. as duas forças mais fortes do universo resumidas em duas pequenas palavras. Bom. com amor. com amizade você pode contar com uma pessoa em qualquer situação..´ ... com amor você pode até mudar o mundo.³Amor e Amizade.

mas Krähe já tinha descoberto o porquê. Kyo enfiou a mão dentro da bolsa e tirou lá de dentro uma das relíquias. nome dado devido à influência da monarca da Inglaterra. que o Kyo tentara usar para carregar as relíquias. e faltava pouco para completar um século de existência. A primeira era um relógio.i f ilit i i h f g ´. após uns 30 segundos empatados.. Porém só o Kyo estava vestido ³à caráter´ para a época. um ruivo. nome alemão. fazia o tempo passar três vezes mais lentamente. Kyo tinha tentado roubar duas relíquias místicas do Monastério de Drachen-Aschen. fraque. olhos acinzentados. pois pouco sabia do seu passado. Se o ti esse tanto ano sobre ano ia ser ifí il ara i ´. A segunda era um punhal de prata. Na tentativa de pular o muro do monastério. depois de ter roubado o que interessava. cada um segurando em uma ponta da bolsa. com os pés apoiados na parede o puxando. Kyo foi pego por Krähe. de tão afiada que era a sua lâmina. a Rainha Vitória. ³ El t i gi . o vestuário era ditado pela França e pela Inglaterra.. que havia caído na correria. O outro. e sobrancelhas expressivas. em relação ao tempo que você passou olhando o relógio. Os dois estavam exaustos de uma correria de momentos anteriores. se chamava Krähe. que significava ³corvo´.. Por isso era muito comum. já que havia saído de casa com pouco mais de 7 anos. Naquele tempo. sapatos bicolores. de cabelo pouco maior que o outro. era um grande demais para duas peças tão pequenas. ± pensava i t ti t . Krähe estava vestido de uma forma mais peculiar para os tempos modernos. um período chamado de ³Era Vitoriana´. e o mesmo pensava: ³ Essas as h ias f i t s. gravatas. olhos verdes.. cujo ele mesmo havia se dado por não saber o próprio nome. que poderia cortar até o espaço. pele pálida e um rosto de traços fortes. porém estava ele de um lado do muro. não sabia a origem de seu nome. isso se já não tivesse completado. e Krähe do outro. o frio era enorme. mas os dois já estavam acostumados à baixa temperatura.. sse essoal sa.. se chamava Kyo. cartola e carregar consigo uma bengala. colete. que se você prestasse bastante atenção nos ponteiros. a sua predileta. ou um lenço. O primeiro tinha cabelos negros e curtos. ainda praguejava a falta da cartola. entre 1837 e 1860 aproximadamente.O dia nevava a primeira vez que eles se encontraram. calça. casaca. homens vestirem trajes de alfaiataria. Krähe estava com uma bolsa de pano na mão. com um cabo de madeira de pinho. não um contato físico em si. largando a bolsa e fugindo em ¡¡  ¥ ¦   ©     ¦    ¢ £  ©    ¦ ¢£ ¤ ¦ ¤ ¥ ¡ ¤ ¤ £¤ ¤ ¢§§ ¢ ¥¤¡ ¡¦ ¢©¥ §  £¤ §  ¤ £   © ¤ ¤¡  © ¢ £¨ §¤¥¢¡ ¡¦ ¥ ¤£¢¡     . Do outro lado o Kyo ± estava Krähe o encarando.

. Acabou? Já posso pegar o meu rel gio K o? Perguntava Krähe usando certa intimidade ao falar. em seguida. estava agora somente de camiseta. esistir não faz parte do meu vocabulário K o ia tirando a sobrecasaca. K o sai u de guarda. e teimoso demais.. não viu problema em j ogar a bolsa para o jovem de cabelos vermelhos. K o respirava fundo. tirando o punhal de prata de dentro antes. estava não está tão ruim assim. antes de o dei arem novamente com cara de homem mau´. K o jogava a bolsa no chão. você não pode nem se segurar e m pé.. epois dessa correria. num homem tirando as roupas na sua frente. ão me interrompa. se uiser ue eu o dei e viv o. agora pode me devolver o ue você roubou. sei que sou velho. Krähe não via na figura que estava tirando a roupa. e um cara muito persistente atrás. você é muito gentil senhor. logo a jogava no chão e tirava o broxe da gravata plastron. . as é claro. e as colocava dentro da bolsa. Enfati ou na última palavra de forma ue suas sobrancelhas arquearam por alguns segundos. mas minha aparência alava Krähe. Bom. Sua cabeça estava mais do que confusa. brigado! Apesar de ser um pé no saco. epois de tossir rapidamente. Krähe respirou fundo e disse: as afinal.. depoi de levar tombo de ma alt ra de ase 4 ou 5 metros. Pode me entregar a bolsa? Ela não tem utilidade pra você. Correram por floresta adentro por cerca de 5 Km. é mais fácil você desistir. realmente curioso em saber por que o ruiv o estava tirando a roupa. e perguntou: você? Você não cansa. desenhando um círculo. não me chame de senhor. não posso dizer que é um prazer. as o que diabos você está fazen do? Perguntava Krähe. uem uito treino e t cnica. e do colete. at ue o K o ficou encurralado em um campo aberto. eu não largo o rel gio . na verdade era mais atrapalhado´ do que ameaçador´. ia colocando-os dentro da bolsa. Krähe pulou facilmente o muro e saiu em disparada para pegar o larápio. Que não! s corremos até agora e você quer desistir? Estamos só tomando um pouco de ar para continuar. que apesar das roupas estranhas para a época. cruzando os braços a frente do corpo. não para. agora começava a riscar o chão com uma vareta que tinha ali perto. esperando que assim o ruivo o entregasse o que ele queria. esse momento K o tirava as meias e as calças. e uma daquelas cuecas de época que cobria até os joelhos. sequer o mínimo empenho para parecer ameaçador. pouca diversão. alava o K o. não via elegância nenhuma. epois dessa correria.. onde estão seus modos. não morre. mas me chamo K o. mas serve para mim. é claro. e chamo Krähe. a folgando e largando no chão também..di da. ue tinha um desfiladeiro frente. e prendia o broxe no pano dela. K o já tinha se desfeito dos sapatos. ainda não tinham se apresentado.

planando por alguns segundos.. Kyo respirava fundo. o que antes era o Kyo se transformava em um Husky Siberiano que ia ficando maior que qualquer outro cachor ro já visto. abriu em uma página qualquer. estavam ali conversando já fazia mais ou menos minutos. aliás. e batendo asas para conseguir tomar certa altitude e seguir vôo. tirou um livro de capa preta. primeiro começou a ficar p eludo. alou o Husky. porém o desfiladeiro era largo demais para um salto . que rapidamente saltava o desfiladeiro. E Krähe surpreso. e cruzava os braços. estava perdendo tempo. Segurou o palavrão ao perceber que o Husky se virou e pegou um pequeno impulso par saltar o desfiladeiro. e daquela forma. nos vemos outro dia. não ia desprezar e menosprezar aqueles livros. e pronunciou um feitiço de revelação. mas nunca um que alternava a cor. mas faltam algumas linhas a mais para o seu círculo de transporte a distância. ão sei o que pretende. o círculo que tinha desenhado na neve começava a tomar uma cor verde que esmaecia para o tom laranja. Bom. K o abriu novamente os olhos e tirou a alça da boca. agora sim. as que m. se sentia estúpido por subestimar o jovem atrapalhado. e em pouco tempo. e em pouco tempo. um pelo branco que ia camuflando-se na neve. Krähe agora tinha um quase-sorriso no rosto. Ah. Então o que é isso? Agora Krähe estava confuso. ele já tinha lido quase todos os livros da biblioteca que o interessavam. desculpe. E novamente colocava a alça na boca. e depois de alguns segundos de silêncio. Krähe mais do que depressa tratou de correr atrás do Husky. e sumia novamente dentro da floresta. então de algum lugar. sua boca começava a alongar -se para frente. e fechou os olhos. após fazer um círculo no chão. com ar de desaprovação. e traçar algumas linhas e letras dentro do círculo. e quando caia do outro lado o Husky o olhava brevemente. ele já tinha visto vários outros que tomavam brilho de diversas cores. logo começava a falar de novo. Colocou uma das alças da bolsa na boca. seu bobão. emorou cerca de 2 segundos até o corpo de Kyo começar a tomar outra forma. com uma voz mais grave que a voz da forma humana. K o pegava a sua bolsa e se posicionava dentro do círculo. Krähe saia de perto do círculo do jovem ruivo. . ele parecia uma ameaça. se eu fosse você. Kyo colocava a al ça da bolsa na boca. duas asas de cor preto -acinzentada pareciam brotar das costas de Krähe. acho que chegou minha hora Krähe. s feitiços de revelação são usados para descobrir segredos escondidos por magia. estava do tamanho de um cavalo. e fechava os olhos.Krähe somente observava. dando lugar para um focinho canino. sabia que ele ia tentar alguma coisa. ajeitava os pés na neve do local onde estava. aproximava -se mais do círculo para avaliá -lo. e K o parecia sequer estar intimidado.. Krähe estava impressionado com o efeito luminoso do círculo. Hey! Quer fazer o favor de tirar o pé de dentro do meu círculo? Eu estou tentando me concentrar! E mais uma vez. Você que mora num lugar cheio de livros de magias deveria saber que isso não é um circulo de transporte. e sabia que ia dar errado. Podemos continuar agora.

mas ao perceber as ranhuras de garras nas árvores. Os inteligentes usam a má. ± O olhar do grande canino branco parecia determinado demais para desistir. Krähe agora subia até o céu. o bafo branco do animal se dispersava no ar. mas que não era difícil de distinguir pelo tamanho. que ofegando disse: ± O que você quer tanto com esse relógio que não te deixa desistir nunca? Não vê que é perda de tempo? ± Você tem seus motivos para levá-lo de volta. ia pensar estar louco. e pegava impulso no tronco de uma árvore para pular para a direção oposta. ou de corvo e lobo. as erdadeiras ualidades est o abaixo da pele. algumas vezes pulava fazendo um rastro para a direita.    "      ! . que se camuflava até certo ponto na neve. estavam longe demais da civilização e cada vez mais aquela floresta em tons de branco ia ficando mais densa. e a sua boa f .. tal como o de Krähe. após alguns ³quase encontros´ com o adversário. como se procurasse em lugar nenhum uma idéia. Uma imagem que qualquer pessoa que olhasse. com uma bolsa presa entre os dentes.. ou boa. e olhava a floresta de cima até encontrar o usky. Kyo corria o mais rápido que podia. Krähe decidiu ver a coisa de ³outro ângulo´. mudando algumas vezes de direção para tentar tapear Krähe. Você não vai vender-lo ou algo parecido? Seu imbecil! Seria mais fácil e menos cansativo ter pedido antes. suas sobrancelhas se agitaram meio descontroladamente. como se minas terrestres estivessem explodindo. e foi isso que Kyo percebeu. Toda vez que o corpo de Krähe tocava ao chão. e um homem com asas negras voando atrás dele. ± Tê-lo por um tempo? uer dizer.. para atingir seus objeti os. Para sorte dos dois. até finalmente olharem direto para os de Krähe. Agora ele calculava a distância do usky e se jogava para cair pouco mais à frente. a neve espirrava em todas as direções..Um usky gigantesco correndo por uma floresta densa. ± A surpresa que vem do céu ± falou o Kyo. ± O olhar de Kyo se perdeu por um tempo. aparência própria. eu tenho os meus para tê-lo por um tempo. e seus olhos moviam-se de um lado para o outro. A partir desse momento Kyo estava não só correndo como se contorcendo e fazendo malabarismos entre a floresta. em uma das pausas impostas por Krähe. ou pelo menos uma resposta. Por algum tempo até que funcionou. Uma perseguição de gato e rato. o esconheci o. porém a figura de asas era mais inteligente do que parecia. # N nca subesti e a aparência fútil. estava seguindo pegadas ao invés de imagens.

mas esse já não estava mais em seu poder. então deslizava o dedo pela fenda do portão. estava se fechando lentamente. deixando um rastro vermelho. tinha poucos segundos para decidir o que fazer. poderia ser uma arma dilha. e surgiu em um lugar bem diferente de qualquer outro que já tenha visto pela região. A fenda no espaço já tinha se fechado. típicas de clima frio. e com os caninos mordia a ponta. urante a perseguição um raio desceu do céu. Imbecil. E saiu correndo o mais rápido que podia. ao chegar mais perto do fenômeno Krähe notou que tinha surgido uma espécie de fenda dimensional no meio da floresta. Árvores mais altas. Kyo colocava o indicador na boca. então não havia mais possibilidade de sair daquele lugar.. Kyo. Krähe pulou dentro da fenda. para ele parecia mais fácil não alertar ninguém. ele afastava -se alguns passos. e após alguns segundos. e os ventos começaram a soprar forte em uma única direção. que até mesmo balançava com o vento. e após alguns segundos sussurrou: Im. do seu sangue.becil. seja lá onde aquele lugar´ fosse. Após dar uma bela olhada em volta Krähe pode perceber dois pilares de rochas. como obeliscos sem ponta´. por quê?´. e deu alguns passos em direção a Krähe. conseguiu avistar ao longe umas espécies de ruínas antigas.. pensava.ealmente Kyo não havia pensado em pedir permissão´ antes de invadir. o ruivo desonesto.. finalmente saiu daquela posição de animal acuado. como se linhas finas se religassem uma a uma. e ele não tinha muito tempo. Provavelmente Kyo tinha usado o punhal para cortar o espaço para algum outro lugar distante dali. e se sentia enganado. e também havia julgado a cara de alguns dos monges que pareciam sinistros. Sem pensar uma segunda vez. antes mesmo de falar qualquer palavra . Kyo parecia contemplar aquele portão imenso ao qual estava diante.. pensava Krähe enquanto voltava a correr atrás do lobo que havia pegado certa distância dele. Aquele buraco que parecia ser um corte em um tecido fino.. por um garoto. aproximou seu grande focinho do rosto do rapaz. chegava a sair uma espécie de vapor. Ten o que me lembrar de nunca confiar demais nas pessoas que parecem ser francas ´. logo após perceber a ação do lobo. a sua pele alva. e em frente a elas. era como se seus olhos verdes. onde estavam entalhadas várias inscrições de um dialeto diferente de qualquer outro que ele já tivesse visto. que não havia sequer um sexto da experiência de vida dele.. Porém como Krähe era um dos monges. vasculhou os bolsos em busca do punhal de prata. e roubar´. $ % . Caminhou até eles e passando entre os dois. estivessem ansiando por aquela visão há bastante tempo. porém um pouco mais verdes do qu e as árvores normais no inverno. e um tremor anunciava a abertura da porta. provavelmente da neve que tocava no seu corpo e evaporava com o calor. Mas o que foi aquilo? Parecia que ele ia se entre ar.´.

ainda sobrava Um minuto reserva. fez a porta. que é igual a Dez mil segundos.. surpreso com a complexidade da porta. 3 estalos de intervalo de 3 segundos cada.. no total 10 segundos.. Tinha perdido mais ou menos os uarenta segundos com a equação. Kyo ficou parado. p ara Kyo tirar os olhos do relógio. até as árvores da floresta ao redor pararam de ranger... Dez segundos olhando para o relógio. ± ³Droga de matemática ´. ou um vigésimo oitavo. ele correu para dentro do lugar que acabara de abrir... Dez vezes Dez vezes Dez. m. pensava. O tempo agora estava correndo 3 vezes mais devagar de acordo com o tempo que Kyo tinha olhado o relógio. Fixou os olhos no relógio e o observou pelos segundos seguintes.. existiam poucas plantas.. até o vento gélido do inverno parou de soprar. ou talvez só um jeito de se aprofundar mais ainda nele. Três. Kyo arregalou os olhos e sussurrou ± Droga! Mais do que depressa. e ouviu mais um estalo. para achar o que quer que estivesse tão bem escondido naquele lugar. perdeu mais 3 segundos em seus pensamentos sem saber. ' ' & .. mesmo com as poucas fendas no teto que haviam rompido a grossa camada de rochas usadas para construir o local. Kyo tirou o relógio do bolso da calça e o abriu. Não havia ( E ent o o ch o tremeu. e após 3 segundos ouviu-se um estalo. se abriu.Durante alguns segundos tudo ficou em silêncio. Então uma estrutura mecânica destacou-se da porta. que fez o mecanismo girar mais um sétimo de um quarto. porque além de ser mais fácil para começar a contar. mais 1 segundo que a porta levou para abrir. equivalente á..... enquanto fazia as contas em voz alta: ± Nove segundos da engrenagem. Dois.. que ele fez questão de arredondar para uinze. girou uma volta e mais um quarto de volta para a esquerda. Equivalente á. O cenário por dentro era como uma ruína medieval. um segredo guardado através de um selo de sangue. foram 9 segundos. ± Dezesseis minutos e uarenta segundos! Kyo sabia que não era tempo suficiente. o que o deixou só com os Dezesseis minutos. Um segundo da porta. deixando uma leve impressão de relevo. A partir daí começou á contar os segundos até o próximo estalo: ± Um... O final de um mistério. perdendo assim mais três segundos e mais um estalo da porta. e a luz era quase nula. e num tom de alarme disse. ± Treck. para a direita. Multiplicando três vezes segundo a equação de hiper-tempo. e a porta para o desconhecido.. No chão e nas paredes.

aquele lugar mais parecia uma obra de arte e Kyo estava perdendo muito tempo. como pelo ar de velharia do local que parecia não ter um pingo de oxigênio.vento nenhum e era até meio difícil respirar. Primeiro uma sala em formato de losango. e mais uma sala triangular. algumas folhas que grudavam em seus pés. enquadrado e pendurado na parede. Kyo arrebentou o vidro e pegou o pedaço de tela. ficavam presas´ no ar. daquele lugar. algumas ornamentadas divinamente. bem conservado pelo vidro. caindo da forma mais lenta possível no chão. feito em tela. E analisou o mapa por alguns . havia um corredor horizontal que dava para outra sala em forma de losango. onde havia uma porta fechada que não dava para ir outra sala a frente. A primeira sala só tinha uma entrada e uma saída. espirou fundo e disse: as que lugar é esse? unca vi nada assim. quadros nas paredes corroídos pela umidade . Ao entrar em uma das salas parecia que eus estava falando direto com ele. cheio de salas gigantescas. azendo um mapa mental do lugar Kyo percebeu que se tratava de uma estrutura simétrica. não só pelo frio.. que seguindo em frente. ma complicação. lugar parecia um labirinto. segundos. m mapa.. Conforme Kyo corria pelo local. uma sala em forma de uma estrela de seis pontas com metade de uma das pontas invertidas. antes de entrar na segunda sala. dava para outra sala em formato de losango.

acabaram indo embora tão rapidamente quanto vieram. e hesitando um pouco. Simples. e alegria..± Era exatamente o que eu precisava ± Disse Kyo saindo da sala onde. Ametistas e outra infinidade de pedras preciosas. mas seus olhos seguravam . Porém. pedras preciosas. havia encontrado o mapa e indo até o Salão entral.. aminhou lentamente até o pedestal. Foi quando o teto desabou sobre tudo dentro da sala. o que realmente lhe chamou a atenção foi um nico Diamante. Rubis. Kyo não tinha palavras para dizer naquele momento. e para cima para ver se não havia nenhuma armadilha. com o tamanho do diamante... e era tão bonito. todas as jóias.. e tão grande. que estava sobre um pedestal de mármore escuro. Kyo havia encontrado uma fortuna em jóias. que sua mão fechada era menor que aquela pedra. e sorriu. olhou para os lados.. quase sem voz de tão espantado que estava. ± Impossível. ± Sussurrou Kyo. suas mãos seguravam o imenso diamante. e depois seguindo em frente e virando a esquerda até uma sala onde estava escrito ³Key of Daiyamondo´. Topázios. Esmeraldas. parou na porta e olhou para dentro dela. Assim? Olhou novamente para os lados. Para sua surpresa. para observar a fortuna que tinha ali dentro. retirou o Diamante do seu descanso ± m. assoviando saiu da sala.

lobo. e além do mais. E bem diante de Kyo havia uma fonte... que no mapa não tinha nome. dessas bem desenhad as e ornamentadas.. bem no centro da fonte.. mas que pelo visto há muito tempo não jorrava água. bem maior. Poderia ser facilmente ser confundida com um perfeito sonho. só tinha mais dois minutos e meio no hiper-tempo. revelando em seu interior o que parecia ser o cabo de uma espada. Kyo estava imaginando quantas su rpresas mais teria aquele lugar. que estava sentado. Ele escutou um barulho da porta que antes estava trancada e se virou para conferir. E colocou o diamante no peito do Afastou-se dois passos. a garrando Conforme Kyo puxava a espada. ão era adornada em diamantes.. similar ao uivar de um lobo. se a sensação do ar quente de verão não fosse tão real. A estátua de lobo partiu-se em vários pedaços. após ouvir um leve ranger da estátua. Que mais parecia uma obra de arte que nem mesmo Leonardo a Vinci seria capaz de construir. Bom. s olhos de Kyo seguiam a saída da lâmina como se não acreditassem no que via. Então ouviu um som. já haviam tomado conta. mas que era muito mais parec ido com um som mecânico bem agudo. E correu para checar do que se s olhos verdes do rapaz ruivo encheram-se com a beleza daquela sala. mas sim uma estrela de cinco pontas de cor cinza. E bem no peito do lobo existia uma abertura. das praças de cidades como Londres ou Paris. e em seguida olhou para o seu relógio de pulso. onde havia uma floresta. como se guardasse algo. era feita com um único.. largo e imenso diamante. e reparou que a figura por onde deveria sair água. estava abrin do-se. A lâmina da espada era praticamente transparente. Cheio de surpresinhas.lágrimas de frustração. mais v erde e mais viva do que a fúnebre floresta de inverno do lado de fora das ruínas.. Eu ainda tenho 4 minutos de hiper -tempo! tratava aquilo. ele estranhou. era outra dimensão.. e cujas plantas rasteiras e cipós. Comparando com a escala do mapa. por incrível que pareça.. isse Kyo com um sorriso nos lábios. era totalmente de diamante. feito em Carvalho e uro.. -Mas. no exato formato do diamant e que ele tinha em mãos. que nenhum ser humano seria capaz de encontrar no planeta erra. A porta para aquela sala. era uma estátua de um lobo. Kyo olhou para o relógio de pulso novamente. Seus pensamentos logo foram trocados por uma equação matemática que tinha como . Kyo ainda estava de costas para a porta da sala do tesouro quando ouviu sair de dentro da nova sala. Por dentro era muito maior do que o por fora. a lâmina ia se revelando. Acho que esse diamante é a tal chave. o piar de alguns pássaros. e emitia um brilho mara vilhoso. Aproximou-se da fonte. Este lugar. o cabo da espada e começando a puxar.

e passou os dedos na lâmina. E sorriu gentilmente. saltando de braços abertos... do cara de olhos cinzentos. e disse. nome dela é aiyamondo. que se fechou brutalmente. e até o seu minuto reserva´ estava acabando. oi quando um vulto se colocou bem no meio da porta.. e olhando um para o outro... cansados.. que apontou para a espada e perguntou: Você quase nos matou por uma espada? ão acredito. porta que ia me esmagar. quando o silêncio foi cortado por uma voz: epressa! Estou cedendo! Era a voz de Krähe! Ele segurava a porta! Kyo estava assustado com a força monstruosa dele.. ela tem um nome? Perguntou. mas eu que tem salvou. Apontou o dedo para Krähe... segurando a isse Krähe retribuindo o sorriso. passando as mãos nos cabelos ruivos e olhando para o céu. sem forças. Krähe e Kyo ficaram estirados na neve. em silêncio.. Krähe também olhou para o céu. juntou todo o resto de fôlego e força que tinha. por um momento Kyo chegou a pensar que um anjo de eus tinha sido enviado para salvá -lo. Poderia ter morrido esmagado por aquela porta. cruzando as mãos embaixo da cabeça. eu salvei a sua vida.. Você acha? Bom. inha perdido tempo demais. Enfim. e a porta de pedra começou a se fe char. sem querer Kyo largou o cabo da espada que voou e fincou-se na neve. s dois rolaram pelo chão. bem acima da cabeça dele. Jogando -se encima de Krähe com tudo o que tinha e tirando-o do meio da porta. Kyo olhou para o rosto pálido pel o frio. peso da espada de diamante o atrapalhava seriamente. e olhou para o relógio. Aqui rapaz.. hiper-tempo acabou bem quando Kyo estava no meio do Salão Central.resultado minutos e 4 segundos´. Ky o olhou para a espada. impedindo um pouco da luz de entrar e impedindo a porta de se fechar completamente.. e falou. não dava para saber quem ou o quê tinha força suficiente para segurar aquela porta´. um misto de desespero e aflição pela perda de tempo. mas não tinha tempo para admirar.. Por causa dos raios de sol que entravam diretamente pela porta.. Eu também. olhando para a lâmina da espada. Mesmo? E você poderia morrer de fome lá dentro. porém ele esqueceu essa idéia. isse Kyo. Kyo pôs -se a correr em direção a saída. que estava somente uns centímetros longe da sua cabeça. fazendo um som violento.. e correu. mas mesmo correndo com toda a sua força n ão conseguiria chegar até a porta. mas em nenhum momento Kyo cogitou a possibilidade de larg á-la. . eu sou. Eu acho que não. Cara. sorriu. m silêncio que foi cortado por Krähe. Essa vai ser uma amizade muito longa. lado a lado. Imortal. Kyo segurou fi rme o cabo da espada. Jura? Hm.