Relatório da Administração 2010

Aos Sen nhores Acio onistas e à S Sociedade A admi inistração d J. Mac da cêdo S.A. (“Companh hia”) subme a aprec ete ciação de V.S.as o resultad do exerc do cício de 201 As dem 10. monstrações financeiras da Companhia indiv s viduais e consolid dadas são e elaboradas de acordo com as prá áticas contá ábeis adotad em nos País, das sso fundam mentadas na Lei das Sociedades po Ações e nas regulam or mentações e emanadas da CVM, d que estão em conformidade com as no ormas intern nacionais d contabilid de dade emitid pelo das IASB.

gem da Adm ministração Mensag

Em 201 concluím o ciclo de investi 10, mos o imentos par o aument da capac ra to cidade prod dutiva de massas, investindo também d maneira consistente na otimiza o de ação de nos malha logística. ssa Devem ser salienta adas, ainda, as diversa ações est , as tratégicas fo ocadas na e eficiência financeira da Com mpanhia, qu vão desd a gestão tributária, passando p ue de pela melhor da quali ria idade do endivida amento da Companhia até a imp a plantação do Orçament Matricial e a adequ o to uação da estrutur para a red ra dução de de espesas com foco na ef m ficiência. O ano também foi marcado pela finalizaç do proc ção cesso de pro ofissionalização da ges stão da Com mpanhia, co a contra om atação de Enrique Ussher co e omo novo C CEO em no ovembro, em substitu e uição a Amarílio Macê êdo, que assumiu a presidên do Cons u ncia selho de Ad dministração o. Mesmo com toda estas in as niciativas, f fatores dive ersos afeta aram os re esultados, como as c oscilaçõ do mer ões rcado do tr rigo. Tivem como desafios ao longo do nosso proc mos d cesso de investim mentos, os gastos ain elevado principa nda os, almente relacionados a rescisões Ainda s. assim, chegamos ao final d 2010 co resultad operacio de om do onal e Ebi itda superio ores aos alcançad em 200 dos 09. Nossas unidades fa abris de São José dos Campos, Maceió e Salvador tiver o M ram sua cap pacidade dução ampliada de man neira signific cativa, o qu nos asseg ue gura a estrut tura necessá para ária de prod levar ad diante a es stratégia de busca de maior espaço no me e ercado nacional de massas. É importa ante mencio onar, ainda os inves a, stimentos realizados n área de logística, com o r na e fechame ento do cen de dist ntro tribuição de Barueri e construção de uma n e o nova estrutu mais ura, modern e adequad às necessidades da J na da J.Macêdo, em São José dos Camp Com este novo e pos. CD, dem um pa mos asso import tante em no ossa estraté égia de otim mização da malha logí ística de distribu uição, reduz zindo a com mplexidade do sistem logístico e criando condições para a e ma o o s melhori da eficiên e do nív de serviço oferecido aos nosso clientes. ia ncia vel os A reduç de desp ção pesas com m melhoria da eficiência foi foco da Companhia ao longo de 2010. f a d Para is sso, fizemo a revisã complet de noss estrutura enxugan os ão ta sa a, ndo os exc cessos e racional lizando gastos. Avança amos em no ossa gestão tributária, o que nos coloca, atualmente, o em con ndições sem melhantes às da concor s rrência em termos de incentivos fiscais. Ao mesmo o tempo, trabalhamo fortemen a melho da qual os nte oria lidade do e endividamen da Com nto mpanhia, alcançan prazos mais largo a custos menos disp ndo os pendiosos. O Outro ponto fundamen foi a o ntal implant tação do O Orçamento Matricial como meto odologia orçamentária que nos trará a a

possibil lidade de, a partir de 2 2011, criar c ciclos virtuo osos de mel lhoria contí ínua no processo de planejam mento, cont trole e reduç de desp ção pesas. De ma aneira coer rente com a estraté égia de fo ortaleciment no mercado de massas, to desenvo olvemos, a longo d ano, ca ao do ampanhas de publici idade e m merchandisin onde ng mostram à consu mos umidora qu a qualida da farin Dona B ue ade nha Benta que e já conhe está, ela ece também nas diver m, rsas opções de macarrã Dona Be ão enta. Em ter rmos de lan nçamentos, a marca manteve em 2010, a tradição de trazer in e, , novações ao mercado, com as fari o inhas de trig Dona go Benta In ntegral e D Dona Benta R Reserva Especial em embalagem à vácuo, qu proporci e ue ionam, a um só te empo, maio valor agre or egado e ma benefício para o co ais os onsumidor, c como o aum mento do prazo d validade do produt Com re de e to. elação ao pricing, ao longo do ano, lidera p amos os aumento de preços em dive os ersas de no ossas marca e catego as orias, como estratégia que se o a mostrou efetiva par a proteçã das margens de cont u ra ão tribuição do nossos produtos. os acêdo S.A. inicia 201 com um estrutura mais enx 11 ma a xuta, extrem mamente fo ocada no A J.Ma aumento da eficiên e no for o ncia rtalecimento de uma cu o ultura de rig goroso cont trole orçame entário e redução de despe o esas. Nossa equipe e a está conscie ente das li ições apren ndidas em 2010 e comprometida com a busca de melhore resultado aumento da lucrat m es os, o tividade e melhoria m contínua do nível de serviço oferecido a nossos clientes e por cons a l o s e, seguinte, ao nosso a consum midor final. Agradec cemos aos n nossos clien e fornec ntes cedores, aos nossos fun s ncionários, aos acionist e tas investid dores, pela c colaboração e confiança. o

perm manece com seus preço finais m os influenc ciados por ações dos dois gover rnos: pelo controle do registros de export os s tação na Argentina e pela in ntervenção d governo brasileiro através de l do o a leilões PEP e de venda de seus a estoques.Macêd obteve r do redução de 3% na rece eita. 24. As margens ficaram m s melhores: 24 4. Em relação ao 3T10. no c ens. SD t OB o os preço se mantiv A safra de trigo n a nacional de 2010 teve um bom volume.3% em 2009. os preços d quarto trimestre s do t apresen ntaram o seg guinte comp portamento: no trigo argentino FO valores entre US$ 280/t e a OB. Mesmo com os bons preços do mercad internaci o b do ional foi necessá interven ária nção do Go overno Fede para ga eral arantir o pa agamento d preços mínimos dos m oficiais aos produt tores.5 m o milhão de to oneladas. As cotações dos contra futuros das Bolsas de Kansas e Chicago subiram a atos s s s aproxim madamente USD 50/t e entre 1/out e 31/dez reagindo à q quebra na s safra da Rú ússia e a valoriza ação de tod as comm das modities ag grícolas no período. respect sas m tivamente. o mo entina. com preços m apenas 1% inferior apesar d redução d 7.5% e 0.Dese empenho O Operacional DESEM MPENHO D TRIGO DO O No qua arto trimestr de 2010 o trigo ma re anteve a ten ndência de alta no me ercado inter rnacional iniciada em julho. J. s $ US$ 315/t e. com volume 19% men es nores. impact tada pelo vo olume 2% menor. ado SD U OB o america tipo “ha MERCADO DE C CONSUMO DOMÉST O TICO No segm mento de co onsumo dom méstico. rques de trigo argentin foram no retomad no início de dezem dos o mbro com a c colheita da nova safra. a al de m o receita caiu 7%. O merc cado de trig tanto no Brasil com na Arge go. no tr rigo naciona paranaen FOT. da de s édios de trig neste per go ríodo. A valori ização das commoditi agrícola e as preocupações com a gar ies as rantia de abasteci imento de a alimentos bá ásicos a baixo custo têm levado os governos a intervençõ cada m s ões vez ma freqüent no com ais tes mércio de g grãos e dif ficultado a elaboração de estraté o égias de abasteci imento das empresas privadas. Macêdo lider o aume M rou ento de preç com ços objetivo claro de p o proteção de suas marge No total do ano de 2010. a valorização acumula do trigo na bolsa de Kansas foi de 54% Os embar ada o %. . va al nse alores entre R$ 450/t e R$ 480/t.8%. ap e e proximadam mente 6 mil lhões de tonelada e com b qualida as.7% nos preços mé res. s segundo a A ACNielsen. J. e mesmo c com a produ utividade recorde e superaçã das expec ão ctativas inic ciais de col lheita de 12 para 14 m 2 milhões de to oneladas os veram próxi imos de US 300 por tonelada FO no porto argentino. consumo doméstico. Nas pri incipais fo ontes de ab basteciment da Com to mpanhia. O trigo e ano ard” foi cota entre US 275 a USD 330 FO Golfo do México. o que se deu atr e ravés de leilões de PE (Prêmio de Escoam EP mento de o) é ezembro o escoamento de 1. Os mercados tal d m de Farin nhas e Mass retraíram 2.Macêd no 4T10 caiu 2% im do mpactada pela red dução de 15% nos volu umes em rel lação à igua período d 2009. N ano de 2 No 2010. Produto que viabilizaram até 31 de de principa almente par exportaçã e em men volume para os mo ra ão nor e oinhos do N Norte e Nor rdeste do Brasil.9% no tot do ano de 2010 vs. a re eceita bruta da J. boa ade.

029 5.9% -15.396 43.447 7.456 147. me das ngiu 825.940 12. um crescim os e m e l mento de 4.3% 4.456 2009 485.4%   Vol ume de Ve endas (em tonelada ( as) 210 0.0% -10.8% -17. D mesma forma.0% -29.5% 5.3% 0.632 177.973 20.9 9 214. me esmo volum que no q me quarto trime estre de 2009.   Venda em tonela as/ adas Farinha Doméstica e Farelo a Massa Mistura para Bolo a Biscoito o Sobrem mesa Fermen nto Subtot Consumo tal o Outros Total J J.196 210.632 701.563 2010 X 2009 (% ) 7.0 mil ton neladas.2 mil toneladas.5% 4.8% -17.349 729.018 17.320 4T10 X 4T09 (% ) 2010 510.0% em relação ao ano ante erior.758 138. fechamo o ano de 2010 com volume de 729.124 50.Macedo 4T10 109.199 136.3 205.4% em relaç ao ano de 2009.431 21.962 391 160.893 10.971 46. fechamo o trimes com 16 os stre 60. excluindo o v % ção Da volume de outros.1% -64.256 5.103 1.649 33.285 1.138 985 324 160.4% -1.446 37.364 837.VENDA AS O volum de vendas total a me atingiu 177.0% -28. Exc cluindo o v volume de outros.1% -0. uma redução r O volum de vend total atin de 1.283 825.7% -18.418 1.5 m toneladas no total do ano de 2 mil 2010.1% -7.5% me enor que o mesmo p período de 2009.7 eladas no q quarto trime estre de 20 010.650 4T09 102.1% 6.282 5.3 227.6 177.7 4T0 09 1T10 0 2T10 3T10 4T10 . um volume 15.7% -49.173 96. mil tone .

Nos últimos m meses. impacta por uma redução d 2% nos p ada a de preços. bu uscando vol lumes com margens sa audáveis. ma impactad pelo volu 17% as da ume menor e por preço 22% mai os iores. Em relação ao mesmo período de 2009.5% menore que o es ano de 2 2009. teve impacto n volume.0% em v volume.9% da receita d Compan da nhia no 4T10. A participaçã de merca da J.6% no período. Mantive emos nossa estratégia n “categor na ria-foco”. re o as.M Macêdo con ntinua segui indo a estr ratégia de melhoria d rentabilidade do da negócio de Farinha buscando o equilíbri mais saudável entre volumes. . No to otal de 2010. na médi móvel de 2009 em r ia e relação a 20 010.2% p 35.7% e compara ziu em ação com o 4T09. A parti icipação de mercado d J. 2010. Em relação ao 3T10. a par rticipação d Companh neste se da hia egmento esteve e estável. o io eceitas e ma argens. 0. J. nto pação de m mercado da J. Massas representar ram 26. rece e volum reduzira 7% e eita me am 22%. a receita r reduziu 7% e o volum 15%. No 2 ssas apresen ntou um crescim mento de 2% e os volum crescera 6. a receita de Mas % me. para vel Este seg gmento rep presentou 10. por meio do reposicionamen das mar nto rcas e da concentraçã das açõe em segm c ão es mentos e er lor o. R no Receita caiu 11% e u volume 19% comp parando com o mesmo período de 2009.5% da re eceita da Companhia n 4T10.Macêdo s subiu de 26.CONSUMO C O Far rinhas: Segundo a ACNielsen.Macêdo caiu de da o 38.5 enquan a particip 5%. Os volumes red v duziram em 4% em relação ao m ano de 2009.0% para 26. N total de 2010. se egundo a co obertura AC CNielsen. ento de pre eços no per ríodo em função da pressão nos insumo como tri os. igo. cacau.Macê caiu êdo 2%.8% considera aiu % ando a médi móvel de 2010 em relação a ia e r 2009.Ma ão ado acêdo caiu de 11. Em relação ao 3T10. No total e no de 2010 a receita de Mistura recuou 5% enquanto os volume foram 7.1% em relação ao ano de 200 % mes am m o 09. houv queda m e ve de recei e volum em 15% e 20% res ita me spectivamen O aume nte.3% d para 10 0. as % o es . seg gundo a AC CNielsen. Comp parando ao 3T10. a recei de Farin ita nhas Domé ésticas recu uou 7%. regiões em que é possível obte maior val agregado Mis sturas: O mercado de Mis sturas aprese entou cresc cimentos de 2. re espectivame ente. vel s. se retra em 0. o volu o ume total d mercado comerciali do o izado de Fa arinhas Dom mésticas caiu 2. O merca de Farin ado nhas Domé ésticas repre esentou 38.1 da receita da Comp 1% panhia no 4T T10. enq quanto o vo olume reduz 10.DESEM MPENHO P POR LINH DE PRO HA ODUTO . açúcar. a rec ceita aumen ntou 1%. A receita da J. Ma assas: O merca de Mas ado ssas.9% no ano móv 2009 vs 2010.9% no ano móv 2009 vs.

O segm mento de F Fermentos. enquan o volum foi 3% menor.7% da rece % eita da Com mpanhia no 4T10. o apresen ntou redução de 10% em receita e d 10% em volume em comparaçã com o 3T o m de m ão T10.2% da receita da Compa % a anhia no 4T10. qu represen ue ntou 5. teve redução de 11% na receita e de 16% em v o a volume em comparação ao 3T10. a aumentou 6 66%. ain em funç da mud nto me nda ção dança de fórmula das gelatin compar a nas. o A recei do segm ita mento de So obremesas. que repres sentou 1.Out catego tras orias: O segm mento de Biscoitos.9% da receita d Compan d da nhia no 4T10. que represe entou 3. . rados ao 3T10.

p.9 3. (3.5 0.7% 2009 2010 X 2009 (% ) 346.5 p. 1.7 33.7 31.7% Fermento 2.7 0.8% Composição da Receita Bruta 2010 C 0 Massa a 25.9 -4.346.Desempenho E Econômic co-Financ ceiro PRINC CIPAIS IND DICADORE ES   Contro oladora Receita Bruta a Receita Líquida de I a Impostos Lucro B Bruto Lucro B Bruto/ Receit Líquida (% ta %) Resulta antes do I ado IR Margem Operaciona (%) m al EBITD DA* Margem EBITDA ( m (%)* 4T10 327.5 p.1% 1.0 milhões ões.2 18.7% 0.9 -0. p s s preservando nossas o margens s.9 p.4% % Outros O 16.6 1.8% 368.7% 4T09 4T10 X 4T09 (% ) 2010 1. O gráfic a seguir ilustra a co co omposição d receita br da ruta da Com mpanhia nos anos de 20 e de s 009 2010: Composiçã da Receita Brut 2009 ão ta Massa 26.p.3% 298.2 4.p.2% +0.3% Farinha Dom méstica e Farelo o 36.3% inferior aos R$ 346.8% -0.p.9% 30.4% +0.3% 13.2% +0.1 p.7% 2.p.5% Sobremesa 2.1% Biscoito 5.0% 3.8 286. do a me do e colocação dos aum mentos de p preços.7% mesa Sobrem 2.5) N/A -1.7% % Fermento o 1.158.0% 92.3% 31.p. registrad no 4T0 refletind a queda de volum vendido no início d trimestre com a dos 09. em função dos aumentos do trigo.9% 43.1 166.179.2% Outros 14.5 1.9 3. 5.3% 1 .0 -5.8% Farinha Doméstica e Farelo 38.2 18.8 96. 37.347. * 12 últ timos meses RECEI ITA BRUT TA A recei bruta no 4T10 tota ita o alizou R$ 3 327.9% Mistura para Bolo 11.8% +2.2% 43.6 1.8 milhõ 5. 37.5 p.3% Biscoit to 5.2% +2.6 369.3% Mistura para B Bolo 10.8 p.0% 3.

9 R No tota do ano d 2010.2 mi R$ ilhões. No total do ano. .4% RECEI ITA LÍQUI IDA A receita líquida d J.0% em 4 relação ao mesmo período de 2009.9 9 276. equi ivalentes a 66.8 286 4T09 1T10 2T10 3T10 3 4T1 10 CUSTO DE BEN E/OU SERVIÇOS VENDIDO OS NS S OS Os custo de bens e os e/ou serviço vendidos no 4T10 to os s otalizaram R 190.2 302.Com posição da Rece Bruta por Reg eita gião Centro Oeste 5.3% da receita líquida.3% Sudeste 36.8 s da recei líquida) r ita registrados no ano de 2 2009.2% 9. c % comparados aos R$ 206.2% da receita líquida) s 2 ões registrad no 4T09.8 milhões no 4 da do R$ 4T10.8 298. ntes % a omparados aos R$ 789 milhões (68. os custos de bens e/ou serviços v milhões equivalen a 68. ap pesar da queda d volume to do otal.1% Sul 9.7% da receita líquida. houve cr e rescimento de 1.3% Norte 5.8 6.8%. co s.9% Nordeste 43.7 milhõ (69.Macêd somou R 286.   Rece eita Líquida a (R $ milhões) 313. uma queda de 4. dos al de s vendidos tot talizaram R$ 809.

0 0 0. . Excluin o impac de outras despesas/r ndo cto s receitas e de depreciaçã e ão/amortiza ação.0 0 0.9 9 2 94.0 0 0.3% da receita líquida do mesmo pe tes % eríodo. 93. mais do os ços 0 o dos que neu utralizando a queda do volume. imento de 0.3% da rec ceita líquida a).7% da receita líquida do mesmo per ríodo.0 0 0. No período. dev s s vido princip palmente ao fato da cap ptura dos aumento dos preç no 4T10 ter sido superior ao impacto do aumento d custos.7 92.0% -10.9% abai dos R$ 9 ixo 92.3% 3 30.0% 33.1% da receita l 345. cor rrespondent a 29. um acréscimo de 4.7 7 92.2 milhões registrados no 4T09 e 2.0% 40.4% abaixo % dos R$ 350. 1.8%. No tr rimestre.0 0 0.0% Lucro Bruto e % da RL o (em R milhões e em %) R$ 35 5. No total do ano de 2010.0 0 0.0 0 0.0 0 0.7 s e ste epresenta 31. este luc represen 33. As desp pesas gerais e administ s trativas são impactadas por despe esas com pe essoal e serviços de terceiros. 86. 4.2 84.7 milhõe registrado no 4T09 (31.LUCRO BRUTO O O lucro bruto do 4T foi de R 96. . co onsistente co nossa li om iderança no aumento de preços d com o o objetivo de proteção d margens de contrib das s buição dos n nossos prod dutos. repre esentava 31. represen ntava 30. correspon 9 ndentes a 31.2 9 95. No total do an de 2010.7% d receita lí cro nta da íquida enqu uanto no me esmo período do ano anterior.0 0 0. 2.0 0 0.8 .0% da r es os receita líqui ida). o luc bruto fo de R$ 36 l e cro oi 69.0% 30.9 9 84. corre espondentes a 30. es lucro re 8.7% % 30.3% d receita líquida enqua da anto no mes smo período do ano an o nterior.8 milhões.6 m milhões.5% que o 3T10.3% em 0 relação aos R$ 368 milhões registrados no ano de 2009.7% da receita líquida do mesmo s período.8% %.0 0.0 0 -10.8 8% 30.2 mil R$ lhões. as desp pesas do 4T10 fo oram de R 88.3% % 32.7% 31.7% 40.7 milhões um cresci s. as despesa operacion totaliza o no as nais aram R$ (31.8 milhões re % os egistrados no 4T09 n líquida).4 96.8% 30.0 0 0.0 0 0.9% em r a e relação aos R$ 92.0% 93.7 mil T10 R$ lhões.5 milhõ registrados no ano de 2009 (30 ões 0.2% abaixo do R$ 92.1% 29.   0.7 1T09 2T09 3 2T10 4T0 4T0 9 09 1T10 3T09 09 3T101T10 10 3 4T1 ESAS OPER RACIONA AIS DESPE As desp pesas operac cionais do 4 4T10 totaliz zaram R$ 90.

5 5) (2.9) (27.2% (345.8 -8.8) (64.2% % 3.3 3) (26.6) (2.7% 6.2% 15.0 40 0.6% 12.1) (3. os ominanteme ente indexados a TJLP houve P.7% da receita líquida inferiores em 0.8 -2. R milhões (29.0 ) (6.1) (12.7 m 10.2% % (6.3) -21. de e zo.7 (27.0% 30.4% da receita líqu s a uida).5 345.4% N/A -1.0% -11.  De spe sas Opera e acionais 4T1 0 4T09 4T10 X 4T09 (% ) 2010 2009 2010 X 2009 (% ) 2 Venda as Gerais e Administ s trativas Honor rários da Ad dministração o Depre eciação/Amo ortização Outras despesas/ receitas s / Total (58.5% (235.6% 12. também excluind o impac de outr despesa do cto ras as/receitas e de deprec ciação/amor rtização. s RESUL LTADO FIN NANCEIR LÍQUID RO DO   Result tado Finance iro e 4T10 4T09 4T10 X 4T09 (% ) 2010 2009 2010 X 2009 (% ) Receita Financeira as as Despes Financeir sas ras Total 3. d compara com R 3. as d a despesas op peracionais. No total do ano.5) % -2.3 milh ado R$ hões no 4T0 Apesar da redução de juros médios pag pela 09.6 6 8) (92.9) (93.9% No 4T1 a J.4% Despesas Operacionais e % RL s (em R milhões e e %) R$ em 400 0.3% 350 0.1% 14.2) (9.2% a acima do an anterior.9) (241.2) -96. fo oram R$ 338.0 -10.7) (3.Macêdo registro resultado financeiro líquido de R$ 3.4 a). as despesas lí l íquidas fina anceiras fica aram 6.6) (350.7) (11.1 (30.6 300 0.0 m milhões (28.4) 19.7% do ano de 2009 de R$ 340.7) (1. ou o o e milhões de despesas.3% 29.1% -5.9) 0.8 (7.7 7) 2.9 9) (1.0% (95.3% 2.0% (11.5) % (5. no .4) % 3.4) % (0.7) 0.7) ) 3.5) 5. o gos Compan nhia em fun nção de sub bstituição d dívida de curto praz bastante indexada ao CDI.6) -23.1 (90. aumento do endivid o damento líq quido no per ríodo. e para rec cursos de lo ongo prazo juros fixo ou predo o.0 200 09 2010 2 Na com mparação do total do ano de 2010 c o com o ano anterior. com a algum ganh de eficiên neutral ho ncia lizando os impactos i dos diss sídios e de i inflação dos serviços.

RESUL LTADO OP PERACION NAL E EBITDA Como c conseqüênci dos aspe ia ectos comen ntados previ iamente .3% No total do ano.7% 2. J.1 9.3% 3.2% da r s receita líqui ida) no ano de 2009.6 8.0 7. com margem líquida de 1.6 1.9 11. 6.5%. o l %. ac cima dos R 6.5 milh R$ hões. o luc líquido registrado no 4T10 cro n foi de R 6.8 milhões. O valor do a foi superior ao acu o ano umulado de doze meses repo e ortados no t trimestre an nterior de R$ 42.2 milhões (3. com m margem líqu uida de 2.2 3 LUCRO LÍQUIDO O Devido aos aspectos operacio onais citado anteriorm os mente.1 13.3 11. 4.5 milhões.3% 2. dos O EBIT TDA (lucro antes dos juros.4 3.Macêdo en ncerra o 4T com T10 lucro o operacional de R$ 2. deprec ciações e am mortizações) do 4T10 totalizou t R$ 7.   0 EBITDA e Margem EBITDA A m (em R milhões e em %) R$ 8. to otalizou R$ 43. lucro líquid foi de do R$ 17.8) 43.9 milhõ (margem de 3.5 milhões.4 (1.0% % 0 12.6 10.6% 0 4.5 37. No total de 2010. impos stos.1 9.9 20 009 5.7% da receita líquida).1 milhõ $ ões.0 milhõ no mes R$ ões smo período do ano pa o assado.8 -2 4T09 9 1T10 2T10 3T10 4T10   Re conciliação do EBITD Contro ladora o DA cro onal Luc operacio Dep preciação/ A Amortização Custos o Dep preciação/ A Amortização Despesas o Res sultado Finan nceiro Equ uivalência EB BITDA 2010 2 13. comparado com o p 5 o prejuízo de R$ 3. su $ ões m uperior aos R$ 37.5 milhões e m registrad no 4T09.4 12. 5 m e .

48 1 0.ENDIV VIDAMENT TO   Dívida Líquida a 201 10 200 09 2010 X 0 2009 ( ) (% 3T10 2010 X 3T10 0 (% ) Curto Prazo o Empré éstimos e Fi inanciament tos Debên ntures Longo Prazo o Empré éstimos e Fi inanciament tos Debên ntures Total Endividam mento (-)C Caixa e aplic cações Dívid Líquida da   64.1) -24.0% 15 54. No total do ano de 2010.1% N/A -4.8% 2010 X 3T10 0 (% ) Indica adores Fina anceiros 201 10 200 09 3T10 Dívida Líquida/ E a Ebitda Dívida Líquida/ P a PL Endivi idamento/ A Ativo Total Nota: Indicado da Control ores ladora 1.26 0 1.9 8 15 51. ta como os de liquide e custo l ais s ez líquido da dívida cont tinuaram positivo neste período.5 158. sempr dentro do limites definidos pe covenan dos cont os re os d elos nts tratos de emprést timos e debêntures.2 2% 2010 X 0 2009 ( ) (% 63.1% 43.29 0 0.2% 3. te endo coloc cado em funcion namento a a ampliação d capacida na unidade de Salv de ade vador com uma nova linha de .2% m ro maior que dezembro de 2009.8% a d em relaç aos R$ 49.3 milhõe em inves ção es stimentos no ano anteri   o ior.1% -8.1 3 -2.75 1 0.9 9% (9 99.5% 28.26 24.2 -1.5 mi e ção ilhões.0% e relação aos R$ 7.8% maior que em r setembr de 2010 e 39.M Macêdo man nteve sua po olítica de in nvestimento em ampli os iação de cap pacidade instalad no segm da mento de m massas em suas unid dades de produção. INVESTIMENTO OS No 4T10.9 34.6) 76.5 94.1 5 39.3 -41. . um aumento de 46. o total de investimentos da J.0 m u milhões.1 1% 14. No trim mestre.Macêdo e imobiliz em zado princip palmente para am mpliação da capacidade de produç somou R$ 41.9 4 98.3 -100. longo prazo repr o resentando 57% do total.M e Macêdo em imobilizado para ampli i o iação da cap pacidade de prod dução somou R$ 11.7% 55.7 7 11 10.5% -24. . a J. co omparado co 28% no ano anterio om or.23 0.1 7 1% 31.9 8 86.3 (7 74.1% 0. Os indicadores fin nanceiros.6 6% 79.4 1 (98.5 94.41 0. o total de invest l timentos da J.1% 4.4 3 86.6 1 N/A N 29.0 3 30.2 -57.4 6 34.0% O endiv vidamento líquido da C Companhia no fechame ento do trim mestre foi 28 8.5 milhões m em em inve estimentos n mesmo p no período do a anterior ano r.25 0 18.6 0.9% -1. .3% -8. .4 29.0% 1.21 0 0. uma redução de 15. . 2 .1% 26.2% 38.8) ( 59. Hou alongam uve mento no p perfil da dív vida. por aumento d capital de giro e e r de d investim mentos.

cia Administração (CA AD). Foi iniciado. e os. Gove ernança C Corporati iva Em 201 a J. co a contratação de um novo om u CEO. E c Enrique Us ssher é egr resso da multina acional Motorola. com habilidad e comp m des petências c complement tares. 1 A Com mpanhia ma antém inve estimentos nas seguin ntes socied dades contr roladas: Te ergran – Termina de Grã ais ãos de Fo ortaleza Lt tda. O Conselh foi apoiado por cin comitê Auditori Marketing. a ia. .Macêd também demos um important passo no fortalecim do. Pe ho nco ês: ia. As movime entações d desses inve estimentos estão apr resentadas nas Nota Explicat as tivas às Demons strações Fin nanceiras. Alian nças e Par rcerias Destaca amos que a aliança de sete anos de parceria com a Bu e a unge Alime entos tem resultado r positiva amente par a compe ra etitividade e flexibilidade da C Companhia nos proce essos de originaç ção e moa agem de tr rigo e form mação conjunta de um rede d Distribui ma de idores e Mercha andising com mpartilhada a.massa longa e nov sistema d empacota vo de amento. Amarílio A Macêdo até então à frente da gestão da Companhi assumiu a presidênc do Conselho de o. consolidou a trajetória de profis a ssionalizaçã de sua gestão e ão g avançou no fortale u ecimento de sua Governança Cor e rporativa.   Este ano quando c o. d quais qu dos uatro são ac cionistas e c cinco conse elheiros externos de relevant experiên te ncia no me ercado. estes comit são imp tês portantes instrum mentos de ref flexão e aco ompanhame ento da gestão. tend presidid a subsi do do idiária bras sileira da empresa. além do c comitê da C Cadeia de S Suprimento Juntos. O CAD tem nove m D membros. Finanças e TI. completamo dois anos do lançam os s mento do Có ódigo de Éti e de Con ica nduta da J. e Pico da Cale o edônia Emp preendimen ntos. m m te o mento dos v valores. essoas e Gestão. prin ncípios e conduta esperados de todos q fazem parte da Com as s que mpanhia.Macêdo S/A c 10. C Com grand experiên de ncia no me ercado de consumo. n 4T10. o processo de startup i no e da nova linha de m a massa longa de São José dos Campos com prev é visão de pro odução no 1T11.

ários são chamad a indica os treina dos ar amentos ne ecessários para que te p enham toda as condi as ições de alcançar suas meta anuais.. favorecendo este traba de alho. Persp pectivas A Adm ministração continua consistente na sua trajetória e e estratégica e o processo de profissio onalização se conclui c com a chega do novo presidente Seguirem construin uma ada o e. n Na J. O lançam mento do RH Online. . Em 2010. a Motiva co oncluiu a ca apacitação de 100% d do corp gestor em Liderança Situaciona e realizou um total d 68 turma deste e de outros po m a al u de as d treinam mentos. O processo d AVD ta de ambém func ciona como uma das b o bases do Programa P Anual d Treiname de ento (PAT) da J.M buscand apoiar es do strategicam mente a Com mpanhia na busca de re esultados at través da gestão de g pessoas.Macêd S. fe H erramenta digital de ge d estão de pes ssoas que permite a p integraç e partic ção cipação. Um imp portante pila da gestão de pessoas é o proces de Aval ar o sso liação de Desempenho (AVD).Macê ) êdo. ria dade no aten ndimento do cliente e do can combina nal ados com m maior eficiên na logís ncia stica e na pr rodução ser os pilare para o rão es aumento da rentabi o ilidade da C Companhia. O r as Outra verten do traba nte alho de capa acitação é a Motiva. tem favorecido a constan melhoria dos proce m o nte a essos e cont troles de gestão d pessoas.Macêdo focada no treinam mento da equipe para o atendim a mento às necessid dades estrat tégicas da C Companhia. Por me da AVD os próprios funcioná eio D.A. Audi itoria Ind dependent te Em ate endimento à Instrução CVM 381/2003 e às políticas internas d J. mos ndo posição competitiv de baixo custo na cadeia de produção e suprime va a e entos.Recu ursos Hum manos Macêdo. o à s de do informa amos que o Auditore Independ os es dentes não prestaram serviços qu pudesse gerar ue em conflito de interess o se. que foi consolidad em 2010. a ár de Recu rea ursos Huma anos vem trabalhando como cons t sultora do negócio. supor rtando a melhori de distrib ia buição de n nossos prod dutos e val lorizando n nossas marc através de uma cas política consistente de preços e marketing A melhor da qualid e g. academia a do conh hecimento da J. com 90% de adesão dos fun do ncionários e cargos técnicoem adminis strativos.

A.Demonstrações Financeiras J. e Consolidado 31 de dezembro de 2010 com Relatório dos Auditores Independentes . Macêdo S.

10 Notas explicativas às demonstrações financeiras .................................................................................................... 8 Demonstrações dos valores adicionados ...................................................... MACÊDO S................................................................................................................J.......... E CONSOLIDADO Demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2010 e 2009 Índice Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras ... 6 Demonstrações das mutações do patrimônio líquido ............................................... 11 ........................................... 4 Demonstrações dos resultados .....................................A............................................................................................ 7 Demonstrações dos fluxos de caixa ........... 1 Demonstrações financeiras auditadas Balanços patrimoniais ...........................

identificadas como Controladora e Consolidado. assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante. emitidas pelo International Accounting Standards Board – IASB. das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria. para o exercício findo naquela data. independentemente se causada por fraude ou erro.A. Fortaleza .A. Macêdo S. Macêdo S. 1 . que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado. (“Companhia”). Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.CE Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da J. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS). e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. respectivamente. conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria.Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e Acionistas da J.

a posição patrimonial e financeira consolidada da J.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias. essas práticas diferem do IFRS. as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente. Uma auditoria inclui. em 31 de dezembro de 2010. em todos os aspectos relevantes. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data.A. as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente. incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras. Macêdo S. Nessa avaliação de riscos. em todos os aspectos relevantes. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais Em nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião. o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data. mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Macêdo S. No caso da J. Ênfase Conforme descrito na nota explicativa 2. independentemente se causada por fraude ou erro. em 31 de dezembro de 2010.A. bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. a posição patrimonial e financeira da J. as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.A. somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas. 2 . coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial. de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board – IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil. enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. aplicável às demonstrações financeiras separadas. também. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor. de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração. Macêdo S.

as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA). e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. em todos os seus aspectos relevantes.199/O-6-S-CE Francisco da Silva Pimentel Contador CRC – 1SP 171. estão adequadamente apresentadas. Recife (PE).Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos. em nossa opinião. também.S. referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010. em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e. CRC 2SP015. 16 de março de 2011 ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes S. cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas.230/O-7-S-CE 3 .

623 51.789 7.556 614.325 110.554 27.615 345.649 90.668 286.483 97.994 17.163 17.904 27.289 70.J.400 460 152.618 24.977 13.541 6.597 3.550 32.649 318.284 95.648 9.482 650.816 21.771 22.683 344.799 2.692 111.189 76.492 23.109 215.856 623.049 6.995 2.789 7.198 3.400 28.735 4 .105 606.615 1.486 5.904 12.809 76.216 5.520 111.216 5.681 345.400 64 226.A.306 86.618 24.029 6.904 12.648 9.208 312. MACÊDO S.376 261.376 278.748 24.861 86.224 110.181 17.782 3.041 21. E CONSOLIDADO Balanços patrimoniais 31 de dezembro de 2010 e 2009 e 1º de janeiro de 2009 (Em milhares de reais) Controladora 31/12/10 Ativo Circulante Caixa e equivalentes a caixa (Nota 5) Contas a receber de clientes (Nota 6) Estoques (Nota 8) Impostos e contribuições sociais a compensar (Nota 9) Outros créditos Total do ativo circulante Não circulante Realizável a longo prazo Aplicações financeiras (Nota 5) Partes relacionadas (Nota 7) Bens destinados à venda (Nota 11) Impostos e contribuições sociais a compensar (Nota 9) Imposto de renda e contribuição social diferidos (Nota 10) Outros créditos Propriedade para investimentos (Nota 12) Investimentos (Nota 13) Imobilizado (Nota 14) Intangível (Nota 15) Total do ativo não circulante 3.964 13.749 190.185 17.486 5.201 915 13.649 337.462 3.597 3.526 3.422 141.954 90.497 41.771 22.017 32.201 915 13.564 6.537 97.414 632.446 31/12/09 01/01/09 31/12/10 (Reapresentados) Consolidado 31/12/09 01/01/09 (Reapresentados) Total do ativo 630.623 51.400 30.615 1.400 64 202.648 107.776 107.741 286.888 95.683 327.980 17.748 24.400 29.094 71.497 41.158 17.274 313.492 23.782 3.

418 12.386 251.390 6.809 1.812 197.731 44.714 26.269 13.695 623.999 33.729 4.605 1.743 27. 5 .605 2.585 7.277 650.513 23.255 296.567 12.525 9.669 31/12/09 01/01/09 31/12/10 (Reapresentados) Consolidado 31/12/09 01/01/09 (Reapresentados) 43.414 86.631 15.659 10 6.974 30.434 23.277 26 293.637 86.443 296.563 10.714 26.386 251.321 58.736 139.278 41.205 11.602 13.255 296.853 11.965 79.130 280 37.809 340 23.360 239.224 41.974 30.729 4.998 13.230 31.235 40.321 58.718 606.205 14.059 6.994 4.856 197.975 110.952 79.743 1.197 188.033 221.466 31.080 139.975 99.836 25.467 614.340 13.556 197.872 601 27.873 601 68.999 33.451 11.033 215.762 26.695 23 251.343 24.082 5.482 197.112 12.873 601 71.639 150.107 14.269 12.631 15.003 11.736 129.695 251.872 601 27.986 13.569 29.525 9.443 24 296.343 24.836 25.004 10.130 38.077 12.725 28.434 302 22.266 31.Controladora 31/12/10 Passivo e patrimônio líquido Circulante Fornecedores (Nota 16) Empréstimos e financiamentos (Nota 17) Debêntures (Nota 18) Arrendamento mercantil (Nota 14c) Tributos a recolher (Nota 21) Salários e encargos a pagar Partes relacionadas (Nota 7) Fretes a pagar Dividendos propostos Adiantamentos de clientes Outras contas a pagar (Nota 22) Total do passivo circulante Não circulante Empréstimos e financiamentos (Nota 17) Debêntures (Nota 18) Arrendamento mercantil (Nota14c) Tributos a recolher (Nota 21) Provisão para contingências (Nota 23) Imposto de renda e contribuição social diferidos Outras contas a pagar (Nota 22) Total do passivo não circulante Patrimônio líquido (Nota 25) Capital social Reserva de capital Reservas de lucros Ajuste de avaliação patrimonial Participação de não controladores Total do passivo e patrimônio líquido 197.873 601 68.569 29.200 27.107 11.230 31.564 5.041 293.996 15.277 293.105 197.518 43.906 12.466 13.227 33.169 6.228 12.996 15.575 25.885 12.906 8.197 194.443 630.602 10.521 14.467 40.041 293.327 247.762 26.783 23.237 33.684 8.004 13.998 13.724 44.575 260 25.303 632.340 10.977 12.873 601 71.735 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

786 21. 6 . E CONSOLIDADO Demonstrações dos resultados Exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.370 Lucro líquido por ação: básico e diluído – R$ 0.782) (809.503) (5.911 17. exceto lucro líquido por ação expresso em reais) Controladora 31/12/10 31/12/09 (Reapresentados) 1.185) (11.259 41.632 (789.514) (10.311) (808.902 (803. MACÊDO S.A.858) (95.796 (246.208 1.12 11.473 1.786 21. líquidas (Nota 27) Lucro antes das receitas e despesas financeiras Receitas financeiras (Nota 28) Despesas financeiras (Nota 28) Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social (Nota 10): Corrente Diferidos Lucro líquido do exercício (235.728 368.726 19.179.939) (6.691 Consolidado 31/12/10 31/12/09 (Reapresentados) 1.144) (6.80 Quantidade de ações em circulação no final do exercício: Ordinárias 11.941) 370.264) 26.911 3.420) 3.904) 369.725 3.389) (93.004 14.335.897 Receita operacional líquida (Nota 26) Custo dos produtos vendidos Lucro bruto Receitas (despesas) operacionais Despesas com vendas Despesas gerais e administrativas Honorários da administração (Nota 7) Resultado da equivalência patrimonial (Nota 13) Depreciação e amortização Outras despesas operacionais.892) (185) (235.179.615) 5.449) 5.394 17.259 40.370 (517) 3.141) (95.174 19.496.180.411 Preferenciais 10.139 16.691) (10.496.011) 14.048) (12.111 25.669) (11.185) 1.645 46.J.666 (27.832.692) (11.714) (5.858) (96.090) (3.681 (25.811 (241.533 (614) 41.150 14.622 16.335.482) (9.158.420) 3.054 (30.533 41.867 (11.242 (29.961 376.197 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.514) (1.832.382) 13.259 46.411 10.197 2.911 3.

533 296.766 877 6.442) - (4.872 Incentivos fiscais 601 Reservas de lucros Incentivos fiscais 24.370 1 45.467 (4.715 655 - - - 46.Reapresentados 197.480 Retenção - Própria 20.643 24.370 3 - 1 3 45.718 Aumento de capital Participação de minoritários Realização do custo atribuído (Nota 25f) Lucro líquido do exercício originalmente apresentado Ajustes ao lucro liquido originalmente apresentado Lucro líquido reapresentado Destinação do lucro: Constituição de reserva legal (Nota 25f) Reserva de incentivos fiscais (Nota 24) Dividendos propostos (R$ 0.286 5. MACÊDO S.442 65.071 14.533 (877) (16.733 4.733 (2.715 655 46.789) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.A.443 26 (2) 24 293.533 296.277 (14.789) (14.653 Investida 4.733 Total 251.367) 17.522 4.367) (214) 17.303 (2) (14.370 197.273 48.308 214 21.22 por ação) (Nota 25f) Constituição de reserva de retenção de lucros Saldos em 31 de dezembro de 2009 .789) 293.873 601 601 2.873 197.367) 17.273) (4.356 Ajuste de avaliação patrimonial Lucros acumulados Participação de não controladores 23 Legal 3. 7 .715 655 46. E CONSOLIDADO Demonstrações das mutações do patrimônio líquido Exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais) Reserva de capital Capital social Saldos em 31 de dezembro de 2008 .367) - 21.695 Total 251.286) (24.J.629 16.Reapresentados Participação de minoritários Dividendos distribuídos Realização do custo atribuído (Nota 25f) Lucro líquido do exercício Destinação do lucro: Constituição de reserva legal (Nota 25f) Reserva de incentivos fiscais (Nota 24) Saldos em 31 de dezembro de 2010 1 - - - - - 655 - - (655) 45.367 14.367 (14.

815 98 (746) 8.247 (9.409 (2.142) 4.533 17.167) (72.648 13.720 6. E CONSOLIDADO Demonstrações dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais) Controladora 31/12/10 Fluxos de caixas das atividades operacionais Lucro líquido do exercício Ajustes de valores para reconciliar o resultado às Disponibilidades geradas pelas atividades operacionais: Depreciação e amortização Equivalência patrimonial Resultado de ativo imobilizado baixado Baixa de investimentos Constituição (reversão) de provisão para devedores duvidosos Constituição de provisão para contingências Constituição (reversão) de provisão para perdas no estoque Constituição do imposto de renda e contribuição social diferidos Juros.321 (9.368 46.876 4.142) 4.763) (3.186) (2.911) 15.725) (240) 1.155 32. líquido de caixa Recebimento de dividendos Imobilizado Intangível Valor de venda de ativo imobilizado Caixa líquido aplicado nas atividades de investimentos Consolidado 31/12/09 (Reapresentados) 46.423 (15) (731) 28 132 1.370 17.894 111.837 46.165) 8.911) 15.482 6.825) (2. variações monetárias e cambiais. MACÊDO S.183) (2.518 (391) (11.201) (5.574 (3.584 (13.099 396 1.296 44.201) (5.J.412 1.507 (41.513) (2.372) 29.953 110.858 4.882) 8 .105 23.318) (11.397) (49.309) 614 (41.194 14.219 45.560) (2.370 31/12/09 31/12/10 (Reapresentados) 46.989 (34.463 (3.233) (404) (3.575 (3.379 (115) 5.923 514 (6.159) 18.259) 16.867) 3.233) (404) (3.815 98 (1.766) (3.550 (397) (11.309) 614 (41.201) 1.728) (270) 1.460 (12.A.319) (11.367) 29.533 19.379 (115) 5.545 13.788) 135 (49.713) 18.722) (2.239 14.818 (1.217) 1.259) 15.799 514 (6.989 (38.722) (2.463 (3.167) (74.297 (41.099 396 1. líquidas Decréscimo (acréscimo) de ativos Contas a receber de clientes Estoques Impostos e contribuições sociais a compensar Partes relacionadas Bens destinados à venda Outros créditos Acréscimo (decréscimo) de passivos Fornecedores Tributos a recolher Salários e encargos a pagar Partes relacionadas Fretes a pagar Dividendos propostos Adiantamento de clientes Contas a pagar Caixa líquido gerado nas atividades operacionais Fluxos de caixa das atividades de investimentos Aquisição de investimentos.139) 18.313 23.083 37.831) (2.495) (731) 148 1.

440 10.053) 9.416) (15.J.554 (48.239) (15.183) (108.453) (23.135 74.585) (27.992 (24.469) 99. 9 . MACÊDO S.143 99.416) (23.453) 10.183) (40.544) 89.591 (24.652 125.315 99.554 125.261) (24.971 (24.539) (34.958) (5.135 9.585) (27.958) (5.125 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.239) (34.440 74.652 (108.A.125 31/12/09 31/12/10 (Reapresentados) 76.469) 89.992 99.331) (40.544) (48. E CONSOLIDADO Demonstrações dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais) Controladora 31/12/10 Fluxos de caixa das atividades de financiamento Captação de empréstimos/financiamentos Amortização de principal e juros de empréstimos e financiamentos Amortização de principal e juros de debêntures Dividendos distribuídos Caixa líquido aplicado nas atividades de financiamento Acréscimo (decréscimo) no caixa e equivalentes a caixa Demonstração do acréscimo no caixa e equivalentes a caixa No início do exercício No final do exercício Acréscimo (decréscimo) no caixa e equivalentes a caixa Consolidado 31/12/09 (Reapresentados) 76.

581 352. MACÊDO S.617 70.024 7. taxas e contribuições Federais Estaduais Municipais Remuneração de capital de terceiros Juros Aluguéis Remuneração de capital próprio Dividendos e juros sobre capital próprio Reserva de lucros Total 1.347.666 16.346 81.242 19.997 2.085 46. 10 .115 20.472 148.545 17.514 1. serviços de terceiros e outros Recuperação de valores ativos Outras despesas operacionais 3 .185 1.997 2.425) (2.620) (6.677 7.928 75.718 5.479 (21.686 7.369 166.073) (992.996 14.168 7.681 14.602 114.514 1.349 (4.548 16.356.356 165.420) 325.942 46.316 (808.843 75.Valor adicionado total a distribuir (5+6) 8 .331. produtos e serviços (-) Abatimentos e descontos Outras receitas 2 .789 41.815 1.379) (990.600 43.Distribuição do valor adicionado Empregados Remuneração direta Honorários da administração Participação dos empregados nos lucros Benefícios FGTS Outros gastos Impostos.815 1.572 346.533 341.311) (201.425) (2.372.048 16.382 (4.423) 2.332) 2.589 (21.242 352.892) 329.867 14.907 (20.470 45.608 6.013.533 341.533 17.881) 2.090) 333.904 83. das mercadorias e dos serviços vendidos Materiais.007 1.948 (20.782) (194.671 6.774 42.692 1.609) 343.754 30.730 114.921 (10.227) 4.429) 338.857 1.320 29. energia.020 21.770 1.717 1.341 (803.142 1.121) (6.424 (11.881) 2.298 2.327.789 41.233) 336.326.097 (11.850 1.093 25.249 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. amortização e exaustão 5 .J.305 46.706 (809.581 346.Valor adicionado líquido produzido (3-4) 6 .Valor adicionado recebido em transferência Resultado da equivalência patrimonial Receitas financeiras 7 .761 82.401) 339.115 20.615 104.730 (1.185 1.996 104.948 68.617 (789.172 1.197 (9.927 104.227) 3.677 144 17.A.370 4.Valor adicionado bruto (1-2) 4 – Retenções Depreciação.629 46.602 19.249 107.420) 326.681 341.904) (178.924 42.414) (989.628 2.941) (178.346.054 17.545 17.370 4.482) 19.996 1.347.474 152.593 27.533 341.669 16.315 81.691 15. E CONSOLIDADO Demonstrações dos valores adicionados Exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais) Controladora 31/12/10 31/12/09 (Reapresentados) Consolidado 31/12/10 31/12/09 (Reapresentados) 1 – Receitas Vendas de mercadorias.026 1.253) (1.525 5.Insumos adquiridos de terceiros Custos dos produtos.020 21.

segregados por categorias de negócios. em caráter complementar às suas respectivas atividades. Informações sobre a Companhia e controladas a) Objeto social A J.A. entre elas farinhas. principalmente. A Companhia tem contrato de industrialização por encomenda com a Bunge Alimentos S.A. panificação e food service).J. misturas para bolo e sobremesas vendidas. produz para a J. pelo qual a Bunge Alimentos S. farinha de trigo para consumo doméstico ou para fabricação própria de massas. b) Acordo operacional com a Bunge Alimentos S. além de facilitar a movimentação de produtos acabados.A. biscoitos e fermentos para uso doméstico. Sol. formalizando um acordo de industrialização recíproca. misturas e biscoitos e. a J.A. gelatinas e sobremesas. produz para a Bunge Alimentos farinha de trigo para a indústria processadora de alimentos (industrializados. Boa Sorte e Chiarini. massas alimentícias. Petybon. Esses centros de distribuição. exceto quando indicado de outra forma) 1. Macêdo S.A. Brandini. massas. sudeste e sul. Macêdo S. centro oeste. contribuem para melhor armazenagem dos produtos. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. norte. Macêdo S. (“Companhia”) atua preponderantemente na produção e comercialização de farinhas de trigo para o consumo doméstico. 11 .A. datado de 30 de janeiro de 2004 e aditado em 3 de julho de 2006. com a finalidade de melhor atender aos clientes da linha de consumo. A Companhia opera com centros de distribuição nas regiões nordeste. Veneranda.A. sob as marcas Dona Benta. MACÊDO S. misturas prontas para bolo.

“i”. sociedade empresária com sede na Rua Antônio Scodeler nº. Neste sentido. Macêdo S. em 15 de abril de 2009. MACÊDO S.A. 12 . Macêdo S.404/76.A. Bairro Faisqueira. de todos os elementos ativos e passivos integrantes do patrimônio da incorporada. ao mercado e à sociedade a aquisição. da Lei nº 6. levando-se em conta a intenção de se racionalizar custos e incrementar os negócios no País.A. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.. nos termos do art. a Companhia comunicou aos seus acionistas.A. 387. em reunião realizada em igual data. naquela data.J. nos termos do parágrafo primeiro do artigo 256. Com o objetivo de evitar a superposição de estruturas societárias com o mesmo objetivo e reduzir seus custos operacionais.A.Macêdo S.Macêdo S. a alternativa mais vantajosa para as partes foi a incorporação da Chiarini pela J. A operação foi aprovada pelo Conselho de Administração de J. A J. a qual dedica-se às atividades de industrialização e comercialização de massas alimentícias. Estado de Minas Gerais. com data base em 31 de julho de 2009. exceto quando indicado de outra forma) 1.. Informações sobre a Companhia e controladas--Continuação c) Aquisição e incorporação da controlada Orlando Chiarini Indústria e Comércio Ltda. realizada no dia 28 de abril de 2009 com esse objetivo. 15. através da consolidação de suas atividades. atendendo ao disposto na Instrução CVM nº 358/02. do Estatuto Social e ratificada pela Assembléia Geral Extraordinária de Acionistas. da totalidade das quotas do capital social da Orlando Chiarini Indústria e Comércio Ltda. em Pouso Alegre. e a sua controlada Chiarini são partes do mesmo grupo econômico que explora operações comerciais e industriais nos ramos de alimentação em geral. a Administração das sociedades analisou alternativas para a melhor condução de suas atividades e políticas gerenciais. A referida incorporação possibilitou a absorção pela J. (“Chiarini”) Em 6 de janeiro de 2009. Essa transação foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

237 5. MACÊDO S. com base no valor contábil. assim como da análise dos demais riscos para determinação de outras provisões. Políticas contábeis As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas com base em diversas bases de avaliação utilizadas nas estimativas contábeis. Informações sobre a Companhia e controladas--Continuação c) Aquisição e incorporação da controlada Orlando Chiarini Indústria e Comércio Ltda. (“Chiarini”)--Continuação O acervo líquido incorporado.427 As demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010 foram autorizadas para emissão de acordo com a resolução dos membros do Conselho de Administração em 16 de março de 2011. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem a seleção de vidas úteis do ativo imobilizado e de sua recuperabilidade nas operações. exceto quando indicado de outra forma) 1.427. conforme demonstrado abaixo: Ativo: Circulante Não circulante Passivo: Circulante Acervo líquido incorporado d) Aprovação das demonstrações financeiras 7. inclusive para contingências.422 12.659 6.A.232 6. As estimativas contábeis envolvidas na preparação das demonstrações financeiras foram baseadas em fatores objetivos e subjetivos.J. avaliação dos ativos financeiros pelo valor justo. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. 2. com base no julgamento da Administração para determinação do valor adequado a ser registrado nas demonstrações financeiras. foi de R$ 6. 13 . análise do risco de crédito para determinação da provisão para devedores duvidosos.

Políticas contábeis--Continuação A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores significativamente divergentes dos registrados nas demonstrações financeiras devido ao tratamento probabilístico inerente ao processo de estimativa. em especial.1 Base de consolidação Base de consolidação a partir de 1 de janeiro de 2010 As demonstrações financeiras consolidadas são compostas pelas demonstrações financeiras da Companhia e suas controladas em 31 de dezembro de 2010.90 33. 2. MACÊDO S. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. a descarga e armazenagem de grãos no porto de Fortaleza para atender aos três moinhos localizados na zona portuária.33% de cada investidor).A.90 33. e M. que estão em conformidade com as normas internacionais de contabilidade emitidas pelo IASB.33 99. exceto quando indicado de outra forma) 2. A Tergran é uma empresa de propósito específico cujo objeto social é a exploração da atividade de operadora portuária realizando.A. As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as políticas contábeis adotadas no Brasil que compreendem as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e os pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).A (“Pico da Caledônia”) % participação societária País sede 31/12/10 31/12/09 01/01/09 Brasil Brasil 33. Dias Branco S.33 99.Terminais de Grãos de Fortaleza Ltda.33 99. 14 .A.J. A Companhia e suas controladas revisam suas estimativas e premissas pelo menos anualmente.90 (i) Tergran (sociedade de capital fechado) – investimento efetuado em conjunto com Grande Moinho Cearense S. Indústria e Comércio de Alimentos (controlada em conjunto – participação de 33. apresentadas abaixo a seguir: Razão social (i) Tergran . (“Tergran”) (ii) Pico da Caledônia Empreendimentos e Participações S.

”. A controlada Tergan é consolidada proporcionalmente e a controlada Pico da Caledônia é consolidada integralmente a partir da data de aquisição. e Bunge Alimentos S. representados pelos Moinhos de Salvador e Fortaleza. os quais são aplicados de forma prospectiva. são eliminados por completo. objeto de penhor. sendo esta a data na qual a Companhia obtém controle. As demonstrações financeiras das controladas são elaboradas para o mesmo período de divulgação que o da controladora.A.A.A. 999 ações e a J. 1 ação.A.A.A...J. Macêdo S. A controlada da J. detendo a controladora a propriedade de 999 ações do capital social e a Bunge Alimentos S. para garantia das operações pactuadas. em 2006. de 1 ação. A Pico da Caledônia é uma empresa de propósito específico. Em contrapartida.A. receitas e despesas e ganhos e perdas não realizados. cada uma das partes convencionou constituir companhias separadas sob forma de sociedades por ações.A.A. foi constituída em 2004 sob a razão social de “Pico da Caledônia Empreendimentos e Participações S. a Bunge Alimentos S. Macêdo S.1 Base de consolidação--Continuação Base de consolidação a partir de 1º de janeiro de 2010--Continuação (ii) Pico da Caledônia (sociedade de capital fechado) – como previsto nos instrumentos contratuais do acordo operacional firmado entre J. Políticas contábeis--Continuação 2. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. MACÊDO S. Macêdo S. de bens da J. a seguinte diferença era aplicável e foi ajustada aos requerimentos mencionados acima. Macêdo S.A. Comparando com os requerimentos mencionados acima. constituiu uma outra sociedade denominada Serra do Lopo Empreendimentos e Participações S. utilizando políticas contábeis consistentes. tendo sido as ações respectivas. e seu capital social foi subscrito mediante conferência. 15 . Todos os saldos intragrupo. para fins de comparabilidade: as participações de não controladores representavam a parcela do lucro ou prejuízo e patrimônio líquido que não era detida pela Companhia e eram apresentadas separadamente na demonstração consolidada do resultado e no patrimônio líquido no balanço patrimonial consolidado. oriundos de transações intragrupo. e continuam a ser consolidadas até a data em que esse controle deixe de existir. detendo a Bunge Alimentos S. exceto quando indicado de outra forma) 2. em separado do patrimônio líquido da controladora.A.

a Companhia avaliará e reconhecerá o investimento neste momento a valor justo. MACÊDO S. em cada data de fechamento do balanço patrimonial. quando aplicável. representando o lucro líquido atribuível aos acionistas das controladas. são eliminadas de acordo com a participação mantida nas controladas. se há evidência objetiva de que os investimentos nas controladas sofreram perdas por redução ao valor recuperável. A Companhia determina. Quando necessário. Se assim for. exceto quando indicado de outra forma) 2. a Companhia determina se é necessário reconhecer perda adicional do valor recuperável sobre o investimento da Companhia em suas controladas. Uma controlada é uma entidade sobre a qual a Companhia exerça influência significativa. quando aplicável. o investimento na controlada é contabilizado no balanço patrimonial ao custo. resultantes de transações entre a Companhia e as controladas. a Companhia reconhecerá sua parcela nas variações ocorridas e divulgará esse fato. na demonstração das mutações do patrimônio líquido. As demonstrações financeiras das controladas são elaboradas para o mesmo período de divulgação que a Companhia. Será reconhecida no resultado qualquer diferença entre o valor contábil da controlada no momento da perda de influência significativa e o valor justo do investimento remanescente e resultados da venda. Quando uma mudança for diretamente reconhecida no patrimônio das controladas.A.2 Investimentos Os investimentos da Companhia em suas controladas são contabilizados com base no método da equivalência patrimonial. Os demais investimentos permanentes são registrados pelo custo de aquisição deduzido da provisão para desvalorização. Quando ocorrer perda de influência significativa sobre as controladas. a Companhia calcula o montante da perda por redução ao valor recuperável como a diferença entre o valor recuperável das controladas e o valor contábil e reconhece o montante na demonstração do resultado. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. A participação societária nas controladas será demonstrada na demonstração do resultado como equivalência patrimonial. quando aplicável. Após a aplicação do método da equivalência patrimonial. A demonstração do resultado reflete a parcela dos resultados das operações das controladas. Políticas contábeis--Continuação 2. são efetuados ajustes para que as políticas contábeis estejam de acordo com as adotadas pela Companhia. Com base no método da equivalência patrimonial.J. 16 . Os ganhos e perdas não realizados.

classificados como disponíveis para venda.4 Reconhecimento de receita A receita é reconhecida na extensão em que for provável que benefícios econômicos serão gerados para a Companhia e suas controladas e quando possa ser mensurada de forma confiável. Os critérios específicos.3. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. concluiu que está atuando como principal em todos os seus contratos de receita. Receita de juros Para todos os instrumentos financeiros avaliados ao custo amortizado e ativos financeiros que rendem juros. A receita de juros é incluída na rubrica receita financeira. As variações cambiais são reconhecidas na demonstração do resultado quando incorridas. MACÊDO S. Políticas contábeis--Continuação 2.J. Os ativos e passivos denominados em moeda estrangeira são convertidos pela taxa de câmbio na data do balanço patrimonial. Transações em moeda estrangeira As transações em moeda estrangeira são contabilizadas utilizando-se a taxa de câmbio vigente na data da respectiva transação. A Companhia e suas controladas avaliam as transações de receita de acordo com os critérios específicos para determinar se está atuando como agente ou principal e. 17 . a seguir. A receita é mensurada com base no valor justo da contraprestação recebida. o que geralmente ocorre na sua entrega. exceto quando indicado de outra forma) 2. excluindo descontos. 2. abatimentos e impostos ou encargos sobre vendas. a receita ou despesa financeira é contabilizada utilizando-se a taxa de juros efetiva.A. devem também ser satisfeitos antes de haver reconhecimento de receita: Venda de produtos A receita de venda de produtos é reconhecida quando os riscos e benefícios significativos da propriedade dos produtos forem transferidos ao comprador. na demonstração do resultado.

não afeta o lucro contábil ou o lucro ou prejuízo fiscal. créditos e perdas tributárias não utilizados. não afeta o lucro contábil ou o lucro ou prejuízo fiscal. na extensão em que seja provável que o lucro tributável esteja disponível para que as diferenças temporárias dedutíveis possam ser realizadas.A. exceto: • quando o imposto diferido ativo relacionado com a diferença temporária dedutível é gerado no reconhecimento inicial do ativo ou passivo em uma transação que não é uma combinação de negócios e. exceto quando indicado de outra forma) 2. MACÊDO S. na data da transação. Impostos diferidos ativos são reconhecidos para todas as diferenças temporárias dedutíveis. Impostos diferidos passivos são reconhecidos para todas as diferenças tributárias temporárias. Impostos diferidos Imposto diferido é gerado por diferenças temporárias na data do balanço entre as bases fiscais de ativos e passivos e seus valores contábeis. e • sobre as diferenças temporárias tributárias relacionadas com investimentos em controladas. e créditos e perdas tributários não utilizados possam ser utilizados.5 Impostos Imposto de renda e contribuição social – correntes Ativos e passivos tributários correntes do último exercício e de anos anteriores são mensurados ao valor recuperável esperado ou a pagar para as autoridades fiscais. onde o período da reversão das diferenças temporárias pode ser controlado e é provável que as diferenças temporárias não sejam revertidas no futuro próximo.J. e 18 . exceto: • quando o imposto diferido passivo surge do reconhecimento inicial de ágio ou de um ativo ou passivo em uma transação que não for uma combinação de negócios e. na data da transação. Políticas contábeis--Continuação 2. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. As alíquotas de imposto e as leis tributárias usadas para calcular o montante são aquelas que estão em vigor ou substancialmente em vigor na data do balanço.

O valor contábil dos impostos diferidos ativos é revisado em cada data do balanço e baixado na extensão em que não é mais provável que lucros tributáveis estarão disponíveis para permitir que todo ou parte do ativo tributário diferido venha a ser utilizado. exceto quando indicado de outra forma) 2. Impostos diferidos ativos baixados são revisados a cada data do balanço e são reconhecidos na extensão em que se tornam prováveis que lucros tributáveis futuros permitirão que os ativos tributários diferidos sejam recuperados.J. Políticas contábeis--Continuação 2. Impostos diferidos ativos e passivos são mensurados às taxas aplicáveis a época das realizações desses ativos e passivos. de acordo com a legislação na data do balanço.5 Impostos--Continuação Impostos diferidos--Continuação • sobre as diferenças temporárias dedutíveis associadas com investimentos em controladas. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. Impostos diferidos ativos e passivos são apresentados líquidos se existe um direito legal ou contratual para compensar o ativo fiscal contra o passivo fiscal e os impostos diferidos são relacionados à mesma entidade tributada e sujeita à mesma autoridade tributária.A. impostos diferidos ativos são reconhecidos somente na extensão em que for provável que as diferenças temporárias sejam revertidas no futuro próximo e o lucro tributável esteja disponível para que as diferenças temporárias possam ser utilizadas. MACÊDO S. 19 .

o bem e o benefício são registrados pelo valor nominal e refletidos na demonstração do resultado ao longo da vida útil esperada do bem.5 Impostos--Continuação Imposto sobre vendas Receitas. hipótese em que o imposto sobre vendas é reconhecido como parte do custo de aquisição do ativo ou do item de despesa. em prestações anuais iguais. é reconhecido como receita diferida e lançado no resultado em valores iguais ao longo da vida útil esperada do correspondente ativo. Quando o benefício se referir a um ativo.6 Subvenções governamentais Subvenções governamentais são reconhecidas quando houver razoável certeza de que o benefício será recebido e que todas as correspondentes condições serão satisfeitas. Quando a Companhia e suas controladas recebem benefícios não monetários. e • valores a receber e a pagar apresentados juntos com o valor dos impostos sobre vendas.A. despesas e ativos são reconhecidos líquidos dos impostos sobre vendas. recuperável ou a pagar. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. 20 . O valor líquido dos impostos sobre vendas. é incluído como componente dos valores a receber ou a pagar no balanço patrimonial. de forma sistemática em relação aos custos cujo benefício objetiva compensar. é reconhecido como receita ao longo do período do benefício. exceto quando indicado de outra forma) 2. exceto: • quando os impostos sobre vendas incorridos na compra de bens ou serviços não forem recuperáveis junto às autoridades fiscais. MACÊDO S.J. Quando o benefício se refere a um item de despesa. 2. conforme o caso. Políticas contábeis--Continuação 2.

J. 21 . Quando reconhecidos. Em 2010 e 2009 não foram realizadas operações com instrumentos financeiros derivativos. empréstimos e financiamentos e contas a pagar a empresas associadas. Políticas contábeis--Continuação 2. exceto no caso de ativos e passivos financeiros classificados na categoria ao valor justo por meio do resultado. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. onde tais custos são diretamente lançados no resultado do exercício. Os principais passivos financeiros reconhecidos pela Companhia e suas controladas são: fornecedores.A. (ii) mantidos até o vencimento. contas a receber de clientes e mútuo com empresas ligadas. (iii) empréstimos e recebíveis dedutíveis disponíveis para venda.7. Sua mensuração subsequente ocorre a cada data de balanço de acordo com as regras estabelecidas para cada tipo de classificação de ativos e passivos financeiros em: (i) ativos e passivos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado. tais como: “forwards”. “opções” ou “swap”. Instrumentos financeiros Os instrumentos financeiros somente são reconhecidos a partir da data em que a Companhia se torna parte das disposições contratuais de um instrumento financeiro. Os principais ativos financeiros reconhecidos pela Companhia e suas controladas são: caixa e equivalentes de caixa. exceto quando indicado de outra forma) 2. são inicialmente registrados ao seu valor justo acrescido dos custos de transação que sejam diretamente atribuíveis à sua aquisição ou emissão. aplicações financeiras. MACÊDO S.

líquido de depreciação acumulada e/ou perdas acumuladas por redução ao valor recuperável. a Companhia e suas controladas reconhecem essas partes como ativo individual com vida útil e depreciação especifica. por exemplo. a contar da data da contratação. o seu custo é reconhecido no valor contábil do imobilizado. excluídos os investimentos e outros tipos de aplicações.custo de aquisição segundo o custo médio. uma aplicação financeira de conversibilidade imediata em um montante conhecido de caixa e estando sujeita a um insignificante risco de mudança de valor. 22 . mas excluindo custos de empréstimos. MACÊDO S. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. Quando partes significativas do ativo imobilizado são substituídas. Por conseguinte.8 Caixa e equivalentes de caixa Os equivalentes de caixa são mantidos com a finalidade de atender a compromissos de curto prazo. Todos os demais custos de reparos e manutenção são reconhecidos na demonstração do resultado quando incorridos. Políticas contábeis--Continuação 2.9 Estoques Os estoques são avaliados ao custo ou valor líquido realizável. exceto quando indicado de outra forma) 2. 2. dos dois o menor. um investimento.J.10 Imobilizado Máquinas. quando uma inspeção relevante for feita. normalmente. O valor realizável líquido corresponde ao preço de venda no curso normal dos negócios. e Produtos acabados e em elaboração . se os critérios de reconhecimento forem satisfeitos. menos os custos estimados de conclusão e os custos estimados necessários para a realização da venda. equipamentos e outros ativos são apresentados ao custo. Da mesma forma. A Companhia e suas controladas consideram equivalentes de caixa. Os custos incorridos para levar cada produto à sua atual localização e condição são contabilizados da seguinte forma: • • Matérias primas . quando os critérios de reconhecimento forem satisfeitos. se qualifica como equivalente de caixa quando tem vencimento de curto prazo.A. três meses ou menos. se for o caso.custo dos materiais diretos e mãode-obra e uma parcela proporcional das despesas gerais indiretas de fabricação com base na capacidade operacional normal. O referido custo inclui o custo de reposição de parte do imobilizado e custos de empréstimo de projetos de construção de longo prazo. 2.

23 . demonstradas na Nota 14. às taxas que levam em consideração a vida útil estimada dos bens. Eventual ganho ou perda resultante da baixa do ativo (calculado como sendo a diferença entre o valor líquido da venda e o valor contábil do ativo) é incluído na demonstração do resultado no exercício em que o ativo for baixado. A vida útil remanescente de todos os bens foi revisada.J. nº 28. Políticas contábeis--Continuação 2. Depreciação é calculada de forma linear ao longo da vida útil do ativo. MACÊDO S. quando for o caso. avaliou suas Máquinas.A. a Companhia fez uso do dispositivo previsto no CPC nº 37 e seguindo orientação da Interpretação ICPC nº 10 – Interpretação sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado e à Propriedade para Investimento dos Pronunciamentos Técnicos CPCs nº 27. exceto quando indicado de outra forma) 2. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. e ajustados de forma prospectiva. Edificações e Terrenos de determinadas unidades para atribuir um novo custo (deemed cost). Equipamentos. Um item de imobilizado é baixado quando vendido ou quando nenhum benefício econômico futuro for esperado do seu uso ou venda. O valor residual. nº 37 e nº 43. a vida útil dos ativos e os métodos de depreciação são revistos no encerramento de cada exercício.10 Imobilizado--Continuação Na data de transição para as normas internacionais de contabilidade – IFRS e novos CPCs.

construção ou produção de um ativo que necessariamente requer um tempo significativo para ser concluído para fins de uso ou venda. Todos os demais custos de empréstimos são registrados em despesa no período em que são incorridos.A. MACÊDO S. na data do início da sua execução. quando aplicável. Companhia como arrendatária Arrendamentos mercantis financeiros que transferem à Companhia basicamente todos os riscos e benefícios relativos à propriedade do item arrendado. Políticas contábeis--Continuação 2.J. Os pagamentos são registrados como encargos financeiros e redução de passivo resultando na obtenção de taxa de juros constante que é aplicada sobre o saldo remanescente desse passivo. são capitalizados como parte do custo do correspondente ativo. são capitalizados no início do arrendamento mercantil pelo valor justo do bem arrendado ou. quando não houver razoável certeza de que a Companhia obterá a propriedade ao final do prazo do arrendamento mercantil.11 Arrendamentos mercantis A caracterização de um contrato como arrendamento mercantil está baseada em aspectos substantivos relativos ao uso de um ativo ou ativos específicos ou. Os encargos financeiros são reconhecidos na demonstração do resultado. ainda.12 Custos de empréstimos Custos de empréstimos diretamente relacionados com a aquisição. Os pagamentos de arrendamento mercantil operacional são reconhecidos como despesa na demonstração do resultado de forma linear ao longo do prazo do arrendamento mercantil. Custos de empréstimo compreendem juros e outros custos incorridos por uma entidade relativos ao empréstimo. 2. os custos iniciais diretos incorridos na transação. Sobre o custo são acrescidos. pelo valor presente dos pagamentos mínimos de arrendamento mercantil. Os bens arrendados são depreciados ao longo da sua vida útil. quando aplicável. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. dos dois o menor. do direito de uso de um determinado ativo. o ativo é depreciado ao longo da sua vida útil estimada ou o prazo do arrendamento mercantil. 24 . se inferior. exceto quando indicado de outra forma) 2. Contudo.

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2. Políticas contábeis--Continuação
2.13 Propriedades para investimento Propriedades para investimento são inicialmente mensuradas ao custo, incluindo custos da transação. O valor contábil inclui o custo de reposição de parte de uma propriedade para investimento existente à época em que o custo for incorrido se os critérios de reconhecimento forem satisfeitos; excluindo os custos do serviço diário dessa propriedade. Após o reconhecimento inicial, propriedades para investimento são apresentadas ao valor justo, que reflete as condições de mercado na data do balanço. Ganhos ou perdas resultantes de variações do valor justo das propriedades para investimento são incluídos na demonstração do resultado no exercício em que forem gerados. Propriedades para investimento são baixadas quando vendidas ou quando a propriedade para investimento deixa de ser permanentemente utilizada e não se espera nenhum benefício econômico futuro da sua venda. A diferença entre o valor líquido obtido da venda e o valor contábil do ativo é reconhecida na demonstração do resultado no período da baixa. Transferências são feitas para a conta de propriedade para investimento, ou desta conta, apenas quando houver uma mudança no seu uso.

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2. Políticas contábeis--Continuação
2.14 Ativos intangíveis Ativos intangíveis adquiridos separadamente são mensurados ao custo no momento do seu reconhecimento inicial. O custo de ativos intangíveis adquiridos em uma combinação de negócios corresponde ao valor justo na data da aquisição. Após o reconhecimento inicial, os ativos intangíveis são apresentados ao custo, menos amortização acumulada e perdas acumuladas de valor recuperável. Ativos intangíveis gerados internamente, excluindo custos de desenvolvimento, não são capitalizados e o gasto é refletido na demonstração do resultado no exercício em que forem incorridos. A vida útil de ativo intangível é avaliada como definida ou indefinida. Ativos intangíveis com vida definida são amortizados ao longo da vida útil econômica e avaliados em relação à perda por redução ao valor recuperável sempre que houver indicação de perda de valor econômico do ativo. O período e o método de amortização para um ativo intangível com vida útil definida são revisados no mínimo ao final de cada exercício social. Mudanças na vida útil estimada ou no consumo esperado dos benefícios econômicos futuros desses ativos são contabilizadas por meio de mudanças no período ou método de amortização, conforme o caso, sendo tratadas como mudanças de estimativas contábeis. A amortização de ativos intangíveis com vida definida é reconhecido na demonstração do resultado na categoria de despesa consistente com a utilização do ativo intangível. Ativos intangíveis com vida útil indefinida não são amortizados, mas são testados anualmente em relação a perdas por redução ao valor recuperável, individualmente ou no nível da unidade geradora de caixa. A avaliação de vida útil indefinida é revisada anualmente para determinar se essa avaliação continua a ser justificável. Caso contrário, a mudança na vida útil de indefinida para definida é feita de forma prospectiva.

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2. Políticas contábeis--Continuação
2.14 Ativos intangíveis--Continuação Ganhos ou perdas resultantes da baixa de um ativo intangível são mensurados como a diferença entre o valor líquido obtido da venda e o valor contábil do ativo, sendo reconhecidos na demonstração do resultado no momento da baixa do ativo. 2.15 Perda por redução ao valor recuperável de ativos não financeiros A administração revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Sendo tais evidências identificadas e o valor contábil líquido exceder o valor recuperável, é constituída provisão para desvalorização ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou de determinada unidade geradora de caixa é definido como sendo o maior entre o valor em uso e o valor líquido de venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto antes dos impostos que reflita o custo médio ponderado de capital para a indústria em que opera a unidade geradora de caixa. O valor líquido de venda é determinado, sempre que possível, com base em contrato de venda firme em uma transação em bases comutativas, entre partes conhecedoras e interessadas, ajustado por despesas atribuíveis à venda do ativo, ou, quando não há contrato de venda firme, com base no preço de mercado de um mercado ativo, ou no preço da transação mais recente com ativos semelhantes. O seguinte critério é também aplicado para avaliar perda por redução ao valor recuperável de ativos específicos:

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Quando a Companhia e suas controladas esperam que o valor de uma provisão seja reembolsado. é provável que benefícios econômicos sejam requeridos para liquidar a obrigação e uma estimativa confiável do valor da obrigação possa ser feita. individualmente ou no nível da unidade geradora de caixa. 2. conforme o caso ou quando as circunstâncias indicarem perda por desvalorização do valor contábil. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. líquida de qualquer reembolso. o reembolso é reconhecido como um ativo separado. A despesa relativa a qualquer provisão é apresentada na demonstração do resultado. Provisões para riscos tributários.J. Ativos intangíveis Ativos intangíveis com vida útil indefinida são testados em relação à perda por redução ao valor recuperável anualmente em 31 de dezembro. por exemplo. cíveis e trabalhistas A Companhia e suas controladas são partes de diversos processos judiciais e administrativos. 28 . mas apenas quando o reembolso for praticamente certo.15 Perda por redução ao valor recuperável de ativos não financeiros--Continuação Ágio pago por expectativa de rentabilidade futura Teste de perda por redução ao valor recuperável de ágio é feito anualmente (em 31 de dezembro) ou quando as circunstâncias indicarem perda por desvalorização do valor contábil. Provisões são constituídas para todas as contingências referentes a processos judiciais para os quais é provável que uma saída de recursos seja provável para liquidar a contingência/obrigação e uma estimativa razoável possa ser feita. Programa de participação nos resultados A Administração da Companhia provisionou a participação dos administradores e funcionários no resultado. por força de um contrato de seguro. exceto quando indicado de outra forma) 2.16 Provisões Geral Provisões são reconhecidas quando a Companhia e suas controladas têm uma obrigação presente (legal ou não formalizada) em consequência de um evento passado. MACÊDO S. em função de metas operacionais e financeiras.A. em todo ou em parte. Políticas contábeis--Continuação 2.

se considerado relevante em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). não registrou nenhum ajuste. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. conforme segue: 29 . portanto. dos respectivos ativos e passivos. A demonstração do valor adicionado foi preparada e esta apresentada de acordo com a Deliberação CVM ° 557. a Companhia e suas controladas concluíram que o ajuste a valor presente de ativos e passivos monetários circulantes é irrelevante em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto e. 2. emitido pelo CPC. A Administração da Companhia e controladas avaliou os impactos destes novos pronunciamentos e interpretações e não prevê que sua adoção provoque um impacto significativo nas informações anuais da Companhia e controladas no exercício de aplicação inicial. exceto quando indicado de outra forma) 2.19 Novos IFRS e Interpretações do IFRIC (Comitê de interpretação de informação financeira de IASB) Alguns novos pronunciamentos contábeis do IASB e interpretações do IFRIC foram publicados e/ou revisados e têm a sua adoção opcional em 31 de dezembro de 2010. de 07 de outubro de 2010 que aprovou o pronunciamento contábil CPC 03 (R2) – Demonstração dos Fluxos de Caixa. e somente registrado. e em certos casos implícita.J. o ajuste a valor presente é calculado levando em consideração os fluxos de caixa contratuais e a taxa de juros explícita. Políticas contábeis--Continuação 2. 2. dessa forma. estão ajustados pelo seu valor presente. MACÊDO S. de 12 de novembro de 2008 que aprovou o pronunciamento contábil CPC 09 – Demonstração do Valor Adicionado.18 Demonstrações dos fluxos de caixa e demonstrações do valor adicionado As demonstrações dos fluxos de caixa foram preparadas e estão apresentadas de acordo com a Deliberação CVM ° 641. O ajuste a valor presente de ativos e passivos monetários de curto prazo é calculado.A.17 Ajuste a valor presente de ativos e passivos Os ativos e passivos monetários de longo prazo são atualizados monetariamente e. Para fins de registro e determinação de relevância. Com base nas análises efetuadas e na melhor estimativa da Administração.

baseada na maneira pela qual uma entidade administra seus instrumentos financeiros (seu modelo de negócios) e o fluxo de caixa contratual característico dos ativos financeiros. Esta interpretação esclarece as exigências das normas de IFRS quando uma entidade renegocia os termos de uma obrigação financeira com seu credor e este concorda em aceitar as ações da entidade ou outros instrumentos de capital para liquidar a obrigação financeira no todo ou em parte. A IFRS 9 utiliza uma abordagem simples para determinar se um ativo financeiro é mensurado ao custo amortizado ou valor justo. Esta alteração passa a vigorar para exercícios fiscais iniciados a partir de 1º de janeiro de 2011.A IFRS 9 encerra a primeira parte do projeto de substituição da “IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração”.J. A norma revisada aborda aspectos que.19 Novos IFRS e Interpretações do IFRIC (Comitê de interpretação de informação financeira de IASB)--Continuação • IAS 24 Exigências de Divulgação para Entidades Estatais e Definição de Parte relacionada (Revisada) . sendo permitida sua aplicação antecipada.A. 30 .A IFRIC 19 foi emitida em novembro de 2009 e passou a vigorar a partir de 1º de julho de 2010. principalmente em ambientes com amplo controle estatal. oferecendo isenção parcial a entidades estatais e uma definição revista do conceito de parte relacionada. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. segundo as exigências de divulgação e a definição de parte relacionada anteriores.Esta alteração aplica-se apenas àquelas situações em que uma entidade está sujeita a requisitos mínimos de financiamento e antecipa contribuições a fim de cobrir esses requisitos. • IFRIC 19 Extinção de Passivos Financeiros com Instrumentos de Capital . • IFRIC 14 Pagamentos Antecipados de um Requisito de Financiamento Mínimo . MACÊDO S. Esta norma passará a vigorar para exercícios fiscais iniciados a partir de 1º de janeiro de 2013.Classificação e Mensuração . Políticas contábeis--Continuação 2. eram demasiadamente complexos e de difícil aplicação prática. exceto quando indicado de outra forma) 2. passando a vigorar para exercícios fiscais iniciados a partir de 1º de janeiro de 2011. A norma exige ainda a adoção de apenas um método para determinação de perdas no valor recuperável de ativos. Esta alteração foi emitida em novembro de 2009. • IFRS 9 Instrumentos Financeiros . A alteração permite que essa entidade contabilize o benefício de tal pagamento antecipado como ativo.Simplifica as exigências de divulgação para entidades estatais e esclarece a definição de parte relacionada.

IFRIC 13 . Políticas contábeis--Continuação 2. exceto quando indicado de outra forma) 2.O IASB emitiu melhorias para as normas e emendas de IFRS em maio de 2010 e as emendas serão efetivas a partir de 1º de janeiro de 2011: • • • • IFRS 3 .J.Divulgação de Instrumentos Financeiros.A. IFRS 7 .19 Novos IFRS e Interpretações do IFRIC (Comitê de interpretação de informação financeira de IASB)--Continuação Melhorias para IFRS .Programa de Fidelidade. MACÊDO S.Apresentação das Demonstrações Financeiras. ter impacto significativo no resultado ou no patrimônio divulgado pela Companhia. na opinião da Administração. A Companhia não espera que as mudanças tenham impacto significativo em suas demonstrações financeiras consolidadas. IAS 1 . Não existem outras normas e interpretações emitidas e ainda não adotadas que possam.Combinação de negócios. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. 31 .

Contudo. envolvendo risco significativo de causar um ajuste significativo no valor contábil dos ativos e passivos no próximo exercício financeiro são discutidas a seguir. bem como as divulgações de passivos contingentes. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. o qual é o maior entre o valor justo menos custos de venda e o valor em uso. O cálculo do valor em uso é baseado no modelo de fluxo de caixa descontado. a incerteza relativa a essas premissas e estimativas poderia levar a resultados que requeiram um ajuste significativo ao valor contábil do ativo ou passivo afetado em períodos futuros. MACÊDO S. O cálculo do valor justo menos custos de vendas é baseado em informações disponíveis de transações de venda de ativos similares ou preços de mercado menos custos adicionais para descartar o ativo.J.A. bem como os recebimentos de caixa futuros esperados e a taxa de crescimento utilizada para fins de extrapolação. exceto quando indicado de outra forma) 3. As principais premissas utilizadas para determinar o valor recuperável das diversas unidades geradoras de caixa. incluindo análise de sensibilidade. ativos e passivos. Os fluxos de caixa derivam do orçamento para os próximos cinco anos e não incluem atividades de reorganização com as quais a Companhia e suas controladas ainda não tenham se comprometido ou investimentos futuros significativos que melhorarão a base de ativos da unidade geradora de caixa objeto de teste. Perda por Redução ao Valor Recuperável de Ativos não Financeiros Uma perda por redução ao valor recuperável existe quando o valor contábil de um ativo ou unidade geradora de caixa excede o seu valor recuperável. na data base das demonstrações financeiras. são detalhadas na Nota 20. despesas. O valor recuperável é sensível à taxa de desconto utilizada no método de fluxo de caixa descontado. 32 . Julgamentos. estimativas e premissas contábeis significativos Julgamentos A preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia e suas controladas requer que a administração faça julgamentos e estimativas e adote premissas que afetam os valores apresentados de receitas. Estimativas e Premissas As principais premissas relativas a fontes de incerteza nas estimativas futuras e outras importantes fontes de incerteza em estimativas na data do balanço.

Imposto diferido ativo é reconhecido para todos os prejuízos fiscais não utilizados na extensão em que seja provável que haja lucro tributável disponível para permitir a utilização dos referidos prejuízos. para possíveis consequências de auditorias por parte das autoridades fiscais das respectivas jurisdições em que opera. Valor justo de instrumentos financeiros Quando o valor justo de ativos e passivos financeiros apresentados no balanço patrimonial não puder ser obtido de mercado ativos. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. quando possível. como experiência de auditorias fiscais anteriores e interpretações divergentes dos regulamentos tributários pela entidade tributável e pela autoridade fiscal responsável. por exemplo. 33 . exceto quando indicado de outra forma) 3. O valor dessas provisões baseia-se em vários fatores. com base no prazo provável e nível de lucros tributáveis futuros. com base em estimativas cabíveis. Para mais detalhes sobre impostos diferidos.A. Julgamentos. O julgamento inclui considerações sobre os dados utilizados como. MACÊDO S. Essas diferenças de interpretação podem surgir numa ampla variedade de assuntos dependendo das condições vigentes no respectivo domicílio da Companhia e suas controladas. estimativas e premissas contábeis significativos-Continuação Impostos Existem incertezas com relação à interpretação de regulamentos tributários complexos e o valor e época de resultados tributáveis futuros. contudo quando isso não for viável. incluindo o método de fluxo de caixa descontado.J. risco de liquidez. juntamente com estratégias de planejamento fiscal futuras. vide Nota 10. A Companhia e suas controladas constituem provisões. risco de crédito e volatilidade. é determinado utilizando técnicas de avaliação. um determinado nível de julgamento é requerido para estabelecer o valor justo. Julgamento significativo da administração é requerido para determinar o valor do imposto diferido ativo que pode ser reconhecido. Mudanças nas premissas sobre esses fatores poderiam afetar o valor justo apresentado dos instrumentos financeiros. Os dados para esses métodos se baseiam naqueles praticados no mercado.

as jurisprudências disponíveis.277 226. MACÊDO S. 4.466 (13. a hierarquia das leis. A avaliação da probabilidade de perda inclui a avaliação das evidências disponíveis.695 34 .370 Patrimônio líquido 31/12/09 01/01/09 267. Adoção inicial dos CPCs Em todos os períodos anteriores.309 38. bem como nas demonstrações financeiras publicadas e preparadas de acordo com o BRGAAP para o exercício encerrado em 31 de dezembro 2009 da Companhia e sua controlada. conforme demonstrado a seguir (Companhia e consolidado): Item Saldos originalmente publicados Contabilização de custo atribuído Imposto de renda e contribuição social diferidos Saldos reapresentados (a) (b) Resultado 31/12/09 45. a Companhia e sua controlada prepararam suas demonstrações financeiras cumprindo as normas previstas nos CPC’s para os períodos iniciados em. As provisões são revisadas e ajustadas para levar em conta alterações nas circunstâncias tais como prazo de prescrição aplicável. conclusões de inspeções fiscais ou exposições adicionais identificadas com base em novos assuntos ou decisões de tribunais. Julgamentos. como descrito em suas políticas contábeis. Desta forma.080) 25. incluindo o ano fiscal findo em 31 de dezembro de 2009.386 251. A adoção dos novos CPC’s ocasionaram reclassificações e ajustes no balanço patrimonial de abertura no BRGAAP em 1º de janeiro de 2009. exceto quando indicado de outra forma) 3. cíveis e trabalhistas A Companhia e suas controladas reconhecem provisão para causas tributárias.041 293. estimativas e premissas contábeis significativos-Continuação Provisões para riscos tributários. ou após.J.236 39.418) 26.715 992 (337) 655 46. o saldo de abertura considerado foi o de 1º de janeiro de 2009. data da transição para os CPC’s. a Companhia e sua controlada prepararam suas demonstrações financeiras de acordo com as políticas contábeis adotadas no Brasil (BRGAAP). bem como a avaliação dos advogados externos. as decisões mais recentes nos tribunais e sua relevância no ordenamento jurídico.459 (13. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.A. 1º de janeiro de 2010. Para as presentes demonstrações financeiras. cíveis e trabalhistas. As presentes demonstrações financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010 são as primeiras preparadas de acordo com o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).

351 17. em 31 de dezembro de 2009 e 1º de janeiro de 2009.480 26. Além dos ajustes contábeis demonstrados e descritos anteriormente. no montante de R$ 17.J. MACÊDO S.400. Adoção inicial dos CPCs--Continuação a) Refere-se a adoção de um novo custo atribuído a determinadas classes de ativos imobilizados e propriedade para investimentos.A.915 39.712 100. devidamente suportados por laudos de avaliações patrimoniais elaborados por empresa especializada.027 (19. 35 . que compreenderam determinadas unidades da Companhia.778 19.688 38. a Companhia procedeu às seguintes reclassificações: i. no montante de R$ 23.396) 555 25. Os novos custos atribuídos na data de transição estão abaixo apresentados: Em 1º de janeiro de 2009 Práticas Novas contábeis práticas anteriores Ajustes contábeis Imobilizado Terrenos Edificações e outros imóveis Máquinas. Reclassificação do saldo de imposto de renda e contribuição social diferidos anteriormente classificado como ativo circulante. respectivamente.870 4.592 32. respectivamente.400 139.453 46. em 31 de dezembro de 2009 e 1º de janeiro de 2009. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.817 7.507 71. exceto quando indicado de outra forma) 4.026 121.400 e R$ 17.283 6. aparelhos e equipamentos industriais Móveis e utensílios Propriedade para investimentos Terrenos Edificações e outros imóveis 3. para o ativo não circulante.266 3. e ii) Reclassificação de propriedade para investimento anteriormente classificados como imobilizado. para “propriedade para investimentos”.353 e R$ 0.105 12. nos termos do ICPC 10 – Interpretação sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado e à Propriedade para Investimento e conforme descrito na Nota 12.865 847 4.466 11.471 96.049 6.883 b) Refere-se ao imposto de renda e contribuição social diferidos calculados sobre os efeitos contábeis decorrentes da adoção de novo custo atribuído descrito no item anterior.184 5.504 12.

a) Informações Trimestrais da Companhia Trimestre findo em Patrimônio líquido publicado Custo atribuído.153 284.821 30/06/09 240. líquido de impostos diferidos (Nota 4a) Resultado reapresentado 31/03/10 3.990 164 12. líquido de impostos diferidos (Nota 4a) Patrimônio líquido reapresentado 31/03/10 270.599 164 (5. de 25 de janeiro de 2011 a Companhia apresenta abaixo os efeitos nos resultados e no patrimônio líquido dos trimestres findos em 31/03/2010.629 30/06/10 5.743 31/03/09 12.796 164 12.972 25.550 264.830 31/03/09 12. líquido de impostos diferidos (Nota 4a) Resultado reapresentado 31/03/10 3.A. 31/03/2009.044 Resultado do período findo em: Resultado publicado Custo atribuído. comparativamente com as de 2009 também ajustadas às normas de 2010 Em atendimento à Deliberação CVM nº 656.676 328 14.682 53 1. 30/06/2009 e 30/09/2009.947 30/09/09 7.512 30/06/09 1.511 53 5. 30/09/2010.965 26.699 31/03/09 238.J.087 30/09/10 10. em decorrência da plena adoção das referidas normas contábeis de 2010.676 164 1. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.682 107 5.435 30/09/09 (6.878 260. Adoção inicial dos CPCs--Continuação Reapresentação das ITR de 2010.905 25.093) 53 3.956 30/09/10 263.346 Resultado do trimestre findo em: Resultado publicado Custo atribuído.109 26.865 30/06/10 257. MACÊDO S.629 30/06/10 1.714 265. exceto quando indicado de outra forma) 4.854 53 3. 30/06/2010.929) 36 .458 30/09/10 5.512 30/06/09 13.275 492 8.100 296.194 160 10.206 289.371 25.166 26.258 30/09/09 234.

512 30/06/09 13.676 164 1.905 25.878 260. líquido de impostos diferidos (Nota 4a) Resultado reapresentado 31/03/10 3.929) 37 .371 25.044 Resultado do período findo em: Resultado publicado Custo atribuído.512 30/06/09 1.990 164 12.599 164 (5.796 164 12.965 26.A.821 30/06/09 240.435 30/09/09 (6. MACÊDO S.194 160 10.865 30/06/10 257. exceto quando indicado de outra forma) 4.629 30/06/10 1.206 289.714 265. Adoção inicial dos CPCs--Continuação b) Informações Trimestrais da Companhia e consolidado Trimestre findo em Patrimônio líquido publicado Custo atribuído.956 30/09/10 263.275 492 8.153 284.947 30/09/09 7.676 328 14. líquido de impostos diferidos (Nota 4a) Patrimônio líquido reapresentado 31/03/10 270.093) 53 3.346 Resultado do trimestre findo em: Resultado publicado Custo atribuído.682 107 5.629 30/06/10 5.100 96.258 30/09/09 234.682 53 1.854 53 3.J.087 30/09/10 10.743 31/03/09 12. líquido de impostos diferidos (Nota 4a) Resultado reapresentado 31/03/10 3. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.550 264.109 26.458 30/09/10 5.699 31/03/09 238.511 53 5.830 31/03/09 12.972 25.166 26.

J. exceto quando indicado de outra forma) 5..782 74.181 86.181 86.540 70 225 95.110 672 3. as quais foram dadas em garantia de fiança bancária de processo judicial com prazo indeterminado referente a J.050 31/12/10 5. 38 .087 As aplicações financeiras referem-se substancialmente aos fundos de investimentos financeiros com remunerações próximas a variação do depósito interbancário.649 30.864 622 3.059 71.225 95.864 622 3.520 317 65. controladora da J.750 Controladora 31/12/09 5. Administração e Participações.591 2.623 89.623 2. 623 2. 289 37.110 672 3.A.623 89.143 3.782 74.Macêdo S.A – Comércio.809 Não Circulante: Fundos de renda fixa CDB – Certificado de depósito bancário 3.486 99.177 01/01/09 19.440 2.315 20.486 99.059 70.692 5. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.813 Consolidado 31/12/09 5.135 2.189 20.Macêdo S.971 2.424 37. Caixa e equivalentes a caixa e aplicações financeiras 31/12/10 Bancos conta movimento Aplicações financeiras: Circulante: Fundos de renda fixa CDB – Certificado de depósito bancário 65. MACÊDO S. Essas operações possuem liquidez imediata.189 01/01/09 19.954 30. exceto as operações que estão classificadas no não circulante.247 70.A.

Contas a receber de clientes 31/12/10 Clientes no país Desconto de verbas contratuais Provisão devedores duvidosos 84.152) (4.409 776 718 228 154 224 4.218 (4.325 O desconto de verbas contratuais de clientes será deduzido dos respectivos valores das faturas em aberto.821) (4.409 776 718 228 154 224 4.483 121.615) (911) Saldo inicial do exercício Constituição de provisão Reversões e baixas Saldo final 39 .126 323 45 110 189 4 727 84.J. Em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 e 1º de janeiro de 2009.097 2.900) se constituem em garantia fiduciária das debêntures (Nota 18).552 6.922 (7.218 (4.900 (2009: R$ 25.821 (7.537 01/01/09 121.776 Consolidado 31/12/09 101.648 Controladora 31/12/09 01/01/09 101.615) 90.126 323 45 110 189 4 727 84.445) (3.749 (7.621 90.152) (4.042 101.615) (1.973 (6.415 121.615) (911) Consolidado 31/12/10 31/12/09 (3.973 109.463) (514) 4.A.615) 90.152) 111.368 5. contas a receber de clientes no valor de R$ 25.152) 111.042 101.421 889 525 235 82 2.922 A movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa para os exercícios findo em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 está assim representada: Controladora 31/12/10 31/12/09 (3.225 2.821 81.919 109.653 6.445) (3.621 (7.702 1.463) (514) 4.062) (911) 76. a análise do vencimento de saldos de contas a receber de clientes é a seguinte: Controladora 31/12/09 01/01/09 Consolidado 31/12/09 31/12/10 Prazo: A vencer 1 a 30 dias 31 a 60 dias 61 a 90 dias 91 a 120 dias 121 a 150 dias 151 a 180 dias Vencidos há mais de 180 dias 31/12/10 01/01/09 81.749 90.421 889 525 235 82 2.422 5.615) (1.919 (6.062) (911) 76.702 1.224 31/12/10 84.821) (4. MACÊDO S. exceto quando indicado de outra forma) 6. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. Em 31 de dezembro de 2010.415 121.

A.020 3.059 5. MAC-DO Administração e Participações S.A.207 29 302 51.201 3. Administração e Participações.A.771 4.169 28. Cipolin S.1.A. Participação conjunta na qual a Companhia é uma das participantes • Tergran – Terminais de Grãos de Fortaleza Ltda.169 Empresa líder do conglomerado A J.A BDM Participações Ltda.Macêdo S. Partes relacionadas As demonstrações financeiras incluem as informações financeiras da Companhia e controladas relacionadas na Nota 2.A.390 - 10 10 23. 4.A. Entidades com influência significativa sobre a Companhia • • • • J. é controlada pela J. O quadro a seguir apresenta os saldos em aberto em 31 de dezembro de 2010 e 2009.201 - 41.A.221 23. Dinel Participações Ltda. J. (Vide Nota 2. Adm.J.201 - 41. Administração e Participações. e Participações Cemec Construções Eletromecânicas S.216 3.887 1.Macêdo Alimentos S. Controladora 31/12/09 01/01/09 Consolidado 31/12/09 Companhias Ativo não circulante J..A.771 4. Macêdo S.564 7.A.887 1. Macêdo S.A.169 23.201 3.216 Passivo Pico da Caledônia Empreendimentos e Participações S. – Comércio.564 4. MACÊDO S. Sul Trigo Cereais Comércio Atacadista Ltda. bem como o valor total das transações realizadas com partes relacionadas nos exercícios findos naquelas datas. J. Macêdo Alimentos S. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.Macêdo Alimentos S.Macêdo S. exceto quando indicado de outra forma) 7.207 29 302 51. Com.A. J. a qual é uma subsidiária da J.A. – Comércio. Macêdo Alimentos S. Outros 31/12/10 31/12/10 01/01/09 3.049 10 7.020 3.1) 40 .

304 1. por meio do qual as unidades industriais de Fortaleza e Salvador são arrendadas à Companhia. Contratos de arrendamento Contrato de Arrendamento de Estabelecimento Industrial e Outras Avenças. Essas operações são usualmente liquidadas à vista ou com prazo inferior a sete dias.511 108.A. devido à ausência de títulos em atraso com risco de realização. Partes relacionadas--Continuação Termos e condições de transações com partes relacionadas A Pico da Caledônia Empreendimentos e Participações S.A. O quadro a seguir apresenta o valor total das transações realizadas com partes relacionadas nos exercícios sociais em questão: Aquisição de materiais e serviços Controladora Consolidado 31/12/10 31/12/09 31/12/10 31/12/09 73. EUA e Uruguai. Macêdo Alimentos S. firmado em 30 de janeiro de 2004 com a Pico da Caledônia. aludidos bens foram objeto de subscrição de capital naquela controlada. 41 .A. a preço de mercado.834 73. (1) Pico da Caledônia S. em igual data. firmado em 15 de outubro de 2003. Tergran Ltda (1) Importação de trigo fundamentalmente da Argentina. conforme citado na Nota 1.834 73. e Contrato de Arrendamento de Estabelecimento Industrial e Comercial e de Outras Avenças. Os moinhos da Pico da Caledônia são parte integrante do acordo operacional com a Bunge Alimentos S.A. Ressalte-se que.J. por prazo indeterminado.240 Companhias Cipolin S.. Sobre os saldos a receber entre as empresas do Grupo em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 não há provisão registrada para créditos de liquidação duvidosa..A.240 104. tendo como objeto a unidade industrial em Londrina no Estado do Paraná. exceto quando indicado de outra forma) 7.141 104.959 1. com renovação a critério exclusivo da Companhia.922 78.834 1. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.A. MACÊDO S. em consonância com os acordos operacionais recíprocos celebrados com a parceira Bunge.979 2. possui acordo de industrialização.240 104. com a J.

MACÊDO S. os montantes conforme demonstrado no quadro a seguir: 31/12/10 941 558 1.A. exceto quando indicado de outra forma) 7. recebeu avais de nossa controladora J. entretanto. Em 31 de dezembro de 2010 e 2009.499 31/12/09 380 1. Partes relacionadas--Continuação Remuneração do pessoal-chave da administração da Companhia e suas controladas A Assembléia Geral Ordinária determinou a fixação do pró-labore mensal e global dos administradores em até R$ 667 (R$ 8.A. vinculada ao alcance de metas operacionais e objetivos específicos. cujo valor em 31 de dezembro de 2010 era de R$ 3. para a J.514). individual. em sua maioria. Apenas uma pequena parcela dessas operações. cuja distribuição. no que concerne a garantias.943 Colaboradores Administradores Avais e garantias A Companhia concedeu garantia de fiança bancária.185 (2009: R$ 5.563 1. as despesas com honorários da administração foram de R$ 6. – Comércio. As operações para financiamento e capital de giro junto a instituições financeiras são. não representando mais do que 9% do saldo devedor total junto a instituições financeiras. lastreadas por títulos das contas a receber de clientes e notas promissórias emitidas pela Companhia. Participação dos colaboradores e administradores nos resultados A Companhia concede participação nos resultados a seus colaboradores e administradores.J.782. foi fixada pelos administradores.000/ ano). foram registrados. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. Administração e Participações.Macêdo S.. a título de participação nos resultados. estabelecidos e aprovados no início de cada exercício.A. conforme citado na Nota 5. No exercício de 2010. Macêdo Alimentos S. 42 .

912 33.342 16.439 (1.820 5.229 (851) 107.492 20.446 309 40.255) 97.439 (1.641 1.644 35. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.710 (1. A movimentação da provisão para perdas em estoques para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 está assim representada: Controladora 31/12/10 31/12/09 (641) (1. Estoques 31/12/10 Matéria prima Importações em andamento Produtos em processo Produtos acabados Materiais de produção Materiais de manutenção e outros Adiantamentos a fornecedores (a) (-) Provisão para perdas em estoque 38.698 3. exceto quando indicado de outra forma) 8.801 8.874 20.605 21.874 20.880 3.264 16.153 5. MACÊDO S.255) (6.771 31/12/10 38.969 3.618 Controladora 31/12/09 01/01/09 21.570 17.326 1.570 17.035) 5.771 (a) Substancialmente representado por adiantamentos a fornecedores de trigo.492 20.364) (8.644 35.710 (1.255) 97.255) (6.J.641 1.326 1.229 (851) 107.264 16.750 8.446 309 40.106 1.364) (8.912 33.329 (641) 110.329 (641) 110.820 5.255) (851) Consolidado 31/12/10 31/12/09 (641) (1.969 3.605 21.A.698 3.255) (851) Saldo inicial do exercício Adições Reversões e baixas Saldo final 43 .801 8.342 16.750 8.618 Consolidado 31/12/09 01/01/09 21.106 1.880 3.035) 5.153 5.

246 12.A.013 30.233 2.977 2.517 1.167 5.301 2.748 Total 25.018 1.528 4.144 1.312 Circulante 9.J.018 1.246 12. exceto quando indicado de outra forma) 9.563 785 1.000 30.564 Total 25.714 9.898 1.024 238 13.916 530 24.167 8.526 01/01/09 Total 17.541 Não circulante 11.301 3.714 9. MACÊDO S.799 4.144 1.154 530 38. Impostos e contribuições sociais a compensar Controladora 31/12/2010 Circulante ICMS a ressarcir.154 530 38.278 3.874 4.346 35.497 Total 17.898 1.916 530 24.799 4.042 2.486 2. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.018 2.579 Consolidado 31/12/10 Não circulante 11.874 4.517 1. apropriar e/ou receber ICMS a recuperar sobre ativo imobilizado Imposto de renda a compensar Contribuição social a compensar PIS e COFINS a compensar Outros impostos e contribuições 14.233 2.029 31/12/09 Não circulante 8.167 8.346 23.546 Total 17.497 01/01/09 Total 17.049 44 .042 2.775 4.977 2.744 856 4.528 4.748 31/12/09 Não circulante 8.038 1.289 Circulante 9.018 2.167 5.744 856 4. apropriar e/ou receber ICMS a recuperar sobre ativo imobilizado Imposto de renda a compensar Contribuição social a compensar PIS e COFINS a compensar Outros impostos e contribuições 14.346 35.563 785 1.592 Circulante ICMS a ressarcir.775 4.346 23.486 2.278 2.024 238 13.038 1.

445) 10.597 (338) 30. O imposto de renda é computado sobre o lucro tributável pela alíquota de 15%. exceto quando indicado de outra forma) 10.620 253 237 2. A Companhia fundamentada na expectativa de geração de lucros tributáveis futuros.648 (475) (13.644 1.085 (10.085 1. enquanto que a contribuição social é computada pela alíquota de 9% sobre o lucro tributável. reconhecidos pelo regime de competência.021 (111) (21.597 (338) 28.977) (10. O imposto de renda e a contribuição social diferidos apresentam a seguinte natureza: Controladora Prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social Diferenças temporárias: Provisão para devedores duvidosos Provisão para perdas com estoques Provisão para contingências Outras provisões Total diferido ativo Ágio Chiarini Ajuste de avaliação patrimonial Total diferido passivo Líquido IR e CS diferido Consolidado 31/12/10 31/12/09 31/12/10 31/12/09 33.A.J.073 21. despesas não dedutíveis temporariamente e bases negativas da contribuição social que não possuem prazo prescricional e cuja compensação está limitada a 30% dos lucros anuais tributáveis.648 (475) (11.215 525 41.445) 13.977) 30. acrescido do adicional de 10% para os lucros que excederem R$ 240 no período de 12 meses.563) 13.620 4.533 552 24.644 (13. MACÊDO S.570 427 5.860 21.004) 10.215 525 41.088) (11. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.179 Reconciliação do ativo fiscal diferido Controladora 31/12/10 31/12/09 Saldo de abertura Constituição Realização de ajuste avaliação patrimonial Compensações/ Refis IV (Nota 21) 30.533 552 24.570 427 5. reconhece os créditos tributários sobre prejuízos fiscais.418) (13.073 253 237 2.620 Consolidado 31/12/10 31/12/09 28.179 4.597 (13.597 (10.639) 41.021 (111) (21.179 45 . A contribuição social diferida foi registrada à alíquota de 9%.860 33.080) 41. O imposto de renda diferido foi registrada pela alíquota efetiva.418) 28. Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro A tributação sobre o lucro compreende o imposto de renda e a contribuição social.529) (14.

juros e encargos legais relativos aos débitos incluídos no parcelamento denominado Programa de Recuperação Fiscal – “REFIS”.361 10.911 3.911 31/12/09 30.563 6.259 40.361 10.A.117 3.445 de imposto de renda e contribuição social diferidos. Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro--Continuação De acordo com as projeções elaboradas pela Administração da Companhia o imposto de renda e a contribuição social diferidos em 31 de dezembro.076 41. MACÊDO S. R$ 21.274 20.298 7.558 2.394 31/12/09 (440) (174) (614) 30.648 2010 2011 2012 2013 A partir de 2014 A composição da despesa com imposto de renda e contribuição social é a seguinte: Controladora 31/12/10 Corrente Imposto de renda Contribuição social Diferidos Imposto de renda Contribuição social 1.597 24.259 Consolidado 31/12/10 (372) (145) (517) 1.558 2. calculados sobre o prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social para quitação das multas.259 41.353 3.645 Conforme permitido pela Lei 11. 46 .941/09.564 1. serão realizados nos seguintes prazos: Consolidado 31/12/10 31/12/09 23.898 41. exceto quando indicado de outra forma) 10. descrito na Nota 21.353 4. a Companhia utilizou em 2010.353 3.898 41. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.911 3.J.

não existe uma correlação imediata entre o lucro líquido da Companhia e o resultado de imposto de renda e contribuição social. onde o valor do terreno foi obtido pelo Método Comparativo de Dados de Mercado e o valor das edificações e benfeitorias pelo Método da Quantificação de Custo.A. 11. exceto quando indicado de outra forma) 10. ocorreu a transação da venda do imóvel da Rua Raimundo Pereira de Magalhães.045 64 28.685 64 30. 12. que foi determinado com base em avaliações realizadas por empresa especializada. cujo saldo contábil em 31 de dezembro de 2009 era R$ 4. 777. incentivos fiscais e outras variáveis. Investimentos Controladora 31/12/10 31/12/09 01/01/09 Participações em empresas controladas Outros investimentos 28.109 30. Em setembro de 2010. em 31 de dezembro de 2010 e 2009.J. 13. a um terreno recebido como quitação de dívida no montante de R$ 915 (2009: R$ 915). situado em Bayeux – PB. Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro--Continuação Como a base tributável do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro líquido decorre não apenas do lucro que pode ser gerado. Ativo não circulante mantido para venda Em 31 de dezembro de 2010. mas também da existência de receitas não tributáveis.962 460 29. basicamente. despesas não dedutíveis. de acordo com as partes 1 e 2 da NBR 14653. mediante instrumento particular de promessa de venda e compra de imóvel e outras avenças.749 28.989. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.422 31/12/10 Consolidado 31/12/09 01/01/09 64 64 460 460 64 64 47 . em São Paulo. a expectativa da utilização dos créditos fiscais não deve ser tomada como único indicativo de resultados futuros da Companhia. O valor justo dos imóveis foi determinado pelo Método Evolutivo. MACÊDO S. Propriedade para investimento As propriedades para investimento são registradas a valor justo. Portanto. refere-se.

204 Patrimônio líquido 10.90% 18.644 (1. Investimentos--Continuação 31/12/10 Pico da Caledônia 999 99.193.564 30. exceto quando indicado de outra forma) 13.221 Movimentação dos investimentos Saldo inicial 3.685 (4.460 24.389 24. MACÊDO S.304) 30.507) 1.374 Distribuição de lucros (300) Aquisição de investimentos Equivalência patrimonial 407 Incorporação de investimentos Saldo final 3.867 28.588 1.461 27.441 Lucro líquido do período 1.685 31/12/09 Total Total Tergran Informações sobre as investidas Quantidade de ações possuídas 2.311 (4.207) 1.33% Capital social 9. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.962 (135) 8.A.000 Participação no capital total e votante 33.481 48 .482) (5.045 28.J.

386 9.663 1. aparelhos e equipamentos industriais Instalações Móveis e utensílios Equipamentos e aplicativos de processamento de dados Veículos Outros Imobilizado em andamento Adiantamento a fornecedores 11.512 Alienações e/ou baixas (537) (2.663 1.006 Depreciação Valor Valor acumulada residual residual (62.269 Custo 11.0 35.793) Saldo em 31/12/10 11.412 135.482 96.886) (6.411 215.411 215.373 366.559 1.041 a.219) (637) (5.858 3.431) (205) (1. exceto quando indicado de outra forma) 14.344 9.129 3. Imobilizado a) Controladora a.398 141.614 22.707 9.A.806 9.206 2.001 4.861 5.490 69.2 Movimentação dos saldos Saldo em 31/12/09 Terrenos Edificações e outros imóveis Benfeitorias em bens de terceiros Máquinas.373) - Depreciação (2.410 7.586 8.373 190.107 3.648 2.185 161.490 78.002 8.637 56.373 190.831) (818) (580) (1.185 22.1 8.482 96.715) (152. aparelhos e equipamentos industriais Instalações Móveis e utensílios Equipamentos e aplicativos de processamento de dados Veículos Outros Imobilizado em andamento Adiantamento a fornecedores 3.6 14.554 31/12/09 01/01/09 Custo 11.550 11.121 5.1 Composição dos saldos 31/12/10 Taxas médias anuais de depreciação -% Terrenos Edificações e outros imóveis Benfeitorias em bens de terceiros Máquinas.490 78.490 130.600) (6.490 68.267 4.072) (12.410 7.019 7.976) (2.279 8.058 3.966 40 24.391) (175.759 2.637 56.715) Valor residual 11.019 7.858 26.583 145 5 1 979 (30.559 1.456) 11.997) (20.490 143.715) Transferências 11.544 457 366 1.456) (175.428 7.6 9.143 3.132 2.576 336.096) (721) (1.059 1.411 41.962 3.4 19.531 2.563 2.012 7.648 2.346) (7.880 8.596 364.529) (31) (292) (40) (10) (276) (3.J.206 2.107 3. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.220) (775) (78.0 15.267 4.586 8.065) (1.554 49 .237 126.0 Depreciação acumulada (65.6 3.411 368.490 68.058 3.550 Adições 483 442 23.894 168.004) (923) (634) (152.279 8.158 22.153 10.370) (4.631 7.190 25.101) (4.749 6. MACÊDO S.019 7.962 212.326 2.603 3.861 5.411 1.412) (71.411 1.

112 9.1 Composição dos saldos 31/12/10 Taxas médias anuais de depreciação -% Terrenos Edificações e outros imóveis Benfeitorias em bens de terceiros Máquinas.904 7.583 145 5 1 979 (30.059 1.373 202.914 7.603 3.258) 2.039 26.014 6.563 2.185 172. exceto quando indicado de outra forma) 14.596 379.759 2.880 8.789 (4.482 96.663 1.049 01/01/09 Valor residual 21.637 57.031 4.411 383.034 8.132 2.512 Alienações e/ou baixas (537) (2.910) Saldo em 31/12/10 21.962 3.049 3.6 3.663 1.018 133.172) (6.657 Custo 21.914 7.123) Valor residual 21.411 1.715) 11.751 3.111 3.584 8.685) (21.018 79.004) (923) (634) (156.389) Valor residual 21.398 152.206 2.373 380. aparelhos e equipamentos industriais Instalações Móveis e utensílios Equipamentos e aplicativos de processamento de dados Veículos Outros Imobilizado em andamento Adiantamento a fornecedores 50 .111 3.190 26.904 Terrenos Edificações e outros imóveis Benfeitorias em bens de terceiros Máquinas.431) (205) (1.200 2.354 5.772) (178.816 b.362) (637) (5. MACÊDO S.237 138.354 5. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.529) (31) (292) (40) (10) (276) (3.656 10.493 3.0 Custo 21.772) 3.411 1.411 226.543) (775) (80.657 5.034 8.657 2.4 19.346) (7.162 (4.017 Adições 483 442 23.017 8.018 70.274 4.559 1.019 7.411 226.892) (6.018 70.J.780 Depreciação acumulada (66.962 223.0 35.258) (156.584 8.018 70.326 2.012 7.018 79.018 146.406 7.559 1.2 Movimentação dos saldos Saldo em 31/12/09 21.072) (12. Imobilizado--Continuação b) Consolidado b.576 351.577 9.206 2.003 9.1 8.528) (1.096) (721) (1.A.637 57.391) (178. aparelhos e equipamentos industriais Instalações Móveis e utensílios Equipamentos e aplicativos de processamento de dados Veículos Outros Imobilizado em andamento Adiantamento a fornecedores 3.397 22.412) (73.019 7.0 15.129 3.544 457 366 1.373 202.6 9.412 138.966 40 24.894 170.411 41.438 31/12/09 Depreciação acumulada (63.019 7.185 22.274 4.482 96.446 10.742) (2.820) (821) (562) (1.373) Transferências Depreciação (2.625 22.6 14.

conforme na Nota 17. Abatimentos. carências e descontos são considerados no cálculo dos alugueis. em conformidade com o Pronunciamento Técnico CPC 06 – Operações de Arrendamento Mercantil são classificados como arrendamentos. 51 . a vida útil das benfeitorias em imóveis arrendados é limitada ao prazo do contrato de arrendamento ou à vida útil econômica do bem. MACÊDO S. Ativos concedidos em garantias Parte do ativo imobilizado foi indicado para garantia dos empréstimos e financiamentos. Adicionalmente. Imobilizado--Continuação Imobilizado em andamento O imobilizado em andamento está representado por reformas e ampliações em instalações industriais e máquinas e equipamentos que foram concluídas ao longo de 2010. A Companhia estima o prazo total de cada contrato de arrendamento. e para contingências. considerando os prazos de renovação que são de faculdade exclusiva da Companhia e que para os quais perdas econômicas ou penalidades existam em caso de término do contrato após o seu prazo original. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.A. exceto quando indicado de outra forma) 14.J. c) Arrendamentos mercantis financeiros A Companhia possui certos contratos de arrendamentos que. Este prazo estimado é usado para se determinar se um arrendamento deve ser classificado como operacional ou financeiro e no cálculo das despesas de aluguel de maneira linear durante todo o prazo do contrato.

J.1) Ativo Imobilizado (“Propriedades com arrendamento mercantil”): 31/12/10 Tipo Estabelecimentos Industriais Veículos Prazo do contrato (anos) 21 e 22 2e3 Custo (*) 45.209 12.044 89 12.266) (44) (33.541 52 .481) (5.2) Obrigações do arrendamento mercantil O vencimento dos pagamentos dos aluguéis mínimos dos arrendamentos financeiros está descrito a seguir: 31/12/10 Desconto a valor presente (1.394 Custo (*) 45.443 31/12/09 Depreciação acumulada (33.133 01/01/09 Saldo líquido 12.475 11.555) Valor presente dos pagamentos mínimos 302 1.310 133 45.132 22.310 Depreciação acumulada (33.A.694 12.310 45.626 31.694 (*) Valor presente dos aluguéis mínimos c.916) (33.310) Saldo líquido 12. exceto quando indicado de outra forma) 14. Imobilizado--Continuação c) Arrendamentos mercantis financeiros--Continuação Os principais efeitos relativos aos contratos de arrendamento financeiro estão descritos a seguir: c.394 11. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. MACÊDO S.657) (11.783 7.916) Saldo líquido 11.417) (18.986 Vencimento 2011 2012 a 2015 Após 2015 Pagamentos mínimos 1.

170 O total dos pagamentos mínimos dos arrendamentos operacionais no exercício findo em 31 de dezembro de 2010 foi de R$ 5. R$ 1.526 Vencimento 2009 2010 a 2014 Após 2014 Pagamentos mínimos 1.666).670 11. R$ 650 (2009: R$ 650) de despesas de depreciação.072 33. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.756) (20.785) (21. O total de aluguéis mínimos pagos no mesmo período totalizou R$ 1.449 3.3) Contas de resultado No exercício findo em 31 de dezembro de 2010.624 13.523) (7.503 (2009: R$ 1. d) Arrendamentos operacionais Os contratos de arrendamento classificados como operacionais que possuem os seguintes vencimentos e pagamentos mínimos: Vencimento 2011 2012 2013 em diante Pagamentos mínimos 5.409 35.783 (2009: R$ 1. Imobilizado--Continuação c.766 23.642 11. 53 .783).A.974 5.J.2) Obrigações do arrendamento mercantil--Continuação 31/12/09 Desconto a valor presente (1.107 c.273) (12.486 8.316 13.840 (2009: R$ 2.523) de despesas de juros com arrendamento financeiro.915 24.266 Vencimento 2010 2011 a 2015 Após 2015 Pagamentos mínimos 1. a Companhia registrou no resultado do período.747 15. exceto quando indicado de outra forma) 14. MACÊDO S.783 8.058) Valor presente dos pagamentos mínimos 280 1.206) (7.581) Valor presente dos pagamentos mínimos 260 1.324 01/01/09 Desconto a valor presente (1.096) (11.

135 foram alocados ao ativo imobilizado.352) (14. a máquinas e equipamentos e veículos.546 (9. registrado no ativo intangível.232 35.226 6. (b) Softwares referem-se a licenças de direito de uso e demais gastos com serviços complementares necessários para a utilização desses softwares a partir de 1º de janeiro de 2009.284 26.484 representam o valor a pagar a maior em relação ao valor do patrimônio líquido pelos livros contábeis da Chiarini em 31 de dezembro de 2008. R$ 13. o sistema integrado de gestão empresarial – ERP do SAP. Do montante de R$ 19. sendo que o saldo remanescente de R$ 6. MACÊDO S.863) (14.399 - Definida 21.649 21. basicamente. 54 . exceto quando indicado de outra forma) 15.001 591 (46) 42.399 6.399 42.863) 21. O valor da aquisição da Chiarini foi de R$ 28.484.556 591 36. Estes ativos intangíveis serão amortizados à taxa de 20% ao ano com base na vida útil estimada ou prazo das licenças.J.683 32.324 21.399 6.352) (14.399 está representado pelo ágio pago por expectativa de rentabilidade futura.352) (9.147 (9.399 6.A. em especial.204 21. dos quais R$ 19.863) 27. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.863) (14.376 14.128. ganhos em escala e fortalecimento da presença da Companhia no Estado de Minas Gerais.376 (a) Esse ágio está fundamentado na expectativa de rentabilidade futura decorrente de sinergias.399 6.324 14.352) (9. Intangível (controladora e consolidado) Ágio na aquisição de Marcas e patentes investimentos (a) Softwares e sistemas informatizados (b) Total Vida útil Custo: Em 1º de janeiro de 2009 Adições – desenvolvimento interno Aquisição de controlada (Nota 1) Em 31 de dezembro de 2009 Adições – desenvolvimento interno Operações descontinuadas Em 31 de dezembro de 2010 Amortização: Em 1º de janeiro de 2009 Amortização Em 31 de dezembro de 2009 Amortização Em 31 de dezembro de 2010 Valor contábil líquido: Em 31 de dezembro de 2010 Em 31 de dezembro de 2009 Em 1º de janeiro de 2009 Indefinida 52 (6) 46 (46) 46 52 Indefinida 6.

J.203 14. 17.703 42.230) 14.965 604 14.45% à 4. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. TJLP e moedas CDI Pré-fixado Pós-fixado Taxas de Juros (a. São geralmente liquidadas em prazos de 07 a 60 dias.625 5.443 7..320 (44.242 57.A.904 2.321 (1) Garantido.258 93.260 618 12.529 2.680 120. Macêdo Alimentos S. exceto quando indicado de outra forma) 16. MACÊDO S. títulos em cobrança e nota promissória.906 31/12/09 13.321 55 .000 86.129 6. Empréstimos e financiamentos (controladora e consolidado) Moeda nacional Capital de giro (1) FINAME (2) FINEM BNDES (2) Leasing Crédito Rural FINIMP Circulante Não circulante Indexador Pré-fixado TJLP Pré-fixado.569 01/01/09 4.906 1.75% 5. Fornecedores Refere-se a contas a pagar a fornecedores basicamente de insumos. sem a incidência de encargos financeiros. com aval da controladora J.5% 69. As parcelas vencíveis a longo prazo apresentam o seguinte cronograma de vencimento: Ano 2010 2011 2012 2013 A partir de 2014 31/12/10 30.234 42.974) 86.569 2.A.869 20. não em sua totalidade.999) 12.25% 67.880 (33.5% 0.9% 4. (2) Garantido por alienação fiduciária dos bens e/ou nota promissória.924 42.167 1.94% 6.) 31/12/10 31/12/09 01/01/09 11.a.438 6.799 (79.

933 (412) 31.575 59. escritural. Emissão Única 10. 56 . a partir do 12º mês da data de emissão.609 4. exceto quando indicado de outra forma) 17.187 (721) 58. que aprova o Pronunciamento Técnico CPC 08. O valor do principal será amortizado em 7 parcelas semestrais.041 Em atendimento à Deliberação CVM nº 556.578 (309) 29. 01/09/2011 Em 18 de outubro de 2007.165 (309) 30.378 (412) 33. passamos a contabilizar os custos de transação incorridos na captação de recursos como redutora da conta de debêntures e amortizá-los com base na mesma base de amortização das debêntures. foi efetuada a liquidação financeira referente à primeira oferta pública de debêntures da Companhia com data de emissão de 1º de setembro de 2007 e valor nominal de R$ 10. os quais estão adequadamente cumpridos em 31 de dezembro de 2010 e 2009. com a captação do montante As debêntures foram emitidas sob a forma nominativa.J. MACÊDO S.434 30.609 1.399 01/01/09 29.360 CDI + 1. Empréstimos e financiamentos (controladora e consolidado)-continuação A Companhia está obrigada a observar determinados índices associados ao balanço e à demonstração do resultado do exercício.466 92.5% a.130 29. Debêntures (controladora e consolidado) 31/12/10 Passivo Circulante Principal Encargos (-)Custos de captação Não circulante Principal (-)Custos de captação 29.a. Características da oferta: Debêntures Série Quantidade de títulos emitidos Remuneração Vencimento 1ª. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. 18.A. sendo a primeira em 1º de setembro de 2008 e a última em 1º de setembro de 2011.434 31/12/09 29.269 60.578 1. sem emissão de cautelas ou certificado e não serão conversíveis em ações da Companhia.

Debêntures (controladora e consolidado)--Continuação A operação está garantida pela cessão fiduciária de direitos creditórios de titularidade da J. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2009 e 2008 (Em milhares de reais. é estimado através dos fluxos de caixa futuro descontado utilizando taxas atualmente disponíveis para dívidas ou prazos semelhantes e remanescentes.. Esta operação teve classificação de risco brBBB+ da “Standard & Poor’s”. decorrentes da comercialização de seus produtos. de obrigações sob arrendamento mercantil financeiro. • Caixa e equivalentes de caixa. os quais estão adequadamente cumpridos em 31 de dezembro de 2010 e 2009. O valor justo de instrumentos não negociáveis.J. aplicações financeiras. representados por duplicatas físicas e/ou escriturais. As parcelas vencíveis a longo prazo apresentam o seguinte cronograma de vencimento: Ano 2010 2011 31/12/10 31/12/09 29.578 59.609 29. debêntures e outras dívidas financeiras. assim como de outros passivos financeiros não circulantes.578 29. Macêdo S.A. contas a receber de clientes. MACÊDO S. Outros ativos financeiros e passivos financeiros (controladora e consolidado) Valor justo O valor justo dos ativos e passivos financeiros é incluído no valor pelo qual o instrumento poderia ser trocado em uma transação corrente entre partes dispostas a negociar. de empréstimos bancários.187 19. • 57 . e não em uma venda ou liquidação forçada. contas a pagar a fornecedores e outras obrigações de curto prazo se aproximam de seu respectivo valor contábil em grande parte devido ao vencimento no curto prazo desses instrumentos. Os seguintes métodos e premissas foram utilizados para estimar o valor justo. exceto quando indicado de outra forma) 18.A.578 01/01/09 29. A Companhia está obrigada a observar determinados índices associados ao balanço e à demonstração do resultado do exercício.

611 58 .724 93.526 203.799 57.227 120. Valor contábil Valor justo 31/12/10 31/12/09 01/01/09 31/12/10 31/12/09 01/01/09 Ativos financeiros Contas a receber de clientes Caixas e equivalente de caixa Aplicações financeiras 76.986 205.527 43.809 3.416 40.266 211.041 13.618 200.782 151.483 76.724 57.266 13.434 12.618 111.799 60.520 2.880 30.367 90.527 43.648 70. exceto quando indicado de outra forma) 19. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.623 200.227 120.623 189.239 189.416 203.434 12.648 70.367 Passivos financeiros Contas a pagar a fornecedores Empréstimos e financiamentos Debêntures Arrendamento mercantil 41.J. MACÊDO S.483 111.880 30.399 92.526 211.611 41. Outros ativos financeiros e passivos financeiros (controladora e consolidado)--Continuação Valor justo--Continuação Encontra-se a seguir uma comparação por classe do valor contábil e do valor justo dos instrumentos financeiros da Companhia apresentados nas demonstrações financeiras.224 86.041 13.649 3.486 3.952 93.320 60.A.649 86.224 95.320 92.986 205.239 90.782 151.520 3.809 95.486 2.399 13.952 40.

399 Valor contábil do ágio A Companhia realizou o teste de valor recuperável em 25 de agosto de 2010 e considera. a Administração não identificou perda por redução ao valor recuperável. A taxa de desconto real antes dos impostos aplicada a projeções de fluxo de caixa é de 8. Como resultado dessa análise. operação localizada no Estado de Minas Gerais. entre outros fatores. exceto quando indicado de outra forma) 20. O fluxo de caixa projetado foi atualizado para refletir a demanda esperada de produtos. como em 2009. Essas margens são aumentadas levemente ao longo do período orçamentário para fins dos ganhos de eficiência planejados. o ágio adquirido por meio de aquisição de negócio com vida indefinida foi alocada à unidade geradora de caixa “Pouso Alegre”. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. dado que a unidade atinge sua plena capacidade.399 31/12/09 6. Teste de perda por redução ao valor recuperável do ágio pago por expectativa de rentabilidade futura e intangíveis com vida útil indefinida (controladora e consolidado) Para fins de teste de perda por redução ao valor recuperável.3% (2009: nominal de 12.J.A. quando efetua revisão para identificar indicadores de perda por redução ao valor recuperável. MACÊDO S.2%) e os fluxos de caixa que excedem o período de 5 anos são extrapolados sem taxa de crescimento real. 59 . O valor recuperável da unidade geradora de caixa Chiarini foi determinado por meio de cálculo baseado no valor em uso a partir de projeções de caixa provenientes de orçamentos financeiras aprovados pela alta Administração para os próximos cinco anos. Principais premissas utilizadas em cálculos com base no valor em uso O cálculo do valor em uso para as unidades geradoras de caixa é mais sensível às seguintes premissas: Margens brutas – As margens brutas são baseadas nos valores médios obtidos nos exercícios que antecedem o início do período orçamentário. Valor contábil do ágio alocado a essa unidade geradora de caixa: 31/12/10 6. a relação entre sua geração de caixa e seu valor contábil.

J. Teste de perda por redução ao valor recuperável do ágio pago por expectativa de rentabilidade futura e intangíveis com vida útil indefinida (controladora e consolidado)--Continuação Taxas de descontos – As taxas de descontos refletem a atual avaliação de mercado referente aos riscos específicos da unidade geradora de caixa. Premissas de participação no mercado – Essas premissas são dados do segmento para taxas de crescimento. 60 . exceto quando indicado de outra forma) 20. A Administração espera que a participação da Companhia do mercado de massas cresça consistentemente até o limite da capacidade produtiva que acontecerá em 2016.A. e que possibilitam que a Administração avalie como a posição da unidade relativamente aos seus concorrentes poderia mudar ao longo do período orçamentário. Inflação de preços de matérias-primas – As variações de preços de matériasprimas vem sendo utilizadas como indicador de futuras variações de preço. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. A taxa de desconto foi estimada com base no custo médio ponderado de capital. MACÊDO S.

os saldos em aberto são compostos por até 24 parcelas mensais.112 1. Tributos a recolher Controladora 31/12/10 Não circulante 897 2.112 1.999 Total 9.420 Circulante ICMS PIS e COFINS IRPJ e CSSL Parcelamento ICMS a recolher (a) Diferimento ICMS (PROVIN) REFIS IV (b) INSS retido ISS retido Outros Total 12. exceto quando indicado de outra forma) 21.699 393 101 127 23.410 Consolidado 31/12/10 Não circulante 897 2.111 1.996 01/01/09 Total 10.741 7.885 Total 12.555 93 34.233 3 66 934 4.515 8.853 1.529 (a) Em 31 de dezembro de 2010.699 366 99 92 22.555 34.J.954 317 957 3.938 278 957 3.233 3 66 2.113 5.814 10.854 5.807 3.678 388 148 243 38.214 366 99 92 31.111 1.849 Total 9.525 31/12/09 Não Circulante circulante 10. 61 .854 5.113 5.218 21.814 10.235 375 109 220 56.807 3.A.678 362 146 213 37.458 9.515 8.371 30.345 3.111 1.714 388 148 243 51.996 01/01/09 Total 10.036 13.218 21.036 13.458 9.235 375 112 275 56. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.153 9.004 Total 12.714 362 146 213 51.345 3.003 1.371 30.741 7.233 40 121 934 4.153 9.954 317 1.571 Circulante ICMS PIS e COFINS IRPJ e CSSL Parcelamento ICMS a recolher (a) Diferimento ICMS (PROVIN) REFIS IV (b) INSS retido ISS retido Outros Total 12.233 40 121 2.938 278 1.214 393 101 127 31. MACÊDO S.525 31/12/09 Não Circulante circulante 10.111 1.

e débitos do REFIS I. líquidos de imposto de renda e contribuição social diferidos.898. Nessa dívida foram considerados os débitos que não foram alvos de parcelamentos. Em 31 de dezembro de 2010. atualizados até 31 de dezembro de 2010.A.594. Ainda assim. antes da compensação dos saldos de prejuízos fiscais importa no valor de R$ 40. Tributos a recolher--Continuação b) REFIS – Programa de Recuperação Fiscal Em 27 de maio de 2009. o valor da dívida líquida.688 13. atendendo todos os requisitos da referida Lei.Macedo S.J.526 3.112.941/09.740 1.077 4. A J. o Governo Federal aprovou o Programa de Recuperação Fiscal – REFIS. das suas obrigações fiscais e previdenciárias existentes até 30 de novembro de 2008. formalizou em 19 de novembro de 2009 sua opção pelo Programa de Recuperação Fiscal instituído pelo Governo Federal para a quitação de impostos e contribuições sociais. no valor de R$ 10. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.918. MACÊDO S.112. através da Lei 11. exceto quando indicado de outra forma) 21. o saldo de R$ 20. A redução legal sobre a dívida bruta totalizou R$ 14. o saldo da dívida era de R$ 20. c) Os montantes a pagar no longo prazo têm a seguinte composição por ano de vencimento: Controladora e Consolidado 31/12/10 31/12/09 4. deverá ser parcialmente liquidado com o saldo de correspondentes depósitos judiciais. após a compensação dos referidos depósitos.996 8. reinclusões de débitos que tinham solicitados sua inclusão no PAES.423 653 414 7.A. que veio a permitir às empresas a oportunidade de regularizar seus débitos mediante um sistema especial de pagamentos e de parcelamentos.676 em 31 de dezembro de 2009. os quais serão utilizados para quitação parcial da referida divida.445. parcelamentos em andamento dos PAES e PAEX. Conseqüentemente. após sua consolidação.525 2011 2012 2013 A partir de 2014 62 .214. no valor de R$ 21. De acordo com as normas legais acima referidas a dívida bruta totaliza R$ 55. reduzindo esta obrigação para R$ 9.

033) .033) (27.975 a) Refere-se ao saldo a pagar pela aquisição da Chiarini.J. Sobre o saldo devedor parte incide a variação do IGPM e parte a variação do CDI.204 12. conforme descrito na Nota 1c.933 36. Outras contas a pagar Controladora 31/12/10 31/12/09 7. com base na opinião de seus advogados e consultores legais.933 36. 63 .033 Adiantamentos decorrentes de acordos contratuais Contas a pagar antigos acionistas da Chiarini (a) Outros Circulante Não circulante 15. trabalhista e cível. Provisão para contingências A Companhia e suas controladas são partes em vários processos judiciais e administrativos de natureza tributária. com vencimento final em 5 de janeiro de 2017.360) (11.197) (23. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2009 e 2008 (Em milhares de reais.335 11.327) (11.172 16. decorrentes do curso normal dos negócios.736 12.033 37. As provisões para contingências foram constituídas para os processos.197) (23.302 11.781 12.10.781 12.089 Consolidado 31/12/09 7.A.172 16.975 10.063 10. 23.959 01/01/09 11. Esse valor vem sendo pago em parcelas mensais.926 01/01/09 11.033 31/12/10 15. exceto quando indicado de outra forma) 22. MACÊDO S.063 10.736 12.033 (27.204 12. cuja possibilidade de perda foi avaliada como provável.089 37. A Administração da Companhia e suas controladas acreditam que a provisão para contingências constituída é suficiente para cobrir as eventuais perdas com os processos judiciais.

927 3.197 (2.495 3.441) (1. demonstra a mutação das provisões para contingências nos períodos entre 1° de janeiro de 2009 à 31 de dezembro de 2010.550 em 31 de dezembro de 2010 (2009: R$ 81.772 (2009: R$ 70. Espírito Santo.979) (5.453 850 (4.462) de tributos federais. (i) R$ 4.349) (1. O quadro a seguir.480) (3.575 5.127 7. Do valor total da contingência tributária.433).285) 834 9.897) (1.028 (2009: R$ 63. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2009 e 2008 (Em milhares de reais.142) (5. Rondônia e São Paulo exigem supostos débitos de ICMS no valor de R$ 81.575 (2009: R$ 7.701 (2009: R$ 152.437 (2009: R$ 80.970) (1. 64 .139 (5.964) referem-se à chance possível de perda em diversas ações e (iii) R$ 68.J. Rio de Janeiro.678) (28) 1.545 15.582) referem-se à chance provável de perda. a Companhia figurava como ré em ações de natureza tributária administrativa e judicial. Pernambuco.025 15 449 1.103) a) Tributárias Em 31 de dezembro de 2010. (ii) R$ 75. não terá efeito adverso relevante nas condições financeiras ou nos negócios da Companhia e suas controladas.733 1. cujo valor em andamento é de R$ 143. Goiás.433) de impostos estaduais e R$ 379 (2009: R$ 396) de tributos municipais.730 (4.107 (195) (2.A.702 43 (134) (4) 418 4.037 24. Tributárias (a) Trabalhista (b) Cível (c) Saldo líquido Saldo em 01 de janeiro de 2009 Provisões Reversão de provisões Transferência para o Refis IV (Nota 21b) Pagamentos/ Depósitos Encargos financeiros Saldo em 31 de dezembro de 2009 Provisões Reversão de provisões Transferência para o Refis IV (Nota 21b) Pagamentos/ Depósitos Encargos financeiros Saldo em 31 de dezembro de 2010 15.447 837 (703) (1.848) 3.880) 1.678) (1.937) referem-se à chance remota de perda em diversas ações.340 3. MACÊDO S. R$ 81. Bahia.550 (2009: R$ 81.480) (212) 385 4. exceto quando indicado de outra forma) 23. Pará.582 1. em diversas ações e outras provisões para as quais ainda não existe ação judicial. Os Estados de Ceará.602 1.291) sendo R$ 61. individualmente ou no agregado. Provisão para contingências--Continuação O resultado desfavorável em seus processos.

037 (2009: R$ 4. O valor total envolvido nestas ações trabalhistas é de aproximadamente R$ 23. de receitas de vendas com destino à Zona Franca de Manaus) com débitos de COFINS e IRPJ. entre outros. cujo valor em andamento é de R$ 7. e (ii) R$ 15. Em 31 de dezembro de 2010.335) referem-se à chance possível de perda. os depósitos judiciais para o pagamento de execuções trabalhistas e recursais totalizavam o montante de R$ 2.A. MACÊDO S. estima a Administração da Companhia que (i) R$ 3. exceto quando indicado de outra forma) 23. representantes comerciais. e (ii) R$ 5.411 (2009: R$ 9. na base de cálculo dessas contribuições.495 (2009: R$ 3.643).992).308). a Companhia está pleiteando a homologação de compensação efetuada entre créditos de PIS e COFINS (originados de pagamentos indevidos por conta da inclusão. existiam diversas ações judiciais trabalhistas em andamento.733) referem-se à chance provável de perda. Em 31 de dezembro de 2010.304 (2009: R$ 31.025) referem-se à chance de perda provável.836) referem-se à chance possível de perda. Provisão para contingências--Continuação a) Tributárias--Continuação Adicionalmente. c) Cíveis e administrativas Em 31 de dezembro de 2010. a Companhia era ré em ações de natureza cível administrativa e judicial. sobretudo a ações indenizatórias.433 em 31 de dezembro de 2010 (2009: R$ 1.822 (2009: R$ 1. ações de cobrança fundadas em motivos variados. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2009 e 2008 (Em milhares de reais.J. 65 . O valor estimado do pleito é de R$ 1.745 (2009: R$ 5.578). A maior parte das ações nas quais a Companhia figura como ré envolve questões usuais e inerentes à atividade comercial e refere-se. diferenças salariais decorrentes de equiparações e ações de indenização por dano material e moral decorrentes de acidente de trabalho. Do valor total da contingência na esfera judicial. Do total da contingência. estima a Administração da Companhia que (i) R$ 1.390 (2009: R$ 19. b) Trabalhistas As principais questões envolvidas nas ações trabalhistas individuais em andamento contra a Companhia referem-se a horas extras e seus encargos.

Subvenções governamentais (Controladora) a) ADENE (Âmbito Federal) A Companhia é beneficiária de incentivo fiscal que se constitui em: (i) Redução de 75% do imposto de renda e adicionais por 10 (dez) anos desde o ano 2008 até 2017.311). para os incentivos fiscais incorridos até outubro de 2006 e 24 meses nos períodos subseqüentes. na fabricação de massas alimentícias. Macêdo S.J. b) Estado do Ceará A unidade de Fortaleza da J. com atualização pela TJLP ao término do período de carência de 36 meses. a Companhia apurou prejuízo fiscal.A. exceto quando indicado de outra forma) 24. Maceió e Fortaleza. Os incentivos da Companhia são calculados sobre o lucro da exploração decorrente da modernização total de sua capacidade instalada. este incentivo fiscal totalizou R$ 11. Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2010. que prevê o diferimento de 75% do valor do ICMS apurado mensalmente. MACÊDO S. com redução de 75% do imposto de renda e adicionais por 10 (dez) anos desde o ano de 2008 até 2017. durante 120 meses. contados a partir de janeiro de 2005 até junho de 2014. na industrialização de trigo e fabricação de massas alimentícias. 66 . E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2009 e 2008 (Em milhares de reais. Os incentivos fiscais são reconhecidos mensalmente.5% a partir do ano de 2009 até 2013 na industrialização de trigo e seus derivados. sendo a diferença (85%) registrada no resultado do exercício. como redutora da conta de despesa (ou custo) do ICMS.610 (2009: R$ 17. na data de sua apuração. no resultado do exercício. incidente sobre as entradas mensais de trigo em grão no estabelecimento. é beneficiária do incentivo fiscal estadual relativo ao Programa de Incentivo ao Funcionamento de Empresas – PROVIN. O pagamento do ICMS diferido equivale a 15% da parcela. e redução de 12. para as unidades de Cabedelo. Para a unidade de Salvador a Companhia é beneficiária de incentivo fiscal. Durante os exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009. não havendo base para cálculo do lucro da exploração.A.

Patrimônio líquido a) Capital social Em 31 de dezembro de 2010 e 2009.872 As ações são indivisíveis em relação à Companhia.496.784 (2009: R$ 6. Ademais.337 21. nº 96. e modificações posteriores dadas pelas Resoluções nº 86.197 11. conforme Resolução do Conselho Deliberativo do DESENVOLVE nº 43. As ações preferenciais Classe “B”. Subvenções governamentais (Controladora)--Continuação c) Estado da Bahia A J.449 1.A. MACÊDO S. este incentivo fiscal totalizou R$ 12.337 21. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2010.J. estava representado conforme quadro abaixo: 31/12/10 Capital social – em Reais mil Ações nominativas . mediante a dilação do prazo para o seu pagamento em até 72 (setenta e dois) meses. O programa tem por objetivo a concessão de incentivos fiscais relativos ao ICMS.496.197 11. as regras do DESENVOLVE foram concedidas à J. e a elas é assegurada participação integral nos resultados. 67 . de 17 de março de 2005.449 1. Macêdo S.411 10.334. é beneficiária do Programa de Desenvolvimento Industrial e de Integração Econômica (“DESENVOLVE”).A. exceto quando indicado de outra forma) 24. A cada ação ordinária corresponde um voto nas deliberações da Assembléia Geral.832. foram subscritas com recursos do “Fundo de Investimentos do Nordeste – FINOR”.342 10. de 1º de novembro de 2006.449 1.334.128 197.quantidade: Ordinárias Preferenciais classe A Preferenciais classe B 11. de 30 de agosto de 2008 e nº 59.873 01/01/09 197.832.334. de 26 de agosto de 2009.496.962).337 21.832. Macêdo até fevereiro de 2017. As ações preferenciais não têm direito a voto.411 10.873 31/12/09 197. o capital social subscrito e integralizado. 25.

dentro do limite de capital autorizado. MACÊDO S. no caso de liquidação da Companhia. em uma ou mais parcelas.638/07.6. não cumulativo. as ações preferenciais classe “B” farão jus às seguintes vantagens patrimoniais: (a) dividendo fixo. As ações preferenciais adquirirão direito de voto se a Companhia.000 de ações. a crédito de lucros acumulados. poderá por deliberação da Assembléia Geral. c) Reserva de capital – Incentivos fiscais Os incentivos fiscais.A. Conforme Lei 11. b) Capital autorizado A Companhia poderá. por mais de três exercícios. sem prêmio. e) Ajuste de avaliação patrimonial O ajuste de avaliação patrimonial é realizada na mesma proporção da depreciação e baixa dos ativos que lhes deram origem. 68 . d) Reserva de lucros . independentemente de reforma estatutária. a partir de 1º de Janeiro de 2008 esses incentivos passaram a ser registrados como redutor da despesa de imposto de renda. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. de 6% (seis por cento) ao ano sobre o quociente resultante da divisão do montante do capital social pelo número de ações emitidas excluídas as ações em tesouraria. e (b) prioridade no reembolso de capital. até o limite de 200. aumentar o capital. não distribuir os dividendos fixos a que têm direito. Foi constituída provisão para imposto de renda e contribuição social diferidos sobre o ajuste da avaliação patrimonial. aprovar plano de outorga de compra de ações a seus administradores e empregados e aqueles que prestem serviços às sociedades do seu controle. decorrentes da isenção do imposto de renda registrado como reserva de capital até o exercício findo em 31 de dezembro de 2007 totalizaram R$ 601. exceto quando indicado de outra forma) 25. Patrimônio líquido--Continuação a) Capital social--Continuação As ações preferenciais não terão direito de voto.Incentivos fiscais Refere-se ao incentivo fiscal de redução do imposto de renda e ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias. conforme comentado na Nota 2. A Companhia. mediante deliberação do Conselho de Administração. O ajuste de avaliação patrimonial reflexa representa a participação da Companhia sobre as mais valias contabilizadas por sua controlada Pico da Caledônia.J.000.

156 4. Patrimônio líquido--Continuação f) Destinação do lucro Do lucro líquido do exercício apurado após dedução de eventuais prejuízos acumulados.429 (24. MACÊDO S.367. ajustado na forma do artigo 202 da Lei nº 6. será destinado à constituição de uma reserva para expansão das atividades sociais nos termos de proposta do Conselho de Administração a ser aprovada pela Assembléia Geral.273) 19.286) 43. serão destinados: • 5% para constituição de reserva legal limitada a 20% do capital social. exceto quando indicado de outra forma) 25. respeitada a prioridade das ações preferenciais. se houver e salvo deliberação em contrário da Assembléia Geral. e reforço do capital de giro.789 4.A. 69 . para distribuição aos acionistas como dividendo obrigatório.404/76.J. a título de dividendos conforme previsto no estatuto social.789 Em 30 de abril de 2010. cujo total não poderá exceder o valor do capital social. • O saldo.442) - 31/12/09 45. relativos ao lucro líquido remanescente do exercício findo em 31 de dezembro de 2009. a distribuição de dividendos. 31/12/10 Lucro líquido do exercício (-) Reserva legal – 5% (-) Ajuste de avaliação patrimonial – Custo atribuído (Nota 4a) (-) Reserva de incentivos fiscais Base de cálculo dos dividendos Dividendos propostos: Dividendos mínimos obrigatórios – 25% Dividendos complementares 17. • 25%. foi aprovado em AGO/AGE. no montante de R$ 14. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.656 (214) (16.533 (877) 16.715 (2.

346.669) (25.811 (6.372.957) (189.803 902 6.179.699) 1.716) (1.208 Receita operacional bruta Impostos.264) Venda de ativos Custos dos estoques reconhecidos como despesa Contingências líquidas (Nota 23) Provisão devedores duvidosos líquida Outras despesas Total de outras despesas. MACÊDO S. Outras despesas operacionais. líquida Controladora Consolidado 31/12/10 31/12/09 31/12/10 31/12/09 6.302 (513) 453 3.099 2.J.249 (1.093 45 7.048) (30.158.473 Consolidado 31/12/10 31/12/09 1.685) (22.249 (1.405) (1.902 1.242 (10.267 46 7.716) (1.589 1.088) (3.347.870 1.418) 403 (3.134) (1.329) (20.070) (3.480 1. descontos e abatimentos 27.011) 10.179.405) (1.615) 8.809) (3.578) (192.783 927 (5.691) 8.382) 10. Receita operacional bruta Controladora 31/12/10 31/12/09 1.347.054) (17.070) (901) (2.475) 1.114 2. líquidas 28.384 3.061) (2. líquidas Despesas de juros Variações monetárias e cambiais passivas Outras despesas financeiras Descontos concedidos Tarifas bancárias IOF Total das despesas financeiras Receitas de juros Descontos obtidos Variações monetárias e cambiais ativas Outras receitas financeiras Total das receitas financeiras Resultado financeiro líquido Controladora Consolidado 31/12/10 31/12/09 31/12/10 31/12/09 (18.666 (12. exceto quando indicado de outra forma) 26.047 19.681 (11.302 (513) 448 3.425) 3.088) (3.692) (29.425) 3.327) (253) (840) (253) (853) (27.796 (6.046 19.229) 2.418) 3. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.180.A.507 (185) (5.158) (1.449) 70 .632 1.587 596 14.587 596 14.384 3.498) (2.948 (166.054 (11.907 (167.229) 2. Despesas financeiras.882 1.486) (901) (2.

J. MACÊDO S.A. E CONSOLIDADO
Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma)

29. Benefícios a empregados
Controladora Consolidado 31/12/10 31/12/09 31/12/10 31/12/09 51.823 46.912 52.376 47.390 22.929 19.323 23.138 19.499 1.020 1.115 1.020 1.115 75. 772 67.350 76. 534 68.004

Ordenados e salários Custos de previdência social Participação nos resultados (Nota 7) Total

Em 31 de dezembro de 2010, a Companhia não oferecia benefícios pós-emprego, e não há benefícios de rescisão de contrato de trabalho ou outros benefícios de longo prazo para a Administração ou demais colaboradores

30. Compromissos e contingências
Compromissos de arrendamento mercantil operacional – Companhia como arrendatário A Companhia contratou arrendamentos comerciais para determinados veículos motores e maquinários. Esses arrendamentos têm prazo médio entre três e cinco anos, sem previsão contratual para opção de renovação. A contratação desses arrendamentos não sujeita a Companhia a restrições. Os aluguéis mínimos futuros a pagar sobre arrendamentos mercantis operacionais não canceláveis em 31 de dezembro estão demonstrados na Nota 14d. Arrendamento mercantil financeiro e compromissos de arrendamento A Companhia contratou arrendamentos mercantis financeiros e compromissos de arrendamento para vários itens do imobilizado. Esses arrendamentos têm prazos de renovação, mas não contemplam opções de compra e cláusulas de reajuste de preço. As renovações ficam à opção da entidade que contratou o arrendamento. Os pagamentos futuros mínimos a título de arrendamento, nos termos dos arrendamentos mercantis financeiros e compromissos de arrendamento, juntamente com o valor presente dos pagamentos mínimos de arrendamento, estão demonstrados na Nota 14d.

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Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma)

30. Compromissos e contingências--Continuação
Processo judicial e passivos contingentes A Companhia e sua controlada são partes em diversas ações tributárias, cíveis e trabalhistas, para as quais são contabilizadas provisões para contingências quando o risco de perda é considerado provável, conforme divulgado na Nota 23. Garantias A Companhia e sua controlada forneceram as seguintes garantias em 31 de dezembro de 2010, conforme divulgado nas Notas 6, 7, 14, 17 e 18.

31. Objetivos e políticas para gestão de risco
Os principais passivos financeiros da Companhia e suas controladas referem-se a empréstimos, contas a pagar e outras contas a pagar e contratos de garantia financeira. O principal propósito desses passivos financeiros é captar recursos para as operações da Companhia e suas controladas. A Companhia possui contas a receber de clientes e outras contas a receber e depósitos à vista e a curto prazo que resultam diretamente de suas operações. A Companhia está exposta a risco de mercado, risco de crédito e risco de liquidez. A alta Administração da Companhia supervisiona a gestão desses riscos e conta com o suporte de um Comitê Finanças que presta assessoria em riscos financeiros e estrutura de governança em riscos financeiros apropriada para a Companhia. O Comitê de Finanças fornece garantia à alta Administração da Companhia de que as atividades em que se assumem riscos financeiros são regidas por políticas e procedimentos apropriados e que os riscos financeiros são identificados, avaliados e gerenciados de acordo com as políticas da Companhia e disposição para risco da Companhia. A Companhia e suas controladas não tem contratos de derivativos para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2010. O Conselho de Administração revisa e estabelece políticas para gestão de cada um desses riscos os quais são resumidos abaixo. Risco de mercado O risco de mercado é o risco de que o valor justo dos fluxos de caixa futuros de um instrumento financeiro flutue devido a variações nos preços de mercado. Os preços de mercado englobam três tipos de risco: risco de taxa de juros, risco cambial e risco de preço que pode ser de commodities, entre outros. Instrumentos financeiros afetados pelo risco de mercado incluem empréstimos a pagar, depósitos mensurados ao valor justo através do resultado.

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Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma)

31. Objetivos e políticas para gestão de risco financeiro--Continuação
Risco de mercado--Continuação As análises de sensibilidade nas seguintes seções referem-se à posição em 31 de dezembro de 2010 e 2009. As análises de sensibilidade foram preparadas com base no valor da dívida líquida, o índice de taxas de juros fixas em relação taxas de juros variáveis da dívida existentes em 31 de dezembro de 2010. As seguintes premissas foram adotadas no cálculo das análises de sensibilidade:
• •

A sensibilidade do balanço patrimonial refere-se a instrumentos de dívida disponíveis para venda. A sensibilidade do respectivo item da demonstração do resultado é o efeito das mudanças assumidas conforme os respectivos riscos do mercado. Tem por base os ativos e passivos financeiros mantidos em 31 de dezembro de 2010 e 2009.

Risco de taxa de juros Risco de taxas de juros é o risco de que o valor justo dos fluxos de caixa futuros de um instrumento financeiro flutue devido a variações nas taxas de juros de mercado. A exposição da Companhia ao risco de mudanças nas taxas de juros de mercado refere-se, principalmente, às obrigações de longo prazo da Companhia sujeitas a taxas de juros variáveis, em especial TJLP. A Companhia gerencia o risco de taxa de juros mantendo uma carteira equilibrada de empréstimos a pagar sujeitos a taxas fixas e a taxas variáveis. A política da Companhia é manter entre 5% e 35% de seus empréstimos a pagar sujeitos a taxas fixas de juros.

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mantendo-se todas as outras variáveis constantes no lucro da Companhia antes da tributação (é afetado pelo impacto dos empréstimos a pagar sujeitos a taxas variáveis).737) +20 -20 4. Com relação ao patrimônio da Companhia. Objetivos e políticas para gestão de risco financeiro--Continuação Sensibilidade a taxas de juros A tabela abaixo demonstra a sensibilidade a uma possível mudança nas taxas de juros.411) 74 .737 (3.J. MACÊDO S. existe apenas um impacto não significativo.A. Aumento/redução em % 2010 Reais Reais 2009 Reais Reais Risco de câmbio O risco de câmbio é o risco de que o valor justo dos fluxos de caixa futuros de um instrumento financeiro flutue devido a variações nas taxas de câmbio. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. Efeito no lucro antes da tributação +20 -20 3.411 (4. A exposição da Companhia ao risco de variações nas taxas de câmbio refere-se principalmente às atividades operacionais da Companhia (quando receitas ou despesas são denominadas em uma moeda diferente da moeda sua funcional). exceto quando indicado de outra forma) 31.

A Companhia monitora ativamente a variação do preço do trigo e do açúcar nos mercados internacional e doméstico.A. Efeito no lucro antes da tributação 618 (618) 614 (614) Variação na taxa US$ 2010 2009 +20% -20% +20% –20% Risco de preço de commodities A Companhia é afetada pela volatilidade dos preços de certas commodities. do lucro da Companhia antes da tributação (devido a variações no valor justo de ativos e passivos monetários). mantendo cobertura de estoques dos seus principais insumos. biscoitos e sobremesas . a Companhia desenvolveu e implantou uma estratégia para a gestão de risco de preço de commodities. visando mitigar esse risco. MACÊDO S.J. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. ajustando suas políticas de preços aos movimentos de mercado. 75 . Devido ao aumento significativo dos preços dessas commodities. Objetivos e políticas para gestão de risco financeiro--Continuação Sensibilidade a taxa de câmbio A tabela abaixo demonstra a sensibilidade a uma variação cabível que possa ocorrer na taxa de câmbio do US$. mantendo-se todas as outras variáveis constantes. Suas atividades operacionais requerem aquisição contínua de trigo e açúcar para produção em continuidade de farinhas. misturas para bolo. exceto quando indicado de outra forma) 31. massas.

transações cambiais e outros instrumentos financeiros. controles e política estabelecida pela Companhia em relação a esse risco. O cálculo é baseado em dados históricos efetivos. Contas a receber O risco de crédito do cliente está sujeito aos procedimentos.390. a Companhia contava com aproximadamente quinze clientes (2009: treze clientes) que deviam a Companhia mais de R$ 1. exceto quando indicado de outra forma) 31. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.A.200 cada e eram responsáveis por 36% (2009: 37%) de todos os recebíveis devidos. Os limites de crédito são estabelecidos para todos os clientes com base em critérios internos de classificação. sendo responsáveis por 19% (2009: 33%) dos valores a receber. A qualidade do crédito do cliente é avaliada com base em um sistema interno de classificação de crédito extensivo. Além disso. um grande número de contas a receber com saldos menores está agrupado em grupos homogêneos e. Cinco clientes (2009: nove clientes) apresentavam saldos superiores a R$ 2. A necessidade de uma provisão para perda por redução ao valor recuperável é analisada a cada data reportada em base individual para os principais clientes. MACÊDO S. nesses casos.J. A exposição máxima ao risco de crédito na data base é o valor registrado de cada classe de ativos financeiros mencionados na Nota 19. incluindo depósitos em bancos e instituições financeiras. o que levaria ao prejuízo financeiro. A Companhia conta com garantias para aproximadamente 50% de sua exposição de crédito dos clientes do Canal Distribuidores. 76 . a perda recuperável é avaliada coletivamente. Em 31 de dezembro de 2010. A Companhia está exposta ao risco de crédito em suas atividades operacionais (principalmente com relação a contas a receber) e de financiamento. Objetivos e políticas para gestão de risco financeiro--Continuação Risco de crédito O risco de crédito é o risco de a contraparte de um negócio não cumprir uma obrigação prevista em um instrumento financeiro ou contrato com cliente.

O objetivo principal da administração de capital da Companhia é assegurar que este mantenha uma classificação de crédito forte e uma razão de capital livre de problemas a fim de apoiar os negócios e maximizar o valor do acionista. arrendamento mercantil financeiro e arrendamento mercantil operacional. Gestão do capital social O capital social é dividido em ações ordinárias e preferenciais. A política da Companhia é manter o saldo entre a continuidade dos recursos e a flexibilidade através de contas garantidas. representados por pessoas jurídicas e físicas. 77 . assim. MACÊDO S. com exceção das garantias financeiras. empréstimos bancários. Risco de liquidez A Companhia acompanha o risco de escassez de recursos por meio de uma ferramenta de planejamento de liquidez recorrente. Nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009 não ocorreram alterações no capital social da Companhia. Além disso.J. pertencentes à família Macêdo. Os recursos excedentes são investidos apenas em contrapartes aprovadas e dentro do limite estabelecido a cada uma. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais. O limite de crédito das contrapartes é revisado anualmente pelo Conselho de Administração da Companhia e pode ser atualizado ao longo do ano. políticas ou processos durante os exercícios findos em 31 de dezembro de 2010 e 2009. exceto quando indicado de outra forma) 31. Objetivos e políticas para gestão de risco financeiro--Continuação Instrumentos financeiros e depósitos em dinheiro O risco de crédito de saldos com bancos e instituições financeiras é administrado pela Tesouraria da Companhia de acordo com a política por este estabelecida.A. mitigar o prejuízo financeiro no caso de potencial falência de uma contraparte. o que está sujeito à aprovação do Comitê de Finanças da Companhia. não houve alterações quanto aos objetivos. A exposição máxima da Companhia ao risco de crédito em relação aos componentes do balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e 2009 é o valor registrado como demonstrado na Nota 19. Esses limites são estabelecidos a fim de minimizar a concentração de riscos e.

para cobrir eventuais perdas. quebras de máquinas e equipamentos 2010 800 20. E CONSOLIDADO Notas explicativas às demonstrações financeiras--Continuação 31 de dezembro de 2010 e 2009 (Em milhares de reais.879 A Companhia entende que as coberturas de seguros para riscos operacionais e para resguardar seus ativos imobilizados e estoques. danos elétricos.J. raios.A. a Companhia possuía as seguintes coberturas de seguros: Modalidade: Danos elétricos Vendaval Incêndios. segundo a opinião de assessores especialistas em seguros.079 232. MACÊDO S. Cobertura de seguros Em 31 de dezembro de 2010. vendaval.000 112. explosões e queda de aeronaves Lucros cessantes decorrentes de incêndios.000 100. tumultos. exceto quando indicado de outra forma) 32. 78 . são considerados suficientes.

Estado do Ceará.    Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras Declaramos.371/0001-19. na Rua Benedito Macêdo. Enrique Ricardo Ussher Diretor Presidente Patrícia Diniz de Paiva Diretora Marcio Luís Nosé Hassenpflug Diretor Sergio Povoa Venerotti Guimarães Diretor . CEP 60. Cais do Porto.A. 79. na qualidade de diretores da J. que revimos. inscrita no CNPJ sob o n º 14. 16 de Março de 2011.998.Macêdo S. sociedade por ações com sede no Município de Fortaleza. discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes e com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010.180-415. Fortaleza.