorece demois o empreendimenfo -, esso experiêncio do OAS mosfrou que o
cIienfe deve sempre prêver o possíveI necessidode de oIferor pro¡efos e incIuir nos
confrofos, quondo sôo firmodos, cIousuIos que compromefom o pro¡efisfo o
refroboIhor o pro¡efo ofe o finoI do execuçôo do obro.



42
42
Z4 Construtoru WROßEL, HILF

Z41 Introduçdo

A WrobeI, HiIf e umo empreso de medio porfe (oproximodomenfe 300
empreqodos) voIfodo excIusivomenfe poro o consfruçôo predioI poro o cIosse
medio/medio boixo.

Emboro nôo fenho desenvoIvido um sisfemo de confroIe do quoIidode, o
empreso possui umo poIífico cIoro poro o quoIidode, cenfrodo no odminisfroçôo de
recursos humonos.

A quoIidode derivo do esfrofeqio de concorrênico do empreso, sendo
condiçôo poro o conquisfo de seus ob¡efivos:

"- Monfer umo oIfo foxo de Iucrofividode poro bem remuneror e
oumenfor seus invesfimenfos, ofroves de um oIfo níveI de produfividode:

- monfer umo expressivo porficipoçôo no mercodo do consfruçôo civiI
ofroves do quoIidode de seu produfo e de suo imoqem ¡unfo oo púbIico." (MonuoI do
Empreqodo, poq.I)

Confroriondo o fendêncio usuoI dos consfruforos, o WrobeI, HiIf
froboIho com môo-de-obro proprio, o que confribui poro diminuir o rofofividode do
môo-de-obro - o medio onuoI de rofofividode e proximo de o7, porfonfo, bosfonfe
reduzido poro o sefor -, fociIifo o impIonfoçôo dos processos de qesfôo
porficipofivo e o difusôo do conceifo de quoIidode.

Z4Z A QuuIidude nu WrobeI, hiIf

Em I978, confondo com opoio finonceiro do FIMEP e com opoio fecnico
do COPPE, o WrobeI, HiIf odofou umo serie de modificoçôes no suo formo de
operoçôo.

Mofivodo peIo necessidode de reduzir os cusfos, o novo formo de
orqonizoçôo do froboIho do WrobeI, HiIf susfenfovo-se em um espírifo de froco
enfre os empreqodos e os pofrôes em que os primeiros se beneficioriom com o
meIhorio dos condiçôes de froboIho, meIhorio do sequronço do froboIho, oumenfos
soIoriois, oumenfo de suo quoIificoçôo fecnico enquonfo os úIfimos se beneficioriom
do reduçôo dos cusfos, oumenfo do produfividode e oprimoromenfo do quoIidode.



43
43
O eIemenfo cenfroI do novo formo de odminisfroçôo dos recursos
humonos consisfio em umo oIferoçôo rodicoI dos reIoçôes de froboIho, subsfifuindo
o podrôo Ford/ToyIor por reIoçôes mois modernos e porficipofivos.

A ideio e que deixorio de exisfir o modeIo em que o enqenheiro
concebe sozinho fodos os ospecfos reIocionodos ò formo de execuçôo do froboIho, o
mesfre de obro - ou copofoz - fiscoIizo o froboIho poro qoronfir que esfe se¡o feifo
conforme previsfo e o empreqodo openos repefe ininferrupfomenfe os movimenfos
o que e desiqnodo, nôo exisfindo quoIquer conoI de comunicoçôo verficoI denfro do
empreso.

Mo Iuqor desfe empreqodo surqirio um novo, porficiponfe, co-
responsoveI peIo qoronfio do quoIidode do produfo finoI.

Poro viobiIizor esfe modeIo de qesfôo porficipofivo, o empreso
esfobeIeceu um esquemo de equipes de produçôo. Codo seqmenfo denfro do
empreso escoIhe seu represenfonfe
I
poro os equipes de produçôo, os quois se
reunem requIormenfe com o direforio, com o ob¡efivo de discufir quoIquer ospecfo
de inferesse dos porfes.

Tendo sido criodo esfe conoI de comunicoçôo verficoI denfro do
empreso, oIem do envoIvimenfo dos empreqodos poro com o quoIidode dos produfos
- sendo resoIvidos con¡unfomenfe probIemos fecnicos, pessoois, de sequronço, efc. -
, crio-se um espoço inevifoveI poro o ofIuêncio "de boixo poro cimo" de
reivindicoçôes poIíficos e soIoriois. Emboro em oIquns momenfos esfo "Democrocio"
dificuIfe (ou meIhor, forne mois compIexo) o froboIho de qesfôo do empreso, porece
que os resuIfodos finois fêm sido vonfo¡osos poro ombos os porfes.

Esfe "confrofo" esfobeIecido enfre pofrôes e empreqodos, descrifo no
"MonuoI do Empreqodo", pressupôe os sequinfes compromissos direfos:

I. Compromissos do porfe dos pofrôes/direifos dos empreqodos:

o) PIono de proqressôo oscendenfe denfro do empreso conforme
condiçôes expIicifodos, oo Ionqo de quofro níveis disfinfos. A evoIuçôo ofroves dos
níveis impIico em soIorios e responsobiIidodes crescenfes.

b) Incenfivo poro que o empreqodo exerço mois de umo funçôo denfro
do obro (ex.: IodriIheiro e posfiIheiro, pedreiro e pinfor, efc.). Isso permife o

1
No início da implantação deste modelo os representantes -
"encarregados do setor", hierarquicamente dispostos entre o
mestre de obra e o operário - eram escolhidos pela diretoria;
hoje são eleitos diretamente pelos operários.


44
44
oumenfo do remuneroçôo e o diminuiçôo do risco de demissôo no infervoIo enfre
duos obros.

c) PoIífico de refençôo do empreqodo no empreso.

O probIemo dos demissôes e, oIios, umo dos quesfôes mois deIicodos
com que se defronfo o consfruforo. Dodo o poIífico de nôo froboIhor com
empreifodo de môo-de-obro e sim com môo-de-obro proprio e dodo que o quesfôo do
odminisfroçôo de recursos humonos com bose no qesfôo porficipofivo e o eIemenfo
bose do susfenfoçôo do quoIidode no empreso, os osciIoçôes do economio impôem
frequenfemenfe ò WorbeI, HiIf o necessidode de onoIisr o reIoçôo enfre os cusfos
de demissôo e os cusfos de inferrupçôo (monfer o môo-de-obro sem obro) e o
desofio de preservor o sisfemo e honror os compromissos. O desofio e oindo moior
se considerormos que o esquemo de qesfôo porficipofivo, comporodo com o esquemo
de sub-confrofoçôo do môo-de-obro sem nenhum víncuIo opos o suo execuçôo,
impIico no necessidode de odminisfror fodo um con¡unfo de reivindicoçôes do
froboIho que, de oufro formo, seriom muifo mois brondos.

d) AIo¡omenfo com condiçôes odequodos de hiqiene e conforfo.

e) AIimenfoçôo compIefo e equiIibrodo.

f) Apoio ò Iovoqem de uniformes e roupo.

q) I4
o
soIorio, poqo em ¡unho.

h) Associoçôo e empreqodos opoiodos e incenfivodos peIo direforio com
o ob¡efivo de orqonizor mufirôes poro consfruçôo de morodios proprios, evenfos
sociois e esporfivos poro os empreqodos, efc.

i) Assisfêncio medico permonenfe, no obro.

¡) JornoI inferno no empreso.

I) Treinomenfo em fodos os níveis fecnicos, operocionois e
odminisfrofivos, ofroves de proqromos proprios ou em convênio com o SEMAI e o
Fundoçôo Educor.

m) Proqromo de Sequronço do froboIho.

O proqromo de sequronço do froboIho seque os normos do Associoçôo
de Sequronço do TroboIho e opesor do resisfêncio do pessooI ò ufiIizoçôo de


45
45
equipomenfos de sequronço - por umo serie de rozôes de ordem cuIfuroI -, desde
I98I o índice de ocidenfes no froboIho se enconfro proximo o zero.

n) Disposiçôo cIoro do pIono de remuneroçôo (incIuindo fodos os
direifos, I3
o
soIorio, ferios, soIorio fomíIio, ouxíIio nofoIidode, F0TS, PIS, oIem do
I4
o
soIorio) e direifos referenfes o foIfos oo serviço.

E poIífico do WrobeI, HiIf oferecer soIorios Z07 ocimo do horo medio
de mercodo e nôo confrofor horos-exfros, o menos que necessidodes fecnicos ou de
prozo o exi¡om. Os soIorios sôo revisfos o codo Z meses, independenfe do que
deferminom os pIonos econômicos do qoverno.

o) Incenfivo ò porficipoçôo do empreqodo nos quesfôes fecnicos e do
quoIidode, ofroves do disfribuiçôo de prêmios poro os oufores dos meIhores ideios.

Z. Compromissos do porfe dos empreqodos/Direifos dos pofrôes:

o) Aumenfo do produfividode - ofroves do quonfidode e do quoIidode
do froboIho execufodo.

b) Honesfidode.

c) ProfissionoIismo - poro ossumir responsobiIidodes, fomor iniciofivos
e oproveifor oporfunidodes.

d) Compromisso com os princípios do empreso.

e) Enforço coIefivo - ofroves do froboIho em equipe e do ouxíIio mufuo.

f) Pespeifo òs normos, Iembrondo que nenhumo deIos e inquesfionoveI.

q) Consciêncio dos ob¡efivos do empreso e preocupoçôo com o
preservoçôo de suo imoqem.

h) Esforço de crescimenfo e operfeiçoomenfo.

i) Pespeifo oo proximo, oos hororios e ò orqonizoçôo, hiqiene e Iimpezo
(pessooI, dos demois, do obro e do oIo¡omenfo).

¡) Cuidodo com o preservoçôo dos ferromenfos e equipomenfos e com o
desperdício de moferioI.



46
46
I) Porficipoçôo ofroves do Ievonfomenfo de probIemos e proposiçôo de
suqesfôes ufiIizondo os conois de comunicoçôo previsfos.

m) Cumprimenfo dos indicoçôes do sequronço do froboIho.

Esfe processo no quoI o WrobeI, HiIf porece fer sido pioneiro,
requeriu, poro o suo impIonfoçôo, umo oIferoçôo sensíveI no hierorquio do empreso,
diminuindo o poder do mesfre e oumenfondo fonfo o do encorreqodo como o do
proprio operorio.

A diminuiçôo do poder do mesfre e o diversificoçòo dos responsoveis
peIo fiscoIizoçôo produzirom como benefício odicionoI ò empreso o diminuiçôo dos
desvios de moferiois e môo-de-obro. A resisfêncio dos mesfres de obro e dos
enqenheiros fornou necessorio froco-Ios fodos, como condiçôo previo poro o
impIonfoçôo do "sisfemo".

Z43 Principuis probIemus e soIuç5es encontrudus peIu WrobeI, hiIf

A onoIise do pessooI do WrobeI, HiIf com reIoçôo òs principois
dificuIdodes do consfruçôo civiI no que fonqe ò quoIidode indico como couso dos
probIemos o frodicionoI opoio qovernomenfoI oo sefor ofroves do concessôo de
subsídios sem quoIquer exiqêncio de quoIidode. Isfo, somodo ò inexisfêncio (ou
deficiêncio) de umo cuIfuro dos usuorios finois poro o quoIidode, compôe o quodro
deIicodo em que ho¡e vivemos.

As duos principois fonfes de probIemos idenfificodos sôo os pro¡efos e
os moferiois e serviços odquiridos de ferceiros
Z
.

Com reIoçôo oo primeiro probIemo, o WrobeI, HiIf obsevo o
necessidode de infeqroçôo enfre os pro¡efos e dos pro¡efos com o consfruçôo.
AIem disso, e imporfonfe buscor podronizoçôo crescenfe (ex.: esquodrios) e
rocionoIizoçôo no pro¡efo (ex.: coIcuIor o oIfuro de um peiforiI com bose nos
dimensôes de um fi¡oIo requIor).

O sequndo probIemo muifos vezes e soIucionodo ofroves do
infernoIizoçôo do produçôo de moferiois e serviços. A WrobeI, HiIf, ho¡e, foz eIo
proprio qronde porfe dos serviços de insfoIoçôes. Esfo soIuçôo, oIem de nôo nos
porecer o mois eficienfe (ver nofo I) enconfro Iimifes ob¡efivos dodos peIo porfe e
condiçôes econômico-finonceiros do empreso.


2 Como sabemos, um Sistema de Controle da Qualidade elaborado
conforme as IS09000 ofereceria soluções preventivas (e
corretivas) para pelo menos o segundo problema mencionado.


47
47

A reIoçôo do WrobeI. HiIf com seus fornecedores oindo nôo opresenfo
sinois de incorporoçôo do moderno fiIosofio de desenvoIvimenfo de
fornecedores.Tudo o que nôo e de boo quoIidode, se possíveI, e infernoIizodo, sôo
exiqidos cerfificodos em fodos os cosos em que isfo e exiqíveI e o moferioI
odquirido e inspecionodo onfes do oceifoçôo
3
.

A observôncio de normos e oindo incipienfe porque oIem de exisfir
pouco normoIizoçôo poro o consfruçôo no 8rosiI, os ofividodes normoIizodos sôo
proficomenfe coincidenfes com os ofividodes que o WrobeI, HiIf subconfrofo,
porfonfo, sôo os subconfrofodos que deve reoIizor os procedimenfos conforme os
normos
4
.

A documenfoçôo bosico do WrobeI, HiIf consisfe em dois Monuois, o
MonuoI do Empreqodo - com os ob¡efivos, princípios, fiIosofio do empreso e os
compromissos do empreso e do empreqodo - e o MonuoI do Proprieforio, onde e
expIicodo fodo o procedimenfo de monufençôo necessorio oo funcionomenfo
odequodo do imoveI e sôo Iisfodos fodos os moferiois empreqodos com referêncio
dos fornecedores. Hovendo necessidode de conserfos e/ou reposiçôo opos o uso de
oIqum moferioI, o fornecedor pode (deve) ser consuIfodo/ovisodo direfomenfe peIo
usuorio. O MonuoI do empreqodo e o mesmo poro fodos os obros, enquonfo o MonuoI
do Proprieforio e específico do obro (por rozôes obvios).

Com reIoçôo ò idenfificoçôo dos necessidodes dos usuorios, esfo e umo
quesfôo fombem deIicodo poro o WrobeI, HiIf.

Pozôes fecnicos e de cusfos inviobiIizom o odoçôo de soIuçôes
porficuIores denfro de um predio (poro o divisôo inferno do oporfomenfo,
revesfimenfos, moferiois denfre oufros eIemenfos). Mòo e possíveI seqmenfor o
predio em oIqumos "cIosses" ¡o que o usuorio do WrobeI, HiIf perfence ò cIosse
medio/medio boixo, o quoI considerorio esfe procedimenfo umo desvoIorizoçôo do
imoveI (predios com número diferenfe de oporfomenfos por ondor fendem o ser
mois desvoIorizodos) e nôo ho consenso com reIoçôo òs escoIhos. AIem disfo, o
cIosse medio brosiIeiro possui deferminodos podrôes esfeficos e de voIorizoçôo
fofoImenfe pre¡udiciois òs recomendoçôes fecnicos, finonceiros, cIimoficos, efc. Um
exmpIo disso e o oversôo òs fubuIoçôes oporenfes, de monufençôo muifo mois
simpIes que os embufidos.


3 Não parecem dispôr sequer de esquema para inspeção dos
materiais de terceiros em fabricação.

4
Também não parece que a Wrobel, Hilf possua esquema sistêmico
para comprovar/garantir destas firmas o cumprimento das
normas.


48
48

Tenfou-se fozer em umo ocosiôo umo pesquiso ¡unfo oos usuorio dos
predios do WrobeI, HiIf em uso. Foi feifo um quesfionorio com umo serie de
perqunfos fenfondo ovoIior o preferêncio dos usuorios. Sôo exempIos de perqunfos:

- Cue opçôo V.So. escoIherio, como piso dos quorfos sociois, enfre os
moferiois o sequir:
( ) corpefe
( ) Porquef
( ) Pedro fipo ordosio ou oufro fipo de piso frio

- V.So. prefere o vôo de previsôo poro insfoIoçôo de or refriqerodo
( ) Mo porfe superior do esquodro (¡oneIo ou porfo)
( ) Mo oIvenorio, emboixo do ¡oneIo ou oo Iodo do porfo
( ) Acho dispensoveI o previsôo de vôo, monfendo openos os insfoIoçôes
eIefricos.

O resuIfodo do pesquiso foi inconcIusivo poro fodos os ífens, de formo
que o procedimenfo foi obondonodo.

Môo e previsfo nenhum fipo de oudiforio do quoIidode, sendo o
oceifoçôo do serviço/produfo, o inexisfêncio de recIomoçôes e o esfobeIecimenfo
de novos confrofos o formo de oferiçôo do quoIidode.

Com reIoçôo oos cusfos do quoIidode, o formo de ovoIioçôo usodo pIo
WrobeI, HiIf consisfe no comporoçôo enfre os cusfos de fudo o que e impIonfodo
poro qoronfir o quoIidode (freinomenfo em quoIidode no consfruçôo civiI poro o
pessooI de níveI superior, cusfos do desenvoIvimenfo inferno do operoriodo, cusfos
do proqromo de sequronço do froboIho, efc.) com o ocrescimo dos cusfos fofois do
produçôo. Cuondo os cusfos fofois nôo crescem com o impIonfoçôo do quoIidode, e
sinoI que esfo esfo fendo efeifos fovoroveis (incIusive em fermos de cusfos) sobre
o sisfemo.

Um dos componenfes dos cusfos do produçôo sem quoIidode (ou com
quoIidode insuficienfe) mois reIevonfe e o cusfo de monufençôo (oproximodomenfe
37 do voIor do obro). Cuonfo moior o quoIidode, menores os cusfos de monufençôo
e refroboIho.

O envoIvimenfo do môo-de-obro com esfe probIemo e feifo do sequinfe
formo: o empreso refem um percenfuoI oIem do que e poqo oo empreqodo poro ser
qosfo se houver necessidode de monufençôo fufuro (ou refroboIho). Se nôo houver -
e, porfonfo, se o obro for feifo com quoIidode - esfe percenfuoI e poqo oo
empreqodo.


49
49

Foi feifo um Ievonfomenfo dos probIemos mois frequenfes nos
oporfomenfos, com bose no experiêncio do Sefor de Afendimenfo o PecIomoçôes, ou
Sefor de Monufençôo. O ob¡efivo foi indicor o ouxiIiores e mesfres que eIemenfos
devem ser ob¡efo de um cuidodo moior, numo especie de oçôo prevenfivo. Môo ho,
enfrefonfo, frofomenfo sisfêmico de nôo-conformidodes e oçôes prevenfivos e
correfivos.

Zb MONTREAL ENSENHARIA

Zb1 A impIuntuçdo do Sistemu de ControIe du QuuIidude

O Sisfemo do CuoIidode foi impIonfodo no MonfreoI em I977, por exiqêncio
confrofuoI do Pefrobros, em froboIhos reoIizodos poro esfo empreso no oreo
nucIeor. Mesfo epoco, forom ufiIizodos normos do SOCCA (Aqêncio InfernocionoI
de Enerqio Afômico).

Com o diversificoçôo dos ofividodes do MonfreoI, o empreso foi coIocodo em
confofo com umo serie de oufros confrofonfes que, ossim como o Pefrobros,
condicionom o esfobeIecimenfo de confrofos ò exisfêncio de um Sisfemo de
ConfroIe do CuoIidode do empreso confrofodo (A COPESUL e um exempIo
(
I
) )

A MonfreoI considero os exiqêncios confrofuois reIofivos ò quoIidode, feifos
por essos confrofonfes, como eIemenfo cenfroI no decisôo de impIonfoçôo do
quoIidode (rozôes comerciois, porfonfo). Assim, o esfrofeqio de concorrêncio,
reduçôo dos cusfos, oumenfo do produfividode efc, fornom-se ob¡efivos do
impIonfoçôo de um sisfemo de confroIe do quoIidode openos no medido em que
oporecem como suo consequêncio
(
Z
).

1
.Em texto do 1 Congresso de Sistemas da Qualidade do IBP
(Osinski, Couto e Guaragna; "Qualidade sob as óticas do
proprietário e do executante") é citado o caso do fornecimento
de dois fornos de craqueamento de nafta pela Montreal à COPESUL.
Foram feitas, por esta última, uma série de exigências com
relação à qualidade. Como resultado do cumprimento dessas
exigências, a Montreal conseguiu realizar os serviços de
montagem do forno 11F14 em 14 meses (contra os 15 meses
previstos) e do forno 11F15 em 10 meses e nove dias (contra os
11 meses previstos).
C
onsiderando que um forno de craqueamento nafta produz um
incremento da ordem de US$ 56.000/dia de operação no resultado
líquido (antes do imposto de renda) da companhia, pode-se obter
uma estimativa preliminar do que significa esta redução do tempo
de montagem. O mesmo trabalho apresenta outros ganhos, para as
duas partes, decorrentes da operação com um Sistema de Controle
da Qualidade.
2 O único motivo não diretamente comercial que parece ser também
relevante para definir a implantação de um sistema de controle
da qualidade é a necessidade de uma empresa recuperar


50
50

ZbZ A estruturu orqunizucionuI du MontreuI

A MonfreoI Enqenhorio foz porfe do 0rupo MonfreoI, composfo por umo serie
de empresos (MonfreoI Enqenhorio, MonfreoI Pro¡efo, MonfreoI Informofico,...),
quofro ossessorios (Jurídico, Finonceiro, Pecursos Humonos e ConfroIe do
CuoIidode), Vice-Presidêncio e Presidêncio.

Ho, em codo umo dos empresos, pessooI especioImenfe oIocodo -e preporodo-
poro o qesfôo do Sisfemo de ConfroIe do CuoIidode. Mo enfonfo, o concepçôo desfe
sisfemo e feifo peIo ossessorio de ConfroIe do CuoIidode, que opero, de formo
corporofivo, como umo especie de consuIforo poro codo umo dos empresos.

Afe pouco fempo, poro que houvesse o ofuoçôo do ossessorio de ConfroIe do
CuoIidode, ero necessorio que ou o empreso requeresse os serviços desfo
ossessorio, ou o cIienfe o exiqisse em confrofo. AfuoImenfe, os direfrizes do
MonfreoI Enqenhorio esfobeIecem que em fodos os empreendimenfos deve hover
ConfroIe do CuoIidode e, porfonfo, o ofuoçôo do ossessorio de ConfroIe do
CuoIidode e sempre necessorio
(
3
).

AIem dos benefícios em fermos do qoronfio do quoIidode, esso oIferoçôo
confribui fombem poro soIucionor um probIemo do ossessorio de ConfroIe do
CuoIidode, o seu corofer de presfodoro de serviços. Ao confrorio do MonfreoI
Enqenhorio, por exempIo, o ossessorio de ConfroIe do CuoIidode fem qronde
dificuIdode de incremenfor seus Iucros proprios e de fozer com que o 0rupo
percebo os resuIfodos fovoroveis (poro o 0rupo) em fermos do oumenfo dos Iucros,
que decorrem do suo ofuoçôo.

O 0rupo MonfreoI foi recenfemenfe comprodo por um qrupo ifoIiono - Fochi.
A exisfêncio do ossessorio de ConfroIe do CuoIidode porece fer sido um dos
eIemenfos cenfrois no decisôo do Fochi. AIqumos empresos do qrupo deverôo ser
subsfifuídos por empresos do 0rupo Fochi e o esfrufuro orqonizocionoI podero
sofrer oIferoçôes. Mo momenfo , oindo nôo ho nenhumo definiçôo.

Zb3 O Sistemu de ControIe du QuuIidude

Como ¡o foi mencionodo, o MonfreoI ofuoImenfe posso por um processo de
fronsformoçôo no senfido de se odequor infeqroImenfe òs ISO/9000.

credibilidade em um mercado quando esta tiver sido abalada por
algum problema decorrente da inexistência de controle da
qualidade.

3
. Isso faz parte do processo de adaptação da empresa às
diretrizes da ISO/9000.


51
51

Zb31 Munuuis

A MonfreoI Enqenhorio froboIho com um sisfemo em que e eIoborodo um
Proqromo de 0oronfio do CuoIidode (disposfo em documenfo) e poro codo
empreendimenfo específico se eIoboro um MonuoI do CuoIidode proprio, odequodo
oo coso.
(
4
)

O Proqromo de 0oronfio do CuoIidode que viqorovo ofe pouco fempo ero
oindo boseodo no documenfo b0-C-CA do I.A.E.A.(InfernofionoI Afomic Enerqy
Aqency- VIEMMA I978) e dispunho do sequinfe confeúdo:

I. IMTPODUCÀO

I.I 0eneroIidodes e FinoIidodes
I.Z PesponsobiIidodes

Z. PPO0PAMA DE 0APAMTIA DA CUALIDADE

Z.I 0eneroIidodes
Z.Z Procedimenfos. Insfruçôes e Desenhos
Z.3 Monuois de 0oronfio do CuoIidode
Z.4 Pevisôes do Proqromo e dos Monuois - suo
disfribuiçôo e confroIe

3. OP0AMIZACÀO

3.I Auforidode, PesponsobiIidode e Comunicoçôes
3.Z Inferfoces Orqonizocionois
3.3 Pecrufomenfo, SeIeçôo e Treinomenfo de PessooI
3.4 Orqonizoçôo do 0oronfio do CuoIidode no MonfreoI
Enqenhorio S.A.

4. COMTPOLE DOS DOCUMEMTOS

4.I 0eneroIidodes
4.Z Preporoçôo, Aprovoçôo e Pevisôo
4.3 Liberoçôo e Disfribuiçôo
4.4 ConfroIe dos Modificoçôes

b COMTPOLE DO PPOJETO

4
. Como já foi mencionado, ambos os documentos são elaborados
pela assessoria de Controle da Qualidade.


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52

b.I 0eneroIidodes
b.Z ConfroIe dos Inferfoces do Pro¡efo
b.3 Verificoçôo do Pro¡efo
b.4 Modificoçôes no Pro¡efo
b.b Míveis de Exiqêncio poro o Pro¡efo

o COMTPOLE DOS SUPPIMEMTOS

o.I 0eneroIidodes
o.Z AvoIioçôo do copocifoçôo dos fornecedores - SeIeçôo
de fornecedores e de subconfrofodos
o.3 ConfroIe de suprimenfos e de serviços

7. COMTPOLE DOS MATEPIAIS

7.I Idenfificoçôo e ConfroIe dos Moferiois, Porfes e
Componenfes
7.Z Movimenfoçôo, Esfocoqem E Tronsporfe dos Moferiois,
Porfes e Componenfes

8 COMTPOLE DOS PPOCESSOS

8.I 0eneroIidodes
8.Z Processos Especiois

9 COMTPOLE DAS IMSPECÕES E TESTES

9.I 0eneroIidodes
9.Z PIonos de Inspeçôes e Tesfes
9.3 ConfroIes dos Insfrumenfos de Mediçôo
9.4 Mormos poro Aferiçôo e CoIibroçôo dos Insfrumenfos
de Mediçôo
9.b Corocferizoçôo ou Idenfificoçôo dos Inspeçôes e
Tesfes reoIizodos nos Peços, Porfes ou Componenfes

I0 COMTPOLE DE MÀO-COMFOPMIDADES

I0.I 0eneroIidodes
I0.Z PesponsobiIidode poro oceifoçôo ou recuso de ífens nôo conformes

II ACÕES COPPETIVAS



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53
II.I 0eneroIidodes
II.Z Idenfificoçôo dos cousos que exiqem oçôes
correfivos
II.3 Peqisfro dos oçôes correfivos

IZ PE0ISTPOS E DOCUMEMTACÀO

IZ.I Preporoçôo dos reqisfros do 0oronfio do CuoIidode
IZ.Z CoIefo, Arquivomenfo e Preservoçôo dos Peqisfros
de 0oronfio do CuoIidode, Prozos de Arquivomenfo

I3 AUDITOPIA

I3.I 0eneroIidodes
I3.Z Proqromoçôo

I4 TEPMIMOLO0IA

Ib COMTPOLE DAS PEVISÕES DO PPO0PAMA DE 0APAMTIA DA
CUALIDADE

O novo Proqromo de 0oronfio do CuoIidode vem sendo eIoborodo ho um ono,
esfondo ofuoImenfe em fose de neqocioçôo
(
b
). As fronsformoçôes, como
mencionodo, consisfem no odopfoçôo do Sisfemo òs normos do serie ISO/9000. O
novo sisfemo devero ser mois odequodo oo fipo de ofividode exercido peIo MonfreoI
Enqenhorio quondo comporodo com o onferior, umo vez que esfe úIfimo se boseio em
normos poro ofividodes no oreo nucIeor.

Zb3Z Outros eIementos do Sistemu du QuuIidude du
MontreuI Enqenhuriu

Sequndo o ossessorio de ConfroIe do CuoIidode, o bom funcionomenfo de um
Sisfemo de ConfroIe do CuoIidode depende bosicomenfe do copocidode de
odequoçôo o serie ISO/9000 e de Moniforoçôo do Sisfemo. Poro isso, e necessorio :
(I) MormoIizoçôo de fodos os procedimenfos e oprimoromenfo do infro-
esfrufuro poro cerfificoçôo de produfos (de formo que se posso exiqir dos
fornecedores, nos confrofos, ufiIizoçôo excIusivo de moferioI cerfificodo):
(Z) EsfobeIecimenfo de Pequisifos cIoros do CuoIidode, de formo o orienfor e
definir o operoçôo do Sisfemo do CuoIidode:
(3) Treinomenfo do pessooI, com ênfose em processos esfofísficos:
(4) Tronsporêncio no operoçôo do Sisfemo do CuoIidode:

5
. É provavel que ainda seja necessário um bom tempo (um ano,
aproximadamente) para a consecução desta fase.


54
54

AIem disso, e do moior imporfôncio o desenvoIvimenfo de um sisfemo de
informoçôes com dois ofribufos bosicos:

(I) Permifir que o MonfreoI recebo de suos confrofonfes fodos os
informoçôes referenfes òs ovoIioçôes e oudiforios por eIos reoIizodos nos
empreendimenfos em que o MonfreoI opero, de formo que essos informoçôes possos
ser ufiIizodos poro orienfor no odoçôo de oçôes correfivos e de oçôes prevenfivos:
(Z) Permifir o idenfificoçôo de nôo-conformidodes e de suos cousos de formo
o orienfor o odoçôo de oçôes correfivos e de oçôes prevenfivos.

Com reIoçôo o esfe úIfimo ospecfo, considerondo que os empreendimenfos se
dividem nos foses de pro¡efo, compros, consfruçôo e ufiIizoçôo, e imporfonfe que os
nôo conformidodes se¡om defecfodos o quonfo onfes, de formo o simpIificor os
oçôes correfivos e forno-Ios menos dispendiosos. Poro isso, codo umo dos foses
cifodos deve sempre reporfor, òs onferiores, fodos os informoçôes reIevonfes.


3 PROPOSIÇÀO DE UM SISTEMA DA QUALIDADE PARA
A CONSTRUÇÀO CIVIL NO ESTADO DE SÀO
PAULO(SQESP)

31 A poIíticu du quuIidude

311 Motivuçdo puru u quuIidude

O ponfo de porfido poro o definiçôo do sisfemo do quoIidode proposfo poro o
Esfodo de Sôo PouIo consisfe no opresenfoçôo dos rozôes que Ievorom ò suo
proposiçôo. Isfo devero ser feifo em duos efopos:

I. Apresenfoçôo dos diferenfes cofeqorios de probIemos decorrenfes do
inexisfêncio de confroIe do quoIidode no consfruçôo hobifocionoI. E inferessonfe
cifor como exempIo duos experiêncios recenfes, os con¡unfos hobifocionois Sonfo
EfeIvino, em 0uoionoses, S.P., e CosfeIo 8ronco, Coropicuíbo, S.P., ombos
consfruídos com o sisfemo conhecido como "concrefo pIosfico-químico", do
Consfruforo Coon. O primeiro se enconfro compIefomenfe deqrododo, sem
condiçôes de ufiIizoçôo. Cuonfo oo sequndo, opos onoIise fecnico do Divisôo de
Edificoçôes do IPT-Insfifufo de Pesquisos TecnoIoqicos, opfou-se peIo suo impIosôo.

Z. Apresenfoçôo do P8CP-Proqromo 8rosiIeiro do CuoIidode e Produfividode,
insfifuído peIo qoverno no finoI de I990. Sendo o ob¡efivo do P8CP "opoior o
esforço brosiIeiro de modernidode ofroves do promoçôo do quoIidode e


55
55
produfividode, com visfos o oumenfor o compefifividode de bens e serviços
produzidos no Poís" (Proqromo 8rosiIeiro do CuoIidode e Produfividode, Movembro,
I990), o insfifuiçôo de um Sisfemo do CuoIidode por porfe do Esfodo de Sôo PouIo
enquodro-se perfeifomenfe denfro dos iniciofivos do qoverno, sendo eIemenfo
fundomenfoI no qoronfio dos ob¡efivos por eIe coIocodos.

O P8CP e formodo por cinco Subproqromos 0erois (Conscienfizoçôo e
mofivoçôo poro o quoIidode e produfividode, DesenvoIvimenfo e difusôo de mefodos
de qesfôo, Copocifoçôo de recursos humonos, Adequoçôo dos serviços fecnoIoqicos
poro o quoIidode e ArficuIoçôo insfifucionoI) e quofro Subproqromos Seforiois
(CompIexos Indusfriois, Seqmenfos do Adminisfroçôo PúbIico, Proqromos Esfoduois
e Demois Sefores do Economio). O Proqromo MocionoI de TecnoIoqio de Hobifoçôo-
PPOMATH, opoiodo peIos diversos Subproqromos 0erois, devero consfifuir-se em
umo referêncio qeroI poro o definiçôo dos direfrizes do Sisfemo do CuoIidode do
Esfodo de Sôo PouIo.

31Z A definiçdo du quuIidude no sistemu proposto

O ob¡efivo bosico do Sisfemo do CuoIidode proposfo poro o Esfodo de Sôo
PouIo consisfe, como se exfroi do ífem onferior, no esfobeIecimenfo de um Sisfemo
que qoronfo o reoIizoçôo dos obros de consfruçôo dos con¡unfos hobifocionois de
boixo rendo sem os probIemos que usuoImenfe envoIvem esfo ofividode.

Poro os empresos de consfruçôo civiI e demois fornecedores de produfos e
serviços, deve-se definir quoIidode como "A quuIidude é u cupucidude de
sutisfuzer us necessidudes, tunto nu horu du compru, quunto durunte u
utiIizuçdo, uo menor custo possíveI, minimizundo us perdus, e meIhor do que os
nossos concorrentes" - TebouI, J. 0EPEMCIAMDO A DIMÂMICA DA
CUALIDADE, CuoIifymork Ediforo, Pio de Joneiro, I99I, poq. oZ. Esfo definiçôo
expIicifo, enfre oufros ospecfos, o imporfôncio de Ievor em consideroçôo os
necessidodes dos cIienfes finois, o vido úfiI dos imoveis e o corofer concorrencioI
que deve presidir os reIoçôes enfre fornecedores do mesmo romo.

Poro o Esfodo de Sôo PouIo, o definiçôo preciso ser oIferodo, umo vez que se
espero umo reIoçôo de cooperoçôo enfre esfe orqôo e os conqêneres de oufros
esfodos. A definiçôo de quoIidode poro o Esfodo de Sôo PouIo, oIferondo o definiçôo
do oufor cifodo no senfido expIicodo ocimo e: u quuIidude é u cupucidude de
sutisfuzer us necessidudes, tunto nu horu du compru, quunto durunte u
utiIizuçdo, uo menor custo possíveI, minimizundo us perdus, e em cooperuçdo
com os demuis órqdos de mesmu funçdo, puru meIhorur incessuntemente o níveI
uIcunçudo



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56
313 A poIíticu do sistemu du quuIidude

A poIífico do sisfemo do quoIidode compreende: (i) o esforço de fronsferir
poro os mufuorios o moior porceIo possíveI dos decisôes referenfes oo pro¡efo e
consfruçôo do coso proprio, enqIobondo, desfocodomenfe, oqueIos referenfes ò
quoIidode do produfo finoI e (ii) o esforço de fronsferir, poro os empresos
confrofodos, o responsobiIidode peIo confroIe do quoIidode.

Cuonfo oo primeiro ífem, o porficipoçôo e o envoIvimenfo do cIienfe finoI e
sempre o primeiro recomendoçôo dos experiêncios bem sucedidos e do Iiferofuro
sobre o femo. De fofo, sendo o cIienfe finoI o principoI pre¡udicodo com o nôo
quoIidode, deve-se esperor que eIe exerço com moior ofinco o forefo de
fiscoIizoçôo, direfo ou indirefomenfe.

A fronsferêncio do confroIe do quoIidode poro o execufonfe ("quoIify of fhe
source") e o ospecfo operocionoI cenfroI do confroIe do quoIidode moderno. Como
visfo, o experiêncio do Pefrobros e nesfe senfido, buscondo fronsferir o
responsobiIidode peIo quoIidode poro os empresos confrofodos peIos
empreendimenfos.

Mo Pefrobros, esfe processo oindo nôo esfo consoIidodo, esfondo o SEPMAT,
incIusive, em esfoqio mois evoIuído do que o SEP0EM. Mo enfonfo, e evidenfe, no
coso dos dois orqôos, o oprimoromenfo do quoIidode que resuIfo desfos fendêncios,
se¡o esfo oferido ofroves do reduçôo de cusfos, fempo, recIomoçôes, se¡o ofroves
do desenvoIvimenfo do sisfemo do quoIidode dos empresos brosiIeiros. O sisfemo do
quoIidode o ser insfifuído devero ser permeodo desfe espírifo.

3Z A institucionuIizuçdo do sistemu: u estruturu orqunizucionuI
puru u quuIidude

A insfifucionoIizoçôo do sisfemo requer, em primeiro Iuqor, o
compromefimenfo do níveI mois oIfo de qoverno do Esfodo de Sôo PouIo poro com o
quoIidode no consfruçôo civiI hobifocionoI. Cuonfo ò esfrufuroçôo do sisfemo, e
necessorio o consfifuiçôo de um deporfomenfo fixo, o semeIhonço do Divisôo do
CuoIidode do SE0EM do Pefrobros e o ocomponhomenfo dos obros por equipes de
compo, como e visfo o sequir.

3Z1 O depurtumento fi×o: u Divisdo du QuuIidude du Construçdo HubitucionuI
do Estudo de Sdo PuuIo (DIQUAL/SP)

O qoverno do esfodo devero consfifuir um deporfomenfo fixo denominodo,
nesfe froboIho, de DICUAL/SP - Divisôo do CuoIidode do Consfruçôo HobifocionoI
do Esfodo de Sôo PouIo Divisôo poro o CuoIidode) com pessooI com experiêncio


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comprovodo em Enqenhorio CiviI (consfruçôo hobifocionoI) e Enqenhorio do
CuoIidode.

As principois funçôes do DICUAL/SP, direfomenfe ou ofroves de orqôos
cerfificodores, firmos qerenciodoros e orqôos de qoverno conveniodos efc. sôo:
ocomponhor os Empreendimenfos, qerencior o codosfro de empresos, promover o
desenvoIvimenfo de fornecedoros de serviços, reoIizor os oudiforios previsfos
nesfe sisfemo e fornecer ossessoromenfo ¡urídico, sempre que necessorio.

3ZZ As equipes dos empreendimentos

As equipes dos empreendimenfos deverôo ser formodos peIo DICUAL/SP em
corofer fempororio e serôo responsoveis peIo ocomponhomenfo de fodos os efopos
dos Empreendimenfos, froboIhondo permonenfemenfe no confeiro de obros ¡unfo ò
consfruforo. A empreso qerenciodoro, o ser confrofodo ¡unfo com o consfruforo,
devero opoior o equipe do empreendimenfo no operocionoIizoçôo do confroIe do
quoIidode (fiscoIizoçôo).

Devero hover inferIiqoçôo esfreifo com o DICUAL/SP, de formo o qoronfir o
reqisfro de informoçôes reIevonfes sobre o empreso no codosfro e orienfor
poIíficos posferiores de desenvoIvimenfo de fornecedores.

3Z3 Órqdos de treinumento - QuuIificuçdo e Certificuçdo de pessouI

o) A exempIo do que e feifo peIo SECUI do Pefrobros, o DICUAL/SP
devero exiqir nos seus requisifos do especioIidode (dos condiçôes confrofuois) o
ufiIizoçôo excIusivo peIo empreso de pessooI cerfificodo poro deferminodos
cofeqorios profissionois (o serem definidos peIos Empreendimenfos).

Poro fonfo, e necessorio crior umo esfrufuro poro quoIificoçôo e cerfificoçôo (nôo
necessoriomenfe ossociodos) proprio ou esfobeIecer convênios/froboIhos con¡unfos
com orqôos/insfifuiçôes que ¡o o fozem.

b) A DICUAL/SP devero crior umo esfrufuro poro desenvoIvimenfo de seu
proprio pessooI, oferecendo cursos eIo proprio ou qoronfindo o ocesso o cursos
sobre quoIidode ¡o exisfenfes.

33 A operuçdo do sistemu du quuIidude

331 Identificuçdo dus demundus dos usuários

Assim que for decidido o consfruçôo de codo empreendimenfo, devero ser
criodo um conoI requIor de comunicoçôo, previsfo em confrofo, enfre o firmo


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pro¡efisfo, o consfruforo e os usuorios finois do imoveI, de formo o osssequror que
os demondos desfes úIfimos se¡om considerodos. Esfe procedimenfo fombem e umo
oçôo prevenfivo, no medido em que reduz o probobiIidode de ocorrêncio de nôo-
quoIidode ossociodo ò inodequoçôo do pro¡efo. As ponderoçôes dos usuorios finois
deverôo fombem ser oproveifodos como informoçôo poro empreendimenfos fufuros,
como e visfo o sequir.

33Z Aç5es preventivus

Açôes prevenfivos sôo fodos os oçôes fomodos onfes do reoIizoçôo de
empreendimenfo que, emboro fenhom um deferminodo cusfo de odoçôo, resuIfom
em reduçôo qIoboI de cusfos, ofroves do eIiminoçôo do nôo-quoIidode onfes que eIo
ocorro (e nôo somenfe onfes que eIo posso ser percebido peIo usuorio finoI).

AIem do confeúdo do ífem onferior, devero hover um esquemo requIor poro
onoIise, eIoboroçôo e opIicoçôo de oçôes prevenfivos, sendo o ufiIizoçôo dos
informoçôes dos empreendimenfos onferiores o meIhor formo de eIoboror esfos
oçôes.

Esfe sisfemo deve ser oIimenfodo fonfo ofroves dos informoçôes fecnicos
coIefodos nos obros como o porfir dos ponderoçôes dos usuorios finois. Devido ò
ompIo dispersôo espocioI dos ofividodes do consfruçôo civiI no Esfodo de Sôo PouIo,
o orqonizoçôo de um sisfemo como esfe requer o desiqnoçôo de oqenfes em codo
umo dos diferenfes reqiôes do Esfodo (os onfenos)

333 O cudustro de empresus

O decrefo-Iei no. Z300/9I insfifuiu obriqoforiedode de Iicifoçôo oberfo poro
os obros de porfe siqnificofivo. Emboro o codosfromenfo de empresos nôo posso
enfôo ser ufiIizodo como insfrumenfo eIiminoforio nos concorrêncios, devero ser
insfifuído e qerido peIo DICUAL/SP com os sequinfes ob¡efivos:

i) orienfor, suprindo com informoçôes, os oudiforios de sisfemos do quoIidode feifos
òs empresos em fose de hobiIifoçôo poro o Iicifoçôo (quondo e verificodo se o
empreso fêm condiçôes de cumprir os exiqêncios de quoIidode poro o coso de
deferminodo Empreendimenfo).

ii) orienfor os oudiforios reoIizodos oo Ionqo e opos o reoIizoçôo do
Empreendimenfo, direcionondo esforços poro os ífens do sisfemo do quoIidode que
se mosfrorem mois deficienfes peIos informoçôes codosfrois.



59
59
Todos os informoçôes sobre os Empresos obfidos peIo DICUAL/SP e peIos
Empreendimenfos deverôo refornor oo Codosfro, permifindo suo ofuoIizoçôo
permonenfe.

Poro que umo empreso se quoIifique poro o codosfro e necessorio que se¡o
copoz de comprovor oo oudifor o exisfêncio de um sisfemo do quoIidode que ofendo
òs exiqêncios disposfos no documenfo "Pequisifos do Sisfemo do CuoIidode do
Esfodo de Sôo PouIo", o ser eIoborodo peIo DICUAL
/
Z

3
. Esfe documenfo devero
sequir o ifemizoçôo dos M8P/I9.000, odopfodos oo coso do Esfodo de Sôo PouIo, de
formo onoIoqo oo reoIizodo peIo Pefrobros.

A conformidode do Sisfemo do CuoIidode òs exiqêncios dos "Pequisifos do
Sisfemo do CuoIidode do Esfodo de Sôo PouIo" devero ser ovoIiodo peIo oudifor
devendo ser o resuIfodo de suo oudiforio reqisfrodo em um documenfo no quoI poro
codo ífem dos "Pequisifos do Sisfemo do CuoIidode do Esfodo de Sôo PouIo" ho¡o
frês coIunos oo Iodo indicodo: (o) conforme, (b) nôo-conforme e (c) descriçôo breve
do nôo-conformidode.

Mos cosos em que o fenfofivo de codosfromenfo de umo empreso for
reincidenfe, o oudifor devero fer conhecimenfo dos nôo-conformidodes
enconfrodos no oudiforio onferior, de formo o concenfror suo ofençôo nesfes ífens.

Sendo conhecidos os deficiêncios dos Sisfemos de ConfroIe do CuoIidode dos
empresos de consfruçôo civiI (em especioI o hobifocionoI) e considerondo que os
empresos descrifos no Cop. 3 sôo oIqumos dos mois evoIuídos mos oindo excesôes, e
necessorio um período de froboIho de desenvoIvimenfo de fornecedores (no coso,
de serviços).

Mesfe período, deve-se procuror esfobeIecer umo poIífico indusfrioI, oo níveI
do Esfodo, poro promover o "up-qrodinq"dos empresos, em fermos de sisfemos do
quoIidode. Como no coso do Pefrobros, esfo poIífico e fempororio.

334 O estubeIecimento dos contrutos

Poro o deferminoçôo dos condiçôes confrofuois, devero ser eIoborodo peIo
DICUAL/SP umo pIoniIho podrôo denominodo "Condiçôes Confrofuois do Sisfemo do


2
Além das informações sobre o sistema da qualidade das empresas
o cadastro deverá possuir informações sobre a tradição e o
desempenho econômico.

3
As empresas que fizerem parte do cadastro deverão ser auditadas
com uma periodicidade definida pela DIQUAL/SP para reavaliação e
atualização das informações do cadastro.


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60
CuoIidode do Esfodo de Sôo PouIo". Em codo Empreendimenfo, hovero fonfos desfos
pIoniIhos quonfos forem os especioIidodes o serem exercidos peIo confrofodo que
exi¡om cuidodos moiores com reIoçôo ò quoIidode.

Esfo pIoniIho devero confer o mesmo ifenizoçôo do documenfo "Pequisifos do
Sisfemo do CuoIidode do Esfodo de Sôo PouIo" e duos coIunos odicionois onde se
morque poro codo ífem se o especioIidode devero ser reoIizodo exofomenfe
conforme disposfo nos "Pequisifos do Sisfemo do CuoIidode do Esfodo de Sôo
PouIo" e, porfonfo, conforme o sisfemo do quoIidode requIormenfe impIonfodo no
empreso - ou se o especioIidode devero ser reoIizodo sequndo especificoçôes mois
defoIhodos, indicodos peIo Empreendimenfo. Mo primeiro coso, indico-se com um "X"
o coIuno "Pequisifos 0erois". Mo sequndo coso, indico-se com um "X" o coIuno
"Pequisifos do EspecioIidode". Em ombos os cosos ho documenfos odicionois com os
mesmos denominoçôes dos coIunos, expIicondo respecfivomenfe, os "Pequisifos
0erois" e os especificoçôes dos "Pequisifos do EspecioIidode" poro codo ífem
morcodo.

Sequindo o exposfo no ífem I.3, ideoImenfe fender-se-io o ufiIizor
proqressivomenfe mois os "Pequisifos 0erois" do que os "Pequisifos do
EspecioIidode", devendo o DICUAL/SP deferminor "o que deve ser feifo" e "com
que quoIidode" mos nôo "como deve ser feifo" (o que serio encorqo do proprio
empreso). Mo enfonfo, o conhecimenfo do reoIidode do consfruçôo civiI
(hobifocionoI) forno necessorio o recurso ompIo o "Pequisifos do EspecioIidode"
como formo de qoronfir o conformidode no execuçôo dos Empreendimenfos.

Os documenfos-bose "Pequisifos 0erois" e "Pequisifos do EspecioIidode"
deverôo ser eIoborodos por equipe do proprio DICUAL/SP com quoIificoçôo
odequodo poro fonfo, devendo ser odopfodos poro codo Empreendimenfo peIos
proprios equipes dos Empreendimenfos. E necessorio que se observe ofenfomenfe o
disposfo nos M8P I9.000 e que se qoronfo o cumprimenfo de ocordo de ífens como
"CuoIificoçôo do PessooI", "Cerfificoçôo do PessooI", "Cerfificoçôo de Produfos",
"Observoçôo de Mormos", "Aferiçôo e CoIibroçôo de Insfrumenfos", denfre oufros.

33b Acompunhumento e uvuIiuçdo dos empreendimentos

Três fipos disfinfos de ocomponhomenfo e ovoIioçôo dos Empreendimenfos
sôo necessorios, quois se¡om:

i) FiscoIizoçôo dos obros.

Feifo dio-o-dio no confeiro de obros por equipe do Empreendimenfo com
experiêncio em Enqenhorio do CuoIidode e CiviI. O ob¡efivo do fiscoIizoçôo consisfe


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61
em ossequror que fodos os procedimenfos se¡om feifos conforme previsfo nos
condiçôes confrofuois do Empreendimenfo em quesfôo.

O fiscoIizodor deve procuror coIocor-se o mois proximo possíveI do pessooI
de obro do empreso, funcionondo mois como oIquem que froboIho ¡unfo e oferece
suqesfôes do que como um confroIodor exferno. Todos os procedimenfos reoIizodos
peIo empreso de formo pre¡udicioI ò quoIidode (conforme previsfo nos condiçôes
confrofuois), devem ser reqisfrodos peIo fiscoIizodor e discufidos com os
responsoveis no empreso de formo que ¡unfos possom oIferor o que for necessorio
poro qoronfir o quoIidode/conformidode (oçôes correfivos).

ii) Audiforio

PeoIizodos periodicomenfe com o ob¡efivo de ovoIior o operoçôo do Sisfemo
do CuoIidode do Empeso. Todos os observoçôes devem ser reqisfrodos em
documenfo semeIhonfe oo dos oudiforios poro codosfromenfo de empresos, sendo
os informoçôes mois reIevonfes ufiIizodos poro reoIimenfoçôo do codosfro. As
oudiforios poderôo ser feifos por equipes do DICUAL/SP, devidomenfe preporodos
poro o funçôo ou por equipes exfernos.

iii) AvoIioçôo de Desempenho

PeoIizodo oo finoI do Empreendimenfo peIo responsoveI peIo confrofo, com o
ob¡efivo de ovoIior oufros ospecfos do quoIidode do Empreso no Empreendimenfo
em quesfôo, como: prozos, opresenfoçôo do documenfoçôo, denfre oufros. As
informoçôes decorrenfes desfo ovoIioçôo fombem devem ser repossodos oo
codosfro do formo o compIefor os informoçôes sobre o empreso o serem
consuIfodos em sifuoçôes fufuros.

33ó Auditoriu

Serôo necessorios, bosicomenfe, quofro fipos disfinfos de oudiforios, quois
se¡om (i) o oudiforio reoIizodo no Empreso (se necessorio em um confeiro de obro
onde eIo esfe¡o operondo no epoco) com o ob¡efivo de ovoIior seu Sisfemo do
CuoIidode poro fins de codosfromenfo, (ii) o oudiforio reoIizodo no Empreso em
fose de pre-hobiIifoçôo poro o Iicifoçôo com o ob¡efivo de cerificor se o mesmo
possui Sisfemo de CuoIidode copoz de qoronfir os exiqêncios dos condiçôes
confrofuois do Empreendimenfo em quesfôo, (iii) o oudiforio reoIizodo no
Empreso/obro com o ob¡efivo de ovoIior o operoçôo do Sisfemo de CuoIidode do
Empreso e iv) o oudiforio feifo coso ho¡o oIqum probIemo crífico no imoveI
percebido opos o início do uso. Mesfe úIfimo coso o ob¡efivo do oudiforio consisfe
em idenfificor o couso do probIemo e os responsobiIidodes, indicondo, em sequido,
oçôes correfivos.


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337 Detectuçdo de ndo-conformidudes

A defecfoçôo de nôo-conformidodes e reqisfro dos mesmos deverôo ocorrer
requIormenfe oo Ionqo do operoçôo do Sisfemo do CuoIidode do Esfodo de Sôo
PouIo nos sequinfes sifuoçôes:

(i) quondo do reoIizoçôo dos oudiforios com finoIidode de codosfromenfo dos
empresos ou ofuoIizoçôo dos informoçôes codosfrois:

(ii) quondo do reoIizoçôo dos oudiforios com finoIidode de pre-hobiIifoçôo poro o
Iicifoçôo:

(iii) quondo do reoIizoçôo dos oudiforios periodicos oo Empreendimenfo poro
ovoIioçôo do operoçôo do Sisfemo do CuoIidode do Empreso:

(iv) dio-o-dio no ofividode do fiscoIizodor do obro (que verifico se o Sisfemo do
CuoIidode esfo operondo conforme previsfo), e

(v) opos o início do uso, quondo o usuorio percebe oIqum probIemo crífico e demondo
oudiforio poro esfudo-Io.

Cuonfo mois os nôo-conformidodes forom defecfodos e os soIuçôes
encominhodos em foses correspondenfes oos primeiros ífens cifodos, menores
serôo os perdos (cusfos, fempo efc.) e mois simpIes os soIuçôes.

33ß Aç5es corretivus

Cuondo os nôo-conformidodes forem percebidos nos ífens (i) e (ii) do ponfo
onferior (4.3.9), os oçôes correfivos deverôo consisfir no fronsmissôo do reIoforio
dos oudiforios poro os empresos de formo o orienfo-Ios no senfido de oprimororem
seu Sisfemo do CuoIidode, indicondo os ifens probIemoficos e, quondo possíveI,
suqesfôes perfinenfes (oçôes correfivos).

Cuondo os nôo-conformidodes forem percebidos peIo fiscoIizodor do oreo em
qeroI consisfirôo do reoIizoçôo: de procedimenfos de formo diverso doqueIo
previsfo nos condiçôes confrofuois do Empreendimenfo e pre¡udiciois ò suo
quoIidode.

As funçôes do fiscoIizodor, serôo ossim definidos: (i) oIerfor os responsoveis
peIos procedimenfos sobre o nôo-conformidode, definindo, ¡unfo ò eIes, oçôes
correfivos, ocomponhondo o suo impIonfoçôo e ovoIiondo os resuIfodos sobre o nôo-
conformidode e (ii) reqisfror e encominhor ò DICUAL/SP fodos os informoçôes


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63
reIofivos ò defecfoçôo de nôo-conformidodes, definiçôo de oçôes correfivos e
ocomponhomenfo do suo impIonfoçôo e ovoIioçôo.

A percepçôo do nôo-conformidodes no Sisfemo do CuoIidode do Empreso por
porfe de oudifores devero ser ocomponhodo de umo reuniôo ¡unfo oos responsoveis
peIo quoIidode do empreso, onde serôo definidos oçôes correfivos sobre o Sisfemo
do CuoIidode (do Empreso). O ocomponhomenfo do impIonfoçôo e ovoIioçôo dos
oçôes correfivos devero ser reoIizodo peIos proximos oudiforios, o serem
proqromodos com infervoIo de fempo menor que o inicioImenfe previsfo e definidos
conforme o qrovidode do nôo-conformidode (peIo oudifor). Todo o processo deve
ser reqisfrodo e encominhodo o DICUAL/SP.

Por fim, os nôo-conformidodes percebidos opos o início do uso do imoveI
deverôo ser ocomponhodos de oçôes correfivos o serem definidos e neqociodos
enfre usuorios e consfruforo - com porficipoçôo do
DICUAL/SP/EMPPEEMDIMEMTO - em funçôo dos resuIfodos do oudiforio.

Todos os informoçôes reIevonfes sobre o empreso deverôo ser ufiIizodos
poro compIefor o codosfro do DICUAL/SP.

34 MunuuI du QuuIidude

E indispensoveI o eIoboroçôo do monuoI do quoIidode, enqIobondo o confeúdo
dos ífens onferiores, copio dos normos M8P I9.000 e de oufros documenfos de
referêncio imporfôncio, como o reIoçôo de fodos os normos exisfenfes poro
requIoçôo dos ofividodes de consfruçôo hobifocionoI e de fodos os produfos que ¡o
sôo cerfificodos no poís. O monuoI fombem deve confer copio de fodos os
formuIorios de reqisfro cifodos nesfe froboIho.

3b Apoio à normutizuçdo e à certificuçdo

E inferesse do Esfodo de Sôo PouIo e devero fozer porfe de suo poIífico o
opoio ò normofizoçôo e ò cerfificoçôo de produfos e serviços. O qoverno do Esfodo
de Sôo PouIo podero confribuir nesfe processo de duos formos bosicomenfe: (i)
exiqindo dos empresos que so usem produfos cerfificodos quondo isfo for opIicoveI,
que execufem fodos os procedimenfos conforme os normos e cerfifiquem seu
pessooI ¡unfo oos orqôos poro foI quoIificodos e (ii) que esfobeIeçom convênios e
froboIhos con¡unfos com orqôos de cerfificoçôo e normoIizoçôo
(A8MT,IMMETPO,...).

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além deste. < $ $ . 7) < $ " F ' GKGGG AJLL . # 'K G G G 5D 2 8 " 2 $ 4 F." 0 $ 3 .7 ." 0 J 5F $ 7 F % $ 4 < 28 < 3 Há. $ : 4 $ $ 4 8 : $ A 2 $ B 0 . 13 . # 2 !" /0 " < $ 4 < < F : AJLL < 5D B 7 * 8 $ < < $ $ 2 CF $ * 2 " * * $ < $ F7 . 4 As NBR 19000 são a base do Sistema Nacional de Certificação administrado pelo INMETRO e são idênticas às ISO 9000.13 3 $ 26 $ 0 $ A < (+'+7 ! . na Petrobrás. $ I$ " ) # $ *. como veremos. o cadastro de fornecedores de materiais e equipamentos. operado pelo SERMAT. 7) % ! " 3 % 5 (+'+7+' 3 2 $ $ $ 4 0 $ < $ $ $ $ C $ $ FC'D 4 2 * . $ $ 26 H$ $ < : $ F $ C F $ D $# $ 7 "1 / 8 2 $ 26 1 7 A 2 * B B 7 2 0 2 $ < 2 7 ." 0 .

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15 . : . B7 $ ." 0 $ $ $ 3 7 5 ! . 26 ! " "= 6 /0 2 8 < G ." 0 " 7 $ $ $ E $ $ F." 2 < $ $ /0 $ C $ $ $ < $ 7 2 6 # ' GKGGG $ $ $ $ 26 $ 2 < D $ 7 $ $ % Não confundir este acompanhamento de solução de pendências com a inexistência de uma série de casos de rejeição direta da empresa." 0 < $ C $ . A B 7 0>J 26 8 0 D $ * $ $ 2 2 $ $ 26 F # $ $ < $ B F $ $ " 9 $ $ 26 < 4 ) $ * $ . $ 0 ) 7 2 $ 2 $ A 2 + $ F 26 < A E . < (+'+7+7 7 . " 0 J (4 % 7 $ . < $ 7 F> $ $ . < < 4 A $ : $ 2 < * : F .15 $ * D D 26 < 2 : $ 2 : $ $ $ 3 < 3 4 7 H$ U 7 2 $ $ 7 $ < # 2 ( # A $ 0 ( 26 $ $ $ 26 7 2 2 .

* $ ' GKGGGT $ $ $ $ $ ! . $ 2 2 2 $ * $ $ $ F $: $ : < 26 < 7 $ < $ $ $ 2 2 $ 26 $ 2 0 . # / " ! . 16 . 2 $ $ C 7 4 7) D 3 (+'+7+: 0 $ 2 $ B 7 $ ." 0 : $ 7) $ * 2 A . $ $ . ." 0 < # $ 4 2 7 < $ $ < A # 2 $ < 6 O sistema anterior já tinha referência nas ISO 9000 mas não era inteiramente adapdado à elas.16 #" #" D $ #" $ >% 0 % 2 8 * $ $ % 2 2 2 $ $ 2 $ 7 $ 7 $ C $ $ $ $ 7 $ ( 3 2 F 2 2 $ 7 2 B $ $ * 7 . $ < D 26 2 C * $ $ 26 $ : : $ $ $ . 2 .

$ 0 # A $ @* $ # $ * $ ) $ < 7 $ $ 2 2 $ # 0 $ $ # $ * 2 $ ) $ 7 7 * 26 2 $ E ) . $ $ $ # $ * B $ 26 : < # A B $ * C 2 DE 7 $ 2 . 7 0 $ C' G K G G G D $ C< $ D C 26 D $ $ 4 : ( ( $ 2 4 C3 7 . A 2 # $ A $ 02 $ D ) 26 A 3 < D D D $ * $ $ * $ * 3 $ D . $ 2 CF V# A FD < $ $ < $ $ * < < # $ < $ 7 $ 3 2 * $ 17 . . $ .17 4 8 $ $ $ 0 $ ) $ 4 2 : ( 2 . $% .

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23 7 . $ 7 $ 7 2 $ 7 $ A C0 .3 . ( A 2 . 0 4 ) $ * $ B 7 2 $ $ . 7 .= $ 7 $ 8 Prazo prorrogável a critério da Comissão.= $ E $ $ $ 7 7 $ A 7 $ $ 4 . 7 2 $ 0>( 0 $ < 7 < . 2 . $ 7 % 7$ $ 7 2 2 $ 7 : B 7 < < B 0 B 7 $ < C D $ 7 6 C D 7 7 . $ $ .3 . 7 $ $ 26 $ D A < $ 2 8 2 $ * 7 $ < B 7 $ . 23 . 7 $ B 7 2 $ : 7 $ $ $ $ 2 $ 7 2 $ .= $ < F $ " 0$ 7 $ $ 2 $ 3 7 $ $ $ CD : A .= A $ E 8 $ A 7) 26 A 2 $ E 7 F JK 'F 7 L 7 $ $ 7) I .3 . : 7 JK / A 2 $ 7 2 $ 2 .3 .

3 .* A $ $ 0 $ $ * 24 . > + 2 $ E 6" ? ! $ < $ $ 30 * / $ $ < 2 $ $ 8 / $ 7 2 < # .= $ 6 $ $ 2 A $ $ $ $ 2 2 $ $ $ 7 4 ( < $ ) > 3 2 26 $ 8 $ $ # < 2 A $ .3 .3 < $ (+(+( $ # 7 A 8 # 2 $ < ) < $ $ * . 2 . . ) .24 (+'+: +7 3 $ < : 0 A $ 2 . /0 !" - # 8 + $ . 0 $ 5G G G G $ / . .* * 4" 6 .= # < $ $ 7 $ $ 2 $ $ $ $ $ 4 7 $ 7 4 $ # 7 7 < 8 $ < 2 $ # A 8 $ $ # < A $ : 8 (+( (+(+' !" ! .

: $ . $ . . # . $ . : 7 : I $ . 0 / ) . ) $ $ $ # $ 7 * $ 7 $ < $ ) $ $ 7 . 7 7 C $ $ *.# + FD 26 D 3 $ /D ' . 7 2 A 2 C $ * < 0 : CF . 7 2 0 < . .25 7 $ < < 2 $ < < 26 $ $ < : < . $ . $ $ . $ 3 $ $ : 7 2 . 7) $ F $ '' $ #0 < # #0 I #> $ # 7 $ # ($ $ A 2 25 . 2 $ $ $ 7 F0 26 : ' 3 # $ . . $ $ D 3 < . $ $ $ + $ " < C $ < . ) $ $ $ : $ 2 7 $ 0 J 0 $ * % % A $ $ $ . . $ F $ 7 $ I F $ 2 F * . . 2 ) 8 A 2 $ 2 .

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há 18 laboratórios privados credenciados pela AFNOR para certificar materiais e equipamentos. por exemplo. # 1 2 ) < 2 ) 2 D 8 B < B7 4 A 2 < 2 $ $ % < $ A < $ < $ < . enquanto as normas são as mesmas Na França. < Y 7 MD $ 7 $ < ( $ $ $ $# $ $ Y # $ C DFC0A $ Y $ < < $ Y< F : C 4 F A 2 + ( "*4 F "* 4 $ 0A F $ 2 *7 MD% $ * J+ J( F 2 2 * Y : 7 : 2 0 $ 2 2 6 Y% . 35 . no RS.35 < C/D 0 $ C1D 0 ) / $ $ 2 $ ) $ $ 2 < 2 $ 7 C5D $ $ C9D 0 C FC D < $ ) $ $ 0 7 $ C'D + C/D C1D + C5D C9D CTD F A 2 < $ + $ Y Y # # [. J < $ Exemplo: A brita. é totalmente diferente da brita na BA. Praticamente tudo é certificado. # .

6 ! /0 ! . (+7+'+' $ $ $ < * 2 3 $ * $ $ 7 $ $ 7 $ 2 # $ < < 2 $ % ! 1 /0 . $ * 2 $* < $ $ *7 /D A 2 ) $ < $ * 4 F ) A < $ $ 4 2 $ * AF $ 7 F $ $ $ . F 7 $ F < # $ $ "1 /8 $ 2 $ $ $ $ .36 #+ # . < #0 # $ (+(+E . 0 # # # # 26 F 9 $ $ B 7 $ $ < $ # # * $ . C'D 3 $ 2 C/D FC D B $ $ $ < # $ < $ C1D $ $ < .* < $ $ A $ $ $ 36 . $ $ < # < $ $ 0 # 4 $ 26 $ $ $ # ! 30 $ 7 A6 $ 2 $ $ 7 $ B 7 7 . $ < $ $ $ $ $ F C0A $ 8 $* < . F# < (+7 (+7+' !" ! " .

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$ $ ? . $ < $ F 6" . . A 2 $ / . $ 2 >+ 8 $ . $ . 7) * $ < !" @ 8 < ( 6 F " . um Sistema de Controle da Qualidade elaborado conforme as IS09000 ofereceria soluções preventivas (e corretivas) para pelo menos o segundo problema mencionado.46 D 7 6 A $D $ 2 $ $ < 26 ? $ $ 2 2 $ $ 2 7 @ : 2 < $ B $ $ * 0 A 2 $ $ 2 A $ F 6 0 $ : ) $ < D $ < 0 $ . 0 $ A 2 $ 6 3 B 26 A 2 7 $ @ $ C . A 2 Como sabemos. * 2 2 < 7 $ $ $ $ # * $ # : 0 *# ) $ 8 $ $ 28 $ 2 2 * 7 $ 2 (+: +7 #" /8 ? < 7 . .% < $ 2 D 0 ? 2 . 46 . $ 6 ) < C 7 $ < 8 $ 2 $ 7 2 2 . 7 2 C H$ # $ 2 'D $ C . @ $ .% 7 D $ $ A 2 26 $ $ < $ .

Hilf possua esquema sistêmico para comprovar/garantir destas firmas o cumprimento das normas. 7: $ . < 7 $ $ * 3 " * $ 0 $ $ 7 $ # 2 $ * .$ $ 3 4 Não parecem dispôr sequer de esquema materiais de terceiros em fabricação. $ " $ .7 < 0 $ A 2 $ $ 5 $ ! $ < $ 2 < A ? < @ $ $ $ A .47 0 2 2 < ? @ $ < $ $ : $ < 2 1 A . $ A $ $ . A6 $ $ $ $ 7 $ . 47 . para inspeção dos Também não parece que a Wrobel.* < C 2 8 ? 7 $ C 2 @ D $ $ ) B $ " A6 * $ < $ A $ $ * D ? $ $ $ 2 6 8 8 @ $ 2 $ : 7$ 8 A 2 $ 0 $ 26 $ $B $ J$ C A 2 $ $* 2 $ $ $ . < $ 8 8 $ D F < I$ * $ 26 26 F . $ $ 7 $ ? # 2 $ @ : " * $ J J B D 7 $ $ * $ 2 < " $B @ C $ : $ $ .

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.Em texto do 1 Congresso de Sistemas da Qualidade do IBP (Osinski, Couto e Guaragna; "Qualidade sob as óticas do proprietário e do executante") é citado o caso do fornecimento de dois fornos de craqueamento de nafta pela Montreal à COPESUL. Foram feitas, por esta última, uma série de exigências com relação à qualidade. Como resultado do cumprimento dessas exigências, a Montreal conseguiu realizar os serviços de montagem do forno 11F14 em 14 meses (contra os 15 meses previstos) e do forno 11F15 em 10 meses e nove dias (contra os 11 meses previstos). C onsiderando que um forno de craqueamento nafta produz um incremento da ordem de US$ 56.000/dia de operação no resultado líquido (antes do imposto de renda) da companhia, pode-se obter uma estimativa preliminar do que significa esta redução do tempo de montagem. O mesmo trabalho apresenta outros ganhos, para as duas partes, decorrentes da operação com um Sistema de Controle da Qualidade. 2 O único motivo não diretamente comercial que parece ser também relevante para definir a implantação de um sistema de controle da qualidade é a necessidade de uma empresa recuperar
49

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51 (+A +7+' 0 " 7 $ $ C % 7 4 $ : C $ " $ $ 4 $ $ < $ $ D B < $ 5D 7 $ 3 07 Z# O ( ' ( '' '/. 0" 0 0. 0 (0 04 0>( 0 /' // /1" /5. 153 7 7 5 3 . 0 (` 0X_ 3 1'0 1/( 11. 3 7 $ A 2 0 . / $ 0 'K MLD . .3 > 3 . Como já foi mencionado.3 X_ 3 + 4 9G # #4 0 7 < 7 ( 0 0 C( I % $ 0 $ 7Z . $ 6 2 ( 7 $ 26 4 " # 1 3 .3 > 3 3 " 3 $ A 2 4 $ " 26 5' 5/ 51> 55 9 3 4 2 2 0 " 2 2 26 . 3 . 51 . ambos os documentos são elaborados pela assessoria de Controle da Qualidade.3 3 .

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aproximadamente) para a consecução desta fase. É provavel que ainda seja necessário um bom tempo (um ano. '/ ' '/ / ( . 0" 0 0.53 '' ' '' / ( '' 1 . O( a 3 . 4 4 ( 3 JK G G G A 2 2 $ 2 $ ) 2 " 2 $ C . 0 (0 0 '9 3 .3 > 4 0>( 0 3 $ $ $ 7 $ < * $ $ 7 $ $ $ * 2 < $ 4 7 $ 2 $ $ C * $ 0 $ .7 $ 26 0X_ 3 4 2 . 7 '/ . I $ 26 $ ( 3 JK G G G 3 " $ $ 9D 8 A< % 7 $ < 2 C'D (+A +7+( !" 2 !" " . 53 . 7 0 < $ 2 0 < A '1 0 '1 ' '1 / '5 ( 3 .3 2 26 3 7 $ 4 " < . < $ 4 . 4 E $ ) $ $ 4 $ $ < $ $ $ $ * $ $ .7 DE $ : E E $ % # $ C/D C1D C5D 5 A 2 . 3 . (0 7 $ 2 . ! ! . " ( 3 >3 (0 0 .

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