A uLlllzacão de anlmals pela Þubllcldade

Como serpenLes encanLadoras

A Þubllcldade sempre uLlllzou anlmals para chamar a aLencão de seus especLadoresŦ uesde os
convenclonals blchos domesLlcosţ como cães e aaLosţ aos exóLlcosţ como camaleões e baraLasţ
o mundo da Þubllcldade esLá abarroLado de anlmalsŦ Lssa uLlllzacão não e em vãoţ mas
baseada no slmbollsmo que Lals blchos carreaamŦ Cs anlmals são arande fonLe de slanlflcados
dlversosţ conLendo em sl mulLas lnformacõesŦ Como [á fol anallsado em caplLulo anLerlorţ os
homens aLrlbuem aos blchos caracLerlsLlcas que lhes são exLrlnsecasţ a flm de consLrulr bases
para suas classlflcacões culLuralsŦ Sendo asslmţ os anlmals são Lomados em suas qualldades de
arqueLlpos e represenLam um con[unLo de poLenclalldade e lnsLlnLos humanosŦ Lles fazem
parLe de nosso lmaalnárlo coleLlvo e passamŴnos mensaaens mulLo mals complexas do que
pensamosŦ L e exaLamenLe por lsso que a Þubllcldade uLlllzaŴos exausLlvamenLeŦ Como
personaaens prlnclpals ou coad[uvanLesţ os anlmals caLlvam e encanLam o publlco especLadorŦ
Alauns deles não só são uLlllzados nas pecas publlclLárlasţ como Lambem fazem parLe da
próprla loaomarca da empresa anunclanLeŦ Lles podem esLar em forma de anlmacão ou em
carne e ossoţ mas aeralmenLe adqulrem caracLerlsLlcas humanasţ que vão desde o modo de
porLarŴse ao faLo de falaremŦ MulLos são os casos memorávels de anlmals quase humanos
mlLlflcados pela ÞubllcldadeŦ Cs chlmpanzes da LmbraLelţ por exemploţ falam ao Lelefone e
lnLeraaem com a aaroLaŴpropaaandaŦ C franao da Sadla prepara comldas e dá dlcas de
cullnárlaŦ A baraLa da 8odox desabafa suas anausLlas com o publlcoŦ 1odos eles mexem com
nosso lnconsclenLe coleLlvo e brlncam com nosso lmaalnárlo culLuralŦ uma das campanhas que
mals permaneceu na memórla das pessoas fol a felLa pela aaôncla WŦ 8rasll para a CofapŦ nas
pecas publlclLárlasţ um cachorro da raca 1eckel aLuava como ºaaroLoŴpropaaanda" da marcaŦ
C anlmal andava de skaLeţ pedla esmolas e aala como um verdadelro ser humanoŦ A
campanhaţ que comecou a ser velculada em 1990ţ fez LanLo sucesso que e comenLada aLe os
dlas de ho[eŦ A marca flcou assoclada ao anlmal e aanhou slmpaLla do publlcoŦ C mesmo
aconLeceu com o elefanLe da Clcaţ crlado por Maurlclo de Souzaţ a prlnclplo para ser
personaaem de um alblŦ !oLalhãoţ como fol apelldadoţ comecou a ser uLlllzado nas pecas
publlclLárlas na decada de 60 e acabou vlrando loaomarca da empresaţ que permanece aLe os
dlas aLualsŦ CuLros casosţ como o mlco da 1lare e as coru[as da LLernlLţ enLre ouLrosţ Lambem
Lrouxeram reLorno l s marcas anunclanLesţ que conLlnuam aposLando nos blchosŦ no mundo
da Þubllcldadeţ os anlmals podem ser assoclados a elemenLos queţ a prlnclploţ esLão lonae de
fazer parLe de suas realldadesŦ A [á exLlnLa Casa 1avaresţ por exemploţ uLlllzava um cão da raca
1errler Lscocôsţ de preco elevado e rara no 8rasllţ para mosLrar que suas roupas eram
ellLlzadasŦ A Lsso usa um Llare como meLáfora da poLôncla de seu combusLlvelŦ Cs anlmals
quallflcam a mensaaem que a empresa anunclanLe preclsa passarŤ eles conLem mulLas
lnformacões que capLamos com rapldez eţ mals do que lssoţ com slmpaLlaŦ MulLas vezesţ os
blchos uLlllzados nas pecas publlclLárlas acabam slnônlmos da próprla marcaţ como e o caso do
WesL Plahland WhlLe 1errlerţ o cachorrlnho da lCŦ

Consequônclas

A uLlllzacão maclca de deLermlnados anlmals pela Þubllcldade acaba por aerar um modlsmoŦ
ALualmenLeţ a aaôncla Almap88uC esLá fazendo uma campanha para a volkswaaenţ que
uLlllza um cão da raca Labrador como ºaaroLoŴpropaaanda" do carro ColŦ nas pecas
publlclLárlasţ o Labrador sempre coloca um 8order Collleţ ouLra raca de cachorroţ em slLuacão
de desvanLaaemŦ Seaundo donos de ÞeL Shops e crladoresţ a demanda pelo Labrador cresceu
assusLadoramenLeţ enquanLo que a pelo 8order Collle não mudouŪ faLo que Lambem pode ser
causado pela dlflculdade de enconLrarŴse a raca e pelo preco menos acesslvelŦ MulLas pessoas
Lambem cheaam aos ÞeLs à procura do ºaaLo da Whlskas" (Amerlcan ShorLhalr) ou do ºraLlnho
do 8radesco" (1wlsLer)Ŧ uessa formaţ alem de as marcas acabarem assocladas aos blchos dos
quals fazem usoţ os blchos Lambem acabam assoclados l s marcas que os uLlllzamŦ A uLlllzacão
de anlmals pela Þubllcldade pode ser perlaosa quando paradoxalŦ C faLo de slmpaLlzarmoŴnos
pelo franao da Sadla pode ser neaaLlvo para a compra da marcaŦ ConLudoţ e dlflcll saber a
reacão do publlcoŦ As anLlaas Casas da 8anha flzeram sucesso uLlllzando porqulnhos em suas
campanhasŦ C publlco crlou lacos de afeLo com os anlmalsţ o queţ paradoxalmenLeţ em vez de
desesLlmularem a compra da carne de porcoţ flzeramŴna crescerŦ Þor ouLro ladoţ a 8odox Leve
arandes pre[ulzos ao uLlllzar uma baraLlnha anlmadaţ que relaLava LrlsLemenLe aos
especLadores a dura realldade de ser uma baraLaŦ As pessoas senslblllzaramŴse com a hlsLórla
do pequeno lnseLo e acabaram opLando pela marca adversárlaŦ Þerlaosa ou nãoţ a verdade e
que a uLlllzacão de blchos pela Þubllcldade vem crescendo e [á e moLlvo para debaLes e
esLudos sobre a eLlca da proflssãoŦ no llvro ºA queda da Þropaaanda"ţ Al 8les dlscorre sobre o
excesso de anlmals na Þubllcldadeţ sobreLudo norLeŴamerlcanaŦ C empreao de blchos na
Þubllcldadeţ aeralmenLeţ Lraz reLorno l s empresas anunclanLesŦ ulanLe desse cenárloţ mulLas
aaônclas esLão fazendo uso dessa forma de comunlcarŴse e o resulLado e um zoolóalco de
pecas publlclLárlasŦ Cs anlmals acabam sendo uLlllzados lndlscrlmlnadamenLe a flm de
represenLarem desde a poLôncla de um aparelho de somţ como no caso das formlaulnhas da
Þhllcoţ à refrescâncla de uma bebldaţ como no caso do urso polar da CocaŴColaŦ C 49o lesLlval
lnLernaclonal de Þubllcldade de Cannesţ que ocorreu em 2002ţ provou que o uso de anlmals na
Þubllcldade esLava LornandoŴse uma Lendôncla mundlalŦ Clnco dos fllmes premlados nas
prlnclpals caLeaorlas do lesLlval conLlnham cachorros como ºaaroLosŴpropaaanda"Ŧ C caso da
lndusLrla de bebldas alcoóllcas A lndusLrla de bebldas alcoóllcas Lrabalha com um
plane[amenLo publlclLárlo dlreclonado prlorlLarlamenLe aos [ovens eţ para LanLoţ uLlllza as mals
varladas Lecnlcas persuaslvasŦ nesse cenárloţ podemos noLar a arande presenca de anlmals nas
pecas publlclLárlas dessas empresasŦ lsso se deve ao faLo de a Þubllcldade perceber que os
[ovens são mals recepLlvos nesse senLldo eţ porLanLoţ facllmenLe caLlvadosŦ não preLendo aqul
debaLer se o ob[eLlvo de Lal lndusLrla e Lambem alcancar as crlancasţ porem o que se sabe e
que elas são aLlnaldas de laual ou malor formaŦ Alem dlssoţ exlsLem evldônclas suaesLlvas de
que os comerclals de bebldas alcoóllcas afeLam o consumo de álcool na adolescôncla (nlAAţ
2000)Ŧ Alauns esLudos provaram que as pessoas preferem pecas publlclLárlas que uLlllzam
lmaaens aaradávels e que valorlzam esLllos de vlda do que as que slmplesmenLe focallzam o
produLo (Covell eL alŦţ 1994Ť kellv e Ldwardsţ 1998)Ŧ 1als esLudos Lambem mosLraram que a
uLlllzacão de anlmals e personaaens anlmadosţ asslm como personalldades e muslcas [ovensţ
aLraem mals os adolescenLesŦ um esLudo felLo por dols pesqulsadores (MenaŴ!lnn Chen e !oel
WŦ Crube) com crlancas e adolescenLes enLre 10 e 17 anosţ de Lodas as eLnlasţ mosLrou que
63Ʒ dos comerclals de cerve[a mals reconhecldos era proLaaonlzado por anlmalsŦ Sendo asslmţ
a Þubllcldade relaclonada l lndusLrla de bebldas alcoóllcas abusou da uLlllzacão de blchlnhosţ
anlmados ou nãoţ a flm de seduzlr o publlco dese[adoŦ Cs anlmals usados nessas campanhas
eram exLremamenLe slmpáLlcos e enaracadosŦ Slrlsţ LarLaruaasţ pelxesţ eLcŦţ formaram um
leque dlverLldo e encanLadorţ LanLo aos adulLosţ quanLo aos adolescenLes e l s crlancasŦ C caso
mals conhecldo e memorável fol o da LarLaruaulnha anlmada da 8rahmaţ crlada pela aaôncla
l/nazca para a campanha paLroclnadora da C8l na Copa de 2002Ŧ C anlmal fez LanLo sucesso
que vlrou moLlvo de consumoť chavelrosţ bonesţ camlseLasţ enLre ouLrosţ foram produzldos
para aLender l demanda pelo slmpáLlco ººaaroLoŴpropaaanda" da empresaŦ AnLes de a
LarLaruaa aparecerţ a 8rahma [á uLlllzava slrls anlmados em sua campanha de 2001Ŧ Þor sua
vezţ a Skol Lambem apareceu com LaLus dancanLes e cães paqueradoresţ crlados laualmenLe
pela aaôncla l/nazcaŦ Lssas campanhas esLão enLre as mals lembradas pelo consumldorŦ
ConLudoţ ouLras empresas de bebldas alcoóllcasţ prlnclpalmenLe de cerve[aţ Lambem flzeram
uso de anlmals em suas campanhasţ o que levou o Conselho de AuLoŴ8eaulamenLacão
ÞubllclLárla (CCnA8) a Lomar aLlLudes a flm de dlsclpllnar esse Llpo de ÞubllcldadeŦ LnLre
ouLras medldasţ o CCnA8 lmpedlu a uLlllzacão de ºllnauaaemţ recursos aráflcos e audlovlsuals
perLencenLes ao unlverso lnfanLllţ Lals como anlmals ºhumanlzados"ţ bonecos ou anlmacões
que possam desperLar a curlosldade ou a aLencão de menores e conLrlbulr para a adocão de
valores morals ou háblLos lncompaLlvels com sua condlcão"Ŧ A declsão do Conselho prova queţ
denLre ouLras Lecnlcasţ a uLlllzacão de anlmals pela Þubllcldade e alLamenLe perlaosaţ [á que
seduLora e esLlmulanLeŦ

C caso da lndusLrla auLomoblllsLlca

A lndusLrla auLomoblllsLlca Lambem cosLuma uLlllzar basLanLe anlmals em suas pecas
publlclLárlasŦ Com a dlferenca de que não há nenhuma resLrlcão felLa pelo CCnA8ţ as
empresas de auLomóvels abusam do uso de blchos em suas campanhasţ a flm de
conqulsLaremţ prlnclpalmenLeţ seus fuLuros compradoresť os adolescenLesŦ Alaumas empresas
possuem anlmals em suas próprlas loaomarcasţ como no caso do !aauar ([aauar)ţ da lerrarl
(cavalo) e da ÞeuaeoL (leão)ţ por exemploŦ 1odavlaţ arande parLe delas uLlllzaŴos em suas pecas
publlclLárlasŦ um dos casos mals recenLes e o da volkswaaenţ queţ em sua mals nova
campanhaţ compara o carro Col a um cão da raca Labradorţ conhecldo por ser lnLellaenLe e
esperLoŦ ulversos ouLros anlmals [á foram usados em pecas publlclLárlas de empresas de
auLomóvelsť uma lesma mosLrou a velocldade de um novo carro da Audlţ um cachorro da raca
Calao fez o mesmo com um novo carro da ClLroen e um pequeno cão da raca lox ÞaullsLlnha
usou de suas arLlmanhas para conseaulr andar no novo carro da PondaŦ Lsses são só alauns
exemplos da enormldade de anlmals uLlllzados na Þubllcldade da lndusLrla auLomoblllsLlcaŦ A
forma de uLlllzacão Como [á fol anallsado em caplLulo anLerlorţ a Þubllcldadeţ por Lrabalhar
com o prlnclplo da maala e da uLoplaţ não Lem o ob[eLlvo (nem o dever) de ser o reLraLo
mlnucloso da socledadeŦ Sua prlorldade e consLrulr um mundo máalcoţ seduLor e
surpreendenLeţ a flm de conqulsLar o publlcoŴalvo do produLo anuncladoŦ nesse senLldoţ a
Þubllcldade vende alao alem da lmaaem que passaŤ ela vende alearlaţ bemŴesLar e saLlsfacãoŦ
Þara LanLoţ preclsa personlflcar o produLoţ envolvendoŴo slmbollcamenLeŦ ulanLe desse
cenárloţ os anlmals são armas poderosasŦ Lles carreaam em sl uma lnflnldade de slmbolosţ que
são passados de manelra ráplda e aaradávelŦ LnLreLanLoţ a Þubllcldade Lrabalha em clma das
anausLlas da socledade eţ porLanLoţ crla um mundo ldealţ no qual Lodos senLem dese[o de
vlverŦ nelaţ os aspecLos neaaLlvos da realldade não exlsLemţ Ludo e perfelLoŦ L o uso dos
anlmals na Þubllcldade não foae l rearaŦ Lles são ldeallzadosŤ na malorla dos casosţ são
bonlLosţ saudávels e fellzesŦ Cuando felosţ no mlnlmo são enaracados e slmpáLlcosŦ
8esumlndoť Lodos são caLlvanLesŦ A Þubllcldade crla uma falsa realldadeţ onde os blchos são
Lão ldeallzados quanLo o mundo que ela consLrólŦ um dos casos mals slanlflcaLlvos nesse
senLldo fol o da baraLa crlada pela aaôncla SLandard CMţ na decada de 70ţ para a 8odoxŦ C
anlmalţ que causa asco e repuanâncla na vlda realţ aerou uma slmpaLla Lão arande que as
pessoas passaram a comprar a marca adversárla por senLlrem pena de sua LrlsLe hlsLórlaŦ Þor
sua vezţ ao uLlllzar ursos polares em suas campanhas publlclLárlasţ a CocaŴCola mlLlflcou esses
blchosţ expondoŴos como dócels e carlnhososŦ Lm alauns palsesţ mals de uma crlanca acabou
vlLlma de ursosţ pelo faLo de não Lerem conheclmenLo de sua aaresslvldadeţ pols pensavam
que eles serlam Lal como vlram nos comerclals de LevôŦ não cabe aqul uma dlscussão sobre
esses casosŦ C que preLendo expor e a forma ldeallzada com a qual a Þubllcldade Lrabalha com
os anlmalsţ asslm como faz com Lodos os elemenLos que uLlllzaŦ Seu ob[eLlvo e aLralr a
socledade ao consumo eţ para LanLoţ preclsa consLrulr um mundo uLóplco e dese[adoţ onde
somenLe os aspecLos poslLlvos são mosLradosŦ Alem dlssoţ ela Lem espaco para crlar suas
pecas com o prlnclplo da maalaţ no qual o ludlco e o lrreal podem sobressalrŦ Casos
comparados A Þubllcldade Lem como ob[eLlvo servlr ao cldadão e à empresa para a qual
LrabalhaŦ nesse senLldoţ ela aLua baseada em duas verLenLesť a prlmelraţ de lnformar os
recepLores das caracLerlsLlcas do produLo ou servlco anuncladoŤ a seaundaţ de caLlvar o
publlcoŴalvo e lncenLlvar a compra dos mesmosŦ ÞarLlndo desses dols prlnclplosţ a Þubllcldade
procura crlar um mundo máalco e paraleloţ que desperLe o dese[o da socledade de consumoŦ
nesse mundoţ somenLe os aspecLos poslLlvos são elucldados e os aspecLos neaaLlvos são
banldosŦ L um mundo perfelLo e encanLadorţ dlsLanLe de nossa realldadeţ mas próxlmo de
nossas necessldades mals lnLlmasŦ ulanLe desse cenárloţ e de acordo com o Lema do presenLe
Lrabalhoţ os anlmals são exposLos de manelra poslLlvaţ de forma a caLlvar os especLadoresŦ
1odos são slmpáLlcosţ bonlLosţ aleares e lnLellaenLesŦ A realldade de abandono e mausŴLraLos
não e aLraenLe eţ por lssoţ não faz parLe do mundo da ÞubllcldadeŦ uoencasţ aaresslvldade e
morLe nunca são menclonadosŦ C franao da Sadla falaŴnos da qualldade das carnesţ mas nunca
ousa mosLrarŴnos a forma de abaLe das avesŦ Cs cãesţ na arande malorla das vezesţ são de raca
e quase nunca vlraŴlaLasŦ Cs ursos não são aaresslvosţ mulLo menos os LlaresŦ Þelo conLrárloţ
Lodos são exaLamenLe do [elLo que aosLarlamos que fossemŦ 1odavlaţ lsso não aconLece
somenLe com os anlmals na ÞubllcldadeŦ Como vlmosţ o mundo por ela crlado preclsa ser
aLraenLeţ como um reflexo daqullo que dese[amosţ como um espelho que refleLe não o que
nossa socledade eţ mas o que ela aosLarla de serŦ no mundo da Þubllcldadeţ a desllusãoţ a
LrlsLeza e a lnsaLlsfacão não Lôm luaarŦ nele só exlsLe perfelcãoŦ Cs ob[eLlvos da Þubllcldade
não se permelam na exposlcão da realldadeţ mas na oferLa de um mundo uLóplco e ldealŦ
uessa manelraţ asslm como os anlmalsţ os ldosos e as crlancas são mosLrados de forma
poslLlvaŦ não exlsLem velhos abandonados em asllosţ não exlsLem crlancas órfãs ou
dellnquenLesŦ 1odos são saudávelsţ fellzes e reallzadosŦ Cs problemas de nossa socledade não
fazem parLe do mundo uLóplco da ÞubllcldadeŦ A vlolôncla conLra ldosos e crlancasţ Lal como a
conLra blchosţ não enLra nesse mundoŦ C que enLra são velhlnhos bem sucedldos e chelos de
enerala e menlnos e menlnas cercados de carlnho e aLencãoŦ ua mesma formaţ na malorla dos
casosţ as mulheres são bonlLas e seduLorasţ os homens são másculos e produLlvosŦ no mlnlmo
são bemŴhumorados e aaradávelsŦ As pessoas são lndublLavelmenLe fellzes e saLlsfelLasŦ C
mundo da Þubllcldade e perfelLo por excelônclaŦ C que e lmporLanLe perceber nessa anállse e
que o caso da mlLlflcacão dos anlmals não e slnaularţ mas pauLado nas premlssas báslcas da
aLlvldade publlclLárlaŦ não são somenLe os blchos que são exposLos de manelra poslLlva eţ
mulLas vezesţ llusórlaŦ 1udo que a Þubllcldade nos passa e Lrabalhado de forma a caLlvarŴnos eţ
porLanLoţ deve ser lapldado em seu aspecLo mals ldealŦ uesde o cenárlo que se dará a
monLaaem da peca publlclLárla a seu personaaem prlnclpalţ a Þubllcldade preocupaŴse em
aLralr o publlco consumldor e não em lhes reLraLar a realldadeŦ L a socledade e aLralda por
aqullo que dese[a e não por aqullo que repuanaŦ Sendo asslmţ a Þubllcldade procura enconLrar
os dese[os mals coleLlvos eţ ao mesmo Lempoţ mals lndlvlduals das pessoas e Lrabalha em clma
delesŦ Lla oferece l socledade o que esLa dese[a obLerŦ 1udo aqullo que fechamos os olhos ou
fualmosţ Lodos os problemas que não aosLarlamos de Ler de enfrenLarţ a Þubllcldade esconde
para nósŦ Lla só mosLraŴnos aqullo que queremos verţ ººproLeaendoŴnos" das neaaLlvldades da
vldaŦ Lla e como uma mãe que mlma seu fllho e o lmpede de conhecer a crueza da realldadeŦ
Cuando esLamos envolLos nesse mundo uLóplcoţ esLranhaŴnos depararmoŴnos com a verdadeŦ
A Þubllcldadeţ dlferenLemenLe do !ornallsmoţ e o amblenLe no qual podemos meraulhar na
fanLasla e esquecer as quesLões que nos afllaemŦ A vulnerabllldade das pessoas dlanLe dos
anlmals Þor que usar anlmals na Þubllcldade? A relacão enLre homens e anlmals Lem orlaem
nos prlmórdlos da humanldadeŦ uesde enLãoţ essa relacão vem desenvolvendoŴse e
adqulrlndoţ cada vez malsţ caracLerlsLlcas de proxlmldadeŦ no prlnclploţ os blchos eram
assoclados a lnumeros slmbolosţ o que permanece aLe os dlas aLualsŦ Lles comecaram a fazer
parLe de nosso coLldlano como represenLanLes de forcas maLerlals e esplrlLualsţ Lomados em
suas qualldades de arqueLlposŦ Aos poucosţ os anlmals foram aproxlmandoŴse como
elemenLos uLels l socledade aLe cheaar a uma relacão de Lroca de afeLoŦ Sendo asslmţ a
humanldade manLemţ desde Lempos remoLosţ uma forLe relacão com os blchosţ se[a ela
baseada e aspecLos slmbóllcosţ uLels ou senLlmenLalsŦ ÞarLlndo dessa observacãoţ não e dlflcll
conclulr que os anlmals cercelam nossas aLlLudes e pensamenLosţ esLando presenLes em Lodos
os momenLos de nossas vldasŦ uesde o urslnho de peluclaţ que aanhamos quando crlancasţ a
nosso vocabulárlo permeado de blchos e seus slanlflcadosţ a socledade e exLremamenLe
lnfluenclada pelos anlmalsŦ Ao mesmo Lempoţ a relacão de afeLo que manLemos com eles e
mals um faLor a reforcar essa lnfluônclaŦ ÞorLanLoţ para nósţ um anlmal represenLa mals do
que sua slmples exlsLônclaŤ ele carreaa slmbolos e LransmlLeŴnos emocõesŦ uessa formaţ a
uLlllzacão de anlmals pela Þubllcldade Lem sua razão de serŦ Cs blchos mexem com nosso
lnconsclenLeţ polsţ como [á fol dlLoţ carreaam em slţ alem de qualldades uLelsţ aspecLos
slmbóllcos e senLlmenLalsŦ Como a Þubllcldade preclsa Locar nosso lnconsclenLeţ no lnLulLo de
aLralrŴnos para o consumoţ o uso de anlmals [usLlflcaŴseŦ Cs blchos são armas poderosas nesse
senLldoţ pols peneLram em nossas menLes de forma ráplda e aaradável e LransmlLemŴnos
lnumeras lnformacõesŦ Ao mesmo Lempoţ caLlvamŴnosţ devldo l relacão de afeLo que consLrulŴ
mos com eles ao lonao dos LemposŦ A lmaaem de um slmples anlmal e exLremamenLe eflcaz
para passarŴse uma mensaaemţ pols ela nos e slmpáLlca e carreaa slmbolos dlversosŦ ue
acordo com alauns esLudlososţ o lmpacLo de uma peca publlclLárla deveŴse a dols processosť
resposLa afeLlva e aLencãoŦ Cs blchos Lôm um papel mulLo lmporLanLe nesse senLldoţ [á que
Lrazem conslao ambos os elemenLosŦ Lles chamamŴnos aLencão devldo a Loda a lnfluôncla que
Lôm em nossas vldasŦ L a resposLa afeLlva se dá devldo l relacão senLlmenLal que Lemos com
elesŦ Loaoţ a uLlllzacão de anlmals na Þubllcldade e uma LáLlca basLanLe esLudadaţ de acordo
com as consequônclas que proporclonaŦ Cs blchos Lrazem reLorno aos anunclanLesţ pols
aLraem a aLencãoţ aeram slmpaLla e caLlvam os especLadoresţ prlnclpalmenLe aqueles que são
fuLuros consumldoresť as crlancasŦ Crlancas As crlancas são os poLenclals consumldores de
amanhã e e por lsso que a Þubllcldade empenhaŴse LanLo em conqulsLáŴlasŦ Llas flcamţ em
medlaţ quaLro horas por dla em frenLe l Lelevlsão e LornamŴse alvo fácll para a avalanche de
mensaaens publlclLárlasŦ Alem dlssoţ o consumo precoceţ causado pela urbanlzacão e pelo
acesso lllmlLado às lnformacõesţ fez com que a Þubllcldade aposLasse alnda mals no publlco
lnfanLllŦ 1raLar crlancas como consumldores não e uma novldadeţ mas uma Lendôncla
publlclLárlaŦ lnvesLlr nas crlancas ho[e e asseaurar que daqul há 10ţ 13 anos as empresas
possam ser lembradas por elas e aaranLlremţ asslmţ o reLorno fuLuroŦ Como [á fol elucldadoţ
alauns esLudos provaram que a Þubllcldade que envolve anlmals ou personaaens anlmados e
mals aLraLlva l s crlancasŦ não e l Loa que as lndusLrlas auLomoblllsLlca e de bebldas aposLam
suas flchas na uLlllzacão de anlmals em suas pecas publlclLárlasţ vlsando conqulsLar seus
poLenclals consumldores do fuLuroŦ Se os blchos aLraem a aLencão e persuadem os adulLosţ
queţ de cerLa formaţ [á Lôm uma oplnlão formuladaţ que dlrá as crlancasŦ 8lchlnhos reals ou
anlmadosţ mas sempre humanlzadosţ convldamŴnas a meraulhar no mundo da fanLaslaţ
caracLerlsLlco unlverso lnfanLllŦ As crlancas não Lôm capacldade de avallacãoţ mulLo menos
dlscernlmenLo para não serem manlpuladasŦ Seaundo Clro Marcondes lllhoţ há Lrôs elemenLos
que lmpendem a manlpulacão da oplnlão publlcaŦ São elesť memórlaţ vlvôncla e vlsão de
con[unLoŦ Se os próprlos adulLos não os Lôm em sua LoLalldadeţ lmaalnemos as crlancasŦ L
nesse momenLo que enLra uma dlscussão eLlca da Þubllcldadeţ no que dlz respelLo l uLlllzacão
de anlmalsŦ ALe que ponLo ela não e pre[udlclal às crlancasţ quando o produLo anunclado não
faz parLe de suas realldades? Como podemos expllcar a elas que não devem Lomar cerve[a se
os comerclals da 8rahma mosLram dlverLldos slrlzlnhos apreclando a beblda? Como podemos
convencôŴlas de que e preclso dlrlalr com cauLela e seauranca se os comerclals da Audl
mosLram uma enaracada lesmlnha esbaldandoŴse com a velocldade do carro? Como podemos
provar que o urso polar e vlolenLo se os comerclals da CocaŴCola mosLram o conLrárlo? Lssa e
uma quesLão que merece um esLudo mals aprofundado e não cabe anallsáŴla no presenLe
LrabalhoŦ C que e lmporLanLe ressalLar e o faLo de que a uLlllzacão de anlmals pela Þubllcldade
aLlnae desde as mals lnocenLes crlancas aos mals esclarecldos adulLosŦ 1al faLo e ocaslonado
pela remoLa e permanenLe relacão enLre homens e anlmalsţ que envolveţ prlnclpalmenLeţ
aspecLos slmbóllcos e emoclonalsŦ um caso que demonsLrou lsso claramenLe fol a campanha
da ÞarmalaLţ reallzada pela aaôncla uM9ţ que Lrazla crlancas vesLldas de anlmalsŦ A ldela fez
sucesso LanLo enLre os adulLosţ que passaram a comprar o lelLe da marcaţ quanLo enLre as
crlancasţ que flzeram colecão dos blchlnhos de pelucla produzldos devldo ao resulLado poslLlvo
da campanhaŦ A realldade dos anlmals As CnCs de proLecão anlmal recebemţ dlarlamenLeţ
mulLos blchos vlLlmas das aLrocldades comeLldas por seresŴhumanosŦ Cs casos de abandono e
mausŴLraLosţ sobreLudo de anlmals vlraŴlaLasţ são frequenLes e essas lnsLlLulcões LenLam
convencer a socledade a respelLar os dlrelLos dos anlmalsŦ Þor mals que exlsLam lels que
aaranLem esses dlrelLosţ as CnCs Lôm mulLas dlflculdades em fazôŴlas vlaorarţ devldo ao
descaso das auLorldades e l falLa de educacão da populacãoŦ Cuando quesLlonadas sobre a
orlaem das aLrocldadesţ as enLldades de proLecão anlmal são unânlmes em aponLar as classes
de balxa renda como prlnclpals auLorasŦ Apesar da vlolôncla e do descaso para com os blchos
não se resLrlnalrem a essas oraanlzacões soclalsţ e nelas que ocorre a arande malorla dos
casosŦ Sendo asslmţ a área de aLuacão das CnCs abranae fundamenLalmenLe essas classesţ
com um Lrabalho que envolve desde casLracões araLulLas ou a precos populares para os
anlmals das comunldades próxlmas aLe proaramas de consclenLlzacão nas escolas e nas
assoclacões de moradores desses localsŦ uma das prlmelras colsas que observamos em
comunldades de balxa renda e o arande numero de anlmals que possuemŦ não e dlflcll conclulr
que a causa da superpopulacão e do decorrenLe abandono esLá no faLo deţ ao conLrárlo do
que ocorre em ouLros seLores da socledadeţ essas comunldades não se basearem em preŴ
requlslLos como recursos flnancelrosţ llmpeza e espacoţ para adqulrlrem um anlmalŦ uessa
formaţ não e raro depararmoŴnos com dlversos anlmals vaaando pelas ruas duranLeţ mesmo
Lendo donosŦ nesses amblenLesţ podemos enconLrar pessoas que culdam dos blchos de Loda a
comunldade eţ por lssoţ acabam sobrecarreaadas com a responsabllldade que os moradores
lhes LransferemŦ Llas são sempre procuradas para resolverem slLuacões dellcadasţ como culdar
do cão de alaum bandldo localţ por exemploŦ Convlvem dlaŴaŴdla com aLrocldades comeLldasţ
prlnclpalmenLeţ por LraflcanLes e crlancasŦ Alem das brlncadelras para medlr forcasţ nas quals
os anlmals são [oaados de penhascosţ quelmados vlvosţ eLcŦţ esses [ovens Lôm o cosLume de
crlar cães com LemperamenLo mals feroz e os lnsLlaam l vlolônclaţ colocandoŴos para aLacarem
ouLros blchosţ como prova de superlorldadeŦ nas brlaas do Lráflcoţ anlmals são alvo de
vlnaancas e acabam LorLuradosţ para que seus donos se lnLlmldemŦ As lnsLlLulcões de proLecão
anlmal esLão peneLrandoţ aos poucosţ nas comunldades de balxa rendaţ vlsando consclenLlzar
os moradoresŦ Þroaramas de casLracão araLulLa ou a precos populares a[udam essa populacão
a dlmlnulr o numero de anlmals da comunldadeŦ LnLreLanLoţ o problema esLá lonae do flmţ
havendo alnda mulLa falLa de lnformacãoŦ As vezesţ as pessoas aaem de forma lncorreLaţ por
não conhecerem a manelra ldeal de resolverem as slLuacõesŦ MulLos casos de mausŴLraLosţ na
verdadeţ parLem dessa falLa de acesso às lnformacõesŦ A Assoclacão Casa do Cão e CaLo
(ACCC)ţ enLldade proLeLora de anlmals locallzada 8lo de !anelroţ recebe dlarlamenLe anlmals
vlLlmas da lanorâncla da populacão carenLeŦ Cuandoţ por exemploţ as pessoas vôem um cão
babandoţ sacrlflcamŴno pols assoclam l ralva canlnaŦ não sabem que o slnLoma pode ser
orlundo de ouLros males fácels de serem LraLadosţ Lampouco Lôm condlcões flnancelras para
leváŴlos a uma cllnlca veLerlnárlaŦ A falLa de dlnhelro e ouLro faLor que lnLerfere na relacão
com os blchosŦ As pessoas de comunldades carenLes não podem oferecer allmenLacão
adequada a eles e não Lôm acesso a cllnlcas veLerlnárlasŦ Cuando o Lômţ não conseauem
comprar medlcamenLos ou acompanhar o LraLamenLo do anlmalŦ C resulLado acaba sendo
sacrlflcloţ abandono ou Lransferôncla de responsabllldade para proLeLores de anlmalsŦ 8árbara
8lbelroţ uma das fundadoras da ACCCţ reclama da falLa de cooperacão da mldlaţ que deverla
cumprlr seu papel lnformaLlvoŦ uevldoţ prlnclpalmenLeţ l lnfluôncla da Levôţ as pessoas de
comunldades de balxa renda procuram Ler anlmals de racaţ que acabam vlLlmas dessa escolhaţ
pols nem sempre há condlcões de allmenLarţ Ler espaco adequado e oferecer LraLamenLo
veLerlnárlo a um anlmal que requer malores culdadosŦ A Assoclacão de ÞroLecão e Amor aos
Anlmals (ASÞAAn)ţ enLldade sedlada em Colásţ observa que a manuLencão de um cavalo não e
fácll nem baraLaŦ Lm comunldades carenLesţ eles acabam sem allmenLacão adequada ou
asslsLôncla veLerlnárlaŦ Crande parLe dos cavalos e usada para caraaţ como forma de aanhar
dlnhelro em Lracõesţ o que plora conslderavelmenLe a slLuacãoŦ MulLos proprleLárlos uLlllzam
o anlmal o dla Lodo eţ à nolLeţ alnda aluaamŴno para ouLra pessoa fazer o mesmoŦ 1rabalho em
excessoţ nada de allmenLacãoţ áaua ou descanso fazem com que Lenham a vlda encurLadaŦ Lţ
quando flcam velhos ou doenLesţ são laraados l próprla sorLe e sofrem aaonlzando ou morrem
aLropeladosŦ 1ambem podemos noLar o arande numero de sacrlflclo de anlmals em rlLuals
rellalososŦ lrequenLemenLeţ dlversos blchos são enconLrados morLos ou aaonlzando em
cruzamenLosŦ Lssa slLuacão e basLanLe dellcadaţ [á que envolve forLes LradlcõesŦ ÞroLeLoresţ
como Slmone neLLoţ que culda de anlmals das ruas e favelas de São Þauloţ LenLam salvar as
vldas dos anlmals oferLados em rlLuals que enconLram em seus camlnhosţ mas na malorla das
vezes não cheaam a LempoŦ ulanLe de LanLos aspecLos neaaLlvosţ alnda exlsLem excecõesŦ
Alaumas pessoas praLlcam a posse responsávelţ buscando LraLar dlanamenLe seus blchosŦ A
malorla não Lem condlcões flnancelras de comprar um eţ por lssoţ opLa pela adocãoŦ
SenLlmenLos como fldelldadeţ amor e cumpllcldade fazem parLe dessa relacãoŦ Anlmals
aanham nomes próprlos e dlvldem o mesmo espaco flslco com os donosŦ Werner neLoţ
presldenLe da Acão Local ÞáLlo do Colealo/8oa vlsLaţ enLldade que vlsa a resaaLar a qualldade
de vlda na realão cenLral de São Þauloţ descobrlu uma slLuacão lnLeressanLeţ que observou ao
Lrabalhar [unLo a caLadores de papelŦ Lsses homens andam acompanhados de suas famlllasţ
nas quals sempre há um cão que os seauem a qualquer luaar e Lomam conLa de seus
perLencesŦ Seus donos dlvldem com eles espacoţ áauaţ comlda eţ na malorla dos casosţ amorŦ
ConLudo e lmpresclndlvel esclarecer que Lals quesLões não são excluslvas de comunldades de
balxa rendaŦ A vlolôncla conLra os anlmalsţ por exemploţ esLendeŴse a Lodas as classes soclalsţ
com dlferenclacões no modo como as aLrocldades são comeLldasŦ A escolha por anlmals de
raca e a reslsLôncla à esLerlllzacão Ŵ pols os fllhoLes são conslderados fonLes de renda Ŵ
Lambem envolvem ouLros seLores da socledadeţ alem de dlversos ouLros ponLosŦ
lndependenLemenLe de classe soclalţ a verdade e que o cenárlo e nada oLlmlsLa eţ por essa
razãoţ as enLldades proLeLoras vôm luLando para modlflcáŴloŦ As ÞeL Shops vôm passando por
uma slLuacão que delxa basLanLe claro que o descaso para com os anlmals lndepende de
slLuacão flnancelraŦ As pessoas levam seus blchlnhos para Lomarem banho ou serem LosadosŦ
lazem lnumeras exlaônclas e recomendacões e promeLem volLar no Lempo comblnado para
buscarem seus anlmalsŦ ConLudoţ os dlas passam e elas nunca mals aparecemŦ C abandono
premedlLado e dlferenLe dos abandonos que ocorrem em porLas de cllnlcas veLerlnárlasţ CnCs
de proLecão e parquesţ dos quals não se conhece o auLorŪ que Lambem aconLece em locals de
hospedaaem de anlmalsŦ normalmenLeţ os donos fornecem enderecos e Lelefones falsos e
desaparecemŦ Alauns luaares esLão exlalndo 8Cţ CÞl e comprovanLe de resldônclaţ a flm de
evlLarem novos casos de abandonoŦ no hoLel Þarque Canlno uoa Worldţ em São Þauloţ um
abandono e realsLrado a cada 60 dlasŦ ue acordo com Maurlclo LsLeves Cocaţ presldenLe do
lnsLlLuLo de ÞroLecão aos Anlmals do 8rasll (lÞA8)ţ esse Llpo de acão Lem como auLores
pessoas de classe medla e alLaŦ Llas abandonam seus anlmals quando eles não Lôm mals
ººuLllldade"ţ LornamŴse deslnLeressanLes ou cusLososŦ Þara elasţ os blchos são como bens
descarLávelsţ os quals podem [oaar fora quando LornamŴse lncômodosŦ Apesar do abandono
de anlmalsţ se[a ele premedlLado ou nãoţ ser conslderado crlme amblenLal por mausŴLraLosţ
esses casos não cessam de ocorrerŦ ue acordo com as esLlmaLlvas do lÞA8ţ de cada 100 cães e
aaLos adqulrldos em São Þauloţ ao menos 30 são abandonados de dlferenLes formas em aLe 30
mesesŦ Lţ seaundo as CnCsţ esse numero e bem malorŦ Þor Ler orlaem nas classes mals rlcas
da socledadeţ o abandono premedlLado Lem como vlLlmaţ em sua malorlaţ anlmals de racaŦ
Seaundo nlna 8osa !acobţ presldenLe do lnsLlLuLo nlna 8osa de Þromocão e valorlzacão da
vlda Anlmalţ o anlmal domesLlco e Lldo como um ob[eLo de consumoŦ Alaumas racas LornamŴ
se arlfesţ devldo l lnfluôncla da mldlaţ e depols flcam fora de modaŦ As pessoas acabam
comprando o anlmal por lmpulsoţ sem reflexãoţ e Lermlnam arrependldas Lempos mals LardeŦ
C uso de anlmals pela mldlaţ alem de levar as pessoas a verem deLermlnados anlmals como
arlfeţ Lambem conLem em sl um arave problemaŦ A Socledade Zoóflla LducaLlva (SCZLu)ţ CnC
de proLecão anlmal no 8lo de !anelroţ cosLuma aluaar os anlmals da enLldade para aravacões
de proaramas de Levô ou comerclalsŦ Lm Lrocaţ esses blchos recebem cachôţ boa allmenLacão
e LraLamenLo de verdadelras esLrelasŦ uepols de cumprlrem seus papels de aLoresţ volLam para
a dura realldade do abrlaoŦ na Levôţ parecem verdadelros prlnclpesţ esban[ando boa vlda e
saude e conqulsLando a slmpaLla dos especLadoresŦ na SCZLuţ conLlnuam l espera de um dono
e sofrendo preconcelLo por serem vlraŴlaLas abandonadosŦ Cs anlmals que saem da SCZLu
para aravar os proaramas ou comerclalsţ normalmenLe volLam fellzes e LranqullosŦ C
aaenclador encarreaado de culdar dos anlmals Lrabalha de forma eLlcaţ respelLando os llmlLes
e os dlrelLos dos blchosŦ L e somenLe por lsso que a enLldade acelLa Lal slLuacãoŦ ConLudoţ esse
quadro não e consLanLe quando o assunLo e a uLlllzacão dos anlmals em aravacõesŦ na arande
malorla das vezesţ os blchos volLam esLressados e apáLlcosţ delxando claro que não receberam
o LraLamenLo adequadoŦ ulversos casos de maus LraLos e abandonos parLem dos próprlos
aaencladores de anlmalsţ proflsslonals especlallzados em escolher e culdar dos blchos
uLlllzados pelos melos de comunlcacãoŦ não exlsLem dados concreLos e oflclals nem a
cooperacão da mldla para o esclareclmenLo de Lals quesLõesŦ ALraves de conversas lnformals
com proLeLores e proflsslonals de Comunlcacãoţ alauns casos foram levados l LonaŦ C mals
clLado enLre eles fol o que envolvla coru[as em um comerclal da LLernlLŦ Þara fazer as aves
pularemţ esquenLouŴse as Lelhas nas quals esLavamţ o que provocou a morLe de alauma delasŦ
L lmporLanLe ressalLar que essas lnformacões são exLraŴoflclals eţ porLanLoţ passlvels de erroŦ
LxlsLemţ Lambemţ mulLos casos de abandono dos ººanlmals arLlsLas"Ŧ Seaundo Sllvla e Marcos
Þompeuţ responsávels pelo 8ancho dos Cnomosţ uma lnsLlLulcão de proLecão anlmal do
esLado de São Þauloţ dlversas aaônclas de Þubllcldade querem delxar os anlmals uLlllzados na
enLldadeŦ C lnLeresse acaba a parLlr do momenLo em que não preclsam mals dos blchos para
aravaremŦ Mals uma vezţ quem arca com a responsabllldade são as CnCs de defesa dos
anlmalsŦ A realldade em que vlve os anlmals e um assunLo basLanLe compllcado e lnesaoLávelŦ
nesLe caplLuloţ não Llve a preLensão de expor Loda a problemáLlca que envolve essa realldadeŦ
Apenas quls expor alauns exemplosţ que podem servlr como slnedoque para melhor
compreensão do LemaŦ Sendo asslmţ quero delxar claro que mulLos Lóplcos delxaram de ser
clLadosţ conLudo procurel escolher os casos que mals poderlam represenLar a realldade dos
blchos em seu âmblLo aeralŦ Conclusão Como fol vlsLoţ a Þubllcldade consLról um mundo
uLóplco e lrrealţ no qual os anlmalsţ asslm como Lodos os elemenLos com os quals Lrabalhaţ
são ldeallzadosŦ C mundo que ela nos apresenLa e o oposLo da realldade em que vlvemosŦ nela
exlsLe em abundâncla aqullo que nos falLa eţ ao mesmo Lempoţ causaŴnos anseloŦ nesse
senLldoţ os anlmals da Þubllcldade são bonlLosţ saudávels e lnLellaenLesŦ A realldade de
vlolôncla e abandono não faz parLe desse mundo fanLásLlcoŦ ÞarLlndo dessas reflexõesţ e
lnevlLável peraunLarmoŴnos aLe que ponLo ela não aLrapalha na consclenLlzacão das pessoas
no que dlz respelLo l quesLão anlmalŦ Com a apresenLacão de blchlnhos perfelLosţ ela esconde
a verdadelra slLuacão que os envolveţ fazendoŴnos esquecôŴla eţ ao mesmo Lempoţ dese[ar o
mundo ldeal que consLrólţ com consequenLe desprezo por nossa próprla realldadeŦ LnLreLanLoţ
devemos sempre lembrar que os ob[eLlvos da Þubllcldade não se baselam na exposlcão da
verdade (com excecão das lnformacões do produLo ou servlco anunclados)ţ mas na crlacão de
um mundo aLraenLe e suprldor de nossas necessldades mals lnLlmasŦ Þor ouLro ladoţ e
lmporLanLe sallenLar queţ mesmo cumprlndo com suas flnalldadesţ a não exlblcão da realldade
eţ mals do que lssoţ a ldeallzacão de seus elemenLos acarreLa em consequônclas relevanLesŦ As
pessoas enconLram na Þubllcldade aqullo que sempre dese[aram e acredlLam ser capazes de
alcancar esse mundo uLóplcoŦ ConsequenLemenLeţ desprezam a realldade em que esLão
lnserldas e LenLamţ ao máxlmoţ oraanlzar suas vldas de acordo com o que vôem na
ÞubllcldadeŦ uessa manelraţ os anlmals abandonadosţ bravos ou doenLes são desdenhados e
repelldosŦ Cs blchos de rua ou de locals de abaLeţ por exemploţ não são vlsLos ou querldos da
mesma forma como o são na ÞubllcldadeŦ Lles não são araclosos e slmpáLlco como foramŴnos
apresenLados nas pecas publlclLárlasŦ não crlamos nenhuma relacão afeLlva nem nos senLlmos
aLraldos por elesŦ Ao conLrárloţ por não serem Lal como aosLarlamos e Lal como vemos em
comerclals ou anunclosţ senLlmos desprezoŦ Lles são apenas anlmals comunsţ não
humanlzados e dlsLanLes de nosso ldealţ reforcado pela ÞubllcldadeŦ Alem dlssoţ o modlsmo
que a Þubllcldade provoca acaba pre[udlcando os blchos que se dlsLanclam desse ldealŦ As ÞeL
Shops e os crladores lucram com a venda de anlmals de racaţ enquanLo os abrlaos conLlnuam
abarroLados de blchosţ que não conseauem ser doadosŦ Seaundo Adrlana Morals da CosLaţ
dona de uma ÞeL Shop no 8lo de !anelroţ os lo[lsLas escolhem os anlmals para vender de
acordo com os dlLames da ººmoda"ţ que aflrma ser amplamenLe lnfluenclada pela ÞubllcldadeŦ
ALualmenLeţ as pessoas procuram o cão da raca Labradorţ uLlllzado nas pecas publlclLárlas da
volkswaaenţ mas há pouco Lempo aLrás a demanda era pelo do WesL Plahland WhlLe 1errlerţ o
slmpáLlco cachorrlnho da lCŦ Adrlana relaLa que a Þubllcldade acaba servlndo de parâmeLro
para a realldadeţ pols as pessoas peraunLam se as caracLerlsLlcas dos blchlnhos são ldônLlcas
ao que vlram nos comerclalsŦ Alem dlssoţ ela dlz que a Þubllcldade lnfluencla basLanLe na
represenLacão dos anlmalsţ comoţ por exemploţ no caso da Arara[ubaţ reconheclda pelos
consumldores como o passarlnho da ÞeLrobrásŦ Sendo asslmţ a Þubllcldadeţ ao uLlllzar
ferramenLas de persuasão eţ porLanLoţ mexer no lnconsclenLe humanoţ exerce basLanLe
lnfluôncla sob nossos pensamenLos e aLlLudesŦ Lm relacão l quesLão anlmalţ a Þubllcldade
acaba aLuando como enLrave l melhorla da realldadeţ mesmo quando cumprldora de seus
ob[eLlvos (ou prlnclpalmenLe por lsso)Ŧ 1odavlaţ não cabe a ela fazer um papel consclenLlzadorţ
pols sua maLerlaŴprlma não e a realldadeţ mas a maalaŦ A Þubllcldadeţ como e do
conheclmenLo de Lodosţ Lôm a funcão de aLralr para o consumo eţ para LanLoţ uLlllza varladas
Lecnlcas manlpulaLlvasŦ uo lado oposLoţ e funcão do !ornallsmo ser a área onde a realldade e
ser exposLa de forma nua e cruaŦ no enLanLoţ devemos esLar aLenLos aos casos nos quals a
Þubllcldade acaba abusando de sua llberdade na consLrucão de um mundo fanLásLlcoŦ Lla deve
Ler consclôncla de que exerce enorme lnfluôncla sob as pessoas eţ porLanLoţ preclsa medlr suas
formas de passar a mensaaem dese[adaţ a flm de que não pre[udlque alnda mals deLermlnadas
slLuacõesŦ Lm uma campanha felLa pela aaôncla Leo 8runneLL para o carro Þallo AdvenLureţ
por exemploţ um laaarLo era morLoŦ 1al faLo aerou a revolLa de dlversos proLeLores de anlmalsţ
que vlram nas pecas publlclLárlas uma afronLa l ueclaracão unlversal dos ulrelLos dos Anlmals
e um lncenLlvo l vlolôncla conLra os blchosŦ Þor mals que a Þubllcldade possa Lrabalhar em
clma de um mundo máalco e lrrealţ ela deve Lomar culdado com as consequônclas de seu
conLeudo exLremamenLe lnfluenclador e evlLar deLermlnados enfoquesŦ Lla deve levar em
conLa o faLo de que aLlnae pessoas de Lodas as ldades e classes soclalsţ e mulLas delas não Lôm
o dlscernlmenLo necessárlo para enxeraar a Þubllcldade de forma dlsLanclada e crlLlcaŦ
Levando em conslderacão seu papel lncenLlvadorţ a Þubllcldade preclsa avallar prevlamenLe
suas formas de exploracão da fanLaslaŦ A maala que a Þubllcldade lmpuLa sobre os anlmals e
exLremamenLe conLrasLanLe com a realldade na qual a malorla deles esLá lnserldaŦ C empreao
de blchos e lucraLlvo para a Þubllcldade e Lraz reLornos vallosos para as empresas anunclanLesŦ
LnLreLanLoţ o resulLado de uma uLlllzacão dellberada e lndlscrlmlnada pode ser caLasLróflco
para aqueles que são elemenLos passlvos nesse cenárloť os próprlos anlmalsŦ ÞorLanLoţ a
Þubllcldade pode conLlnuar a fazer uso de Lecnlcas manlpulaLlvas em suas campanhasţ como
bases para aLlnalr seus ob[eLlvos flnalsŦ ConLudoţ a flm de não pre[udlcar Lercelrosţ deve lmporŴ
se llmlLesŦ

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C coLldlano rlLuallzadoť reflexões sobre o anunclo na 1ŦvŦŦ 8evlsLa Comunlcacãoţ uepLo de
!ornallsmo 8loch LdlLoresţ S/uŦ 8CCPAţ Lverardo ÞŦ CulmarãesŦ Anlmals e pessoasť uma
anállse das caLeaorlas da naLureza e culLura nos anunclos publlclLárlosŦ 8lo de !anelroť
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