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Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição Rede de Distribuição Aérea

Regulamento de Instalações Consumidoras
Janeiro 2011

AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S/A Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica Rio Grande Energia S/A

REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA

5ª Edição Versão 1.3 Janeiro/2011

Regulamento de Instalações Consumidoras

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SUMÁRIO
1. 2. 3. Objetivo .................................................................................................................................................... 5 Normas complementares ......................................................................................................................... 5 Terminologias e definições ...................................................................................................................... 6 3.1. Agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades ........................................................ 6 3.2. Barra de Proteção .............................................................................................................................. 7 3.3. Caixa de distribuição (CD) ................................................................................................................. 7 3.4. Caixa de entrada e distribuição (CED) .............................................................................................. 7 3.5. Caixa de passagem ........................................................................................................................... 7 3.6. Caixa de proteção (CP) ...................................................................................................................... 7 3.7. Caixa para medidor ............................................................................................................................ 7 3.8. Carga instalada .................................................................................................................................. 7 3.9. Cavidade de inspeção ........................................................................................................................ 7 3.10. Centro de medição ............................................................................................................................. 7 3.11. Circuito alimentador ........................................................................................................................... 7 3.12. Circuito de distribuição ....................................................................................................................... 7 3.13. Circuito de interligação ....................................................................................................................... 7 3.14. Concessionária................................................................................................................................... 7 3.15. Condomínio horizontal ....................................................................................................................... 7 3.16. Condutor de aterramento ................................................................................................................... 7 3.17. Condutor de proteção ........................................................................................................................ 7 3.18. Consumidor ........................................................................................................................................ 8 3.19. Disjuntor ............................................................................................................................................. 8 3.20. Dispositivo de proteção contra surtos (DPS) ..................................................................................... 8 3.21. Dispositivo de proteção a corrente diferencial-residual (DR) ............................................................ 8 3.22. Energia elétrica ativa .......................................................................................................................... 8 3.23. Energia elétrica reativa ...................................................................................................................... 8 3.24. Entrada de energia ............................................................................................................................. 8 3.25. Entrada de serviço ............................................................................................................................. 8 3.26. Limite de propriedade ........................................................................................................................ 8 3.27. Livre e fácil acesso ............................................................................................................................. 8 3.28. Medidor .............................................................................................................................................. 8 3.29. Origem da instalação ......................................................................................................................... 8 3.30. Pontalete ............................................................................................................................................ 8 3.31. Ponto de entrega ................................................................................................................................ 8 3.32. Poste concreto armado com caixa de medição embutida ................................................................. 9 3.33. Poste metálico com caixa de medição acoplada ............................................................................... 9 3.34. Poste particular .................................................................................................................................. 9 3.35. Poste particular compartilhado........................................................................................................... 9 3.36. Prédio de múltiplas unidades consumidoras ..................................................................................... 9 3.37. Quadro ou painel de medidores ......................................................................................................... 9 3.38. Ramal de entrada ............................................................................................................................... 9 3.39. Ramal de ligação................................................................................................................................ 9 3.40. Ramal de profundidade ...................................................................................................................... 9 3.41. Unidade consumidora ........................................................................................................................ 9 4. Condições gerais de fornecimento........................................................................................................... 9 4.1. Campo de aplicação .......................................................................................................................... 9 4.2. Tensão de fornecimento .................................................................................................................... 9 4.3. Identificação da unidade consumidora .............................................................................................. 9 4.4. Consulta prévia ................................................................................................................................10 4.5. Localização do ponto de entrega .....................................................................................................10 4.6. Limites de fornecimento ...................................................................................................................10 4.7. Determinação do tipo de fornecimento ............................................................................................10 5. Critério para ligação ...............................................................................................................................13 5.1. Pedido de ligação .............................................................................................................................13 5.2. Ligação provisória (temporária) .......................................................................................................13 5.3. Ligação definitiva..............................................................................................................................13 5.4. Ramal de profundidade ....................................................................................................................14

....................................................61 ........................................................18 8........................................................................1..........................................................1.................................................................................Regulamento de Instalações Consumidoras 3 5.................................. Localização da medição .............................................................................................................................................................................................20 8......................... Disjuntor geral ....................................................................................................................................................................................................................38 ANEXO I ....................................... Com ramal de ligação aéreo ......................... Localização e instalação da medição .....................................7........................................................................................................................................................................................................................................................................................... Tipos .....................17 8..........33 ANEXO C.............................6................... Aterramento....................................................................................26 10..........................................................24 9.....................................................................44 ANEXO Q ...............................................29 11.........46 ANEXO T ............ Aspectos construtivos para montagem de quadro ou painéis de medidores ..................................................37 ANEXO H....................................................................................................................57 ANEXO X ............................................................................................................................ Caixa de entrada e distribuição (CED) ................................................5............................................................................................ Condições não permitidas ....... Medição ...............................................................................................................39 ANEXO K ......................................1..........26 10..................................................................................................................................23 9.......43 ANEXO O ..........................................28 10..................................................................................22 9.......................................................................................... Proteção geral ........................................................................................................................... Proteção contra sobretensões transitórias ....................................................... Cálculo da demanda ....................................................................................................................................................3......................................23 9.......16 7................ Geração própria .................1.............................2........................................................................................................................................... Entrada de serviço da instalação consumidora .....................................................................................................37 ANEXO F .18 8....59 ANEXO Y ..............................................29 10.....................................30 ANEXOS ANEXO A ...................................................................................... Unidade consumidora .44 ANEXO R..................... Proteção contra inversão de fases................................................................40 ANEXO L ....................................................................................................55 ANEXO V ..................................................................................... Com ramal de entrada subterrâneo ...................37 ANEXO G ........................................................54 ANEXO U................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ Prédio de múltiplas unidades consumidoras .......................................................3.........................................................................................................................................................42 ANEXO N............................................................................................5.....................................................41 ANEXO M ........................................................................ Sistema de emergência ................................29 10....................................................................3..........32 ANEXO B ........................................................6.....................................................................26 10......................................................... Aspectos construtivos ..........................................................34 ANEXO D........................................................................................................................................................................................................................................................25 9............................................................................ Vigência .................................................................................................................25 10......4..................28 10........................................................................15 7...............................................................................14 6................................................................................................................................................................1.........................................................................................2...............................................................................................................................8.............2........................................................ Proteções adicionais ....................................38 ANEXO J .......................... Apresentação ............................................................................................................................................................................................................................................................................................ Caixa de proteção (CP) ..........................................26 10.....5.........................................................14 5......56 ANEXO W ..............................................................................................................................................36 ANEXO E .........................................14 6........................................................................................................................................................45 ANEXO S ..................16 7........................................................................................................................................................14 6... Instalação da medição ................43 ANEXO P ................................. Projeto .............................................................................23 9.................................................................. Caixas e/ou painéis para medição ......2...................................................4.....2...........

...............................................132 FIGURA 8 (C) – Entrada de Energia com Medição Instalada com Poste Compartilhado ........................................................................154 FIGURA 25 – Caixas para Agrupamento de Medidores Pertencentes a Prédios de Múltiplas Unidades Consumidoras com um Centro de Medição .............................................................................90 FIGURAS FIGURA 1 – Componentes da Entrada de Serviço ......150 FIGURA 21 – Fixação de Caixas para Medidores ................148 FIGURA 19 – Fixação de Caixas para Medidores ....................................144 FIGURA 15 – Ramal de Entrada Subterrâneo ................................................................................................................................................................................................143 FIGURA 14 – Disposições dos Isoladores do Ramal de Ligação com Condutor Multiplexado / Singelo ........................................................................138 FIGURA 11 – Entrada de Energia com Medição Instalada em Parede Lateral...................................134 FIGURA 9 (B) – Entrade de Energia com Medição Instalada em Muro ou Mureta Frontal .......................................... Prédio no Alinhamento ..................................................................................152 FIGURA 23 – Montagem das Caixas para Medidores Monofásicos .................................................125 FIGURA 5 (A) – Medição Independente da Área Privada (Vista Superior) ...........................147 FIGURA 18 – Fixação de Caixas para Medidores ..................................................................................................137 FIGURA 10 – Entrada de Energia com Medição Instalada em Parede Frontal.......123 FIGURA 3 – Disposição da Entrada de Serviço................................................................126 FIGURA 5 (B) – Medição Independente da Área Privada ....................145 FIGURA 16 – Afastamento Mínimo para Ancoragem do Ramal de Ligação ..................................................................................................................... Casa no Alinhamento .........................................151 FIGURA 22 – Disposição dos Eletrodutos ........................................................................................64 ANEXO AA ..............................................................................................................................149 FIGURA 20 – Fixação de Caixas para Medidores ..................................................129 FIGURA 7 (B) – Entrada de Energia com Medição Polifásica Instalada em Poste de Aço ..141 FIGURA 13 (B) – Medição Fixada no Poste da Concessionária .......................................................................................................................................................................................................127 FIGURA 6 – Entrada de Energia com Medição Instalada em Poste Particular ..................................................................................................................................135 FIGURA 9 (C) – Entrada de Energia com Medição Instalada em Muro ou Mureta Frontal ..................................................................................136 FIGURA 9 (D) – Entrada de Energia com Medição Frontal Instalada em Grade ......133 FIGURA 9 (A) – Entrada de Energia com Medição Instalada em Muro ou Mureta .....................................................Regulamento de Instalações Consumidoras 4 ANEXO Z .................................................................140 FIGURA 13 (A) – Medição Fixada no Poste da Concessionária ................................................................................................146 FIGURA 17 – Ancoragem do Ramal de Ligação ................................................139 FIGURA 12 – Entrada de Energia com Medição Instalada na Parede com Pontalete..........................................131 FIGURA 8 (B) – Entrada de Energia com Medição Instalada em Muro ou Mureta Frontal com Poste Compartilhado .........................130 FIGURA 8 (A) – Entrada de Energia com Medição Instalada em Muro ou Mureta Lateral com Poste Compartilhado ...124 FIGURA 4 – Disposição do Ramal de Entrada Subterâneo ................................................................153 FIGURA 24 – Montagem das Caixas para Medidores Polifásicos...122 FIGURA 2 – Alturas Mínimas do Ramal de Ligação ao Solo.......................................................... ...............................155 ......................................................142 FIGURA 13 (C) – Medição Fixada no Poste da Concessionária ....128 FIGURA 7 (A) – Entrada de Energia com Medição Monofásica Instalada em Poste de Aço ..............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................

......................... Os materiais fornecidos devem atender às exigências do INMETRO e observar o “Código de Defesa do Consumidor”.... OBJETIVO Este Regulamento tem por objetivo padronizar e estabelecer as condições gerais para o fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição..... serão objetos de análise e decisão por parte da concessionária....165 FIGURA 32 – Caixas de Proteção e Distribuição......... c) dar orientação técnica para o projeto e execução de entradas de serviço de unidades consumidoras................. b) estabelecer as condições gerais de utilização de energia elétrica....................................... exijam estudos especiais.............................157 FIGURA 28 – Painel para Agrupamento de Medidores Ocupando Três Paredes............ .................... vigentes na época da sua utilização.......................................168 FIGURA 35 – Armação Secundária e Suporte.......................................Associação Brasileira de Normas Técnicas.. através de rede aérea.........................................................................161 FIGURA 30 (C) – Poste Particular ......................160 FIGURA 30 (B) – Poste Particular ..........................................164 FIGURA 31 (B) – Caixas para Agrupamentos ................................171 FIGURA 38 – Detalhe de Aterramento............................................................................. poderá ser necessário consultar as Normas da ABNT................... Normas Internacionais e Resoluções da ANEEL....169 FIGURA 36 – Isoladores ................................ bem como sobre os riscos e danos à propriedade.............................. Os casos omissos ou aqueles que........................Rio Grande Energia S......................... motivo pelo qual os interessados devem.........................................Regulamento de Instalações Consumidoras 5 FIGURA 26 – Caixas para Agrupamento de Medidores Pertencentes a Prédios de Múltiplas Unidades Consumidoras com Mais de um Centro de Medição ...A............... d) orientar os consumidores....Companhia Estadual de Energia de Distribuição de Elétrica e RGE ...................... Os órgãos técnicos da concessionária encontram-se à disposição dos interessados para prestar quaisquer esclarecimentos técnicos......170 FIGURA 37 – Tubo de Aterramento ................... para o fornecimento de energia elétrica.......................................... julgados necessários...................... pelas características excepcionais.......163 FIGURA 31 (A) – Caixas para Unidades Consumidoras Individuais ........ Aplica-se tanto para projetos e/ou instalações novas..................159 FIGURA 30 (A) – Poste Particular ................ consultar a concessionária quanto a eventuais modificações.....................................................................................................................166 FIGURA 33 – Caixas de Passagem de Ramal de Entrada Subterrâneo ............158 FIGURA 29 – Sistema de Emergência... Os dispositivos deste Regulamento aplicam-se às condições normais de fornecimento de energia elétrica......172 FIGURA 39 – Armação Secundária Policarbonato ..................................162 FIGURA 30 (D) – Poste Particular ........... no Estado do Rio Grande do Sul......................167 FIGURA 34 – Haste de Aterramento .............. obedecendo recomendações da ABRADEE ..... não implicando em qualquer responsabilidade das concessionárias.. Este Regulamento poderá....................... CEEE ................................................ A.......173 1...................................................... 2...... periodicamente...............................156 FIGURA 27 – Painel para Agrupamento de Medidores Ocupando Duas Paredes ............................................Associação Brasileira de Empresas Distribuidoras de Energia Elétrica....................................................... As disposições desta Norma visam: a) atender as consultas dos interessados no fornecimento de energia elétrica................. em qualquer tempo............ das normas da ABNT ......................................................................................................................................... com relação à qualidade e segurança dos materiais fornecidos por terceiros.............................................. quanto à maneira de obterem ligação........................................................... como para reformas............ sofrer alterações por razões de ordem técnica ou legal................................................................. bem como da legislação em vigor.. NORMAS COMPLEMENTARES Na aplicação deste Regulamento..... às unidades consumidoras na área de concessão das empresas AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S..................

com rosca ANSI/ASME – NBR 5597 Especificação Eletroduto rígido de aço-carbono. Regulamentação da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) . TERMINOLOGIAS E DEFINIÇÕES 3.Revestimento de zinco por imersão a quente – Especificação NBR 6591 Tubos de aço-carbono com estrutura de seção circular – Especificação NBR 6880 Condutores de cobre para cabos isolados – Padronização Cabos de potência com isolação sólida estrutura de polietileno termofixo para tensões NBR 7285 até 0. dimensões e tolerâncias – Padronização Postes de concreto armado para redes de distribuição de energia elétrica – NBR 8451 Especificação NBR 8456 Postes de eucalipto preservado para redes de distribuição de energia elétrica Postes de eucalipto preservado para redes de distribuição de energia elétrica – NBR 8457 Dimensões Proteção elétrica e compatibilidade eletromagnética em redes internas de NBR 14306 telecomunicações em edificações – Projeto NBR IEC 60050 Instalações elétricas em edificações NR 10 Segurança em instalações e serviços em eletricidade Outros: Regulamento de Instalações Consumidoras com Fornecimento em Tensão Primária de Distribuição (RIC MT). formatos.Regulamento de Instalações Consumidoras 6 Normas da ABNT NBR 5361 Disjuntor de baixa tensão – Especificação NBR 5410 Instalações elétricas de baixa tensão – Especificação NBR 5419 Proteção de estrutura contra descargas atmosféricas . com revestimento protetor. com revestimento protetor. .propileno (EPR) para NBR 7286 tensões de 1 a 35kV – Especificações Cabos de potência com isolação sólida extrudada e polietileno reticulado (XLPE) para NBR 7287 tensões de 1 a 35kV – Especificações Cabos de potência com isolação sólida extrudada de cloreto de polivinila (PVC) para NBR 7288 tensões de 1 a 20kV – Especificações Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas urbanas e rurais de distribuição de energia NBR 8159 elétrica. localizadas em um só ponto e que não disponham de área em condomínio com a utilização de energia elétrica. com revestimento protetor e rosca NBR NBR 5624 8133 – Especificação Fios e cabos com isolação sólida estruturada de cloreto de polivinila para tensões até NBR 6148 750V sem cobertura – Especificação NBR 6150 Eletroduto de PVC rígido – Especificação NBR 6231 Poste de madeira – Resistência à flexão NBR 6232 Poste de madeira – Penetração e retenção de preservativo NBR 6248 Isoladores de porcelana tipo castanhas dimensões e características – Padronização.Especificação Eletroduto rígido de aço-carbono. Agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades Conjunto de unidades consumidoras caracterizadas por medições individualizadas.6/1kV sem cobertura – Especificações Cabos de potência isolação sólida estrutura de borracha etileno .Condições gerais de fornecimento de energia elétrica em vigência. dimensões e características – NBR 6249 Padronização NBR 6323 Aço ou ferro fundido . Isoladores de porcelana ou vidro tipo roldana. 3. com costura. com rosca NBR 6414 – NBR 5598 Especificação Eletroduto rígido de aço-carbono.1.

Caixa de distribuição (CD) Caixa metálica destinada a interligar circuitos. 3. expressa em quilowatts (kW). Caixa de entrada e distribuição (CED) Caixa metálica destinada a receber o ramal de entrada e as proteções.3.17. 3. caracterizadas pela existência de mais de uma unidade consumidora e que disponha de área de uso comum com utilização de energia elétrica.11.14. o barramento e os transformadores de corrente para medição. 3. 3. 3.2. seus acessórios e dispositivos de proteção. 3.15.8. Caixa para medidor Caixa destinada à instalação de um ou mais medidores.12. 3.13.4. Circuito de interligação Circuito que interliga a Caixa de Entrada e Distribuição (CED) com a Caixa de Distribuição (CD) ou ainda entre Caixas de Distribuição (CD´s). podendo ainda conter o barramento e os transformadores de corrente para medição. 3. localizados em áreas fechadas e privativas. Concessionária Agente titular de concessão federal para a prestação de serviços públicos de energia elétrica. 3. em condições de entrar em funcionamento. 3. Circuito alimentador Circuito que interliga a medição às instalações internas da unidade consumidora. Condutor de proteção Condutor que liga as massas e os elementos condutores estranhos à instalação a um terminal de aterramento principal. . Circuito de distribuição Circuito que interliga a Caixa de Distribuição ou a Caixa de Entrada de Distribuição com as Caixas de Proteção ou entre Caixas de Proteção. 3.7.6. Cavidade de inspeção Caixa ou tubo destinados a possibilitar a inspeção da haste e conexões dos condutores de aterramento e proteção.16.Regulamento de Instalações Consumidoras 7 3. Caixa de proteção (CP) Caixa metálica ou plástica em PVC antichama. Condomínio horizontal Conjunto de unidades consumidoras. Centro de medição Local onde está situada a medição de duas ou mais unidades consumidoras.10. Caixa de passagem Caixa destinada a possibilitar mudanças de direção e facilitar a enfiação dos condutores. Barra de Proteção Barra de cobre para a interligação do condutor de proteção das unidades consumidoras com o condutor de proteção da haste de aterramento.9. ou similares. 3. 3. com via interna (trânsito de veículo). 3. Condutor de aterramento Condutor que interliga a haste de aterramento à primeira conexão com o condutor neutro da medição ou Centro de Medição. Carga instalada Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora. podendo conter as proteções dos circuitos de interligação. 3. destinada a garantir a inviolabilidade das ligações aos terminais de cada medidor. prédios de múltiplas unidades consumidoras ou lotes individualizados.5.

dispositivos de proteção. legalmente representada. 3.28. Consumidor Pessoa física ou jurídica. quando o prédio estiver localizado no limite da propriedade com alinhamento da via pública. Energia elétrica reativa Energia elétrica que circula continuamente entre os diversos campos elétricos e magnéticos de um sistema de corrente alternada. equipamentos e acessórios. 3. 3. conforme NBR 5361. 3. com o objetivo de medir e registrar o consumo de energia elétrica. Entrada de energia Instalação de responsabilidade do consumidor. caixas.19. que solicitar à concessionária o fornecimento de energia elétrica e assumir expressamente a responsabilidade pelo pagamento das faturas e demais obrigações regulamentares e/ou contratuais. participando .Regulamento de Instalações Consumidoras 8 3. ou comunhão de fato ou de direito. 3.21. 3. a qualquer tempo.29. Origem da instalação A origem da instalação de Baixa Tensão está localizada junto à proteção geral. Medidor Aparelho instalado pela concessionária. 3.22. eletrodo de aterramento e ferragens. com a finalidade de ancorar e fixar o ramal de ligação. compreendidos entre o ponto de derivação da rede da concessionária e a medição. até a proteção geral. Disjuntor Disjuntor termomagnético destinado a proteger o condutor e interromper o fornecimento de energia. Pontalete Suporte instalado no muro ou prédio do consumidor. 3. de áreas de uso comum no caso de condomínios horizontais e dos terrenos adjacentes de propriedade de terceiros.26. sem produzir trabalho. até o qual a concessionária é responsável pelo fornecimento de energia elétrica. No caso de prédio de múltiplas unidades. 3. 3.18. observada a conveniência técnica da concessionária.27.30.24. 3. Dispositivo de proteção a corrente diferencial-residual (DR) Dispositivo utilizado para detectar fugas de correntes que possam existir em circuitos elétricos.23. 3. preparada de forma a permitir a ligação de uma ou mais unidades consumidoras à rede das concessionárias.25. Dispositivo de proteção contra surtos (DPS) Dispositivo utilizado para limitar as sobretensões transitórias e escoar os surtos de corrente originários de descargas atmosféricas em redes de energia. desligando imediatamente a alimentação deles.31. sem qualquer tipo de interferência e/ou impedimento físico. leitura e inspeções necessárias. Ponto de entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da concessionária com as instalações elétricas da unidade consumidora. servindo para instalar o ramal de entrada. expressa em quilovolt – ampère – reativo – hora (kvarh). no alinhamento designado pelo poder público. Livre e fácil acesso Acesso de empregados e prepostos da concessionária no local da medição.20. compreendendo ramal de entrada. expressa em quilowatt-hora (kWh). suspensão de fornecimento. poste particular ou pontalete. Limite de propriedade Demarcações que separam a propriedade do consumidor da via pública. Entrada de serviço Condutores. para fins de ligação. 3. Energia elétrica ativa Energia elétrica ativa que pode ser convertida em outra forma de energia.

lojas. mediante a utilização de material apropriado.3. com extensão superior a 40m. 3.41.36. 3.2.37.39. caracterizando-se como limite de responsabilidade de fornecimento. Ramal de profundidade Caracteriza-se por ramal de profundidade o circuito alimentador. qualquer que seja a carga. 4. Ramal de ligação Condutores e acessórios. Poste concreto armado com caixa de medição embutida Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de ancorar o ramal de ligação. operação e manutenção.40. Poste metálico com caixa de medição acoplada Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de ancorar o ramal de ligação.Regulamento de Instalações Consumidoras 9 dos investimentos necessários e responsabilizando-se pela execução dos serviços. e que disponha de área de uso comum com utilização de energia elétrica. que viabilize o fornecimento de energia elétrica para unidade consumidora localizada em área rural. bem como a instalação de medição individual. caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega. localizado em compartimento de prédio de múltiplas unidades e/ou agrupamento. com fabricantes devidamente cadastrados junto à concessionária. Unidade consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos. Poste particular Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de ancorar o ramal de ligação. compreendidos entre o ponto de derivação da rede da concessionária e o ponto de entrega. Identificação da unidade consumidora Toda unidade consumidora deve ser identificada. na freqüência de 60Hz. 4. 3. compreendidos entre o ponto de entrega e a medição. bem como a instalação de duas medições individuais monofásicas. como salas. 3. 3. seus acessórios e dispositivos de proteção.33. 3. e/ou dependências semelhantes. 3. No caso de prédio de múltiplas unidades. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 4.34. Prédio de múltiplas unidades consumidoras Prédio que possua mais de uma unidade consumidora.35. é feito em corrente alternada. 3. com medição individualizada e correspondente a um único consumidor. Tensão de fornecimento O fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição na área de concessão das concessionárias.1.38. Quadro ou painel de medidores Quadro destinado à instalação dos medidores. 3. até a proteção geral. nas tensões nominais de 220/127V e 380/220V.32. Campo de aplicação Aplica-se nas ligações das unidades consumidoras com carga instalada até 75 kW e nas de prédios de múltiplas unidades consumidoras. 4. Poste particular compartilhado Poste instalado na divisa entre duas propriedades com a finalidade de ancorar o ramal de ligação. 3. podendo ainda sustentar a linha telefônica e TV a cabo. apartamentos. com fabricantes devidamente cadastrados junto à concessionária. . Ramal de entrada Condutores e acessórios. bem como a instalação da medição. bem como a instalação de medição individual. por número fornecido pelo órgão competente do poder público municipal.

4.1. b) para os condomínios horizontais. o ponto de entrega situar-se-á no limite da via interna do condomínio com cada fração integrante do parcelamento. conforme ANEXOS T e U (área e fator de diversidade dos apartamentos) para a parte residencial e conforme item 7. Para o atendimento de prédios de múltiplas unidades consumidoras residenciais e/ou mistos com demanda total superior a 115kVA calculada.7. dependendo de consulta prévia à concessionária com relação às condições técnicas ou de segurança.5. Esta carga será o somatório das potências nominais de placa dos aparelhos elétricos e das potências de iluminação declaradas. independente das condições acima. os projetistas devem requisitar junto à concessionária. este Regulamento pode ser aplicado em parte ou no seu todo. 4. Fornecimento tipo A1. Nota: Prédios de múltiplas unidades devem ser atendidos por uma única entrada de energia e ter um só ponto de entrega. conforme RIC de MT – Regulamento de Instalações Consumidoras em Média Tensão. estética.7.6. o interessado deve consultar a concessionária. de segurança ou a critério da concessionária. Tipo C – trifásico – quatro condutores (três fases e o neutro). Limites de fornecimento O fornecimento deve ser efetuado em tensão secundária nas ligações individuais com carga instalada até 75kW. Consulta prévia Antes de construir ou adquirir os materiais para a execução da entrada de energia. informações a respeito do tipo de fornecimento de energia à edificação. conforme o número de fases: Tipo A – monofásico – dois condutores (uma fase e o neutro). deverá ser calculada a carga instalada de cada unidade consumidora.1. 4. tomadas e força motriz) para a parte comercial. 4. Determinação do tipo de fornecimento São três os tipos de fornecimento. e ANEXO D (fatores de demanda para iluminação. c) havendo conveniência técnica por parte da concessionária. deve ser prevista uma área do condomínio para o(s) posto(s) de transformação de uso exclusivo. o ponto de entrega situar-se-á na conexão deste ramal com a rede aérea. visando obter informações orientativas a respeito das condições de fornecimento de energia elétrica. com entrada subterrânea. o ponto de entrega poderá situar-se dentro do imóvel em que se localizar a unidade consumidora. ressalvados os seguintes casos: a) para unidades consumidoras e prédios de múltiplas unidades consumidoras a serem atendidas diretamente pela rede da via pública em baixa tensão. Para prédios de múltiplas unidades. B1 e B2 Para determinação destes. podem ser estabelecidos valores diferentes aos limites mencionados. Localização do ponto de entrega O ponto de entrega de energia elétrica deverá situar-se na conexão do ramal de ligação com o ramal de entrada.Regulamento de Instalações Consumidoras 10 4. Tipo B – bifásico – três condutores (duas fases e o neutro). 4.1.2. Reforma Em casos de reforma. Nota: Por razões de ordem técnica. . deverá ser computada as suas respectivas quantidades e potências individuais. A2. Quando houver cargas de motores. previamente.4. 4.

000 1. refere-se à unidade consumidora localizada em área rural e atendida com transformador monobucha.7. as instalações podem possuir aparelhos que requeiram número de fases superior ao do tipo correspondente a sua carga instalada. permite-se a instalação de padrão polifásico. Para determinar a demanda de cada unidade consumidora. Fornecimento tipo A3 O fornecimento do tipo A3. geradores. máquinas de solda.500 350 400 1. bem como os limites para a ligação de motores ou aparelhos de solda. conforme exemplos.000 200 200 1. devem ser consideradas as suas respectivas quantidades e potências individuais.Regulamento de Instalações Consumidoras 11 Exemplo: (conforme ANEXO C) Quantidade 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 8 5 Aparelhos e Lâmpadas Chuveiro Televisor Refrigerador Aspirador de pó Ferro de passar roupa (regulável) Máquina de lavar roupa Enceradeira Liquidificador Secador de cabelo Ventiladores 150W Lâmpadas 100W Lâmpadas 60W CARGA INSTALADA Potência (W) 5.850 No ANEXO J são representados os limites. por faixa de carga instalada ou de demanda. 3 Os limites para aparelhos de eletrogalvanização. 2 Mesmo sendo especificado o fornecimento a dois condutores. . etc. Sobre a carga total em kVA aplica-se fator de demanda 0. devem ter suas cargas distribuídas entre as fases de modo a obter-se o maior equilíbrio possível.5.. estão sujeitos a estudo nos diversos tipos de fornecimento. para cada tipo de fornecimento. que é o somatório das potências nominais de placa dos aparelhos elétricos e das potências de iluminação. deve ser calculada a carga instalada desta. Para a determinação da demanda mínima a ser considerada no fornecimento deve-se observar o maior valor entre a demanda calculada e a maior potência dentre os equipamentos a serem ligados.300 300 800 300 12. raios-X. Notas: 1 Em casos especiais. 4 As unidades consumidoras atendidas por duas ou três fases. caso o consumidor tenha previsão de aumento de carga. Quando houver cargas de motores. 4.2.500 1. (carga de flutuação brusca de tensão).

5) D = 18. .2.45 kVA Demanda do motor monofásico de 7.4 kVA (ANEXO G).5 = 9. deve ser calculada a demanda de cada unidade consumidora.5 CV = 7. Exemplo 02: (conforme ANEXO C) Quantidade 1 1 1 2 4 1 Aparelhos e Lâmpadas Chuveiro Televisor Refrigerador Lâmpadas 100W Lâmpadas 60W Motor monofásico – 7.3.57 kVA Demanda do motor monofásico de 7. visto que esta é superior a carga total demandada.5CV CARGA INSTALADA Potência (W) Potência (VA) 5000 150 150 200 240 5520 11260 5000 150 150 200 240 7400 13140 Calculo da demanda: D (kVA) = P (kVA) x FD (0. 4.5 CV = 7.5) D = 13. Neste caso a demanda a ser considerada é a demanda total da instalação. conforme item 7.5 = 6.Regulamento de Instalações Consumidoras 12 Exemplo 01: (conforme ANEXO C) Quantidade 1 1 1 1 1 1 1 2 8 5 1 Aparelhos e Lâmpadas Chuveiro Televisor Refrigerador Ferro de passar roupa Máquina de lavar roupa Liquidificador Secador de cabelo Ventiladores 150W Lâmpadas 100W Lâmpadas 60W Motor monofásico – 7. visto que esta é superior à demanda do motor de maior potência.5CV CARGA INSTALADA Potência (W) Potência (VA) 5000 200 200 1500 1500 400 1300 300 800 300 5520 17020 5000 200 200 1500 1500 400 1300 300 800 300 7400 18900 Calculo da demanda: D (kVA) = P (kVA) x FD (0.7.4 kVA (ANEXO G). Fornecimento do tipo C1 a C20 Para determinação deste.14 kVA x 0.90 kVA x 0. Neste caso a demanda a ser considerada é a demanda do motor.

conforme a legislação vigente. b) Eventos Caracteriza-se por ser efetuada com ou sem medição. d) existirem aparelhos com carga de flutuação brusca de tensão. devem ser obedecidas. circos. acompanhada da ART referente à execução da entrada de serviço. por prazos pré-estabelecidos com os consumidores. Notas: 1 Todas as despesas tais como: mão-de-obra. 5. devidamente quitada. Ligação provisória (temporária) A ligação provisória poderá ser do tipo: a) Obras Caracteriza-se por ser efetuada com medição para o atendimento de obras de construção ou reforma de edificação. é recomendável que os consumidores instalem dispositivos de proteção contra a falta e inversão de fases. de segurança e regulamentares. que deve providenciar. alterações no sistema elétrico. conforme NBR 5410. como máquinas de solda. estiver afastado a mais de 30 metros da rede de distribuição. proteção a corrente diferencial-residual (DR). 2 O atendimento do pedido de ligação não transfere a responsabilidade técnica para a concessionária. b) o imóvel. os que se destinarem a festividades.3. conforme a carga solicitada.2. parques de diversões. materiais e transporte são de responsabilidade do consumidor. informando a carga instalada discriminada. se: a) a carga instalada exigir.2.1. A ligação dependerá de verificação e/ou estudo da rede. Este prazo é necessário para elaboração de estudos e/ou execução de obras na rede de distribuição. 3 Apesar de não ser exigência da concessionária para efetivar a ligação. visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área. A concessionária pode considerar como fornecimentos provisórios ou temporários. dispensando-se a apresentação de projeto.3. onde se encontra a unidade consumidora. . quanto ao projeto e execução das instalações elétricas internas do prédio. c) quando a configuração da rede de distribuição da concessionária não for compatível com o tipo de fornecimento solicitado. CRITÉRIO PARA LIGAÇÃO 5. às expensas do consumidor. Pedido de ligação O interessado deve entrar em contato com a concessionária. raios-X e outros aparelhos. exposições e similares. somente será ligada após a prévia concordância da concessionária. 5. Prédio de múltiplas unidades A solicitação do pedido de fornecimento definitivo deve ocorrer num prazo mínimo de noventa (90) dias.1. o endereço onde será efetuada a ligação e os dados de identificação do consumidor. 2 As condições técnicas. Notas: 1 A concessionária deve informar sobre a necessidade de execução de serviços nas redes e/ou instalação de equipamentos de proteção e/ou de transformação. antes da provável data de conclusão da obra do prédio. aparelhos de eletrogalvanização.3. A ligação das unidades consumidoras fica condicionada à prévia inspeção e aceitação da entrada de serviço de acordo com o projeto liberado pela concessionária. Instalação consumidora única A ligação da unidade consumidora fica condicionada à prévia vistoria e aprovação da entrada de energia. gerador. a critério da concessionária. 4 Toda a instalação ou carga suscetível de ocasionar perturbações ao fornecimento regular a outras unidades consumidoras. 5. Ligação definitiva 5.Regulamento de Instalações Consumidoras 13 5.

com potência nominal superior a 2kVA. além do limite correspondente a sua categoria de fornecimento. b) extensão das instalações elétricas de uma unidade consumidora para além dos seus limites ou à propriedade de terceiros. . desde que a proteção geral fique limitada a 70A. b) construção de um circuito de emergência alimentado por gerador particular. 5. em área de uso comum.5m do alinhamento da via pública (ver figura 3). . exceto o disposto no item 5. 5.3. independente e sem interligação com o circuito da concessionária. dependem de encaminhamento de projeto para análise e liberação de carga. o mesmo deve prever o atendimento de mais de quinze unidades consumidoras.Regulamento de Instalações Consumidoras 14 5. 6. . 6. 5.para a instalação de mais de um centro de medição. f) utilização de aparelhos de solda a transformador monofásicos.no muro.embutido no corpo do prédio. Geração própria Na instalação de geradores particulares para atendimento de emergência. Localização da medição Devem estar localizadas: a) Individuais . Todas as demais situações não previstas no ANEXO Z. consultar a concessionária. Agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades A ligação das unidades consumidoras que atendam as condições previstas no ANEXO Z. O projeto deve conter ainda uma das seguintes soluções: a) instalação de um sistema de intertravamento entre o gerador e o disjuntor geral. utilizando caixa de medição (ver figura 10). mureta.embutido no corpo do muro ou mureta.1. juntamente com as especificações técnicas do equipamento. sem a prévia autorização da concessionária. . no máximo a 0. com o alinhamento da via pública (ver figuras 9B e 9C). e) interferência de pessoas estranhas no equipamento da concessionária. com acesso independente.1. poste particular ou no prédio. b) Prédios de múltiplas unidades .6.5. em prédios construídos junto ao limite da propriedade com a mesma. de livre e fácil acesso da concessionária (ver figura 5A a 12). d) utilização das tubulações destinadas aos condutores que transportam energia elétrica para quaisquer outras finalidades. c) aumento da carga instalada.5. com condutor do ramal de 2 2 entrada de 25mm na tensão de 220/127 V ou 50A e 10 mm na tensão de 380/220 V. não depende de apresentação de projeto. exceto em áreas rurais em que a rede de distribuição da concessionária estiver dentro da propriedade do consumidor. com a frente voltada para a via pública.o quadro ou painel de medição deve estar localizado. Em cada centro deve ser previsto um número mínimo de oito unidades consumidoras. sempre que possível tecnicamente.4. Ramal de profundidade Para utilização desta modalidade de fornecimento. Condições não permitidas a) paralelismo de geradores particulares para atendimento de emergência com o sistema da concessionária. .na propriedade do consumidor. deve ser apresentado o projeto elétrico da instalação interna.1. LOCALIZAÇÃO E INSTALAÇÃO DA MEDIÇÃO 6. o mais próximo do limite da propriedade com a via pública.3.

2. . . Instalação da medição a) em cada unidade consumidora. Notas: 1 Quando a medição estiver localizada em área de uso comum. 2 No caso de modificação da situação existente. . que garanta a distância regulamentar mínima para o acesso de pessoal da concessionária. Não devem estar localizadas: .interiores de vitrinas.para out doors localizados em áreas públicas. 6.5m do limite de propriedade com a via pública. limitada a uma distância máxima de 3 m do poste em que está fixada a medição.3.1. garagens e depósitos. .devem estar localizados no muro. a medição deve ser fixada no poste da concessionária (ver figura 13A e Nota 1 abaixo).Regulamento de Instalações Consumidoras 15 c) Agrupamentos não pertencentes a prédios de múltiplas unidades . Notas: 1 A execução das instalações elétricas. a mesma deve prever restrição física.2.em subsolos. .em locais de difícil acesso. controlador de velocidade. devem ser observados os seguintes aspectos: garantia do livre e fácil acesso e a obrigatoriedade do ramal de entrada ser subterrâneo. . inundações.para unidades consumidoras móveis (trailers. . poeira e trepidações excessivas. usar caixa de medição provida de fechadura ou cadeado padrão (exceção feita a CPO). trailers fixos. chaveiros. Na impossibilidade a medição deve ser fixada no poste da concessionária (ver figura 13B e Nota 1 abaixo). está condicionada a apresentação prévia da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) CREA/RS ou cadastro da empresa na concessionária.. tomada de espera provida de disjuntor termomagnético e proteção para corrente diferencial residual (DR) (ver figura 13C e Notas 1 e 2 abaixo). sujeita a trânsito e/ou manobra de veículos. utilizando compartimento aberto ou fechado. que torne o local da medição inacessível. pode ser aceita entrada de energia individualizada. a medição deve ser instalada no poste da rede de distribuição (consultar a concessionária).1. mediante autorização do poder público concedente.pavimento superior de qualquer tipo de prédio com residência única. tanques e reservatórios. a medição deve ser fixada no poste da rede de distribuição da concessionária. etc. . .para telefonia e similares instaladas no passeio público. .para bancas de revistas. vans).áreas entre prateleiras. a medição deve estar localizada na estrutura de sustentação deste. . Neste caso. 6. 3 Para todos os casos acima em que a unidade consumidora ficar em uma área delimitada (cerca ou muro) e com acesso independente. 2 A unidade consumidora deve estar localizada no mesmo lado da rede de distribuição.escadarias. bombas.para out doors localizados em propriedades particulares. Casos especiais .para TV a cabo e similares instaladas junto à rede de distribuição. . mureta ou poste particular. localizados em via pública. em área comum. fica a cargo do consumidor a mudança para outro que esteja dentro das especificações deste Regulamento. .em locais sujeitos a gases corrosivos.nas proximidades de máquinas. no máximo a 0. quando a medição situar-se no poste da concessionária. 6. com má iluminação e sem condições de segurança. a medição poderá estar localizada junto aos módulos correspondentes ou ainda no poste da concessionária (ver figura 13B e Nota 1 abaixo). Na impossibilidade. a medição deve ser agregada à entrada de energia eventualmente existente. Deve conter ainda. 3 É admitido recuo maior por exigência comprovada do poder público. terminais de ônibus ou de táxi.

as indicações descritas no ANEXO V. 7. pela concessionária. suas instalações elétricas internas devem ser adaptadas. Notas: 1 Os profissionais responsáveis pelos projetos e/ou execuções devem estar com sua situação regularizada junto ao CREA . em três vias (padrão ABNT. acompanhado da ART .Anotação de Responsabilidade Técnica.1. Validade O projeto tem validade de 02 (dois) anos a contar da data de liberação. sujeitando-se às possíveis alterações sofridas nos padrões. referentes ao funcionamento dos aparelhos e da instalação. Requisitos para análise do projeto de prédio com múltiplas unidades consumidoras O projeto elétrico da entrada de serviço deve ser apresentado independente da carga instalada. conforme padrões vigentes.3. e suas atribuições específicas anotadas em carteiras expedidas pelo Conselho.1. fornecendo-lhes os dados e informações solicitadas. às instalações elétricas de sua propriedade. adaptando-se aos padrões da concessionária. Quando consideradas em desacordo ou prejudiciais aos serviços. neste período. Nota: O projeto. c) em unidade consumidora que venha a ser subdividida.1. Arquitetura e Agronomia. dobradas em formato A4) com a área acima do selo reservada para utilização da concessionária. de forma a permitir uma medição para cada unidade que resultar da subdivisão. 3 O consumidor deve permitir a qualquer tempo.3. Apresentação O projeto deve ser apresentado. Não sendo executado dentro deste prazo. Notas: 1 Os medidores e equipamentos destinados à medição são de propriedade da concessionária. as especificações e a construção das instalações elétricas internas do prédio devem obedecer às normas da ABNT. 7. somente poderá ter seu início após a liberação do mesmo pela concessionária. deve ser submetido à concessionária para revalidação.Regulamento de Instalações Consumidoras 16 b) em prédios de múltiplas unidades consumidoras. pelo interessado. devidamente quitada e assinada por profissional habilitado e pelo proprietário. Os mesmos serão instalados. devem ser reformadas ou substituídas. 7. 3 O projeto deve atender o que estabelece a NR 10 – Segurança em Projetos.1. 7. ficando a seu critério a instalação daqueles que julgar necessários bem como sua substituição quando considerada conveniente.2. 2 As instalações elétricas de cada unidade consumidora devem obedecer às normas da ABNT. b) prédio de múltiplas unidades consumidoras. . somente após vistoria e aprovação da entrada de serviço. a área de uso comum deve ter medição própria e ser de responsabilidade do condomínio. Análise Após a análise e liberação com ou sem ressalvas. pelo interessado. de forma a permitir uma única medição. 2 Toda e qualquer obra que necessite de projeto elétrico para entrada de serviço e quadro ou painel de medição. c) agrupamentos não pertencentes a prédios de múltiplas unidades não previstas no item 5. e conter.3. 7. Arquitetura e Agronomia.Conselho Regional de Engenharia. PROJETO Deve ser apresentado nas seguintes situações: a) unidade consumidora com carga instalada superior a 75 kW (conforme RIC MT).Conselho Federal de Engenharia. uma via será devolvida ao interessado. d) em unidades consumidoras que venham a ser unificadas.1. As eventuais ressalvas devem ser observadas e conter a anuência do responsável técnico. no mínimo. em conformidade com a regulamentação emanada do CONFEA . devidamente credenciados e identificados. o livre acesso dos representantes da concessionária. da administração ou do proprietário do prédio. suas instalações elétricas internas devem ser adaptadas. num prazo máximo de 180 dias após o pedido da ligação provisória.

(d) = demanda das unidades centrais de condicionadores de ar. calculadas a partir das respectivas correntes máximas totais (valores a serem fornecidos pelos fabricantes). Cálculo da demanda O cálculo da demanda deve ser feito para a unidade consumidora atendida a quatro condutores. considerar como sendo de janela. (c) = demanda dos aparelhos de condicionador de ar. para efeito de utilização da tabela do ANEXO G. Método de cálculo A demanda para entrada de serviço individual ou agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades. 7. com carga instalada superior a 15kW (220/127V) ou 25kW (380/220V).2. deve ser: a) para 220/127V – 15 kVA. compatibilizada com as previsões mínimas do ANEXO D e item 7. Nota: A demanda mínima a ser considerada por unidade consumidora. considerar 1 HP = 746 Watts e 1 CV = 736 Watts.2. aquecedores. conforme ANEXO D. 1. considerar como aparelho condicionador de ar central. e para o dimensionamento das entradas de serviço. Adota-se a potência em CV mais próxima do valor convertido e sua respectiva carga em kVA.000 BTU/h). fogões.Regulamento de Instalações Consumidoras 17 7. (e) = demanda dos motores elétricos e máquinas de solda a motor.2. os seguintes limites mínimos de potência para força motriz devem ser considerados: a) residências individuais: 1kW (ver Nota 1). calculada conforme ANEXO I.2. fornos. deve ser calculada a partir da carga declarada. ser considerada como um único motor e convertida em CV. Nota: No caso de reforma pode ser usado os dados de placa dos aparelhos existentes para elaboração do cálculo da demanda. . conforme ANEXO J.2. c) salas e escritórios: 1kW/15m² de área construída quando não for prevista refrigeração central (ver Nota 1). calculada conforme ANEXO G.).2c+d+e+f).1. calculada conforme ANEXO H. 4 Não deve ser computada a potência de aparelhos de reserva. (b) = demanda dos aparelhos para aquecimento (chuveiros. aparelhos de eletrogalvanização e de raio X. 3 Estas potências se referem à previsão para motores. Previsão de carga Nos cálculos de demanda. (unidade em kW). tipo janela.600W ou 4 kVA (30. etc. Para potências superiores. (f) = demanda das máquinas de solda a transformador. calculada conforme ANEXO D. quando calculada. 2 No caso de previsão de aparelho condicionador de ar tipo “split”. Serve para determinar a categoria de fornecimento de cada unidade consumidora e do conjunto. b) para 380/220V – 25 kVA. além dos valores de carga mínima para iluminação e tomadas. 6 As ampliações de carga previstas. d) lojas e semelhantes: 3kW/unidade consumidora com até 30m² de área construída e 5kW/unidade 2 consumidora com área construída superior a 30m (ver Nota 3). b) unidades consumidoras residenciais de entradas coletivas (ver Nota 2): 1kW/unidade consumidora com até 40m² de área construída.5kW/unidade consumidora com área entre 40 e 50m² e 2kW/unidade consumidora com área superior a 50m². 5 No cálculo de potência para motores. quando positiva. calculada conforme ANEXOS E e F. com potência até 3.2. devem ser consideradas. devendo a diferença entre estes valores e a carga instalada em motores (kW) e/ou condicionadores de ar tipo janela (kW). através da seguinte expressão: D(kVA) = (a+b+1. sendo: (a) = demanda de iluminação e tomadas. considerando o fator de demanda de 100%. Notas: 1 Estas potências se referem à previsão para aparelhos de condicionador de ar tipo janela. 7.

utilizar a média aritmética das mesmas. na área delimitada pelas ruas Duque de Caxias. e) no dimensionamento do circuito de distribuição. o cálculo da demanda da parte comercial deve ser de acordo com item 7. Avaí. observando-se a tabela constante do ANEXO X. admite-se a utilização do fator de diversidade 0. fica sob sua responsabilidade as eventuais modificações decorrente de alterações na rede de distribuição da concessionária. ou por motivos estéticos. cabe ao mesmo todo o ônus da instalação inicial e manutenção. com carga instalada abaixo dos limites de obrigatoriedade constantes no ANEXO J. conforme NBR 5410. 3 Quando o consumidor optar por entrada subterrânea.4. 8. Exemplos de cálculos de demanda Ver ANEXO S.20 (fator de crescimento vegetativo). Notas: 1 Na utilização deste critério. para aumento de cargas futuras. comercial e residencial. Sarmento Leite e Conceição) atendida pela rede de distribuição aérea. Método de cálculo para prédios de múltiplas unidades Em prédios de múltiplas unidades residenciais. 8. 6 Para a ligação em Porto Alegre. em função do número de apartamentos do edifício.1 Este valor deve ser somado à demanda da parte residencial.5. 5 Em áreas servida por rede de distribuição subterrânea deve ser consultada a concessionária para obtenção dos padrões de entrada de energia elétrica. a qual deve ser calculada conforme a metodologia acima.1. A disposição sobre os padrões de entrada podem ser obtidos junto à Gerência Regional de Porto Alegre. conforme ANEXO T. obtendo-se a demanda total. c) multiplicam-se os valores obtidos em “a” e “b”. 2 Em prédios mistos de múltiplas unidades.2.75 sobre o somatório das demandas individuais. Este produto deve ser multiplicado por 1.2. calculada conforme item 7. Notas: 1 A instalação do ramal de ligação é feita exclusivamente pela concessionária. d) ao valor do produto obtido em “c” acrescenta-se a demanda dos serviços de condomínio. b) com ramal de entrada subterrâneo (ver figura 1). deve ser prevista entrada para a futura rede subterrânea (Net Work). deve ser observada a seletividade da proteção.Regulamento de Instalações Consumidoras 18 7. 2 Em área servida por rede aérea. 7. b) toma-se o Fator de Diversidade. No caso de unidades consumidoras com medidas diferentes. deve-se utilizar a seguinte metodologia: a) toma-se a demanda individual de cada apartamento em função de sua área. para dimensionamento da demanda e entrada de serviço. Annes Dias e 1º Perimetral (Loureiro da Silva. conforme ANEXO U. conforme ANEXO J. exclusivamente residencial. 7. Prof.1. havendo necessidade técnica ou interesse do consumidor em ser atendido por ramal de entrada subterrâneo. Cálculos de queda de tensão A queda de tensão do circuito alimentador não pode exceder a 2%. para este atendimento.2. .2. 4 Em circuito alimentador com eletroduto embutido no piso ou parede os condutores devem ser no mínimo com a mesma seção do ramal de entrada. Com ramal de ligação aéreo Para atendimento de entrada de energia com demanda até 47kVA em 220/127V e 82kVA em 380/220V. ENTRADA DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA Em zonas de rede de distribuição aérea devem ser: a) com ramal de ligação aéreo (ver figura 1).2.3.

8. b) armação secundária em liga de alumínio. deve ser utilizada outra forma de identificação. Ancoragem Para a ancoragem aérea dos condutores devem ser empregados os seguintes materiais: a) armação secundária de um estribo com isolador tipo roldana 80x76mm. Nota: Os condutores devem estar fora do alcance de janelas. Se o terreno for de esquina. também. em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas).Regulamento de Instalações Consumidoras 19 8. Em caso de identificação por cor. Condições gerais Para a ligação do ramal. Quando houver acesso por duas ruas. com isolamento em PVC 70ºC (tipos BW e BWF). em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas).2. consultar figuras 16 e 17. a ligação somente pode ser atendida mediante extensão de rede em via pública (ver figura 3). c) não cruzar ferrovias. Condutor do ramal de entrada Observar as seguintes condições: a) devem ser de cobre. b) todos os condutores devem estar perfeitamente identificados. considerar a frente do terreno.50m em local acessível a veículos pesados e pista de rolamento (travessia de vias públicas ruas). 8.3.1. b) vão livre não deve ser superior a 30 metros. sacadas. desde que não seja a cor azul.1.0. rodovias estaduais e federais. para tensões de 450/750V e atender as exigências da NBR 6148. 2 2 Para ramal de ligação com seção superior a 25mm² de cobre e 35mm de alumínio. consultar ANEXO J. terraços ou locais análogos. para condutores multiplex. sinalização e congêneres. o neutro deve ser da cor azul-claro. Os condutores fases devem ser identificados por cores distintas.4. mantendo um afastamento mínimo como mostra a figura 16. h) manter os seguintes afastamentos verticais mínimos: . é permitido entrar com o ramal por qualquer um dos lados.00m dos circuitos de média tensão. o lado onde está situada a entrada do prédio. f) ser visível em toda a sua extensão e estar livre de qualquer obstáculo. g) devem ser mantidas as seguintes alturas mínimas entre o condutor inferior e o solo em toda a extensão do ramal (ver figura 2): .50m em prédios no alinhamento da rua e em locais de circulação exclusiva de pedestres. . e) entrar pela frente do terreno. é exigido pela concessionária ramal de entrada subterrâneo. d) não passar sobre terreno de terceiros. O uso de condutores singelos fica restrito às regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas) e.3. verde ou verde-amarelo. . classe de encordoamento 1 e 2 conforme tabelas da NBR 6880. em poste ou parede. Para dimensionamento. estacionamentos. têmpera mole. para condutores singelos. .1.5. (ver ANEXO W) protegido mecanicamente por eletroduto em toda a sua extensão.60m dos circuitos de telefonia. Notas: 1 Para fixação das armações ou dos isoladores. em poste ou parede. quando possível tecnicamente. caso isso não seja possível. dimensionado de acordo com o ANEXO J e observadas as disposições das figuras 2 e 3.1. No caso de prédio construído em terreno situado a mais de 30 metros do fim da rede. c) isolador castanha 60x40mm. de dois estribos com isolador tipo roldana 80x76mm. para condutores multiplex. para condutores singelos em postes e pontaletes. somente em pontaletes e. O cruzamento deve ser feito através de extensão de rede de distribuição. saídas de incêndio. . deve ser observado o seguinte: a) os condutores devem ser do tipo multiplex. opcionalmente em caso de ligações provisórias.1. Para seção superior a 10mm² é exigido o uso de cabo.50m em entradas particulares com acesso de veículos leves a garagens. a partir do poste da rede de distribuição da concessionária.

b) não é permitida a passagem do eletroduto entre o forro e o telhado. devem ser construídas obrigatoriamente em locais de uso comum. Quando expostas ao tempo. Para dimensionamento. e) os eletrodutos. amarrações com arame liso de aço zincado 14 BWG ou fio de cobre de 2. classe A ou B (ver ANEXO O). deve ser observado o seguinte: a) b) c) d) e) respeitar as posturas municipais. e) para fixação das armações ou dos isoladores. quando aparentes. os eletrodutos devem ser. dentro de um mesmo duto só devem ser instalados cabos de um mesmo circuito. ou de aço-carbono conforme as NBR 5597 e NBR 5598 (tipo pesado) e NBR 5624 (tipo leve) (ver ANEXO P).4. d) na extremidade inicial do eletroduto deve ser empregada curva de raio longo de 90º (duas) ou 180º (uma). junto à conexão com a rede secundária. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas). f) em agrupamentos. 8. braçadeiras.Regulamento de Instalações Consumidoras 20 c) os condutores devem ter sobra nas extremidades. devem ser vedadas com massa de calafetar (ver figura 22). tipo rosqueável. Quando expostos ao tempo.2. Fica facultativo a sua utilização para limites inferiores. as caixas de passagem e as linhas de eletrodutos. Condições gerais A partir do poste da rede de distribuição. após a passagem dos cabos. (ver figuras 6 a 12) para permitir a conexão ao ramal de ligação e aos terminais dos equipamentos de medição (ver figuras 23 e 24). f) as junções entre os eletrodutos e as caixas devem ser executadas por meio de buchas de proteção e arruelas. 8.2. exceto nos casos previstos nesta Norma.30m para inferior. ver figuras 6 a 9C. obrigatoriamente. devem ser dotados de terminais adequados (copo de bloqueio). utilizando-se 3 curvas de raio longo de 90º. o raio interno de curvatura dos cabos não deve ser inferior ao recomendado pelo fabricante. devem ser de PVC rígido. com bucha de proteção (acabamento). consultar figuras 16 e 17.1. preferencialmente do mesmo material do eletroduto.5 2 mm . exceto no caso de duas medições monofásicas. g) nas deflexões. as extremidades dos cabos multipolares. classe A. indicado pela concessionária para ligação do ramal. de acordo com NBR 6150. Nota: Fica a cargo do consumidor a obtenção da autorização do Poder Municipal para execução de obras no passeio público. Condutores Os condutores do ramal de entrada subterrâneo: . h) os eletrodutos não podem estar localizados no interior de vigas e colunas. preto ou aço zincado a quente. quando o mesmo deve ser bifásico. não cortar terreno de terceiros. especialmente quando atravessar pistas de rolamento. 8. em travessia de via pública deverá ser perpendicular ao meio-fio. 8. de PVC rígido. Este será também o único responsável pela manutenção das características anteriormente encontradas. consultar ANEXO J. quando de aço. o ramal de entrada deve ser trifásico. d) os condutores devem correr livremente dentro do eletroduto e não possuir emendas ou o isolamento danificado.2. c) não é permitido intercalar caixas ao longo do eletroduto. f) entre caixas de passagem as extremidades dos eletrodutos devem ser vedadas com massa de calafetar. h) em entradas coletivas. devem ser fixados no mínimo em três pontos. por meio de fitas metálicas. Com ramal de entrada subterrâneo É obrigatório sua utilização para atendimento de entrada de energia com demanda superior a 47kVA em 220/127V e 82kVA em 380/220V. de no mínimo 1m para a parte superior e 0.1. g) devem ser observadas no máximo três mudanças de direção no eletroduto do ramal de entrada. Eletrodutos a) devem ser de PVC rígido.2.

Notas: 1 O eletroduto junto ao poste deve ser identificado com o número do prédio a ser ligado. Para dimensionamento. entre caixas de passagem. c) não devem possuir emendas ou isolamento danificado. ou eletroduto corrugado. o neutro deve ser da cor azul-claro. observando o ângulo de 90º. XLPE ou PVC. 3 No passeio público e nas travessias de pista de rolamento. 8. obrigatoriamente. mediante a utilização de material não corrosivo. apoiados e protegidos pelas mesmas. b) todos os condutores devem estar perfeitamente identificados. com acabamento nas extremidades. classe “média”. b) devem ter as dimensões mínimas conforme o raio permissível dos cabos e pelas necessidades dos trabalhos de enfiação. observado o raio mínimo de curvatura (especificado pelo fabricante) para a primeira e a última caixa de passagem do ramal. Em qualquer das situações. deve ser sempre a quatro condutores. e) nas travessias de pistas de rolamento e entradas de veículos pesados.3. por eletroduto de aço zincado. verde ou verde-amarelo. 2 O eletroduto junto ao poste deve ter na sua extremidade superior bucha rosqueável para acabamento. maiores que 30m e para toda a mudança de direção deve ser prevista uma caixa de passagem. com classe de encordoamento 2 conforme tabelas da NBR 6880 (ver ANEXO W). três ou quatro condutores unipolares. conforme NBR 5410. devidamente aterrado.15m e nas travessias de pista de rolamento a 0. revestidas com argamassa ou de concreto. fixado na extremidade superior do mesmo. e) para a fixação dos cabos devem ser utilizadas cintas. protegidos por envelope de concreto. para tensão de 1kV. (ver figura 15) b) em regiões com acentuado índice de corrosão (litorâneas ou carboníferas). 8. Os condutores fases devem ser identificados por cores distintas. desde que não seja a cor azul. porém quando usado cabo multipolar. em toda a sua extensão. pode ser utilizado eletroduto de PVC rígido. porém nunca inferiores a 0. "pesada" ou "extra”. com drenagem (ver figura 33). consultar ANEXO J.60m.70m. Caixas de passagem a) devem ser de alvenaria. Podem ser usados dois. “pesada”. galvanizado a fogo.2. PVC flexível. ou XLPE sem cobertura de acordo com a NBR 7285. d) deve ser prevista a reserva de 01(uma) volta de condutor. tipo pesado. Eletrodutos Devem ser de diâmetro nominal mínimo de 50mm e proteger os cabos da seguinte forma: a) junto ao poste por eletroduto rígido de aço carbono.30m do poste de derivação da concessionária.30m. a existência dos eletrodutos deve ser sinalizada com uma fita indicativa de "condutor de energia elétrica". c) os cabos devem ser protegidos até uma altura de 2. caso isso não seja possível.60m (ver figura 15). abraçadeiras ou fita metálica.50x0. No passeio público a 0. afastadas 0. c) quando forem usados cabos unipolares. e em todos os pontos de mudança de direção dos eletrodutos (ver figura 4).30m acima do eletroduto. observando uma distância mínima de 1. NBR 7287 ou NBR 7288. os eletrodutos devem ser. a caixa situada na propriedade do consumidor deve possuir dispositivo para lacre e tampa de concreto (ver figura 33). Para o aterramento deve ser utilizado conector bimetálico e sua fixação com o mesmo material do eletroduto. rígido rosqueável ou soldável. respectivamente. Para dimensionamento. com espessura de parede classe "média". Nos pavimentos em que os eletrodutos forem instalados paralelos as vigas. 4 Não deve haver trechos de eletrodutos. Em caso de identificação por cor. quando em instalações aparentes. consultar ANEXO J.4. deve ser utilizada outra forma de identificação. Podem ser usados eletrodutos de PVC rígido rosqueável ou soldável. deve ser observada a profundidade mínima de 0. ou “extra”. . d) no passeio público por eletroduto de aço zincado.25 m do condutor neutro.50x0. esmaltado ou zincado.Regulamento de Instalações Consumidoras 21 a) devem ser de cobre. de material aluminizado tipo pesado. por meio de eletroduto rígido de aço-carbono. f) os cabos devem ser protegidos ao longo de paredes e postes. com isolamento em EPR. instalados a uma profundidade mínima de 0.2. dotados de cobertura de PVC de acordo com as NBR 7286.

3. conforme figuras 8A a 8C.34. Poste de aço Deve ser confeccionado em aço galvanizado a quente com seção circular. É vedado a sua utilização em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). Pontalete Quando necessário para as finalidades descritas no item 3.2.2. observando-se o diâmetro mínimo do eletroduto. devem ter suas dimensões internas compatíveis com a profundidade mínima de 0. . e a base concretada conforme detalhe de engastamento da figura 7A. para a instalação do eletroduto na travessia. Poste particular compartilhado Pode ser utilizado para fixação de um mesmo ramal de ligação para atender simultaneamente duas unidades consumidoras monofásicas.3.3. excetuando-se o ramal de ligação e os equipamentos de medição. ter eletrodutos de PVC instalados externamente. quando o poste estiver na divisa dos terrenos adjacentes. 8..3. 8. 8.3.2. como parte integrante da obra. e) as caixas de passagem. desde que ofereça condições técnicas e de segurança (ver figura 4). 8. Neste caso. conforme figura 30C e ter a base concretada conforme detalhe de engastamento da figura 7A.4. deve ser encaminhado à concessionária o Termo de Responsabilidade. utilizadas em travessias de pistas de rolamento. conforme padronização contida neste Regulamento e sujeitos à aprovação da concessionária. com o respectivo projeto e ART para avaliação e cadastro na concessionária. Poste de aço com caixa acoplada Deve ser confeccionado em aço galvanizado a quente com seção quadrada.2. conforme modelo do ANEXO B. 8.3. Somente deve ser utilizado em medições não pertencentes a agrupamentos. 6231 e 6232. Aspectos construtivos 8. devem ser inspecionadas pela concessionária.3. 2 As caixas de passagem. e o seu dimensionamento conforme ANEXO K. tais como revestimento. etc. deve ter como base a figura 12 e seu dimensionamento conforme ANEXO K. Poste de madeira Deve ser de cerne ou eucalipto tratado. É vedado a sua utilização em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas).1. conforme especificações da figura 30B. Poste de concreto Os fabricantes de postes de concreto armado devem atender as recomendações conforme ANEXO Y. com ramais de entrada e eletrodutos independentes. Condições não permitidas: a) instalação de luminárias. devem ser fornecidos e instalados pelo consumidor. painéis de propaganda e outros similares no poste particular.3. 8457. conforme NBR 5410.30. b) alteração das características originais. antes de serem fechadas.3. 8. 8. talas.Regulamento de Instalações Consumidoras 22 d) uma única caixa em via pública pode atender a mais de uma unidade consumidora em tensão secundária de distribuição.5. observados os requisitos das NBR’s 8456.4. prolongamento. assinado pelo profissional habilitado.1. Notas: 1 A construção da caixa de inspeção junto ao painel de medidores pode ser substituída por curva de raio longo.3. em tamanho reduzido. deve ser empregado um dos tipos indicados nas figuras 30A a 30D. conforme figura 30C.2. Todo protótipo deve ser encaminhado. devidamente identificado.2. contendo as necessárias especificações técnicas.2. Nota: Podem também ser confeccionados no local. letreiros. Fornecimento dos materiais Os materiais e equipamentos constituintes da entrada de serviço.3. 8. 8.60m. Poste particular Quando necessário para as formalidades descritas no item 3.3.

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Nota: Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas), o pontalete deve ser revestido por duto de PVC. 8.3.5. Responsabilidades É de responsabilidade do consumidor, após o ponto de entrega, manter a adequação técnica e de segurança das instalações internas da unidade consumidora. Sendo constatada qualquer deficiência técnica e/ou de segurança, o mesmo será notificado por escrito, devendo providenciar os reparos necessários dentro do prazo pré-fixado. O consumidor também é responsável pelos equipamentos de propriedade da concessionária e responde por eventuais danos ocasionados aos mesmos, bem como o acesso a estes deve ser mantido limpo, de modo a agilizar as leituras do medidor pela concessionária. 9. MEDIÇÃO 9.1. Tipos São determinados pelo fornecimento e pela demanda calculada, podendo ser: a) Medição direta - em unidades consumidoras atendidas a dois ou três condutores. Incluem-se ainda as atendidas a quatro condutores, com demanda igual ou inferior a 38kVA em 220/127V e 66kVA em 380/220V. b) Medição indireta - em unidades consumidoras atendidas a quatro condutores com demanda superior aos limites estabelecidos na medição direta. 9.2. Caixas e/ou painéis para medição Os fabricantes de caixas de medições devem atender as recomendações do ANEXO AA. 9.2.1. Material Devem ser confeccionadas em chapa de aço oleada ou zincada, alumínio, resinas poliéster reforçadas com fibra de vidro, policarbonato, polietileno, poliéster ou madeira. Notas: 1 As caixas confeccionadas com madeira de cerne aplainada devem ser pintadas, interna e externamente, com tinta a óleo, esmalte sintético ou envernizadas. Quando forem de uso externo, devem ter a face superior revestida com chapa metálica. 2 Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas), não devem ser utilizadas caixas para medição confeccionadas em chapa de aço oleada ou zincada. 3 As caixas modelos CLI e CLE não devem possuir rebites em locais que permitam acesso ao compartimento lacrável. 4 Os fabricantes de caixas modelos CPO, CPOL, CPOMD e CPOM devem encaminhar seus protótipos para avaliação e cadastro na concessionária. 9.2.2. Modelos Os modelos devem ser: a) b) c) d) e) f) g) h) CI – Caixa Interna; CLI – Caixa Lacrável Interna; CE – Caixa Externa; CLE – Caixa Lacrável Externa; CPO – Caixa de Policarbonato ou Poliéster; CPOL – Caixa de Policarbonato ou Poliéster com Lente; CPOMD – Caixa de Policarbonato ou Poliéster com Módulo para Disjuntor independente; CPOM – Caixa de Policarbonato ou Poliéster Modulada.

Notas: 1 Os modelos CI e CLI devem ser usados embutidos em parede, muro ou mureta. 2 Os modelos CE e CLE devem ser usados ao tempo, junto ao poste e parede. 3 Os modelos CLI, CLE, CPO, CPOL, CPOMD e CPOM dispensam o uso de CP. 4 Os modelos CPO, CPOMD e CPOM podem ser usados embutidos ou ao tempo. Quando frontal, no alinhamento com a via pública, necessariamente embutidos. 5 O modelo CPOL deve ser usado nas situações previstas no item 6.1.3.

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6 Os modelos CPO, CPOMD e CPOM não devem ser usados quando os condutores do ramal de 2 entrada forem de seção superior a 25mm . 7 A Utilização de Caixas de Policarbonato Moduladas, (CPOM), em situações não previstas nos agrupamentos do anexo Z, dependem de apresentação de projeto especifico, contendo todo detalhamento das caixas bem como dos componentes necessários para a sua montagem. Sendo que esta alternativa poderá ou não ser aceita pela concessionária 9.2.3. Aplicação Devem ter seu uso de acordo com as seguintes indicações: a) medição individual (ver figura 31(A)) - tamanho 1 ou 1A – para unidade consumidora atendida a dois condutores; - tamanho 2 ou 2A – para unidade consumidora atendida a três ou quatro condutores, com medição direta; - tamanho 3 – para duas medições polifásicas; - tamanho 7 – para unidade consumidora atendida a quatro condutores com medição indireta. b) medições agrupadas não pertencentes a prédio de múltiplas unidades - tamanhos 4 e 5 (ver figura 31(B)). - demais tamanhos conforme ANEXO Z. c) quadro ou painel de medidores pertencentes a prédios de múltiplas unidades (ver figuras 25 a 28) 9.2.4. Fixação As caixas devem ser fixadas, conforme figuras 18 a 21. 9.2.5. Instalação Deve ser observado o seguinte: a) as caixas para medições individuais devem ser instaladas de maneira que a parte superior da face frontal fique a uma altura de 1,60m com uma tolerância de +/- 0,15m em relação ao piso acabado. b) as caixas para agrupamentos não pertencentes a prédio de múltiplas unidades consumidoras, com as combinações 1 a 5, 10 e 17, constantes do ANEXO Z, devem ser instaladas de maneira que a parte superior da face frontal fique a uma altura de 1,60m com uma tolerância de +/- 0,15m em relação ao piso acabado. As demais combinações constantes do mesmo anexo devem ter altura de 1,80m. c) as caixas e painéis para medições pertencentes a prédio de múltiplas unidades consumidoras, devem ser instalados de maneira que a aresta inferior fique a uma altura mínima de 0,40m e a aresta superior a uma altura máxima de 2,20m, em relação ao piso acabado; d) as caixas e painéis para medições pertencentes a prédio de múltiplas unidades consumidoras, com dois níveis de distribuição (alinhamento de CP’s), deve observar uma altura máxima de 1,8m em relação ao piso acabado. 9.2.6. Conservação As caixas e compartimentos destinados à instalação dos medidores, devem ser mantidas em bom estado de conservação e limpeza, sendo proibida a sua utilização para outras finalidades. 9.3. Caixa de proteção (CP) Os modelos encontram-se na figura 32 sendo instaladas de acordo com as seguintes indicações: a) CP1 - medição individual ou em agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades, atendidas a dois condutores; b) CP2 - medição direta individual atendida a três ou quatro condutores; - medição direta em prédio de múltiplas unidades, independente do número de condutores; - medição indireta.

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9.4. Caixa de entrada e distribuição (CED) Deve ser instalada de acordo com as seguintes indicações: a) medição indireta; b) prédio de múltiplas unidades consumidoras; c) agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades consumidoras, com mais de quatro ligações a dois condutores e demais casos previstos no ANEXO Z; Notas: 1 Suas dimensões devem ser compatíveis com a necessidade exigida pelos circuitos de distribuição. 2 Os tamanhos mínimos padronizados encontram-se na figura 32. 9.4.1. Instruções para montagem a) as CED´s devem conter sempre barramentos adequados, exceto aquelas com no máximo 03 circuitos de distribuição com condutores de 10mm²; b) todos os condutores do circuito de distribuição devem ser conectados ao barramento de forma individual, com conectores apropriados; c) para a instalação do disjuntor geral, deve ser observado o item 10; d) deve ser observado um afastamento mínimo de 60mm entre as barras e/ou barras laterais da CED; e) quando não houver necessidade de instalação de barramento, pode ser utilizada uma CED com dimensões mínimas de 300x400x200 mm; 9.5. Aspectos construtivos para montagem de quadro ou painéis de medidores a) os condutores dos circuitos de distribuição, bem como os destinados a ligação dos medidores, devem ter a classe de encordoamento 2 (cabo) e seção mínima de 10 mm²; b) os condutores destinados a ligação dos medidores devem ser de seção máxima de 35mm², tendo um comprimento mínimo de 30 cm e com as extremidades isoladas. A conexão destes ao circuito de distribuição, deve ser feita mediante a utilização de conector tipo parafuso fendido, de cobre ou cobreado, isolados com fita de autofusão e protegidos por fita isolante. No caso de condutores com seção de 10 mm², estes devem ser espiralados (enrolados) aos condutores de distribuição antes da utilização do conector; c) todos os condutores que compõem o circuito de distribuição, inclusive as derivações para a ligação do medidor, devem estar identificados nas cores correspondentes as utilizadas no ramal de entrada; d) os condutores do circuito alimentador devem estar identificados após a curva de saída da caixa de proteção (CP), antes do disjuntor geral; e) o circuito de distribuição e as derivações para a ligação do medidor devem ser a quatro condutores, independentemente do tipo de fornecimento projetado exceção feita aos agrupamentos do ANEXO Z; f) cada circuito de distribuição deve atender, no máximo, a cinco unidades consumidoras residenciais ou a quatro comerciais e mistos. O diâmetro do eletroduto de PVC não deve ser inferior a 32 mm e superior a 40 mm. A seção dos condutores deve ser no máximo 50 mm²; g) numerar a CP de serviço com o número do prédio. Cada unidade consumidora deve ter identificação na tampa da respectiva caixa de proteção (CP), com número pintado em cor contrastante com a mesma. Aptos, lojas e salas não podem ter o mesmo número. Não será aceita a identificação com letras ou outros tipos de códigos (ver figura 25). Nas galvanizadas a identificação deve ser em chapas rebitadas; h) quando houver mais de um centro de medição, deve ser indicado na tampa da CED, junto ao disjuntor correspondente, a localização (andar, bloco, etc.) dos demais centros; i) deve ser instalado no mínimo um ponto de iluminação no quadro ou painel de medição. Quando superior a 3 m deve ser instalado 2 pontos de iluminação. Em painéis de mais de uma face deve ser adotado no mínimo 1 ponto de iluminação por face. O interruptor deve ser localizado junto ao quadro ou painel, alimentado através da medição do serviço, de forma a facilitar a leitura e serviços internos; j) as portas devem possuir venezianas, sem visores, dotadas de fechadura ou cadeado padrão das concessionárias. Podem ser de correr ou com dobradiças de forma a permitir o livre acesso a todos os componentes (CED, CD’s e CP’s). As folhas das portas com dobradiças não devem ter

madeira de cerne. Com um único centro de medição O disjuntor geral deve ser instalado na Caixa de Entrada e Distribuição . Prédio de múltiplas unidades consumidoras 10. devem ser empregados os seguintes disjuntores: a) unipolar para unidade consumidora tipo A. k) o fundo do quadro ou painel deve ter no mínimo 2cm de espessura e ser envernizado ou pintado com tinta a óleo na cor cinza. 10. com avanço frontal mínimo de 10 cm. não pode conter tubulação de qualquer espécie. a distância mínima entre as dobras e as CP’s deve ser de 20 cm. dos cabos que interligam o transformador ao disjuntor geral. b) em instalação com medição indireta de BT. portanto.painel de tiras orientadas . O valor mínimo para este disjuntor é de 3x50 A. quando este poderá estar localizado na parte inferior. Unidade consumidora O disjuntor geral deve ser instalado após o medidor. observando–se os códigos de postura dos Municípios. 10. m) as junções entre os eletrodutos e as caixas (CED . Conforme a unidade consumidora.2.pinos reflorestados.3. lisa. PROTEÇÃO GERAL 10.2. e ter dispositivo para desligamento à distância. não ultrapassando a capacidade de condução de corrente dos condutores do circuito alimentador da unidade consumidora. Não deve interromper o fornecimento de energia ao sistema de emergência. p) nos painéis de medidores não abrigados deve-se prever uma pingadeira. quando o dimensionamento deve ser efetuado através de cálculo do curto circuito.CED. para ramal de entrada com cabo de cobre 10mm².3. na tensão de 380/220V e 3x70A para 25mm² na tensão de 220/127V. Disjuntor de proteção dos circuitos alimentadores das unidades consumidoras O disjuntor deve ser certificado pelo INMETRO e dimensionado de acordo com o item 7.1.3. A corrente nominal do disjuntor geral deve ser igual ou superior à demanda calculada conforme item 7. 10. antes do barramento.”OSB” .compensado resinado. observado o que consta na Nota 4 do item 10. c) tripolar para unidade consumidora tipo C. constituído dos seguintes materiais: .80m de largura. (ver detalhe da figura 22). No caso de painéis não abrigados. com a largura entre 5 e 15cm. Quando a alimentação for a partir do posto de transformação interno.1.CP) devem ser executadas por meio de buchas de proteção e arruelas.2. Deve ser certificado pelo INMETRO.3. l) o espaço mínimo para montagem de caixas e painéis deve ser de 40x60cm para instalação de CP2. o) a parede utilizada para a fixação do painel de medidores deve ser de uso exclusivo do mesmo. com capacidade de interrupção mínima de 10 kA em 127/220 V e 5 kA em 220/380 V.CD . 10. n) em painéis com mais de uma face. . macho e fêmea. Disjuntor geral Deve assegurar a proteção do ramal de entrada ou no caso de prédio com posto de transformação interna. conforme figura 24. Quando forem utilizadas CED’s ou CD’s. de 70x60cm para CP4 e 70x120cm para a CED ou 40x60cm para a CD. não ultrapassando a capacidade de condução de corrente dos condutores do ramal de entrada. b) bipolar para unidade consumidora tipo B.Regulamento de Instalações Consumidoras 26 mais de 0.2. exceto nos seguintes casos: a) em instalação com o uso de caixa de policarbonato. .. sempre do lado direito deste. não devem ser utilizadas portas de correr. . a distância mínima na face adjacente deve ser igual a profundidade destas. o disjuntor geral deve estar intertravado eletricamente com a seccionadora de média tensão.3. exceto para o caso de prédio com posto de transformação interno.

no início do circuito. devem ser instalados. os condutores das derivações devem ter a mesma seção do circuito principal.3. As conexões das derivações devem ser com conector tipo parafuso fendido de cobre ou bimetálico. ou seja.3. a jusante. abertura sob carga (sem fusível).3 CD1 Desligamento à distância Observar Nota 4 CD2 CD3 CED Exemplo 2 – Vários circuitos de interligação a partir da CED Sistema de Emergência CD1(na mesma sala da CED) CD2 CD3 Desligamento à distância Observar Nota 4 CED Obs.3. Havendo dificuldade de coordenação e seletividade. da seguinte forma: a) o primeiro. c) para o dimensionamento do disjuntor a montante. no final do circuito. se o disjuntor a montante estiver instalado na mesma sala (espaço físico) e seja visível ao operador. Neste caso. Este pode ser dispensado. com capacidade de condução igual ou inferior a do condutor do referido circuito.2. dois disjuntores termomagnéticos. antes do barramento.Regulamento de Instalações Consumidoras 27 10.20. Exemplo 1 – Circuito de interligação com derivações: Sistema de Emergência Conexões conforme 10. Partindo da CED. Cada circuito pode ter derivações. múltiplas saídas da CED com várias derivações em cada uma. Com dois ou mais centros de medição O disjuntor geral deve ser instalado na CED. a montante. isoladas com fitas autofusão e isolante plástico.: podem ser efetuadas interligações utilizando-se a combinação dos dois exemplos acima. O valor mínimo deste disjuntor é definido de acordo com o item 10.3. . b) o segundo. e ter dispositivo para desligamento à distância. em série. Junto a CED deve ser instalada no mínimo uma medição. multiplica-se a corrente nominal do disjuntor a jusante pelo fator de ≥1. pode haver um ou mais circuitos de interligação. o disjuntor a jusante pode ser substituído por uma chave seccionadora tripolar. vários centros de medição. Para cada circuito de interligação. podendo suprir desta forma.

Esquema de aterramento O condutor neutro e o de proteção devem ser independentes. quando a alimentação for a partir do posto de transformação interno. deve ser acessível por ocasião da vistoria da entrada de energia. tão curto e retilíneo quanto possível.3. Não é permitido o uso de canalização de água.5. o mesmo deve interromper o fornecimento de energia de todo o prédio. haste de cobre. não é permitida. no pavimento térreo. uma vez rompido o vidro e acionado o dispositivo. devem ser usadas tantas quantas forem necessárias. 2 O ponto de conexão do condutor de aterramento à haste.2. 10. Este dispositivo deve estar localizado próximo à entrada principal do prédio.5. e interligadas através de condutor do mesmo tipo e seção do aterramento. exceto o sistema de emergência quando houver (ver detalhe nas figuras 25 a 28). Sistema de emergência Quando necessário.10 m em relação ao piso acabado.5. Aterramento A haste de aterramento pode ser do tipo cantoneira de aço zincado. ligado antes da proteção geral da edificação. ser contínuo. Condutor neutro O condutor neutro deve ser de seção igual a dos condutores fase. 10. CD ou CP) vedada com massa de calafetar ou produtos similares. instalar placa de acrílico com a advertência: “ATENÇÃO! Disjuntor energizado pela parte superior”. etc. podendo o consumidor instalar a haste em local situado até 5m da medição. para aterrar o condutor neutro. Condutor de aterramento Deve ser de cobre. conforme ANEXO A. e aprovados pela concessionária no momento da vistoria da entrada de energia. 10. No entanto. não existir abertura entre a entrada principal do prédio e o centro de medição. não pertencente a prédio de múltiplas unidades. sem emendas ou dispositivos que possam causar sua interrupção. com ligação individual a dois condutores. gás. de comprimento igual a 2000mm ou 2400mm. em qualquer época do ano. No caso de não ser atingido esse limite com uma única haste. 10. . no caso de dificuldades para a cravação (cavidade de inspeção). 10.. em caixa fechada com tampa de vidro. deve ser através de circuito distribuição independente e com medição própria. com isolamento para as tensões de 450/750V e atender as exigências da NBR 6148 e NBR 5410. prevenção e evacuação de prédios sob sinistro ou combate ao fogo. as seguintes condições: a) b) c) d) estiver localizado fora de cubículo. 2 Os disjuntores devem ser energizados pela parte inferior. Para dimensionamento do condutor e do eletroduto. com conector adequado conforme NBR 5410. simultaneamente.5.50 m com tolerância de + 0.4. 4 A instalação do dispositivo de comando de desligamento à distância. aço zincado ou aço revestido de cobre. este dispositivo pode ser dispensado se o disjuntor geral satisfizer. 3 Em agrupamento com até 4 consumidores. pode ser dispensada a instalação do disjuntor geral (ver ANEXO Z fig. no mínimo. consultar ANEXO J. distanciadas entre si de dois metros. com pintura na cor branca (ver figura 29).Regulamento de Instalações Consumidoras 28 Notas: 1 Os disjuntores instalados na CED ou CD’s devem ter alavanca de acionamento exposta. A e B).1. desde que recomendados pela NBR 5410. Caso não seja possível. No caso de sinistro. a uma altura de 1. O valor da resistência de aterramento não deve ser superior a 25 ohms. não podendo ser instalado nenhum dispositivo capaz de causar sua interrupção. 3 O eletroduto do condutor de aterramento deve ter sua extremidade superior (dentro da CED. Notas: 1 O condutor deve estar protegido por eletroduto de PVC rígido. Podem ser usados outros tipos. bombas de recalque. O sistema (CP e disjuntor) deve ser sinalizado com pintura em vermelho e conter os dizeres: “SISTEMA DE EMERGÊNCIA”. circuitos de iluminação e de equipamentos destinados à detecção. de forma a permitir a utilização do sistema TN-S. o fornecimento de energia elétrica a elevadores. a menos de 5 metros da entrada principal.

desde que as conseqüências dessa omissão.4. 10. Proteções adicionais 10.7.1. desde que indicado no projeto. constituírem um risco calculado e assumido por parte do responsável pela unidade consumidora. exceto nos prédios de múltiplas unidades consumidoras. do ponto de vista estritamente material. Recomenda-se a utilização do condutor de proteção. perigosas em caso de falta fase-massa. 10.5.5. b) condutor neutro de 16 a 35mm² .da caixa de entrada e distribuição (CED) ou caixa de distribuição (CD) (ver figuras 25 a 28).da caixa de proteção (CP) ou compartimento lacrável (ver ANEXO Z fig. com bitola conforme: a) condutor neutro de 6 a 10mm² . desde que indicado no projeto.5. partindo: a) nas medições individuais . A e B e figura 24). Para seção superior a 10mm² é exigido o uso de cabo.7.usar condutor de igual bitola. Condutor de proteção Deve ser ligado diretamente na haste de aterramento e ser independente do condutor neutro.7. A NBR 5410 admite que a instalação consumidora não disponha da proteção contra sobretensões citada em 10. 10. através de relés apropriados ou qualquer outro dispositivo de proteção para este fim. . Barra de proteção Deve ser instalada junto à caixa de medição.8.1. Nota: A NBR 5410 estabelece que em nenhuma hipótese a proteção pode ser dispensada. se essas conseqüências puderem resultar em risco direto ou indireto a segurança e a saúde das pessoas.usar condutor de 16mm². 10.7. com a equalização de potencial. c) condutor neutro acima de 35mm² .6.1. Os condutores de proteção das unidades consumidoras devem ser conectados adequadamente e individualmente na barra. O dimensionamento conforme NBR 5410. (ver ANEXO W) protegido mecanicamente por eletroduto em toda a sua extensão.2. devido a sua potência. exceto nos prédios de múltiplas unidades consumidoras.usar a metade da seção do condutor utilizado. 10. 10. nos quais o mesmo pode estar localizado fora do painel. Proteção de sub-tensão e falta de fase Os motores devem possuir dispositivos de proteção para sub-tensão e falta de fase.Regulamento de Instalações Consumidoras 29 O condutor neutro da entrada de energia deve ser aterrado num único ponto. Proteção contra inversão de fases Recomenda-se a instalação de dispositivos de proteção contra inversão de fases para motores elétricos. Dispositivo limitador de corrente de partida Os motores trifásicos devem possuir dispositivos para redução de corrente de partida.6. nos quais a mesma pode estar localizada fora do painel. classe de encordoamento 1 e 2 conforme tabelas da NBR 6880. Conforme estabelece a NBR 5410. Será exigida a instalação de dispositivo limitador de corrente de partida sempre que. Proteção contra sobretensões transitórias 10. b) nas medições de prédios de múltiplas unidades e agrupamentos não pertencentes a prédios de múltiplas unidades . quadro ou painel de medidores. cujo objetivo é evitar tensões de contato. toda instalação consumidora deve ser provida de dispositivo de proteção contra sobretensões transitórias. conforme estabelece a NBR 5410. disponível no mercado. forem ultrapassados os limites estabelecidos ou quando em condições de partida difícil o tornarem aconselhável (ver ANEXO L). Deve também ser disponibilizado dentro da caixa ou painel de medição. internas ou externas ao prédio. 10. devidamente identificado pela cor verde-amarelo ou verde. conforme estabelece a NBR 5410.6.2.

4 e passa a vigorar a partir desta data. VIGÊNCIA Este regulamento anula a versão 1. AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S/A – AES Sul Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica – CEEE Distribuição Rio Grande Energia S/A . 01 de janeiro de 2011.RGE .Regulamento de Instalações Consumidoras 30 11.

Anexos .

3mm de espessura e 10m de comprimento 25mm² de seção e 10m de comprimento 95mm² de seção e 10m de comprimento 50mm² de seção e 10m de comprimento Enterramento totalmente vertical Enterramento totalmente vertical Enterramento totalmente vertical Profundidade mínima de 0.60m. Largura na posição vertical Profundidade mínima de 0. Posição horizontal Profundidade mínima de 0. Largura na posição vertical Profundidade mínima de 0.4m de comprimento e diâmetro nominal de 25mm Observações Enterramento totalmente vertical Perfil de aço zincado Cantoneira de 20mm x 20mm x 3mm com 2.40m de comprimento Diâmetro de 15mm com 2.60m.60m.60m. 2mm de espessura e 10m de comprimento 100mm² de seção. Posição horizontal Haste de aço zincado Haste de aço revestida de cobre Haste de cobre Fita de cobre Fita de aço galvanizado Cabo de cobre Cabo de aço zincado Cabo de aço cobreado . Posição horizontal Profundidade mínima de 0.40m de comprimento 25mm² de seção.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 32 ANEXO A Eletrodos de Aterramento Convencionais Tipo de Eletrodo Tubo de aço zincado Dimensões Mínimas 2.40m de Enterramento totalmente vertical comprimento Diâmetro de 15mm com 2.00m ou 2.00m ou 2.00m ou 2.60m.40m de comprimento Diâmetro de 15mm com 2.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 33 ANEXO B Formulário Modelo Termo de Responsabilidade Nome e Título Profissional Endereço CPF Cidade CREA Endereço da obra Descrição do poste Cidade Comprimento nominal (m) Resistência nominal (daN) Responsável: Assinatura: data: ____/____/____ .

960 3.300 150 120 140 1.500 100 Nota: Na falta das potências nominais de placa dos aparelhos.700 5. .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 34 ANEXO C Potência média de aparelhos eletrodomésticos e motores APARELHO Aparelho de som Aquecedor de ambiente Aspirador de pó Aquecedor central de água Balcão frigorífico Batedeira Boiler 40 litros Boiler 80 litros Cafeteira Computador Condicionador de ar Chuveiro elétrico Enceradeira Exaustor Ferro elétrico Forno elétrico Forno de microondas Freezer acima de 200 litros Freezer até 200 litros Freezer balcão Fritadeira Grill Impressora jato de tinta Impressora laser Liquidificador Máquina de lavar louça Máquina de lavar roupa Motor 3 cv/hp Motor 4 cv/hp Motor 5 cv/hp Motor 7.200 1.500 200 3.200 2.200 50 400 400 2.500 1.000 900 450 900 1.300 3. estes devem ser os valores mínimos a considerar.5 cv/hp Refrigerador Secador de cabelo Secadora de roupa Televisor Torneira elétrica Ventilador Comum Duplex ou freezer Comum Regulável POTÊNCIA (Watt) 200 1.500 5.600 5.000 5.000 1.500 2.550 200 350 1.700 1.000 350 300 750 1.200 300 350 1.

000 12.125 2.400 1.100 1.000 21.600 1.000 CORRENTE A 5 7 7.100 2.5 8.550 1.860 3.5 13 14 18 .900 2.000 30.000 18.500 10.080 4.500 3.500 W 900 1.900 2.100 8.650 1.5 9.500 5.600 2.000 14.250 7.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 35 Potência média de condicionadores de ar tipo janela (220V) CAPACIDADE BTU/h 7.775 2.600 POTÊNCIA VA 1.000 Kcal/h 1.800 3.300 1.000 3.500 4.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 36 ANEXO D Carga mínima e fatores de demanda para iluminação e tomadas CARGA MÍNIMA 2 (W/m ) 50 20 15 30 20 15 30 5 500 30 20 30 50 20 DESCRIÇÃO Bancos Clubes e semelhantes Igrejas e semelhantes Lojas e semelhantes Restaurantes e semelhantes Auditórios. por sua natureza. . áreas de serviço e semelhantes Letreiro luminoso Oficinas Posto de abastecimento Escolas e semelhantes Escritórios e salas Hospitais e semelhantes FATOR DE DEMANDA % 86 86 86 86 86 86 86 86 100 100 para os primeiros 35 para o que exceder de 100 para os primeiros 40 para o que exceder de 86 para os primeiros 50 para o que exceder de 86 para os primeiros 70 para o que exceder de 40 para os primeiros 20 para o que exceder de 50 para os primeiros 40 para os seguintes 30 para o que exceder de Potência 0<P≤1 1<P≤2 2<P≤3 3<P≤4 4<P≤5 P (kW) 86 75 66 59 52 5<P≤6 6<P≤7 7<P≤8 8<P≤9 10 < P 20kW 20kW 40kW 40kW 12kW 12kW 20kW 20kW 50kW 50kW 20kW 80kW 100kW 45 40 35 31 24 Hotéis e semelhantes 20 Residências 30 9 < P ≤ 10 27 Notas: 1 Instalações em que.2kW por unidade. depósitos. nunca deve ser inferior a 2. devem ser consideradas com o fator de demanda de 100%. além de satisfazer a condição 2 mínima de 30W/m de área construída. 2 Não estão considerados nesta tabela os letreiros luminosos e a iluminação de vitrinas. salões para exposições e semelhantes Barbearias. 3 O valor da carga para iluminação e tomadas de unidades residenciais. salões de beleza e semelhantes Garagens. a carga seja utilizada simultaneamente.

80 Fatores de demanda NÚMERO TOTAL DE MOTORES FATOR DE DEMANDA (%) 1 100 2 90 3a5 80 Mais de 5 70 Nota: A demanda de 1 conjunto de motores será o produto do somatório das cargas individuais pelo fator de demanda correspondente ao número total de motores que compõem o conjunto.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 37 ANEXO E Fatores de demanda para condicionadores de ar tipo janela instalados em residências/apartamentos POTÊNCIA INSTALADA EM APARELHOS (kW) 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 75 Acima de 75 FATOR DE DEMANDA (%) 100 85 80 75 70 65 60 ANEXO F Fatores de demanda para condicionadores de ar tipo janela instalados em escritórios / salas POTÊNCIA INSTALADA EM APARELHOS (kW) 1 a 25 26 a 50 51 a 100 Acima de 100 FATOR DE DEMANDA (%) 100 90 80 70 Nota: Quando se tratar de unidade central.40 1 1.00 2 2.20 1/2 1. ANEXO G Cargas individuais de motores POTÊNCIA (cv) CARGA (kVA) POTÊNCIA (cv) CARGA (kVA) 1/6 0.60 40 30.60 3 3.00 30 24.80 50 40.63 7½ 7.24 20 16. . determinada através dos dados fornecidos pelo fabricante.30 1½ 2.70 3/4 1.01 15 12.43 25 20.40 1/3 0.40 1/4 0. deve ser considerado um fator igual a 100% e a demanda em kVA.76 10 9.45 5 5.

. devem ser aplicados fatores de demanda para cada tipo de aparelho.. separadamente... ..Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 38 ANEXO H Fatores de demanda para aparelhos especiais APARELHO Solda a arco e galvanização Solda a resistência Raio X POTÊNCIA 1º Maior 2º Maior 3º Maior Soma dos demais Maior Soma dos demais Maior Soma dos demais FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 40 30 100 60 100 70 Nota: Máquinas de solda tipo motor-gerador devem ser consideradas como motores. sendo a demanda total de aquecimento o somatório das demandas obtidas: b = chuveiros + aquecedores + torneiras +.. ANEXO I Fatores de demanda para aparelhos de aquecimento resistivos NÚMERO DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA (%) NÚMERO DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA (%) 1 100 14 41 2 75 15 40 3 70 16 39 4 66 17 38 5 62 18 37 6 59 19 36 7 56 20 35 8 53 21 34 9 51 22 33 10 49 23 32 11 47 24 31 12 45 13 43 25 ou mais 30 Nota: Para o dimensionamento de ramais de entrada destinados a atender a mais de uma unidade consumidora.

devem ser dotados de dispositivo para partida indireta. 2 Os disjuntores foram dimensionados com base na sua capacidade nominal definida para a temperatura de operação de 40ºC.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 39 ANEXO J Dimensionamento da entrada de serviço FORNECIMENTO PROTEÇÃO TIPO DE MEDIÇÃO CONDUTOR (mm²) Aterramento RAMAL DE LIGAÇÃO RAMAL DE ENTRADA Proteção ELETRODUTO DN (mm) Aterramento / Proteção RAMAL DE ENTRADA LIMITE DE POTÊNCIA MAIOR MOTOR OU SOLDA A MOTOR (CV) CARGA INSTALADA C (KW) TIPO DEMANDA CALCULADA D (KVA) TENSÃO (V) DISJUNTOR TERMOMAGNETICO (A) COBRE ALUMÍNIO COBRE ISOLADO AÇO PVC FN FF FFF A1 B1 C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9 C10 C11 C12 A2 B2 C13 C14 C15 C16 C17 C18 C19 C20 220 A3 C ≤ 10 C ≤ 15   D ≤ 10 10<D≤15 15<D≤19 19<D≤27 27<D≤38 38<D≤47 47<D≤57 57<D≤66 66<D≤76 76<D≤86 86<D≤95 95<D≤115 DIRETA 50 50 30 40 50 70 100 125 150 175 200 225 250 300 40 50 30 40 50 70 100 125 150 175 50 DIRETA 10 10 10 10 10 10 16 25 D-10 T-10 Q-10 Q-10 Q-10 Q-16 Q-25 Q-35 10 10 6 10 10 25 35 50 70 95 120 150 185 240 10 10 6 10 10 10 10 16 25 25 35 50 50 70 6 10 6 10 10 10 10 16 25 35 10 10 10 6 10 10 16 16 25 35 50 70 70 95 120 6 10 6 10 10 16 16 25 35 50 10 20 20 20 25 25 32 32 40 50 50 65 100 100 100 20 20 20 25 25 32 32 40 50 65 20 25 25 25 32 32 40 40 50 60 60 75 100 100 100 25 25 25 32 32 40 40 50 60 75 25 20 20 20 20 20 20 20 25 25 32 40 40 40 50 20 20 20 20 20 20 20 25 25 32 20 1 2 1 1 2 2 3 5 7.5    3 3 2 3 3 5 7. 8 No município de Porto Alegre será aceito ramal de ligação aéreo (Q-50mm²). consultar o item 10.5 7.5   7.5 7. ENTRADA SUBTERRÂNEA  D≤11 DIR 10 D-10 Notas: 1 O valor de "D (kVA)" refere-se à demanda calculada conforme o item 7. consta nos itens 8. 7 A potência máxima para motor ou solda a motor.5 7. foi determinada em função da sobrecorrente que o disjuntor pode suportar no tempo requerido para a partida do motor. dentro de cada categoria. 11 Para a ligação de motores no fornecimento tipo A3.5 10 12 15     5 3 5 5 10 12 12      3 5 15 20 25 30 30 30 30      15 20 25 30 40 50    220/127 C ≤ 15 C ≤ 25   D ≤ 19 19<D≤26 26<D≤32 32<D≤46 46<D≤66 66<D≤82 82<D≤99 99<D≤115 10 10 10 10 10 10 16 25 D-10 T-10 Q-10 Q-10 Q-10 Q-16 Q-25 Q-35 6 10 6 10 10 25 35 50 70 95 10 380/220 C ≤ 75 IND.5 7. a queda de tensão máxima admitida é de 2%. . 3 Para determinar o tipo de disjuntor a ser empregado. desde o transformador até o ponto de entrega.2.5 CV. 9 Recomenda-se para o fornecimento tipo A3 a utilização de disjuntor com curva classe “C”. no fornecimento A3.5 C ≤ 75 INDIRETA ENTRADA SUBTERRÂNEA  3 2 2 3 5 7.2. 5 A especificação dos condutores para cada finalidade..1.2. 10 Motores individuais com potência de 5 ou 7. 6 As dimensões dos eletrodutos de aço referem-se ao tipo leve I (NBR 5624). 4 Os condutores foram dimensionados para uma temperatura ambiente de 30ºC. para fornecimento tipo C7.3 e 8.

conforme o item 8.35 Carga nominal para poste de aço com caixa acoplada Item 1 2 3 Ramal de Ligação Duplex .10 mm2 Triplex – 10 mm2 Quadruplex – 10 mm2 Altura do poste 5 m/7 m 5 m/7 m 5 m/7 m Esforço mínimo 60 daN 80 daN 80 daN Notas: 1 Para carga nominal de 300daN. dependendo da topografia do terreno. concretar a base.5 12 x 12 15 102 x 5.1g e figura 2.0 50  25 PONTALETE ELETRODUTO DE AÇO (zincado pesado) DIÂMETRO NOMINAL (mm) T – Triplex Q – Quadruplex Comprimento e engastamento RAMAL DE LIGAÇÃO POSTE COMPRIMENTO/ENGASTAMENTO (m) Mesmo lado da rede Lado oposto da rede concessionária CONDUTOR MULTIPLEX SINGELO concessionária 5. . (mm x mm) 76 x 4.0 / 1. a fim de que sejam obtidas as alturas mínimas entre o condutor inferior e o solo. Neste caso a parte engastada deve ser obtida através da seguinte expressão: e = L/10 + 0.20 7.0 / 1. x ESPESS.0 / 1.5 / 1.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 40 ANEXO K Dimensionamento de postes e pontaletes Carga nominal RAMAL DE LIGAÇÃO CONDUTOR (mm²) MULTIPLEX (alumínio) D-10 T-10 T-16 Q-10 Q-16 Q-25 Q-35 Q-50 ---D – Duplex SINGELO (cobre) 2 x 10 3 x 10 4 x 10 4 x 16 4 x 25 CONCRETO ARMADO CARGA NOMINAL (daN) 80 100 200 300 18 x 18 22  POSTE EUCALIPTO (cerne ou tratado) QUADRADO (cm x cm) CIRCULAR ø (cm) TUBO DE AÇO (zincado) Ø EXT.1.10 6.6 sendo: e = parte engastada L = comprimento total 3 1 daN = 1kgf.30 7. 2 Outras alturas e disposições podem ser utilizadas.

devendo porém ter somente 12 terminais.5 < P ≤ 25 380/220 220/127 380/220 220/127 380/220 220/127 380/220 TENSÃO DE PLACA (V) 380/220 (a) 220 380/220 (b) 380 380/220 (c) 660/380 220/380/440/760 220/380/440/760 380/220 220/380/440/760 ROTOR PARTIDA CHAVE TIPO POTÊNCIA P (cv) NÚMERO DE TERMINAIS  3 Y 6 ∆ 3 Y 6 Y 6 Y 12 ∆s 9 Ys ou 6∆ 3∆  3∆ 6∆ 6∆ 12 ∆// 9 Y// TAP’s TAP’s DE PARTIDA DIRETA ≤5  ou     INDIRETA MANUAL INDUÇÃO GAIOLA 12 Ys 12 Y// 6 Y ou 6 ∆ 12 ∆// ou 12 Y// ou  50. sendo a faixa de freqüência de 45 Hz até 66 Hz. OUTROS DISPOSITIVOS INVERSOR DE FREQÜÊNCIA: INVERSOR DE FREQÜÊNCIA COM CAPACIDADE DE CONTROLE SEM SENSOR.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 41 ANEXO L Dispositivos para redução da corrente de partida de motores trifásicos TENSÃO DA REDE (V) 220/127 ≤ 7. podendo ter 9 ou 12 terminais. bastando ligar em estrela paralelo ou triângulo paralelo. A FIM DE MANTER A VELOCIDADE DESEJADA DO MOTOR AO LONGO DE UMA EXTENSA FAIXA DE CONDIÇÕES DE CARGA.O número sublinhado é a tensão de funcionamento do motor. Desta forma.Podem haver motores com tensões de placa 220/380/440/760V.Idêntica a (b). O COMANDO VETORIAL SEM SENSOR DEVERÁ PERMITIR AO INVERSOR CALCULAR AS ALTERAÇÕES NECESSÁRIAS NA CORRENTE DE SAÍDA E NA FREQÜÊNCIA.5 < P ≤ 50 INDIRETA AUTOMÁTICA As outras características são idênticas ao das chaves manuais (a) .5 Estrela Triângulo Série Paralelo Compensadora Resistências ou Reatâncias de Partida Estrela Triângulo Série Paralelo Compensadora 5 < P ≤ 15 7. DEVERÁ TER CAPACIDADE DE SOBRECARGA DE 200% POR 3 SEGUNDOS SEGUIDA DE 150% POR 60 SEGUNDOS.65 e 80  50 Igual a chave série-paralelo desde que os valores em ohms das resistências ou reatâncias sejam iguais ou maiores que o valor obtido da relação 60  cv (220/127) e 180  cv (380/220) 5 < P ≤ 15 7.5 < P ≤ 25 5 < P ≤ 25 7. o motor apresenta cos φ abaixo do nominal minimizando as perdas por reativos.5 < P ≤ 25 5 < P ≤ 25 7. A tensão de utilização deverá ser na faixa de 200 V – 15% a 500 V + 10%. . ADEQUADO PARA CONTROLAR A VELOCIDADE DE MOTORES TRIFÁSICOS. Estando com carga reduzida. alivia os altos conjugados de aceleração de motor e protege a rede das correntes de partida elevadas.5 < P ≤ 50 5 < P ≤ 30 7. fornecendo a potência ativa necessária.5 < P ≤ 25 5 < P ≤ 30 7. (c) . (b) . funcionando nas duas tensões de rede. Chaves estática de partida e parada de motores (soft-starters): Chave estática ajusta à tensão que chega ao estator do motor através de comando microprocessado que controlará os tiristores através da variação do ângulo de disparo dos mesmos.

1630 0.5 x 6.35 38.2300 0.2100 0.18 19.7 x 1.1 x 3.1880 0.1870 0.18 25.0184 0.2 x 12.2280 0.1300 Nota: 1 As dimensões em polegadas são para referências comerciais.35 25.8843 0.18 38.1450 0.4 x 12.0400 0.2430 0.7 x 3. .2210 0.1474 0.35 101.1700 0.1474 0.1870 0.1450 0.0442 0.77 Corrente A 96 128 176 144 208 250 370 340 460 595 400 544 700 850 1000 1130 1250 600 1010 1425 1810 Resistência m /m 0.8591 0.8 x 12.1110 0.2955 0.4 x 3.18 25.1 x 4.6 x 12.70 50.8 x 6.6 x 6.70 76.2 x 6.9 x 6.4421 0.2330 0.1670 0.1 x 6.0738 0.0138 Reatância m /m 0.35 63.0 x 1.1510 0.77 25.0982 0.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 42 ANEXO M Capacidade de condução de corrente para barramentos de cobre sem pintura Dimensões Polegadas 1/2 x 1/16 3/4 x 1/16 1 x 1/16 1/2 x 1/8 3/4 x 1/8 1 x 1/8 1 1/2 x 1/8 1 x 3/16 1 1/2 x 3/16 2 x 3/16 1 x 1/4 1 1/2 x 1/4 2 x 1/4 2 1/2 x 1/4 2 3/4 x 1/4 3 1/2 x 1/4 4 x 1/4 1 x 1/2 2 x 1/2 3 x 1/2 4 x 1/2 Milímetro 12.0736 0.4 x 4.35 70.59 25.1880 0.35 88.0316 0.4 x 6.2100 0.1550 0.0276 0.59 19.1320 0.35 50.2430 0.77 38.0276 0.59 12.8 x 4.0 x 3.77 50.4 x 1.70 101.0553 0.4421 0.0553 0.2070 0.

1 53.4 + 0.0 12.3 + 0.2 3.0 80.5 12 17.2 33. EPR – XLPE 90º C – Enterrado no solo.6 50. embutidos (gesso.8 4. Para outras formas de instalações consultar NBR 5410. de forma bem visível e indelével: marca do fabricante.8 3.9 36.7 2.1 26.5 26 22 34 29 44 37 56 46 73 61 95 79 121 101 146 122 173 144 213 178 252 211 287 240 324 271 363 304 419 351 474 396 Maneira de Instalar: PVC 70º C – Montagens aparentes.7 27.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 43 ANEXO N Capacidade de condução de corrente para condutores de cobre isolados instalados em eletrodutos Seção Nominal (mm²) 1.2 26.0 CLASSE A Espessura Diâmetro da Parede Interno 2. parede de cimento) ou em canaletas (abertas ou ventiladas).5 24 21 32 28 41 36 57 50 76 68 101 89 125 111 151 134 192 171 232 207 269 239 307 275 353 314 415 370 477 426 EPR – XLPE 90º C 2 Condutores 3 Condutores carregados carregados 21 17. Isolação 0.2 42. 3 As dimensões em polegadas são para referências comerciais.1 6. ANEXO O Eletroduto de PVC rígido tipo rosqueável (NBR 6150) Diâmetro Nominal 16 20 25 32 40 50 60 75 85 Referência de Rosca 3/8” ½“ 3/4” 1” 1 1/4” 1 ½“ 2” 2 ½“ 3” Diâmetro Externo 16.1 88.6 21.2 5.6 Notas: 1 Medidas em milímetros.1 1.6 CLASSE B Espessura Diâmetro Da Parede Interno 1. diâmetro nominal ou referência de rosca.0 1.8 59. classe.0 3.8 17.5 15. os dizeres: “eletroduto de PVC rígido”.6/1kV.7 21.2 47.6 2.8 13.5 ± 0.8 67.5 4.8 3.1 2.6 35.0 41. alvenaria.0 39.4 75.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 PVC 70º C 2 Condutores 3 Condutores carregados carregados 13. 2 Os eletrodutos devem trazer.4 ±0. TEMPERATURA AMBIENTE: 30º C para linhas não subterrâneas e 20º C (temperatura do solo) para linhas subterrâneas.0 4.3 21.2 75.5 64.5 16.4 3. .0 TOLERÂNCIA Diâmetro Espessura Externo da Parede +0.8 2.5 2.5 2.

25 ±0.4 93.76 ±0.46 -0.65 13.14 ±1.25 2.6 69.3 26.00 2.88 ±1.25 -0.28 -0.70 74.20 81.40 31.25 ±0.20 ±0.1 15 ½“ 21.00 2.3 76.00 5.6 65.50 87.35 54.9 33.90 94.6 100 4“ 114.70 40.7 ±0.75 4.35 3.3 50 2” 60.33   13.28 -0.3 ±1.37 -0.00 3.7 42.25 2.18 -0.62 -0.0 80 3’ 88.5 2.7 25 1“ 33.37 -0.50 112.00 3.41 -0.20 25.7 154.38 42.50 2.75 46.75 42.75 3.65 3.1 105.20 ±0.00 2.66 Ø 16.53 -0.39 ±1.25 5.41 150 6“ 168.30 ±0.8 129.42 ±0.1 105.25 2.8 131.33 -0.20 99.3 65 2 ½“ 73.40 20.40 ±0.2 16.5 81.1 T (mm) 2.3 125 5“ 141.5 1.53 -0.40 ±0.20 69.4 ±0.25 2.85 58.9 ±0.01 ±1.10 ±0.3 ±1.60 ±0.4 28.50 ±0.41 -0.2 21.28 -0.68 Medidas em milímetros.4 93.3 20 3/4“ 26.35 3.40 ±0. ANEXO Q Ocupação máxima dos eletrodutos de PVC por condutores de cobre isolados com PVC SEÇÃO NOMINAL (mm²) 1.7 165.40 17.1 16.37 -0.4 48.28 -0.00 3. T = Tolerância 13.46 -0.53 -0.1 88.4 42.4 36.30 T -0.25 2.20 106.3 53.8 22.75 3.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 44 ANEXO P Eletroduto rígido de aço-carbono TIPO PESADO Referência de Rosca Diâmetro Nominal Diâmetro Interno Diâmetro Interno Diâmetro Externo Ø T NBR 5597 Espessura da Parede (mm) 2.53 -0.9 101.25 5.75 4.25 -0.2 42.6 114.25 2.1 36.20 22.85   Nota: As dimensões em polegadas são para referências comerciais.00 3.62 -0.00 5.3 157.70 36.65   -0.64 90 3 ½“ 101.65 3.2 28.30 T -0.46 -0.55   (mm) T 10 3/8” 17.15   T ±0.3 53.48 ±0.28 -0.33 -0.25 4.25 -0.3 139.66 NBR 5598 Espessura Diâmetro da Externo Parede Ø 17.28 -0.20 ±0.37 -0.3 60.41 -0.40 28.25 4.2 32 1 …“ 40 1 ½“ 48.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 2 16 16 16 16 20 20 25 25 32 40 40 50 50 50 60 3 16 16 16 20 20 25 32 32 40 40 50 50 60 75 75 4 NÚMERO DE CONDUTORES NO ELETRODUTO 5 6 7 8 DIÂMETRO NOMINAL DO ELETRODUTO (mm) 16 16 16 20 20 20 20 20 20 20 25 25 25 25 25 25 25 32 32 32 32 32 40 40 40 40 40 50 40 50 50 50 50 50 60 60 50 60 60 75 60 75 75 75 75 75 75 85 75 85 85  85 85       9 20 25 25 32 40 40 50 50 60 75 85 85    10 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85     16 16 20 20 25 25 32 40 40 50 60 60 75 75 85 Diâmetro Interno TIPO LEVE – LI NBR 5624 Espessura Diâmetro da Externo Parede .4 81.8 22.

5 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 45 ANEXO R Ocupação máxima dos eletrodutos de aço por condutores de cobre isolados com PVC SEÇÃO NOMINAL (mm²) 1.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 2 10 10 10 10 15 15 20 20 25 32 32 32 40 50 50 3 10 10 10 15 15 20 25 25 32 32 40 50 50 65 65 4 NÚMERO DE CONDUTORES NO ELETRODUTO 5 6 7 8 DIÂMETRO NOMINAL DO ELETRODUTO (mm) 10 10 15 15 20 20 25 32 32 40 50 50 65 65 80 10 15 15 20 20 25 32 32 40 50 50 65 65 80 90 10 15 15 20 25 25 32 32 50 50 65 65 80 80 90 10 15 20 20 25 32 32 40 50 50 65 65 80 90 100 15 15 20 20 25 32 40 50 50 65 65 80 90 90 100 15 20 20 25 25 32 40 50 65 65 80 80 90 100  15 20 20 25 32 32 40 50 65 65 80 80 90 100  9 10 .

27 = 2. mínimo 2. 1 Carga instalada Iluminação e tomadas 2 chuveiros de 5.Nota 3.000W Adotada = 10. 2 Compatibilização da carga instalada com as previsões mínimas 2.7kVA Conforme ANEXO D .3 Condicionador de ar tipo janela: mínimo previsto no item 7.2kW por unidade.4 Motores: carga instalada = 1/2cv Adotada = 1/2cv 3 Cálculo da demanda 3. Adotada = 10.400W < 10.000W = 10.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 46 Exemplos de Cálculos de Demanda Para Consumidores Atendidos na Tensão de 220/127V ENTRADAS INDIVIDUAIS EXEMPLO 1: residência com 180m de área construída.000W 368W 20.37kW > 15kW.000W.400W Como 5.000W 1 motor de 1/2cv Total = = = = 10.7kVA a = 2.1 Iluminações e tomadas: Conforme ANEXO D 30W/m x 180m = 5.000W 2.368W 2 ANEXO S Como 20.2.2 (Previsão de Carga) = 1kW Adotada = 1kW 2. adotar 10.1 Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = 10 x 0.000W de iluminação e tomadas.000W 10. a demanda deve ser calculada.2 Aparelhos de aquecimento: carga instalada = 2 x 5. 2 2 .000W 2.

01 x 1. no item 7.75 = 7.2 (Previsão de Carga).2x1) + 1. a demanda deve ser calculada. não é feita nenhuma exigência.68 > 15kW.1 Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D 30W/m x 1000m = 30.50 + (1.82kVA a = 21.5 = 21. 1 Carga instalada Iluminação e tomadas 4 chuveiros de 5.2c + e D(kVA) = 2.4 Motores: Conforme ANEXO G e = 1.41kVA EXEMPLO 2: escola com 1000m de área construída.680W 62.32 + 23 x 0.000W Para as demais cargas.000W < 35.0 = 1 kW c = 1 kW 3.680W 2 Como 62.5kVA b = 7.70 + 7.000W 20. 3 Cálculo da demanda 3.01 = 12.5 a = 10. adotar o de maior valor Adotada = 35.000W Como 30.2 Aparelhos de aquecimento: Conforme ANEXO I b = 10 x 0.01kVA 4 Demanda total da residência D(kVA) = a + b + 1.41kVA D = 12.01kVA e = 1.82kVA 2 2 .5kVA 3.86 + (35-12) x 0.0 = 1.2.1 Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = 12 x 0.000W 3. 2 Compatibilização da carga instalada com as previsões mínimas 2.000W 4.000W 4 aparelhos de condicionador de ar 1 kW 2 bombas de 5cv (sendo 1 reserva) Total = = = = = 35.000W.3 Aparelho condicionador de ar tipo janela: Conforme ANEXO E c = 1 x 1.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 47 3.

2kVA b = 13.2 Carga instalada de serviço (condomínio): Iluminação e tomadas 2 elevadores 10cv 2 bombas de 5cv (1 de reserva) Total = = = = 3.3 Aparelhos de condicionadores de ar tipo janela: Conforme ANEXO F c = 4 x 1 x 1.400W 14.4 Motores: Conforme ANEXO G e = 1x5. Quando o valor resultante for inferior a 15kVA.680W 21.400W 2 Como 14.80 > 15kW.000W 1 condicionador de ar 1kW Total = = = = 3.720W 3.82 + 13.400W 10.2 letra “a”) 1.2x4) + 5.000W 1.22kVA D = 45. Atendidos na tensão de 220/127V. .4 = 45.22kVA ENTRADAS COLETIVAS EXEMPLO 3: prédio com 24 apartamentos. deve ser calculada a demanda.66 = 13.4 e = 5. 1 1 Cargas instaladas 1.40 < 15kW.2 Aparelhos de aquecimento: Conforme ANEXO I b = 4 x 5 x 0. Área construída por apartamento 74m 2 Área construída destinada ao serviço (condomínio) 140m Um único agrupamento de medidores.2c + e D(kVA) = 21.1 Carga instalada por apartamento: Iluminação e tomadas 2 chuveiros de 5.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 48 3.2 + (1. deverá ser calculada a demanda.000W 14.2kVA 3.4 kVA Demanda total da escola D(kVA) = a + b + 1. considerar 15kVA.0 = 4kW c = 4kW 3. (conforme item 7. Nota: Caso a carga instalada seja superior a 15kW. não é necessário calcular a demanda.800W Como 21.

04kVA = = = 14.Motores: Conforme ANEXO G e = (1x5.4 + 2x9.Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = 3.8 e = (5.680W 18.000W 21.000W 24.720W 3.2 Demanda do serviço .86 = 32.92kVA .400W Adotada = 3.3 ) Iluminação e tomadas: 24 Apto.400 W Total = = = = = 81.400 x 0.400W 3 Cálculo das demandas 3. x (2 x 5.2) x 0.4 +18.77kVA d = 32. x 1 kW serviço 3.400 W + 18. fator de diversidade 19.65 x 19.92kVA a = 2.000 W) 24 Apto.8 = 19.400W 2 Compatibilização das cargas instaladas com as previsões mínimas 2.400W 2 2 .1 Iluminação e tomadas do serviço (condomínio): Conforme ANEXO D 5W/m x 140m = 700W instalada = 3.77kVA 3. x 3.86 Conforme ANEXO U Área de 74m² demanda 1.600W 240.4) x 0.65kVA Conforme ANEXO T d = 1.400 W 24 Apto.2.400W 2.04kVA e = 19.3 Carga instalada total do prédio: 24 Apto.2 Motores do serviço (condomínio): 2 elevadores de 10cv (2x10x736) 1 bomba de 5cv (1x5x736) Total Adotada = 18.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 49 1.1 Demanda dos apartamentos (conforme item 7.86 = 2.800W 367.

1 Carga instalada por sala: iluminação e tomadas 1.000W 1.000W compatibilização conforme ANEXO D 50W/m x 40m = 2.000W Motores das lojas: Conforme previsto em 7.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 50 Demanda total do serviço D(kVA) = a + e D(kVA) = 2.000W compatibilização conforme ANEXO D 30W/m² x 100m² = 3.28 (conforme item7. x 1.2 + demanda do Serviço) D(kVA) = (32. Área construída por sala 40m 2 Área construída por loja 100m 2 Área construída destinada ao serviço (condomínio) 600m Dois agrupamentos de medidores (um para cada 70 salas e 6 lojas).96kVA D = 21.92 + 19.000W Adotada = 2.2) + 21.000W Adotada = 4.3 Carga instalada de serviço (condomínio): iluminação e tomadas 8.96kVA 4 Demanda total do prédio D(kVA) = (demanda dos Aptos.28kVA EXEMPLO 4: prédio com 140 salas de escritório e 12 lojas.000W compatibilização conforme ANEXO D 5W/m x 600m² = 3.04 = 21.96 = 61.d (previsão de carga = 5kW) 2 2 2 Adotada = 5kW 1.2.2.77x1.000W 2 .2 Carga instalada por loja: iluminação e tomadas 4. 1 Cargas instaladas 1.3) D(kVA) = 61.2.000W Adotada = 8.

080W - 2 Carga instalada total do prédio C(total) = Carga instalada dos agrupamentos + carga instalada de serviço (condomínio) 2.000W 24.20 + 20.672 x 0.000W 2.200 + 84.1 Demanda de cada agrupamento: Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D salas: (20.000 x 0.672 VA = = 2.86) + (120.000W 6 lojas x 5000W Total = = = = 140.000 x 0.000W 6 lojas x 4.672 VA 45.64kVA a = 101.64 = 121.018 W Adotada = 45.7) salas: 17.000W 194.944W 32.402 W Carga total = 2x194.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 51 - motores: 3 elevadores 10cv 3 x 10cv x 736 = 4 bombas de 5cv (sendo 2 de reserva) 2 x 5cv x 736 2 bombas de 2cv 2 x 2cv x 736 Total Adotada = 32.384W = 7.402 = 470.000 = 101.92 (FP) = 42.384W ar condicionado central: 1 unidade de condicionador de ar central 120A (conforme nota do ANEXO F) 1.84kVA .360W 22.40 kW 3 Cálculo das demandas 3.1 Carga instalada de cada agrupamento: 70 salas x 2.384 W 42.20kVA lojas: (24.018 W 82.000 x 0.000 W 32.000W 30.402 W C(total) = 470. central Total = = = = 8.000 + 82.84kVA a = 121.86) = 20.73 x 220 x 120 = 45.2 Carga instalada do serviço (condomínio): Iluminação e tomadas Motores Ar cond.

08 kVA e = 31.84 + 31.08 = 152.52kVA Demanda total do serviço D(kVA) = a + d + e D(kVA) = 6.0 = 45.60kVA e = (2 x 5.80 + 5.86x20.88kVA Condicionador de ar central: Demanda conforme a nota do ANEXO F d = 45.86x8.86 = 6.07kVA D(kVA) = 83.000) = 6.79 cv 7.79 cv 6.60 x 0.88kVA Salas: 140 x 2.92 kVA D(kVA) = 152.4 kVA conforme ANEXO G e = (6 x 7.20kVA e = 27.08 kVA Demanda do agrupamento D(kVA) = a + e D(kVA) = 121.000 = 280.67kVA d = 45.92 kVA 4 Demanda do serviço Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = 8.000W (0.000) = 199.07kVA 5 Demanda total do prédio Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D Serviço: 8.88+45.80kVA e = (2 x 2.52kVA e = 30.5 cv (adotada) 7.67kVA Motores: Conforme ANEXO G e = (3 x 9.7 = 30.67 x 1.2 “d” 5 / 0.40 x 0.2.000W (0.000 x 0.40) = 44.20kVA .736 = 6.5 cv 7.000) + (0.67+30.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 52 - Motores das Lojas: Conforme item 7.7 = 31.60kVA e = 43.60 + 10.40 kVA e = 44.40) = 10.88kVA a = 6.60) = 5.20) = 27.52 = 83.70x260.20 = 43.

superior ao limite estabelecido para o fornecimento em BT.80 kVA e = 27.71kVA .7 = 92.000 = 48. central + demanda de motores) D(kVA) = 247.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 53 - Lojas: 12 x 4.20) = 27.71 kVA Nota: Como a demanda de calculada foi de 385.67kVA - Motores: Conforme ANEXO G e = (3 x 9.36kVA a = 247.40 kVA e = 132.40) = 88.28kVA a = 6. .000) = 41.68 kVA D(kVA) = (demanda ilum.71 kVA D(kVA) = 385.36kVA - Condicionador de ar central: Conforme ANEXO F d = 45.86x48.000W (0.60 + 10.68 kVA e = 92.40) = 10.0 = 45. aplicar o que estabelece o RIC/MT.60 kVA e = (2 x 5. e tomadas + demanda ar cond.20 + 41.28 = 247.88 + 199.67 + 92.67kVA d = 45.36 + 45.60) = 5.40 x 0.20 kVA e = (12 x 7.80 + 5.80 kVA e = (2 x 2.68 = 385.20 + 88.80 = 132.67 x 1.

50 6.45 1.12 3.17 5.81 4.48 6.05 1.23 2.36 4.52 4.63 2.56 2.31 6.19 2.78 2.85 5.97 5.61 3.16 5.26 Área Útil m² 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 kVA 3.65 3.55 6.59 1.20 1.67 2.75 Área Útil m² 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 kVA 1.74 2.43 6.98 5.67 1.72 3.36 5.92 3.61 1.59 5.41 6.43 3.17 4.28 1.79 3.21 6.39 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 54 ANEXO T Cálculo da Demanda dos Apartamentos em Função da Área Área Útil m² 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 KVA 1.58 4. .14 9.21 2.99 3.00 6.56 6.12 2.10 5.90 5.14 2.26 4.28 4.01 4.61 4.98 2.48 2.12 6.76 2.40 Área Útil m² 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 kVA 5.04 4.59 3.77 4.89 2.10 4.82 1.02 2.16 1.57 1.93 5.22 1.82 2.93 2. 2 2 Para apartamentos com área inferior a 40m a demanda a ser considerada é 1kVA.10 6.44 2.94 3.05 5.81 3.52 3.51 1.04 3.54 4.99 Área Útil m² 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 kVA 4.92 5.39 3.57 2.67 3.51 6.45 8.14 5.71 12.47 4.74 3.86 3.95 5.59 2.19 3.36 6.39 6.69 2.61 7.43 1.15 2.47 3.51 4.86 4.73 5.02 6.13 4.84 4.57 3.84 2.30 1.97 2.56 4.01 3.88 5.29 4.90 3.63 4.94 1.12 5.02 3.79 4.86 15.90 1.50 2.73 2.20 4.3 13.74 5.44 4.25 2.03 5.65 4.78 5.28 3.03 4.23 3.95 4.50 3.24 1.92 1.83 5.33 5.71 1.14 6.13 3.88 1.64 5.10 3.73 1.42 4.26 6.76 3.93 Notas: 1 Para apartamentos com área intermediária entre as faixas da tabela pode ser aplicado o incremento de 0.95 2.34 6.21 5.45 3.55 5.25 3.09 5.98 6.50 5.91 10.38 5.19 5.80 5.38 6.54 2.30 3.02 5.32 3.82 4.63 1.43 5.04 2.36 1.08 4.00 5.65 2.38 4.35 4.02kVA/m² sobre a demanda da faixa anterior.86 1.24 4.40 1.76 5.06 2.52 Área Útil m² 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 KVA 2.24 5.74 4.38 1.08 3.49 1.86 2.00 1.83 3.93 4.86 5.85 4.46 2.29 2.57 5.70 3.62 5.27 2.40 2.33 2.06 4.31 2.40 4.12 4.69 1.35 2.01 1.58 6.70 Área Útil m² 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 kVA 4.19 6.17 6.29 5.12 1.21 3.81 5.91 2.37 3.28 5.80 1.15 3.29 6.84 1.78 1.09 Área Útil m² 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 400 450 500 550 600 700 800 900 1000 kVA 6.06 3.88 3.49 4.89 4.71 2.42 2.46 6.26 1.75 4.10 1.95 3.65 1.91 4.17 2.00 1.68 5.07 6.17 3.00 2.88 2.52 5.61 5.77 3.96 4.37 2.33 6.66 5.42 5.00 1.67 4.09 2.35 5.96 1.54 5.97 3.18 1.76 1.36 3.34 3.47 1.45 4.22 4.44 6.28 9.45 5.56 3.68 3.72 4.23 5.19 4.03 1.4 16.32 1.71 5.80 2.47 5.15 4.48 3.53 1.14 1.54 3.68 4.04 6.27 6.05 6.69 5.08 1.34 1.41 3.10 2.16 6.31 4.24 6.60 6.31 5.53 6. 3 A tabela acima se destina a prédio de múltiplas unidades consumidoras.22 6.59 4.63 3.26 5.33 4.61 2.07 5.49 5.85 3.55 1.

04 79.52 30.34 49.76 13.62 43.59 65.79 73.24 80.49 75.54 81.30 58.94 79.19 71.74 74.84 80.94 80.74 77.29 82.59 81.54 76.86 45.44 81.70 39.86 59.79 69.74 78.38 54.04 75.74 82.42 11.29 77.24 79.44 No Apto.54 82.24 81.84 64.33 31.65 19.24 76.77 82.19 82.94 55.69 No Apto.08 No Apto.66 62.69 76.34 67.84 78.96 2.84 76.79 75.76 7.90 36.19 75.94 80.58 52.59 64.10 33.83 82.67 No Apto.09 65.89 82.99 74.69 25.84 65.82 82.38 40.09 82.49 82. 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 Fator 79.34 64.34 66.89 80.00 83.94 32.84 79.14 77.00 83.14 52.80 82.22 34.34 65.06 56.09 81.84 67.39 82.09 76.00 .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 55 ANEXO U Fatores de Diversidade de Carga em Função do Número de Apartamentos no Prédio de Múltiplas Unidades No Apto.54 14.46 37.84 68.59 69.98 46.42 82.64 75.54 61.89 81.19 74.22 62.64 79.24 82.19 72.39 74.09 68.34 80.09 66.99 70.26 53.27 22.98 60.14 80.59 72.59 63.71 28.90 26.04 82.39 71.34 63.14 79. 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 Fator 69.22 82.67 22.92 3.18 57.78 82.84 82.62 82.17 82.80 6.79 81.72 8.85 82.09 67.89 78.34 No Apto.84 69.82 54.96 82.91 82.64 81.46 21.42 No Apto.99 77.19 70.66 48.47 82.99 71.74 81.02 37.39 72.18 43.50 27.00 83.84 81.44 18.73 31.39 70.09 64.04 80.12 30.14 81.34 No Apto.34 81.74 80.69 82. 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 Fator 81.64 80.22 48.48 24.46 51.50 56.82 40.30 44.57 82.59 67.49 81.59 66.73 82.64 82.59 74.34 82.66 34.99 73.34 78.74 44. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Fator 1.52 82.78 63.94 41.78 35.93 82.92 82.12 82.10 15.14 38.59 77.04 18.54 78.54 80.90 50.68 9.59 70.32 15.02 51.34 35.74 79.58 38. 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 Fator 42.09 69.99 82.88 82.59 73.31 28.95 82.26 39.34 79.86 82.86 20.64 10.74 58.59 68.39 81.89 75.19 73.50 42.19 81.19 78.54 33.64 78.97 83.00 1.84 66.76 82.10 47. 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 Fator 24.25 19.44 80.79 71.44 82.66 17.44 78.84 5.04 81.98 12.39 73.04 78.81 82.20 11. 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 Fator 75.06 21.54 79.72 82. 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 Fator 59.87 82.99 72.06 No Apto.99 81.32 82.92 29.79 72.29 25.70 53.79 82.14 82.59 82.75 82.59 71.27 82.88 23.94 76.37 82.29 81.1 61.39 76.54 47.94 81. 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 280 300 Fator 82.79 70.78 49.94 82.44 77.88 4.90 82.88 16.42 45.34 68.62 57.10 27.

com indicação da área de construção. dimensões e detalhes necessários.Cálculo de demanda provável e previsão de futuros aumentos de carga (conforme item 7. em escala 1:100 ou 1:50. . . e memorial descritivo. identificação por número das unidades consumidoras. . Nota: Em caso que tenha obra civil.Especificação de materiais e equipamentos utilizados na entrada de serviço. devem constar os detalhes das instalações existentes até os medidores (ramal de entrada. bem como diagrama unifilar). espaços destinados para instalação dos TC’s.Descrição sumária da obra (nome do proprietário e/ou condomínio. também deverá ser apresentada uma cópia da respectiva ART. i) Em caso de projeto de prédio de múltiplas unidades. c) Nome. do local da instalação da medição de energia elétrica e da subestação quando houver. d) Planta de situação da edificação e do lote.Cálculo de queda de tensão total no trecho desde o ponto de entrega até o painel.Códigos de atividade técnica: 12 (projeto). nº de pavimentos.Especificação da proteção geral ( tensão. intertravamento. na escala 1:20. . 2 . com todas as cotas. .Códigos de descrição de trabalho. .O projeto deve atender o estabelecido na NR 10. detalhe completo dentro da CED.Especificação da carga instalada total e por unidade consumidora. . caixas de passagem. B0304 para projeto de subestação transformadora. tipos CP’s e CED.Especificação da malha de aterramento. no que segue: . h) Em caso de reforma ou ampliação. . B0801 e/ou B0803 para projeto de painel de medidores. devidamente credenciada pelo CREA. da “Anotação de Responsabilidade Técnica – ART” do profissional que assina o projeto elétrico.Especificação da tensão de fornecimento.2 RIC/BT). indicação das dimensões do painel. seção dos condutores (mm ). b) Apresentação do “Memorial Descritivo”. detalhe dos condutores e eletrodutos. A concessionária poderá solicitar outros detalhes específicos que julgar necessário. indicação do norte geográfico. f) Planta com todos os detalhes das instalações desde o ponto de entrega até as medições. sem escala. deverá ser apresentada uma cópia do projeto das instalações elétricas de todo o prédio. corrente nominal e capacidade de interrupção ). localização. g) Desenho dos painéis deverá conter todos os detalhes para sua instalação. . principais características dos materiais e equipamentos. condições de acesso de equipamento e pessoal. em relação aos quarteirões e ruas adjacentes. B0302 e/ou B0303 para projeto de rede de distribuição e ramal subterrâneo. eletrodutos e barramentos. etc. . número de registro. ramo de atividade. bem como assinatura do proprietário da edificação.Cálculo das correntes de curto-circuito no ponto de instalação de proteção geral (método simplificado). e. em escala 1:1000.se houver – painel de medidores.Descrição da entrada de serviço de energia elétrica.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 56 ANEXO V Requisitos Mínimos para Análise de Projeto a) Apresentação de uma das vias (original). tipo de medição. e) Planta de localização com detalhe completo da entrada de energia pretendida. contendo: . etc. em todas as pranchas que compõem o projeto elétrico. área construída.). bitolas dos condutores. lojas. . 20 (projeto e execução) ou 53 (execução). referente à cabina de subestação e/ou medição. nº de apartamentos. subestação . . demanda de cada unidade consumidora. conforme anexo 1 – tabela de códigos do CREA (mais usuais): A0142 instalações elétricas em baixa tensão para fins residenciais e comercias.Especificação do quadro geral para medidores. ou visto do CREA-RS e assinatura do responsável técnico pelo projeto da instalação elétrica.

500 24.50 0.56 4.00 25.100 18.50 4.00 Resistência máxima do condutor à 20ºC Condutores circulares Fios nus Fios revestidos /Km /Km 36.20 12.00 6.84 1.193 (A) 0.410 7.153 (A) 0.11 1.00 1.00 50.124 (A) 2 (A) Condutores sólidos de seção acima de 16mm são para tipos de cabos especiais.524 (A) 0.16 0.00 120.000 36.00 16.00 150.80 18.150 1. .75 1.00 35.610 4.727 (A) 0.268 (A) 0.70 24.00 70.830 1.00 95.20 7.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 57 ANEXO W Classe de Encordoamento TABELA 1 – Classe 1 – Condutores sólidos para cabos unipolares e multipolares Seção Nominal mm² 0.387 (A) 0.70 3.50 2.00 10.080 3.100 12.

0101 0.2680 0.5 7 6 4 7 6 6 7 6 10 7 6 16 7 6 25 7 6 35 7 6 50 19 6 70 19 12 95 19 15 120 37 18 150 37 18 185 37 30 240 61 34 300 61 34 400 61 53 500 61 53 630 91 53 800 91 53 1000 91 53 1200 (A) (A) 1400(B) (A) (A) 1600 (A) (A) 1800(B) (A) (A) 2000 (A) (A) (A) Número mínimo de fios não especificados.1260 0.8000 1.5600 4.0113 0.5240 0.5290 0.1950 0.0090 Condutor não Condutor compactado compactado mm² circular circular 0.4100 4. (B) Seções não recomendadas.7000 24.8400 1.0129 0. .5000 18.0991 0.0151 0.0754 0.2000 12.1000 12.8300 1.0510 0.6100 3.0221 0.1540 0.0607 0.2700 0.5 7 0.0129 0.0470 0.1000 0.3870 0.0090 Fios revestidos /Km 36.0000 24.75 7 1 7 1.0369 0.0113 0.5 7 6 2.0762 0.0601 0.0176 0.1240 0.7270 0.1000 7.0177 0.1500 0.0475 0.3910 0.0283 0.8000 18.0224 0.0101 0.0286 0.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 58 TABELA 2 – Classe 2 – Condutores encordoados para cabos unipolares e multipolares Seção Nominal Número mínimo de fios nos condutores Condutor compactado não circular 6 6 6 12 15 18 18 30 34 34 53 53 53 - Resistência máxima do condutor a 20ºC Fios nus /Km 36.1930 0.2000 7.1100 1.7340 0.7000 3.1530 0.1600 0.0366 0.

em km. d) 2% para painel de medidores alimentado por subestação de transformação ou transformador. conforme o limite acima citado. em Ampéres. (ver tabela) X é a reatância do condutor. I é corrente da carga. Pode-se adotar o seguinte critério para cálculo de queda de um circuito trifásico com carga concentrada no painel de medidores. Dv(%) = Onde: 3 × I × L × (R cosϕ + Xsen ) ϕ ×100 Vn DV é a queda de tensão. em Volts. até o disjuntor geral do painel de medidor. desde a derivação secundária destes. neste caso adotar corrente nominal do disjuntor. Vn é a tensão trifásica nominal do circuito. desde a rede de distribuição secundária da concessionária até o disjuntor geral. R é a resistência do condutor. em %. que estabelece: c) 2% para painel de medidores alimentado diretamente por um ramal de baixa tensão. Nota: Quando houver mais de um painel de medidores. a queda de tensão para todos os painéis deverá ser desde a derivação da rede de distribuição até o disjuntor geral de cada painel de medidores. em Ω/km. utilizando-se a seguinte fórmula: Z= R cos φ + jX sen φ Nota: No caso de utilização de cabos em paralelo nos circuitos de interligação. Os valores de resistências elétricas e reatâncias indutivas indicados na tabela a seguir são valores médios e destinam-se a cálculos aproximados de circuitos elétricos. em Ω/km.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 59 ANEXO X Cálculos de Queda de Tensão Para aprovação de Painel de Medidores é necessário apresentar o cálculo de queda de tensão desde o ponto de derivação até o disjuntor geral do painel. L é o comprimento do circuito. a impedância deve ser dividida pelo números de circuitos. O limite de queda de tensão deve obedecer ao critério estabelecido pela norma NBR 5410. (ver tabela) cos φ é o fator de potência da carga. quando a distância for superior a 20 (vinte) metros. . Z é a impedância do condutor.

033 0.69 0.037 0.12 0.27 0.098 0.83 1.15 0.11 0. cabos unipolares e multipolares instalados em condutos fechados não magnéticos.52 0.15 0.14 3.13 2.10 0.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 60 Resistência Elétrica e Reatância Indutiva de Fios e Cabos Isolados em PVC.078 0.096 0.047 0.10 0.12 0.099 0.23 0.060 0.018 (A) Resistência elétrica em corrente contínua calculada a 70 ºC no condutor.094 0.052 0.13 1.41 4.12 0.48 0.16 8.10 0.19 0.19 0.037 0.73 0.63 0.11 0.39 0.094 0.088 Rcc (A) 12.15 5.38 0.095 0.1 7.022 0.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 400 500 630 800 1000 Condutos não-magnéticos (B) Circuitos FN / FF / 3F Rca XL 14.043 0.15 0.32 0.12 0.61 3.075 0.028 0. EPR e XLPE em Condutos Fechados (Valores em Ω/km) Seção (mm²) 1.19 0.097 0.08 1.5 2.10 0. (B) Válido para condutores isolados.063 0.089 0.87 0.52 0.47 0.87 0.093 0. .

Disposições gerais 3. a título de verificação. Objetivo Esta Norma tem por objetivo estabelecer as condições mínimas para a construção de poste de concreto armado para a utilização em entradas de serviço de consumidores. conforme tabela Y1. retangular ou duplo T. quando embutidos no próprio poste. data de fabricação.1. O fabricante deverá fornecer o poste. Resistência nominal Os postes devem apresentar uma resistência nominal para um esforço aplicado continuamente a 200mm do topo.6.8. comprimento nominal (m). quadrada.2. desde que previamente aprovados pela concessionária.5. 3. Tipos de postes De acordo com o tipo de atendimento e o padrão de entrada. 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 61 ANEXO Y POSTE DE CONCRETO ARMADO Padronização 1. Eletrodutos e Curvas Os eletrodutos e curvas. 3. Dimensões Os postes devem ser construídos obedecendo às dimensões mínimas indicadas na tabela Y1.2. destinada aos ensaios de rotina.6. seção conforme tabela Y1. ficando a concessionária obrigada a marcar a data e o local para a realização dos ensaios.3. pela rede de distribuição aérea da concessionária. 3. 3. 3. os postes devem ser conforme figura 30A e dimensionados conforme tabela Y1. 3. com os seguintes dados: nome ou marca comercial do fabricante com o número do CREA do responsável técnico. de forma visível e indelével no concreto antes da cura total. atendidas em tensão secundária. 3. 3.1. A fixação da placa no poste deve ser feita pelo fabricante no local indicado na figura 30A. em uma das faces como mostra a figura 30A.6. poderá solicitar ao fabricante amostra de poste. Seção Os postes podem ser de seção circular.7. . Podem ser aceitos postes com dimensões diferentes das estabelecidas neste regulamento. bem como a fornecer o resultado dos mesmos. Norma complementar Na aplicação desta norma é necessário consultar: NBR 8451 – Poste de Concreto Armado para Redes de Distribuição de Energia Elétrica – Especificação. Identificação Os postes devem ser identificados em baixo relevo ou através de placa não ferruginosas (ANEXO YA). devem ser de PVC rígido rosqueável. de forma que impeça sua remoção no transporte ou manuseio do mesmo. tirada de sua produção normal.4. Marca para engastamento Os postes devem possuir um traço de referência gravado em baixo relevo com profundidade de 2 a 5 mm. Ensaios A concessionária. 3. resistência nominal (daN). 3.

0 1.10 6.0 mm Seção Circular Seção Quadrada Base Topo Base Topo 215 140 180 100 mm/m 1.20 230 140 195 100 15 16 7.5 1.0 1.5 140 220 100 32 40 60 75 32 40 60 75 32 40 60 75 32 40 60 75 Furo para Ancoragem (quantidade) 1 1 1 1 2 3 4 4 2 3 4 4 2 3 4 4 Resistência Dimensões Conicidade Eletroduto Embutido (PVC) Ø Nominal (mm) Engastamento .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 62 TABELA Y1 Poste de concreto armado Seção quadrada. circular e duplo T Comprimento Nominal daN Nominal Ruptura 80 100 150 200 80 100 150 200 80 100 150 200 80 100 150 200 160 200 300 400 160 200 300 400 160 200 300 400 160 200 300 400 m 5.35 282.30 245 140 212 100 7.

c) Espaço 3: para colocação do número representativo do comprimento do poste (5. b) Espaço 2: para colocação dos números representativos da data (dia. mês e ano) de fabricação dos postes. 150. f) Dimensões em milímetros. 6. 7 e 7. d) Espaço 4: para colocação do número representativo da resistência nominal do poste (80.5). gravados de forma legível e indelével. e) As letras e/ou número devem ter no mínimo. 200 daN). 100. . 4mm de altura por 3mm de largura.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 63 ANEXO YA Placa de identificação 1 NOME OU MARCA CREA: DATA DE FABRICAÇÃO COMPRIMENTO NOMINAL (m) RESISTÊNCIA NOMINAL (daN) 2 3 4 (mín) a) Espaço 1: para colocação do nome ou marca comercial do fabricante com o número do CREA do responsável técnico.

As CP’s e CED podem ser substituídas por caixas de policarbonato modulada. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). As características de montagem constam nas figuras deste anexo. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição modelo CPOM devem ser transparentes. . não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. desde que mantidas as características e condições previstas na tabela 2. entre CP’s e CPOM’s. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 Tipo 2 MONOF 3 MONOF 4 MONOF 5 MONOF 5 MONOF 6 MONOF 7 MONOF 8 MONOF 8 MONOF 2 BIF 3 BIF 3 BIF 4 BIF 4 BIF 5 BIF 5 BIF 2 TRIF 3 TRIF 3 TRIF 4 TRIF 5 TRIF 3 MONOF + 3 BIF 3 MONOF + 3 BIF 3 MONOF + 3 TRIF 3 MONOF + 3 TRIF Entrada esquerda direita esquerda direita esquerda direita esquerda direita direita esquerda direita esquerda FIGURAS CP Moduladas FIGURA A FIGURA A1 FIGURA B FIGURA B1 FIGURA B FIGURA C1 FIGURA C FIGURA C1 FIGURA D FIGURA D1 FIGURA E FIGURA E1 FIGURA E FIGURA E1 FIGURA E FIGURA E1 FIGURA F FIGURA F1 FIGURA G FIGURA G1 FIGURA H FIGURA H1 FIGURA I FIGURA I1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA G FIGURA G1 FIGURA H FIGURA H1 FIGURA I FIGURA I1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA K FIGURA K1 FIGURA L FIGURA L1 FIGURA K FIGURA K1 FIGURA L FIGURA L1 Nota: 1 2 3 4 5 6 7 8 Estas figuras podem ser utilizadas para maiores combinações. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 64 Agrupamentos Tabela 1 ANEXO Z Combinações Possíveis Nº Comb. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. Não é permitido a utilização de quadros ou painéis de medição mistos.

10mm² .750V / φ 20mm .16mm² . .750V / φ 40mm .2.10mm² .750V / φ 32mm .PVC 4#10mm² .750V / φ 32mm – PVC 3#10mm² .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 65 LEGENDA Tabela 2 Classe de Tensão Disjuntor Geral Ramal de Ligação A B C D E Ramal de Entrada F H I Circuito de Distribuição J K L M N O P Q R 220/127 V Tripolar 70A .750V / φ 25mm – PVC 8#10mm² .PVC 2#6mm² . total ou parcialmente subterrâneo.750V / φ 32mm – PVC PARA RAMAL DE ENTRADA COM TRECHO SUBTERRÂNEO VIDE NOTA 380/220 V Tripolar 50A .AL Q .AL 2#10mm² . ao invés de 750V.COBRE Circuito Alimentador Aterramento Condutor de Proteção Barra para o Condutor de Proteção Barramento Principal (CED) Nota: Ramal de entrada.PVC 4#10mm² .750V / φ 20mm – PVC 1#10mm² . eletroduto de no mínimo φ 50mm.10kA Q .750V / φ 20mm .COBRE 4 x (12 x 2) mm .750V (usar mesmo eletroduto do aterramento) 1 x (12 x 2) mm .PVC 4#10mm² .750V / φ 25mm – PVC 4#10mm² .AL 4#25mm² .750V / φ 20mm – PVC 3#10mm² . deve ser empregado condutor isolado para 1kV.10kA Q .AL T .750V / φ 25mm – PVC 1#10mm² .750V / φ 32mm – PVC 2#10mm² .10mm² . conforme item 8.

Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. 3. etc. .. 2. Medidas em centímetros. As demais devem conter a numeração 1. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 66 ANEXO Z – FIGURA A PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS TAMANHO 4 CE Ramal de ligação D Ramal de entrada H Saída M CP-1 Nº CP-1 M 40 5 I+P 5 1 P 10 Q 60 Condutor de proteção P Aterramento O Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. na sequência lógica. anilhas e/ou fita identificação colorida.

Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. etc. Ramal de ligação Ramal de entrada Condutor de proteção Aterramento Ponto para conexão do condutor de proteção Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade.. . As demais devem conter a numeração 1. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. anilhas e/ou fita identificação colorida. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. na sequência lógica. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. conforme figura. Medidas em centímetros.. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. 3.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 67 ANEXO Z – FIGURA A1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor.

anilhas e/ou fita identificação colorida. 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 68 ANEXO Z – FIGURA B PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 4 MEDIDORES MONOFÁSICOS Ramal de ligação C Ramal de entrada F TAMANHO 5 CE saída CP-1 Nº M I CP-1 1 M J CP-1 2 10 28 M I+P CP-1 3 5 M P 10 Q Condutor de proteção P Aterramento O 60 Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. 80 . Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. 3. Medidas em centímetros. na sequência lógica.. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.. etc. As demais devem conter a numeração 1.

Medidas em centímetros. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. 3. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. na sequência lógica. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. Ramal de ligação Ramal de entrada Ponto para conexão do condutor de proteção Disj. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias.. geral Condutor de proteção Aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 69 ANEXO Z – FIGURA B1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. anilhas e/ou fita identificação colorida. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. conforme figura. 2. etc. .. As demais devem conter a numeração 1.

anilhas e/ou fita identificação colorida. As demais devem conter a numeração 1. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. .. 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 70 ANEXO Z – FIGURA C PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDA Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. 3. etc. na poste particular sequência lógica. Medidas em centímetros. ramal de ligação B ramal de entrada E barra de proteção Q M CP-1 CP-1 M CP-1 M Nº CED 40x30x20 P disj. geral A DPS J J K 1 I 2 M CP-1 CP-1 M 3 I 4 condutor de proteção P aterramento O PISO Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2.. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.

As demais devem conter a numeração 1. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Medidas em centímetros. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. . A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 71 ANEXO Z – FIGURA C1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. geral condutor de proteção aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. etc... Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. na sequência lógica. anilhas e/ou fita identificação colorida. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. conforme figura. 2. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. 3.

Ramal de entrada E Poste particular Barra de proteção Q M CP-1 CP-1 M CP-1 M Nº I 1 J 2 K CED 30x40x20 DPS J P M CP-1 CP-1 M Disj. . geral A 3 I 4 Condutor de proteção P Aterramento O PISO Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. etc. 3. Medidas em centímetros.. As demais devem conter a numeração 1.. 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 72 ANEXO Z – FIGURA D PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA Ramal de ligação B Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. anilhas e/ou fita identificação colorida. na sequência lógica.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 73 ANEXO Z – FIGURA D1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor.. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. conforme figura. geral Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). As demais devem conter a numeração 1. anilhas e/ou fita identificação colorida. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. condutor de proteção aterramento Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. etc. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. na sequência lógica. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. 3. .. Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. 2. Medidas em centímetros. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias.

etc. As demais devem conter a numeração 1. 2.. na sequência lógica. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. 3. Medidas em centímetros..Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 74 ANEXO Z – FIGURA E PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDA poste particular ramal de ligação B ramal de entrada E barra de proteção Q Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. CP-1 M CP-1 M CP-1 M Nº J K CP-1 P M 1 I M CP-1 2 M CP-1 3 J K 4 I 5 CED 40x30x20 disj. . anilhas e/ou fita identificação colorida. geral A DPS J M CP-1 CP-1 M 6 I 7 condutor de proteção P aterramento O PISO Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2.

Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. geral condutor de proteção aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio.. 3. Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. anilhas e/ou fita identificação colorida.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 75 ANEXO Z – FIGURA E1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. As demais devem conter a numeração 1. . As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. conforme figura. Medidas em centímetros. 2.. etc. na sequência lógica. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 76 ANEXO Z – FIGURA F PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA ramal de ligação B Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. As demais devem conter a numeração 1. etc. ramal de entrada E poste particular barra de proteção Q M CP-1 CP-1 M CP-1 M Nº I M CP-1 1 J M CP-1 2 K M CP-1 P K CED 30x40x20 disj. 2. anilhas e/ou fita identificação colorida. 3.. Medidas em centímetros. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. geral A DPS J 3 I 4 J 5 M CP-1 CP-1 M 6 I 7 condutor de proteção P aterramento O PISO Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. na sequência lógica..

3. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. anilhas e/ou fita identificação colorida.. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. condutor de proteção aterramento Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. etc. na sequência lógica. conforme figura. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. . Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. Medidas em centímetros. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. As demais devem conter a numeração 1. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 77 ANEXO Z – FIGURA F1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. geral Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. 2..

Medidas em centímetros.. na sequência lógica. Para dimensionamento dos condutores do circuito alimentador (N) deve ser observada a característica do tipo de ligação. As demais devem conter a numeração 1. . BIFÁSICOS OU TRIFÁSICOS Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. Os disjuntores individuais ficam limitados em 50A na tensão de 220/127V e 40A em 380/220V. Ramal de ligação B Ramal de entrada Ver Nota 3 Poste particular Circuito Alimentador Ver nota 6 Disjuntor ver Nota 4 CP-2 N CP-2 N Q Nº 1 P Condutor de proteção P Aterramento O Ver Nota 5 PISO Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 78 ANEXO Z – FIGURA G PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS.. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. 2. O circuito de distribuição deve ser da mesma seção do condutor do ramal de entrada. anilhas e/ou fita identificação colorida. O ramal de entrada deve ser de 4#25mm2 na tensão de 220/127V e 4#16mm2 em 380/220V. etc. 3. conforme ANEXO J. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.

Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Legenda conforme TABELA 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 79 ANEXO Z – FIGURA G1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS. Medidas em centímetros.. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. As demais devem conter a numeração 1. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. BIFÁSICOS OU TRIFÁSICOS COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. anilhas e/ou fita identificação colorida. Legenda conforme TABELA 2. Ramal de ligação Ramal de entrada Ver Nota 2 Disjuntor ver Nota 3 Circuito Alimentador Ver nota 5 Condutor de proteção Aterramento Ver Nota 4 Ponto para conexão do condutor de proteção Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. na sequência lógica. . Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. O circuito de distribuição deve ser da mesma seção do condutor do ramal de entrada. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. O ramal de entrada deve ser de 4#25mm2 na tensão de 220/127V e 4#16mm2 em 380/220V. Os disjuntores individuais ficam limitados em 50A na tensão de 220/127V e 40A em 380/220V. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. etc. conforme figura. Medidas em centímetros. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). conforme ANEXO J.. 3. Para dimensionamento dos condutores do circuito alimentador (N) deve ser observada a característica do tipo de ligação.

3. Poste particular Barra de proteção Q N CP-2 CP-2 N Nº K K P K 1 N CED 30x40x20 Barramento R Principal Disj. Medidas em centímetros.. As demais devem conter a numeração 1. geral A Condutor de proteção P Aterramento O CP-2 R DPS K 2 Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. anilhas e/ou fita identificação colorida. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. 2.. . Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. na sequência lógica. etc.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 80 ANEXO Z – FIGURA H PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA Ramal de ligação B Ramal de entrada E Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno.

Furação na calha para passagem de cabos Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. . na sequência lógica. anilhas e/ou fita identificação colorida. As demais devem conter a numeração 1. 2. etc. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 81 ANEXO Z – FIGURA H1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. conforme figura. geral Condutor de proteção Aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio.. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). 3. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos.. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. Medidas em centímetros.

. anilhas e/ou fita identificação colorida. 3. 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 82 ANEXO Z – FIGURA I PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. geral A 2 K DPS CED 30x40x20 Condutor de proteção P Aterramento O PISO Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. Medidas em centímetros. na sequência lógica. Ramal de ligação B Ramal de entrada E Poste particular Q N N CP-2 CP-2 Nº P K 1 K K Barramento Principal R CP-2 N R Disj. etc.. As demais devem conter a numeração 1..

O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. geral Condutor de proteção Aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. conforme figura. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes.. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. etc. na sequência lógica. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. As demais devem conter a numeração 1. 2. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.. 3. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. Medidas em centímetros. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. . anilhas e/ou fita identificação colorida. Furação na calha para passagem de cabos Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 83 ANEXO Z – FIGURA I1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada Disj.

. na sequência lógica. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. Poste particular Barra de proteção Q N CP-2 CP-2 K N CP-2 K N Nº Barramento Principal R P CP-2 1 K L 2 N CP-2 R K DPS K N 3 4 Disj. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 84 ANEXO Z – FIGURA J PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES Ramal de ligação B Ramal de entrada E Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno.. 3. anilhas e/ou fita identificação colorida. Medidas em centímetros.. geral A Condutor de proteção P Aterramento O CED 30x40x20 Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. As demais devem conter a numeração 1. 2. etc.

2. conforme figura.. geral Condutor de proteção Aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. etc. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias.. anilhas e/ou fita identificação colorida. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. 3. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. Medidas em centímetros. As demais devem conter a numeração 1. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas).Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 85 ANEXO Z – FIGURA J1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. na sequência lógica. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. . Furação na calha para passagem de cabos Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2.

Medidas em centímetros. Geral A CED 30x40x20 Condutor de proteção P Aterramento O Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. Poste particular Barra de proteção Q N CP-2 CP-2 N CP-2 N Nº Barramento Principal R K P 1 L K 2 M CP-1 CP-1 I M R J DPS I M CP-1 3 4 5 Disj. na sequência lógica.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 86 ANEXO Z – FIGURA K PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA Ramal de ligação B Ramal de entrada E Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. etc. As demais devem conter a numeração 1. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. .. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. 2.. 3. anilhas e/ou fita identificação colorida.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

87

ANEXO Z – FIGURA K1
PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS

Ramal de ligação Ramal de entrada

Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor

Disj. geral

Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. As demais devem conter a numeração 1, 2, 3... etc; na sequência lógica, utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa, conforme figura.

Condutor de proteção Aterramento

Furação na calha para passagem de cabos

Vista Superior

Notas:
1 2 3 4 5 6 7
Legenda conforme TABELA 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade, podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito, anilhas e/ou fita identificação colorida. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta, não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. Medidas em centímetros.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

88

ANEXO Z – FIGURA L
PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA

Ramal de ligação B Ramal de entrada E

Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. As demais devem conter a numeração 1, 2, 3... etc; na sequência lógica. Poste particular

Barra de proteção Q

N CP-2 CP-2

N CP-2

N


Barramento Principal R CED 30x40x20 M CP-1 R I DPS P K L

1
K

2

M CP-1 CP-1

M

3

4
J I

5

condutor de proteção P aterramento O Disj. geral A

Notas:
1 2 3
Legenda conforme TABELA 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade, podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito, anilhas e/ou fita identificação colorida. Medidas em centímetros.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

89

ANEXO Z – FIGURA L1
PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA COM CAIXAS MODULADAS

Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada

Disj. geral Condutor de proteção Aterramento

Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. As demais devem conter a numeração 1, 2, 3... etc; na sequência lógica, utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa, conforme figura.

Furação na calha para passagem de cabos

Vista Superior

Notas:
1 2 3 4 5 6 7
Legenda conforme TABELA 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade, podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito, anilhas e/ou fita identificação colorida. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta, não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. Medidas em centímetros.

de cerne ou pinho. Características 3. fecho. etc. 8.) devem ser de material não ferroso. com espessura mínima de 0. face superior. 9. 7. 5. etc. Disposições gerais 3. Caixas de madeira Devem ser confeccionadas somente nos modelos CI e CE.15cm.) devem ser de material não ferroso.2. 3. 2.1. aplainado em ambos os lados.1. CLE devem possuir chapas com espessura mínima de: CLE 1A e 2A 18USG para contorno. Materiais Devem ser confeccionadas em chapa de aço oleada ou zincada. CE. trinco. 10 e 11 18USG para o fundo. CE. as partes metálicas (dobradiças.2. resinas de poliéster reforçadas com fibra de vidro. 3. 20USG para moldura da porta. Devem ser pintadas interna e externamente com tinta a óleo. Caixas com chapa de alumínio Devem ser confeccionadas somente nos modelos CI e CE. 7. O modelo CE deve ter a face superior revestida com chapa metálica. com espessura mínima de 2cm.3cm As caixas modelos CLI e CLE não devem possuir rebites em locais que permitam acesso ao compartimento lacrável. 10 e 11 0. tampa e porta. O modelo CI deve possuir moldura. fecho. 20USG para a moldura da porta. as partes metálicas (dobradiças. Objetivo Este anexo tem por objetivo estabelecer as condições mínimas para a fabricação de caixas de medição com utilização em entrada de energia de unidade consumidora. 7. 5. sem fendas ou rachaduras. 8. polietileno ou madeira. Não devem ser utilizadas em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas).2cm CLE e CLI 1A e 2A 0.) devem ser de material não ferroso. CLE devem possuir chapa com espessura mínima de: CE e CI 1 e 2 0. 4. CLI 1A e 2A 18USG para tampa e porta. 10 e 11 18USG para a porta. Caixas com chapa de aço oleada ou zincada Os modelos CI. 4. Caixas de resina de poliéster reforçada com fibra de vidro Os modelos CI.2. etc. 3.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 90 ANEXO AA Caixas de Medição Especificações 1. 3.3. As caixas modelos CLI e CLE não devem possuir rebites em locais que permitam acesso ao compartimento lacrável. atendida em tensão secundária. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). 9. 3. esmalte sintético ou envernizada. fecho. 2. 3. 19USG para o contorno e fundo. CI 1. 3. . as partes metálicas (dobradiças. pela rede de distribuição da concessionária. 8. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). Tipos de caixas Conforme o tipo de fornecimento e entrada de energia. 19USG para contorno e divisórias. policarbonato. CLI.2cm CE e CI 3. porta e face superior. 9. contorno. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). trinco. Devem ser pintadas com tinta antiferruginosa na cor cinza.4. 2.2. 19USG para divisórias. trinco. 4. 5.2. CE 1. alumínio. CLI.2. as caixas de medição devem ser de acordo com as figuras e tabela deste anexo.

para avaliação e cadastro.4cm. Estanqueidade A caixa montada deve ser estanque a penetração de água. a título de verificação.2.7. da seguinte forma: − nome do fabricante na parte frontal da porta. com espessura mínima de 1.9. Revestimento interno O fundo das caixas em chapa de aço oleada ou zincada. − mês e ano em local a critério do fabricante.4cm de espessura e fixado de forma a garantir sua inviolabilidade e de fácil substituição. alumínio. 3.2. de compensado resinado.5. 3. abaixo do visor. 3. O fabricante deverá fornecer a caixa.2.6. A concessionária. bem como a fornecer o resultado dos mesmos. Identificação As caixas devem ser identificadas com o nome do fabricante. com os respectivos desenhos e especificações técnicas. internamente. .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 91 3. tirada de sua produção normal.2. 3. painel de tiras orientadas (OSB) ou madeira de pinho macho e fêmea lisa (largura entre 5 e 15cm). Caixas de policarbonato e polietileno Os fabricantes devem encaminhar seus protótipos para a concessionária. destinada aos ensaios de rotina.8. resinas de poliéster reforçadas com fibra de vidro deve ser revestido. atendendo as dimensões mínimas estabelecidas nas figuras deste anexo.2. poderá solicitar ao fabricante amostra de caixa. Visor O visor deve ser de vidro transparente com 0. mês e ano de fabricação. ficando a concessionária obrigada a marcar a data e o local para a realização dos ensaios. de forma visível e indelével.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 92 Dimensionamento TABELA TAMANH O 1 1A 2 2A 3 4 5 7 8 9 10 11 MODELO CI CLI CI CLI CI CI CI CI CI CI CI CI CE CLE CE CLE CE CE CE CE CE CE CE CE A 30 30 60 50 80 60 60 150 120 90 120 130 MEDIDAS (cm) B 40 30 60 50 60 40 80 130 90 120 130 120 C 15 15 24 18 24 15 15 24 26 26 26 26 .

3 12.3 6.2 10.5 7.3 3.5 Polifásica 8 8 28.4 2. Medidas em centímetro.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 93 FIGURAS CAIXAS DE POLICARBONATO Dimensões A B C D E F G H Monofásica 33.2 3.0 7.1 Nota: 1 2 Material de Policarbonato.5 4.2 4.7 20.1 7.1 5.4 7.5 Polifásica 53. .7 3.0 2.0 5.3 15.4 2.5 I J K L M N P Monofásica 3.3 8.5 4.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 94 CAIXAS DE POLICARBONATO COM LENTE Nota: 1 Medidas em milímetros.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 95 CAIXAS DE POLICARBONATO OU POLIESTER MODULADA MONOFÁSICA VISTA FRONTAL VISTA LATERAL VISTA SUPERIOR VISTA INFERIOR Nota: 1 Medidas em milímetros.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 96 CAIXAS DE POLICARBONATO OU POLIESTER MODULADA POLIFÁSICA VISTA LATERAL VISTA FRONTAL VISTA SUPERIOR VISTA INFERIOR Nota: 1 Medidas em milímetros.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 97 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1 CAIXA INTERNA . 20 15 .CE -1 32 20 6 8 12 12 8 2 3 Vidro 40 6 18 6 38 30 Nota: 1 Medidas em centímetros.CI -1 3 3 12 8 12 8 Vidro 40 6 18 6 40 3 20 3 30 3 15 CAIXA EXTERNA .

2 .CE -1 36 Proteção de metal não ferroso 23 2 1 1 4 3 8 8 2 Massa para Vedação Vidro 12 12 40 20 6 18 6 2 30 2 2 15 2 Nota: 1 Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 98 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1 – MADEIRA CAIXA INTERNA .CI -1 8 2 8 2 Massa para Vedação Vidro 12 12 40 40 2 20 6 18 6 2 30 2 2 15 2 CAIXA EXTERNA .

6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.6cm circundada por outra de 4. Medidas em centímetros. Para o fio terra somente uma com 2. . Marca para a furação: Duas estampas.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 99 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLI ver detalhe 1 C´ B´ fixação do vidro e vedação dobradiça vidro 4mm parafuso fixo 8 / 15 mm M- fechadura ou trinco marca p/ furação A A´ parafuso p/fixação da moldura C B CORTE CC´ CORTE BB´ dispositivo regulável p/ fixação da moldura dispositivo p/ lacre parafuso fixo M-8 / 15mm arruela marca p/ furação DETALHE 1 DETALHE 2 ver detalhe 2 MOLDURA CORTE DD´ D D´ Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. uma com 2.2cm de diâmetro.

Para o fio terra somente uma com 2.6cm circundada por outra de 4.2cm de diâmetro. uma com 2. Medidas em centímetros. Marca para a furação: Duas estampas.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 100 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLI VISTA ABERTA VISTA SEMI ABERTA PORTA DE CORRER Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. .6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.

Para o fio terra somente uma com 2. uma com 2.4 DETALHE 2 Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 101 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLI FURAÇÃO DA CAIXA DETALHE 1 VISTA POSTERIOR DA PORTA DE CORRER Ver detalhe 1 Ver detalhe 2 30x30x1. Marca para a furação: Duas estampas.2cm de diâmetro.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. Medidas em centímetros. .6cm circundada por outra de 4.

2cm de diâmetro. Para o fio terra somente uma com 2. uma com 2.4 furo p/ o suporte da caixa Ø8mm Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.6cm circundada por outra de 4. Marca para a furação: Duas estampas.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 102 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLE VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR VISTA FECHADA VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR QUADRO DE COMPENSADO RESINADO furo p/ o suporte da caixa Ø8mm 30x50x1. .4 20x50x1. Medidas em centímetros.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 103 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLE VISTA FRONTAL C´ B´ fixação do vidro e vedação vidro 4mm dobradiça parafuso fixo 8 / 15 mm M- marca p/ furação A marca p/ furação fechadura ou trinco A´ C CORTE CC´ B CORTE BB´ marca p/ furação furação p/ aterramento parafuso fixo M-8 / 15mm dispositivo p/ lacre arruela CORTE AA´ DETALHE DO DISPOSITIVO P/LACRE Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.6cm circundada por outra de 4. Marca para a furação: Duas estampas.2cm de diâmetro. Para o fio terra somente uma com 2. uma com 2. Medidas em centímetros.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. .

2cm de diâmetro. Marca para a furação: Duas estampas.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. uma com 2.6cm circundada por outra de 4.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 104 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLE Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. . Medidas em centímetros. Para o fio terra somente uma com 2.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 105 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2 CAIXA INTERNA .CE -2 Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro Nota: 1 Medidas em centímetros. .CI -2 Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro CAIXA EXTERNA .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 106 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2 – MADEIRA CAIXA INTERNA . 2 .CE -2 66 23 Proteção de metal não ferroso 2 1 1 4 3 10 10 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 64 30 10 40 10 2 60 2 2 24 2 Nota: 1 Medidas em centímetros.CI -2 10 10 2 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 60 60 2 30 10 40 10 2 60 2 2 24 2 CAIXA EXTERNA .

2cm de diâmetro.6cm circundada por outra de 4. Marca para a furação: Duas estampas. Para o fio terra somente uma com 2. .6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. uma com 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 107 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLI ver detalhe 1 C´ B´ fixação do vidro e vedação dobradiça vidro 4mm parafuso fixo 8 / 15 mm M- fechadura ou trinco marca p/ furação A A´ parafuso p/fixação da moldura C B CORTE CC´ CORTE BB´ dispositivo regulável p/ fixação da moldura dispositivo p/ lacre parafuso fixo M-8 / 15mm arruela marca p/ furação DETALHE 1 DETALHE 2 ver detalhe 2 MOLDURA CORTE DD´ D D´ Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. Medidas em centímetros.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 108 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLI VISTA ABERTA VISTA SEMI ABERTA PORTA DE CORRER Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.2cm de diâmetro. Para o fio terra somente uma com 2. . Marca para a furação: Duas estampas. Medidas em centímetros.6cm circundada por outra de 4. uma com 2.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.

uma com 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 109 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLI DETALHE 1 VISTA POSTERIOR DA PORTA DE CORRER Ver detalhe 1 Ver detalhe 1 30x50x1. Medidas em centímetros.4 DETALHE 2 Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.6cm circundada por outra de 4. Para o fio terra somente uma com 2. . Marca para a furação: Duas estampas.2cm de diâmetro.4 20x50x1.

Marca para a furação: Duas estampas.2cm de diâmetro.4 20x50x1. uma com 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 110 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLE VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR VISTA FECHADA VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR QUADRO DE COMPENSADO RESINADO furo p/ o suporte da caixa Ø8mm 30x50x1. Medidas em centímetros. Para o fio terra somente uma com 2.4 furo p/ o suporte da caixa Ø8mm Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.6cm circundada por outra de 4.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. .

6cm circundada por outra de 4.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 111 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLE VISTA FRONTAL C´ B´ fixação do vidro e vedação vidro 4mm dobradiça parafuso fixo 8 / 15 mm M- marca p/ furação A marca p/ furação fechadura ou trinco A´ C CORTE CC´ B CORTE BB´ marca p/ furação furação p/ aterramento parafuso fixo M-8 / 15mm dispositivo p/ lacre arruela CORTE AA´ DETALHE DO DISPOSITIVO P/LACRE Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. Marca para a furação: Duas estampas. Medidas em centímetros.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. Para o fio terra somente uma com 2. .2cm de diâmetro. uma com 2.

Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 112 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLE Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. Para o fio terra somente uma com 2. Marca para a furação: Duas estampas.2cm de diâmetro. . uma com 2.6cm circundada por outra de 4.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.

CI -3 Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro CAIXA EXTERNA . .CE -3 Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro Nota: 1 Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 113 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 3 CAIXA INTERNA .

CE -3 66 Proteção de metal não ferroso 23 2 1 1 4 3 10 10 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 64 30 10 60 10 2 80 2 2 24 2 Nota: 1 Medidas em centímetros.CI -3 10 10 2 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 60 60 2 30 10 60 10 2 80 2 2 24 2 CAIXA EXTERNA .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 114 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 3 – MADEIRA CAIXA INTERNA . 2 .

CE -4 62 20 6 8 12 12 8 2 3 Vidro 40 8 44 8 38 60 Nota: 1 Medidas em centímetros. 20 15 .CI -4 3 8 8 3 Vidro 12 40 8 44 8 40 3 20 12 3 60 3 15 CAIXA EXTERNA .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 115 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 4 CAIXA INTERNA .

2 .CE -4 66 Proteção de metal não ferroso 23 2 1 1 4 3 8 8 2 Massa para Vedação 12 12 Vidro 8 44 8 40 20 2 60 2 2 15 2 Nota: 1 Medidas em centímetros.CI -4 8 2 8 2 Massa para Vedação 12 12 Vidro 40 8 44 8 40 2 20 2 60 2 2 15 2 CAIXA EXTERNA .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 116 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 4 – MADEIRA CAIXA INTERNA .

CE -5 62 20 6 2 8 8 3 Vidro 12 8 44 8 30 80 78 12 78 12 30 12 Vidro 18 60 17 Nota: 1 Medidas em centímetros.CI -5 3 8 12 12 8 3 Vidro 8 44 8 30 80 80 30 Vidro 12 18 3 18 12 3 60 3 17 CAIXA EXTERNA . 18 .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 117 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 5 CAIXA INTERNA .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 118 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 5 – MADEIRA CAIXA INTERNA . 2 .CI -5 8 2 8 2 Massa para Vedação Vidro 12 12 8 80 80 30 8 44 30 Massa para Vedação Vidro 12 12 2 18 18 2 60 2 2 15 2 CAIXA EXTERNA .CE -5 66 Proteção de metal não ferroso 23 2 1 1 4 3 8 8 2 Massa para Vedação 12 12 Vidro 8 44 8 30 80 30 Massa para Vedação Vidro 12 12 18 18 2 60 2 2 15 2 Nota: 1 Medidas em centímetros.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 119 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 7 CAIXA INTERNA . .CE -7 152 6 29 2 10 10 10 3 Vidro 20 20 20 10 130 128 128 150 26 10 55 10 10 55 Nota: 1 Medidas em centímetros.CI -7 3 3 10 10 10 Vidro 20 20 20 10 130 130 3 100 10 55 10 10 55 3 150 3 26 CAIXA EXTERNA .

2 .CI -7 10 10 10 2 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 10 55 10 10 55 10 130 2 130 20 2 150 2 2 24 2 CAIXA EXTERNA .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 120 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 7 – MADEIRA CAIXA INTERNA .CE -7 156 1 Proteção de metal não ferroso 32 4 1 2 3 10 10 10 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 10 55 10 10 55 10 130 20 2 150 2 2 24 2 Nota: 1 Medidas em centímetros.

Figuras

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

122

Figuras de BT FIGURA 1 – COMPONENTES DA ENTRADA DE SERVIÇO
AÉREA

ramal de ligação

ponto de entrega condutor do circuito alimentador

rede secundária de distribuição

condutor do ramal de entrada eletroduto do ramal de entrada poste particular medição eletroduto de aterramento haste de aterramento eletroduto do circuito alimentador

AB - RAMAL DE LIGAÇÃO AC - ENTRADA DE SERVIÇO BC - RAMAL DE ENTRADA BCD - ENTRADA DE ENERGIA CDE - CIRCUITO ALIMENTADOR

SUBTERRÂNEA ponto de entrega rede secundária de distribuição condutor do ramal de entrada subterrâneo

eletroduto de proteção

medição

eletroduto do ramal de entrada

duto do ramal de entrada

curva de raio longo caixa de passagem do ramal de entrada

AB - RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO

pontalete

entrada de veículos (mín. 4,50m) entrada de veículos (mín. 4,50m) circulação de pedestres (mín. 3,50m)

passeio

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

FIGURA 2 – ALTURAS MÍNIMAS DO RAMAL DE LIGAÇÃO AO SOLO

passeio
trânsito de veículos (mín. 5,50m)

circulação de pedestres (mín. 3,50m)

poste da rede

pista de rolamento

ramal de ligação

pista de rolamento passeio
poste da rede poste particular

trânsito de veículos (mín. 5,50m)

entrada de veículos (mín. 4,50m) circulação de pedestres (mín. 3,50m)

passeio

entrada de veículos (mín. 4,50m)

circulação de pedestres (mín. 3,50m)

poste particular

muro

123

muro ou mureta localizado em área comum. muro ou mureta. muro ou mureta. b) medição na parede lateral com uso de pontalete.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 124 FIGURA 3 – DISPOSIÇÃO DA ENTRADA DE SERVIÇO 1) O prédio tem altura suficiente e está até 0.5m do alinhamento da rua.5m do alinhamento da rua. a) medição na parede frontal do prédio. (agrupamentos) 5) O prédio está até 0. muro ou mureta. observado-se a disposição do ramal de entrada conforme figura 04. com acesso independente dos demais. . alinhamento da rua 9) Mais de um prédio no mesmo lote.5m do alinhamento da rua. acessos independentes. 4) O prédio está a mais de 0. 6) Muro no alinhamento ocupando toda a frente do terreno. Não tendo altura suficiente utilizar poste ou pontalete no muro. 3) O prédio está até 0. Não tendo altura suficiente usar pontalete. a) permanece a medição existente e as demais em agupamento no poste. ocupando toda a frente do terreno. a) medição na parede voltada para rua. a) medição em agrupamentos em poste. a) medição no poste.5m do alinhamento da rua. com uma ligação existente. b) se o limite do terreno estiver a mais de 30m consultar a concessionária. 8) Mais de um prédio no mesmo lote. a) medição no poste. estando até 0. b) medição na parede frontal. Nota: 1 As disposições acima também se aplicam para entradas subterrâneas. com acesso lateral e portão recuado. 7) Prédio tipo sobrado com 2 unidades consumidoras. a) medição embutida no muro voltado para rua. a) se o limite do terreno estiver até 30m do ultimo poste da rede. muro ou mureta.5m do alinhamento da rua porém a mais de 30m do poste da rede. a) medição no poste. sem ligação existente. medição no poste. muro ou mureta localizado em área comum. 2) O prédio não tem altura suficiente e está no alinhamento da rua.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 125 FIGURA 4 – DISPOSIÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA SUBTERÂNEO passeio Pista de Rolamento passeio alinhamento da rua Queda de tensão: máx. 2% máx. 30m caixa de passagem caixa de passagem alinhamento da rua .

100cm mín.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 126 FIGURA 5 (A) – MEDIÇÃO INDEPENDENTE DA ÁREA PRIVADA (VISTA SUPERIOR) COMPARTIMENTO ABERTO portão muro ou mureta mín. 100cm poste grade ou muro alinhamento da rua acesso com chave padrão . 80cm medição grade ou muro poste alinhamento da rua COMPARTIMENTO FECHADO muro ou mureta medição mín. 100cm mín.

PORTÃO DA EDIFICAÇÃO MURO FRONTAL ALINHAMENTO DA RUA MURO FRONTAL CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO FRONTAL CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO LATERAL PORTÃO RECUADO ALINHAMENTO DA RUA MURO FRONTAL MURO FRONTAL FECHADURA PADRÃO ALINHAMENTO DA RUA CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO LATERAL COMPARTIMENTO FECHADO CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO LATERAL COMPARTIMENTO ABERTO Nota: 1 Para fixação da caixa de medição em muro frontal ver figura 9B.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 127 FIGURA 5 (B) – MEDIÇÃO INDEPENDENTE DA ÁREA PRIVADA Recomenda-se a utilização de grade com cadeado padrão. . observadas as posturas municipais.

. VISTA LATERAL eletroduto de aço ou PVC rígido preto caixa para medidor 50 máx. quando podem ser usadas duas curvas de 180º ou quatro de 90º. Medidas em centímetros. eletroduto de PVC rígido preto condutores de cobre isolado 160±15 cavidade de inspeção ver figua 38 haste de aterramento DETALHE DE ATERRAMENTO Mín.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 128 FIGURA 6 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM POSTE PARTICULAR ramal de ligação multiplex braçadeira ou parafuso passante condutor singelo 30 10 10 circuito alimentador N 30 F1 F2 F3 curva 90° (quando de aço colocar bucha) braçadeira ou parafuso passante poste particular fita metálica. O isolador para a ancoragem do circuito alimentador deve ser fixado a 30cm abaixo do último isolador do ramal de ligação. conforme figura 39. braçadeira ou em regiões litorâneas 6 voltas de fio de cobre 2. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato.5mm. exceção feita para caixas CPO em uso externo.20x20x20 condutor proteção condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 4 5 A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17.

A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. Os condutores de aterramento e proteção devem ser protegidos por eletroduto dentro da base concretada.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 129 FIGURA 7 (A) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO MONOFÁSICA INSTALADA EM POSTE DE AÇO tampa entrada passagem 10 isolador de 2 leitos 15 20±5 neutro condutor de proteção fase 10 DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. conforme figura 39. Medidas em centímetros. 160±15 Furo Ø 15mm p/ fio terra e condutor de proteção Notas: 1 2 3 4 A haste de aterramento deve ser instalada fora da base concretada. .20x20x20 condutor proteção saída condutor de aterramento haste de aterramento DETALHE ENGASTAMENTO Linha do solo base concreto 50x50x50 50 máx.

A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. conforme figura 39.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 130 FIGURA 7 (B) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO POLIFÁSICA INSTALADA EM POSTE DE AÇO tampa entrada passagem 10 isolador de 2 leitos 15 20±5 neutro condutor de proteção fase 10 20±5 20±5 saída DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. Medidas em centímetros. 160±15 Furo Ø 15mm p/ fio terra e condutor de proteção Notas: 1 2 3 4 A haste de aterramento deve ser instalada fora da base concretada. 5 . Os condutores de aterramento e proteção devem ser protegidos por eletroduto dentro da base concretada.20x20x20 condutor proteção condutor de aterramento haste de aterramento DETALHE ENGASTAMENTO Linha do solo base concreto 50x50x50 50 máx.

80 portão medição mín. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. quando podem ser usadas duas curvas de 180º ou quatro de 90º. 100 grade ou muro grade ou muro acesso com chave padrão poste alinhamento da rua VISTA FRONTAL ramal de ligação multiplex DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín.20x20x20 condutor proteção poste particular compartilhado condutor de aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 4 A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. exceção feita para caixas CPO em uso externo. Medidas em centímetros. 100 medição mín. 100 muro ou mureta mín. 160±15 . conforme figura 39.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 131 FIGURA 8 (A) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA LATERAL COM POSTE COMPARTILHADO VISTA SUPERIOR COMPARTIMENTO FECHADO COMPARTIMENTO ABERTO mín.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

132

FIGURA 8 (B) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA FRONTAL COM POSTE COMPARTILHADO

muro ou mureta

medição

grade ou muro

alinhamento da rua

poste

VISTA FRONTAL

ramal de ligação multiplex

DETALHE ATERRAMENTO
cavidade inspeção Mín.20x20x20 condutor proteção

poste particular compartilhado

condutor de aterramento

haste de aterramento

Notas:
1 2 3
A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato, conforme figura 39. Medidas em centímetros.

160±15

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

133

FIGURA 8 (C) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA COM POSTE COMPARTILHADO
VISTA SUPERIOR

muro ou mureta

medição

alinhamento da rua poste VISTA FRONTAL

ramal de ligação multiplex

DETALHE ATERRAMENTO
cavidade inspeção Mín.20x20x20 condutor proteção

poste particular compartilhado

condutor de aterramento

haste de aterramento

Notas:
1 2 3 4
A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada, exceção feita para caixas CPO em uso externo, quando podem ser usadas duas curvas de 180º ou quatro de 90º. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato, conforme figura 39. Medidas em centímetros.

160±15

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

134

FIGURA 9 (A) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA
braçadeira ou parafuso passante ramal de ligação multiplex ramal de ligação condutor singelo
30 10 10mín.

pingadeira poste particular

curva 90° quando de aço colocar bucha

eletroduto de PVC rígido preto ou aço zincado a quente

30

Deve ser construida de concreto, telha, lajota ou material equivalente.

fita metálica, braçadeira ou em regiões litorâneas 6 voltas de fio de 2 cobre 2,5mm.

caixa para medidor

mureta

50 máx. 160±15

saída subterrânea ou embutida

condutores de cobre isolado DETALHE ATERRAMENTO
cavidade inspeção
Mín.20x20x20
condutor proteção

eletroduto de PVC rígido cavidade de inspeção ver figura 38

condutor aterramento

haste de aterramento

Notas:
1 2 3 4
A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato, conforme figura 39. Medida em centímetros.

Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. Medidas em centímetros. conforme figura 39. condutores de cobre isolado DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín.5 à 5 poste particular curva 90° quando de aço colocar bucha fita metálica. Recomenda-se o uso de grade. A medição frontal pode ser no alinhamento da rua ou no máximo a 50 cm.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 135 FIGURA 9 (B) – ENTRADE DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA FRONTAL braçadeira ou parafuso passante 30 10 ramal de ligação multiplex 2.5mm.20x20x20 condutor proteção condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 4 5 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17. . braçadeira ou em regiões litorâneas 6 voltas de fio de 2 cobre 2. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. eletroduto de PVC rígido preto ou aço zincado a quente caixa para medidor mureta saída subterrânea ou embutida eletroduto de PVC rígido cavidade de inspeção ver figura 38 160±15 Caixa de medição com fechadura padrão embutida no muro ou mureta.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 136 FIGURA 9 (C) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA FRONTAL Recomenda-se a utilização de grade com cadeado padrão. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. observadas as posturas municipais. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. pode ser no alinhamento da rua ou no máximo a 50 cm. . Notas: 1 2 3 4 5 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17. Na medição frontal. Recomenda-se o uso de grade. Caixa de medição com fechadura padrão embutida no muro ou mureta. Medidas em centímetros. conforme figura 39.

parte superior e inferior da CM em relação a armação da abertura (janela). Para a utilização de abertura na grade (tipo janela) para acesso a medição. É dispensado o uso do cadeado padrão quando tratar-se somente de abertura na grade. . é necessário observar código de postura municipal.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 137 FIGURA 9 (D) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO FRONTAL INSTALADA EM GRADE Deve ser observado uma distância mínima de 10 cm entre as laterais. Na medição frontal instalada em grade deve ser observada uma distância máxima de 5 cm entre a CM e o alinhamento (grade). Esta alternativa pode ser utilizada para qualquer tipo de fornecimento. conforme figura 39. PASSEIO PÚBLICO (CALÇADA) grade PROPRIEDADE CLIENTE cavidade de inspeção no passeio público Haste de Aterramento Notas: 1 2 3 4 5 6 7 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17. Quando da utilização desta alternativa é obrigatório o uso de cadeado padrão. concreto armado e madeira. Medidas em centímetros. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. com qualquer modelo de caixa de medição externa ou de policarbonato lacrável e em postes de aço. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada.

conforme figura 39.20x20x20 condutor proteção condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 138 FIGURA 10 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM PAREDE FRONTAL CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEXADO ver nota 1 30 eletroduto de PVC rígido ou de aço 30 curva 90° quando de aço colocar bucha caixa para medidor condutores de cobre isolado cavidade de inspeção ver figura 38 eletroduto de PVC rígido preto 160±15 eletroduto de PVC rígido preto DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. Medidas em centímetros. . A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato.

. Medidas em centímetros. CASA NO ALINHAMENTO CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEXADO ver nota 1 30 30 eletroduto de PVC rígido ou de aço Vista Superior curva 90° quando de aço colocar bucha caixa para medidor 160±15 eletroduto de PVC rígido cavidade de inspeção ver figura 38 Poste da rede Portão passeio via pública máx. 50 mín. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. conforme figura 39.20x20x20 condutor proteção condutores de cobre isolado condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 139 FIGURA 11 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM PAREDE LATERAL. 30 Caixa de medição eletroduto de PVC rígido preto DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 140 FIGURA 12 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA NA PAREDE COM PONTALETE.20x20x20 condutor proteção eletroduto de PVC rígido condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 4 A disposição do isolador castanha deve ser de acordo com o detalhe acima e figura 14. 20 20 mín 30 fixação junto ao madeiramento DETALHE PONTALETE isolador castanha 60x40mm eletroduto de aço zincado caixa para medidor 160±15 mínimo 3 voltas com arame de aço 12BWG condutores de cobre isolado cavidade de inspeção ver figura 38 eletroduto de PVC rígido preto DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. 30 máx. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas) a amarração do isolador deve ser feita com a utilização de fio de cobre 10mm². somente em caso de reforma da instalação consumidora e que esteja do mesmo lado da rede da concessionária. 60 mín. Poderá ser mantido o pontalete de 20mm. . PRÉDIO NO ALINHAMENTO CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEXADO curva 90° de aço zincado com bucha ou PVC rígido 120 máx. Medidas em centímetros.

Eletroduto do aterramento sempre por baixo da caixa de medição. . pelos lados e por baixo da caixa de medição.20x20x20 condutor proteção condutor de aterramento 300 haste de aterramento Eletroduto de PVC Haste de Aterramento Notas: 1 2 3 Eletrodutos de entrada e saída podem ser por trás.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 141 FIGURA 13 (A) – MEDIÇÃO FIXADA NO POSTE DA CONCESSIONÁRIA Neutro Fase A Fase B Fase C Consumidor 00 UV ? PC Caixa de Medição DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. Medidas em centímetro.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 142 FIGURA 13 (B) – MEDIÇÃO FIXADA NO POSTE DA CONCESSIONÁRIA Neutro Fase A Fase B Fase C Eletroduto de PVC Caixa de Medição DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. Medidas em centímetro. pelos lados e por baixo da caixa de medição.20x20x20 condutor proteção condutor de aterramento 300 haste de aterramento Eletroduto de PVC Haste de Aterramento Notas: 1 2 3 Eletrodutos de entrada e saída podem ser por trás. Eletroduto do aterramento sempre por baixo da caixa de medição.

pelos lados e por baixo da caixa de medição. . Eletroduto do aterramento sempre por baixo da caixa de medição.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 143 FIGURA 13 (C) – MEDIÇÃO FIXADA NO POSTE DA CONCESSIONÁRIA Neutro Fase A Fase B Fase C Eletroduto de PVC Caixa de Medição e Disjuntor com DR DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. Medidas em centímetro.20x20x20 condutor proteção Caixa com Tomada de espera de 3 pinos condutor de aterramento haste de aterramento 300 Eletroduto de PVC Haste de Aterramento Notas: 1 2 3 Eletrodutos de entrada e saída podem ser por trás.

deve ser observado um afastamento de 10 cm entre o topo e o primeiro isolador. 20 LEGENDA Curva Isolador Notas: 1 2 Para a ancoragem do ramal de ligação em poste. 20 30 . 20 F2 F3 20 mín.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 144 FIGURA 14 – DISPOSIÇÕES DOS ISOLADORES DO RAMAL DE LIGAÇÃO COM CONDUTOR MULTIPLEXADO / SINGELO POSTE 3 condutores 2 condutores Multiplexado F1 30 4 condutores N 20 N 20 F1 F2 20 20 N 20 F1 F2 30 30 F1 F3 30 20 PAREDE 20 20 20 20 20 F1 30 N F1 2 condutores N 20 N F1 F2 3 condutores N 20 N F1 20 20 N F1 F2 F3 4 condutores 20 20 20 F1 F1 F2 Multiplexado F2 F3 PONTALETE Multiplexado 2 condutores 3 condutores 4 condutores 30 30 F1 mín. 20 N 20 30 N 20 N F1 20 20 mín. Medidas em centímetro. 20 F1 F1 F2 mín.

com altura mínima de 2. passeio mínimo 1 volta de cabo fita de identificação conforme item 8.3.c) 30cm 5 5 Envelopamento de concreto para eletroduto de PVC ou duto corrugado.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 145 FIGURA 15 – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO rede secundária de distribuição A ponto de entrega condutor do ramal de entrada subterrâneo terminal para cabo multipolar (copo de bloqueio) AB-RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO fita metálica ou braçadeira bucha n° do prédio cabo multipolar / unipolar medição eletroduto aço carbono galvanizado a fogo fixar em 3 pontos ver nota 1 270 cm eletroduto do ramal de entrada de aço ou PVC 30cm mín.3 . do solo.2. mediante a utilização de material não corrosivo.3-c Notas: 1 2 3 O eletroduto junto ao poste deve ser de diâmetro nominal de no mínimo 50mm. O eletroduto junto ao poste deve ser identificado com o número do prédio a ser ligado.2. fixado na extremidade superior do mesmo. Medidas em centímetros. B 60cm mín.Nota 2 pista de rolamento curva de raio longo areia caixa de passagem do ramal de entrada mínimo 50x50x60 aterramento do eletroduto de aço carbono galvanizado a fogo caixa de passagem curva de raio longo em PVC aterramento do eletroduto (conexão) brita duto subterrâneo (ver item 8. Ver 8.2. 5 5 5cm mínimo caixa de passagem do ramal de entrada declíve mínimo 2% duto de entrada .70m.

só é permitida fora da área delimitada. Medida em centímetros. 50 50 . se atender as alturas mínimas dos condutores ao solo.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 146 FIGURA 16 – AFASTAMENTO MÍNIMO PARA ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO 120 50 120 120 120 50 120 Notas: 1 2 A ancoragem do ramal de ligação na fachada.

Os isoladores devem ser confeccionados conforme NBR 6248 e NBR 6249.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 147 FIGURA 17 – ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO POSTE COM FURAÇÃO POSTE SEM FURAÇÃO cinta armação com um estribo haste cinta armação com dois estribos isolador roldana 76x80mm parafuso passante Ø 16mm usado também em parede PAREDE DE ALVENARIA OU MADEIRA PONTALETE isolador castanha 60x40mm Ver nota chumbador ou parafuso passante mínimo 3 voltas com arame de aço 12BWG Notas: 1 2 3 Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas) a amarração do isolador no pontalete deve ser feita com a utilização de fio de cobre 10mm². Em parede de madeira usar parafuso passante para fixação da armação secundária. .

Dispensável em caixas de fibra.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 148 FIGURA 18 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES POSTE DE CONCRETO (sem furação) POSTE DE AÇO parafuso cabeça abaulada Ø 6mm Ø 16mm Ø 6mm cinta suporte braçadeira suporte POSTE DE MADEIRA (com furação) POSTE DE MADEIRA OU CONCRETO (com furação) travessa de madeira 4x5cm Ø 6mm afastador (isolador roldana 42x42 ou 48x48mm). Ø 6mm suporte Ø 16mm parafuso passante Ø 16mm parafuso passante Nota 1 A fixação da caixa modelo CPO deverá obedecer a especificações do fabricante. .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 149 FIGURA 19 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES POSTE DE CONCRETO (sem furação) POSTE DE MADEIRA OU CONCRETO (com furação) parafuso passante Ø 6mm Ø 6mm travessa metálica suporte parafuso passante Ø 16mm Ø 6mm suporte PAREDE DE MADEIRA PAREDE DE ALVENARIA (com eletrodutos embutidos) afastador (isolador roldana 42x42 ou 48x48mm) suporte FIXAÇÃO PAREDE MADEIRA PARAF. DE Ø 6mm ROSCA SOBERBA PASSANTE ALVENARIA PASSANTE OU COM BUCHA Nota: 1 A fixação da caixa modelo CPO deverá obedecer a especificações do fabricante. .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 150 FIGURA 20 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES PAREDE ALVENARIA ALVENARIA parafuso passante Ø 16mm ou chumbador afastador (isolador roldana 76x80mm) parafuso passante de Ø 16mm (com eletroduto embutido) parafuso passante Ø 6mm ou com bucha parafuso passante Ø 6mm suporte caixa tamanho 6 ou 7 caixa tamanho 6 ou 7 POSTE parafuso passante Ø 16mm parafuso passante Ø 16mm braçadeira ou cinta parafuso passante Ø 6mm afastador (isolador roldana 76x80mm) suporte caixa tamanho 6 ou 7 caixa tamanho 6 ou 7 .

Dispensável em caixas de fibra.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 151 FIGURA 21 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES POSTE DE CONCRETO (sem furação) parafuso cabeça abaulada Ø16mm Ø 6mm cinta suporte POSTE DE MADEIRA (com furação) parafuso passante Ø6mm travessa de madeira 4x5cm afastador (isolador roldana 42x42 ou 48x48mm). parafuso passante Ø16mm POSTE DE MADEIRA OU CONCRETO (com furação) parafuso passante Ø 6mm suporte parafuso passante Ø 16mm Nota: 1 A fixação da caixa modelo CPO deverá obedecer a especificações do fabricante. .

. quando ao tempo. devem ser vedadas com massa de calafetar. Os furos não utilizados devem ser vedados. quando for ramal de entrada subterrânea. A entrada poderá ser por baixo. A entrada e saída da caixa modelo CPO. quando instalada ao tempo deve ser por baixo ou por trás. As junções entre os eletrodutos e as caixas. MURO OU MURETA ( Caixa interna ) saída saída DETALHE arruela bucha ver detalhe eletroduto entrada aterramento entrada entrada aterramento Notas: 1 2 3 4 Pode ser feito o alargamento de furos existentes ou a confecção de outros nas posições opcionais indicadas.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 152 FIGURA 22 – DISPOSIÇÃO DOS ELETRODUTOS INSTALAÇÃO EM POSTE OU PAREDE ( Caixa externa ) saída saída entrada aterramento aterramento OBS. e pela lateral quando embutida.: A entrada sempre será por trás. INSTALAÇÃO EM PAREDE.

. Nos agrupamentos para mais de quatro medidores.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 153 FIGURA 23 – MONTAGEM DAS CAIXAS PARA MEDIDORES MONOFÁSICOS Notas: 1 2 3 4 5 Aspectos construtivos para caixas tamanho 4 e 5. conforme item 9. Para a conexão do condutor de proteção pode ser utilizado um barramento. a CED deve ser no mínimo uma CP – 02 com disjuntor geral tripolar com alavanca de acionamento exposta. Medidas em centímetros.5. A disposição dos eletrodutos de entrada e saída para caixas internas (CI) deve ser de acordo com figura 22.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 154 FIGURA 24 – MONTAGEM DAS CAIXAS PARA MEDIDORES POLIFÁSICOS Notas: 1 2 3 4 5 6 7 As caixas externas (CE) tamanho 7. Medidas em centímetros. Para a montagem da caixa tamanho 3 observar item 9.3”a”. Nas medições diretas com CP4 deve ser previsto sobra de 50cm por fase para interligação dos medidores. A conexão do condutor de aterramento com o neutro de saída da medição deve ser feita por meio de conector tipo parafuso fendido de cobre ou cobreado e devidamente isolado. Para a conexão do condutor de proteção pode ser utilizado um barramento.2. devem ser fixadas conforme figura 20. A disposição dos eletrodutos de entrada e saída para caixas externas (CE) deve ser de acordo com a figura 22.

conforme item 9. O circuito de emergência deve ser independente. . Instrução para a montagem da CED conforme item 9. Medidas em centímetros.5.1 Numerar a CP de serviço com o número do prédio.4.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 155 FIGURA 25 – CAIXAS PARA AGRUPAMENTO DE MEDIDORES PERTENCENTES A PRÉDIOS DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO Notas: 1 2 3 4 5 Aspectos construtivos.

Medidas em centímetros. conforme item 9.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 156 FIGURA 26 – CAIXAS PARA AGRUPAMENTO DE MEDIDORES PERTENCENTES A PRÉDIOS DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS COM MAIS DE UM CENTRO DE MEDIÇÃO Notas: 1 2 3 4 5 Aspectos construtivos. O circuito de emergência deve ser independente.5.4. . Instrução para a montagem da CED e/ou CD conforme item 9.1 Numerar a CP de serviço com o número do prédio.

conforme item 9.1 Numerar a CP de serviço com o número do prédio. . Medidas em centímetros.3 “a”. Instrução para a montagem da CED conforme item 9.2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 157 FIGURA 27 – PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE MEDIDORES OCUPANDO DUAS PAREDES Notas: 1 2 3 4 5 6 Aspectos construtivos. O circuito de emergência deve ser independente.4. Para a medição de serviço observar item 9.5.

5 5 ... Para a medição de serviço observar item 9.mm 2 2 condutor de aterramento..5.mm rede da concessionária Rua "C" Rua "B" B C dispositivo para desligamento à distância Rua "A" ..4.mm eletroduto Ø...nº circuito de distribuição 240 mínimo CED 5 60 60 CD DPS 40 40 40 140 40 20 20 40 120 40 20 20 40 40 90 330 40 40 40 condutor de entrada..2. Medidas em centímetros..Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 158 FIGURA 28 – PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE MEDIDORES OCUPANDO TRÊS PAREDES barra para derivação dos condutores de proteção individuais de cada unidade consumidora C B A 10 60 CP-2 Emergência CP-2 Serviço CP-2 AP. conforme item 9.3 “a”.mm eletroduto Ø..m A 120 mínimo prédio a ser ligado PLANTA DE SITUAÇÃO prédio nº LOCALIZAÇÃO DO PAINEL Notas: 1 2 3 4 5 6 Aspectos construtivos.. Instrução para a montagem da CED e/ou CD conforme item 9. O circuito de emergência deve ser independente.1 Numerar a CP de serviço com o número do prédio.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 159 FIGURA 29 – SISTEMA DE EMERGÊNCIA iluminação elevadores bombas letras cor branca sistema de emergência CP .2 pintura em vermelho distribuição disjuntor geral entrada CED DIAGRAMAS UNIFILARES COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO SISTEMA DE EMERGÊNCIA DESLIGAMENTO À DISTÂNCIA CED COM MAIS DE UM CENTRO DE MEDIÇÃO SISTEMA DE EMERGÊNCIA 1 2 3 DESLIGAMENTO À DISTÂNCIA CED .

8 Ø 1. Especificações conforme ANEXO K. 23 20 20 .8 marca do engastamento 110/120/130/135 110/120/130/135 160±15 marca do engastamento 20 20 500/600/700/750 23 20 SEÇÃO DUPLO T 160±15 13 SEÇÃO QUADRADA SEÇÃO CIRCULAR Notas: 1 2 3 Os postes devem ser confeccionados conforme ANEXO Y. Dimensões em centímetros.8 20 20 Ø 1.8 500/600/700/750 160±15 13 Ø 1.8 marca do engastamento 110/120/130/135 500/600/700/750 Ø 1.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 160 FIGURA 30 (A) – POSTE PARTICULAR Concreto Armado 10 10 variável conforme tipo do ramal de ligação 20 10 20 Ø 1.8 identificação 15 15 identificação identificação Ø 1.

SEÇÃO QUADRADA 4 110/120/130 160±15 13 23 .8 500/600/700 500/600/700 Identificação Ø 1.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 161 FIGURA 30 (B) – POSTE PARTICULAR Madeira três voltas de arame de aço 14 BWG 20 10 20 10 20 20 Ø 1. − Diâmetro do topo. Identificação: − Nome do fabricante. − Comprimento nominal.8 20 20 Ø 1. − Data da fabricação.8 Identificação Ø 1. Especificações conforme ANEXO K. Dimensões em centímetros.8 23 13 160±15 SEÇÃO CIRCULAR Notas: 1 2 3 Postes de madeira devem ser de eucalipto tratado ou cerne.

Identificação: − Nome do fabricante. − Diâmetro do topo.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 162 FIGURA 30 (C) – POSTE PARTICULAR Poste de aço sem caixa e com caixa de medição acoplada 500/700 260/450 (Mín. Dimensões em centímetros. Especificações do poste com seção circular conforme ANEXO K. − Comprimento nominal. − Data da fabricação. 5 . Os postes com caixa acoplada devem ser devidamente aprovado pela concessionária.) Furo Ø 5mm Identificação 500/600 Furo Ø 30mm para passagem dos condutores 160±15 Marca do engastamento engastamento 110/120 Furo Ø 15mm para fio terra e condutor de proteção 90/100 SEÇÃO CIRCULAR Notas: 1 2 3 4 SEÇÃO QUADRADA 5 Os postes devem atender as exigências da NBR 6591.

1:5 DETALHE E-E ESC. Medidas em milímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 163 FIGURA 30 (D) – POSTE PARTICULAR Poste de concreto armado com caixa de medição monofásica acoplada CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEX DETALHE B-B D D DETALHE A-A E E CAIXA SUBTERRÂNEA 180X160 Ø34 AES-CEEE-RGE DETALHE A-A DETALHE B-B DETALHE D-D ESC. − Data da fabricação. o ramal de entrada deve ser com cabo multipolar isolado para 0. 1:5 Nota: 1 2 No caso do poste não possuir eletroduto interno.6/1 kV. − Diâmetro do topo. − Registro de responsabilidade técnica (CREA). Identificação: − Nome do fabricante. não sendo aceito condutores unipolares. − Comprimento nominal. 3 .

.2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 164 FIGURA 31 (A) – CAIXAS PARA UNIDADES CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS USO INTERNO CLI USO EXTERNO CLE TAMANHOS 1A e 2A C B A CI CE TAMANHOS 1e2 TAMANHO 3 CPO CPOL 00 UV ? PC MEDIÇÃO INDIRETA USO INTERNO CI USO EXTERNO CE TAMANHO 7 130 24 150 7 CI-CE CI-CE 150 130 24 Notas: 1 2 As caixas devem ser confeccionadas conforme as especificações contidas no ANEXO AA. consulte item 9.3. Para determinar o tamanho.

3. consulte item 9.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 165 FIGURA 31 (B) – CAIXAS PARA AGRUPAMENTOS TAMANHO 5 B B A C A B TAMANHO 8 A TAMANHO 9 B A TAMANHOS 10 e 11 B C A TAMANHOS 12 TAMANHOS 13 A B A Notas: 1 2 As caixas devem ser confeccionadas conforme as especificações contidas no ANEXO AA. Para determinar o tamanho.2. .

com as aletas voltadas para o fundo.3. . Todas CED´s ou CD´s devem ser dotadas de dobradiças e dispositivos para lacre. inferior e superior.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 166 FIGURA 32 – CAIXAS DE PROTEÇÃO E DISTRIBUIÇÃO Notas: 1 2 3 Para escolha da CP consulte item 9. As aberturas para ventilação das CED´s e CD´s devem estar localizadas nas faces laterais.

Quando de concreto as paredes devem ter espessura mínima de 6cm. .2. Para cada caso devem atender as condições do item 8. Medidas em centímetros.4.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 167 FIGURA 33 – CAIXAS DE PASSAGEM DE RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO Notas: 1 2 3 As caixas devem ser de alvenaria ou concreto revestidas com argamassa. As medidas indicadas são as mínimas exigidas. impermeabilizadas e com drenagem.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 168 FIGURA 34 – HASTE DE ATERRAMENTO Nota: 1 Medidas em centímetros.

Medidas em milímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 169 FIGURA 35 – ARMAÇÃO SECUNDÁRIA E SUPORTE Notas: 1 2 As ferragens devem ser confeccionadas conforme especificação da concessionária e atenderem as exigências aplicáveis na NBR 8159. .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 170 FIGURA 36 – ISOLADORES Roldana 76 x 80 Roldana Dois Leito Roldana 42 x 42 / 48 x 48 Castanha 60 x 40 Notas: 1 Medidas em milímetros. .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 171 FIGURA 37 – TUBO DE ATERRAMENTO Nota: 1 Medidas mínimas em milímetros. .

plástico ou produto similar. quando localizado no passeio público. concreto armado. provido de tampa adequada com resistência mecânica capaz de suportar trânsito de veículos e/ou passagem de pedestres. nos formatos quadrado ou circular. policarbonato. .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 172 FIGURA 38 – DETALHE DE ATERRAMENTO Nota: 1 A cavidade de inspeção pode ser confeccionada em alvenaria.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 173 FIGURA 39 – ARMAÇÃO SECUNDÁRIA POLICARBONATO Nota: 1 Medidas mínimas em milímetros. .

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