NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição

ÁREA: Engenharia DATA REVISÃO: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M

SUMÁRIO

1. Objetivo......................................................................................................................................5 2. Referências Normativas .............................................................................................................5 3. Definições ..................................................................................................................................6 4. Elaboração e Apresentação de Projetos ....................................................................................6 4.1. Elaboração.................................................................................................................................6 4.1.1. Proteção com Pára-raios.........................................................................................................6 4.1.2. Critérios de Atendimento aos Consumidores ..........................................................................8 4.1.3. Escolha do Traçado ..............................................................................................................11 4.1.4. Parâmetros da Projeção TM para as aplicações da AES Sul em SIG ...................................13 4.2. Apresentação ...........................................................................................................................13 4.2.1. Memorial Técnico Descritivo .................................................................................................14 4.2.2. Planta Construtiva.................................................................................................................14 4.2.3. Planta Chave ........................................................................................................................15 4.2.4. Diagrama Unifilar e Cálculo Elétrico de Redes Secundárias .................................................15 4.2.5. Cálculo Elétrico de Redes Primárias .....................................................................................16 4.3. Elementos Necessários para a Análise ....................................................................................16 4.4. Afastamentos Mínimos .............................................................................................................16 4.5. Afastamentos mínimos entre condutores e edificações............................................................17 4.6. Afastamentos mínimos – Edificações sob as redes..................................................................19 5. Afastadores..............................................................................................................................20 6. Seccionamento ........................................................................................................................20 7. Padrões de redes de distribuição e aplicação ..........................................................................20 7.1. Padrão de Redes Primárias de Distribuição .............................................................................20 7.2. Padrão de Redes Secundárias de Distribuição ........................................................................20 8. Dimensionamento dos Condutores ..........................................................................................21 CAPÍTULO I.......................................................................................................................................22 REDES URBANAS ............................................................................................................................22 1. Objetivo....................................................................................................................................22 2. Projeto Elétrico.........................................................................................................................22 2.1.1. Distribuição Primária .............................................................................................................22 2.1.2. Distribuição Secundária ........................................................................................................22 2.2. Determinação da Demanda......................................................................................................22 2.2.1. Projetos de Reformas: ..........................................................................................................22 2.2.2. Projeto de Extensão de Rede, de Aumento de Carga e Desdobramento de Circuito: ...........23 2.3. Transformadores de Distribuição..............................................................................................23 2.4. Cálculo Elétrico ........................................................................................................................24 2.5. Condutores...............................................................................................................................25 2.6. Redes Multiplexadas ................................................................................................................28 2.6.1. Conectores............................................................................................................................28 2.6.2. Condutores ...........................................................................................................................28 2.6.3. Suportes ...............................................................................................................................28 2.6.4. Ramais de Ligação ...............................................................................................................29 2.7. Aterramento .............................................................................................................................29 2.8. Proteção...................................................................................................................................29 2.9. Loteamentos ............................................................................................................................30
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2.9.1. Prescrições para Eletrificação de Loteamentos.....................................................................30 2.9.2. Planta Urbanística e Iluminação Pública ...............................................................................30 2.9.2.1. Valores de Demanda .........................................................................................................31 2.10. Prédios de múltiplas unidades consumidoras e condomínios................................................31 3. Projeto Mecânico......................................................................................................................33 3.1. Cálculo Mecânico.....................................................................................................................33 3.1.1. Tração mecânica reduzida com aumento da flecha de montagem........................................33 3.1.2. Aplicação da tração mecânica reduzida ................................................................................34 3.2. Estruturas.................................................................................................................................35 3.2.1. Regra do 1/3 nos projetos de redes ......................................................................................35 3.3. Estrutura de Alinhamento e Ângulo em Redes Primárias .........................................................36 3.4. Postes ......................................................................................................................................36 3.5. Ocupação ou Travessias de Faixas de Domínio e Cruzamentos..............................................37 3.6. Posicionamento da Posteação em Função da Arborização......................................................37 3.7. Cruzamento de redes...............................................................................................................37 CAPÍTULO II......................................................................................................................................39 REDES DE DISTRIBUIÇÃO RURAL .................................................................................................39 1. Objetivo....................................................................................................................................39 2. Tipos de redes rurais................................................................................................................39 3. Escolha do padrão de rede (convencional ou pilar) ..................................................................39 4. Escolha do padrão de rede com cabo protegido XLPE ............................................................39 5. Critérios de Atendimento aos Consumidores............................................................................39 6. Projeto Elétrico.........................................................................................................................40 6.1. Levantamento de Carga...........................................................................................................40 6.2. Cálculo Elétrico da Rede Secundária .......................................................................................40 6.2.1. Determinação da Classe do Consumidor ..............................................................................40 6.2.2. Demanda Máxima dos Consumidores A, B e C ....................................................................41 6.2.3. Demandas Máximas dos Consumidores D............................................................................41 6.2.4. Determinação da Carga Total Instalada ................................................................................41 6.2.5. Demanda dos Consumidores de Projetos de Reformas ........................................................41 6.2.6. Demanda dos Consumidores de Projeto de Extensão de Rede e aumento de carga:...........42 6.2.7. Diagrama Unifilar da Rede Secundária .................................................................................42 6.2.8. Fator de Potência para o Cálculo ..........................................................................................42 6.3. Transformadores......................................................................................................................42 6.3.1. Cálculo da Potência dos Transformadores............................................................................42 6.3.2. Seleção da Potência Nominal dos Transformadores.............................................................43 6.4. Distribuição Primária ................................................................................................................44 6.4.1. Número de Fases..................................................................................................................44 6.4.2. Amortecedores de Vibração..................................................................................................44 6.5. Distribuição Secundária............................................................................................................44 6.5.1. Tensão Nominal....................................................................................................................44 6.5.2. Tipo dos Circuitos .................................................................................................................44 6.5.3. Condutor Neutro ...................................................................................................................44 6.6. Estruturas.................................................................................................................................44 6.7. Cálculo Mecânico.....................................................................................................................45 6.7.1. Trações de Projeto................................................................................................................45 6.7.2. Compensação do Esforço Resultante sobre a Estrutura e Escolha de Estais .......................45 6.8. Postes ......................................................................................................................................46 6.8.1. Tipo.......................................................................................................................................46 6.8.2. Comprimentos.......................................................................................................................46 6.8.3. Capacidade dos postes de concreto .....................................................................................47 6.9. Condutores...............................................................................................................................47
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6.10. Aplicação ..............................................................................................................................47 6.11. Bitolas padronizadas e tipo ...................................................................................................47 6.12. Aterramento ..........................................................................................................................50 6.12.1. Cercas e Obstáculos..........................................................................................................50 7. Vão ..........................................................................................................................................50 7.1. Regra do 1/3 nos projetos de redes..........................................................................................51 8. Rede Monofilar com Retorno por Terra (MRT) .........................................................................51 8.1. Condições de Utilização...........................................................................................................51 8.2. Limite de Extensão dos Circuitos em CAA ...............................................................................52 8.3. Traçado....................................................................................................................................52 8.4. Identificação da Fase ...............................................................................................................52 8.5. Levantamento de Carga...........................................................................................................52 8.6. Demanda .................................................................................................................................52 CAPÍTULO III.....................................................................................................................................53 REDES COMPACTAS.......................................................................................................................53 1. Objetivo....................................................................................................................................53 2. Campo de Aplicação ................................................................................................................53 3. Condições Gerais.....................................................................................................................53 3.1. Recomendações ......................................................................................................................53 3.2. Sustentação dos Condutores ...................................................................................................53 3.3. Flecha de projeto......................................................................................................................53 3.4. Proteção Contra Sobrecorrente................................................................................................53 3.5. Proteção Contra Sobretensão ..................................................................................................53 3.6. Localização dos Pára-raios ......................................................................................................53 3.7. Seccionamento e Manobra.......................................................................................................54 3.8. Aterramento do Mensageiro .....................................................................................................54 3.9. Aterramento Temporário ..........................................................................................................54 3.10. Transformadores de Distribuição ..........................................................................................54 3.11. Estruturas .............................................................................................................................54 3.11.1. Dimensionamento de Estruturas ........................................................................................54 3.11.2. Cruzetas ............................................................................................................................54 3.11.3. Espaçadores......................................................................................................................54 3.11.4. Travessias .........................................................................................................................54 3.11.5. Circuito Duplo ....................................................................................................................54 3.11.6. Denominação das Estruturas Básicas................................................................................54 CAPÍTULO IV ....................................................................................................................................56 REDES PROTEGIDAS EM ESTRUTURA DA REDE CONVENCIONAL............................................56 1. Objetivo....................................................................................................................................56 2. Campo de Aplicação ................................................................................................................56 3. Definições ................................................................................................................................56 4. Disposições Gerais ..................................................................................................................56 4.1. Recomendações ......................................................................................................................56 4.2. Proteção Contra Sobrecorrente................................................................................................56 4.3. Localização dos Pára-raios ......................................................................................................56 4.4. Seccionamento e Manobra.......................................................................................................57 4.5. Aterramento Temporário ..........................................................................................................57 4.6. Transformadores de Distribuição..............................................................................................57 4.7. Tipos de Projetos .....................................................................................................................57 4.7.1. Projetos de Reformas e Recondutoramento de Redes .........................................................57 4.8. Ferragens e Acessórios............................................................................................................57 5. Projeto Elétrico.........................................................................................................................57 5.1. Distribuição Primária ................................................................................................................57
Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 3 de 79

............................................6. Cruzetas........................................................9..................................................................................................................................................................3.......................................Aterramento de cercas transversais ..................................................................... Critérios de Atendimento aos Consumidores..........................................58 6.............................................62 ANEXO C (1 de 2) ...............................................................59 6..58 5.......................................................................60 1...............2..............................2.......................................60 4.58 6...Posicionamento da posteação em função da arborização .................59 6......................64 ANEXO D ...............................................4.................................59 6............... Condutores........... Estruturas Básicas .........69 ANEXO I (1 de 2) ......... Vãos...........................................................................Aterramento de cercas paralelas............................................. Travessias................................................................................................................................5.......................................................................58 6...............................................10......61 ANEXO B ...........................................................8.....60 2.............................................................................60 REDES DE DISTRIBUIÇÃO PARA ATENDIMENTO DO ART 3° DA RESOLUÇÃO NORMATIVA 384 DE DEZEMBRO DE 2009............66 ANEXO F .....................................................................Formulário para levantamento de carga ...........................................................59 CAPÍTULO V ............................ ....................................................................................59 6...65 ANEXO E – Afastamento da Instalação .........................................................................73 ANEXO L – Exemplo de tronco de circuitos secundários ............................................................................................................ Postes..................................58 6.............1................................................................................ Proteção....................................................58 5............................ Distâncias verticais e horizontais mínimas de segurança ......................................................................11...........................................................................................................................................................................................................Relação de Consumidores .................................................................. Objetivo......................................................................................71 ANEXO J – Faixa de Servidão...............Configurações da rede secundária ....................72 ANEXO K ........................................................67 ANEXO G ..................58 6......................... Dimensionamento de Estruturas ............................................................................................................................................Exemplo de projeto ................59 6.59 6.................................................... Cruzamento Aéreo................75 Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 4 de 79 ................. ............................................................................................Cálculo elétrico da rede primária....................60 3.....................................59 6....................60 ANEXO A .... Projeto Mecânico............. Circuito Duplo..74 ANEXO M – Correspondência de liberação de projeto...................................................................................................... Estruturas Especiais............3...................................... Cálculo Elétrico ......................................................... Projeto Mecânicos e Disposição Física da Rede.............................................................................................................................................................................. Ângulos .....................63 ANEXO C (2 de 2) ......................................70 ANEXO I (2 de 2) ................Cálculo elétrico da rede secundária .........Configurações da rede secundária .....68 ANEXO H – Planilha de Cálculo da Potência de Transformadores .................................................NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M 5..........72 ANEXO J – Faixa de Servidão..........................4........................................ Projeto Elétrico.............................................................................................................................7....

Tensão Nominal 1.001 NTD 002.1kV) e baixa tensão (220/127 380/220V) e aplicáveis ao Sistema de Distribuição da AES Sul. Referências Normativas Constituem complemento desta. extrudados.MT NTD 002. 2.Dimensões Transformadores para Redes Aéreas de Distribuição .NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M 1. Projeto e Cadastramento de Linhas e Redes Aéreas de Distribuição Terminologia Relacionada com Materiais e Equipamentos Utilizados em Linhas e Redes Aéreas Terminologia Usada em Operação e Manutenção de Linhas e Redes de Distribuição Terminologia Usada em Projetos e Construção de Linhas e Redes de Distribuição Ocupação ou Travessia de Faixas de Domínio por Redes de Distribuição de Energia Elétrica Compartilhamento de Infra-estruturas de Redes Aéreas Regulamento de Instalações Consumidoras de Baixa Tensão Regulamento de Instalações Consumidoras de Média Tensão Utilização de Postes de Concreto na Rede de Distribuição Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 5 de 79 .010 Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica Bucha para Transformadores sem Conservador de Óleo . 400 A 800 A . as seguintes normas e documentos: ABRADEE NBR 5437 NBR 5440 NBR 5255 NBR 5421 NBR 5433 NBR 5434 NBR 5460 NBR 6231 NBR 6232 NBR 6547 NBR 7285 NBR 8112 NBR 8182 NBR 8451 NBR 8452 NBR 8456 NBR 8457 NBR 9024 NBR 11873 NR 10 NTD 04 NTD 002.006 NTD 002.3 kV . Objetivo Esta Norma estabelece as condições mínimas exigíveis para a elaboração e apresentação de Projetos de Redes Aéreas de Distribuição de Energia Elétrica em média tensão (13.008 NTD 006 NTD 007 RIC . de polietileno Cabos de Potência Multiplexado Cabos Multiplexados Postes de Concreto Armado para Redes de Distribuição de Energia Elétrica – Especificação Postes de Concreto Armado para Redes de Distribuição de Energia Elétrica – Padronização Postes de Eucalipto Preservado – Especificação Postes de Eucalipto Preservado – Padronização Cabos de Potência Multiplexado Cabos Aéreos Cobertos para regiões arborizadas com tensões de 15 e 25kV Segurança em Instalação e Serviço em Eletricidade Padronização de Materiais de Distribuição Tabelas Auxiliares Simbologia para Mapeamento.Padronização Materiais para Redes e Linhas Aéreas de Distribuição de Energia Elétrica Projetos de Linhas Aéreas Transmissão de Energia Elétrica Rede de Distribuição Aérea Rural de Energia Elétrica Redes Aéreas de Distribuição Urbanas de Energia Elétrica Sistemas Elétricos de Potência Postes de Madeira – Resistência à Flexão Postes de Madeira – Preservativos Ferragens de Linhas Aéreas Cabos de Potência com isolação.8 – 23.160 A.005 NTD 002.BT RIC .003 NTD 002.

c) O projeto deve atender o que estabelece a NR 10 .Simbologia e da ABNT. a) Os Projetos contemplando extensão ou reforma de rede ou ligação de nova carga em média tensão nos municípios de Novo Hamburgo. • Não utilizar transformadores de distribuição monofásico do tipo Monobucha (1 terminal de média tensão). Ivoti. Lindolfo Collor. transformador de potencial – TP. Definições ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Ver norma específica a disposição na página da AES Sul na internet (www. Nestes casos.salvo nos municípios constantes na Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 6 de 79 . etc) com ligação Fase-Terra. deve ser previsto ligações bifásicas ou trifásicas. o projetista deve consultar a AES Sul para estabelecer o ponto de alimentação da futura rede. devem obrigatoriamente: • Não utilizar rede monofásica tipo MRT. Campo Bom.003 – Projeto de Redes de Distribuição .011 – Projetos Georreferenciados.1.Tensão nominal dos pára-raios . b) Na elaboração de projetos devem ser utilizados os símbolos e convenções prescritos na NTD 002. banco de capacitor. conforme Tabela 1 . Neste caso. o projeto deve prever a utilização de transformador monofásico tipo bifásica em MT (2 terminais de média tensão) ou trifásica (3 terminais de média tensão). A conexão destes equipamentos com a Terra deve ser exclusivamente para a função de aterramento e proteção.aessul. Os desenhos devem ser feitos nos formatos especificados na ABNT. conforme NTD 002.br). Estância Velha. Presidente Lucena e Dois Irmãos.1. Proteção com Pára-raios Devem ser previstos pára-raios poliméricos com corrente de descarga de 10kA e tensão compatível com a tensão nominal de operação da rede. Sapiranga. 4.Segurança em Instalação e Serviço em Eletricidade. 4. • Não apresentar qualquer tipo de carga em média tensão (transformador.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição 3.com. regulador de tensão. Neste caso. No anexo “M” encontra-se modelo de correspondência de liberação do projeto. gerador. Elaboração Antes de iniciar o projeto. conforme a necessidade do projeto. d) O projeto deverá ser georreferenciado. solicitando na oportunidade as demais informações necessárias para a elaboração do projeto. Quaisquer outros símbolos e convenções devem ser indicados nas respectivas plantas. conforme a necessidade do projeto. o projeto deve prever a utilização de redes bifásicas ou trifásicas. conforme a necessidade do projeto. Elaboração e Apresentação de Projetos 4.1.

008. os pára-raios devem estar de acordo com a NTD 004.Pára-raios de Distribuição Polimérico.Relação de municípios em que devem ser utilizados pára-raios de 27kV . Em todos os casos.025 .NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Tabela 2 .Tensão nominal dos pára-raios Classe de tensão Tensão nominal do pára-raios 15 kV 15 kV 25 kV 24 kV Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 7 de 79 . Tabela 1 .onde o pára-raios a ser instalado deve ser com tensão nominal de 27kV.

d) Não será permitido o cruzamento de ramais particulares sobre vias públicas. c) Os ramais de ligação em MT pertencerão a AES Sul. em área rural.Relação de municípios em que devem ser utilizados pára-raios de 27kV Município Araricá Campo Bom Dois Irmãos Estância Velha Ivoti Lindolfo Collor Morro Reuter Novo Hamburgo 4.1. ainda que dentro da propriedade do consumidor. b) Para os efeitos desta Norma. que deverá situar-se no limite da via pública com o imóvel em que se localizar a unidade consumidora. deverá ser consultado o Regulamento das Instalações Consumidoras em Média Tensão – RIC MT. este deve ser exclusivo para medição e respeitar os afastamentos mínimos conforme NBR15688 e NR 10 do ponto de conexão.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Tabela 2 . f) No caso de medição em MT. pertencente a um único dono ou a vários donos em condomínio. e) Para definição do fornecimento e do tipo de medição em BT ou MT. Critérios de Atendimento aos Consumidores A fim de levar em conta as responsabilidades sobre a manutenção e a operação das redes a serem projetadas. sempre que estiverem em via pública. dentro da propriedade. exceto quando: • A unidade consumidora.: Imagem Ilustrativa Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 8 de 79 . for atendida em tensão secundária de distribuição. deverão ser observados os critérios de atendimento descritos a seguir: a) Toda propriedade deverá receber energia em um único ponto de alimentação. X X X X X X X X X X X X X X X X X X Propriedade Consumidor BT X Ponto de Entrega X Galpão (PE) X Picada Café Portão Presidente Lucena Santa Maria do Herval São Leopoldo Sapiranga Sapucaia do Sul Taquara Via Pública X X X X X X X Rede AES Sul Local de Consumo Galpão X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Obs. a mesma deverá ser prevista no poste mais próximo à via pública. observadas as normas e padrões da AES Sul. g) O ponto de entrega é a conexão do sistema elétrico da distribuidora com a unidade consumidora e situa-se no limite da via pública com a propriedade onde esteja localizada a unidade consumidora.2. entende-se por propriedade a extensão de terras contínua. caso em que o ponto de entrega situar-se-á no local de consumo. Independente da definição do posto de medição previsto no regulamento.

caso em que o ponto de entrega situar-se-á na primeira estrutura de derivação da rede na propriedade do consumidor. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 9 de 79 .: Imagem Ilustrativa X X X X X Propriedade A Consumidor BT X X X X X X X X X X X X X Rede AES Sul Ponto de Entrega (PE) Local de Consumo Ilustração 1 – Representações do caso com ponto de entrega no local de consumo. ainda dentro da propriedade do consumidor • A unidade consumidora. for atendida em tensão primária de distribuição e a rede elétrica da distribuidora não atravessar a propriedade do consumidor. em área rural.: Imagem Ilustrativa X X X X Propriedade B X X X X X X X X X X X X Obs.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição X ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Propriedade Consumidor BT X Ponto de Entrega X Galpão (PE) X Via Pública X X X X X X X Galpão Rede AES Sul Local de Consumo X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Obs.

for atendida em tensão primária de distribuição e a rede elétrica da distribuidora atravessar a propriedade do solicitante.: Imagem Ilustrativa Ilustração 2 – Representação do caso com ponto de entrega na primeira estrutura de derivação da rede na propriedade do consumidor • A unidade consumidora. 15 m X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Obs.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição X X X ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M X X X X X X X X X X X X X X X X X X Propriedade X Consumidor MT X X X X Rede AES Sul Ponto de Entrega (PE) Local de Consumo Rede Particular Galpão Galpão Via Pública X X X X Máx.: Imagem Ilustrativa X Rede AES Sul Propriedade B X X Propriedade A X Consumidor MT X X X X X X X X X X X X X X X Rede Particular Ponto de Entrega (PE) Local de Consumo Ilustração 3 – Representação do caso com ponto de entrega na primeira estrutura de derivação da rede na propriedade do consumidor. X X X X X X X X X X X X X X X X X X Obs. quando a rede atravessa propriedade de terceiro não solicitante • A unidade consumidora. em área rural. em área rural. for atendida em tensão primária de distribuição e a rede elétrica da distribuidora atravessar a propriedade de terceiro não solicitante. caso em que o ponto de entrega situar-se-á na estrutura de derivação da rede nessa propriedade. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 10 de 79 . caso em que o ponto de entrega situar-se-á na primeira estrutura de derivação da rede nessa propriedade.

3. onde a unidade consumidora se localiza no lado oposto à rede de distribuição em relação à via.001 Estrutura de Rede Aérea. Havendo interesse do consumidor em ser atendido por ramal de entrada subterrâneo a partir de poste de propriedade da distribuidora. Tratar-se de ativos de iluminação pública. atendida em tensão primária de distribuição deve ter no ponto de entrega uma estrutura tipo N3 ou N4. conforme NTD 003. 2. 3. exceto calçadas. devendo ser observados os seguintes aspectos: Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 11 de 79 . A primeira estrutura da unidade consumidora. Não é permitido o cruzamento de ramais particulares sobre vias públicas. caso em que o ponto de entrega situar-se-á na conexão da rede elétrica da distribuidora com as instalações elétricas de iluminação pública. de acordo com o planejamento prévio. Para consumidores com interesse em ser atendido por ramal de entrada subterrâneo. em área rural. passante na propriedade do consumidor • • • • • Tratar-se de condomínio horizontal.: Imagem Ilustrativa Rede AES Sul Rede Particular Ponto de Entrega (PE) ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M X X X X X X X Local de Consumo X X X X X X X X X X Ilustração 4 – Representação do caso com ponto de entrega na estrutura de derivação da rede. onde a rede elétrica interna não seja de propriedade da distribuidora (rede subterrânea). caso em que o ponto de entrega situar-se-á no limite da via interna com a propriedade onde esteja localizada a unidade consumidora. transporte de energia e proteção dos sistemas além do ponto de entrega. observadas a viabilidade técnica e as normas da distribuidora. em área rural. O consumidor titular de unidade consumidora do grupo A é responsável: pelas instalações necessárias ao abaixamento da tensão.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição X X X Propriedade A X Consumidor MT X X X X X X X X X X X X X Obs. atendida em tensão primária de distribuição deve ter distância inferior a 15 metros da rede da distribuidora. e o ponto de entrega situar-se-á na conexão deste ramal com a extensão de rede da distribuidora. Toda propriedade deve receber energia em um único ponto de entrega. onde a rede elétrica interna seja de propriedade da distribuidora (padrão de rede AES Sul). 5. deve ser projetado extensão de rede aérea atravessando a via pública. 4. Notas: 1. caso em que o ponto de entrega situar-se-á no limite da via pública com o condomínio horizontal. Tratar-se de condomínio horizontal. Escolha do Traçado Consistem na definição do posicionamento da rede. 4. desde que esse ramal não ultrapasse propriedades de terceiros ou vias públicas. A unidade consumidora. pertencentes ao Poder Público Municipal. o ponto de entrega situar-se-á na conexão deste ramal com a rede da distribuidora. observadas a viabilidade técnica e as normas da distribuidora.1.

quando não for possível.4 e 4. no máximo. devendo ser observado o seguinte: a) A locação dos postes no terreno deve ser feita por meio de piquetes devidamente numerados. o número máximo de derivações de ramais de ligação permitido por poste é quatro para cada lado da rua. e protegida por defensa quando necessário. deve ser de fácil acesso. A escolha do traçado da RDR deve ser feita adotando-se exploração locada ou locação em perfil. 1 Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 12 de 79 .NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M a) A posteação deve ser localizada sempre que possível no mesmo lado das diversas ruas e em alinhamento com redes elétricas existentes. em deflexões ou derivações de ramais primários. as faixas de domínio de rodovias. o uso de estruturas tipo M. visando evitar futuros deslocamentos por questões de segurança. os comprimentos dos vãos e os ângulos de deflexão. e) Os postes somente poderão ser localizados no centro das vias públicas quando houver canteiros centrais. x) No caso de redes passando nas proximidades de aeroportos. o que determina a NBR15688. m) Nas esquinas. definindo com precisão a posição e os comprimentos dos postes. pintados. 10 m do alinhamento da testada dos prédios e. garagens.5. h) Em projetos de redes novas. cujas dimensões permitam inscrever um círculo de diâmetro de 1m com centro no eixo do poste e cuja altura dos meios-fios seja. n) Evitar. r) O eixo da rede deve passar o mais próximo possível dos centros de carga. j) Observar que onde houver previsão de BT. sempre que possível. de acordo com o estabelecido no item anterior. no mínimo. i) Os vãos devem ser escolhidos de modo que o vão livre dos ramais de ligação não seja maior do que 30m. u) Evitar deflexões em excesso. nenhum poste poderá estar a menos de 1 m do alinhamento da testada dos prédios. a instalação de transformadores a menos de 15 m das esquinas. sempre que possível os traçados através de matos. w) Evitar cruzamentos com linha de transmissão.15m. y) Não é permitido o traçado sobre casas ou qualquer outra edificação. visando maior facilidade de construção. Essas devem ser preferencialmente do tipo “N3” e “N4”. no projeto.6 do capítulo 1). antes da construção da rede elétrica. l) Em derivação de BT. pântanos áreas de preservação ambiental e culturas em geral. no centro das testadas dos terrenos. de distribuição e de telecomunicações. lojas. 0. no mínimo. t) Utilizar. sempre que possível. evitar. g) Evitar a localização de postes em centros de cruzamentos de ruas ou avenidas. Isto poderá ser feito desde que haja canteiro cujas dimensões permitam inscrever um círculo de 2m de diâmetro. s) O traçado. salvo as estruturas do tipo 3 e 4. postos de combustíveis. Não é permitido o cruzamento da rede sobre terrenos de terceiros. p) Deverá ser previsto.1 k) Observar na localização dos postes. a rede pode derivar num lado da esquina com poste afastado. o) Posicionamento dos postes em áreas com arborização (ver item 3. vãos de rede MISTA ou BT maiores que 35m. em redes urbanas. desde que exista um termo de compromisso da Prefeitura Municipal assegurando a execução dos canteiros. devendo ser observadas as exigências da Prefeitura Municipal. deve-se consultar a concessionária. b) Prever posteação em ambos os lados de vias públicas cuja largura seja igual ou superior a 25m. com centro no eixo do poste. c) Os postes devem ser localizados preferencialmente nas divisas dos terrenos ou. q) Os afastamentos mínimos são os constantes nos itens 4. quando houver. com poste afastado de 1 m do alinhamento da testada dos prédios. Os condutores deste vão são montados com tração mecânica reduzida. havendo previsão de instalação de rede de baixa tensão ou quando a Prefeitura Municipal o exigir. do outro lado da esquina. d) Evitar a localização de postes em frente a entradas de residências. com dimensões mínimas de 4x4x20cm. f) Os postes poderão ser previstos no centro de vias públicas sem canteiro central. quando for prevista conexão no meio do vão. operação e manutenção. v) Evitar travessias desnecessárias sobre ferrovias e rodovias federais e estaduais. devido à previsão de iluminação pública.

“A2” ou “A1”. outros obstáculos bem como qualquer ponto notável.2. – Critérios de proteção e aterramento. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 13 de 79 . não é permitido vãos adjacentes com diferença nos seus comprimentos superior a 1/3 (um terço) do vão adjacente maior. c) Os comprimentos dos vãos podem ser determinados com GPS. b) O traçado deve ser feito de maneira a detalhar a área projetada. bem como pelo(s) proprietário(s) da obra. poderão ser dispensados os seguintes elementos desta Norma: – Planta chave. preferencialmente utilizando as escalas (1:1000. extensão ou reforma de rede. juntamente com a liberação dos órgãos oficiais (quando aplicável) e em conformidade com a legislação vigente. i) Não é permitido a instalar de poste a uma distância menor de 5 metros de terrenos que sofreram a escavação com a retirada de terra. bem como os demais dados colhidos na inspeção do local. de acordo com esta Norma. devendo ser atendidos os limites estabelecidos na NTD 002. levando-se em consideração os comprimentos recomendados dos postes. com seu número de ordem. bem como a posição de cada consumidor. f) Os afastamentos mínimos entre condutores de baixa tensão. após efetuado o pagamento da taxa respectiva. 4. Quando não for possível. – Diagrama unifilar e cálculo elétrico da rede primária. e) Nos projetos de reformas parciais. O interessado deve apresentar o projeto global da eletrificação de loteamento. árvores de grande porte existentes. Parâmetros da Projeção TM para as aplicações da AES Sul em SIG Os parâmetros adotados para a Projeção TM customizada encontram-se disponíveis na norma NTD 002. d) Endereço para correspondência. h) Durante o levantamento do traçado devem ser anotados todos os obstáculos naturais e artificiais do terreno. d) Na locação dos postes devem ser procurados os vãos máximos permitidos pelo terreno. 4. deve ser consultar a área técnica de projetos. Casos especiais devem ser consultados junto a Central de Projetos da AES Sul. tais como posicionamento de redes elétricas e de telecomunicações. Tabela 3 – Afastamentos dos Condutores de BT Vão (m) Afastamento (mm) até 50 200 acima de 50 até 80 400 g) O projeto da rede de distribuição (sem o seccionamento do cabo).NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M b) As deflexões podem ser medidas com trena. utilizando-se a tabela da NTD 002. devem estar de acordo com a Tabela 3 – Afastamentos dos Condutores de BT. e) Os vãos de MT devem ser determinados segundo a alínea “d” deste item. produzindo uma alteração na simetria do terreno (“barranco”).001. ser anexada ao projeto. c) A rede deve ser projetada desde o ponto de alimentação na rede primária existente. Apresentação Todos os elementos componentes do projeto deverão ser assinados por responsável técnico habilitado. devendo constar do mesmo: a) O projeto deve ser entregue em 3 vias.Gráficos para Escolha de Estruturas Redes de Distribuição Rural. Também se deve priorizar a aplicação dos postes padronizados pela concessionária e as distâncias máximas permitidas do vão.011 – Padrão de Projetos Georreferenciados. quando este está desprovido de vegetação. assinado pelo proprietário ou seu representante legal. indicando o respectivo número de registro no CREA/CONFEA. com indicação do técnico que deverá tratar junto à AES Sul referente ao projeto. obrigatoriamente em folhas “A3”. as flechas dos condutores e as distâncias mínimas admissíveis entre o condutor mais baixo e o solo. 1:2000 ou 1:5000) contendo todos os dados urbanísticos.1.008 – Deflexões ou com teodolito.002 . Deve acompanhar requerimento solicitando liberação do projeto e liberação da carga prevista em uma via.4. em função do comprimento dos vãos. A anotação de Responsabilidade Técnica (ART) deverá.

d) Relação de consumidores de força com as respectivas cargas instaladas em kVA. Município e distrito.2. Nome e número do CREA. em kVA. 4. descrevendo os seguintes tópicos: a) Objetivo da obra. g) Linhas de transmissão com as respectivas tensões nominais. número de fases.2. b) Localização geográfica da obra. Planta Construtiva Devem constar nas plantas construtivas os seguintes itens: Título da obra. a partir da data de sua liberação. tais como indicação da classe de tensão e características de chaves fusíveis e pára-raios. a) b) c) d) e) Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 14 de 79 . deverão ser indicados os critérios de demanda e os de diversificação usados nos cálculos elétricos. estruturas predominantes de MT. f) Número de fases. Memorial Técnico Descritivo O Memorial Técnico Descritivo deve conter informações técnicas sobre o projeto. município. h) Critérios de proteção adotados: para aterramento. BT. k) Estaiamentos de poste a poste e de cruzeta a poste. distritos abrangidos. deve haver espaço destinado à aprovação da AES Sul. seção. j) Ângulos de deflexão. c) Tensão nominal de operação. f) Características das redes primária e secundária indicando tensões nominais de operação. 4. título de habilitação e endereço do responsável técnico. nas dimensões mínimas de 17. baixa tensão e mista. e) Quando não se tratar de loteamentos. deverão ser seguidas as prescrições desta NTD e Regulamento de Instalações Consumidoras. tipos de condutores. i) Estruturas de MT e BT. Acima do selo. Nome do proprietário. classe de isolação. l) Ramais de ligação.2. tipo de consumidores que serão atendidos. tipos e altura dos postes. local da tomada de energia.1. j) Indicação da extensão das redes de média tensão. indicando a atividade. g) Características principais dos transformadores a serem usados. classe de isolação. k) Previsão de cargas para iluminação pública (quando aplicável). seção e tipo de condutores do alimentador existente e número de equipamento de referência. quantidade de transformadores previstos e soma das potências.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Notas: I) A AES Sul terá 30 dias para proceder na análise do projeto de rede secundária de distribuição e 45 dias para rede primária.5 x 15cm2(conforme ANEXO K). i) Tipos e características dos materiais a serem empregados. II) A validade do projeto global é de 2 (dois) anos. m) Equipamentos de proteção e manobra da rede de média tensão. número de fases. altura dos postes e comprimento dos vãos. coordenadas geográficas e pontos de referência. h) Telecomunicações e de TV a cabo existentes. deverão ser descritos e justificados. Nota: Deverão ser detalhadas neste item. l) Indicação dos aterramentos dos equipamentos e cercas. economia básica da região ou zona. quando necessário. informações adicionais de interesse para o perfeito entendimento do projeto. Quando usados critérios diferentes. tipo dos condutores.

indicar os lotes que deverão ser ligados em cada poste com numeração e limites de circuitos. Para zonas tipicamente rurais. matos e pântanos. As cargas demandas dos consumidores devem ser em expressa em kVA e os comprimentos dos trechos em metros. deve conter os seguintes itens adicionais: a) b) c) d) e) f) g) Aterramento de cercas e divisas de propriedades rurais. Indicação dos trechos de limpeza de faixa (roçada. peraus. Na planilha de cálculo da queda de tensão devemos incluir as cargas distribuídas e no ponto conforme o diagrama unifilar do circuito em estudo. arroios. BT e MISTA). Planta Chave A planta chave deve ser apresentada quando a planta construtiva apresentar mais de duas folhas. taludes. Quando marcamos um ponto em um cruzamento e não temos carga. r) Numeração dos lotes e quadras (para loteamentos) ou indicação das ruas e números dos prédios existentes. entregue em 1 via. w) Simbologias padronizadas.2. Casos especiais devem ser consultados junto à Central de Projetos da AES Sul. Acidentes geográficos. número de fases e tipos de redes (MT. u) Detalhe de situação com a localização de rede e indicação do norte geográfico. estradas municipais.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição n) ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Transformadores. obrigatoriamente em folhas “A2” ou “A1”. a) b) c) d) e) Traçado da rede primária. desde que seja indicada a orientação em relação ao norte indicado na folha. para todos os trechos daquela folha. quando a escala utilizada dificultar sua compreensão. Essas cargas podem ser do tipo distribuído no trecho ou no ponto. número de fases e potências. Mapa de localização. Indicação da parte abrangida por cada folha da planta construtiva. açudes. s) Detalhes de arranjos especiais de estruturas não previstos nas padronizações. t) Ferrovias. rodovias federais e estaduais. indicando número de ordem.4. Nota: O desenho poderá apresentar cortes. v) Para disposição dos ramais de ligação aéreos. Parreirais e outras culturas. quadro resumo com o comprimento de redes. seção e tipo de condutores. Diagrama Unifilar e Cálculo Elétrico de Redes Secundárias No diagrama unifilar. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 15 de 79 . Numeração de ordem dos postes para projetos com exploração locada e indicação e numeração de piquetes para projetos com locação em perfil. q) Localização dos consumidores. inclusive os particulares. naturais ou artificiais. Chaves e transformadores convenientemente identificados. tipo de estruturas e altura de postes. quando solicitado. 4. 4. linhas existentes de qualquer tipo. desenhado na planilha de cálculo de queda de tensão (ver ANEXO A). Indicação do norte geográfico. o) Chaves. constando de: indicação de pelo menos dois vãos de rede existente para cada lado da derivação. classe de isolação e ângulo de derivação. x) Identificação da tração mecânica reduzida conforme norma de simbologia. caminhos particulares e vegetação existente devidamente identificado. Para detalhes de arranjos de estruturas especiais não previstas nas padronizações e/ou de elementos solicitados nas alíneas anteriores. Acidentes do terreno.2. pára-raios e aterramento. lagos. como rios. número de fases. devem ser indicados as demandas diversificadas e cargas nos pontos. desmatamento ou abate ou poda de árvores isoladas). devemos indicar na planilha o valor 0kVA. tensão nominal de operação. p) Ponto de alimentação.3.

5.Circuito superior u≤1 600 600 1 ≤ U ≤ 15 1400 800 800 15 < U ≤ 36. já o cálculo elétrico.2 1800 1000 900 900 Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 16 de 79 . Tabela 4 – Entre condutores de circuitos diferentes Afastamento mínimo .4.3. quando solicitado. conforme ANEXO F d) Procuração (1 cópia) e) Planilha de carga assinada pelo consumidor (3 cópia) f) Memorial Técnico Descritivo (3 cópia) g) Planilha de cálculo de queda de tensão (1 cópia) – programa disponível na página da AES Sul h) Planilha para cálculo da potência do transformador (1 cópia).2.(mm) Tensão U . 4. conforme NTD 002 011 – Padrão de Projetos Georreferenciados. O diagrama unifilar deve ser elaborado em outra folha.kV circuito inferior comunicação U≤1 1 ≤ U ≤ 15 15 < U≤ 36.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Nota: O cálculo elétrico deve ser apresentado no formato da planilha do programa de cálculo de queda de tensão disponível na página da AES Sul com o respectivo diagrama unifilar.kV . desenhado na planilha de cálculo de queda de tensão (ver ANEXO B). Cálculo Elétrico de Redes Primárias No diagrama unifilar. o) Informações sobre a necessidade de licença ou autorização ambiental. Afastamentos Mínimos Os afastamentos mínimos que constam nas tabelas são relativos às partes energizadas e não do ponto de fixação. Elementos Necessários para a Análise a) Carta de apresentação (1 cópia) b) ART de projeto e/ou execução (1 cópia) c) Relação de consumidores (1 cópia). 4. n) Autorização de passagem assinada pelos proprietários. Nota: O diagrama unifilar deve ser sempre apresentado. devem ser indicados os transformadores com suas potências em kVA e os comprimentos dos trechos em quilômetros. conforme ANEXO H i) Planta construtiva j) Planta chave (quando especificado) k) Planta de situação (quando especificado) l) Diagrama unifilar e cálculo elétrico da rede secundária (ANEXO A) m) Diagrama unifilar e cálculo elétrico de rede primária deverão ser apresentados quando solicitado pela concessionária. 4. p) Apresentação do projeto deverá ser em meio magnético georreferenciado.2 Tensão U . (ANEXO B).

Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 17 de 79 .2 5500 5500 6500 6000 6000 7000 9000 Não são permitidas construções civis sob as redes de distribuição. nas figuras. exigem-se os afastamentos horizontais da figura 4. terraços ou janelas for igual ou maior do que as dimensões das figuras 2 e 3 não se exigem o afastamento horizontal da borda da sacada. 4.Entre os condutores e o solo Afastamento mínimo (mm) Natureza do logradouro Tensão . o circuito primário a Rede de Distribuição Aérea (cabo nu) ou Rede de Distribuição Compacta (cabo protegido) para afastamento da edificação correspondente.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Tabela 5 . terraço ou janela da figura 4. devem ser obedecidos os valores da faixa de segurança e na área urbana. Afastamentos mínimos entre condutores e edificações Tabela 6 .5. Em área rural.(kV) Comunicação e cabos aterrados Vias exclusivas de pedestre em áreas rurais Vias exclusivas de pedestre em áreas urbanas Estradas rurais e áreas de plantio com tráfico de máquinas agrícolas Ruas avenidas Entradas de prédios e demais locais de uso restrito a veículos Rodovias federais Ferrovias não eletrificadas e não eletrificáveis 3000 3000 6500 5000 4500 7000 6000 U≤1 4500 3500 6500 5500 4500 7000 6000 1 ≤ U ≤ 36.Afastamentos mínimos entre condutores e edificações Afastamentos mínimos (mm) Primário Somente Figura 15/25 kV secundário A C B D 1 1200 3200 500 2500 2 1200 500 3 3200 2500 4 1700 1200 5 1200 1000 6 1200 1000 7 1700 1200 - Nota 1: Adotar. as situações apresentadas no item 4. Nota 2: Se os afastamentos verticais das figuras 2 e 3 não puderem ser mantidos.U . Nota 3: Se o afastamento vertical entre os condutores e as sacadas.5. porém o afastamento da figura 5 deve ser mantido.

NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 18 de 79 .

Afastamentos mínimos – Edificações sob as redes Calçada ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos NOTA: O raio de 2500 mm se aplica a qualquer estrutura. Rede telefônica Limite inferior da faixa de ocupação Raio = 2500 mínimo Out-doors.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição 4.6. relógios. semáforos e radares 500 Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Rede telefônica Aprovado: Leandro Silva Página 19 de 79 Dimensões em milímetros . inclusive redes de telecomunicações e TV a cabo.

Padrão de Redes Secundárias de Distribuição Área urbana: rede secundária multiplexada. Rede protegida de MT: Rede de distribuição com condutores com capa XLPE – protegidos . Área rural: rede convencional. Rede baixa tensão convencional: Rede de distribuição com condutores nus. Rede Compacta: Rede de distribuição com condutores cobertos. suportados em espaçadores sustentados em cabo mensageiro e instalada em postes. Padrão de redes de distribuição.002. sempre que houver previsão de ligações pelo lado da frente do transformador. não há necessidade de instalar os afastadores. Área rural: rede com condutor nu com alma de aço para circuito bifásico e monofásico. instalados em espaçadores. 7. salvo nos casos estabelecidos na Tabela 7 abaixo. 7.2. deve ser de capacidade nominal de 630 A para classe de tensão de 15kV e 25kV. com cabos multiplexados. Padrão de Redes Primárias de Distribuição Área urbana: padrão de rede compacta. Para a área rural a capacidade nominal é de 400 A. Rede baixa tensão (BT) multiplexada: Rede de distribuição secundária. com condutores de alumínio (CA) protegidos com cobertura em XLPE. matas e densidade de árvores junto ou no alinhamento da rede Padrão de rede com condutor com alma de aço Existência de árvores espaçadas no alinhamento da rede Média Tensão Compacta MT c/ condutor nu em estrutura com cruzeta MT com cabo protegido em estrutura com cruzeta Padrão Em manutenção emergencial e complementação de fase Não aplicável Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 20 de 79 .1. conforme necessidade. na área urbana. Tabela 7 – Aplicação de redes na área de concessão da AES Sul TIPOS DE REDES ÁREA URBANA ÁREA RURAL Existência de bosques. suportados através de isoladores e instalada em postes. Quando as ligações previstas forem atrás do poste.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M 5. Padrões de redes de distribuição e aplicação Rede Convencional de média tensão (MT): Rede de distribuição com condutores nus. Ver especificação técnica na ETD 002. com condutor nu com alma de aço. Seccionamento A aplicação da rede a chave faca unipolar. Circuitos trifásicos a rede com condutor multiplexado. suportados através de isoladores e instalada em postes com cruzetas. A tabela 7 abaixo indica os tipos de redes existentes na área de concessão da AES Sul e sua aplicação.suportados através de isoladores e instalada em postes com cruzetas. com condutores cobertos por capa de XLPE. Afastadores Os postes com transformador devem ser instalados uma ou duas peças de afastadores para rede secundária. 7. 6.

Dimensionamento dos Condutores Os condutores da rede primária deverão.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição MT c/ condutor nu em estrutura tipo pilar Baixa tensão multiplexada ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Projeto de grande extensão de rede de MT com alimentadores expressos Projeto de rede para circuitos trifásicos Padrão para projeto de rede nova monofásica. complementação de fase e manutenção Não aplicável Não aplicável Padrão Rede de BT nua com condutor CAA Rede de BT nua com condutor CA Não aplicável Manutenção emergencial e complementação de rede 8. respeitando sempre a bitola mínima do condutor tronco especificado por esse documento. ser dimensionados para a capacidade de condução da corrente de até 50% em relação à nominal. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 21 de 79 . inicialmente. Os condutores da rede secundária até 60% da capacidade nominal para ambos os lados do transformador. bifásica.

8 para 23. • A extensão de ramais deverá ser com rede compacta. a rede projetada deve ser do tipo trifásica (4 fios). 2. Objetivo Este capítulo fixa as condições exigíveis para a elaboração e apresentação de Projetos de Redes Aéreas de Distribuição Urbana (RDU). • O recondutoramento total ou parcial do tronco do alimentador.1. Na troncal dos circuitos e nas derivações secundárias em um mesmo alinhamento deve ser utilizada uma única seção de condutor. Distribuição Secundária4 Os circuitos secundários devem ser do tipo radial e a tensão secundária nominal de operação deve ser de 380/220 V ou 220/127 V.2. obrigatoriamente. inclusive iluminação pública. Nos circuitos secundários os condutores do tronco estiverem no mesmo alinhamento. O vão máximo da rede secundária é de 35 metros na área urbana. sempre que possível.2. 2. deverá ser projetado com a rede compacta. Para circuitos novos. Preferencialmente deverão ser adotadas as configurações constantes no ANEXO C.1. conforme a tensão nominal de operação da rede. Nota: No caso de estar prevista a conversão da tensão de 13. Segue exemplo de aplicação: • O padrão dos projetos novos é com rede compacta. • A extensão de rede para projetos de loteamentos deverá ser com rede compacta. com vãos básico máximos de 35 metros. Para todos os casos. b) 150m para redes com tensão de 220/127 V. Esta demanda estimada deve ser comparada.8 ou 23. Adotar como limite entre o fim de cada circuito secundário e o ponto de instalação dos transformadores uma distância no máximo de: a) 250m para redes com tensão de 380/220 V. Determinação da Demanda 2. Projetos de Reformas: Nas reformas de rede existente a demanda é obtida através do consumo (kWh) dos dados do faturamento.2.1kV. de acordo com a tensão existente na área do projeto e a classe de isolação de 15 ou 25 kV. a tensão nominal de operação das redes deve ser de 13. 2. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 22 de 79 . a classe de isolação projetada dos componentes da rede deverá ser de 25 kV. de acordo com a tensão existente na área do projeto.1. os critérios de queda de tensão devem ser atendidos. deverá ser empregado a maior seção do condutor tronco obtida no cálculo elétrico dos circuitos secundários adjacentes. sem ser necessário o reforço de rede.1 kV na área do projeto. Distribuição Primária A rede primária deve ser trifásica compacta. a fim de permitir o desdobramento futuro dos circuitos. com a demanda obtida através de medições de corrente e tensão junto ao transformador e aos principais consumidores do circuito.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M CAPÍTULO I3 REDES URBANAS 1. Projeto Elétrico 2.1.

. de galvanização e fornos elétricos. 225 e 300 kVA para tensão secundária 380/220 V. A estimativa da demanda dos consumidores residenciais deve ser feita com base nos valores individuais da demanda diversificada em função dos consumos mensal. Também deverá ser calculada a demanda conforme metodologia do RIC de baixa tensão para consumidores novos trifásicos residenciais com a previsão de disjuntor superior a 40 A.2.Consumidores residenciais – com cargas de iluminação. Ver programa na (página da AES Sul>Dados técnicos> Normas técnicas). O valor a ser utilizado é aquele correspondente ao maior consumo mensal dos últimos 12 meses do transformador que atende o circuito. .5 e 150. Para obter o carregamento do transformador existente (maior dos últimos 12 meses) para análise deverá ser encaminhado e-mail para sul.2. a demanda a ser utilizada para os atuais consumidores.5. 3. 112. Para dimensionar o transformador deve-se somar a demanda máxima dos últimos doze meses do circuito com o valor da demanda dos consumidores residenciais novos e demais consumidores. poderá ser estimada a demanda dos consumidores através do levantamento detalhado da carga instalada conforme indicado no Regulamento de Instalações Consumidoras de Baixa Tensão (RIC BT).projetos@aes. no máximo.Consumidores especiais – consumidores cujas cargas ocasionam flutuação de tensão na rede tais como: aparelhos de raio -X. de Aumento de Carga e Desdobramento de Circuito: Nas extensões de rede.5 cv. 2. lotes não edificados e novos consumidores residenciais devem ser adotados conforme indicado no item 2.3. 2.5 cv. em função do tipo de instalação e característica da área (classe A.Consumidores de força motriz – com cargas de iluminação e aparelhos elétricos acima de 3. informando a matricula do equipamento. Projeto de Extensão de Rede. eletrodomésticos.001. Também. 150. Já para as cargas não residenciais. 45. Em reformas. desdobramento do circuito e aumento de carga. de prestação de serviços e poderes públicos com cargas de iluminação e/ou aparelhos elétricos com.005 e ETD 002. chuveiro elétrico e bomba d’água até 3/4 cv.001 – Transformadores de Distribuição Classe 15 e 25 kV e as potências devem estar dentre as seguintes: a) 30. o valor deve ser obtido a partir do RIC-BT para consumidor novo e pedido de aumento de carga. devem-se inseridos os valores dos consumos e/ou demandas no programa de cálculo da queda de tensão.Consumidores não residenciais – são os consumidores comerciais.1.com. b) 30. se houverem. Transformadores de Distribuição Os transformadores devem ser trifásicos e estar de acordo com as NTD 002. . obtida no programa de cálculo de queda de tensão. As extensões de rede para atendimento de no máximo dois consumidores monofásicos não há necessidade de solicitar o carregamento do transformador para a apresentação do projeto. 112.9. O valor da demanda média calculada do circuito deverá ser aplicado para novos consumidores residenciais a serem ligados.2. Para avaliar os níveis de tensão no circuito. A estimativa da demanda dos consumidores não residenciais e de força deverá ser calculado a partir dos dados do faturamento. 225 e 300 kVA para tensão secundária 220/127 V. de solda. 75. 75. Para dimensionar o transformador deve-se somar a demanda máxima dos últimos doze meses do circuito com o quantitativo de cargas novas a serem adicionadas. extensões de rede e conexões de novas cargas. 45. B ou C). as potências dos transformadores devem ser fixadas conforme o estabelecido na Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 23 de 79 .NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Os consumidores são classificados em quatro categorias: .

5(1)( 2) 150 (2)(3) (2)(3) 225 (2)(3) 300 Nota: 1) O transformador de 112. obrigatoriamente. Em projetos de redes novas a queda de tensão máxima dos pontos mais afastados do transformador (BT).u. b) 0. Os cabos de fornecimento de energia ao prédio. O cálculo da queda de tensão no circuito de BT deverá ser realizado através da planilha eletrônica de cálculo disponibilizada na internet (página da AES Sul>Dados técnicos> Normas técnicas). O cálculo elétrico da rede secundária deve ser feito levando em consideração as demandas individuais que entraram no cálculo da demanda máxima do circuito secundário. A aprovação de projetos com queda de tensão acima dos limites permissíveis.001 – Transformadores de Distribuição. somente será possível com a autorização especial da AES Sul. Para o dimensionamento de condutores deve-se partir daquele de menor seção.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Tabela 7 – Potência de transformadores em reformas. considerando como base a tensão de 1p. para o atendimento de prédio de múltiplas unidades consumidoras. 225 kVA e 300 kVA.5%.8 para os demais consumidores. Essa deve ser encaminhada com o projeto. 150 kVA. 2) A instalação de transformadores com potência nominal igual ou superior a 150 kVA está condicionada.5.4.5 112. por necessidade técnicas que não justifiquem o transformador de 150 kVA. Na impossibilidade ou por avaliação técnica não recomenda a conexão nos bornes de saída do transformador os cabos devem ser conectados ao barramento da rede.5 kVA poderá ser aplicado para atendimento de múltiplas unidades consumidoras. exclusivamente. 4) Os terminais de baixa tensão de saída do transformador devem obedecer a ETD 002. desde que aprovado pela área da Central de Projetos. não pode ultrapassar 3. considerando as cargas devidamente demandadas e diversificadas. Cálculo Elétrico O cálculo elétrico deve ser feito conforme indicado na planilha de cálculo de queda de tensão e tomando por base o diagrama unifilar (ver ANEXOS A e ANEXO B). (kVA) Potência do Transformador (kVA) 30 45 75 Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 24 de 79 . as potências dos transformadores devem ser fixadas conforme o estabelecido na Tabela 8 – Potência de transformadores em desdobramentos de circuitos a seguir: Tabela 8 – Potência de transformadores em desdobramentos de circuitos Demanda do Circuito Até 24 25 até 36 37 até 60 2. Em caso de necessidade de desdobramento de circuito. extensões e novas cargas Demanda do Circuito Até 30 31 até 45 46 até 75 76 até 112. na média tensão (MT).92 nos circuitos com carga residencial. tomando o condutor que não ultrapasse simultaneamente as condições de máxima queda de tensão permissível e máxima de 80% do limite térmico do condutor. utilizando o fator de potência: a) 0. 3) Para a escolha do transformador a demanda do prédio de múltiplas unidades consumidoras deverá ser igual ou superior a 65% da potência nominal do transformador de 112.6 até 150 151 até 225 226 até 300 (kVA) Potência do Transformador (kVA) 30 45 75 112. deverão estar conectados diretamente nos bornes do equipamento.

a. Deve ser levado em conta o crescimento das cargas. a partir do terceiro ano). Tabela 9 – Coeficientes de diversidade para transformadores Nº de transformadores Nº de transformadores Coeficiente (%) Coeficiente (%) na rede na rede 1 100 15 63 2 93 16 a 19 62 3 88 20 a 24 59 4 84 25 a 29 57 5 80 30 a 34 55 6 77 35 a 39 54 7 75 40 a 44 53 8 73 45 a 49 52 9 71 50 a 54 51 10 69 55 a 74 50 11 68 75 a 99 48 12 66 100 a 149 47 13 65 150 a 199 46 14 64 Mais de 200 45 Nota: No caso de haver previsão de ampliação da rede projetada. não pode ultrapassar 5%. Nos projetos de redes novas de BT. na média tensão (MT). Nos projetos de extensão de circuitos existentes de baixa tensão deverá ser previsto a instalação do condutor multiplexado. 2. No caso de haver previsão de ampliação da rede projetada.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Em projetos de reformas e extensão de rede. aplicando-se os coeficientes de diversidade para o conjunto de transformadores. desde a subestação até o ponto de alimentação que devem consultados junto a AES Sul. O cálculo elétrico da rede primária.5. Quando ocorrer a necessidade de complementação de fase. a carga prevista deve ser incluída no cálculo elétrico. estando incluídas neste valor a queda de tensão: a) existente no ponto de alimentação.u.. aplicando-se o fator 1. deve ser previsto o emprego de condutores multiplex. deve ser feito com base nas potências dos transformadores. Condutores Os projetos de redes novas de MT deverão prever o uso do condutor protegido XLPE com rede do tipo compacta. Nos casos em que o condutor da rede existente não é padrão deverá ser escolhido um do padrão com capacidade de corrente nominal equivalente. bem como as características da rede existente. b) devido à introdução de nova carga na rede existente. considerando como base a tensão de 1p. conforme a Tabela 9 – Coeficientes de diversidade para transformadores do capitulo I. quando exigido. o condutor deverá ser do mesmo tipo do existe.40 às mesmas (vida útil de 10 anos e taxa de crescimento de 5% a. a queda de tensão máxima nos pontos de rede secundária mais afastados do transformador. Os coeficientes de queda de tensão para baixa tensão e as impedâncias para os condutores de média tensão estão indicados na NTD 002.001 – Tabelas Auxiliares. c) no trecho projetado. A queda de tensão máxima em qualquer dos pontos da rede primária mais afastado do ponto de alimentação não deve ultrapassar 7%. A queda de tensão existente no ponto de alimentação a ser considerado no cálculo. a carga prevista deve ser incluída no cálculo elétrico. da rede existente monofásica ou Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 25 de 79 . Nos projetos de complementação de fase.

b) Os espaçadores deverão ser instalados a cada 15 metros. O projeto com a instalação do condutor multiplexado intercalado com a rede nua deverá atender os seguintes critérios: a) O circuito de BT a jusante da rede multiplexada com mais de um vão deverá ser previsto a instalação de espaçadores até o final do circuito da rede nua.4 Alumínio (CA) Rede compacta 70. c) A instalação dos espaçadores deverá ocorrer com a rede regulada.5 1/0 120 380/220 V Multiplex 2 CA/AWG (mm ) 2 35 2 50 1/0 50 1/0 70 Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 26 de 79 . 95 e 185 mm2 – 15kV e 25kV Tabela 11 – Condutores padrões BT Rede de Baixa Tensão Cabos Triplex Seção nominal (mm²) nro x fase+neutro 2x1x35+35 2x1x50+35 3x1x35+35 3x1x50+35 3x1x70+50 3x1x120+70 Quadruplex As seções dos condutores tronco da rede secundária na saída do transformador de distribuição devem ser reforçadas. Este reforço deve obedecer ao que prescreve a Tabela 12 – Condutor tronco (1) mínimo de circuitos de redes secundárias. Nos projetos de reforma ou divisão de circuitos de baixa tensão deverá ser utilizado o condutor multiplexado. 2. Utilizar os condutores indicados nas Tabela 10 – Condutores padrões MT e Tabela 11 – Condutores padrões BT: Tabela 10 – Condutores padrões MT Rede convencional 4. se necessário.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M bifásica essa deverá seguir o padrão da rede construída. mesmo que por questões técnicas de ampacidade e por queda de tensão não exija. 1/0. d) O projetista deverá indicar no projeto a instalação dos espaçadores e a regulagem da rede. Nos casos em que o condutor existente não for o padrão deve ser utilizado o condutor padronizado que atenda a necessidade técnica do projeto. 4/0 e 336. Tabela 12 – Condutor tronco (1) mínimo de circuitos de redes secundárias 220/127 V Multiplex Transformador 2 (KVA) CA/AWG (mm ) 30 2 35 45 1/0 70 75 1/0 70 112.

do capítulo I. d) No ANEXO L. ou c) O trecho de rede secundária compreendido entre as estruturas existentes imediatamente após as derivações de ambos os lados do transformador. caso não exista necessidade de substituição dos mesmos. 2) O cabo de fornecimento de energia elétrica ao condomínio.item 2. obrigatoriamente.10. deverá estar ligado diretamente nos bornes do transformador. ou b) O trecho de rede secundária compreendido entre uma abertura de circuito de um lado do transformador e a estrutura imediatamente após a derivação de rede do lado oposto. Nestes casos o tronco do circuito não poderá ser inferior a dois vãos para cada lado do transformador. devem ser usadas as bitolas indicadas na Tabela 14 e Tabela 15 a baixo: Tabela 14 – Barramento de ligação do TR a rede de distribuição trifásica de baixa tensão Transformador Trifásico (kVA) Até 45 75 112.10. Prédios de múltiplas unidades consumidoras e condomínios 220/127 V 380/220 V Multiplex Multiplex Transformador 2 2 (KVA) CA/AWG (mm ) CA/AWG (mm ) 112. b e c. 3) O tronco do transformador de 300kVA/ 127/220V com condutor 1/0CA e permitido para uma demanda disponível ao circuito de baixa tensão de até 80kVA. Para a ligação do transformador à rede. desta NTD. para ilustrar os itens a. Os condutores troncos nus (CA) especificados têm sua aplicação na substituição do transformador existente por um de potência superior.5 2 50 2 50 (2)(3) 150 1/0 70 1/0 50 (2)(3) 225 1/0 70 1/0 50 (2)(3) 300 1/0 70 1/0 50 Notas: 1) Entende-se por tronco de circuitos secundários: a) Os trechos de rede secundária compreendido entre duas aberturas de circuito consideramse o tronco do circuito o valor percentual de 50 % da extensão da rede de baixa tensão para cada lado do transformador. Acima de 80kVA o projeto deve prever a instalação do cabo multiplexado de 70 mm².6/1kV (mm²) 380/220 V 35 70 95 120 2x70 2x120 220/127 V 35 95 150 2x95 2X150 3x120 Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 27 de 79 .NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Tabela 13 – Condutor tronco (1) mínimo de circuitos secundários .5 150 225 300 Cabo Isolado de Cobre 0. constam exemplos de tronco de circuitos secundários. Ver as prerrogativas dispostas no item 2. em caso de necessidade de substituição de condutores deverá ser projetado o cabo multiplexado.

Suportes As redes multiplexadas.6. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 28 de 79 . Nota: Maiores detalhes sobre estas conexões encontram-se na NTD 003. cobertura de material polimérico resistente às intempéries e a raios ultravioletas.1. conforme Tabela 16 – Capuz para fechamento: Tabela 16 – Capuz para fechamento Diâmetro aproximado do cabo Limites do diâmetro isolado (XLPE) 9.6. sapatilha e alça pré-formada para cabos multiplexados.0 até 24. com cabeça fusível. conforme especificação NTD 004. exclusiva. poderão ser montadas utilizando nas tangências e ângulos menores: a) Armações secundárias de um estribo e isoladores tipo roldana de dois leitos.Barramento de ligação do TR a rede de distribuição trifásica de baixa tensão dos prédios de múltiplas unidades consumidoras e condomínios Cabo Isolado de Cobre 0. Nos ângulos maiores. Redes Multiplexadas 2.5 8. 2. Condutores Os condutores serão do tipo multiplex isolados em XLPE (polietileno reticulado) com mensageiro em alumínio com alma de aço. deverão ser usados terminais tipo capuz para fechamento.001. Conectores Deverão ser usadas conexões elétricas. 2. 2.6/1kV Transformador Trifásico (mm²) (kVA) 380/220 V 220/127 V 112.6.3.003 – Instalações para Redes Multiplexadas.0 Bitola do Condutor (mm2) 16 a 150 (mm) b) Conector à pressão tipo cunha de liga de alumínio de alta resistência mecânica (ver NTD 004.003). conforme NTD´s 004. junta de estanqueidade.003 – Conexões. para circuitos que atendem a ligação dos prédios de múltiplas unidades consumidoras. mudanças de seção.5 95 120 150 120 120 225 120 120 300 120 120 A Tabela 15 tem sua aplicação.1 e 21. ancoragens e derivações poderão ser usados: a) Ancoragem com olhal.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Tabela 15 . b) Ancoragem com suporte de ancoragem e grampo de ancoragem. cujo seu fornecimento ocorre diretamente dos bornes de baixa tensão do transformador. Nota: Para arremate dos condutores em derivações e trocas de bitolas.001 – Condutores.003 e 002.2. b) Suporte com grampo de suspensão.6. dos seguintes tipos: a) Conector de perfuração.

corrente nominal 300A.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição 2.Máximas correntes admissíveis por elo fusível Tipo Nominal Elo Carregamento Máximo 6K 6 9A 10K 10 15A 15K 15 22A 25K 25 37A 40K 40 60A 65K 65 97A Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 29 de 79 . a resistência de aterramento deve ser. Cada perna do rabicho deverá ter um comprimento aproximado de 150mm e poderá receber até duas (02) conexões. Deve-se dar preferência para o uso de capuz para fechamento. de no máximo 10 ohms. NBR 14039. conforme especificação técnica ETD 001.005). conforme tabelas a seguir: Tabela 17 . Os neutros dos circuitos secundários devem ser interligados e aterrados.009 . tendo-se o cuidado de deixar uma ponta de 150mm após a instalação do conector. Deverão ser indicados os tipos e características dos materiais empregados (Ver NTD 003. utilizar condutores com seção de 2 35mm . Novos ramais de ligação multiplexados. deverão ser seguidas as prescrições do Regulamento das Instalações Consumidoras de Media Tensão (RIC MT). religadores. 2.8. devem sempre ser instalados. de acordo com a NTD 002. chaves fusíveis de base C.6.012. para os quais não tenha havido previsão de rabichos de ligação suficientes. Em equipamentos (transformadores. NBR 5410 e NTD 010. Havendo condutor neutro da rede secundária (em cobre ou alumínio). para outras futuras eventuais ligações.7. Devem ser previstas em ramais de alimentadores. Os rabichos de ligação devem ser confeccionados em condutores de cabos isolados multiplexados retirados das sobras. ao neutro e ao tanque dos equipamentos. Ramais de Ligação ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Para facilitar a ligação dos ramais. outro ponto de aterramento intermediário. a ligação a terra deve ser comum ao pára-raios. Para o dimensionamento e instalação dos rabichos. Deverá ser analisada a seletividade entre as chaves. corrente nominal 300A. além de um ponto de aterramento no final da rede.002 – Aterramento de Rede de Distribuição. controles e painéis). Nota: Não devem ser previstas mais que quatro chaves fusíveis em série em um mesmo alimentador.Porta Fusível de Chave.4. Proteção Os transformadores devem ser protegidos através de chaves fusíveis de base C. Deverá ser usado para as fases conectores tipo perfurante. nas três (03) fases e no neutro. em qualquer época do ano. reguladores de tensão.001. com porta-fusíveis e elos fusíveis dimensionados conforme a potência e tensão do transformador. religadores e outros).001. para operação em carga. situado entre o mesmo e o transformador. com dispositivo para a abertura com a ferramenta “loadbuster”.005 – Escolha de Fusíveis Primários e a NTD 004. Devem ser aterrados todos os pára-raios e tanques de equipamentos (transformadores. Para cada lado dos circuitos deve haver. rabichos de ligação. Deverão preferencialmente ser utilizados elos de no máximo de 25K. poderão ser ligados diretamente à rede isolada. As pontas dos ramais de ligação que não forem imediatamente utilizadas deverão ser vedadas com massa e fita isolante. devendo ser feitos com condutor bimetálico de 6 AWG. 2. Aterramento Para aterramento.

não se aplicando a condomínios e programas habitacionais específicos conveniados. praças.2. quadras. avenidas.9. 2.9. deverão ser adotadas as seguintes prescrições para eletrificação de loteamentos. túneis. visando à seletividade. Sendo previsto nas derivações dos ramais. convenientemente demandado. Em ramal primário cuja extensão seja igual ou inferior a 100m atendendo a um único transformador que não seja particular. podem ser dispensadas as chaves fusíveis junto ao transformador. Loteamentos Neste item. calcula-se a corrente. deverão ser instaladas chaves fusíveis nos transformadores. Nos casos de travessias em estradas secundarias nas vias urbanas e rurais pode ser prevista somente instalação de chave fusível na derivação (lado fonte). pontes. Nos projetos parciais deverá rever o estudo do elo. Nos projetos de loteamentos a liberação do projeto global deverá ser apresentado com o elo específico para o projeto global. d) Verificar a ICC trifásica no ponto. 2. perfeitamente visível do ponto de derivação do ramal. ruas.Seletividade entre elos x corrente de curto-circuito Elo Protegido Elo Protetor 10K 15K 25K 40K 65K 6K 190A 510A 840A 1340A 2200A 10K 300A 840A 1340A 2200A 15K 430A 1340A 2200A 25K 660A 2200A 40K 1100A Nota: A seletividade entre elos deve ser atendida pelo menos para a condição de curto circuito fase-terra.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Tabela 18 . Planta Urbanística e Iluminação Pública As seguintes informações devem ser apresentadas e aprovadas pela Prefeitura Municipal: a) Identificação dos elementos urbanísticos: lotes. b) Dados relativos à iluminação pública (quando houver) em conformidade com NTD 009 – Iluminação Pública.1. e) Avaliar a seletividade entre elos conforme a corrente de curto–circuito. bem como marcos quilométricos. rodovias. Seguem os passos para o cálculo do elo fusível do novo ramal do alimentador: a) Utiliza-se a Tabela 9 – Coeficientes de diversidade para transformadores para determinar a demanda diversificada do ramal. devendo-se ainda considerar a coordenação com os demais dispositivos de proteção instalados ao longo do alimentador. a ser aplicado com a liberação do projeto parcial. 2. viadutos. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 30 de 79 . RS e RST) deve ser prevista a instalação de chave fusível na derivação (lado fonte) e chave faca no limite da propriedade do cliente. b) De posse do valor da demanda. com suas coordenadas. ferrovias e rios. O porta-fusível e o elo fusível devem ter capacidade de corrente calculada em função da potência atendida pelo ramal alimentador.5 vezes. f) Escolher o elo correto de acordo com a Tabela 18. Em situações onde a rede e testada do terreno estiverem em lados distintos das rodovias (BR. c) O primeiro critério para determinar o elo será o resultado do valor da corrente multiplicado pelo fator 1. serão abordados aspectos específicos para elaboração e aprovação de projetos para loteamentos particulares. elos fusíveis de no mínimo 6K. Prescrições para Eletrificação de Loteamentos Além do estabelecido nos itens anteriores. prédios existentes.9. Em caso de instalação de um ou mais transformador neste ramal. árvores de maior porte. sempre que existirem.

c) 1. desde que esta contenha.0kVA por lote para loteamento Classe A.10. área igual ou maior do que 300m² e que possuirão todos os serviços de infra-estrutura. Classe C .NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Nota: Será aceito o carimbo de aprovação da Prefeitura Municipal numa via da planta construtiva. quando esta carga não for definida pela Prefeitura Municipal. iluminação pública. quando localizados próximo a esquinas ou eixo da via com alto trânsito de veículos. tendo área não superior a 300m².1.9. área igual ou superior a 300m².2 Critérios de Atendimento aos Consumidores O atendimento através de rede compacta na área interna do condomínio deverá atender os seguintes critérios: .2.0kVA por lote para loteamento Classe C. prever para iluminação pública com comando individual.Permitir o acesso de caminhões na área de instalação da rede. Notas: 1) Quando houver previsão de consumidores não residenciais. Descrição do tipo de loteamento: 5 Classe A . . os dados relativos à iluminação pública.Os postes da rede não poderão estar localizados na área de transito de veículos. sua demanda deve ser estimada conforme Regulamento de Instalações Consumidoras em Baixa Tensão (RIC BT). conforme norma NTD 009 – Iluminação Pública. tais como: calçamento. além dos elementos urbanísticos.O arruamento deve ter largura suficiente para permitir a manobra de caminhão.Os postes devem ser protegidos por defensas. observado o item 4.localizado em zonas com terrenos de baixa valorização. 2) Em todos os casos de loteamento.localizado em zonas com terrenos de média valorização. Classe B . redes de água e esgoto. uma carga mínima de 170W por poste. Valores de Demanda Devem ser adotados no mínimo os seguintes valores de demanda: a) 2. . praças. Deve ser prevista a utilização de transformadores trifásicos e com potência fixada conforme Tabela 19 Potência de transformadores: Tabela 19 .5kVA por lote para loteamento Classe B.Potência de transformadores Demanda do circuito (kVA) Potência do transformador (kVA) Até 30 30 31 a 45 45 46 a 75 75 2. Prédios de múltiplas unidades consumidoras e condomínios Os prédios de múltiplas unidades consumidoras poderão ser atendidos com rede aérea compacta na área interna do prédio ou com entrada de rede subterrânea de baixa tensão. . b) 1. 2. .localizado em zonas com terrenos de alta valorização. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 31 de 79 .A rede não poderá localizar-se acima do estacionamento dos veículos.1.

d) O atendimento através de entrada subterrânea dos bornes do transformador com circuito único ou. 7% calculados a partir do ponto de entrega. duplicado de cabos será limitada ao cabo de 240 mm² por fase e para todos os demais circuitos secundários derivados da caixa de distribuição de baixa tensão. i) O cabo de cobre da saída dos bornes do medidor não poderá ser superior a 35mm². emendas ou qualquer alteração na isolação dos cabos dentro dos eletrodutos. A caixa de entrada de distribuição.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M O projeto com a instalação de transformador em via pública. quando este se localizar na rede secundária de distribuição. Em todos os caos devem ser apresentado os cálculos de queda de tensão. Não são permitidos cabos superiores com adaptador para conexão aos bornes do medidor. A abertura do novo circuito de baixa tensão será dois vãos no máximo para o lado do transformador existente antes do desdobramento. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 32 de 79 . 4) Os transformadores com capacidade superior a 150kVA devem ser conectados os cabos da rede de baixa tensão do condomínio diretamente nos bornes de baixa tensão ( terminal) do transformador . 5% calculados a partir do ponto de entrega. 2) Não é permitido paralelismo de transformadores. em relação à tensão nominal da instalação: I) 2% calculados a partir do ponto de derivação.000 m2. b) A queda de tensão verificada no Quadro de Medição mais distante não deve ser superior aos seguintes valores. não for possível após a análise técnica. Esse tipo de rede subterrânea não é padrão da distribuidora. g) O projetista deverá optar por rede de distribuição primária de média tensão aérea compacta na propriedade interna do condomínio. quando os valores percentuais de queda de tensão (letra “b”). 3) Em instalações com demanda superior a 112. onde consta que a queda de tensão em qualquer ponto de utilização da instalação. quando existir. Também deverão conter o esquema elétrico com a indicação da caixa geral de BT com a distribuição dos circuitos interligada com os respectivos quadros de medição e dispositivos de proteção. quando este se localizar nos terminais secundários do transformador de distribuição conforme RIC de BT. pode ser exigida previsão de uma área para instalação futura de subestação. poderá localizar-se no centro das cargas de uma determinada área. portanto a manutenção da mesma será de responsabilidade do condomínio. O outro lado do circuito novo deverá estender até o secionamento existente da rede de baixa tensão. O projeto com a instalação do transformador em via pública para atendimento aos prédios do condomínio. interligando os painéis de medição. quando este se localizar na rede secundária de distribuição conforme RIC BT. h) Não é permitida a instalação de cabos diretamente enterrados no solo. Notas Gerais: 1) Em casos de reforma. f) Todas as caixas de passagem localizadas na área interna do condomínio até o painel de medição deverão ter dispositivo para lacre. este item pode ser aplicado em parte ou no seu todo. II. II) 2% calculados a partir do ponto de derivação. quando houver. para atendimento aos prédios do condomínio. do circuito antes do desdobramento. a rede de baixa tensão subterrânea não será incorporada ao patrimônio da distribuidora. III) Deverá ser apresentado junto com o projeto o cálculo da queda de tensão por circuito secundário até o quadro de medição. dependendo das condições técnicas e/ou de segurança.5 kVA e/ou uma área edificada superior a 3. não deverá ser superior à: I. c) Deverão ser observados os critérios de Queda de Tensão da NBR 5410:2004. com potência nominal de até 300 kVA. quando este se localizar nos terminais secundários do transformador de distribuição. com potência nominal de até 300 kVA deve atender as seguintes condições: a) Existir condições técnicas na rede de distribuição da concessionária para instalação de transformador e atendimento em baixa tensão. e) O projeto poderá ter mais de uma caixa de distribuição de baixa tensão com circuitos independentes. por razões de ordem técnica e respeitando as características particulares das redes da concessionária.

Os esforços resultantes em uma determinada estrutura devem ser compensados por: a) Poste com ou sem escora de subsolo ou base concretada. q) A ancoragem das cordoalhas das empresas que ocupam a faixa de compartilhamento não poderá ocorrer no mesmo poste da rede de distribuição de energia. Tração mecânica reduzida com aumento da flecha de montagem Este processo consiste no aumento da flecha de montagem dos condutores no vão entre os dois postes. no poste a partir do qual é montada a tração mecânica reduzida. f) Poste para esforço até 100 daN no topo. Neste trecho de rede (ângulo superior a 60 graus). i) Estai de cruzeta em "V" com cordoalha de aço de 6.004 – Engastamentos estaiamentos. c) Estai de cruzeta (ECV) nas ancoragens da rede primária em estruturas do tipo 3. para esforços até 4840 daN. Quando a geometria da rede de distribuição estiver com ângulo superior a 60 graus. Tr = tração mecânica reduzida – nova tração Tb = tração de projeto Fm = flecha de montagem do vão Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 33 de 79 . em deflexão e mudança de número ou seção dos condutores deve-se utilizar a planilha de cálculo mecânico disponibilizada na internet (página da AES Sul>Dados técnicos> Normas técnicas). mantendo o vão igual.001.005 e NTD 004. j) Estai de cruzeta em "V" com cordoalha de aço de 7.010.008 – Transformadores de Distribuição Classe 15 e 25 kV.1. o) Em estruturas com transformador prever escora de subsolo. salvo nos casos com cabo 2CA com cruzeta metálica.010 – Utilização de Postes de Concreto na Rede de Distribuição. r) Tração mecânica reduzida O método de redução de tração nos condutores pode ser adotado para qualquer tipo ou bitola de condutor desde que observadas às condições locais e critérios de normas vigentes. Cálculo Mecânico Para o cálculo da resultante dos esforços atuantes sobre estruturas em derivação.820 daN.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Os transformadores devem ser trifásicos e estar de acordo com as NTD 002. tanto para a rede primária como secundária. h) Escora de subsolo dupla para esforço até 300 daN no topo. l) Não deverá ser utilizado estai do tipo ea1. m) No engastamento dos postes ver NTD 002. k) Uma combinação de um ou mais elementos mencionados nas alíneas anteriores. 3.1. desde que o terreno seja favorável. e) Estais de poste a poste. p) A fim de evitar o estaiamento diretamente ao solo o esforço absorvido pelo estai deve ser transferido para mais de um poste. b) Estai de âncora normal. as cordoalhas devem ser projetadas com tração mecânica reduzida. ea2 e ea3. Projeto Mecânico 3. O valor da tração mecânica reduzida será: Tr = (Fm/ Fr)*Tb Onde. ou quando desejar-se transferir esforços para outro poste. desde que o terreno seja favorável. Por isso. fim de linha. d) Estai de cruzeta e cruzeta nas ancoragens de estruturas tipo 3. g) Escora de subsolo simples e estai para esforços até 200 daN no topo.35 mm de diâmetro. a fixação dos condutores deve ser em estrutura do tipo ancoragem. 3.1. Os vãos com trações diferentes dos demais devem sempre ser separados destes por encabeçamentos.9 mm de diâmetro. a fim de evitar cruzamento entre estais e redes secundárias. No caso de padrão de rede compacta não deve ser adotado esse procedimento. através da instalação de postes para a diminuição do vão e ângulo. para esforços até 2. desde que o terreno seja favorável. n) Utilização de postes de concreto em ângulo ver NTD 002. a ancoragem das cordoalhas das empresas da faixa de compartilhamento deverá ser projetada em poste anterior a esta deflexão. Para definição dos postes para instalação de transformadores em alinhamento deve ser seguida NTD 002.

1/0 e 4/0) e vão básico de 60 metros. A tabela fornece o valor percentual da redução da tração de projeto. No projeto deve constar o coeficiente que indica o valor do aumento da flecha de montagem e no memorial técnico descritivo devem ser apresentados os cálculos. inclusive o valor da nova flecha com a temperatura máxima de trabalho do condutor.2.003). A flecha de montagem deverá ter esse incremento na construção. quando o projetista adotar os valores especificados a seguir. Seguem as definições: Área urbana A rede de média tensão com alimentador simples com cabo de alumínio sem alma e vão básico de 35 metros. vão entre postes de 60 metros. Não será necessário apresentar os cálculos da tração mecânica reduzida. com poste de altura mínima de 11 metros. 2. A Tabela 20 é referente à rede de média tensão com cabo de alumínio com alma (4. para atendimento de consumidores particulares com TMR. No projeto deverão constar o valor percentual da tração mecânica reduzida e o incremento na flecha de montagem se necessário (ver simbologia na norma NTD 002. temperatura da flecha máxima de projeto a 50°C. O projeto deve atender as distâncias da luz mínima para a condição real de campo com uma temperatura máxima do condutor de 75°C. vão entre postes de 35 metros terá uma redução da tração de 28% com o aumento da flecha máxima de 40%. Os cálculos foram elaborados com a premissa que o terreno é plano e sem construções abaixo da rede. 3. Também deve constar um desenho com o perfil da rede na condição de flecha máxima e suas cotas. quando o aumento da flecha for 40%. poderá utilizar os valo res da Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 34 de 79 . O valor máximo permitido para o incremento da flecha é de 40%. para rede de média tensão. O projetista sempre deve avaliar a luz mínima entre a rede e o solo no projeto da rede. 2. rede trifásica. cabo 2CA. Aplicação da tração mecânica reduzida Para redes de distribuição compacta e redes com estrutura pilar não se aplicada à tração mecânica reduzida nos condutores.1. ancoragem em poste de 11 metros terá a tração reduzida de 28% com o aumento da flecha máxima de 40%. quando consultada a tabela de flecha de montagem da rede. 1/0 e 4/0) na qual aumentamos a flecha para diminuir a tração de ancoragem.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição Fr = flecha de redução a ser montada – nova flecha máxima ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M A nova flecha da rede deve respeitar os limites da luz mínima e distâncias de segurança desta norma a temperatura máxima de trabalho do condutor. Em projetos com derivação da rede troncal (existente). Tabela 20 – Tração mecânica reduzida com o aumento da flecha Vão básico ou vão Aumento da Percentual da entre postes flecha de tração de ancorados (metros) projeto (%) projeto (%) 20 40 60 40 40 40 28 28 28 Por exemplo: O vão de ancoragem entre dois postes com cabo 1/0CAA terá uma redução da tração de projeto de 28%. Área rural A rede de média tensão com cabo de alumínio com alma (4. O valor máximo permitido para o incremento da flecha é de 40%.

10 . c) Ser utilizadas estruturas do tipo B. j) Ser projetada a cruzeta metálica na estrutura que define o vão do cantão (estrutura do tipo 4).2. em situação onde os condutores aproximam-se das sacadas dos prédios ou janelas. não é permitido vãos adjacentes com diferença nos seus comprimentos superior a 1/3 (um terço) do vão adjacente maior. com o estaiamento da cruzeta. quando os esforços resultantes dos cabos exigirem. Nos demais casos utilizam-se duas cruzetas metálicas na estrutura do tipo 3. c) Em rede com condutor do tipo 336.1. g) Em estruturas de derivação . Estruturas Constam nas padronizações de instalações da NTD 003. conforme NTD 003. sem o estaiamento da cruzeta. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 35 de 79 . Devem ser previstas estruturas de ancoragem intermediárias.4 CA com o estaiamento da cruzeta.com a previsão de instalação de chaves fusíveis deverá ser projetado a instalação de cruzetas de madeira para a fixação das chaves fusíveis. 3.001 – Estruturas e Equipamentos de Rede de Distribuição Aérea e NTD 002.5 180 Em projetos de derivação da rede troncal com a instalação de poste. b) Em rede com condutor do tipo 4/0CA.tipo 2. Nestes casos não é necessário o estaiamento da cruzeta.010 – Utilização de Postes de Concreto na Rede de Distribuição.TMR reduzida de projeto 15 2. preferencialmente. Em poste com equipamentos não é permitida a instalação de caixas ou equipamentos das empresas que usam a faixa de compartilhamento. k) A fixação da mão-francesa no poste e cruzeta deve ser utilizada à porca auto travante com nylon. h) A cruzeta metálica tem a sua aplicação em estruturas de ancoragem do tipo3. quando a situação de campo permitir.005. conforme seguem: a) Em rede com condutor tipo 2CA e 1/0CA. b) Ser utilizados preferencialmente estruturas dos tipos N3 e N4 em ancoragens da rede. comprometendo os espaçamentos mínimos previstos no item 4.005 – Estruturas e Equipamentos de Distribuição. a sua capacidade mínima deve ser a indicada na NTD 002. Regra do 1/3 nos projetos de redes O projeto da nova rede de distribuição (sem o seccionamento do cabo).003. Em projetos de manutenção emergencial e complementação de fase RDU deverão: a) Ser utilizadas estruturas do tipo M1 e M2 em alinhamento e ângulos. 3. nos casos previstos na norma de Padronização de Linhas Aéreas de Distribuição. s) A ancoragem da rede com cruzeta metálica (estrutura N3) e condutor 2CA aplicam-se uma cruzeta metálica (nesta cruzeta não é permitida a instalação de chave fusível).Utilização de Postes de Concreto na Rede de Distribuição. Quando não for possível.2. i) Em estruturas do tipo3.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Tabela 21 – Tração mecânica reduzida com derivação da rede troncal Valor da Tração Vão básico Fator de multiplicação da mecânica (metros) flecha . f) Ser utilizados 2 (dois) afastadores de rede secundária para os postes com transformador. d) Ser previstos postes de concreto. A sua aplicação ocorrerá a partir de novembro de 2010. e) Ser utilizadas cruzetas de madeira e metálica. com estaiamento longitudinal adequado. deve ser consultar a área técnica de projetos. conforme especificação técnica ETD 001.5 das disposições gerais. deve ser empregada cruzeta metálica nas saídas de subestações e travessias de rodovias.

inclusive os condutores das estruturas adjacentes. deve ser aplicada estrutura do tipo 2 (M2). Circuito duplo de rede primária: 13 m. . Rede primária: 11m. quando na instalação do novo poste não for possível manter a regra de 1/3. ii) As estruturas adjacentes devem ser com o isolador pilar. Estrutura de Alinhamento e Ângulo em Redes Primárias Para as redes com características urbanas a escolha da estrutura.3.Entrada com mufas subterrâneas.Em ângulos e alinhamento deve-se consultar a NTD 002.4 M1 0 – 50º 0 – 50º 0 – 25º 0 – 15º 0 – 15º M2 51 – 60º 51 – 60º 26 – 50º 16 – 30º 16 – 30º N4 X X 51 – 60º 31 – 60º 31 – 60º N3 . Consultar a NTD 002.010 – Utilização de Postes de Concreto na Rede de Distribuição. .010 – Utilização de Postes de Concreto na Rede de Distribuição. . Equipamentos: 12m. Redes compactas: 12 m Notas: 1) Para casos especiais. a estrutura não terá necessidade de ser substituída por um poste de concreto. Com relação aos comprimentos padronizados. Troncal de circuitos primários (alimentadores): 12m. deve-se aplicar o poste de concreto DT. como arranjos que envolvam derivação. evitarem o escorregamento e manter a flechas entre os vãos do projeto.N3 61 – 90º 61 – 90º 61 – 90º 61 – 90º 61 – 90º Nota: Nas redes de distribuição de energia da AES Sul só deverão ser instalados isoladores pilares. 3.Instalação de equipamento consultar a NTD 002.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Nos projetos de redes existentes. D.010 – Utilização de Postes de Concreto na Rede de Distribuição. . Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 36 de 79 . preferencialmente.4. com as seguintes observações: i) Todas as fixações dos condutores aos isoladores devem ser com pré – formado. os postes poderão ser aplicados nas seguintes condições: A. O uso do pré-formado na fixação dos condutores aos isoladores vem garantir a distribuição dos esforços.Ancoragem de redes de distribuição. Rede secundária + iluminação pública + telecomunicações: 9m. poderão ser empregados postes de comprimento superiores. A aplicação dos postes de concreto deve atender aos seguintes critérios: I. Postes As novas tomadas de rede aérea em Média Tensão com poste de madeira instalado com placa de identificação de fabricação inferior a cinco anos e em boas condições. II.Estruturas com derivações em alinhamento.Entroncamento de alimentador utilizar poste tronco cônico . E. cruzamentos ou travessias. pode ser feita conforme a tabela a seguir: Tabela 22 – Definição de Estruturas conforme ângulo e condutor Alumínio 4 2 1/0 4/0 336. 3. iii) O poste a ser instalado deve ser de concreto tronco cônico de 400daN. verificada durante a elaboração do projeto. F. G. Aplicação dos postes de concreto em: . B. C. Rede primária + A: 11m.

para que as árvores de porte grande ou médio possam ser plantadas do lado Sul.80 metros. • O segundo critério determina que os condutores de maior seção (com conexão elétrica) passam sobre os de menor seção. sempre que possível. dando maior sombra. deverá ser previsto a instalação de chaves fusíveis no ramal primário. O cruzamento deverá ser feito entre rede multiplexada. Para vãos superiores. 3. sempre que possível. à tarde.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M 2) Em redes com alimentadores duplos e postes de 12 metros. Ocupação ou Travessias de Faixas de Domínio e Cruzamentos Quando houver ocupação de faixa de domínio de rodovias.5. • O cruzamento da rede compacta tronco com a rede da derivação do tipo convencional deverá ser com rede compacta até a chave fusível do ramal ou até o final do ramal se este for até três vãos de rede. devem ser apresentados detalhes em separado. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 37 de 79 . Para ruas cujo eixo está na direção Leste-Oeste. Quanto ao porte.Pequeno porte: até 4m. Caso não seja possível executar esta substituição.Grande porte: acima de 6m. desde que haja esta possibilidade.7.6. de acordo com a NTD 006 – Ocupação ou Travessias de Faixas de Domínio por Redes de Distribuição de Energia Elétrica e NBR15688. a fim de que as futuras árvores de médio porte possam ser plantadas do lado Leste. as árvores são classificadas em três tipos: . . ferrovias vias de navegação e aeroportos. a arborização existente deverá ser substituída por árvores de pequeno porte. o lado da posteação deve ser. Em áreas urbanizadas. Também se aplica. Também deverá dentro do possível ser evitada a locação de redes em Áreas de Preservação Permanente – APP (margens de cursos d’agua e encostas com declividade superior a 45°) e sobre es pécies de árvores imunes ao corte. conforme ANEXO D – Posicionamento da Posteação em função da Arborização. • Não é permitido o cruzamento de condutores de rede nua existente com rede nova multiplexada. A nova rede que deriva do ramal de média tensão deve ficar na posição inferior. [1] Quando a rede de distribuição tiver que cruzar por árvores de médio e grande porte. 3. fornecendo sombra sobre a calçada. 3.Médio porte: de 4m a 6m. a instalação de um novo transformador o poste deverá ser substituído por um de 13 metros. colocar a posteação do lado oeste na rua cujo eixo esteja na direção aproximada Norte-Sul. Sob as redes de distribuição urbana somente devem ser plantadas árvores de pequeno porte. do lado Norte. Cruzamento de redes Os seguintes critérios devem ser seguidos: • O primeiro critério define que a posição da rede do circuito tronco sempre deve ficar no nível superior. deve ser elaborado um projeto especial cuja orientação deve ser feita pela AES Sul. sobre as frentes dos prédios e das calçadas. Os padrões devem ser acertados com as respectivas Prefeituras Municipais. para rede de média tensão derivando para um novo ramal projetado. . sempre que possível. Esse critério é determinante. Posicionamento da Posteação em Função da Arborização O traçado a ser escolhido pela empresa projetista deverá dar preferência aos locais sem ocorrência de vegetação nativa arbustiva ou arbórea. • A distância de cruzamento entre condutores de média tensão não poderá estar inferior a 0.

Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos 800mm Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição y Aprovado: Leandro Silva Página 38 de 79 . Sempre que possível à distância X e Y deverão ser iguais e nunca superiores a 15m.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M O cruzamento com conexão elétrica no meio do vão deve obedecer ao exemplo da figura que segue: Fases A B C ver detalhe A Fases A B C X conector cunha Nota: 1.

• A rede pilar somente deve ser projetada em estruturas exclusiva para rede de média tensão. • No entorno da cidade. e havendo necessidade de projetar a rede em propriedades de terceiros (não-requerente). Critérios de Atendimento aos Consumidores A fim de levar em conta as responsabilidades sobre a manutenção e a operação das redes rurais a serem projetadas. Objetivo Este Capítulo estabelece as condições exigíveis para a elaboração e apresentação de projetos de redes aéreas de distribuição em zonas rurais. Definem-se zonas rurais locais afastados dos centros urbanos. a ser obtido pelo interessado e cuja cópia deverá ser anexada ao pedido de ligação. mesmo sendo uma área rural. Tipos de redes rurais Na área rural os tipos de redes são: a convencional com condutor com alma de aço. • As derivações com equipamentos devem ser projetadas com rede convencional. 2. 5. a) 6 Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 39 de 79 .NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição CAPÍTULO II 6 ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M REDES DE DISTRIBUIÇÃO RURAL 1. • Em circuitos com previsão de rede de baixa tensão deve ser projetada a rede convencional • A rede pilar aplica-se para condutores de bitola até 1/0CAA. Escolha do padrão de rede com cabo protegido XLPE Nos casos em que no traçado da rede existir grande concentração de árvores (mato) em torno da mesma ou junto da mesma deve ser previsto a rede compacta. quando tiver dúvida do padrão de rede a ser projetado. que não constam nos capítulos anteriores desta Norma. Nos trajetos com concentração de árvores ao longo do alimentador deve ser previsto no projeto o cabo protegido com estrutura convencional com cruzeta. compacta e estrutura com cruzeta e cabo XLPE. formada por estrutura do tipo “T” principalmente (em cruzeta). a pilar (com isolador fixado diretamente ao poste). 3. deverão ser observados os critérios de atendimento descritos a seguir: Nos ramais particulares onde não há possibilidade de atendimento através da via pública. O projetista deve contatar a área de projetos da concessionária para avaliar. • Os equipamentos devem ser instalados em estrutura convencional. com cruzeta rebaixada. deve. ser projetada estrutura de rede convencional. obrigatoriamente. A rede pilar é ideal para regiões de grande distância entre as propriedades. Escolha do padrão de rede (convencional ou pilar) A escolha da estrutura de rede convencional ou pilar a ser projetado recai nos seguintes critérios: • A principal aplicação da rede pilar é para projeto de redes expressas de média tensão. • Em regiões com crescimento populacional na área rural deve ser projetada a rede convencional. com poucas derivações da mesma para atendimento a consumidores. deve ser projetada rede convencional. • Em regiões ou áreas com aves de grande porte. b) Os ramais particulares existentes que se destinam a atender a outras propriedades através de novas extensões serão incorporados pela a AES Sul. com baixa densidade demográfica. 4. Tem a sua aplicação quando o terreno não apresenta concentração de árvores ou mata no trajeto do traçado da futura rede. aplicáveis aos sistemas de distribuição da AES Sul. deverá ser obtida autorização dos mesmos através da assinatura de um "termo de permissão de passagem" (modelo AES Sul). baixa demanda elétrica e predominância de propriedades rurais.

será monofásico a um fio e transformação com retorno por terra. indicando-se o número de aparelhos de um mesmo tipo. se necessário. número de fases. Determinação da Classe do Consumidor Deverá ser assinalada no local apropriado do formulário a classe do consumidor. anotar qual a produção requerida pelo interessado. pelo porte e aparência de sua residência. Cálculo Elétrico da Rede Secundária Os cálculos elétricos da rede secundária deverão ser elaborados com base nas demandas máximas individuais dos consumidores. denotando. utilizar o verso da folha. com a respectiva unidade. utilizando-se o modelo de formulário constante no ANEXO G. . poderão ser confeccionadas redes trifásicas.2. número de ordem atribuído a ele na planta. Deverão ser registrados os dados das cargas a ser ligada pelo consumidor. em todas as folhas.Classe C: Possui previsão para instalação apenas de iluminação e tomadas. B ou C. limitados às condições de universalização. um potencial médio de utilização futura da energia elétrica. município e distrito onde está localizado. c) Quantidade. podendo-se prever uma baixa utilização futura da energia elétrica.Classe A: Possui previsão para instalação de iluminação e diversos eletrodomésticos. à direita deste. devem ser preenchidos os campos destinados a: a) Numeração da folha com indicação do número de ordem das folhas componentes do levantamento de carga. Durante o contato com o futuro consumidor. inclusive chuveiro elétrico. d) Observações ou quaisquer informações adicionais necessárias ao perfeito entendimento dos dados colhidos. apresentando-se sempre apenas a via original dos mesmos. data e assinatura do consumidor ou responsável pelas informações colhidas. a potência total do(s) mesmo(s) e o seu regime de funcionamento: diurno. 6. b) Identificação do Consumidor com indicação do nome do mesmo. 6. determinadas através do preenchimento dos campos do Formulário para Levantamento de Carga referidos no item 3. inclusive chuveiro elétrico e/ou bomba d'água de 3/4cv. na qual deverão ser obtidas informações sobre as cargas pretendidas pelo mesmo. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 40 de 79 . pelo porte e aparência de sua residência. para os aparelhos cuja potência for função de sua produção horária. podendo. nome da obra à qual deverá ser ligado e descrição da atividade principal desenvolvida na propriedade em relação ao uso de energia elétrica. Projeto Elétrico 6.Classe B: Possui previsão para instalação de alguns eletrodomésticos. com possibilidade de serem ligadas em sua propriedade dentro de um prazo de até cinco anos após a eletrificação da mesma. após o preenchimento da última folha. O número total de folhas deverá ser colocado. sendo: . Nota: Nos casos onde houver interesse mútuo entre concessionária e solicitante. separados por uma barra. O preenchimento do Formulário para Levantamento de Carga deverá ser feito durante entrevista com o futuro consumidor. 6.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M c) O padrão das redes de média tensão no meio rural a ser adotado pela AES Sul. conforme descrito a seguir. Levantamento de Carga O levantamento de carga deverá ser feito paralelamente à escolha do traçado da rede. descrição. bomba d'água até 3/4cv. denotando. cujo objetivo seja o atendimento de novos fornecimentos. um alto potencial de utilização futura da energia elétrica. a descrição do tipo de aparelho. .1. e) Nome do responsável pelo levantamento. de acordo com o seguinte critério: a) consumidores com carga exclusivamente residencial serão classificados em classe A.1 deste capítulo. noturno ou diurno e noturno. o número de fases necessárias à ligação do(s) mesmo(s).2.1. potência e regime de funcionamento.

lançando-se os totais na linha Totais Cargas-P+V.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M - Classe D: Consumidores com carga não residencial.2. escolhendo-se entre os valores de fator de demanda constantes na tabela Fatores de Demanda apresentada no formulário. os valores encontrados inferiores às demandas do maior motor em funcionamento durante cada período considerado (diurno ou noturno). deverão ser adotados os valores indicados na Tabela 23 – Demanda de Consumidores A.7 b) efetuar os somatórios das colunas Diurna e Noturna. com os valores do DEM-P. c) A carga total instalada do consumidor. Tabela 23 – Demanda de Consumidores A. Demandas Máximas dos Consumidores D A determinação dessas demandas deverá ser feita através de cálculos efetuados no formulário para Levantamento de Carga do consumidor considerado. 7 Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 41 de 79 . B e C Para determinação das demandas máximas diversificadas individuais dos consumidores classes A. não podendo ser. Demanda dos Consumidores de Projetos de Reformas Aplica-se a mesma metodologia da área urbana.8 (*) para cálculo elétrico da rede secundária. será obtida somando-se os valores da coluna Potência (kW) com os valores da coluna Potência (cv).2. em kW.5. Demanda Máxima dos Consumidores A. B e C.1 2. 6. d) as demandas máximas (diurna e noturna) do consumidor deverão ser obtidas somando-se os valores de DEM-V obtidos. 6.3. multiplicados pelo fator de conversão 0. Nota: Os valores obtidos deverão ser considerados como demanda noturna. b) Obter as Cargas Totais – (P+V).5 0. obtendo-se os valores de demandas máximas diurna e noturna para as cargas V (DEMV). c) aplicar os fatores de demanda (F. porém.1 0.2. Determinação da Carga Total Instalada Para qualquer classe de consumidor. B e C a baixo. 6. para determinação da potência do transformador. considerar o número total de consumidores do circuito secundário.2.4. ou em ambas. considerar cada lado do transformador separadamente e. a carga total instalada do mesmo deverá ser obtida como segue: a) Efetuar os somatórios das potências P.3 1 2 2.2.) adequados aos somatórios das cargas V. não sendo necessário preencher os dados da coluna Demanda (kVA) do Formulário para Levantamento de Carga.5 1. para as cargas de regime variável (cargas V) e para as cargas de regime permanente (cargas P). B e C Nº de Consumidores de Demanda Máxima Diversificada individual (kVA) Mesma C lasse no Circuito (*) Classe A Classe B Classe C 1 3. conforme o regime de funcionamento do(s) aparelho(s). Para o cálculo diurno considerar 20% de cada valor individual. lançando-se os valores obtidos nas colunas Diurna ou Noturna.D. 6.9 3 ou mais 2 1.736kW/cv. seguindo-se os seguintes passos: a) converter os valores de potência dos aparelhos em demanda através da aplicação dos Fatores de Conversão apresentados em tabela existente no próprio formulário.

b) 0. Nas extensões de rede de um novo consumidor não residencial deve-se adotar o mesmo método de cálculo efetuado pelo formulário para Levantamento de Carga do consumidor do item 5. 6.3 – demanda máxima dos consumidores “classe D”. 6. Demanda dos Consumidores de Projeto de Extensão de Rede e aumento de carga: Nas extensões de rede ou pedido de aumento de carga nos circuitos de baixa tensão.2 capitulo II. Os campos pertencentes às colunas "a" a "x" deverão ser preenchidas como segue: a) Coluna “ a ”: Número de ordem do transformador. conforme identificação na planta.2. conforme modelo do ANEXO H. b) Coluna “ b ”: Número de consumidores classe A alimentados pelo transformador. “ f ” .2. bem como comprimentos e designação de trechos de rede.3. em função do tipo de instalação e característica da área (classe A.2.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M 6.2. desenhado na planilha de cálculo elétrico de queda de tensão (ANEXO A).2.6. g) Coluna “ m “: Número de consumidores da classe D alimentados pelo transformador. a demanda a ser utilizada para os atuais consumidores e novos consumidores residenciais deve ser adotada os valores indicado no item 5.8. Para o preenchimento da referida planilha deverá. Nos pedidos de aumento de carga não residenciais o cálculo da demanda é conforme o RIC de baixa tensão. Transformadores 6. Também deverá ser calculada a demanda através do RIC de baixa tensão para consumidores novos trifásicos residenciais com previsão de disjuntor superior a 40 A. primeiro.2 e 3. ” h ”.1. O fator de potência a ser adotado para o cálculo elétrico deverá ser: a) 0. g e j. obtida somando-se os dados das colunas d. Cálculo da Potência dos Transformadores A potência e o número de fases de cada transformador serão determinados pelo preenchimento da Planilha para Cálculo da Potência dos Transformadores.2. obtida da tabela 1 do item 5. Fator de Potência para o Cálculo O cálculo elétrico da rede secundária deve ser feito para o período de funcionamento das cargas (diurno e/ou noturno).2.8 quando houver consumidor classe D no circuito. devem ser identificadas as demandas máximas diversificadas individuais dos consumidores.3. Diagrama Unifilar da Rede Secundária No diagrama unifilar. considerando as demandas individuais calculadas segundo os itens 3. ser feita a respectiva identificação através da indicação do número de ordem da folha (número de ordem/número total de folhas) e dos nomes do município e da obra em questão. B e C). 6.2 capitulo II. c) Coluna “ c ”: Demanda diversificada dos consumidores classe A. f) Coluna “ l “: 8 Demanda total noturna dos consumidores A.2. d) Coluna “ d ”: Demanda total dos consumidores classe A obtida pela multiplicação dos valores das duas colunas anteriores. e) Colunas “ e ”.92 quando estes não estiverem presentes. no topo da mesma.2.” g ”.2. Os valores de demanda diurna dos consumidores classe D deverão ser distinguidos pela colocação da letra D à esquerda dos mesmos.7. “ i “ e “ j “: Obtidas da tabela 1 do item 5. B e C. h) Coluna “ n “: 8 Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 42 de 79 .3.

6.5 15 Até 22. j) Colunas “q” e “r”: Demandas totais. onde: onde “r” e “o” são os dados das colunas designadas por essas letras. adotando-se o valor padronizado igual ou imediatamente superior ao maior valor entre os dados das colunas t e u. onde: q e l são os dados das colunas designadas por essas letras. respectivamente.3. escolhida como o maior valor entre o dado da coluna s e o calculado por: 0. através da tabela abaixo: Tabela 24 – Coeficientes de Diversidade (Consumidores D) Número de consumidores Coeficiente de diversidade 1 1 2 0.5 Colunas “o” e “p”: Somatório das demandas individuais dos consumidores. pela potência do transformador ou pelo número de fases determinado pelo cálculo elétrico da rede secundária.2 ⋅ I ) 2 . diurna e noturna.6 5 0.2 ⋅ I ) 2 .8 ⋅ q + 0.36 ⋅ r 2 + (0.36 ⋅ q 2 + (0. escolhida como o maior entre o dado da coluna s e o cálculo por: i) 0. respectivamente.2.7 4 0. obtidas dos Formulários para Levantamento de Carga respectivos. Seleção da Potência Nominal dos Transformadores Deve ser prevista a utilização de transformadores conforme as potências fixadas conforme tabela a seguir: Tabela 25 . obtidas dos Formulários para Levantamento de Carga respectivos. l) Coluna “t”: Demanda máxima diurna prevista para o transformador.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Coeficiente de diversidade obtido em função do número de consumidores (coluna m). n) Coluna “v”: Potência nominal escolhida para o transformador. diurnas e noturnas. k) Coluna “s”: Somatório das demandas das cargas P dos consumidores alimentados pelo transformador.8 3 0. o) Coluna “x”: Número de fases do transformador determinado pelo número de fases das cargas a ele ligadas.Potência de transformadores monofásicos Demanda do circuito (kVA) Potência do transformador (kVA) Até 9 10 Até 13. m) Coluna “u”: Demanda máxima noturna prevista para o transformador.8 ⋅ r + 0.5 25 Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 43 de 79 . obtidas pela multiplicação do coeficiente de diversidade (coluna n) pelos dados das colunas o e p.

1.6. Tensão Nominal A tensão nominal de operação deve estar de acordo com a tensão existente na área do projeto. Número de Fases A rede primária deve ser trifásica ou monofásica. M. Amortecedores de Vibração A vibração eólica tem alta freqüência e pequena amplitude e é causada pelos ventos horizontais que correm na direção transversal da rede de distribuição de energia. HT e Pilar) a ser projetada para as redes de distribuição Rural. Os circuitos exclusivos de iluminação pública a rede projetada poderá ser monofásica.2. Itaqui. 6.004 contêm respectivamente as estruturas e equipamentos da rede distribuição com suas distâncias de montagem para redes de estrutura convencional e Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 44 de 79 .1. 6. a cruzeta deve ser rebaixada de 85 centímetros do topo do poste de 11 metros. a cruzeta deve ser rebaixada de 45 centímetros do topo do poste de 11 metros Em áreas com lavoura que possuem aves de grande porte a cruzeta deve ser rebaixada de 85 centímetros. b) Em vão com comprimentos compreendidos entre 81 metros e 100 metros. nos ramais e derivações com condutores do tipo 1/0CAA ou bitola equivalente/superior.5.5 kVA. 6. As estruturas do tipo T1 devem ser montadas com a cruzeta rebaixada. NTD 003. Tipo dos Circuitos Os circuitos devem ser do tipo radial e de acordo com o tipo de transformador.4. quando o terreno permite que a distância da luz mínima ao solo seja cumprida. de acordo com as características das cargas e com o cálculo elétrico. Barra do Quarai e São Gabriel devem ser instalados os amortecedores de vibração nas redes troncais dos alimentadores.4. conforme segue: a) Em vão com comprimento de no máximo de 80 metros. Distribuição Secundária 6. desta forma. à seção dos condutores deve ser a mesma. 6.5. Para transformadores trifásicos devem ser adotados os mesmos critérios estabelecidos para rede urbana. São Borja. As normas NTD 003. induzindo. Quarai.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Para demandas superiores a 22. Alegrete. um movimento para cima e para baixo em um plano perpendicular à direção dos ventos. reforma de rede e obras de manutenção. Distribuição Primária 6. deve-se prever a utilização de sistemas trifásicos. Estruturas A NTD 002. Esse tipo de vento gera uma pressão alternada que provoca um desbalanceamento de pressão no cabo condutor. Condutor Neutro 9 Nas redes monofásicas a dois fios (fase-neutro) supridas por transformadores monofásicos. A aplicação dos amortecedores de vibração deverá ser em projeto de obras novas.001. 6.5.2.002 – apresenta os gráficos para escolha do tipo de estruturas (U.005 e NTD 002. 6.3. T. Rosário do Sul. Nas áreas rurais dos municípios de Santana de Livramento. Nota: Deve ser analisada técnica-economicamente a conveniência de desdobrar o circuito ou reposicionar o transformador toda vez que o cálculo elétrico requerer o uso de condutores de seções superiores à mínima padronizada.4. Também se aplica a circuitos elétricos de baixa tensão para atendimento de consumidores monofásicos mais iluminação pública.5. Uruguaiana.

6.7. do tipo N4 aplicada em ângulo para os cabos 1/0CAA e 4/0CAA. Em estruturas de derivação . fim de linha. A rede com o cabo 4CAA poderá ser realizado o estaiamento do tipo “EPP”. 1/0CAA e 4/0CAA. A estrutura U é utilizada em redes monofásicas de MT com condutor 4CAA. VMED é o vão médio do cantão. Cálculo Mecânico 6. O vão básico do cantão poderá ser calculado de maneira aproximada pela expressão: V BAS = V MED + 2 ⋅ (VMAX − V MED ) .2. VMAX é o maior vão do cantão.Estrutura de Rede Compacta apresenta as estruturas padrões.002 . em deflexão e mudança de número ou seção de condutores deve-se utilizar a planilha de cálculo mecânico disponibilizada na internet (página da AES Sul>Dados técnicos> Normas técnicas).7. N3/N3 para os cabos 1/0CAA e 4/0CAA. As cruzetas metálicas têm sua aplicação nas seguintes configurações de estruturas: c) de ancoragem do tipo N3.7. Compensação do Esforço Resultante sobre a Estrutura e Escolha de Estais Os esforços resultantes em uma determinada estrutura devem ser compensados por: Elaborado: Marcus Izquierdo Revisado: Edson Batista Aprovado: Leandro Silva Felberbaum Projeto de Rede Aérea de Projetos Página 45 de 79 Distribuição . d) em saídas subestações e travessias de rodovias para todos os cabos. em metros. A cruzeta de madeira tem a sua aplicação nos tipos de estruturas não elencada do uso da cruzeta metálica. O estaiamento da cruzeta é obrigatório para redes trifásicas e bifásicas de MT projetadas com os condutores do tipo 2CAA.com a previsão de instalação de chaves fusíveis deverá ser projetado a instalação de cruzetas de madeira para a fixação das chaves fusíveis. em metros. f) do tipo N4 nos casos de mudança de bitola do condutor com o estaiamento. conforme Tabela 26: Tabela 26 – Definição do tipo de Estruturas conforme ângulo ALUMÍNIO U1 U2 U4 U3 U3 4CAA 0 . motivado por obstáculos em campo. 6. o projetista deve entrar em contato com a área técnica da AES Sul. em metros.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M pilar.50° _ 51° . onde: 3 VBAS é o vão básico. e) do tipo N4 projetada no vão do cantão para todos os cabos com o estaiamento.1.tipo 2. Tp = tração de projeto de cada condutor (daN). Trações de Projeto Para o cálculo da resultante dos esforços atuantes sobre estruturas em derivação.60° >60° 90° A NTD 003. A rede de distribuição pilar tem aplicação exclusiva para suspensão de condutores em estruturas sem equipamentos. Nestes casos não é necessário o estaiamento da cruzeta. Na impossibilidade do estaiamento da cruzeta.

Equipamentos: 12m. d) Estai de âncora com cordoalha de 6. banhados ou areia molhada.53 mm de diâmetro. g) Sapata para pântano. no mínimo. desde que atendida à condição do item B.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M a) Estai de cruzeta (ECV) nas ancoragens da rede primária em estruturas do tipo3 b) Estai de cruzeta e cruzeta nas ancoragens de estruturas tipo3. D. Notas 1) A instalação de chave fusível em poste de 11 metros existente.8. Rede primária: 11m. Postes 6. bem como quando necessário assegurar os afastamentos mínimos entre condutores e solo e evitar arrancamento (enforcamento de estruturas). A rede pilar não é aplicada em travessias de rodovias estaduais e federais. c) Escora para esforços até 1.010 – Utilização de poste de Concreto na Rede de Distribuição. os postes poderão ser aplicados. Rede primária + A: 11m. Na condição de mudança de configuração de rede pilar para convencional e vice versa o poste deverá ter uma altura mínima de 12 metros. 6. cruzamentos ou travessias. Comprimentos Com relação aos comprimentos recomendados. h) Uma combinação de um ou mais elementos mencionados nas alíneas anteriores. em terrenos alagadiços.35 mm de diâmetro. desde que atendam a condição de luz mínima do condutor ao solo: Para rede convencional A. E. poderá ser utilizada. O projetista deve avaliar sempre a luz mínima do condutor ao solo. quando por questões técnicas não for possível à utilização do estai. nas seguintes condições. F.2. B.8.9 mm de diâmetro. 2) Para casos especiais. na área rural. 6. com a devida concordância da AES Sul. 3) Em redes construídas com postes de 12 metros e possuem alimentadores duplos. para esforços até 1. f) Estai de âncora com cordoalha de 9. Circuito duplo de rede primária: 13 m.710 daN no topo. i) Ver itens complementares no capitulo I – Rede Urbana para o calculo mecânico j) A concretagem da base do poste somente é aplicável. A aplicação de estais em postes de concreto deve atender os requisitos da NTD 002.1.004 – Engastamentos e Estaiamento e NTD 002. Em ângulo. para esforços até 1.000 daN no topo. e) Estai de âncora com cordoalha de 7.310 daN no topo. exclusivamente em deflexões e desde que economicamente justificável. Troncal de circuitos primários (alimentadores): 12m. como arranjos que envolvem derivações.8. C. a instalação do novo transformador deverá ocorrer em postes de 13 metros. exceto em programas específicos de eletrificação rural ou sob orientação da Central de Projetos da AES Sul. no mínimo. Rede secundária + iluminação pública + telecomunicações: 9m. 10 Para rede pilar Os projetos com rede pilar no alinhamento (terreno plano) o poste poderá ter altura de 12 metros. Tipo Nos projetos de RDR devem ser previstos postes de concreto. normalmente. poderão ser empregados postes de comprimentos superiores. para esforços até 2.015 daN no topo. 10 Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 46 de 79 . o poste deverá ser de 12 metros. para atendimento a rede particular.

a menos que a seção do condutor fase seja a mínima padronizada.9. salvo o condutor 4CAA que não se aplica. se necessário. • Os espaçadores deverão ser instalados a cada 15 metros.11. projetam-se os seguintes condutores de média tensão: • Condutores com alma de aço (CAA) para redes trifásicas e monofásicas e monofilares com retorno por terra (MRT). Ver item referente à TMR no capítulo I. O projeto com a instalação do condutor multiplexado intercalado com a rede nua deverá atender os seguintes critérios: • O circuito de BT a jusante da rede multiplexada com mais de um vão deverá ser instalado espaçadores até o final do circuito. • O condutor bimetálico do tipo “1N5” para atendimento específico de certos projetos do Programa Luz para Todos (LPT). a seção dos condutores deve ser a mesma. Os condutores do tipo 2CA podem ser projetados com tração mecânica reduzida (TRM). Os condutores da rede de baixa tensão poderão ser do tipo com alma de aço de alumínio (CAA) ou com cabo multiplexados. Os projetos das redes de baixa tensão em áreas com vegetação de pequeno porte o condutor a ser utilizado e o multiplexado. A sua aplicação se restringe no máximo um vão. quando não existe outra alternativa viável para o projeto da rede.8. utilizar preferencialmente os indicados na tabelas 27 à 32. a seção do condutor neutro pode ser imediatamente inferior à seção do condutor fase. • O condutor de alumíniodo tipo 2CA (sem alma) tem aplicação exclusiva em rede que derivam da troncal. Aplicação Em redes rurais. quando a rede existente nua for trifásica.10. O projetista deve avaliar sempre a luz mínima do condutor ao solo. Nas redes monofásicas a dois fios (fase-neutro) supridas por transformadores monofásicos. afim de termos um esforço resultante menor no poste da rede tronco. Também se aplica em trajeto da rede montada em cruzeta com arborizações espaçadas ao longo do alinhamento. Bitolas padronizadas e tipo Dentre os condutores padronizados. A sua aplicação se restringe a rede de média tensão monofásica. • O condutor com cobertura em XLPE tem a sua aplicação na rede compacta em locais com densa arborização composto por árvores de médio e grande porte. • O projetista deverá indicar no projeto a instalação dos espaçadores e a regulagem da rede. • A instalação dos espaçadores deverá ocorrer com a rede regulada. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 47 de 79 . 6. ângulo e ancoragem deverá ser consultada a norma NTD 002.3. Também pode ser utilizada seção de mesma bitola caso necessário.010 – Utilização de postes de concreto na rede de distribuição. Essa condição deve ser aplicada.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Para rede compacta e com cabo XLPE Os projetos com rede compacta no alinhamento (terreno plano) o poste deverá ter altura mínima de 12 metros para rede compacta e 11 metros para estrutura convencional e cabo com cobertura em XLPE. Condutores 6. Capacidade dos postes de concreto A capacidade mínima e tipo dos postes de concreto para a aplicação em alinhamento. Nota: Deve ser analisada técnica-economicamente a conveniência de desdobrar o circuito ou reposicionar o transformador toda vez que o cálculo elétrico requerer o uso de condutores de seções superiores à mínima padronizada. 6. 6. enquanto que nas redes supridas por transformadores trifásicos e redes monofásicas a três fios (fase-fase-neutro).

NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 48 de 79 .

4 2 1N5 4.5 120 1/0 70 Tabela 31 .NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição Tabela 27 – Condutores padrões MT Rede convencional de Média Tensão Condutor 4. 2. 1/0.6/1kV Cabo de alumínio CAA Barramento secundário MONOFÁSICO Barramento de ligação mm² AWG (kVA) 220V 127V 220V 127V 10 e 15 16 16 2 1/0 Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 49 de 79 . 2 e 1/0 ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Tipo Alumínio (CAA) Alumínio (CA) Bimetálico Alumínio (CAA) Rede pilar trifásica e bifásica Tabela 28 – Condutores padrões BT (tipo) Rede de Baixa Tensão Condutor 2 e 1/0 Tipo Alumínio (CAA) Tabela 29 – Condutores padrões (seção) Rede de Baixa Tensão Cabos Triplex Seção nominal (mm²) nro x fase+neutro 2x1x35+35 2x1x50+35 3x1x35+35 3x1x50+35 3x1x70+50 3x1x120+70 Quadruplex Tabela 30 – Condutores tronco de circuitos secundários 220/127 V 380/220 V Transformador Multiplex Multiplex (KVA) CAA/AWG CAA/AWG 2 2 (mm ) (mm ) 30 2 35 2 35 45 1/0 50 2 35 75 1/0 70 1/0 50 112. 4/0 e 336.Barramento de ligação do TR a rede monofásica TRANSFORMADOR Cabo isolado de cobre 0.

medida sobre a cerca.1. Na planilha localizamos na mesma linha apenas dois “x” marcado. os trechos de cerca ou outro obstáculo condutor que se situem dentro de uma faixa de oito metros (8m). sendo que os seccionamentos devem ser feitos a uma distância de 30m do eixo da rede perfazendo 60m entre si. 95 e 185mm2. b) Em paralelismo de rede com cerca. c) Detalhes vide ANEXO I. o aterramento pode ser instalado em qualquer ponto entre dois seccionamentos da cerca. Nos casos em que a definição é “todos do padrão” fazem referencia aos condutores da área rural padronizados. mais (+) 5% do vão.6/1kV Transformador Trifásico (mm²) (kVA) 380/220 V 220/127 V Até 45 35 35 75 70 95 112. Os trechos de cerca que. devem ser aterrados a cada 300 metros. 6.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Tabela 32 – Barramento de ligação do TR a rede trifásica Cabo Isolado de Cobre 0.12. Cercas e Obstáculos a) Em cruzamento de rede sobre cerca. Exemplo 3: No projeto de rede de média tensão (4CAA) e baixas tensões (2CAA) ambas monofásicas o vão básico de projeto é de 50 metros. Aterramento 6. a partir do eixo da rede e para ambos os lados. A coluna referente aos “tipos de condutores” define quais são aplicados para o vão em estudo. para cada lado do eixo da linha. 7. devem ser seccionados e aterrados no ponto de saída da referida faixa. partindo de dentro da faixa acima mencionada. Na planilha localizamos na mesma linha apenas um “x” marcado. Desde que a uma distância igual ou superior a oito metros (8m) mais (+) 5% do tamanho do vão. Seguem exemplos de aplicação da planilha: Exemplo 01: No projeto de rede de baixa tensão multiplexada com condutor de 50mm² o vão básico de projeto é de 50 metros.12. no sentido para fora do mesmo.5 95 150 150 120 Os condutores padronizados para rede primária protegidos com capa em XLPE são de 70. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 50 de 79 . Exemplo 2: No projeto de rede de média tensão e baixa tensão ambos trifásicos e com cabo 2CAA o vão básico de projeto é 50 metros. Vão A tabela de aplicação do vão de projeto tem por finalidade informar o padrão do vão básico da rede de distribuição de energia. Na planilha localizamos na mesma linha o “x” marcado em dois pontos. sem seccionamento.

Demanda Diversificada Demanda Máxima Condutor Tensão (kV) (kVA) 55 13. 2CAA x 120 4CAA.Demanda Diversificada. 8. veículos e máquinas agrícolas no local da construção da rede. Tabela 34 . O projeto da rede pilar está limitada a vão máximo de 85 metros e vão básico máximo de 80 metros. a locação deve ser adequada a uma futura implantação de rede trifásica. 2CAA. 4/0CAA x 160 1N5 Rede de distribuição pilar x 80 4CAA. 11 12 Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 51 de 79 . Os projetos com vão básicos compreendidos na faixa entre 121 metros e 139 metros devem adequados conforme padrão do vão básico do cabo 4CAA. No caso de redes no Sistema MRT com Condutor de Alumínio com Alma de Aço (CAA).NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Tabela 33 . Condições de Utilização 12 A utilização do sistema MRT é exclusiva das redes primárias com demanda não superior aos limites estabelecidos na Tabela 34 . deve ser igual ou superior a 40A.1. 1/0CAA x 60 2/0CAA. bifásicas e monofásicas não é permitido vãos adjacentes com diferenças nos seus comprimentos superiores a 1/3 (um terço) do comprimento do vão adjacente mais extenso.95 e 185mm2 O condutor bimetálico (1N5) tem sua aplicação em vãos básicos de projetos compreendidos na faixa entre 140 metros até 160 metros. 1/0CAA x 50 1/0CAA. O emprego do sistema MRT deve ser projetado para ramais. devendo ser utilizados condutores CAA. Regra do 1/3 nos projetos de redes 11 Em redes trifásicas. após a análise técnica.8 / 3 CAA 90 23. O projetista deverá avaliar a luz mínima para determinar o vão máximo permitido pelo terreno.Tabela com o vão padrão de projeto Rede de distribuição convencional MT MT BT BT BT Circuitos Duplos Vão básico Tipos de condutores Trifásica Trifásica Monofásica Multiplexada monofásica MT trifásicos padrão Bifásica Bifásica x x x x 50 todos do padrão x x 50 todos do padrão x 60 todos do padrão x 60 todos do padrão x 50 todos do padrão x 80 1/0CAA. 4/0CAA x 100 4CAA. obstáculos e com as características do transito de pessoas. 1/0CAA Rede de distribuição compacta e rede com cabo XLPE em cruzeta x 50 50. com previsão de complementação de fase.1 / 3 A corrente de curto-circuito fase-terra mínima (Icc) em qualquer final de rede com o sistema MRT.1/0CAA x x x 30 4/0CAA. A aprovação dos projetos com vãos superiores aos recomendados do condutor com alma de aço (CAA) e bimetálico ficará a critério da área de projetos.1. 7. 2CAA. Rede Monofilar com Retorno por Terra (MRT) 8. 2CAA x x x 35 4CAA.

com boa visibilidade. Demanda A demanda prevista para os transformadores projetados na região a ser atendida. 8. Identificação da Fase Deve ser identificada no projeto a fase a qual será ligada a rede MRT.3. Deve ser de fácil acesso a pedestres.6. 8. 8. quando for o caso. culturas em geral e acidentes geográficos. deve ser calculada a corrente de curto-circuito fase-terra mínimo no final do circuito.4. Traçado A rede deve ser traçada preferencialmente ao longo de vias de acesso. pântanos. como matos.2. Levantamento de Carga Para todos os consumidores deve ser feito o levantamento de todas as cargas a serem instaladas. deve ser somada a potência já ligada ao ramal. 8. conforme definições dos capítulos anteriores. devidamente diversificada. Limite de Extensão dos Circuitos em CAA Para determinação das extensões máximas possíveis com o sistema MRT/CAA.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M 8. áreas de preservação permanente.5. devendo ser a mesma superior a 40 A. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 52 de 79 . evitando locais de difícil topografia.

Equipamentos especiais. Proteção Contra Sobrecorrente Nos circuitos primários com cabos cobertos.1.3. 3. em configuração compacta. 3. 2. Proteção Contra Sobretensão A proteção contra sobretensão da rede aérea com cabos cobertos deverá ser feita através de pára-raios. como mensageiro. de modo a se obter o máximo aproveitamento do equipamento protetor. Campo de Aplicação Aplica-se a projetos e montagem de Redes de Distribuição nos sistemas 13. Flecha de projeto A flecha de projeto para vão de 35 metros e 50 metros é de 0. localizada em áreas urbanas. Em todo final de linha.8 e 23. Nas estruturas com transformadores de distribuição. para sustentação do cabo de alumínio coberto 70.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M CAPÍTULO III 13 REDES COMPACTAS 1.8 e 23. 95 e 185mm².1kV.6. serão protegidos contra sobrecorrentes pelos mesmos tipos de dispositivos ou equipamentos de proteção. conforme expresso no capítulo de rede urbana. Recomendações O projeto para Rede Compacta Protegida deverá obedecer a todos os critérios e procedimentos constantes dos capítulos anteriores desta Norma. 3. ampliação. 3.2. compostas basicamente de três condutores cobertos instalados em espaçadores. adequadamente dimensionados e instalados. A aplicação em áreas rurais deve se seguir as diretrizes do capítulo de rede rurais. 3.53mm . Sustentação dos Condutores Deverão ser utilizadas cordoalhas de fios de aço zincado.tipo AR ou HS de alta resistência. em redes novas.4. 3.5. bem como a padronização de montagens das estruturas básicas. adotados nas redes convencionais. nas bitolas: • 9. reforço ou melhoria. Equipamentos de manobra normalmente abertos nos terminais fonte carga.1kV.90 metros. Condições Gerais 3. 13 Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 53 de 79 . Localização dos Pára-raios São recomendados a utilização dos pára-raios nos seguintes pontos: a) b) c) d) e) Nas estruturas de transição. Objetivo A presente Norma tem por objetivo estabelecer os critérios básicos para a elaboração de Projetos de Redes de Distribuição Trifásicas nas tensões 13. sustentados por uma cordoalha de fios de aço zincado (mensageiro). As exceções e particularidades serão tratadas neste Capítulo.

11. Denominação das Estruturas Básicas As estruturas básicas da RDC são identificadas por códigos alfanuméricos. prever a instalação de estribos com conectores tipo cunha. 3.1. Seccionamento e Manobra Os tipos de equipamentos de seccionamento e manobra a serem utilizados nas redes aéreas com cabos cobertos são: a) Chave fusível.11. em intervalos menores ou iguais a 300m.006 e NTD 004. Nos trechos onde não houver BT. pois a área de poda é menor. Dimensionamento de Estruturas Para o cálculo dos esforços nas estruturas.7. As demais estruturas terão os seus suportes específicos de sustentação.005.11. Cruzetas Deverão ser utilizadas cruzetas padronizadas (Capítulo I item 4. conforme seguem: Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 54 de 79 . Aterramento do Mensageiro A cordoalha de fios de aço zincado de sustentação (mensageiro) deverá ser aterrada no mínimo nos pontos onde haja malha de aterramento de equipamentos e aterramento do neutro da BT. protegidos com capa isolante removível por vara de manobra para conexão do conjunto de aterramento temporário em intervalos de aproximadamente 300 metros. recomenda-se que sejam projetadas em estruturas alternadas. deverá ser utilizado a planilha de cálculo de tração da AES Sul. 3. Travessias Deverão ser realizadas observando-se as exigências técnicas contidas na NTD 006 – Ocupação ou Travessia de Faixas de Domínio por Redes de Distribuição de Energia Elétrica. Transformadores de Distribuição Deverão ser observados os critérios de dimensionamento de transformadores estabelecidos no Capítulo I desta Norma.11.10. Estruturas 3.11. Aterramento Temporário Nos circuitos primários com cabos cobertos.11. deverá ser aterrada através de uma haste de aterramento. 3. Nas estruturas padronizadas deverão ser adotadas as distâncias recomendadas na NTD 003.8. nas estruturas de transição ou com equipamentos. 3. 3. deverão ser projetados a uma distância máxima de 7m.1.006 – Cruzeta Metálica e Cruzeta de Madeira. b) Seccionadora de faca unipolar. quando da execução de serviços de manutenção com a rede desenergizada.11.3.4.9. 3. Nas montagens de ancoragem. nos vãos entre postes. 3.5. 3.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M 3.002 – Estruturas e Equipamentos – Redes Compactas. respectivamente).8 desta Norma e nas NTD 004. Os pontos de aterramento preferencialmente serão os estribos dos transformadores. porém recomenda-se a disposição em níveis. 3. c) Chave tripolar operação sob carga.6. Espaçadores Os espaçadores. Circuito Duplo As montagens poderão ser projetadas opostas ou em níveis.2.

suporte C. D-C3 . um de cada lado da estrutura. A existência de proteção até a segunda estrutura adjacente à estrutura de transição de cabo nu para cabo protegido dispensa a instalação de pára-raios na estrutura de transição. CS . C1 ou C2 a fim de reduzir a ação do vento sobre os cabos. mensageiro fixado no poste. Esta estrutura exige um espaçador losangular instalado a quatro metros de distância da estrutura. isolador com pino universal. Pode ser utilizada também em estruturas contendo conector derivação de cunha.Estrutura passante com braço L. um de cada lado da estrutura.Estrutura com derivação de ancoragem. D-CS . C . estribo para espaçador e espaçador losangular. o mensageiro fixado no poste e a cordoalha auxiliar fixada no furo mais distante da extremidade do braço L. permitindo deflexão horizontal da RDC de seis graus. conter pára-raios. flexionando os isoladores Esta estrutura exige dois espaçadores losangulares instalados no máximo a oito metros da estrutura.Estrutura com derivação a quarenta e cinco graus em suporte C.Estrutura passante com braço L.Estrutura passante com braço L. tracionando ou comprimindo o referido braço anti-balanço. podendo também ser intercalada em uma seqüência significativa de estruturas CA. isolador de ancoragem. quando não ocorre deflexão horizontal da RDC. Utilizada quando se deseja aplicar estribo com conector derivação de cunha e grampo de linha viva em ligações de chaves fusíveis. Esta estrutura exige dois espaçadores losangulares instalados no máximo a oito metros de distância.Estrutura passante semelhante a do tipo C1 com cordoalha auxiliar. Esta estrutura exige dois espaçadores losangulares instalados no máximo a oito metros de distância. suporte horizontal e isolador com pino universal. C4 .Estrutura de ancoragem dupla. C1 . Esta estrutura exige dois espaçadores losangulares instalados no máximo a oito metros de distância. cabos cobertos em configuração triangular. tracionando o braço antibalanço. permitindo deflexão máxima horizontal da RDC de quinze graus. podendo.Estrutura de transição da rede convencional N3 (nua) para rede compacta protegida (RDC). C3 . no caso de equipamentos. um de cada lado da estrutura. quando não ocorre deflexão horizontal da RDC.Estrutura de ancoragem simples com perfil U/cruzeta. Esta estrutura exige dois espaçadores losangulares instalados no máximo a oito metros da estrutura. permitindo deflexão máxima horizontal da RDC de quarenta e cinco graus. ocorrendo deflexão máxima horizontal da RDC de seis graus.Estrutura passante com braço L. utilizada em ângulos superiores a quinze graus ou em casos de mudança de bitola. o mensageiro fixado no poste. normalmente com pára-raios. acrescida do braço anti-balanço.Estrutura passante semelhante a do tipo CA. conector derivação de cunha/estribo com conector de cunha e grampo de linha viva. o mensageiro fixado no poste. com cordoalha auxiliar.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M CA . fazendo um ângulo horizontal entre quarenta e cinco graus e noventa graus. CH . em ligações que não tem grampo de linha viva. semelhante à estrutura C3. isolador com pino universal. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 55 de 79 . N3-C3 . um de cada lado da estrutura. oferecendo distância de segurança para ligações. C2 . Esta estrutura exige dois espaçadores losangulares instalados a um metro de distância.

Condutor ou Cabo protegido Condutor de seção circular constituído por fios encordoados de alumínio com uma cobertura protetora de polietileno reticulado termofixo (XLPE) visando à redução da corrente de fuga em caso de contato acidental do cabo com objetos aterrados e diminuição do espaçamento entre condutores. Recomendações O projeto para Rede Protegida deverá obedecer a todos os critérios e procedimentos constantes dos capítulos anteriores da NTD 002 – Projeto de Rede Aérea de Distribuição. em conjunto com as seguintes definições: Anel de amarração Acessório de material elastomérico com a função de fixação do cabo coberto ao isolador. 2.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição CAPÍTULO IV ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M REDES PROTEGIDAS EM ESTRUTURA DA REDE CONVENCIONAL 1.8 e 23. semelhante ao isolador pilar de porcelana. Elaborado: Marcus Izquierdo Revisado: Edson Batista Felberbaum Projeto de Rede Aérea de Projetos Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 56 de 79 . serão protegidos contra sobrecorrentes pelos mesmos tipos de dispositivos ou equipamentos de proteção. instalado sobre as conexões dos cabos protegidos. 4.RP Rede de distribuição primária de energia elétrica em tensões nominais de 13. Isolador Pilar Polimérico Isolador pilar com dielétrico a base de polímero e com furo central roscado na base inferior. 4.3.1kV conforme as diretrizes elencadas no capítulo de rede rural. b) Nas estruturas com transformadores de distribuição. A cobertura do cabo não confere ao mesmo. adotados nas redes convencionais. Rede Protegida . As exceções e particularidades serão tratadas neste documento. Campo de Aplicação Esta Norma se aplica a projetos e montagem de Redes de Distribuição Rural nos sistemas 13.1. da rede protegida. composto basicamente de três condutores cobertos instalados sem espaçadores e apoiados em isoladores tipo pilar polimérico.1kV. cuja função é manter o isolamento elétrico da rede e evitar umidade no interior da isolação do cabo. 3.8 kV ou 23. característica de cabo isolado e. Proteção Contra Sobrecorrente Nos circuitos primários com cabos cobertos.8 e 23.1 kV constituída de Cabos de Alumínio Cobertos em XLPE e isolador Pilar Polimérico. Definições Devem ser consideradas as definições constantes na Introdução da NTD 002. Capa Protetora Acessório de material polimérico. 4. c) Em todo final de linha. Disposições Gerais 4. Localização dos Pára-raios É recomendada a utilização dos pára-raios nos seguintes pontos: a) Nas estruturas de transição entre rede protegida e rede nua. não deve ser tocado se energizado. Objetivo A presente Norma tem por objetivo estabelecer os critérios básicos para a elaboração de Projetos de Redes de Distribuição Trifásicas nas tensões 13. a padronização de montagens das estruturas básicas.2. portanto.

4. c) Chave tripolar operação sob carga. introduzindo alterações parciais ou totais na rede existente (convencional). d) Atendido os limites de luz mínima nos vãos.4. quando da execução de serviços de manutenção com a rede desenergizada.7.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição d) e) ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Equipamentos especiais. prever a instalação de estribos com conectores tipo cunha. Projetos de Reformas e Recondutoramento de Redes São aqueles que visam à implantação do sistema de distribuição aérea com cabos protegidos.5. com o objetivo de melhorar as condições de fornecimento. Transformadores de Distribuição Deverão ser observados os critérios de dimensionamento de transformadores estabelecidos no Capítulo I desta Norma. conforme a tensão nominal de operação da rede. Distribuição Primária A rede primária deve ser trifásica e a tensão nominal de operação das redes deve ser de 13.8. devendo dentro das possibilidades.8 ou 23. Pode-se utilizar o mesmo traçado e a quase totalidade dos postes existentes. Aterramento Temporário Nos circuitos primários com cabos cobertos. b) Seccionadora de faca unipolar. 4. 5. de acordo com a tensão existente na área do projeto e a classe de isolação de 15 ou 25 kV. Tipos de Projetos 4. c) Atendido os limites de trações dos condutores cobertos. para melhor adequá-la às condições locais.7. devendo-se sempre adotar todos os cuidados e procedimentos equivalentes à rede nua. conforme NTD 004. e) Atendido os esforços admissíveis na estrutura. Neste caso. b) Atendido os limites de ângulos das estruturas. 4. Nota: Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 57 de 79 .1kV. 4. o que praticamente elimina a necessidade de obras civis (salvo a substituição de um ou outro poste). Seccionamento e Manobra Os tipos de equipamentos de seccionamento e manobra a serem utilizados nas redes aéreas com cabos cobertos são: a) Chave fusível. Projeto Elétrico 5.008. 4. Equipamentos de manobra normalmente abertos nos terminais fonte carga. Ferragens e Acessórios As ferragens e acessórios utilizados nas redes protegidas deverão estar de acordo com as Especificações contidas na NTD AES de Ferragens.6.1.1. as estruturas já existentes para rede nua pode ser utilizadas. protegidos com capa isolante removível por vara de manobra para conexão do conjunto de aterramento temporário em intervalos de aproximadamente 300 metros. serem utilizados transformadores trifásicos. desde que sejam atendidos os seguintes parâmetros: a) Utilizado isolador pilar polimérico. podendo ser feito por etapas em desligamentos programados e de curta duração em cada trecho. O trabalho de desmontagem da antiga rede nua e a montagem da nova rede protegida é relativamente simples e rápido. Os pontos de aterramento preferencialmente serão os estribos dos transformadores. O tratamento operacional dessa rede é o mesmo da rede nua.

A queda de tensão existente no ponto de alimentação a ser considerado no cálculo. Quanto às distâncias e projeções de prédios e de pessoas devem ser mantidos os mesmos critérios de afastamentos das redes nuas. desde a subestação até o ponto de alimentação que devem ser consultados junto a AES Sul. chave fusível.3.1. salvo indicação ao contrário. pelo fato dos cabos condutores não possuírem blindagem metálica aterrada sobre a camada de material isolante. Estruturas Básicas São utilizadas as estruturas de rede convencional. corrente nominal 300A.2. Condutores 2 Os condutores são os mesmos da rede compacta (70. os mesmos não podem ser considerados isolados e sim apenas protegidos. A fixação dos condutores nos isoladores pilar deve ser realizada preferencialmente por meio de laço pré formado lateral ou de topo. 5. 6. devem ser mantidos os espaçamentos uniformes entre condutores. para operação em carga. considerando as cargas devidamente demandadas e diversificadas. deve-se adotar as estruturas já padronizadas para redes nuas. b) devido à introdução de nova carga na rede existente.4. chave faca. ou então com fio de alumínio coberto para amarração conforme NTD 004.8 para 23.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M No caso de estar prevista a conversão da tensão de 13.3. bem como as características da rede existente.003 ou grampo de ancoragem conforme diâmetro externo do condutor conforme NTD 004. Estruturas Especiais As estruturas especiais são as estruturas destinadas à instalação de equipamentos tais como: transformador. Neste caso.1kV na área do projeto. 5. Nas situações em que os cabos forem fixados sobre os isoladores pilar. na montagem. não deve se tocar nesses cabos quando energizados 6. Para o dimensionamento de condutores deve-se partir daquele de menor seção. tomando o condutor que não ultrapasse simultaneamente as condições de máxima queda de tensão permissível e máxima de 80% do limite térmico do condutor. Cálculo Elétrico O cálculo elétrico deve ser feito conforme indicado na planilha de cálculo de queda de tensão e tomando por base o diagrama unifilar (ver Anexo B da NTD 002). Por esse motivo. Projeto Mecânico 6.004. etc. A queda de tensão máxima em qualquer dos pontos da rede primária mais afastada do ponto de alimentação não deve ultrapassar 7%. Para todas as estruturas.015. com dispositivo para a abertura com a ferramenta “loadbuster”. chaves fusíveis de base C.004. a classe de isolação projetada dos componentes da rede deverá ser de 25 kV. Deve-se ressaltar que.004.2. Proteção Devem ser previstas em ramais de alimentadores. 6. 5. Dimensionamento de Estruturas No cálculo dos esforços nas estruturas deverá ser utilizado o programa disponível no site da AES Sul para escolha do poste de concreto em conjunto com a tabela de ângulos em função do condutor e estrutura. c) no trecho projetado. 95 e 185 mm ). banco capacitor. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 58 de 79 . conforme NTD 004. estando incluída neste valor a queda de tensão: a) existente no ponto de alimentação. Na fixação dos condutores nas estruturas de ancoragem e final de rede com isolador polimérico de suspensão devem ser utilizados alça pré-formado para cabo protegido. estes devem ser instalados no lado oposto ao esforço resultante do ângulo dos vãos adjacentes.

Ângulos Os ângulos admissíveis em função de cada estrutura e condutores são indicados na tabela abaixo: Tabela 35 . preferencialmente.7. podendo aceitar vãos básicos de 45 m. de 11 metros de altura e atender aos esforços da rede conforme projeto. Cruzamento Aéreo No cruzamento aéreo entre rede protegida e rede convencional. As distâncias entre condutores e altura mínima do condutor em relação ao solo devem ser analisadas na condição de flecha máxima. Para definição dos postes para instalação de transformadores em alinhamento deve ser seguida NTD 002. sem utilização com circuito duplo. ancoragem ou com equipamentos. devendo ser.Tabela de ângulos em função da estrutura e condutor Ângulo máximo para estruturas da rede com cabo protegido na área urbana Condutor Tipo1 Tipo2 Tipo4 Tipo3-3 Tipo3 70 0-20 21-40 41-50 51-90 AncoragemFinal de 95 0-15 16-33 34-54 55-90 rede 185 0-8 09-20 21-35 36-90 6.005. Deve ser projetada fundação especial. uso mútuo de postes. Em alinhamento preferencialmente são previstos a utilização de postes de concreto do tipo Duplo T. 6. como concretagem da base. circuitos independentes de iluminação pública e travessias aéreas de vias. Para ângulos preferencialmente devem ser previstos postes de concreto do tipo Tronco Cônico. Neste caso deve ser consultada a área de projetos da AES Sul para justificativa e aprovação. um único circuito alimentador.8.9. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 59 de 79 .006 – Cruzeta Metálica e Cruzeta de Madeira. Distâncias verticais e horizontais mínimas de segurança As distâncias ao solo e edificações deverão respeitar os valores constantes na NTD 002 – Distâncias entre condutores e edificações da rede nua.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição 6. 6.6.006 e NTD 004. Postes Os postes para a rede protegida seguem os mesmos critérios da rede convencional com condutor nu. Cruzetas Deverão ser utilizadas cruzetas padronizadas nas NTD 004.5. 6. 6. A altura do poste deve atender aos critérios de luz mínima de acordo com o terreno e flecha de projeto.4. Travessias Deverão ser realizadas observando-se as exigências técnicas contidas na NTD 006 – Ocupação ou Travessia de Faixas de Domínio por Redes de Distribuição de Energia Elétrica.10. 6.010 – Utilização de Postes de Concreto na Rede de Distribuição. ou seja. efetuando-se as ligações com cabo de alumínio coberto. no nível superior.11. Vãos ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Os vãos básicos máximos permitidos é 35 m. quando o material do solo não apresentar resistência mecânica compatível com o esforço nominal do poste. o cabo protegido deverá ficar. nas estruturas de transição. Circuito Duplo As estruturas de rede protegida são projetadas apenas para circuitos trifásicos simples. Nos casos de arranjos que envolvam derivações da rede primária. podem ser utilizados postes especiais. conforme NTD 002 – Projeto de Rede Aérea de Distribuição. 6. no mínimo.

Objetivo O capítulo V estabelece as condições exigíveis para a elaboração e apresentação de projetos de redes aéreas de distribuição para atendimento do art3° da resolução normativa 384 para empreendimentos habitacionais urbanos de interesse social. Os demais pontos do projeto deverão seguir os padrões constantes na norma de projetos de rede aérea urbana. Os projetos de edificação vertical com vários prédios a instalação do transformador poderá ser na área interna do condomínio e instalado em poste. Os empreendimentos habitacionais destinados. predominantemente. em uma das seguintes situações terão seu atendimento com esse tipo de projeto: a) implantados em zona habitacional declarada por lei como de interesse social. Projeto Mecânicos e Disposição Física da Rede 2. Critérios de Atendimento aos Consumidores Os consumidores a serem atendidos por esse tipo de rede são os localizados em áreas urbanas consideradas pelo poder público de interesse social. Todos os parâmetros de cálculos mecânicos e elétricos não elencados neste capítulo deverão seguir os critérios de projeto da rede urbana. 4. na forma da legislação em vigor. Os demais itens do projeto deverão seguir os padrões constantes na norma de projetos de rede aérea urbana e RIC – regulamento de unidades consumidoras. Também o regulamento de instalações consumidoras (RIC-BT) da concessionária. A aplicação desta condição se restringe para apartamentos com área útil de até 40m². estas autorizadas por lei a implantar projetos de habitação. O arruamento deverá permitir a manobra de caminhões da concessionária para realização de serviços de manutenção na rede de distribuição. A rede de distribuição primária deverá ser compacta e a secundária do tipo multiplexada. às famílias de baixa renda. Municípios ou suas entidades delegadas. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 60 de 79 .8kVA.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M CAPÍTULO V REDES DE DISTRIBUIÇÃO PARA ATENDIMENTO DO ART 3° D A RESOLUÇÃO NORMATIVA 384 DE DEZEMBRO DE 2009 1. Projeto Elétrico O valor da demanda a ser aplicada no cálculo elétrico é de 0. Distrito Federal. 3. ou b) promovidos pela União. ou c) construídos no âmbito de programas habitacionais de interesse social implantados pelo poder público. Essa demanda se aplica a lotes considerados de baixa valorização com área não superior a 48m². Estados.

O indicador referente ao carregamento do transformador. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 61 de 79 . A versão completa está disponível na página da AES Sul.35 2 3.66 6 4. Mas a coluna do comprimento do vão deve ser completada na unidade em metros.Cálculo elétrico da rede secundária Diagrama unifilar do circuito 6 25 2. Portanto na planilha do cálculo de queda de tensão na coluna do “kVA” vai o valor zero. aumento de carga e desdobramento de circuito deve ser dimensionado conforme o item da norma que trata o assunto para áreas urbanas e rurais.16 2 28m 35 1 21m 28 Ponto1 30 35 4. Queda Tensão Trecho Total % No cruzamento das redes no ponto “1”. esse tem a sua aplicação exclusiva para projetos de loteamentos.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M ANEXO A .16 kVA 2.66 3 3 25 4 8. Para projetos de reforma. (m) Distribuída kVA kWh Residêncial kVA kWh kVA kWh Comercial kVA kWh Industrial kWh N° F.66 7.32 3 Planilha para determinação da queda de tensão em circuitos de baixa tensão Carregamento no ponto do transformador: Trecho Anterior Ponto Trafo 1 2 3 4 5 6 Trafo 1 2 3 4 5 6 % de carregamento do Transformador: Maior % de Queda apresentada: Comp. Dados Condutor Fase Neutro Comp.66 25 5 5 35 1.16 35 4. A planilha acima é ilustrativa. não temos cargas conectadas.1 35 4. intitulada como programa de cálculo de queda de tensão para rede de baixa tensão.

060 0.560 5.511 5.575 0.408 5.141 B C 0.150 0.054 0.Cálculo elétrico da rede primária 75 L 225 75 O 212 75 275 H I 122 75 J F 203 75 E 162 75 50 A 141 PONTO DE CONEXÃO 120 G 183 28 M 75 27 N D 195 C 103.021 0.604 0.027 Demanda Noturna: Preparado por: Visto C MVA kVA D MVA kVA 0.225 0.162 E F 0.017 0.212 I J 0.051 0.009 0.081 0.548 5.075 0.531 5./EI n° : CARGA Acumulada no fim do trecho QUEDA DE TENSÃO Condutores Total Unitária No trecho Total A B Primária km Secundária 100m CONEXÃO A B 0.112 0.604 “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ ExG=H % 5.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M ANEXO B .016 0.525 0.010 0.049 0.104 C D 0.561 Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 62 de 79 .225 G M 0.075 (C/2+D) B=E MVA x km kVA x 100m 0.300 0.195 D E 0.122 I L 0.200 0.075 0.5 B Observação: Trecho B-C = travessia de estrada Queda de tensão no poste de tomada de energia – 5.249 5.006 0.001 I % 5.120 H I 0.450 0.020 0.203 F G 0.090 0.289 5.075 0.183 G H 0.537 5.075 0.040 0.085 0.495 5.2% Referência Desenho N TRECHO Designação Comprimento Distribuída no trecho o Proc.027 0.002 0.033 0.032 0.575 0.055 0.547 5.664 0.068 0.462 5.028 F O 0.012 0.001 0.575 0.275 F N 0.357 5.002 Demanda Data: Data: F AWG 3#2 CA 3#2 CAA 3#2 CA “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ Diurna: G % 0.

NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M ANEXO C (1 de 2) .Configurações da rede secundária Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 63 de 79 .

Configurações da rede secundária Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 64 de 79 .NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M ANEXO C (2 de 2) .

NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição

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ANEXO D - Posicionamento da posteação em função da arborização

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ANEXO E – Afastamento da Instalação

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ANEXO F - Relação de Consumidores
RELAÇÃO DE CONSUMIDORES fl _____ / _____

Município:

Obra:

NOME: Nº ENDEREÇO:

Carga Instalada (kW) MT

Suprimento BT N Fases
o

Atividade Principal

Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos

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NÃO RESIDENCIAL PERMANENTE-P DEM .D.50 OBS: ADOTAR PARA DEM-V O MAIOR VALOR ENTRE (M DEM.00 0.65 0.25 1.) 0.736 kVA = kW P/kW OUTRAS CARGAS TAMBO ARMAZEM MOINHO SERRARARIA OLARIAS DEM-P ( )A ( )B ( )C ( )D FATORES DE DEMANDA (F.º FASES CV kW D N DV DIURNA NOTURNA RESIDENCIAL VARIÁVEL (V) TOTAIS CARGAS-V M. x F. 0.60 0.80 0. F. DEM.56 0.60 0.90 0.50 0.V TOTAIS CARGAS .70 ALAMBIQUE ENGENHO ESCOLAS IGREJAS ATIVID.Formulário para levantamento de carga NOME: MUNICÍPIO: OBRA: CONSUMIDOR N° : DISTRITO: ENDEREÇO: ATIVIDADE PRINCIPAL DA PROPRIEDADE: REG IME DE F U N C IO N A M PO T ÊN C IA QUANT CARAC TIPOS DE MAND A ( kV A) D E S CR IÇ Ã O N.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M ANEXO G .P TOTAIS CARGAS . AGRÍC.PIV CARGA TOTAL INSTALADA (kW) CLASSE DO CONSUMIDOR: FATORES DE CONVERSÃO MOTORES: POT NOMINAL ATÉ 5 CV ≥ 5 ATÉ 50 CV > 50 CV P/kVA 1.D) E (DEMANDA DO MAIOR MOTOR) PARA CARGAS PERMANENTES O FATOR DE DEMANDA É IGUAL A 1 OBSERVAÇÕES: LEVANTADO POR: NOME DATA: ASSINATURA DO CONSUMIDOR OU RESPONSÁVEL PELAS INFORMAÇÕES Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 68 de 79 .d.

DEM.B DEM. NOTURNA DEM.º CLASSE . ESCOLHIDO POT.36 ⋅ q 2 + (0.D DEM. N. DIVERS. TOTAL CLASSE . DEM. DIVERSIF.2 ⋅ I ) 2 ) .t: o maior valor entre (s) e ( 0. INDIVID.º INDIVID.A DEM. (kVA) N.° DE ORDEM N.8 ⋅ r + 0. DIVERSIF. TOTAL DIURNA DEM. CLASSE . TOTAL DEMANDA TOTAL ABC NOTURNA N. e i: valores extraídos do item 3. INDIVID.º DE FASES a b c d=bxc e f g=exf h i j=hxi l=d+g+j m n o p q=nxo r=nxp s t u v x .º COEF.u: o maior valor entre (s) e ( 0. DIURNA DEM. DEM.c.x: potência padronizada igual ou imediatamente superior ao maior valor entre t e u Em ____ /____ /_____ nome . DIVERSIF.2 ⋅ I ) 2 ) Preenchido por: .C DEM. TOTAL NOTURNA TOTAL CARGAS – P (kVA) MÁXIMA (kVA) DIURNA NOTURNA TRANSF.36 ⋅ r 2 + (0.8 ⋅ q + 0.º CLASSE .ANEXO H – Planilha de Cálculo da Potência de Transformadores PLANILHA PARA CÁLCULO DA POTÊNCIA DOS TRANSFORMADORES MUNICÍPIO: OBRA: DEMANDA DEMANDA N.2 tabela 1 . TOTAL N. f.2.

NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M ANEXO I (1 de 2) .Aterramento de cercas paralelas Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 70 de 79 .

Aterramento de cercas transversais Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 71 de 79 .NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M ANEXO I (2 de 2) .

Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 72 de 79 .NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M ANEXO J – Faixa de Servidão.

NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M ANEXO K .Exemplo de projeto Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 73 de 79 .

NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M ANEXO L – Exemplo de tronco de circuitos secundários Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 74 de 79 .

Nos casos de projetos de quadros de medidores a solicitação do pedido de fornecimento definitivo deve ocorrer num prazo mínimo de 150 dias antes da provável data de conclusão da obra do prédio. As eventuais ressalvas devem ser observadas e conter a anuência do responsável técnico. quer sejam por motivos de padrão técnico ou de segurança. o projeto encontra-se disponível para execução pelo prazo de 02 (anos). permanecemos a disposição em caso de qualquer esclarecimento que porventura seja necessário. sendo que este deve estar de acordo com as normas e legislações vigentes. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 75 de 79 . ( ) Informamos que foi realizado estudo de viabilidade de fornecimento e o pedido de fornecimento/aumento de carga de _____ kVA/kW. Atenciosamente. Qualquer informação não apresentada no projeto. Análise de Carga: ( ) Informamos que não foi realizada a análise de carga. deve-se encaminhar o modelo de carta de inicio de obra conforme NTD 005 – “Construção de Rede Aérea de Distribuição” dentro do prazo de validade da análise do projeto. Sendo o que se fazia oportuno. serão de responsabilidade do profissional responsável pelo projeto.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M ANEXO M – Correspondência de liberação de projeto Data: Número de Protocolo: Expediente Interno: Interessado: Município: /RS Análise de Projeto Elétrico: Informamos que após análise. foi criada a solicitação de projeto S_______________. Execução da Obra: Para execução de obra em via pública. __ foi liberado neste momento e para seu atendimento dentro dos níveis de qualidade exigidos pela legislação __ fazem-se necessárias adequações do sistema elétrico existente. que interfira na liberação da obra após a fiscalização. Para projetos de quadro de medidores onde se faz necessária a adequação da rede elétrica.

2 e 3 referente à tabela 2 do item 2. capítulo I.1. referente à regra do 1/3. 5) Exclusão item “a)” de 4. 26) Inclusão no item 2. tabela 8. letra g. Introdução. referente à aplicação de poste de concreto. 38) Alterado no item 3.73. 34) Alteração do item 2.5. letra “A”. na data de 22/06/2009.2. 32) Inclusão no item 3. capítulo I. 21) Inclusão no item 3.2. letra G. na data de 29/06/2009. na data 22/06/2009.4. capítulo I. 3) Alteração no item 2. na data de 22/06/2009. na data de 29/06/2009.5 kVA na data de 22/06/2009. capítulo II texto referente à demanda. na data 22/09/2009. referente à regra do 1/3. parte geral da norma referente à regra do 2/3 ou 1/3.5 kVA. 12) Inclusão dos condutores de barramento para transformadores de 150.. capítulo I.4. referente a “Planta Construtiva para zonas tipicamente rurais. na data de 22/06/2009. na data de 22/06/2009. 23) Inclusão de texto na nota no item 3. 35) Alterado o item 3.1. capítulo I. ver letras (g – h –i – j). dos transformadores de distribuição de potência 225 e 300 kVA com tensão secundária 380/220 V e 150. 20) Inclusão no item 3. 17) Alteração do texto da letra “a” e inclusão do item “b” no item 3. na data de 29/06/2009. capítulo I.2. capítulo I. capítulo I referente à demanda.2. 15) Exclusão do item 5 das notas gerais. 8) Inclusão da Nota 1. 31) Alteração no item 3. 25) Alteração de texto do vão da rede rural monofásica item 4. capítulo I. 33) Alteração do item 3.1. 37) Incluído no item 3. 220/ 127V na data de 22/06/2009. capítulo II referente à rede em terras de terceiros. na data de 22/06/2009. na data 22/06/2009. 22) Alteração na planilha do item 3. na data de 22/06/2009. capítulo I. na data de 29/06/2009.5.1. extensões e novas cargas na data 22/06/2009. do item 2. 36) Alterado o item 2.3. do capítulo I. na data de 29/06/2009. capítulo I. 7) Inclusão dos transformadores citados no item 6 na tabela 2 do item 2. 4) Alteração o item 2.5. na data de 22/06/2009. 16) Alteração do texto das letras “c” e “d” do item 3. na data de 29/06/2009. capítulo II. capítulo I referente TMR. 6) Inclusão no item 2. capítulo II. capítulo I. na data de 22/06/2009.5. 14) Alteração do texto do item 2. 11) Inclusão das notas 1. na data de 29/06/2009. 18) Alteração de “M4” para “N4” na tabela 13 do item 3. na data de 22/06/2009. 225 e 300 kVA com tensão secundária de 220/127 V na data de 22/06/2009. na data de 29/06/2009. capítulo II referente à aplicação do poste em ângulo. na data de 29/06/2009. capítulo I que as redes novas devem ser trifásicas.4. na data de 22/06/2009. capítulo I. tabela 2 – demanda dos TR . capítulo I em 22/06/2009. na data de 29/06/2009.3.10.2. 19) Alteração do item 3. capítulo I. 27) Alteração no item 4. 24) Inclusão de texto no item 3.2. na data de 29/06/2009. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 76 de 79 . na data de 08/08/2009.potência de TR em reformas.3.12. do capítulo I.2. capitulo I. capítulo II.3.2. 39) Excluído o anexo referente à tabela para escolha de estais. capítulo I.6. capítulo II – demanda – Tabela 1. capítulo I.2.2. 225 e 300 kVA na tabela 7 do item 2.10. 9) Inclusão do texto da aplicação de condutores multiplexado em reforma de rede item 2.10. a substituição de poste de madeira.5.2. 2) Inclusão no item 2. na data de 22/10/2008. capítulo II referente aplicação do condutor CAA. barramento de ligação do TR a rede trifásica para TR 112. na data de 22/06/2009.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M Alterações 1) Inclusão do item 2. 13) Inclusão do texto “e condomínios horizontais” no titulo do item 2. na data de 22/06/2009. deve conter os seguintes itens adicionais” devido a duplicidade de informação na data de 01/04/2009. 28) Alteração no item 3.10.10. na data de 22/06/2009.2.2. capítulo II texto referente à iluminação pública. 29) 30) Alteração no item 4. referente à tabela 7 – condutor tronco de circuito secundário – para transformadores de 75 e 112. capítulo I. capítulo I. 10) Inclusão da tabela 7 com os condutores do barramento de circuitos do transformador item 2. na data de 22/06/2009. 2 e 3 após a tabela 6 do item 2. referente a Prédios de múltiplas unidades consumidoras Modificado.5.3. referente à estrutura metálica.1. capítulo II referente aplicação da estrutura metálica.3. na data de 29/06/2009.

1. 70) Incluído no item 4. 53) Incluído no ANEXO G – formulário de levantamento de carga – valores dos fatores de demanda. na data de 10/08/2009. na data de 08/08/2009.5. 47) Exclusão do texto do item 2. referente à demanda. referente à demanda de consumidor novo em projeto de extensão de rede de BT.6. na data de 08/08/2009.2. na data de 20/10/2009. letra “a” item referente a redes com neutro ressonante. capítulo I.10. 43) Exclusão no item 3. na data de 10/08/2009.1 . na data de 10/08/2009.6. 62) Inclusão do cesto parágrafo no item 2. na data de 14/10/2009. 55) Incluído no item 4. capítulo parte geral. na data de 20/10/2009. 66) Incluído no item 3.1.12.g e h. 67) Excluído o parágrafo do tópico objetivo do capítulo II. referente ao secionamento do circuito novo para atendimento do transformador de edifício de uso coletivo. na data de 13/10/2009.2.regra do 1/3 – no capítulo II. na data 09/10/2009. referente à utilização de condutores multiplexado na área rural. na data 13/10/2009.capítulo II. na data 09/10/2009. referente à demanda em reforma de circuito na data de 16/08/2009. capítulo II o texto referente ao uso da planilha de cálculo da tração de projeto. na parte inicial. na data de 10/08/2009. capítulo I o texto referente ao uso da planilha de cálculo das trações de projetos. a informação referente à concretagem de base. capítulo I.2 intitulado de projeto de extensão de rede e aumento de carga.capítulo I. 48) Inclusão no item 3.2. na data de 08/08/2009. na data de 16/08/2009. capítulo I referente ao traçado da rede primária. tabela 1 da demanda diversificada e fórmula da demanda de consumidores não residências. 49) Alterado o texto do item 3.2. planilhas referentes aos afastamentos entre condutores de circuitos diferentes e entre os condutores. 71) Inclusão do item 4. capítulo I. 69) Incluído o item 3. na data de 19/02/2010. 56) Inclusão no item 2. 58) Reestruturado o item 4. 42) Inclusão no item 3. Versão F. letra “g”. capítulo II parágrafo referente a outros tipos de condutores para utilização na área rural.2. parte I. na data de 16/08/2009.2. 45) Inclusão no item 2. 65) Incluído no item 2. capítulo II. na data 09/10/2009.2. 41) Inclusão no item 3. letra “b”. na ata de 16/08/2009. na data 13/10/2009.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M 40) Alteração no item 2. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 77 de 79 .2. capítulo I.10.1.regra do 1/3 para redes . intitulado “unifilar e cálculo elétrico de rede secundária” parte inicial. na data de 08/08/2009.2. 59) Incluído nota 2 e reestruturado o texto da nota1 no item 2.4. na data de 20/10/2009. 54) Excluído anexo referente afastamento de condutores ao solo e entre circuitos diferentes. informação da demanda através do programa de cálculo de queda de tensão. 60) Reestruturação do item 4. na data de 19/02/2010. capítulo I. 64) Alterado o anexo “A” – cálculo elétrico da rede secundária. 63) Alterado o item 3. capítulo I. na ata de 16/08/2009.2. na data de 13/10/2009. na data de 13/10/2009.. 61) Incluído tabela 11 intitulada “Barramento de ligação do TR a rede de distribuição trifásica de baixa tensão dos prédios de múltiplas unidades consumidoras e condomínios item 2.n. 51) Inclusão do item 3. parte 1.4.7.1 . 44) Exclusão no item 2. na data 09/10/2009.4. 46) Inclusão no item 3. na data de 14/10/2009.2. 57) Alteração do fator de potência dos consumidores residenciais item 2.8 – intitulado “fator de potência”.1. capítulo II. capítulo II. 68) Incluído novos condutores no item 3.3 – transformadores de distribuição – referente atendimento de condomínios. capítulo II.11. capítulo I. 50) Incluído o texto no item 3. Versão F. capítulo II. na data de 10/08/2009. na data de 20/10/2009. na data de 20/10/2009.5.2. da tabela 4 o cabo 2CAA em estruturas monofásicas.1.13 – bitolas recomendadas . capítulo I.1 e terceiro parágrafo no item 2.4 intitulado “diagrama unifilar e cálculo elétrico de redes secundárias.7.4. 52) Inclusão do item 3. no texto referente ao fator de potência e complementação para o uso da planilha de queda de tensão.

no item 4. o vão básico máximo para cabo 1/0CAA e 4/0CAA.4. letra “h” do item “b” capítulo I.11. 85) Incluído o item 3.amortecedores de vibração . na data de 30/3/2010. 73) Inclusão do Anexo E para os itens 4. na data de 30/03/2010 .7 – cruzamento de redes – capítulo I – na data de 27/07/2010.capítulo II. 88) Incluído no item 3. versão H.8 referente à proteção.2 da letra “k”. item 3. 83) Excluído do item 4.7 – capítulo I . 86) Alterado no item 3. referente à demanda. 82) Inclusão no capítulo I.4. 101) Incluído mais municípios. referente ao estaiamento da cruzeta metálica.redes rurais.correspondência de liberação de obra.Versão H. na data de 23/03/2010. 80) Alteração na tabela do capítulo I. Versão H.4. item 2. 84) Incluído no item 4. 104) Incluído o item 7 no capítulo 1 – Padrões de redes de distribuição e aplicação. na data de 01/12/2010. 75) Inclusão no capítulo de disposições gerais o item 4. Versão F. versão G.versão H.1 na parte inicial da norma. 92) Incluído no item 3. capítulo I. Versão F. na data de 01/12/2010. versão G. 76) Alteração no texto do capítulo I. na data de 23/03/2010.capítulo II .6 – capítulo II – referente ao estaiamento da cruzeta – na data de 30/03/2010 . na data de 30/08/2010.letra “p” referente à aplicação de estrutura do tipo 3 e 4.1. versão H. na data de 19/02/2010. versão H. versão H. na data 30/03/2010. capítulo I – referente ao cruzamento – na data de 23/03/2010 .7.2 . parte geral. 74) Ajuste no texto dos parágrafos segundo.12 – capítulo II – referente à aplicação de rede multiplexada – na data de 30/03/2010 versão H. 94) Incluído no item 2.11 – bitolas padronizadas para rede pilar – capítulo II . item 4.4 do capítulo 4. na data de 30/03/2010. parte geral. versão H.na data de 27/07/2010.5 – condutores .2.2 – capítulo I .2. na data de 30/03/2010. item 2.2 das disposições gerais (afastamentos mínimos). na data de 19/02/2010. na data de 30/08/2010. 103) Incluído no item 4. na data de 30/03/2010. referente proteção contra sobretensão. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 78 de 79 .5 – condutores . na data de 30/08/2010.1.1 – parte inicial . letra “J”. referente ao estaiamento da cruzeta metálica.versão H. na data de 23/03/2010 – versão H.1 na parte inicial da norma. Versão F. 99) Ajuste no texto do item 3. na data de 30/03/2010. 97) Inclusão no item 5.versão H. versão H. 98) Inclusão no item 6 – tabela com vão de rede – capítulo II – na data de 27/07/2010.10 – Prédios de múltiplas unidades consumidoras – letra “i”. 89) Ajuste no texto do item 2.2. na data de 30/03/2010.tabela 8 (alteração no condutor do TR de 45kVA) e tabela 9 (alteração no condutor do TR de 112.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M 72) Inclusão no item 4. 105) Incluído o item 7. 79) Melhoria no texto do capítulo I. 91) Incluído no item 3. na data de 30/10/2010.referente à aplicação do condutor bimetálico para aterramento. na data de 19/02/2010.tração mecânica reduzida. item 2. letra “g” capítulo I.letra “S” – referente à aplicação de cruzeta metálica – na data de 30/03/2010 . Versão J 100) Excluído o item 5. na data de 19/02/2010. na data de 30/03/2010. item 3.1 e 4. versão H. 77) Alteração nas tabelas do capítulo I.1.1 – Projetos e reforma – capítulo I. alteração no condutor do TR de 45kVA – 127/220 V de 50mm2 para 70mm2 .6 – sobre as estruturas da rede pilar – capítulo II. 78) Inclusão do item 3.2.2 referente a afastamento sob as redes (figura). item 2. referente à porca auto travante. Versão I 95) Inclusão do item 3 – capítulo II – escolha do padrão de rede convencional ou pilar – na data de 27/07/2010. terceiro e quarto do capítulo II.6 intitulado de “estrutura”.versão H. versão H. 96) Inclusão no item 5. 102) Incluído item 4.1. referente à aplicação dos pararraios. a letra “I”. 93) Inclusão do capítulo V – referente à resolução número 384 – na data de 10/06/2010. referente a cabo de saída dos bornes do medidor. 81) Inclusão no capítulo I. 90) Incluído no item 3. na data de 30/03/2010.5kVA).na data de 27/07/2010.4. 87) Alterado no item 3. Versão F.2 – Escolha do traçado . versão H.tabela 8.2.1 no capítulo 1 – Padrões de redes primárias de distribuição.

129) Incluído no item 3. na data de 01/12/2010.Cruzamento de redes (redes compactas).10.Condutores parte inicial. 119) Incluído no item 3. 108) Incluído o item 2. 130) Ajuste no item 3.item “h” – na data de 25/04/2011.no capítulo 4 – Rede Protegida (Condutores). no capítulo 1 – Tabela 10.Flecha de projeto.2 do capítulo 1. no capítulo 1 .2. no capítulo 2 . 128) Excluído no item 3. na data de 01/12/2010. na data de 25/04/2011. no capítulo 1 – Estruturas (complementação de fase RDU). 116) Incluído no item 4. 113) Incluído no item 3.10 do capitulo 1 – parágrafo terceiro. 111) Incluído no item 2.1.2 critérios de atendimento ao consumido.Sustentação dos Condutores. na data de 01/12/2010. 127) Incluído no item 2. na data de 25/04/2011. 109) Incluído no item 2. na data de 01/12/2010.2 na data de 25/04/2011. Elaborado: Marcus Izquierdo Felberbaum Projetos Revisado: Edson Batista Projeto de Rede Aérea de Distribuição Aprovado: Leandro Silva Página 79 de 79 .5.NORMA TÉCNICA CÓDIGO: NTD 002 TÍTULO: Projeto de Rede Aérea de Distribuição ÁREA: Engenharia DATA DE VIGÊNCIA: 01/07/2009 VERSÃO NORMA: M 106) Incluído o item 7.Distribuição primária. 107) Incluído o item 8.1.2.10 do capitulo 1 – parágrafo primeiro . 114) Incluído no item 2.1. 120) Incluído no item 2 no capítulo 3 – Rede Compacta (Campo de Aplicação). no capítulo 1 – Padrões de redes secundárias de distribuição.13 no capítulo 3 – Rede Compacta (Sustentação dos Condutores). 112) Incluído no item 3. 122) Incluído no item 3. o item “g”. 117) Incluído no item 3. no capítulo 2 .Escolha do padrão de rede com cabo protegido XLPE. 121) Incluído no item 3. na data de 01/12/2010.11.2 do capitulo 1 – tabela 21 – excluída linha. na data de 25/04/2011. no capítulo 1 – Prédios de múltiplas unidades consumidoras e condomínios. 115) Incluído no item 4. 118) Incluído no item 3. na data de 01/12/2010.Capacidade de Condução de Corrente. na data de 01/12/2010.14 no capítulo 2 .2 do capítulo 1.1. 123) Incluído no item 2.3. . na data de 01/12/2010.Tipos de redes rurais. 125) Incluído no item 4.no capítulo 4 – Rede Protegida (Campo de Aplicação). 126) Incluído no item 2.14 no capítulo 3 . no capítulo 1 – Dimensionamento dos Condutores. na data de 01/12/2010. na data de 01/12/2010. na data de 25/04/2011. na data de 01/12/2010. na data de 01/12/2010. no capítulo 2 . no capítulo 2 . 131) Incluído no item 6. na data de 25/04/2011.item “g” – uso da cruzeta de madeira na ancoragem com chave fusível. na data de 01/12/2010. na data de 01/12/2010. na data de 01/12/2010. no capítulo 1 . na data de 01/12/2010. na data de 01/12/2010. 110) Incluído no item 2.6 do capítulo 2 – sexto parágrafo – uso da cruzeta de madeira na ancoragem com chave fusível.Rede Compacta (Flecha de projeto).5. na data de 01/12/2010. na data de 01/12/2010.15. no capítulo 2 . .texto para a referência ao item 4.13. 124) Incluído no item 5.7 no capítulo 1 .Aplicação do cabo XLPE.