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OSCILADOR SENOIDAL

Marcos Aurélio Medeiros SILVA(1); Rogério Guerra DIÓGENES FILHO(2); Fabíola Fernandes ANDRADE(3) (1) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – IFCE, Av. Treze de Maio, 2081 – Benfica – Fortaleza/CE – CEP: 60040-531 – Telefone: (85)3307-3607, e-mail: marcosmedeiros31@gmail.com (2) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – IFCE, e-mail: rogerio.diogenes.f@gmail.com (3) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – IFCE, e-mail: fabiola@ifce.edu.br

RESUMO
Para diversas aplicações em eletrônica analógica, incluindo atividades de sala de aula como montagens práticas, a necessidade da existência de um oscilador senoidal para execução de testes em circuitos, é clara e de suma importância para a boa execução de uma atividade. Visto que aparelhos como geradores de funções são caros e de difícil acesso para muitos, o oscilador senoidal aqui proposto facilita essas práticas e torna possível muitas atividades extraclasse com muito mais maleabilidade. A fácil montagem desse oscilador é um grande diferencial, pois além de não haver a necessidade de uso de componentes caros e de fabricação mais complicada, este é baseado no uso de componentes ativos e se torna muito estável, fornecendo o necessário para atividades práticas em diversas modalidades de eletrônica. Palavras-chave: Filtros Analógicos, Osciladores, Amplificador Operacional.

1.

INTRODUÇÃO

Diante da necessidade de ter um oscilador senoidal para aplicações em eletrônica analógica, telecomunicações, entre outros, foi projetado um oscilador de fácil montagem e uso. Sem necessidade de nenhum sinal de entrada, apenas alimentação, foi desenvolvido, e aqui é apresentado, um oscilador senoidal estável, que para uso em sala de aula e atividades de alunos em trabalhos próprios, é de grande valia e aceitação. Baseado no funcionamento de um oscilador de onda quadrada e de filtros ativos passa-baixas, o oscilador senoidal foi confeccionado inicialmente em um protoboard. Para determinar o correto funcionamento do oscilador, foram compostos, também, códigos em MATLAB para auxiliar nos cálculos dos valores corretos dos componentes eletrônicos, como resistores e capacitores do circuito. Toda a teoria de filtros e processamento de sinais que foram necessárias para a produção deste trabalho, é apresentada a seguir, tornando possível ao leitor entender todo o processo de confecção do oscilador.

2.

FILTROS

Filtros são dispositivos sensíveis a frequência, no qual, permite a passagem de sinais em determinadas faixas de freqüências, de acordo com o projeto. Quanto à tecnologia empregada na implementação de um filtro, eles podem ser classificados em digitais e analógicos. Filtros digitais se caracterizam por utilizar componentes digitais como elementos constitutivos. Neles, para que um sinal analógico seja filtrado, deve existir um sistema de conversão analógico-digital que execute o processo de discretização deste sinal. Os valores binários representativos do sinal de entrada são filtrados e os resultados são convertidos em um sinal analógico através de um sistema de conversão digital-analógico. Tais filtros são úteis na situação em que muitos canais de transmissão de dados necessitam ser processados através de um mesmo filtro(PERTENCE JÚNIOR, 2007). Apesar de apresentarem ruído de quantização, filtros digitais são flexíveis, pois permitem mudanças de suas características por hardware e/ou software, como o aumento de ordem do filtro em grandes números.

Portanto. principalmente quando esses equipamentos devem operar em baixas frequências(PERTENCE JÚNIOR. Aproximações de Filtros Em projetos de filtros reais. são eles: Banda passante plana. 01 O expoente na Equação 01 indica a ordem do filtro. a escolha da resposta adequada depende do que se considera aceitável. rejeita-faixa). seu uso na eletrônica está crescendo. Perceba que quando maior a ordem do filtro. Estes são construídos apenas com elementos passivos. capacitores e indutores. a uma linha cronológica de tecnologia. Neste caso. As funções de aproximações buscam atender alguns critérios de um filtro ideal. como resistores. a resposta em frequência desse tipo de filtro está limitada à capacidade de resposta dos amp-ops utilizados. 1998). Outrossim. apresentam menos problema de ruído e podem ter tensões de trabalho mais elevadas. como desvantagens apresentam dificuldade de sintonia. etc. pois os requisitos de um filtro seletor de sinais são sempre convertidos nos requisitos de um filtro passa-baixa normalizado (NOCETI FILHO. Butterworth Filtros de Butterworth caracterizam-se na melhor aproximação de uma resposta em frequência plana na banda de passante e não apresenta ondulações. Chebyshev. o uso de filtros ativos é justificado. 1998). Conquanto. resposta de Butterworth.1. Como exemplo. Porém. pois os valores dos indutores devem ser bastante elevado para atender as especificações de atenuação e frequência de corte.Os filtros analógicos podem ser ativos ou passivos. possuem baixa sensibilidade. também conhecidas como ripple. 2. Butterworth e Chebyshev. Um filtro passa-baixas ideal caracteriza-se em possuir atenuação nula na banda passante (faixa de freqüência de 0 até ) e atenuação infinita após a mesma. a função de transferência do filtro de Butterworth normalizado é mostrada na Equação 01: | | 1 1 Eq. bastando apenas uma transformação em freqüência (para filtros passa-alta. Para efeito de simplificação. Esses dois componentes obedecem. ficando assim. almeja-se aproximar das características dos filtros ideais. No entanto. Outro ponto importante é que esses filtros são inviáveis para operações em baixa frequência(<1MHz). o que ocasionou o seu uso restrito a aplicações específicas(NOCETI FILHO. o que permite a implementação de filtros de ótima qualidade. aproximam-se da idéia de uma implementação ideal. O isolamento do sinal também é uma característica marcante dos amp-ops em filtros ativos. Filtros ativos não podem ser aplicados em sistemas de média e alta potencia. os filtros ativos são mais flexíveis do que os filtros passivos. Filtros ativos são feitos com alguns componentes passivos associados a outros elementos ativos como transistores e amplificadores operacionais(Amp-Ops). ao contrário dos filtros passivos. podem operar em altas frequências. Bessel. banda de rejeição e resposta de fase linear. (PERTENCE JÚNIOR. 2007). passa-faixa. mais ele se aproximará das características ideais. mais próximo este estará do comportamento ideal. No entanto. Este artigo opta por abordar apenas duas das mais conhecidas funções de aproximações. há diversas formas de obter aproximações desse filtro. rápida transição entre banda passante. respectivamente. Algumas dessas funções já foram exaustivamente estudas e por isso servem de referência para projetos de filtros. Cauer. desde elementos no campo das telecomunicações até instrumentação biomédica.1. nesta e na banda de rejeição. consideremos uma atenuação na banda de passagem de -3dB. Os amplificadores operacionais tem como uma de suas fortes características a alta impedância de entrada e baixa impedância de saída. Podemos dizer que quanto maior a ordem de um filtro. A Figura 1 ilustra o comportamento de filtros de Butterworth de diferentes ordens. pois se torna mais fácil o desenvolvimento de filtros complexos através da associação em cascata. devido ao uso do indutor e problemas de integração. a critério do projetista. 2. . Desta forma. Cada uma oferece vantagens que as demais não possuem. No desenvolvimento de projetos. tomando um filtro passa-baixa como referência. por exemplo. 2007). Apesar de exigirem fonte de alimentação.1. Esse filtro não é realizável na prática. a possibilidade de amplificação do sinal de entrada é outro ponto importante de vantagem.

Série de Fourier Fenômenos periódicos estão presentes em diversas aplicações de engenharia. x ∞ cos nω t θ Eq. Em certas aplicações. Figura 2 . Através da Série de Fourier podemos representar qualquer função periódica por uma soma ponderada de senos e cossenos de frequências distintas. osciladores. entre outros. Chebyshev A aproximação de Chebyshev tem como principal característica a mais rápida transição entre a banda passante e banda de rejeição. a aproximação de Chebyshev é bastante útil. fazendo com que elas sejam representadas por funções periódicas mais simples. devido a funções periódicas mais complexas. tais como uma onda portadora. que é limitada para a representação de sinais reais.Filtros de Chebyshev 2. a análise das mesmas torna-se um trabalho bastante árduo.2. 02 . gerador de funções. Uma das representações da Série de Fourier é demonstrado na Equação 02. Em diversas situações podemos analisar facilmente o comportamento de funções periódicas em um determinado sistema. e ficou conhecida como a Série de Fourier. Esta é denominada a forma compacta da Série de Fourier.1. Em aplicações onde o conteúdo de frequência é mais importante que o de amplitude. no qual a banda passante possui ripple na amplitude do sinal. Felizmente. corrente elétrica. sendo essas frequências múltiplos inteiros da frequência fundamental.2. tais como seno e cosseno. existe uma ferramenta matemática que facilita a análise de tais funções complexas.Figura 1 – Filtros de Butterworth 2. Tal fato foi enunciado por Joseph Fourier.

tais gráficos são versões de e em função de . Em seguida. em radianos. ou seja. 2 ln 2 Eq. 04. É válido dizer que a diferença que propomos é fazer um oscilador senoidal com base em elementos ativos partindo de um simples oscilador de onda quadrada. 06 e 07.1. Eq. funcionando como espécie de comparador. que não é uma função linear do sinal de entrada. o espectro de amplitude e de Se traçarmos o gráfico de fase. esse circuito é geralmente chamado de oscilador de onda quadrada. . 3. podemos citar um circuito oscilador. Oscilador de Relaxação Como exemplo de uma aplicação não-linear de um amplificador operacional. +VCC e –VEE.Sendo a frequência fundamental da onda.1. Os termos presentes na Equação 02 são descritos nas equações 03. 07 e em função de teremos. 06 Eq. 05 Eq. satisfazendo as condições de fase para o circuito atuar desta forma. respectivamente. 03 = tan 2 2 ⁄ cos sin Eq. implicando que o ganho de malha fechada seja maior do que 1. Quando a tensão de saída de um sistema como esse cai abruptamente para um nível de tensão e em seguida se eleva para outro nível de tensão. e tem o período de sua onda de saída dada pela Equação 08. O circuito que representa um oscilador de relaxação é mostrado na Figura 3. O circuito baseia-se na carga e descarga de um capacitor. os mesmos podem apresentar distorções nos valores de pico. apresentaremos as duas partes dominantes no nosso circuito e em seguida detalharemos o funcionamento do mesmo. O que faz um circuito funcionar como oscilador é a realimentação positiva do amplificador operacional. Estes são valores da alimentações positiva e negativa do circuito. pois como os picos de tensão do oscilador são provenientes da saturação do amplificador. ESTUDO DE CASO Oscilador Proposto Este artigo sugere um oscilador senoidal que tem como princípio de funcionamento a saída de um oscilador de relaxação ligada na entrada de uma cadeia de filtros ativos. o circuito oscilador aplicado no trabalho que gera pulsos variáveis entre os máximos e mínimos. Podendo. 04 Eq. Essa denominação está relacionada com o tipo de resposta do circuito. 05. chamar de oscilador de relaxação. 3. 08 É conveniente adicionar dois diodos zener na saída do oscilador. 3. Como é proporcional à frequência .1.

a frequência de corte. Passa-Faixa(PF) ou Rejeita-Faixa(RF). e uma delas é a função executada. No projeto foi utilizado um filtro PB de quarta ordem. Frequências superiores a esta são atenuadas. pôr em série. que também preserva a fase do sinal. 10 3.2. Passa-Altas(PA).Oscilador de Relaxação 3.1. que quanto maior a ordem do filtro. Funcionamento do Circuito O funcionamento do circuito baseia-se em utilizar o oscilador de relaxação para gerar um sinal quadrado e. em outras palavras. Nesse caso.1. mais rápida é a taxa de queda de resposta do filtro. Filtro Passa-Baixas Um filtro pode ser classificado de diversas formas. um filtro pode ser dito como Passa-Baixas(PB). A Figura 4 mostra o esquema do filtro ativo de segunda ordem usando a topologia Sallen-Key e a Equação 09. nesta configuração. de acordo com o projeto. . Isto porque. basta cascatear. 09 Os termos presentes na Equação 09 são descritos nas Equações 10 e 11.Filtro ativo de segunda ordem usando a topologia Sallen-Key Eq. É de suma importância frisar. 11 Eq. Figura 4 . obtida a partir das equações de malha do circuito. a função de transferência. possibilitando o uso de amp-ops bastante simples e baratos. em seguida conectar a uma cadeia de filtros ativos passa-baixas. foram colocados em série dois estágios de filtros passa-baixas de ordem dois. O motivo desta escolha é que apresenta a mínima dependência do desempenho do filtro para com a do amplificador. A Figura 5 representa em diagrama de blocos o funcionamento do oscilador. circuitos de ordem um e/ou dois. a sua resposta se aproximará de respostas ideais. ⁄ 1⁄ 1⁄ 1⁄ Eq. Neste trabalho. Para que o oscilador seja construído. Para projetar circuitos físicos de filtros ativos de ordem maior ou igual a três.Figura 3 . A ordem de um filtro é matematicamente definida como o número de pólos existentes na sua função de transferência e fisicamente corresponde ao número de redes de atraso presentes na sua estrutura. no qual só permite a passagem de frequências abaixo de uma frequência determinada.3. para alcançar o resultado esperado. o amplificador é utilizado apenas como um amplificador não-inversor. Na implementação do filtro ativo de segunda ordem faz-se uso da topologia Sallen-Key. necessitamos da implementação de um filtro passa-baixas.

O resultado de é 3. frequência de rejeição.2 Determinação dos Componentes Ao obter a ordem do filtro. estes terão suas amplitudes atenuadas em -30dB. Posteriormente. O filtro projetado possui as seguintes características. optamos em usar a função de aproximação de Butterworth. de tal forma que satisfizesse os requisitos de magnitude da resposta em frequência. Na Equação 01. Sendo assim. foi projetado um filtro de ordem 4. Para a determinação da ordem do filtro. O valor de deve ser o inteiro mais próximo. para obter na saída do oscilador senoidal apenas o harmônico fundamental da onda. Ondulações na banda passante ocasionam distorções indesejadas para esta aplicação. 3. Com as especificações do filtro já determinadas. do filtro PB projetado. Logo utilizamos = 4. desnormalizada é mostrada na Equação 13. . a resposta de Butterworth normalizada também é determinada. o filtro de Butterworth terá atenuação de -3dB na banda passante. Sendo necessária uma simples desnormalização pela frequência de corte. basta substituir por na Equação 01. Síntese do Filtro Alguns fatores são necessários quando se pretende projetar um filtro passa-baixas. Analisando o espectro de Fourier da onda quadrada.Esquema do Oscilador A onda quadrada gerada na saída do oscilador de relaxação tem frequência igual a 1kHz (frequência fundamental). no qual o módulo da resposta em frequência seja igual -30dB quando 3 . que corresponde a -3dB.19. 3. Analisando o espectro de Fourier da onda quadrada. O resultado do cálculo foi | | 0. Portanto. Para verificar..707.2. pois estas são facilmente encontradas em tabelas. algumas dos fatores mais importantes que serão consideradas aqui são: frequência de corte.1 Determinação da Ordem Independentemente da ordem.2. atenuação da banda de rejeição e ordem do filtro. Usando a função de aproximação de Butteworth. basta atenuar as amplitudes dos harmônicos com freqüência superiores a 1kHz a fim de torná-las desprezíveis para quaisquer resultados práticos. o próximo passo é determinar a ordem do filtro. 12 Portanto. a função de aproximação foi escolhida. Sendo a última consequência das demais. para tanto. ao desenvolver a Equação 12. 3. ao isolar N temos: log | 2 log | Eq. temos a seguinte afirmação: Harmônicos com frequências superiores a 1kHz deverão possuir amplitudes desprezíveis. A função de transferência.2. Figura 5 . pois a ordem condiz com o número de pólos que a função de transferência possui. são elas: • • • Frequência de corte (fc) = 1kHz Frequência de rejeição(fr) = 3kHz Atenuação da banda de rejeição = -30dB Com estas informações. conforme os requisitos já especificados. verificamos que o harmônico mais próximo do fundamental possui frequência de 3 . observamos que estão presentes apenas os harmônicos ímpares múltiplos da frequência fundamental.

15 Neste filtro. é necessário igualar a função de transferência do circuito com a topologia Sallen-Key(Equação 09) com a função de transferência do filtro projetado. a saída final do circuito. A Figura 7 mostra. pois o filtro possui dois estágios. as Equações 14 e 15 foram solucionadas. Figura 6 . 13 Para obter os valores dos resistores e capacitores do circuito da Figura 3. achar uma das infinitas soluções reais.1. C2(2) = 4. Uma boa aproximação dos valores dos componentes será apresentada. à esquerda. 3. C2(1) = 4. C1(1) = 82nF.8K ohms. cada um de ordem 2. e então.3. claramente.76537 Eq.84776 1⁄ 1⁄ 1⁄ Eq.84776 · 0. C1(2) = 82nF. O índice entre parênteses indica à qual estágio do filtro o componente pertence. R1(2) = 22K ohms. o sinal de saída do oscilador de onda quadrada e. à direita. em um protoboard (Figura 6). 14 Eq. Os resultados obtidos foram semelhantes aos resultados calculados. R2(1) = 1K ohms. foi montado. inicialmente. R2(2) = 2.Resultados . As soluções são obtidas a partir das Equações 14 e 15: 1.7nF. após passagem pela sequência de filtros passa-baixa. para obter valores de resistores e capacitores comerciais. sob esquema mostrado na Figura 5. R1(1) = 60K ohms.Circuito Figura 7 . Considerações Práticas O circuito oscilador proposto.7nF.

2007.. Circuitos Elétricos. o aluno. para que a conclusão deste trabalho acontecesse com sucesso. Às nossas namoradas e família pela compreensão nos fins de semana e noites em claro. Amplificadores Operacionais e Filtros Ativos. ed.. Para o desenvolvimento e confecção deste oscilador tornarem-se ainda mais acessíveis para alunos de engenharia. S. 6. é bastante maleável e pode ser largamente utilizado para diversas aplicações que possam exigir outros valores além dos aqui exibidos. M. claro. 2008. A. ed. K. Porto Alegre: Bookman.4. A. LTC. L. 2. apesar de ter sido mostrado de modo genérico. orientação e ajuda nesta produção. 1991. 1999. NOCETI FILHO. C. BOYLESTAD. Diferentes valores produzem diferentes saídas. 2. EDMINISTER.2. São Paulo: McGraw-Hill. B.1 e calculados na seção 3. REFERÊNCIAS LATHI. Desta forma. 6. L. tornando assim o nosso circuito muito mais genérico e aplicável à diversas soluções. ed. Filtro Seletores de Sinais. AGRADECIMENTOS Agradecemos a professor Fabíola Fernandes pelo apoio. 2.. NACHELSKY. pode ter acesso aos valores dos componentes eletrônicos mediante a apresentação da frequência que ele deseja para seu sinal senoidal. ed. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. 1998. Porto Alegre: Bookman. CONSIDERAÇÕES FINAIS E TRABALHOS FUTUROS O oscilador proposto. temos como trabalho futuro a elaboração de um software didático que possa fazer a interface entre o aluno e os árduos cálculos de processamento de sinais. 2007. Florianópolis: Editora da UFSC. estes devem ser coerentes. O sucesso ou fracasso do funcionamento do oscilador e de suas aplicações depende da escolha correta dos componentes apresentados durante a seção 3. ed. P. . dependendo. PERTENCE JÚNIOR. N. R. Sinais e Sistemas Lineares. ed. do objetivo de quem está projetando. Fundamentos de Circuitos Elétricos. Porto Alegre: Bookman. J. ALEXANDER. e para estas serem válidas e aproveitadas para quaisquer trabalhos. SADIKU. 1.2.