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DEPARTAMENTO DE TRIBUTAÇÃO - DETRI
SILT - SISTEMA INTEGRADO DE LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
LEGISLAÇÃO ESTADUAL

DECRETO ESTADUAL DECRETO ESTADUAL - Ano
1999

ESTE TEXTO NÃO SUBSTITUI O PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL

DECRETO Nº 20.686, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1999
Publicado no DOE de 28.12.99

O Efeitos a partir de 1º. 01.00

APROVA o Regulamento do Ìmposto
sobre Operações Relativas à
Circulação de Mercadorias e sobre
Prestações de Serviços de
Transporte Ìnterestadual e
Ìntermunicipal e de Comunicação -
ÌCMS e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO AMAZONAS, no uso das atribuições que lhe confere o
artigo 54, VÌÌÌ, da Constituição do Estado, e

CONSIDERANDO a autorização estabelecida no artigo 328 da Lei Complementar nº 19, de 29
de dezembro de 1997 - Código Tributário do Estado do Amazonas,

D E C R E T A:

Art. 1° Fica aprovado, nos termos da Lei Complementar nº 19, de 29 de dezembro de 1997, o
Regulamento do Ìmposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações
de Serviços de Transporte Ìnterestadual e Ìntermunicipal e de Comunicação ÷ ÌCMS, que com este
baixa.

Art. 2° Ficam revogadas as disposições em contrário, especialmente o Decreto nº 11.773, de 30
de janeiro de 1989, que aprovou o Regulamento do ÌCMS, e o Decreto nº 15.367, de 28 de abril de
1993.

Art. 3° Este Decreto entra em vigor na data da sua publicação, produzindo seus efeitos a partir
de 1° de janeiro de 2000.

GABINETE DO GOVERNADOR DO ESTADO DO AMAZONAS, em Manaus, 28 de dezembro
de 1999.

AMAZONINO ARMANDO MENDES
Governador do Estado

JOSÉ ALVES PACÍFICO
Secretário de Estado Chefe da Casa Civil

ALFREDO PAES DOS SANTOS
Secretário de Estado da Fazenda
REGULAMENTO DO IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES RELATIVAS À CIRCULAÇÃO DE
MERCADORIAS E SOBRE PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE
INTERESTADUAL E INTERMUNICIPAL E DE COMUNICAÇÃO - RICMS APROVADO PELO
DECRETO N° 20.686, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1999.

O ANEXO I
O ANEXO II
O ANEXO III
O ANEXO IV

O Alterado pelos Decretos nº 20.858, de 12.4.00; 20.928, de 16.5.00;
21.616, de 22.12.00; 22.527, de 13.3.02; 23.227, de 24.1.03; 23.284,
de 18.3.03; 23.439, de 30.5.03; 23.992, de 22.12.03; 24.058, de
3.3.04; 25.134, de 2.8.05; 25.282, de 18.8.05; 25.610, de 11.1.06;
26.438, de 29.12.06; 27.638, de 30.5.08; 27.770, de 25.7.08; 27.971,
de 3.10.08; 28.048, de 12.11.08; 28.049, de 12.11.08; 28.193, de
23.12.08; 28.194, de 23.12.08; 28.221, de 16.1.09; 28.895, 28.896 e
28.897, de 06.8.09; 29.349, de 18.11.09; 29.674, de 5.2.10; 30.013, de
31.05.10; 30.014, 31.05.10, 30.486 de 15.9.10, 30.837 de 22.12.10,
30.924 de 12.1.11, 31.133 de 29.3.11, 31.173 de 14.4.11, 31.302 de
13.5.11
O Vide, sobre substituição tributária, o Decreto nº 23.228, de 24.01.03.
O Vide Art. 2º do Decreto nº 23.994, de 29.12.03
O Vide, quanto a isenção sobre óleo diesel consumido por embarcações
pesqueiras, os Decretos nº 23.469, de 13.6.03 (revogado), e 25.611, de
11.1.06.
O Vide, quanto a isenção sobre óleo diesel para transporte coletivo urbano,
os Decretos nº 24.061, de 10.3.04; 24.973, de 24.4.05; 25.786, de 6.4.06;
26.549, de 9.4.07 e 27.500, de 2.4.08.
O Vide Decreto nº 25.135, de 2.8.05: produtos farmacêuticos.
O Vide Decreto nº 25.136, de 2.8.05: isenção para mercadorias doadas
conforme Conv. ÌCMS 37/05.
O Vide, quanto à isenção sobre vendas para Adm. Pública do Conv. ÌCMS
26/03, os Decretos nº 24.852, de 15.3.05 (revogado) e 26.113, de 1º.8.06.


CAPÍTULO I
DA INCIDÊNCIA E DO FATO GERADOR

Art. 1° O Ìmposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações
de Serviços de Transporte Ìnterestadual e Ìntermunicipal e de Comunicação - ÌCMS incide sobre as
operações de circulação de mercadorias e as prestações de serviços de transporte interestadual e
intermunicipal, por qualquer via, e sobre as prestações onerosas de serviço de comunicação, ainda que
as operações e as prestações se iniciem no exterior.

Art. 2° O imposto incide sobre:

Ì - operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive o fornecimento de alimentação e
bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares;
ÌÌ - prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de
pessoas, bens, mercadorias ou valores;
ÌÌÌ - prestações onerosas de serviços de comunicação, por qualquer meio, inclusive a geração,
a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de
qualquer natureza;
ÌV - fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na
competência tributária dos Municípios;
V - fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre
serviços, de competência dos Municípios, quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar
à incidência do ÌCMS.

V 1° O imposto incide também:

Nova redação dada ao inciso I peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Ì ÷ sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior, por pessoa física ou jurídica,
ainda que não seja contribuinte habitual do imposto, qualquer que seja a sua finalidade;

Redação originaI:
Ì - sobre a entrada de mercadoria importada do exterior, por pessoa física ou jurídica, ainda quando se tratar de bem
destinado a consumo ou ativo permanente do estabelecimento;

ÌÌ - sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior;

Nova redação dada ao inciso III peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

ÌÌÌ ÷ sobre a entrada no estabelecimento de contribuinte do imposto de mercadoria ou bem
oriundo de outra unidade da Federação, destinado a consumo ou a ativo permanente;

Redação originaI:
ÌÌÌ - na entrada no estabelecimento, de mercadoria ou bem oriundo de outra unidade da Federação, destinado a
consumo ou a ativo permanente;

ÌV - na utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outra
unidade federada e não esteja vinculada à operação ou prestação subseqüente alcançada pela
incidência do imposto;

Nova redação dada ao inciso V peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

V ÷ sobre a entrada, no território do Estado do Amazonas, de petróleo, inclusive lubrificantes e
combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e de energia elétrica, quando não destinados à
comercialização ou à industrialização, decorrentes de operações interestaduais.

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01:
V ÷ sobre a entrada no território amazonense de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados e energia
elétrica oriundos de outra unidade da Federação, quando não destinados à comercialização ou à industrialização;

Redação originaI:
V - sobre a entrada, no território amazonense, de petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos
dele derivados, e de energia elétrica, quando não destinados à comercialização ou à industrialização, decorrentes de
operações interestaduais.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V 2º Ìncide, também, o ÌCMS nas operações internas e interestaduais com gás natural e seus
derivados, em qualquer estado ou fase de industrialização.

Redação originaI:
§ 2° Ìncide, também, o ÌCMS nas operações internas e interestaduais com gás natural em qualquer estado ou fase de
industrialização.

V 3° Para efeito de incidência do imposto, considera-se:

Ì ÷ mercadoria: qualquer bem móvel, novo ou usado, inclusive produtos naturais, semoventes
e energia elétrica;
ÌÌ ÷ industrialização: qualquer operação que modifique a natureza, o funcionamento, o
acabamento, a apresentação ou a finalidade do produto, ou o aperfeiçoe para consumo, tal como:

a) a que, exercida sobre matéria-prima ou produto intermediário, importe na obtenção de
espécie nova (transformação);
b) a que importe em modificar, aperfeiçoar, ou, de qualquer forma, alterar o funcionamento, a
utilização, o acabamento ou a aparência do produto (beneficiamento);
c) a que consista na reunião de produtos, peças ou partes e de que resulte um novo produto
ou unidade autônoma, ainda que sob a mesma classificação fiscal (montagem);
d) a que importe em alterar a apresentação do produto, pela colocação de embalagem, ainda
que em substituição da original, salvo quando a embalagem colocada se destine apenas ao transporte
da mercadoria (acondicionamento ou reacondicionamento);
e) a que, exercida sobre produto usado ou parte remanescente de produto deteriorado ou
inutilizado, renove ou restaure o produto para utilização (renovação ou recondicionamento);
f) a que importe na produção ou geração de energia elétrica.

V 4º São irrelevantes, para caracterizar a operação como industrialização, o processo utilizado
para obtenção do produto e a localização e condições das instalações ou equipamentos empregados.

V 5º Não se considera industrialização:

Ì ÷ o preparo de produtos alimentares, não acondicionados em embalagem de apresentação:

a) na residência do preparador ou em restaurantes, bares, sorveterias, confeitarias, padarias,
quitandas e semelhantes, desde que os produtos se destinem a venda direta a consumidor;
b) em cozinhas industriais, quando destinados a venda direta a corporações, empresas e
outras entidades, para consumo de seus funcionários, empregados ou dirigentes;

ÌÌ ÷ o preparo de refrigerantes, à base de extrato concentrado, por meio de máquinas,
automáticas ou não, em restaurantes, bares e estabelecimentos similares, para venda direta a
consumidor;
ÌÌÌ ÷ a confecção ou preparo de produto de artesanato;
ÌV ÷ a confecção de vestuário, por encomenda direta do consumidor ao usuário, em oficina ou
na residência do confeccionador;
V ÷ o preparo de produto, por encomenda direta do consumidor ou usuário, na residência do
preparador ou oficina, desde que, em qualquer caso, seja preponderante o trabalho profissional;
VÌ ÷ a manipulação em farmácia, para venda direta a consumidor, de medicamentos oficinais e
magistrais, mediante receita médica;
VÌÌ ÷ a moagem de café torrado, realizada por comerciante varejista como atividade acessória;
VÌÌÌ ÷ a montagem de óculos, mediante receita médica;
ÌX ÷ a mistura de tintas entre si, ou com concentrados de pigmentos, sob encomenda do
consumidor ou usuário, realizada em estabelecimento varejista, efetuada por máquina automática ou
manual, desde que o fabricante e varejista não sejam empresas interdependentes, controladora,
controlada ou coligada.

Inciso X acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

X - o beneficiamento do pescado, consistente, tão somente, na retirada de suas vísceras,
mantendo-se o peixe inteiro.

Art. 3° Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no momento:

Ì - da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte, ainda que para outro
estabelecimento do mesmo titular;
ÌÌ - do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias por qualquer
estabelecimento;
ÌÌÌ - da transmissão a terceiro de mercadoria depositada em armazém geral ou em depósito
fechado, localizado neste Estado;
ÌV - da transmissão de propriedade, ou de título que a represente, quando a mercadoria não
tiver transitado pelo estabelecimento transmitente;
V - do início da prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por
qualquer via, ainda que as mercadorias ou bens não estejam sujeitos à incidência do imposto ou o
serviço seja prestado por etapas sucessivas e percorrido o trajeto por veículos diversos;
VÌ - do ato final do transporte iniciado no exterior;
VÌÌ - das prestações onerosas de serviços de comunicação, feita por qualquer meio, inclusive a
geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de
comunicação de qualquer natureza;
VÌÌÌ - do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços:
a) não compreendidos na competência tributária dos Municípios;
b) compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de
incidência do ÌCMS, como definido na lei complementar aplicável;
ÌX - do desembaraço aduaneiro das mercadorias e bens importados do exterior;
X - do recebimento de mercadoria ou bem oriundo do exterior, quando não ocorrer a entrada
física no estabelecimento importador localizado em outra unidade da Federação;
XÌ - do recebimento, pelo destinatário, de serviço prestado no exterior;

Nova redação dada ao inciso XII peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

XÌÌ ÷ da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e
apreendidos ou abandonados;

Redação originaI:
XÌÌ - da aquisição em licitação pública de mercadorias importadas do exterior apreendidas ou abandonadas;

Nova redação dada ao inciso XIII peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

XÌÌÌ - da entrada no território amazonense de petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis
líquidos e gasosos dele derivados, e de energia elétrica, oriundos de outra unidade da Federação,
quando não destinados à comercialização ou à industrialização;

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
XÌÌÌ - da entrada no território amazonense de lubrificantes combustíveis líquidos e gasosos derivados, e energia
elétrica oriundos de outra unidade da Federação, quando não destinados à comercialização ou à industrialização;

Redação originaI:
XÌÌÌ - da entrada, no território amazonense, de petróleo, inclusive lubrificantes, combustíveis líquidos e gasosos dele
derivados, e energia elétrica, quando não destinados à comercialização ou à industrialização, oriundos de outra
unidade da Federação;

Nova redação dada ao inciso XIV peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

XÌV ÷ do desembaraço, na Secretaria da Fazenda - SEFAZ, da documentação fiscal da
mercadoria ou bem oriundos de outra unidade da Federação, destinados a consumo ou ativo
permanente de estabelecimento de contribuinte do imposto, em relação à cobrança do diferencial de
alíquotas;

Redação anterior dada peIo Decreto 25.134/05, efeitos a partir de 1º.08.05:
XÌV ÷ do desembaraço, na Secretaria da Fazenda - SEFAZ, da documentação fiscal da mercadoria ou bem oriundos
de outra unidade da Federação, destinada a consumo ou ativo permanente, em relação à cobrança da diferença de
alíquotas do imposto;

Redação OriginaI.
XÌV ÷ do desembaraço, na Secretaria da Fazenda - SEFAZ, da documentação fiscal da mercadoria ou bens oriundos
de outra unidade da Federação, destinada a consumo ou ativo permanente;

Nova redação dada ao inciso XV peIo Decreto 25.134/05, efeitos a partir de 1º.8.05

XV - da utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outra
unidade da Federação e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente, em relação à
cobrança da diferença de alíquotas do imposto;

Redação originaI:
XV - da utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outra unidade da Federação e não
esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente;

XVÌ - da internação da mercadoria ou do desembaraço, na Secretaria da Fazenda - SEFAZ, da
documentação fiscal que acoberta o bem, para efeito de exigência do imposto por substituição ou
antecipação tributária;
XVÌÌ - da contratação, por contribuinte inscrito no Cadastro de Contribuintes do Amazonas -
CCA, de serviço a ser prestado por transportador autônomo, para efeito de exigência do imposto por
substituição ou antecipação tributária;
XVÌÌÌ - da saída de mercadorias do estabelecimento remetente:

a) com destino a empresas comerciais exportadoras ou armazéns alfandegados e entrepostos
aduaneiros, reintroduzidas no mercado interno, excetuada a hipótese de retorno para o estabelecimento
de origem;
b) sob regime de suspensão, que não retornarem ao estabelecimento no prazo determinado
pela legislação tributária;

XÌX - do consumo ou da utilização de substâncias minerais estéreis eliminadas como rejeito ou
resultantes de desmonte, quando consumidas ou utilizadas economicamente;
XX - da assinatura ou da cessão de canais ou linhas para os serviços de telefonia, telex,
retransmissão automática de mensagens e de comunicação de dados por comutação;
XXÌ ÷ em que o ouro deixar de ser considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial.

V 1° Na hipótese do inciso VÌÌ, quando o serviço for prestado mediante pagamento em ficha,
cartão ou assemelhados, considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no momento do fornecimento
desses instrumentos ao usuário.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

V 2º Na hipótese de entrega de mercadoria ou bem importado do exterior antes do
desembaraço aduaneiro, considera-se ocorrido o fato gerador nesse momento, devendo a autoridade
fazendária responsável, salvo disposição na legislação em contrário, exigir a comprovação do
pagamento do imposto.

Redação originaI:
V 2° Na hipótese do inciso ÌX e X, após o desembaraço aduaneiro, a entrega pelo depositário de mercadoria ou bem
importado do exterior deverá estar autorizada pela Secretaria da Fazenda, o que se fará mediante aposição de selo
com chancela no documento fiscal.

V 3° Para efeito deste artigo, equipara-se à saída do estabelecimento:

Ì - a transmissão de propriedade, ou o título que a represente, de mercadoria adquirida no
País, quando esta não transitar pelo estabelecimento do transmitente;
ÌÌ - o consumo ou a integração no ativo permanente de mercadoria produzida pelo próprio
estabelecimento ou adquirida para industrialização ou comercialização;
ÌÌÌ - a mercadoria constante do estoque final na data do encerramento das suas atividades;
ÌV - do importador ou arrematante, neste Estado, a mercadoria estrangeira saída da repartição
aduaneira com destino a estabelecimento diverso daquele que a tiver importado ou arrematado;
V - do autor da encomenda, dentro do Estado, a mercadoria que, pelo estabelecimento
executor da industrialização, for remetida diretamente a terceiros adquirentes ou a estabelecimento
diferente daquele que a tiver mandado industrializar, salvo se para outras fases da industrialização, na
forma prevista neste Regulamento;
VÌ - a mercadoria entrada no estabelecimento, real ou simbolicamente, desacompanhada de
documentação fiscal ou acompanhada com documentação fiscal inidônea, ou ainda, cuja entrada não
tenha sido regularmente escriturada no livro próprio;
VÌÌ - a primeira aquisição de substância mineral obtida por faiscação, garimpagem ou cata ou
extraída por trabalhos rudimentares;
VÌÌÌ ÷ a existência de mercadorias em estabelecimento não inscrito no Cadastro de
Contribuintes do Estado do Amazonas ou em situação cadastral irregular, em relação ao estoque nele
encontrado.

V 4° O fato da escrituração contábil indicar saldo credor de caixa, suprimentos de caixa não
comprovados ou a manutenção no passivo de obrigações já pagas ou inexistentes, bem como a
ocorrência de entrada de mercadoria não contabilizada, presume-se omissão de saída de mercadoria
tributável sem pagamento do imposto.

V 5° A falta de comprovação de saída, perante o Fisco Estadual, quando a mercadoria estiver
em trânsito por este Estado, pressupõe ocorrida sua comercialização no território amazonense, hipótese
em que será exigido o imposto com seus acréscimos legais.

Parágrafo 6º revogado peIo Decreto 28.194/08, efeitos a partir de 23.12.08

Redação anterior dada peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07:
V 6° O imposto também tem como fato gerador a saída de mercadoria da Zona Franca de Manaus para qualquer
ponto do território nacional, inclusive para Área de Livre Comércio e para município do Estado do Amazonas
favorecido pela extensão dos benefícios previstos no Convênio ÌCM 65/88.

Redação originaI:
V 6° O imposto também tem como fato gerador a saída de mercadoria da Zona Franca de Manaus para qualquer
ponto do território nacional, inclusive para a Área de Livre Comércio.

V 7° Para efeito do disposto no inciso VÌÌ, do § 3°, deste artigo, considera-se:

Ì - faiscação, garimpagem ou cata: a atividade como tal definida na legislação federal
pertinente;
ÌÌ - extração por trabalhos rudimentares: a atividade realizada por pessoa física para
aproveitamento imediato das jazidas ainda que a substância extraída seja utilizada in natura ou se
destine à comercialização ou a industrialização.

V 8° São irrelevantes para caracterizar as hipóteses estabelecidas como de exigência do
imposto:

Ì - a natureza jurídica das operações de que resultem as situações previstas neste artigo;
ÌÌ - o título jurídico pelo qual a mercadoria saída ou consumida no estabelecimento tenha
estado na posse do respectivo titular;
ÌÌÌ - o título jurídico pelo qual o bem por cujo intermédio tenha sido prestado o serviço haja
estado na posse do respectivo titular;
ÌV - a validade jurídica do ato praticado ou da posse do bem por meio do qual tenha sido
prestado o serviço;
V - os efeitos dos fatos efetivamente ocorridos;
VÌ - o cumprimento de exi gências legais, regulamentares ou administrativas, referentes às
operações ou prestações;
VÌÌ - o resultado financeiro obtido com a prestação de serviço, exceto o de comunicação;
VÌÌÌ ÷ a finalidade a que se destine a mercadoria ou o bem.

Parágrafo 9º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 9º Na falta do desembaraço do documento fiscal na Secretaria da Fazenda, o imposto por
substituição ou antecipação tributária, de que trata o inciso XVÌ, do caput, será exigido quando
constatada, através de documento emitido pelo fornecedor, pela repartição fazendária da unidade
federada de origem ou por outro órgão público, a entrada de mercadoria ou bem no território
amazonense, sem prejuízo da cobrança da multa e demais acréscimos legais.

Parágrafo 10 acrescentado peIo Decreto 28.193/08, efeitos a partir de 23.12.08

V 10. Na hipótese da falta de desembaraço do documento fiscal na SEFAZ, para fins de
cobrança do imposto devido por antecipação tributária, substituição tributária e diferencial de alíquota,
será considerada como data de entrada no território amazonense o último dia do mês subseqüente à
data da emissão desse documento, sem prejuízo da cobrança da multa e demais acréscimos legais.

CAPÍTULO II
DA NÃO-INCIDÊNCIA

Art. 4° O imposto não incide sobre:

Ì - operações com livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão;
ÌÌ - operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias, inclusive produtos primários
e produtos industrializados semi-elaborados, ou serviços;
ÌÌÌ - operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e
combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando destinados a industrialização ou a
comercialização;
ÌV - operações com ouro, quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial;
V - operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na
prestação, pelo próprio autor da saída, de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar
como sujeito ao imposto sobre serviços, de competência dos Municípios, ressalvadas as hipóteses
previstas na mesma lei complementar;
VÌ - operações de qualquer natureza decorrentes da transferência de propriedade de
estabelecimento industrial, comercial ou de outra espécie;
VÌÌ - operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia, inclusive a efetuada pelo
credor em decorrência do inadimplemento do devedor;
VÌÌÌ - operações de arrendamento mercantil decorrente de contrato celebrado no território
nacional, não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário;
ÌX - operações de qualquer natureza decorrentes da transferência de bens móveis salvados de
sinistro para companhias seguradoras;

Nova redação dada ao inciso X peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

X ÷ a saída de produtos industrializados em municípios localizados no interior do Estado para
comercialização ou industrialização na Zona Franca de Manaus ou em município do Estado do
Amazonas favorecido pela extensão dos benefícios previstos no Convênio ÌCM 65/88.

Redação anterior dada peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
X ÷ a saída de mercadorias, se industrializadas em outros municípios do Estado com destino à Zona Franca de
Manaus, com a finalidade de comercialização, industrialização ou reexportação para o exterior;

Redação originaI:
X - a saída de mercadorias, na forma de produtos industrializados, de origem nacional, de outras localidades do
Estado para a Zona Franca de Manaus, destinados a comercialização, industrialização ou reexportação para o
exterior;

XÌ - operações de entrada que destinem máquinas ou equipamentos ao ativo permanente de
estabelecimento industrial ou agropecuário, para utilização direta e exclusivamente no seu processo
produtivo, de procedência nacional ou estrangeira, bem como suas partes e peças;

Nova redação dada ao inciso XII peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

XÌÌ ÷ operações de entradas de reprodutores e matrizes animais, que tenham registro
genealógico oficial ou, na sua ausência, que venham obtê-lo no Estado, destinadas à melhoria do
rebanho amazonense;

Redação originaI:
XÌÌ ÷ operações de entrada de reprodutores ou matrizes animais destinadas à melhoria do rebanho amazonense;

XÌÌÌ ÷ operações de bens em comodato;
XÌV ÷ saída de mercadorias ou bens destinados para depósito fechado do próprio contribuinte
ou para Armazém Geral, localizados neste Estado, bem como o seu retorno ao estabelecimento de
origem;

Nova redação dada ao inciso XV peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.1.04

XV ÷ o transporte executado pelo próprio remetente ou destinatário da mercadoria (carga
própria), quando não sujeito ao ressarcimento do valor do frete;

Redação originaI:
XV ÷ o transporte executado pelo próprio remetente ou destinatário da mercadoria (carga própria), domiciliados neste
Estado, quando não sujeito ao ressarcimento do valor do frete;

XVÌ ÷ saída de bens desincorporados do ativo permanente.

Inciso XVII acrescentado peIo Decreto 20.928/00, efeitos a partir de 16.5.00

XVÌÌ - prestações não onerosas de serviço de comunicação realizadas por empresas de
televisão e radiodifusão.

V 1° O imposto não incide também sobre:

Ì - a saída de energia elétrica para uso residencial quando o consumo não exceder a cinqüenta
kWh por mês;
ÌÌ - o transporte efetuado em veículos de propriedade da União, dos Estados, dos Municípios e
do Distrito Federal, bem como de suas autarquias ou fundações, instituídas e mantidas pelo Poder
Público, desde que não haja contraprestação ou pagamento de preço ou tarifa pelos usuários;
ÌÌÌ - o transporte efetuado em veículos de propriedade dos partidos políticos, inclusive suas
fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, bem como das instituições de educação e
assistência social, sem fins lucrativos, desde que esses transportes estejam vinculados às suas
atividades essenciais e atendidos os requisitos previstos em lei;

Nova redação dada ao inciso IV peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

ÌV - operações de bens em locação.

Redação originaI:
ÌV - a saída de bem em locação.

V 2° Equipara-se às operações de que trata o inciso ÌÌ do caput a saída de mercadoria
realizada com o fim específico de exportação para o exterior, destinada a:

Ì - empresa comercial exportadora, definida na legislação tributária, inclusive "trading¨ ou outro
estabelecimento da mesma empresa;
ÌÌ - armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro.

V 3° A não-incidência de que trata o inciso XÌ deste artigo fica condicionada à vedação da
saída do bem do estabelecimento por um período mínimo de cinco anos, hipótese em que o imposto
não cobrado na entrada será exigido monetariamente corrigido, proporcionalmente à razão de vinte por
cento ao ano ou fração que faltar para completar o qüinqüênio.

V 4° O disposto no parágrafo anterior não se aplica se a saída for destinada a outro
estabelecimento industrial, do mesmo titular, localizado neste Estado.

V 5º Cessa a não-incidência relativa ao papel destinado à impressão de livros, jornais e
periódicos, quando este for consumido ou utilizado em finalidade diversa da prevista no inciso Ì do caput
ou encontrado em poder de pessoa que não seja fabricante, importador, ou em seus estabelecimentos
distribuidores, ou, ainda, que não sejam empresas jornalísticas ou editoras.

O Vide, em relação à comprovação do efetivo embarque de que trata o §6º, a cláusula quarta do Convênio ÌCMS
113/96.

V 6° Nas saídas de produtos com destino ao exterior, através de instalações portuárias ou
aeroportuárias situadas fora do Estado, será exigida a comprovação do efetivo embarque para o
estrangeiro, no prazo de sessenta dias contados da data da saída da mercadoria do estabelecimento
exportador.

V 7° Na hipótese de que trata o inciso X do caput, o não-desembaraço dos documentos fiscais
na Secretaria da Fazenda autoriza o lançamento de ofício para a exigência do imposto e respectivos
acréscimos legais, do contribuinte destinatário.

V 8° Para efeito do disposto no inciso XÌV, do caput, considera-se:
Ì - depósito fechado: o estabelecimento que o contribuinte mantém, exclusivamente, para
estocagem de suas mercadorias ou bens;
ÌÌ - armazém geral: a sociedade comercial devidamente organizada e registrada na Junta
Comercial, tendo como finalidade a guarda e conservação de mercadorias e emissão de títulos
especiais que as representem, denominados Conhecimentos de Depósito e "Warrant¨.

V 9° A não-incidência do imposto não desobriga o contribuinte do cumprimento das obrigações
acessórias.

Parágrafo 10 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos para fatos geradores
ocorridos a partir de 1º.1.00

V 10. A não-incidência prevista no inciso XÌ, do caput aplica-se, também, às empresas
prestadoras de serviços nas áreas de construção e administração de portos, armazéns e silos,
localizadas no interior do Estado.

CAPÍTULO III
DOS BENEFÍCIOS FISCAIS E DA SUSPENSÃO

SEÇÃO I
DOS BENEFÍCIOS FISCAIS

Art. 5° São isentas do imposto as prestações de serviços e saídas de mercadorias,
estabelecidas em convênio celebrado com outras unidades da Federação.

Art. 6º As concessões ou revogações das isenções serão objeto de deliberação dos Estados e
do Distrito Federal na forma que dispuser a legislação pertinente.

V 1º Os convênios impositivos celebrados pelo Estado do Amazonas terão vigência a partir da
data da publicação de sua ratificação nacional e eficácia no prazo neles consignados.

O Vide art. 4º do Decreto nº 21.616, de 22.12.2000, que convalida aplicação da isenção do ÌCMS, na forma e
condições previstas no Convênio ÌCM 44/75.

V 2º Tratando-se de convênios autorizativos somente terão eficácia se incorporados
expressamente através de Decreto do Poder Executivo.

Art. 7° Quando a isenção do imposto depender de condição a ser preenchida posteriormente,
não sendo esta satisfeita, o imposto será considerado devido no momento em que ocorreu a operação
ou a prestação.

Art. 8° A concessão de incentivo ou benefício fiscal a estabelecimento industrial será objeto de
legislação estadual específica.

Art. 9° A isenção não dispensa o contribuinte do cumprimento das obrigações tributárias
acessórias.

SEÇÃO II
DA SUSPENSÃO

Art. 10. Ocorre a suspensão do imposto no caso em que a sua exigência fique condicionada a
evento futuro, na forma estabelecida na legislação ou em convênio celebrado nos termos da legislação
federal.

Art. 11. Fica suspensa a exigência do imposto na operação em que ocorrer:
Ì - a saída de mercadorias remetidas por estabelecimento de produtor para estabelecimento de
cooperativa de que faça parte, situados neste Estado;
ÌÌ - a saída de mercadorias remetidas por estabelecimento de cooperativa de produtores para
estabelecimento neste Estado, da própria cooperativa, de cooperativa central ou de federação de
cooperativas de que a cooperativa remetente faça parte;
ÌÌÌ - a saída de mercadorias para fins de entrepostamento sob regime aduaneiro de
exportação, na operação realizada diretamente pelo fabricante ou por empresas ou agente de
exportação, consórcio, cooperativa ou entidade similar, admitidos como depositantes pela legislação
federal pertinente;

Nova redação dada ao inciso IV peIo Decreto 30.014/10, efeitos a partir de 1º.7.10.

ÌV ÷ a saída de produto ou bem destinado a conserto, reparo ou teste de qualidade, desde que
retorne ao estabelecimento de origem nos seguintes prazos, contados da data da respectiva saída:

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01:
ÌV ÷ a saída de produto ou bem destinado a conserto, reparo, teste de qualidade ou industrialização, desde que
retorne ao estabelecimento de origem nos seguintes prazos, contados da data da respectiva saída:

Redação originaI:
ÌV - a saída de produtos ou bens destinados a conserto, reparo ou industrialização, desde que retornem ao
estabelecimento de origem nos seguintes prazos, contados da data das respectivas saídas:

a) dentro do Estado: sessenta dias;

O Vide o convênio AE - 15/74

b) fora do Estado: cento e oitenta dias.

V - a saída de obra de arte, quando destinada a demonstração e exposição, desde que retorne
ao estabelecimento de origem no prazo de noventa dias, contados da data da saída da obra;

Nova redação dada ao inciso VI peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

VÌ ÷ a saída interna de mercadoria, com destino a exposição ou feiras para fins de
demonstração ao público, no prazo de trinta dias, a contar da data da sua saída do estabelecimento
remetente;

Redação originaI:
VÌ - a saída interna de mercadorias, com destino a exposição ou feiras para fins de demonstração ao público, ou ainda
para testes de qualidade, no prazo de trinta dias, a contar da data da saída da mercadoria do estabelecimento
remetente;

Nova redação dada ao inciso VII peIo Decreto 30.486/10, efeitos a partir de 15.9.10.

O Vide Ajuste SÌNÌEF 08/08.

VÌÌ ÷ a saída interestadual de mercadoria, observado o disposto em Ajuste SÌNÌEF celebrado
no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, com destino a exposição ou feiras
para fins de demonstração ao público, desde que retorne ao estabelecimento de origem no prazo de 60
(sessenta) dias, a contar da data da saída do estabelecimento remetente;¨;

Redação OriginaI:
VÌÌ ÷ a saída interestadual de mercadoria, mediante regime especial concedido pela Secretaria da Fazenda, com
destino a exposição ou feiras para fins de demonstração ao público, no prazo de sessenta dias, a contar da data da
saída do estabelecimento remetente;


Nova redação dada ao inciso VIII peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

VÌÌÌ ÷ a saída de mercadoria de estabelecimento que não disponha de balança, para pesagem
em outro estabelecimento, situados no mesmo Município, observado o seguinte:

Redação originaI:
VÌÌÌ - a saída de mercadorias de estabelecimento industrial que não disponha de balança, para pesagem em outro
estabelecimento, no mesmo Município, observado o seguinte:

a) a mercadoria deverá retornar ao estabelecimento remetente no mesmo dia em que ocorra a
sua saída para pesagem, findo o qual, não tendo retornado ao estabelecimento remetente, a saída será
considerada definitiva para fins de tributação;
b) a mesma Nota Fiscal, que acobertar a remessa, servirá para o retorno da mercadoria;
c) no retorno, a Nota Fiscal será registrada no livro Registro de Entradas, sob o título
"Operações sem crédito do Ìmposto", anotando-se na coluna Observações, a expressão: "Retorno de
mercadorias remetidas para pesagem;

ÌX ÷ a circulação de mercadoria para efeito de unitização de carga ou embalagem que deva
retornar ao estabelecimento proprietário da mercadoria unitizada ou embalada.

Nova redação dada peIo Decreto 30.486/10, efeitos a partir de 15.9.10.

X ÷ a saída de produto ou bem destinado à industrialização, desde que retorne ao
estabelecimento de origem no prazo de noventa dias, em relação às operações internas, e de 180 dias,
em relação às operações interestaduais, contados da data de saída do estabelecimento remetente;¨;

Redação OriginaI:

X ÷ a saída de produto ou bem destinado a industrialização, desde que retorne ao estabelecimento de origem no prazo
de noventa dias, contados da data da saída do estabelecimento remetente.


V 1° Nas hipóteses dos incisos Ì e ÌÌ, do caput, o imposto será recolhido:

Ì - quando da remessa dos produtos, na hipótese de os estabelecimentos destinatários
promoverem a saída para estabelecimento comercial ou industrial, situado neste Estado ou para outra
unidade da Federação;
ÌÌ - quando da liquidação de operação com o Banco do Brasil S.A., na hipótese de a produção
ser adquirida pelo Governo Federal.

V 2° O disposto no inciso ÌÌÌ aplica-se ainda que o depositário, fabricante ou a empresa ou
agente de exportação, consórcio, cooperativa ou entidade similar estejam situados em outras unidades
da Federação.

V 3° Na hipótese do inciso ÌÌÌ, quando a exportação não se efetivar ou decorrido o prazo de um
ano, o entreposto depositário deverá exigir, para liberação das mercadorias depositadas, o comprovante
do recolhimento do ÌCMS devido, ou, quando for o caso, comunicar a ocorrência à Secretaria da
Fazenda, implicando a inobservância responsabilidade do entreposto depositário pelo descumprimento
da obrigação tributária.

V 4° Não prejudica a suspensão de que trata o inciso ÌÌÌ a transferência das mercadorias de um
entreposto aduaneiro para outro, localizado ou não neste Estado, desde que administrado pela mesma
pessoa jurídica e a ocorrência seja comunicada à autoridade fiscal competente da jurisdição fazendária
do estabelecimento de origem.

V 5° O disposto no parágrafo anterior aplica-se também, para mercadorias importadas, quando
estas estiverem depositadas em entreposto aduaneiro de importação na forma da legislação federal
aplicável.

V 6° O disposto no inciso ÌV não se aplica às saídas de sucatas e de produtos primários de
origem animal e vegetal, salvo se a remessa e o retorno se fizerem nos termos de protocolos de que o
Estado do Amazonas seja signatário.

Nova redação dada ao V 7ºpeIo Decreto 30.486/10, efeitos a partir de 15.9.10.

V 7º Os prazos de que tratam os incisos ÌV e X do caput poderão ser prorrogados a critério da
Secretaria da Fazenda, mediante regime especial, no que tange às operações internas, e nos termos do
respectivo convênio, no que tange às operações interestaduais.;

Redação OriginaI
V 7º Os prazos de que tratam os incisos ÌV e VÌÌ do caput poderão ser prorrogados a critério da Secretaria da Fazenda,
mediante regime especial.

Parágrafo 8ºacrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 8º Na hipótese de remessa para teste de qualidade, a que se refere o inciso ÌV do caput,
poderá ser dispensado, através de ato da Secretaria da Fazenda, o retorno do produto ou bem, desde
que comprovada a sua inutilização.

CAPÍTULO IV
DA ALÍQUOTA E DA BASE DE CÁLCULO

SEÇÃO I
DA ALÍQUOTA

Art. 12. As alíquotas, seletivas em função da essencialidade dos produtos ou serviços, são as
seguintes:

Ì - nas operações e prestações internas:

Nova redação dada à aIínea "a" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

a) vinte e cinco por cento para automóveis de luxo; iates e outras embarcações ou aeronaves
de esporte, recreação e lazer; armas e munições; fumo e seus derivados; bebidas alcoólicas, inclusive
cervejas e chopes; jóias e outros artigos de joalheria; álcool carburante, gasolinas e gás natural em
qualquer estado ou fase de industrialização; querosene de aviação; energia elétrica e serviços de
comunicação;

Redação originaI:
a) vinte e cinco por cento para automóveis de luxo; iates e outras embarcações ou aeronaves de esporte, recreação e
lazer; motocicletas com motor acima de 180cc de cilindradas; armas e munições; fumo e seus derivados; bebidas
alcoólicas, inclusive cervejas e chopes; jóias e outros artigos de joalheria; álcool carburante, gasolinas e gás natural
em qualquer estado ou fase de industrialização; querosene de aviação; energia elétrica e serviços de comunicação;

Nova redação dada à aIínea "b" peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 3.3.04

b) doze por cento para as operações com produtos agrícolas comestíveis, se produzidos e/ou
beneficiados no Estado.

O Vide art. 38, do Regulamento aprovado pelo Decreto nº 23.994, de 29.12.03.

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º. 01.01:
b) doze por cento para as mercadorias integrantes da cesta básica, se produzidas ou industrializadas no Estado;

Redação originaI:
b) doze por cento para as mercadorias integrantes da cesta básica e os produtos agrícolas comestíveis, produzidos ou
beneficiados no Estado;

c) dezessete por cento para as demais mercadorias, inclusive o GLP, e serviços;

AIínea "d" acrescentada peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

d) sete por cento para bens de informática, assim definidos na legislação federal de regência,
exceto para terminais portáteis de telefonia celular;

ÌÌ - nas operações e prestações interestaduais:

a) doze por cento quando o destinatário for contribuinte do imposto;
b) quatro por cento para o transporte aéreo de passageiros, cargas e mala postal.

V 1° Além das hipóteses previstas neste artigo, as alíquotas internas são aplicadas quando:

Ì - da entrada, no território amazonense, de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos
derivados de petróleo oriundos de outra unidade da Federação, quando não destinados à
comercialização ou à industrialização;
ÌÌ - o remetente ou o prestador e o destinatário da mercadoria, bens ou serviços estiverem
situados neste Estado;
ÌÌÌ - da entrada de mercadoria ou bens importados do exterior;
ÌV - da prestação de serviço de transporte, iniciado ou contratado no exterior, e de
comunicação transmitida ou emitida no estrangeiro e recebida no País;
V - o destinatário da mercadoria ou do serviço for consumidor final localizado em outra unidade
federada e não for contribuinte do imposto;
VÌ - da arrematação de mercadorias ou bens apreendidos ou abandonados.

Inciso VII acrescentado peIo Decreto 28.221/09, efeitos a partir de 1º.1.09

VÌÌ - nas operações que destinem mercadorias a sociedades empresárias ou a empresários
individuais do ramo da construção civil localizados em outra unidade da Federação.

Parágrafo 2º revogado peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 3.3.04

O Vide art. 38 do Regulamento aprovado pelo Decreto nº 23.994, de 29.12.03.

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º. 01.01:
§ 2° Para efeito do disposto na alínea "b¨, do inciso Ì do caput, integram a cesta básica as seguintes mercadorias:
pão, pescado, frango e produtos de sua matança, carne e vísceras, sal, vinagre, arroz, feijão, café, açúcar, leite em pó,
macarrão, bolacha, biscoito, farinha de mandioca, óleo comestível, manteiga, margarina, ovos, farinha de trigo e
semolinas.

Redação originaI:
§ 2° Para efeito do disposto na alínea "b¨, do inciso Ì, do caput, integram a cesta básica as seguintes mercadorias:
pão, pescado, frango, carne, sal, arroz, feijão, café, açúcar, leite em pó, macarrão, bolacha, biscoito, farinha de
mandioca, óleo comestível, manteiga, margarina, ovos, farinha de trigo e semolinas.

Nova redação dada ao V 3° peIo Decreto 30.486/10, efeitos a partir de 15.9.10.

V 3° Na hipótese do inciso ÌX do art. 3°, quando o bem se destinar ao ativo permanente, assim
como suas partes e peças, aplicar-se-á a alíquota de sete por cento.;

Redação originaI:
V 3° Na hipótese do inciso ÌX, do art. 3°, quando o bem se destinar ao ativo permanente, aplicar-se-á a alíquota de
sete por cento.

V 4° Consideram-se automóvel de luxo os veículos classificados NBM/SH como limousine.

Parágrafos 5º e 6º revogados peIo Decreto 24.058/04, a partir de 3.3.04

Redação originaI dos VV5º e 6º acrescentados peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
V 5º O disposto na alínea "b¨, do inciso Ì do caput também se aplica aos produtos agrícolas comestíveis, se produzidos
ou beneficiados no Estado.
V 6º Não se aplica a alíquota prevista na alínea "b¨, do inciso Ì do caput na colocação de nova embalagem, ainda que
em substituição à original (acondicionamento ou recondicionamento) a que se refere a alínea "d¨ do inciso ÌÌ do § 3º do
art. 2º.

SEÇÃO II
DA BASE DE CÁLCULO

Art. 13. A base de cálculo do imposto é:

Ì ÷ nas operações com mercadorias previstas nos incisos Ì, ÌÌÌ, ÌV, XÌX e XXÌ do art. 3°, o valor
da operação;
ÌÌ - na hipótese do inciso ÌÌ do art. 3°, o valor da operação, compreendendo o fornecimento da
mercadoria e a prestação serviço;
ÌÌÌ - na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação,
inclusive o previsto no inciso XX do art. 3°, o preço do serviço;
ÌV - no fornecimento de que trata o inciso VÌÌÌ do art. 3°:

a) o valor da operação, compreendendo o valor da mercadoria e o dos serviços prestados, na
hipótese da alínea "a¨;
b) o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada, na hipótese da alínea "b¨;

V - na hipótese dos incisos ÌX e X do art. 3°, a soma das seguintes parcelas:

a) o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação, observado o
disposto no § 6° deste artigo;
b) o imposto de importação;
c) o imposto sobre produtos industrializados;
d) o imposto sobre operações de câmbio;

Nova redação dada à aIínea "e" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06.

O Para o período de 1º.01.05 a 31.12.05, vide art. 13, V, "e¨ da LC 19/97

e) quaisquer outros impostos, taxas, contribuições federais e despesas aduaneiras definidas
em lei.

Redação originaI:
e) quaisquer despesas aduaneiras, assim entendidas aquelas definidas em lei;

VÌ - na hipótese do inciso XÌ do art. 3°, o valor da prestação do serviço, acrescido, se for o
caso, de todos os encargos relacionados com a sua utilização;
VÌÌ - no caso do inciso XÌÌ do art. 3°, o valor da operação acrescido do valor dos impostos de
importação e sobre produtos industrializados e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao
adquirente;
VÌÌÌ - na hipótese do inciso XÌÌÌ do art. 3°, o valor da operação de que decorrer a entrada;
ÌX - na hipótese do inciso XÌV do art. 3°, o valor da operação na unidade federada de origem
acrescida dos valores do frete e de outras despesas transferidas ao adquirente;
X - na hipótese inciso XV do art. 3°, o valor da prestação na unidade federada de origem;
XÌ - na venda de produto objeto de arrendamento mercantil (leasing), em decorrência de opção
de compra exercida pelo arrendatário, o valor da venda do bem;
XÌÌ - nas saídas de mercadorias em retorno ao estabelecimento que as remeteu para
industrialização com o regime de suspensão do ÌCMS, o valor da industrialização acrescido do preço
das mercadorias empregadas pelo executor da encomenda, se for o caso;
XÌÌÌ - na saída ou fornecimento de programa para computador:

a) exclusivo para uso do encomendante, o valor do suporte físico ou informático, de qualquer
natureza;
b) destinado à comercialização, o valor da operação;

XÌV - na hipótese de mercadorias adquiridas para comercialização, industrialização ou
aplicação em obras de construção civil ou congêneres, por administração ou empreitada, quando
desacompanhadas de documentação fiscal, o valor total da operação, este compreendendo o preço e
despesas acessórias cobradas ao destinatário ou comprador;
XV ÷ na saída de insumos ou matéria-prima considerada obsoleta, valor não inferior ao preço
de aquisição.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

V 1º Ìntegra a base de cálculo do imposto, inclusive na hipótese do inciso V do caput deste
artigo:

Redação originaI:
V 1° Ìntegra a base de cálculo do imposto:

Ì - o montante do próprio imposto, constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins
de controle;
ÌÌ - nas operações, o valor correspondente a:

a) seguros, juros e demais importâncias pagas, recebidas ou debitadas, bem como descontos
concedidos sob condição;
b) frete, caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e
seja cobrado em separado;

ÌÌÌ - nas prestações de serviços de transporte, todas as importâncias recebidas ou debitadas
ao tomador do serviço, tais como juro, seguro, desconto concedido sob condição e preço de serviço de
coleta e entrega de carga;
ÌV - nas prestações de serviços de comunicação e no fornecimento de energia elétrica, todas
as importâncias cobradas ao tomador do serviço ou ao consumidor, independentemente da origem do
crédito, ressalvadas as decorrentes de imposição legal.

V 2° Não integra a base de cálculo do ÌCMS o montante do Ìmposto sobre Produtos
Ìndustrializados, quando a operação, realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à
industrialização ou à comercialização, configurar fato gerador de ambos os impostos.

V 3° Na saída de mercadoria, por transferência, para estabelecimento localizado em outra
unidade da Federação, pertencente ao mesmo titular, a base de cálculo do imposto é:

Ì - o valor correspondente à entrada mais recente da mercadoria;
ÌÌ - o custo da mercadoria produzida, assim entendido a soma do custo da matéria-prima,
material secundário, mão-de-obra e acondicionamento, atualizado monetariamente na forma da
legislação vigente;
ÌÌÌ - tratando-se de mercadorias não industrializadas, o seu preço corrente no mercado
atacadista do estabelecimento remetente.

V 4° Nas operações e prestações interestaduais entre estabelecimentos de contribuintes
diferentes, caso haja reajuste do valor depois da remessa ou da prestação, a diferença fica sujeita ao
imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador.

V 5° O preço de importação expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda
nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do imposto de importação, sem qualquer
acréscimo ou devolução posterior se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento efetivo do
preço.

V 6° Na hipótese do parágrafo anterior, o valor fixado pela autoridade aduaneira para base de
cálculo do imposto de importação, nos termos da lei aplicável, substituirá o preço declarado.

V 7° Na venda a crédito, sob qualquer modalidade, inclui-se na base de cálculo o ônus relativo
à concessão do financiamento do crédito, ainda que este seja cobrado em separado.

V 8° Nas hipóteses dos incisos XVÌ e XVÌÌ do art. 3°, a base de cálculo do imposto é:

O Vide artigo 111 sobre o cálculo referente ao inciso Ì.

Ì - quando se tratar de substituição tributária:

a) preço máximo, ou único, de venda fixado pela autoridade competente ou sugerido, em
tabela, pelo fabricante;

Nova redação dada à aIínea "b" peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

b) na ausência do preço a que se refere a alínea anterior, o valor da mercadoria, incluídos os
valores correspondentes a frete, seguro, tributos e outros encargos transferíveis ao varejista, acrescido,
se for o caso, de percentual de margem de lucro fixada no Anexo ÌÌ deste Regulamento;

Redação originaI:
b) o valor da mercadoria, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, tributos e outros encargos transferíveis
ao varejista, acrescido, se for o caso, de percentual de margem de lucro fixado no Anexo ÌÌ, deste Regulamento;

c) o valor da prestação de serviço;
d) o valor da operação da qual decorra a entrega do produto ao consumidor final na hipótese
do imposto devido pela empresa distribuidora de energia elétrica, responsável pelo pagamento
relativamente às operações anteriores;

ÌÌ - quando se tratar de antecipação:

a) o valor da operação na unidade federada de origem, incluídos os valores correspondentes a
frete, seguro, tributos e outros encargos transferíveis ao varejista, acrescido, se for o caso, de
percentual de margem de lucro fixado neste Regulamento;
b) o valor da prestação na unidade federada de origem.

V 9º Nas operações com veículos usados, a base de cálculo será equivalente a cinco por cento
do valor da operação, ainda que tenha sido recondicionado ou restaurado.

Nova redação dada ao V 10 peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

V 10. Nas operações com bens usados, adquiridos para comercialização ou industrialização, a
base de cálculo será equivalente a 20% (vinte por cento) do valor da operação, ainda que tenham sido
recondicionados ou restaurados, observado o disposto no § 28-A deste artigo.¨;

Redação anterior dada peIo Decreto 28.896/09, efeitos a partir de 06.08.09
V 10. Nas operações com bens usados, adquiridos para comercialização ou industrialização, a base de cálculo será
equivalente a vinte por cento do valor da operação, ainda que tenham sido recondicionados ou restaurados,
observado o disposto no § 29 deste artigo.

Redação originaI:
V 10. Nas operações com bens usados, quando adquiridos para comercialização, a base de cálculo será equivalente a
vinte por cento do valor da operação, ainda que tenha sido recondicionado ou restaurado.

V 11. Entendem-se como usados, para efeito dos §§ 9º e 10, as máquinas, equipamentos,
móveis ou veículos que tenham mais de um ano de uso, contados da data de aquisição, expressa no
respectivo documento fiscal, ou mais de dez mil quilômetros comprovadamente rodados.

V 12. Na saída de máquinas, aparelhos, equipamentos, conjuntos industriais de qualquer
natureza e outros bens, quando o estabelecimento remetente assumir a obrigação de entregá-los
montados para uso ou funcionamento, a base de cálculo é o valor cobrado, nele incluído o preço da
montagem.

Parágrafo 13 revogado peIo Decreto 28.221/09, efeitos a partir de 1º.1.09

Redação anterior dada peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07:
V 13. Para efeito de cobrança do imposto a que se referem os incisos XÌV ou XVÌ do art. 3º deste Regulamento, na
entrada de mercadoria destinada à empresa de construção civil, que seja contribuinte do ÌCMS, para emprego em sua
obra de edificação e de engenharia civil, a base de cálculo do ÌCMS fica reduzida de forma que resulte na carga
tributária de 5% (cinco por cento) do valor da operação, não se aplicando a redução à entrada destinada à empresa de
administração de obras, demolição e preparação de terreno, sondagens, terraplenagem, paisagismo, instalação e/ou
montagem de produtos, peças, equipamentos, perfuração de poços e construção de rede de transporte por dutos;

Redação anterior dada peIo Decreto 25.134/05, efeitos a partir de 1º.08.05:
V 13. Para efeito de cobrança do imposto a que se refere o inciso XÌV do artigo 7º, na entrada de mercadoria destinada
à empresa de construção civil para emprego em sua obra de edificação e de engenharia civil, a base de cálculo do
ÌCMS fica reduzida de forma que resulte na carga tributária de 5% (cinco por cento) do valor da operação, não se
aplicando a redução à entrada destinada à empresa de administração de obras, demolição e preparação de terreno,
sondagens, terraplenagem, paisagismo, instalação e/ou montagem de produtos, peças, equipamentos, perfuração de
poços e construção de rede de transporte por dutos;

Redação anterior dada peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04:
V 13. Para efeito de cobrança do imposto antecipado, as entradas de mercadorias destinadas à empresa de construção
civil para emprego em sua obra, a base de cálculo do ÌCMS fica reduzida de forma que resulte na carga tributária de
5% (cinco por cento) do valor da operação.

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
V 13. Na primeira saída interna com carnes e vísceras, frango e produtos de sua matança, provenientes de outra
unidade da Federação, a base de cálculo fica reduzida de forma que a carga tributária resulte em cinco por cento do
valor da operação, caso em que as mercadorias serão consideradas já tributadas nas demais fases de
comercialização, vedado o aproveitamento de crédito, exceto o decorrente da antecipação tributária.

Redação originaI:
V 13. Nas saídas internas com carnes e vísceras, frango e produtos de sua matança, provenientes de outra unidade
da Federação, a base de cálculo fica reduzida de forma que a carga tributária resulte em cinco por cento do valor da
operação, vedado o aproveitamento de qualquer crédito, exceto o decorrente da antecipação tributária.

Nova redação dada aos V14 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 14. Nas operações internas com queijo de qualquer tipo, desde que produzido neste Estado,
a base de cálculo fica reduzida de forma que a carga tributária resulte em cinqüenta por cento do valor
do imposto, vedado o aproveitamento de crédito, exceto o decorrente da operação da sua aquisição.

Redação originaI:
V 14 Nas operações internas com queijo de qualquer tipo, desde que produzido neste Estado, a base de cálculo fica
reduzida de forma que a carga tributária resulte em cinqüenta por cento do valor do imposto, vedado o aproveitamento
de qualquer crédito.

V 15. Para efeito do inciso ÌÌÌ do § 3° do art. 3°, a base de cálculo é o valor das mercadorias
que compõem o estoque final avaliadas pela última aquisição, acrescido de percentual de margem a que
se refere a alínea "b¨, inciso Ì, do § 8°, deste artigo ou a aplicação do percentual de vinte por cento para
as demais mercadorias.

Parágrafos 16 a 20 revogados peIo Decreto 23.994/03, efeitos a partir de 1º.4.04

Redação originaI dos VV 16 a 19:
V 16. A indústria de componentes que não destine seus produtos a empresa interdependente produtora de bens finais,
localizada neste Estado, quando da importação de insumos diretamente do exterior, gozará da redução da base de
cálculo, nas seguintes proporções, observado o disposto no parágrafo único do art. 17:
Ì - vinte e cinco por cento, quando detentora do nível de restituição do ÌCMS até cinqüenta por cento;
ÌÌ - quarenta por cento, quando detentora do nível de restituição do ÌCMS entre cinqüenta até setenta e cinco por
cento;
ÌÌÌ - cinqüenta e cinco por cento, quando detentora do nível de restituição do ÌCMS acima de setenta e cinco por cento.
V 17. A indústria de bens finais dos pólos de informática e de bens de capital, detentoras de incentivo fiscal de
restituição do ÌCMS, e a indústria naval, quando da importação dos seus insumos diretamente do exterior, gozarão da
redução da base de cálculo do imposto de sessenta e quatro vírgula cinco por cento.
V 18. Continua em vigência a redução da base de cálculo de que trata o Decreto n° 17.594, de 12 de dezembro de
1996, observado o disposto no parágrafo seguinte.
V 19. A fruição de redução de base de cálculo de que trata os §§ 16, 17 e 18 fica condicionado ao prévio
reconhecimento através de regime especial concedido pela SEFAZ.

Redação anterior dada ao V 20 peIo Decreto 23.439/03, efeitos a partir de 02.06.03:
V 20. Os percentuais de redução de que tratam os §§ 16, 17 e 18 serão regressivos em quinze pontos percentuais ao
ano, a partir de 1º de abril de 2004.

Redação anterior dada ao V 20 peIo Decreto 23.284/03, efeitos a partir de 1º.03.2003 a 02.03.04:
V 20. Os percentuais de redução de que tratam os §§ 16, 17 e 18 serão regressivos em quinze pontos percentuais ao
ano, a partir de 1º de junho de 2003.

Redação anterior dada ao V 20 peIo Decreto 23.227/03, efeitos a partir de 1º.01.03:
V 20. Os percentuais de redução de que tratam os §§ 16, 17 e 18 serão regressivos em quinze pontos percentuais ao
ano, a partir de 1º de março de 2003.

Redação anterior dada ao V 20 peIo Decreto 22.527/02, efeitos a partir de 1º.04.02:
V 20. Os percentuais de redução, de que tratam os §§ 16, 17 e 18, serão regressivos em quinze pontos percentuais
ao ano, a partir de 1º de janeiro de 2003.

Redação anterior dada ao V 20 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.2001:
V 20 Os percentuais de redução, de que tratam os §§ 16, 17 e 18, serão regressivos em quinze pontos percentuais ao
ano, a partir de 1º de janeiro de 2002.

Redação originaI:
V 20 Os percentuais de redução, de quem tratam os §§ 16, 17 e 18, serão regressivos em quinze pontos percentuais
ao ano, a partir de 1º de janeiro de 2001.

V 21. No prazo e condições previstas no Convênio ÌCMS 9, de 30 de abril de 1993, fica
reduzida em trinta por cento a base de cálculo do ÌCMS no fornecimento de refeições promovido por
bares, restaurantes e estabelecimentos similares, assim como na saída promovida por empresas
preparadoras de refeições coletivas, excetuando, em qualquer das hipóteses, o fornecimento ou a saída
de bebidas.

Parágrafo 22 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 22. O disposto no parágrafo anterior não se aplica no fornecimento de refeições por empresa
detentora do incentivo fiscal de restituição do ÌCMS.

Nova redação dada ao V 23 peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.1.04

O A eficácia do § 23 está suspensa a partir de 09.01.01 pela incorporação à legislação estadual do Conv. 96/00, que
isenta do ÌCMS estas operações. Efeitos prorrogados até 31.12.12, pelo Conv. ÌCMS 01/10.

V 23. Na primeira operação de saída interna com pescado regional "in natura¨, procedente
deste Estado, fica estabelecida a carga tributária equivalente a 5% (cinco por cento) em substituição ao
regime normal de apuração do ÌCMS, ficando considerada já tributado nas demais fases de
comercialização interna, vedado o aproveitamento de crédito fiscal.

Redação originaI do V 23 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01:
V 23. Nas operações com pescado procedente deste Estado, fica estabelecida a carga tributária equivalente a cinco
por cento em substituição ao regime normal de apuração do ÌCMS, vedado o aproveitamento de crédito fiscal, exceto o
decorrente da sua aquisição interna.

Nova redação dada ao V 24 peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.1.04

V 24. O disposto no parágrafo anterior não se aplica às operações com pirarucu e as
destinadas à industrialização.

Redação originaI do V 24 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01:
V 24. O disposto no parágrafo anterior não se aplica:
Ì - às operações internas e interestaduais com pirarucu, bacalhau, crustáceo, molusco, adoque, merluza, salmão e rã;
ÌÌ ÷ às empresas incentivadas com restituição do ÌCMS, de que trata a Lei nº 1.939, de 27 de dezembro de 1989.

Nova redação dada ao V 25 peIo Decreto 28.896/09, efeitos a partir de 6.8.09

V 25. As reduções da base de cálculo do ÌCMS previstas no Convênio ÌCMS 100/97 para os
insumos agropecuários nas operações interestaduais, aplicam-se também nas operações internas,
exceto na hipótese prevista no § 25-A deste artigo, com as condições e prazo fixados naquele Convênio,
observada na fruição do benefício a dedução no preço da mercadoria do valor correspondente ao
imposto dispensado, demonstrando-se expressamente na Nota Fiscal.

Redação originaI do V 25 acrescentado peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 03.03.04:
V 25. As reduções da base de cálculo do ÌCMS previstas no Convênio ÌCMS 100/97 para os insumos agropecuários
nas operações interestaduais, aplicam-se também nas operações internas com as condições e prazo fixados naquele
Convênio, observada na fruição do benefício a dedução no preço da mercadoria do valor correspondente ao imposto
dispensado, demonstrando-se expressamente na Nota Fiscal.

Parágrafo 25-A acrescentado peIo Decreto 28.896/09, efeitos a partir de 6.8.09

V 25-A. Ficam isentas do ÌCMS as operações internas com rações destinadas ao uso na
aquicultura, desde que cumpridas as condições fixadas no Convênio ÌCMS 100/97 e observada, na
fruição do benefício, a dedução no preço da mercadoria do valor correspondente ao imposto
dispensado, demonstrando-se expressamente na Nota Fiscal.

Parágrafo 26 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06.

V 26. Sem prejuízo do disposto no § 1
o
., no fornecimento de energia elétrica, integra também a
base de cálculo do ÌCMS, independentemente da classificação contábil que lhe seja dada, qualquer
importância recebida a título de subsídio, fundo ou subvenção que tenha por objeto financiar ou custear,
total ou parcialmente, a aquisição de insumos necessários a sua geração.

Parágrafo 27 acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

V 27. A base de cálculo do imposto cobrado por antecipação será reduzida na proporção do
benefício que a mercadoria tenha direito nas operações internas.

Parágrafo 28 acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

V 28. O disposto no parágrafo antecedente não se aplica caso o benefício dependa de
condição a ser verificada na saída da mercadoria, hipótese em que o imposto cobrado por antecipação
será exigido integralmente, assegurado o aproveitamento total do crédito caso a saída seja contemplada
com a redução.

Parágrafo 29 acrescentado peIo Decreto 28.896/09, efeitos a partir de 6.8.09, e
renumerado para 28-A peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

V 28-A. Na hipótese de que trata o § 10 deste artigo, a importação de bem usado para
industrialização deverá ser precedida de autorização da SEFAZ, concedida por meio de regime especial
e de acordo com a legislação federal que disponha sobre a importação de bens usados para
reconstrução no País.

Parágrafo 29 acrescentado peIo Decreto 28.897/09, efeitos a partir de 6.8.09

V 29. Para efeito de cobrança do imposto a que se refere o inciso XVÌ do caput do art. 3º deste
Regulamento, na entrada de mercadoria destinada à sociedade empresária ou ao empresário individual
de que trata o art. 320-B deste Regulamento, a base de cálculo do ÌCMS fica reduzida, de forma que
resulte na carga tributária de 5% (cinco por cento) do valor da operação.

Parágrafo 30 acrescentado peIo Decreto 28.897/09, efeitos a partir de 6.8.09

V 30. Com o pagamento do ÌCMS antecipado de que trata o § 29 deste artigo ou do imposto
incidente nas importações realizadas pelos estabelecimentos de que trata o art. 320-B deste
Regulamento, as saídas subseqüentes ficam consideradas "já tributadas¨ nas demais fases de
comercialização, vedado o aproveitamento de quaisquer créditos fiscais.

Parágrafo 31 acrescentado peIo Decreto 28.897/09, efeitos a partir de 6.8.09

O A redação deste parágrafo foi publicada erroneamente como "Art, 31.¨

V 31. A redução de base de cálculo de que trata o § 29 deste artigo não se aplica:

Ì - em relação ao imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual,
devido por ocasião da aquisição interestadual de mercadorias ou bens destinados a uso e consumo ou
ao ativo fixo do estabelecimento;

ÌÌ ÷ ao estabelecimento pertencente a sociedade empresária ou empresário individual que
tenha como atividade econômica administração de obras, demolição e preparação de terreno,
sondagens, terraplenagem, paisagismo, instalação e/ou montagem de produtos, peças, equipamentos,
perfuração de poços e construção de rede de transporte por dutos.

Art. 14. Na entrada de mercadorias conduzidas por contribuinte localizado em outro Estado,
sem destinatário certo, ou trazidas de outro Estado por comerciante ambulante, ou ainda para exposição
e comercialização em feiras, a base de cálculo será o valor constante do documento fiscal, acrescido de
oitenta por cento, deduzindo-se o valor do imposto devido na origem, devendo o pagamento do ÌCMS
ser efetuado, antecipadamente, na primeira repartição fiscal por onde transitar, localizada neste Estado.

Art. 15. Para efeito de determinação do ÌCMS a recolher, nos termos do artigo anterior, o
valor da operação poderá também ser arbitrado pelo fisco, observado os critérios previstos no art. 18.

Art. 16. Na falta do valor a que se referem os incisos Ì e VÌÌÌ do art. 13, a base de cálculo do
imposto é:

Ì - o preço corrente da mercadoria, ou de seu similar, no mercado atacadista do local da
operação ou, na sua falta, no mercado atacadista regional, caso o remetente seja produtor, extrator ou
gerador, inclusive de energia elétrica;
ÌÌ - o preço FOB estabelecimento industrial à vista, caso o remetente seja industrial;
ÌÌÌ - o preço FOB estabelecimento comercial à vista, na venda a outros comerciantes ou
industriais, caso o remetente seja comerciante.

V 1° Para aplicação dos incisos ÌÌ e ÌÌÌ do caput, adotar-se-á sucessivamente:

Ì - o preço efetivamente cobrado pelo estabelecimento remetente na operação mais recente;
ÌÌ - caso o remetente não tenha efetuado venda de mercadoria, o preço corrente da mercadoria
ou de seu similar no mercado atacadista do local da operação ou, na falta deste, no mercado atacadista
regional.

V 2° Na hipótese do inciso ÌÌÌ do caput, se o estabelecimento remetente não efetue vendas a
outros comerciantes ou industriais ou, em qualquer caso, se não houver mercadoria similar, a base de
cálculo será equivalente a setenta e cinco por cento do preço de venda corrente no varejo.

V 3° Nas prestações sem preço determinado, a base de cálculo do imposto é o valor corrente
do serviço no local da prestação.

Art. 17. Quando o valor do frete cobrado por estabelecimento pertencente ao mesmo titular da
mercadoria ou por outro estabelecimento de empresa que com aquele mantenha relação de
interdependência, exceder os níveis normais de preços em vigor, no mercado local, para serviço
semelhante, o valor excedente será havido como parte do preço da mercadoria.

Parágrafo único. Considerar-se-ão interdependentes duas empresas quando:

Ì - uma delas, por si, seus sócios ou acionistas, e respectivos cônjuges ou filhos menores, for
titular de mais de cinqüenta por cento do capital da outra;
ÌÌ - uma mesma pessoa fizer parte de ambas, na qualidade de diretor, ou sócio com funções de
gerência, ainda que exercidas sob outra denominação;
ÌÌÌ - uma delas locar ou transferir a outra, a qualquer título, veículo destinado ao transporte de
mercadoria.

Art. 18. Quando o cálculo do tributo tenha por base ou tome em consideração o valor ou preço
de mercadorias, bens, serviços ou direitos, a autoridade lançadora, mediante processo regular, arbitrará
aquele valor ou preço, sempre que sejam omissos ou não mereçam fé as declarações ou os
esclarecimentos prestados, ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo, ou pelo terceiro
legalmente obrigado, ressalvada, em caso de contestação, avaliação contraditória, administrativa ou
judicial.

V 1° O valor das operações e prestações poderá ser arbitrado pela autoridade fiscal, sem
prejuízo da aplicação das penalidades cabíveis, nos seguintes casos:

Ì - não exibição ao Fisco, por qualquer motivo, dos elementos necessários à comprovação do
valor da operação ou prestação, inclusive nos casos de extravio, furto, roubo ou perda por qualquer
motivo dos livros ou documentos fiscais;
ÌÌ - se os documentos fiscais e contábeis divergirem quanto ao valor real da operação ou da
prestação;
ÌÌÌ ÷ se declarados, nos documentos fiscais, valores notoriamente inferiores ao preço corrente
das mercadorias ou serviços;
ÌV ÷ quando a mercadoria estiver sendo transportada desacompanhada de documentos fiscais
ou com documento fiscal considerado inidôneo;
V ÷ se comprovado que o contribuinte não está emitindo regularmente documentário fiscal ou
emitindo documentação fiscal inidônea relativa às operações e prestações que promova;
VÌ ÷ se constatado que o sujeito passivo esteja operando sem a devida inscrição da repartição
fazendária;
VÌÌ ÷ se constatado que o contribuinte mantém ou usa Equipamento de Controle Fiscal sem
autorização da repartição fazendária ou que não corresponda às exigências previstas na legislação
tributária;
VÌÌÌ ÷ se constatada a omissão ou irregularidade no registro de documentos fiscais em livros
próprios, ainda que dispensada ou inexigível a escrituração contábil;
ÌX ÷ quando o registro efetuado pelo sujeito passivo se basear em documento fiscal inidôneo;
X ÷ quando a escrituração não guardar clareza suficiente à identificação do registro fiscal ou
contábil ou, ainda, quando esta contiver rasura, borrão, entrelinha ou intervalo de forma a prejudicar sua
autenticidade;
XÌ ÷ quando o documento fiscal emitido não contiver a discriminação da mercadoria ou serviço,
ainda que codificada;

Inciso XII revogado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

Redação originaI:
XÌÌ ÷ na constatação de reiterado saldo credor de caixa ou nas hipóteses de suprimento de caixa com recursos de
origem não comprovada; (vigente até 31.12.2000.)

XÌÌÌ ÷ na constatação de dualidade de escrituração fiscal ou contábil ou na falta de
levantamento do balanço, na falta de transcrição do mesmo no livro Diário, ou apresentação de balanço,
declaração ou informação fiscal que não corresponda à escrituração ou aos documentos que a
compõem;
XÌV ÷ na constatação de que o contribuinte utiliza meios ou procedimentos ilícitos para reduzir
o valor do imposto.

V 2° A aplicação do disposto no parágrafo anterior será sempre precedida de levantamento
quantitativo do estoque de mercadorias, físico ou documental, excetuados os casos fortuitos ou de força
maior.

V 3° O arbitramento previsto no caput aplica-se também nas hipóteses de antecipação
tributária quando se tratar de mercadorias destinadas a contribuintes com inscrição suspensa,
cancelada, baixada ou em processo de baixa, sem prejuízo da aplicação do disposto no § 8. º do art. 13.

V 4° Na aplicação do arbitramento a que se refere este artigo, poderá também ser utilizado
critério que resulte em carga tributária não inferior aos seguintes percentuais:

Ì ÷ dois por cento do valor das compras quando se tratar de estabelecimento comercial
atacadista;
ÌÌ ÷ três por cento sobre o valor das compras quando se tratar de estabelecimento comercial
varejista.

V 5° No caso de desaparecimento de livros e documentos fiscais do sujeito passivo, deve ser
exigido o pagamento do imposto com base na média corrigida, das transações declaradas pelo
contribuinte relativamente ao período de que disponha de documentos, ou na falta destes, com base nos
documentos ou informações disponíveis na Secretaria da Fazenda.

V 6° A configuração das hipóteses de arbitramento previstas no § 1º ocorre com o não
atendimento, pelo sujeito passivo, da respectiva intimação/notificação do agente fiscal e, por
conseguinte, da lavratura do Auto de Ìnfração e Notificação Fiscal por tal fato.

Art. 19. A base de cálculo nas operações que envolvam produtos primários e outros produtos
indicados na Pauta de Preços Mínimos, não será inferior aos preços de mercado praticados no domicílio
do contribuinte.

V 1° O preço de mercado será apurado pela repartição fazendária com base na média
ponderada dos preços utilizados em transações comerciais efetivamente realizadas no mercado interno,
coletados através de informações obtidas em órgãos oficiais, instituições financeiras e empresas que
operem no respectivo setor.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º. 01.04

V 2º O preço de mercado de que trata o parágrafo anterior será publicado trimestralmente pela
Secretaria da Fazenda através da Pauta de Preços Mínimos.

Redação originaI:
V 2° O preço de mercado de que trata o parágrafo anterior será publicado semestralmente pela autoridade fiscal
competente através da Pauta de Preços Mínimos.

Nova redação dada ao V 3º peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º. 01.04

V 3º Havendo discordância em relação ao preço fixado, caberá ao contribuinte comprovar a
exatidão do preço praticado no mercado, que prevalecerá como base de cálculo.

Redação originaI:
V 3° Havendo discordância em relação ao preço fixado, caberá ao contribuinte comprovar a exatidão do valor por ele
declarado, que prevalecerá como base de cálculo.

Parágrafo 4º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.2001

V 4º O disposto no caput aplica-se, também, em relação à prestação de serviço de transporte
interestadual e intermunicipal.

Parágrafo 5º acrescentado peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 03.03.04

V 5º Para efeito de exigência do ÌCMS por antecipação e/ou substituição tributária, se a
mercadoria estiver na Pauta de Preços Mínimos, aplicar-se-á o preço nela indicado, em substituição aos
percentuais fixados no Anexo ÌÌ.

Parágrafo 6º acrescentado peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 03.03.04

V 6º Fica a Secretaria da Fazenda autorizada a classificar, organizar e elaborar a Pauta de
Preços Mínimos que será aprovada através de Resolução baixada pela SEFAZ, bem como, Ìncluir ou
excluir os produtos ou serviços da referida Pauta.

CAPÍTULO V
DO CRÉDITO DO IMPOSTO

SEÇÃO I
DO CRÉDITO FISCAL

Art. 20. O crédito fiscal para cada período de apuração é constituído pelo valor do imposto
referente:

Ì - às mercadorias entradas no estabelecimento para comercialização;
ÌÌ - às matérias-primas e produtos intermediários, entrados no estabelecimento, que venham a
integrar o produto final e a respectiva embalagem, e as mercadorias consumidas no processo de
industrialização;
ÌÌÌ - às mercadorias consumidas, imediata e integralmente na prestação dos serviços de
transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação;
ÌV - aos serviços de transporte interestadual e intermunicipal, utilizados na entrada das
mercadorias, em que for o tomador do serviço, na proporção das saídas e prestações sujeitas ao
imposto;

Nova redação dada ao inciso V peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01.

V ÷ ao recebimento de serviços de comunicação utilizados pelo estabelecimento:

Redação originaI:
V - aos serviços de comunicação utilizados no estabelecimento, através dos sistemas de telecomunicações, na
proporção das saídas ou prestações sujeitas ao imposto;

AIínea "a" acrescentada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

a) ao qual tenham sido prestados na execução de serviço da mesma natureza;

AIínea "b" acrescentada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

b) quando sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior, na
proporção desta sobre as saídas ou prestações totais;

VÌ - a processo de repetição de indébito, quando autorizado por decisão definitiva de órgão
julgador competente;
VÌÌ - à prestação de serviços de transporte interestadual ou intermunicipal, na saída de
mercadorias em operações com cláusula CÌF, exclusivamente em relação ao tomador do serviço, na
proporção das saídas ou prestações sujeitas ao imposto;

Nova redação dada ao inciso VIII peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

VÌÌÌ ÷ à entrada de energia elétrica no estabelecimento quando:

Redação originaI:
VIII - ao fornecimento de energia elétrica para o estabelecimento, na proporção das saídas ou prestações sujeitas ao
imposto;

AIínea "a" acrescentada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

a) for objeto de operação de saída de energia elétrica;

AIínea "b" acrescentada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

b) consumida no processo de industrialização;

AIínea "c" acrescentada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

c) seu consumo resultar em operação de saída ou prestação para o exterior, na proporção
destas sobre as saídas ou prestações totais;

ÌX - à entrada de bens adquiridos para integrar o ativo permanente do estabelecimento, na
forma e condição permitida pela legislação;
X ÷ à antecipação, correspondente a diferença de alíquotas, na aquisição de mercadoria em
outra unidade da Federação, hipótese em que o crédito far-se-á no mês do pagamento, quando se
destinar à comercialização ou industrialização;
XÌ ÷ à importação de mercadoria estrangeira, hipótese em que o crédito far-se-á no mês do
pagamento, quando se destinar a comercialização ou industrialização.

V 1° Na hipótese referida no inciso VÌÌ deste artigo, o Conhecimento de Transporte deverá
conter a observação "frete pago pelo remetente¨, e a Nota Fiscal que acobertar a operação deverá
conter a expressão "operação com cláusula CÌF¨.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 2º Na hipótese referida no inciso ÌX do caput, o crédito fiscal deverá ser, também, escriturado
no documento Controle de Crédito do ÌCMS do Ativo Permanente ÷ CÌAP, observadas a forma e
condições previstas em legislação específica.

Redação originaI:
V 2º Na hipótese referida no inciso ÌX, do caput, o crédito somente será válido se escriturado no documento Controle
de Crédito do ÌCMS do Ativo Permanente ÷ CÌAP.

Nova redação dada ao V 3º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 3º Quando, por iniciativa do contribuinte, o documento fiscal relativo à entrada de mercadoria
ou prestação de serviço for registrado fora do prazo regulamentar, permitir-se-á a utilização do crédito
fiscal referente ao aludido documento desde que o fato seja comunicado ao Fisco através da Declaração
de Apuração Mensal do ÌCMS - DAM, em campo específico, relativo ao período de apuração
correspondente ao da apropriação do crédito, observado o disposto nos §§ 3º e 4º, do art. 24.

Redação originaI:
V 3º Quando, por iniciativa do contribuinte, o documento fiscal relativo à entrada de mercadoria ou prestação de
serviço, for registrado fora do prazo regulamentar, permitir-se-á a utilização do crédito fiscal referente ao aludido
documento desde que o fato seja comunicado ao Fisco através da Declaração de Apuração Mensal do ÌCMS relativa
ao período de apuração correspondente ao da apropriação do crédito.

V 4º A Secretaria da Fazenda poderá diligenciar, em cada comunicação referida no parágrafo
anterior, no sentido de constatar a efetiva entrada da mercadoria ou prestação do serviço, inclusive
exame dos documentos de transporte e dos lançamentos na escrita fiscal ou contábil.

V 5º Concluída a diligência de que trata o parágrafo anterior, sem que fique comprovada a
entrada da mercadoria ou a prestação do serviço, o crédito utilizado indevidamente, será glosado, sem
prejuízo da aplicação ao contribuinte da penalidade cabível.

V 6º Desde que devidamente autorizado pela Secretaria da Fazenda, o contribuinte poderá
creditar-se do imposto eventualmente não destacado em documento fiscal, contanto que o crédito,
assim constituído, corresponda exatamente ao valor do imposto devido na operação ou prestação
anterior.

V 7º Quando o contribuinte for estabelecimento industrial incentivado com mais de um nível de
restituição do ÌCMS, poderá fazer a apropriação dos créditos na mesma proporção dos débitos gerados
por cada produto ou grupo de produtos beneficiados com o mesmo percentual de incentivo, desde que a
matéria-prima e/ou insumos sejam comuns a todos os produtos ou grupos de produtos, vedada a
utilização de crédito relativo a produto incentivado nas operações com os não-incentivados.

V 8º Na hipótese de existirem matérias-primas e/ou insumos específicos de determinado
produto ou grupo de produtos somente a eles poderá ser atribuído o crédito fiscal oriundo dos
documentos que lhes originaram a entrada.

V 9° Na apuração do ÌCMS incidente sobre o fornecimento de energia elétrica, o
aproveitamento do crédito fiscal relativo às aquisições de combustíveis, que se constitua insumo, será
proporcional ao custo efetivamente suportado pela empresa fornecedora da energia.

V 10. Para efeito do disposto no parágrafo anterior, entende-se por custo efetivamente
suportado, o valor despendido na aquisição do combustível pela empresa fornecedora de energia
elétrica, não se incluindo qualquer subsídio.

V 11. Na hipótese de as mercadorias consideradas já tributadas ficarem sujeitas ao imposto
por ocasião da saída do estabelecimento ou serem empregadas em processo de industrialização de que
resultarem em saídas tributadas, o estabelecimento poderá creditar-se do imposto relativo às
respectivas entradas, na mesma proporção das saídas tributadas.

Parágrafo 12 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 12. O contribuinte terá direito ao crédito fiscal integral a que se refere o inciso ÌV do caput,
quando mais de 50% (cinqüenta por cento) das mercadorias entradas, acobertadas em único documento
fiscal relativo ao transporte, forem sujeitas ao imposto.

Parágrafo 13 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 13. Não se aplica a proporcionalidade de que trata o inciso VÌÌ do caput, quando, no período
de apuração, mais de cinqüenta por cento das operações ou prestações forem sujeitas ao imposto,
hipótese em que o contribuinte poderá utilizar o crédito fiscal integral.

Parágrafo 14 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 14. As disposições previstas nos §§ 12 e 13, deste artigo não se aplicam quando se tratar de
transporte de petróleo e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados.

Parágrafo 15 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 15. O disposto no inciso X do caput, não se aplica em relação aos produtos que ficam
considerados "já tributados¨ nas demais fases de comercialização mediante a cobrança do imposto
antecipado e/ou substituição tributária.

Art. 21. Constitui-se crédito fiscal para abatimento na operação ou prestação seguinte, o
imposto incidente sobre as mercadorias e os serviços efetivamente entrados ou prestados ao
contribuinte, ou aquelas mercadorias cuja propriedade haja sido transferida antes de sua entrada no
estabelecimento adquirente, observado o disposto no art. 97.

Art. 22. O direito ao crédito, inclusive o presumido, para efeito de compensação com o débito
do imposto reconhecido no estabelecimento que tenha recebido as mercadorias ou para o qual tenham
sido prestados os serviços, está condicionado à:

Ì - idoneidade da documentação fiscal, nos termos previstos no art. 204;
ÌÌ ÷ hipótese de não ser considerada já tributada a mercadoria nas demais fases de
comercialização;
ÌÌÌ - escrituração, se for o caso, nos prazos e condições estabelecidos neste Regulamento.

Art. 23. O crédito será admitido somente após sanadas as irregularidades, quando contidas
em documento fiscal que:

Ì - não seja o exigido para a respectiva operação;
ÌÌ - não contenha as indicações necessárias para a perfeita identificação da operação ou
prestação, da mercadoria ou serviço, do destinatário ou tomador;
ÌÌÌ - apresente emenda ou rasura que prejudique o seu conteúdo;
ÌV - indique como destinatário estabelecimento diverso daquele que tenha recebido a
mercadoria ou o serviço, ressalvados os casos em que caiba a carta de correção prevista neste
Regulamento.

SEÇÃO II
DO CRÉDITO FISCAL PRESUMIDO

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 24 peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.
01.07

Art. 24. É concedido crédito presumido às entradas de produtos industrializados de origem
nacional para comercialização ou industrialização na Zona Franca de Manaus ou em município do
Estado do Amazonas favorecido pela extensão dos benefícios previstos no Convênio ÌCM 65/88, igual
ao montante que teria sido pago na origem em outras unidades da Federação.

Redação originaI:
Art. 24. Na forma do inciso Ì, do art. 49, do Decreto-Lei nº 288, de 28 de fevereiro de 1967, às mercadorias, na forma
de produtos industrializados, entradas na Zona Franca de Manaus, desde que se destinem à comercialização,
industrialização ou reexportação para o exterior, é concedido crédito fiscal presumido, igual ao montante que teria sido
pago na origem em outras unidades da Federação.

V 1º O disposto neste artigo aplica-se também às mercadorias entradas na Zona Franca de
Manaus, oriundas de outras localidades do Estado, e seu montante corresponderá ao resultante da
aplicação da alíquota interestadual indicado na alínea "a¨, do inciso ÌÌ, do art. 12, deste Regulamento.

V 2º Para efeito de determinar o crédito fiscal presumido relativo aos produtos industrializados
de que trata este artigo, excluem-se os valores do frete auferido por terceiros e o seguro.

V 3º Não gera direito ao crédito presumido o documento fiscal:
Ì ÷ que não tenha sido desembaraçado e selado na repartição fiscal competente, no período
de apuração do imposto;
ÌÌ ÷ que não for registrado nos livros fiscais no prazo regulamentar.

Nova redação dada ao V 4º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 4º A vedação prevista no parágrafo anterior não se aplica ao contribuinte que comunicar ao
Fisco a apropriação extemporânea do crédito fiscal até a data da entrega da Declaração de Apuração
Mensal do ÌCMS ÷ DAM, relativa ao período de apuração subseqüente ao da entrada da mercadoria,
observada a forma prevista no § 3º, do art. 20.

Redação originaI:
§ 4º Somente gera direito ao crédito presumido a mercadoria cujo processo de internamento tenha sido concluído,
comprovado através da Certidão de Ìnternamento emitida pela Superintendência da Zona Franca de Manaus.

V 5º Além das hipóteses previstas neste artigo, poderá ser concedido crédito fiscal presumido
a determinada mercadoria ou ramo de atividade desde que previsto em Convênio celebrado com as
demais unidades da Federação e incorporado à legislação estadual.

Parágrafo 6º acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

V 6º Perderá direito ao crédito presumido de que trata o caput a mercadoria não submetida à
industrialização na Zona Franca de Manaus saída desta área com destino a outra unidade federada,
devendo ser observado o procedimento previsto no art. 35 deste Regulamento.

Parágrafo 7º acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

V 7º O disposto no parágrafo anterior se aplica igualmente às mercadorias que saírem de
municípios do interior do Estado do Amazonas favorecidos pela extensão dos benefícios previstos no
Convênio ÌCM 65/88, com destino a outra unidade federada.

Art. 25. Não se aplica a exigência de registro em livros fiscais, prevista no inciso ÌÌ do § 3º do
artigo anterior, na apropriação do crédito fiscal presumido, quando se tratar de apuração do imposto à
vista de cada operação.

SEÇÃO III
DA VEDAÇÃO DO CRÉDITO

Art. 26. Não dão direito a crédito fiscal as entradas de mercadorias, bens ou utilização de
serviços resultantes de saídas ou prestações isentas ou não tributadas, ou que se refiram a mercadorias
ou serviços alheios à atividade do estabelecimento.

V 1° Salvo prova em contrário, presumem-se alheios à atividade do estabelecimento os
veículos de transporte pessoal, aeronaves e embarcações de esporte ou lazer.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 2° É vedado o crédito relativo à entrada de mercadoria no estabelecimento ou à prestação
de serviços a ele feita, observado o disposto nos incisos V e VÌÌÌ do caput do artigo 20:

Redação originaI
V 2° É vedado o crédito relativo a mercadoria entrada no estabelecimento ou a prestação de serviços a ela feita:

Ì - para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural, quando a
saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto, exceto se se tratar de saída
para o exterior;

Nova redação dada ao inciso II peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

ÌÌ ÷ para comercialização ou prestação de serviço, quando a saída ou a prestação
subseqüente não for tributada ou estiver isenta do imposto, exceto a destinada ao exterior;

Redação originaI:
II - para comercialização ou prestação de serviço, quando a saída ou a prestação subseqüente não forem tributadas
ou estiverem isentas do imposto, exceto as destinadas ao exterior;

ÌÌÌ ÷ para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural, para
comercialização ou para prestação de serviço quando a saída do produto ou a prestação subseqüente
for beneficiada com redução da base de cálculo, proporcionalmente à parcela correspondente à
redução;

Inciso IV acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

ÌV ÷ para uso e consumo no próprio estabelecimento.

V 3° Operações tributadas, posteriores às saídas de que trata o § 2°, dão ao estabelecimento
que as praticar direito a creditar-se do imposto cobrado nas operações anteriores às isentas ou não
tributadas sempre que a saída isenta ou não tributada seja relativa a produtos agropecuários.

V 4° Mediante ato da autoridade competente da Secretaria da Fazenda, poderá ser vedada a
apropriação do crédito ainda que destacado em documento fiscal quando, em desacordo com
disposições de lei complementar pertinente, for concedido por outra unidade da Federação qualquer
incentivo e benefícios fiscais de que resulte exoneração, devolução de tributo, total ou parcial, direta ou
indireta, condicionada ou incondicionada.

Art. 27. Também não dá direito a crédito fiscal a operação de entrada de mercadoria ou
utilização de serviço quando:

Ì - estiver acobertada por documento inidôneo ou que não contenha, em destaque, o valor do
ÌCMS ou quando este esteja calculado em desacordo com este Regulamento, ressalvados os casos
expressamente estabelecidos;
ÌÌ - estiver acobertada por documento fiscal em que seja indicado estabelecimento destinatário
diverso daquele que recebeu a mercadoria ou o serviço, ainda que pertencentes ambos ao mesmo
titular, salvo se feita retificação pelo fornecedor das mercadorias ou prestador de serviço, devidamente
comunicada aos Fiscos de origem e de destino;
ÌÌÌ ÷ em relação ao documento fiscal rasurado, perdido, extraviado ou desaparecido,
ressalvada a comprovação da efetividade da operação ou prestação por outros meios previstos na
legislação;
ÌV - a mercadoria for considerada já tributada nas demais fases de comercialização.

Art. 28. Salvo autorização do Fisco, não será admitido o crédito de imposto:

Ì - não destacado no documento fiscal;
ÌÌ - calculado em desacordo com as normas da legislação vigente; e,
ÌÌÌ - cujo documento fiscal não seja a primeira via.

V 1º No caso do imposto destacado a maior, em documento fiscal, somente será admitido o
crédito do valor do imposto efetivamente devido, resultante da aplicação correta da alíquota sobre a
base de cálculo.

V 2º Na hipótese do imposto destacado a menor, o contribuinte poderá creditar-se, apenas, do
valor destacado na 1ª via do documento fiscal, assegurado o direito de creditar-se da diferença,
mediante a apresentação do documento fiscal emitido pelo vendedor ou prestador do serviço,
complementando o crédito fiscal destacado a menor no documento fiscal anterior.

Art. 29. Salvo determinação estabelecida na legislação ou em Convênio celebrado com outros
Estados, a isenção ou não-incidência não autoriza o contribuinte a utilizar crédito fiscal para abatimento
do imposto devido na operação ou prestação seguinte.

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 30 peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.
01.07

Art. 30. O estabelecimento que receber, em virtude de troca, inadimplemento do comprador ou
desfazimento do negócio, mercadoria de qualquer pessoa física ou jurídica não considerada contribuinte
ou não obrigada à emissão de Nota Fiscal, poderá creditar-se do imposto debitado por ocasião da saída
da mercadoria, desde que haja prova inequívoca da devolução e que sejam atendidos os parágrafos
seguintes.

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/2000, efeitos a partir de 1º.01.01:
Art. 30. O estabelecimento que receber, em virtude de garantia, troca, inadimplemento do comprador ou desfazimento
do negócio, mercadoria de qualquer pessoa física ou jurídica não considerada contribuinte ou não obrigada à emissão
de Nota Fiscal, poderá creditar-se do imposto debitado por ocasião da saída da mercadoria, desde que haja prova
inequívoca da devolução e que sejam atendidos os parágrafos seguintes.

Redação originaI:
Art. 30. Não será permitida a utilização do crédito fiscal na devolução de mercadorias decorrente de vendas a
consumidor, através de documento fiscal que não identifique o comprador, ressalvados os casos previstos na
legislação específica.

Parágrafo 1º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 1º O estabelecimento recebedor deverá:

Ì ÷ emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1A, na entrada das mercadorias, indicando no seu corpo o
número, a série e a data do documento fiscal originário, e o valor da parte devolvida, sobre o qual será
calculado o imposto a ser creditado, se for o caso;
ÌÌ ÷ obter em documento apartado declaração assinada pela pessoa que devolver a mercadoria
com indicação do motivo da devolução, fazendo constar nome, endereço, número do documento de
identidade e do CPF;
ÌÌÌ ÷ arquivar a declaração referida no inciso anterior e a 1
ª
via da Nota Fiscal ou Cupom Fiscal
original, relativo à saída da mercadoria, junto ao documento fiscal previsto no inciso Ì;
ÌV - comunicar ao Fisco o valor do crédito fiscal através da Declaração de Apuração Mensal do
ÌCMS - DAM, relativo ao período de apuração correspondente ao da sua apropriação.

Parágrafo 2º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 2º Tratando-se de devolução parcial, a 1
ª
via do documento fiscal de que trata o inciso ÌÌÌ, do
parágrafo anterior, poderá ser substituída por fotocópia.

Parágrafo 3º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 3º A Secretaria da Fazenda poderá diligenciar, em cada comunicação, referida no inciso ÌV
do § 1º, no sentido de constatar a efetiva entrada da mercadoria, inclusive através de exame dos
documentos e lançamentos na escrita fiscal e contábil.

SEÇÃO IV
DO ESTORNO DO CRÉDITO

Art. 31. O sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto de que se tiver creditado
sempre que o serviço tomado ou a mercadoria entrada no estabelecimento:

Ì - for objeto de saída ou prestação de serviço beneficiada por isenção, não-incidência ou
diferimento;
ÌÌ ÷ for objeto de saída ou prestação subseqüente com redução da base de cálculo, hipótese
em que o estorno será proporcional à redução;
ÌÌÌ - for integrada ou consumida em processo de industrialização, quando a saída do produto
resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto;
ÌV - vier a ser utilizada em fim alheio à atividade do estabelecimento;
V - vier a perecer, deteriorar-se ou ser objeto de roubo, furto ou extravio;
VÌ - não for objeto, por qualquer motivo, de operação ou prestação posteriores;
VÌÌ - for objeto de operação ou prestação subseqüente efetivada por preço inferior ao
constante no documento fiscal que serviu de base ao crédito do imposto, hipótese em que o estorno
será proporcional à redução do preço;
VÌÌÌ - for objeto de operação ou prestação subseqüente, considerada já tributada nas demais
fases de comercialização;
ÌX ÷ não corresponder à quantidade da mercadoria declarada no documento fiscal de entrada.

Inciso X acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

X ÷ não tiver seu processo de internamento concluído junto à Superintendência da Zona
Franca de Manaus ÷ SUFRAMA, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da data da entrada da
mercadoria no estabelecimento, em relação ao crédito fiscal presumido.

Inciso XI acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

XÌ ÷ quando ocorrer a situação prevista nos §§ 6º e 7º do art. 24 deste Regulamento.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07

V 1° A exigência do estorno de crédito prevista neste artigo se aplica ainda que ocorra saldo
credor no período correspondente e quando as circunstâncias a que se referem os incisos Ì, ÌÌ, ÌÌÌ, VÌÌ,
VÌÌÌ e XÌ forem imprevisíveis à data da entrada da mercadoria ou da utilização do serviço.

Redação originaI:
V 1° A exigência do estorno de crédito prevista neste artigo se aplica ainda que ocorra saldo credor no período
correspondente e quando as circunstâncias a que se referem os incisos Ì, ÌÌ, ÌÌÌ, VÌÌ e VÌÌÌ forem imprevisíveis à data da
entrada da mercadoria ou da utilização do serviço.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 2º Fica dispensado do estorno do crédito de que trata o inciso X do caput, o contribuinte que
venha promover a regularização do internamento no prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data da sua
ciência em notificação expedida pela Secretaria da Fazenda.

Redação originaI:
V 2° Devem ser estornados os créditos referentes a bens do ativo permanente, adquiridos em data posterior a 1° de
novembro de 1996, alienados antes de decorrido o prazo de cinco anos contados da data da sua aquisição, hipótese
em que o estorno será de vinte por cento por ano ou fração que faltar para completar o qüinqüênio.

V 3° Não se estornam créditos, inclusive o presumido, referentes a mercadorias e serviços que
venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior.

V 4º Devem ser também estornados os créditos em excesso ou indevido, calculados em
desacordo com a legislação.

Parágrafo 5º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 5º Deverá ser estornado o crédito fiscal relativo ao serviço de transporte quando, no período
de apuração, mais de cinqüenta por cento das operações ou prestações não forem sujeitas ao imposto.

Parágrafo 6º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 6º Tratando-se de transporte de petróleo e combustíveis dele derivados, não se aplica o
disposto no parágrafo anterior, hipótese em que o estorno do crédito fiscal deverá ser efetuado na
proporção das saídas ou prestações não sujeitas ao imposto.

Parágrafo 7º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 7º Devem ser estornados os créditos referentes aos bens do ativo permanente, adquiridos
em data anterior a 31 de janeiro de 2000, alienados antes de decorridos o prazo de 5 (cinco) anos,
contados da data da sua aquisição, hipótese em que o estorno será de vinte por cento por ano ou fração
que faltar para completar o qüinqüênio.

Art. 32. Em qualquer período de apuração do imposto, se bens do ativo permanente forem
utilizados para comercialização ou produção de mercadorias cuja saída resulte em operações isentas ou
não tributadas ou ainda para prestação de serviços isentos ou não tributados, haverá estorno dos
créditos escriturados conforme o disposto no artigo seguinte.

Art. 33. Em cada período, o montante do imposto previsto no artigo anterior será o que se
obtiver multiplicando-se o respectivo crédito pelo fator igual a um sessenta avos da relação entre as
somas das saídas e prestações isentas e não tributadas e o total das saídas e prestações no mesmo
período. Para este efeito, as saídas e prestações com destino ao exterior, equiparam-se às tributadas.

V 1° O quociente de um sessenta avos será proporcionalmente aumentado ou diminuído, "pro
rata die¨, caso o período de apuração for superior ou inferior a um mês.

V 2° O montante que resultar da aplicação do previsto no caput e no parágrafo anterior deste
artigo, será lançado no livro próprio como estorno de crédito.

V 3° Ao fim do quinto ano contado da data do lançamento a que o se refere o § 2° do art. 31, o
saldo remanescente do crédito será cancelado de modo a não mais ocasionar estornos.

Art. 34. Não se exigirá a anulação do crédito relativamente às entradas que corresponderem
às saídas para o Exterior dos produtos industrializados, inclusive semi-elaborados e produtos in natura.

Art. 35. A anulação do crédito prevista no art. 31 será efetuada, de acordo com o prazo fixado
neste Regulamento, através de recolhimento em guia própria.

Parágrafo único. A anulação do crédito poderá ser realizada através da escrituração fiscal
quando o imposto tenha sido creditado no mesmo período de apuração em que ocorreu a hipótese
prevista no art. 31.

Art. 36. A anulação do crédito do imposto quando não efetuada no período de apuração ou
nos prazos fixados neste Regulamento, salvo na hipótese prevista no art. 33, estará sujeita aos
acréscimos legais.

CAPÍTULO VI
DOS CONTRIBUINTES E RESPONSÁVEIS

SEÇÃO I
DOS CONTRIBUINTES

Art. 37. Contribuinte é qualquer pessoa física ou jurídica que realize, com habitualidade ou em
volume que caracterize intuito comercial, operações de circulação de mercadoria, agenciamento ou
prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as
operações e prestações se iniciem no exterior.

Nova redação dada ao .,5:9do V 1º peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07

V 1º É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que mesmo sem habitualidade ou intuito
comercial:

Redação originaI:
V 1° É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que, mesmo sem habitualidade:

Nova redação dada ao inciso I peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07

Ì ÷ importe mercadorias ou bens do exterior, qualquer que seja a sua finalidade.

Redação originaI:
Ì - importe mercadoria ou bem do exterior, ainda que a destine a consumo ou ativo permanente do estabelecimento;

ÌÌ - seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no
exterior;
ÌÌÌ ÷ adquira, em licitação, mercadorias ou bens apreendidos ou abandonados;

Nova redação dada ao inciso IV peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:

ÌV - adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia
elétrica oriundos de outra unidade da Federação, quando não destinados à comercialização ou à
industrialização;

Redação originaI:
ÌV - adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo oriundos de outra unidade da
Federação, ainda que não destinados à comercialização ou à industrialização;

Inciso V revogado peIo Decreto 28.221/09, efeitos a partir de 1º.01.09

Redação originaI:
V ÷ adquira mercadoria ou bem de outra unidade da Federação com alíquota interestadual;

VÌ ÷ o operador de transporte multimodal, ainda que não transportador.

V 2° Ìncluem-se entre os contribuintes do imposto:

Ì ÷ o produtor, o extrator, o industrial e o comerciante;
ÌÌ ÷a cooperativa, os bancos e outras instituições financeiras, a seguradora e a associação civil
de fim econômico;
ÌÌÌ ÷ os órgãos e fundações da Administração Pública e a associação civil de fim não
econômico que promova a extração de substância mineral ou fóssil, de produção agropecuária,
industrialize ou comercialize mercadorias;
ÌV ÷ o concessionário ou permissionário de serviço público de transporte, de comunicação e de
energia elétrica;
V ÷ os prestadores de serviço:

a) não compreendidos na competência tributária dos Municípios;
b) compreendidos na competência tributária dos Municípios que envolvam o fornecimento de
mercadorias com incidência do ÌCMS;

VÌ ÷ o fornecedor de alimentação pronta, bebidas e outras mercadorias em qualquer
estabelecimento;

Inciso VII revogado peIo Decreto 28.221/09, efeitos a partir de 1º.01.09

Redação originaI:
VÌÌ ÷ qualquer pessoa que, na condição de consumidor final, adquira bens ou serviços em operações e prestações em
outra unidade da Federação, com a aplicação da alíquota interestadual.

Art. 38. São obrigações dos contribuintes e equiparados:

Ì - inscrever seus estabelecimentos na repartição fiscal de sua jurisdição antes do início de
suas atividades, recadastrá-los e renovar o Cartão de Ìnscrição Estadual-CÌE, periodicamente, na forma
prevista na Seção Ì do Capítulo VÌÌ deste Regulamento;

Nova redação dada ao inciso II peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07

ÌÌ ÷ manter, pelo prazo decadencial ou prescricional, independentemente de microfilmagem, os
livros e documentos fiscais previstos neste Regulamento ou em outras normas, devidamente registrados
e autenticados no órgão competente;

Redação originaI:
ÌÌ ÷ manter, pelo prazo decadencial, independentemente de microfilmagem, os livros e documentos fiscais previstos
neste Regulamento ou em outras normas, devidamente registrados e autenticados no órgão competente;

ÌÌÌ - exibir ou entregar ao Fisco, quando solicitado, os livros ou documentos fiscais, bem como
outros elementos auxiliares relacionados com a condição de contribuinte;
ÌV - comunicar à repartição fazendária, no prazo de dez dias a contar da sua efetivação, as
alterações contratuais ou estatutárias, bem como as mudanças de domicílio, venda ou transferência de
estabelecimento e encerramento de atividades;
V - obter autorização da repartição fiscal competente para imprimir ou mandar imprimir
documentos fiscais;
VÌ - escriturar os livros e emitir documentos fiscais na forma regulamentar, sem adulterações,
vícios ou falsificações;
VÌÌ - entregar ao adquirente, ainda que não solicitado, documento fiscal correspondente à
mercadoria ou serviço, cuja saída ou prestação promover;
VÌÌÌ - comunicar ao Fisco qualquer irregularidade fiscal de que tiver conhecimento;
ÌX - pagar o imposto devido na forma e prazos estabelecidos na legislação tributária;
X - exigir de outro contribuinte, nas operações de saída de mercadorias ou prestações de
serviço que para ele realizar, a exibição do Cartão de Ìnscrição Estadual, sob pena de responder
solidariamente pelo imposto devido, calculado na forma estabelecida neste Regulamento, se de tal
descumprimento decorrer o seu não-recolhimento no todo ou em parte;

Nova redação dada ao inciso XI peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07

XÌ - exibir, no seu estabelecimento, em local visível ao público, o Cartão de Ìnscrição Estadual,
ou sua cópia autenticada, e apresentá-lo a outro contribuinte nas operações que com ele realizar;

Redação originaI:
XÌ ÷ exibir, no seu estabelecimento, em local visível ao público, o Cartão de Ìnscrição Estadual ou sua cópia
autenticada;

XÌÌ - acompanhar, pessoalmente ou por preposto, a contagem física de mercadoria, promovida
pelo Fisco, fazendo por escrito as observações que julgar convenientes, sob pena de reconhecer exata
a referida contagem;
XÌÌÌ - observar que a entrada de mercadoria ou prestação de serviço em estabelecimento de
sua propriedade esteja de conformidade com as especificações do documento fiscal que acobertou a
execução ou a circulação, inclusive com relação a sua idoneidade, ficando vedado o registro do
documento fiscal endereçado a outro estabelecimento, ainda que da própria razão social;
XÌV ÷ proceder a estorno de crédito nas formas indicadas neste Regulamento;
XV - cumprir as obrigações acessórias que tenham por objetivo prestações positivas ou
negativas, previstas na legislação;
XVÌ - desembaraçar, antes do recebimento, a documentação fiscal das mercadorias, bens e
prestação de serviços de transporte procedentes de:

a) outro Município, se destinados à Zona Franca de Manaus;
b) outra unidade da Federação ou do exterior, se destinado ao Estado do Amazonas, inclusive
Zona Franca de Manaus;

XVÌÌ ÷ desembaraçar, antes do embarque, a documentação fiscal das mercadorias, bens ou da
prestação de serviço de transporte intermunicipal ou interestadual, nas saídas para outro Município,
Estado ou exterior;
XVÌÌÌ ÷ apresentar para vistoria física e documental, pelo Fisco Estadual, antes do embarque,
as mercadorias ou bens destinadas a outro Município, unidade da Federação ou exterior;
XÌX - apresentar, para vistoria física e documental, pelo Fisco Estadual, as mercadorias ou
bens importados do exterior, destinadas a qualquer fim, tão logo tenha concluído o processo de
desembaraço aduaneiro pelo órgão competente;
XX ÷ apresentar, para vistoria física e documental pelo Fisco Estadual, as mercadorias ou
bens provenientes de outra unidade da Federação;
XXÌ ÷ obter autorização da repartição fiscal competente para utilizar equipamentos emissores
de documentos e de escrituração fiscal por processamento de dados;
XXÌÌ ÷ apresentar e/ou entregar, dentro do prazo regulamentar, guias de informações,
declarações, cópias, documentos ou vias de documentos ou guias que devam ser apresentadas ou
entregues à Secretaria da Fazenda;

Inciso XXIII acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

XXÌÌÌ ÷ entregar à Secretaria de Estado da Fazenda, dentro do prazo regulamentar,
documentos fiscais não utilizados, que foram substituídos pela emissão da Nota Fiscal Eletrônica,
Conhecimento de Transporte Eletrônico ou outro documento fiscal emitido de forma eletrônica, exigidos
pela legislação;

Inciso XXIII originaI renumerado para XXIV peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de
31.5.10

XXÌV - cumprir todas as exigências fiscais previstas na legislação.

Inciso XXV acrescentado peIo Decreto 30.924/11, efeitos a partir de 12.1.11

XXV ÷ apresentar à Sefaz, no seu sítio na internet, dentro do prazo regulamentar, os arquivos
digitais devidamente certificados, nos formatos (layout) determinados, contendo:

a) Declaração de Ìngresso no Amazonas ÷ DÌA;

b) confirmação de recebimento da Nota Fiscal Eletrônica ÷ NF-e;

c) declaração e quantificação do imposto a ser pago na entrada do Estado;

d) imposto cobrado por substituição tributária a ser ressarcido nos casos previstos neste
regulamento

V 1° O disposto no inciso XV deste artigo, salvo disposição em contrário, aplica-se às pessoas
obrigadas a inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado do Amazonas.

V 2º Na hipótese do inciso XVÌÌ deste artigo, cabe ao estabelecimento remetente das
mercadorias ou bens o desembaraço dos respectivos documentos fiscais e ao estabelecimento
prestador do serviço de transporte o desembaraço de sua documentação fiscal.

V 3° O não-desembaraço dos documentos fiscais na Secretaria da Fazenda, de que trata o
inciso XVÌÌ deste artigo, autoriza o lançamento de ofício para a exigência do imposto e respectivos
acréscimos legais, do contribuinte remetente na hipótese de mercadorias destinadas às Áreas de Livre
Comércio.

Parágrafo 4º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

O Vide Resolução nº 0003 /2004 ÷ GSEFAZ sobre prazo para credenciamento.

V 4° Para fins do desembaraço e vistoria física, de que tratam os incisos XVÌ e XX do caput, o
ingresso de mercadoria no Município de Manaus far-se-á exclusivamente através de entrepostos,
portos, aeroportos e terminais previamente credenciados pela Secretaria da Fazenda.

Parágrafo 5º acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

V 5º O contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados deverá entregar
à Secretaria da Fazenda os arquivos magnéticos contendo as informações referentes ao Livro de
Ìnventário, que atendam às especificações técnicas descritas no Manual de Orientação previsto no
Convênio 57/95, no prazo estabelecido no § 9º do art. 271 deste Regulamento.

Parágrafo 6º acrescentado peIo Decreto 30.924/11, efeitos a partir de 12.1.11

V 6º Para efeito do disposto no inciso XXV deste artigo, a Declaração de Ìngresso no
Amazonas - DÌA é a declaração digital de ingresso de mercadorias no Amazonas, acobertadas por NF-e
e que, por motivos alheios à vontade do destinatário, deixaram de ser desembaraçadas pelo formato
normal da NF-e.

Parágrafo 7º acrescentado peIo Decreto 30.924/11, efeitos a partir de 12.1.11.

V 7º A declaração de que trata o § 6º surtirá efeitos equivalentes aos do desembaraço efetuado
pela Sefaz.

Parágrafo 8º acrescentado peIo Decreto 30.924/11, efeitos a partir de 12.1.11.

V 8º Resolução do Secretário de Estado da Fazenda regulamentará os prazos de entrega, o
formato dos arquivos e o ingresso no regime.

Artigo 38-A acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

Art. 38-A. As administradoras ou operadoras de cartão de crédito, de débito ou similar
entregarão ao Fisco, na forma e no prazo definidos em legislação celebrada no Conselho Nacional de
Política Fazendária ÷ CONFAZ, os arquivos eletrônicos contendo as informações relativas a todas as
operações de crédito, de débito ou similares, com ou sem transferência eletrônica de fundos, realizadas
pelos estabelecimentos de contribuintes do ÌCMS no Estado do Amazonas, conforme listagem
disponibilizada às administradoras ou operadoras, em área restrita, no sítio da SEFAZ.

Parágrafo único. As administradoras ou operadoras de cartão de crédito, de débito ou similar,
entregarão, no prazo de 15 (quinze) dias, quando intimadas:

Ì - arquivo eletrônico contendo as informações das operações de crédito, de débito ou
similares, com ou sem transferência eletrônica de fundos, realizadas pelos estabelecimentos de
contribuintes do ÌCMS, relativas a períodos anteriores aos já informados, no formato previsto no caput
deste artigo;
ÌÌ - relatório impresso em papel timbrado da administradora ou operadora, contendo a
totalidade ou parte das informações apresentadas em meio eletrônico.

Art. 39. Para efeitos fiscais é:

Ì - comerciante: a pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, que pratique a
intermediação de mercadorias, incluindo-se como tal, o fornecimento dessas nos casos de prestação de
serviços, em que o imposto seja devido;
ÌÌ - industrial: a pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, que realize operações
de que resulte novo produto ou alterações de natureza, funcionamento, utilização, acabamento ou
apresentação desse ou que exerça atividade em que seja tributável o fornecimento de mercadorias nas
prestações de serviços quando o produto em que tais atividades são exercidas, destinar-se à
comercialização ou industrialização;
ÌÌÌ - produtor: a pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, que se dedique à
produção agrícola, animal ou extrativa, em estado natural ou com beneficiamento elementar;
ÌV - prestador de serviço: a pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, que se
dedique à prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação;
V ÷ agente de carga: a pessoa jurídica que, na qualidade de intermediária, esteja autorizada
pela repartição federal competente para agenciar a prestação de serviço de transporte de carga;
VÌ ÷ operador de transporte multimodal de cargas: a pessoa jurídica que realize o transporte
multimodal de cargas da origem até o destino, por meios próprios ou por intermédio de terceiros.

SUBSEÇÃO I
DO REGIME NORMAL

Art. 40. Para efeito de recolhimento do ÌCMS, a Secretaria da Fazenda poderá inscrever no
regime de pagamento normal o contribuinte com as seguintes atividades econômicas:

Ì - obrigatoriamente, os estabelecimentos industriais detentores de incentivos fiscais do
imposto;
ÌÌ - preferencialmente, os estabelecimentos industriais com faturamento superior ao permitido
para microempresa, os estabelecimentos comerciais com faturamento superior ao previsto para o
regime de estimativa e os estabelecimentos prestadores de serviço de transporte intermunicipal ou
interestadual e de comunicação;
ÌÌÌ - qualquer estabelecimento, a critério do Fisco.

Art. 41. Poderá ser enquadrado no regime de pagamento normal, a qualquer tempo e a critério
do Fisco, o estabelecimento inscrito em qualquer outro regime de pagamento, desde que constatado
fato que impossibilite a sua permanência no regime de pagamento original.

SUBSEÇÃO II
DO REGIME DE ESTIMATIVA

Nova redação dada ao art. 42 peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07

Art. 42. Para efeito de recolhimento do ÌCMS, a Secretaria Executiva da Receita poderá
estimar, para período não inferior a doze meses, o valor das operações ou prestações de serviços,
sujeitas à incidência do imposto, tendo em vista a natureza do estabelecimento e as peculiaridades de
suas atividades.

Redação originaI:
Art. 42. Para efeito de recolhimento do ÌCMS, a Coordenadoria de Administração Tributária poderá estimar, para
período não inferior a doze meses, o valor das operações ou prestações de serviços, sujeitas à incidência do imposto,
tendo em vista a natureza do estabelecimento e as peculiaridades de suas atividades.

Art. 43. Poderá ser enquadrado no regime de pagamento por estimativa o contribuinte que
assim o requeira ou, de ofício, entre outros, o inscrito no regime normal de apuração do imposto ou de
microempresa que incorra em uma das seguintes situações:

Nova redação dada ao inciso I peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Ì ÷ que apresente receita bruta anual superior a R$ 150.000,00 (cento e cinqüenta mil reais);

Redação originaI:
Ì ÷ que apresente receita bruta anual superior a R$120.000,00 (cento e vinte mil reais) e inferior a R$720.000,00
(setecentos e vinte mil reais);

ÌÌ - que, em razão de sua atividade, independentemente da sua receita bruta anual, possa ser
considerada incerta a apuração de suas entradas ou saídas de mercadorias ou prestações de serviços;
ÌÌÌ - apresente saldo credor, com indícios de irregularidade, de ÌCMS em sua escrita fiscal em
três meses consecutivos;
ÌV ÷ que o somatório dos recolhimentos, nos últimos seis meses, relativo ao ÌCMS normal, seja
inferior ao valor resultante da aplicação dos seguintes percentuais, sobre o valor total das compras de
mercadorias ou prestação de serviços efetuadas no mesmo período, sujeitas a tributação na saída:

a) dois por cento, tratando-se de atividade de comércio atacadista;
b) três por cento, tratando-se de atividade de comércio varejista ou outro ramo de atividade;

V ÷ não apresente a Declaração de Apuração Mensal ÷ DAM por três meses consecutivos.

Parágrafo único. Os fornecedores de alimentação, bebidas e outras mercadorias em
restaurantes, lanchonetes, bares, panificadoras e estabelecimentos similares, serão preferencialmente
enquadrados no regime de estimativa.

Art. 44. Para fixação da parcela mensal de ÌCMS estimativa, levar-se-ão em conta os
procedimentos a seguir, tomando-se como base os dados do exercício anterior:

Ì - será adicionado no valor do estoque de mercadorias, sujeitas ao imposto por ocasião da
saída, existentes em 1° de janeiro, o valor das entradas de mercadorias tributáveis; do resultado será
deduzido o valor do estoque tributável existente em 31 de dezembro, encontrando-se o custo de
mercadorias saídas;
ÌÌ - apurado o custo das mercadorias tributáveis saídas, a Secretaria da Fazenda adotará,
circunstancialmente, uma das seguintes alternativas:

, adicionará ao custo das mercadorias tributáveis saídas o valor total comprovado das
despesas do estabelecimento e o lucro líquido;
- não sendo comprovado o valor real das despesas do estabelecimento e na impossibilidade
de apuração do lucro líquido, através da escrita contábil ou por outro meio idôneo, estes serão
estimados em dez por cento cada, calculados sobre o custo das mercadorias saídas;
. será adotado o valor das saídas registradas no livro próprio, quando este for superior ao
valor encontrado na forma prevista na alínea "a¨.

ÌÌÌ - sobre o valor real das saídas, encontrado na forma prevista nos incisos anteriores, será
utilizada a alíquota aplicável para o cálculo do ÌCMS, abatendo-se do resultado os créditos fiscais
correspondentes ao período, os valores do imposto recolhidos, excetuando o ÌCMS recolhido sob o
Código de Receita 1343;

Nova redação dada ao inciso IV peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

ÌV ÷ o valor do ÌCMS, apurado nos termos dos incisos anteriores, será dividido por doze ou
pelo número de meses proporcionais à efetiva atividade do contribuinte.

Redação originaI:
ÌV - o valor do ÌCMS apurado nos termos dos incisos anteriores, será convertido em Unidade Fiscal de Referência -
UFÌR, vigente em dezembro do exercício anterior, e dividido por doze ou pelo número de meses proporcionais a
efetiva atividade do contribuinte.

V 1° A Secretaria da Fazenda também poderá, para efeito de fixação da parcela mensal do
ÌCMS por estimativa, adotar o seguinte critério:

Ì ÷ toma-se o valor das entradas das mercadorias tributáveis e serviços de transportes nos
últimos seis meses;
ÌÌ ÷ aplica-se sobre o valor encontrado nos termos do inciso anterior:

a) dois por cento, se o estabelecimento for comércio atacadista;
b) três por cento, se o estabelecimento for comércio varejista ou outro de atividade;

ÌÌÌ ÷ divide-se o valor obtido pelo número de meses previstos no inciso Ì deste parágrafo; o
resultado será a parcela mensal do imposto a ser fixada para o contribuinte.

V 2° Na hipótese de o contribuinte estar iniciando a atividade econômica ou de ter sido
excluído de outro regime de pagamento, não havendo movimento econômico no exercício anterior em
que não possa ser utilizado o critério previsto no parágrafo anterior, a fixação da parcela mensal será
estabelecida de acordo com os seguintes critérios:

Ì - a similaridade com outros estabelecimentos da mesma atividade econômica;
ÌÌ - a previsão das despesas gerais do estabelecimento de modo que a parcela mensal seja, no
mínimo, equivalente à aplicação da alíquota interna sobre as despesas prefixadas.

V 3° Além dos critérios previstos neste artigo, poderá ser levado em consideração, para efeito
da fixação da parcela mensal, o desempenho de recolhimento no exercício em vigência dos demais
contribuintes do mesmo ramo, a política econômica e demais fatores de repercussão na sua atividade.

Nova redação dada ao V 4º peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07

V 4° O enquadramento no regime de estimativa e a fixação das parcelas mensais compete à
Secretaria Executiva da Receita:

Ì ÷ a pedido, através do Departamento de Fiscalização;
ÌÌ ÷ de ofício, através do Departamento de Análise e Revisão da Ação Fiscal.

Redação originaI:
V 4° O enquadramento no regime de estimativa e a fixação das parcelas mensais compete à Coordenadoria de
Administração Tributária:
Ì ÷ a pedido, através da Subcoordenadoria de Fiscalização;
ÌÌ ÷ de ofício, através da Subcoordenadoria de Análise e Revisão da Ação Fiscal.

V 5° O contribuinte deverá ser cientificado do seu enquadramento e do valor da parcela fixada,
no mínimo, trinta dias antes do seu vencimento.

Art. 45. É facultado ao contribuinte apresentar impugnação contra seu enquadramento de
ofício no regime de pagamento por estimativa, bem como quanto ao valor estimado, até o vencimento
da primeira ou nova parcela mensal fixada.

V 1° O processo terá rito sumário, com prazo cumulativo de trinta dias para instrução, assim
distribuídos:

Nova redação dada ao inciso I peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07

Ì - quinze dias para realização de diligência pelo Departamento de Fiscalização, se for o caso;

Redação originaI
Ì - quinze dias para realização de diligência pela Subcoordenadoria de Fiscalização;

Nova redação dada ao inciso II peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07

ÌÌ - quinze dias para a manifestação do Departamento de Análise e Revisão da Ação Fiscal.

Redação originaI:
ÌÌ - quinze dias para a manifestação da Subcoordenadoria de Análise e Revisão da Ação Fiscal.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07.

V 2° A decisão da matéria impugnada caberá à Secretaria Executiva da Receita ouvidos os
Departamentos de Análise e Revisão da Ação Fiscal e o de Fiscalização.

Redação originaI:
V 2° A decisão da matéria impugnada caberá a Coordenadoria de Administração Tributária ouvidas as
Subcoordenadorias de Análise e Revisão da Ação Fiscal e a de Fiscalização.

V 3° Da decisão proferida, nos termos do parágrafo anterior, não caberá recurso ou pedido de
reconsideração.

V 4º A decisão da impugnação relativa às parcelas mensais será retroativa a data da entrada
no Protocolo, podendo o contribuinte recolher o imposto sem o acréscimo da multa e dos juros até
10(dez) dias, contados da sua ciência.

V 5° A impugnação terá efeito suspensivo exclusivamente em relação ao valor da parcela
mensal.

Art. 46. No final de cada trimestre do ano civil, o contribuinte fará apuração do imposto e, caso
seja favorável à Fazenda, o recolherá no prazo previsto no inciso ÌÌÌ do art. 107, deste Regulamento; na
hipótese de haver diferença em seu favor, poderá ser utilizada como crédito na apuração do trimestre
subseqüente.

V 1° A apuração de que trata este artigo far-se-á com base nos débitos dos documentos fiscais
emitidos, abatendo-se os créditos fiscais e recolhimentos do ÌCMS relativos ao trimestre, excetuada a
diferença a favor da Fazenda prevista no caput.

V 2° Ao final do exercício, quando do levantamento fiscal, se o contribuinte enquadrado neste
regime não alcançar os índices fixados nas alíneas "a¨ e "b¨ do inciso ÌÌ do § 1H do art. 44, o fato será
indicativo para a realização de levantamento de estoque.

Art. 47. Quando mudar o regime ou no caso de encerrar as atividades, o contribuinte deverá
apurar o imposto, na forma prevista no artigo anterior, observando-se o seguinte:

Ì - sendo a diferença favorável à Fazenda Estadual, deverá a mesma ser recolhida até o último
dia útil da primeira quinzena subseqüente ao mês em que ocorreu a mudança de regime de pagamento
ou o encerramento das atividades;
ÌÌ - sendo a diferença favorável ao contribuinte, adotar-se-á:

a) o aproveitamento em forma de crédito diretamente no livro Registro de Apuração do ÌCMS
caso o contribuinte seja enquadrado no regime normal;
b) o procedimento previsto no capítulo XVÌÌ, caso o contribuinte seja enquadrado no regime de
microempresa ou encerramento das atividades.

Parágrafo único. O procedimento previsto no inciso Ì deste artigo é de exclusiva iniciativa e
responsabilidade do contribuinte e far-se-á independentemente de qualquer ação do Fisco, dispensado,
inclusive, o visto prévio da autoridade fiscal no Documento de Arrecadação - DAR.

Art. 48. A critério da autoridade fiscal, o contribuinte poderá ser excluído do regime de
estimativa, de ofício, ou mediante requerimento do interessado, observadas as seguintes condições:

Ì - permanência mínima de seis meses no regime;
ÌÌ - recolhimento tempestivo do ÌCMS compatível com seu movimento econômico;
ÌÌÌ - cumprimento das obrigações acessórias relativas ao regime.

Nova redação dada ao parágrafo único peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de
1º.01.07

Parágrafo único. O desenquadramento de que trata este artigo será decidido pela Secretaria
Executiva da Receita, ouvidos os Departamentos de Análise e Revisão da Ação Fiscal e o de
Fiscalização.

Redação originaI:
Parágrafo único. O desenquadramento de que trata este artigo será decidido pela Coordenadoria de Administração
Tributária, ouvidas as Subcoordenadorias de Análise e Revisão da Ação Fiscal e a de Fiscalização.

Art. 49. O contribuinte enquadrado no regime de estimativa deverá cumprir, dentre outras
previstas na legislação tributária, as seguintes obrigações acessórias:

Ì - escriturar os livros fiscais nos termos deste Regulamento;
ÌÌ - apresentar no prazo estipulado neste Regulamento, a Declaração de Apuração Mensal de
que trata o art. 288.

V 1° No caso de o Demonstrativo previsto no inciso ÌÌ, do caput, apresentar saldo devedor
durante o trimestre, o mesmo somente será recolhido no prazo previsto no inciso ÌÌÌ, do art. 107.

V 2° Na hipótese de o Demonstrativo apresentar saldo credor, este se transfere
automaticamente para o mês seguinte.

SUBSEÇÃO III
DO REGIME DE MICROEMPRESA

O Vide Lei Complementar Federal nº 123/06, que instituiu o Simples Nacional, e Lei Estadual nº 3.151/07, que dispôs
sobre sua aplicação no Amazonas.

Nova redação dada ao art. 50 peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 50. O regime de microempresa será estabelecido, na forma e condições que dispuser a
legislação estadual.

Redação originaI:
Art. 50. Poderão ser enquadrados no regime de pagamento de microempresa os contribuintes cujo valor da receita
bruta anual seja igual ou inferior a R$120.000,00 (cento e vinte mil reais).

V 1° Para efeito de apuração da receita bruta anual de que trata este artigo, serão
consideradas todas as saídas praticadas pelo estabelecimento, inclusive de mercadorias já tributadas
pelo sistema de substituição ou antecipação tributária.

V 2° Ultrapassado o limite de receita bruta de que trata o caput, o contribuinte deverá recolher
o ÌCMS devido sobre a parcela excedente, observando os seguintes critérios:
Ì ÷ em substituição ao regime normal de apuração do imposto, o valor a recolher será obtido
mediante a aplicação do multiplicador de dois inteiros e oito décimos por cento sobre o valor tributável
da parcela excedente, vedado o aproveitamento de qualquer crédito fiscal;
ÌÌ - ultrapassado o prazo de pagamento da parcela excedente previsto neste Regulamento, o
contribuinte estará sujeito aos acréscimos previstos nos arts. 381 e 382.

V 3° Ocorrendo a hipótese prevista no parágrafo anterior por dois anos consecutivos ou três
anos alternados o contribuinte enquadrado nesse regime fica obrigado, além de recolher o imposto na
forma prevista neste artigo, a requerer o seu enquadramento em outro regime, sem prejuízo da
aplicação do previsto no art. 55.

V 4° Para usufruir dos benefícios deste regime é indispensável que o estabelecimento esteja
inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado do Amazonas.

V 5º No Cartão de Ìnscrição Estadual da microempresa será gravada a expressão "ME¨.

Artigos 51 a 55 revogados peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Redação originaI:
Art. 51. Não será enquadrada no regime de pagamento de microempresa, a empresa que tiver uma das seguintes
condições:
Ì - constituída na forma de sociedade por ações;
ÌÌ - tenha como titular ou sócio pessoa jurídica ou, ainda, pessoa física domiciliada no exterior;
ÌÌÌ - participe do capital de outra pessoa jurídica inscrita no mesmo regime;
ÌV - realize operações relativas a armazenamento e depósito de produtos;
V - resulte do desmembramento de filial em empresa autônoma ou de transformação pelo processo de cisão.
Art. 52. O contribuinte inscrito no regime de pagamento de microempresa fica dispensado dos seguintes tributos,
quando do exercício das suas atividades essenciais:
Ì - ÌCMS incidente sobre suas operações ou prestações de saída, observado o limite fixado no art. 50, excetuando-se
as mercadorias já tributadas por substituição tributária e pelo sistema de antecipação, previstas neste regulamento;
ÌÌ - taxas de Expediente, de Segurança Pública, de Saúde Pública e de Emolumentos.
V 1° O contribuinte enquadrado no regime de microempresa não está dispensado da exigência do ÌCMS relativo às
entradas de mercadorias ou serviços provenientes de outra unidade da Federação ou do exterior e nem da cobrança
do imposto devido pelo sistema de substituição tributária.
V 2° É assegurado ao contribuinte inscrito na categoria de microempresa tratamento preferencial e simplificado.
Art. 53. Se a microempresa mantiver mais de um estabelecimento, o limite de sua receita bruta anual deverá ser o
somatório de todos os estabelecimentos.
Art. 54. O estabelecimento inscrito na categoria de microempresa fica dispensado do cumprimento das obrigações
tributárias acessórias, exceto:
Ì - a inscrição no CCA;
ÌÌ - emissão de Nota Fiscal de Microempresa ou de cupom fiscal;
ÌÌÌ - o preenchimento e entrega, até 31 de janeiro do exercício subseqüente, da Declaração Anual Simplificada, com
modelo a ser instituído pela SEFAZ;
ÌV - a guarda pelo prazo de cinco anos, a contar do primeiro dia do exercício seguinte, dos documentos fiscais de
compra ou de aquisição de mercadorias ou prestação de serviços de transporte ou comunicação, ou ainda bens
destinados ao ativo permanente ou para uso e consumo do estabelecimento.
Art. 55. A qualquer momento, no decorrer do exercício, poderá ser excluído do regime de pagamento de
microempresa, o contribuinte que:
Ì - adquirir mercadorias ou serviços sem documentação fiscal ou com documento inidôneo;
ÌÌ - efetuar saídas de mercadorias, real ou simbolicamente, em valor superior ao limite fixado no art. 50 deste
Regulamento;
Nova redação dada ao inciso III, peIo Decreto 21.616/2000, efeitos a partir de 1º.01.01:
ÌÌÌ - não entregar a Declaração Anual Simplificada na repartição fazendária.
Redação originaI do inciso III:
ÌÌÌ ÷ em qualquer outra hipótese, a critério do Fisco.

SUBSEÇÃO IV
DOS PRESTADORES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE

Art. 56. Os prestadores de serviços de transporte interestadual ou intermunicipal deverão
prestar a SEFAZ informações sobre as cargas transportadas sob sua responsabilidade, quando da
prestação desses serviços na entrada de mercadorias ou bens neste Estado ou na sua saída deste,
inclusive quando estiverem sendo transportadas por terceiros.

V 1° As informações de que trata este artigo serão prestadas em formulário denominado
Manifesto de Carga, aprovado pela SEFAZ, acompanhado dos respectivos Conhecimentos de
Transporte.

V 2° O Manifesto de Carga de que trata o parágrafo anterior, poderá ser substituído por
informação prestada através de meio eletrônico, na forma que dispuser a Secretaria da Fazenda,
diretamente do local da origem da mercadoria ou de central de operações da empresa prestadora do
serviço.

V 3° Ressalvadas as hipóteses previstas na legislação, as mercadorias destinadas a este
Estado somente poderão ser entregues no endereço constante do documento fiscal após a realização
do desembaraço da documentação fiscal e da vistoria física.

V 4° Para a entrega de mercadoria neste Estado, quando se fizer em parcelas, será
previamente emitida pelo destinatário Nota Fiscal relativa a entrada, para cada parcela, ficando a
empresa transportadora solidariamente responsável pelo cumprimento desta obrigação.

V 5° O disposto neste artigo também se aplica, no que couber, às saídas de mercadorias para
outro Município deste Estado.

Art. 57. Para a devida verificação fiscal, o prestador de serviço de transporte terrestre ou
aquaviário de cargas, mesmo que apenas em trânsito por este Estado, apresentará, obrigatória e
independentemente de interpelação aos Postos Fiscais deste Estado, por onde passar ou em outro local
indicado pela Fiscalização, a mercadoria e a respectiva documentação, inclusive a referente à prestação
de serviço de transporte em curso.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

V 1H No caso de irregularidade da situação das mercadorias que devam ser expedidas por
empresa transportadora, esta adotará as medidas necessárias à retenção dos volumes, até que se
proceda a verificação.

Redação originaI:
V 1° No caso de irregularidade na situação das mercadorias ou da documentação fiscal, serão tomadas as medidas
necessárias à retenção dos volumes, até que se proceda à verificação.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

V 2H A empresa a que se refere o parágrafo anterior fará imediata comunicação da ocorrência
ao órgão fiscalizador da Secretaria de Estado da Fazenda e aguardará durante 05 (cinco) dias úteis as
providências respectivas.

Redação originaI:
V 2° Se a própria empresa transportadora suspeitar de ocorrência de fraude, relativamente à carga transportada,
deverá reter a mercadoria e comunicar à repartição fiscal, colocando à disposição da mesma as mercadorias e
respectiva documentação fiscal.

Parágrafo 3º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

V 3H A adoção das medidas previstas nos parágrafos anteriores ocorrerá também quando a
irregularidade da situação da mercadoria for constatada pela empresa transportadora por ocasião da
carga, descarga ou durante a guarda das mercadorias.

Art. 58. Para efeito de utilização do crédito fiscal presumido previsto em legislação
conveniada, as empresas prestadoras de serviço deverão manifestar-se, por escrito, para a repartição
fiscal do domicílio do estabelecimento, sessenta dias antes do período de apuração em que pretende
adotar o novo sistema.

V 1° Manifestada a opção, o estabelecimento prestador de serviço de transporte não poderá
alterar a sua condição no mesmo exercício.

V 2° A opção pelo sistema de crédito presumido implica na renúncia de quaisquer outros
créditos e na anulação de eventual saldo credor do período anterior.

Art. 59. Quando a prestação de serviço de transporte de carga for efetuada pela modalidade
de redespacho, deverão ser adotados os seguintes procedimentos:

Ì ÷ o transportador que receber a carga para redespacho:

a) emitirá o Conhecimento de Transporte lançando o valor do frete e do imposto
correspondente ao serviço que lhe couber executar, bem como os dados relativos ao redespacho;
b) anexará a 2ª via do Conhecimento de Transporte emitido, na forma da alínea anterior, à 1ª
via do Conhecimento de Transporte que acobertou o prestação do serviço até o seu estabelecimento, as
quais acompanharão a carga até o seu destino;
c) entregará ou remeterá a 1ª via do Conhecimento de Transporte emitido na forma da alínea
"a¨ ao transportador contratante do redespacho, dentro de cinco dias, contados da data do recebimento
da carga;

ÌÌ ÷ o transportador contratante do redespacho:

a) anotará na via do conhecimento que fica em seu poder, referente à carga redespachada, o
nome e endereço de quem aceitou o redespacho, bem como o número, série e a data do conhecimento
referido na alínea "a¨ do inciso anterior;
b) arquivará em pasta exclusiva os conhecimentos recebidos do transportador para o qual
redespachou a carga, para efeito de comprovação de crédito do imposto, quando for o caso.

Parágrafo único. Entende-se por redespacho a contratação por empresa transportadora, de
outro transportador para a execução de parcela do serviço de transporte por ela contratado.

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 60 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

Art. 60. Na prestação de serviço de transporte efetuada pelo sistema intermodal, iniciada
neste Estado, o Conhecimento de Transporte será emitido pelo preço total da prestação, englobando
todas as despesas cobradas pelo transporte desde a saída do estabelecimento remetente até a entrada
no destinatário, observado o seguinte:

Redação originaI:
Art. 60. Na prestação de serviço de transporte efetuada pelo sistema intermodal, iniciada neste Estado, o
Conhecimento de Transporte será emitido pelo preço total do serviço, observado o seguinte:

Ì ÷ podendo ser acrescido dos elementos necessários à caracterização do serviço, incluídos os
dados dos veículos transportadores e a indicação da modalidade;
ÌÌ ÷ a cada início de modalidade será emitido o Conhecimento de Transporte correspondente
ao serviço a ser executado;
ÌÌÌ ÷ para fins de apuração do imposto, será lançado a débito o Conhecimento de Transporte
na prestação intermodal e a crédito os Conhecimentos emitidos na realização de cada modalidade.

V 1° O crédito do imposto relativo as prestações de que tratam este artigo e o anterior somente
poderá ser apropriado na escrita fiscal do estabelecimento optante pelo sistema normal de pagamento
do imposto (débito e crédito).

V 2° Transporte intermodal de cargas é aquele que, regido por um único contrato, utiliza duas
ou mais modalidades de transporte, desde a origem até o destino, sendo executado sob a
responsabilidade única de um prestador de serviço de transporte, ainda que por meio de terceiros.

Art. 61. Não caracteriza, para efeito de emissão de documento fiscal, o início de nova
prestação de serviço de transporte, os casos de transbordo de carga e de passageiros realizados pela
empresa transportadora, desde que sejam utilizados veículos próprios.

Art. 62. O transporte multimodal de cargas compreende, além do transporte em si, os serviços
de coleta, unitização, desunitização, movimentação, armazenagem e entrega de carga ao destinatário,
bem como a realização dos serviços correlatos que forem contratados entre a origem e o destino,
inclusive o de consolidação e desconsolidação documental de cargas.

V 1° O operador de transporte multimodal de cargas poderá ser transportador ou não
transportador.

V 2° Cabe ao operador de que trata este artigo emitir o Conhecimento Multimodal de Carga,
que deverá evidenciar toda a prestação de transporte desde o recebimento da carga até a sua entrega
no destino.

V 3° A documentação fiscal e os procedimentos a serem exigidos dos operadores de
transporte multimodal de cargas serão disciplinados em convênio celebrado entre as unidades
federadas.

Art. 63. Na prestação de serviço de transporte de passageiros cuja venda de bilhete de
passagem ocorra em outra unidade da Federação, o imposto será devido à unidade da Federação onde
se iniciar a prestação do serviço.

V 1° Considera-se local de início da prestação de serviço de transporte de passageiro aquele
onde se iniciar o trecho da viagem indicado no bilhete de passagem.

V 2° Não se aplica o disposto no parágrafo anterior às escalas e conexões efetuadas durante o
trecho indicado no bilhete.

Art. 64. O estabelecimento que preste serviço de transporte de passageiros poderá:

Ì ÷ utilizar bilhetes de passagem a serem emitidos por marcação, perfuração, picotamento ou
assinalação, em todas as vias, dos dados relativos à viagem desde que os nomes das localidades e
paradas autorizadas sejam impressos juntamente com todas as demais indicações exigidas na
legislação;
ÌÌ ÷ emitir Bilhete de Passagem por meio de Equipamento de Controle Fiscal ou por qualquer
outro sistema, desde que autorizado pelo Fisco, observado o seguinte:

a) o bilhete deve conter as indicações exigidas pela legislação;
b) o equipamento seja homologado pela Comissão Técnica Permanente do ÌCMS ÷ COTEPE.

Parágrafo único. A empresa prestadora de serviço de transporte de passageiros sujeitas ao
imposto poderá manter uma única inscrição estadual centralizada, desde que:

Ì ÷ na Autorização de Ìmpressão de Documentos Fiscais ÷ AÌDF, sejam indicados os locais em
que serão emitidos os bilhetes de passagem;
ÌÌ ÷ o estabelecimento centralizador mantenha controle de distribuição dos documentos fiscais
para os diversos locais de emissão;
ÌÌÌ ÷ o estabelecimento citado no inciso anterior centralize os registros e informações fiscais e
mantenha naquele, à disposição do Fisco, vias dos documentos fiscais emitidos relativos a todos os
locais envolvidos.

Art. 65. As empresas concessionárias de serviço de transporte aéreo ou aquaviário de
passageiros emitirão o Relatório de Embarque de Passageiros, aprovado pela Secretaria da Fazenda,
que se destinará ao registro dos Bilhetes de Passagem, Notas Fiscais de Serviço de Transporte e dos
documentos de excesso de bagagem.

Parágrafo único. O Relatório de Embarque de Passageiros, desde que mantido em arquivo
juntamente com os documentos nele registrados, poderá servir de base para escrituração fiscal nos
livros próprios.

Art. 66. No caso de transporte de passageiros, havendo excesso de bagagem, a empresa
transportadora deverá emitir documento fiscal próprio, o qual deverá conter, além de outras indicações
previstas na legislação, o destaque do imposto.

Art. 67. No retorno de mercadoria ou bem, por qualquer motivo não entregue ao destinatário, o
Conhecimento de Transporte original poderá servir para acobertar a prestação de retorno ao remetente,
desde que observado o motivo em seu verso e seja autorizado pelo Fisco, mediante visto e
comprovação do recolhimento do imposto.

Art. 68. Na prestação de serviço de transporte de carga para a Empresa de Correios e
Telégrafos ÷ ECT, através da modalidade Rede Postal Noturna ÷ RPN e Mala Postal, fica dispensada a
emissão do conhecimento aéreo a cada prestação.

Parágrafo único. No final do período de apuração, com base nos Contratos de Prestação de
Serviços e na documentação fornecida pela ECT, as empresas transportadoras emitirão um único
Conhecimento Aéreo englobando todos os serviços do período.

Art. 69. As empresas que realizarem transporte de valores, nas condições previstas na
legislação federal, poderão emitir quinzenal ou mensalmente, sempre dentro do período de apuração, a
correspondente Nota Fiscal de Serviço de Transporte englobando as prestações de serviço executadas
no período.

V 1° As empresas transportadoras de valores manterão em seu poder, para exibição ao Fisco,
extrato de faturamento, correspondente a cada Nota Fiscal de Serviço de Transporte emitida.

V 2° O extrato de faturamento de que trata o parágrafo anterior terá como suporte os dados
constantes nas Guias de Transporte de Valores ÷ GTV, emitidas na forma da legislação específica.

SUBSEÇÃO V
DOS PRESTADORES DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO

Art. 70. Os prestadores de serviço de comunicação poderão ser autorizados, mediante
concessão de Regime Especial, a:

Ì - centralizar no estabelecimento sede a escrituração fiscal e o recolhimento do ÌCMS
correspondente às prestações que realizar;
ÌÌ - emitir contas individuais para os usuários, em substituição à Nota Fiscal, desde que conste,
além de outras, as seguintes informações: nome ou denominação social, endereço, inscrição estadual e
no CNPJ/MF do usuário, data da emissão da conta e destaque do valor do ÌCMS incluído no preço dos
serviços e a alíquota aplicada;
ÌÌÌ - informar ao Fisco, através da Declaração de Apuração Mensal - DAM, o resumo de
operações e prestações de entrada e de serviços prestados, bem como o valor do imposto a recolher ou
o saldo credor, se for o caso.

Parágrafo único. O prestador de serviço de comunicação deverá fornecer ao Fisco, até o
último dia do mês subseqüente ao da prestação, o demonstrativo dos valores dos serviços cobrados dos
usuários na área de cada Município, com a respectiva base de cálculo e o valor do tributo, relativamente
ao mês anterior.

Art. 71. O documento de Declaração de Tráfego e de Prestação de Serviços ÷ DETRAF,
instituído pelo Ministério das Comunicações, de emissão obrigatória pela EMBRATEL, é adotado como
documento de controle relacionado com o ÌCMS devido pelas concessionárias de serviços de
telecomunicação, que deverão guardá-lo pelo prazo previsto em lei.

Art. 72. O imposto devido sobre a prestação de serviços de telecomunicação internacional,
tarifados e cobrados no Brasil e cuja receita pertença a empresa concessionária estabelecida neste
Estado, será recolhido para o fisco amazonense.

Art. 73. Nas prestações de serviços de telecomunicações por estações móveis, o imposto
devido será recolhido em favor deste Estado, se a estação que receber a solicitação do serviço estiver
aqui instalada.

Art. 74. Nas prestações de serviços de comunicação não medidos envolvendo localidades de
diferentes unidades da Federação e cujo preço seja cobrado por período definido, o imposto devido será
recolhido em partes iguais para as unidades interessadas.

Artigo 74-A acrescentado peIo Decreto 30.014/10, efeitos a partir de 1º.7.10

Art. 74-A. Relativamente às modalidades pré-pagas de prestações de serviços de telefonia
fixa, telefonia móvel celular e de telefonia com base em voz sobre Protocolo Ìnternet - VoÌP,
disponibilizados por fichas, cartões ou assemelhados, mesmo que por meios eletrônicos, o imposto será
devido ao Estado do Amazonas, na hipótese de disponibilização:

Ì - para utilização exclusivamente em terminais de uso público em geral, quando o usuário, ou
o terceiro intermediário que forneça a usuários, estejam localizados neste Estado;

ÌÌ - de créditos passíveis de utilização em terminal de uso particular, caso o terminal esteja
habilitado neste Estado.

Parágrafo único. Quando os cartões, fichas ou assemelhados, com que o serviço será
disponibilizado, forem procedentes de outra Unidade da Federação, o imposto a que se refere este artigo
será exigido do adquirente, por antecipação, quando da apresentação da documentação fiscal para
desembaraço.


SEÇÃO II
DO RESPONSÁVEL POR SOLIDARIEDADE E DA RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA

Art. 75. Fica atribuída a responsabilidade solidária pelo pagamento do imposto e acréscimos
legais devidos pelo contribuinte ou responsável, quando os seus atos ou omissões concorrerem para o
não recolhimento do tributo:

Ì - aos armazéns gerais e aos depositários a qualquer título, bem como aos estabelecimentos
beneficiadores de produtos:

a) nas saídas de mercadorias depositadas por contribuintes de outro Estado,
desacompanhada de documento fiscal ou com documento fiscal inidôneo;
b) nas transmissões de propriedade de mercadorias depositadas por contribuintes de outro
Estado, desacompanhada de documento fiscal ou com documento fiscal inidôneo;
c) quando receberem para armazenagem ou depósito ou derem saída a mercadoria
desacompanhada de documento fiscal ou com documento fiscal inidôneo;
d) quando receberem produtos ou derem saída de mercadoria beneficiada desacompanhada
de documento fiscal ou com documento fiscal inidôneo;

ÌÌ - ao transportador, ainda que autônomo, armador e seus agentes ou representantes em
relação à mercadoria e ao documento fiscal da prestação de serviço de transporte a ela vinculada:

a) que despachar, redespachar ou transportar, desacompanhada de documentos fiscais
comprobatórios de sua procedência ou com documentação fiscal inidônea;
b) transportada de outra unidade da Federação para entrega sem destinatário certo ou para
venda ambulante neste Estado;
c) que entregar a destinatário diverso do indicado na documentação fiscal;
d) transportada que for negociada com interrupção de trânsito em território amazonense;
e) que transportar e entregar sem o devido desembaraço da documentação fiscal na repartição
fazendária;
f) que transportar, na saída de mercadorias ou bens para outro Município, unidade da
Federação ou exterior, sem o prévio desembaraço da documentação fiscal da carga e do serviço de
transporte na repartição fazendária;

AIínea "g" acrescentada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

g) que não comprove a saída física da mercadoria do território amazonense, cujo documento
fiscal tenha como destinatário contribuinte localizado em outra unidade da Federação.

ÌÌÌ ÷ àquele que não efetivar a exportação de mercadoria recebida ou serviço contratado para
este fim, ainda que em decorrência de perda da mercadoria ou interrupção involuntária da prestação;
ÌV - aos leiloeiros, aos síndicos, aos comissários, aos inventariantes e aos liquidantes em rela-
ção às saídas de mercadorias decorrentes de alienação de bens em leilões, falências, concordatas,
inventários ou arrolamentos e nas dissoluções de sociedade, respectivamente;
V - aos representantes, aos mandatários, aos gestores de negócios, em relação às operações
realizadas por seu intermédio;
VÌ - ao adquirente de estabelecimento comercial, industrial ou prestador de serviço pelo débito
relativo aos impostos e multas não pagos pelo transmitente;
VÌÌ ÷ aos contadores, pessoa física ou jurídica, em relação às informações ou declarações
prestadas ao Fisco;
VÌÌÌ ÷ aos estabelecimentos gráficos:

a) em relação aos selos fiscais:

1. aplicados irregularmente nos documentos fiscais por ele impressos;
2. aplicados irregularmente nos documentos impressos por terceiro, com selos por ele
recebidos da SEFAZ;
3. recebidos da SEFAZ que sejam extraviados, danificados, ou a que seja dada destinação
diversa da autorizada;

b) em relação aos documentos fiscais impressos sem autorização;

ÌX ÷ aos endossatários de títulos representativos de mercadorias;
X ÷ à pessoa jurídica de direito privado resultante de fusão, transformação, cisão ou
incorporação, pelo montante devido pelas pessoas jurídicas originárias ou derivadas;
XÌ ÷ à pessoa física ou jurídica de direito privado que adquirir de outra, a qualquer título, fundo
de comércio ou estabelecimento comercial, industrial ou de prestação de serviços, e continuar a
respectiva exploração, sob a mesma ou outra razão social ou sob firma ou nome individual,
relativamente ao fundo de comércio ou estabelecimento adquirido, sempre que o alienante cessar a sua
exploração e não iniciar, dentro de seis meses, nova atividade, no mesmo ou em outro ramo de
comércio, indústria ou prestação de serviço;
XÌÌ ÷ à pessoa que realizar a intermediação de serviço iniciado no exterior, sem a
correspondente documentação fiscal ou quando vier a ser destinado a pessoa diversa daquela que o
tiver contratado;
XÌÌÌ ÷ ao fabricante ou credenciado de Equipamento de Controle Fiscal, bem como ao
produtor, ao programador, analista ou ao licenciante do uso de programa de computador (software),
sempre que, por meio de dispositivos, mecanismos ou funções do equipamento ou programa,
colaborarem com a insuficiência ou falta de pagamento do imposto;
XÌV ÷ a qualquer pessoa física ou jurídica que tenha interesse comum na situação que
constitua fato gerador da obrigação tributária ou que concorra para a sonegação, fraude ou conluio com
objetivo de suprimir ou reduzir o imposto devido.

Inciso XV acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

XV ÷ ao proprietário, ao administrador, ao locatário, ao arrendatário, ao titular de domínio útil e
ao permissionário do entreposto, porto, aeroporto ou terminal de que trata o § 4°, do art. 38.

V 1° Nos serviços de transporte e de comunicação, quando a prestação for efetuada por mais
de uma empresa, a responsabilidade pelo pagamento do imposto será daquela que promover a
cobrança integral do respectivo valor diretamente do usuário do serviço.

V 2° A responsabilidade de que trata o inciso XÌÌÌ, abrange também o terceiro que, mediante
sua intervenção, por qualquer meio, em equipamento ou programa, concorra para a prática de infração
tributária.

V 3° Para efeito do disposto no inciso XÌV, deste artigo, presume-se ter interesse comum, com
o alienante da mercadoria ou prestador do serviço, o seu adquirente ou tomador:

Ì ÷ quando a operação ou prestação:

a) for realizada sem a emissão de documentação fiscal;
b) for constatado que o valor declarado no documento é inferior ao real de mercado;

ÌÌ ÷ em outras situações previstas na legislação.

V 4° Na prestação de serviço de transporte de carga efetuada por empresa transportadora não
inscrita no CCA, a responsabilidade pelo pagamento do imposto devido fica, também, atribuída:

Ì ÷ ao remetente ou alienante da mercadoria, exceto se microempresa ou produtor rural,
quando contribuinte do imposto;
ÌÌ ÷ ao depositário da mercadoria ou bem, a qualquer título, na sua saída;
ÌÌÌ ÷ ao destinatário da mercadoria, exceto se microempresa ou produtor rural, quando
contribuinte do imposto, na prestação interna.

Parágrafo 5º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 5° Para efeito do que dispõe a alínea "g¨, do inciso ÌÌ do caput, o transportador deverá
promover a circulação da mercadoria no território amazonense acompanhada de documento fiscal de
controle, cujo modelo será aprovado por ato da Secretaria da Fazenda.

Parágrafos 6º e 7º revogados peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Redação originaI do V 6º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
V 6º Sem prejuízo do disposto no caput, as administradoras de "shopping center¨, de centro comercial ou de
empreendimento semelhante, deverão prestar à Secretaria de Estado da Fazenda informações que disponham a
respeito dos contribuintes localizados no seu empreendimento, inclusive sobre valor locatício, na forma e condições
previstas na legislação tributária estadual.

Redação originaI do V7º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
V 7º Sem prejuízo do disposto no caput, as administradoras de cartão de crédito ou de débito deverão informar à
Secretaria de Estado da Fazenda as operações e/ou prestações realizadas pelos estabelecimentos de contribuintes
cujos pagamentos sejam feitos por meio de seus sistemas de crédito, débito ou similares, na forma e condições
previstas na legislação tributária estadual.

Art. 76. Responde subsidiariamente a pessoa física ou jurídica de direito privado que adquirir
de outra, a qualquer título, fundo de comércio ou estabelecimento comercial, industrial ou de prestação
de serviços, e continuar a respectiva exploração, sob a mesma ou outra razão social ou sob firma ou
nome individual, pelo imposto relativo ao fundo de comércio ou estabelecimento adquirido, sempre que
o alienante prosseguir na exploração ou iniciar, dentro de seis meses, nova atividade, no mesmo ou em
outro ramo de comércio, indústria ou prestação de serviços.

Parágrafo único. Salvo disposição regulamentar em contrário, a adoção de regime de
substituição tributária não exclui a responsabilidade subsidiária do contribuinte substituído pela
satisfação integral ou parcial da obrigação tributária, nas hipóteses de não retenção ou retenção a
menor do imposto.

CAPÍTULO VII
DA INSCRIÇÃO E DO ESTABELECIMENTO

SEÇÃO I
DA INSCRIÇÃO NO CADASTRO DE CONTRIBUINTES

Art. 77. Ìnscrever-se-ão no Cadastro de Contribuintes do Estado do Amazonas (CCA), antes
de iniciarem as atividades, as pessoas citadas no art. 37.

V 1° A inscrição terá caráter definitivo, não podendo o seu número, em caso de cancelamento
ou baixa, ser aproveitado para o mesmo ou outro contribuinte.

V 2° A imunidade, não-incidência ou isenção da mercadoria ou serviço não desobriga as
pessoas referidas no caput de se inscrever no CCA.

V 3º A pessoa física que exerça a atividade de produção rural, as cooperativas de produtores
formadas por pessoas físicas, as fundações públicas e as microempresas terão o cadastro simplificado,
na forma definida na legislação.

V 4° A Secretaria da Fazenda disporá sobre os procedimentos e documentos necessários para
inscrição ou alteração de dados cadastrais, bem como estabelecerá as exigências sobre o uso de
procuração para representação dos interessados.

Nova redação dada ao V 5º peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07

V 5° Qualquer procedimento de vinculação cadastral do contribuinte, inclusive o de inscrição e
o de baixa, será precedido de diligência fiscal, ressalvados os casos de localidades onde não houver
Auditor Fiscal de Tributos Estaduais lotado.

Redação originaI:
V 5° Qualquer procedimento de vinculação cadastral do contribuinte, inclusive o de inscrição e baixa, será precedida
de diligência fiscal, ressalvados os casos de localidades onde não houver Fiscais de Tributos Estaduais lotados.

V 6° Poderá ser indeferido pela Secretaria da Fazenda, o pedido de inscrição no CCA do
estabelecimento que:

Ì ÷ não disponha de patrimônio e capacidade operacional necessários à realização de seu
objetivo;
ÌÌ ÷ cujas instalações sejam impróprias para a execução da atividade declarada em seus
objetivos sociais;
ÌÌÌ ÷ tenha cedido seu nome, mediante a disponibilização de sua inscrição ou de documentos
próprios para a realização de operações de terceiros.

Art. 78. A Secretaria da Fazenda fica autorizada a exigir, a qualquer tempo, o recadastramento
de todos os contribuintes inscritos no Estado, baixando os atos, fixando os prazos e estabelecendo os
documentos necessários para a atualização cadastral.

Art. 79. O documento de inscrição, denominado Cartão de Ìnscrição Estadual ÷ CÌE, é
intransferível e será atualizado quando ocorrer qualquer alteração nos dados nele contido.

V 1° O número de inscrição concedido a cada estabelecimento deverá constar em todos
documentos, livros e guias fiscais que o contribuinte utilizar.

V 2° A prova de inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado do Amazonas far-se-á
mediante a apresentação do respectivo Cartão de Ìnscrição Estadual - CÌE.

V 3º No interesse do Fisco estadual, poderá ser exigida mais de uma inscrição para
estabelecimento que explore ramo de atividade econômica diversa, quando situados no mesmo local.

V 4° A responsabilidade pelos danos resultantes do uso indevido do cartão de inscrição é da
pessoa inscrita, ainda que após o encerramento das atividades.

V 5° Não se aplicam as sanções previstas no parágrafo anterior, quando o cartão de inscrição
tenha sido encontrado em poder de outrem em decorrência de extravio comunicado à repartição fiscal
competente, dentro do prazo de quarenta e oito horas, contados da ocorrência do fato.

V 6° A Secretaria da Fazenda fixará o prazo de validade do Cartão de Ìnscrição Estadual ÷ CÌE
e disciplinará quanto à sua renovação ou revalidação.

V 7° Em caso de extravio, destruição ou perda do cartão, deverá o contribuinte publicar o fato
no Diário Oficial e requerer segunda via, juntando a cópia da publicação.

Art. 80. Para inscrição no Cadastro de Contribuintes, os interessados preencherão os
formulários indicados pela Secretaria da Fazenda, para apresentação à repartição fiscal do domicílio do
estabelecimento.

V 1° Ao formalizar o pedido de inscrição, o interessado deverá juntar aos formulários
comprovante de pagamento da Taxa de Expediente, se devida, e os documentos indicados pela
Secretaria da Fazenda.

V 2° A Secretaria da Fazenda poderá exigir a apresentação do original dos documentos para a
autenticação da cópia.

Art. 81. As pessoas não inscritas no CCA ou que não estiverem com a situação cadastral na
condição de ativa estão impedidas de imprimir ou mandar imprimir documentos fiscais, de requerer a
autenticação de livros fiscais e de se beneficiar de crédito fiscal presumido.

Art. 82. As saídas de mercadorias de estabelecimentos industriais ou comerciais, que devam
ser por sua natureza, quantidade ou qualidade, comercializadas ou utilizadas em processo de
industrialização, somente poderão ser promovidas se destinadas a pessoa inscrita no CCA.

Art. 83. O contribuinte poderá requerer a suspensão temporária de sua inscrição do CCA,
desde que faça prova da ocorrência de uma das seguintes hipóteses:

Ì - calamidade pública, incêndio ou outro sinistro;
ÌÌ - reforma ou demolição do prédio, ou interdição do logradouro;
ÌÌÌ - doença grave do titular da firma individual;
ÌV ÷ outro motivo de caráter temporário, com aprovação do Fisco.

V 1° O prazo de concessão da suspensão temporária será de até cento e oitenta dias,
prorrogável por igual período, a juízo do Fisco, instruído em processo regular.

V 2° No pedido de suspensão, o contribuinte deverá indicar o endereço, inclusive telefone,
onde manterá a guarda dos documentos fiscais e contábeis.

V 3° A concessão da suspensão a pedido será deferida apenas ao contribuinte que esteja com
suas obrigações tributárias em dia.

Art. 84. A suspensão da inscrição no CCA será declarada de oficio a qualquer momento nas
hipóteses a seguir:

Ì - na falta de recadastramento;
ÌÌ - não-localização do contribuinte no endereço cadastrado, inclusive na hipótese prevista no §
2° do artigo anterior;
ÌÌÌ - quando não requerida a baixa no prazo legal;

Nova redação dada ao inciso IV peIo Decreto 28.896/09, efeitos a partir de 06.08.09

ÌV ÷ na falta de cumprimento das obrigações tributárias acessórias por período igual ou
superior a doze meses;

Redação originaI:
ÌV ÷ na falta de cumprimento das obrigações tributárias acessórias por período igual a doze meses;

V - em qualquer outra hipótese em que se torne necessário, ficando a inscrição na condição de
suspensa pelo prazo conveniente à instrução do processo regular com vistas ao resguardo dos
interesses da Fazenda Pública Estadual;
VÌ ÷ informação falsa prestada por ocasião do pedido de inscrição.

Inciso VII acrescentado peIo Decreto 30.486/10, efeitos a partir de 15.9.10.

VÌÌ ÷ na omissão de entrega do arquivo digital, referente à declaração do imposto antecipado
devido na entrada de mercadorias e serviços no Estado, por período superior a 60 (sessenta) dias, a
contar da data da entrega prevista neste Regulamento

Art. 85. A inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado do Amazonas (CCA) deverá ser
cancelada de ofício, a critério do Fisco, nos seguintes casos:

Ì - vencido ou esgotado o prazo da suspensão temporária sem que haja pedido de prorrogação
ou reativação;
ÌÌ - desaparecimento do titular da firma individual, comprovado através do procedimento fiscal;
ÌÌÌ - na falta de recadastramento, cento e oitenta dias após a suspensão prevista no inciso Ì do
artigo anterior;
ÌV - quando houver prova de infração praticada com dolo, fraude ou simulação;
V - após transitar em julgado a sentença declaratória de falência;
VÌ - deixar de apresentar à repartição fiscal por três exercícios consecutivos os documentos de
informação, ainda que sem movimento;
VÌÌ ÷ na hipótese prevista no inciso ÌÌ do artigo anterior, após transcorrido doze meses;
VÌÌÌ - a critério da Secretaria da Fazenda, quando conveniente aos interesses do Fisco.

V 1° O cancelamento de ofício também se aplica para as hipóteses previstas nos incisos Ì, ÌÌ e
ÌÌÌ do § 6° do art. 77.

V 2° O cancelamento de ofício será precedido de processo regular instruído através de
representação dos órgãos fazendários competentes, devendo na fase de sua instrução ser concedido ao
contribuinte o prazo para contestação dos fatos nela apontados.

Art. 86. A suspensão ou o cancelamento da inscrição de ofício, sem prejuízo das medidas
penais cabíveis, sujeitará o estabelecimento, às seguintes sanções:

Ì - declaração de inidoneidade dos documentos fiscais;
ÌÌ - declaração de nulidade dos créditos fiscais lançados e transferidos em favor de terceiros;
ÌÌÌ - exigência do pagamento do imposto e das contribuições a fundos vencidos e não
recolhidos, com multas e outros acréscimos legais até a data da publicação do cancelamento;
ÌV - apreensão das mercadorias em estoque e as em circulação;
V - interdição do estabelecimento;
VÌ - proibição de transacionar com as repartições públicas, autarquias do Estado, instituições
financeiras oficiais, integradas ao sistema de crédito do Estado e com as demais empresas das quais
seja este acionista majoritário.

Art. 87. O pedido de baixa de inscrição será requerido no prazo de dez dias contados da data
do encerramento das suas atividades, junto à repartição fiscal do domicílio do contribuinte, anexando ao
mesmo os documentos indicados pela Secretaria da Fazenda, observado o disposto no § 3° do art. 83.

V 1° A inscrição do contribuinte baixada a pedido ou cancelada de ofício, ainda que em
caráter definitivo, não implicará em quitação de imposto ou desoneração de qualquer ônus e
responsabilidade de natureza fiscal.

V 2º O imposto relativo ao estoque de mercadorias existente no estabelecimento na data do
pedido de baixa de inscrição do contribuinte poderá ser recolhido até o último dia útil do segundo
decêndio do mês subseqüente ao pedido da baixa junto à repartição fazendária.

V 3° Deverá ser publicada mensalmente, no Diário Oficial do Estado, a relação da inscrição
dos estabelecimentos baixados, suspensos ou cancelados, assim como dos reativados no mês anterior,
a pedido ou de ofício.

SEÇÃO II
DO ESTABELECIMENTO

Art. 88. Estabelecimento é o local, privado ou público, edificado ou não, próprio ou de terceiro,
onde pessoas físicas ou jurídicas exerçam suas atividades em caráter temporário ou permanente, bem
como onde se encontrem armazenadas mercadorias, observado, ainda, o seguinte:

Ì - na impossibilidade de determinação do estabelecimento, considerar-se-á como tal o local
em que tenha sido efetuada a operação, encontrada a mercadoria ou constatada a prestação;
ÌÌ - considera-se autônomo cada estabelecimento do mesmo titular;
ÌÌÌ - considera-se também estabelecimento autônomo o veículo usado no comércio ambulante
e na captura de pescado.

Art. 89. Considera-se como estabelecimento autônomo, em relação ao estabelecimento
beneficiador, industrial, comercial ou cooperativo, ainda que do mesmo titular, cada local de produção
agropecuária ou extrativa, vegetal ou mineral, de geração, inclusive de energia, de captura pesqueira,
situado na mesma área ou em áreas diversas do referido estabelecimento.

V 1° Respondem pelo crédito tributário todos os estabelecimentos do mesmo titular.

V 2° Também se considera estabelecimento outro local relacionado com a atividade
desenvolvida pelo contribuinte e, ainda, os veículos utilizados na exploração da atividade econômica,
excetuados aqueles empregados para simples entrega das mercadorias a destinatários certos, em
decorrência de operação já tributada.

V 3° As obrigações tributárias que a legislação atribuir ao estabelecimento são de
responsabilidade do respectivo titular.

V 4° Quando o imóvel estiver situado em território de mais de um Município deste Estado,
considera-se o contribuinte jurisdicionado no Município em que se encontra localizada a sede da
propriedade, ou, na ausência desta, naquele onde se situar a maior área da propriedade.

Art. 90. Para os efeitos fiscais, é considerado:

Ì - depósito fechado, o estabelecimento que o contribuinte mantenha exclusivamente para a
estocagem de suas mercadorias;
ÌÌ - produtor, o estabelecimento ou área em que se explorem ou beneficiem frutos da atividade
agropecuária ou extrativa;
ÌÌÌ - industrial, o estabelecimento produtor que industrializar a sua produção agropecuária ou
extrativa;
ÌV - comercial, o local em que o produtor comercializar seus produtos agropecuários ou
extrativos;
V - produtor primário, a pessoa física, que se dedique à produção agrícola ou extrativa, em
estado natural.

CAPÍTULO VIII
DO LOCAL DA OPERAÇÃO

Art. 91. O local da operação ou da prestação, para os efeitos da cobrança do imposto e
definição do estabelecimento responsável, é:

Ì - tratando-se de mercadoria ou bem:

a) o do estabelecimento onde se encontre, no momento da ocorrência do fato gerador;
b) onde se encontre, quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou
quando acompanhado de documentação inidônea, nos termos do art. 204 deste Regulamento;
c) o do estabelecimento que transfira a propriedade, ou o título que a represente, de
mercadoria por ele adquirida no País e que por ele não tenha transitado, sendo irrelevante o local onde
se encontre;
d) o do estabelecimento onde ocorrer a entrada física de mercadoria importada do exterior;
e) o do domicílio do adquirente, de mercadoria importada do exterior;
f) aquele onde seja realizada a licitação, no caso de arrematação de mercadoria importada do
exterior, apreendida ou abandonada;
g) onde o adquirente estiver localizado, no território amazonense, nas operações
interestaduais com energia elétrica e petróleo, lubrificantes e combustíveis dele derivados, quando não
destinados à industrialização ou à comercialização;
h) a localidade, no território amazonense, de onde o ouro tenha sido extraído, quando não
considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial;
i) o de desembarque do produto, na hipótese de captura de pescado, crustáceos e moluscos;
j) o do armazém geral ou do depósito fechado, com relação a posterior saída, quando se tratar
de operação com mercadoria, cujo depositante esteja situado fora do Estado, salvo se para retornar ao
estabelecimento remetente;
l) o do estabelecimento onde se encontrarem as mercadorias nas hipóteses dos incisos XÌV e
XVÌ do art. 3°;

ÌÌ - tratando-se de prestação de serviço de transporte:

a) onde tenha início a prestação;
b) onde se encontre o transportador, quando em situação irregular pela falta de documentação
fiscal, ou quando acompanhada de documentação inidônea, nos termos do art. 204 deste Regulamento;
c) o do estabelecimento destinatário do serviço, na hipótese do inciso XV do art. 3°;

ÌÌÌ - tratando-se de prestação onerosa de serviço de comunicação:

a) o da prestação de serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem, assim entendido o da
geração, emissão, transmissão e retransmissão, repetição, ampliação e recepção;

Nova redação dada à aIínea "b" peIo Decreto 30.014/10, efeitos a partir de 1º.7.10

b) o do estabelecimento da concessionária, da permissionária ou do terceiro intermediário que
forneça ao usuário ficha, cartão ou assemelhados com que o serviço é pago;

Redação originaI:
b) o do estabelecimento da concessionária ou da permissionária que forneça ficha, cartão ou assemelhados com que
o serviço é pago;

c) o do estabelecimento destinatário do serviço, na hipótese e para os efeitos do inciso XV do
art. 3º;

Nova redação dada à aIínea "d" peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

d) o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço, quando prestado por meio de
satélite;

Redação originaI:
c) onde seja cobrado o serviço, nos demais casos;

AIínea "e" acrescentada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

e) onde seja cobrado o serviço, nos demais casos.

ÌV - tratando-se de serviços prestados ou iniciados no exterior, o do estabelecimento ou do
domicílio do destinatário.

V 1° O disposto na alínea "c¨ do inciso Ì não se aplica às mercadorias recebidas de contribuinte
de Estado diverso do destinatário, mantidas em regime de depósito.

V 2° Para os efeitos da alínea "h¨ do inciso Ì, o ouro, quando definido como ativo financeiro ou
instrumento cambial, deve ter sua origem identificada.

V 3° Quando a mercadoria for remetida para armazém geral ou para depósito fechado do
próprio contribuinte, localizado neste Estado, a posterior saída considerar-se-á ocorrida no
estabelecimento do depositante, salvo se para retornar ao estabelecimento remetente.

Parágrafo 4º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 4º Na hipótese do inciso ÌÌÌ do caput, tratando-se de serviços não-medidos, que envolvam
localidades deste Estado e de outra unidade federada e cujo preço seja cobrado por períodos definidos,
o imposto devido será recolhido em partes iguais para as unidades da Federação onde estiverem
localizados o prestador e o tomador.

Art. 92. É facultado à Secretaria da Fazenda indicar local da operação ou prestação diverso
daquele onde ocorrer o fato gerador, ou ainda diferir a exigência do tributo, ressalvado o direito do
Município à participação do imposto na proporção direta da extração, geração ou operação realizada em
seu território.

V 1º Nas hipóteses previstas neste artigo, o contribuinte deverá efetuar o recolhimento do
imposto em tantas guias quantos forem os Municípios envolvidos, com a codificação desses Municípios.

V 2º A zona fluvial econômica integra o território do Município que lhe seja confrontante.

CAPÍTULO IX
DO LANÇAMENTO POR HOMOLOGAÇÃO E DA APURAÇÃO DO IMPOSTO

SEÇÃO I
DO LANÇAMENTO POR HOMOLOGAÇÃO

Art. 93. Salvo disposição expressa em contrário, fica atribuído ao contribuinte o dever de, sem
prévio exame pela autoridade fiscal, efetuar o pagamento do imposto apurado.

V 1° O pagamento efetuado pelo contribuinte extingue o crédito tributário respectivo, sob
condição resolutória de posterior homologação.

V 2° Quando o crédito tributário for constituído de imposto e demais acréscimos legais, como
atualização monetária, multas e juros, o pagamento parcial do montante devido, ainda que atribuído pelo
contribuinte a uma só dessas rubricas, será imputado proporcionalmente a cada uma de suas parcelas
constitutivas.

V 3° Na hipótese do parágrafo anterior, constatada pela autoridade fiscal omissão ou erro
adotado pelo contribuinte, será negada a homologação e efetuado o lançamento complementar da
diferença apurada, juntamente com seus acréscimos legais.

Art. 94. Quando houver imposto decorrente de operação de entradas com diferimento, o
recolhimento se fará independentemente do resultado da apuração relativa às demais operações, no
período considerado.

Art. 95. Os dados relativos à apuração, para posterior lançamento por homologação, serão
fornecidos ao Fisco, mediante declaração prestada através de:

Ì - Demonstrativo de Apuração Mensal do ÌCMS - DAM, para os contribuintes inscritos no
regime de pagamento normal e por estimativa;
ÌÌ - Declaração Anual Simplificada, para os contribuintes inscritos no regime de microempresa.

Art. 96. A cobrança e o recolhimento do imposto, multas e quaisquer acréscimos não elidem o
direito da Secretaria da Fazenda proceder a ulterior revisão fiscal.

SEÇÃO II
DA APURAÇÃO DO IMPOSTO

Art. 97. O imposto é não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação
relativa à circulação de mercadoria ou prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal
e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores por este ou por outro Estado.

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 98 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

Art. 98. A importância a recolher será a resultante do cálculo do imposto correspondente a
cada período, observadas as disposições previstas nos arts. 20, 26 a 30, deduzida:

Redação originaI:
Art. 98. Observado o disposto na Seção ÌÌÌ do Capítulo V e no art. 330, Ì, da Lei Complementar n° 19, de 29 de
dezembro de 1997, a importância a recolher será a resultante do cálculo do imposto correspondente a cada período,
observadas as disposições previstas no art. 20, deduzida:

Ì - do valor do imposto referente às mercadorias entradas, real ou simbolicamente, no
estabelecimento;

Nova redação dada ao inciso II peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

ÌÌ ÷ do valor do imposto cobrado em operações em que tenha resultado a entrada de
mercadorias e bens no estabelecimento, destinados ao seu ativo permanente, observado o disposto nos
§§ 3° a 5°;

Redação originaI:
ÌÌ - do valor do imposto cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadorias e bens no
estabelecimento, destinados ao seu ativo permanente;

ÌÌÌ - do valor do imposto cobrado referente ao recebimento de serviço de transporte
interestadual e intermunicipal ou de comunicação;

ÌV - do valor do imposto cobrado referente ao fornecimento de energia elétrica;

Nova redação dada ao inciso V peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V ÷ do valor do imposto recolhido relativo à parcela mensal fixada por estimativa;

Redação originaI:
V - do valor do imposto efetivamente recolhido relativo a parcela fixada por estimativa ou do imposto diferido;

VÌ - do valor do imposto notificado, nas hipóteses de importação e de antecipação, na forma
prevista neste Regulamento.

Inciso VII acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

VÌÌ ÷ do valor do imposto recolhido relativo a substituição tributária por diferimento, se o produto
destinado à comercialização ou industrialização for objeto de saída sujeita ao imposto ou se destinado ao
exterior.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 1º Ressalvado o disposto nos incisos V e VÌÌÌ, do art. 20, os créditos fiscais decorrentes de
conta de energia elétrica e de serviço de comunicação deverão ser apropriados na escrita do
estabelecimento no período de apuração relativo ao mês do vencimento da conta.

Redação originaI:
V 1° Os créditos fiscais decorrentes de contas de energia elétrica e serviços de telecomunicação somente poderão ser
apropriados na escrita do estabelecimento correspondente, quando:
Ì - sua utilização ou consumo forem destinados a atividade-fim do estabelecimento;
ÌÌ - for escriturado no período de referência correspondente ao mês do vencimento.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 2º Os créditos fiscais decorrentes de energia elétrica e de serviço de comunicação somente
poderão ser apropriados na escrita fiscal do estabelecimento indicado como destinatário nos documentos
fiscais.

Redação originaI:
V 2° Para efeito do parágrafo anterior, somente poderão usufruir do crédito fiscal as contas emitidas contra a razão
social e endereço do estabelecimento destinatário.

Nova redação dada ao .,5:9do V 3º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 3º Para efeito do disposto no inciso ÌÌ do caput, deverá ser observado:

Redação originaI:
V 3° Além do lançamento em conjunto com os demais créditos, para efeito da compensação prevista neste artigo e no
anterior, os créditos resultantes de operações de que decorra entrada de mercadorias destinadas ao ativo permanente
serão objeto de outro lançamento, em livro ou documento próprio.

Inciso I acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

Ì ÷ a apropriação será feita à razão de um quarenta e oito avos por mês, devendo a primeira
fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento;

Inciso II acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

ÌÌ ÷ em cada período de apuração do imposto, não será admitido o creditamento de que trata o
inciso anterior, em relação à proporção das operações de saídas ou prestações isentas ou não tributadas
sobre o total das operações de saídas ou prestações efetuadas no mesmo período;

Inciso III acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

ÌÌÌ ÷ para aplicação do disposto nos incisos anteriores, o montante do crédito a ser apropriado
será obtido multiplicando-se o valor total do respectivo crédito pelo fator igual a um quarenta e oito avos
da relação entre o valor das operações de saídas e prestações tributadas e o total das operações de
saídas e prestações do período, equiparando-se às tributadas, para fins deste inciso, as saídas e
prestações com destino ao exterior;

Inciso IV acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

ÌV ÷ o quociente de um quarenta e oito avos será proporcionalmente aumentado ou diminuído,
pro rata die, caso o período de apuração seja superior ou inferior a um mês;

Inciso V acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V ÷ na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente, antes de decorrido o prazo de
quatro anos contado da data da sua aquisição, não será admitido, a partir da data da alienação, o
creditamento de que trata este parágrafo em relação à fração que corresponderia ao restante do
quadriênio;

Inciso VI acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

VÌ ÷ serão objeto de outro lançamento, além do lançamento em conjunto com os demais
créditos, para efeito da compensação prevista no inciso ÌÌ do caput, e no artigo anterior, em livro próprio
ou de outra forma estabelecida pela Secretaria da Fazenda, para aplicação do disposto nos incisos Ì a V,
deste parágrafo;

Inciso VII acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

VÌÌ ÷ ao final do quadragésimo oitavo mês contado da data da entrada do bem no
estabelecimento, o saldo remanescente do crédito será cancelado.

Nova redação dada ao V 4º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 4º Poderá ser utilizado integralmente o crédito fiscal no mês, em substituição ao disposto no
parágrafo anterior, quando o valor do crédito, constante do documento fiscal de aquisição, não
ultrapasse a R$ 1.700,00, por bem, limitado ao valor de R$ 3.400,00, por período de apuração,
facultando-se ao contribuinte a adoção de um dos seguintes procedimentos se o valor exceder o limite:

Redação originaI:
V 4° Não se exime da responsabilidade de pagar o imposto o contribuinte que o alegue ter pago, englobadamente, na
operação anterior ou posterior.

Inciso I acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

Ì ÷ desprezar a parcela do crédito fiscal excedente;

Inciso II acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

ÌÌ ÷ aplicar a forma parcelada prevista no § 3º relativo ao bem que implicou no excesso.

Parágrafo 5º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 5º O disposto no parágrafo anterior não se aplica ao documento fiscal escriturado fora do
prazo regulamentar, hipótese em que será aplicada a forma parcelada prevista no § 3º.

Parágrafo 6º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 6º Não se exime da responsabilidade de pagar o imposto o contribuinte que alegue tê-lo pago
englobadamente na operação anterior ou posterior.

Art. 99. O direito ao crédito, para efeito de compensação com o débito do imposto reconhecido
ao estabelecimento que tenha recebido as mercadorias ou para o qual tenham sido prestados os
serviços, está condicionado à idoneidade da documentação e, se for o caso, à escrituração, nos prazos
e condições estabelecidos neste Regulamento.

Parágrafo único. O direito de utilizar o crédito fiscal extingue-se depois de decorridos cinco
anos contados da data de emissão do documento.

Art. 100. O período de apuração do imposto, durante o exercício, de conformidade com o
respectivo regime de pagamento, será:

Ì - mensal, para os contribuintes inscritos na categoria normal;
ÌÌ - trimestral, para os contribuintes inscritos na categoria estimativa;
ÌÌÌ - anual, para os contribuintes inscritos na categoria de microempresa.

Parágrafo único. Para efeito do disposto neste Regulamento, será considerado exercício o
ano civil, dividido em quatro trimestres, doze meses, vinte e quatro quinzenas e trinta e seis decêndios.

Art. 101. As obrigações consideram-se vencidas na data em que termina o período de
apuração e são liquidadas por compensação ou mediante pagamento em dinheiro como disposto a
seguir:

Ì - as obrigações consideram-se liquidadas por compensação até o montante dos créditos
escriturados no mesmo período mais o saldo credor de período ou períodos anteriores, se for o caso;
ÌÌ - se o montante dos débitos do período superar o dos créditos, a diferença será liquidada,
em dinheiro, dentro do prazo fixado neste Regulamento;
ÌÌÌ - se o montante dos créditos superar os dos débitos, a diferença será transportada, por seu
valor nominal, para o período seguinte.

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 102 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de
1º.01.01

Art. 102. Para efeito de aplicação do disposto no artigo anterior, os débitos e os créditos devem
ser apurados em cada estabelecimento, compensando-se os saldos credores e devedores entre os
estabelecimentos do mesmo sujeito passivo localizados neste Estado, ficando a responsabilidade pelo
recolhimento do imposto atribuída ao estabelecimento matriz.

Redação originaI:
Art. 102. Para efeito de aplicação do artigo anterior, os débitos e os créditos devem ser apurados em cada
estabelecimento do sujeito passivo.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 23.992/03, com efeitos a partir de 1º. 01.04

V 1º Não se aplica a compensação de saldos credores e devedores previstos no "caput¨,
quando se tratar de estabelecimento industrial detentor dos incentivos das Leis nº 1939, de 27 de
dezembro de 1989, nº 2.390, de 08 de maio de 1996 e nº 2.826, de 29 de setembro de 2.003.

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
V 1º Não se aplica a compensação de saldos credores e devedores prevista no caput, quando se tratar de
estabelecimento:

Redação originaI:
V 1º- O Secretário da Fazenda poderá, mediante ato, nas condições que estabelecer, permitir que se leve em conta o
conjunto dos débitos e créditos de todos os estabelecimentos, localizados neste Estado, da mesma denominação ou
razão social.

Incisos I e II revogados peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04

Redação originaI dos incisos I e II acrescentados peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
Ì - industrial detentor dos incentivos das Leis nº 1.939, de 27 de dezembro de 1989, e nº 2.390, de 8 de maio de 1996;
ÌÌ ÷ comercial amparado pela Lei nº 2.084, de 25 de outubro de 1991.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 2º Saldos credores acumulados na forma prevista nos §§ 2º e 3º, do art. 56, da Lei
Complementar nº 19, de 29 de dezembro de 1997, podem ser, mediante documento que reconheça o
crédito, transferidos a estabelecimento que mantenha relação de interdependência nos termos do inciso
Ì, do parágrafo único do art. 17, localizado neste Estado, para compensação parcelada.

Redação originaI:
V 2º Saldos credores acumulados, a partir de 16 de setembro de 1996, por estabelecimento que realize operações e
prestações de que trata o inciso ÌÌ do art. 4°, poderão, a critério do Secretário de Estado da Fazenda, nas condições
que estabelecer, ser imputados pelo sujeito passivo a qualquer estabelecimento seu, localizado neste Estado, na
proporção que estas saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento.

Parágrafo 3º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 3º Na hipótese do parágrafo anterior, havendo saldo remanescente ou em se tratando de
estabelecimento único, podem ser transferidos pelo sujeito passivo a outros contribuintes localizados
neste Estado, a requerimento do sujeito passivo e a critério do Secretário de Estado da Fazenda, para
compensação parcelada, mediante emissão de documento que reconheça o crédito.

Art. 103. Quando a fixação do preço ou a apuração do valor depender de fatos ou condições
verificáveis após a prestação do serviço ou a saída da mercadoria, tais como pesagens, medições,
análises, classificações, o imposto será calculado e recolhido, inicialmente sobre o valor da cotação do
dia ou, na sua falta, o estimado pelo Fisco e complementado após essa verificação, atendidas as
normas fixadas neste Regulamento.

V 1º Quando, em virtude de contrato escrito, ocorrer reajustamento de preço, o imposto
correspondente ao acréscimo do valor será recolhido juntamente com o montante devido no período em
que houver a prestação do serviço ou a saída da mercadoria, igualmente atendidas as normas fixadas
neste Regulamento.

V 2º Quando for verificada quantidade de mercadoria superior ao declarado no documento
fiscal, em razão da utilização de pesagens, medições, análises ou classificação, o contribuinte deverá
emitir Nota Fiscal de entrada complementar e recolher o tributo devido, se for o caso.

Art. 104. Em substituição ao sistema de que trata o art. 98, fica estabelecido que o imposto
devido resulte da diferença a maior entre o montante do imposto relativo à operação ou prestação a
tributar e o pago na incidência anterior, sobre a mesma mercadoria ou serviço nas seguintes hipóteses:

Ì - na saída de estabelecimento comercial atacadista ou de cooperativa de beneficiamento e
venda em comum, de produtos agrícolas in natura ou simplesmente beneficiados;
ÌÌ - nas prestações ou operações de ambulantes, autônomos e de estabelecimento de
existência transitória;
ÌÌÌ - nas prestações de transporte e de comunicação praticadas por pessoas não inscritas no
Cadastro de Contribuintes do Estado do Amazonas - CCA

Parágrafo único acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

Parágrafo único. Com a incidência do imposto sobre a saída do seu estabelecimento
industrial, localizado neste Estado, o café moído ou torrado fica considerado já tributado nas demais
fases de comercialização, vedado o aproveitamento de crédito fiscal nas operações subseqüentes.

CAPÍTULO X
DA FORMA E PRAZOS DE PAGAMENTO

SEÇÃO I
DA FORMA DE PAGAMENTO

Art. 105. O imposto e eventuais acréscimos serão recolhidos no domicílio fiscal do
estabelecimento ou no local da operação ou prestação, através de estabelecimento bancário autorizado
ou repartição fiscal arrecadadora, por meio de Documento de Arrecadação - DAR, conforme modelo
aprovado pela Secretaria da Fazenda.

Parágrafo único. A Secretaria da Fazenda poderá determinar que o recolhimento se faça em
forma e local diverso do previsto neste artigo.

Art. 106. Somente será permitido o recolhimento de tributos diretamente à repartição fiscal
arrecadadora quando:

Ì - não tenha sido implantado, na jurisdição do estabelecimento do contribuinte, o sistema de
arrecadação através de rede bancária autorizada;
ÌÌ - quando se tratar de recolhimento do qual dependa a liberação de veículos, fora do horário
normal da rede bancária, caso em que o responsável pela Agência ou Posto Fiscal deverá recolher o
produto da arrecadação ao estabelecimento bancário autorizado, obrigatoriamente, no primeiro dia útil
subseqüente, sob pena de responsabilidade.

V 1° O imposto e seus acréscimos, apurado, notificado ou relativo a parcela de estimativa,
somente poderá ser recolhido, na ausência da rede bancária, em repartição fiscal arrecadadora do
domicílio do estabelecimento.

V 2° Os pagamentos do ÌCMS e acréscimos legais, relativos a Nota Fiscal e Conhecimento de
Transporte Avulsos, emitidos após o expediente bancário, no sábado, domingo ou feriado, poderão ser
realizados em postos de atendimentos da SEFAZ, observada a disposição prevista na parte final do
inciso ÌÌ do caput.

V 3° Os recolhimentos efetuados sem a observância das normas estabelecidas neste artigo
não produzirão os seus efeitos legais.

Parágrafo 4º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 4º O prazo de pagamento do imposto somente vence em dia de expediente normal da
repartição fazendária, excetuado quando a data do vencimento ocorrer no último dia do mês, hipótese
em que será considerado o último dia útil do mês.

SEÇÃO II
DOS PRAZOS DE PAGAMENTO

Art. 107. O recolhimento do Ìmposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias
e sobre Prestações de Serviços de Transporte Ìnterestadual e Ìntermunicipal e de Comunicação - ÌCMS,
far-se-á nos seguintes prazos:

Ì - no momento da apresentação à repartição fiscal para desembaraço de:

a) mercadorias provenientes de outras unidades da Federação ou do exterior, em relação ao
imposto cobrado por notificação e nos casos em que não ocorreu a cobrança do imposto por
substituição tributária;
b) produtos sujeitos ao regime de diferimento entregues por produtores rurais não inscritos no
CCA;
c) serviço de transporte em prestações interestaduais ou intermunicipais, praticado por
transportador não inscrito no CCA;
d) saída de mercadorias para outra unidade da Federação praticada por ambulante;
e) saída de sucatas para outra unidade da Federação;
f) saída de mercadorias para contribuinte localizado em outra unidade da Federação, sob o
regime de substituição tributária, em que o remetente não seja inscrito no cadastro de contribuintes no
Estado destinatário;

ÌÌ - a partir do último dia do mês em que ocorreu o fato gerador:

Nova redação dada à aIínea "a" peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

a) até o dia 5 do mês subseqüente, pelos estabelecimentos comerciais e industriais, em
relação à parcela devida por substituição tributária, no caso de saídas de mercadorias para qualquer
contribuinte localizado neste Estado, sujeitas à retenção do ÌCMS na fonte, na forma estabelecida neste
Regulamento;

Redação originaI:
a) até o quinto dia subseqüente, pelos estabelecimentos comerciais e industriais, em relação à parcela devida por
substituição tributária, no caso de saídas de mercadorias para qualquer contribuinte localizado neste Estado, sujeitas à
retenção do ÌCMS na fonte, na forma estabelecida neste Regulamento;

Nova redação dada à aIínea "b" peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

b) até o dia 15 do mês subseqüente:

1. pelos estabelecimentos inscritos na categoria estimativa, em relação à parcela mensal fixa;
2. pelas indústrias de refinamento de petróleo e distribuidores de combustíveis, lubrificantes e
álcool carburante;

Redação originaI:
b) até o último dia útil da primeira quinzena do mês subseqüente:
1. pelos estabelecimentos inscritos na categoria estimativa, em relação à parcela mensal fixa;
2. pelas indústrias de refinamento de petróleo e distribuidores de combustíveis, lubrificantes e álcool carburante;

Nova redação dada à aIínea "c" peIo Decreto 30.014/10, efeitos a partir de 1º.7.10

c) até o dia 20 do mês subseqüente:

Redação anterior dada à aIínea "c" peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01
c) até o dia 20 do mês subseqüente pelos estabelecimentos comerciais, industriais e prestadores de serviços em
relação ao imposto relativo às suas operações ou prestações apurado no período fiscal;

Redação originaI:
c) até o último dia útil do segundo decêndio do mês subseqüente pelos estabelecimentos comerciais, industriais e
prestadores de serviços em relação ao imposto relativo às suas operações ou prestações apurado no período fiscal;

1. pelos estabelecimentos comerciais, industriais e prestadores de serviços, em relação ao
imposto relativo às suas operações ou prestações apurado no período fiscal;

2. pelos estabelecimentos industriais incentivados, em relação à saída de sucatas para outra unidade da
Federação;

Nova redação dada à aIínea "d" peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04

d) até o dia 20 (vinte) do mês subseqüente pelo estabelecimento inscrito na categoria especial
de que trata o art. 24, da Lei nº 2.826, de 29 de setembro de 2.003;

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01:
d) até o dia 10 do segundo mês subseqüente pelos estabelecimentos inscritos na categoria especial da Lei n° 2.084,
de 25 de outubro de 1991;

Redação originaI:
d) até o último dia útil do primeiro decêndio do segundo mês subseqüente pelos estabelecimentos inscritos na
categoria especial da Lei n.° 2.084, de 25 de outubro de 1991;

Nova redação dada à aIínea0 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

e) até o dia 9 do mês subseqüente em relação ao imposto devido por substituição tributária
para outro Estado em que o remetente seja inscrito no cadastro de contribuintes da unidade da
Federação do destinatário;

Redação originaI:
e) até o nono dia do mês subseqüente em relação ao imposto devido por substituição tributária para outro Estado em
que o remetente seja inscrito no cadastro de contribuintes da unidade da Federação do destinatário;

f) até o dia 25 do mês subseqüente, pela empresa Petróleo Brasileiro S/A ÷ PETROBRÁS e as
distribuidoras de combustíveis líquidos e gasosos, relativo à parcela devida por substituição tributária do
imposto incidente sobre a prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal;

Nova redação dada à aIínea "g" peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

g) até o dia 10 do mês subseqüente, pela empresa Petróleo Brasileiro S/A ÷ PETROBRÁS,
relativo à parcela devida por substituição tributária do imposto incidente sobre as operações com
combustíveis, derivados ou não de petróleo;

Redação originaI:
g) até o décimo dia do mês subseqüente, pela empresa Petróleo Brasileiro S/A ÷ PETROBRÁS, relativo à parcela
devida por substituição tributária do imposto incidente sobre as operações com combustíveis, derivados ou não de
petróleo;

Nova redação dada à aIínea "h" peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04

h) até o dia 25 do mês subseqüente pelas empresas industriais citadas na alínea "b¨ do inciso
ÌÌÌ, do art. 110, em relação à parcela devida por substituição tributária do imposto incidente sobre a
prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal.

Redação originaI da aIínea "h" acrescentada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
h) até o dia 25 do mês subseqüente pelas empresas industriais incentivadas com restituição do ÌCMS ou detentoras do
regime especial de tributação, de que tratam as Leis nº 1.939, de 27 de dezembro de 1989, ou nº 2.390, de 8 de maio
de 1996, relativo à parcela devida por substituição tributária do imposto incidente sobre a prestação de serviço de
transporte interestadual e intermunicipal;

AIínea "i" acrescentada peIo Decreto 21.616/00, efeitos para fatos geradores ocorridos a
partir de 1º.1.00

i) até o dia 20 do segundo mês subseqüente, pelos estabelecimentos comerciais, em relação à
parcela do imposto referente a vendas a prazo.

Nova redação dada ao inciso III peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

ÌÌÌ - a partir do último dia do trimestre em que ocorreu o fato gerador, até o último dia 20 do
mês subseqüente, pelos estabelecimentos inscritos na categoria estimativa, em relação à diferença do
imposto apurada no trimestre;

Redação originaI:
ÌÌÌ - a partir do último dia do trimestre em que ocorreu o fato gerador, até o último dia útil do segundo decêndio do mês
subseqüente, pelos estabelecimentos inscritos na categoria estimativa, em relação à diferença do imposto apurada no
trimestre;

Nova redação dada ao .,5:9 do inciso IV peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de
1º.01.01

ÌV ÷ a partir do último dia do mês em que ocorreu a entrada:

Redação originaI:
ÌV - a partir do último dia do mês em que ocorreu a entrada, até o último dia útil do primeiro decêndio do segundo mês
subseqüente, pelo contribuinte substituto relativamente ao imposto diferido antes da entrada do produto in natura em
seu estabelecimento;

AIínea "a" acrescentada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

a) até o dia 10 do segundo mês subseqüente, pelo contribuinte substituto por diferimento,
relativamente ao fato gerador ocorrido antes da entrada do produto in natura ou agropecuário em seu
estabelecimento, exceto em relação aos produtos de que trata a alínea "d¨ do inciso ÌÌ do § 4º do art.
109, hipótese em que o pagamento deverá ocorrer até a data da entrada no estabelecimento;

AIínea "b" acrescentada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

b) até o dia 20 do mês subseqüente, pelo industrial, na condição de contribuinte substituto por
diferimento, relativo ao fornecimento de refeições prontas ao seu estabelecimento;

Nova redação dada ao inciso V peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V - a partir do último dia do mês em que ocorreu a apropriação do crédito fiscal, até o dia 15 do
mês subseqüente, pelos contribuintes em relação a estornos de créditos indevidos, ainda que ocorra
saldo credor;

Redação originaI:
V - a partir do último dia do mês em que ocorreu a apropriação do crédito fiscal, até o último dia útil da primeira
quinzena do mês subseqüente, pelos contribuintes em relação a estornos de créditos indevidos, ainda que ocorra
saldo credor;

Nova redação dada ao inciso VI peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

VÌ - a partir do último dia do exercício em que ocorreu a receita bruta, até o dia 15 do segundo
mês subseqüente, pelos contribuintes inscritos na categoria microempresa, que ultrapassarem o limite
previsto no art. 50.

Redação originaI:
VÌ - a partir do último dia do exercício em que ocorreu a receita bruta, até o último dia útil da primeira quinzena do
segundo mês subseqüente, pelos contribuintes inscritos na categoria microempresa, que ultrapassarem o limite
previsto no art. 50 deste Regulamento;

VÌÌ ÷ a partir da data da ciência no Auto de Ìnfração e Notificação Fiscal ou no Auto de
Apreensão, até a data limite para apresentação de defesa, relativo aos créditos tributários lançados de
ofício.

Inciso VIII acrescentado peIo Decreto 27.971/08, efeitos a partir de 03.10.08

VÌÌÌ ÷ até o dia 15 do mês subseqüente à saída interestadual de mercadorias integrantes da
cesta básica, quando efetuada por Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples
Nacional, desde que tenha adquirido essas mercadorias de outra unidade da Federação, em relação ao
percentual correspondente à diferença entre a alíquota interna praticada neste Estado e a alíquota
interestadual da unidade federada remetente da mercadoria sobre o valor da operação de entrada,
deduzido o valor pago a título de cesta básica.

V 1° Aos contribuintes que se encontrarem com sua situação regular para com suas
obrigações junto ao Fisco, o prazo de pagamento de que tratam as alíneas "a¨ e "b¨ do inciso Ì, deverá
ser prorrogado para:

Nova redação dada ao inciso I peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

Ì - até o dia 15 do mês subseqüente ao da apresentação para desembaraço da documentação
fiscal, quando se tratar de operação de importação de insumos industriais;

Redação originaI:
Ì - até o último dia útil da primeira quinzena do mês subseqüente ao da apresentação para desembaraço da
documentação fiscal, quando se tratar de operação de importação de insumos industriais;

Nova redação dada ao inciso II peIo Decreto 28.896/09, efeitos a partir de 06.08.09

ÌÌ ÷ até o dia 15 do segundo mês subseqüente ao da apresentação para desembaraço da
documentação fiscal, quando se tratar de:

a) operações ou prestações sujeitas à cobrança do diferencial de alíquotas ou do ÌCMS
antecipado;

b) operações de importação de mercadorias ou bens, não abrangidas pelo inciso Ì do § 1º
deste artigo.

Redação anterior dada peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07:
ÌÌ ÷ até o dia 15 do segundo mês subseqüente ao da apresentação para desembaraço da documentação fiscal,
quando se tratar de operações ou prestações sujeitas à cobrança do diferencial de alíquotas ou do ÌCMS antecipado;

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
ÌÌ - até o dia 15 útil do segundo mês subseqüente ao da apresentação para desembaraço da documentação fiscal,
quando se tratar de operações de entrada de mercadorias destinadas à comercialização, uso e consumo ou ativo
permanente;

Redação originaI:
ÌÌ - até o último dia útil da primeira quinzena do segundo mês subseqüente ao da apresentação para desembaraço da
documentação fiscal, quando se tratar de operações de entrada de mercadorias destinadas à comercialização, uso e
consumo ou ativo permanente;

Nova redação dada ao inciso III peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

ÌÌÌ ÷ até o dia 10 útil do segundo mês subseqüente ao da apresentação da documentação
fiscal, quando se tratar de entrada de produtos in natura entregues por produtores rurais não inscritos
no CCA.

Redação originaI:
ÌÌÌ ÷ até o último dia útil do primeiro decêndio do segundo mês subseqüente ao da apresentação da documentação
fiscal, quando se tratar de entrada de produtos in natura entregues por produtores rurais não inscritos no CCA.

V 2º Para os efeitos do parágrafo anterior, considera-se em situação regular junto ao Fisco o
contribuinte que atenda às seguintes condições:

Nova redação dada ao inciso I peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07

Ì ÷ tenha pelo menos dois anos de efetiva atividade no ramo para o qual solicitou registro no
Cadastro de Contribuintes do Amazonas, excetuando-se as empresas industriais detentoras de
benefícios fiscais concedidos por lei estadual, bem como aquele cujo titular ou sócio possua ou integre o
quadro societário de outra empresa que preencha esse requisito;

Redação originaI:
Ì ÷ tenha pelo menos dois anos de efetiva atividade no ramo para o qual solicitou registro no Cadastro de Contribuintes
do Amazonas, excetuando-se as empresas industriais beneficiárias dos incentivos fiscais previstos nas Leis n. 1.939,
de 27 de dezembro de 1989, e n. 2.390, de 8 de maio de 1996;

ÌÌ - que não possua débitos fiscais pendentes ou em aberto junto a SEFAZ, ressalvados
aqueles sob condição suspensiva;
ÌÌÌ ÷ que não tenha praticado, nos últimos doze meses, infração à legislação tributária que se
configure crime contra a Fazenda Pública;

Nova redação dada ao inciso IV peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

ÌV ÷ seu titular ou sócio não faça parte de outra empresa que esteja em desacordo com o
disposto nos incisos ÌÌ e ÌÌÌ deste parágrafo.

Redação originaI:
ÌV ÷ seu titular ou sócio não façam parte de outra empresa que se enquadre nas hipóteses definidas nos incisos
anteriores.

Nova redação dada ao V 3º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 3º Na hipótese do contribuinte solicitar reativação de inscrição no CCA, relativo a empresa
com mais de um ano na situação de suspensa, será reiniciado o prazo de dois anos a que se refere o
inciso Ì do parágrafo anterior, contado da data em que for reativada a inscrição.

Redação originaI:
V 3° Por motivos conjunturais e atendendo à capacidade contributiva dos sujeitos passivos das obrigações tributárias,
os prazos de pagamento do imposto fixados neste Regulamento poderão ser alterados transitoriamente por ato do
Secretário de Estado da Fazenda.

Parágrafo 4º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 4º Poderá ser dispensado do cumprimento do prazo previsto no inciso Ì do § 2º, a critério da
Secretaria da Fazenda, mediante concessão de regime especial, o contribuinte que atenda uma das
seguintes condições:

Inciso I revogado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Redação anterior dada peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04:
Ì ÷ o próprio ou o seu titular participe de outra empresa considerada em situação regular pelo Fisco, condição esta que
será verificada de ofício pela SEFAZ;

Redação originaI:
Ì ÷ o próprio ou o seu titular participe de outra empresa considerada em situação regular pelo Fisco;

ÌÌ ÷ integrar grupo econômico de reconhecido desempenho adimplente no mercado local,
nacional ou internacional;
ÌÌÌ ÷ o próprio ou o seu titular seja proprietário de imóvel, compatível com o porte da sua
atividade econômica, situado no Estado.

Parágrafo 5º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 5º Para efeito do disposto na alínea "i¨, do inciso ÌÌ do caput, considera-se venda a prazo a
saída de mercadoria sob condição de pagamento parcelado com prazo igual ou superior a 60 (sessenta)
dias, cujo preço tenha sido onerado com encargo financeiro correspondente.

Parágrafo 6º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 6º Por motivos conjunturais e atendendo à capacidade contributiva dos sujeitos passivos das
obrigações tributárias, o prazo de pagamento de imposto fixado neste Regulamento poderá ser alterado
transitoriamente por ato do Secretário de Estado da Fazenda.

Parágrafo 7º acrescentado peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04

V 7º Será considerado inadimplente para com as suas obrigações tributárias, o contribuinte
que:

Ì ÷ não efetuar o pagamento do tributo e/ou da contribuição prevista na legislação na data
fixada para o seu vencimento;
ÌÌ ÷ após o terceiro dia útil, contado da data fixada para a sua apresentação, não cumprir a sua
obrigação tributária acessória;
ÌÌÌ ÷ deixar de apresentar impugnação relativamente à cobrança de tributos e/ou contribuição,
na data indicada na intimação ou notificação fiscal.

Art. 108. Os prestadores de serviço de transporte aéreo recolherão o imposto parcialmente,
em percentual não inferior a setenta por cento do valor devido no mês anterior ao da ocorrência dos
fatos geradores, até o dia dez e a sua complementação até o último dia útil do mês subseqüente ao da
prestação dos serviços.

Parágrafo único. O disposto neste artigo não se aplica às prestações de serviços de
transporte efetuadas por taxi aéreo ou congêneres.

CAPÍTULO XI
DOS RECOLHIMENTOS ESPECIAIS

SEÇÃO I
DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA COM DIFERIMENTO

Art. 109. Dar-se-á o diferimento quando o lançamento e o pagamento do ÌCMS incidentes
sobre determinada operação ou prestação forem adiados para etapa posterior, atribuindo-se a
responsabilidade pelo pagamento do imposto diferido ao adquirente ou destinatário da mercadoria, ou
ao usuário do serviço, na condição de sujeito passivo por substituição tributária, vinculado a etapa
posterior.

V 1° Ocorrerá, também, o diferimento a que se refere este artigo quando o lançamento e o
pagamento do imposto forem adiados para operação ou prestação posterior praticada pelo próprio
contribuinte.

V 2° Na hipótese de responsabilidade tributária em relação à operação ou prestação
antecedente, o imposto devido pela referida operação ou prestação será pago pelo responsável,
quando:

Ì - da entrada ou recebimento da mercadoria ou do serviço por estabelecimento comercial ou
industrial localizado neste Estado;
ÌÌ - da saída subseqüente por ele promovida, ainda que isenta ou não tributada;
ÌÌÌ - ocorrer qualquer saída ou evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante do
pagamento do imposto.

V 3° O imposto incidente sobre os produtos relacionados no Anexo Ì deste Regulamento será
diferido nas formas e condições previstas neste artigo:

Nova redação dada ao V 4º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 4º Encerra o diferimento:

Ì - a operação de saída destinada a:
a) consumidor ou usuário final;
b) outra unidade da Federação ou ao exterior;
c) instituições federais, estaduais ou municipais;
d) feirantes e ambulantes;

ÌÌ - a operação de entrada no estabelecimento:
a) matadouro ou abatedouro, de gado em pé e aves respectivamente;

Nova redação dada à aIínea "b" peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

b) industrial, de leite fresco pasteurizado ou não; produtos agropecuários; produtos in natura,
inclusive calcário, exceto petróleo e gás natural; polpas de frutas;

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
b) industrial, de leite fresco pasteurizado ou não; produtos agropecuários; produtos in natura, inclusive calcário, exceto
petróleo e gás natural; pescado; polpas de frutas;

c) industrial, de refeições prontas para consumo por parte de seus empregados;
d) de empresa com atividade de concretagem e demais ramos da construção civil ou
revendedor em relação a areia, pedra, barro e seixos.

Redação originaI:
V 4° Ìnterrompe o diferimento:
Ì - hipótese em que o imposto devido será pago pelo estabelecimento que promover a saída, mesmo que esta
operação não seja tributada, quando destinada a:
a) consumidor ou usuário final;
b) outra unidade da Federação ou ao exterior;
c) instituições federais, estaduais ou municipais;
d) feirantes e ambulantes;
e) operações realizadas com outro produtor.
ÌÌ ÷ hipótese em que o imposto devido será pago pelo estabelecimento industrial que promover a entrada, mesmo que
a operação subseqüente não seja tributada:
a) gado em pé e aves, na entrada do estabelecimento abatedouro;
b) leite fresco pasteurizado ou não, produtos agropecuários, produtos in natura, exceto petróleo e gás natural,
produtos do setor primário, carne verde, pescado, frutas frescas, polpas de frutas, hortaliças, legumes e ovos,
refeições prontas, quando produzidos neste Estado.

Nova redação dada ao V 5º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 5º Na hipótese do inciso Ì do parágrafo anterior, o imposto devido será pago pelo
estabelecimento que promover a saída, mesmo que essa operação não seja tributada.

Redação originaI:
V 5º O diferimento previsto para as mercadorias citadas no parágrafo anterior se aplica ao total do imposto devido.

Nova redação dada ao V 6º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 6º Na hipótese do inciso ÌÌ, do § 4º, o imposto devido será pago pelo estabelecimento que
promover a entrada, mesmo que a operação subseqüente não seja tributada.

Redação originaI:
V 6º O diferimento previsto para o item 5 do Anexo Ì deste Regulamento somente se aplica para as matérias-primas ou
insumos importados sob o amparo e nos termos da Lei n. 2.390, de 8 de maio de 1996.

Nova redação dada ao V 7º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 7º O diferimento previsto para as mercadorias previstas no Anexo Ì se aplica ao total do
imposto devido.

Redação originaI:
V 7° A Secretaria da Fazenda poderá estabelecer outras exigências e condições para autorizar o contribuinte a operar
no regime de diferimento.

Nova redação dada ao V 8º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 8º Não se aplica o diferimento nas operações de fornecimento de refeições prontas quando:

Redação originaI:
V 8° Ocorrido o momento final previsto para o diferimento, será exigido o pagamento do imposto diferido,
independentemente de qualquer circunstância superveniente e ainda que a operação final não esteja sujeita à
incidência do ÌCMS, ou, por qualquer evento, essa operação tenha ficado impossibilitada de se efetivar.

Inciso I acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

Ì ÷ o fornecedor seja beneficiário de incentivos fiscais de restituição do ÌCMS;

Inciso II acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

ÌÌ - não sejam destinadas a estabelecimento industrial.

V 9° Fica transferida para o destinatário a responsabilidade pelo pagamento do imposto
incidente nas operações entre o associado e a Cooperativa de Produtores de que faça parte, situados
neste Estado.

V 10. O disposto no parágrafo anterior é aplicável à mercadoria ou produto primário remetido
de Cooperativas de Produtores para Cooperativa Central ou Federação de que a remetente faça parte,
desde que localizadas neste Estado.

V 11. A base de cálculo, em relação às operações e prestações antecedentes ou
concomitantes, é o valor da operação ou prestação, praticados pelo contribuinte substituído.

V 12. Tratando-se de produtor não inscrito no CCA, a operação com diferimento deverá ser
realizada com Nota Fiscal Avulsa, emitida pela repartição fazendária do local de origem do produto, ou a
que estiver mais próxima.

V 13. A Nota Fiscal de que trata o parágrafo anterior deverá indicar o valor do imposto diferido
e ser desembaraçada, juntamente com o Conhecimento de Transporte correspondente, na repartição
fiscal competente no Município de destino.

V 14. Na operação realizada com produto in natura, cujo produtor e destinatário sejam
domiciliados no mesmo Município, a Nota Fiscal deverá ser desembaraçada na SEFAZ antes da
circulação da mercadoria.

Nova redação dada ao V 15 peIo Decreto 31.133/11, efeitos a partir de 29.3.11

V 15. Fica vedado ao contribuinte na condição de substituto tributário por diferimento emitir
Nota Fiscal relativamente às aquisições de produtos in natura sujeitos a este regime, exceto nas
operações com areia, pedra, barro e seixo, hipótese em que o contribuinte adquirente poderá emitir Nota
Fiscal para acobertar o trânsito da mercadoria e a entrada no estabelecimento

Redação OriginaI:
V 15. Fica vedado ao contribuinte na condição de substituto tributário por diferimento emitir Nota Fiscal relativamente
às aquisições de produtos in natura sujeitos a este regime.

V 16. O diferimento previsto para os produtos citados nos itens 4 e 7 do Anexo Ì deste
Regulamento somente se aplica quando destinados a estabelecimentos industrializadores.

Nova redação dada ao V 17 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 17. Com o pagamento do ÌCMS diferido efetuado por ocasião da entrada no estabelecimento
matadouro ou abatedouro, na forma prevista na alínea "a¨, do inciso ÌÌ do § 4º, o frango e os produtos de
sua matança, carnes e vísceras, decorrentes desse abate, ficam consideradas já tributadas nas suas
fases de comercialização, observada a carga tributária prevista no § 13 do art. 13.

Redação originaI:
§ 17. Com o pagamento do ÌCMS diferido efetuado por ocasião da entrada no estabelecimento matadouro, na forma
prevista na alínea "a¨ do inciso ÌÌ do § 4.º, relativo ao gado em pé oriundo deste Estado, as carnes e vísceras,
decorrentes desse abate, ficam consideradas já tributadas nas suas fases de comercialização.

Nova redação dada ao V 18 peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07

V 18. Em relação ao diferimento das operações com combustível derivado de petróleo
destinado à produção de energia elétrica, sucatas de metais, pescado, papel usado e aparas de papel,
retalhos, fragmentos e resíduos que se constituam insumos de estabelecimento industrial localizado
neste Estado, o imposto diferido será pago, englobadamente, pelo estabelecimento que promover a
saída do produto resultante de sua industrialização.

Redação anterior dada peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04:
V 18. Em relação ao diferimento das operações com combustível derivado de petróleo destinado à produção de energia
elétrica, sucatas de metais, papel usado e aparas de papel, retalhos, fragmentos e resíduos que se constituam insumos
de estabelecimento industrial localizado neste Estado, o imposto diferido será pago, englobadamente, pelo
estabelecimento que promover a saída do produto resultante de sua industrialização.

Redação originaI:
§ 18. Em relação ao diferimento das sucatas de metais, papel usado e aparas de papel, retalhos, fragmentos, resíduos
de plásticos ou de tecidos, que se constituam insumos de estabelecimento industrial localizado neste Estado, o
imposto diferido será pago, englobadamente, pelo estabelecimento que promover a saída do produto resultante de sua
industrialização.

Parágrafo 19 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 19. O diferimento previsto para o item 5 do Anexo Ì deste Regulamento somente se aplica
para as matérias-primas ou insumos importados sob o amparo da Lei nº 2.390, de 8 de maio de 1996.

Parágrafo 20 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 20. Encerrada a fase do diferimento, será exigido o pagamento do imposto diferido,
independentemente de qualquer circunstância superveniente e ainda que a operação final não esteja
sujeita à incidência do ÌCMS, ou, por qualquer evento, essa operação tenha ficado impossibilitada de ser
efetivada.

Parágrafo 21 acrescentado peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04

V 21. O diferimento do imposto relativo às operações com combustível derivado de petróleo
destinado a produção de energia elétrica previsto no item 5 do Anexo Ì, somente se aplica se a empresa
produtora e/ou distribuidora de energia atender cumulativamente as seguintes condições:

Ì ÷ não utilizar em sua escrita fiscal qualquer valor de crédito do ÌCMS relativamente ao
combustível de que trata este parágrafo.
ÌÌ ÷ fizer opção irretratável, inclusive com renúncia de qualquer recurso administrativo ou
judicial, de não utilizar qualquer saldo credor porventura existente por ocasião da opção, na apuração do
imposto.

Nova redação dada ao V 22 peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07

V 22. Relativamente ao gado em pé, o disposto na alínea "a¨ do inciso ÌÌ do § 4º deste artigo,
não se aplica quando o abatedouro ou matadouro for indústria ou frigorífico, localizado no interior do
Estado, incentivado pela Política Estadual de Ìncentivos Fiscais e com projeto aprovado pelo CODAM,
hipótese em que o imposto fica diferido para o momento da saída dos produtos resultantes do abate ou
industrialização, considerando-se recolhido com o pagamento do ÌCMS apurado, deduzido o crédito
estímulo a que tiver direito, caso em que ficam considerados já tributados nas demais fases de
comercialização.

Redação originaI do V 22 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
V 22. Relativamente ao gado em pé, o disposto na alínea "a¨, do inciso ÌÌ, do § 4º, deste artigo, não se aplica quando o
abatedouro ou matadouro for indústria ou frigorífico, localizado no interior do Estado e incentivado pela Política de
Ìncentivos Fiscal Estadual e com projeto aprovado pelo CODAM, hipótese em que o imposto fica diferido para o
momento da saída dos produtos resultantes do abate ou industrialização e será pago englobadamente com o devido nas
operações de saída dos referidos produtos.

SEÇÃO II
DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NAS OPERAÇÕES
CONCOMITANTES E SUBSEQÜENTES

Art. 110. É responsável pela cobrança e recolhimento do ÌCMS, na condição de sujeito
passivo por substituição, devendo fazer a retenção do imposto devido na operação ou operações
concomitantes e subseqüentes a serem realizadas pelos adquirentes, bem como do imposto relativo aos
serviços prestados, conforme dispuser a legislação tributária:

Ì - o contribuinte que efetuar saída de mercadorias destinadas a outro não inscrito, para fins de
comercialização ou industrialização, exceto na hipótese de tê-las recebido com substituição;
ÌÌ - o contribuinte alienante, neste Estado, das mercadorias relacionadas no Anexo ÌÌ deste
Regulamento, exceto na hipótese de tê-las recebido com substituição;

Nova redação dada ao inciso III peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

ÌÌÌ ÷ em relação ao imposto devido pelo prestador do serviço de transporte interestadual e
intermunicipal, quando tiver início no território deste Estado, excetuado o serviço de transporte por via
aérea:

Redação anterior dada peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04:
ÌÌÌ ÷ em relação ao imposto devido pelo prestador do serviço de transporte interestadual e intermunicipal, quando tiver
início no território deste Estado:

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
ÌÌÌ ÷ em relação ao imposto devido pelo prestador de serviço de transporte interestadual e intermunicipal, quando tiver
início no território deste Estado, excetuado o serviço de transporte por via aérea:

Redação originaI:
ÌÌÌ - o contratante de serviço ou terceiro que participe da prestação de serviço de transporte interestadual e
intermunicipal e de comunicação, quando tiver início no território deste Estado, excetuado o serviço de transporte por
via aérea:

Nova redação dada à aIínea "a" peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

a) a Petróleo Brasileiro S/A ÷ PETROBRÁS e as distribuidoras de combustíveis líquidos e
gasosos, como tomador do serviço de transporte, remetente de cargas e depositário a qualquer título;

Redação originaI:
a) o tomador do serviço, quando contribuinte do imposto neste Estado;

Nova redação dada à aIínea "b" peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04

b) o estabelecimento industrial com restituição do ÌCMS ou detentor de regime especial de
tributação de que tratam as Leis nº 1.939, de 27 de dezembro de 1989, nº 2.390, de 8 de maio de 1996 e
nº 2.826, de 29 de setembro de 2003, como tomador do serviço de transporte de seus produtos ou
remetente de cargas;

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
b) o estabelecimento industrial incentivado com restituição do ÌCMS ou detentor do regime especial de tributação, de
que tratam as Leis nº 1.939, de 27 de dezembro de 1989, e nº 2.390, de 8 de maio de 1996, como tomador do serviço
de transporte de seus produtos ou remetente de cargas.

Redação originaI:
b) o remetente da carga, quando contribuinte do imposto neste Estado, na hipótese do tomador do serviço não ser
inscrito no CCA;

d) o depositário, a qualquer título, na hipótese da carga depositada em território
amazonense.

Inciso IV acrescentado peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.1.11.

ÌV ÷ o remetente de mercadorias sujeitas à substituição tributária nas operações interestaduais
destinadas ao Estado do Amazonas, na forma de convênio ou protocolo celebrado com outras unidades
da Federação, nos termos do Convênio ÌCMS 81, de 10 de setembro de 1993.

V 1° É vedada a compensação de débito relativo à substituição tributária com qualquer crédito
do imposto, salvo os casos previstos neste Regulamento.

V 2° O responsável pela retenção e recolhimento do imposto por substituição tributária,
estabelecido em outra unidade da Federação, deverá inscrever-se no Cadastro de Contribuintes do
ÌCMS neste Estado.

V 3° Para a inscrição de que trata o parágrafo anterior, o interessado deverá endereçar
requerimento à Secretaria da Fazenda, instruído com cópia dos seguintes documentos:

Ì - ato constitutivo da empresa e respectivas alterações;
ÌÌ ÷ cópia do documento de inscrição no cadastro de contribuintes do seu Estado;
ÌÌÌ ÷ cópia da inscrição no CNPJ/MF.


Nova redação dada ao .,5:9do V 4º peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.1.11.

V 4° A responsabilidade a que se refere este artigo fica também atribuída:

Redação OriginaI:
V 4° A responsabilidade a que se refere este artigo poderá também ser atribuída:

Inciso I revogado peIo Decreto 30. 837/10, efeitos a partir de 1º.1.11.

Ì - ao contribuinte que realizar operação interestadual destinada ao Estado do Amazonas com petróleo, inclusive
lubrificantes, combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, em relação às operações subseqüentes realizadas
neste Estado;

Inciso II revogado peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.1.11

ÌÌ - às empresas, nas operações internas e interestaduais destinadas ao Estado do Amazonas, na condição de
contribuinte ou de substituto tributário, pelo pagamento do imposto, desde a produção ou importação até a última
operação, sendo seu cálculo efetuado com base no preço praticado na operação final, assegurado seu recolhimento a
este Estado.

Inciso III acrescentado peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.1.11.

ÌÌÌ - a Petróleo Brasileiro S/A - Petrobrás, com relação à saída de combustível líquido ou
gasoso, derivado ou não de petróleo, para contribuinte localizado neste Estado.

Inciso IV acrescentado peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.1.11

ÌV - ao distribuidor, como tal definido e autorizado pelo órgão federal competente, em relação à
saída de álcool etílico hidratado combustível para contribuinte localizado neste Estado.

Inciso V acrescentado peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.1.11.

V - ao remetente que realizar operação interestadual destinada ao Estado do Amazonas, nos
termos previstos no Convênio ÌCMS 110, de 28 de setembro de 2007.

Nova redação dada ao V 5° peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.1.11

V 5° Nas operações interestaduais com petróleo, inclusive lubrificantes, combustíveis líquidos
e gasosos dele derivados, que tenham como destinatário adquirente consumidor final, localizado no
Estado do Amazonas, o imposto incidente na operação será devido a este Estado e pago pelo
remetente.

Redação OriginaI:
V 5° Nas operações interestaduais com as mercadorias de que trata o parágrafo anterior, que tenham como
destinatário adquirente consumidor final, localizado no Estado do Amazonas, o imposto incidente na operação será
devido a este Estado e pago pelo remetente.


V 6° A adoção do regime de substituição tributária em operações e prestações interestaduais,
concomitantes ou subseqüentes, dependerá de acordo específico celebrado entre o Estado do
Amazonas e a unidade da Federação interessada.

Nova redação dada ao V 7º peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04

O Vide CV ÌCMS 04/04, incorporado à legislação estadual pelo Decreto n° 24.268, de 8.6.04, que autoriza a
concessão de isenção até 30.4.07, produzindo efeitos a partir de 28.4.04. Prazo prorrogado até 31.12.12 pelo
Conv. ÌCMS 01/10.

V 7º Fica dispensada da exigência do ÌCMS a prestação do serviço de transporte de
mercadoria destinada a contribuinte do imposto, desde que tenha início e término no território deste
Estado, exceto quando se tratar de carga relativa a petróleo bruto e seus derivados, gás natural, bebidas
alcoólicas, refrigerantes, cimento, minerais ou madeiras e transporte de valores.

Parágrafo 7º revogado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º. 01.01

Redação originaI:
§ 7° O disposto no parágrafo anterior não se aplica às operações praticadas por contribuinte usuário de Equipamento
de Controle Fiscal ou de Sistema Eletrônico de Processamento de Dados, nem às aquisições de energia de empresa
geradora por empresa distribuidora, hipóteses em que se adotará o sistema normal de escrituração e apuração do
imposto (débito e crédito), inclusive do exigido antecipadamente por substituição tributária.

Parágrafo 8º acrescentado peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.1.11

V 8º A substituição tributária prevista no inciso ÌV do caput deste artigo não se aplica às
operações com óleo combustível.

Parágrafo 9º acrescentado peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.1.11

V 9º No caso de operação com gás natural, é responsável pela cobrança e recolhimento do
ÌCMS, na condição de sujeito passivo por substituição, devendo fazer a retenção do imposto devido na
operação ou operações subseqüentes a serem realizadas pelos adquirentes, as Bases de Operações da
Petrobrás, localizadas no interior do Estado.

Parágrafo 10 acrescentado peIo Decreto 31.133/11, efeitos a partir de 1º.4.11

V 10. Na determinação do valor do imposto a ser retido nas operações com gasolina
automotiva e óleo diesel, a Petrobrás deduzirá o crédito presumido igual à parcela do imposto que seria
devido sobre o álcool etílico anidro combustível ou sobre o biodiesel B100, respectivamente, se a
remessa de produtos industrializados não fosse para a Zona Franca de Manaus.

Parágrafo 11 acrescentado peIo Decreto 31.133/11, efeitos a partir de 1º.4.11

V 11. Para fins de dedução do crédito fiscal presumido, o distribuidor fica obrigado a informar à
refinaria, até o dia 25 de cada mês, a unidade federada de origem do álcool etílico anidro, ou do
biodiesel B100, e o respectivo valor de aquisição, incluído o valor do ÌCMS como se devido fosse, com a
indicação do correspondente documento fiscal.

Parágrafo 12 acrescentado peIo Decreto 31.133/11, efeitos a partir de 1º.4.11

V 12. O valor do crédito fiscal presumido será apurado pelo contribuinte substituto mediante a
média aritmética do valor de aquisição do álcool etílico anidro ou do biodiesel B100, relativo ao trimestre
imediatamente anterior ao período de apuração.

Parágrafo 13 acrescentado peIo Decreto 31.133/11, efeitos a partir de 1º.4.11

V 13. Na hipótese do envio da informação exigida no § 11 fora do prazo especificado, o valor
do crédito fiscal presumido a ser utilizado pela Petrobrás será a média de que trata o § 12 praticada no
mês anterior, caso em que os possíveis ajustes deverão observar as condições fixadas em Resolução.

Art. 111. A base de cálculo, para fins de substituição tributária em operações e prestações
subseqüentes, internas e interestaduais, será obtida pelo somatório das parcelas seguintes:

Ì - o valor da operação ou prestação própria realizada pelo substituto tributário ou pelo
substituído intermediário;
ÌÌ - o montante dos valores de seguro, de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis
aos adquirentes ou tomadores de serviço;
ÌÌÌ - a margem de valor agregado, inclusive lucro, aplicada sobre o somatório dos incisos
anteriores, relativa às operações ou prestações subseqüentes.

V 1° Tratando-se de mercadoria ou serviço cujo preço final a consumidor, único ou máximo,
seja fixado pelo órgão público competente, a base de cálculo do imposto, para fins de substituição
tributária, é o referido preço por ele estabelecido.

V 2° Existindo o preço final a consumidor, sugerido pelo fabricante ou importador, a base de
cálculo, para fins de substituição tributária, é o referido preço sugerido.

V 3° A margem a que se refere o inciso ÌÌÌ do caput será estabelecida com base em preços
usualmente praticados no mercado considerado, obtidos por levantamento, ainda que por amostragem
ou, na sua impossibilidade, através de informações e outros elementos fornecidos por entidades
representativas dos respectivos setores, adotando-se a média ponderada dos preços coletados.

V 4° O imposto a ser pago por substituição tributária corresponderá à diferença entre o valor
resultante da aplicação da alíquota prevista para as operações ou prestações internas sobre a base de
cálculo de que trata o caput e o valor do imposto devido pela operação ou prestação própria do
substituto.

V 5° Nas hipóteses de não-incidência, isenção ou imunidade, em substituição ao valor do
imposto devido pela operação ou prestação própria do substituto, o valor a ser abatido corresponderá ao
crédito fiscal presumido que a legislação tributária venha a outorgar ao destinatário.

V 6º Na prestação de serviço de transporte intermunicipal e interestadual, a base de cálculo,
para exigência do imposto por substituição tributária, será o valor do frete e das demais despesas
acrescidas no Conhecimento de Transporte.

Nova redação dada ao V 7º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º. 01.01

V 7° O imposto a ser cobrado por substituição tributária, na prestação de serviço de transporte
intermunicipal e interestadual, será o valor resultante do ÌCMS devido sobre a prestação, deduzido do
crédito presumido de vinte por cento, em substituição aos créditos fiscais da correspondente prestação.

Redação originaI:
§ 7° O imposto a ser cobrado por substituição tributária, na prestação de serviço de transporte intermunicipal e
interestadual, será o valor resultante do ÌCMS devido sobre a apuração, deduzida da parcela de vinte por cento.

V 8º O contribuinte substituto abaterá do preço do serviço de transporte o valor do imposto
cobrado na forma do parágrafo anterior.

Nova redação dada ao V 9º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 9° No caso da prestação de serviço de que trata o § 7°, o contribuinte substituído,
regularmente inscrito no CCA, deverá escriturar os Conhecimentos nas colunas Valor Contábil e Outras
do livro Registro de Saídas, vedado aproveitamento de crédito fiscal relativo a essa prestação.

Redação originaI:
V 9° No caso de prestação de serviço de que trata o § 7 º, o contribuinte substituído regularmente inscrito no CCA
poderá:
Ì ÷ apropriar como crédito fiscal a parcela do imposto cobrado por substituição tributária, caso adote o sistema normal
de apuração do ÌCMS;
ÌÌ ÷ escriturar os Conhecimentos nas colunas Valor Contábil e Outras do livro Registro de Saídas, caso adote o
sistema de crédito presumido.

V 10. O Conhecimento de Transporte relativo à prestação de serviço sujeita a substituição
tributária será emitido com destaque do ÌCMS.

V 11. O contribuinte substituto, nas prestações de serviço de transporte, para fins da cobrança
do ÌCMS, emitirá Nota Fiscal específica, por cada prestação, fazendo referência ao Conhecimento de
Transporte respectivo e ao valor do imposto cobrado.

Nova redação dada ao .,5:9do V 12 peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.1.11

V 12. Na substituição tributária do ÌCMS aplicada ao serviço de transporte de que trata o inciso
ÌÌÌ do art. 110, o cálculo do valor do imposto será efetuado da seguinte forma.

Redação OriginaI: Parágrafo 12 acrescentado peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04
V 12. Na substituição tributária do ÌCMS aplicada ao serviço de transporte de que trata a alínea "b¨, do inciso ÌÌÌ, do
artigo anterior, o cálculo do valor do imposto será efetuado da seguinte forma:

Ì ÷ o montante da base de cálculo do ÌCMS será o somatório de todas as parcelas cobradas do
tomador do serviço, incluída a do ÌCMS e excluído o valor do pedágio, se houver;
ÌÌ - a alíquota do imposto que incidirá sobre o valor da base de cálculo indicada no inciso
anterior será a prevista no art. 12, conforme se tratar de prestações internas ou interestaduais;
ÌÌÌ - o valor do ÌCMS/Normal corresponderá ao valor resultante da aplicação da alíquota sobre o
valor da base de cálculo indicada no inciso Ì;
ÌV - o valor do crédito fiscal presumido, que poderá ser deduzido do valor do ÌCMS/Normal,
corresponderá a 20% (vinte por cento) do valor do ÌCMS previsto no inciso anterior;
V - o valor do ÌCMS devido por substituição tributária corresponderá a 80% (oitenta por cento)
do valor do imposto apurado na forma do inciso ÌÌÌ.

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 112 peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de
1º.01.04

Art. 112. A partir da operação ou prestação em que for retido o imposto por substituição
tributária, a mercadoria ou o transporte fica considerado já tributado nas demais fases de
comercialização ou serviço, sendo vedado o aproveitamento do crédito decorrente da aquisição ou da
prestação realizada por amparo deste sistema.

Redação originaI:
Art. 112. A partir da operação em que for praticada a substituição tributária, a mercadoria fica considerada já tributada
nas demais fases de comercialização, sendo vedado o aproveitamento do crédito decorrente da aquisição por esse
sistema, inclusive a parcela correspondente ao imposto incidente sobre a prestação de serviço de transporte.

V 1° O disposto neste artigo não se aplica a estabelecimento que adquira uma mesma
mercadoria sujeita a duas situações tributárias distintas, hipótese em que deverá aplicar o regime
normal de escrituração e incidência do imposto (créditos ÷ débitos).

V 2° A partir da retenção na fonte do imposto incidente sobre a farinha de trigo, o pão de
qualquer tipo fica considerado tributado nas demais fases de comercialização, vedado o aproveitamento
do crédito, inclusive os decorrentes dos demais insumos utilizados na sua fabricação.

Art. 113. O sujeito passivo por substituição tributária não inscrito no CCA, nas operações
interestaduais, localizado em outra unidade da Federação, deverá efetuar o recolhimento do imposto
devido ao Estado do Amazonas antes da saída da mercadoria, devendo o comprovante do recolhimento
acompanhar a documentação fiscal no seu transporte, relativamente a cada operação.

Art. 114. O imposto cobrado por substituição tributária é devido na primeira operação interna
de saída, mediante retenção na fonte e incidirá exclusivamente sobre os produtos relacionados no
Anexo ÌÌ deste Regulamento, inclusive de origem estrangeira, com os percentuais de agregado ali
indicados.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.1.04

V 1º A Secretaria da Fazenda poderá excluir do regime de substituição tributária qualquer
produto relacionado no Anexo ÌÌ de que trata o "caput¨ deste artigo.

Redação originaI:
§ 1° Quando se tratar de cerveja acondicionada em lata, em substituição aos percentuais indicados no Anexo ÌÌ,
aplicar-se-á o percentual de agregado de cinqüenta por cento.

V 2° Tratando-se de operações interestaduais com mercadorias sujeitas a substituição
tributária, aplicam-se os agregados definidos em convênio ou protocolo celebrados pelo Estado.

Nova redação dada ao V 3º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 3° Não se aplica o regime da substituição tributária nas saídas de mercadorias destinadas a
estabelecimento industrial, exceto em se tratando de combustível, lubrificante, bebida alcoólicas,
inclusive cervejas e chopes, refrigerantes e extrato para o seu preparo, fumo, cimento e farinha de trigo.

Redação originaI:
V 3° Não se aplica o regime da substituição tributária nas saídas de mercadorias destinadas a estabelecimento
industrial, exceto em se tratando de combustíveis, lubrificantes, bebidas alcoólicas, cervejas, chopes, refrigerantes,
extratos para o seu preparo de refrigerantes, fumos, cimento e farinha de trigo.

Nova redação dada ao V 4º peIo Decreto 30.924/11 efeitos a partir de 12.1.11

V 4º Em se tratando de farinha de trigo e lubrificante, não será exigida a aplicação da
substituição tributária se o destinatário for estabelecimento industrial incentivado com crédito estímulo
do ÌCMS ou outro benefício fiscal estadual.

Redação anterior dada peIo Decreto 30.014/10, efeitos a partir de 1º.7.10:
V 4.º Em se tratando de saída de farinha de trigo e lubrificante, não será exigida a aplicação da substituição tributária
se o destinatário for estabelecimento industrial incentivado com crédito estímulo do ÌCMS ou outro benefício fiscal
estadual.


Redação originaI:
V 4º Em se tratando de saída de farinha de trigo, não será exigida a aplicação da substituição tributária se o
destinatário for estabelecimento industrial incentivado com a restituição do ÌCMS ou de outro benefício fiscal estadual

V 5° O estabelecimento industrial que adquirir mercadorias gravadas com o ÌCMS/Substituição
Tributária, destinadas à fabricação de produtos cujas saídas sejam tributáveis, tem assegurado o direito
ao registro e utilização do crédito do total do imposto destacado no documento fiscal.

Nova redação dada ao V 6º peIo Decreto 25.134/05, efeitos a partir de 1º.8.05

V 6º Para efeito de cobrança do ÌCMS devido nas operações com os produtos farmacêuticos
indicados no item 18 do anexo ÌÌ deste Regulamento, será emitida notificação, observado o disposto no
art. 107, aplicando-se os seguintes percentuais:
Redação originaI:
§ 6º O ÌCMS devido pelo sistema de antecipação e por substituição tributária dos produtos farmacêuticos indicados no
item 18 do Anexo ÌÌ deste Regulamento, será exigido por ocasião do desembaraço na Secretaria da Fazenda das
notas fiscais correspondentes, observadas as condições previstas para esta forma de cobrança do imposto.

Ì ÷ 20,03% (vinte inteiros e três centésimos por cento) para os produtos oriundos das Regiões
do Sul e Sudeste, exceto Estado do Espírito Santo;
ÌÌ ÷ 15,03% (quinze inteiros e três centésimos por cento) para os produtos oriundos das
Regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste e do Estado do Espírito Santo;
Nova redação dada ao inciso III peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

ÌÌÌ ÷ 32,57% (trinta e dois inteiros e cinqüenta e sete centésimos por cento) para os produtos
farmacêuticos oriundos do exterior, submetidos à alíquota interna de 17% (dezessete por cento);

Redação originaI do inciso III acrescentado peIo Decreto 25.134/05, efeitos a partir de 1º.8.05:
ÌÌÌ ÷ 27,03% (vinte e sete inteiros e três centésimos por cento) para os produtos oriundos do exterior, submetidos à
alíquota interna de 17% (dezessete por cento);

Nova redação dada ao inciso IV peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

ÌV ÷ 11,97% (onze inteiros e noventa e sete centésimos por cento) para os produtos
farmacêuticos oriundos do exterior, importados para comercialização com os benefícios do art. 25 da Lei
nº 2.826, de 29 de setembro de 2003.¨;

Redação originaI:
ÌV ÷ 11,13% (onze inteiros e trezes centésimos por cento) para os produtos oriundos do exterior, importados para
comercialização com os benefícios do art. 25 da Lei nº 2.826, de 29 de setembro de 2003.

Nova redação dada peIo Decreto 25.134/05, efeitos a partir de 1º.8.05

V 7º Os percentuais definidos no parágrafo anterior poderão ser reduzidos, na proporção das
saídas interestaduais, para os contribuintes que realizam estas operações, mediante regime especial de
tributação, estabelecido em legislação específica.

O Parágrafo 7º estará revogado a partir de 1º.10.11, conforme inciso II do art. 1º do Decreto 30.173/11

O Redação anterior:
O Parágrafo 7º estará revogado a partir de 1º.4.11, conforme inciso II do art. 6º do Decreto 30.014/10.

Redação originaI :
§ 7º Na hipótese das mercadorias de que trata o parágrafo anterior serem procedentes do exterior, além da exigência
do ÌCMS relativo às entradas, será cobrado o imposto relativo à substituição tributária, prevista na legislação tributária

Nova redação dada ao V 8º peIo Decreto 25.134/05, efeitos a partir de 1º.8.05

V 8º Para fins de recuperação do ÌCMS incidente na operação do varejista para o consumidor
final, cobrado por intermédio do regime da substituição tributária, o distribuidor deverá observar o
seguinte:
a) calcular o valor do imposto a ser recuperado, que corresponderá ao valor resultante da
aplicação de três inteiros e quatro décimos por cento sobre o preço deste para o varejista;
b) lançar o valor do imposto a ser recuperado no campo da Nota Fiscal destinado à cobrança
do ÌCMS/Substituição Tributária;
c) fazer constar no corpo da Nota Fiscal de que trata a alínea anterior a expressão
"RECUPERAÇÃO DO ÌCMS ÷ Art. 114, § 8º, ÌÌ, b, do RÌCMS.

Redação originaI do .,5:9:
V 8º Para efeito do que dispõem os parágrafos 6º e 7º deste artigo, será emitida notificação, aplicando-se os seguintes
coeficientes, a seguir indicados:

Redação anterior dada aos incisos I a IV peIo Decreto 23.992/2003, efeitos a partir de 1º.01.04:
Ì ÷ 0,1765 para os produtos oriundos dos Estados do Sul e Sudeste, exceto do Espírito Santo;
ÌÌ ÷ 0,1265 para os produtos oriundos dos Estados do Norte, Nordeste e Centro Oeste e do Espírito Santo;
ÌÌÌ ÷ 0,2465 para os produtos oriundos do exterior, submetidos à alíquota interna de 17% (dezessete por cento);
ÌV ÷ 0,1015 para os produtos oriundos do exterior, importados para comercialização e com os benefícios do art. 25 da
Lei nº 2.826, de 29 de setembro de 2003.

Redação originaI dos incisos I a IV:
Ì ÷ 0,1749 para os produtos oriundos dos Estados do Sul e Sudeste, exceto do Espírito Santo;
ÌÌ ÷ 0,1117 para os produtos oriundos dos Estados do Norte, Nordeste e Centro Oeste e do Espírito Santo;
ÌÌÌ ÷ 0,2186 para os produtos oriundos do exterior, submetidos à alíquota interna de 17% (dezessete por cento);
ÌV ÷ 0,0900 para os produtos oriundos do exterior, importados para comercialização e com os benefícios da Lei n.
2.390, de 08 de maio de 1.996.

Parágrafo 9º revogado peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º1.11.

Parágrafo 9º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01
V 9° Em relação à substituição tributária nas operações internas com as mercadorias indicadas nos itens 09, 10, 11 e
23, do Anexo ÌÌ, aplicar-se-á o percentual de margem de valor agregado previsto no Convênio ÌCMS 37/2000, de 26 de
junho de 2000, na hipótese de a refinaria de petróleo incluir na base de cálculo as contribuições ao PÌS/PASEP e
COFÌNS.

Nova redação dada ao .,5:9do V 10 peIo Decreto 27.770/08, efeitos a partir de 25.07.08

V 10. Para efeito de cobrança do ÌCMS devido nas operações com peças, partes,
componentes e acessórios, de uso especificamente automotivo, indicados nos itens 29 e 30 do Anexo ÌÌ
deste Regulamento, será emitida notificação, observado o disposto no art. 107, aplicando-se os
seguintes percentuais:

Redação originaI do .,5:9 do V10 acrescentado peIo Decreto 27.770/08, efeitos a partir de 1º.06.08:
V 10. Para efeito de cobrança do ÌCMS devido nas operações com peças, componentes e acessórios, para veículos
automotores e outros fins, indicados nos itens 29 e 30 do Anexo ÌÌ deste Regulamento, será emitida notificação,
observado o disposto no art. 107, aplicando-se os seguintes percentuais:

Inciso I acrescentado peIo Decreto 27.770/08, efeitos a partir de 1º.6.08.

Ì ÷ 17,09% (dezessete inteiros e nove centésimos por cento), quando se tratar de saída de
estabelecimento fabricante de veículos automotores localizado nas Regiões Sul e Sudeste, exceto no
Estado do Espírito Santo;

Inciso II acrescentado peIo Decreto 27.770/08, efeitos a partir de 1º.6.08.

ÌÌ ÷ 19,67% (dezenove inteiros e sessenta e sete centésimos por cento), quando se tratar de
saída oriunda das Regiões Sul e Sudeste, exceto do Estado do Espírito Santo, não incluída no inciso
anterior;

Inciso III acrescentado peIo Decreto 27.770/08, efeitos a partir de 1º.6.08.

ÌÌÌ ÷ 10,80% (dez inteiros e oitenta centésimos por cento), quando se tratar de saída de
estabelecimento fabricante de veículos automotores localizado nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-
Oeste e no Estado do Espírito Santo;

Inciso IV acrescentado peIo Decreto 27.770/08, efeitos a partir de 1º.6.08.

ÌV ÷ 13,23% (treze inteiros e vinte e três centésimos por cento), quando se tratar de saída
oriunda das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do Estado do Espírito Santo, não incluída no
inciso anterior;

Nova redação dada ao inciso V peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

V ÷ 28,67% (vinte e oito inteiros e sessenta e sete centésimos por cento), quando se tratar de
peças, partes, componentes e acessórios, de uso especificamente automotivo, oriundos do exterior,
submetidos à alíquota interna de 17% (dezessete por cento);

Redação originaI do Inciso V acrescentado peIo Decreto 27.770/08, efeitos a partir de 1º.6.08:
V ÷ 23,80% (vinte e três inteiros e oitenta centésimos por cento), quando se tratar de produtos oriundos do exterior,
submetidos à alíquota interna de 17% (dezessete por cento);

Nova redação dada ao inciso VI peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

VÌ ÷ 10,54% (dez inteiros e cinqüenta e quatro centésimos por cento), quando se tratar de
peças, partes, componentes e acessórios, de uso especificamente automotivo, oriundos do exterior,
importados para comercialização com os benefícios do art. 25 da Lei n º 2.826, de 2003.

Redação originaI do Inciso VI acrescentado peIo Decreto 27.770/08, efeitos a partir de 1º.6.08:
VÌ ÷ 9,80% (nove inteiros e oitenta centésimos por cento), quando se tratar de produtos oriundos do exterior,
importados para comercialização com os benefícios do art. 25 da Lei n º 2.826, de 29 de setembro de 2003.

Parágrafo 11 acrescentado peIo Decreto 27.638/08, efeitos a partir de 1º.06.08

V 11. Na hipótese dos incisos Ì a ÌV do § 10 deste artigo, serão utilizadas as margens de valor
agregado ajustadas (MVA ajustadas) previstas no § 3º da cláusula segunda do Protocolo ÌCMS 41/08.

Parágrafo 12 acrescentado peIo Decreto 27.638/08, efeitos a partir de 1º.06.08

V 12. Na hipótese dos incisos V e VÌ do § 10 deste artigo, serão utilizadas as MVA ajustadas calculadas
na forma do § 1º da cláusula segunda do Protocolo ÌCMS 41/08.

Parágrafo 13 acrescentado peIo Decreto 27.770/08, efeitos a partir de 25.07.08

V 13. O disposto no § 10 aplica-se às operações com peças, partes, componentes e acessórios, de uso
especificamente automotivo, conceituados no § 1º da cláusula primeira do Protocolo ÌCMS 41/08, ainda que não
estejam listadas em seu Anexo Único.

Parágrafo 14 acrescentado peIo Decreto 28.049/08, efeitos a partir de 1º.09.08

V 14. Para efeito de cobrança do ÌCMS devido nas operações com as mercadorias indicadas
nos itens 31 e 32 do Anexo ÌÌ deste Regulamento, será emitida notificação, observado o disposto no art.
107, aplicando-se os seguintes percentuais:

Inciso I acrescentado peIo Decreto 28.049/08, efeitos a partir de 1º.09.08

Ì ÷ 21,90% (vinte e um inteiros e noventa centésimos por cento), nas operações com sorvetes
de qualquer espécie, inclusive picolés, realizadas por estabelecimentos localizados nas Regiões Sul e
Sudeste, exceto no Estado do Espírito Santo;

Inciso I acrescentado peIo Decreto 28.049/08, efeitos a partir de 1º.09.08

ÌÌ ÷ 16,90% (dezesseis inteiros e noventa centésimos por cento), nas operações com sorvetes
de qualquer espécie, inclusive picolés, realizadas por estabelecimentos localizados nas Regiões Norte,
Nordeste e Centro-Oeste e no Estado do Espírito Santo;

Nova redação dada ao inciso III peIo Decreto 29.349, efeitos a partir de 1º.10.09.

ÌÌÌ ÷ 34,82% (trinta e quatro inteiros e oitenta e dois centésimos por cento), quando se tratar de
sorvetes de qualquer espécie, inclusive picolés, oriundos do exterior, submetidos à alíquota interna de
17% (dezessete por cento);

Redação originaI do inciso III acrescentado peIo Decreto 28.049/08, efeitos a partir de 1º.09.08:
ÌÌÌ ÷ 28,90% (vinte e oito inteiros e noventa centésimos por cento), quando se tratar de sorvetes de qualquer espécie,
inclusive picolés, oriundos do exterior, submetidos à alíquota interna de 17% (dezessete por cento);

Nova redação dada ao inciso IV peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

ÌV ÷ 12,80% (doze inteiros e oitenta centésimos por cento), quando se tratar de sorvetes de
qualquer espécie, inclusive picolés, oriundos do exterior, importados para comercialização com os
benefícios do art. 25 da Lei nº 2.826/03;

Redação originaI do Inciso IV acrescentado peIo Decreto 28.049/08, efeitos a partir de 1º.09.08:
ÌV ÷ 11,90% (onze inteiros e noventa centésimos por cento), quando se tratar de sorvetes de qualquer espécie,
inclusive picolés, oriundos do exterior, importados para comercialização com os benefícios do art. 25 da Lei nº 2.826,
de 29 de setembro de 2003;

Inciso V acrescentado peIo Decreto 28.049/08, efeitos a partir de 1º.09.08

V ÷ 65,76% (sessenta e cinco inteiros e setenta e seis centésimos por cento), nas operações
com preparados para fabricação de sorvete em máquina realizadas por estabelecimentos localizados
nas Regiões Sul e Sudeste, exceto no Estado do Espírito Santo;

Inciso VI acrescentado peIo Decreto 28.049/08, efeitos a partir de 1º.09.08

VÌ ÷ 60,76% (sessenta inteiros e setenta e seis centésimos por cento), nas operações com
preparados para fabricação de sorvete em máquina realizadas por estabelecimentos localizados nas
Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do Estado do Espírito Santo;

Nova redação dada ao inciso VII peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

VÌÌ ÷ 87,66% (oitenta e sete inteiros e sessenta e seis centésimos por cento), quando se tratar
de preparados para fabricação de sorvete em máquina, oriundos do exterior, submetidos à alíquota
interna de 17% (dezessete por cento);

Redação originaI do inciso VII acrescentado peIo Decreto 28.049/08, efeitos a partir de 1º.09.08:
VÌÌ ÷ 72,76% (setenta e dois inteiros e setenta e seis centésimos por cento), quando se tratar de preparados para
fabricação de sorvete em máquina oriundos do exterior, submetidos à alíquota interna de 17% (dezessete por cento).

Nova redação dada ao inciso VIII peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

VÌÌÌ - 32,22% (trinta e dois inteiros e vinte e dois centésimos por cento), quando se tratar de
preparados para fabricação de sorvete em máquina, oriundos do exterior, importados para
comercialização com os benefícios do art. 25 da Lei nº 2.826, de 2003.

Redação originaI do inciso VIII acrescentado peIo Decreto 28.049/08, efeitos a partir de 1º.09.08:
VÌÌÌ - 29,96% (vinte e nove inteiros e noventa e seis centésimos por cento), quando se tratar de preparados para
fabricação de sorvete em máquina oriundos do exterior, importados para comercialização com os benefícios do art. 25
da Lei nº 2.826/03.

Nova redação dada ao V 15 peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

V 15. Para efeito de cobrança do ÌCMS devido nas operações com as mercadorias indicadas no
item 33 do Anexo ÌÌ deste Regulamento, quando destinadas a estabelecimento comercial revendedor de
sorvetes de qualquer espécie, inclusive picolés, bem como de acessórios e acompanhamentos
destinados a incrementar ou acondicionar o sorvete, será emitida notificação, observado o disposto no
art. 107, aplicando-se os seguintes percentuais:

Ì ÷ 13,40% (treze inteiros e quarenta centésimos por cento), nas operações com acessórios e
acompanhamentos, tais como casquinhas, coberturas, copos ou copinhos, palitos, pazinhas, taças,
recipientes, xaropes e outros produtos destinados a incrementar ou acondicionar o sorvete, realizadas
por estabelecimentos localizados nas Regiões Sul e Sudeste, exceto no Estado do Espírito Santo;

ÌÌ ÷ 8,40% (oito inteiros e quarenta centésimos por cento), nas operações com acessórios e
acompanhamentos, tais como casquinhas, coberturas, copos ou copinhos, palitos, pazinhas, taças,
recipientes, xaropes e outros produtos destinados a incrementar ou acondicionar o sorvete, realizadas
por estabelecimentos localizados nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e no Estado do Espírito
Santo;

ÌÌÌ ÷ 24,58% (vinte e quatro inteiros e cinqüenta e oito centésimos por cento), quando se tratar
de acessórios e acompanhamentos, tais como casquinhas, coberturas, copos ou copinhos, palitos,
pazinhas, taças, recipientes, xaropes e outros produtos destinados a incrementar ou acondicionar o
sorvete, oriundos do exterior, submetidos à alíquota interna de 17% (dezessete por cento);

ÌV ÷ 9,03% (nove inteiros e três centésimos por cento), quando se tratar acessórios e
acompanhamentos, tais como casquinhas, coberturas, copos ou copinhos, palitos, pazinhas, taças,
recipientes, xaropes e outros produtos destinados a incrementar ou acondicionar o sorvete, oriundos do
exterior, importados para comercialização com os benefícios do art. 25 da Lei nº 2.826, de 29 de 2003.

Redação originaI do V 15 acrescentado peIo Decreto 28.049/08, efeitos a partir de 1º.09.08:
V 15. Para efeito de cobrança do ÌCMS devido nas operações com as mercadorias indicadas no item 33 do Anexo ÌÌ
deste Regulamento, quando destinadas a estabelecimento comercial revendedor de sorvetes de qualquer espécie,
inclusive picolés, bem como de acessórios e componentes destinados a integrar ou acondicionar o sorvete, será
emitida notificação, observado o disposto no art. 107, aplicando-se os seguintes percentuais:
Ì ÷ 13,40% (treze inteiros e quarenta centésimos por cento), nas operações com acessórios e componentes, tais como
casquinhas, coberturas, copos ou copinhos, palitos, pazinhas, taças, recipientes, xaropes e outros produtos destinados
a integrar ou acondicionar o sorvete, realizadas por estabelecimentos localizados nas Regiões Sul e Sudeste, exceto
no Estado do Espírito Santo;
ÌÌ ÷ 8,40% (oito inteiros e quarenta centésimos por cento), nas operações acessórios e componentes, tais como
casquinhas, coberturas, copos ou copinhos, palitos, pazinhas, taças, recipientes, xaropes e outros produtos destinados
a integrar ou acondicionar o sorvete, realizadas por estabelecimentos localizados nas Regiões Norte, Nordeste e
Centro-Oeste e no Estado do Espírito Santo;
ÌÌÌ ÷ 20,40% (vinte inteiros e quarenta centésimos por cento), quando se tratar de acessórios e componentes, tais como
casquinhas, coberturas, copos ou copinhos, palitos, pazinhas, taças, recipientes, xaropes e outros produtos destinados
a integrar ou acondicionar o sorvete, oriundos do exterior, submetidos à alíquota interna de 17% (dezessete por cento);
ÌV ÷ 8,40% (oito inteiros e quarenta centésimos por cento), quando se tratar acessórios e componentes, tais como
casquinhas, coberturas, copos ou copinhos, palitos, pazinhas, taças, recipientes, xaropes e outros produtos destinados
a integrar ou acondicionar o sorvete, oriundos do exterior, importados para comercialização com os benefícios do art.
25 da Lei nº 2.826, de 29 de setembro de 2003.

Nova redação dada ao V 16 peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

V 16. Na hipótese de aquisição de acessórios e acompanhamentos destinados a incrementar
ou acondicionar o sorvete por estabelecimentos não especificados no parágrafo anterior, aplicar-se-á a
substituição tributária na primeira operação interna de saída, quando destinada a estabelecimento
comercial revendedor de sorvetes de qualquer espécie, inclusive picolés, com o percentual de margem
de valor agregado previsto no item 33 do Anexo ÌÌ deste Regulamento.¨;

Redação originaI do V 16 acrescentado peIo Decreto 28.049/08, efeitos a partir de 1º.09.08:
V 16. Na hipótese de aquisição de acessórios e componentes destinados a integrar ou acondicionar o sorvete por
estabelecimentos não especificados no parágrafo anterior, aplicar-se-á a substituição tributária na primeira operação
interna de saída, quando destinada a estabelecimento comercial revendedor de sorvetes de qualquer espécie,
inclusive picolés, com o percentual de margem de valor agregado previsto no item 33 do Anexo ÌÌ deste Regulamento.

Parágrafo 17 acrescentado peIo Decreto 28.895/09, efeitos a partir de 06.08.09

V 17. Para efeito de cobrança do ÌCMS devido nas operações com as mercadorias indicadas
no item 39 do Anexo ÌÌ deste Regulamento, será emitida notificação, observado o disposto no art. 107,
aplicando-se os seguintes percentuais:

Inciso I acrescentado peIo Decreto 28.895/09, efeitos a partir de 06.08.09

Ì ÷ 21,90% (vinte e um inteiros e noventa centésimos por cento), nas operações com produtos
eletrodomésticos e eletroportáteis, realizadas por estabelecimentos localizados nas Regiões Sul e
Sudeste, exceto no Estado do Espírito Santo;

Inciso II acrescentado peIo Decreto 28.895/09, efeitos a partir de 06.08.09

ÌÌ ÷ 16,90% (dezesseis inteiros e noventa centésimos por cento), nas operações com produtos
eletrodomésticos e eletroportáteis, realizadas por estabelecimentos localizados nas Regiões Norte,
Nordeste e Centro-Oeste e no Estado do Espírito Santo;

Nova redação dada ao inciso III peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

ÌÌÌ ÷ 34,82% (trinta e quatro inteiros e oitenta e dois centésimos por cento), quando se tratar de
produtos eletrodomésticos e eletroportáteis, oriundos do exterior, submetidos à alíquota interna de 17%
(dezessete por cento);

Redação originaI do inciso III acrescentado peIo Decreto 28.895/09, efeitos a partir de 06.08.09:
ÌÌÌ ÷ 28,90% (vinte e oito inteiros e noventa centésimos por cento), quando se tratar de produtos eletrodomésticos e
eletroportáteis, oriundos do exterior, submetidos à alíquota interna de 17% (dezessete por cento);

Nova redação dada ao inciso IV peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

ÌV ÷ 12,80% (doze inteiros e oitenta centésimos por cento), quando se tratar de produtos
eletrodomésticos e eletroportáteis, oriundos do exterior, importados para comercialização com os
benefícios do art. 25 da Lei nº 2.826, de 2003.

Redação originaI do inciso IV acrescentado peIo Decreto 28.895/09, efeitos a partir de 06.08.09:
ÌV ÷ 11,90% (onze inteiros e noventa centésimos por cento), quando se tratar de produtos eletrodomésticos e
eletroportáteis, oriundos do exterior, importados para comercialização com os benefícios do art. 25 da Lei nº 2.826, de
29 de setembro de 2003.

Nova redação dada ao V 18 peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

V 18. Para efeito de cobrança do ÌCMS devido nas operações com as mercadorias indicadas no
item 40 do Anexo ÌÌ deste Regulamento, será emitida notificação, observado o disposto no art. 107,
aplicando-se os seguintes percentuais:

Ì ÷ 21,90% (vinte e um inteiros e noventa centésimos por cento), nas operações com
cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador, realizadas por estabelecimentos
localizados nas Regiões Sul e Sudeste, exceto no Estado do Espírito Santo;

ÌÌ ÷ 16,90% (dezesseis inteiros e noventa centésimos por cento), nas operações com
cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador, realizadas por estabelecimentos
localizados nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e no Estado do Espírito Santo;

ÌÌÌ ÷ 34,82% (trinta e quatro inteiros e oitenta e dois centésimos por cento), quando se tratar de
cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador, oriundos do exterior, submetidos à
alíquota interna de 17% (dezessete por cento);

ÌV ÷ 12,80% (doze inteiros e oitenta centésimos por cento), quando se tratar de cosméticos,
perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador, oriundos do exterior, importados para
comercialização com os benefícios do art. 25 da Lei nº 2.826, de 2003.

Redação originaI do V 18 acrescentado peIo Decreto 28.895/09, efeitos a partir de 06.08.09:
V 18. Para efeito de cobrança do ÌCMS devido nas operações com as mercadorias indicadas no item 40 do Anexo ÌÌ
deste Regulamento, será emitida notificação, observado o disposto no art. 107, aplicando-se os seguintes percentuais:
Ì ÷ 23,60% (vinte e três inteiros e sessenta centésimos por cento), nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos
de higiene pessoal e de toucador, realizadas por estabelecimentos localizados nas Regiões Sul e Sudeste, exceto no
Estado do Espírito Santo;
ÌÌ ÷ 18,60% (dezoito inteiros e sessenta centésimos por cento), nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos de
higiene pessoal e de toucador, realizadas por estabelecimentos localizados nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-
Oeste e no Estado do Espírito Santo;
ÌÌÌ ÷ 30,60% (trinta inteiros e sessenta centésimos por cento), quando se tratar de cosméticos, perfumaria, artigos de
higiene pessoal e de toucador, oriundos do exterior, submetidos à alíquota interna de 17% (dezessete por cento);
ÌV ÷ 12,60% (doze inteiros e sessenta centésimos por cento), quando se tratar de cosméticos, perfumaria, artigos de
higiene pessoal e de toucador, oriundos do exterior, importados para comercialização com os benefícios do art. 25 da
Lei nº 2.826, de 29 de setembro de 2003.

Parágrafo 19 acrescentado peIo Decreto 28.895/09, efeitos a partir de 06.08.09

V 19. Para efeito de cobrança do ÌCMS devido nas operações com as mercadorias indicadas
no item 41 do Anexo ÌÌ deste Regulamento, será emitida notificação, observado o disposto no art. 107,
aplicando-se os seguintes percentuais:

Inciso I acrescentado peIo Decreto 28.895/09, efeitos a partir de 06.08.09

Ì ÷ 21,90% (vinte e um inteiros e noventa centésimos por cento), nas operações com materiais
de construção, realizadas por estabelecimentos localizados nas Regiões Sul e Sudeste, exceto no
Estado do Espírito Santo;

Inciso II acrescentado peIo Decreto 28.895/09, efeitos a partir de 06.08.09

ÌÌ ÷ 16,90% (dezesseis inteiros e noventa centésimos por cento), nas operações com materiais
de construção, realizadas por estabelecimentos localizados nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-
Oeste e no Estado do Espírito Santo;

Nova redação dada ao inciso III peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

ÌÌÌ ÷ 34,82% (trinta e quatro inteiros e oitenta e dois centésimos por cento), quando se tratar de
materiais de construção, oriundos do exterior, submetidos à alíquota interna de 17% (dezessete por
cento);

Redação originaI do inciso III acrescentado peIo Decreto 28.895/09, efeitos a partir de 06.08.09.
ÌÌÌ ÷ 28,90% (vinte e oito inteiros e noventa centésimos por cento), quando se tratar de materiais de construção,
oriundos do exterior, submetidos à alíquota interna de 17% (dezessete por cento);

Nova redação dada ao inciso IV peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

ÌV ÷ 12,80% (doze inteiros e oitenta centésimos por cento), quando se tratar de materiais de
construção, oriundos do exterior, importados para comercialização com os benefícios do art. 25 da Lei
nº 2.826, de 2003.

Redação originaI do inciso IV acrescentado peIo Decreto 28.895/09, efeitos a partir de 06.08.09:
ÌV ÷ 11,90% (onze inteiros e noventa centésimos por cento), quando se tratar de materiais de construção, oriundos do
exterior, importados para comercialização com os benefícios do art. 25 da Lei nº 2.826, de 29 de setembro de 2003.

Parágrafo 20 acrescentado peIo Decreto 30.486/10, efeitos a partir de 15.9.10.

V 20. Aplica-se também a substituição tributária na circulação de mercadorias que, embora
destinadas a pessoas não inscritas no CCA, indiquem, por sua natureza, qualidade ou quantidade, que
sejam destinadas à comercialização.

Parágrafo 21 acrescentado peIo decreto 30.486/10, efeitos a partir de 15.9.10.

V 21. Na hipótese prevista no § 20 deste artigo, deve ser aplicada a margem de valor agregado
específica para cada mercadoria elencada no Anexo ÌÌ deste Regulamento.

Parágrafo 22 acrescentado peIo Decreto 30.486/10, efeitos a partir de 15.9.10.

V 22. Na falta da margem de valor agregado específica de que trata o § 21 deste artigo, deverá
ser aplicada a margem constante no item 42 do Anexo ÌÌ deste Regulamento.
Parágrafo 23 acrescentado peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.11.10.

V 23. Para fins de recuperação do ÌCMS incidente na operação com gás natural a ser
empregado em processo de industrialização, cobrado mediante o regime de substituição tributária pela
Petrobrás, a concessionária do serviço público de distribuição de gás natural no Amazonas deverá
observar o seguinte¨:

Ì - calcular o valor do imposto a ser recuperado, que corresponderá ao valor médio ponderado
da substituição tributária, por unidade de medida, retido pelas Bases de Operações da Petrobrás,
localizadas no interior do Estado;

ÌÌ - consignar no campo "Ìnformações Complementares¨ da Nota Fiscal:

a) o valor do imposto a ser recuperado pela empresa fornecedora de energia elétrica;

b) a expressão "RECUPERAÇÃO DO ÌCMS ÷ art. 114, § 23, do RÌCMS.

Parágrafo 24 acrescentado peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.11.10.

V 24. Para fins de apropriação do ÌCMS/Substituição Tributária de que trata o § 23 deste artigo,
a empresa fornecedora de energia elétrica deverá observar, também, o disposto nos §§ 9º, 10 e 11 do
art. 20.
Parágrafo 25 acrescentado peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.1.11

V 25. Para fins de recuperação do ÌCMS incidente na aquisição de querosene de aviação
(QAV) e gasolina de aviação (GAV) pelas prestadoras de serviço de transporte aéreo destinado ao
exterior, cobrado mediante o regime de substituição tributária pela Petrobrás, a distribuidora deverá
observar as condições estabelecidas em ato do Secretário de Estado da Fazenda.

Art. 115. As saídas de mercadorias consideradas já tributadas nas demais fases de
comercialização, em decorrência da aplicação da substituição tributária, com destino a outras unidades
da Federação, receberão o seguinte tratamento:

Ì - quando a mercadoria for destinada a não-contribuinte, o remetente emitirá Nota Fiscal sem
destaque do imposto, apondo a expressão mercadoria já tributada nas demais fases de comercialização
e a capitulação legal que ampara a operação;
ÌÌ - quando a mercadoria for destinada a contribuinte, ainda que consumidor final, o remetente:

a) destacará na Nota Fiscal de saída o ÌCMS da operação própria e o devido por substituição
tributária, se for o caso;
b) emitirá Nota Fiscal de entrada pelo valor do imposto relativo aos créditos fiscais destacados
na Nota Fiscal de aquisição da mercadoria (normal e substituição tributária), na mesma proporção da
quantidade saída;
c) fará constar na Nota Fiscal de que trata a alínea anterior, o número da Nota Fiscal de
aquisição da mercadoria e a expressão "recuperação de crédito de mercadoria considerada "já
tributada¨.

AIínea "d" acrescentada peIo Decreto 30.486/10, efeitos a partir de 15.9.10.

d) solicitará a homologação do documento fiscal da repartição fiscal competente, para fins de
crédito, de forma eletrônica ou manual, conforme o caso, informando os dados necessários para
acompanhamento e apuração da regularidade das operações efetuadas.¨;

V 1° Para fins de recuperação de crédito fiscal de mercadoria já tributada, de que trata a alínea
"b¨ do inciso ÌÌ deste artigo, o remetente poderá emitir uma única Nota Fiscal referente às entradas,
englobando todas as operações ocorridas no período.

V 2° As Notas Fiscais de entrada e saída mencionadas neste artigo serão escrituradas nos
livros fiscais próprios com lançamento dos créditos e débitos nelas destacados, obedecendo-se à forma
de apuração e prazo de pagamento do imposto previstos neste Regulamento.

Nova redação dada ao V 3º peIo Decreto 25.134/05, efeitos a partir de 1º.08.05

V 3º Tratando-se de produtos farmacêuticos, o contribuinte deverá adotar os seguintes
procedimentos, em substituição ao disposto nas alíneas "b¨ e "c¨ do inciso ÌÌ do caput, para fins de
recuperação de crédito fiscal de mercadoria "já tributada¨ :
Redação originaI:
V 3° Será disciplinado, através de regime especial, requerido pelo contribuinte interessado, o tratamento tributário a
ser aplicado aos produtos farmacêuticos, de que trata o item 18 do Anexo ÌÌ deste Regulamento, gravados com ÌCMS
devido por antecipação e substituição tributária, destinados a outra unidade federada.

AIínea "a" acrescentada peIo Decreto 25.134/05, efeitos a partir de 1º.8.05.

a) emitirá Nota Fiscal de entrada destacando o valor do ÌCMS da operação própria destacado
no documento fiscal relacionado à operação de saída;
AIínea "b" acrescentada peIo Decreto 25.134/05, efeitos a partir de 1º.8.05.

b) emitirá, caso não adote o procedimento previsto na alínea anterior, uma única Nota Fiscal
englobando o valor total do ÌCMS das operações próprias ocorridas no período;
AIínea "c" acrescentada peIo Decreto 25.134/05, efeitos a partir de 1º.8.05.

c) escriturará a Nota Fiscal de que trata a alínea "a¨ ou "b¨ no livro próprio com lançamento do
crédito fiscal nela destacado.

Parágrafo 4º acrescentado peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 03.03.04

O Vide art. 3º, do Decreto nº 24.058/04.

V 4º Em substituição a sistemática prevista no inciso ÌÌ do caput e desde que não seja possível
a apropriação do crédito fiscal, fica facultado a Secretaria da Fazenda adotar os procedimentos fiscais de
ressarcimento previstos na Cláusula Terceira do Convênio ÌCMS 81, de 10 de setembro de 1993,
observadas as regras do parágrafo seguinte.

Parágrafo 5º acrescentado peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 03.03.04

V 5º Para fins de aplicação do disposto no parágrafo anterior, o contribuinte fica obrigado a:

Ì ÷ emitir nota fiscal, exclusiva para esse fim, em nome do estabelecimento fornecedor que
tenha retido originalmente o imposto na mesma proporção da mercadoria saída na operação
interestadual.
ÌÌ ÷ fazer constar na nota fiscal de que trata a alínea anterior, a expressão "recuperação do
ÌCMS retido por substituição tributária ÷ Convênio ÌCMS 81/93¨, bem como, o número das notas fiscais
de saída que motivaram o respectivo ressarcimento.
ÌÌÌ ÷ solicitar junto à repartição fazendária visto prévio na nota fiscal de que trata o inciso Ì, bem
como, homologação do Fisco referente ao procedimento adotado, devendo o pleito ser instruído com a
seguinte documentação:

a) 1ª, 3ª e 4ª vias da nota fiscal a que se refere o inciso Ì, cópia das notas fiscais relativas a
aquisição das mercadorias junto ao fornecedor e das notas fiscais de saídas que motivaram o pedido de
ressarcimento.
b) cópia da GNRE (Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais) relativa ao ÌCMS
substituição tributária devida ao Estado de destino das mercadorias.

Parágrafo 6º acrescentado peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

V 6º A recuperação de crédito fiscal de mercadoria considerada já tributada nas demais fases
de comercialização, em decorrência da aplicação da substituição tributária, prevista no inciso ÌÌ do caput
deste artigo, poderá ser efetuada de forma eletrônica.

Parágrafo 7º acrescentado peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.

V 7º Os procedimentos para o ressarcimento eletrônico de que trata o § 6º deste artigo serão
disciplinados por meio de Resolução baixada pela Secretaria de Estado da Fazenda - SEFAZ.

Art.116. A substituição tributária não se aplica:

Ì - às transferências de mercadorias para outro estabelecimento do mesmo sujeito passivo por
substituição, hipótese em que a responsabilidade pela retenção e recolhimento do imposto, por
substituição tributária, será do estabelecimento que promover a saída da mercadoria com destino a
outra empresa;
ÌÌ ÷ às saídas destinadas a órgãos de Administração Pública Direta, suas autarquias e
fundações, e a prestadores de serviço não inscritos no Cadastro de Contribuintes do Estado do
Amazonas (CCA).

Inciso III acrescentado peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04

ÌÌÌ - às prestações de serviço de transporte contratadas com a cláusula FOB, cujo tomador
esteja situado em outra unidade da Federação e não faça parte do mesmo grupo econômico do
contribuinte substituto, na condição de coligada, controlada ou controladora, interdependentes,
subsidiárias ou outra empresa pertencente, direta ou indiretamente, aos mesmos controladores.

Art. 117. O recolhimento do imposto por parte do contribuinte substituto será sempre
obrigatório, mesmo que não tenha sido cobrado do destinatário.

V 1º Revogado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º. 01.01

Redação originaI:
§ 1° O contribuinte substituído é solidariamente responsável com o contribuinte substituto pelo pagamento do imposto
devido por força do regime de substituição tributária, nos casos em que a retenção não tenha sido efetuada no todo ou
em parte.(Efeitos até 31.12.2000)

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 2º Nas operações ou prestações sujeitas à substituição tributária, o contribuinte substituto,
usuário do sistema eletrônico de processamento de dados, deverá apresentar ao Fisco Estadual,
mensalmente, até o último dia do mês subseqüente ao fato gerador, os dados dos documentos fiscais
através de arquivo magnético, de acordo com o modelo a ser aprovado pela SEFAZ.

Redação originaI:
§ 2° Nas operações ou prestações sujeitas a substituição tributária, o contribuinte substituto, usuário de sistema
eletrônico de processamento de dados, deverá apresentar ao Fisco estadual, mensalmente, até o último dia útil do
mês subseqüente ao fato gerador, as quartas vias dos documentos fiscais através de arquivo magnético, de acordo
com "lay out¨ a ser aprovado pela SEFAZ.

Artigo 117-A acrescentado peIo Decreto 27.638/08, efeitos a partir de 1º.06.08

Art. 117-A. Quando da inclusão ou exclusão de mercadorias no regime de substituição
tributária, os contribuintes substituídos deverão adotar os seguintes procedimentos:

Ì ÷ efetuar levantamento de estoque das mercadorias, na data da sua inclusão ou exclusão, e
escriturar no Livro Registro de Ìnventário;

ÌÌ ÷ calcular o imposto incidente sobre as mercadorias em estoque, mediante aplicação da
alíquota interna correspondente sobre o custo de aquisição mais recente, acrescido do percentual de
margem de valor agregado previsto no Anexo ÌÌ deste Regulamento, lançando o valor apurado no Livro
Registro de Apuração do ÌCMS:

a) a débito, quando se tratar de inclusão;
b) a crédito, quando se tratar de exclusão;

ÌÌÌ ÷ recolher o imposto apurado no prazo e na forma estabelecidos pelo Poder Executivo.

SEÇÃO III
DA ANTECIPAÇÃO

O Vide Resolução nº 0004/2002 ÷ GSEFAZ

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 118 peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de
03.03.04

Art. 118. Será exigido por antecipação, o imposto incidente sobre a primeira operação de
saída, por ocasião da entrada de mercadorias procedentes de unidade da Federação, destinadas a
comercialização ou industrialização, exceto as que tenham por destino servir de insumos de produtos
incentivados pela Política de Ìncentivos Fiscais concedidos pelo Estado, comprovado através do Laudo
Técnico de Ìnspeção.

Redação anterior dada peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04:
Art. 118. Será exigido, por antecipação, o imposto incidente sobre a primeira operação de saída, por ocasião da
entrada de mercadorias procedentes de outra unidade da Federação, destinadas a comercialização ou industrialização,
exceto as que tenham por destino a industria detentora de incentivos fiscais concedidos pelo Estado.

Redação originaI:
Art. 118. Será exigido, por antecipação, o imposto incidente sobre a primeira operação de saída, na entrada de
mercadorias procedentes de outra unidade da Federação, destinadas a comercialização ou industrialização.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04

V 1º Para apuração do imposto a ser recolhido por antecipação, aplicar-se-á sobre o valor total
do documento fiscal, acrescido do valor do frete e outras despesas transferidas ao adquirente, o
percentual correspondente à diferença da alíquota interestadual do Estado de origem da mercadoria, em
relação à Região Norte e a alíquota interna praticada neste Estado.

Redação originaI:
§ 1° A exigência do imposto prevista neste artigo não se aplica às mercadorias destinadas a estabelecimento industrial
de produtos incentivados com restituição do ÌCMS.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04

V 2º Para efeito de cobrança do imposto antecipado de que trata o "caput", a Secretaria da
Fazenda poderá adotar a Pauta de Preços Mínimos, prevista no art. 19, deste Regulamento, na fixação
da base de cálculo do ÌCMS das mercadorias ou serviços.

Redação originaI:
§ 2° Para apuração do imposto a ser recolhido por antecipação aplicar-se-á sobre o valor total do documento fiscal,
acrescido do valor do frete e outras despesas transferidas ao adquirente, o percentual correspondente à diferença da
alíquota interestadual do Estado de origem da mercadoria, em relação à Região Norte e a alíquota interna praticada
neste Estado.

Nova redação dada ao V 3° peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir 1º.1.11.

V 3° Aplica-se também a exigência do ÌCMS antecipado às entradas de mercadorias que,
embora destinadas a estabelecimentos industriais, inclusive incentivados, indiquem, por sua natureza,
qualidade ou quantidade, que sejam destinadas à comercialização.

Redação OriginaI:
V 3° Aplica-se também a exigência do ÌCMS antecipado às entradas de mercadorias que, embora destinadas a
pessoas não inscritas no CCA ou a estabelecimentos industriais, indiquem por sua natureza, qualidade ou quantidade,
sejam destinadas a comercialização.

Nova redação dada ao V 4º peIo Decreto 28.194/08, efeitos a partir de 23.12.08.

V 4º Sem prejuízo do disposto no § 2º em relação à inclusão de outras mercadorias ou
serviços na Pauta de Preços Mínimos para efeito de fixação da base de cálculo do ÌCMS, o gado em pé
destinado ao abate, as carnes, vísceras, frango e produtos de sua matança, independentemente da
unidade federada de origem, sofrerão antecipadamente a carga tributária de 5% (cinco por cento),
ficando consideradas já tributadas nas demais fases de comercialização interna, vedado o
aproveitamento de qualquer crédito fiscal.

Redação anterior dada peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04:
V 4º Sem prejuízo do disposto no § 2º em relação a inclusão de outras mercadorias ou serviços na Pauta de Preços
Mínimos para efeito de fixação da base de cálculo do ÌCMS, as carnes, vísceras, frango e produtos de sua matança,
independentemente da unidade federada de origem, sofrerão antecipadamente a carga tributária de 5% (cinco por
cento), ficando consideradas já tributadas nas demais fases de comercialização interna, vedado o aproveitamento de
qualquer crédito fiscal.

Redação originaI:
§ 4° Carnes e vísceras, frango e produtos de sua matança, independentemente da unidade federada de sua origem,
sofrerão antecipadamente a carga tributária de cinco por cento, sem prejuízo da aplicação do disposto no parágrafo 13
do art. 13.

Nova redação dada ao V 5º peIo Decreto 30.014/10, efeitos a partir de 1°.7.10

V 5º Farinha de trigo ou semolina, quando provenientes de outra unidade federada, estarão
sujeitas ao pagamento antecipado do imposto correspondente à diferença de alíquotas, acrescido do
percentual de margem de valor agregado citado no Anexo ÌÌ deste Regulamento, ficando consideradas já
tributadas nas demais fases de comercialização interna, vedado o aproveitamento de qualquer crédito
fiscal, sem prejuízo de benefícios fiscais concedidos na forma da legislação.

Redação anterior dada peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04:
V 5º Farinha de trigo ou semolina, subprodutos ou derivados do trigo, ração balanceada, concentrados ou similares,
quando provenientes de outra unidade federada estarão sujeitas ao pagamento antecipado do imposto correspondente
à diferença de alíquotas, acrescido do percentual de margem de valor agregado citado no Anexo ÌÌ, deste
Regulamento, ficando consideradas já tributadas nas demais fases de comercialização interna, vedado o
aproveitamento de qualquer crédito fiscal, sem prejuízo de benefícios fiscais concedidos na forma da legislação.

Redação originaI:
§ 5° A farinha de trigo proveniente de outra unidade da Federação estará sujeita ao pagamento antecipado do imposto
correspondente à diferença de alíquota, acrescido do percentual de agregado de quarenta por cento, ficando
consideradas já tributadas nas demais fases de comercialização, nas operações internas, vedado o aproveitamento de
créditos.

Nova redação dada ao V 6º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 6° Excetuando-se os casos previstos na legislação, a saída do estabelecimento das
mercadorias sujeitas ao regime de antecipação estará obrigada à tributação, e as correspondentes
Notas Fiscais destacarão, obrigatoriamente, os valores correspondentes ao ÌCMS normal e o relativo à
substituição tributária, se for o caso.

Redação originaI:
§ 6° Excetuando-se as mercadorias citadas nos §§ 4° e 5°, as saídas subseqüentes das mercadorias sujeitas ao
regime de antecipação estarão obrigadas à tributação e as correspondentes Notas Fiscais destacarão,
obrigatoriamente, os valores correspondentes ao ÌCMS normal e o relativo à substituição tributária, se for o caso.

Nova redação dada ao V 7° peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.1.11.

V 7° A cobrança do ÌCMS antecipado não será exigida nas operações que destinem petróleo,
combustíveis líquidos e gasosos e lubrificantes derivados de petróleo, álcool etílico anidro combustível e
biodiesel B100, para estabelecimento distribuidor ou refinador localizado neste Estado, e nas operações
que tenham sofrido a retenção do imposto no Estado de origem.

Redação OriginaI:
V 7° A cobrança do ÌCMS antecipado não será exigida nas operações que destinem petróleo, combustíveis líquidos e
gasosos e lubrificantes derivados de petróleo, para estabelecimento distribuidor ou refinador localizado neste Estado, e nas
operações que tenham sofrido a retenção do imposto na fonte, no Estado de origem.

V 8° Constatada, em qualquer ocasião, a existência de entrada de mercadoria que não tenha
sido oferecida à tributação de que trata este artigo, a SEFAZ poderá efetuar a cobrança do imposto, sem
prejuízo da aplicação da penalidade cabível.

V 9° A partir do ingresso da mercadoria no Município de domicílio do destinatário, quando
provenientes de outra unidade federada, o prazo para o desembaraço da documentação fiscal
correspondente é de vinte dias.

V 10. No caso do não-atendimento ao disposto no parágrafo anterior e não sendo a mercadoria
devolvida ao remetente dentro do prazo estabelecido, será, para todos os efeitos fiscais, considerada
em situação irregular, ficando sujeita aos procedimentos previstos neste Regulamento.

Parágrafos 11 e 12 revogados peIo Decreto 24.058/04, a partir de 03.03.04

Redação originaI dos VV 11 e 12 acrescentados peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04:
V 11. Na entrada de medicamentos indicados no item 25 do Anexo ÌÌ, procedente de outro Estado ou do exterior, o
ÌCMS antecipado, além do imposto devido na importação do exterior, será pago aplicando-se os seguintes coeficientes:
Ì ÷ 0,1765 para os produtos oriundos dos Estados do Sul e Sudeste, exceto do Espírito Santo;
ÌÌ ÷ 0,1265 para os produtos oriundos dos Estados do Norte, Nordeste e Centro Oeste e do Espírito Santo;
ÌÌÌ ÷ 0,2465 para os produtos oriundos do exterior, submetidos à alíquota interna de 17% (dezessete por cento);
ÌV ÷ 0,1015 para os produtos oriundos do exterior, importados para comercialização e com os benefícios do art. 25 da
Lei n. 2.826, de 29 de setembro de 2003.
V 12. Os produtos tributados na forma do parágrafo anterior ficarão sujeitos à incidência do imposto por ocasião da
primeira saída interna, ficando inclusive sujeitos ao ÌCMS devido por substituição tributária na forma da legislação, com
agregado previsto no item 25 do Anexo ÌÌ deste Regulamento.

Parágrafo 11 acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

V 11. O café proveniente de outra unidade federada fica sujeito ao pagamento antecipado do
imposto correspondente à diferença de alíquotas, acrescido do percentual de margem de valor agregado
de 30% (trinta por cento), ficando considerado já tributado nas demais fases de comercialização interna,
vedado o aproveitamento de qualquer crédito fiscal.

Parágrafo 12 acrescentado peIo Decreto 28.194/08, efeitos a partir de 23.12.08

V 12. As carnes e vísceras resultantes do abate do gado de que trata o § 4º deste artigo, ficam
considerados já tributados nas demais fases de comercialização interna, vedado o aproveitamento de
qualquer crédito fiscal, com o pagamento do imposto antecipado.

Parágrafo 13 acrescentado peIo Decreto 30.014/10, efeitos a partir de 1°.7.10

V 13. Quando cartões, fichas ou assemelhados, destinados à disponibilização de serviços de
telefonia, forem procedentes de outra Unidade da Federação, o imposto devido por ocasião do
fornecimento desses instrumentos ao usuário será exigido, do adquirente, quando da apresentação da
documentação fiscal para desembaraço.

Parágrafo 14 acrescentado peIo Decreto 30.014/10, efeitos a partir de 1°.7.10

V 14. Não se aplica a exigência prevista no § 13 deste artigo na hipótese de o adquirente
comprovar, mediante a apresentação da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais ÷ GNRE,
que o imposto devido foi integralmente recolhido pelo remetente em favor do Estado do Amazonas.

Art. 119. O pagamento do imposto antecipado nos termos do artigo anterior se aplica a
qualquer contribuinte, independente do regime de pagamento e será exigido ou notificado por ocasião
do desembaraço da documentação na repartição fiscal.

Parágrafo único. O pagamento do imposto antecipado, nos termos deste artigo, deverá ser
efetuado no prazo previsto no art. 107 deste Regulamento, ainda que não tenha sido notificado.

Art. 120. Será exigida, também, por antecipação, a parcela do imposto sobre o percentual de
agregado aplicável às mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, relacionadas em acordo
celebrado com outros Estados, nas seguintes hipóteses:

Ì - Revogado peIo Decreto 21.616/00, a partir de 1º. 01.01

Redação originaI:
Ì - as entradas de mercadorias no Estado do Amazonas sem a substituição tributária;

ÌÌ - as entradas de mercadorias sujeitas à retenção do imposto provenientes de outras
unidades federadas não signatárias de acordos para substituição tributária;
ÌÌÌ - as entradas de mercadorias sujeitas a substituição tributária nas operações interestaduais,
quando provenientes do exterior.

Renumerado o parágrafo único para V 1.º peIo Decreto 30.014/10, efeitos a partir de
1°.7.10

V 1.º Com a antecipação prevista neste artigo, as mercadorias ficam consideradas já tributadas
nas demais fases de comercialização.

Redação originaI:
Parágrafo único. Com a antecipação prevista neste artigo, as mercadorias ficam consideradas já tributadas nas
demais fases de comercialização.

Parágrafo 2º acrescentado peIo Decreto 30.014/10, efeitos a partir de 1°.7.10

V 2.º Para fins de cobrança do imposto de que trata o caput deste artigo, o Estado adotará as
margens de valor agregado ajustadas (MVA ajustadas) previstas nos acordos celebrados com outros
Estados, se houver.

CAPÍTULO XII
DA FISCALIZAÇÃO

SEÇÃO I
DA FISCALIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTO

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 121 peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.
01.07

Art. 121. A fiscalização de estabelecimento compete, privativamente, aos Auditores Fiscais de
Tributos Estaduais que, no exercício de suas funções, deverão, obrigatoriamente, exibir ao contribuinte
sua identificação funcional, e será exercida sobre todas as pessoas naturais ou jurídicas, contribuintes
ou não, que estiverem obrigadas ao cumprimento de disposições da legislação do ÌCMS, bem como em
relação aos que gozarem de não-incidência ou isenção deste imposto.

Redação originaI:
Art. 121. A fiscalização de estabelecimento compete, privativamente, aos Fiscais de Tributos Estaduais e Ìnspetores
Fiscais da SEFAZ que, no exercício de suas funções deverão, obrigatoriamente, exibir ao contribuinte sua
Ìdentificação Funcional e será exercida sobre todas as pessoas naturais ou jurídicas, contribuintes ou não, que
estiverem obrigadas ao cumprimento de disposições da legislação do ÌCMS, bem como em relação aos que gozarem
de não-incidência ou isenção deste imposto.

V 1° As atividades da Secretaria da Fazenda e de seus Agentes Fiscais, dentro de sua área de
competência, jurisdição ou vinculação, terão precedência sobre os demais setores da Administração
Pública, podendo, no exercício de suas funções, ingressar em estabelecimento a qualquer hora do dia
ou da noite, desde que o mesmo esteja em funcionamento.

V 2° O disposto neste artigo estende-se à análise, avaliação, consulta, informação, parecer,
reexame, revisão da situação econômica ou financeira das pessoas citadas no caput ou diligência aos
seus estabelecimentos, ainda que não registrados, bem como a auditoria contábil ou fiscal do
lançamento tributário, sob pena de responsabilidade.

Art. 122. Mediante intimação escrita, as pessoas citadas no art. 37 ficam obrigadas a exibir ou
entregar à fiscalização livros, documentos fiscais e contábeis tais como faturas, duplicatas, guias de
informações, documentos de arrecadação, recibos e todos os demais documentos relacionados com o
imposto, bem como prestar informações solicitadas e não embaraçar ou oferecer resistência ao
exercício das atividades funcionais.

V 1° Os livros e os documentos fiscais e contábeis descritos no caput devem ser entregues
pelo intimado aos agentes fiscais ou na repartição fiscal indicada na intimação em prazo não superior a
setenta e duas horas, contadas a partir da data e hora da ciência da intimação/notificação ou no termo
de início de fiscalização, sem prejuízo do acesso imediato pela fiscalização aos mesmos.

V 2° Atendida a intimação/notificação, nos termos do parágrafo anterior, os agentes fiscais da
SEFAZ designados nos termos do artigo anterior, poderão arrecadar os livros e os documentos fiscais e
contábeis, os quais serão devolvidos ao intimado no prazo previsto no art. 127.

V 3° Para cumprimento do disposto no parágrafo anterior, será lavrado pelos agentes fiscais da
SEFAZ o documento denominado "termo de arrecadação de livros ou documentos¨, em duas vias,
sendo uma destinada ao intimado e a outra anexada ao relatório do trabalho realizado.

V 4° Configura-se:

Ì ÷ a desobediência, pelo descumprimento de ordem legal de servidor público;
ÌÌ - o embaraço à fiscalização, pela negativa não justificada de exibição ou entrega de livros e
documentos em que se assenta a escrituração das atividades do sujeito passivo, assim como pelo não-
fornecimento de informações sobre bens, movimentação financeira, negócios ou atividades, próprios ou
de terceiros, bem como todo e qualquer ato praticado por contribuinte ou responsável no intuito de
impedir por qualquer forma os exames e diligências solicitadas pela autoridade fiscal;
ÌÌÌ ÷ a resistência, pela negativa ao acesso ao estabelecimento, ao domicílio fiscal, à bagagem
ou a qualquer outro local onde se desenvolvam atividades do sujeito passivo ou se encontrem
mercadorias ou bens de sua posse ou propriedade.

V 5° Os livros e os documentos de que trata este artigo, bem como os comprovantes de
lançamentos neles efetuados serão conservados até que ocorra a decadência ou a prescrição dos
créditos tributários decorrentes das operações ou prestações a que se refiram.

V 6° Para os efeitos deste artigo, não têm aplicação qualquer disposição legal excludente ou
limitativa de examinar mercadorias, livros, arquivos, documentos, efeitos comerciais ou fiscais dos
comerciantes, industriais, produtores e prestadores de serviços, ou da obrigação destes de exibi-los.

V 7° No caso de perda ou extravio de livros ou documentos fiscais e contábeis, poderá a
autoridade fiscal intimar o contribuinte a comprovar o montante das operações e prestações
escrituradas, ou que deveriam ter sido escrituradas nos referidos livros, para efeito de verificação de
pagamento do imposto.

V 8° Se o contribuinte se recusar a fazer a comprovação, ou não puder fazê-la, bem como nos
casos em que a mesma for considerada insuficiente, para cumprimento do disposto no parágrafo
anterior, o montante das operações e prestações será arbitrado pela autoridade fiscal, pelos meios ao
seu alcance, deduzindo-se, para efeito de apuração da diferença do imposto, os recolhimentos
devidamente comprovados, nos termos do disposto no art. 18.

V 9° A obrigação prevista neste artigo aplica-se também à pessoa natural, quando estiver de
posse de mercadoria adquirida em estabelecimento comercial ou industrial, devendo o documento fiscal
correspondente ser exibido à fiscalização ou, na sua ausência, declarar formalmente, por escrito, o
preço e o estabelecimento onde a mesma foi adquirida.

V 10. Os bancos, instituições financeiras e outros estabelecimentos de crédito são obrigados a
franquear à fiscalização o exame de duplicatas, promissórias e outros documentos retidos em carteira e
que se relacionem com operações ou prestações sujeitas ao pagamento do ÌCMS, promovidas por
comerciante, industrial, produtor, prestador de serviço ou pessoas a eles equiparadas.

V 11. O contribuinte autuado por embaraço à fiscalização deve ser submetido ao sistema
especial de controle e fiscalização.

Art. 123. Os Agentes Fiscais que, no termos do art. 121, comparecerem aos estabelecimentos
de contribuintes lavrarão, obrigatoriamente, termos circunstanciados de início e de conclusão da
fiscalização realizada, nos quais consignarão o período auditado, as datas inicial e final da execução
dos trabalhos, a relação dos livros e documentos examinados, o histórico das infrações apuradas com
indicações das medidas preventivas e repressivas adotadas e tudo mais que seja de interesse da
fiscalização.

V 1º Os termos a que se refere este artigo serão lavrados no livro de Registro de Utilização de
Documentos Fiscais e Termo de Ocorrências, modelo 6, e, quando lavrados em separado, deles se
entregará ao contribuinte cópia assinada pela autoridade a que se refere este artigo.

V 2º A Ìntimação e/ou Notificação entregue ao estabelecimento para a apresentação de
documentos, livros e guias fiscais substitui o Termo de Ìnício de Fiscalização previsto no caput, para
efeito da interrupção do prazo da decadência de que trata o parágrafo único do art. 173 da Lei n. 5.172
(CTN), de 25 de outubro de 1966.

Art. 124. Ao agente fiscal, não poderá ser negado o direito de examinar estabelecimentos,
dependências e depósitos, inclusive não-registrados, cofres, arquivos, veículos e demais meios de
transporte, mercadorias, livros, documentos, correspondências e outros efeitos comerciais ou fiscais dos
contribuintes e responsáveis definidos na Lei Complementar n° 19/97 e neste Regulamento.

V 1° Nos casos de recusa, a fiscalização poderá lacrar os móveis, veículos ou depósitos onde
se presume que estejam mercadorias, documentos e livros, cuja exibição foi exigida, lavrando o termo
deste procedimento, do qual deixará cópia com o contribuinte, e, de imediato, solicitando à autoridade
administrativa a que estiver subordinada providências junto à Procuradoria Fiscal, para que se faça a
exibição judicial.

V 2° No caso de o contribuinte se recusar a receber o termo a que alude o parágrafo anterior, o
mesmo será cientificado através dos meios previstos na legislação processual.

V 3° A Secretaria da Fazenda poderá adotar medida diversa ou complementar à estabelecida
no parágrafo 1H deste artigo, inclusive para contribuintes que utilizam sistema eletrônico de
processamento de dados e Equipamentos de Controle Fiscal.

Art. 125. Ocorrida qualquer das hipóteses previstas no parágrafo 4.H do art. 122, quando no
exercício de suas funções ou quando necessária a efetivação de medida prevista na legislação
tributária, ainda que não configure fato definido em lei como crime ou contravenção, o agente fiscal
poderá requisitar o auxilio de força pública policial federal, estadual ou municipal, ou aplicar métodos
probatórios, indiciatórios ou presuntivos, na apuração dos fatos tributáveis sem prejuízo da penalidade
que no caso couber.

V 1° Considera-se desacato a ofensa moral ou física praticada por contribuinte ou prepostos
contra a autoridade ou agente fiscal no desempenho de suas funções.

V 2° Nos casos de utilização de força policial previstos neste artigo, deverá ser lavrado termo
circunstanciado dos fatos, para encaminhamento à autoridade competente, indicando as pessoas que
os presenciaram ou deles tenham participado.

Art. 126. A entrada dos Agentes Fiscais no estabelecimento do contribuinte, no exercício de
sua função fiscalizadora, não estará sujeita a formalidades diversas da sua imediata identificação, que
será feita mediante a apresentação da Ìdentidade Funcional.

Art. 127. Lavrado o Termo de Ìnício de Fiscalização previsto no art. 123, terá o Agente Fiscal,
a partir da ciência do contribuinte, o prazo de noventa dias para a conclusão de seu trabalho,
prorrogável, a critério do chefe imediato.

V 1° Os livros e documentos fiscais serão exibidos aos agentes fiscalizadores no prazo
máximo de setenta e duas horas, contadas a partir da hora da ciência na Ìntimação/Notificação ou no
Termo de Ìnício da Fiscalização.

V 2° Quando arrecadados pelos Agentes Fiscais da Fazenda, os livros e documentos fiscais
serão devolvidos, obrigatoriamente, ao contribuinte no prazo previsto no caput.

Art. 128. Quando livros, documentos, guias, programas ou arquivos magnéticos tiverem que
permanecer retidos, a autoridade fiscal poderá determinar, a pedido do interessado, que deles se
extraia, total ou parcialmente, cópia autenticada para entrega ao contribuinte, retendo os originais e
sendo-lhe facultada a cobrança de retribuição pelo custo das cópias efetuadas.

Art. 129. No desempenho da atividade fiscalizadora, os Agentes Fiscais poderão utilizar-se de
qualquer procedimento técnico para efeito de apuração das operações ou prestações realizadas pelo
sujeito passivo, sem prejuízo, quando for o caso, do arbitramento do valor dessas operações ou
prestações previstas no parágrafo 1° do art. 18.

Art. 130. Sem prejuízo do disposto na legislação criminal, é vedada a divulgação, para
qualquer fim, por parte da Secretaria da Fazenda ou de seus funcionários, de qualquer informação,
obtida em razão do ofício, sobre a situação econômica ou financeira dos sujeitos passivos ou de
terceiros e sobre a natureza e o estado dos seus negócios ou atividades.

V 1° Excetuam-se do disposto no caput, unicamente, os casos de requisição regular da
autoridade judiciária no interesse da justiça e os previstos no parágrafo seguinte.

V 2° No interesse mútuo da arrecadação, fiscalização e intercâmbio Fisco-tributário, o
Secretário da Fazenda poderá determinar a execução de ação fiscal, em conjunto com o Fisco de outros
Estados, do Distrito Federal, dos Municípios ou da União.

SEÇÃO II
DA VISTORIA E DESEMBARAÇO

SUBSEÇÃO I
DA VISTORIA FÍSICA

Art. 131. A mercadoria ou bem, proveniente de outras unidades da Federação ou do exterior,
quando destinada a contribuintes localizados neste Estado, está obrigatoriamente sujeita à vistoria física
por parte do Fisco Estadual, independentemente da destinação a ser-lhe dada.

V 1° A vistoria da mercadoria será realizada com a apresentação da 1ª e 3ª vias da Nota
Fiscal, do Conhecimento de Transporte e do Manifesto de Carga.

V 2° Terá prioridade na realização da vistoria física e no desembaraço fiscal, o transporte de
mercadorias frigorificadas, animais vivos, jornais e periódicos, flores, frutas, verduras e legumes frescos.

V 3° É obrigatória a parada em postos de fiscalização, fixos ou volantes, da SEFAZ, de:

Ì ÷ veículos de carga, em qualquer caso;
ÌÌ ÷ quaisquer outros veículos, quando transportando mercadorias.

V 4° A SEFAZ poderá estabelecer normas e procedimentos para simplificação da vistoria física
de mercadorias.

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 132 peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.
01.07

Art. 132. A vistoria física constitui procedimento indispensável à comprovação do ingresso e
formalização do internamento nos seguintes casos:

Redação originaI:
Art. 132. Quando se tratar de mercadoria ou bem de origem nacional, beneficiada com a isenção ou não-incidência do
ÌCMS, destinada à Zona Franca de Manaus ou à Área de Livre Comércio de Tabatinga e, ainda, na hipótese de
mercadoria importada diretamente do exterior, a vistoria física se constitui em procedimento indispensável com vistas
à comprovação do ingresso e formalização do internamento das mesmas nessas áreas de exceção fiscal.

Inciso I acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

Ì - de mercadorias ou bens importados do exterior;

Inciso II acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

ÌÌ - de mercadorias ou bens de origem nacional, beneficiados com isenção ou não-incidência
do ÌCMS, destinados à Zona Franca de Manaus, a município do Estado do Amazonas favorecido pela
extensão dos benefícios previstos no Convênio ÌCM 65/88 e a Área de Livre Comércio localizada neste
Estado.

V 1° A vistoria da mercadoria nacional será realizada com a apresentação da primeira e
terceira vias da Nota Fiscal, uma via do Conhecimento de Transporte e do Manifesto de Carga e a
segunda via do Protocolo de Pedido de Vistoria e Ìnternamento.

V 2° Na hipótese de divergência entre o que for vistoriado e o documentário fiscal, as
mercadorias e bens poderão ser retidos até a sua regularização.

Parágrafo 3º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

V 3° Na hipótese de divergência, para mais ou para menos, na quantidade ou preço, entre o
vistoriado e o constante do documento fiscal, as mercadorias e bens serão dispensados da retenção de
que trata o parágrafo anterior, desde que em percentual não superior a três por cento, sem prejuízo do
recolhimento do imposto.

Art. 133. Nas hipóteses previstas no parágrafo 2° do artigo anterior e no caso de encontrar-se
o contribuinte destinatário em situação irregular perante a SEFAZ, as mercadorias ou bens e respectiva
documentação fiscal, somente serão liberadas após a comprovação do pagamento do tributo, quando
devido, sem prejuízo do cumprimento das demais obrigações tributárias.

V 1° A liberação prevista no caput somente poderá ser efetuada diretamente ao titular da
empresa ou seu representante legal.

V 2° Será apreendida, independentemente do local em que se encontre, a mercadoria
destinada a contribuinte que esteja com a sua inscrição no CCA suspensa, em processo de baixa,
baixada ou cancelada, só podendo ser liberada após a regularização cadastral e quitação do Auto de
Apreensão, observado o disposto nos incisos Ì, ÌÌ e ÌÌÌ do parágrafo 6° do art. 77, no parágrafo 3° do art.
144 e no art. 147.

Art. 134. A informação obrigatória da SEFAZ para a SUFRAMA, com vistas à comprovação do
internamento para o Fisco da unidade federada de origem, somente será fornecida relativamente às
mercadorias que tenham sido submetidas à vistoria física e ao desembaraço da documentação,
cumulativamente.

V 1° A SEFAZ poderá, a qualquer tempo, requerer da SUFRAMA o desinternamento de
mercadorias que não cumprirem a vistoria e desembaraço previstos no caput.

V 2° Para efeito de comprovação do internamento para o Fisco de origem, a SEFAZ deverá,
obrigatoriamente, excluir as mercadorias não vistoriadas e cuja documentação fiscal não tenha sido
desembaraçada, ainda que constante na relação dos internamentos da SUFRAMA.

Parágrafos 3º e 4º revogados peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

Redação originaI:
V 3º Na hipótese de mercadoria importada diretamente do exterior, a vistoria será feita mediante a emissão de
Documento de Ação Fiscal ÷ DAF, cuja cópia, que deverá ficar com o contribuinte, será o documento probatório de
sua realização.
V 4º Após a emissão e recebimento do DAF a que se refere o parágrafo anterior, o Agente Fiscal designado terá
quarenta e oito horas para a realização da vistoria e efetuar a entrega da cópia destinada ao contribuinte.

SUBSEÇÃO II
DO DESEMBARAÇO FISCAL

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 135 peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.
01.04

Art. 135. A documentação fiscal que acobertar a mercadoria ou a prestação de serviço de
transporte será, obrigatoriamente, submetida ao procedimento de desembaraço fiscal, inclusive pelo
sistema eletrônico.

Redação originaI:
Art. 135. A documentação fiscal que acoberta a mercadoria ou prestação de serviço de transporte será,
obrigatoriamente, submetida ao procedimento de desembaraço fiscal.

V 1° Constatada a inadimplência do contribuinte nessa ocasião, o desembaraço será efetivado
mediante a emissão da respectiva notificação para pagamento do imposto, ficando a documentação
retida até a comprovação do recolhimento.

V 2° A documentação fiscal de mercadorias ou serviços destinados a contribuinte em situação
cadastral suspensa, baixada, cancelada ou em processo de baixa não poderá ser desembaraçada,
observado o disposto nos parágrafos 1° e 2° do art. 133.

Nova redação dada ao V 3º peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 03.03.04

V 3º Somente será desembaraçado o Conhecimento de Transporte que indique um
destinatário, exceto quando se tratar de mídia gravada ou não.

Redação originaI do V 3º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
V 3° Somente será desembaraçado o Conhecimento de Transporte que indique um destinatário.

Parágrafo 4º acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

V 4º Não será exigido o Conhecimento de Transporte quando se tratar de remessa ou de
retorno simbólico de mercadorias.

Art. 136. Os estabelecimentos industriais ou comerciais que gozarem de exclusão ou redução
da exigência do imposto incidente sobre a operação de importação deverão apresentar documentos que
comprovem a sua regularidade para o gozo do benefício fiscal, quando solicitados pelo órgão fazendário
responsável pelo desembaraço.

Art. 137. Os documentos fiscais que acobertem mercadorias ou prestação de serviços de
transporte provenientes de outros Estados ou do exterior e que não estejam autenticados
eletronicamente e selados com o Selo Fiscal de Entrada, serão considerados inidôneos, vedada a
apropriação do crédito fiscal correspondente.

Art. 138. Também será obrigatório o desembaraço da documentação fiscal - mercadoria e
serviço de transporte - que acobertem as operações de saídas com destino a outro Município, Estado ou
para o exterior.

Parágrafo único. A critério do Fisco, e mediante a concessão de regime especial,
determinado contribuinte poderá ser dispensado do desembaraço prévio de que trata este artigo.

SEÇÃO III
DA FISCALIZAÇÃO DE MERCADORIA EM TRÂNSITO

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 139 peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de
1º.01.07

Art. 139. Ficam sujeitos à apreensão, pelos Auditores Fiscais de Tributos Estaduais, as
mercadorias, bens ou documentos fiscais em trânsito, bem como os existentes em estabelecimento
comercial, industrial ou produtor, que constituam prova material de infração à legislação tributária.

Redação originaI:
Art. 139. Ficam sujeitos a apreensão, pelos Fiscais de Tributos Estaduais e Ìnspetores Fiscais, os bens móveis
existentes em estabelecimento comercial, industrial ou produtor, ou em trânsito, que constituam prova material de in-
fração à legislação tributária, sem prejuízo da cobrança do imposto e acréscimos legais.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07.

V 1° São também competentes para efetuar a apreensão dos bens de que trata o caput deste
artigo, quando estiverem em trânsito no interior do Estado, outros funcionários da Secretaria da Fazenda
para isso designados pelo titular deste Órgão público.

Redação originaI:
V 1° É também competente para efetuar a apreensão, quando mercadorias ou bens e documentos fiscais em situação
irregular estiverem em trânsito, o Fiscal Auxiliar de Tributos Estaduais e, em relação ao interior do Estado, outros
funcionários da Secretaria da Fazenda para isso designados pelo titular deste Órgão público.

V 2º A apreensão poderá ser feita, ainda, quando:

Ì - transportadas ou encontradas mercadorias sem a via dos documentos fiscais que devam
acompanhá-las;
ÌÌ - encontradas as mercadorias em local diverso do indicado na documentação fiscal;
ÌÌÌ - o documento fiscal sujeito ao Selo Fiscal encontrar-se sem ele ou sem o número do
respectivo documento fiscal lançado sobre o Selo;
ÌV - houver evidência de fraude, relativamente aos documentos fiscais que acompanharem as
mercadorias em seu transporte ou no Selo Fiscal que conste nos referidos documentos;
V - estiverem as mercadorias em poder de pessoas que não provem, quando exigida, a
regularidade de sua inscrição no CCA, caso em que o Fisco poderá lacrar o local;
VÌ - independentemente do local em que se encontre, quando a mercadoria for destinada ou
remetida por contribuinte ou pessoa que não comprove sua regularidade perante a SEFAZ, inclusive nas
hipóteses de inscrição no CCA suspensa, baixada, em processo de baixa ou cancelada;
VÌÌ ÷ estiverem as mercadorias em poder de contribuinte habitualmente inadimplente com o
recolhimento do imposto;
VÌÌÌ ÷ as mercadorias ou bens em circulação, oriundas de outras unidades da Federação ou do
exterior, não estiverem com a respectiva documentação fiscal desembaraçada na SEFAZ;
ÌX ÷ as mercadorias ou bens em circulação, destinadas a outro Município, Estado ou exterior,
não estiverem com a respectiva documentação fiscal desembaraçada na SEFAZ, observado o disposto
no parágrafo único do artigo anterior.

V 3º Havendo prova ou suspeita fundada de que os bens do infrator se encontram em
residência particular ou estabelecimento de terceiros, serão promovidas, se necessário, buscas e
apreensões judiciais, sem prejuízo das medidas necessárias para evitar sua remoção clandestina.

V 4º As saídas de mercadorias destinadas a outro Município, unidade da Federação ou exterior
somente poderão ter iniciadas as operações se a Nota Fiscal relativa à saída e o respectivo
Conhecimento de Transporte forem previamente desembaraçados na repartição fiscal competente, sob
pena de apreensão.

Art. 140. Poderão também ser apreendidos livros, documentos e papéis que constituam
provas de infração à legislação tributária.

Nova redação dada ao parágrafo único peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de
1º.01.07

Parágrafo único. Quando se tratar de documentos e livros, deles será extraída cópia
autenticada, total ou parcial, fornecida pelo sujeito passivo, sendo competente para efetuar a liberação o
Departamento de Fiscalização.

Redação originaI:
Parágrafo único. Quando se tratar de documentos e livros, deles será extraída cópia autenticada, total ou parcial,
fornecida pelo sujeito passivo, sendo competente para efetuar a liberação a Subcoordenadoria da Fiscalização da
SEFAZ.

Art. 141. Da apreensão administrativa, será lavrado Auto de Apreensão, assinado pelo
detentor do bem apreendido ou, na sua ausência ou recusa, por duas testemunhas, e, ainda sendo o
caso, pelo depositário designado pela autoridade que fizer a apreensão.

Art. 142. Os bens apreendidos serão depositados em repartição pública.

V 1º Na impossibilidade da remoção da mercadoria e/ou objeto, ou quando sua guarda por
particular não for conveniente para a administração tributária, a autoridade fiscal pode incumbir de seu
depósito pessoa idônea.

V 2º Para efeito do parágrafo anterior, considera-se idônea a pessoa que:

Ì ÷ esteja em situação regular com suas obrigações tributárias;
ÌÌ - disponha de patrimônio e capacidade operacional necessários à realização de seu objetivo
social;
ÌÌÌ - cuja instalação de seu estabelecimento seja própria para a execução de sua atividade
econômica registrada na SEFAZ.

Nova redação dada ao V 3º peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

V 3º A remoção ou transferência do local depositado, de qualquer mercadoria ou objeto
apreendido, somente será efetuada se autorizada previamente pelo Departamento de Fiscalização da
SEFAZ.

Redação originaI:
V 3º A remoção ou transferência do local depositado, de qualquer mercadoria ou objeto apreendido, somente será
efetuada se autorizada previamente pela Subcoordenadoria de Fiscalização da SEFAZ.

V 4º Em qualquer caso de apreensão de mercadoria e/ou objeto, será lavrado o competente
Termo de Depósito.

Art. 143. No caso de irregularidade da situação das mercadorias que devam se expedidas por
empresas transportadoras, serão tomadas as medidas necessárias à retenção dos volumes, pela
mesma empresa, até que se proceda a verificação.

V 1º As empresas a que se refere este artigo, farão imediata comunicação da ocorrência ao ór-
gão fiscalizador do lugar de origem e aguardarão durante cinco dias úteis as providências respectivas.

V 2º Se a suspeita prevista neste artigo ocorrer na ocasião da descarga, a empresa
transportadora agirá pela forma indicada no final do caput e no parágrafo 1º.

Art. 144. A liberação das mercadorias apreendidas será autorizada:

Ì - em qualquer época, se o interessado, regularizando a situação, promover o recolhimento do
imposto, multas e acréscimos devidos;

Nova redação dada ao inciso II peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

ÌÌ ÷ no caso de apresentação de defesa tempestiva ao Auto de Apreensão, a critério do Diretor
de Fiscalização, ouvida a Gerência imediata do agente autuante e desde que o contribuinte cumpra o
disposto nas alíneas "a¨ ou "b¨ do inciso seguinte;

Redação originaI:
ÌÌ ÷ no caso de apresentação de defesa tempestiva ao Auto de Apreensão, a critério do Subcoordenador de
Fiscalização, ouvida a Gerência imediata do agente autuante e desde que o contribuinte cumpra o disposto nas
alíneas "a¨ ou "b¨ do inciso seguinte;

ÌÌÌ - após a lavratura do Auto de Ìnfração e Notificação Fiscal, lavrado em decorrência de
apreensão de mercadorias:

a) mediante caução em espécie, da importância equivalente ao valor exigido no Auto de
Ìnfração e Notificação Fiscal;
b) a requerimento do proprietário das mercadorias, seu transportador, remetente ou destina-
tário, que comprovem possuir estabelecimento fixo neste Estado e serem classificados, pelo Fisco,
como idôneos, observado o disposto nos incisos Ì, ÌÌ e ÌÌÌ do parágrafo 6° do art. 77, hipótese em que
ficará automaticamente responsável pelo pagamento do imposto, multas e demais acréscimos a que for
condenado o infrator, podendo ficar retidos os espécimes necessários ao esclarecimento do processo;
c) mediante o julgamento pela improcedência do Auto de Ìnfração e Notificação Fiscal;

ÌV ÷ na hipótese prevista no parágrafo único do art. 204, deste Regulamento.

V 1° A liberação prevista neste artigo somente poderá ser autorizada para entrega ao titular da
firma ou seu representante legal.

V 2° A mercadoria apreendida por ter sido destinada ou remetida por contribuinte com
inscrição suspensa, independentemente do local em que se encontre, somente poderá ser liberada após
a regularização cadastral da autuada e quitação do respectivo Auto de Apreensão ou Auto de Ìnfração e
Notificação Fiscal, observado o disposto no art. 147.

V 3° A mercadoria apreendida, por ter sido destinada ou remetida por contribuinte com
inscrição baixada, em processo de baixa, cancelada ou sem inscrição no CCA, somente será liberada
após a quitação do respectivo Auto de Apreensão e emissão de Nota Fiscal Avulsa com o destaque do
imposto normal e do cobrado por substituição tributária, se for o caso, para contribuinte em situação
regular, observado o disposto no art. 147.

Art. 145. Tratando-se de mercadoria de fácil deterioração, a sua retenção, após a apreensão,
poderá ser dispensada, consignando-se minuciosamente no Termo de Depósito, com a assinatura do
interessado, o estado da mercadoria e as faltas determinantes da apreensão.

Parágrafo único. O risco do perecimento natural ou da perda de valor da coisa apreendida é
do proprietário ou do detentor da mercadoria no momento da apreensão.

Art. 146. O abandono de mercadoria, pelo seu proprietário ou detentor, no ato da competente
apreensão, não acarretará qualquer responsabilidade ou obrigação de indenização por parte do Fisco.

Art. 147. As mercadorias ou bens que não forem retirados dentro de trinta dias, contados da
data da lavratura do Auto de Apreensão, considerar-se-ão abandonados, declarado o seu perdimento
por ato da Secretaria da Fazenda e serão vendidos em leilão, recolhendo-se o produto deste aos cofres
públicos, ou distribuídos a casas ou instituições de beneficência, ou, ainda, incorporados ao patrimônio
do Estado.

V 1° Na hipótese das mercadorias apreendidas serem de fácil deterioração, será declarado o
seu perdimento após setenta e duas horas, contados da apreensão, se outro prazo menor não for fixado
pelo apreensor à vista de sua natureza ou estado, se decorrido esse prazo o proprietário ou responsável
não houver satisfeito o pagamento do crédito tributário e indenizado a SEFAZ dos dispêndios efetuados
com o transporte e conservação dessas mercadorias.

V 2° Os produtos falsificados, adulterados ou deteriorados serão inutilizados logo após a
constatação desses fatos, lavrando-se o respectivo termo de ocorrência.

Art. 148. As mercadorias ou bens apreendidos que estiverem depositados em poder de
contribuintes que vierem a falir não serão arrecadados na massa, mas removidos para depósitos da
Secretaria da Fazenda ou a critério do Fisco.

SEÇÃO IV
DO LEILÃO E DA DISTRIBUIÇÃO

Art. 149. Findo o prazo previsto para a retirada das mercadorias de que trata o art. 147,
deverá ser iniciado o procedimento destinado a levá-las à venda em leilão público para pagamento do
imposto, da multa, dos juros, da atualização monetária e das despesas de apreensão, transporte e
conservação.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

V 1° A SEFAZ designará Comissão Especial de Leilão, composta por quatro representantes da
Secretaria Executiva da Receita e um da Secretaria Executiva da Administração, que terão as
atribuições disciplinadas por ato do Secretário da Fazenda.

Redação originaI:
V 1° A SEFAZ designará a Comissão Especial de Leilão, composta por quatro representantes da Coordenadoria de
Administração Tributária e um da Coordenadoria de Administração, que terão as atribuições disciplinadas por ato do
Secretário da Fazenda.

V 2° A mercadoria não será levada a leilão, se depois de avaliada pela repartição fiscal forem
constatadas as seguintes situações, hipótese em que deverá ser distribuída a casas ou instituições de
beneficência:

Ì ÷ se de fácil deterioração, após o decurso do prazo previsto no § 1°, do art. 147;
ÌÌ ÷ se o valor da avaliação for inferior ao custo do leilão acrescido das despesas de
apreensão, transporte e conservação.

V 3° Procedido o leilão, sem que seja arrematada, a mercadoria deve ser removida para
depósito próprio da SEFAZ, e lhe poderá ser dada a destinação prevista no art. 147.

Art. 150. A mercadoria apreendida somente poderá ser devolvida ou liberada mediante recibo
passado pela pessoa cujo nome figurar no Auto de Apreensão como seu proprietário ou detentor,
ressalvados os casos de mandato escrito e de prova inequívoca de propriedade feita por outrem.

Art. 151. A importância depositada para liberação da mercadoria apreendida ou o produto de
sua venda em leilão deverá ficar à disposição do Fisco até o término do processo administrativo, findo o
qual da referida importância será deduzido o valor total do crédito tributário e das despesas referidas no
art.149 e devolvido o saldo ao interessado, se houver, com seu valor atualizado, prosseguindo-se na
cobrança se o saldo for devedor.

CAPÍTULO XIII
DA ESCRITA FISCAL

SEÇÃO I
DA ESCRITA FISCAL

Art. 152. Os contribuintes do imposto ficam obrigados a manter escrita fiscal destinada ao
registro de suas operações ou prestações, conforme modelos de documentos e de livros fiscais, na
forma e nos prazos de emissão de documento e de escrituração de livros fiscais, estabelecidos neste
Regulamento.

V 1° A escrituração do imposto será feita nos documentos e nos livros fiscais, com a descrição
das operações ou prestações praticadas pelo contribuinte, na forma prevista neste Regulamento.

V 2° A escrituração é de exclusiva responsabilidade do contribuinte e está sujeita à posterior
homologação pela autoridade fiscal.

V 3° O contribuinte substituído que adquirir para revenda mercadorias já gravadas com o ÌCMS
devido por substituição tributária lançará nos livros fiscais Registro de Entradas e Registro de Saídas
somente os valores correspondentes às colunas Valor Contábil e Outras.

Art. 153. Além dos livros previstos no art. 260 deste Regulamento, a Secretaria da Fazenda
poderá instituir outros livros de utilização obrigatória, desde que necessários ao controle de fiscalização
das obrigações tributárias.

Art. 154. Salvo autorização do Fisco, é vedada a utilização de uma única escrita fiscal a
estabelecimentos diversos, da mesma ou de outra natureza, ainda quando situados num mesmo local e
pertencentes a um só contribuinte.

Art. 155. Para fins de fiscalização constituem instrumentos auxiliares à escrita fiscal, os livros
da escrita contábil e os demais documentos financeiros, previdenciários e trabalhistas.

Art. 156. Cada estabelecimento, seja matriz ou filial, depósito, agência ou representante, terá
escrituração fiscal própria, tendo cada um a obrigatoriedade de emissão de documentos fiscais e demais
obrigações acessórias próprias.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

V 1º Os livros obrigatórios de escrituração fiscal e os comprovantes de lançamentos neles
efetuados serão conservados até que ocorra a decadência ou a prescrição dos créditos tributários
decorrentes das operações ou prestações a que se refiram.

Redação originaI:
V 1° Os livros e os documentos que servirem de base à sua escrituração serão conservados, durante o prazo de cinco
anos, a contar do primeiro dia do exercício seguinte ao do fato gerador, nos próprios estabelecimentos, para serem
exibidos à Fiscalização, quando exigidos.

Parágrafo 2º revogado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

Redação originaI:
V 2° O prazo previsto no § 1° deste artigo interrompe-se por qualquer intimação ou notificação fiscal relacionada com
as operações ou prestações a que se refiram os livros ou os documentos, ou com os créditos tributários deles
decorrentes.

Art. 157. Será admitido, na escrituração dos livros, atraso de no máximo cinco dias
consideradas a data de emissão do documento fiscal, no caso de saída de mercadorias ou prestação de
serviço e a data de recebimento, no caso de entrada de mercadorias e prestações de serviços,
ressalvados os livros que tiverem prazos específicos.

Art. 158. A Secretaria de Fazenda poderá, a qualquer tempo, deixar de exigir a escrita fiscal,
desde que o volume das operações ou prestações, o porte do estabelecimento e os interesses do Fisco
assim o aconselhem.

SEÇÃO II
DO LEVANTAMENTO FISCAL E DO SISTEMA ESPECIAL DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO

SUBSEÇÃO I
DO LEVANTAMENTO FISCAL

Art. 159. O movimento real das saídas tributáveis, realizadas por estabelecimento pertencente
a qualquer contribuinte do ÌCMS, poderá ser apurado, em determinado período através de levantamento
fiscal, no qual serão utilizados os meios indicados neste Capítulo, bem como outros elementos
informativos, previstos na legislação.

Parágrafo único. O agente fiscal poderá ou não aceitar os resultados apurados pelas escritas
contábil e fiscal.

Art. 160. No levantamento fiscal, conforme caso sob análise, serão levados em conta:

Ì - o valor das entradas;
ÌÌ - o valor das mercadorias saídas ou dos serviços executados;
ÌÌÌ - os valores dos estoques inicial e final de mercadorias;
ÌV - o valor das despesas de frete, seguro e embalagem das mercadorias;
V - o valor dos encargos administrativos do estabelecimento;
VÌ ÷ o valor da receita e das despesas reconhecidas;
VÌÌ ÷ o lucro do estabelecimento;
VÌÌÌ ÷ o percentual de perda ou quebra no processo industrial.

V 1° Na falta dos elementos citados neste artigo, poderão ser levados em conta, a critério do
Fisco:

Ì - o período mais significativo da atividade do contribuinte;
ÌÌ - a situação locativa, instalações, horário de funcionamento e movimento do estabelecimento
analisado;
ÌÌÌ - a aplicação de coeficientes médios de lucros brutos, considerados sempre o ramo de
atividade, a localização e a categoria do estabelecimento os quais não poderão ser inferiores a vinte por
cento, bem como a aplicação de preços unitários para base de cálculo da tributação;
ÌV - os índices percentuais constantes da escrita fiscal, considerado o estoque inicial do
exercício e, ainda o estoque final registrado no livro de Registro de Ìnventário ou no arrolamento;
V - a comparação entre a movimentação econômica registrada na escrita fiscal do contribuinte
e a de estabelecimento similar, da mesma atividade, de porte e capacidade financeira igual ou
equiparada;
VÌ - demais elementos da atividade econômica do contribuinte, em confronto com a
movimentação econômica registrada na sua escrita fiscal;
VÌÌ ÷ outros elementos informativos.

V 2° Os coeficientes médios de lucros brutos, a que se refere o inciso ÌÌÌ do parágrafo anterior,
para as atividades comerciais, serão os fixados no Anexo ÌÌ, deste Regulamento.

V 3° Os coeficientes médios de lucro bruto para as demais atividades, a que se refere o inciso
ÌÌÌ do § 1°, serão:

Ì - prestadores de serviço de transporte: trinta por cento;
ÌÌ - prestadores de serviço de comunicação: trinta por cento;
ÌÌÌ - atividade comercial não prevista no Anexo ÌÌ, deste Regulamento: trinta por cento;
ÌV - atividades industriais: quarenta por cento.

V 4º Na impossibilidade de se determinar o montante real das operações de saídas de acordo
com as regras dos §§ 2 º e 3 º deste artigo, adotar-se-ão os critérios previstos no § 1
º
, do art. 44.

V 5° O levantamento fiscal referente a um determinado período poderá ser renovado sempre
que, comprovadamente, forem apurados elementos não considerados quando da sua elaboração.

V 6° Apurada a existência de receita cuja origem não seja comprovada ou suspeita de ser
fictícia ou graciosa, inclusive a representada por despesas realizada à descoberto, considera-se o
respectivo valor como saída de mercadorias em operação interna tributável e não registrada, sobre ela
exigindo-se o imposto correspondente e a penalidade cabível.

V 7º A perda ou quebra no processo industrial, de que trata o inciso VÌÌÌ do caput, será
considerada de acordo com o projeto aprovado pela SUFRAMA e Secretaria de Estado da Ìndústria e
Comércio e, na sua ausência, o percentual de três por cento.

Art. 161. É facultado à Fiscalização da Secretaria da Fazenda arbitrar o montante das
operações ou prestações realizadas pelo contribuinte, com base em elementos ponderáveis, como a
média técnica de produção ou de lucro, índices contábil-econômicos verificados de forma preponderante
no mesmo ramo de negócio e outros, quando:

Ì - for invalidada a escrita contábil do contribuinte, por ter ficado demonstrado conter vícios e
irregularidades que caracterizem sonegação do imposto;
ÌÌ - a escrita fiscal ou os documentos emitidos e recebidos contiverem omissões ou vícios que
evidenciem a sonegação do imposto, ou quando se verificar, positivamente, que as quantidades,
operações ou valores nos mesmos lançados, são inferiores aos reais;
ÌÌÌ - forem declarados extraviados os livros ou documentos fiscais, salvo se o contribuinte fizer
comprovação das operações e/ou prestações e de que sobre as mesmas pagou o imposto devido;
ÌV - o contribuinte ou responsável se negar a exibir livros e/ou documentos para exame, ou
quando, decorrido o prazo determinado, deixar de fazê-lo;
V - o contribuinte deixar de apresentar a SEFAZ, por período superior a seis meses, na forma
e no prazo estabelecido por este Regulamento, a Declaração da Apuração Mensal do ÌCMS;
VÌ - for constatado que o livro Registro de Ìnventário não está devidamente escriturado, ou
escriturado sem manter a uniformidade com a discriminação nas Notas Fiscais das mercadorias
entradas e saídas, hipótese em que o estoque final será arbitrado nos termos abaixo:

a) tratando-se de contribuinte com mais de um ano de atividade, considerar-se-á o montante
correspondente a trinta por cento sobre o total das entradas no período, adicionado do estoque inicial;
b) na hipótese de contribuinte com início de atividade no período a ser arbitrado, considerar-
se-á cinqüenta por cento das entradas do exercício;
c) se mais de cinqüenta por cento das entradas do contribuinte, ocorrerem no último
quadrimestre do exercício a ser arbitrado, será considerado o correspondente a cinqüenta por cento
sobre o total das entradas somadas ao estoque inicial;
d) não se aplicam os procedimentos aqui adotados, caso o contribuinte apresente estoque final
superior ao arbitrado.

Art. 162. O levantamento fiscal serve de base ao Auto de Ìnfração e Notificação Fiscal, no qual
serão exigidos o débito do imposto apurado e seus acréscimos legais.

SUBSEÇÃO II
DO SISTEMA ESPECIAL DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 163 peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de
1º.01.07

Art. 163. O contribuinte do ÌCMS poderá ser submetido, por ato da Secretaria Executiva da
Receita, ao Sistema Especial de Controle e Fiscalização e a sua vigência será estabelecida no próprio
ato.

Redação originaI:
Art. 163. O contribuinte do ÌCMS poderá ser submetido, por ato do Coordenador de Administração Tributária, ao
Sistema Especial de Controle e Fiscalização e a sua vigência será estabelecida no próprio ato.

V 1° Quando o contribuinte, reiteradamente, deixar de cumprir suas obrigações fiscais, e, em
casos especiais, a critério do Fisco, tendo em vista facilitar-lhe o cumprimento dessas obrigações, será
adotado o Sistema Especial referido neste artigo.

V 2° O Sistema Especial de que trata este artigo, consistirá na adoção, por prazo determinado,
das seguintes providências, objetivando persuadir o contribuinte ao cumprimento da legislação tributária:

Ì - plantão permanente de agentes de fiscalização nos estabelecimentos, armazéns, depósito
fechado, ou junto aos veículos utilizados pelo contribuinte;
ÌÌ - adoção de documentos ou livros suplementares, de modelos especiais;
ÌÌÌ - rigoroso controle das entradas e saídas de mercadorias ou serviços com a abertura e
conferência de todos os volumes;
ÌV - levantamento físico do estoque de mercadorias;
V - demais diligências fiscais para o perfeito conhecimento do movimento econômico do
contribuinte.

V 3° O contribuinte submetido ao Sistema Especial de Controle e Fiscalização ficará obrigado
a observar as normas determinadas, pelo período fixado no despacho que o instituir, podendo tais atos
serem alterados, agravados e atenuados a critério da autoridade competente.

V 4° Na saída de mercadorias ou execução de serviços, quando o contribuinte estiver
submetido ao Sistema Especial de Controle e Fiscalização, será obrigado a solicitar o "visto" dos
funcionários da fiscalização nos documentos fiscais de suas operações ou prestações, os quais serão
anotados pelos mesmos, diariamente, com o número e respectivo valor.

V 5° O estabelecimento do contribuinte submetido ao Sistema Especial de Controle e
Fiscalização não poderá abrir sua porta fora do horário legal de funcionamento, sem a presença dos
Agentes Fiscais incumbidos de exercer o citado regime.

V 6° Os Agentes Fiscais designados para permanecer no estabelecimento submetido ao
regime especial não poderão se afastar do mesmo durante as horas de funcionamento, sob pena de
responsabilidade.

V 7° Esgotado o prazo estabelecido para o Sistema Especial de Controle e Fiscalização, se
ficar provado que o contribuinte vinha lesando a Fazenda Estadual, em relação às prestações ou às
operações reais, será feita a fixação de seu movimento referente ao último semestre, que tomará por
base a média diária das vendas verificadas, exigindo-se o recolhimento do imposto e acréscimos legais,
através de Auto de Ìnfração, desprezados, para este fim, os períodos que, por qualquer motivo, sejam
considerados de vendas excepcionais.

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 164 peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de
1º.01.07

Art. 164. É facultado, ainda, ao Secretário Executivo da Receita, aplicar as seguintes sanções
ao contribuinte submetido ao Sistema Especial de Controle e Fiscalização:

Redação originaI:
Art. 164. É facultado, ainda, ao Coordenador de Administração Tributária aplicar as seguintes sanções ao contribuinte
submetido ao Sistema Especial de Controle e Fiscalização:

Ì - cobrança pelo órgão competente, em caráter prioritário, de todos os débitos fiscais;
ÌÌ - fixação de prazo especial e sumário para recolhimento dos tributos devidos;
ÌÌÌ - cancelamento de todos os favores tributários de que porventura goze o contribuinte;
ÌV ÷ fixar, com base na média apurada conforme o disposto no § 7° do artigo anterior, a
parcela de imposto a ser recolhido no semestre seguinte; prorrogável a critério do Fisco.

Art. 165. No caso de recusa, por qualquer forma, da imposição do Sistema Especial de
Controle e Fiscalização, os Agentes Fiscais são competentes para solicitar auxílio da autoridade policial
ou força pública estadual para o cumprimento da incumbência, sem prejuízo da lavratura do Auto de
Ìnfração e Notificação Fiscal por embaraço à Fiscalização.

Art. 166. O Sistema Especial de Controle e Fiscalização poderá ser adotado, a requerimento
do contribuinte, com a finalidade de esclarecer o montante das suas prestações ou operações
tributáveis, a correta emissão de documentos fiscais e a regularidade de estoque de mercadorias.

Art. 167. Por iniciativa da Secretaria da Fazenda ou a requerimento do interessado, poderá ser
suspenso o Sistema Especial de Controle e Fiscalização de que trata este Capítulo, ouvidos sempre os
órgãos técnicos fazendários.

CAPÍTULO XIV
DA AUTOMAÇÃO EMPRESARIAL

SEÇÃO I
DOS EQUIPAMENTOS DE CONTROLE FISCAL

Nova redação dada ao art. 168 peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Art. 168. Emissor de Cupom Fiscal ÷ ECF é o equipamento de automação comercial com
capacidade de emitir documentos fiscais e realizar controles de natureza fiscal referentes a operações
de circulação de mercadorias e prestações de serviços.

Redação originaI:
Art.168. São considerados Equipamentos de Controle Fiscal, a Máquina Registradora - MR, o Terminal Ponto de
Venda - PDV e o equipamento Emissor de Cupom Fiscal ÷ ECF ou outros que a legislação venha a acrescentar,
homologados pela COTEPE/ÌCMS e autorizados pela SEFAZ, destinados a registrar operação relativas à circulação
de mercadorias e prestação de serviços, utilizados por contribuintes do ÌCMS, nas operações de vendas a consumidor
através de Cupom Fiscal, Nota Fiscal de Venda a Consumidor, Bilhetes de Passagem e outros que venham a ser
assim considerados.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V 1º Somente o equipamento Emissor de Cupom Fiscal ÷ ECF abaixo definido, com
capacidade de identificar o produto, calcular o imposto por alíquotas e indicar a situação tributária da
mercadoria, poderá ser utilizado para uso fiscal:

Ì ÷ Emissor de Cupom Fiscal ÷ Máquina Registradora (ECF-MR), o ECF com funcionamento
independente de programa aplicativo externo, de uso específico, dotado de teclado e mostrador próprios;
ÌÌ ÷ Emissor de Cupom Fiscal ÷ Ìmpressora Fiscal (ECF-ÌF), o ECF implementado na forma de
impressora com finalidade específica, que recebe comandos de computador externo ou de Unidade
Autônoma de Processamento - UAP;
ÌÌÌ ÷ Emissor de Cupom Fiscal ÷ Terminal Ponto de Venda (ECF-PDV), o ECF que reúne em
um sistema único o equivalente a um ECF-ÌF e o computador que lhe envia comandos.

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
V 1° Somente o equipamento Emissor de Cupom Fiscal ÷ ECF, abaixo definido, com capacidade de identificar o
produto, calcular o imposto por alíquotas e indicar a situação tributária da mercadoria, poderá ser utilizado para uso
fiscal:
Ì - ECF ÷ MR: com funcionamento independente de programa aplicativo externo, de uso específico, dotado de teclado e
mostrador próprios;
ÌÌ ÷ ECF- ÌF: implementado na forma de impressora com finalidade específica, que recebe comando de programa
aplicativo externo;
ÌÌÌ ÷ ECF-PDV: reúne em sistema único o equivalente a um ECF-ÌF e o computador que lhe envia comandos.

Redação originaI:
V 1º Somente o equipamento Emissor de Cupom Fiscal ÷ ECF, ou outro que a legislação venha a especificar, poderá
ser autorizado para uso fiscal.

V 2º Revogado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Redação originaI:
V 2º A emissão de Cupom Fiscal por Máquina Registradora e Terminal Ponto de Venda será permitida apenas nos
estabelecimentos para os quais já tenham sido autorizados, respeitados os prazos fixados no art. 170.

Nova redação dada ao V 3º peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07

V 3º A eficácia, no Estado, de ato homologatório, de registro ou de termo descritivo funcional
para equipamento Emissor de Cupom Fiscal ÷ ECF, aprovado nos termos estabelecidos em acordos
celebrados com outros Estados, dependerá de ratificação da SEFAZ.

Redação anterior dada peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
V 3º A eficácia, no Estado, de ato homologatório ou de registro para equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF
emitido pela COTEPE/ÌCMS, dependerá de ratificação da SEFAZ.

Redação originaI:
V 3° A eficácia no Estado do Parecer de Homologação para Equipamento de Controle Fiscal emitido pela
COTEPE/ÌCMS dependerá de ratificação da SEFAZ.

Parágrafo 4º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

V 4º Unidade Autônoma de Processamento (UAP) é o equipamento eletrônico de
processamento de dados com capacidade de enviar comandos ao ECF-ÌF por meio de programa
aplicativo gravado em dispositivo interno de memória não volátil.

Parágrafo 5º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

V 5º O ECF deverá atender aos requisitos estabelecidos em Convênio específico celebrado
pelo CONFAZ, vigente na data da sua homologação, sem prejuízo do disposto no art. 172 e seus
parágrafos.

Parágrafo 6º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

V 6º O controle da utilização de ECF será feito por meio dos formulários/documentos previstos
na legislação tributária cujos modelos serão aprovados por ato da Secretaria da Fazenda.

SUBSEÇÃO I
DA OBRIGATORIEDADE DE USO DO ECF

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 169 peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Art. 169. Os estabelecimentos que exerçam a atividade de venda ou revenda de mercadorias
ou bens, ou de prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não
contribuinte do ÌCMS, estão obrigados ao uso de equipamento Emissor de Cupom Fiscal ÷ ECF.

Redação anterior dada ao .,5:9 do art. 169 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
Art. 169. O estabelecimento que exerça atividade de venda ou revenda de mercadorias ou bens, ou de prestação de
serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não contribuinte do ÌCMS, está obrigado ao
uso de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF.

Redação originaI:
Art. 169. Os estabelecimentos que exerçam atividade de venda, revenda de mercadorias ou bens a varejo e
prestadores de serviços a usuário final, estão obrigados ao uso de equipamento Emissor de Cupom Fiscal ÷ ECF.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V 1º O disposto neste artigo não se aplica:

Redação originaI:
§ 1° O disposto no caput não se aplica aos casos a seguir enumerados, hipótese em que será emitido outro
documento fiscal:

Nova redação dada ao inciso I peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Ì ÷ ao contribuinte, pessoa física ou jurídica, com receita bruta anual de até R$36.000,00 (trinta
e seis mil reais), com ou sem estabelecimento fixo ou permanente, portando o seu estoque de
mercadorias, com ou sem utilização de veículo, que exerça pessoalmente a atividade comercial varejista
na condição de barraqueiro, ambulante, feirante, mascate, tenda e similares.

Redação OriginaI:
Ì - por razões de força maior ou caso fortuito, tais como falta de energia elétrica, quebra ou furto do equipamento;

Nova redação dada ao .,5:9 do inciso II peIo Decreto 28.048/08, efeitos a partir de
12.11.06

ÌÌ - ao estabelecimento enquadrado como microempresa optante do Simples Nacional com
receita bruta anual igual ou inferior a R$ 150.000,00 (cento e cinqüenta mil reais), exceto quando:

Redação anterior dada peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
II - ao estabelecimento enquadrado como microempresa comercial na forma da Lei n° 2.827, de 29 de setembro de
2003 e com receita bruta anual igual ou inferior a R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais), exceto quando:

Redação OriginaI:
ÌÌ ÷ na entrega de mercadoria em domicílio de adquirente localizado em outro Município;

a) mantiver, no recinto de atendimento ao público, equipamento que possibilite o registro ou o
processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou prestação de serviços ou a
impressão de documento que se assemelhe ao cupom fiscal;

Nova redação dada à aIínea "b" peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

b) utilizar equipamento eletrônico destinado a viabilizar o pagamento da operação ou prestação
por meio de cartão de crédito, de débito ou similar;

Redação originaI:
b) utilizar equipamento eletrônico destinado a viabilizar o pagamento da operação ou prestação por meio de cartão de
crédito ou de débito automático em conta corrente;

c) explorar as atividades de auto-serviço, mercadinho, açougue e similares, farmácia e
drogaria, lanchonete, bar, restaurante e similares, padaria, comércio de material elétrico e de construção,
peças, partes e acessórios de máquinas e veículos, sapataria, confecção, armarinho e miudezas em
geral;

Nova redação dada ao inciso III peIo Decreto 31.173/11, efeitos a partir de 14.4.11

ÌÌÌ ÷ aos estabelecimentos de hotelaria, às concessionárias de veículos e de
telecomunicações, às cooperativas de produtores rurais e às prestações de serviço de transporte
público rodoviário regular de passageiros, interestadual e intermunicipal, quando emitirem todos os
documentos fiscais e escriturarem livros fiscais por sistema único ou integrado de processamento
eletrônico de dados ÷ PED, para todas as operações, autorizados nos termos do art. 188, ou àqueles
obrigados à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, modelo 55

Redação anterior dada ao inciso III peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06
ÌÌÌ - aos estabelecimentos de hotelaria, às concessionárias de veículos, às cooperativas de produtores rurais e às
prestadoras de serviço de transporte público rodoviário regular de passageiros, interestadual e intermunicipal, quando
emitirem todos os documentos fiscais e escriturarem livros fiscais por sistema único ou integrado de processamento
eletrônico de dados ÷ PED, para todas as operações, autorizados nos termos do art. 188.

Redação OriginaI:
ÌÌÌ ÷ nas operações de venda para entrega futura;

Incisos IV a XII revogados peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Redação originaI:
ÌV ÷ nas operações ou prestações destinadas a contribuintes do ÌCMS;

Redação anterior dada ao inciso V peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
V ÷ por usuário de sistema eletrônico de processamento de dados que emita exclusivamente Nota Fiscal, modelo 1 ou
1-A;

Redação originaI:
V ÷ por usuário de sistema eletrônico de processamento de dados que emita Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A;
VÌ ÷ nas operações ou prestações destinadas a outras unidades da Federação ou ao exterior;
VÌÌ - por contribuinte do ÌCMS enquadrado no regime de microempresa;
VÌÌÌ - nas operações com veículos sujeitos a licenciamento por órgão oficial;
ÌX - nas operações realizadas fora do estabelecimento;

Redação anterior dada ao inciso X peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
X ÷ nas operações e prestações praticadas por concessionárias ou permissionárias de serviço público relacionadas
com fornecimento de energia, de gás canalizado, de distribuição de água e serviço de telecomunicação;

Redação originaI:
X - nas operações e prestações praticadas por concessionárias ou permissionárias de serviço público;
XÌ ÷ nas prestações de serviço de transporte interestadual e intermunicipal de cargas;
XÌÌ - nas operações de saídas de aparelhos para telefonia celular.

Parágrafos 2° a 5º revogados peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06.

Redação originaI:
§ 2° A faculdade prevista no inciso V do parágrafo anterior não se aplica a contribuintes que explorem as atividades de
auto-serviço, lojas de departamentos, supermercados, açougues e similares, farmácias e drogarias, lanchonetes,
bares, restaurantes e similares, padarias, comércio de material elétrico e de construção, peças, partes e acessórios de
veículos, sapatarias, confecções, armarinhos e miudezas em geral;
§ 3° A critério da Secretaria da Fazenda, poderá ser autorizado o uso de ECF nas hipóteses previstas nos incisos V,
VÌÌ e ÌX, do § 1°.
§ 4° A obrigatoriedade de que trata o caput não se aplica a contribuinte localizado no interior do Estado com
faturamento anual inferior a R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais).
§ 5º Sem prejuízo da emissão do Cupom Fiscal:

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
Ì ÷ por exigência de legislação específica, o contribuinte emitirá Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A;
ÌÌ ÷ por solicitação do adquirente, o contribuinte emitirá Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, ou de acordo
com a natureza da operação, Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A

Redação originaI:
Ì ÷ por exigência de legislação federal, o contribuinte emitirá Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A;
ÌÌ ÷ por solicitação do adquirente, o contribuinte emitirá Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, ou a Nota
Fiscal, modelo 1 ou 1-A.

Parágrafo 6º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

V 6º Na hipótese de cassação da autorização para emissão de documento fiscal e escrituração
de livros fiscais por PED, os estabelecimentos a que se refere o inciso ÌÌÌ do §1
º
deverão atender ao
disposto no caput, no prazo de sessenta dias, contado da ciência da cassação.

Parágrafo 7º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

V 7º

O estabelecimento inscrito como microempresa que ultrapassar o valor previsto nos incisos
Ì e ÌÌ do § 1º, estando as atividades do contribuinte compreendidas nos incisos Ì e ÌÌ do art. 169-A e não
alcançadas pelas ressalvas dos incisos Ì, ÌÌ e ÌÌÌ do § 1º e do art. 169-B, estará obrigado ao uso do ECF
após sessenta dias da data que ultrapassar o referido valor.

Artigo 169-A acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 169-A. É obrigatória a emissão de documento fiscal por equipamento Emissor de Cupom
Fiscal ÷ ECF, observado o disposto no §1
º
do art.169:

Ì ÷ na operação de venda à vista ou a prazo, de mercadoria ou bem, inclusive restaurante, bar
e similares;
ÌÌ ÷ na prestação de serviço de transporte público rodoviário regular de passageiro,
interestadual e intermunicipal.

Artigo 169-B acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 169-B. Nas situações abaixo descritas o contribuinte usuário de ECF deverá emitir:

Ì ÷ Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, preenchida manualmente, para
comprovação de saída de mercadoria:

a) na hipótese de ocorrência de anormalidade, tais como: falta de energia, quebra ou furto do
ECF ou em qualquer caso que impeça o seu funcionamento e haja impossibilidade de sua substituição,
observado o disposto nos art. 91 e 93;
b) por determinação do fisco, em procedimento de verificação, vistoria ou auditoria dos ECF e
dos sistemas utilizados pelo contribuinte;
c) na hipótese do art. 366 do RÌCMS/99, quando a operação de venda realizada fora do
estabelecimento se destinar a consumidor final não-contribuinte do imposto.

ÌÌ ÷ Bilhete de Passagem Rodoviário, modelo 13, preenchido manualmente, para comprovação
da prestação do serviço de transporte rodoviário de passageiro:

a) na hipótese de ocorrência de anormalidade, tais como: falta de energia, quebra ou furto do
ECF ou em qualquer caso que impeça o seu funcionamento e haja impossibilidade de sua substituição,
observado o disposto nos art. 91 e 93;
b) por determinação do fisco, em procedimento de verificação, vistoria ou auditoria dos ECF e
dos sistemas utilizados pelo contribuinte;
d) quando a emissão do documento fiscal ocorrer no interior do veículo utilizado para a
prestação do serviço;
e) quando a emissão do documento fiscal ocorrer em locais onde é diminuta a quantidade de
documentos emitidos, assim considerados aqueles nos quais são emitidos até 100 (cem) documentos
por dia.

ÌÌÌ - Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A:

a) para acobertar operações de transferência e de devolução de mercadoria;
b) para documentar estorno de crédito, nos casos de mercadorias deterioradas, inutilizadas,
roubadas ou destinadas a consumo ou utilização no próprio estabelecimento;
c) na hipótese do art. 366, quando a operação de venda realizada fora do estabelecimento se
destinar a contribuinte do imposto;
d) nas operações destinadas a contribuinte do ÌCMS ou órgão público;
e) nas operações interestaduais e com o exterior;
f) nas operações de venda para entrega futura, quando houver emissão a emissão da nota
fiscal de simples faturamento;
g) nas operações com veículos sujeitos a licenciamento por órgão oficial;
h) nas operações realizadas fora do estabelecimento;
i) nas operações promovidas com diferimento ou suspensão;
j) nas operações com mercadorias destinadas a integrar o ativo permanente de pessoa jurídica;
k) nas operações realizadas com empresa seguradora ou de construção civil.

ÌV ÷ Documento fiscal específico:

a) nas operações e prestações praticadas por concessionárias ou permissionárias de serviço
público relacionadas com fornecimento de energia elétrica, de gás canalizado, fornecimento e
distribuição de água e prestação de serviços de comunicação;
b) nas prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal de cargas e valores.

Artigo 169-C acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 169-C. É facultado aos contribuintes dispensados do uso de ECF requerer autorização
para uso do equipamento, para acobertarem as operações ou prestações que realizarem, hipótese em
que deverão observar as disposições da legislação tributária de regência.

Parágrafo único. Na hipótese do caput, para a emissão de documento fiscal por ECF no
interior do veículo utilizado na prestação de serviço de transporte público rodoviário de passageiros
interestadual e intermunicipal, deverá ser utilizado equipamento adequado para este fim e dotado de
dispositivo de armazenamento de Memória de Fita-Detalhe e com capacidade de emissão do documento
Mapa Resumo de Viagem.

Nova redação dada ao .,5:9 do artigo 169-D peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de
1º.1.07

Art. 169-D. Será obrigatória, a partir de 1º de janeiro de 2008, a utilização de ECF nos
estabelecimentos em que o contribuinte exerça a atividade de prestador de serviços de transporte
rodoviário intermunicipal e interestadual de passageiros.

Redação anterior do .,5:9do art. 169-D acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
Art. 169-D. Para os estabelecimentos indicados a seguir, a utilização de ECF será obrigatória a partir de 1º de janeiro
de 2007:

Incisos I e II revogados peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

Redação anterior dos incisos acrescentados peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
Ì ÷ estabelecimento no qual o contribuinte exerça a atividade de prestador de serviço de transporte rodoviário de
passageiros intermunicipal e interestadual;
ÌÌ ÷ estabelecimento inscrito como microempresa, na hipótese de exceção prevista no inciso ÌÌ do §1º do art. 169.

Art. 170. Revogado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
Art. 170. O cumprimento da obrigatoriedade de que trata o artigo anterior será exigida a partir das seguintes datas:

Redação originaI:
Art. 170. A obrigatoriedade de que trata o artigo anterior obedecerá aos seguintes prazos:
Ì ÷ imediatamente, para os que estão iniciando suas atividades;

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
ÌÌ ÷ após 1º de janeiro de 2001, para os contribuintes:
a) não usuários de equipamento Emissor de Cupom Fiscal;
b) usuários de Máquina Registradora e Terminal Ponto de Venda ÷ PDV que não possuam memória fiscal;
c) usuários de Máquina Registradora e Terminal Ponto de Venda - PDV, com memória fiscal.

Redação anterior dada peIo Decreto 20.858/00, efeitos a partir de 12.04.00 até 30.06.00:
ÌÌ ÷ Até 30 de junho de 2000 para os contribuintes:
a) não usuários de equipamento Emissor de Cupom Fiscal;
b) usuários de Máquina Registradora e Terminal Ponto de Venda ÷ PDV que não possuam memória fiscal;

Redação originaI:
ÌÌ - até 31 de março de 2000, para os contribuintes:
a) não usuários de equipamento Emissor de Cupom Fiscal;
b) usuários de Máquina Registradora e Terminal Ponto de Venda ÷ PDV que não possuam memória fiscal;

Redação originaI:
ÌÌÌ - até 31 de dezembro de 2000, para os usuários de Máquina Registradora e Terminal Ponto de Venda ÷ PDV, com
memória fiscal.

Redação anterior dada ao parágrafo único peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
Parágrafo único. A partir da data fixada no inciso ÌÌ, os documentos emitidos por esses equipamentos serão
considerados inidôneos para os efeitos fiscais.

Redação originaI:
Parágrafo único. Após os prazos fixados nos incisos ÌÌ e ÌÌÌ, os documentos emitidos por esses equipamentos serão
considerados inidôneos para os efeitos fiscais.

SUBSEÇÃO II
DA AUTORIZAÇÃO DE USO

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 171 peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.
01.07

Art. 171. A autorização para uso de ECF, destinado ao controle das operações e prestações
realizadas por contribuinte do ÌCMS, somente poderá ser concedida a equipamento devidamente
homologado nos termos estabelecidos em acordos celebrados com outros Estados e configurado
conforme os parâmetros previstos em seu ato homologatório.

Redação anterior dada ao .,5:9do art. 171 peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
Art. 171. A autorização para uso de ECF destinado ao controle das operações e prestações realizadas por contribuinte
do ÌCMS, somente poderá ser concedida a equipamento devidamente homologado/registrado pela COTEPE/ÌCMS ou
homologado nos termos do Protocolo ÌCMS nº 16/04, de 02 de abril de 2004, e configurado conforme os parâmetros
previstos em seu Ato Homologatório/Ato de Registro.

Redação anterior dada ao .,5:9 do art. 171 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01:
Art. 171. A utilização, no recinto de atendimento ao público, de equipamento que possibilite o registro ou o
processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviços somente será
admitida se integrar o ECF, de acordo com a autorização concedida pela Secretaria da Fazenda.

Redação originaI:
Art. 171. A utilização, no recinto de atendimento ao público, de equipamento que possibilite o registro ou o
processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviços somente será
admitida quando estiver autorizada pela SEFAZ.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V 1º O ECF somente poderá ser utilizado após autorização expedida pelo fisco

Redação originaI:
§ 1° A utilização de equipamentos sem a autorização a que se refere o caput, ou que não satisfaça os requisitos
legais, constitui presunção de má-fé, devendo o equipamento ser apreendido pela SEFAZ e utilizado como prova de
infração à legislação tributária, podendo ser mantido em poder da autoridade competente até a conclusão do devido
processo legal, sem prejuízo das demais sanções cabíveis.

V 2° Revogado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Redação originaI:
§ 2° O equipamento apreendido que não for retirado no prazo e na forma prevista no art. 147 estará sujeito à
incorporação ao patrimônio do Estado ou inutilizado, a critério do Secretário de Estado da Fazenda.

Parágrafo 3º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V 3º

A autorização para o uso fiscal de Unidade Autônoma de Processamento ÷ UAP, somente
será concedida se atender as disposições da legislação tributária de regência.

Parágrafo 4º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V 4º A autorização para uso de ECF é específica por estabelecimento e individualizada por
ECF, sendo vedada sua utilização por estabelecimento diverso do autorizado, ainda que pertencente ao
mesmo titular.

Nova redação dada ao V 5º peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

V 5º A autorização de ECF do tipo MR somente será concedida a contribuinte inscrito como
microempresa no Cadastro de Contribuintes do Estado do Amazonas ÷ CCA, exceto quando, mesmo
isoladamente, enquadrar-se nas situações descritas no art. 169, §1º, ÌÌ , hipótese em que estará obrigado
ao uso de ECF do tipo PDV ou Ìmpressora Fiscal.

Redação originaI do V 5º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
V 5º A autorização de ECF do tipo MR somente será concedida a contribuinte inscrito como microempresa no Cadastro
de Contribuintes do Estado do Amazonas ÷ CCA.

Parágrafo 6º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V 6º As autorizações relativas a ECF-PDV e ECF-ÌF interligado a computador, somente
poderão ser concedidas se o programa aplicativo fiscal a ser utilizado pelo contribuinte atender aos
requisitos estabelecidos em ato da Secretaria de Estado da Fazenda.

Parágrafo 7º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V 7º O fisco poderá, a seu critério, autorizar o uso de equipamento do tipo ECF-PDV ou ECF-ÌF
para sistemas onde o registro das operações ou prestações realizadas não é impresso no cupom fiscal
de forma concomitante ao comando enviado para o registro no dispositivo utilizado para visualização das
operações, desde que o contribuinte usuário atenda as disposições da legislação de regência da
matéria.

Nova redação dada ao art. 172 peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Art. 172. O ECF autorizado pelo fisco receberá o Certificado de Registro contendo um número
de controle denominado Registro SEFAZ que deverá ser impresso no clichê de todos os documentos
por ele emitidos.

Redação originaI:
Art. 172. O Equipamento de Controle Fiscal, autorizado pela Secretaria da Fazenda, receberá o Certificado de
Registro com número de controle, denominado Registro/SEFAZ, que deverá ser impresso em todos os documentos
por ele emitidos.

Parágrafo 1º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V 1º O Registro SEFAZ está vinculado à inscrição do contribuinte usuário no Cadastro de
Contribuintes do Estado do Amazonas - CCA e ao número de fabricação do ECF.

Parágrafo 2º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V 2º O prazo de validade do Certificado de Registro é de 03 (três) anos.

Parágrafo 3º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

V 3º O Certificado de Registro deverá ser afixado no ECF de forma visível ao público.

Parágrafo único revogado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Redação originaI:
Parágrafo único. O Certificado de Registro deverá ser afixado no equipamento de forma visível ao público.

Artigo 172-A acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Art. 172-A. O ECF autorizado para uso fiscal deverá ser lacrado por empresa credenciada a
intervir em ECF nos termos do art. 187-E, com lacre fabricado por estabelecimento habilitado pela
SEFAZ.

Art. 173. Revogado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Redação originaI:
Art. 173. É vedado o uso ou transferência de Equipamento de Controle Fiscal para estabelecimento diverso daquele
para qual foi autorizado pelo Fisco.

Subseção renomeada peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

SUBSEÇÃO III
DO PEDIDO, DA REVALIDAÇÃO, DA ALTERAÇÃO, DA CESSAÇÃO E DO
CANCELAMENTO DA AUTORIZAÇÃO DE USO DE ECF

Redação originaI:
DO PEDIDO, REVALIDAÇÃO, ALTERAÇÃO OU CESSAÇÃO DE USO DE EQUIPAMENTO DE CONTROLE
FISCAL

Nova redação dada ao art. 174 peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 174. O uso, a revalidação, a alteração e a cessação de uso de ECF, será requerido pelo
contribuinte ao fisco, em formulário próprio e individualizado em relação a cada ECF, acompanhado dos
documentos e na forma prevista na legislação tributária de regência.

Parágrafo único. O pedido de alteração de uso deverá ser requerido em um único processo
nos seguintes casos:

Ì ÷ troca de programa aplicativo fiscal ou do equipamento UAP, no caso de ECF-MR interligado
a computador, ECF-PDV ou ECF-ÌF;
ÌÌ ÷ alteração de ECF - MR não interligado para interligado;
ÌÌÌ ÷ substituição do técnico responsável pelo programa aplicativo fiscal ou a troca de sua
versão, inclusive a do programa gravado na UAP;
ÌV ÷ implantação do uso de cartão de crédito ou de débito como meio de pagamento realizado
através de transferência eletrônica de dados;
V ÷ mudança de endereço da localização do computador que controla as funções do sistema
de gestão do estabelecimento e armazena os bancos de dados utilizados (servidor principal de controle
central).

Redação originaI:
Art. 174. O pedido de Uso, Revalidação, Alteração ou Cessação de Uso deve ser solicitado ao setor competente da
Secretaria da Fazenda, em formulário denominado Pedido de Uso ou Cessação de Uso de Equipamento de Controle
Fiscal, acompanhado dos documentos exigidos em legislação específica.

Redação originaI do V 1º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01:
§ 1° O pedido de uso deverá ser instruído com identificação dos produtos a serem comercializados, da situação
tributária e das alíquotas a serem aplicadas, bem como a declaração conjunta do contribuinte usuário e do responsável
pelos programas aplicativos, garantindo a conformidade com as disposições deste Regulamento.

Redação originaI:
Parágrafo único. O pedido de uso deverá ser instruído com declaração conjunta do contribuinte usuário e do
responsável pelos programas aplicativos, garantindo a conformidade com as disposições deste Regulamento.

Parágrafo 2º revogado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Redação originaI do V 2º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01:
V 2° Na salvaguarda de seus interesses, o Fisco poderá impor restrições ou impedir a utilização de equipamento ECF.

Nova redação dada ao art. 175 peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 175. O contribuinte usuário de ECF deverá requerer ao fisco, a Revalidação de Uso de
ECF a cada 3 (três) anos, observado o prazo de validade do Certificado de Registro.

Redação originaI:
Art. 175. O usuário deverá formular pedido de revalidação do Certificado de Registro do Equipamento de Controle
Fiscal a cada 3 (três) anos.

Subseção III-A, com os arts. 175-A a 175-J, acrescentada peIo Decreto 25.610/06, efeitos
a partir de 1º.1.06

SUBSEÇÃO III-A
DAS CONDIÇÕES GERAIS DE USO DE ECF

Artigo 175-A acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 175-A. A autorização de uso de ECF será cancelada pelo fisco nos casos previstos na
legislação tributária de regência.

Parágrafo único. Poderá ainda, a critério do fisco, ser aplicado o sistema especial de controle
e fiscalização previsto no art. 163, ao contribuinte usuário submetido ao cancelamento previsto no caput.

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 175-B peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de
1º.1.07

Art. 175-B. Para ser autorizado o uso fiscal de ECF ou de UAP, o equipamento deverá estar
devidamente registrado e homologado nos termos estabelecidos em acordos celebrados com outros
Estados e configurado conforme os parâmetros previstos em seus atos de homologação.

Redação originaI do art. 175-B acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
Art. 175-B. Para ser autorizado o uso fiscal de ECF ou de UAP, o equipamento deverá estar devidamente registrado e
homologado pela COTEPE/ÌCMS e configurado conforme os parâmetros previstos em seus atos de registro e
homologação.

Parágrafo único. Na salvaguarda de seus interesses, o fisco poderá impor restrições ou
impedir a utilização de equipamento ECF ou de UAP, sempre que for verificada, tanto a nível de
programação (software) quanto de construção do equipamento (hardware), a possibilidade de prejuízos
aos controles fiscais.

Artigo 175-C acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Art. 175-C. O contribuinte usuário de ECF, exceto no caso de ECF-MR sem capacidade de
comunicação com computador, deverá gerar, manter no estabelecimento pelo prazo decadencial e
fornecer ao fisco quando solicitado, arquivo eletrônico conforme leiaute estabelecido no Manual de
Orientação do Convênio ÌCMS 57/95, de 28 de junho de 1995, ou outro que venha a substituí-lo.

V 1
o
O arquivo eletrônico previsto no caput deverá conter, no mínimo, os seguintes tipos de
registros:

Ì - tipo 10 ÷ registro mestre do estabelecimento, destinado à identificação do estabelecimento
informante;
ÌÌ - tipo 11 ÷ dados complementares do informante;
ÌÌÌ - tipo 50 ÷ registro de total de Nota Fiscal, modelos 1 e 1-A referente às operações de
entrada e saída de mercadorias, destinado a especificar as informações de totalização do documento
fiscal relativamente ao ÌCMS;
ÌV - tipo 54 ÷ registro dos produtos constantes nas Notas Fiscais a que se refere o item
anterior;

V - tipo 60 ÷ devem ser gerados para cada equipamento:
a) registro tipo 60 ÷ Mestre (60M): identificador do equipamento;
b) registro tipo 60 ÷ Analítico (60A): identificador de cada Situação Tributária no final do dia de
cada equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF);
c) registro tipo 60 ÷ Resumo Diário (60D): registro de mercadoria, produto ou serviço constante
em documento fiscal emitido por Terminal Ponto de Venda (PDV) ou equipamento Emissor de Cupom
Fiscal (ECF);
d) registro tipo 60 ÷ Ìtem (60Ì): item do documento fiscal emitido por Terminal Ponto de Venda
(PDV) ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF);
e) registro tipo 60 ÷ Resumo Mensal (60R): registro de mercadoria, produto ou serviço
processado em equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF);

VÌ - tipo 61 ÷ registro de Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2 ou de Bilhete de
Passagem, modelo 13, destinado a informar as operações ou prestações realizadas com esses
documentos;

Nova redação dada ao inciso VII peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

VÌÌ - tipo 61 ÷ Resumo Mensal por Ìtem (61R): registro de mercadoria/produto ou serviço
comercializados através de Nota Fiscal de Venda a Consumidor não emitida por ECF;

Redação originaI do inciso VII acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06.
VÌÌ - tipo 75 ÷ registro de código de produto ou serviço;

Nova redação dada ao inciso VIII peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

VÌÌÌ - tipo 75 ÷ registro de código de produto ou serviço;

Redação originaI do inciso VIII acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
VÌÌÌ - tipo 90 ÷ registro de totalização do arquivo, destinado a fornecer dados indicando a quantidade de registros
informados.

Inciso XIX acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

XÌX - tipo 90 ÷ registro de totalização do arquivo, destinado a fornecer dados indicando a
quantidade de registros informados.

V 2
o
A entrega do arquivo eletrônico de que trata o § 1.
o
, observado o disposto no § 3.
o
, será
realizada, mensalmente, através de sua transmissão, via internet, para a Secretaria de Estado da
Fazenda, até o dia quinze do mês subseqüente ao das operações e prestações, devendo o contribuinte
verificar a consistência do arquivo, gerar a mídia e transmiti-la, utilizando-se da versão do programa
validador SÌNTEGRA e do programa transmissor TED.

V 3º O registro tipo 60 ÷ Ìtem (60Ì) será transmitido ao fisco, mediante intimação específica.

V 4º

O arquivo eletrônico relativo aos documentos emitidos por PED, deverão observar o
disposto no Convênio ÌCMS 57/95, ou outro que venha a substituí-lo.

Parágrafo 5º acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

O O prazo de que trata o § 5º foi prorrogado até 1º.01.08 pelo Convênio ÌCMS 131/06.

V 5º Em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2007, a geração, o
armazenamento e o envio de arquivos em meio digital relativos a documentos fiscais, livros fiscais,
lançamentos contábeis, demonstrações contábeis, documentos de informações econômico-fiscais e
outros dados de interesse do Fisco, deverão observar o disposto no Ato COTEPE/ÌCMS 35, de 5 de julho
de 2005.

Artigo 175-D acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Art. 175-D. O contribuinte usuário de ECF-ÌF, ECF-PDV ou ECF-MR interligado, deverá
fornecer ao fisco, quando solicitado, as senhas, manuais de aplicativos e sistemas operacionais e formas
de desbloqueio de áreas de disco, que possibilite acesso irrestrito a todas as telas, funções e comandos
do sistema de gestão do estabelecimento.

Nova redação dada ao artigo 175-E peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Art. 175-E. O contribuinte usuário de ECF dotado de Memória de Fita - Detalhe deverá, até 31
de janeiro de cada ano, reproduzir em arquivo eletrônico todos os dados armazenados neste dispositivo
no exercício anterior.

Parágrafo único. O arquivo eletrônico previsto no caput, deverá ser mantido, pelo prazo
decadencial ou prescricional, no estabelecimento usuário, e ser apresentado ao fisco, quando solicitado.

Redação originaI do art. 175-E acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
Art. 175-E. O contribuinte usuário de ECF dotado de Memória de Fita - Detalhe deverá, até 31 de janeiro de cada ano,
reproduzir em arquivo magnético todos os dados armazenados neste dispositivo no exercício anterior.
Parágrafo Único. O arquivo magnético previsto no caput, deverá ser mantido, pelo prazo decadencial, no
estabelecimento usuário, e ser apresentado ao fisco, quando solicitado.

Artigo 175-F acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Art. 175-F. Todos os documentos destinados ao fisco, emitidos por ECF com mecanismo
impressor térmico, devem ser armazenados e manuseados observando-se as condições estabelecidas
pelo fabricante quanto a sua conservação e as disposições do Convênio ÌCMS 85/01, de 28 de setembro
de 2001.

Parágrafo único. A perda das informações contidas nos documentos emitidos pelo ECF com
mecanismo impressor térmico, em decorrência da não observância do disposto no caput, sujeitará o
contribuinte usuário ao arbitramento da base de cálculo do imposto, nos termos do art. 161.

Artigo 175-G acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Art. 175-G. Sempre que ocorrer anormalidade que impeça o funcionamento do ECF, sob pena
de arbitramento dos valores perdidos em função do defeito, o contribuinte usuário deverá atender as
disposições da legislação tributária de regência.

Artigo 175-H acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

O O Conv. ÌCMS 85/01 foi substituído pelo Conv. ÌCMS 009/09, a partir de 1º.5.09

Art. 175-H. A bobina de papel para uso em ECF deverá atender aos requisitos estabelecidos
na Cláusula nonagésima do Convênio ÌCMS 85/01, de 28 de setembro de 2001, ou outro que venha a
substituí-lo, observado as disposições da legislação tributária de regência.

Artigo 175-I acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Art. 175-I. Ponto de Venda é o local no recinto de atendimento ao público, onde se encontra
instalado o ECF no estabelecimento do contribuinte usuário.

Parágrafo único. O Ponto de Venda deverá ser composto de:

Ì ÷ ECF, exposto ao público;
ÌÌ - dispositivo de visualização pelo consumidor do registro das operações ou prestações
realizadas;

Nova redação dada ao inciso III peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

ÌÌÌ - equipamento eletrônico de processamento de dados utilizado para comandar a operação
no caso de ECF-ÌF, observado o disposto nos art. 171, §3º e 187-V.

Redação originaI do inciso III acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
ÌÌÌ - equipamento eletrônico de processamento de dados utilizado para comandar a operação no caso de ECF-ÌF.

Artigo 175-J acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Art. 175-J. Fica vedado o uso no recinto de atendimento ao público, de equipamento destinado
exclusivamente ao controle interno do estabelecimento, bem como de qualquer outro que emita
documento que possa ser confundido com documento fiscal emitido por ECF.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07

V 1º A utilização, no recinto de atendimento ao público, de equipamento que possibilite o
registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou a prestação de
serviços somente será admitida quando integrar o ECF e desde que seja autorizado pelo fisco.

Redação originaI do V 1º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
V 1º

A utilização, no recinto de atendimento ao público, de equipamento que possibilite o registro ou o processamento
de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviços somente será admitida quando
integrar o ECF e desde que seja autorizado pelo fisco, ou quando utilizado na forma prevista no inciso ÌÌ do art. 186.

V 2º A utilização de equipamentos sem a autorização a que se refere o §1
º
ou que não satisfaça
os requisitos legais, constitui presunção de má fé, devendo o equipamento ser apreendido pelo fisco e
utilizado como prova de infração à legislação tributária, podendo ser mantido em poder da autoridade
competente até a conclusão do devido processo legal, sem prejuízo das demais cominações legais.

V 3º O equipamento apreendido que não for retirado no prazo e na forma prevista no artigo 147
estará sujeito à incorporação ao patrimônio do Estado ou inutilizado, a critério do fisco.

Artigos 176 a 187 revogados peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Redação originaI:
Art. 176. O contribuinte usuário formulará pedido de alteração de uso nos seguintes casos:
Ì - alteração nos dados cadastrais do estabelecimento;
ÌÌ - modificação nos procedimentos ou especificações do equipamento autorizado.
Art. 177. Na cessação de uso, o contribuinte deve solicitar a baixa do registro do equipamento na SEFAZ.
V 1º Quando se tratar de encerramento de atividade, o contribuinte usuário deverá apresentar o Pedido de Cessação
de Uso de Equipamento de Controle Fiscal juntamente com o pedido de baixa de inscrição estadual.
V 2º O equipamento que teve solicitado o seu pedido de Cessação de Uso, somente poderá ser deslacrado e removido
do estabelecimento para o qual foi autorizado, após o deferimento do pedido pela Secretaria da Fazenda.
V 3º Deverá, também, ser solicitada cessação de uso do equipamento nos seguintes casos:
Ì ÷ substituição da Memória Fiscal, hipótese em que a Memória antiga deverá ser entregue à SEFAZ;
ÌÌ - alteração do número do CCA.
Art. 178. Para os pedidos previstos no art. 174, será apresentado, em relação a cada equipamento, processo em
separado, ainda que pertencente ao mesmo estabelecimento requerente.

SUBSEÇÃO IV
DO CREDENCIAMENTO
Art. 179. Poderão ser credenciados pela Secretaria da Fazenda com a finalidade de garantir o funcionamento e a
inviolabilidade do Equipamento de Controle Fiscal, bem como para efetuar qualquer intervenção técnica nesses
equipamentos:
Ì - o fabricante;
ÌÌ - o importador;
ÌÌÌ - outro estabelecimento possuidor de Atestado de Capacitação Técnica fornecido pelo fabricante ou importador da
respectiva marca.
V 1º Somente poderá ser credenciado, para intervir em Equipamento de Controle Fiscal, o estabelecimento inscrito no
Cadastro de Contribuintes do Estado do Amazonas e que atenda aos requisitos previstos na legislação específica.
V 2º O pedido de credenciamento deverá ser formulado através de requerimento, acompanhado da documentação
indicada pelo Fisco, bem como da apresentação do respectivo equipamento para análise.
V 3º O atestado a que se refere o inciso ÌÌÌ do caput deverá ser fornecido, também, ao técnico vinculado do
estabelecimento interessado.
V 4º O Atestado de Capacitação Técnica deverá conter, no mínimo:
Ì ÷ nome do estabelecimento credenciado, endereço, CNPJ/MF e CCA;
ÌÌ ÷ nome do técnico habilitado, número da carteira de identidade e CPF;

Nova redação dada ao inciso III, peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
ÌÌÌ ÷ tipo e modelo do equipamento;

Redação originaI:
III ÷ marca e modelo do equipamento de controle fiscal.

Incisos IV, V, VI e VII acrescentados peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
ÌV ÷ prazo de validade;
V ÷ declaração de que a empresa credenciada trabalhará sob a supervisão direta do departamento técnico do
fabricante;
VÌ ÷ declaração de que o Atestado perderá validade sempre que o técnico indicado no inciso ÌÌ deixar de estar
vinculado à empresa credenciada ou de participar de programa de treinamento ou reciclagem mantido pela empresa;
VÌÌ ÷ declaração de que o fabricante assume responsabilidade pelas intervenções realizadas pela empresa
credenciada.

Redação dada ao .,5:9 do Art. 180 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
Art. 180. O credenciamento concedido na forma do artigo anterior poderá ser:

Redação originaI:
Art. 180. O credenciamento poderá ser, a qualquer tempo, suspenso ou revogado pela Secretaria da Fazenda,
sempre que o credenciado concorrer para o uso indevido do equipamento ou descumprir as demais obrigações
previstas na legislação.

Incisos I e II acrescentados peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
Ì - suspenso, pelo prazo de até 90 (noventa) dias, independente de aplicação de outras sanções previstas na
legislação, ao credenciado:
a) emitir Atestado de Ìntervenção Técnica em ECF, em desacordo com a legislação;
b) desatender às obrigações acessórias a que está sujeito em função da condição de empresa credenciada para
intervir em ECF;
c) utilizar o lacre fornecido pelo Fisco para outros fins que não o previsto na legislação pertinente ou utilizá-lo sem
manter a sua integridade;
d) permitir a intervenção no equipamento por pessoa sem atestado de capacitação técnica a ele vinculado;
e) tiver sua inscrição suspensa no CCA;
ÌÌ - cancelado, independente de aplicação de outras sanções previstas na legislação, ao credenciado que:
a) violar o lacre instalado no equipamento, exceto se o motivo for intervenção técnica que necessite deste
procedimento;
b) deixar de comunicar à Secretaria da Fazenda a constatação de lacre violado ou a perda de dados gravados na
Memória Fiscal;
c) permitir a utilização irregular de equipamento, quer direta ou indiretamente;
d) modificar, alterar, adulterar, falsificar ou violar equipamento para controle fiscal, ou seus componentes, resultando
em funcionamento fora das exigências e especificações previstas na legislação tributária para sua fabricação ou
utilização;
e) disponibilizar equipamento ECF a usuário, contendo programação ou bloqueio de tecla ou de função diferente
daquela prevista em parecer de homologação de equipamento;
f) intervir em equipamento para o qual não tenha sido credenciado;
g) intervir em ECF não autorizado para uso fiscal;
h) tiver seu credenciamento suspenso e não sanar a irregularidade que deu causa à suspensão no prazo estabelecido
pelo Fisco;
i) realizar intervenção em ECF com lacre violado, sem cumprimento do disposto no § 4º do art. 183;
j) tiver sua inscrição cancelada ou baixada no CCA.
V 1° No descredenciamento, de ofício ou a pedido, deverá ser entregue à Secretaria da Fazenda, para destruição, o
estoque de lacres, bem como os formulários de Atestado de Ìntervenção em Equipamentos de Controle Fiscal não
utilizados.
V 2° Na hipótese de suspensão ou revogação de credenciamento, de ofício ou a pedido do credenciado ou fabricante,
ou ainda nos casos em que o credenciado cessar suas atividades, a empresa fabricante fica obrigada a nomear ou
indicar novo representante para credenciamento na repartição fiscal, no prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data do
ato que implicou no descredenciamento.
V 3° No período entre o descredenciamento e o novo credenciamento pela SEFAZ, a empresa fabricante deverá
assumir diretamente a responsabilidade pela assistência técnica ou intervenções que se façam necessárias nos
equipamentos da sua marca.
Art. 181. O fabricante, importador e/ou revendedor responderão solidariamente com o usuário quando:
Ì ÷ fabricar, distribuir, vender, fornecer ou utilizar Equipamento de Controle Fiscal, suas partes e componentes, em
desacordo com as exigências e especificações previstas na legislação tributária;
ÌÌ ÷ modificar, alterar, adulterar, falsificar, violar ou sempre que contribuir para o uso indevido do Equipamento de
Controle Fiscal ou de seus componentes, que resulte funcionamento em desacordo com as exigências e
especificações previstas na legislação tributária para sua fabricação ou utilização.
V 1° O fabricante, o importador ou o revendedor que promover a saída de Equipamento de Controle Fiscal, para o
Estado, deverá comunicar à Secretaria da Fazenda, até o décimo quinto dia do mês subseqüente à venda, através de
formulário próprio, o equipamento vendido.
importador e/ou revendedor, para o usuário final, com a gravação da inscrição no CNPJ/MF e CCA do usuário final.

SUBSEÇÃO V
DAS INTERVENÇÕES
Art. 182. Somente poderá intervir em Equipamento de Controle Fiscal, pessoa credenciada na forma prevista na
legislação específica.
Art. 183. O credenciado deverá emitir o formulário denominado Atestado de Ìntervenção em Equipamento de Controle
Fiscal, quando ocorrer:
Ì - a primeira instalação do lacre;
ÌÌ ÷ o acréscimo no Contador de Reinício de Operação;
ÌÌÌ ÷ a remoção do lacre.
V 1° O estabelecimento gráfico somente deverá confeccionar formulários destinados à emissão de Atestado de
Ìntervenção em Equipamento de Controle Fiscal, mediante prévia autorização da Secretaria da Fazenda, observado o
disposto no art. 291.
V 2° O Atestado de Ìntervenção em Equipamento de Controle Fiscal deverá ser emitido na ocasião da intervenção
técnica, sendo fornecido no ato, cópia ao usuário do equipamento.
V 3° O credenciado deverá encaminhar à SEFAZ as vias do Atestado de Ìntervenção em Equipamento de Controle
Fiscal até o quinto dia do mês subseqüente à intervenção.

Parágrafo 4º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01:
V 4º Na hipótese de constatação por parte do credenciado da existência de ECF com lacre violado ou com perda de
dados gravados na Memória Fiscal, tal fato deverá, sob pena de cancelamento do credenciamento, ser comunicado,
por escrito, ao Fisco, que adotará medidas saneadoras.

SUBSEÇÃO VI
DO LACRE
Art. 184. O Equipamento de Controle Fiscal somente deverá ser lacrado ou deslacrado por pessoa credenciada pela
Secretaria da Fazenda, com a finalidade de garantir sua inviolabilidade.
V 1º Por ato da Secretaria da Fazenda, poderá ser exigida a colocação de mais lacres do que os previstos no Parecer
de Homologação da COTEPE/ÌCMS.
V 2º A confecção dos lacres será efetuada de acordo com o que determina a legislação específica.
V 3º Ocorrendo perda ou extravio de lacre, o credenciado deverá adotar as medidas previstas neste Regulamento,
para o extravio de documentos fiscais.
Art. 185. O usuário de Equipamento de Controle Fiscal está obrigado a zelar pela conservação do lacre aplicado e
somente permitir intervenção por pessoas credenciadas.

SUBSEÇÃO VII
DA NOTA FISCAL DE VENDA A CONSUMIDOR E DO BILHETE DE PASSAGEM IMPRESSOS POR
EQUIPAMENTO DE CONTROLE FISCAL
Art. 186. O estabelecimento que utilizar equipamento Emissor de Cupom Fiscal para emitir Nota Fiscal de Venda a
Consumidor - modelo 2 - e Bilhete de Passagem , deverá possuir:
Ì - autorização para utilizar sistema eletrônico de processamento de dados, de acordo com as exigências previstas na
legislação pertinente;
ÌÌ - formulários aprovados pela SEFAZ, através de Autorização para Ìmpressão de Documentos Fiscais ÷ AÌDF.
Parágrafo único. A emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, e o Bilhete de Passagem, impressos
através de sistema eletrônico de processamento de dados, autorizados antes da obrigatoriedade de uso do ECF,
deverá adequar-se aos requisitos previstos na legislação específica.

SUBSEÇÃO VIII
DAS NORMAS GERAIS
Art. 187. O contribuinte usuário de Equipamento de Controle Fiscal deverá:
Ì ÷ manter no estabelecimento listagem dos produtos comercializados, por código, descrição e alíquota;
ÌÌ ÷ possuir programa aplicativo para obtenção da Leitura da Memória Fiscal em meio magnético fornecido pelo
fabricante ou importador do equipamento;
ÌÌÌ ÷ possuir talonário de Notas Fiscais de Venda a Consumidor a ser utilizado no caso de impossibilidade técnica de
emissão do documento fiscal pelo equipamento;
ÌV ÷ armazenar os documentos fiscais emitidos e impressos por Equipamento de Controle Fiscal, em ordem
cronológica, pelo prazo decadencial;
V ÷ manter a bobina de Fita Detalhe sem seccionamento;
VÌ ÷ emitir, no início do dia e a cada troca de bobina, Leitura X do Equipamento de Controle Fiscal;
VÌÌ ÷ emitir diariamente Redução Z ao final do funcionamento do Equipamento de Controle Fiscal;
VÌÌÌ ÷ emitir a Leitura da Memória Fiscal ao final de cada período de apuração do ÌCMS.
V 1° O contribuinte que mantiver Equipamento de Controle Fiscal em desacordo com o disposto na legislação
pertinente, terá fixada, mediante arbitramento, a base de cálculo do imposto devido.
V 2° Será considerado inidôneo o documento fiscal emitidos em bobina de papel que não atenda, no mínimo, as
seguintes exigências:
Ì - ser autocopiativa com, no mínimo, duas vias, vedada a utilização de papel contendo revestimento químico agente e
reagente na mesma face (tipo self);
ÌÌ - manter a integridade dos dados impressos pelo período decadencial;
ÌÌÌ - ter comprimento mínimo de dez metros para bobinas com três vias e de vinte metros para bobinas com duas vias;
ÌV - no caso de bobina com três vias, a via intermediária deve conter, na frente, revestimento químico reagente e, no
verso, revestimento químico agente (coating front and back).
V 3° A via da bobina destinada à emissão do Cupom Fiscal deverá conter:
Ì - no verso revestimento químico agente (coating back);
ÌÌ - na frente, tarja de cor com, no mínimo, cinqüenta centímetros de comprimento assinalada no último metro para o
término da bobina.
V 4° A via da Bobina destinada à impressão da Fita Detalhe deverá conter:
Ì - na frente, revestimento químico reagente (coating front);
ÌÌ - no verso, o nome e o CNPJ/MF do fabricante e o comprimento da bobina no último metro.
V 5° No caso de equipamento com duas estações impressoras e sem possibilidade de interligação a computador,
aplicam-se apenas as exigências contidas no inciso ÌÌ do § 2° e no inciso ÌÌ dos §§ 3° e 4°, hipótese em que a bobina
de papel deverá ter comprimento mínimo de 25 metros.

Subseção IX, com os arts. 187-A a 187-Z, acrescentada peIo Decreto 25.610/06, efeitos a
partir de 1º.1.06

SUBSEÇÃO IX
DAS REGRAS GERAIS

Artigo 187-A acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-A. O programa aplicativo fiscal utilizado pelo contribuinte usuário de ECF com a
possibilidade de enviar comandos estabelecidos pelo fabricante ou importador do ECF ao software
básico, deverá atender aos requisitos e especificações estabelecidos na legislação tributária de regência.

Artigo 187-B acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-B. A empresa desenvolvedora do programa aplicativo fiscal utilizado pelo ECF deverá
cadastrar-se junto ao fisco e atender aos requisitos e especificações estabelecidas na legislação
tributária de regência.

Artigo 187-C acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-C. O Mapa Resumo ECF é de uso obrigatório do estabelecimento usuário de ECF que
possua mais de 02 (dois) equipamentos autorizados para uso fiscal e deve atender aos requisitos e
especificações estabelecidas na legislação tributária de regência.

V 1º O estabelecimento usuário de ECF que utiliza o Mapa Resumo ECF deve escriturar o livro
Registro de Saídas com base nas informações nele constantes e atender aos requisitos e especificações
estabelecidas na legislação tributária de regência.

V 2º O Mapa Resumo ECF, modelo ÌX, será emitido pelo estabelecimento usuário de ECF que,
cumulativamente:

Ì ÷ realizar operações relativas à circulação de mercadorias;
ÌÌ ÷ possuir mais de dois equipamentos autorizados para uso fiscal.

V 3º O Mapa Resumo ECF, modelo ÌX, deverá ser utilizado seguindo sua numeração
seqüencial e conservado, em ordem cronológica, pelo prazo decadencial, juntamente com os
documentos fiscais cancelados e as respectivas Reduções Z, devendo, ao último mapa do período de
apuração, ser anexada a Leitura da Memória Fiscal referente ao mesmo período.

V 4º O estabelecimento usuário de ECF obrigado à emissão do Mapa Resumo ECF, modelo ÌX,
deverá escriturar o Livro Registro de Saídas com base nas informações dele constantes.

V 5º O estabelecimento usuário de ECF que estiver dispensado da emissão do Mapa Resumo
ECF, modelo ÌX, deverá escriturar o Livro Registro de Saídas com base nas Reduções Z diárias.

Artigo 187-D acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-D. Os documentos emitidos pelo ECF deverão observar as características e respectivo
leiaute, definidos para cada um deles no Convênio ÌCMS 85/01, de 28 de setembro de 2001, ou outro
que venha a substituí-lo, e conter o número de controle denominado "Registro SEFAZ¨.

Artigo 187-E acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-E. Poderão ser credenciados pelo fisco, com a finalidade de garantir o funcionamento
e a integridade do ECF, bem como para nele efetuar qualquer intervenção técnica, o fabricante, o
importador ou outro estabelecimento comercial ou de assistência técnica.

Parágrafo único. Para habilitar-se ao credenciamento, a empresa deverá atender aos
requisitos e especificações estabelecidas na legislação tributária de regência.

Artigo 187-F acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-F. O lacre externo de segurança a ser instalado no ECF utilizado para fins fiscais terá,
no mínimo, as características definidas na legislação tributária de regência.

V 1º O lacre externo de segurança a que se refere o caput, somente poderá ser fabricado
conforme modelo aprovado pelo fisco, por empresa devidamente habilitada nos termos e mediante os
procedimentos do disposto na legislação tributária de regência.

V 2º Os lacres externos de segurança utilizados e posteriormente removidos do ECF bem como
os lacre inutilizados, deverão ser entregues ao fisco, juntamente com o Atestado de Ìntervenção Técnica
em Equipamento Emissor de Cupom Fiscal ÷ ECF.

Artigo 187-G acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-G. Os dispositivos internos de segurança do ECF deverão atender as formas e
especificações estabelecidas na legislação tributária de regência.

Artigo 187-H acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-H. São responsáveis solidários, sempre que contribuírem para o uso indevido de ECF:

Ì ÷ o fabricante ou importador do ECF, a empresa credenciada a intervir em ECF e o
desenvolvedor ou fornecedor do programa aplicativo fiscal, em relação ao contribuinte usuário do ECF;
ÌÌ ÷ o fabricante ou importador do ECF, em relação a empresa para a qual tenha fornecido
"Atestado de Responsabilidade e Capacitação Técnica¨.

Artigo 187-I acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-I. Deverão ser inscritos no Cadastro de Contribuintes do Amazonas ÷ CCA:

Ì - o fabricante ou importador de ECF, para fins de autorização de uso de ECF por ele fabricado
ou importado;
ÌÌ ÷ o fabricante de lacre externo de segurança do ECF;
ÌÌÌ ÷ a empresa desenvolvedora de programa aplicativo fiscal para ECF.

Artigo 187-J acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-J. O trânsito de mercadoria destinada a consumidor final no Estado poderá ser
acobertado por documento fiscal emitido por ECF, desde que o próprio equipamento imprima o nome ou
a razão social, endereço, número de inscrição no Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou no Cadastro
Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), ambos do Ministério da Fazenda, ou o número de outro documento
oficial de identificação do adquirente.

Parágrafo único. Na hipótese do equipamento não possibilitar a inserção total dos dados do
adquirente, deverá imprimir, no mínimo, o número de um documento oficial de identificação, sendo
permitido registrar os demais dados por outro meio, ainda que no verso do documento fiscal.

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 187-L peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de
31.5.10

Art. 187-L. A emissão do comprovante de pagamento efetuado com cartão de crédito, de
débito ou similar, por estabelecimento usuário de ECF, será realizada:

Redação anterior dada ao .,5:9 do art. 187-L peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07
Art. 187-L. A emissão do comprovante de pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito automático em
conta corrente por estabelecimento usuário de ECF será feita:

Redação originaI do .,5:9 do art. 187-L acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
Art. 187-L. A emissão eletrônica do comprovante de pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito
automático em conta corrente por estabelecimento usuário de ECF será feita:

Nova redação dada ao inciso I peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10.

Ì ÷ com a utilização do próprio ECF, devendo o comprovante estar vinculado ao documento
fiscal relativo à operação ou prestação, vedada a utilização, no estabelecimento do contribuinte, de
equipamento:

a) do tipo Point Of SaIe (POS) ou qualquer outro que possua circuito eletrônico para controle
de mecanismo impressor;

b) para transmissão eletrônica de dados ou qualquer outro que possua recursos que possibilite
ao contribuinte usuário a não emissão do comprovante;

c) capaz de capturar assinaturas digitalizadas que possibilite o armazenamento e a
transmissão de cupons de venda ou comprovantes de pagamento, em formato digital, por meio de redes
de comunicação de dados, sem a correspondente emissão dos comprovantes;

Redação originaI do inciso I acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
Ì ÷ com a utilização do próprio ECF, devendo o comprovante estar vinculado ao documento fiscal relativo à operação
ou prestação, vedada a utilização de qualquer outro equipamento:
a) que possibilite a não emissão do comprovante, inclusive do tipo Point Of Sale (POS);
b) para transmissão eletrônica de dados, capaz de capturar assinaturas digitalizadas que possibilite o armazenamento
e a transmissão de cupons de venda ou comprovantes de pagamento, em formato digital, por meio de redes de
comunicação de dados, sem a correspondente emissão dos comprovantes de pagamento pelo ECF;

Nova redação dada ao inciso II peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

ÌÌ ÷ com a utilização de equipamento eletrônico não integrado ao ECF, inclusive os referidos
nas alíneas do inciso Ì do caput deste artigo, desde que:

a) as informações relativas às operações e prestações realizadas pelo estabelecimento cujos
pagamentos foram realizados por meio de cartão de crédito, de débito ou similar, sejam mantidas,
geradas e transmitidas conforme estabelecido no art. 38-A;

b) o número de inscrição no CNPJ do estabelecimento seja impresso no comprovante de
pagamento;

Redação anterior dada ao inciso II peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07:
ÌÌ ÷ com a utilização de equipamento eletrônico não integrado ao ECF, inclusive os referidos nas alíneas do inciso Ì,
desde que o estabelecimento usuário adote os procedimentos previstos no art. 187-M; ou

Redação originaI do inciso II acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
ÌÌ ÷ com a utilização de equipamento eletrônico não integrado ao ECF, inclusive os referidos nas alíneas do inciso Ì,
desde que o estabelecimento usuário adote os procedimentos previstos no art. 187; ou

Nova redação dada ao Inciso III peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10.

ÌÌÌ ÷ manualmente, devendo ser indicada essa circunstância no documento fiscal e, no anverso
do comprovante de pagamento, as seguintes informações:

a) o tipo e o número do documento fiscal vinculado à operação ou prestação, devendo o tipo do
documento fiscal emitido ser indicado por:

1. CF, para Cupom Fiscal;

2. BP, para Bilhete de Passagem;

3. NF, para Nota Fiscal;

4. NC, para Nota Fiscal de Venda a Consumidor;

b) a expressão "EXÌJA O DOCUMENTO FÌSCAL DE NÚMERO ÌNDÌCADO NESTE
COMPROVANTE¨, impressa tipograficamente em caixa alta.

Redação originaI do inciso II acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
ÌÌÌ ÷ manualmente, observado o disposto no inciso Ì do § 3º.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

V 1.º Na hipótese do inciso Ì do caput deste artigo, a operação de pagamento, por meio de
cartão de crédito, de débito ou similar, não poderá ser concretizada sem que a impressão do
comprovante de pagamento tenha sido realizada no ECF.

Redação originaI do V 1º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
V 1º Na hipótese do inciso Ì do caput, a operação de pagamento por meio de cartão de crédito ou de débito automático
em conta corrente não poderá ser concretizada sem que a impressão do comprovante de pagamento tenha sido
realizada no ECF.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

V 2.º O descumprimento deste artigo sujeita o contribuinte ao disposto no art. 187-V.

Redação originaI do V 2º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
V 2º O não atendimento ao previsto neste artigo sujeita o contribuinte ao disposto no art. 131.

V 3º Revogado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Redação originaI do V 3º acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
V 3º Em qualquer situação em que o ECF não possa ser utilizado ou quando houver falha na comunicação de dados
entre o estabelecimento usuário e a administradora de cartão de crédito ou débito que impossibilite a emissão do
comprovante pelo ECF, este será emitido:
Ì ÷ manualmente, devendo esta circunstância ser indicada no documento fiscal e constar no anverso do comprovante
de pagamento as seguintes informações:

a) o tipo e o número do documento fiscal vinculado à operação ou prestação, devendo o tipo do documento fiscal
emitido ser indicado por:
1. CF, para Cupom Fiscal;
2. BP, para Bilhete de Passagem;
3. NF, para Nota Fiscal;
4. NC, para Nota Fiscal de Venda a Consumidor.
b) a expressão "EXÌJA O DOCUMENTO FÌSCAL DE NÚMERO ÌNDÌCADO NESTE COMPROVANTE¨;
c) o número seqüencial do ECF do estabelecimento, se o documento fiscal for emitido por ECF;

Nova redação dada ao inciso II peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07
ÌÌ ÷ com a utilização de equipamento eletrônico não integrado ao ECF, desde que o estabelecimento usuário adote os
procedimentos previstos no art. 187-M.

Redação originaI do inciso II acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
ÌÌ ÷ com a utilização de equipamento eletrônico não integrado ao ECF, desde que o estabelecimento usuário adote os
procedimentos previstos no art. 187.

Art. 187-M. Revogado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Redação originaI do art. 187-M acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
Art. 187-M. O contribuinte usuário de ECF deverá autorizar as empresas administradoras de cartão de crédito ou de
débito com as quais opere a fornecer à Secretaria de Estado da Fazenda as informações relativas às operações e
prestações realizadas com esta modalidade de pagamento.

Art. 187-N. Revogado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Redação anterior dada ao art. 187-N peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 01.07:
Art. 187-N. As administradoras de cartões de crédito ou de débito em conta-corrente e demais estabelecimentos
similares deverão informar ao fisco estadual, na forma estabelecida no Protocolo ECF 04/01, de 24 de setembro de
2001, as operações e prestações realizadas pelos estabelecimentos de contribuintes usuários de ECF, cujos
pagamentos sejam efetuados por meio de seus sistemas de crédito, débito ou similares.

Redação originaI do art. 187-N acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
Art. 187-N. As administradoras de cartões de crédito ou de débito em conta-corrente e demais estabelecimentos
similares deverão informar ao fisco, até o dia dez do mês subseqüente, as operações e prestações realizadas pelos
estabelecimentos de contribuintes usuários de ECF, cujos pagamentos tenham sido efetuados por meio de seus
sistemas de crédito, débito ou similares.

Artigo 187-O acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-O. A Secretaria de Estado da Fazenda, mediante Resolução, estabelecerá:

Ì ÷ os procedimentos a serem observados pelo fabricante ou importador de ECF relativos à
análise e aprovação do equipamento, atribuições e responsabilidades;
ÌÌ ÷ os procedimentos relativos à habilitação de estabelecimento fabricante, fabricação,
obtenção, utilização e controle do lacre externo de segurança do ECF bem como as suas características
mínimas;
ÌÌÌ - os procedimentos relativos ao credenciamento de empresas autorizadas a intervir em ECF,
as hipóteses e situações em que o credenciamento será suspenso ou cancelado e as atribuições,
responsabilidades e procedimentos que devem ser observados pelas empresas credenciadas na
realização de intervenções técnicas;
ÌV ÷ os procedimentos relativos ao cadastramento de empresas desenvolvedoras de programa
aplicativo fiscal, as hipóteses e situações em que o cadastramento será suspenso ou cancelado e as
atribuições, responsabilidades e procedimentos que devem ser observados pelas empresas
desenvolvedoras de programa aplicativo fiscal;
V ÷ os procedimentos relativos aos contribuintes usuários de ECF e das condições gerais de
uso de ECF.

Artigo 187-P acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-P. A utilização de ECF observará, além das disposições constantes deste
Regulamento, as estabelecidas na legislação tributária de regência.

Nova redação dada ao art. 187-Q peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

Art. 187-Q. O equipamento ECF ou UAP fica sujeito à inspeção e à verificação pelo fisco
estadual das condições de fabricação de acordo com o disposto na legislação e em seu ato
homologatório, a qualquer momento, independentemente de sua posse, finalidade e destinação,
inclusive quando fabricado em outra unidade da federação.

Parágrafo único. O fabricante ou o importador deverá dar ciência do disposto no caput ao
adquirente do equipamento, no momento de sua comercialização.

Redação originaI do art. 187-Q acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
Art. 187-Q. O equipamento ECF ou UAP fica sujeito à inspeção e à verificação pelo fisco das condições de fabricação
de acordo com o disposto na legislação e em seu ato homologatório ou de registro, a qualquer momento,
independentemente de sua posse, finalidade e destinação, inclusive quando fabricado em outra unidade da federação.
Parágrafo único. O fabricante ou o importador deverão dar ciência do disposto no caput ao adquirente do
equipamento, no momento de sua comercialização.

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 187-R peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de
1º.1.07.

Art. 187-R. Poderá ser concedido, mediante requerimento, credenciamento a estabelecimento
fabricante, comercial, de assistência técnica ou importador de ECF, para efetuar intervenção técnica em
equipamento que implique no rompimento dos lacres de segurança do ECF, desde que o interessado:

Redação originaI do .,5:9 do art. 187-R acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
Art. 187-R. Poderá ser concedido, mediante requerimento, credenciamento a estabelecimento fabricante, comercial, de
assistência técnica ou importador de ECF, para efetuar intervenção técnica em equipamento que implique no
rompimento do lacre externo de segurança ECF, desde que o interessado:

Ì ÷ seja estabelecido neste Estado há, no mínimo, dois anos, observado o disposto nos §§ 1º e
2º;
ÌÌ ÷ esteja inscrito no Cadastro de Contribuintes do ÌCMS deste Estado;
ÌÌÌ ÷ esteja em situação regular junto aos fiscos federal, estadual e municipal;
ÌV ÷ disponha de mecanismos que lhe possibilitem acesso à internet.

V 1º A restrição prevista no inciso Ì do caput não se aplica ao fabricante e ao importador
relativamente ao credenciamento para intervenção em equipamento de sua produção ou importação.

V 2º O fisco poderá credenciar empresa estabelecida neste Estado há menos de dois anos,
desde que o sócio majoritário ou o titular de empresa individual comprove sua participação em outra
empresa que atenda ao disposto no caput.

Artigo 187-S acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-S. O contribuinte usuário de ECF que não emitir cupom fiscal para cada operação ou
prestação que realizar, ficará sujeito a sistema especial de controle e fiscalização, nos termos do art.
163.

Parágrafo único Ficará também o contribuinte sujeito às medidas previstas no caput, quando
detectada irregularidade praticada com dolo, fraude ou simulação.

Nova redação dada ao art. 187-T peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

Art. 187-T. A empresa desenvolvedora do programa aplicativo fiscal responsabilizar-se-á por
qualquer alteração indevida no programa, devendo providenciar as proteções necessárias para impedir
sua manipulação ou alteração por terceiros.

Redação originaI do art. 187-T acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
Art. 187-T. A empresa desenvolvedora do programa aplicativo fiscal responsabilizar-se-á por qualquer alteração
indevida no programa, devendo a empresa providenciar as proteções necessárias para impedir sua manipulação ou
alteração por terceiros.

Nova redação dada ao art. 187-U peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

Art. 187-U. O contribuinte usuário de ECF que também emitir documento fiscal e escriturar
livros fiscais por processamento eletrônico de dados, na forma prevista no art. 188, deverá utilizar
sistema que integre ambas as funções.

Redação originaI do art. 187-U acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
Art. 187-U. O contribuinte usuário de ECF que também emitir documento fiscal por processamento eletrônico de dados
previsto no art. 188, deverá utilizar sistema que integre ambas as funções.

Artigo 187-V acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-V. O uso de ECF, inclusive de seus periféricos, em desacordo com as disposições
desta Seção, importará na sua apreensão pelo fisco, sendo consideradas tributadas todas as operações
e prestações até então realizadas e registradas pelo equipamento, observado o seguinte:

Ì ÷ o contribuinte usuário infrator ficará sujeito à aplicação de sistema especial de controle e
fiscalização previsto nos art. 163 e à suspensão da autorização de uso do equipamento;
ÌÌ ÷ a empresa credenciada a intervir e a empresa desenvolvedora do programa aplicativo fiscal
ficarão sujeiras às sanções administrativas prevista em Resolução SEFAZ.
ÌÌÌ ÷ a base de cálculo do imposto poderá ser fixada de acordo com o disposto no art. 161.
ÌV ÷ serão considerados tributados, conforme o caso, pela maior alíquota prevista para as
operações ou prestações internas promovidas pelo estabelecimento, os valores gravados na Memória
Fiscal a título de venda bruta diária, quando, cumulativamente:

a) o equipamento não possuir recursos de armazenamento, na Memória Fiscal, dos valores
acumulados por situação tributária;
b) o contribuinte não dispuser das Fitas ÷ Detalhe e Reduções Z emitidas no ECF;
c) o fisco não puder conhecer e verificar as operações ou as prestações registradas no ECF,
inclusive para o equipamento utilizado em modo de treinamento.

Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se a quaisquer dos seguintes equipamentos
mantidos pelo contribuinte em seu estabelecimento no recinto de atendimento ao público:

Ì ÷ outro equipamento emissor de cupom, ou com possibilidade de emiti-lo, não autorizado,
inclusive os seus periféricos;
ÌÌ ÷ os equipamentos que:

a) possibilitem a não emissão do comprovante vinculado ao documento fiscal relativo à
operação ou prestação, inclusive do tipo Point of Sale (POS);
b) a transmissão eletrônica de dados, capaz de capturar assinaturas digitalizadas que
possibilite o armazenamento e a transmissão de cupons de venda ou comprovantes de pagamento, em
formato digital, por meio de redes de comunicação de dados, sem a correspondente emissão dos
comprovantes de pagamento pelo ECF;

ÌÌÌ ÷ equipamento com recurso que possibilite a emissão de comprovante de pagamento
efetuado com cartão de crédito ou de débito desvinculado do documento fiscal emitido por ECF.

Artigo 187-X acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-X. O ECF autorizado para uso nos termos do art. 171, não poderá sofrer qualquer
processo de reindustrialização ou transformação de modelo, ainda que após a cessação de uso do
equipamento.

Artigo 187-Z acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

Art. 187-Z. O estabelecimento prestador de serviço de transporte rodoviário de passageiros
deverá emitir o documento Resumo de Movimento Diário, modelo 18, previsto no Convênio ÌCMS 57/95,
com base nas Reduções Z emitidas pelo ECF.

V 1º O Resumo de Movimento Diário, modelo 18, será emitido, diariamente, pelo
estabelecimento centralizador da empresa prestadora de serviço de transporte rodoviário de passageiros
usuária de ECF, sendo obrigatório:

Ì ÷ emitir o resumo com base em demonstrativo de venda de bilhetes, emitido por posto de
venda, agência, filial ou veículo;
ÌÌ ÷ os demonstrativos de vendas de bilhetes, utilizados como suporte para elaboração do
resumo, terão numeração e seriação controladas pela empresa e deverão ser conservados pelo prazo
decadencial.

V 2º O estabelecimento prestador de serviço de transporte rodoviário de passageiros deverá
escriturar o Livro Registro de Saídas, com base nos registros efetuados no Resumo de Movimento
Diário, modelo 18.

SEÇÃO II
DO PROCESSAMENTO DE DADOS

Art. 188. A emissão de documentos fiscais por sistema eletrônico de processamento de
dados, bem como a escrituração dos livros fiscais far-se-ão de acordo com as normas previstas em
legislação específica.

SUBSEÇÃO I
DO PEDIDO DE USO DE PROCESSOMENTO ELETRÔNICO
DE DADOS COM FINS FISCAIS

Art. 189. O pedido de uso, alteração ou cessação de uso de sistema eletrônico de
processamento de dados será deferido mediante requerimento do estabelecimento interessado em
formulário próprio, acompanhado dos documentos previstos em legislação específica.

Art. 190. O contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados deverá
fornecer, quando solicitado, documentação minuciosa, completa e atualizada do sistema, contendo
descrição, gabarito de registro (lay-out) dos arquivos, listagem dos programas e as alterações previstas
em legislação específica.

Parágrafo único. O estabelecimento está obrigado a manter, pelo prazo decadencial, arquivo
magnético com registro fiscal dos documentos emitidos por qualquer meio, conforme determina a
legislação específica.

SUBSEÇÃO II
DOS DOCUMENTOS FISCAIS EMITIDOS POR PROCESSAMENTO DE DADOS

Art. 191. Poderão ser emitidos através de sistema eletrônico de processamento de dados os
documentos e livros fiscais de que tratam o Convênio s/n., de 15 de dezembro de 1970, o Convênio
SÌNÌEF 06/89, de 21 de fevereiro de 1989, e alterações posteriores.

Parágrafo único. A emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, através de
sistema eletrônico de processamento de dados, fica condicionada ao uso de equipamento Emissor de
Cupom Fiscal ÷ ECF.

Art. 192. Os estabelecimentos gráficos somente poderão confeccionar formulários destinados
à emissão de documentos fiscais, mediante prévia autorização da Secretaria da Fazenda, nos termos
previstos no Convênio S/Nº, de 15 de dezembro de 1970.

SUBSEÇÃO III
DO REGISTRO FISCAL

Art. 193. Entendem-se por registro fiscal as informações gravadas em meio magnético,
referentes aos elementos contidos nos documentos fiscais.

V 1º O armazenamento do registro fiscal em meio magnético será disciplinado pelo Manual de
Orientação e Manual Técnico, previsto em legislação específica.

V 2º O contribuinte encaminhará arquivo magnético ao setor competente da Secretaria da
Fazenda, relativamente às operações e prestações, na forma e prazo previstos em legislação
específica.

V 3º Constitui presunção de má-fé a utilização ou divulgação de programas de processamento
de dados que permitam ao sujeito passivo da obrigação tributária modificar, alterar, adulterar ou falsificar
registros que resultem em redução do valor do pagamento do imposto, podendo o contribuinte ter a sua
escrita fiscal invalidada, bem como arbitrado o valor das operações ou prestações.

V 4º O contribuinte fornecerá ao Fisco, quando solicitado, os documentos e arquivos
magnéticos de que trata esta Seção, no prazo de cinco dias úteis contados da data da exigência, sem
prejuízo do acesso imediato às instalações, equipamentos e informações em meio magnético.

V 5º Por acesso imediato entende-se inclusive o fornecimento de recursos e informações
necessárias para verificação e/ou extração de quaisquer dados, tais como senhas, manuais de
aplicativos e sistemas operacionais e formas de desbloqueio de áreas de disco ou outras informações
de interesse do Fisco.

SUBSEÇÃO IV
DO IMPRESSOR AUTÔNOMO

Art. 194. Poderá ser autorizada a impressão e emissão simultânea de documento fiscal, em
impressora aser, a contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados, nas
condições estabelecidas em legislação específica.

Parágrafo único. O contribuinte autorizado a imprimir e emitir documentos fiscais nos termos
deste artigo passa a ser designado de "impressor autônomo¨.

Art. 195. A condição de impressor autônomo será solicitada à Secretaria da Fazenda,
mediante requerimento instruído com documentos pertinentes à sua atividade e ao equipamento, fixados
pelo Fisco.

Art. 196. A impressão do documento fiscal fica condicionada à utilização de papel com
dispositivos de segurança, denominado formulário de segurança, com características exigidas em
legislação específica.

Parágrafo único. As especificações técnicas do formulário de segurança, de que trata o
caput, deverão obedecer aos padrões do modelo disponibilizado pela COTEPE/ÌCMS, que terá seu uso
exclusivo em documentos fiscais.

Art. 197. O impressor autônomo deverá, quando solicitado pelo Fisco, fornecer informações de
natureza econômico-fiscais, quando solicitadas pelo Fisco, por intermédio de sistema eletrônico de
tratamento de mensagens, fazendo uso, para isso, de serviço público de correio eletrônico ou outra
forma indicada pela Secretaria da Fazenda.

Parágrafo único. A natureza das informações a serem fornecidas, bem como seus prazos,
serão definidos pela Secretaria da Fazenda.

Art. 198. Aplicam-se aos formulários de segurança, as disposições relativas à Autorização
para Ìmpressão de Documentos Fiscais, previstas no art. 211 deste Regulamento.

Art. 199. Será considerada sem validade a emissão e impressão simultânea que não estiver
de acordo com as exigências legais, ficando seu emissor sujeito à cassação da autorização concedida,
sem prejuízo das demais sanções.

Art. 200. O contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados está sujeito
ao cumprimento das demais obrigações previstas em legislação específica.

Art. 201. Na salvaguarda de seus interesses, o Fisco poderá impor restrições, impedir a
utilização ou cassar autorização de uso do sistema eletrônico de processamento de dados para emissão
de documentos fiscais e/ou escrituração de livros fiscais.

CAPÍTULO XV
DO DOCUMENTÁRIO FISCAL

SEÇÃO I
DOS DOCUMENTOS EM GERAL

Art. 202. Os contribuintes do ÌCMS são obrigados a emitir, conforme as operações ou
prestações que realizem, os seguintes documentos fiscais:

Ì - Nota Fiscal, modelo 1 ou 1A;
ÌÌ - Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2;
ÌÌÌ ÷ Resumo Movimento Diário, modelo 18;
ÌV - Cupom Fiscal emitido por Equipamento de Controle Fiscal;
V - Nota Fiscal de Produtor, modelo 4;
VÌ - Conhecimento de Transporte;
VÌÌ ÷ Manifesto de Carga, modelo 25;
VÌÌÌ ÷ Ordem de Coleta de Carga, modelo 20.

V 1° Os documentos referidos neste artigo obedecerão aos modelos aprovados pelos
Convênios s/n°, de 15 de dezembro de 1970, e o n° 06/89, de 21 de fevereiro de 1989, e suas
alterações.

V 2° Nos casos previstos neste Regulamento, serão emitidas pela Secretaria da Fazenda a
Nota Fiscal Avulsa e o Conhecimento de Transporte Avulso.

V 3º Supre a emissão da Nota Fiscal destinada a acobertar o transporte de mercadorias do
porto/aeroporto até o estabelecimento importador a Declaração de Ìmportação, desde que previamente
desembaraçada pelo Fisco Estadual.

Parágrafo 4º revogado peIo Decreto 23.992/03, com efeitos a partir de 1º.1.04

Redação originaI:
§ 4º Na hipótese do parágrafo anterior, quando a mercadoria não puder ser transportada em apenas um veículo serão
extraídas tantas cópias quantas forem necessárias da Declaração de Ìmportação já desembaraçada, que também
deverão ser visadas pelo setor competente do Fisco Estadual.

Parágrafo 5º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 5º Na hipótese de transbordo de cargas dentro do Estado, deverá ser emitido novo Manifesto
de Carga relativo a prestação de serviço de transporte em que sejam utilizados outros veículos.

Parágrafo 6º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 6º Para efeito de emissão de documento fiscal, ressalvado o disposto no parágrafo anterior,
os casos de transbordo de cargas, realizados pela mesma empresa transportadora, não caracteriza o
início de nova prestação de serviço de transporte, desde que sejam utilizados veículos próprios.

Art. 203. Ressalvada a hipótese do impressor autônomo, os documentos fiscais referidos nos
incisos Ì, ÌÌ, V e VÌ e no § 2º do artigo anterior e nos incisos ÌÌ, ÌÌÌ, ÌV e V do art. 248 deverão ser
extraídos por decalque a carbono dupla face, papel carbonado ou similar, devendo ser preenchidos à
máquina ou manuscritos à tinta indelével, devendo ainda, os seus dizeres e indicações estar bem
legíveis, em todas as vias.

Parágrafo único. Relativamente aos documentos referidos no artigo anterior, é permitido:

Ì - o acréscimo de indicações necessárias ao controle de tributos federais e municipais, desde
que atendidas às normas da legislação de cada tributo;
ÌÌ - o acréscimo de indicação de interesse do emitente, que não lhe prejudique a clareza;
ÌÌÌ - a supressão das colunas referentes ao controle do Ìmposto sobre Produtos
Ìndustrializados, no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo.

Art. 204. Presume-se inidôneo, para os efeitos fiscais, fazendo prova apenas em favor do
Fisco, o documento fiscal que:

Nova redação dada ao inciso I peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

Ì ÷ omitir, ainda que parcialmente, informações relativas a descrição, quantidade ou valor da
mercadoria ou serviço;

Redação OriginaI:
Ì - omitir declarações, ainda que parcialmente, inclusive as relativas à quantidade e valor, ou não seja o legalmente
exigido para a respectiva operação ou prestação;

Nova redação dada ao inciso II peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

ÌÌ - não preencha os requisitos previstos neste Regulamento, inclusive em relação à data de
validade de uso;

Redação OriginaI:
ÌÌ - não guarde os requisitos previstos neste Regulamento, inclusive em relação à data de validade de uso;

Nova redação dada ao inciso III peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

ÌÌÌ - contenha declaração inexata, esteja preenchido de forma ilegível ou apresente emendas ou
rasuras que prejudiquem a identificação do preço cobrado ou do destinatário da mercadoria ou serviço;

Redação OriginaI:
ÌÌÌ - contenha declarações inexatas, esteja preenchido de forma ilegível, apresente emendas ou rasuras que
prejudiquem a

Nova redação dada ao inciso IV peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

ÌV - tenha sido confeccionado sem a devida Autorização de Ìmpressão de Documentos Fiscais
- AÌDF;

Redação OriginaI:
ÌV - tenha sido confeccionado sem a devida autorização fiscal - AÌDF;

V - embora revestido das formalidades legais, tenha sido emitido com o intuito de fraude;

Nova redação dada ao inciso VI peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10.

VÌ - seja emitido por ou destinado a contribuinte fictício ou a contribuinte que não mais exerça
suas atividades, ou em data posterior à suspensão, baixa, protocolização do pedido de baixa ou
cancelamento de inscrição no CCA;

Redação originaI:
VÌ - seja emitido por contribuinte fictício ou que não mais exerça suas atividades, ou em data posterior à sua
suspensão,

Nova redação dada ao inciso VII peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

VÌÌ ÷ não esteja selado, autenticado ou visado pelo Fisco, nas hipóteses previstas neste
Regulamento;

Redação originaI:
VÌÌ - quando não selado, autenticado, ou visado pelo Fisco, nas hipóteses previstas neste Regulamento;

Nova redação dada ao inciso VIII peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

VÌÌÌ - proveniente de outra unidade da Federação, não esteja regularmente desembaraçado e
selado na forma prevista na legislação;

Redação originaI:
VÌÌÌ - proveniente de outra unidade da Federação, não esteja regularmente desembaraçado e selado pelo Fisco

Nova redação dada ao inciso IX peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

ÌX - esteja circulando sem a data de saída na primeira via do documento fiscal;

Redação originaI:
ÌX - esteja circulando sem data de saída da mercadoria na primeira via do documento fiscal;

Nova redação dada ao inciso X peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

X - emitido ou impresso por equipamento ECF não autorizado pela Secretaria de Estado da
Fazenda;

Redação originaI:
X ÷ emitido ou impresso por Equipamento de Controle Fiscal não autorizado pela SEFAZ;

XÌ ÷ além do número de série do Selo Fiscal, não constar na superfície deste o número do
respectivo documento fiscal.

Parágrafo único renumerado para V 1º, com nova redação dada peIo Decreto 21.616/00,
efeitos a partir de 1º.1.01.

V 1º Nas hipóteses dos incisos ÌÌ, ÌX e XÌ do caput, caso o contribuinte comprove o
recolhimento do tributo destacado no documento emitido ou a sua escrituração no livro próprio, aplica-se
somente a penalidade acessória prevista no inciso XLÌ do art. 101, da Lei Complementar nº 19, de 29 de
dezembro de 1997.

Redação originaI:
Parágrafo único. Nas hipóteses dos incisos ÌÌ, ÌX e XÌ, caso o contribuinte comprove o recolhimento do tributo
destacado no documento emitido ou a sua escrituração no livro próprio, aplica-se somente a penalidade acessória
prevista no inciso XLÌ do art. 101 da Lei Complementar n° 19, de 29 de dezembro de 1997.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 30.014/10, efeitos a partir de 1º. 7.10

V 2.º A data de saída constante do documento fiscal relativo à operação ou à prestação
intermunicipal ou interestadual de transporte poderá ser revalidada uma única vez, até o décimo dia após
a data da sua emissão.

Redação anterior dada peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º. 1.07:
V 2º A data de saída constante do documento fiscal relativo a operação ou a prestação intermunicipal ou interestadual
poderá ser revalidada uma única vez, até o quinto dia após a data da sua emissão.

Redação anterior dada peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.1.04:
V 2º O contribuinte somente poderá revalidar a data de saída constante no documento fiscal, uma única vez, desde que
seja relativa a operação intermunicipal ou interestadual, para o primeiro dia útil subseqüente à data indicada na nota
fiscal.

Redação originaI do V 2º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01:
V 2º Não se aplica o disposto no inciso ÌÌÌ do caput, quando o documento fiscal tiver circulando em data posterior à
indicada na primeira via como data de saída, se o contribuinte tiver revalidado a data correspondente à circulação,
uma única vez, no corpo do documento fiscal.

Nova redação dada ao V 3º peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07.

V 3º Na hipótese de operação intramunicipal, apenas será admitida a revalidação da data de
saída na nota fiscal uma única vez, se constar do seu corpo o número de série de fabricação relativo à
mercadoria transportada, para o primeiro dia útil subseqüente à data indicada na nota fiscal.

Redação originaI do V 3º acrescentado peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.1.04:
V 3º Na hipótese de transporte intramunicipal, somente será admitida a revalidação da data de saída na nota fiscal se
constar no seu corpo o número de série de fabricação relativo à mercadoria transportada, observados a forma e prazo
indicados no parágrafo anterior.

Art. 205. Ocorrendo sinistro, furto, roubo, perda, extravio ou desaparecimento de documentos
ou livros fiscais, deverá o contribuinte, adotar, de imediato, as seguintes providências:

Ì ÷ fazer publicar, pelo menos no Diário Oficial, nota comunicando o extravio do documento,
constando, inclusive no caso de talonário de documento fiscal, os números, série e subséries, com a
declaração de que as mesmas não têm valor legal para quem estiver na sua posse;
ÌÌ ÷ comunicar à Secretaria da Fazenda a ocorrência, no prazo de dez dias, anexando o
recorte da publicação referida no inciso anterior.

V 1° Se o contribuinte deixar de atender ao disposto neste artigo, o montante das operações
ou prestações poderá ser arbitrado pelo Fisco, nos termos do art. 18.

V 2° Somente será autorizada pela Secretaria da Fazenda a impressão de novos documentos
ou autenticação de novos livros fiscais depois de comprovada a ocorrência prevista no caput e o
pagamento do imposto, se devido.

V 3° As diversas vias do documento fiscal não se substituirão em suas respectivas funções.

Art. 206. Quando a operação ou prestação estiver beneficiada por isenção ou amparada por
imunidade, não incidência, diferimento, redução de base de cálculo ou suspensão de recolhimento do
ÌCMS, essa circunstância deve ser mencionada no documento fiscal, indicando-se o dispositivo legal
respectivo em todas as suas vias.

V 1° Utilizando-se o contribuinte de carimbo para fazer a indicação de que trata o caput, o
mesmo deverá ser confeccionado com as dimensões mínimas de 3x5cm, em qualquer sentido.

V 2° Para cada circunstância mencionada no caput será emitida uma Nota Fiscal distinta.

Art. 207. Os documentos fiscais serão numerados por espécie, em ordem crescente de
000.001 a 999.999, e enfeixados em blocos uniformes, de vinte no mínimo e cinqüenta no máximo,
podendo, em substituição aos blocos, serem confeccionados em formulários contínuos, observados os
requisitos estabelecidos na legislação específica para a emissão dos documentos correspondentes.

V 1° Atingindo o número 999.999, a numeração deverá ser recomeçada a partir de 000.001,
com a mesma designação de série e subsérie, se houver.

V 2° A emissão dos documentos fiscais em cada bloco será feita pela ordem de numeração
referida neste artigo.

V 3° Os blocos serão usados pela ordem de numeração dos documentos e nenhum deles será
utilizado sem que o imediatamente anterior esteja simultaneamente em uso ou já tenha sido usado.

V 4° Cada estabelecimento, seja matriz, filial, sucursal, agência, depósito ou qualquer outro
terá documentário fiscal próprio.

V 5° Em relação aos produtos ou serviços imunes de tributação, a emissão dos documentos
poderá ser dispensada, mediante previa autorização dos Fiscos Estadual e Federal.

V 6° O estabelecimento que emita documentos fiscais por processo mecanizado ou
datilográfico, poderá usar esse sistema independentemente de autorização fiscal.

V 7° É dispensada a cópia, em copiador registrado, quando os documentos forem emitidos em
formulários contínuos com numeração tipográfica seguida e impressa apenas em uma das vias, desde
que esse número seja repetido em outro local de forma mecânica ou datilografada, em todas as vias,
por cópia a carbono.

V 8° Nas hipóteses de que tratam os §§ 6° e 7°, é permitido o uso de jogos soltos ou
formulários contínuos de documentos fiscais, sem distinção de série, englobando as operações ou
prestações a que se refere a seriação indicada no artigo seguinte.

V 9° No exercício da faculdade a que alude o parágrafo anterior, será obrigatória a separação,
ainda que por meio de código, das operações ou prestações em relação as quais são exigidas
incidência distintas do ÌCMS.

V 10. Sem prejuízo do disposto no § 7°, as vias dos jogos soltos ou formulários contínuos
destinados à exibição ao Fisco, poderão, em substituição à microfilmagem ou à adoção de copiador, ser
destacadas, enfeixadas e encadernadas em volumes uniformes de até duzentos documentos.

V 11. Os documentos fiscais poderão ser impressos em tamanho inferior ao previsto neste
Regulamento, exclusivamente nos casos de emissão por processamento eletrônico de dados.

Parágrafo 12 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 12. A numeração do documento fiscal de que trata o inciso Ì, do art. 202, será reiniciada
sempre que houver adoção de séries distintas ou troca de modelo 1 para 1A e vice-versa.

Parágrafo 13 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 13. Na hipótese de o contribuinte adotar séries distintas ou troca de modelos, de que trata o
parágrafo anterior, somente será permitida a utilização simultânea até o final do estoque remanescente
em relação às séries.

Art. 208. Os documentos fiscais a que aludem os incisos Ì e ÌÌ do art. 202 serão
confeccionados e utilizados com observância do seguinte:

Ì - as Notas Fiscais modelos 1 e 1-A poderão ter série designada por algarismo arábico,
vedada a utilização simultânea de ambos os modelos, salvo quando autorizadas séries distintas pelo
Fisco;
ÌÌ - a Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, série "D¨, será usada exclusivamente
quando as mercadorias sejam retiradas do estabelecimento pelo comprador ou na prestação de serviço
diretamente ao encomendante.

V 1° Os documentos fiscais a que se refere o inciso ÌÌ, deverão conter o algarismo designativo
da subsérie em ordem crescente, a partir de 1, aposto à letra indicativa da série.

V 2° É permitido, na utilização de documentos fiscais da série "D¨, o uso simultâneo de duas ou
mais subséries.

V 3° Na hipótese de emissão de documentos fiscais por sistema de processamento de dados,
é permitido o uso de Nota Fiscal série "D¨, sem distinção por subsérie, englobando todas as operações
ou prestações praticadas pelo contribuinte, desde que observadas as condições previstas no art. 187.

V 4° Na hipótese de que trata o parágrafo anterior será facultada a indicação, ainda que por
meio de códigos, dos impostos que incidam sobre a operação ou prestação ou se esta não é tributada.

V 5° Ao contribuinte que se utilizar do sistema previsto no § 3° é permitindo, ainda, o uso de
documento fiscal emitido à máquina ou manuscrito, observado o disposto nos §§ 1° e 2°.

V 6° É facultado ao contribuinte utilizar simultaneamente documento fiscal de série distinta,
quando realize:

Ì - ao mesmo tempo, operações sujeitas ou não ao ÌPÌ e/ou ÌCMS;
ÌÌ - vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos;
ÌÌÌ - operações com produtos estrangeiros de importação própria;
ÌV - operações com produtos estrangeiros adquiridos no mercado interno;
V - operações de saída de mercadorias armazenadas em depósito fechado, armazém geral ou
frigorífico, que não devam transitar pelo estabelecimento depositante;
VÌ - vendas a prazo realizadas por estabelecimentos comerciais.

V 7° Na hipótese do inciso ÌÌ do parágrafo anterior, poderá ser adotada uma subsérie para as
operações de remessa e outra, comum a todos os vendedores, para as operações de venda.

V 8° O disposto no § 6° não se aplica aos contribuintes que se utilizem da faculdade prevista
no § 3°.

V 9º O Fisco pode restringir o número das séries e subséries em uso, não sendo permitida a
adoção das mesmas em função do número de empregados.

Art. 209. Ficam adotados o Código de Situação Tributária e o Código Fiscal de Operação e
Prestação ÷ CFOP, publicados nos anexos ÌÌÌ e ÌV, respectivamente, para serem aplicados aos
documentos fiscais conforme sejam exigidos.

Parágrafo único. Em relação as atividades econômicas praticadas pelos contribuintes,
aplicar-se-ão as instituídas pelo Ajuste SÌNÌEF 02/99, de 23 de julho de 1999.

Art. 210. A impressão dos documentos fiscais de que tratam os arts. 202 e 248, deste
Regulamento, ainda que em gráfica localizada fora do Estado, somente poderá ser efetuada mediante
requerimento do contribuinte (usuário) e prévia autorização da Secretaria da Fazenda.

Parágrafo único acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Parágrafo único. O disposto no caput deste artigo não se aplica à impressão de manifesto de
carga emitido por transportador autônomo na prestação interna de serviços de transporte.

Art. 211. Para o cumprimento do disposto no artigo anterior, será preenchido pedido de
Autorização de Ìmpressão de Documentos Fiscais, que conterá, no mínimo, as seguintes indicações:

Ì - denominação Autorização de Ìmpressão de Documentos Fiscais;
ÌÌ - nome, endereço e número de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do usuário dos
documentos fiscais a serem impressos;
ÌÌÌ - nome, endereço e número de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do estabelecimento
gráfico;
ÌV - quantidade e espécie do documento fiscal, série e subsérie, quando for o caso, número
inicial e final dos documentos a serem impressos;
V - identidade pessoal do encomendante e usuário, as assinaturas deste e do responsável
pelo estabelecimento gráfico e do funcionário que autorizou a impressão;
VÌ - número inicial e final e série dos Selos Fiscais liberados pelo Fisco para autenticidade dos
documentos.

V 1° O modelo de documento previsto no caput pode ser alterado pela Secretaria da Fazenda
desde que o novo guarde os requisitos enumerados neste artigo.

V 2° O formulário de que trata este artigo será preenchido em três vias, que após a concessão
da autorização pela autoridade competente, terão a seguinte destinação:

Ì - primeira via - repartição fiscal;
ÌÌ - segunda via - estabelecimento usuário;
ÌÌÌ - terceira via - estabelecimento gráfico.

Art. 212. Ìmpressos os documentos de que tratam o inciso Ì do art. 202 e os incisos ÌÌÌ e ÌV do
art. 248, o contribuinte solicitará, junto à repartição competente, a homologação para uso dos mesmos,
através do formulário denominado Pedido de Conferência e Homologação de Uso de Documentos
Fiscais, contendo as seguintes indicações:

Ì - denominação Pedido de Conferência e Homologação de Uso de Documentos Fiscais;
ÌÌ - nome, endereço e número de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do contribuinte;
ÌÌÌ - nome, endereço e número de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do estabelecimento
gráfico que imprimiu os documentos fiscais;
ÌV - o número da Autorização de Ìmpressão dos Documentos Fiscais;
V - quantidade e espécie do documento fiscal, série e subsérie, quando for o caso, e números
inicial e final dos documentos a serem homologados;
VÌ - assinatura dos responsáveis pelo estabelecimento solicitante e pelo estabelecimento
gráfico impressor.

V 1° O modelo do documento previsto no caput pode ser alterado pela Secretaria da Fazenda
desde que o novo guarde os requisitos enumerados neste artigo.

V 2° O formulário de que trata este artigo será preenchido em uma única via que ficará na
posse da repartição fiscal que proceder à conferência e autenticação.

V 3° Em substituição ao documento de que trata o caput e o artigo anterior, a SEFAZ poderá
adotar outro tipo de documento, que atenda às mesmas finalidades e às exigências previstas nestes
artigos.

Art. 213. Os contribuintes inscritos no Cadastro de Contribuintes do Estado do Amazonas
(CCA) deverão preencher cartão de autógrafos, que será entregue ao órgão competente da Secretaria
da Fazenda, onde permanecerá arquivado.

Art. 214. Os pedidos de Autorização de Ìmpressão de Documentos Fiscais não poderão sofrer
quaisquer rasuras, emendas ou borrões.

Nova redação dada ao art. 215 peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Art. 215. É vedada a concessão de AÌDF para quantidade de documentos fiscais que não
sejam suficientes para o consumo do estabelecimento por um período inferior a seis meses ou superior
a trinta e seis meses, salvo autorização expressa da Secretaria Executiva da Receita.

Redação originaI:
Art. 215. É vedada a concessão de AÌDF para quantidade de documentos fiscais que não sejam suficientes para o
consumo do estabelecimento por um período inferior a seis meses ou superior a trinta e seis meses, salvo autorização
expressa da Coordenadoria de Administração Tributária.

Art. 216. É também vedada a concessão da AÌDF para contribuintes com situação cadastral
irregular ou que esteja omisso com suas obrigações tributárias.

V 1° É vedada a concessão de Autorização de Ìmpressão de Documentos Fiscais em
formulários para utilização por processamento de dados para contribuinte que não tenha autorização
deste sistema pela SEFAZ.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 2° O uso de formulários com numeração tipográfica única poderá ser estendido a
estabelecimento não relacionado na correspondente autorização, desde que haja aprovação prévia
Secretaria da Fazenda.

Redação originaI:
V 2° É facultada a utilização de formulários com numeração tipográfica única para mais de um estabelecimento, desde
que tenha a mesma razão social.

Art. 217. Ao receber os documentos fiscais da gráfica o contribuinte deverá exigir a cópia da
respectiva AÌDF, verificando se o campo "homologação dos documentos fiscais¨ foi devidamente
processada pelo Fisco, sem o que os referidos documentos estarão invalidados para o uso, sendo
considerados inidôneos.

Art. 218. A empresa interessada em utilizar o sistema de impressão simultânea, via Iaser,
também estão obrigadas à formalização do pedido de Autorização de Ìmpressão de Documentos Fiscais
÷ AÌDF para a liberação da compra dos formulários de segurança.

Art. 219. Quando o pedido de Autorização para Ìmpressão de Documento Fiscal compreender
a continuação da série já iniciada, a critério da autoridade fazendária competente, poderá ser solicitado,
para apresentação à repartição, o último documento da respectiva série.

Art. 220. Sempre que for obrigatória a emissão de documentos fiscais, aqueles a quem se
destinarem as mercadorias são obrigados a exigir tais documentos dos que devam emiti-los, contendo
todos os requisitos legais.

Art. 221. Os estabelecimentos gráficos, quando confeccionarem impressos numerados, para
fins fiscais, deles farão constar a sua firma ou denominação, endereço e número de inscrição estadual e
no CNPJ/MF; a data, quantidade, data limite de validade e numeração de cada impressão; bem como
numeração e seriação do Selo Fiscal utilizado.

Parágrafo único. O disposto neste artigo aplica-se, também, aos contribuintes que
confeccionarem seus próprios impressos, para fins fiscais.

SEÇÃO II
DA NOTA FISCAL

Art. 222. A Nota Fiscal conterá as seguintes indicações:

Ì ÷ denominação: Nota Fiscal;
ÌÌ - o número de ordem, a série e, se for o caso, subsérie e o número da via;
ÌÌÌ - a natureza da operação ou prestação de que decorrer a saída de conformidade com o
Código Fiscal de Operações e Prestações ÷CFOP, previsto neste Regulamento;
ÌV - a data da emissão;
V - o nome, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do
estabelecimento emitente;
VÌ - o nome, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do
estabelecimento destinatário;
VÌÌ - a data da saída das mercadorias ou prestação do serviço do estabelecimento emitente;
VÌÌÌ - a discriminação do serviço ou das mercadorias, quantidade, marca, tipo, modelo,
espécie, qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação;
ÌX - a classificação fiscal dos produtos, prevista pela legislação do ÌPÌ, quando for o caso;
X ÷ a codificação da situação tributária;
XÌ - os valores, unitário e total dos serviços ou das mercadorias e o valor total da operação ou
prestação;
XÌÌ - a alíquota e o valor do ÌPÌ ou do ÌCMS cobrado por substituição tributária, conforme o
caso;
XÌÌÌ - a base de cálculo do ÌPÌ e/ou do ÌCMS, quando diferente do valor da operação ou da
prestação e o preço de venda no varejo ou no atacado, quando a ele estiverem subordinados os
cálculos dos impostos referidos;
XÌV ÷ campo destinado a aposição do Selo Fiscal;
XV - a importância do imposto devido sobre a prestação ou operação e o cobrado por
substituição tributária, se for o caso, que devera constar em destaque dentro dos respectivos retângulos;
XVÌ - o nome do transportador, o seu endereço e a placa ou número de identificação do
veículo;
XVÌÌ - a forma de acondicionamento dos produtos bem como marca, numeração, quantidade,
espécie e peso dos volumes;
XVÌÌÌ - o nome, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do impressor
da nota e a quantidade de impressão, o número de ordem da primeira e da última notas impressas e
respectiva série e subsérie e o número da autorização para impressão dos documentos fiscais;
XÌX - data limite para utilização ou emissão.

V 1° As indicações dos incisos Ì, ÌÌ, V, XVÌÌÌ e XÌX serão impressas.

V 2° A indicação do inciso ÌX é obrigatória para os contribuintes do ÌPÌ, sendo vedadas as
indicações dos incisos XÌÌ e XÌÌÌ, quando o emitente não seja obrigado ao recolhimento dos tributos
neles mencionados.

V 3° A Nota Fiscal só pode mencionar produtos de mais de um inciso ou posição constante da
tabela anexa ao Regulamento do Ìmposto sobre Produtos Ìndustrializados, se houver separação de
valores, de modo que fique demonstrado o ÌPÌ devido em cada inciso ou posição.

V 4° Serão dispensadas as indicações do inciso VÌÌÌ quando constarem de romaneio emitido
com os requisitos mínimos dos incisos ÌÌ, ÌV, V, VÌ, VÌÌ, XÌ e XVÌ, que constituirá parte inseparável da
Nota Fiscal, hipótese em que se mencionará na nota, o número, a série e a data do romaneio e, neste, o
número, a série e subsérie e a data daquela.

V 5° Na Nota Fiscal emitida relativamente à saída de mercadorias em retorno ou em
devolução, deverão ser, ainda, indicados o número, a data da emissão e o valor da operação do
documento original.

V 6° A Nota Fiscal é de tamanho não inferior a 14,8 x 21 cm, em qualquer sentido.

V 7° É proibido o uso do documento fiscal em circunscrição (localidade) fiscal diversa daquela
para onde foi autenticado ou destinado, ressalvados os casos previstos expressamente neste
Regulamento.

V 8° A indicação da data da saída dos produtos ou mercadorias ou ainda a execução do
serviço não deve conter emenda ou rasura, considerando-se sem valor a que estiver emendada ou
rasurada.

V 9° A Nota Fiscal poderá servir como fatura, feita a inclusão dos elementos necessários, caso
em que a denominação prevista no inciso Ì, do caput, passa a ser Nota Fiscal-Fatura.

V 10. Na Nota Fiscal de que trata o parágrafo anterior, além dos requisitos exigidos neste
artigo, deverão constar, impressas ou mediante carimbo, a fim de documentar o valor da operação ou da
prestação, as seguintes indicações:

Ì - preço à vista;
ÌÌ - despesas de operações do departamento de crédito, em moeda corrente e porcentagem;
ÌÌÌ - preço de partida;
ÌV - custo de financiamento.

V 11. Fica dispensada a observância do disposto no parágrafo anterior quando os requisitos
exigidos figurarem no contrato de venda e compra ou da encomenda ou na fatura respectiva.

V 12. As Notas Fiscais deverão ser emitidas no prazo máximo de três anos contados da data
de autorização de impressão.

V 13. A indicação prevista no inciso XÌX deverá ser feita em destaque, com a seguinte
expressão: Nota Fiscal válida, se emitida até DD/MM/AAAA.

Parágrafo 14 acrescentado peIo Decreto 30.486/10, efeitos a partir de 15.9.10.

V 14. A Nota Fiscal emitida relativamente à entrada de mercadoria de importação própria deve
ter o campo Destinatário/Remetente preenchido com os dados do remetente.¨;

Art. 223. Salvo os casos autorizados pelo Fisco, nas saídas de mercadorias alcançadas pelo
regime de substituição tributária o contribuinte deverá emitir Nota Fiscal distinta.

Art. 224. A Nota Fiscal deverá ser emitida:

Ì - antes de iniciada a saída das mercadorias ou no momento da prestação do serviço;
ÌÌ - no momento do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias por qualquer
estabelecimento;
ÌÌÌ - antes da transmissão real ou simbólica das mercadorias:

a) nos casos de transmissão de propriedade de mercadorias ou de títulos que as represente,
quando não transitarem pelo estabelecimento do transmitente;
b) nos casos de ulterior transmissão de propriedade de mercadorias que, tendo transitado pelo
estabelecimento transmitente, deste saíram sem o pagamento do ÌCMS, em decorrência de locação ou
de remessas para armazéns gerais, frigoríficos ou depósitos fechados;

ÌV - na ocasião da entrada ou antes dela, quando previsto neste Regulamento, de
mercadorias, bens ou serviços.

V 1° Na Nota Fiscal emitida em razão de ulterior transmissão de propriedade de mercadorias,
previstas na alínea "b" do inciso ÌÌÌ deverão ser mencionados o número, a série, a subsérie e a data da
Nota Fiscal emitida anteriormente por ocasião da saída das mercadorias.

V 2° No caso de mercadoria de procedência estrangeira que, sem entrar em estabelecimento
do importador ou arrematante, seja por este remetida a terceiros, deverá o importador ou arrematante
emitir Nota Fiscal, com a declaração de que a mercadoria sairá diretamente da repartição federal em
que se processou o desembaraço.

Art. 225. A Nota Fiscal, além das hipóteses previstas no artigo anterior, também deverá ser
emitida:

Ì - no caso de mercadorias cuja unidade não possa ser transportada de uma vez só, desde que
o ÌPÌ e/ou ÌCMS deva incidir sobre o todo;
ÌÌ - no reajustamento de preço em virtude de contrato escrito de que decorra acréscimo do
valor das mercadorias ou do serviço;
ÌÌÌ - na regularização decorrente de diferença de quantidade ou de preço das mercadorias ou
serviços, quando efetuada no período de apuração do respectivo imposto, em que tenha sido emitida a
Nota Fiscal originária;
ÌV - para lançamento do ÌPÌ ou do ÌCMS, não destacado na época própria, em virtude de erro
de cálculo ou de classificação fiscal, quando a regularização ocorrer no período de apuração dos
impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária;
V - no caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao
usuário, pela repartição do Fisco Federal, para aplicação em seus produtos sujeitos à selagem;
VÌ ÷ no caso de diferença apurada no estoque de mercadorias.

V 1° Na hipótese do inciso Ì, serão observadas as seguintes normas:

Ì - nota Fiscal inicial deverá ser emitida, se o preço de venda se estender à totalidade, sem
indicação correspondente a cada peça ou parte, especificando essa circunstância, com destaque do
ÌCMS, devendo constar que a remessa será feita em peças ou partes;
ÌÌ - a cada remessa deve corresponder nova Nota Fiscal, sem destaque do ÌCMS,
mencionando-se o número, a série, subsérie e a data da Nota Fiscal originária.

V 2° Na hipótese do inciso ÌÌ do caput, a Nota Fiscal será emitida dentro de três dias da data
em que se efetivou o reajuste do preço.

V 3° Nas hipóteses dos incisos ÌÌÌ, ÌV e VÌ, do caput, se a regularização não se efetuar dentro
do prazo de apuração do imposto, a Nota Fiscal deverá também ser emitida, sendo a diferença do
imposto recolhida em guia em separado, com as especificações necessárias da regularização.

V 4° Para efeito de emissão da Nota Fiscal na hipótese do inciso V do caput:

a) a falta de selos caracteriza saída de produto sem a emissão de Nota Fiscal e sem
pagamento do ÌCMS e do ÌPÌ;
b) o excesso de selos caracteriza a saída de produto sem aplicação de selo e sem pagamento
do ÌPÌ e do ÌCMS.

O Vide, em relação ao art. 226, o Ajuste SÌNÌEF 01/07.

Art. 226. Excetuadas as alterações relativas à mudança do destinatário, ao preço unitário e
quantidade da mercadoria ou do serviço, qualquer irregularidade verificada no documento fiscal após
sua emissão poderá ser suprida por meio de carta de correção.

Parágrafo único. A emissão de Nota Fiscal na hipótese do inciso V do caput do artigo anterior
e da carta de correção prevista no caput somente poderá ser feita antes de qualquer procedimento
fiscal.

Art. 227. Excetuados os casos previstos neste Regulamento, é vedada a emissão de Nota
Fiscal que não corresponda a uma efetiva saída de mercadorias ou prestação de serviço, a uma
transmissão de propriedade de mercadoria, ou ainda, a uma entrada de mercadoria no estabelecimento.

Art. 228. A Nota Fiscal será extraída, no mínimo em três vias ou, em se tratando de saída de
mercadorias ou prestação de serviço para outra Unidade da Federação ou para o exterior, no mínimo
em quatro vias.

Art. 229. Na saída de mercadorias para destinatário localizado neste Estado, as vias da Nota
Fiscal terão o seguinte destino:

Ì - a primeira via acompanhará o serviço ou a mercadoria no seu transporte para ser entregue
pelo transportador, ao destinatário;
ÌÌ - a segunda via, fixada ao talão, ficará à disposição do Fisco Estadual;
ÌÌÌ ÷ a terceira via, para controle ou fiscalização.

Art. 230. Na saída para outra unidade da Federação, as vias da Nota Fiscal terão o seguinte
destino:

Ì - a primeira via acompanhará o serviço ou a mercadoria e será entregue pelo transportador
ao destinatário;
ÌÌ - a segunda via ficará presa ao talonário à disposição do Fisco;
ÌÌÌ - a terceira via acompanhará a mercadoria e destinar-se-á a fins de controle do Fisco na
unidade da Federação do destinatário;
ÌV - a quarta via ficará no talão à disposição do Fisco Estadual que, a qualquer tempo, poderá
solicitar.

Art. 231. Na saída para o Exterior, a Nota Fiscal será emitida:

Ì - se a mercadoria for embarcada na Unidade da Federação do remetente, na forma prevista
no artigo anterior;
ÌÌ - se o embarque se processar em outra Unidade da Federação, será emitida uma via
adicional ou extraída cópia reprográfica, que será entregue ao Fisco Estadual do local do embarque.

SUBSEÇÃO I
DA NOTA FISCAL MODELO 1 E 1-A

Art. 232. A Nota Fiscal modelo 1 e 1-A será emitida sempre que o contribuinte promover
operações da seguinte natureza:

Ì - vendas a contribuinte;
ÌÌ - vendas interestaduais;
ÌÌÌ - vendas para o exterior;
ÌV - entrada de mercadorias.

Parágrafo 1º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 1º A Nota Fiscal deverá ser emitida antes de iniciada a saída da mercadoria, real ou
simbolicamente, ainda que não transite pelo estabelecimento do transmitente.

Redação originaI:
Parágrafo único. A Nota Fiscal deverá ser emitida antes de iniciada a saída das mercadorias, real ou simbolicamente,
ainda que não transite pelo estabelecimento do transmitente.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.1.11.

V 2º A Nota Fiscal, modelos 1, 1A ou 55, deverá ser emitida na saída de aparelhos de telefonia
celular móvel, podendo ser usado, em substituição, o cupom fiscal emitido por equipamento ECF

Redação OriginaI do V 2º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01:
V 2º A Nota Fiscal, modelo 1 ou 1A, deverá ser emitida na saída de aparelhos de telefonia celular móvel, vedado o uso
de outro modelo em substituição.

Parágrafo 3º revogado peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.1.11

Parágrafo 3º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01
V 3º A vedação de que trata o parágrafo anterior não se aplica na saída de aparelhos para telefonia celular móvel
realizada pela empresa operadora do serviço de telecomunicação, hipótese em que, também, poderá emitir Nota
Fiscal de Venda a Consumidor.

Art. 233. A Nota Fiscal modelo 1 e 1-A conterá, nos quadros e campos próprios, observada a
disposição de cada modelo, as seguintes indicações:

Ì - no quadro Emitente:
a) o nome ou razão social;
b) o endereço;
c) o bairro ou distrito;
d) o Município;
e) a unidade da Federação;
f) o telefone e/ou fax;
g) o Código de Endereçamento Postal;
h) o número de inscrição no CNPJ/MF;
i) a natureza da operação de que decorrer a saída ou a entrada, tais como: venda, compra,
transferência, devolução, importação, consignação, remessa (para fins de demonstração, de
industrialização ou outra);
j) o Código Fiscal de Operações ou Prestações - CFOP;
l) o número de inscrição estadual do substituto tributário na unidade da Federação em favor da
qual é retido o imposto, quando for o caso;
m) o número de inscrição estadual;
n) a denominação Nota Fiscal;
o) a indicação da operação, se de entrada ou de saída;
p) o número de ordem da Nota Fiscal e, imediatamente abaixo, a expressão série,
acompanhada do número correspondente, se adotada nos termos da legislação;
q) o número e destinação da via da Nota Fiscal;
r) a data limite para emissão da Nota Fiscal;
s) a data de emissão da Nota Fiscal;
t) a data da efetiva saída ou entrada da mercadoria do estabelecimento;
u) a hora da efetiva saída da mercadoria do estabelecimento;

ÌÌ - no quadro Destinatário/Remetente:
a) o nome ou razão social;
b) o número de inscrição no CNPJ/MF ou no CPF;
c) o endereço;
d) o bairro ou distrito;
e) o Código de Endereçamento Postal;
f) o Município;
g) o telefone e/ou fax;
h) a unidade da Federação;
i) o número de inscrição estadual;

ÌÌÌ - no quadro Fatura, se adotado pelo emitente, as indicações previstas na legislação
pertinente;

ÌV - no quadro Dados do Produto:
a) o código adotado pelo estabelecimento para identificação do produto;
b) a descrição dos produtos, compreendendo: nome, marca, tipo, modelo, série, espécie,
qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação;
c) a classificação fiscal dos produtos, quando exigida pela legislação do ÌPÌ;
d) o Código de Situação Tributária - CST;
e) a unidade de medida utilizada para a quantificação dos produtos;
f) a quantidade dos produtos;
g) o valor unitário dos produtos;
h) o valor total dos produtos;
i) a alíquota do ÌCMS;
j) a alíquota e valor do ÌPÌ ou do ÌCMS cobrado por substituição tributária, conforme o caso;

V - no quadro Cálculo do Ìmposto:
a) a base de cálculo total do ÌCMS;
b) o valor do ÌCMS incidente na operação;
c) a base de cálculo aplicada para a determinação do valor do ÌCMS cobrado por substituição
tributária, quando for o caso;
d) o valor do ÌCMS cobrado por substituição tributária, quando for o caso;
e) o valor total dos produtos;
f) o valor do frete;
g) o valor do seguro;
h) o valor de outras despesas acessórias;
i) o valor total do ÌPÌ, quando for o caso;
j) o valor total da nota;

VÌ - no quadro Transportador/Volumes Transportados:
a) nome ou razão social do transportador e a expressão Autônomo, se for o caso;
b) a condição de pagamento do frete: se por conta do emitente (CÌF) ou do destinatário (FOB);
c) a placa do veículo, no caso de transporte rodoviário, ou outro elemento identificativo, nos
demais casos;
d) a unidade da Federação de registro do veículo;
e) o número de inscrição do transportador no CNPJ/MF ou CPF;
f) o endereço do transportador;
g) o Município do transportador;
h) a unidade da Federação do domicílio do transportador;
i) o número de inscrição estadual do transportador, quando for o caso;
j) a quantidade de volumes transportados;
l) a espécie de volumes transportados;
m) a marca dos volumes transportados;
n) a numeração dos volumes transportados;
o) o peso bruto dos volumes transportados;
p) o peso líquido dos volumes transportados;

VÌÌ - no quadro Dados Adicionais:
a) no campo Ìnformações Complementares - outros dados de interesse do emitente, tais como:
número do pedido, vendedor, emissor da Nota Fiscal, local de entrega, quando diverso do endereço do
destinatário nas hipóteses previstas na legislação, propaganda e outros;
b) no campo Reservado ao Fisco: indicações estabelecidas pelo Fisco do Estado do emitente;
c) o número de controle do formulário, no caso de Nota Fiscal emitida por processamento
eletrônico de dados;

VÌÌÌ - no rodapé ou na lateral direita da Nota Fiscal: o nome, o endereço e os números de
inscrição estadual e no CNPJ/MF do impressor da Nota Fiscal; a data e a quantidade da impressão; o
número de ordem da primeira e da última nota impressa e respectiva série, quando for o caso; o número
da autorização de impressão de documentos fiscais e o número inicial e final e a série do Selo Fiscal de
Autenticidade utilizados;

ÌX - no comprovante de entrega dos produtos, que deverá integrar apenas a primeira via da
Nota Fiscal, na forma de canhoto destacável:
a) a declaração de recebimento dos produtos;
b) a data do recebimento dos produtos;
c) a identificação e assinatura do recebedor dos produtos;
d) a expressão Nota Fiscal;
e) o número de ordem da Nota Fiscal.

V 1° A Nota Fiscal será de tamanho não inferior a 21,0 X 28,0 cm e 28,0 X 21,0 cm para os
modelos 1 e 1-A, respectivamente, e suas vias não poderão ser impressas em papel jornal, observado
o seguinte:

Ì - os quadros terão largura mínima de 20,3 cm, exceto os quadros:
a) Destinatário/Remetente, que terá largura mínima de 17,2 cm;
b) Dados Adicionais, no modelo 1-A;

ÌÌ - no campo Reservado ao Fisco, terá tamanho mínimo de 8,0 cm X 3,0 cm, em qualquer
sentido;
ÌÌÌ - os campos CNPJ, Ìnscrição estadual do Substituto Tributário e Ìnscrição estadual do
quadro Emitente e os campos CNPJ/CPF e Ìnscrição estadual do quadro Destinatário/Remetente, terão
largura mínima de 4,4 cm.

V 2° Serão impressas tipograficamente as indicações:

Ì - das alíneas "a¨ a "h¨, "m¨ "n¨, "p¨ , "q¨ e "r¨ do inciso Ì do caput, devendo as indicações das
alíneas "a¨, "h¨ e "m¨ ser impressas, no mínimo, em corpo 8, não condensado;
ÌÌ - do inciso VÌÌÌ, devendo ser impressas, no mínimo, em corpo 5, não condensado;
ÌÌÌ - das alíneas "d¨ e "e¨ do inciso ÌX.

V 3° As indicações a que se referem as alíneas "a¨ a "h¨ e "m¨ do inciso Ì poderão ser
dispensadas de impressão tipográfica, a juízo do Fisco, desde que a Nota Fiscal seja fornecida e visada
pela repartição fiscal.

V 4° As indicações a que se referem a alínea "l¨ do inciso Ì e as alíneas "c¨ e "d¨ do inciso V só
serão prestadas quando o emitente da Nota Fiscal for o substituto tributário.

V 5° Nas operações de exportação, o campo destinado ao Município, do quadro
Destinatário/Remetente, será preenchido com a cidade e o país de destino.

V 6° A Nota Fiscal poderá servir como fatura, feita a inclusão dos elementos necessários no
quadro Fatura, caso em que a denominação prevista na alínea "n¨ do inciso Ì e "d¨ do inciso ÌX passa a
ser Nota Fiscal - Fatura.

V 7° Nas vendas a prazo, quando não houver emissão de Nota Fiscal-Fatura ou de Fatura, ou,
ainda, quando esta for emitida em separado, a Nota Fiscal, além dos requisitos exigidos neste artigo,
deverá conter, impressas ou mediante carimbo, no campo Ìnformações Complementares do quadro
Dados Adicionais, indicações sobre a operação, tais como preço à vista, preço final, quantidade, valor e
datas de vencimento das prestações.

V 8° Serão dispensadas as indicações do inciso ÌV se estas constarem de romaneio, que
passará a constituir parte inseparável da Nota Fiscal, desde que obedecidos os requisitos abaixo:

Ì - o romaneio deverá conter, no mínimo, as indicações das alíneas "a¨ a "e¨ , "h¨, "m¨, "p¨, "q¨,
"s¨ e "t¨ do inciso Ì; "a¨ a "d¨, "f¨, "h¨ e "i¨ do inciso ÌÌ; "j¨ do inciso V; "a¨, "c¨ a "h¨ do inciso VÌ e do inciso
VÌÌ;
ÌÌ - a Nota Fiscal deverá conter as indicações do número e da data do romaneio e, este, do
número e da data daquela.

V 9° A indicação da alínea "a¨ do inciso ÌV:

Ì - deverá ser efetuada com os dígitos correspondentes ao código de barras, se o contribuinte
utilizar o referido código para o seu controle interno;
ÌÌ - poderá ser dispensada, a critério do Fisco, hipótese em que a coluna Código do Produto do
quadro Dados do Produto poderá ser suprimida.

V 10. Em substituição à aposição dos códigos da tabela do ÌPÌ, no campo Classificação Fiscal,
poderá ser indicado outro código, desde que, no campo Ìnformações Complementares do quadro Dados
Adicionais ou no verso da Nota Fiscal, seja impressa, por meio indelével, tabela com a respectiva
decodificação.

V 11. Nas operações sujeitas a mais de uma alíquota e/ou situação tributária, os dados do
quadro Dados do Produto deverão ser subtotalizados por alíquota e/ou substituição tributária.

V 12. Os dados relativos ao ÌSS serão inseridos, quando for o caso, entre os quadros Dados
do Produto e Cálculo do Ìmposto, conforme legislação do Município.

V 13. Caso o transportador seja o próprio remetente ou o destinatário, esta circunstância será
indicada no campo Nome/Razão Social do quadro Transportador/Volumes Transportados, com a
expressão Remetente ou Destinatário.

V 14. Na Nota Fiscal emitida relativamente à saída de mercadorias em retorno ou em
devolução, deverão ser indicados, ainda, no campo Ìnformações Complementares, o número, a data da
emissão e o valor da operação do documento original.

V 15. No campo Placa do Veículo do quadro Transportador/Volumes Transportados, deverá
ser indicada a placa do veículo tracionado, quando se tratar de reboque ou semi-reboque deste tipo de
veículo, devendo a placa dos demais veículos tracionados, quando houver, ser indicada no campo
Ìnformações Complementares¨.

V 16. A aposição de carimbos nas Notas Fiscais, quando do trânsito da mercadoria, deve ser
feita no verso das mesmas, salvo quando forem carbonadas.

V 17. Caso o campo Ìnformações Complementares não seja suficiente para conter as
indicações exigidas, poderá ser utilizado, excepcionalmente, o quadro Dados do Produto, desde que
não prejudique a sua clareza.

V 18. É permitida a indicação de informações complementares de interesse do emitente,
impressas tipograficamente no verso da Nota Fiscal, hipótese em que sempre será reservado espaço,
com a dimensão mínima de 10 X 15 cm, em qualquer sentido, para atendimento ao disposto no
parágrafo 16.

V 19. É vedada a utilização de Notas Fiscais dos modelos 1 e 1-A, salvo quando adotadas
séries distintas.

Art. 234. Será obrigatória a utilização de séries distintas, dos modelos 1 ou 1-A, no caso de
uso concomitante de Nota Fiscal e Nota Fiscal Fatura, ou ainda quando houver interesse do Fisco em
separar as operações de entrada das de saída.

SUBSEÇÃO II
DA NOTA FISCAL DE VENDA A CONSUMIDOR

Art. 235. Nas operações à vista, destinadas a consumidor, em que as mercadorias sejam
retiradas do estabelecimento no ato da venda pelo comprador ou na prestação de serviço executado
diretamente ao encomendante, poderá ser emitida, em substituição à Nota Fiscal modelo 1 ou 1A, a
Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, sendo obrigatória a série "D¨.

Parágrafo único. É vedado o destaque do ÌCMS na Nota Fiscal modelo 2.

Art. 236. A Nota Fiscal de Venda a Consumidor deverá conter as seguintes indicações:

Ì - a denominação: Nota Fiscal de Venda a Consumidor;
ÌÌ - o número de ordem, série, subsérie e o número da via;
ÌÌÌ - a data da emissão;
ÌV - o nome, o endereço e os números de inscrição estadual e do CNPJ/MF do
estabelecimento emitente;
V - a discriminação das mercadorias ou dos serviços, tais como, quantidade, marca, tipo,
modelo, espécie, qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação;
VÌ - os valores, unitário e total, das mercadorias ou dos serviços e o valor total da operação ou
prestação;
VÌÌ - o nome, o endereço, os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF do impressor da
nota, a data e a quantidade da impressão, o número de ordem da primeira e da última nota impressa e
respectiva série, o número da Autorização de Ìmpressão de Documentos Fiscais, os números inicial e
final, o número e a série dos Selos Fiscais utilizados e a data limite de utilização.

V 1° As indicações dos incisos Ì, ÌÌ, ÌV e VÌÌ devem ser impressas tipograficamente.

V 2° A Nota Fiscal de Venda a Consumidor deve ser de tamanho não inferior a 11 x 13 cm,
em qualquer sentido.

Art. 237. A Nota Fiscal de Venda a Consumidor será extraída, no mínimo, em duas vias,
sendo a primeira entregue ao comprador e a última presa ao talonário para exibição ao Fisco.

Parágrafo único. Será obrigatória a utilização de subséries distintas sempre que forem
realizadas no mesmo estabelecimento operações com produtos estrangeiros de importação própria e
com importação através de terceiros.

Art. 238. O usuário de ECF deverá emitir Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, de
forma manual, na impossibilidade de uso do equipamento.

SUBSEÇÃO III
DA NOTA FISCAL DO PRODUTOR

Art. 239. O estabelecimento de produtor agropecuário, quando for pessoa jurídica ou tiver
organização administrativa, considerada pela autoridade fiscal adequada ao atendimento das
obrigações fiscais, deverá emitir Nota Fiscal de Produtor, modelo 4:

Ì - sempre que promover a saída de mercadorias;
ÌÌ - na transmissão da propriedade de mercadorias;
ÌÌÌ - em outras hipóteses previstas na legislação.

V 1° O disposto neste artigo aplica-se, também, às pessoas físicas produtores rurais, às
cooperativas de produtores e às centrais de cooperativas consideradas pelo Fisco como adequadas ao
atendimento das obrigações fiscais.

V 2° A Nota Fiscal de Produtor deve conter as seguintes indicações tipograficamente
impressas:

a) denominação: Nota Fiscal de Produtor;
b) número de ordem, número da via, série e subsérie;
c) demais composições tipográficas do modelo, constituídas de palavras, expressões, linhas e
retângulos, inclusive as relativas ao Selo Fiscal.

V 3° Os dados relativos ao emitente somente poderão ser impressos quando as operações
forem efetuadas por estabelecimentos produtores que possuam os requisitos constantes no caput.

V 4° O modelo da Nota Fiscal de Produtor e o disciplinamento de sua impressão e uso estão
previstos no Ajuste SÌNÌEF n° 09, de 12 de dezembro de 1997.

Art. 240. Na Nota Fiscal de Produtor, devem ser lançados, nos locais próprios, os seguintes
elementos:

Ì - nome, endereço, código de endereçamento postal, denominação da propriedade, número
de inscrição estadual e do CNPJ/MF, telefone e fax do emitente;
ÌÌ - data da emissão e da saída efetiva das mercadorias do estabelecimento;
ÌÌÌ - nome, endereço, número de inscrição estadual e do CNPJ/MF do destinatário, ou sua
qualificação, se não inscrito;
ÌV - natureza da operação, tais como: venda, consignação, remessa para beneficiamento;
V - discriminação dos produtos por quantidade, unidade, espécie, qualidade, marca, tipo e
demais elementos que permitam a sua perfeita identificação;
VÌ - preços unitários dos produtos, seus valores parciais e valor total da operação, bem como a
base de cálculo, na falta daquele ou dele diferente;
VÌÌ ÷ alíquota e valor do ÌCMS, quando for o caso;
VÌÌÌ ÷ o número de autenticação da guia de recolhimento do ÌCMS e a data, quando exigidos;
ÌX ÷ valor do frete, seguro ou de outras despesas;
X - nome e o endereço completos da empresa transportadora ou do transportador autônomo e
a condição de pagamento do frete: se por conta do emitente(CÌF) ou do destinatário(FOB);
XÌ ÷ quantidade, espécie, marca, numeração e peso dos volumes transportados;
XÌÌ - quando se tratar de transportador autônomo, o número da placa do veículo, Município e
Estado de seu emplacamento.

V 1° Os dados referidos no inciso VÌ poderão ser dispensados quando os produtos estiverem
sujeitos a posterior fixação de preços, indicando-se no documento essa circunstância.

V 2° O disposto no inciso XÌÌ também se aplica quando os produtos forem transportados em
veículo próprio, indicando-se no documento essa circunstância.

Art. 241. Na saída de produtos do estabelecimento agropecuário, a Nota Fiscal de Produtor
será emitida:

Ì - em duas vias, no mínimo, que terão a mesma destinação prevista nos arts. 229 e 231, para
a Nota Fiscal, quando os produtos se destinarem a estabelecimento localizado neste Estado ou para o
Exterior;
ÌÌ - em quatro vias, no mínimo, que terão a mesma destinação prevista no art. 230, para a Nota
Fiscal, quando os produtos se destinarem a estabelecimento localizado em outra unidade da Federação.

V 1° No caso de saída para o exterior, se o embarque se processar em outra unidade da
Federação, deve ser emitida uma via adicional que será entregue ao Fisco Estadual do local de
embarque.

V 2° A Nota Fiscal de Produtor será impressa em tamanho não inferior a 21x20, 3 cm, em
qualquer sentido, e suas vias não poderão ser impressas em papel jornal.

Subseção IV renomeada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

SUBSEÇÃO IV
DA NOTA FISCAL AVULSA E DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AVULSO

Redação originaI:
SUBSEÇÃO IV
DA NOTA FISCAL AVULSA

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 242 peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.1.04

Art. 242. A Secretaria de Estado da Fazenda disciplinará, através de ato específico, a emissão
de Nota Fiscal Avulsa e de Conhecimento de Transporte Avulso no caso em que seja necessária a
apresentação deste documento fiscal.

Redação anterior dada peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01:
Art. 242. A Secretaria da Fazenda emitirá a Nota Fiscal Avulsa ou o Conhecimento de Transporte Avulso nos casos
em que, sendo necessária a existência de documento fiscal hábil, a pessoa não disponha do modelo impresso
graficamente.

Redação originaI:
Art. 242. A Secretaria da Fazenda emitirá a Nota Fiscal Avulsa, modelo 6, nos casos em que, sendo necessária a
existência de documento fiscal hábil, não possa ser emitida Nota Fiscal de outro modelo.

V 1° Em se tratando de operação não sujeita ou parcialmente sujeita à incidência do ÌCMS,
deverá constar, na Nota Fiscal Avulsa, sob destaque, a menção ao dispositivo legal correspondente à
isenção, não-incidência, redução de base de cálculo ou imunidade.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 2º A emissão da Nota Fiscal Avulsa e do Conhecimento de Transporte Avulso será
processada mediante o recolhimento do ÌCMS e da Taxa de Expediente, se devidos.

Redação originaI:
V 2° A emissão da Nota Fiscal Avulsa somente será processada mediante o prévio recolhimento da Taxa de
Expediente.

Parágrafo 3º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 3º Aplicam-se, no que couber, a forma e as condições estabelecidas nos arts. 243 a 247 na
impressão e na emissão do Conhecimento de Transporte Avulso.

Parágrafo 4º acrescentado peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.1.04.

V 4º Fica dispensada da obrigação tributária de desembaraço previsto nos incisos XVÌ, alínea
"a¨ e XVÌÌ do art. 38, deste Regulamento, quando se tratar de mercadoria ou prestação de serviço de
transporte acobertada por Nota Fiscal Avulsa ou Conhecimento de Transporte Avulso.

Parágrafo 5º acrescentado peIo Decreto 29.674/10, efeitos a partir de 5.3.10.

V 5.º Nas operações que envolvam fornecimento de mercadorias ou bens ao Estado por
sociedade empresária ou empresário individual do ramo da construção civil, o Secretário de Estado da
Fazenda poderá autorizar que o recolhimento do imposto devido na emissão da Nota Fiscal Avulsa seja
diferido para o momento do pagamento da despesa, por parte da Administração, observando-se o
seguinte:

Nova redação dada ao inciso I peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10.

Ì ÷ quando da liquidação da despesa, os órgãos do poder executivo estadual deverão efetuar a
retenção do ÌCMS devido, adotando-se a carga tributária de 5,1% (cinco inteiros e um décimo por cento)
sobre o valor da operação;

Redação originaI do inciso I acrescentado peIo Decreto 29.674/10, efeitos a partir de 5.3.10:
Ì ÷ quando da liquidação da despesa, os órgãos do poder executivo estadual deverão efetuar a retenção do ÌCMS
devido, adotando-se a carga tributária de 5,1% (cinco inteiros e um centésimo por cento) sobre o valor da operação;

ÌÌ ÷ fica vedado ao fornecedor o aproveitamento de qualquer crédito fiscal relativo à operação.

Artigo 242-A acrescentado peIo Decreto 29.351/09, efeitos a partir de 18.11.09.

Art. 242-A. As (ele(èrc|as a Nola F|sca| Avu|sa resle Redu|arerlo eslerder-se laroér a Nola F|sca| Avu|sa de
er|ssao e|el(òr|ca - 0-NFA. ro cue couoe(.

Nova redação dada ao art. 243 peIo Decreto 29.351/09, efeitos a partir de 18.11.09.
Art. 243. A Nota Fiscal Avulsa deverá conter a denominação "NOTA FÌSCAL AVULSA¨ ou
"NOTA FÌSCAL AVULSA DE EMÌSSÃO ELETRÔNÌCA ÷ e-NFA¨, conforme o meio de emissão, além da
indicação da operação, se de entrada ou de saída, a data de emissão, e, no mínimo, o seguinte:
Ì - no quadro "EMÌTENTE¨:
a) o nome ou denominação social;
b) o endereço;
c) o bairro ou distrito;
d) o Município;
e) a unidade da Federação;
f) o número do telefone e/ou do fax;
g) o Código de Endereçamento Postal - CEP;
h) o número de inscrição no CNPJ/MF ou no CPF;
i) o número de inscrição estadual no CCA, se houver;
j) a natureza da operação;
k) o Código Fiscal de Operações e Prestações - CFOP;
l) o número da inscrição estadual do substituto tributário na unidade da Federação em favor da
qual será retido o imposto, quando for o caso;
m) a data de efetiva saída ou entrada da mercadoria no estabelecimento, conforme o caso;
ÌÌ - no quadro "DESTÌNATÁRÌO/REMETENTE¨:
a) o nome ou denominação social;
b) o endereço;
c) o bairro ou distrito;
d) o Município;
e) a unidade da Federação;
f) o número do telefone e/ou do fax;
g) o Código de Endereçamento Postal - CEP;
h) o número de inscrição no CNPJ/MF ou no CPF;
i) o número de inscrição estadual, se houver;
ÌÌÌ - no quadro "DADOS DO PRODUTO¨:
a) o código adotado pela SEFAZ para a identificação do produto;
b) a descrição dos produtos, compreendendo: nome, marca, tipo, modelo, série, espécie,
qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação;
c) a classificação fiscal dos produtos, quando exigida pela legislação do Ìmposto sobre
Produtos Ìndustrializados ÷ ÌPÌ;
d) o Código de Situação Tributária - CST;
e) a unidade de medida utilizada para a quantificação dos produtos;
f) a quantidade dos produtos;
g) o valor unitário dos produtos;
h) o valor total dos produtos;
i) a alíquota do ÌCMS;
j) a alíquota do ÌPÌ, quando for o caso;
k) o valor do ÌPÌ, quando for o caso;
ÌV - no quadro "CÁLCULO DO ÌMPOSTO¨:
a) a base de cálculo total do ÌCMS;
b) o valor do ÌCMS incidente na operação;
c) a base de cálculo aplicada para a determinação do valor do ÌCMS retido por substituição
tributária, quando for o caso;
d) o valor do ÌCMS retido por substituição tributária, quando for o caso;
e) o valor total dos produtos;
f) o valor do frete;
g) o valor do seguro;
h) o valor de outras despesas acessórias;
i) o valor total do ÌPÌ, quando for o caso;
j) o valor total da nota fiscal;
V ÷ no quadro "TRANSPORTADOR/VOLUMES TRANSPORTADOS¨:
a) o nome ou razão social do transportador ou a expressão "AUTÔNOMO¨, se for o caso;) a
condição de pagamento do frete: se por conta do emitente ou do destinatário;
c) a placa do veículo, no caso de transporte rodoviário, o nome da embarcação, no caso de
transporte fluvial, ou outro elemento identificativo, nos demais casos;
d) a unidade da Federação de registro do veículo;
e) o número de inscrição do transportador no CNPJ/MF ou no CPF;
f) o endereço do transportador;
g) o Município do transportador;
h) a unidade da Federação do domicílio do transportador;
i) o número de inscrição estadual no CCA do transportador, quando for o caso;
j) a quantidade de volumes transportados;
k) a espécie dos volumes transportados;
l) a marca dos volumes transportados;
m) a numeração dos volumes transportados;
n) o peso bruto dos volumes transportados;
o) o peso líquido dos volumes transportados;
VÌ - no quadro "DADOS ADÌCÌONAÌS¨ no campo "ÌNFORMAÇÕES COMPLEMENTARES¨:
a) o dispositivo legal que amparou a isenção, não incidência ou imunidade;
b) a informação do local de entrega, se diverso do endereço do destinatário;
c) a expressão a ser impressa automaticamente pelo programa gerador da Nota Fiscal Avulsa:
1. "Os dados declarados são de inteira responsabilidade do remetente/emitente, configurando-
se crime de falsidade ideológica a omissão de informações ou a inserção de dados inexatos, nos termos
do art. 299 do Código Penal Brasileiro.¨;
2. "A Nota Fiscal Avulsa foi emitida com base na declaração do contribuinte e está sujeita a
vistoria física pela fiscalização da SEFAZ.¨.
Parágrafo único. Na Nota Fiscal Avulsa de Emissão Eletrônica ÷ e-NFA deverá constar a
expressão "Documento preenchido pelo contribuinte e fornecido gratuitamente pela SEFAZ/AM¨, cuja
autenticidade pode ser confirmada no endereço eletrônico "www.sefaz.am.gov.br¨, em substituição à
expressão exigida no item 2, na alínea "b¨ do inciso VÌ deste artigo.

Redação originaI:
Art. 243. A Nota Fiscal Avulsa conterá as seguintes indicações:
Ì ÷ denominação: Nota Fiscal Avulsa;
ÌÌ - o número de ordem e o número da via;
ÌÌÌ - a data da emissão;
ÌV - o nome, o endereço, o número de inscrição estadual e, no CNPJ/MF, do estabelecimento ou pessoa para quem é
emitida;
V - o nome, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF do destinatário;
VÌ - a data da saída efetiva das mercadorias ou da prestação de serviço;
VÌÌ - a discriminação das mercadorias, produtos ou serviços, tais como: quantidade, marca, tipo, modelo, espécie,
qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação;
VÌÌÌ - os valores, unitários e total, das mercadorias, produtos ou serviços e o valor total da operação ou da prestação;
ÌX - o valor do total do ÌCMS correspondente à operação ou prestação;
X - a identificação da repartição fiscal que emitiu a Nota Fiscal Avulsa;
XÌ - local de procedência das mercadorias, produtos ou prestação de serviços;
XÌÌ - nome do transportador, seu endereço e a placa ou número de identificação do veículo ou da embarcação;
XÌÌÌ - número do Documento de Arrecadação - DAR, correspondente à quitação do imposto da operação ou prestação;
XÌV - data do recolhimento do ÌCMS, correspondente à operação ou prestação.
Parágrafo único. As indicações dos incisos Ì e ÌÌ serão impressas tipograficamente.

Art. 244. A Nota Fiscal Avulsa será impressa em série única, com numeração crescente de
000.001 a 999.999, agrupadas em blocos de cinqüenta jogos, com cinco vias, que terão a seguinte
destinação:

Ì - a primeira. via, para o contribuinte destinatário, acompanhará a mercadoria, produto ou
serviço;
ÌÌ - a segunda. via, ficará presa ao talão;
ÌÌÌ - a terceira via, para o contribuinte remetente;
ÌV - a quarta via, para a repartição fiscal expedidora, será anexada ao balancete;
V - a quinta via, para arquivo na repartição fiscal expedidora.

V 1° A Nota Fiscal Avulsa deverá ser emitida com uso de papel carbono de dupla face, em
todas as suas vias, sem o que serão consideradas fraudulentas e punidos os responsáveis pela
emissão.

V 2° Na Nota Fiscal Avulsa, é obrigatória a assinatura do contribuinte ou de quem o estiver
representando no recolhimento do imposto, sendo facultada a exigência para as vias que devam ficar
em poder do próprio interessado.

Artigo 244-A acrescentado peIo Decreto 29.351/09, efeitos a partir de 18.11.09.

Art. 244-A. A e-NFA poderá ser emitida, também, pelo próprio contribuinte, por meio eletrônico
no sítio da SEFAZ/AM na internet.

V 1º A e-NFA será impressa em papel comum, padrão A-4, vedado o papel jornal, com código
de barras, emitida em série única com numeração de 000.000.001 a 999.999.999, em duas vias, que
terão a seguinte destinação:
Ì ÷ a primeira via para o destinatário, que acompanhará a mercadoria, produto ou serviço e
deverá conter a assinatura do responsável pela emissão;
ÌÌ ÷ a segunda via para o emitente.

V 2º É facultada a reimpressão eletrônica da e-NFA, hipótese em que as duas vias
apresentarão com destaque a expressão: "CÓPÌA SEM VALOR FÌSCAL¨.

V 3º Não caberá carta de correção à e-NFA, hipótese em que o documento fiscal deverá ser
cancelado e emitido um novo.

V 4º O cancelamento da e-NFA, cuja forma será regulamentada por ato da SEFAZ, só poderá
ser requerido por via eletrônica, desde que não tenha havido a circulação da mercadoria e até o segundo
dia subseqüente à data de sua emissão.

Nova redação dada ao art. 245 peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.1.04

Art. 245. O pedido de impressão da Nota Fiscal Avulsa e do Conhecimento de Transporte
Avulso será feito pelo Secretário Executivo da Receita da Secretaria da Fazenda.

Redação originaI:
Art. 245. O pedido de impressão de Nota Fiscal Avulsa será feito pelo Subcoordenador da Arrecadação da Secretaria
da Fazenda.

Parágrafo único. São consideradas inidôneas as Notas Fiscais Avulsas que não forem
devidamente autenticadas e seladas na forma prevista na legislação.

Artigo 245-A acrescentado peIo Decreto 29.351/09, efeitos a partir de 18.11.09.

Art. 245-A. Será também considerada inidônea a e-NFA não existente nos sistemas
eletrônicos da SEFAZ e/ou que não contenham as informações exigidas no art. 243 deste Regulamento.

V 1º A conferência da autenticidade e idoneidade da e-NFA poderá ser feita por consulta ao
endereço eletrônico da SEFAZ, utilizando-se o número do documento e o do respectivo controle.

V 2º Ainda que formalmente regular, não será considerada e-NFA idônea, aquela emitida ou
utilizada com intuito de dolo, fraude ou simulação, e que possibilite, mesmo que a terceiro, o não
pagamento do imposto ou qualquer outra vantagem indevida.

Art. 246. Em casos excepcionais, o Secretário da Fazenda poderá designar prepostos com a
finalidade de emissão de Notas Fiscais Avulsas, sendo condições indispensáveis à designação, o
exercício de função pública efetiva, a assinatura de Termo de Compromisso e a apresentação de
comprovante da existência de seguro de fidelidade, necessário ao exercício da função arrecadadora.

Parágrafo único. Quando se tratar de emissão de Nota Fiscal Avulsa, somente para
cobertura de operação não sujeita à incidência do ÌCMS, poderá ser substituído o Termo de
Compromisso por credenciamento especifico e a designação independerá da existência de seguro de
fidelidade.

Art. 247. Mantidas as características previstas nos arts. 243, fica a Secretaria da Fazenda
autorizada a emitir a Nota Fiscal Avulsa através do sistema eletrônico de processamento de dados,
inclusive por impressão autônoma.

SUBSEÇÃO V
DAS NOTAS FISCAIS ESPECIAIS

Art. 248. São consideradas Notas Fiscais especiais:

Ì - a Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica, de Água ou de Serviço de Telecomunicações;
ÌÌ - o Bilhete de Passagem/Nota de Bagagem;
ÌÌÌ - a Nota Fiscal de Serviço de Transporte;
ÌV - a Nota Fiscal de Comunicação;
V - a Nota Fiscal de Microempresa.

V 1° A Nota Fiscal de que trata o inciso Ì, deste artigo, será utilizada por qualquer
estabelecimento que promova a saída ou fornecimento de energia elétrica, água ou pelo prestador de
serviço de telecomunicações.

V 2° O disposto no parágrafo anterior não se aplica ao fornecimento de água mineral envasada
em recipientes apropriados para consumo final.

V 3° Os documentos citados no § 1° conterão, no mínimo:

Ì - a denominação: Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica - ou Água; ou Nota Fiscal de Serviço
de Telecomunicações;
ÌÌ - a identificação do emitente: nome, endereço e os números de inscrição estadual e no
CNPJ/MF;
ÌÌÌ - a identificação do destinatário ou do usuário do serviço: nome e endereço, e os números
de inscrição estadual e no CNPJ/MF, se for pessoa jurídica;
ÌV - a discriminação do produto ou do serviço prestado;
V - o valor discriminado do consumo ou dos serviços prestados, bem como outros valores
cobrados a qualquer título;
VÌ - as datas da leitura ou do período a que se refere o fornecimento ou a prestação do serviço
e da emissão;
VÌÌ - o valor total da nota, a base de cálculo e a alíquota aplicável;
VÌÌÌ - o valor do ÌCMS devido;
ÌX - o número de ordem e série.

V 4° As Notas Fiscais de que trata o § 1°, de tamanho não inferior a 9,0 X 15,0 cm, em
qualquer sentido, serão emitidas em, no mínimo, duas vias, que terão a seguinte destinação:

Ì - a primeira via será entregue ao destinatário;
ÌÌ - a segunda via ficará em poder do emitente para exibição ao Fisco.

V 5° A segunda via, de que trata o parágrafo anterior, poderá ser dispensada, a critério da
Secretaria da Fazenda, desde que o estabelecimento emitente mantenha em arquivo magnético os
dados relativos aos documentos emitidos.

Art. 249. O Bilhete de Passagem/Nota de Bagagem será utilizado pelos transportadores que
executarem transporte intermunicipal, interestadual ou internacional de passageiros.

V 1° O documento referido no caput conterá, no mínimo, as seguintes indicações:

Ì - a denominação: Bilhete de Passagem/Nota de Bagagem (aeroviário - hidroviário - rodoviário
ou ferroviário);
ÌÌ - o número de ordem, a série e o número da via;
ÌÌÌ - data e local da emissão;
ÌV - identificação do emitente: nome, endereço e os números de inscrição estadual e no
CNPJ/MF;
V - identificação da classe, da viagem ou do vôo;
VÌ - local do embarque e do destino e a hora de saída;
VÌÌ - nome do passageiro, no caso de transporte aéreo;
VÌÌÌ - o valor do serviço de transporte, bem como os acréscimos a qualquer título;
ÌX - o nome, endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF do impressor do
documento, a data e a quantidade de impressão, o número de ordem do primeiro e do último documento
impresso e respectivas séries e o número da autorização para impressão dos documentos fiscais.

V 2° As indicações contidas nos incisos Ì, ÌÌ, ÌV e ÌX serão impressas tipograficamente.

V 3° Os documentos fiscais de que trata este artigo serão emitidos em, no mínimo, duas vias,
que terão a seguinte destinação:

Ì - a primeira via será entregue ao destinatário;
ÌÌ - a segunda via ficará em poder do emitente para exibição ao Fisco.

V 4° Os documentos fiscais de que trata este artigo deverão ser de tamanho não inferior a:
Ì - 5,2 X 7,4 cm, em qualquer sentido, para os transportes rodoviários, hidroviários e
ferroviários;
ÌÌ - 8,0 X 18,5 cm, em qualquer sentido, para o transporte aéreo.

Art. 250. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será utilizada:

Ì - pelas agências de viagem ou por quaisquer transportadores que executarem serviços de
transporte intermunicipal, interestadual e internacional de turistas e de outras pessoas, em veículos
próprios ou afretados;
ÌÌ - pelos transportadores de valores, para englobar, em relação a cada tomador de serviço, as
prestações realizadas, desde que dentro do período de apuração do imposto;
ÌÌÌ - pelos transportadores ferroviários de cargas, para englobar, em relação a cada tomador de
serviço, as prestações executadas no período de apuração do imposto;
ÌV - pelos transportadores de passageiros, para englobar, no final do período de apuração do
imposto, os documentos de excesso de bagagem emitidos durante o mês, nas condições definidas na
legislação.

V 1° O documento de que trata este artigo conterá, no mínimo, as seguintes indicações:

Ì - a denominação: Nota Fiscal de Serviço de Transporte;
ÌÌ - o número de ordem, da série e da via;
ÌÌÌ - a natureza da prestação de serviço, acrescida do respectivo código fiscal;
ÌV - a data da emissão;
V - a identificação do emitente: o nome, endereço e os números de inscrição estadual e no
CNPJ/MF;
VÌ - identificação do usuário: nome, endereço e os números de inscrição estadual e no
CNPJ/MF ou no CPF;
VÌÌ - a discriminação do percurso e do serviço prestado, de modo que permita sua perfeita
identificação;
VÌÌÌ - a identificação do veículo transportador;
ÌX - o valor do serviço prestado, bem como acréscimos a qualquer título;
X - o valor total da prestação;
XÌ - a base de cálculo do ÌCMS;
XÌÌ - a alíquota aplicável;
XÌÌÌ - o valor do ÌCMS;
XÌV - a data ou o período da prestação dos serviços;
XV - o nome, endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do impressor da
nota, a data e quantidade de impressão, o número de ordem da primeira e da última nota impressa e
respectivas série e subsérie e o número da autorização para impressão de documentos fiscais - AÌDF e
os números inicial e final e a série do Selo Fiscal utilizado;
XVÌ - a data limite para utilização ou emissão;
XVÌÌ - o campo reservado para aposição do Selo Fiscal de autenticidade.

V 2° A Nota Fiscal de Serviço de Transporte, de tamanho não inferior a 14,8 X 21,0 cm, em
qualquer sentido, será emitida na quantidade de vias abaixo discriminada:

Ì - nas prestações internas terão, no mínimo três vias, com a seguinte destinação:

a) a primeira via será entregue ao usuário do serviço;
b) a segunda via acompanhará o transporte para fins de fiscalização;
c) a terceira via ficará com emitente para exibição ao Fisco;

ÌÌ - nas prestações interestaduais terão, no mínimo, quatro vias, com a seguinte destinação:

a) a primeira via será entregue ao destinatário;
b) a segunda via acompanhará o transporte para fins de controle no Estado de destino;
c) a terceira via destinar-se-á ao controle do Fisco do Estado do emitente;
d) a quarta via ficará com o emitente para exibição ao Fisco.

V 3° Excetuando os transportadores citados no inciso Ì do caput, a Nota Fiscal de Serviço de
Transporte poderá ser emitida em até duas vias, nas prestações internas, com a destinação prevista nas
alíneas "a¨ e "b¨ do inciso Ì do parágrafo anterior.

V 4° É obrigatória a emissão de Nota Fiscal, por veículo, para cada viagem.

V 5° Na prestação internacional de serviço de transporte, poderão ser exigidas tantas vias
quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores.

Art. 251. A Nota Fiscal de Comunicação será utilizada por qualquer estabelecimento que
preste serviço de comunicação e conterá, no mínimo, as seguintes indicações:

Ì - a denominação: Nota Fiscal de Serviço de Comunicação;
ÌÌ - o número de ordem, da série e da via;
ÌÌÌ - a natureza da prestação de serviço, acrescida do respectivo código fiscal;
ÌV - a data da emissão;
V - a identificação do emitente: o nome, endereço e os números de inscrição estadual e no
CNPJ/MF;
VÌ - identificação do usuário: nome, endereço e os números de inscrição estadual e no
CNPJ/MF ou no CPF;
VÌÌ - a discriminação do serviço prestado, de modo que permita sua perfeita identificação;
VÌÌÌ - o valor do serviço prestado, bem como acréscimos a qualquer título;
ÌX - o valor total da prestação;
X - a base de cálculo do ÌCMS;
XÌ - a alíquota aplicável;
XÌÌ - o valor do ÌCMS;
XÌÌÌ - a data ou o período da prestação dos serviços;
XÌV - o nome, endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do impressor da
nota, a data e quantidade de impressão, o número de ordem da primeira e da última nota impressa e
respectivas série e subsérie, o número da Autorização para Ìmpressão de Documentos Fiscais - AÌDF e
o número inicial e final e a série do Selo Fiscal utilizado;
XV - a data limite para utilização ou emissão;
XVÌ - o campo reservado para aposição do Selo Fiscal de autenticidade.

V 1° As indicações constantes dos incisos Ì, ÌÌ, V, XÌV, XV e XVÌ serão impressas
tipograficamente.

V 2° A Nota Fiscal de Serviço de Comunicação, de tamanho não inferior a 14,8 X 21,0 cm, em
qualquer sentido, será emitida na quantidade de vias abaixo discriminada:

Ì - nas prestações internas terão, no mínimo duas vias, com a seguinte destinação:

a) a primeira via será entregue ao usuário do serviço;
b) a segunda via ficará no emitente para exibição ao Fisco;

ÌÌ - nas prestações interestaduais terão, no mínimo, três vias, com a seguinte destinação:

a) a primeira via será entregue ao destinatário;
b) a segunda via destinar-se-á ao controle do Fisco do Estado de destino;
c) a terceira via ficará com o emitente para exibição ao Fisco.

V 3° Na prestação internacional de serviço de comunicação, poderão ser exigidas tantas vias
quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores.

V 4° A Nota Fiscal de Serviço de Comunicação poderá servir como fatura, feita a inclusão dos
elementos necessários, caso em que a denominação passará a ser Nota Fiscal-Fatura de Serviço de
Comunicação.

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 252 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

Art. 252. A Nota Fiscal de Microempresa, modelo aprovado pelo Decreto n° 9.564, de 3 de
junho 1986, será utilizada por todos os contribuintes inscritos na Secretaria da Fazenda nessa categoria,
vedada a utilização do modelo 1 ou 1A, e conterá, no mínimo, as seguintes indicações:

Redação originaI:
Art. 252. A Nota Fiscal de Microempresa, modelo aprovado pelo Decreto n° 9563, de 3 de junho 1986, será utilizada
por todos os contribuintes inscritos na Secretaria da Fazenda nessa categoria, com exclusão de qualquer outra, salvo
em se tratando de prestação de serviço de transporte ou comunicação, e conterá, no mínimo, as seguintes
indicações:

Ì - a denominação: Nota Fiscal de Microempresa;
ÌÌ - o número de ordem, da série, subsérie e da via;
ÌÌÌ - a natureza da operação ou prestação de serviço, acrescida do respectivo código fiscal;
ÌV - a data da emissão, da saída e/ou da entrada;
V - a identificação do emitente: o nome, endereço e os números de inscrição estadual e no
CNPJ/MF;
VÌ - a discriminação da mercadoria ou do serviço prestado, de modo que permita sua perfeita
identificação;
VÌÌ - o valor total da operação ou prestação;
VÌÌÌ - o nome, endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do impressor da
nota, a data e quantidade de impressão, o número de ordem da primeira e da última nota impressa e
respectivas série e subsérie, o número da Autorização para Ìmpressão de Documentos Fiscais - AÌDF e
os números inicial e final e da série do Selo Fiscal utilizado;
ÌX - a data limite para utilização ou emissão;
X - o campo reservado para aposição do Selo Fiscal de autenticidade;
XÌ - a expressão: Este documento não tem valor para efeito de crédito do ÌCMS.

V 1° As indicações constantes dos incisos Ì, ÌÌ, V, VÌÌÌ, ÌX, X e XÌ serão impressas
tipograficamente.

V 2° A Nota Fiscal de Microempresa, de tamanho não inferior a 14,8 X 21,0 cm, em qualquer
sentido, será emitida na quantidade de vias abaixo discriminada:

Ì - nas operações ou prestações internas terão, no mínimo duas vias, com a seguinte
destinação:

a) a primeira via será entregue ao adquirente da mercadoria ou usuário do serviço;
b) a segunda via ficará no emitente para exibição ao Fisco;

ÌÌ - nas operações ou prestações interestaduais terão, no mínimo, três vias, com a seguinte
destinação:

a) a primeira via será entregue ao destinatário;
b) a segunda via destinar-se-á ao controle do Fisco do Estado de destino;
c) a terceira via ficará com o emitente para exibição ao Fisco.

V 3° Nas operações ou prestações internacionais realizadas por microempresa, poderão ser
exigidas tantas vias quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores.

V 4° A Nota Fiscal de microempresa deve ser utilizada para acobertar tanto as saídas como as
entradas de mercadorias, sendo vedada a sua utilização para transferência de crédito fiscal.

Parágrafo 5º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 5º O disposto neste artigo não se aplica ao contribuinte prestador do serviço de transporte ou
de comunicação, hipótese em que emitirá o documento fiscal relativo a sua prestação.

Art. 253. A Secretaria da Fazenda poderá, através da concessão de regime especial,
autorizar o uso das Notas Fiscais Especiais na venda a consumidor ou usuário final.

SEÇÃO III
DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE

Art. 254. O Conhecimento de Transporte será utilizado por qualquer transportador que
executar serviço de transporte de carga intermunicipal, interestadual e internacional, em veículo próprio
ou afretado.

Parágrafo único renumerado para V 1º, com nova redação dada peIo Decreto 21.616/00,
efeitos a partir de 1º.1.01

V 1º Considera-se veículo próprio, além do que se achar registrado em nome do prestador do
serviço, aquele que for por ele operado em regime de locação ou qualquer outra forma legal de posse.

Redação originaI:
Parágrafo único. Considera-se veículo próprio, além do que se achar registrado em nome do prestador de serviço,
aquele que for por ele operado em regime de locação ou qualquer outra forma de posse.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 23.992/03, com efeitos a partir de 1º.1.04

V 2° Fica dispensada a emissão de Conhecimento de Transporte quando se tratar de transporte
de carga própria, desde que conste no documento de propriedade do veiculo a identificação pelo
CNPJ(MF) do emitente ou do destinatário da nota fiscal.

Redação originaI do V 2º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01:
V 2º Fica dispensada a emissão de Conhecimento de Transporte quando se tratar de transporte de carga própria, se o
remetente e destinatário forem domiciliados no Estado, desde que conste a denominação ou razão social do emitente
da Nota Fiscal ou do destinatário da mercadoria no documento de propriedade do veículo.

Parágrafo 3º acrescentado peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.1.04

V 3º No caso de locação do veículo, a vinculação do transporte com o remetente ou
destinatário da carga própria será constatada pela apresentação do contrato.

Parágrafo 4º acrescentado peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.1.04

V 4º No retorno de mercadoria ou bem, procedente de outra unidade da Federação ou
Município, não entregue ao destinatário, deverá ser indicado o motivo pelo qual não foi entregue a
mercadoria no verso da primeira via da Nota Fiscal, sem prejuízo da emissão do Conhecimento de
Transporte de Cargas para acobertar a prestação de serviço relativa ao retorno.

V 5º Revogado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Redação originaI do V5º acrescentado peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 3.3.04:
V 5º Não será exigido o Conhecimento de Transporte no desembaraço de documentação fiscal relativo às entradas de
mercadorias em operações internas, desde que sejam amparadas pela dispensa do imposto prevista no § 7º do art.
110.

Art. 255. O documento referido no artigo anterior conterá, no mínimo, as seguintes indicações:

Ì - a denominação: Conhecimento de Transporte (Rodoviário, Hidroviário, Ferroviário, Aéreo);
ÌÌ - o número de ordem e da via, o da série e subsérie;
ÌÌÌ - a natureza da prestação de serviço, acrescida do respectivo código fiscal;
ÌV - local e data da emissão;
V - identificação do emitente: o nome, o endereço e os números de inscrição estadual e no
CNPJ/MF ou CPF;
VÌ - identificação do remetente e do destinatário: o nome, o endereço e os números de
inscrição estadual e no CNPJ/MF ou CPF;
VÌÌ - o local de recebimento e o da entrega da carga;
VÌÌÌ - a identificação da carga transportada: a marca, o número, a quantidade, a espécie, o
volume, a discriminação e o valor da mercadoria, a unidade de medida (peso ou volume), bem como o
número, série e subsérie da Nota Fiscal;
ÌX - os valores dos componentes do frete;
X - o valor total da prestação;
XÌ - a alíquota aplicável;
XÌÌ - o valor do ÌCMS devido;
XÌÌÌ - o local e a data do embarque;
XÌV - a indicação do frete, se pago pelo destinatário (FOB) ou pelo remetente (CÌF);
XV - o campo destinado à aposição do Selo Fiscal de Autenticidade;
XVÌ - o nome, endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do impressor do
documento, a data e a quantidade de impressão, o número de ordem do primeiro e do último documento
impresso e respectivas série e subsérie, o número da autorização para impressão dos documentos
fiscais, a data da validade e os números inicial e final e de série do Selo Fiscal utilizado.

V 1° As indicações a que se referem os incisos Ì, ÌÌ, V e XVÌ serão impressas tipograficamente.

V 2° Os conhecimentos de transporte serão de tamanho não inferior, em qualquer sentido, a:

Ì - rodoviário: 9,9 X 21,0 cm;
ÌÌ - hidroviário: 21,0 X 30,0 cm;
ÌÌÌ - aéreo: 14,8 X 21,0 cm;
ÌV - ferroviário: 19,0 X 28,0 cm.

Art. 256. O Conhecimento de Transporte de Carga será emitido antes do início da prestação
do serviço.

Parágrafo único. A exigência do Conhecimento de Transporte não se aplica aos seguintes
casos:

Ì - no transporte de carga própria, desde que se faça acompanhar da Nota Fiscal
correspondente e nela estejam corretamente mencionado os dados do veículo transportador e a
expressão: Transporte de Carga Própria;
ÌÌ - no transporte de mercadoria pelo próprio vendedor, desde que se faça acompanhar da
Nota Fiscal correspondente e nela estejam corretamente mencionado os dados do veículo transportador
e a parcela correspondente ao frete esteja destacado do valor da mercadoria.

Inciso III acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

ÌÌÌ ÷ nas prestações internas amparadas por isenção do imposto.

Art. 257. O Conhecimento de Transporte, nas prestações intermunicipais, será emitido em, no
mínimo, quatro vias, que terão a seguinte destinação:

Ì - a primeira via acompanhará a mercadoria até o destino, devendo ser entregue ao
destinatário;
ÌÌ - a segunda via será entregue ao remetente da mercadoria;
ÌÌÌ - a terceira via será entregue à SEFAZ por ocasião do desembaraço da saída;
ÌV - a quarta via ficará fixa no estabelecimento emitente para exibição ao Fisco.

Parágrafo único. Em se tratando de transporte aéreo ou ferroviário, o Conhecimento será
emitido em, no mínimo, três vias, tendo a primeira e a segunda vias a mesma destinação e a terceira
via a destinação prevista no inciso ÌV do caput.

Art. 258. O Conhecimento de Transporte, nas prestações interestaduais, será emitido em, no
mínimo, cinco vias, que terão a seguinte destinação:

Ì - a primeira via acompanhará a mercadoria até o destino, devendo ser entregue ao
destinatário;
ÌÌ - a segunda via será entregue ao remetente da mercadoria;
ÌÌÌ - a terceira via acompanhará a mercadoria para fins de controle do Fisco de destino;
ÌV - a quarta via será entregue à SEFAZ por ocasião do desembaraço da saída;
V - a quinta via ficará no arquivo do estabelecimento emitente para exibição ao Fisco.

Art. 259. Nas prestações internacionais, o Conhecimento de Transporte poderá ser redigido
em língua e moeda estrangeira, e exigidas tantas vias quantas forem necessárias para o controle dos
demais órgãos fiscalizadores.

Seção III-A, com os artigos 259-A e 259-B, acrescentada peIo Decreto 26.438/06, efeitos a
partir de 1º.1.07

Seção III-A
Do Manifesto de Carga

Artigo 259-A acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Art. 259-A. O Manifesto de Carga, modelo 25, deverá ser emitido pelo transportador antes do
início da prestação do serviço, ainda que não se trate de transporte de carga fracionada, em relação a
cada veículo, e conterá as seguintes indicações:

Ì - denominação "Manifesto de Carga";
ÌÌ - número de ordem;
ÌÌÌ - a expressão "Folha XX/NN" em cada página, sendo NN o número total de folhas utilizadas
e XX o número que representa a seqüência da folha no conjunto total utilizado;
ÌV - identificação do emitente: nome, endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ/MF
ou no CPF;
V - local e data da emissão;
VÌ - identificação do veículo transportador: placa, local e unidade federada;
VÌÌ - identificação do condutor do veículo;
VÌÌÌ - números de ordem, séries e subséries de todos os Conhecimentos de Transporte que
acobertam a prestação;
ÌX - números das Notas Fiscais de todas as mercadorias ou bens transportados na unidade de
carga;
X - nome do(s) remetente(s);
XÌ - nome do(s) destinatário(s);
XÌÌ - valor das Notas Fiscais a que se refere o inciso ÌX.

V 1º Na prestação interestadual de serviço de transporte de carga, o Manifesto de Carga será
emitido, no mínimo em duas vias, obedecida a seguinte destinação:

Ì - a 1ª via acompanhará o transporte, até o destino final de toda a carga, para controle do
Fisco de destino;
ÌÌ - a 2ª via será arquivada, para exibição ao Fisco de origem.

V 2º Para efeito do disposto no caput deste artigo, entende-se por carga fracionada a que
corresponda a mais de um conhecimento de transporte.

Artigo 259-B acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Art. 259-B. A dispensa de emissão do Conhecimento de Transporte não libera o contribuinte
da emissão do Manifesto de Carga, inclusive na hipótese de transporte de carga própria.

SEÇÃO IV
DOS LIVROS FISCAIS

Art. 260. As pessoas citadas no art. 37 e inscritas no CCA devem manter, em cada
estabelecimento, os seguintes livros fiscais, de conformidade com as operações ou prestações que
realizarem:

Ì - Registro de Entradas, modelo 1;
ÌÌ - Registro de Entradas, modelo 1-A;
ÌÌÌ - Registro de Saídas, modelo 2;
ÌV - Registro de Saídas, modelo 2-A;
V - Registro de Controle da Produção e do Estoque, modelo 3;
VÌ - Registro de Selo Especial de Controle, modelo 4;
VÌÌ - Registro de Ìmpressão de Documentos Fiscais, modelo 5;
VÌÌÌ - Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências, modelo 6;
ÌX - Registro de Ìnventário, modelo 7;
X - Registro de Apuração do ÌPÌ, modelo 8;
XÌ - Registro de Apuração do ÌCMS, modelo 9.

V 1° Os livros fiscais obedecerão aos modelos aprovados pelo Convênio S/N°, de 15 de
dezembro de 1970, que instituiu o SÌNÌEF e suas alterações.

V 2° Os livros Registro de Entradas, modelo 1, e Registro de Saídas, modelo 2, deverão ser
utilizados pelos contribuintes, sujeitos, simultaneamente, às legislações do ÌCMS e do ÌPÌ.

V 3° Os livros Registro de Entradas, modelo 1-A, e Registro de Saídas, modelo 2-A, deverão
ser utilizados pelos contribuintes, sujeitos apenas à legislação do ÌCMS.

V 4° O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque deverá ser utilizado pelos
estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação federal (importadores) e pelos
atacadistas, podendo, a critério do Fisco, ser exigido de estabelecimento de contribuinte de outros
setores, com as adaptações necessárias.

V 5° O livro Registro de Ìmpressão de Documentos Fiscais deverá ser utilizado pelos
estabelecimentos que confeccionam documentos fiscais para terceiros ou para uso próprio.

V 6° O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências deverá ser
utilizado por todos os estabelecimentos obrigados à emissão de documentos fiscais.

V 7° O livro Registro de Ìnventário deverá ser utilizado por todos os estabelecimentos que
mantenham ou não mercadorias em estoque.

V 8° O livro Registro de Apuração do ÌPÌ será utilizado pelos estabelecimentos industriais, ou a
eles equiparados, contribuintes do Ìmposto sobre Produtos Ìndustrializados.

V 9° O livro Registro de Apuração do ÌCMS deverá ser utilizado por todos os estabelecimentos
inscritos como contribuintes do ÌCMS, no regime de pagamento normal ou por estimativa.

V 10. Relativamente aos livros fiscais de que trata este artigo, o contribuinte poderá
acrescentar outras indicações de seu interesse, desde que autorizadas pelo Fisco.

V 11. Os livros Registro de Entradas e Registro de Saídas emitidos por sistema eletrônico de
processamento de dados, além das exigências previstas nos arts. 268 e 269, deverão discriminar, por
Código Fiscal Operações e Prestações ÷ CFOP com as respectivas alíquotas, o valor contábil, a base
de cálculo e o imposto, creditado ou debitado, sem prejuízo do somatório de todas as parcelas.

Art. 261. Os livros fiscais, com suas folhas numeradas tipograficamente em ordem crescente,
somente poderão ser usados depois de autenticados pela repartição do Fisco Estadual.

Parágrafo único. Os livros fiscais devem ter suas folhas costuradas e encadernadas, de
forma a impedir a sua substituição.

Art. 262. A escrituração nos livros fiscais deve ser feita a tinta, com clareza, não podendo a
mesma atrasar-se por mais de cinco dias, ressalvados os casos em que forem atribuídos prazos
especiais.

V 1° Os livros não podem conter emendas ou rasuras e sua escrituração deverá ser totalizada
nos respectivos prazos de apuração do imposto.

V 2° Quando não houver período expressamente previsto, os livros fiscais deverão ser
totalizados no último dia de cada mês.

V 3° É permitida a escrituração por processo mecanizado ou por processamento eletrônico de
dados, mediante a prévia autorização da Secretaria da Fazenda.

Art. 263. Os contribuintes que mantiverem mais de um estabelecimento, seja filial, sucursal,
agência, depósito, fábrica ou outro qualquer, são obrigados a adotar, em cada estabelecimento,
escrituração em livros fiscais distintos, ressalvados os casos previstos neste Regulamento.

Art. 264. É facultado ao contribuinte manter escrita fiscal separada para computar as
operações incentivadas das não-incentivadas ou ainda para os diversos níveis de restituição de
estabelecimento industrial que se encontre no gozo de incentivos fiscais do imposto, apenas em relação
aos livros Registro de Entradas e Registro de Saídas, devendo o livro Registro de Apuração do ÌCMS
englobar todas as operações, independentemente da sua condição ou do nível de restituição.

Art. 265. Sem prévia autorização da Secretaria da Fazenda, os livros fiscais não poderão ser
retirados do estabelecimento, salvo para serem levados à repartição fiscal ou ao escritório do contador
credenciado.

V 1° Presume-se retirado do estabelecimento o livro que não for exibido ao Fisco, quando
solicitado.

V 2° Os agentes do Fisco devem arrecadar, mediante termo, todos os livros fiscais
encontrados fora do estabelecimento e devolvê-los ao contribuinte, aplicando-se, no ato da devolução,
as penalidades cabíveis.

V 3° Aplica-se aos livros fiscais, nos casos de sinistro, furto, roubo, extravio, perda ou
desaparecimento, o disposto no art. 205.

Art. 266. Os contribuintes ficam obrigados a apresentar à repartição estadual de sua
jurisdição, dentro do prazo de dez dias, contados da data da cessação das atividades, os livros fiscais
de seus estabelecimentos, a fim de serem lavrados os respectivos termos de encerramento.

Parágrafo único. Após a devolução dos livros pelo Fisco Estadual, os contribuintes deverão
encaminhá-los ao Fisco Federal, nos termos da legislação própria.

Art. 267. Nos casos de transferência de propriedade do estabelecimento, o novo titular deverá
transferir para o seu nome, por intermédio da repartição estadual de seu domicílio fiscal, no prazo de
trinta dias da data da ocorrência, os livros fiscais em uso, assumindo a responsabilidade pela sua
guarda, conservação e exibição ao Fisco.

Parágrafo único. Na hipótese deste artigo, a repartição fiscal poderá exigir, ou se requerida
pelo contribuinte, a adoção de novos livros em substituição aos anteriormente em uso.

SUBSEÇÃO I
DO LIVRO DE REGISTRO DE ENTRADAS

Art. 268. O livro Registro de Entradas, modelo 1 ou 1-A, destina-se à escrituração do
movimento de entrada de mercadorias, bens ou serviços, a qualquer título, no estabelecimento do
contribuinte.

V 1° Deverão ser também escriturados os documentos fiscais relativos às aquisições de
mercadorias ou serviços que não transitarem pelo estabelecimento adquirente.

V 2° A escrituração deve ser feita a cada operação ou prestação, em ordem cronológica da
data da aquisição ou da entrada no estabelecimento ou do desembaraço aduaneiro, na hipótese do
parágrafo anterior.

V 3° A escrituração deve ser feita, ainda, documento por documento, desdobrados em tantas
linhas quantas forem a natureza das operações ou prestações, segundo o Código Fiscal de Operações
e Prestações, anexo, nas colunas próprias, da seguinte forma:

Ì - coluna Data da Entrada: a data da sua aquisição ou da entrada efetiva da mercadoria ou do
serviço no estabelecimento ou do desembaraço aduaneiro, na hipótese do parágrafo 1°;
ÌÌ - campo sob o título Documento Fiscal: espécie, série, subsérie, número e data do
documento fiscal correspondente à operação, bem como o nome do emitente;
ÌÌÌ - coluna Procedência: abreviatura da unidade da Federação ou do exterior, onde se localize
o estabelecimento emitente;
ÌV - coluna Valor Contábil: valor total constante do documento fiscal;
V - campo sob o título Codificação, compreendendo:

a) coluna Código Contábil: o mesmo que o contribuinte utiliza no seu plano de contas;
b) coluna Código Fiscal: o previsto no Código Fiscal de Operações e Prestações;

VÌ - campos sob os títulos ÌCMS - Valores Fiscais e Operações com Crédito do Ìmposto,
compreendendo:

a) coluna Base de Cálculo: valor sobre o qual incidiu o imposto (ÌCMS);
b) coluna Alíquota: alíquota do ÌCMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada na
alínea anterior;
c) coluna Ìmposto Creditado: montante do imposto creditado;
d) coluna ÌCMS Substituição Tributária: montante do imposto cobrado pelo vendedor;
e) coluna Contribuinte Substituto: ÌCMS a recolher descontado do vendedor ou executor do
serviço, diferido na operação com o vendedor ou prestador do serviço;

VÌÌ - campos sob os títulos ÌCMS - Valores Fiscais e Operações sem Crédito do Ìmposto,
compreendendo:

a) coluna Ìsenta ou não-tributada: valor da operação ou prestação, deduzida da parcela do ÌPÌ
se consignada no documento fiscal, quando se tratar de entrada de mercadorias ou serviços cuja saída
do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do ÌCMS ou esteja amparada por
imunidade ou não-incidência, bem como o valor da parcela correspondente à redução da base de
cálculo, quando for o caso;
b) coluna Outras: valor da operação ou prestação, deduzida a parcela do ÌPÌ se consignada no
documento fiscal, quando se tratar de entrada de mercadorias ou serviço que não confiram ao
estabelecimento destinatário crédito do ÌCMS ou de entrada de mercadorias ou serviços, cuja saída do
estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do
ÌCMS, bem como outras entradas sem crédito de imposto;

VÌÌÌ - campos sob os títulos ÌPÌ - Valores Fiscais e Operações com Crédito do Ìmposto,
compreendendo:

a) coluna Base de Cálculo: valor sobre o qual incide o ÌPÌ;
b) coluna Ìmposto Creditado: montante do imposto creditado;

ÌX - colunas sob os títulos ÌPÌ - Valores Fiscais e Operações sem Crédito do Ìmposto,
compreendendo:

a) coluna Ìsenta ou não Tributada: valor da operação, quando se tratar de entrada de
mercadorias ou serviços, cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção
do ÌPÌ ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência bem como valor da parcela correspondente
à redução da base de cálculo, quando for o caso;
b) coluna Outras: valor da operação deduzida a parcela do ÌPÌ, se consignada no documento
fiscal, quando se tratar de entradas de mercadorias que não confiram ao estabelecimento destinatário
crédito do ÌPÌ, ou quando se tratar de entrada de mercadorias ou serviços cuja saída do estabelecimento
remetente tenha sido beneficiada com suspensão do ÌPÌ;

X - coluna Observações: anotações diversas.

V 4° A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia do período fiscal a que estiver
sujeito o contribuinte.

SUBSEÇÃO II
DO LIVRO DE REGISTRO DE SAÍDAS

Art. 269. O livro Registro de Saídas, modelo 2 ou 2-A, destina-se à escrituração do
movimento de saída de mercadorias ou serviços, a qualquer título, do estabelecimento do contribuinte.

V 1° Deverão ser também escriturados os documentos fiscais relativos às transmissões de
propriedade das mercadorias ainda que não tenham transitado pelo estabelecimento.

V 2° A escrituração deverá ser em ordem cronológica, segundo a data da emissão dos
documentos fiscais, pelos totais diários das operações ou prestações da mesma natureza, de acordo
com o Código Fiscal de Operações e Prestações, sendo permitido o registro conjunto dos documentos
de numeração seguida, emitidos em talonários da mesma série e subsérie.

V 3° A escrituração deverá ser feita, nas colunas próprias, da seguinte forma:

Ì - campo sob o título Documento Fiscal: espécie, série e subsérie, números inicial e final e
data do documento fiscal emitido;
ÌÌ - coluna Valor Contábil: valor total constante dos documentos fiscais;
ÌÌÌ - campo sob o título Codificação, compreendendo:

a) coluna Código Contábil: o mesmo que o contribuinte utiliza no seu plano de contas;
b) coluna Código Fiscal: o previsto no Código Fiscal de Operações e Prestações;

ÌV - campos sob os títulos ÌCMS - Valores Fiscais e Operações com Débito do Ìmposto,
compreendendo:

a) coluna Base de Cálculo: valor sobre o qual incide o imposto (ÌCMS);
b) coluna Alíquota: alíquota que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada na alínea
anterior;
c) coluna Ìmposto Debitado: montante de imposto debitado;
d) coluna ÌCMS Substituição Tributária: constante do imposto a recolher, recebido por
antecipação do comprador ou encomendante;

V - campos sob os títulos ÌCMS - Valores Fiscais e Operações sem Débito do Ìmposto,
compreendendo:

a) coluna Ìsenta ou não Tributada: valor da operação ou prestação, deduzida a parcela do ÌPÌ,
se consignada no documento fiscal, quando se tratar de mercadorias ou serviços, cuja saída do
estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do ÌCMS ou esteja amparada por imunidade ou
não-incidência, bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo, quando for o
caso;
b) coluna Outras: valor da operação ou prestação, deduzida a parcela do ÌPÌ, se consignada
no documento fiscal quando se tratar de mercadorias ou serviços, cuja saída do estabelecimento tenha
sido beneficiada com diferimento ou suspensão do ÌCMS, bem como outras saídas sem débito do
imposto;

VÌ - campos sob os títulos ÌPÌ - Valores Fiscais e Operações com Débito do Ìmposto,
compreendendo:

a) coluna Base de Cálculo: valor sobre o qual incide o Ìmposto sobre Produtos
Ìndustrializados;
b) coluna Ìmposto Debitado: montante do imposto debitado;

VÌÌ - campos sob os títulos ÌPÌ - Valores Fiscais e Operações sem Débito do Ìmposto:

a) coluna Ìsenta ou não Tributada: valor da operação quando se tratar de mercadorias, cuja
saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do ÌPÌ ou esteja amparada por imunidade
ou não-incidência, bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo, quando for
o caso;
b) coluna Outras: valor da operação, deduzida a parcela do ÌPÌ, se consignada no documento
fiscal, quando se tratar de mercadorias, cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com
suspensão do recolhimento do Ìmposto sobre Produtos Ìndustrializados;

VÌÌÌ - Coluna Observações: anotações diversas.

V 4° A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia do período fiscal a que estiver
sujeito o contribuinte.

SUBSEÇÃO III
DO LIVRO DE REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS

Art. 270. O livro Registro de Apuração do ÌCMS, modelo 9, destina-se a registrar, agrupados
segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações, os totais dos valores contábeis e dos valores
fiscais relativos ao ÌCMS das operações e prestações de entradas e de saídas, extraídos dos livros
fiscais.

V 1° No livro a que se refere este artigo serão registrados também outros débitos ou créditos
do ÌCMS dos quais não caiba escrituração nos livros fiscais de que tratam os arts. 268 e 269.

V 2° O livro referido neste artigo será escriturado por períodos fiscais a que estiver
subordinado o contribuinte.

SUBSEÇÃO IV
DO LIVRO DE REGISTRO DE INVENTÁRIO

Art. 271. O livro Registro de Ìnventário, modelo 7, destina-se a arrolar, pelos seus valores e
com especificações que permitam sua perfeita identificação, as mercadorias (matérias-primas, produtos
intermediários, materiais de embalagem, produtos manufaturados) e os produtos em fabricação
existentes no estabelecimento em 31 de dezembro de cada ano ou no último dia de cada mês, a critério
do contribuinte.

V 1° No livro referido neste artigo, deverão ser também arrolados, separadamente:

Ì - as mercadorias e os produtos acabados ou em fase de fabricação, pertencentes ao
estabelecimento, mas que se acham em poder de terceiros;
ÌÌ - as mercadorias e os produtos acabados ou em fase de fabricação, pertencentes a
terceiros, mas que se acham em poder do estabelecimento.

V 2° O arrolamento em cada grupo deverá ser feito segundo a ordenação da Tabela prevista
na legislação do Ìmposto sobre Produtos Ìndustrializados.

V 3° A escrituração deverá ser feita, nas colunas próprias, da seguinte forma:

Ì - coluna Classificação Fiscal: posição, inciso e subinciso em que as mercadorias estão
classificadas na Tabela do Ìmposto sobre Produtos Ìndustrializados, quando se tratar de
estabelecimento industrial;
ÌÌ - coluna Discriminação: especificação que permita a perfeita identificação das mercadorias
por espécie, marca, tipo, modelo ou referência relativamente aos documentos fiscais que acobertarem
as entradas;
ÌÌÌ - coluna Quantidade: quantidade em estoque à data prevista no caput;
ÌV - coluna Unidade: especificação da unidade (quilograma, metro, litro, dúzia), de acordo com
a legislação do Ìmposto sobre Produtos Ìndustrializados;
V - campo sob o título Valor, compreendendo:

a) coluna Unitário: valor de cada unidade das mercadorias, pelo custo real de aquisição ou de
fabricação, ou ainda pelo preço corrente no mercado ou bolsa, na falta daquele; no caso de matérias-
primas e/ou produtos em fabricação, o valor será o de seu preço de custo real;
b) coluna Parcial: valor correspondente ao resultado da multiplicação das colunas quantidade
pelo valor unitário;
c) coluna Total: valor correspondente à soma dos Valores Parciais, constantes da mesma
posição, inciso e subinciso referido no inciso Ì deste parágrafo;

VÌ - coluna Observações: anotações diversas.

V 4° Após o arrolamento, deverão ser consignados o valor total de cada grupo mencionado no
caput e no § 1° e, ainda, o total geral do estoque existente.

V 5° O disposto no § 2° e no inciso Ì do § 3° não se aplica aos estabelecimentos comerciais
não equiparados aos industriais.

V 6° É facultado ao contribuinte alterar a identificação de que trata o inciso ÌÌ do parágrafo 3°,
desde que mantenha relação no estabelecimento das respectivas alterações.

V 7° A escrituração deverá ser efetivada dentro de trinta dias, contados da data referida no
caput deste artigo.

V 8° Ìnexistindo estoque, o contribuinte preencherá o cabeçalho no livro Registro de Ìnventário
e declarará, na primeira linha, a inexistência de estoque.

Nova redação dada ao V 9º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 9º O contribuinte deverá informar através da Declaração de Apuração Mensal do ÌCMS ÷
DAM, por sistema eletrônico, relativo ao mês de referência de fevereiro, se estabelecimento comercial,
ou de março, se estabelecimento industrial ou produtor, os valores dos produtos ou mercadorias em
estoque no dia 31 de dezembro.

Redação originaI:
V 9° O contribuinte deverá entregar à repartição fazendária de sua jurisdição, até o último dia útil do mês de fevereiro
do ano subseqüente, uma cópia do respectivo inventário, facultada ao contribuinte a informação através da Declaração
de Apuração Mensal do ÌCMS ÷ DAM, por sistema eletrônico, relativa ao mês de referência de fevereiro, se
estabelecimento comercial, ou de março, se estabelecimento industrial, os valores das mercadorias inventariadas em
31 de dezembro, excetuados os casos de opção por informação mensal.

Parágrafo 10 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 10. Na hipótese de não haver sido implantado a recepção da DAM, por sistema eletrônico, o
contribuinte deverá entregar à repartição fazendária de sua jurisdição, até o último dia do mês de
fevereiro do ano subseqüente, uma cópia do inventário de mercadorias do seu estabelecimento.

Parágrafo 11 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 11. Fica facultado ao contribuinte apresentar a informação de que trata o § 9º mensalmente
ou por trimestre.

SUBSEÇÃO V
DO LIVRO DE REGISTRO DE UTILIZAÇÃO DE DOCUMENTOS
FISCAIS E TERMOS DE OCORRÊNCIAS

Art. 272. O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências,
modelo 6, destina-se à escrituração das aquisições de documentos fiscais, citados nos arts. 202 e 248,
confeccionados por estabelecimentos gráficos ou pelo próprio contribuinte usuário do documento fiscal
respectivo, bem como à lavratura pelo Fisco, de Termo de Ocorrências.

V 1° A escrituração deverá ser feita em ordem cronológica da aquisição ou confecção própria
do documento fiscal, devendo ser utilizada uma folha para cada espécie, série e subsérie do documento
fiscal confeccionado, previsto neste artigo.

V 2° A escrituração deverá ser feita nos quadros e colunas próprias, da seguinte forma:

Ì - quadro Espécie: espécie do documento fiscal confeccionado: Nota Fiscal, Nota Fiscal de
Venda a Consumidor ou outro documento;
ÌÌ - quadro Série e Subsérie: série e subsérie correspondentes ao documento fiscal
confeccionado;
ÌÌÌ - quadro Tipo: tipo de documento fiscal confeccionado: talonário, folhas soltas, formulários
contínuos;
ÌV - quadro Finalidade da Utilização: fins a que se destina o documento fiscal, identificando se
para vendas a contribuintes ou vendas a não-contribuintes;
V - coluna Autorização de Ìmpressão: número da Autorização de Ìmpressão de Documentos
Fiscais;
VÌ - coluna Ìmpressos - Numeração: os números dos documentos fiscais; se sob regime
especial, tal circunstância deverá constar da coluna Observações;

VÌÌ - campo sob o título Fornecedor, compreendendo:
a) coluna Nome: nome do contribuinte que confeccionou os documentos fiscais;
b) coluna Endereço: a identificação do local do estabelecimento impressor;
c) coluna Ìnscrição: número da inscrição no CCA e o número do CNPJ/MF do estabelecimento
impressor;

VÌÌÌ ÷ campo sob o título Recebimento:
a) coluna Data: dia, mês e ano do efetivo recebimento dos documentos confeccionados;
b) coluna Nota Fiscal: série e subsérie e número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento
impressor por ocasião da saída dos documentos fiscais confeccionados;

ÌX - coluna Observações: anotações diversas, inclusive as relativas a:
a) extravio, perda ou inutilização de blocos e documentos fiscais ou conjunto de documentos
fiscais ou formulários contínuos;
b) supressão de série e subsérie;
c) entrega de blocos ou formulários de documentos à repartição para serem inutilizados.

V 3° Do total das folhas desse livro, cinqüenta por cento, no mínimo, destinam-se à lavratura,
pelo Fisco, de Termo de Ocorrências, as quais, devidamente numeradas, deverão ser impressas de
acordo com o modelo aprovado pelo Convênio s/n, de 15 de dezembro de 1966, que instituiu o SÌNÌEF,
e incluídas no final do livro.

SUBSEÇÃO VI
DO LIVRO DE REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE

Art. 273. O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque, modelo 3, destina-se à
escrituração dos documentos de uso interno do estabelecimento, correspondentes às entradas e às
saídas na produção, bem como às quantidades referentes aos estoques de produtos acabados e em
processo de industrialização.

V 1° A escrituração deve ser feita operação a operação, devendo ser utilizada uma folha para
cada espécie, marca, tipo e modelo de produto.

V 2° A escrituração deve ser feita nos quadros e nas colunas próprias da seguinte forma:

Ì - no quadro Produto: identificação do produto, como definido no parágrafo anterior;
ÌÌ - no quadro Unidade: especificação da unidade (quilograma, metro, litro, dúzia), de acordo
com a legislação do ÌPÌ;
ÌÌÌ - no quadro Classificação Fiscal: indicação da posição, inciso, subinciso e alíquota previstos
pela legislação do ÌPÌ;
ÌV - no campo sob o título Documento: espécie, série, subsérie do respectivo documento fiscal
e/ou documento de uso interno do estabelecimento, correspondente a cada operação;
V - no campo sob o título Lançamento: número e folha do livro Registro de Entradas ou do
Registro de Saídas, em que o documento fiscal tenha sido lançado, bem como a respectiva codificação
contábil e fiscal, quando for o caso;

VÌ - campo sob o título Entradas, compreendendo:
a) coluna Produção - No próprio estabelecimento: quantidade do produto industrializado no
próprio estabelecimento;
b) coluna Produção - Em outro estabelecimento: quantidade do produto industrializado em
outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros, com mercadoria anteriormente remetida para
esse fim;
c) coluna Diversos: quantidade de mercadorias não classificadas nos itens anteriores, inclusive
as recebidas de outros estabelecimentos, para industrialização e posterior retorno, consignando-se o
fato, nesta última hipótese, na coluna Observações;
d) coluna Valor: base de cálculo do ÌPÌ quando a entrada das mercadorias originar crédito
desse tributo, ou quando se tratar de isenção, de imunidade ou de não-incidência do mencionado
tributo, será registrado o valor total atribuído às mercadorias;
e) coluna ÌPÌ: valor do imposto creditado, quando de direito;

VÌÌ - campo sob o título Saídas, compreendendo:
a) coluna Produção - No próprio estabelecimento: em se tratando de matéria-prima, produto
intermediário ou material de embalagem, a quantidade remetida ao almoxarifado para o setor de
fabricação, para industrialização no próprio estabelecimento; em se tratando de produto acabado, a
quantidade saída, a qualquer título, de produto industrializado no próprio estabelecimento;
b) coluna Produção - Em outro estabelecimento: em se tratando de matéria-prima, produto
intermediário ou material de embalagem, a quantidade saída para industrialização em outro
estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros, quando o produto industrializado deva retornar ao
estabelecimento remetente; em se tratando de produto acabado, a quantidade saída a qualquer título,
de produto industrializado em estabelecimento de terceiros;
c) coluna Diversos: quantidade de mercadorias saídas, a qualquer título, não compreendidas
nas letras anteriores;
d) coluna Valor: Base de Cálculo do ÌPÌ e, se a saída for beneficiada por isenção, imunidade
ou não-incidência, deverá ser registrado no valor total atribuído às mercadorias;
e) coluna ÌPÌ: valor do imposto, quando devido;

VÌÌÌ - coluna Estoque: quantidade em estoque após cada lançamento de entrada ou saída;
ÌX - coluna Observações: anotações diversas.

V 3° Quando se tratar de industrialização no próprio estabelecimento, é dispensada a
indicação dos valores relativamente às operações indicadas na alínea "a" do inciso VÌÌ do parágrafo
anterior.

V 4° Não devem ser escrituradas neste livro as entradas de mercadorias a serem integradas
ao ativo imobilizado ou destinadas a uso do estabelecimento.

V 5° O disposto no inciso ÌÌÌ do § 2° não se aplica aos estabelecimentos comerciais não
equiparados aos industriais.

V 6° Quando se tratar de produtos da mesma posição da tabela anexa ao Regulamento do
Ìmposto sobre Produtos Ìndustrializados (RÌPÌ), poderá o industrial ou pessoa a ele equiparada, agrupá-
los numa mesma folha, desde que autorizado pela Secretária da Receita Federal.

V 7° O livro referido neste artigo poderá, a critério da autoridade competente do Fisco
Estadual, ser substituído por fichas, as quais deverão ser:

Ì - impressas com os mesmos elementos do livro substituído;
ÌÌ - numeradas tipograficamente, observando-se, quanto à numeração, o disposto no parágrafo
1° do art. 207;
ÌÌÌ - prévia e individualmente visadas pelo Fisco Estadual.

V 8° Na hipótese do parágrafo anterior, deverá, ainda, ser previamente visada pela repartição
do Fisco Estadual, a ficha-índice em que, observada a ordem numérica crescente, será registrada a
utilização de cada ficha.

V 9° A escrituração do livro mencionado no caput ou das fichas referidas nos §§ 7° e 8°, não
pode atrasar-se por mais de quinze dias.

V 10. No último dia de cada mês, deverão ser somadas as quantidades e valores constantes
das colunas Entradas e Saídas, acusando o saldo das quantidades em estoque, que será transportado
para o mês seguinte.

SUBSEÇÃO VII
DO LIVRO DE REGISTRO DO SELO ESPECIAL DE CONTROLE

Art. 274. O livro Registro do Selo Especial de Controle, modelo 4, destinado à escrituração
dos dados relativos ao recebimento e à utilização do selo especial de controle previsto pela legislação
do Ìmposto sobre Produtos Ìndustrializados.

V 1° A escrituração será feita, operação a operação, em ordem cronológica quanto às entradas
e às saídas de selo especial de controle, devendo ser utilizada uma folha para cada espécie de selo.

V 2° A escrituração será feita, nas colunas próprias, da seguinte forma:

Ì - coluna Data: dia, mês e ano do recebimento ou utilização;

ÌÌ - campo sob o título Entradas:
a) coluna Guia Número: número da Guia de requisição dos selos;
b) coluna Quantidade: quantidade de selos requisitados pela respectiva Guia;
c) coluna Numeração dos Selos: numeração, se houver, dos selos recebidos da Repartição
Fiscal;

ÌÌÌ - campo sob o título Saídas:
a) coluna Nota Fiscal: número e série da Nota Fiscal emitida, referente à saída das
mercadorias do estabelecimento;
b) coluna Quantidade Utilizada: quantidade de selos utilizados nas mercadorias saídas do
estabelecimento;
c) coluna Quantidade Recolhida à Repartição: quantidade de selos recolhida à repartição por
qualquer motivo;
d) coluna Numeração de Selos: numeração, se houver, dos selos utilizados ou recolhidos à
repartição;

ÌV - campo sob o título Saldo Existente:
a) coluna Quantidade: quantidade de selos existentes após cada lançamento feito nas colunas
sob o título Entradas ou nas colunas sob o título Saídas;
b) coluna Numeração de Selos: numeração se houver, dos selos correspondentes ao saldo
existente;

V - coluna Observação: anotações diversas.

V 3° A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês.

SUBSEÇÃO VIII
DO LIVRO DE REGISTRO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS

Art. 275. O livro Registro de Ìmpressão de Documentos Fiscais, modelo 5, destina-se à
escrituração das impressões de documentos fiscais, referidos nos arts. 202 e 248, para terceiros ou para
o próprio estabelecimento impressor.

V 1° A escrituração deverá ser feita a cada operação, em ordem cronológica das saídas dos
documentos fiscais confeccionados e de impressão para utilização pelo próprio estabelecimento gráfico,
ou ainda por ocasião da emissão da AÌDF, destinada ao impressor autônomo.

V 2° A escrituração deverá ser feita, nas colunas próprias da seguinte forma:

Ì - coluna Autorização de Ìmpressão - Número: número da Autorização de Ìmpressão de
Documentos Fiscais, para posterior confecção dos documentos fiscais;

ÌÌ - campo sob o título Comprador, compreendendo:
a) coluna Número de Ìnscrição: número de inscrição estadual e do CNPJ/MF;
b) coluna Nome: nome do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado;

ÌÌÌ - campo sob o título Ìmpressos, compreendendo:
a) coluna Espécie: espécie de documento fiscal confeccionado, previsto neste artigo;
b) coluna Tipo: tipo do documento fiscal confeccionado, identificando-o se talonário, folhas
soltas, formulários contínuos;
c) coluna Série e Subsérie: série e subsérie correspondentes ao documento fiscal
confeccionado;
d) coluna Numeração: número dos documentos fiscais confeccionados; no caso de impressão
de documentos fiscais, sem numeração tipográfica, sob regime especial, tal circunstância deverá
constar da coluna Observações;

ÌV - campo sob título Entrega, compreendendo:
a) coluna Data: dia, mês e ano da efetiva entrega ao contribuinte usuário dos documentos
fiscais confeccionados;
b) coluna Notas Fiscais: série e subsérie e o número da Nota Fiscal emitida pelo
estabelecimento gráfico relativo à saída dos documentos fiscais confeccionados;

V - coluna Observações: anotações diversas, inclusive a destinação da subsérie.

SUBSEÇÃO IX
DO LIVRO DE REGISTRO DE APURAÇÃO DO IPI

Art. 276. O livro Registro de Apuração do ÌPÌ, modelo 8, destina-se a registrar, de acordo com
os períodos de apuração fixados na legislação própria e segundo o modelo, os totais dos valores
contábeis e dos valores fiscais relativos ao Ìmposto sobre Produtos Ìndustrializados das operações de
entradas e saídas, extraídas dos livros próprios e agrupadas segundo o Código Fiscal de Operações e
Prestações.

Parágrafo único. No livro a que se refere este artigo, serão registrados, também, os débitos e
os créditos fiscais do Ìmposto sobre Produtos Ìndustrializados, a apuração dos saldos, os dados
relativos às guias de informação e apuração do Ìmposto sobre Produtos Ìndustrializados e de
recolhimento.

SUBSEÇÃO X
DOS DEMAIS LIVROS FISCAIS

Art. 277. Também são considerados livros fiscais o Livro Movimentação de Combustíveis -
LMC e o documento Controle de Crédito de ÌCMS do Ativo Permanente - CÌAP, podendo o Fisco exigir a
escrituração de outros livros que se façam necessários em virtude da atividade do contribuinte.

Art. 278. O Livro de Movimentação de Combustível deverá ser utilizado pelo contribuinte
inscrito como Posto Revendedor (PR) de combustíveis líquidos e lubrificantes.

V 1° O Livro de Movimentação de Combustível - LMC terá o mínimo de cem folhas, com
numeração seqüencial impressa, encadernado com as dimensões de 32,0 cm de comprimento por 22,0
cm de largura.

V 2° A escrituração do livro de que trata este artigo obedecerá às instruções expedidas pelo
Departamento Nacional de Combustíveis.

Art. 279. O documento Controle de Crédito de ÌCMS do Ativo Permanente - CÌAP deverá ser
utilizado por todos os contribuintes, independentemente de categoria ou ramo de atividade, na apuração
do valor do estorno de crédito do bem do ativo permanente.

V 1° O documento fiscal relativo à aquisição de bem do ativo permanente, além de sua
escrituração nos livros próprios, será também escriturado no CÌAP.

V 2° Os modelos e a forma de escrituração do documento de que trata o caput são os
aprovados no Ajuste SÌNÌEF n. 08, de 12 de dezembro de 1997, facultado ao contribuinte optar pelo
adotado na unidade federada em que estiver localizado o estabelecimento matriz.

V 3° Os contribuintes com estabelecimento matriz localizado no Estado do Amazonas
adotarão, obrigatoriamente, o CÌAP, modelo "A¨, para todos os seus estabelecimentos.

Nova redação dada ao V 4º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 4° As folhas do CÌAP relativas a cada exercício serão enfeixadas, encadernadas e
autenticadas até o último dia do mês de fevereiro do ano subseqüente, ressalvada a hipótese do
contribuinte usuário de processamento de dados que dispuser de autorização para guarda dos dados
em meio magnético.

Redação originaI:
V 4° As folhas do CÌAP relativas a cada exercício serão enfeixadas, encadernadas e autenticadas até o último dia do
mês de fevereiro do mês subseqüente, ressalvada a hipótese do contribuinte usuário de processamento de dados que
dispuser de autorização para guarda dos dados em meio magnético.

V 5° A escrituração do CÌAP deverá ser feita até o dia seguinte ao da:

Ì - ocorrência do perecimento, extravio ou deterioração do bem ou data em que se completar o
qüinqüênio;
ÌÌ - entrada do bem;
ÌÌÌ - emissão da Nota Fiscal referente à saída do bem.

V 6° Aplicam-se ao documento Controle de Crédito de ÌCMS do Ativo Permanente ÷ CÌAP as
disposições previstas nos arts. 261 e 262 deste Regulamento.

SEÇÃO V
DAS GUIAS FISCAIS

SUBSEÇÃO I
DA GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS

Art. 280. Os estabelecimentos inscritos como contribuintes do Ìmposto, excetuados os
produtores agropecuários e os contribuintes inscritos no Regime de Microempresa, apresentarão,
anualmente, a Guia de Ìnformação das Operações e Prestações Ìnterestaduais ÷ GÌ/ÌCMS, conforme
modelo aprovado pelo Ajuste SÌNÌEF n° 01/96, destinada a apurar a balança comercial interestadual,
que conterá, no mínimo, as seguintes indicações:

Ì ÷ denominação: Guia de Ìnformação das Operações e Prestações Ìnterestaduais ÷ GÌ/ÌCMS;
ÌÌ ÷ identificação do contribuinte;
ÌÌÌ ÷ inscrição estadual e CNPJ/MF;
ÌV ÷ período de referência;
V ÷ informações relacionadas com entradas e saídas de mercadorias, aquisições e prestações
de serviços, por unidade federada.

Art. 281. A GÌ/ÌCMS será preenchida, no mínimo, em duas vias, que terão o seguinte destino:

Ì - a primeira via, para a Secretaria da Fazenda;
ÌÌ - a segunda via, após autenticação da Repartição Fiscal, ao contribuinte, como prova de
entrega ao Fisco.

Art. 282. A GÌ/ÌCMS será de periodicidade anual, compreendendo as operações e prestações
interestaduais realizadas no período de 1° de janeiro a 31 de dezembro de cada exercício.

Parágrafo único. O contribuinte usuário de processamento eletrônico de dados deverá
entregar, à repartição fazendária, o documento referido no caput, em meio magnético, nos termos da
legislação específica, até o dia 31 de março do exercício subsequente.

Art. 283. Estão dispensados da apresentação da GÌ/ÌCMS os contribuintes que, durante o
período de referência, não tenham realizado operações ou prestações interestaduais, inclusive com
produtos ou serviços isentos ou não tributados.

Art. 284. Para preenchimento da GÌ/ÌCMS deverão ser observadas as seguintes instruções:

Ì ÷ os valores serão informados em moeda nacional, excluídos os centavos, e corresponderão
ao somatório da operações e prestações interestaduais realizadas no período de referência;
ÌÌ ÷ relativamente às entradas de mercadorias, bens e/ou aquisições de serviços, os dados por
Estado de origem serão extraídos do livro Registro de Entradas, conforme segue:

a) no campo valor contábil ÷ os valores escriturados na coluna Valor Contábil;
b) no campo base de cálculo ÷ os valores escriturados na coluna "base de cálculo¨;
c) no campo outras ÷ os valores escriturados na coluna "outras¨;
d) no campo ÌCMS cobrado por substituição tributária ÷ os valores escriturados na coluna
relativa ao imposto cobrado por substituição tributária, subdivididos em:

1 ÷ operações com petróleo, inclusive lubrificantes, combustíveis líquidos e gasosos dele
derivados e energia elétrica;
2 - operações com os demais produtos;

ÌÌÌ - relativamente às saídas de mercadorias e/ou prestações de serviços, os dados por Estado
de destino serão extraídos dos demonstrativos do livro Registro de Saídas, conforme segue:

a) campo valor contábil ÷ não-contribuinte ÷ os valores escriturados na coluna Valor Contábil,
com os Códigos Fiscais de Operações e Prestações ÷ CFOP 6.18, 6.19, 6.45, 6.53 e/ou 6.63;
b) campo valor contábil ÷ contribuinte ÷ os valores escriturados na coluna Valor Contábil,
deduzindo-se desses os correspondentes aos CFOP citados na alínea anterior;
c) campo base de cálculo ÷ não-contribuinte ÷ os valores escriturados na coluna "base de
cálculo¨ com os CFOP citados na alínea "a¨;
d) campo base de cálculo ÷ contribuinte ÷ os valores escriturados na coluna base de cálculo,
deduzindo-se destes os correspondentes aos CFOP citados na alínea "a¨;
e) campo outras ÷ os valores escriturados na coluna "outras¨;
f) campo ÌCMS cobrado por substituição tributária ÷ os valores escriturados na coluna
correspondente ao imposto cobrado por substituição tributária.

Art. 285. O contribuinte que encerrar as atividades deverá apresentar, até o prazo fixado para
o pedido de sua baixa de inscrição, as GÌ/ÌCMS com as informações referentes às operações e
prestações interestaduais realizadas:

Ì ÷ no exercício imediatamente anterior caso não tenha sido entregue no prazo fixado no art.
282, ou ainda, embora não tenha expirado o prazo para o cumprimento desta obrigação;
ÌÌ ÷ no período compreendido entre 1° de janeiro do próprio exercício até a data de
encerramento da atividade.

Art. 286. Para os fins de preenchimento da GÌ/ÌCMS, os Estados, Territórios e o Distrito
Federal serão identificados em conformidade com o seguinte código numérico:

Estado Código Dígito

ACRE ...................................................... 01 - 9
ALAGOAS................................................. 02 - 7
AMAPÁ..................................................... 03 - 5
AMAZONAS ............................................. 04 - 3
BAHÌA ...................................................... 05 - 1
CEARÁ..................................................... 06 - 0
DÌSTRÌTO FEDERAL............................... 07 - 8
ESPÍRÌTO SANTO ................................... 08 - 6
GOÌÁS ..................................................... 10 - 8
MARANHÃO ............................................ 12 - 4
MATO GROSSO....................................... 13 - 2
MÌNAS GERAÌS ....................................... 14 - 0
PARÁ........................................................ 15 - 9
PARAÍBA ................................................. 16 - 7
PARANÁ................................................... 17 - 5
PERNAMBUCO ....................................... 18 - 3
PÌAUÍ ....................................................... 19 - 1
RÌO GRANDE DO NORTE....................... 20 - 5
RÌO GRANDE DO SUL ............................ 21 - 3
RÌO DE JANEÌRO .................................... 22 - 1
RONDÔNÌA.............................................. 23 - 0
RORAÌMA................................................. 24 - 8
SANTA CATARÌNA ................................. 25 - 6
SÃO PAULO ............................................ 26 - 4
SERGÌPE ................................................. 27 - 2
MATO GROSSO DO SUL........................ 28 - 0
TOCANTÌNS ............................................ 29 - 9

Parágrafo único. O código da unidade da Federação acrescido do respectivo dígito aplica-se
ao preenchimento da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais ÷ GNRE, à qual deverá,
também, ser acrescida o código de receita, conforme o caso:

Especificação Código da receita
a) ÌCMS Comunicação ........................................10001-3
b) ÌCMS energia elétrica ..................................... 10002-1
c) ÌCMS transporte ..............................................10003-0
d) ÌCMS substituição tributária ........................... 10004-8
e) ÌCMS importação ........................................... 10005-6
f) ÌCMS autuação fiscal ...................................... 10006-4
g) ÌCMS parcelamento ........................................ 10007-2
h) ÌCMS dívida ativa ........................................... 15001-0
i) Multa por infração a obrigação acessória ........ 50001-1
j) Taxa .................................................................. 60001-6

SUBSEÇÃO II
DA GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO IPI

Art. 287. Os contribuintes do Ìmposto sobre Produtos Ìndustrializados apresentarão, na forma
e nos períodos previstos pela legislação respectiva, a Guia de Ìnformação e Apuração do ÌPÌ, conforme
modelo fixado pela Secretaria da Receita Federal do Ministério da Fazenda.

Parágrafo único. O número de vias, local de apresentação e outras providências serão
fixados pela Secretaria da Receita Federal.

SUBSEÇÃO III
DA DECLARAÇÃO DE APURAÇÃO MENSAL

Art. 288. Os contribuintes sujeitos ao regime de pagamento do ÌCMS de que tratam os arts. 40
e 42 deste Regulamento e os substitutos tributários localizados em outra unidade da Federação,
apresentarão à repartição fiscal a Declaração de Apuração Mensal do ÌCMS - DAM.

V 1° A declaração prevista no caput deverá constituir-se do resumo constante dos lançamentos
efetuados nos livros Registro de Entradas, Registro de Saídas e Registro de Apuração do ÌCMS,
correspondente ao período de apuração do imposto.

V 2° A apresentação da DAM far-se-á nos seguintes prazos, relativamente ao período de
apuração:

Ì - tratando-se de estabelecimento industrial, até o quinto dia útil do mês subseqüente;
ÌÌ - tratando-se de estabelecimento comercial, agropecuário, prestador de serviço ou substituto
tributário estabelecido em outra unidade da Federação, até o sétimo dia útil do mês subseqüente;
ÌÌÌ ÷ tratando-se de estabelecimento prestador de serviço de transporte aéreo, de serviço de
telecomunicação ou distribuidor de energia elétrica ou água por rede de distribuição tubular, até o último
dia útil do mês subseqüente ao do período de apuração.

V 3° O contribuinte deverá prestar as informações constantes na DAM através de arquivo
magnético ou por teleprocessamento, nas condições estabelecidas pela SEFAZ.

V 4° Fica dispensado da apresentação da Declaração prevista neste artigo:

Ì ÷ o estabelecimento inscrito na Secretaria da Fazenda na categoria microempresa ou
produtor rural;
ÌÌ ÷ o estabelecimento prestador de serviço que, por sua atividade, esteja desobrigado da
exigência do imposto.

V 5° Os substitutos tributários localizados em outras unidades da Federação apresentarão a
declaração de que trata este artigo na Secretaria da Fazenda e os contribuintes enquadrados nas
hipóteses dos art. 40 e 42 na repartição fiscal do seu domicílio.

Parágrafo 6º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 6° O valor do imposto cobrado através do sistema da substituição tributária, relativo a
operação antecedente ou subseqüente, deverá ser informado no DAM, no correspondente período de
apuração, ainda que já tenha sido recolhido.

Parágrafo 7º acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 7° Para efeito do disposto no caput do art. 102, a Secretaria da Fazenda poderá exigir do
estabelecimento matriz informações consolidadas dos saldos apurados em todos os seus
estabelecimentos localizados no Estado.

Art. 289. A Declaração de Apuração Mensal do ÌCMS ÷ DAM, entregue através de arquivo
magnético ou por teleprocessamento, somente será considerada apresentada à repartição fiscal após a
validação das informações contidas no arquivo magnético.

SEÇÃO VI
DO SELO FISCAL

Art. 290. O Selo Fiscal de Autenticidade e o Selo Fiscal de Entrada e/ou Trânsito de
mercadorias, instituídos pela Lei n° 2.351, de 18 de outubro de 1995, serão de utilização obrigatória nos
documentos e livros fiscais utilizados por contribuintes deste Estado e nas operações de entrada e de
trânsito livre que destine mercadoria para outro Estado.

V 1° O Selo Fiscal de Autenticidade de livros, talonários e documentos fiscais será utilizado
para validar o uso desses documentos.

V 2° O Selo Fiscal de Entrada e/ou Trânsito de mercadorias será utilizado para autenticar o
desembaraço/vistoria na repartição fiscal dos documentos que acobertam o transporte de mercadorias
provenientes de outra unidade da Federação e do exterior e na hipótese de trânsito de mercadorias
destinadas a outros Estados, quando em passagem pelo território amazonense.

V 3° A utilização dos selos de que trata este artigo aplica-se também às operações e
prestações em que haja a desoneração do imposto.

Parágrafo 4º acrescentado peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.1.04.

V 4º Considera-se, também, Selo Fiscal relativo a entrada ou a saída de mercadorias o Selo-
etiqueta aposto nos documentos fiscais por ocasião do desembaraço eletrônico efetuado pelo
contribuinte ou responsável.

Art. 291. A aplicação dos selos fiscais de autenticidade dar-se-á nos documentos fiscais,
inclusive formulários contínuos, nos modelos abaixo relacionados:

Ì - Nota Fiscal modelo 1 e 1-A;

Inciso II revogado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Redação originaI:
ÌÌ - Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2;

ÌÌÌ - Nota Fiscal Resumo de Venda, modelo 2;

Inciso IV revogado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Redação originaI:
ÌV - Nota Fiscal de Produtor, modelo 4;

V - Nota Fiscal Avulsa, modelo 5;
VÌ - Nota Fiscal de Serviço de Transporte, modelo 7;

Inciso VII revogado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Redação originaI:
VÌÌ ÷ Nota Fiscal de Microempresa;

VÌÌÌ - Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas, modelo 8;
ÌX - Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas, modelo 9;
X - Conhecimento Aéreo, modelo 10;
XÌ - Despacho de Transporte, modelo 17;
XÌÌ - Nota Fiscal de Serviço de Comunicação;

Nova redação dada ao inciso XIII peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 3.3.04

XÌÌÌ ÷ Documentos fiscais aprovados em regimes especiais, a critério do Fisco.

Redação originaI:
XÌÌÌ - Documentos Fiscais aprovados em regimes especiais;

XÌV - Declaração da Ìmportação ou documento que a substitua;
XV ÷ Atestado de Ìntervenção em Equipamento de Controle Fiscal;
XVÌ - Controle de Crédito de ÌCMS do Ativo Permanente ÷ CÌAP;

Parágrafo único. Excluem-se da obrigatoriedade prevista neste artigo:

Ì - os documentos fiscais expedidos por Equipamentos de Controle Fiscal;
ÌÌ - Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica, de Água/Coleta de Esgoto e de Prestação de
Serviços de Telecomunicações;
ÌÌÌ - Nota Fiscal de emissão em formulário especial de segurança através de impressora laser;
ÌV ÷ os livros fiscais escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados.

Inciso V acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

V - Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2;

Inciso VI acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

VÌ - Nota Fiscal de Produtor, modelo 4;

Inciso VII acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

VÌÌ ÷ Nota Fiscal de Microempresa;

Art. 292. O Selo Fiscal de Autenticidade de documentos fiscais será aposto na 1
a
(primeira)
via de cada documento fiscal:

Ì - pelo estabelecimento gráfico credenciado, nos documentos autorizados pela Secretaria da
Fazenda, para controle de suas impressões e autenticidade pelo Fisco;
ÌÌ - pela repartição fiscal, nas Notas Fiscais de mercadorias provenientes de outras unidades
federadas ou de mercadorias em trânsito livre destinadas a outros Estados.

Art. 293. A aplicação do Selo Fiscal de Entrada/Trânsito será obrigatória para todas as
atividades econômicas na comprovação de regularidade das suas operações e prestações e será
aposto pelo servidor fazendário no verso da 1a. via do documento fiscal ou, na impossibilidade, no
anverso, sem prejuízo de suas informações, por ocasião da vistoria/desembaraço nos Postos da
Secretaria da Fazenda, relativamente a mercadoria oriunda de outra unidade federada ou do exterior e
no momento em que se der a passagem do veículo por Posto Fiscal quando do trânsito de mercadoria
em território amazonense com destino a outro Estado.

Art. 294. Considerar-se-á inidôneo o documento fiscal sem o selo ou selado sem a observação
das exigências legais, que:

Ì - for emitido neste Estado para acobertar operações internas, interestaduais ou as destinadas
ao exterior, ressalvados os casos previstos no parágrafo único do art. 291;
ÌÌ - for emitido para acobertar operação de importação de mercadorias do exterior destinadas a
este Estado;
ÌÌÌ - acompanhar a entrada em território amazonense de mercadoria oriunda de outra unidade
da Federação;
ÌV - acobertar o trânsito de mercadoria oriunda e destinada a outro Estado;
V - acobertar o trânsito de mercadoria importada do exterior com destino a outra unidade da
Federação.

Parágrafo único. Fica vedado o aproveitamento de crédito fiscal presumido ou de imposto
destacado no respectivo documento, nas hipóteses previstas neste artigo.

Art. 295. Somente serão expedidas Autorizações para Ìmpressão de Documentos Fiscais -
AÌDF para os estabelecimentos gráficos que se encontrem credenciados na Secretaria da Fazenda, na
forma prevista na legislação tributária pertinente.

SEÇÃO VII
DO CANCELAMENTO E DA DEVOLUÇÃO

Art. 296. Compreende-se por cancelamento de documento fiscal a anulação por parte do
contribuinte, na mesma data de sua emissão, desde que não tenha ocorrido a saída da mercadoria, bem
como não tenham sido executados os serviços de transportes e de comunicação e o respectivo registro
no livro Registro de Saídas.

Art. 297. O cancelamento de documento fiscal somente se torna efetivo quando todas as suas
vias forem mantidas no talonário ou, tratando-se de formulário contínuo, arquivadas em pasta própria.

V 1° Em se tratando de cancelamento de documentos fiscais destinados a outros Estados ou
para o exterior, no caso em que ocorra o destaque de vias para fins estatísticos e de despachos e na
impossibilidade de retorno das vias referidas, será exigida a comprovação da remessa das mesmas às
repartições competentes, através de expediente, cuja cópia será anexada às demais vias
correspondentes.

V 2° Fica dispensada a emissão de expediente de que trata o parágrafo anterior, para a
SEFAZ, se na via em poder do contribuinte constar carimbo ou recibo da repartição.

Art. 298. O contribuinte fará constar no documento fiscal cancelado, declaração sumária do
motivo que determinou o cancelamento e a referência, se for o caso, ao novo documento emitido.

V 1º Constituem motivo de que trata o caput, as seguintes eventualidades:

Ì - erro no preenchimento de quaisquer das indicações exigidas pela legislação em vigor;
ÌÌ - rasuras, emendas ou preenchimento de forma ilegível que prejudiquem a clareza e a
autenticidade do documento fiscal;
ÌÌÌ - desistência do adquirente ou encomendante, no ato da compra ou da prestação de
serviços;
ÌV - anulação da venda ou da prestação por motivos convenientes às partes desde que não
tenha ocorrido a saída da mercadoria e, em se tratando de prestação de serviço, não tenha sido
executado.

V 2° Aplica-se à Nota Fiscal relativa a entrada de mercadorias, as disposições previstas neste
artigo e no anterior.

Art. 299. Considera-se devolução de mercadorias, o retorno ao estabelecimento de origem,
nas hipóteses abaixo discriminadas:

Ì - a decorrente de qualquer das seguintes eventualidades:

a) avaria;
b) vício, defeitos e diferença na qualidade ou na quantidade;
c) divergências nos prazos e nos preços ajustados;
d) saída de mercadorias cuja entrega seja sustada anteriormente à sua entrada no
estabelecimento do destinatário, por motivos supervenientes;
e) quando a mercadoria houver saído para simples demonstração.

ÌÌ - a efetuada dentro do prazo de garantia decorrente da obrigação assumida pelo remetente
ou fabricante, de substituir ou reparar a mercadoria, se esta apresentar defeito.

V 1° Em se tratando de venda a não-contribuinte e na impossibilidade de substituição ou
reparo, poderá se processar a devolução de mercadorias, através da anulação da venda, emitindo-se
Nota Fiscal para reincorporação ao seu estoque e recuperação do imposto pago, na qual deve conter o
número, série, data e valor do documento fiscal original.

V 2° A Nota Fiscal de que trata o parágrafo anterior servirá para acompanhar a mercadoria em
seu retorno ao estabelecimento de origem.

V 3º Na devolução de mercadorias serão utilizadas a mesma base de cálculo e alíquota do
imposto constantes do documento fiscal de origem.

Art. 300. No caso de emissão de Nota Fiscal para entrega futura, ocorrendo desistência do
adquirente após a saída da mercadoria, proceder-se-á à recuperação do imposto debitado com a
emissão da Nota Fiscal correspondente a entrada, nela consignando, sob observação, o número, série,
data e valores do documento fiscal original, desde que se trate de operações entre contribuintes.

Art. 301. Na devolução de mercadorias por inadimplência, decorrente de vendas a prazo,
destinadas a consumidor, poderá o vendedor creditar-se da parcela do imposto pago na operação
proporcionalmente ao valor da base de cálculo correspondente às prestações não quitadas, desde que
observada na emissão da Nota Fiscal relativa à entrada, que deve estar anexada a Nota Fiscal original
ou na sua impossibilidade, em decorrência de extravio ou recusa, carta ao adquirente ou mandado
judicial, conforme o caso.

Art. 302. No caso de devolução de mercadorias por pessoa jurídica de direito público ou
privado, não contribuinte do ÌCMS, é permitida a recuperação do imposto pago por ocasião da saída, se
cumpridas as seguintes formalidades:

Ì - emissão da Nota Fiscal relativa à entrada de mercadoria, com o registro obrigatório no livro
próprio;
ÌÌ - prova da devolução de que trata o caput, discriminando os produtos e relatando os motivos
da devolução, independentemente da emissão da Nota Fiscal relativa a entrada da mercadoria.

V 1° Salvo autorização do Fisco ou na hipótese de que trata o inciso ÌÌ do caput do art. 299, é
vedado o crédito fiscal após o decurso de cento e vinte dias contados da data da saída da mercadoria.

V 2° A prova do desembaraço do documento fiscal na repartição fazendária constitui
autorização do Fisco prevista no parágrafo anterior.

Nova redação dada ao art. 303 peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Art. 303. Somente será permitido o aproveitamento de crédito fiscal pela devolução de produto
incentivado, quando o mesmo sofra novo processo de industrialização.

V 1º O disposto no caput deste artigo não prejudica o aproveitamento do crédito
correspondente ao percentual não incentivado.

V 2º Em substituição ao procedimento fiscal previsto neste artigo, a empresa industrial poderá
utilizar o crédito fiscal do seu produto devolvido se efetuar o recolhimento do ÌCMS correspondente ao
percentual incentivado.

Redação originaI:
Art. 303. Somente será permitida a utilização do crédito fiscal pela devolução de mercadoria ou produto incentivado
com restituição do ÌCMS, quando o mesmo sofra novo processo de industrialização, exclusive o reparo.
Parágrafo único. Em substituição ao procedimento fiscal previsto neste artigo, a empresa industrial poderá utilizar o
crédito fiscal do seu produto devolvido se efetuar o correspondente recolhimento do ÌCMS restituído pela Secretaria de
Fazenda por ocasião da saída.

Art. 304. No caso de devolução de mercadorias efetuada entre contribuintes, o
estabelecimento vendedor poderá lançar o crédito se atendidas as seguintes normas:

Ì - emissão de Nota Fiscal de saída (natureza da operação - devolução) pelo comprador,
desde que a Nota Fiscal correspondente à compra anulada, haja sido escriturada no seu livro Registro
de Entradas, com direito a crédito;
ÌÌ ÷ escrituração no livro Registro de Entradas da Nota Fiscal de devolução de que trata o
inciso anterior;
ÌÌÌ - emissão de Nota Fiscal relativa a entrada da mercadoria, pelo vendedor, quando o
comprador não possuir Nota Fiscal.

Art. 305. Quando a mercadoria recebida pelo comprador gerar crédito fiscal presumido, ou não
gerar crédito, a devolução deverá ser acompanhada da Nota Fiscal (natureza da operação - devolução)
sem o destaque do ÌCMS, constando observação alusiva ao fato.

V 1° Em sendo utilizado o crédito fiscal presumido, o contribuinte deverá recolher em guia em
separado a parcela do crédito correspondente à mercadoria devolvida.

V 2º Ocorrendo o disposto neste artigo sem que o comprador tenha se creditado do ÌCMS
destacado, poderá apropriar-se do crédito proporcionalmente às mercadorias devolvidas, desde que
cumpridas as seguintes exigências:

Ì - emitir Nota Fiscal relativa à entrada das mercadorias, registrando-a no livro Registro de
Entradas, na coluna "Operações Com Crédito do Ìmposto", dela constando o número, série e data da
emissão da Nota Fiscal de devolução;
ÌÌ - manter arquivadas em pasta exclusiva, as Notas Fiscais (natureza da operação: devolução)
para fins de exibição ao Fisco.

V 3° Salvo autorização do Fisco, as disposições deste artigo somente se aplicam se a
devolução ocorrer no prazo de cento e vinte dias, contados da saída da mercadoria do estabelecimento
emitente.

Art. 306. O valor do imposto da mercadoria devolvida será igual ao destacado no documento
original, sob pena de estorno da diferença do crédito e aplicação dos acréscimos legais.

Art. 307. O estabelecimento que receber, em retorno, mercadoria por qualquer motivo não
entregue ao destinatário, para se creditar do imposto debitado por ocasião de saída deverá
cumulativamente:

Ì - mencionar, no verso da primeira via da Nota Fiscal, o motivo pelo qual não foi entregue a
mercadoria;
ÌÌ - efetuar o transporte, em retorno, acompanhado da própria Nota Fiscal mencionada no
inciso anterior e do Conhecimento de Transporte, se for o caso;
ÌÌÌ - emitir Nota Fiscal relativa a entrada da mercadoria, lançando-a no livro Registro de
Entrada, na coluna "Operações Com Crédito Ìmposto";
ÌV - manter arquivadas, em pasta exclusiva, a primeira via da Nota Fiscal emitida por ocasião
da saída e correspondência do transportador explicativa do fato, quando o transporte houver sido
efetuado por terceiros;
V - exibir, sempre que exigidos, todos os elementos, inclusive contábeis, comprobatórios de
que a importância, eventualmente debitada ao destinatário, não foi recebida.

Art. 308. Não dará direito ao crédito do imposto a devolução de mercadoria imprestável e que
não mais possa ser objeto de comercialização, no seu estado original.

Art. 309. As mercadorias devolvidas ficarão sujeitas ao imposto quando novamente saírem do
estabelecimento.

Nova redação dada ao art. 310 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

Art. 310. Não será admitido crédito fiscal quando a saída da mercadoria tenha se dado por
meio de Nota Fiscal de Venda a Consumidor ou Cupom Fiscal, exceto quando o contribuinte atender o
disposto no art. 30.

Redação originaI:
Art. 310. Em nenhuma hipótese será admitido crédito fiscal quando a saída da mercadoria tenha se dado por meio da
Nota Fiscal de Venda a Consumidor ou Cupom Fiscal.

Nova redação dada ao art. 310-A peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

Art. 310-A. O disposto nos artigos 310-F, 310-G, 310-H, 310-Ì e 310-J, referente às operações
com partes e peças substituídas em virtude de garantia, conserto, reparo ou manutenção, aplica-se:

O Vide Convênio ÌCMS 129/06.

Ì - ao estabelecimento revendedor de máquinas, aparelhos, motores, veículos e similares, ou
ao estabelecimento ou oficina credenciada ou autorizada ou filial de assistência técnica que preste
serviço de conserto, reparo ou manutenção, com fornecimento de partes e peças, bem como ao que,
com permissão do fabricante, promova substituição em virtude de garantia, tendo ou não efetuado a
venda do bem;

ÌÌ - ao estabelecimento fabricante que receber parte ou peça defeituosa substituída e de quem
será cobrada a nova aplicada em substituição.

Redação originaI do art. 310-A acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07:
Art. 310-A. O disposto nos artigos 310-B, 310-C e 310-D, referente às operações com partes e peças substituídas em
virtude de garantia, se aplica:
Ì - ao estabelecimento revendedor de máquinas, aparelhos, motores, veículos e similares ou à oficina autorizada que,
com permissão do fabricante, promover substituição de peça em virtude de garantia, tendo ou não efetuado a venda do
bem;
ÌÌ - ao estabelecimento fabricante que receber peça defeituosa substituída em virtude de garantia e de quem será
cobrada a peça nova aplicada em substituição.

I. Revogado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

Redação originaI do art. 310-B acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07:
Art. 310-B. Na entrada de peça defeituosa a ser substituída, o revendedor ou a oficina autorizada deverá emitir Nota
Fiscal, modelo 1 ou 1-A, que conterá, além dos demais requisitos, as seguintes indicações:
Ì - discriminação da peça defeituosa;
ÌÌ - valor atribuído à peça defeituosa, que será equivalente a, no máximo, 10% (dez por cento) do preço de venda da
peça nova praticado pelo revendedor ou pela oficina autorizada;
ÌÌÌ - destaque do imposto, calculado mediante aplicação da mesma alíquota utilizada na entrada da peça nova que
substituiu a defeituosa;
ÌV - número da Ordem de Serviço ou da Nota Fiscal de Serviço;
V - número, data de expedição e prazo final de validade do certificado de garantia.
V 1º A Nota Fiscal de que trata este artigo poderá ser emitida no último dia do período de apuração do imposto,
englobando todas as entradas de peças defeituosas no período, desde que:
Ì ÷ conste na Ordem de Serviço ou na Nota Fiscal de Serviço:
a) a discriminação da peça defeituosa substituída;
b) o número de fabricação ou outros elementos identificadores do bem;
c) o número, data de expedição e prazo final de validade do certificado de garantia.
ÌÌ - a remessa, ao fabricante, das peças defeituosas substituídas, seja efetuada após o encerramento do período de
apuração.
V 2º A Nota Fiscal de que trata o caput será escriturada no livro Registro de Entradas, na coluna "Operações ou
Prestações com Crédito do Ìmposto¨.

Art. 310-C. Revogado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

Redação originaI do art. 310-C acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07:
Art. 310-C. Na remessa da peça defeituosa para o fabricante, o revendedor ou a oficina deverá:
Ì - emitir Nota Fiscal de Saída, modelo 1 ou 1-A, que conterá, além dos demais requisitos, as seguintes indicações:
a) o fabricante como destinatário;
b) discriminação das peças;
c) valor atribuído à peça defeituosa, nos termos do inciso ÌÌ do caput do art. 310-A;
d) destaque do imposto calculado mediante aplicação da mesma alíquota utilizada na entrada da peça nova que
substituiu a defeituosa.
ÌÌ - escriturar a Nota Fiscal referida no inciso Ì deste artigo no livro Registro de Saídas, fazendo constar a expressão
"remessa de peça defeituosa para o fabricante¨.
V 1º O fabricante efetuará a escrituração da Nota Fiscal referida neste artigo no livro Registro de Entradas, na coluna
"Operações ou Prestações com Crédito do Ìmposto".
V 2º O fabricante deverá proceder ao estorno do crédito se a peça defeituosa for inutilizada no estabelecimento, salvo
quando transformada em outro produto, ou em resíduo, com saída tributada.

Art. 310-D. Revogado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

Redação originaI do art. 310-D acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07:
Art. 310-D. Na saída da peça nova, em substituição à defeituosa, em virtude de garantia, o estabelecimento
revendedor ou oficina deverá emitir Nota Fiscal que, além dos demais requisitos exigidos, indicará:
Ì - como destinatário o proprietário do bem em garantia;
ÌÌ - a discriminação da peça;
ÌÌÌ - o número da Ordem de Serviço ou da Nota Fiscal de Serviço correspondente;
ÌV - destaque do imposto, calculado mediante aplicação da alíquota interna, exceto quando se tratar de operação não
sujeita à incidência do ÌCMS;
V - como natureza da operação: "substituição de peça defeituosa em virtude de garantia¨.
Parágrafo único. A base de cálculo para efeito de pagamento do imposto será o valor a ser debitado ao fabricante,
que não poderá ser inferior ao preço de aquisição da peça nova que substitui a peça defeituosa.

Art. 310-E. Revogado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

Redação originaI do art. 310-E acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07:
Art. 310-E. Os prestadores dos serviços de reparo e manutenção em máquinas e equipamentos poderão transitar, com
a mesma Nota Fiscal relativa às peças, partes e congêneres, destinados à execução desses serviços fora do
estabelecimento, pelo prazo máximo de oito dias a contar da data de saída constante do documento fiscal, observadas
as condições a seguir:
Ì - relativamente à Nota Fiscal:
a) deverá ser emitida tendo por base a Ordem de Serviço ou a Nota Fiscal de Serviço, com destaque do ÌCMS, tendo
como destinatário o próprio emitente;
b) deverá indicar como natureza da operação: "5.949 ÷ Outra saída de mercadoria ou prestação de serviço não
especificado¨;
c) deverá conter, no campo "Ìnformações Complementares¨, a destinação da mercadoria, identificando a máquina ou
equipamento objeto do conserto, por marca, modelo e número de fabricação ou do chassi, o nome do cliente, seu
endereço e CNPJ ou CPF;
d) deverá identificar o técnico responsável que acompanhará o trânsito das mercadorias, por nome, número da Cédula
de Ìdentidade e do CPF, no corpo do documento fiscal.
ÌÌ - relativamente às peças ou partes:
a) as que não forem utilizadas no reparo ou manutenção terão seu retorno acobertado pela mesma Nota Fiscal de
saída, respeitado o prazo estabelecido no caput deste artigo;
b) as efetivamente utilizadas no reparo ou manutenção das máquinas ou equipamentos deverão ser relacionadas no
verso da primeira via da Nota Fiscal de Saída e confirmadas pelo cliente com sua assinatura, CPF ou CNPJ e data.
ÌÌÌ ÷ quando do término do prazo previsto no caput deste artigo, ou da conclusão dos serviços, o que ocorrer primeiro,
deverão ser emitidas:
a) Nota Fiscal, com destaque do ÌCMS, para entrada no estoque das mercadorias relacionadas na Nota Fiscal de que
trata o inciso Ì do caput deste artigo, contendo o número desta e o da Ordem de Serviço; e
b) Nota Fiscal de venda das peças ou partes efetivamente utilizadas no reparo ou manutenção para o cliente, fazendo
menção às Notas Fiscais de saída e a de entrada.

Art. 310-F acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Art. 310-F. As mercadorias adquiridas pelos estabelecimentos de que trata o inciso Ì do art.
310-A deste Regulamento, para emprego em virtude de garantia, na prestação de serviços de conserto,
reparo ou manutenção, provenientes de outras unidades da Federação, ficam consideradas já tributadas
nas demais fases de comercialização interna com o pagamento do ÌCMS antecipado, vedado o
aproveitamento de qualquer crédito, exceto nos casos previstos na legislação.

V 1.º Na ocorrência de operação de transferência interestadual ou de comercialização das
mercadorias adquiridas na forma do caput deste artigo, o imposto será exigido normalmente, sendo
facultado ao estabelecimento a opção pela utilização de crédito fiscal presumido, correspondente à
mesma alíquota incidente na operação de saída, aplicada sobre o preço de aquisição mais recente da
mercadoria, em substituição aos créditos a que teria direito.

V 2.º O disposto no caput deste artigo apenas se aplica ao estabelecimento cuja atividade
econômica principal seja de prestação de serviços de conserto, reparo ou manutenção, inclusive em
virtude de garantia.

Art. 310-G acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Art. 310-G. Nas saídas internas de partes e peças novas do estabelecimento prestador de
assistência técnica em substituição às defeituosas, em virtude de garantia, conserto, reparo ou
manutenção, o estabelecimento deverá emitir Nota Fiscal, sem destaque do imposto, para acobertar o
trânsito das mercadorias nas prestações a serem realizadas fora do estabelecimento, devendo conter,
além dos requisitos previstos na legislação:

Ì - como destinatário, o próprio emitente;

ÌÌ ÷ a validade de 30 (trinta) dias, contados da data de sua emissão;

ÌÌÌ ÷ consignado no campo "Ìnformações Complementares¨:

a) o nome, os números da Cédula de Ìdentidade, do CPF e da matrícula funcional do técnico
responsável que acompanhará o trânsito das mercadorias;

b) o número da Ordem de Serviço ou da Nota Fiscal de Serviço correspondente;

c) a destinação da mercadoria.

V 1.º Quando do término do prazo previsto no inciso ÌÌ do caput deste artigo ou da conclusão
dos serviços, o que ocorrer primeiro, as partes e peças que não forem utilizadas no conserto, reparo ou
manutenção terão seu retorno acobertado pela mesma Nota Fiscal de que trata o caput deste artigo ou
pelo Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica ÷ DANFE.

V 2.º As partes e peças substituídas que forem destinadas ao estabelecimento prestador dos
serviços de garantia, conserto, reparo ou manutenção deverão ser discriminadas no verso da Nota Fiscal
de que trata o caput deste artigo ou no verso do Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica ÷ DANFE.

V 3.º Deverá ser emitida Nota Fiscal, sem destaque do imposto, para acobertar a entrada no
estoque das mercadorias mencionadas no § 1.º deste artigo, consignando-se no campo "Ìnformações
Complementares¨ o número da Nota Fiscal de que trata o caput deste artigo.

Art. 310-H acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Art. 310-H. Na entrada de partes e peças defeituosas substituídas de que trata o § 2.º do art.
310-G, o revendedor, o prestador de serviço, a oficina credenciada ou autorizada ou a filial de
assistência técnica deverá emitir Nota Fiscal, sem destaque do imposto, que conterá, além dos demais
requisitos, as seguintes indicações:

Ì - discriminação da parte ou peça defeituosa;

ÌÌ - valor atribuído à parte ou peça defeituosa, que será equivalente a 10% (dez por cento) do
preço de venda da parte ou peça nova praticado pelo revendedor, pela oficina credenciada ou autorizada
ou pela filial de assistência técnica;

ÌÌÌ - número da Ordem de Serviço ou da Nota Fiscal de Serviço;

ÌV - número, data de expedição e prazo final de validade do certificado de garantia, no caso de
parte ou peça substituída em virtude de garantia.

Parágrafo único. A Nota Fiscal de que trata este artigo poderá ser emitida no último dia do
período de apuração do imposto, englobando todas as entradas de partes e peças defeituosas no
período, desde que:

Ì ÷ conste na Ordem de Serviço ou na Nota Fiscal de Serviço:

a) a discriminação da parte ou peça defeituosa substituída;

b) o número de fabricação ou outros elementos identificadores do bem;

c) o número, data de expedição e prazo final de validade do certificado de garantia, no caso de
parte ou peça substituída em virtude de garantia;

ÌÌ - a remessa das partes e peças defeituosas substituídas, ao fabricante ou a outro
estabelecimento do revendedor localizado fora do Estado, seja efetuada após o encerramento do
período de apuração.

Art. 310-I acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Art. 310-I. Na remessa da parte ou peça defeituosa substituída para o fabricante ou para outro
estabelecimento do revendedor localizado fora do Estado, o revendedor, o prestador de serviço, a oficina
credenciada ou autorizada ou a filial de assistência técnica deverá:

Ì - emitir Nota Fiscal de saída, contendo, além dos demais requisitos, as seguintes indicações:

a) o fabricante como destinatário;

b) discriminação das partes e peças;

c) valor atribuído à parte ou peça defeituosa, nos termos do inciso ÌÌ do caput do art. 310-H;

ÌÌ - escriturar a Nota Fiscal referida no inciso Ì deste artigo no livro Registro de Saídas, fazendo
constar a expressão "remessa de parte ou peça defeituosa para o fabricante¨.

V 1.º Fica isenta do ÌCMS a saída para o fabricante da peça defeituosa substituída em virtude
de garantia, desde que ocorra até 30 (trinta) dias após o prazo de vencimento da garantia e seja
promovida:

Ì - pelo estabelecimento revendedor, pelo prestador de serviço, pela oficina credenciada ou
autorizada ou pela filial de assistência técnica;

ÌÌ - por outro estabelecimento do revendedor localizado fora do Estado.

V 2.º Para efeito do disposto no § 1.º deste artigo, equipara-se à saída para o fabricante a
remessa da peça defeituosa substituída em virtude de garantia pelo revendedor para outro
estabelecimento seu localizado fora do Estado, desde que posteriormente as peças sejam remetidas
para o fabricante no prazo previsto no § 1.º deste artigo.

V 3.º Na hipótese de descumprimento do disposto nos §§ 1.º e 2.º deste artigo, por ocasião da
remessa da peça defeituosa deverá ser efetuado o destaque do imposto no documento fiscal, quando
devido, adotando-se a alíquota prevista na legislação e considerando-se como base de cálculo o valor
atribuído pelo inciso ÌÌ do caput do art. 310-H.

V 4.º O fabricante efetuará a escrituração da Nota Fiscal de que trata o § 3.º deste artigo no
livro Registro de Entradas, na coluna "Operações ou Prestações com Crédito do Ìmposto¨.

V 5.º O fabricante deverá proceder ao estorno do crédito de que trata o § 4.º deste artigo se a
peça defeituosa for inutilizada no estabelecimento, salvo quando transformada em outro produto, ou em
resíduo, com saída tributada.

Art. 310-J acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Art. 310-J. As saídas das partes e peças defeituosas substituídas, recuperadas pelo próprio
estabelecimento prestador dos serviços de garantia, conserto, reparo ou manutenção, para emprego na
execução desses serviços ou revenda, serão tributadas normalmente, adotando-se a alíquota prevista
na legislação e considerando-se como base de cálculo o valor atribuído pelo inciso ÌÌ do caput do art.
310-H, em substituição ao aproveitamento de quaisquer créditos.


CAPÍTULO XVI
DAS OPERAÇÕES ESPECIAIS

SEÇÃO I
DAS OPERAÇÕES COM SALVADOS DE SINISTRO

Art. 311. Ficam obrigadas a se inscrever no Cadastro de Contribuintes do Estado do
Amazonas, as empresas que efetuarem as operações relativas à:

Ì - circulação de mercadorias ou bens móveis, considerados salvados de sinistro;
ÌÌ - aquisição de partes, peças e acessórios a serem empregados em conserto das
mercadorias ou bens de que trata o inciso anterior.

Art. 312. Para efeito da não-incidência prevista no art. 4°, inciso ÌX, deste Regulamento, será
exigida a apresentação do documento de registro da ocorrência com os bens ou mercadorias
sinistradas, no órgão especializado e de cópia de publicação do comunicado ao público no caso de
perda ou extravio dos documentos fiscais relativos aos mesmos.

Art. 313. O não cumprimento do disposto no artigo anterior autoriza a exigência do imposto
incidente sobre os bens ou mercadorias pelo preço corrente no mercado.

Parágrafo único. Aplicam-se ao estabelecimento inscrito na forma do art. 311 com relação às
operações citadas neste artigo, o prazo de pagamento previsto no inciso ÌÌ, alínea "c", do art. 107, bem
como as demais obrigações tributárias previstas neste Regulamento.

SEÇÃO II
DAS OPERAÇÕES SOB CONTRATO DE ARRENDAMENTO MERCANTIL E LOCAÇÃO

Art. 314. A empresa que promover operações com bens ou mercadorias, a título de contrato
de arrendamento mercantil ou locação, ainda que estes não transitem fisicamente por seu
estabelecimento, fica obrigada a se inscrever sob o regime de pagamento normal no Cadastro de
Contribuintes do Estado do Amazonas (CCA).

V 1° A Nota Fiscal que acobertar a saída do bem ou mercadoria de que trata este artigo, deve
conter, além dos elementos previstos neste Regulamento, as seguintes indicações:

Ì - número do contrato;
ÌÌ - valor total da operação;
ÌÌÌ - prazo do arrendamento;
ÌV - valor residual do bem ou mercadoria.

V 2° Aplicam-se também à empresa de que trata este artigo as demais obrigações tributárias
previstas neste Regulamento.

Art. 315. Não incide o imposto na saída de bens ou mercadorias, do estabelecimento
arrendador com destino ao estabelecimento arrendatário, sob o título de contrato de arrendamento
mercantil ou locação, celebrado no território nacional.

Parágrafo único. Não incide também o ÌCMS no retorno, ainda que fictamente, do bem ou
mercadoria ao estabelecimento arrendador ou locador pelo motivo do término do contrato ou
inadimplência do arrendatário ou locatário.

Art. 316. O estabelecimento arrendatário ou locatário que promover movimentação interna e
interestadual do bem objeto do contrato, deve encaminhar à Secretaria da Fazenda cópia deste,
anexando, na oportunidade, cópia da respectiva Nota Fiscal.

Parágrafo único. A inobservância do disposto nesta Seção, por parte do estabelecimento
arrendatário ou locatário, implicará na apreensão do bem ou mercadoria e na exigência do imposto com
os acréscimos legais.

SEÇÃO III
DAS OPERAÇÕES RELATIVAS A CONSTRUÇÃO CIVIL

O Vide, sobre construção civil, o Decreto 28.221/09, com efeitos a partir de 1º.1.09

Arts. 317, 318, 319 e 320 revogados peIo Decreto 28.221/09, efeitos a partir de 1º.1.09

Redação originaI:
Art. 317. A empresa com atividade econômica de construção civil fica obrigada a se inscrever na repartição fiscal de
seu domicílio e cumprir as obrigações tributárias pertinentes previstas neste Regulamento.
V 1° Considera-se empresa de construção civil, para efeito do disposto nesta Seção, a pessoa, natural ou jurídica, que
executa obras de engenharia civil, promovendo a circulação de mercadorias em seu próprio nome ou de terceiros.
V 2° Entende-se por obra de engenharia civil:
Ì - construção, demolição, reforma ou reparação de prédios ou de outras edificações;
ÌÌ - construção e reparação de ruas, estradas, pontes, viadutos, logradouros públicos e demais obras de arte ou de
urbanização;
ÌÌÌ - construção do sistema de abastecimento de água, obras de instalações de redes hidráulicas, drenagem de águas
e obras de saneamento;
ÌV - construção de obras, instalações de redes elétricas e hidroelétricas;
V - execução de obras de montagem e construção de estruturas em geral.
V 3° Não se aplica o disposto neste artigo à empresa que se dedica às atividades de construção civil, sem promover a
circulação de mercadorias, tais como elaboração de plantas, projetos, cálculos, sondagem de solo, administração e
fiscalização de obras.

Art. 318. A empresa de construção civil será obrigada a recolher o ÌCMS, quando da:
Ì - entrada de mercadoria importada do exterior;
ÌÌ - saída de mercadorias ou materiais produzidos fora do local da obra de sua responsabilidade ou de terceiros;
ÌÌÌ - saída de mercadorias ou materiais, inclusive sobras e resíduos, decorrentes de obra executada ou demolida, se
destinados a terceiros;
ÌV - entrada de mercadorias adquiridas para aplicação nas obras, ainda que por contrato de subempreitada, se
desacompanhada de Nota Fiscal hábil;
V - entrada de mercadorias ou bens oriundas de outra unidade da Federação.
V 1° A Nota Fiscal que acobertar mercadorias destinadas exclusivamente a emprego em obras será escriturada na
coluna "Outras" do correspondente livro fiscal.
V 2° A não-comprovação da documentação fiscal relativa às entradas de mercadorias ou materiais utilizados na obra
importa a presunção de que foram adquiridos sem Nota Fiscal.
,
Art. 319. As mercadorias ou materiais adquiridos por empresa de construção civil podem ser entregues diretamente
no local da obra desde que na documentação fiscal conste a razão social, endereço e o número de inscrição estadual
do estabelecimento adquirente, bem como a indicação expressa do local da obra onde serão entregues as
mercadorias ou materiais.

Art. 320. A empresa de construção civil que pratique também atividades de comercialização de materiais de
construção, sempre que realizar remessas para as obras, deve emitir Nota Fiscal correspondente, destacando o
imposto, observando a forma e o prazo de recolhimento do ÌCMS, previstos neste Regulamento.

Artigo 317-A acrescentado peIo Decreto 28.221/09, efeitos a partir de 1º.1.09

Art. 317-A. Fica vedada a inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado do Amazonas -
CCA de sociedades empresárias ou de empresários individuais cuja atividade econômica seja a de
construção civil.

V 1º O disposto no caput deste artigo se aplica àqueles que executem obras de construção
civil por incorporação, administração, empreitada ou subempreitada e às cooperativas habitacionais.

V 2º Entende-se por obra de construção civil, entre outras:

Ì - construção, demolição, reforma ou reparação de prédios ou de outras edificações;
ÌÌ - construção e reparação de estradas de ferro ou de rodagem, inclusive os trabalhos
concernentes às estruturas inferior e superior de estradas e obras de arte;
ÌÌÌ - construção e reparação de pontes, viadutos, logradouros públicos e outras obras de
urbanismo;
ÌV - construção de sistemas de abastecimento de água e de saneamento;
V - obras de terraplanagem e de pavimentação em geral;
VÌ - obras hidráulicas;
VÌÌ - obras destinadas à geração e transmissão de energia, inclusive gás;
VÌÌÌ - obras de montagem e construção de estruturas em geral.

V 3º O disposto neste artigo não prejudica a eventual aplicação do disposto no § 1º do art. 37
deste Regulamento.

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 318-A peIo Decreto 28.897/09, efeitos a partir de
6.8.09

Art. 318-A. Nas aquisições interestaduais, a sociedade empresária ou o empresário individual
do ramo da construção civil informará ao fornecedor que a alíquota a ser adotada na operação será a
praticada nas operações internas do Estado de origem, nos termos do art. 155, § 2º, inciso VÌÌ, alínea
"b¨, da Constituição Federal.

Redação originaI do art. 318-A acrescentado peIo Decreto 28.221/09, efeitos a partir de 1º.1.09:
Art. 318-A. Nas aquisições interestaduais, a sociedade empresária ou o empresário individual do ramo da construção
civil informará ao fornecedor que a alíquota a ser adotada na operação será a praticada nas operações internas no
Amazonas, nos termos do art. 155, § 2º, inciso VÌÌ, alínea 'b', da Constituição Federal.

Parágrafo único acrescentado peIo Decreto 28.221/09, efeitos a partir de 1º.1.09

Parágrafo único. Em caso de descumprimento do disposto no caput deste artigo, o
desembaraço da documentação fiscal apenas será concluído mediante a apresentação de Nota Fiscal
complementar emitida pelo remetente, para efeito de regularização do destaque da alíquota do imposto.

Artigo 319-A acrescentado peIo Decreto 28.221/09, efeitos a partir de 1º.1.09

Art. 319-A. As operações de saída de mercadorias praticadas pela sociedade empresária ou
pelo empresário individual do ramo da construção civil destinadas à aplicação em obras de sua
responsabilidade, não estão sujeitas à incidência do imposto.

Nova redação dada ao parágrafo único peIo Decreto 28.897/09, efeitos a partir de 6.8.09

Parágrafo único. O trânsito das mercadorias, nas operações de que trata o caput deste artigo,
será acobertado:

Ì - pela respectiva Nota Fiscal de aquisição ou pelo documento fiscal emitido pelo órgão
municipal competente; ou

ÌÌ - por Nota Fiscal Avulsa emitida pela SEFAZ, na hipótese de desmembramento da
quantidade da mercadoria a ser transportada.

Redação originaI do parágrafo único acrescentado peIo Decreto 28.221/09, efeitos a partir de 1º.1.09:
Parágrafo único. O trânsito das mercadorias, nas operações de que trata o caput deste artigo, será acobertado pelas
respectivas notas fiscais de aquisição.

Artigo 320-A acrescentado peIo Decreto 28.221/09, efeitos a partir de 1º.1.09

Art. 320-A. A sociedade empresária ou o empresário individual, do ramo da construção civil,
que eventualmente realizar operações de saída de mercadorias não destinadas à aplicação em obras de
sua responsabilidade, deverá solicitar à SEFAZ a emissão de Nota Fiscal Avulsa para acobertar a
operação, bem como recolher o imposto devido, na forma disciplinada neste Regulamento.

Artigo 320-B acrescentado peIo Decreto 28.897/09, efeitos a partir de 6.8.09

Art. 320-B. O estabelecimento filial de sociedade empresária ou de empresário individual do
ramo da construção civil, que exerça atividade econômica sujeita à incidência do ÌCMS, deverá
inscrever-se no Cadastro de Contribuintes do Amazonas ÷ CCA.

Parágrafo único. A inscrição do estabelecimento de que trata o caput deste artigo no CCA
será vinculada a sua inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas - CNPJ, cuja atividade
principal, conforme descrição constante do código na Classificação Nacional de Atividade Econômica ÷
CNAE, seja uma das atividades econômicas sujeita à incidência do imposto.

Artigo 320-C acrescentado peIo Decreto 28.897/09, efeitos a partir de 6.8.09

Art. 320-C. Nas aquisições interestaduais de mercadorias, efetuadas pelo estabelecimento de
que trata o art. 320-B, para efeito de cobrança do imposto a que se refere o § 29 do art. 13 deste
Regulamento, deverá ser observado o seguinte:

Ì ÷ o estabelecimento deverá obter inscrição específica no CCA para a realização de operações
amparadas com o benefício previsto neste artigo;

Nova redação dada ao inciso II peIo Decreto 30.486/10, efeitos a partir de 15.9.10.

ÌÌ ÷ as saídas posteriores das mercadorias adquiridas com a redução deverão se dar,
exclusivamente, a outros estabelecimentos da mesma sociedade empresária, localizados neste Estado,
para uso direto e exclusivo em obras de construção civil;

Redação OriginaI:
II ÷ as saídas posteriores das mercadorias adquiridas com a redução deverão se dar, exclusivamente, a outros
estabelecimentos da mesma sociedade empresária;

ÌÌÌ ÷ o contribuinte deverá celebrar Termo de Acordo com a SEFAZ, por meio do qual serão
estabelecidas restrições e medidas de controle, tendentes a assegurar que as mercadorias adquiridas
com o benefício sejam destinadas, exclusivamente, a transferências entre estabelecimentos da mesma
empresa, tais como:

a) estabelecimento de obrigações acessórias específicas;
b) restrição do benefício a determinado tipo de mercadorias;
c) restrição do benefício a um determinado volume mensal de operações.

V 1º O benefício previsto neste artigo fica mantido na hipótese de saída de mercadorias,
adquiridas com a redução de base de cálculo, destinadas à sociedade de propósito específico da qual o
contribuinte faça parte.

V 2º Na hipótese de descumprimento do disposto no inciso ÌÌ do caput deste artigo, o imposto
que deixou de ser exigido, em razão da redução da base de cálculo, deverá ser recolhido com os
acréscimos previstos na legislação, sem prejuízo da aplicação das penalidades cabíveis.

Artigo 320-D acrescentado peIo Decreto 28.897/09, efeitos a partir de 6.8.09

Art. 320-D. O estabelecimento filial de sociedade empresária ou de empresário individual do
ramo da construção civil, inscrito no CCA, fica dispensado da escrituração dos livros fiscais, sem prejuízo
do disposto no art. 320-C deste Regulamento.

Parágrafo único. O disposto no caput deste artigo não dispensa o contribuinte da
apresentação da DAM.

Artigo 320-E acrescentado peIo Decreto 28.897/09, efeitos a partir de 6.8.09

Art. 320-E. A inscrição no CCA, do estabelecimento filial de sociedade empresária ou de
empresário individual do ramo da construção civil, será cancelada de ofício caso o contribuinte
questione, administrativa ou judicialmente, a cobrança de diferença de alíquota ou do ÌCMS antecipado,
devidos, respectivamente, na aquisição interestadual de bens para uso e consumo ou ativo permanente,
ou de mercadorias, sob o argumento de que não se trata de contribuinte do imposto.

SEÇÃO IV
DAS OPERAÇÕES RELATIVAS A DISTRIBUIÇÃO DE BRINDES

Art. 321. O estabelecimento que adquirir mercadorias para a distribuição em forma de brindes,
deverá:

Ì - escriturar a Nota Fiscal emitida pelo fornecedor dos brindes no livro Registro de Entradas,
utilizando o crédito do ÌCMS correspondente, se for o caso;
ÌÌ - emitir, no período em que se efetuou a escrituração de que trata o inciso anterior, Nota
Fiscal pela quantidade total dos brindes, com destaque do ÌCMS pelo valor do custo da mercadoria,
tendo por destinatário o próprio estabelecimento.

V1° Considera-se brinde a mercadoria que, não se constituindo objeto da atividade do
contribuinte, tenha sido adquirida para a distribuição gratuita a consumidor final.

V 2° No transporte ou movimentação das mercadorias de que trata este artigo para
distribuição, atendida a condição do inciso ÌÌ do caput, os brindes deverão estar acobertados pela
emissão de Nota Fiscal sem destaque do imposto.

SEÇÃO V
DOS PRODUTOS IN NATURA E AGROPECUÁRIOS
O Vide art 4º do Decreto nº 24.058/04 , sobre juta e malva no exercício de 2004.

Art. 322. Na saída de produto in natura ou agropecuário, promovida pelo próprio produtor, é
responsável pelo recolhimento do ÌCMS, o estabelecimento adquirente ou recebedor do produto, ainda
que do mesmo titular, na qualidade de contribuinte substituto.

Nova redação dada ao parágrafo único peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

Parágrafo único. O diferimento previsto no caput não se aplica aos produtos decorrentes da
extração florestal ou mineral, ressalvado o disposto no inciso ÌÌ, § 4º, do art. 109.

Redação originaI:
Parágrafo único. O diferimento previsto no caput não se aplicam aos produtos decorrentes da extração florestal ou
mineral.

Art. 323. O produto in natura ou agropecuário circulará acobertado de Nota Fiscal de Produtor
ou de Nota Fiscal Avulsa, se a operação for promovida por produtor não inscrito.

Parágrafo único. Os documentos fiscais das operações promovidas com produtos in natura,
ao ingressarem no Município de destino, deverão ser desembaraçadas junto à repartição fiscal da
Secretaria da Fazenda.

Art. 324. O produto "in natura" ou agropecuário somente circulará para fora do Estado após a
emissão da Nota Fiscal e do competente desembaraço junto à Secretaria da Fazenda.

Art. 325. A arrecadação do ÌCMS efetuada pelas Agências de Arrecadação do Ìnterior e na
Capital, quando os produtos forem oriundos de outros Municípios, será classificada em favor do
Município de origem do produto.

Art. 326. Para poder adquirir produtos in natura ou agropecuários em nome de contribuinte
devidamente habilitado, as Agências observarão se os prepostos estão munidos de documentos que os
autorizem a praticar atos em nome da firma ou razão social destinatária dos produtos.

V 1° O contribuinte que autorizar prepostos para o exercício de qualquer atividade em seu
nome, é responsável por todos os atos por estes praticados, quando relacionados com a obrigação
tributária do ÌCMS.

V 2° Em não possuindo a autorização prevista neste artigo, o imposto será exigido no
momento do desembaraço do produto.

Art. 327. Para as saídas de pescado em operações interestaduais e para o Exterior é exigido o
Certificado Sanitário emitido pela Delegacia do Ministério da Agricultura.

Parágrafo único. O pescado seco será embalado em pacotes, cuja forma, tamanho e peso
deverá obedecer às disposições contidas no Regulamento daquele órgão.

Art. 328. Nas operações realizadas com produtos agropecuários, o ÌCMS será recolhido:

Ì - pelo produtor, nas hipóteses previstas no § 4° do art. 109;
ÌÌ - pelo adquirente ou destinatário na qualidade de contribuinte substituto:

a) quando o produto se destinar a cooperativas de produtores, ressalvadas as disposições dos
incisos Ì e ÌÌ do art. 11 deste Regulamento;
b) quando o produto se destinar a estabelecimento de comerciante ou industrial, localizado no
Estado.

Parágrafo 1º acrescentado peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 3.3.04

V 1º Na hipótese de entrada de produto in natura, exceto os produtos decorrentes de extração
florestal ou mineral, destinado a insumo de produtos incentivados pela Lei nº 2.826, de 29 de setembro
de 2003, o imposto diferido será englobado ao devido pelo estabelecimento industrial na operação de
saída do produto incentivado resultante de sua industrialização.

Parágrafo 2º acrescentado peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 3.3.04

V 2º Não se aplica a exceção dos produtos decorrentes da extração mineral prevista neste
artigo em relação a areia, pedra, barro e seixos, hipótese que se adotará a sistemática de tributação de
que trata o parágrafo anterior.

Art. 329. Terá Cadastro Simplificado o produtor primário, para inscrição de pessoa física que
exerça atividade de produção rural, quer como proprietário, usufrutuário, comodatário, arrendatário,
meeiro, ou possuidor de imóvel rural.

Art. 330. O produtor primário inscrito na forma do artigo anterior estará habilitado a usufruir
dos seguintes benefícios:

Ì ÷ isenção do ÌCMS nas aquisições internas de insumos agropecuários;

Nova redação dada ao inciso II peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.1.04

ÌÌ ÷ dispensa do ÌCMS antecipado nas aquisições de máquinas, implementos e insumos
agropecuários, efetuadas em outra unidade da Federação;

Redação originaI:
ÌÌ ÷ dispensa do ÌCMS antecipado nas aquisições agropecuários efetuadas em outra unidade da Federação;

ÌÌÌ ÷ diferimento do ÌCMS de suas operações, para o momento da saída do produto ou do
resultado de sua industrialização, para consumidor final ou para fora do Estado;
ÌV ÷ faculdade de utilização de Nota Fiscal de Produtor, sem destaque do ÌCMS;
V ÷ dispensa da exigência do ÌCMS incidente sobre as prestações internas de serviço de
transporte intermunicipal em que for tomador, mediante dedução do preço do frete;
VÌ ÷ dispensa do pagamento da Taxa de Expediente.

V 1° Fica dispensado o ÌCMS diferido de que trata o inciso ÌÌÌ, do caput, quando a saída
subseqüente se destinar a órgãos da Administração Direta, Ìndireta e Fundacional, federal, estadual ou
municipal.

V 2° Os benefícios previstos neste artigo também se aplicam às cooperativas de produtores
formadas por pessoas físicas e fundações públicas estaduais e municipais.

V 3° Os benefícios previstos neste artigo não se aplicam às pessoas ou cooperativas cuja
atividade seja relacionada ou decorrente da extração florestal ou mineral.

Parágrafo 4º acrescentado peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 3.3.04

V 4º Na hipótese de saída interna de insumo agropecuário com isenção do ÌCMS destinada a
produtor primário, cujo imposto tenha sido pago anteriormente por antecipação e/ou substituição
tributária é permitida a apropriação do crédito fiscal no livro Registro de Apuração do ÌCMS
relativamente à entrada deste insumo.

SEÇÃO VI
DO COMÉRCIO AMBULANTE E REGATÃO

Art. 331. As pessoas naturais que realizarem o comércio ambulante de mercadorias por
conta própria ou de terceiros, ficam obrigadas a se inscrever na repartição fiscal do Estado, com
jurisdição na localidade do seu domicílio.

Art. 332. O ambulante, para os efeitos deste Regulamento, é classificado em:

Ì ÷ ambulante-feirante, como tal entendidas as pessoas naturais que conduzem mercadorias
para venda diretamente ao consumidor ou utilizem como carregadores animais ou veículos, motorizados
ou não;
ÌÌ - ambulante-transportador, assim considerados os proprietários ou responsáveis por
veículos de qualquer espécie que conduzem para venda, mercadorias à ordem ou sem destinatário
certo, desde que os veículos não pertençam às empresas que efetuam vendas fora do estabelecimento.

Parágrafo único. Antes de o ambulante iniciar sua atividade no Estado ou quando ingressar
em outro Município, deverá apresentar-se à repartição fiscal da localidade onde pretenda exercer essa
atividade, a fim de comprovar sua condição, bem como a regularidade no pagamento do tributo,
exibindo as Notas Fiscais relativas às mercadorias que estão sendo objeto de comercialização.

Art. 333. Quando se tratar de comércio ambulante em feiras ou exposições, de contribuintes
localizados em outras unidades da Federação:

Ì ÷ os responsáveis pela exposição ou feira deverão, previamente, solicitar autorização dos
Fiscos estadual e municipal para realizar o evento, indicando na oportunidade a data, o local, o horário
do funcionamento e o nome das empresas que participarão do evento;
ÌÌ ÷ somente poderão participar dos eventos as empresas em situação regular junto ao Fisco
de origem do estabelecimento expositor e a empresa promotora que esteja regularmente inscrita no
Município de realização do evento;
ÌÌÌ ÷ as mercadorias devem ser previamente desembaraçadas e conferidas fisicamente pelo
Fisco amazonense, sendo vedado às transportadoras efetuarem a entrega sem o prévio desembaraço e
vistoria física;
ÌV ÷ a comercialização das mercadorias far-se-á, exclusivamente, a contribuintes inscritos no
CCA que comprovem a regularidade da sua situação mediante a apresentação do seu Cartão de
Ìnscrição estadual;
V ÷ deverão indicar ao Fisco amazonense o número, série e subsérie dos documentos fiscais
que serão utilizados, bem como apresentar tabela de preço a ser praticada durante o evento, que
deverá permanecer afixada em local visível ao público.

V 1° As empresas expositoras, por ocasião da saída das mercadorias com destino à exposição
ou feira em território amazonense, ficam obrigadas ao pagamento do imposto antecipado na origem,
através de Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais ÷ GNRE em favor do Estado do
Amazonas, correspondente ao resultado da aplicação da alíquota interna sobre o total da Nota Fiscal,
acrescido do percentual de agregado de cinqüenta por cento, deduzindo-se a parcela relativa ao
imposto devido ao Estado de origem.

V 2° Para a apuração do ÌCMS devido pelas vendas realizadas, na hipótese prevista no caput,
a base de cálculo é a constante da tabela de preços de que trata o seu inciso V, aplicando-se a alíquota
de dezessete por cento, deduzindo-se o valor correspondente ao crédito fiscal constante em destaque
na Nota Fiscal de origem, no Conhecimento de Transporte e na Guia Nacional de Recolhimento de
Tributos Estaduais ÷ GNRE.

V 3° A feira ou exposição somente poderão funcionar em local de livre acesso ao público e
destinado exclusivamente a este fim.

Art. 334. Os ambulantes recolherão o imposto nos seguintes prazos:

Ì - fixado na alínea "d¨, do inciso Ì, do art. 107 deste Regulamento, quando se tratar de
contribuintes inscritos no CCA;
ÌÌ ÷ no momento do desembaraço, antes de iniciar suas atividades, quando não inscrito no
CCA;
ÌÌÌ ÷ antecipadamente, na ocasião do embarque das mercadorias para este Estado, acrescido
do valor correspondente ao ÌCMS incidente sobre o percentual de agregado de cinqüenta por cento,
deduzido o somatório dessas parcelas do valor do imposto devido ao Estado de origem, através de
GNRE, quando se tratar de contribuintes inscritos em outra unidade da Federação, previstos no § 2° do
artigo anterior;
ÌV ÷ imediatamente após a apuração de que trata o § 2° do artigo anterior.

Parágrafo único. Na hipótese do inciso ÌÌÌ, do caput, na ocasião do desembaraço da
documentação fiscal será exigida a apresentação da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos
Estaduais ÷ GNRE, sob pena de apreensão e exigência do imposto.

Art. 335. É considerada em situação irregular toda mercadoria que for encontrada em poder
de ambulante sem documentação fiscal ou com documentação fiscal inidônea.

Parágrafo único. As mercadorias em situação irregular, conduzidas por ambulantes inscritos
neste ou noutro Estado, serão apreendidas e somente poderão ser liberadas depois de promovida a sua
regularização.

Art. 336. Quando o ambulante ou regatão for inscrito em outro Estado, deverá apresentar-se à
primeira repartição arrecadadora ou Posto Fiscal, ao ingressar neste Estado a fim de:

Ì - comprovar a sua situação fiscal;
ÌÌ - comprovar a regularidade da mercadoria conduzida;
ÌÌÌ - recolher antecipadamente o ÌCMS sobre o estoque das mercadorias em seu poder.

Parágrafo único. No caso deste artigo, se a mercadoria conduzida estiver ou não
acompanhada de documento fiscal, aplicar-se-á o mesmo critério de base de cálculo para a cobrança do
ÌCMS por substituição tributária, prevista neste Regulamento.

Art. 337. Regatões são as sociedades comerciais e firmas individuais, inscritas na categoria
normal-regatão, assim compreendidas as que exerçam suas atividades comerciais em embarcações de
quaisquer espécies e que circulem em um ou mais municípios deste Estado.

Art. 338. Aplicam-se aos contribuintes inscritos na categoria normal-regatão as disposições
previstas para os contribuintes localizados no interior do Estado, relativamente à cobrança do ÌCMS por
substituição tributária, ficando a mercadoria considerada já tributada nas demais fases de
comercialização.

Art. 339. Aplicam-se aos contribuintes inscritos na categoria de regatão as disposições do art.
334 deste Regulamento.

Art. 340. A inobservância de qualquer dos dispositivos previstos nesta Seção sujeitará o
infrator às penas estabelecidas na legislação tributária.

Art. 341. Os industriais e comerciantes recolherão, na qualidade de contribuinte substituto, o
ÌCMS incidente sobre a saída de mercadorias para dentro do Estado, quando destinadas a contribuintes
inscritos na categoria normal - regatão.

Parágrafo único. Na saída de mercadorias para o contribuinte-Regatão a que se refere este
artigo, a base de cálculo do imposto será acrescida dos percentuais de agregado previstos no Anexo ÌÌ,
deste Regulamento.

Art. 342. Quando o contribuinte inscrito na categoria normal-regatão realizar operações de
compra ou venda de produtos in natura ou agropecuários, sujeitos ou não ao diferimento, deverá:

Ì - escriturar referidas operações nos livros fiscais próprios;
ÌÌ - apurar o imposto de acordo com as normas ditadas pelo art. 98; e,
ÌÌÌ - recolher o imposto apurado dentro do prazo previsto no inciso ÌV do art. 107.

Art. 343. As sociedades comerciais e as firmas individuais que operem com embarcações, na
forma disposta no art. 336 deste Regulamento, ficam sujeitas ao cumprimento das demais obrigações
tributárias previstas neste Regulamento.

SEÇÃO VII
DAS OPERAÇÕES COM DEPÓSITO FECHADO

Art. 344. Na saída interna de mercadorias com destino a depósito fechado do próprio
contribuinte-depositante, ou no seu retorno, deve ser emitida Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos
neste Regulamento e especialmente:

Ì - o valor das mercadorias;
ÌÌ - natureza da operação: outras saídas (remessa para depósito fechado; retorno de
mercadorias depositadas);
ÌÌÌ - a indicação dos dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do ÌPÌ e a
não-incidência do ÌCMS.

Art. 345. Na saída de mercadorias armazenadas em depósito fechado, com destino a outro
estabelecimento ainda que da mesma empresa, o estabelecimento depositante emitirá Nota Fiscal
contendo os requisitos exigidos neste Regulamento e especialmente:

Ì - o valor da operação;
ÌÌ - a natureza da operação;
ÌÌÌ - o lançamento do ÌPÌ, se devido;
ÌV - o destaque do ÌCMS, se devido;
V - a circunstância de que as mercadorias estão sendo retiradas do depósito fechado,
mencionando-se, quanto a este, o endereço e o número de registro na SEFAZ.

V 1° Na hipótese deste artigo, o estabelecimento depositante, no ato da saída, deverá emitir
outra Nota Fiscal em seu próprio nome, relativo ao retorno das mercadorias conforme previsto no artigo
anterior.

V 2° O depósito fechado indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo
estabelecimento depositante, que devem acompanhar as mercadorias até o seu destino, a data da
saída, o número, a série e a data da Nota Fiscal a que se refere o parágrafo anterior (do retorno
simbólico).

V 3° A Nota Fiscal a que alude o § 1°, deve ser arquivada no estabelecimento depositante, que
a registrará na coluna própria do livro Registro de Entradas.

V 4° As mercadorias devem ser acompanhadas, no seu transporte, da Nota Fiscal de que trata
o caput, emitida pelo estabelecimento depositante.

V 5° Na hipótese do § 1°, poderá ser emitida Nota Fiscal de retorno simbólico, contendo
resumo diário das saídas mencionadas neste artigo, à vista da via adicional de cada Nota Fiscal emitida
pelo estabelecimento depositante, que permanecerá no Depósito Fechado.

Art. 346. Na saída de mercadorias para entrega diretamente a depósito fechado do
destinatário, localizado neste Estado, o remetente deve emitir Nota Fiscal contendo os requisitos
exigidos neste Regulamento e indicando:

Ì - como destinatário, o estabelecimento depositante;
ÌÌ - no corpo da Nota Fiscal, o local da entrega, o endereço e o número de registro na SEFAZ,
do depósito fechado.

V1° O depósito fechado deve apor, na Nota Fiscal referida no caput a data da entrada efetiva
das mercadorias, remetendo-a ao estabelecimento depositante.

V 2° O estabelecimento depositante deve:

Ì - registrar a Nota Fiscal na coluna própria do livro Registro de Entradas;
ÌÌ - emitir Nota Fiscal relativa à remessa simbólica, na forma do art. 344, mencionando, ainda,
número e data do documento fiscal emitido pelo remetente;
ÌÌÌ - remeter a Nota Fiscal aludida no inciso anterior ao depósito fechado, dentro de cinco dias
contados da data da respectiva emissão.

V 3° O depósito fechado deve manter arquivadas em ordem seqüencial e cronológica as Notas
Fiscais de que trata o parágrafo anterior.

V 4° O crédito fiscal do ÌPÌ e/ou do ÌCMS, quando cabível, deverá ser conferido ao
estabelecimento depositante.

Art. 347. O depósito fechado deverá ainda:

Ì - armazenar, separadamente, as mercadorias de cada estabelecimento depositante, de modo
a permitir a verificação das respectivas quantidades;
ÌÌ - lançar no livro Registro de Ìnventário, separadamente, os estoques de cada
estabelecimento depositante.

Seção VII-A, com os artigos 347-A a 347-F, acrescentada peIo Decreto 26.438/06, efeitos
a partir de 1º.1.07

Seção VII-A
Dos Depósitos das Transportadoras


Nova redação dada ao caput do art. 347-A peIo Decreto 30.486/10, efeitos a partir de
15.9.10.

Art. 347-A. A empresa prestadora de serviço de transporte, contribuinte do ÌCMS, deverá
requerer à Secretaria de Estado da Fazenda registro para Depósito destinado exclusivamente à guarda
de unidades de carga sob sua responsabilidade, com observância do seguinte:

Redação OriginaI:
Art. 347-A. A empresa Prestadora de Serviço de Transporte, contribuinte do ÌCMS, deverá requerer à Secretaria de
Estado da Fazenda inscrição para Depósito destinado exclusivamente à guarda de unidades de carga sob sua
responsabilidade, com observância do seguinte:

Ì ÷ o Depósito deverá ter acesso restrito e controlado por guarita de segurança;
ÌÌ ÷ a movimentação da carga deverá ser efetuada em unidade de carga lacrada;
ÌÌÌ ÷ a movimentação de entradas e saídas de unidades de carga deverá ser registrada,
diariamente, no documento denominado Controle de Entradas e Saídas de Unidades de Carga.

Artigo 347-B acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Art. 347-B. Em nenhuma hipótese poderá ser mantida no Depósito mercadoria a granel ou em
unidade de carga sem o respectivo lacre original.

Artigo 347-C acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Art. 347-C. Na entrada e na saída do Depósito, a carga deverá estar acompanhada da Nota
Fiscal de aquisição ou da Declaração de Ìmportação da mercadoria, observado o disposto no parágrafo
3º do artigo 202 deste Regulamento, bem como do Conhecimento de Transporte que acobertou a
prestação.

Parágrafo único. No caso de saída da carga de que trata o caput, com destino a
estabelecimento diverso daquele que a tiver adquirido, esta deverá estar também acobertada pela Nota
Fiscal de venda referente à operação interestadual ou de importação.

Artigo 347-D acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Art. 347-D. Somente poderão ser mantidas no Depósito, mercadorias pertencentes a terceiros
que estiverem sob responsabilidade do transportador em decorrência da prestação do serviço.

Artigo 347-E acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Art. 347-E. O documento Controle de Entradas e Saídas de Unidades de Carga será
confeccionado consoante modelo a ser expedido por ato da Secretaria da Fazenda e deverá conter, no
mínimo, as seguintes informações, em colunas específicas:

Ì ÷ identificação do transportador: razão social, endereço, inscrição no CNPJ e no CCA;
ÌÌ ÷ identificação do Depósito: razão social, endereço, inscrição no CNPJ e no CCA;
ÌÌÌÌ ÷ identificação do veículo transportador;
ÌV ÷ identificação da unidade de carga;
V ÷ identificação da Nota Fiscal e do Conhecimento de transporte originais;
VÌ ÷ identificação da Nota Fiscal emitida para entrada ou saída no depósito;
VÌÌ ÷ identificação do tomador do serviço de transporte.

Parágrafo único. O documento de que trata o caput deverá ser mantido na guarita do
Depósito para exibição ao Fisco.

Artigo 347-F acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.1.07

Art. 347-F. No final do exercício, a empresa Prestadora de Serviço de Transporte titular do
Depósito deverá consignar, em seu livro Registro de Ìnventário, modelo 7, as mercadorias armazenadas
no Depósito, na condição de mercadorias pertencentes a terceiros, observando-se os prazos e
requisitos previstos no art. 271 deste Regulamento.

SEÇÃO VIII
DAS OPERAÇÕES COM ARMAZÉM GERAL

Art. 348. Na saída de mercadoria para depósito em armazém geral, localizado no mesmo
Estado do estabelecimento remetente, este emitirá Nota Fiscal que conterá os requisitos previstos na
legislação e especialmente:

Ì - o valor da mercadoria;
ÌÌ - a natureza da operação: Outras Saídas - Remessa para Armazém Geral;
ÌÌÌ - a indicação dos dispositivos legais em que estiver prevista a não-incidência, isenção,
diferimento, suspensão ou redução de base de cálculo do imposto.

Parágrafo único. Na hipótese deste artigo, se o depositante for produtor, emitirá Nota Fiscal
de Produtor.

Art. 349. Na saída da mercadoria referida no artigo anterior, em retorno ao estabelecimento
depositante, o armazém geral emitirá Nota Fiscal que contenha os requisitos previstos na legislação e
especialmente:

Ì - o valor da mercadoria;
ÌÌ - a natureza da operação: Outras Saídas - Retorno de Armazém Geral;
ÌÌÌ - a indicação dos dispositivos legais em que estiver prevista a não-incidência, isenção,
diferimento, suspensão ou redução de base de cálculo do imposto.

Art. 350. Na saída de mercadoria depositada em armazém geral situado no mesmo Estado
do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento, ainda que da mesma empresa, o
depositante emitirá Nota Fiscal em nome do destinatário, que conterá os requisitos previstos na
legislação e especialmente:

Ì - o valor da operação;
ÌÌ - a natureza da operação;
ÌÌÌ - o destaque do valor do imposto, se devido;
ÌV - a indicação de que a mercadoria será retirada do armazém geral, o endereço e os
números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, deste.

V 1º Na hipótese deste artigo, o armazém geral, no ato da saída da mercadoria, emitirá Nota
Fiscal em nome do estabelecimento depositante, sem destaque do imposto, que conterá os requisitos
previstos na legislação e especialmente:

Ì - o valor da mercadoria, que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no
armazém geral;
ÌÌ - a natureza da operação: "Outras Saídas - Retorno Simbólico de Armazém Geral¨;
ÌÌÌ - o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento
depositante, na forma do caput;
ÌV - o nome do titular, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do
estabelecimento a que se destinar a mercadoria.

V 2º O armazém geral indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento
depositante, destinadas a acompanhar a mercadoria, a data da sua efetiva saída, o número, a série e
subsérie e a data da emissão da Nota Fiscal a que se refere o parágrafo anterior.

V 3º A Nota Fiscal a que alude o § 1º será enviada ao estabelecimento depositante, que
deverá registrá-la no livro Registro de Entradas, dentro de dez dias, contados da saída efetiva da
mercadoria do armazém geral.

V 4º A mercadoria será acompanhada em seu transporte da Nota Fiscal emitida pelo
estabelecimento depositante.

Art. 351. Na hipótese do artigo anterior, se o depositante for produtor, emitirá Nota Fiscal de
Produtor em nome do estabelecimento destinatário, que conterá os requisitos previstos na legislação e
especialmente:

Ì - o valor da operação;
ÌÌ - a natureza da operação;
ÌÌÌ - a indicação, conforme o caso:

a) dos dispositivos legais em que estiver prevista a não-incidência, isenção, suspensão,
redução de base de cálculo ou diferimento do imposto;
b) do número e da data da guia de recolhimento e da identificação do órgão arrecadador,
quando couber ao produtor recolher o imposto;
c) de que o imposto será pago pelo estabelecimento destinatário;

ÌV - a indicação de que a mercadoria será retirada do armazém geral, o endereço e os
números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, deste.

V 1º O armazém geral, no ato da saída da mercadoria, emitirá Nota Fiscal em nome do
estabelecimento destinatário, que conterá os requisitos previstos na legislação e especialmente:

Ì - o valor da operação, que corresponderá ao do documento fiscal emitido pelo produtor, na
forma do caput;
ÌÌ - a natureza da operação: Outras Saídas - Remessa por Conta e Ordem de Terceiros;
ÌÌÌ - o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do caput, bem como o
nome, o endereço e o número de inscrição estadual do produtor;
ÌV - o número e a data da guia de recolhimento referida na alínea "b¨ do inciso ÌÌÌ deste artigo e
a identificação do órgão arrecadador.

V 2º A mercadoria será acompanhada no seu transporte da Nota Fiscal de Produtor referida
no caput e da Nota Fiscal mencionada no parágrafo anterior.

V 3º O estabelecimento destinatário, ao receber a mercadoria, emitirá Nota Fiscal que conterá
os requisitos previstos na legislação e especialmente:

Ì - o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do caput;
ÌÌ - o número e a data da guia de recolhimento referida na alínea "b¨ do inciso ÌÌÌ;
ÌÌÌ - o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida na forma do § 1º pelo
armazém geral, bem como o nome do titular, o endereço e os números de inscrição estadual e no
CNPJ/MF, deste.

Art. 352. Na saída de mercadoria depositada em armazém geral, situado em Estado diverso
daquele do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento, ainda que da mesma
empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal que conterá os requisitos previstos na legislação e
especialmente:

Ì - o valor da operação;
ÌÌ - a natureza da operação;
ÌÌÌ - a indicação de que a mercadoria será retirada do armazém geral, o endereço e os
números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, deste.

V 1º Na Nota Fiscal emitida pelo depositante na forma do caput, não será efetuado o
destaque do valor do imposto.

V 2º Na hipótese deste artigo, o armazém geral, no ato da saída da mercadoria, emitirá:

Ì - Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, que conterá os requisitos previstos
na legislação e especialmente:

a) o valor da operação, que corresponderá ao da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento
depositante na forma do caput;
b) a natureza da operação: Outras Saídas - Remessa por Conta e Ordem de Terceiro;
c) o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida na forma do caput pelo
estabelecimento depositante, bem como o nome do titular, o endereço e os números de inscrição
estadual e no CNPJ/MF, deste;
d) o destaque do valor do imposto, se devido, com a declaração: O Pagamento do ÌCMS é de
Responsabilidade do Armazém Geral;

ÌÌ - Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante, sem destaque do valor do imposto,
que conterá os requisitos previstos na legislação e especialmente:

a) o valor da mercadoria, que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no
armazém geral;
b) a natureza da operação: Outras Saídas - Retorno Simbólico de Armazém Geral;
c) o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida na forma do caput pelo
estabelecimento depositante, bem como o nome do titular, o endereço e os números de inscrição
estadual e no CNPJ/MF, deste;
d) o nome do titular, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do
estabelecimento destinatário, e o número, a série e subsérie e a data da emissão da Nota Fiscal referida
no inciso Ì.

V 3º A mercadoria será acompanhada no seu transporte das Notas Fiscais referidas no caput
e no inciso Ì do parágrafo anterior.

V 4º A Nota Fiscal a que se refere o inciso ÌÌ do § 2º será enviada ao estabelecimento
depositante, que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas, dentro de dez dias, contados da saída
efetiva da mercadoria do armazém geral.

V 5º O estabelecimento destinatário, ao receber a mercadoria, registrará no livro Registro de
Entradas a Nota Fiscal a que se refere o caput, acrescentando, na coluna Observações, o número, a
série e subsérie e a data da emissão da Nota Fiscal a que alude o inciso Ì do § 2º, bem como o nome do
titular, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do armazém geral, escriturando,
também, nas colunas próprias, quando admitido, o crédito do imposto pago pelo armazém geral.

Art. 353. Na hipótese do artigo anterior, se o depositante for produtor, emitirá Nota Fiscal de
Produtor em nome do estabelecimento destinatário, que conterá os requisitos previstos na legislação e
especialmente:

Ì - o valor da operação;
ÌÌ - a natureza da operação;
ÌÌÌ - a declaração de que o imposto, se devido, será recolhido pelo armazém geral;
ÌV - a indicação de que a mercadoria será retirada do armazém geral, o endereço e os
números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, deste.

V 1º O armazém geral, no ato da saída da mercadoria, emitirá Nota Fiscal em nome do
estabelecimento destinatário, que conterá os requisitos previstos na legislação e especialmente:

Ì - o valor da operação, que corresponderá ao do documento fiscal emitido pelo produtor, na
forma do caput;
ÌÌ - a natureza da operação: Outras Saídas - Remessa por Conta e Ordem de Terceiro;
ÌÌÌ - o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do caput, bem como o
nome, o endereço e o número de inscrição estadual do emitente;
ÌV - o destaque do valor do imposto, se devido, com a declaração: O Pagamento do ÌCMS é de
Responsabilidade do Armazém Geral.

V 2º A mercadoria será acompanhada, no seu transporte, da Nota Fiscal de Produtor referida
no caput e da Nota Fiscal mencionada no parágrafo anterior.

V 3º O estabelecimento destinatário, ao receber a mercadoria, emitirá Nota Fiscal que conterá
os requisitos previstos na legislação e especialmente:

Ì - o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do caput;
ÌÌ - o número, a série e subsérie da Nota Fiscal emitida na forma do § 1º pelo armazém geral,
bem como o nome do titular, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, deste;
ÌÌÌ - o valor do imposto, se devido, destacado na Nota Fiscal emitida na forma do § 1º.

Art. 354. Na saída de mercadoria para entrega em armazém geral situado no mesmo Estado
do estabelecimento destinatário, este será considerado depositante, devendo o remetente emitir Nota
Fiscal que conterá os requisitos previstos na legislação e especialmente:

Ì - como destinatário, o estabelecimento depositante;
ÌÌ - o valor da operação;
ÌÌÌ - a natureza da operação;
ÌV - o local da entrega, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do
armazém geral;
V - o destaque do valor do imposto, se devido.

V 1º O armazém geral deverá:

Ì - registrar a Nota Fiscal que tiver acompanhado a mercadoria no livro Registro de Entradas;
ÌÌ - mencionar a data da entrada efetiva da mercadoria na Nota Fiscal referida no inciso
anterior, remetendo-a ao estabelecimento depositante.

V 2º O estabelecimento depositante deverá:

Ì - registrar a Nota Fiscal no livro Registro de Entradas, dentro de dez dias, contados da data
da entrada efetiva da mercadoria no armazém geral;
ÌÌ - emitir Nota Fiscal relativa à saída simbólica, dentro de dez dias, contados da data da
entrada efetiva da mercadoria no armazém geral, na forma do art. 348, fazendo constar o número e a
data do documento fiscal emitido pelo remetente;
ÌÌÌ - remeter a Nota Fiscal aludida no inciso anterior ao armazém geral, dentro de cinco dias,
contados da data da sua emissão.

V 3º O armazém geral deverá acrescentar, na coluna Observações do livro Registro de
Entradas, relativamente ao registro previsto no inciso Ì do § 1º, o número, a série e subsérie e a data da
emissão da Nota Fiscal referida no inciso ÌÌ do parágrafo anterior.

V 4º O crédito do imposto, quando cabível, será conferido ao estabelecimento depositante.

Art. 355. Na hipótese do artigo anterior, se o remetente for produtor, deverá emitir Nota Fiscal
de Produtor que conterá os requisitos previstos na legislação e especialmente:

Ì - como destinatário, o estabelecimento depositante;
ÌÌ - o valor da operação;
ÌÌÌ - a natureza da operação;
ÌV - o local da entrega, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do
armazém geral;
V - a indicação, conforme o caso:
a) dos dispositivos legais em que estiver prevista a não-incidência, isenção, suspensão,
redução de base de cálculo ou diferimento do imposto;
b) do número e da data da guia de recolhimento e a identificação do órgão arrecadador,
quando couber ao produtor recolher o imposto;
c) de que o imposto será pago pelo estabelecimento destinatário.

V 1º O armazém geral deverá:

Ì - registrar a Nota Fiscal de Produtor que tiver acompanhado a mercadoria no livro Registro de
Entradas;
ÌÌ - mencionar a data da entrada efetiva da mercadoria na Nota Fiscal de Produtor referida no
inciso anterior, remetendo-a ao estabelecimento depositante.

V 2° O estabelecimento depositante deverá:

Ì - emitir Nota Fiscal relativa à entrada simbólica da mercadoria em seu estabelecimento, que
conterá os requisitos previstos na legislação e especialmente:
a) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do caput;
b) o número e a data da guia de recolhimento referida na alínea "b¨ do inciso V deste artigo;
c) a indicação de ter sido a mercadoria entregue no armazém geral, o endereço e os números
de inscrição estadual e no CNPJ/MF, deste;

ÌÌ - emitir Nota Fiscal relativa à saída simbólica, dentro de dez dias, contados da data da
entrada efetiva da mercadoria no armazém geral, na forma do art. 348, fazendo constar o número e a
data da Nota Fiscal de Produtor e os da Nota Fiscal referida no inciso Ì;
ÌÌÌ - remeter a Nota Fiscal aludida no inciso anterior ao armazém geral, dentro de cinco dias,
contados da data da sua emissão.

V 3º O armazém geral deverá acrescentar na coluna Observações do livro Registro de
Entradas, relativamente ao registro previsto no inciso Ì do § 1º, o número, a série e subsérie e a data da
emissão da Nota Fiscal referida no inciso ÌÌ do parágrafo anterior.

V 4º O crédito do imposto, quando cabível, será conferido ao estabelecimento depositante.

Art. 356. Na saída de mercadoria para entrega em armazém geral situado em Estado diverso
daquele do estabelecimento destinatário, este será considerado depositante, devendo o remetente:

Ì - emitir Nota Fiscal que conterá os requisitos previstos na legislação e especialmente:
a) como destinatário, o estabelecimento depositante;
b) o valor da operação;
c) a natureza da operação;
d) o local da entrega, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do
armazém geral;
e) o destaque do valor do imposto, se devido;

ÌÌ - emitir Nota Fiscal para o armazém geral, a fim de acompanhar o transporte da mercadoria,
sem destaque do valor do imposto, que conterá os requisitos previstos na legislação e especialmente:
a) o valor da operação;
b) a natureza da operação: Outras Saídas - Para Depósito por Conta e Ordem de Terceiro;
c) o nome do titular, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do
estabelecimento destinatário e depositante;
d) o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal referida no inciso anterior.

V 1º O estabelecimento destinatário e depositante, dentro de dez dias, contados da data da
entrada efetiva da mercadoria no armazém geral, deverá emitir Nota Fiscal para este, relativa à saída
simbólica, que conterá os requisitos previstos na legislação e especialmente:

Ì - o valor da operação;
ÌÌ - a natureza da operação: Outras Saídas - Remessa para Armazém Geral;
ÌÌÌ - o destaque do imposto, se devido;
ÌV - a indicação de ter sido a mercadoria entregue diretamente no armazém geral, o número, a
série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida na forma do inciso Ì do caput pelo estabelecimento
remetente, bem como o nome do titular, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF,
deste.

V 2º A Nota Fiscal referida no parágrafo anterior deverá ser remetida ao armazém geral dentro
de cinco dias, contados da data da sua emissão.

V 3º O armazém geral registrará a Nota Fiscal referida no § 1º no livro Registro de Entradas,
indicando na coluna Observações o número, a série e subsérie e a data da emissão da Nota Fiscal a
que alude o inciso ÌÌ do caput, bem como o nome do titular, o endereço e os números de inscrição
estadual e no CNPJ/MF, do estabelecimento remetente.

Art. 357. Na hipótese do artigo anterior, se o remetente for produtor, deverá:

Ì - emitir Nota Fiscal de Produtor que conterá os requisitos previstos na legislação e
especialmente:
a) como destinatário, o estabelecimento depositante;
b) o valor da operação;
c) a natureza da operação;
d) o local da entrega, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do
armazém geral;
e) a citação, quando for o caso, dos dispositivos legais em que estiver prevista a não-
incidência, isenção, suspensão, redução de base de cálculo ou diferimento do imposto;
f) a indicação, quando for o caso, do número e da data da guia de recolhimento e a
identificação do órgão arrecadador, quando couber ao produtor recolher o imposto;
g) a declaração, quando for o caso, de que o imposto será pago pelo estabelecimento
destinatário;

ÌÌ - emitir Nota Fiscal de Produtor para o armazém geral, a fim de acompanhar o transporte da
mercadoria, que conterá os requisitos previstos na legislação e especialmente:
a) o valor da operação;
b) a natureza da operação: "Outras Saídas - Para Depósito por Conta e Ordem de Terceiro¨;
c) o nome do titular, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do
estabelecimento destinatário e depositante;
d) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor referida no inciso anterior;
e) a citação, quando for o caso, dos dispositivos legais em que estiver prevista a não-
incidência, isenção, suspensão, redução de base de cálculo ou diferimento do imposto;
f) a indicação, quando for o caso, do número e da data da guia de recolhimento e a
identificação do órgão arrecadador, quando couber ao produtor recolher o imposto;
g) a declaração, quando for o caso, de que o imposto será pago pelo estabelecimento
destinatário.

V 1º O estabelecimento destinatário e depositante deverá:

Ì - emitir Nota Fiscal relativa à entrada simbólica da mercadoria em seu estabelecimento, que
conterá os requisitos previstos na legislação e especialmente:
a) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do inciso Ì deste artigo;
b) o número e a data da guia de recolhimento referida na alínea "f¨ do inciso Ì do caput,
quando for o caso;
c) a indicação de ter sido a mercadoria entregue no armazém geral, mencionando o endereço
e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, deste;

ÌÌ - emitir Nota Fiscal para o armazém geral, dentro de dez dias, contados da data da entrada
efetiva da mercadoria no referido armazém, relativa à saída simbólica, que conterá os requisitos
previstos na legislação e especialmente:
a) o valor da operação;
b) a natureza da operação: "Outras Saídas - Remessa para Armazém Geral¨;
c) o destaque do valor do imposto, se devido;
d) a indicação de ter sido a mercadoria entregue diretamente no armazém geral, o número e a
data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do inciso Ì do caput, bem como o nome, o endereço e
o número de inscrição estadual deste;

ÌÌÌ - remeter a Nota Fiscal aludida no inciso anterior ao armazém geral, dentro de cinco dias,
contados da data da sua emissão.

V 2º O armazém geral registrará a Nota Fiscal referida no inciso ÌÌ do parágrafo anterior no
livro Registro de Entradas, indicando na coluna Observações o número e a data da emissão da Nota
Fiscal de Produtor a que alude o inciso ÌÌ, do caput, bem como o nome, o endereço e o número de
inscrição estadual do produtor remetente.

Art. 358. No caso de transmissão de propriedade de mercadoria, quando esta permanecer no
armazém geral, situado no mesmo Estado do estabelecimento depositante e transmitente, este emitirá
Nota Fiscal para o estabelecimento adquirente, que conterá os requisitos previstos na legislação e
especialmente:

Ì - o valor da operação;
ÌÌ - a natureza da operação;
ÌÌÌ - o destaque do valor do imposto, se devido;
ÌV - a indicação de encontrar-se a mercadoria depositada em armazém geral, o endereço e os
números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, deste.

V 1º Na hipótese deste artigo, o armazém geral emitirá Nota Fiscal para o estabelecimento
depositante e transmitente, sem destaque do valor do imposto, que conterá os requisitos previstos na
legislação e especialmente:

Ì - o valor da mercadoria, que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no
armazém geral;
ÌÌ - a natureza da operação: "Outras Saídas - Retorno Simbólico de Armazém Geral¨;
ÌÌÌ - o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento
depositante e transmitente na forma do caput;
ÌV - o nome do titular, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do
estabelecimento adquirente.

V 2º A Nota Fiscal a que alude o parágrafo anterior será enviada ao estabelecimento
depositante e transmitente, que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas, dentro de dez dias,
contados da data da sua emissão.

V 3º O estabelecimento adquirente deverá registrar a Nota Fiscal referida no caput no livro
Registro de Entradas, dentro de dez dias, contados da data da sua emissão.

V 4º No prazo referido no parágrafo anterior, o estabelecimento adquirente emitirá Nota Fiscal
para o armazém geral, sem destaque do valor do imposto, que conterá os requisitos previstos na
legislação e especialmente:

Ì - o valor da mercadoria que corresponderá ao da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento
depositante na forma do caput;
ÌÌ - a natureza da operação: "Outras Saídas - Remessa Simbólica para Armazém Geral¨;
ÌÌÌ - o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal, emitida na forma do caput pelo
estabelecimento depositante e transmitente, bem como o nome do titular, o endereço e os números de
inscrição estadual e no CNPJ/MF, deste.

V 5º Se o estabelecimento adquirente estiver localizado fora do território amazonense, na Nota
Fiscal a que se refere o parágrafo anterior será efetuado o destaque do valor do imposto, se devido.

V 6º A Nota Fiscal a que alude o § 4º será enviada, dentro de cinco dias, contados da data da
sua emissão, ao armazém geral, que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas, dentro de cinco
dias, contados da data do seu recebimento.

Art. 359. Na hipótese do artigo anterior, se o depositante e transmitente for produtor, deverá
emitir Nota Fiscal de Produtor para o estabelecimento adquirente, que conterá os requisitos previstos na
legislação e especialmente:

Ì - o valor da operação;
ÌÌ - a natureza da operação;

ÌÌÌ - a indicação, conforme o caso:
a) dos dispositivos legais em que estiver prevista a não-incidência, isenção, suspensão,
redução de base de cálculo ou diferimento do imposto;
b) do número e da data da guia de recolhimento e a identificação do órgão arrecadador,
quando couber ao produtor recolher o imposto;
c) de que o imposto será pago pelo estabelecimento destinatário;

ÌV - a indicação de encontrar-se a mercadoria depositada em armazém geral, o endereço e os
números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, deste.

V 1º Na hipótese deste artigo, o armazém geral emitirá Nota Fiscal para o estabelecimento
adquirente, sem destaque do valor do imposto, que conterá os requisitos previstos na legislação e
especialmente:

Ì - o valor da operação que corresponderá ao da Nota Fiscal de Produtor, emitida na forma do
caput;
ÌÌ - a natureza da operação: "Outras Saídas - Remessa por Conta e Ordem de Terceiro¨;
ÌÌÌ - o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do caput, bem como o
nome, o endereço e o número de inscrição estadual do emitente;
ÌV - o número e a data da guia de recolhimento referida na alínea "b¨ do inciso ÌÌÌ do caput,
quando for o caso.

V 2º O estabelecimento adquirente deverá:

Ì - emitir Nota Fiscal relativa à entrada simbólica da mercadoria em seu estabelecimento, que
conterá os requisitos previstos na legislação e especialmente:
a) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do caput;
b) o número e a data da guia de recolhimento referida na alínea "b¨ do inciso ÌÌÌ do caput;
c) a indicação de encontrar-se a mercadoria depositada em armazém geral, o endereço e os
números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, deste;

ÌÌ - emitir, na mesma data da emissão da Nota Fiscal referida no inciso anterior, Nota Fiscal
para o armazém geral, sem destaque do valor do imposto, que conterá os requisitos previstos na
legislação e especialmente:
a) o valor da operação que corresponderá ao da Nota Fiscal de Produtor;
b) a natureza da operação: "Outras Saídas - Remessa Simbólica para Armazém Geral¨;
c) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor e os da Nota Fiscal relativa à entrada
simbólica, bem como o nome e o endereço do produtor.

V 3º Se o estabelecimento adquirente estiver localizado fora do território amazonense, na Nota
Fiscal a que se refere o inciso ÌÌ do parágrafo anterior será efetuado o destaque do valor do imposto, se
devido.

V 4º A Nota Fiscal a que alude o inciso ÌÌ do § 2º deste artigo, será enviada, dentro de cinco
dias, contados da data da sua emissão, ao armazém geral que deverá registrá-la no livro Registro de
Entradas, dentro de cinco dias, contados da data do seu recebimento.

Art. 360. No caso de transmissão de propriedade de mercadoria, quando esta permanecer
em armazém geral situado em Estado diverso daquele do estabelecimento depositante e transmitente,
este emitirá Nota Fiscal para o estabelecimento adquirente, sem destaque do valor do imposto, que
conterá os requisitos previstos na legislação e especialmente:

Ì - o valor da operação;
ÌÌ - a natureza da operação;
ÌÌÌ - a indicação de encontrar-se a mercadoria depositada em armazém geral, o endereço e os
números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, deste.

V 1º Na hipótese deste artigo, o armazém geral emitirá:

Ì - Nota Fiscal para o estabelecimento depositante e transmitente, sem destaque do valor do
imposto, que conterá os requisitos previstos na legislação e especialmente:
a) o valor da mercadoria que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no
armazém geral;
b) a natureza da operação: "Outras Saídas - Retorno Simbólico de Armazém Geral¨;
c) o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento
depositante e transmitente na forma do caput;
d) o nome do titular, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do
estabelecimento adquirente;

ÌÌ - Nota Fiscal para o estabelecimento adquirente, que conterá os requisitos previstos na
legislação e especialmente:
a) o valor da operação que corresponderá ao da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento
depositante e transmitente;
b) a natureza da operação: "Outras Saídas - Transmissão de Propriedade de Mercadoria por
Conta e Ordem de Terceiro¨;
c) o destaque do valor do imposto, se devido;
d) o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida na forma do caput pelo
estabelecimento depositante e transmitente, bem como o nome do titular, o endereço e os números de
inscrição estadual e no CNPJ/MF, deste.

V 2º A Nota Fiscal a que alude o inciso Ì do parágrafo anterior será enviada dentro de cinco
dias, contados da data da sua emissão, ao estabelecimento depositante e transmitente, que deverá
registrá-la no livro Registro de Entradas, dentro de cinco dias, contados da data do seu recebimento.

V 3º A Nota Fiscal a que alude o inciso ÌÌ do § 1º será enviada dentro de cinco dias, contados
da data da sua emissão, ao estabelecimento adquirente, que deverá registrá-la no livro Registro de
Entradas, dentro de cinco dias, contados da data do seu recebimento, acrescentando na coluna
Observações o número, a série e subsérie e a data da emissão da Nota Fiscal referida no caput, bem
como o nome do titular, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do
estabelecimento depositante e transmitente.

V 4º No prazo referido no parágrafo anterior, o estabelecimento adquirente emitirá Nota Fiscal
para o armazém geral, sem destaque do valor do imposto, que conterá os requisitos previstos na
legislação e especialmente:

Ì - o valor da operação que corresponderá ao da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento
depositante e transmitente;
ÌÌ - a natureza da operação: "Outras Saídas - Remessa Simbólica para Armazém Geral¨;
ÌÌÌ - o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida na forma do caput pelo
estabelecimento depositante e transmitente, bem como o nome do titular, o endereço e os números de
inscrição estadual e no CNPJ/MF, deste.

V 5º Se o estabelecimento adquirente estiver localizado em Estado diverso daquele do
armazém geral, na Nota Fiscal a que se refere o parágrafo anterior será efetuado o destaque do valor do
imposto, se devido.

V 6º A Nota Fiscal a que alude o § 4º será enviada dentro de cinco dias, contados da data da
sua emissão, ao armazém geral que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas, dentro de cinco
dias, contados da data do seu recebimento.

Art. 361. Na hipótese do artigo anterior, se o depositante e transmitente for produtor, aplicar-
se-á o disposto no art. 359.



Artigo 361-A acrescentado peIo Decreto 30.924/11, efeitos a partir de 12.1.11

Art. 361-A. Para operar com armazém geral, o estabelecimento industrial deve estar
previamente autorizado pela Sefaz, mediante regime especial, pelo prazo previsto no contrato de
armazenagem, limitado a 3 (três) anos

Art. 362. O armazém geral comunicará, no prazo de cinco dias, à repartição fiscal a que
estiver vinculado, a entrega real ou simbólica de mercadoria, efetuada a pessoa não inscrita no cadastro
de contribuinte.

SEÇÃO IX
DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES À ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA

Art. 363. Nas vendas à ordem ou para entrega ou prestação futura, será emitido documento
fiscal, sem destaque do ÌCMS, mencionando-se no documento que a emissão se destina a simples
faturamento.

V 1° Na hipótese deste artigo, o ÌCMS incidente sobre a saída da mercadoria ou execução do
serviço será recolhido por ocasião da efetiva saída ou da prestação do serviço.

V 2° A primeira e a terceira vias da Nota Fiscal emitida na forma deste artigo serão remetidas
ao adquirente ou encomendante.

V 3° Por ocasião da entrega da mercadoria ou na execução global ou parcial dos serviços,
será emitida Nota Fiscal, com destaque do imposto, quando devido, em nome do adquirente, indicando
obrigatoriamente o número, a data e o valor da operação ou prestação relativa à Nota Fiscal que
acobertou o simples faturamento.

V 4° Provado, em qualquer caso, que a venda ou o contrato se desfez antes da saída das
mercadorias ou da prestação do serviço poderá ser cancelada a Nota Fiscal prevista no caput,
conservando-se no talonário todas as vias.

Art. 364. A venda para entrega futura está condicionada a emissão de Nota Fiscal por ocasião
da efetiva saída, global ou parcial, da mercadoria, na qual, além dos demais requisitos, constarão:

Ì - o destaque do valor do imposto;
ÌÌ - como natureza da operação a expressão "Remessa ÷ entrega futura¨;
ÌÌÌ - número de ordem, série e a data da emissão da Nota Fiscal relativa ao simples
faturamento.

Art. 365. No caso de venda à ordem, por ocasião da entrega total ou parcial da mercadoria a
terceiro, deverá ser emitida Nota Fiscal:

Ì ÷ pelo adquirente original, com destaque do imposto, quando devido, em favor do
destinatário, consignando-se, além dos demais requisitos, o nome do titular, o endereço e os números
de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do estabelecimento que irá promover a remessa;
ÌÌ ÷ pelo vendedor remetente:

a) em favor do destinatário, para acompanhar o transporte da mercadoria, sem destaque do
imposto, na qual, além dos demais requisitos, constarão: como natureza da operação, a expressão
"Remessa por ordem de terceiro¨, o número de ordem, a série e a data da emissão de que trata o inciso
anterior, bem como o nome, o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ/MF, do seu
emitente;
b) em favor do adquirente original, com destaque do valor do imposto, quando devido, na qual,
além dos demais requisitos, constarão: como natureza da operação a expressão "remessa simbólica ÷
venda à ordem¨, o número de ordem, a série e a data da Nota Fiscal prevista na alínea anterior, bem
como o número de ordem, a série, a data da emissão e o valor da operação, constante na Nota Fiscal
relativa ao simples faturamento.

SEÇÃO X
DAS OPERAÇÕES PRATICADAS FORA DO ESTABELECIMENTO

Art. 366. Na saída de mercadorias para realização de operações ou prestações fora do
estabelecimento, inclusive através de veículos e embarcações, o contribuinte emitirá Nota Fiscal
englobando todas as mercadorias na qual, além das exigências previstas no art. 233, deverá ser feita a
indicação dos números e respectivas séries das Notas Fiscais a serem emitidas por ocasião das saídas
das mercadorias ou da prestação do serviço.

V 1° Por ocasião do retorno do veículo ou embarcação, o estabelecimento arquivará a 1ª via
da Nota Fiscal relativa à remessa e emitirá a Nota Fiscal relativa ao saldo das mercadorias ou à entrada
de mercadorias não vendidas, a fim de se creditar do ÌCMS pago em relação às mercadorias não
saídas, mediante a escrituração desse documento no livro Registro de Entradas.

V 2° O contribuinte deverá complementar o pagamento do ÌCMS, sempre que a mercadoria
seja vendida ou entregue por valor superior ao constante da Nota Fiscal (operação - remessa) a que se
refere o caput.

V 3° O contribuinte que opere na conformidade deste artigo, por intermédio de prepostos, deve
fornecer a esses documento probatório de sua condição, com firma reconhecida.

V 4° A Secretaria da Fazenda baixará normas especiais para as operações de que trata o
caput.

SEÇÃO XI
DAS OPERAÇÕES DE REMESSA PARA INDUSTRIALIZAÇÃO

Art. 367. Na operação em que um estabelecimento mandar industrializar mercadorias, com
fornecimento de matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem adquiridos de
outros, os quais, sem transitar pelo estabelecimento adquirente, serão entregues pelo fornecedor
diretamente ao industrializador, será observado o disposto neste artigo.

V 1° O estabelecimento fornecedor deverá:

Ì - emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente, da qual, além das exigências
previstas no art. 233, devem constar, também, nome, endereço e número de inscrição estadual e do
CNPJ/MF, do estabelecimento em que os produtos serão entregues, bem como a circunstância de que
se destinam à industrialização;
ÌÌ - efetuar na Nota Fiscal referida no inciso anterior o destaque do ÌCMS, quando devido, que
poderá ser aproveitado como crédito pelo adquirente, se for o caso;
ÌÌÌ - emitir Nota Fiscal, sem destaque do imposto, para acompanhar o transporte das
mercadorias ao estabelecimento industrializador mencionando, além das exigências previstas no art.
233, número, série, subsérie e data da Nota Fiscal referida no inciso Ì deste parágrafo e nome, endereço
e número de inscrição estadual e do CNPJ/MF do adquirente, por cuja conta e ordem a mercadoria será
industrializada.

V 2° O estabelecimento industrializador deverá:

Ì - emitir Nota Fiscal, na saída do produto industrializado com destino ao adquirente, autor da
encomenda, da qual, além das exigências previstas no art. 233, constarão o nome, endereço e números
de inscrição estadual e do CNPJ/MF do fornecedor, número, série, subsérie e data da Nota Fiscal por
este emitida, bem como o valor da mercadoria recebida para industrialização e o valor total cobrado do
autor da encomenda, destacando deste o valor das mercadorias empregadas;
ÌÌ - efetuar, na Nota Fiscal referida no inciso anterior, o destaque do ÌCMS sobre o valor
cobrado do autor da encomenda, se for o caso, que fará o aproveitamento do crédito.

Art. 368. Na hipótese do artigo anterior, se a mercadoria tiver que transitar por mais de um
estabelecimento industrializador, antes de ser entregue ao adquirente, autor da encomenda, cada
industrializador deverá:

Ì - emitir Nota Fiscal para acompanhar o transporte das mercadorias ao industrializador
seguinte, sem destaque do ÌCMS, contendo, também, além das exigências prevista no art. 233:

a) a indicação de que a remessa se destina à industrialização por conta e ordem do
adquirente, autor da encomenda, que será qualificado nessa nota;
b) a indicação do número, série data de emissão da Nota Fiscal, nome, endereço e números
de inscrição estadual e do CNPJ/MF do seu emitente, pela qual foram as mercadorias recebidas em seu
estabelecimento;

ÌÌ - emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente, autor da encomenda, contendo,
além das exigências previstas no art. 233:

a) a indicação do número, série, data da emissão da Nota Fiscal, nome, endereço e números
de inscrição estadual e do CNPJ/MF de seu emitente, pela qual foram as mercadorias recebidas em seu
estabelecimento;
b) a indicação do número, série e data da emissão da Nota Fiscal referida no inciso anterior;
c) o valor das mercadorias recebidas para industrialização e o valor total cobrado do autor da
encomenda, destacando deste, o valor das mercadorias empregadas;
d) o destaque do ÌCMS, se devido, sobre o valor total cobrado do autor da encomenda, que
poderá ser por este aproveitado como crédito, se for o caso.

Art. 369. Na hipótese de saída das mercadorias objeto da industrialização diretamente do
estabelecimento encomendante, deverá ser emitida Nota Fiscal com suspensão do ÌCMS, tendo como
destinatário o estabelecimento industrializador, mencionando-se nesta o prazo permitido pela legislação
para o retorno do produto.

V 1° O estabelecimento industrializador, quando do retorno do produto, deverá emitir Nota
Fiscal na forma prevista no § 2° do art. 367.

V 2° O disposto neste artigo aplica-se também para as fases de industrialização
encomendadas pelo sistema de terceirização.

Art. 370. Fica atribuída a responsabilidade pelo pagamento do imposto incidente sobre a
operação de industrialização ao estabelecimento encomendante quando o executor da encomenda for
pessoa não inscrita no CCA, hipótese em que o primeiro deverá considerar a operação de entrada dos
produtos como "saída não incentivada¨.

CAPÍTULO XVII
DA RESTITUIÇÃO

Art. 371. As quantias relativas ao imposto indevidamente recolhidas aos cofres do Estado,
poderão ser restituídas no todo ou em parte, a requerimento do contribuinte.

Parágrafo único. A restituição do ÌCMS somente será feita a quem comprove haver assumido
referido encargo, ou, no caso de transferência a terceiro, estar por este expressamente autorizado a
recebê-la.

Art. 372. A restituição total ou parcial do tributo dá lugar à devolução na mesma proporção,
dos juros de mora, da correção monetária e das penalidades pecuniárias efetivamente recolhidas,
atualizadas monetariamente, segundo o mesmo critério aplicado ao tributo, a partir da data do
pagamento indevido até a data da decisão final concessória.

V 1° Formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no prazo de noventa dias,
o contribuinte poderá se creditar, em sua escrita fiscal, do valor objeto do pedido, devidamente
atualizado segundo os mesmos critérios aplicados aos tributos.

V 2° A restituição será em forma de crédito fiscal, devendo ser em espécie no caso do
beneficiário não poder, sob qualquer forma, utilizar crédito fiscal.

V 3° É vedada a restituição ou compensação do valor do imposto que tenha sido utilizado
como crédito pelo estabelecimento destinatário.

V 4° Na hipótese do § 1°, sobrevindo decisão contrária irrecorrível, o contribuinte, no prazo de
quinze dias da respectiva notificação, procederá o estorno dos créditos lançados, também devidamente
atualizados, com pagamento dos acréscimos legais cabíveis.

V 5° A devolução não abrange infrações de caráter formal não prejudicadas pela causa da
restituição.

Art. 373. É assegurado ao contribuinte substituído o direito à restituição do valor do imposto
pago por força da substituição tributária, correspondente ao fato gerador presumido que não se realizar,
observado o disposto no artigo anterior.

V 1° Entende-se por restituição ao contribuinte substituído, para efeito deste artigo, o
ressarcimento de valor retido entre este e o responsável pela retenção.

V 2° Ensejarão, também, a restituição prevista no caput as seguintes situações:

Ì - a retenção de valor a maior pelo contribuinte substituto em decorrência de erro de cálculo
do imposto;
ÌÌ - a nova retenção decorrente de operação interestadual com produtos já alcançados pela
substituição tributária;
ÌÌÌ - outros casos previstos na legislação.

V 3° A restituição de que trata este artigo dar-se-á na forma estabelecida em acordo específico
com outras unidades da Federação do qual o Estado do Amazonas seja signatário.

V 4° Opcionalmente e desde que seja possível a devolução em forma de crédito fiscal, o
contribuinte substituído poderá pleitear o ressarcimento do imposto que lhe for indevidamente retido,
decorrente das situações previstas no § 2°, deste artigo.

V 5° O pedido de restituição do imposto cobrado por substituição tributária, na forma do
parágrafo anterior, deverá ser feito através de requerimento, instruído com os seguintes documentos:

Ì - comprovante do recolhimento do imposto pelo contribuinte substituto;
ÌÌ - declaração conjunta com o contribuinte substituto de que não está se utilizando de outras
formas de ressarcimento prevista na legislação tributária.

Art. 374. O contribuinte substituto poderá abater do recolhimento subseqüente o valor do
imposto efetivamente recolhido a maior que o retido, devendo o fato ser comunicado à Secretaria da
Fazenda, para efeito de homologação.

Parágrafo único. No caso de desfazimento do negócio, se o imposto retido já tiver sido
recolhido, aplica-se o disposto no caput.

CAPÍTULO XVIII
DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES

SEÇÃO I
DAS INFRAÇÕES

Art. 375. Constitui infração toda a ação ou omissão, voluntária ou involuntária, que importe em
inobservância, por parte de pessoa natural ou jurídica, de norma estabelecida na legislação tributária do
Estado do Amazonas ou atos administrativos de caráter normativo destinados a complementá-la.

V 1° Respondem pela infração:

Ì - conjunta ou isoladamente, todos os que, de qualquer forma, concorram para a sua prática
ou dela se beneficiem, ressalvado o disposto no inciso seguinte;
ÌÌ - conjunta ou isoladamente, o dono de veículo ou seu responsável, quanto à que decorrer do
exercício de atividade própria do mesmo ou de ação ou omissão de seus condutores.

V 2° O ato administrativo não poderá estabelecer ou disciplinar obrigações nem definir
infrações ou cominar penalidades que não estejam autorizadas ou previstas em lei.

V 3° Salvo disposição expressa em contrário, a responsabilidade por infrações independe da
intenção do agente ou responsável e da sua efetividade, da natureza e extensão dos efeitos do ato.

Art. 376. A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração, apresentada
por escrito à repartição competente, acompanhada do pagamento do tributo, se devido, inclusive
correção monetária, juros de mora e multa, ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade
administrativa, quando o montante do débito dependa de posterior apuração.

V 1° A denúncia espontânea da infração será apresentada à autoridade local encarregada da
fiscalização do tributo, com a descrição da infração cometida.

V 2° Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer
procedimento administrativo ou medida de fiscalização relacionados com a infração.

V 3° Considera-se iniciada a ação fiscal, para efeito do parágrafo anterior, com qualquer ato
escrito do Agente do Fisco tendente a apurar a existência de infração.

Art. 377. A infração será processada e julgada segundo as normas estabelecidas no
Regulamento do Processo Tributário Administrativo.

Art. 378. O direito de impor penalidades extingue-se em cinco anos, contados da data da
infração ou do vencimento da obrigação tributária.

V 1° O prazo estabelecido neste artigo interrompe-se por qualquer notificação ou exigências
administrativas feitas ao sujeito passivo, com referência ao imposto que tenha deixado de pagar ou à
infração que haja cometido, recomeçando a correr a partir da data da notificação ou exigência.

V 2° Não corre o prazo enquanto o processo de cobrança estiver pendente de decisão,
inclusive nos casos de processos fiscais instaurados, ainda em fase de preparo ou julgamento.

Art. 379. Considerar-se-á, também, ocorrida operação ou prestação tributável quando
constatado:

Ì - suprimento de caixa sem comprovação da origem do numerário quer esteja escriturado ou
não;
ÌÌ - a existência de título de crédito quitado ou despesas pagas e não escrituradas, bem como
a posse de bens do ativo permanente não contabilizados;
ÌÌÌ ÷ a diferença entre o valor apurado em levantamento fiscal que tomou por base índice
técnico de produção e o valor registrado na escrita fiscal;
ÌV - a falta de registro de documentos fiscais referentes à entrada de mercadorias ou de
serviços;
V - a existência de contas no passivo exigível que apareçam oneradas por valores
documentalmente inexistentes;
VÌ - a existência de valores que se encontrem registrados em sistema de processamento de
dados, Equipamento de Controle Fiscal ou outro equipamento similar, utilizados de forma irregular ou
sem prévia autorização, que serão apurados mediante a leitura dos dados neles constantes;
VÌÌ - a falta de registro de Notas Fiscais de bens adquiridos para consumo ou para o ativo
permanente;
VÌÌÌ - a falta de emissão de documento fiscal verificada em levantamento físico e/ou
documental de estoque.

Art. 380. As multas serão calculadas, tomando-se como base:

Ì - o valor da Unidade Fiscal de Referência - UFÌR;
ÌÌ - o valor do imposto não recolhido tempestivamente, no todo ou em parte;
ÌÌÌ ÷ o valor da mercadoria ou do serviço.

V 1° As multas serão cumulativas quando resultarem, concomitantemente, do não
cumprimento de obrigação tributária acessória e principal.

V 2° O pagamento de multa não dispensa a exigência do imposto, quando devido e a
imposição de outras penalidades.

SEÇÃO II
DAS PENALIDADES

Art. 381. Serão aplicadas às infrações da legislação do ÌCMS as seguintes penalidades,
isolada ou cumulativamente:

Ì - multa;
ÌÌ - sujeição a regimes especiais de fiscalização e pagamento;
ÌÌÌ - suspensão ou cancelamento de benefício fiscal;
ÌV - suspensão ou cassação de regimes especiais para pagamento, emissão de documentos
ou escrituração de livros fiscais.

Nova redação dada ao V 1º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 1º O imposto quando não recolhido no prazo regulamentar, desde que o recolhimento se faça
espontaneamente e antes de qualquer ação fiscal, será acrescido da multa de mora, calculada à taxa de
0,33% (trinta e três centésimos por cento), por dia de atraso.

Redação originaI:
V 1° O imposto quando não recolhido no prazo regulamentar, além da atualização de seu valor monetário, nos termos
fixados em legislação federal, desde que o recolhimento se faça espontaneamente e antes de qualquer ação fiscal será
acrescido de multa de mora de vinte por cento, ressalvado os casos previstos nos §§ 2° e 4° deste artigo.

Nova redação dada ao V 2º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 2º A multa de que trata o parágrafo anterior será calculada a partir do primeiro dia
subseqüente ao do vencimento do prazo previsto para o pagamento do tributo até o dia em que ocorrer o
seu pagamento.

Redação originaI:
§ 2° Se o débito fiscal for pago integralmente até o último dia útil do mês do seu vencimento a multa de mora prevista
neste artigo será reduzida para cinco por cento.

Nova redação dada ao V 3º peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01

V 3º O percentual de multa, a que se refere o parágrafo anterior, fica limitado a 20% (vinte por
cento).

Redação originaI:
§ 3° A redução de que trata o parágrafo anterior não se aplica na hipótese de débito relativo a imposto devido por
substituição tributária.

V 4° Considera-se, também, espontâneo o recolhimento do imposto de que tratam os incisos Ì,
ÌÌ e ÌÌÌ, do § 7°, do artigo seguinte, na hipótese de o contribuinte efetuar o pagamento ou parcelamento
do débito no prazo indicado na intimação da autoridade fiscal.

Nova redação dada ao .,5:9 do art. 382 peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Art. 382. O descumprimento das obrigações principal e acessórias previstas na legislação
tributária, apurado mediante procedimento fiscal cabível, sujeitará o infrator às seguintes multas, sem
prejuízo do recolhimento do valor do imposto, quando devido:

Redação originaI:
Art. 382 O descumprimento das obrigações principal e acessórias previstas na legislação tributária, apurado mediante
procedimento fiscal cabível, sujeitará o infrator às seguintes multas, sem prejuízo do recolhimento do valor do imposto,
quando devido:

Nova redação dada ao inciso I peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir 31.5.10.

Ì - 50% (cinqüenta por cento) do valor do ÌCMS, quando o débito apurado resultar da falta de
recolhimento do imposto incidente sobre:

Redação anterior dada ao inciso I peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06
Ì - 50% (cinqüenta por cento) do valor do ÌCMS, quando o débito apurado resultar da falta de recolhimento do imposto
incidente sobre operações e prestações escrituradas nos livros fiscais, ou sobre operações de entrada de mercadorias
sujeitas ao sistema de antecipação, sobre importação do exterior de mercadorias, bens ou serviços, ou ainda sobre a
parcela mensal fixada por estimativa;

Redação originaI:
Ì - cem por cento do valor do ÌCMS, quando o débito apurado resultar da falta de recolhimento do imposto incidente
sobre operações e prestações devidamente escrituradas nos livros fiscais, ou sobre operações de entrada de
mercadorias sujeitas ao sistema de antecipação, sobre importação do exterior de mercadorias, bens ou serviços, ou
ainda sobre a parcela mensal fixada por estimativa;

AIínea "a" acrescentada peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10.

a) operações e prestações escrituradas nos livros fiscais;

AIínea "b" acrescentada peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10.

b) operações de entrada de mercadorias sujeitas ao sistema de antecipação;

AIínea "c" acrescentada peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10.

c) a aquisição de bens ou mercadorias destinadas ao ativo permanente ou ao uso e consumo;

AIínea "d" acrescentada peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10.

d) importação do exterior de mercadorias, bens ou serviços;

AIínea "e" acrescentada peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10.

e) a parcela mensal fixada por estimativa;

Nova redação dada ao .,5:9do inciso II peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

ÌÌ - 50% (cinqüenta por cento) do valor do crédito do imposto, aos que o apropriarem:

Redação originaI:
ÌÌ - cem por cento do valor do crédito do imposto, aos que o aproveitarem:

Nova redação dada à aIínea "a" peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

a) em decorrência do lançamento de documento fiscal relativo a entrada de mercadoria e
serviço, cuja saída anterior seja isenta ou não tributada;

Redação originaI:
a) em decorrência do registro de documento fiscal relativo à entrada de mercadoria e serviço, cuja saída anterior tenha
sido contemplada com não-incidência ou isenção;

Nova redação dada à aIínea "b" peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

b) relativo a entrada de mercadoria e serviço cuja saída posterior seja isenta ou não tributada,
respeitadas as disposições contidas na legislação;

Redação originaI:
b) relativo a entrada de mercadoria e serviço cuja saída posterior seja contemplada com não-incidência ou isenção,
respeitadas as disposições contidas na legislação;

c) relativo a entrada de mercadoria e serviço diferentes das que forem objeto da operação ou
prestação a tributar, nas situações previstas no art. 20;
d) decorrente de registro em excesso;
e) em relação a escrituração de documento fiscal que não for apresentado à fiscalização,
quando exigido, no prazo previsto no § 1° do art. 127, ainda que lançado no livro próprio;
f) decorrente de documento fiscal sujeito ao Selo Fiscal, não selado ou selado com evidência
de fraude, ainda que o imposto tenha sido recolhido;
g) relativo a documento fiscal considerado inidôneo;
h) decorrente de mercadoria ou bem entrado para integrar o ativo permanente e para uso e
consumo do próprio estabelecimento, em hipótese não admitida na legislação;
i) relativo a mercadoria ou serviço entrado para ser utilizado em processo de industrialização
ou beneficiamento de produto, cuja operação de saída não seja tributada;
j) referente a entrada de mercadoria, a título de devolução feita pelo consumidor em desacordo
com as normas estabelecidas em regulamento;
l) decorrente de escrituração de documento fiscal que não corresponda a mercadoria ou
serviço entrados no estabelecimento ou referente a mercadoria ou serviço cuja propriedade não tenha
sido adquirida;
m) decorrente de operações de entradas de mercadorias consideradas já tributadas nas
demais fases de comercialização, por motivo de substituição tributária ou antecipação, inclusive o
decorrente do imposto cobrado por notificação;
n) em relação ao aproveitamento indevido, em situações não previstas neste inciso, inclusive
na falta de estorno;

Nova redação dada ao inciso III peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

ÌÌÌ - 100% (cem por cento) do valor do imposto devido, quando o débito apurado resultar de
operação ou prestação não escriturada em livros fiscais;

Redação originaI:
ÌÌÌ - duzentos por cento do valor do imposto devido, quando o débito apurado resultar de operação ou prestação não
escriturada em livros fiscais;

Nova redação dada ao inciso IV peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

ÌV - 200% (duzentos por cento) do valor do imposto devido, quando o débito apurado for de
responsabilidade do contribuinte substituto que não o houver retido ou houver retido e não recolhido, na
hipótese de substituição tributária;

Redação originaI:
ÌV - quatrocentos por cento do valor do imposto devido, quando o débito apurado for de responsabilidade do
contribuinte substituto que não o houver retido ou houver retido e não recolhido, na hipótese de substituição tributária;

Nova redação dada ao inciso V peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V - 50% (cinqüenta por cento) do valor do imposto devido, ao que emitir documento fiscal de
operação ou prestação tributada, como não tributada ou isenta, e nos casos do imposto incidente sobre
a parcela excedente ao limite de receita bruta prevista na legislação quando se tratar de microempresa
e empresa de pequeno porte;

Redação originaI:
V - cem por cento do valor do imposto devido, ao que emitir documento fiscal de operação ou prestação tributada,
como não tributada ou isenta e no caso do imposto incidente sobre a parcela excedente prevista no § 2° do art. 50;

Nova redação dada ao inciso VI peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

VÌ - 100% (cem por cento) do valor do acréscimo ao que, fora do prazo, recolher o imposto
espontaneamente, sem observância aos §§ 1° e 2° do artigo anterior;

Redação originaI:
VÌ - duzentos por cento do valor do acréscimo ao que fora do prazo recolher espontaneamente, sem observância aos
§§ 1° e 2° do artigo anterior;

Nova redação dada ao inciso VII peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

VÌÌ - 100% (cem por cento) do valor do imposto devido, em relação ao documento fiscal que
acobertar mais de uma vez o trânsito da mercadoria ou serviço;

Redação originaI:
VÌÌ - duzentos por cento do valor do imposto devido, em relação ao documento fiscal que acobertar mais de uma vez o
trânsito de mercadoria ou serviço;

Nova redação dada ao inciso VIII peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

VÌÌÌ - 100% (cem por cento) do valor do imposto devido, ao transportador que receber ou
promover a entrega de mercadoria desacompanhada de documento fiscal ou acompanhada de
documento fiscal inidôneo, bem como a sua entrega a destinatário diverso do indicado no documento
fiscal;

Redação originaI:
VÌÌÌ - duzentos por cento do valor do imposto devido, ao transportador que receber ou promover a entrega de
mercadoria desacompanhada de documento fiscal ou acompanhada de documento fiscal inidôneo, bem como a sua
entrega a destinatário diverso do indicado no documento fiscal;

Nova redação dada ao inciso IX peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

ÌX - 100% (cem por cento) do valor do imposto devido, aos que receberem mercadoria ou
serviço sem o documento fiscal, apurado por meio de levantamento físico ou documental;

Redação originaI:
ÌX - duzentos por cento do valor do imposto devido, aos que receberem mercadoria ou serviço sem o documento
fiscal, apurado por meio de levantamento de estoque físico ou documental;

Nova redação dada ao inciso X peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

X - 100% (cem por cento) do valor do imposto devido, aplicável ao depositário que efetuar a
entrega ou remessa de mercadoria depositada por terceiros, a pessoa ou estabelecimento diverso do
depositante, quando este não tenha emitido o documento fiscal correspondente;

Redação originaI:
X - duzentos por cento do valor do imposto devido, aplicável ao depositário que efetuar a entrega ou remessa de
mercadoria depositada por terceiros, a pessoa ou estabelecimento diverso do depositante, quando este não tenha
emitido o documento fiscal correspondente;

Nova redação dada ao inciso XI peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XÌ ÷ 100% (cem por cento) do valor do imposto devido aos que deixarem de emitir documento
fiscal ou emitir documento fiscal inidôneo referente à mercadoria ou serviço sujeito ao imposto;

Redação originaI:
XÌ - duzentos por cento do valor do imposto devido, aos que deixarem de emitir documento fiscal referente a
mercadoria ou serviço sujeitos ao imposto;

Nova redação dada ao inciso XII peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XÌÌ - 100% (cem por cento) do valor do imposto devido, aos que derem entrada de mercadoria
no estabelecimento, real ou simbolicamente, desacompanhada de documento fiscal ou acompanhada
com documentação fiscal inidônea, ou ainda, cuja entrada não tenha sido regularmente escriturada no
livro próprio;

Redação originaI:
XÌÌ - duzentos por cento do valor do imposto devido, aos que derem entrada de mercadoria no estabelecimento, real ou
simbolicamente, desacompanhada de documento fiscal ou acompanhada com documentação fiscal inidônea, ou
ainda, cuja entrada não tenha sido regularmente escriturada no livro próprio;

Nova redação dada ao .,5:9 do inciso XIII peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de
1º.1.06

XÌÌÌ - 150% (cento e cinqüenta por cento) do valor do imposto devido, indicado no documento
fiscal, ao que:

Redação originaI:
XÌÌÌ - trezentos por cento do valor do imposto devido, indicado no documento fiscal, ao que:

a) emitir documento que consigne declaração falsa quanto ao estabelecimento de origem ou
de destino da mercadoria ou serviço;
b) emitir documento fiscal que não corresponda a uma saída de mercadoria ou prestação de
serviço, a uma transmissão de propriedade de mercadoria, ou ainda, a uma entrada de mercadoria ou
serviço no estabelecimento;
c) adulterar, viciar ou falsificar documento fiscal;
d) utilizar documento fiscal falso para proporcionar, ainda que a terceiros, qualquer vantagem
indevida;

Nova redação dada ao inciso XIV peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XÌV - 150% (cento e cinqüenta por cento) do valor do imposto devido, calculado sobre o valor
real da operação ou prestação, ao que emitir documento fiscal com numeração e/ou seriação em
duplicidade, ou que utilizar documento fiscal que consigne importância diversa do valor da operação ou
prestação, ou valores diferentes nas respectivas vias;

Redação originaI:
XÌV - trezentos por cento do valor do imposto devido, calculado sobre o valor real da operação ou prestação, ao que
emitir documento fiscal com numeração e/ou seriação em duplicidade, ou que utilizar documento fiscal que consigne
importância diversa do valor da operação ou prestação, ou valores diferentes nas respectivas vias;

Nova redação dada ao inciso XV peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XV - 100% (cem por cento) do valor da parcela do imposto escriturada a menor no livro próprio
ou não informada na Declaração de Apuração Mensal do ÌCMS;

Redação originaI:
XV - duzentos por cento do valor da parcela do imposto escriturada a menor no livro próprio ou não informada na
Declaração de Apuração Mensal do ÌCMS - DAM;

Nova redação dada ao inciso XVI peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XVÌ - 150% (cento e cinqüenta por cento) do valor do imposto devido ao que adulterar, viciar ou
falsificar livro fiscal;

Redação originaI:
XVÌ - trezentos por cento do valor do imposto devido ao que adulterar, viciar ou falsificar livro fiscal;

Nova redação dada ao inciso XVII peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

XVÌÌ - 1% (um por cento) sobre o valor total das operações ou prestações não escrituradas nos
Livros Registro de Entradas e de Saídas, existentes em meio físico ou digital, aplicável somente nos
casos de operações ou prestações imunes, isentas ou consideradas já tributados até o consumidor final;

Redação originaI:
XVÌÌ - um por cento do valor da operação ou prestação não escriturada, em relação a cada livro, pelo atraso de
escrituração dos livros Registro de Entradas, Registro de Saídas ou do valor não escriturado no livro Registro de
Ìnventário no prazo previsto no art. 271;

Nova redação dada ao inciso XVIII peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XVÌÌÌ ÷ R$ 100,00 (cem reais), por período de apuração, ao que atrasar a escrituração dos
livros fiscais não mencionados no inciso anterior;

Redação originaI:
XVÌÌÌ - sessenta UFÌR, por período de apuração, ao que atrasar a escrituração dos livros fiscais não mencionados no
inciso anterior;

Nova redação dada ao inciso XIX peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XÌX ÷ 10% (dez por cento) do valor da mercadoria ou do preço do serviço, não inferior a R$
200,00 (duzentos reais), ao que não emitir documento fiscal ou emitir documento fiscal inidôneo relativo
à saída ou ao fornecimento de mercadoria, ou à prestação de serviço de transporte interestadual e
intermunicipal e de comunicação, não tributadas, isentas ou as consideradas "já tributadas¨;

Redação originaI:
XÌX - dez por cento do valor da mercadoria ou do preço do serviço, não inferior a cento e vinte UFÌR, ao que não
emitir documento fiscal relativo a saída ou ao fornecimento de mercadoria, ou a prestação de serviços de transporte
interestadual e intermunicipal e de comunicação, não tributada, isenta ou a considerada já tributadas;

Nova redação dada ao inciso XX peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XX ÷ R$ 100,00 (cem reais), ao que der entrada de mercadoria em estabelecimento da mesma
natureza, diverso do indicado no documento fiscal, desde que também de sua propriedade e situado no
mesmo município;

Redação originaI:
XX - sessenta UFÌR ao que der entrada de mercadoria em estabelecimento da mesma natureza, diverso do indicado
no documento fiscal, desde que também de sua propriedade e situado no mesmo Município;

Nova redação dada ao inciso XXI peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XXÌ ÷ R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais), ao destinatário de mercadoria ou serviço que deixar
de exigir a emissão de documento fiscal respectivo de quem deva emiti-lo;

Redação originaI:
XXÌ - cento e vinte UFÌR ao destinatário de mercadoria ou serviço que deixar de exigir a emissão de documento fiscal
respectivo de quem deva emiti-lo;

Nova redação dada ao inciso XXII peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XXÌÌ ÷ R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais), ao que fornecer ou apresentar informação ou
anexar documento inexato ou inverídico, por ocasião do pedido de inscrição, renovação ou de qualquer
alteração de seu cadastro junto ao CCA;

Redação originaI:
XXÌÌ - duzentos e quarenta UFÌR ao que fornecer ou apresentar informação ou anexar documento inexato ou
inverídico, por ocasião do pedido de inscrição, renovação ou de qualquer alteração de seu cadastro junto ao CCA;

Nova redação dada ao inciso XXIII peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XXÌÌÌ ÷ R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais), ao que deixar de renovar a sua ficha de inscrição
no CCA, dentro do prazo regulamentar;

Redação originaI:
XXÌÌÌ - cento e vinte UFÌR ao que deixar de renovar o seu Cartão de Ìnscrição no CCA, dentro do prazo regulamentar;

Nova redação dada ao inciso XXIV peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XXÌV ÷ R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais), ao que trocar ou omitir em documento fiscal o
número de inscrição no CCA do comprador ou destinatário da mercadoria ou serviço;

Redação originaI:
XXÌV - cento e vinte UFÌR ao que trocar ou omitir em documento fiscal o número de inscrição no CCA do comprador
ou destinatário da mercadoria ou serviço;

Nova redação dada ao inciso XXV peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XXV ÷ R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais), por documento fiscal, ao que o emitir para
contribuinte não legalizado, para comprador fictício ou para quem não seja o adquirente da mercadoria
ou o tomador do serviço;

Redação originaI:
XXV - cento e vinte UFÌR por documento fiscal, ao que o emitir para contribuinte não legalizado, para comprador
fictício ou para quem não seja o adquirente da mercadoria ou o tomador do serviço;

Nova redação dada ao inciso XXVI peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10.

XXVÌ - 10% (dez por cento) do valor da mercadoria, ao transportador que não possuir o
manifesto de carga ou omitir, no referido documento, mercadoria ou bem, limitado a R$5.000,00 (cinco
mil reais), quando se tratar de mercadorias ou bens imunes, isentos ou considerados já tributados até o
consumidor final, ou destinados ao ativo permanente;

Redação anterior dada ao Inciso XXVI peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
XXVÌ - 10% (dez por cento) do valor da mercadoria, não inferior a R$ 300,00 (trezentos reais), ao transportador que
não possuir o manifesto de carga ou omitir, no referido documento, qualquer mercadoria, bem ou valor;

Redação originaI:
XXVÌ - dez por cento do valor da mercadoria, não inferior a trezentas UFÌR., ao transportador que omitir no Manifesto
de Carga, qualquer mercadoria, bem ou valor;

Nova redação dada ao inciso XXVII peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XXVÌÌ ÷ R$ 5.000,00 (cinco mil reais), ao transportador ou destinatário que violar lacre aposto
pela fiscalização na unidade de carga;

Redação originaI:
XXVÌÌ - mil e duzentas UFÌR ao transportador ou destinatário que violar lacre aposto pela fiscalização na unidade de
carga;

Nova redação dada ao inciso XXVIII peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XXVÌÌÌ ÷ R$ 5.000,00 (cinco mil reais), ao que violar o lacre aposto pela fiscalização em
situação não prevista no inciso anterior;

Redação originaI:
XXVÌÌÌ - mil e duzentas UFÌR ao que violar o lacre aposto pela fiscalização em situação não prevista no inciso anterior;

Nova redação dada ao .,5:9 do inciso XXIX peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de
1º.1.06

XXÌX ÷ R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais), por documento, sem prejuízo da cobrança do
imposto devido e seus acréscimos legais, ao transportador, armador, agenciador ou representante que:

Redação originaI:
XXÌX - duzentas e quarenta UFÌR, por documento, sem prejuízo da cobrança do imposto devido e seus acréscimos
legais, ao transportador, armador, agenciador ou representante que:

a) entregar mercadoria cuja documentação fiscal e da prestação de serviço de transporte não
tenha sido desembaraçada pela autoridade fiscal competente;
b) iniciar o transporte sem o desembaraço da documentação fiscal da mercadoria ou da
prestação de serviço;

XXX - Revogado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Nova redação dada ao inciso XXX peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06
XXX ÷ R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais), ao que deixar de registrar documento fiscal relativo à saída de mercadoria
ou serviço, cuja operação ou prestação não esteja sujeita ao pagamento do imposto;

Redação originaI:
XXX - cento e vinte UFÌR ao que deixar de registrar documento fiscal relativo à saída de mercadoria ou serviço, cuja
operação ou prestação não esteja sujeita ao pagamento do imposto;

Nova redação dada ao inciso XXXI peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XXXÌ ÷ R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais), ao que, sujeito ao pagamento do imposto, deixar
de prestar informação ou apresentar documento necessário à apuração do respectivo movimento
econômico;

Redação originaI:
XXXÌ - cento e vinte UFÌR ao que, sujeito ao pagamento do imposto, deixar de prestar informação ou apresentar
documento necessário à apuração do respectivo movimento econômico;

Nova redação dada ao inciso XXXII peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

XXXÌÌ ÷ R$5.000,00 (cinco mil reais) ao que:

Redação anterior dada ao inciso XXXII peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.6.06
XXXÌÌ ÷ R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais), ao que, por qualquer forma, embaraçar a ação fiscal ou, ainda, se
recusar a apresentar livros e documentos exigidos pela fiscalização;

Redação originaI:
XXXÌÌ - duzentas e quarenta UFÌR ao que, por qualquer forma, embaraçar a ação fiscal ou, ainda, se recusar a
apresentar livros e documentos exigidos pela fiscalização;

AIínea "a" acrescentada peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

a) embaraçar a ação fiscal;

AIínea "b" acrescentada peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

b) sonegar ou omitir informações ou dados de sistema de:

Item 1 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

1. elementos do processo produtivo;

Item 2 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

2. estoques de mercadorias ou bens;

AIínea "c" acrescentada peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

c) restringir o acesso físico de agentes fiscais às áreas de exploração, extração, produção,
distribuição, transporte e comercialização, mesmo estando, a área, sob responsabilidade de terceiro,
contratado para exercer atividades auxiliares;

AIínea "d" acrescentada peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

d) se recusar a apresentar livros e documentos exigidos pela fiscalização;

AIínea "e" acrescentada peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

e) não devolver à Secretaria de Estado da Fazenda os documentos fiscais não utilizados em
razão da obrigatoriedade da emissão da Nota Fiscal Eletrônica, do Conhecimento de Transporte
Eletrônico ou de outro documento fiscal emitido de forma eletrônica, exigidos na forma da legislação;

Nova redação dada ao inciso XXXIII peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XXXÌÌÌ ÷ R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais), ao comandante, mestre ou encarregado de
embarcação ou condutor de veículo, que deixar de apresentar à repartição fiscal, no prazo fixado pela
legislação, o manifesto de carga;

Redação originaI:
XXXÌÌÌ - duzentas e quarenta UFÌR ao comandante, mestre ou encarregado de embarcação ou condutor de veículo,
que deixar de apresentar à repartição fiscal, no prazo fixado pela legislação, o Manifesto de Carga;

Nova redação dada ao .,5:9do inciso XXXIV peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de
1º.1.06

XXXÌV ÷ R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais), ao que emitir documento fiscal:

Redação originaI:
XXXÌV - cento e vinte UFÌR ao que emitir documento fiscal:

a) com inobservância de requisitos regulamentares ou falta de autenticação em documento
fiscal, exclusive os casos previstos nos incisos XXÌV e XXV deste artigo;
b) por documento, sem a discriminação da mercadoria, quantidade, marca, tipo, modelo,
espécie, qualidade e demais elementos que permitam a sua perfeita identificação, excetuados os casos
previstos na legislação tributária;

XXXV - ao que não possuir, inutilizar, extraviar, seccionar ou não exibir em ordem cronológica
à autoridade fiscalizadora livros ou documentos fiscais:

Nova redação dada à aIínea "a" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

a) R$ 300,00 (trezentos reais), por livro fiscal;

Redação originaI:
a) trezentas UFÌR por livro fiscal;

Nova redação dada à aIínea "b" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

b) R$ 600,00 (seiscentos reais), por talonário ou grupo de cinqüenta formulários contínuos, ou
fração.

Redação originaI:
b) seiscentas UFÌR, por talonário, por fita detalhe/listagem analítica, em relação a grupo de cinqüenta cupons e grupo
de cinqüenta formulários contínuos ou fração;

Nova redação dada ao inciso XXXVI peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

XXXVÌ ÷ R$ 100,00 (cem reais), por livro, ao que:

Redação anterior dada ao inciso XXXVI peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06
XXXVÌ ÷ R$ 100,00 (cem reais), por livro, ao que utilizar livro fiscal sem prévia autenticação da repartição fazendária;

Redação originaI:
XXXVÌ - sessenta UFÌR, por livro, ao que utilizar livro fiscal sem prévia autenticação da repartição fazendária;

AIínea "a" acrescentada peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10


a) utilizar livro fiscal de escrituração manual, sem prévia autenticação da repartição fazendária;

AIínea "b" acrescentada peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

b) deixar de autenticar, no prazo estabelecido na legislação, livro fiscal escriturado por sistema
eletrônico de processamento de dados;

Nova redação dada ao inciso XXXVII peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.0.06

XXXVÌÌ ÷ R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais), por mês de atividade, sem prejuízo da aplicação
das demais penalidades previstas, quando o estabelecimento não for inscrito na repartição fiscal;

Redação originaI:
XXXVÌÌ - cento e vinte UFÌR, por mês de atividade, sem prejuízo da aplicação das demais penalidades previstas,
quando o estabelecimento não for inscrito na repartição fiscal;

Nova redação dada ao inciso XXXVIII peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XXXVÌÌÌ ÷ R$ 200,00 (duzentos reais), ao que encerrar suas atividades, sem, no prazo devido,
solicitar a baixa de inscrição no CCA;

Redação originaI:
XXXVÌÌÌ - cento e oitenta UFÌR, ao que encerrar suas atividades, sem, no prazo devido, solicitar a baixa de inscrição
no CCA;

Nova redação dada ao inciso XXXIX peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XXXÌX ÷ R$ 200,00 (duzentos reais), ao que remeter mercadoria para o novo endereço do seu
estabelecimento sem a devida atualização cadastral;

Redação originaI:
XXXÌX - cento e oitenta UFÌR ao que remeter mercadoria para o novo endereço do seu estabelecimento sem a devida
atualização cadastral;

Nova redação dada ao inciso XL peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

XL ÷ R$ 100,00 (cem reais), por documento, ao que deixar de entregar à Secretaria de Estado
da Fazenda, na forma e no prazo previstos na legislação, qualquer guia, declaração, demonstrativo ou
outro documento relativo a informações econômico-fiscais, inclusive quando se tratar de declaração ou
demonstrativo de apuração do imposto;

Redação anterior dada ao inciso XL peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
XL ÷ R$ 200,00 (duzentos reais), por documento, ao que deixar de entregar a Secretaria de Estado da Fazenda, na
forma e prazo previstos na legislação, qualquer guia, declaração, demonstrativo ou outro documento relativo a
informações econômico-fiscais, exceto quando se tratar de declaração ou demonstrativo de apuração do imposto;

Redação originaI:
XL - cento e oitenta UFÌR, por documento, ao que deixar de entregar, declarar ou informar no prazo previsto, o DAM -
Demonstrativo de Apuração Mensal do ÌCMS; a GÌ-ÌCMS ÷ Guia de Ìnformação das Operações e Prestações
Ìnterestaduais; a DAC - Declaração Anual de Compras, o Ìnventário ou outro documento, guia ou via que deva ser
entregue à Secretaria da Fazenda;

Nova redação dada ao inciso XLI peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

XLÌ ÷ R$ 100,00 (cem reais), por documento, ao que omitir ou fizer indicação incorreta de
dados ou informações econômico-fiscais nos documentos citados no inciso XL ou em guia de
recolhimento do imposto, de forma a causar embaraço ao controle fiscal;

Redação anterior dada ao inciso XLI peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
XLÌ ÷ R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais), por documento, ao que omitir ou fizer indicação incorreta de dados ou
informações econômico-fiscais nos documentos citados no inciso anterior ou em guia de recolhimento do imposto, de
forma a causar embaraço ao controle fiscal;

Redação originaI:
XLÌ - cento e vinte UFÌR, por documento, ao que omitir ou fizer indicação incorreta de dados ou informações
econômico-fiscais nos documentos citados no inciso anterior ou em guia de recolhimento do imposto, de forma a
causar embaraço ao controle fiscal;

Nova redação dada ao inciso XLII peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XLÌÌ ÷ R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais), ao que cometer infração para a qual não esteja
prevista penalidade específica;

Redação originaI:
XLÌÌ - cento e vinte UFÌR ao que cometer infração para a qual não esteja prevista penalidade específica;

Nova redação dada ao inciso XLIII peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XLÌÌÌ - nas infrações relacionadas com a impressão, falta, extravio, violação ou utilização
irregular de selos fiscais:

Redação originaI:
XLÌÌÌ - nas infrações relacionadas com a impressão, falta, extravio, violação ou utilização irregular de selos fiscais:

Nova redação dada à aIínea "a" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

a) R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) em caso de impressão de selo fiscal não autorizada pela
Secretaria de Fazenda;

Redação originaI:
a) trezentas mil UFÌR em caso de impressão de Selo Fiscal não autorizada pela Secretaria de Fazenda;

Nova redação dada à aIínea "b" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

b) R$ 600,00 (seiscentos reais), por documento, ao estabelecimento gráfico que fornecer
documento fiscal sujeito ao selo fiscal sem a aposição do respectivo selo;

Redação originaI:
b) seiscentas UFÌR, por documento, ao estabelecimento gráfico que fornecer documento fiscal sujeito ao Selo Fiscal
sem a aposição do respectivo selo;

Nova redação dada à aIínea "c" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

c) R$ 300,00 (trezentos reais), por documento, ao estabelecimento gráfico que fornecer
documento fiscal sujeito ao selo fiscal em seqüência divergente da contida na Autorização de Ìmpressão
de Documentos Fiscais - AÌDF;

Redação originaI:
c) trezentas UFÌR, por documento, ao estabelecimento gráfico que fornecer documento fiscal sujeito ao Selo Fiscal em
seqüência divergente da contida na Autorização de Ìmpressão de Documentos Fiscais - AÌDF;

Nova redação dada à aIínea "d" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

d) R$ 3.000,00 (três mil reais), por selo fiscal, ao estabelecimento gráfico que extraviar selo sob
a sua guarda;

Redação originaI:
d) três mil UFÌR, por Selo Fiscal, ao estabelecimento gráfico que extraviar selo sob a sua guarda;

Nova redação dada à aIínea "e" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

e) R$ 6.000,00 (seis mil reais), ao estabelecimento gráfico que não comunicar o extravio de
selo fiscal sob sua guarda;

Redação originaI:
e) seis mil UFÌR, ao estabelecimento gráfico pela falta de comunicação de extravio de Selo Fiscal sob sua guarda;

Nova redação dada à aIínea "f" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

f) R$ 300,00 (trezentos reais), ao contribuinte pela falta de comunicação ao Fisco Estadual de
irregularidade que deveria ter sido constatada na conferência dos documentos fiscais por ocasião de seu
recebimento, ou pela falta de divulgação de extravio de documento fiscal no Diário Oficial nos termos
fixados em regulamento;

Redação originaI:
f) trezentas UFÌR, ao contribuinte pela falta de comunicação ao Fisco Estadual de irregularidade que deveria ter sido
constatada na conferência dos documentos fiscais por ocasião de seu recebimento ou pela falta de divulgação de
extravio de documento fiscal no Diário Oficial, nos termos fixados em Regulamento;

g) Revogada peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Redação originaI:
g) mil e duzentas UFÌR, por período de referência, ao contribuinte que deixar de entregar a Declaração de Utilização
de Documentos Fiscais;

Nova redação dada à aIínea "h" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

h) R$ 1.200,00 (um mil e duzentos reais), ao contribuinte que extraviar documento fiscal selado, de seu
uso;

Redação originaI:
h) mil e duzentas UFÌR, ao contribuinte que extraviar documento fiscal selado, de seu uso;

Nova redação dada à aIínea "i" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

i) R$ 600,00 (seiscentos reais), por documento, ao transportador que extraviar documento fiscal de
mercadoria sob sua guarda.

Redação originaI:
i) seiscentas UFÌR, por documento, ao transportador que extraviar documento fiscal de mercadoria sob sua guarda;

Nova redação dada ao inciso XLIV peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

XLÌV ÷ 10% (dez por cento) do valor da mercadoria importada do exterior ou oriunda de outras
unidades da federação não apresentada ao Fisco Estadual para vistoria física;

Redação originaI:
XLÌV - cem por cento do valor da mercadoria importada do exterior não apresentada ao Fisco Estadual para vistoria
física;

Nova redação dada ao .,5:9 do inciso XLV peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de
1º.1.06

XLV ÷ nas infrações relacionadas ao uso de equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF),
além do disposto no inciso LÌV, sem prejuízo do arbitramento e apreensão previstos na legislação
pertinente:

Redação originaI:
XLV - cinco mil UFÌR, por equipamento, sem prejuízo do arbitramento e apreensão previstos na legislação pertinente,
ao que:

Nova redação dada à aIínea "a" peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

a) 2% (dois por cento) do valor das operações ou prestações, não inferior a R$5.000,00 (cinco
mil reais), ao que, estando obrigado, deixar de utilizar equipamento ECF;

Redação anterior dada à aIínea "a" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
a) 2% (dois por cento) do valor das operações ou prestações, não inferior a R$ 1.000,00 (um mil reais), ao que,
estando obrigado, deixar de utilizar equipamento Emissor de Cupom Fiscal;

Redação originaI:
a) utilizar Equipamento de Controle Fiscal sem autorização da Secretaria da Fazenda;

Nova redação dada à aIínea "b" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

b) 40% (quarenta por cento) do valor da prestação ou da operação, pela emissão de
documento fiscal inidôneo.

Redação originaI:
b) utilizar ou manter, no recinto de atendimento ao público, equipamento que emita cupom ou assemelhado que possa
confundir-se com cupom fiscal;

Nova redação dada à aIínea "c" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

c) R$ 100,00 (cem reais), ao que:

Redação originaI:
c) utilizar ou manter no estabelecimento Equipamento de Controle Fiscal com lacre violado ou cuja forma de lacração
não atenda às exigências da legislação;

Nova redação dada ao item 1 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

1. seccionar bobina de Fita-detalhe, por secção, em hipótese não prevista na legislação;

Redação originaI do item 1 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
1 - seccionar Fita-detalhe, por secção, em hipótese não prevista na legislação do imposto;

Item 2 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

2 - deixar de arquivar em ordem cronológica a leitura dos totalizadores fiscais com redução a
zero dos totalizadores parciais - Redução Z - de equipamento Emissor de Cupom Fiscal, por
equipamento e por dia;

Item 3 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

3 - deixar de elaborar "Mapa-Resumo ECF¨, de escriturar no livro Registro de Saídas ou deixar
de anexar ao Mapa a redução a zero dos totalizadores parciais - Redução Z - e a leitura da Memória
Fiscal, quando exigido, por ocorrência;

Item 4 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

4 - emitir Cupom Fiscal de forma ilegível ou que não atenda a requisitos previstos na legislação
do imposto, por cupom;

Nova redação dada ao item 5 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

5. deixar de emitir, emitir de forma ilegível ou diversa da prevista pela legislação, extraviar,
inutilizar, manter em local não autorizado, ou não exibir, quando exigido, bobina de Fita-detalhe, Leitura
X, Redução Z, Leitura da Memória Fiscal ou Leitura da Memória de Fita-detalhe, por documento;

Redação originaI do item 5 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
5 - deixar de emitir, emitir de forma ilegível ou diversa da prevista pela legislação do imposto, extraviar, inutilizar,
manter em local não autorizado, ou não exibir, quando exigido, Fita-detalhe, Leitura X, Redução Z, Leitura da Memória
Fiscal ou Leitura da Memória de Fita-detalhe, por documento;

6 - Revogado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10.

Redação originaI do item 6 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
6 - deixar de comunicar ao fisco, na forma prevista na legislação do imposto, a entrega a usuário final de equipamento
Emissor de Cupom Fiscal (ECF) novo ou usado, por equipamento;

7 - Revogado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10.

Redação originaI do item 7 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
7 - utilizar impresso destinado à emissão de atestado de intervenção em equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF)
sem autorização do fisco, por impresso;

Nova redação dada ao item 8 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

8. utilizar ou mandar confeccionar impresso destinado à emissão de atestado de intervenção
em equipamento ECF sem autorização do Fisco, ou em modelo diverso daquele aprovado pela
legislação, por impresso;

Redação originaI do item 8 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
8 - mandar confeccionar impresso destinado à emissão de atestado de intervenção em equipamento Emissor de
Cupom Fiscal (ECF) sem autorização do fisco, por impresso, não inferior a R$ 500,00 (quinhentos reais);

Nova redação dada ao item 9 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

9. deixar de entregar ao Fisco os lacres de segurança ou formulários de atestado de
intervenção não utilizados em caso de cessação de atividade, descredenciamento ou qualquer outro
evento, na forma prevista na legislação, por lacre e/ou formulário;

Redação originaI do item 9 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
9 - deixar de entregar ao fisco dispositivo de segurança ou formulário de atestado de intervenção não utilizado em caso
de cessação de atividade, descredenciamento ou qualquer outro evento, na forma prevista na legislação do imposto,
por dispositivo ou formulário.

Item 10 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

10. emitir cupom ou assemelhado que possa ser confundido com cupom fiscal, por cupom ou
assemelhado;

Item 11 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

11. utilizar documento auxiliar de venda sem autorização da Secretaria de Estado da Fazenda,
por documento;

d) Revogada peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Redação anterior dada à aIínea "d" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
d) R$ 200,00 (duzentos reais), ao que:
1 - intervir ou permitir intervenção em equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) sem estar credenciado ou
autorizado para a marca e o modelo do equipamento ou intervir por meio de preposto não autorizado na forma prevista
na legislação do imposto, por intervenção, aplicável tanto ao interventor como ao usuário;
2 - intervir em equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) sem emissão ou entrega de documentos à repartição
fiscal ou sem o registro dos dados por meio eletrônico, na forma exigida na legislação do imposto, por intervenção.

Redação originaI:
d) retirar, extraviar, perder ou der fim a Equipamento de Controle Fiscal sem atender o disposto na legislação;

e) Revogada peIo Decreto 30.013/0, efeitos a partir de 31.05.10

Redação anterior dada à aIínea "e" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
e) R$ 300,00 (trezentos reais), ao que:
1 - emitir atestado de intervenção relativo a equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) consignando informação
falsa ou incorreta, por intervenção.
2 - fornecer informação falsa ou incorreta relativa à intervenção em equipamento Emissor de Cupom Fiscal, por
intervenção;

Redação originaI:
e) alterar o totalizador geral (GT) e/ou totalizadores parciais de Equipamento de Controle Fiscal, em casos não
previstos na legislação;

Nova redação dada à aIínea "f" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

f) R$ 500,00 (quinhentos reais), ao que:

Redação originaI:
f) permitir a intervenção em Equipamento de Controle Fiscal por pessoas não credenciadas junto à Secretaria da
Fazenda;

Item 1 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

1 - deixar de atender às disposições da legislação relativas a alteração ou cessação de uso de
equipamento Emissor de Cupom Fiscal, por equipamento;

Item 2 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

2 - deixar de comunicar ao fisco qualquer mudança relativa aos dados cadastrais do
estabelecimento interventor credenciado, corpo técnico e equipamentos em que esteja autorizado a
intervir, por comunicação omitida;

Nova redação dada ao item 3 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

3. deixar de comunicar ao Fisco a falta ou o rompimento indevido do lacre de segurança físico
interno de proteção dos recursos removíveis da Memória de Fita-detalhe e dos recursos de
armazenamento do software básico, por equipamento;

Redação originaI do item 3 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
3 - deixar de comunicar ao fisco a falta ou o rompimento indevido do dispositivo de segurança físico interno de proteção
dos recursos removíveis de Memória de Fita-detalhe e dos recursos de armazenamento do software básico, por
equipamento;

4- Revogado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Redação originaI do item 4 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
4 ÷ deixar (o fabricante ou importador) de comunicar ao fisco, na forma e no prazo definido na legislação do imposto, a
revogação de atestado de responsabilidade e capacitação técnica para intervir em equipamento Emissor de Cupom
Fiscal;

Item 5 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

5 - praticar qualquer outra irregularidade relativa ao uso de equipamento Emissor de Cupom
Fiscal (ECF) em hipótese não prevista neste inciso;

Item 6 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

6. deixar de comunicar ao Fisco a movimentação de equipamento ECF nos casos definidos na
legislação, por equipamento movimentado e não informado;

Item 7 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

7. deixar de revalidar ou extraviar o Certificado de Registro de ECF sem adotar os
procedimentos previstos na legislação, por documento;

Nova redação dada à aIínea "g" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

g) R$ 1.000,00 (um mil reais), ao que:

Redação originaI:
g) alterar o "hardware¨ ou "software¨ de Equipamento de Controle Fiscal em desacordo com o previsto na legislação ou
parecer de homologação;

Nova redação dada ao item 1 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

1. utilizar ou manter equipamento ECF sem lacre de segurança ou com lacre de segurança
violado, reutilizado, instalado de forma incorreta ou que não seja o legalmente exigido, por lacre;

Redação originaI do item 1 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
1 - utilizar ou manter equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) sem dispositivo de segurança ou com dispositivo de
segurança violado, reutilizado, instalado de forma incorreta ou que não seja o legalmente exigido, por equipamento;

2. Revogado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Redação originaI do item 2 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
2 - alterar, inibir, reduzir ou zerar totalizador, contador, acumulador ou indicador de equipamento Emissor de Cupom
Fiscal (ECF) ou de qualquer outro equipamento de suporte, em casos não previstos na legislação do imposto, por
equipamento, aplicável tanto ao usuário como ao interventor e ao fabricante;

Nova redação dada ao item 3 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

3. utilizar ou manter Programa Aplicativo Fiscal - PAF que possibilite ao equipamento ECF, de
forma diversa da prevista na legislação, a não impressão do registro da operação ou prestação
concomitantemente à captura das informações referentes a cada item, por equipamento;

Redação originaI do item 3 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
3 - utilizar ou manter programa aplicativo que possibilite ao equipamento Emissor de Cupom Fiscal, de forma diversa
da prevista na legislação do imposto, a não impressão do registro da operação ou prestação concomitantemente à
captura das informações referentes a cada item, por equipamento;

Nova redação dada ao item 4 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

4. não possuir ou não disponibilizar ao Fisco função do Programa Aplicativo Fiscal - PAF
necessária à obtenção da Leitura da Memória Fiscal ou Leitura da Memória de Fita-detalhe para o meio
eletrônico, por equipamento, aplicável ao usuário e ao desenvolvedor do Programa Aplicativo Fiscal -
PAF;

Redação originaI do item 4 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
4 - não possuir ou não disponibilizar ao fisco programa aplicativo necessário à obtenção da Leitura da Memória Fiscal
ou Leitura da Memória de Fita-detalhe para o meio eletrônico, caso o equipamento não disponha desse recurso
mediante teclado ou outro dispositivo, por equipamento, aplicável ao usuário, interventor técnico ou fabricante;

Nova redação dada ao item 5 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

5. deixar de fornecer senha ou meio eletrônico que possibilite o acesso ao equipamento, banco
de dados, telas, funções e comandos de Programa Aplicativo Fiscal - PAF, bem como realização de
leitura, consulta e gravação de conteúdo das memórias de equipamento ECF, por equipamento;

Redação originaI do item 5 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
5 - deixar de fornecer senha ou condição de acesso a equipamento, banco de dados, telas, funções e comandos de
programa aplicativo, bem como realização de leitura, consulta e gravação de conteúdo das memórias de equipamento
Emissor de Cupom Fiscal;

Item 6 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06
6 - deixar de apurar o valor das operações e do imposto quando não for possível a leitura pelos
totalizadores, nos casos previstos na legislação do imposto, salvo se da irregularidade decorrer o
descumprimento de obrigação tributária principal;

Nova redação dada ao item 7 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

7. extraviar, inutilizar ou violar lacres de segurança de equipamento ECF, por lacre;

Redação originaI do item 7 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
7 - extraviar, inutilizar ou violar dispositivos de segurança de equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), por
dispositivo;

Nova redação dada ao item 8 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

8. deixar de entregar ou de exibir ao Fisco, quando intimado, cópia-demonstração do Programa
Aplicativo Fiscal - PAF, por intimação;

Redação originaI do item 8 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
8 - deixar de entregar ou de exibir ao Fisco, quando intimado, cópia-demonstração de programas aplicativos, por
intimação;

Nova redação dada ao item 9 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

9. entregar ou exibir ao Fisco, em desacordo com a intimação, cópia-demonstração do
Programa Aplicativo Fiscal - PAF, por intimação;

Redação originaI do item 9 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
9 - entregar ou exibir ao fisco, em desacordo com a intimação, cópia-demonstração de programas aplicativos, por
intimação;

Nova redação dada ao item 10 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

10 - deixar de entregar ao Fisco, quando intimado, arquivos eletrônicos (exceto do SÌNTEGRA),
por intimação;

Nova redação dada ao item 11 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

11 - entregar ao fisco, em desacordo com a legislação tributária, arquivos eletrônicos (exceto
do SÌNTEGRA), por intimação;

12 - Revogado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Redação originaI do item 12 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
12 - entregar ao fisco em desacordo com a legislação tributária ou com a intimação arquivos eletrônicos referentes à
emissão de documentos fiscais e à escrituração de livros fiscais (SÌNTEGRA), por infração;

Nova redação dada ao item 13 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

13. extraviar, inutilizar, manter em local não autorizado ou não exibir, quando exigido, lacre de
segurança ainda não utilizado em equipamento ECF, por lacre;

Redação originaI do item 13 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
13 - extraviar, inutilizar, manter em local não autorizado ou não exibir, quando exigido, dispositivo de segurança ainda
não utilizado em equipamento Emissor de Cupom Fiscal, por dispositivo de segurança;

Nova redação dada ao item 14 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

14. aplicar lacre de segurança em equipamento ECF não homologado pelo Fisco, por
equipamento;

Redação originaI do item 14 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
14 - aplicar dispositivo de segurança em equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) não homologado pelo fisco, por
equipamento;

Item 15 e 16 revogados peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Redação originaI dos itens 15 e 16 acrescentados peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
15 - aplicar dispositivo de segurança que esteja em desacordo com a legislação do imposto, por dispositivo;
16 - concorrer para a utilização de equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) em desacordo com a legislação do
imposto, de modo a possibilitar a perda ou alteração de dados registrados no equipamento, ainda que não resulte em redução das
operações tributáveis, por equipamento;

Nova redação dada ao item 17 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

17. fornecer lacre de segurança ou formulário de atestado de intervenção a não credenciado;

Redação originaI do item 17 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
17 - fornecer dispositivo de segurança ou formulário de atestado de intervenção a não credenciado;

Nova redação dada ao item 18 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

18. fabricar, fornecer, utilizar ou possuir lacre de segurança destinado a equipamento ECF sem
autorização, em desacordo com o protótipo apresentado ao Fisco ou em desacordo com a legislação,
por lacre;

Redação originaI do item 18 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
18 - fabricar, fornecer ou possuir dispositivo de segurança destinado a equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF)
sem autorização, em desacordo com o protótipo apresentado ao fisco ou em desacordo com a legislação do imposto,
por dispositivo de segurança;

Item 19 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

19 - deixar de atualizar versão de software básico em equipamento Emissor de Cupom Fiscal
(ECF) que contiver rotina incompatível com o previsto na legislação do imposto, por equipamento;

Nova redação dada ao item 20 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

20. deixar a empresa desenvolvedora de Programa Aplicativo Fiscal - PAF destinado a
equipamento ECF de substituir, quando intimada pelo Fisco, as versões que contiverem rotinas
prejudiciais aos controles fiscais, por equipamento ECF;

Redação originaI do item 20 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
20 - deixar, a pessoa física ou jurídica desenvolvedora de Programa Aplicativo Fiscal destinado a ECF, de substituir,
quando intimada pelo Fisco, em todos os equipamentos que utilizarem o programa aplicativo, as versões que
contiverem rotinas prejudiciais aos controles fiscais, por equipamento ECF vinculado ao programa aplicativo;

Item 21 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

21 - praticar qualquer outra irregularidade relativa à fabricação, importação, fornecimento ou
intervenção técnica em equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) em hipótese não prevista neste
inciso;

Item 22 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

22. intervir ou permitir intervenção em equipamento ECF sem estar credenciado ou autorizado
para a marca e o modelo do equipamento, ou intervir por meio de preposto não autorizado na forma
prevista na legislação, por intervenção, aplicável tanto ao interventor como ao usuário;

Item 23 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

23. intervir em equipamento ECF sem emissão ou entrega de documentos à repartição fiscal ou
sem o registro dos dados por meio eletrônico, na forma exigida na legislação, por intervenção;

Item 24 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

24. deixar, o fabricante ou importador de equipamento ECF, de comunicar ao Fisco, na forma e
no prazo definidos na legislação, a revogação de atestado de responsabilidade e capacitação técnica
para intervir em equipamento ECF;

Item 25 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

25. não possuir ou deixar de manter no estabelecimento, para acobertar as operações ou
prestações que realizar, documento fiscal e equipamento ECF, quando obrigatório, devidamente
autorizado;

Item 26 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

26. emitir atestado de intervenção relativo a equipamento ECF consignando informação falsa
ou incorreta, por atestado;

Item 27 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

27. reduzir ou mandar reduzir totalizador geral de equipamento ECF, ressalvadas as reduções
por defeito técnico e sua reinicialização, nos casos previstos na legislação, por infração;

Item 28 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

28. deixar, a desenvolvedora de Programa Aplicativo Fiscal - PAF destinado a equipamento
ECF, de observar norma ou procedimento previsto na legislação relativa ao desenvolvimento do
Programa Aplicativo Fiscal - PAF ou decorrente de sua condição de empresa desenvolvedora de
Programa Aplicativo Fiscal - PAF, por infração;

AIínea "h" acrescentada peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

h) R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais), ao que:

1. Revogado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Redação originaI do item 1 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
1 - alterar ou permitir alterar as características de software básico de modo a possibilitar o uso do equipamento Emissor
de Cupom Fiscal (ECF) em desacordo com a legislação do imposto, por equipamento, aplicável tanto ao usuário como
ao interventor;

Nova redação dada ao item 2 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

2. utilizar, desenvolver ou fornecer Programa Aplicativo Fiscal - PAF para uso em equipamento
ECF em desacordo com a legislação, por infração;

Redação originaI do item 2 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
2 - desenvolver, fornecer ou instalar programa aplicativo que possibilite emissão de documentos fiscais e
gerenciamento das respectivas operações ou prestações em desacordo com a legislação do imposto, por infração.

AIínea "i" acrescentada peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

i) R$ 5.000,00 (cinco mil reais), ao que:

Nova redação dada ao item 1 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

1. utilizar equipamento ECF sem autorização do Fisco, por equipamento;

Redação originaI do item 1 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
1 - usar equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) sem autorização do fisco;

Nova redação dada ao item 2 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

2. extraviar, danificar, inutilizar, retirar ou manter fora do estabelecimento, sem autorização do
Fisco, equipamento ECF, sem adotar os procedimentos previstos na legislação, por equipamento;

Redação originaI do item 2 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
2 - extraviar, danificar, inutilizar, retirar ou manter fora do estabelecimento, sem autorização do fisco, equipamento
Emissor de Cupom Fiscal, por equipamento;

Item 3 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

3 - utilizar ou manter, no recinto de atendimento ao público, equipamento que possibilite
registro ou processamento de dados relativo a operações ou prestações, inclusive equipamento com ou
sem emissão de comprovante de pagamento efetuado por meio de cartão de crédito, débito ou similar,
sem que esteja integrado ao sistema de emissão de documentos fiscais ou equipamento Emissor de
Cupom Fiscal, por equipamento;

Nova redação dada ao item 4 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

4. alterar ou mandar alterar as características originais de hardware de equipamento ECF, ou
de seus componentes, de modo a possibilitar o uso do equipamento em desacordo com a legislação, ou
causar perda ou modificação de dados fiscais, por equipamento;

Redação originaI do item 4 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
4 - alterar as características originais de hardware ou de componente de equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF)
em desacordo com a legislação do imposto, por equipamento, aplicável tanto ao usuário como ao interventor;

Nova redação dada ao item 5 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

5. remover, substituir ou permitir a remoção ou substituição de dispositivo de armazenamento
do software básico, da Memória Fiscal ou da Memória de Fita-detalhe de equipamento ECF, sem
observar os procedimentos definidos na legislação, por equipamento;

Redação originaI do item 5 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
5 - remover, substituir ou permitir a remoção ou substituição de dispositivo de armazenamento do software básico, da
Memória Fiscal ou da Memória de Fita-detalhe, sem observar procedimento definido na legislação do imposto, por
equipamento, aplicável tanto ao usuário como ao interventor;

Itens 6, 7 e 8 revogados peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

Redação originaI dos itens 6,7 e 8 acrescentados peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
6 - utilizar equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) cujo software básico não corresponda ao registrado ou
homologado pelo fisco;
7 - deixar de manter ou de entregar ao fisco arquivos eletrônicos referentes à emissão de documentos fiscais e à
escrituração de livros fiscais (SÌNTEGRA), por infração;
8 - por manter em desacordo com a legislação tributária arquivos eletrônicos referentes à emissão de documentos
fiscais e à escrituração de livros fiscais (SÌNTEGRA), por infração;

Nova redação dada ao item 9 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

9. utilizar ou manter, no recinto de atendimento ao público, equipamento não autorizado pelo
Fisco, que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações ou prestações, ou a
emissão de documento que possa ser confundido com documento fiscal, por equipamento;

Redação originaI do item 9 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
9 - utilizar ou manter, no recinto de atendimento ao público, equipamento que emita cupom ou assemelhado que possa
confundir-se com o cupom fiscal;

Item 10 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

10 - inicializar equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) não autorizado pelo fisco, por
equipamento;

Nova redação dada ao item 11 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

11. instalar lacre de segurança em equipamento ECF de modo a possibilitar o acesso à placa
de controle fiscal ou memória do equipamento sem o rompimento do lacre, por equipamento;

Redação originaI do item 11 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
11 - instalar dispositivo de segurança em equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) de modo a possibilitar o acesso
à placa de controle fiscal ou memória do equipamento sem o rompimento do dispositivo, por equipamento;

Nova redação dada ao item 12 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.5.10

12. fabricar, fornecer ou utilizar equipamento ECF, cujo software básico não corresponda ao
registrado ou ao homologado pelo Fisco, por equipamento;

Redação originaI do item 12 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
12 - fabricar ou fornecer equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) cujo software básico não corresponda ao
registrado ou homologado pelo fisco, por equipamento;

Item 13 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06.

13 - fornecer equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) que não preencha os requisitos
exigidos pela legislação do imposto, por equipamento;

Nova redação dada ao item 14 peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

14. desenvolver, fornecer, instalar, alterar ou utilizar software ou lacre que possibilite o uso
irregular de equipamento ECF, por equipamento;

Redação originaI do item 14 acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
14 - desenvolver, fornecer, instalar, alterar ou utilizar software ou dispositivo que possibilite o uso irregular de
equipamento Emissor de Cupom Fiscal, por equipamento;

Item 15 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

15. alterar ou mandar alterar as características de software básico ou de Programa Aplicativo
Fiscal - PAF destinado a equipamento ECF, de modo a possibilitar o uso do equipamento em desacordo
com a legislação, por equipamento;

Item 16 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

16. deixar de entregar, entregar em desacordo com a legislação ou em desacordo com a
intimação do Fisco, ou deixar de manter ou manter em desacordo com a legislação, arquivos eletrônicos
referentes à emissão de documentos fiscais e à escrituração de livros fiscais, por infração;

Item 17 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

17. desenvolver, fornecer, instalar ou utilizar software ou dispositivo em equipamento ECF que
possibilite seu uso irregular, resultando em omissão de operações e prestações realizadas ou em
supressão ou redução de valores dos acumuladores, por equipamento;

Item 18 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

18. remover, substituir ou permitir a remoção ou a substituição de dispositivo de
armazenamento de software básico ou da memória fiscal de bomba para abastecimento de
combustíveis ou de instrumento de medição de volume, sem observar procedimento definido na
legislação, por equipamento;

Item 19 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

19. deixar de utilizar ou utilizar em desacordo com a legislação, mecanismos de medição de
volume exigidos e controlados pelo Fisco, nos prazos previstos em regulamento ou quando intimado,
por equipamento;

Item 20 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

20. deixar de fornecer no prazo previsto neste Regulamento, ou quando intimado pelo Fisco,
ou por fornecer em desacordo com a legislação ou com a intimação, informações sobre as operações e
prestações realizadas por estabelecimento de contribuinte cujos pagamentos sejam realizados por meio
de seus sistemas de crédito, débito ou similares, por infração cometida pela administradora de cartão de
crédito, de débito ou similar;

Item 21 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

21. alterar, inibir, reduzir ou zerar totalizador, contador, acumulador ou indicador de
equipamento ECF ou de qualquer outro equipamento de suporte, em casos não previstos na legislação,
por equipamento, aplicável tanto ao usuário como ao interventor e ao fabricante;

Incisos XLVI a LIII revogados peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

Redação originaI:
XLVÌ - duas mil e quinhentas UFÌR ao estabelecimento usuário de Equipamento de Controle Fiscal que:
a) não possua o programa aplicativo necessário para obtenção da leitura da memória fiscal para o meio magnético;
b) interligar Equipamento de Controle Fiscal não interligado entre si ou a equipamento eletrônico de processamento de
dados, sem a devida autorização da Secretaria da Fazenda ou do parecer de homologação do equipamento;
c) deixar de relacionar no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência, modelo 6, a
decodificação dos produtos e/ou serviços comercializados, nos casos previstos na legislação;
XLVÌÌ - mil UFÌR, por lacre, ao estabelecimento usuário de Equipamento de Controle Fiscal que:
a) extraviar, perder ou inutilizar lacre aposto em Equipamento de Controle Fiscal;
b) fabricar, possuir ou utilizar lacre falso ou de terceiros em Equipamento de Controle Fiscal;
c) extraviar ou inutilizar lacre ainda não usado, bem como não exibi-lo à autoridade fiscal, quando solicitado;
XLVÌÌÌ - cento e vinte UFÌR, por documento, sem prejuízo da apreensão e/ou arbitramento previsto na legislação ao
estabelecimento usuário de Equipamento de Controle Fiscal que:
a) emitir cupom ou assemelhado que possa confundir-se com cupom fiscal;
b) emitir cupom fiscal, através de Equipamentos de Controle Fiscal interligados entre si ou a equipamento eletrônico
de processamento de dados, que deixe de identificar corretamente a mercadoria e/ou serviço, o valor da operação ou
prestação e a respectiva situação tributária;
c) emitir cupom fiscal através de Equipamento de Controle Fiscal que deixe de identificar, através do departamento
e/ou totalizador parcial, a situação tributária da mercadoria e/ou serviços;
d) deixar de emitir e/ou arquivar em ordem cronológica a Redução Z;
e) deixar de emitir ao final de cada período de apuração a Leitura da Memória Fiscal;
f) deixar de arquivar em ordem cronológica ou extraviar o Mapa Resumo de Caixa ou outros previstos na legislação;
g) deixar de efetuar a Leitura X quando o Equipamento de Controle Fiscal estiver inativo ou sem uso;
h) deixar de arquivar em ordem cronológica, pelo prazo previsto na legislação, outro documento que acoberte
operação ou prestação de saída não sujeita ao ÌCMS;
i) deixar de registrar o valor de cada unidade de mercadoria ou serviço comercializados ou produto obtido pela
multiplicação daquele pela respectiva quantidade, respeitadas as exigências previstas na legislação;
XLÌX - mil UFÌR ao credenciado, revendedor, fabricante, comerciante ou assistente técnico de equipamento de uso
fiscal que:
a) efetuar intervenção em Equipamento de Controle Fiscal sem a emissão do respectivo atestado, por intervenção;
b) deixar de lavrar no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência, modelo 6, termo de
recebimento de lacres;
c) deixar de entregar à Secretaria da Fazenda o estoque de lacres e formulários de Atestado de Ìntervenção não
utilizados, quando ocorrer baixa, cessação de atividade, descredenciamento ou alteração do número de inscrição
estadual;
d) deixar de solicitar atualização de credenciamento quando da alteração de dados cadastrais;
e) deixar de entregar à Secretaria da Fazenda, no prazo regulamentar, comunicação de venda de Equipamento de
Controle Fiscal, por equipamento;
L - cinco mil UFÌR ao credenciado, revendedor, fabricante ou comerciante de equipamentos de uso fiscal que:
a) intervier em Equipamento de Controle Fiscal sem possuir atestado de capacitação técnica específico para o
equipamento, fornecido pelo fabricante e o respectivo credenciamento pela Secretaria de Fazenda, sem prejuízo da
perda do credenciamento;
b) confeccionar ou utilizar formulários destinados à emissão de Atestado de Ìntervenção em Equipamento de Controle
Fiscal, sem a autorização da Secretaria de Fazenda, ou em outro modelo diverso daquele aprovado pela legislação;
c) deixar de inicializar a Memória Fiscal, com a gravação do CNPJ/MF e do CCA, na saída do revendedor ou
fabricante para o usuário final, sem prejuízo do arbitramento e apreensão do equipamento;
LÌ - cento e vinte UFÌR, por documento, ao estabelecimento usuário de sistema eletrônico de processamento de dados
que:
a) utilizar formulário com numeração única em mais de um estabelecimento sem a prévia autorização do Fisco;
b) emitir documento fiscal em desacordo com o previsto na legislação ou autorização do Fisco;
c) deixar de incluir no sistema, documento fiscal emitido por outro meio;
d) imprimir e emitir, simultaneamente, documento fiscal sem a utilização do formulário de segurança previsto na
legislação;
e) imprimir e emitir, simultaneamente, documento fiscal em desacordo com a legislação pertinente ou sem a
autorização do Fisco;
f) apresentar declaração conjunta inidônea do contribuinte e do responsável pelos programas aplicativos;
LÌÌ - mil UFÌR, por arquivo magnético, ao estabelecimento usuário de sistema eletrônico de processamento de dados
que:
a) não entregar ao Fisco o arquivo magnético ou listagem no prazo previsto na legislação;
b) não conservar, pelo prazo legal, arquivo magnético com os registros fiscais de acordo com o previsto na legislação;
LÌÌÌ - cinco mil UFÌR ao fabricante de formulário de segurança que:
a) fabricar formulário de segurança sem estar credenciado pela COTEPE/ÌCMS, por unidade;
b) fabricar formulário de segurança sem os requisitos previstos na legislação pertinente, por unidade;
c) deixar de informar ao Fisco a numeração e seriação de cada lote de formulário de segurança, por lote;

LÌV - Revogado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

Nova redação dada ao .,5:9do inciso LIV peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06
LÌV - 500 (quinhentos reais) ao estabelecimento usuário de equipamento que emita/imprima documento fiscal que:

Redação originaI:
LÌV - quinhentas UFÌR ao estabelecimento usuário de equipamento que emita/imprima documento fiscal que:

Nova redação dada à aIínea "a" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06
a) não revalidar, por equipamento, o Certificado de Registro de equipamento Emissor de Cupom Fiscal ( ECF) no prazo
previsto na legislação;

Redação originaI:
a) não revalidar o Certificado de Registro de Equipamento de Controle Fiscal no prazo previsto na legislação;

Nova redação dada à aIínea "b" peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06
b) extraviar o Certificado de Registro de equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) sem adotar os procedimentos
previstos na legislação;

Redação originaI:
b) extraviar o Certificado de Registro de Equipamento de Controle Fiscal sem adotar procedimento determinado pela
legislação;

Redação originaI das aIíneas "c" a "f" revogadas peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06:
c) utilizar Equipamento de Controle Fiscal sem clichê ou com clichê ilegível, por equipamento;
d) cancelar item de cupom ou cupom fiscal sem observância do procedimento previsto na legislação, por cupom fiscal
ou item cancelado;
e) deixar de encaminhar ao Fisco, no prazo previsto na legislação, Atestado de Ìntervenção emitido, por atestado;
f) deixar de comunicar ao Fisco a substituição do responsável pelos programas aplicativos, no caso de usuário de
processamento eletrônico de dados;

Redação originaI:
g) deixar de enfeixar as vias dos documentos e livros fiscais, no prazo e condição previsto na legislação, por
documento ou livro;
h) escriturar, via processamento de dados, livro fiscal em desacordo com a legislação, por livro;
i) deixar de enfeixar a lista de código de emitentes e tabela de código de mercadorias juntamente com o livro a que se
referir, por livro ou tabela;
j) deixar de solicitar a alteração ou cessação de uso de sistema eletrônico de processamento de dados no prazo e
condições previstos na legislação;

Nova redação dada ao inciso LV peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

LV ÷ 5% (cinco por cento) do valor da mercadoria na hipótese prevista no § 4.° do art. 139, sem
prejuízo da cobrança do imposto, limitado a R$5.000,00 (cinco mil reais), quando se tratar de
mercadorias ou bens imunes, isentos ou considerados já tributados até o consumidor final, ou destinados
ao ativo permanente;

Redação anterior dada ao inciso LV peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
LV ÷ 5% (cinco por cento) do valor da operação na hipótese de infração ao disposto no § 4º do art. 139, sem prejuízo
da cobrança do imposto;

Redação originaI:
LV ÷ dez por cento do valor da mercadoria, nas operações de entrada, quando não tributada, isenta ou considerada já
tributada, nas hipóteses previstas no § 2° do art. 139, não inferior a cento e vinte UFÌR.

Nova redação dada ao inciso LVI peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

LVÌ ÷ 10% (dez por cento) do valor da mercadoria:

Redação originaI do inciso LVI acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.1.01:
LVÌ ÷ 5% (cinco por cento) do valor da operação na hipótese de infração ao disposto no § 4º do art. 139, sem prejuízo
da cobrança do imposto;

Nova redação dada à aIínea "a" peIo Decreto 30.013/10, efeitos 31.05.10

a) nas hipóteses previstas no § 2.º do art. 139, limitado a R$5.000,00 (cinco mil reais), quando
se tratar de mercadorias ou bens imunes, isentos ou considerados já tributados até o consumidor final,
ou destinados ao ativo permanente;

Redação originaI da aIínea "a" acrescentada peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06:
a) nas operações de entrada quando não tributada, isenta ou considerada já tributada nas hipóteses previstas no § 2º,
do art. 139, não inferior a R$ 150,00;

AIínea "b" acrescentada peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

b) ao transportador que não comprovar a saída do Estado da mercadoria em trânsito pelo
território amazonense, ou promover a sua circulação desacompanhada do documento de controle
previsto na legislação.

Inciso LVII acrescentado peIo Decreto 21.616/2000, efeitos a partir de 1º.1.01

LVÌÌ ÷ 25% (vinte e cinco por cento) do valor da mercadoria, quando esta se encontrar em
entreposto, porto, aeroporto ou terminal não credenciado nos termos do art. 38, § 4º, sem prejuízo da
sua apreensão.

Inciso LVIII acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

LVÌÌÌ ÷ R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais) ao transportador que promover a circulação da
mercadoria, procedente de outra unidade da Federação e destinada a contribuinte localizado neste
Estado, pelo Posto Fiscal da Secretaria da Fazenda desacompanhada do Conhecimento de Transporte
ou da Guia do ÌCMS relativo à prestação, emitido ou paga, respectivamente, na unidade federada de
origem.

Nova redação dada ao Inciso LIX peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

LÌX ÷ ao que não entregar à Secretaria de Estado da Fazenda, na forma e no prazo
estabelecidos na legislação, os arquivos eletrônicos de que trata o Convênio ÌCMS 57, de 28 de junho de
1995, hipótese em que será aplicada a multa de:

Redação anterior dada ao Inciso LIX peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06
LÌX ÷ ao que não entregar à Secretaria de Estado da Fazenda, no prazo e forma previstos na legislação, os arquivos
magnéticos dos dados relativos ao livro de inventário, hipótese em que será aplicada a multa de:

a) R$ 30.000,00 (trinta mil reais), quando se tratar de indústria incentivada pela Política de
Ìncentivos Fiscais do Estado, indústria de refino de petróleo, indústria de bebidas, indústria de cimento,
distribuidoras de combustíveis, lojas de departamentos, supermercados e comerciantes atacadistas;
b) R$ 15.000,00 (quinze mil reais), nos demais casos.

Inciso LX acrescentado peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06

LX ÷ ao que deixar de entregar à Secretaria de Estado da Fazenda, na forma e prazo previstos
neste regulamento ou em norma complementar, por documento, declaração ou demonstrativo referente
à apuração periódica do imposto, hipótese em que será aplicada a multa de:

a) R$ 3.000,00 (três mil reais), quando se tratar de indústria incentivada pela Política de
Ìncentivos Fiscais do Estado, indústria de refino de petróleo, indústria de bebidas, indústria de cimento,
distribuidoras de combustíveis, lojas de departamentos, supermercados, comerciantes atacadistas,
prestadores de serviços de transporte e de comunicação e fornecedores de energia elétrica;
b) R$ 1.000,00 (um mil reais), nos demais casos.

Inciso LXI acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

LXÌ - R$5.000,00 (cinco mil reais), ao transportador de combustíveis que circular sem os lacres
exigidos pela legislação específica, por compartimento;

Inciso XLII acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

LXÌÌ - R$5.000,00 (cinco mil reais), ao que não possuir, não apresentar ou utilizar instrumentos
de coleta e medição de petróleo e combustíveis inadequados ou apresentando defeito de funcionamento;

Inciso XLIII acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

LXÌÌÌ - 10% (dez por cento) do valor da mercadoria, limitado a R$5.000,00 (cinco mil reais), ao
contribuinte que:

a) não emitir o Passe Fiscal Ìnterestadual por ocasião da saída do Estado do Amazonas;

b) deixar de promover a baixa no Estado de destino, inclusive quando o Estado do Amazonas
tiver sido registrado como a última passagem da mercadoria, no momento em que se identificar o veículo
transportador sem a mercadoria objeto do Passe Fiscal Ìnterestadual;

c) deixar de registrar o trânsito da mercadoria pelo Estado do Amazonas, no Passe Fiscal
Ìnterestadual, no momento da entrada no território estadual ou na primeira unidade de fiscalização do
percurso;

Inciso XLIV acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

LXÌV - 1% (um por cento) sobre os valores existentes no Registro Tipo 50, previsto no Manual
de Orientação do Convênio ÌCMS 57, de 28 de junho de 1995, na hipótese de omissão de informações
relativas às operações de entradas e saídas no arquivo eletrônico entregue à Secretaria de Estado da
Fazenda;

Inciso XLV acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

LXV ÷ utilizar sistema eletrônico de processamento de dados para escrituração ou emissão de
livros e documentos fiscais em desacordo com o disposto na legislação:

a) R$500,00 (quinhentos reais) por formulário, documento ou livro utilizado, emitido ou
escriturado em desacordo com a legislação;
b) R$5.000,00 (cinco mil reais), ao que não possuir ou deixar de manter no estabelecimento,
equipamento destinado a emitir e/ou imprimir documentos fiscais por processamento eletrônico de
dados, quando usuário do sistema;
c) R$5.000,00 (cinco mil reais), ao que deixar de entregar ou de exibir ao Fisco, nos prazos
previstos na legislação ou na intimação, senha ou meio eletrônico que possibilite o acesso a
equipamento ou banco de dados, bem como à documentação de sistema e de suas alterações,
contendo as indicações previstas na legislação relativamente ao sistema de processamento eletrônico
para escrituração ou emissão de livros e documentos fiscais, por infração;
d) R$3.000,00 (três mil reais), por infração, nas demais hipóteses;

V 1° O disposto no inciso ÌÌ deste artigo compreende, inclusive, a utilização do crédito do
imposto relativo a mercadorias que não tenham entrado efetivamente no respectivo estabelecimento ou
relativo a mercadorias não destinadas ao estabelecimento.

V 2° Não se aplicará a penalidade prevista no inciso XXXÌV, "a¨, se a primeira via da Nota
Fiscal consignar a data da saída.

V 3° Não se aplicará cumulativamente a penalidade a que se refere:
a) o inciso Ì, nas hipóteses dos incisos ÌÌ, XÌ, XÌÌÌ, XÌV e XVÌ;
b) o inciso XÌ, nas hipóteses dos incisos ÌÌÌ, VÌÌÌ e ÌX.

Nova redação dada ao V 4º peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

V 4.º As multas previstas nos incisos XVÌÌ, XXXÌ, XXXÌÌ, LÌX e LXÌ serão aplicadas em dobro
caso o contribuinte já tenha sido autuado e desatenda a intimação para apresentação dos livros,
documentos e elementos necessários ao exame fiscal ou contábil.

Redação originaI:
V 4° As multas previstas nos incisos XXXÌ e XXXÌÌ serão aplicadas em dobro caso o contribuinte já tenha sido autuado
e desatender intimação fiscal para apresentação dos livros, documentos e elementos necessários ao exame fiscal ou
contábil.

Nova redação dada aos V 5º peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V 5º As multas previstas neste artigo serão reduzidas em 25% (vinte e cinco por cento) de seu
valor, caso o contribuinte efetue o pagamento, dentro do prazo de defesa, do total do débito constante do
respectivo processo, renunciando expressamente o direito de defesa.

Redação originaI:
V 5º As multas previstas nos incisos Ì a XÌÌÌ deste artigo serão reduzidas em vinte e cinco por cento de seu valor, se o
contribuinte efetuar o pagamento dentro do prazo de defesa, do total do débito constante do respectivo processo,
renunciando expressamente ao direito de defesa.

Nova redação dada ao V 6º peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V 6º As multas previstas neste artigo serão reduzidas em 25% (vinte e cinco por cento) de seu
valor, caso o contribuinte requeira parcelamento dentro do prazo de defesa, fazendo prova, na
oportunidade, do recolhimento de, no mínimo, 10% (dez por cento) do total do débito.

Redação originaI:
V 6° As multas previstas nos incisos Ì a XÌÌÌ deste artigo serão reduzidas em vinte e cinco por cento de seu valor se o
contribuinte requerer o parcelamento dentro do prazo de defesa, fazendo prova, na oportunidade, do recolhimento de
no mínimo dez por cento do total do débito.

Nova redação dada ao .,5:9do V 7º peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V 7º Em substituição a redução tratada nos §§ 5° e 6° e nas hipóteses a seguir, a multa prevista
no inciso Ì será reduzida em 50% (cinqüenta por cento) caso o contribuinte efetue o pagamento ou
requeira parcelamento dentro do prazo de defesa, renunciando expressamente o direito de defesa:

Redação originaI:
V 7° Em substituição a redução tratada nos §§ 5° e 6° e nas hipóteses a seguir, a multa prevista no inciso Ì deste artigo
será reduzida em setenta e cinco por cento, caso o contribuinte efetue o pagamento ou requeira parcelamento dentro
do prazo, renunciando expressamente ao direito de defesa:

Ì - imposto notificado, nas operações sujeitas ao regime de antecipação, na entrada no
estabelecimento de contribuinte de mercadoria ou bem oriundo de outra unidade da Federação,
destinado a comercialização, industrialização, consumo ou ativo permanente, ou no desembaraço
aduaneiro de mercadoria ou bem importado do exterior;
ÌÌ - imposto previamente declarado através da Declaração de Apuração Mensal do ÌCMS -
DAM, perante à Secretaria da Fazenda;
ÌÌÌ - parcela mensal do imposto fixado através do regime de estimativa.

V 8° Ressalvados os casos expressamente previstos, a imposição de multas para uma
infração não exclui a aplicação de penalidades fixadas para outras infrações, porventura verificadas.

Nova redação dada ao V 9º peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V 9° Em nenhuma hipótese a multa prevista neste artigo poderá ser de valor inferior a R$
100,00 (cem reais).

Redação originaI:
V 9° Em nenhuma hipótese a multa aplicada será de valor inferior a sessenta UFÌR.

Nova redação dada ao V 10 peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.1.06

V 10. A multa prevista no inciso XÌ, deste artigo, não poderá ser inferior ao valor de R$ 300,00
(trezentos reais).

Redação originaI:
V 10. A multa prevista no inciso XÌ deste artigo não poderá ser inferior ao valor de trezentas UFÌR.

Parágrafo 11 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

V 11. A multa prevista no inciso XXXÌÌ aplica-se em dobro em caso de reincidência, limitada a
R$40.000,00 (quarenta mil reais).

Parágrafo 12 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

V 12. As multas previstas nos incisos LXV serão aplicadas em dobro, a cada caso de
reincidência, limitada a cinco vezes o valor inicial, por arquivo, considerando a periodicidade de entrega
mensal.

Parágrafo 13 acrescentado peIo Decreto 30.013/10, efeitos a partir de 31.05.10

V 13. Na hipótese de existirem, para o fato imputável, mais de uma penalidade prevista, aplicar-
se-á a mais favorável ao contribuinte.

Art. 383. As operações de saída com mercadorias ou bens destinados a outro Município,
unidade da Federação ou exterior somente poderão sair do território do Município, se a documentação
fiscal for previamente desembaraçada na repartição fiscal competente, sob pena de apreensão e
aplicação de multa de valor equivalente a cinco por cento do preço corrente da mercadoria ou bem.

Art. 384. O pagamento da multa não exime o infrator do cumprimento das exigências
regulamentares que a tiverem determinado.

Art. 385. Os que, antes de qualquer procedimento fiscal, procurarem espontaneamente a
repartição fazendária competente, para sanar irregularidade, serão atendidos independentemente de
penalidade, salvo se tratar de falta de recolhimento do imposto, caso em que será aplicado o disposto
no art. 381.

Art. 386. Revogado peIo Decreto 21.616/00, a partir de 1º.1.01

Redação originaI:
Art. 386. O débito relativo ao imposto, à multa e aos acréscimos legais, fica sujeito à atualização monetária de seu
valor.
§ 1° O valor atualizado monetariamente será o resultado da multiplicação do coeficiente, obtido com a divisão do
valor da UFÌR na data em que se efetivar o pagamento pelo valor da UFÌR da data em que o débito deveria ter sido
pago, pelo valor nominal do imposto.
§ 2° A atualização monetária será devida a partir do mês em que o débito deveria ter sido pago, assim entendido:
Ì - o mês do vencimento do prazo normal para pagamento quando se tratar de:
a) imposto declarado ou apurado pelo contribuinte;
b) parcela de imposto devido por estimativa;
c) imposto espontaneamente denunciado pelo contribuinte, relativamente a fatos identificados na sua escrita;
ÌÌ - o mês em que ocorreu o fato motivador da cobrança, nos demais casos.
§ 3° Na hipótese de não ser possível determinar o mês em que o imposto deveria ter sido pago, será adotado
como índice, para efeito de atualização monetária, a média aritmética simples dos índices que correspondam aos
meses que estejam compreendidos no período de verificação abrangido pelo exame fiscal.
§ 4° As parcelas relativas a multa e juros de mora incidem sobre o valor do imposto atualizado.

Art. 387. Dá-se por ajustada a diferença de recolhimento do imposto ou penalidade desde que
seja de valor inferior a um real.

Art. 388. A penalidade prevista no inciso XX do art. 382 somente se aplica ao contribuinte que
comprovar, mediante o confronto das escritas fiscais dos dois estabelecimentos, não ter havido falta de
recolhimento do imposto, caso em que ficará sujeito a penalidade estabelecida no inciso Ì do mesmo
artigo.

CAPÍTULO XIX
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 389. Os prazos fixados neste Regulamento serão contínuos, excluindo-se da sua
contagem o dia de início e incluindo-se o do vencimento.

Parágrafo único. Os prazos só se iniciam ou vencem em dia de expediente normal da
repartição em que corra o processo ou deva ser praticado o ato.

Art. 390. A apropriação indébita do produto da cobrança do imposto na hipótese de
substituição tributária, sujeitará o responsável legal à ação criminal cabível, salvo se pago o débito
espontaneamente antes da decisão proferida em processo administrativo, quando instaurado.

Parágrafo único. A ação penal será iniciada por meio de representação da Procuradoria Geral
do Estado à qual a autoridade de primeira instância ou o Conselho de Recursos Fiscais, em caso de
recurso, estarão obrigados a encaminhar as peças principais do feito, destinadas a comprovar a
existência do crime, dez dias após a decisão final, condenatória, proferida na esfera administrativa, sob
pena de responsabilidade.

Art. 391. A Secretaria da Fazenda poderá:

Ì - submeter contribuintes ao regime de recolhimento do imposto por estimativa ou a regime
especial segundo as normas e nas condições que fixar, sempre que os interesses do Fisco exigirem,
respeitando o princípio da não-cumulatividade;
ÌÌ - submeter a regimes especiais de apuração, recolhimento do imposto, escrituração de livros
ou emissão de documentos fiscais, determinado contribuinte, mediante celebração de acordo ou a
determinado ramo de atividade, quando se fizer conveniente para o Fisco;
ÌÌÌ - instituir sistema de antecipação de imposto e regime de retenção de imposto na fonte, em
relação a determinada mercadoria ou ramo de atividade econômica;
ÌV - fixar a margem de valor agregado de que trata o inciso ÌÌÌ do art. 111 deste Regulamento;
V - transferir, para o adquirente, a responsabilidade pelo recolhimento do imposto devido pela
saída promovida por contribuinte de determinado ramo de atividade;
VÌ - estabelecer casos de suspensão de recolhimento do imposto, por determinado período,
nas operações ou prestações praticadas por produtores agropecuários.

Art. 392. Fica convalidada:

Ì - a aplicação da redução da base de cálculo do ÌCMS na forma prevista no item ÌÌÌ da
Resolução n° 003/95-CODAM, de 28 de dezembro de 1995;
ÌÌ ÷ a manutenção de crédito fiscal relativo às operações realizadas sob a égide do Convênio
ÌCMS 23, de 21 de março de 1997.

Art. 393. A Secretaria da Fazenda fica autorizada a disciplinar qualquer matéria de que trata o
presente Regulamento, através de expedição de normas.

ANEXO I

ITEM MERCADORIAS/DIFERIMENTO

1
Nova redação dada ao item 1 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

Produtos agropecuários e pinto de um dia.

O Vide Convênio ÌCMS 100/97

Redação originaI:
1 - Carne verde promovida por produtor não-inscrito no CCA.


2


Nova redação dada ao item 2 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

Fornecimento de refeições prontas.

O Vide Convênio ÌCMS 9/93.

Redação originaI:.
2 - Fornecimento de refeições a estabelecimentos comercial, industrial ou produtor, destinadas a consumo por
parte de seus empregados.

3 Gado em pé.

O Vide RÌCMS art. 109, ÌÌ, "a¨, e § 17.

4 Leite fresco, pasteurizado ou não.

O Vide Convênio ÌCM 07/77 e § 16, do art. 109, do RÌCMS/99.


5
Nova redação dada ao item 5, peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.2004.

Matérias-primas e/ou insumos industriais importados do exterior e o combustível derivado de
petróleo destinado à produção de energia elétrica, exceto o gás natural.

O Vide art. 109, § 6º do RÌCMS: aplica-se somente a matéria-prima ou insumo importado sob amparo da Lei
2.390/96

Redação originaI:
Matérias-primas e/ou insumos industriais importados do exterior.

6 Papel usado e aparas de papel, sucatas de metais, retalhos, fragmentos, resíduos de
plástico ou de tecidos.

O Vide de art. 109, § 18 do RÌCMS/99.


7

Nova redação dada ao item 7, peIo Decreto nº 21.616, de 2000, efeitos a partir de 1º.01.01

Ração balanceada, subprodutos ou derivados de trigo, concentrados e similares.
Pescado, aves e polpas de frutas, quando produzidos no Estado.

O Vide art. 109, § 16 do RÌCMS/99

Redação originaI:
7 - Pescado, aves, frutas frescas, polpas de frutas, hortaliças, legumes e ovos quando produzidos neste Estado.


8
Nova redação dada ao item 8, peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01.

Areia, pedra, barro, seixo e demais produtos in natura, exceto petróleo e gás natural.

O Vide Pauta de Preços Mínimos.

Redação originaI:
8 - Produtos agropecuários e pintos de um dia.

9 Produtos in natura, exceto petróleo e gás natural.

O Vide art. 322, do RÌCMS/99

10 Produtos do setor primário, produzidos pelo produtor primário.
ITEM MERCADORIAS/DIFERIMENTO

O Vide art. 330, ÌÌÌ, do RÌCMS/99.


ANEXO II

ITEM MERCADORIAS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
% DE
AGREGADO
1 Água mineral.

O Vide Protocolos ÌCMS 11/91 e 30/99.
O Vide Protocolo ÌCMS 15/91, com efeitos até 08.04.03.

20%

2
Nova redação dada ao item 2 peIo Decreto 25.282/05, efeitos a partir de 01.09.05

Bebidas alcoólicas, inclusive cervejas e choppes, exceto o disposto no item 24.

O Vide Decreto nº 20.600/99, relativo a bebidas alcoólicas.
O Vide: Protocolos 11/91; 30/99 e Protocolo ÌCMS 10/92
O Vide § 1º, do art. 114, do RÌCMS/99, relativo a cerveja em lata, cujo percentual é 50%.
O Vide DECRETO nº 23.228, de 13.1.03.

Redação originaI:
2-Bebidas alcoólicas, inclusive cervejas e choppes..............................................................120%

120%
3 Cigarros, cigarrilhas, charutos, fumos industrializados e papel para cigarro.

O Vide Convênio ÌCMS 37/94

50%
4 Cimentos

O Vide Convênio 65/88; Protocolo ÌCM 20/87; Protocolos ÌCMS 06/90 e 08/94

30%
5 Discos fonográficos, fitas virgens ou gravadas, "compact disc" - CD e "Laser disc¨.

O Vide Protocolo ÌCMS 19/85

25%

6
Nova redação dada ao item 6 peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04.

Farinha de trigo e semolina.

O Vide §§ 2º, 5º e 6º do art. 118, do RÌCMS/99 (Antecipação).
O Vide Protocolo ÌCMS 46/00, que dispõe sobre a harmonização da ST, nas operações com
trigo em grão e farinha de trigo, pelos Estados signatários, integrantes das Regiões Norte e
Nordeste.
O Em relação a TRÌGO vide Protocolo ÌCMS 06/90 (AM com destino a RR)

Redação originaI:
Farinhas de trigo de qualquer tipo e semolinas em embalagem superior a 1 kg.


30%

7
Item 7 revogado peIo Decreto 30.014/10, efeitos a partir de 1º.07.10

Redação anterior dada ao item 7 peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04
Ração balanceada, subprodutos ou derivados de trigo, concentrados e similares.

O Vide §§ 2º, 5º e 6º do art. 118, do RÌCMS/99 (Antecipação).

Redação originaI:
Farinhas de trigo de qualquer tipo e semolinas em embalagem de 1 kg.

30%
8 Filmes fotográficos e cinematográficos e "slides¨.

O Vide Protocolo ÌCMS 15/85

40%


9

Nova redação dada ao item 9 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

Gasolina automotiva e álcool anidro

O Vide Convênio ÌCMS 03/99
O Vide Decretos 19.945/99

Redação originaI:
9 - Gasolina automotiva e álcool anidro. ................. 124,07%

91,49%
ITEM MERCADORIAS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
% DE
AGREGADO
10 Gás liqüefeito de petróleo

O Vide Convênio ÌCMS 03/99
O Vide Decretos 19.945/99

253,62%

11
Nova redação dada ao item 11 peIo Dec. 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

Óleo diesel e biodiesel.

O Vide Convênio ÌCMS 03/99
O Vide Decretos 19.945/99
O Vide §§ 5º e 6º do art. 118, do RÌCMS/99 (Antecipação).
O Vive Convênio ÌCMS 58/96, isenção na saída de óleo diesel para embarcação pesqueira.

Redação originaI
11 - Óleo diesel .................................................................................................................... 45,59%

45,59%


12
Nova redação dada ao item 12 peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

Lubrificantes, derivados ou não de petróleo, aditivos, agentes de limpeza,
anticorrosivos, desengraxantes, desinfetantes, fluidos, graxas, removedores,
exceto o classificado no código 3814.00.0000 da NBM/SH e óleos de têmpera,
protetivos e para transformadores, para uso em aparelhos, equipamentos,
máquinas, motores e veículos, bem como aguarrás, classificadas no código
27.10.00.9902 da NBM/SH.

O Vide Convênio ÌCMS 03/99
O Vide Decretos 19.945/99 e 22.564/02

Redação originaI:
12 - Lubrificantes, derivados ou não de petróleo, inclusive álcool carburante, aditivos, agentes de
limpeza, anticorrosivos, desengraxantes, desinfetantes,, fluidos, graxas, removedores, exceto o
classificado no código 3814.00.0000 da NBM/SH e óleos de têmpera, protetivos e para
transformadores, para uso em aparelhos, equipamentos, máquinas, motores e veículos, bem como
aguarrás, classificadas no código 27.10.00.9902 da NBM/SH.........................................30%

30%
13 Ìsqueiros, lâminas e aparelhos de barbear descartáveis.

O Vide Protocolo ÌCMS 16/85

30%
14 Lâmpadas elétricas.

O Vide Protocolo ÌCMS 17/85

40%
15 Mercadorias comercializadas pelo sistema de "marketing¨ direto destinadas a
revendedores não ÷ inscritos.

O Vide Convênio ÌCMS 45/99 (operações internas)

50%
16 Pilhas e baterias elétricas.

O Vide Protocolo ÌCMS 18/85

40%





Item 17 revogado peIo Decreto 28.194/08, efeitos a partir de 23.12.08

Redação originaI:
17-Pneumáticos, câmaras de ar e protetores de borracha, exceto pneus e câmaras para bicicletas
............................................................... 40%




18
Nova redação dada ao item 18 peIo Decreto 31.302/11, efeitos a partir de
13.5.11.

Produtos farmacêuticos, tais como: soros, vacinas, medicamentos de uso
humano, algodão, gaze, atadura, esparadrapo, haste (flexível ou não), mamadeira
e bicos, chupetas, absorventes higiênicos de uso externo ou interno, fraldas
descartáveis ou não, preservativos, seringas, escovas e pastas dentifrícias,
59%
ITEM MERCADORIAS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
% DE
AGREGADO
provitaminas e vitaminas, contraceptivos, agulhas para seringas, fio e fita dental,
preparação para higiene bucal e dentária e preparações químicas contraceptivas
à base de hormônios ou de espermicidas.


Redação anterior dada ao item 18 peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07
Produtos farmacêuticos, tais como: soros, vacinas, medicamentos, algodão, gaze, atadura,
esparadrapo, haste (flexível ou não), mamadeira e bicos, chupetas, absorventes higiênicos de uso
externo ou interno, fraldas descartáveis ou não, preservativos, seringas, escovas e pastas dentifrícias,
provitaminas e vitaminas, contraceptivos, agulhas para seringas, fio e fita dental, preparação para
higiene bucal e dentária e preparações químicas contraceptivas à base de hormônios ou de
espermicidas.

O Não se aplica em operações interestaduais destinadas ao AM.
O Convênio ÌCMS 76/94 (denunciado pelo Amazonas ÷ Decreto 20.390, de 27.09.99)
O Vide Ato COTEPE ÌCMS 100/99
O Vide §§ 6º, 7º e 8º, do art. 114, do RÌCMS/99
O Vide Protocolo ÌCMS 18/99 (AM com destino a RR)
O Vide Decreto 20.389/1999.

Redação anterior dada peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 03.03.04:
18 - Produtos farmacêuticos, tais como: soros, vacinas, medicamentos, algodão, gaze, atadura,
esparadrapo, haste (flexível ou não), mamadeira e bicos, chupetas, absorventes higiênicos de uso
externo ou interno, fraldas descartáveis ou não, preservativos, seringas, escovas e pastas dentifrícias,
provitaminas e vitaminas, contraceptivos, agulhas para seringas, fio e fita dental, preparação para
higiene bucal e dentária e preparações químicas contraceptivas à base de hormônios ou de
espermicidas............................................................................................. 42,85%

Redação anterior dada peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.01.04:
Produtos farmacêuticos, tais como: soros, vacinas, algodão, gaze, atadura, esparadrapo, haste
(flexível ou não), mamadeira e bicos, chupetas, absorventes higiênicos de uso externo ou interno,
fraldas descartáveis ou não, preservativos, seringas, escovas e pastas dentifrícias, provitaminas e
vitaminas, contraceptivos, agulhas para seringas, fio e fita dental, preparação para higiene bucal e
dentária e preparações químicas contraceptivas à base de hormônios ou de espermicidas.

Redação originaI:
Produtos farmacêuticos, tais como: soros, vacinas, medicamentos, algodão,, gaze, atadura,
esparadrapo, haste(flexível ou não), mamadeira e bicos, chupetas, absorventes higiênicos de uso
externo ou interno, fraldas (descartáveis ou não), preservativos, seringas, escovas e pastas
dentifrícias, provitaminas e vitaminas, contraceptivos, agulhas para seringas, fio e fita dental,
preparação para higiene bucal e dentária e preparações químicas contraceptivas à base de hormônios
ou de espermicidas. ................................................................................................45%


19
Nova redação dada ao item 19 peIo Decreto 27.770/00, efeitos a partir de 25. 07.08

Refrigerantes, xarope ou extrato concentrado para preparo de refrigerante em
máquina ("pre-mix¨ e "post-mix¨), bebidas isotônicas e energéticas.

O '|de: P(oloco|os lCV3 11/91: 30/99 e 10/92

#0/,4 ,3t0r|4r /,/, p04 00.r0t4 23.992|03, 010|t48 , p,rt|r 1.01.04:
Rel(|de(arles. oeo|das ere(dél|cas. a||rerlo |icu|do a oase de l(ulas cor ou ser ad|çao de v|lar|ra ou (epos|lo(
ere(dél|co e o exl(alo pa(a p(epa(o de (el(|de(arles |'p(e-r|x¨ e 'pos-r|x¨).

Redação originaI:
Refrigerantes e extratos para o preparo de refrigerantes ("pré-mix¨ e "post-mix¨).

50%

20
Nova redação dada ao item 20 peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º. 01.01

Tintas, vernizes, preparações concebidas para solver, diluir ou remover tintas e
vernizes; cera e massa de polir; xadrez e pós assemelhados; piche e
impermeabilizantes; secantes preparados, catalisadores, massas para
acabamento, pintura ou vedação e corantes.

O Vide Convênio ÌCMS 74/94

Redação originaI:
20 ÷ Tintas, vernizes, preparações concebidas para solver, diluir ou remover tintas e vernizes; cera e
massa de polir; xadrez e pós assemelhados; piche, impermeabilizantes; secantes preparados,

35%


ITEM MERCADORIAS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
% DE
AGREGADO
catalisadores, massas para acabamento, pintura ou vedação e corantes. ...........30%


21

Item 21 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

Veículos automotores terrestres novos e seus acessórios, exceto de duas rodas e
utilitários.

O Vide Convênio ÌCMS 132/92
O Vide Convênios ÌCMS 50/99 e 93/02
O Vide Decreto nº 22.564, de 08.04.02.

30%

22
Item 22 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

Veículos novos de duas rodas motorizados.

O Vide Convênios ÌCMS 52/93 e 28/99

34%

23
Item 23 acrescentado peIo Decreto 21.616/00, efeitos a partir de 1º.01.01

Álcool hidratado

O Vide Convênios ÌCMS 03/99, 54/02 e 91/02.
O Vide Decreto 19.945/99

23,46%

24
Nova redação dada ao item 24 peIo Decreto 28.895/09, efeitos a partir de 06.08.09

Vinhos e bebidas espirituosas classificadas na posição 2208 da NCM/SH.

Redação anterior dada peIo Decreto 28.194/08, efeitos a partir de 23.12.08:
Vinhos

Redação originaI do Item 24 acrescentado peIo Decreto 25.282/05, efeitos a partir de 1º.9.05:
24 ÷ Vinhos ............................................................................................................................... 28%

60%




Item 24 revogado peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 03.03.04

Redação originaI do Item acrescentado peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.1.04:
24 -Telefone celular de origem nacional ou importado do exterior............................................ 60%




Item 25 revogado peIo Decreto 24.058/04, efeitos a partir de 03.03.04

Redação originaI do Item acrescentado peIo Decreto 23.992/03, efeitos a partir de 1º.1.04:
25 - Medicamentos ............ 45%



26

Nova redação dada ao item 26 peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de
1º.1.11

Gás natural, inclusive gás natural veicular.

Redação OriginaI: Item 26 incIuído peIo Decreto 25.610/06, efeitos a partir de 1º.01.06.
Gás natural veicular.

30%

27
Item 27 acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

Gelo

100%

28
Item 28 acrescentado peIo Decreto 26.438/06, efeitos a partir de 1º.01.07

Asfalto

30%


29
Nova redação dada ao item 29 peIo Decreto 27.770/00, efeitos a partir de 25. 07.08

Peças, partes, componentes e acessórios, de uso especificamente automotivo,
quando saídas de estabelecimento fabricante, nas hipóteses previstas no inciso Ì
do § 2º da cláusula segunda do Protocolo ÌCMS 41/08.

#0/,4 4r|g|3, /4 |t02 29 ,.r08.03t,/4 p04 00.r0t4 27.ô38|08, 010|t48 , p,rt|r /0 1ª.ô.08:
Peças. corporerles e acessó(|os pa(a veicu|os aulorolo(es. de cue l(alar os Arexos l e ll do P(oloco|o lCV3 11/08.
cuardo saidas de eslaoe|ec|rerlo lao(|carle.

26,5%
ITEM MERCADORIAS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
% DE
AGREGADO

30
Nova redação dada ao item 30 peIo Decreto 27.770/00, efeitos a partir de 25. 07.08

Peças, partes, componentes e acessórios, de uso especificamente automotivo,
não incluídas no item 29.

#0/,4 4r|g|3, /4 |t02 30 ,.r08.03t,/4 p04 00.r0t4 27.ô38|08, 010|t48 , p,rt|r /0 1ª.ô.08:
Peças. corporerles e acessó(|os pa(a veicu|os aulorolo(es e oul(os l|rs. de cue l(alar os Arexos l e ll do P(oloco|o lCV3
11/08. cuardo rao |rc|uidas ro |ler arle(|o(.

40,0%

31
Item 31 acrescentado peIo Decreto 28.049/08, efeitos a partir de 1º.09.08
Sorvetes de qualquer espécie, inclusive sanduíches de sorvetes e picolés,
classificados na posição 2105.00 da NCM/SH.
70,0%

32
Item 32 acrescentado peIo Decreto 28.049/08, efeitos a partir de 1º.09.08
Preparados para fabricação de sorvete em máquina, classificados nas posições 1806, 1901
e 2106 da NCM/SH.
328,0%

33
Nova redação dada ao item 33 peIo Decreto 29.349/09, efeitos a partir de 1º.10.09.
Acessórios e acompanhamentos, tais como casquinhas, coberturas, copos ou
copinhos, palitos, pazinhas, taças, recipientes, xaropes e outros produtos
destinados a incrementar ou acondicionar o sorvete.
Redação originaI do Item 33 acrescentado peIo Decreto 28.049/08, efeitos a partir de 1º.9.08:
Acessórios e componentes, tais como casquinhas, coberturas, copos ou copinhos, palitos, pazinhas,
taças, recipientes, xaropes e outros produtos destinados a integrar ou acondicionar o sorvete.

20%

34
Item 34 acrescentado peIo Decreto 28.194/08, efeitos a partir de 23.12.08

Pneus, dos tipos utilizados em automóveis de passageiros (incluídos os veículos
de uso misto - camionetas e os automóveis de corrida).

O Vide Convênio ÌCMS 85/93

42%

35
Item 35 acrescentado peIo Decreto 28.194/08, efeitos a partir de 23.12.08

Pneus, dos tipos utilizados em caminhões (inclusive para os fora-de-estrada),
ônibus, aviões, máquinas de terraplenagem, de construção e conservação de
estradas, máquinas e tratores agrícolas, pá-carregadeira.

32%

36
Item 36 acrescentado peIo Decreto 28.194/08, efeitos a partir de 23.12.08

Pneus para motocicletas.

60%

37
Item 37 acrescentado peIo Decreto 28.194/08, efeitos a partir de 23.12.08

Protetores, câmaras de ar e outros tipos de pneus.

45%

38
Item 38 acrescentado peIo Decreto 28.194/08, efeitos a partir de 23.12.08

Rações tipo "pet¨ para animais domésticos.

46%
39
Item 39 acrescentado peIo Decreto 28.895/09, efeitos a partir de 06.08.09

Produtos eletrodomésticos e eletroportáteis, especificados em resolução.

O Vide Resolução 010/09-GSEFAZ.

70%
40
Nova redação dada ao item 40 peIo Decreto 30.486/10, efeitos a partir de 15.9.10.

Cosméticos, perfumaria, artigos de higiene e de toucador, para uso humano e de
animais domésticos, especificados em resolução.

Redação OriginaI:
Cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador, especificados em resolução de
70%.


70%

O Porcentagem
corrigida por errata
publicada no DOE
de 15.9.2010.
Redação original:
ITEM MERCADORIAS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
% DE
AGREGADO


"80%¨.

41
Item 41 acrescentado peIo Decreto 28.895/09, efeitos a partir de 06.08.09

Materiais de construção especificados em resolução.

O Vide Resolução 013/09-GSEFAZ.

Item 42 acrescentado peIo Decreto 30.014/10, efeitos a partir de 1º.07.10

70%
42 Nova redação dada ao item 42 peIo Decreto 30.486/10, efeitos a partir de 15.9.10.

Mercadorias adquiridas por pessoa não inscrita no CCA, com habitualidade ou
em volume que caracterize intuito comercial.

Redação originaI do item 42 Mercadorias adquiridas por pessoa física, com habitualidade ou em
volume que caracterize intuito comercial, especificados com resolução de 30%
30%
43 Item 43 acrescentado peIo Decreto 30.486/10, efeitos a partir 15.9.10

Corantes para aplicação em bases, tintas e vernizes.
50%

44
Item 44 acrescentado peIo Decreto 30.837/10, efeitos a partir de 1º.1.11

Querosene de aviação (QAV) e gasolina de aviação (GAV).
30%

ANEXO III

De acordo com o Ajuste 03/94, de 29.09.94, incorporado à legislação deste Estado
pelo Decreto nº 16.305, de 01.11.94.

Código de Situação Tributária

Tabela A - Origem da Mercadoria

0 - Nacional
1 - Estrangeira - Ìmportação direta
2 - Estrangeira - Adquirida no mercado interno

Nova redação dada à Tabela B pelo Ajuste 06/00, de 15.12.00, com
efeitos a partir de 01.01.01, incorporado à legislação deste Estado pelo
Decreto nº 21.719, de 05.03.01.

Tabela B - Tributação pelo ÌCMS

00 - Tributada integralmente
10 - Tributada e com cobrança do ÌCMS por substituição tributária
20 - Com redução de base de cálculo
30 - Ìsenta ou não tributada e com cobrança do ÌCMS por substituição tributária
40 - Ìsenta
41 - Não tributada
50 - Suspensão
51 - Diferimento
60 - ÌCMS cobrado anteriormente por substituição tributária
70 - Com redução de base de cálculo e cobrança do ÌCMS por substituição tributária
90 - Outras

Redação anterior dada pelo Ajuste 02/95, efeitos de 07.04.95 a 31.12.00.
Tabela B - Tributação pelo ÌCMS
0 - Tributada integralmente
1 - Tributada e com cobrança do ÌCMS por substituição tributária
2 - Com redução de base de cálculo
3 - Ìsenta ou não tributada e com cobrança do ÌCMS por substituição
tributária
4 - Ìsenta ou não tributada
5 - Com suspensão ou diferimento
6 - ÌCMS cobrado anteriormente por substituição tributária
7 - Com redução de base de cálculo e cobrança do ÌCMS por substituição
tributária
9 - Outras
Redação anterior, dada pelo Ajuste 03/94, efeitos de 05.10.94 a 06.04.95.
Tabela B - Tributação pelo ÌCMS
0 - tributada integralmente
1 - tributada e com cobrança do ÌCMS por substituição tributária
2 - com redução de base de cálculo
3 - isenta ou não tributada e com cobrança do ÌCMS por substituição
tributária
4 - isenta ou não tributada
5 - com suspensão ou diferimento
6 - ÌCMS cobrado anteriormente por substituição tributária
7 - outras

Nova redação dada à ¨NOTA EXPLÌCATÌVA¨ pelo Ajuste 02/01, efeitos a
partir de 16.04.01.
NOTA EXPLÌCATÌVA:

O código de Situação Tributária é composto de três dígitos na forma ABB, onde o 1º dígito deve indicar a
origem da mercadoria, com base na Tabela A e os 2º e 3º dígitos a tributação pelo ÌCMS, com base na
Tabela B.
Redação anterior dada pelo Ajuste 03/94, efeitos de 01.01.94 a 15.04.01.
Nota Explicativa
O Código de Situação Tributária será composto de dois dígitos na forma
AB, onde o 1º dígito indicará a origem da mercadoria, com base na Tabela
A e o 2º dígito a tributação pelo ÌCMS, com base na Tabela B.

NOTAS GENÉRÌCAS DO CÓDÌGO FÌSCAL DE OPERAÇÕES

Primeira: O vocábulo "Mercadorias¨, constante da Codificação de Entradas e Saídas de Mercadorias,
compreende também os produtos acabados ou semi-acabados, matérias-primas, produtos
intermediários, material de embalagem e de uso e consumo, inclusive os bens a serem integrados no
ativo fixo, salvo se expressamente excepcionados.

Segunda: O vocábulo "Ìndustrialização¨, constante da Codificação de Entradas e Saídas de
Mercadorias, compreende também as operações de beneficiamento, lavagem, secagem, tingimento,
galvanoplastia, acondicionamento, confecção, pintura, lustração e similares, bem como as de conserto e
restauração de máquinas e aparelhos e a de recondicionamento de motores, quando tais operações
estejam, parcial ou totalmente, sujeitas ao Ìmposto de Circulação de Mercadorias, ainda que ao abrigo
de suspensão ou diferimento.




































ANEXO IV

Nova redação dada ao CFOP pelo Ajuste SÌNÌEF 07/01, efeitos a partir de
01.01.03.

CÓDÌGO FÌSCAL DE OPERAÇÕES E DE PRESTAÇÕES

DAS ENTRADAS DE MERCADORIAS E BENS E DA AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS

1.000 - ENTRADAS OU AQUÌSÌÇÕES DE SERVÌÇOS DO ESTADO
Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja
localizado na mesma unidade da Federação do destinatário.

1.100 - COMPRAS PARA ÌNDUSTRÌALÌZAÇÃO, COMERCÌALÌZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE
SERVÌÇOS

1.101 - Compra para industrialização
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de
industrialização. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em
estabelecimento industrial de cooperativa recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra
cooperativa.

1.102 - Compra para comercialização
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas. Também serão
classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento comercial de cooperativa
recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa.

1.111 - Compra para industrialização de mercadoria recebida anteriormente em consignação industrial
Classificam-se neste código as compras efetivas de mercadorias a serem utilizadas em processo de
industrialização, recebidas anteriormente a título de consignação industrial.

1.113 - Compra para comercialização, de mercadoria recebida anteriormente em consignação mercantil
Classificam-se neste código as compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de
consignação mercantil.

1.116 - Compra para industrialização originada de encomenda para recebimento futuro
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de
industrialização, quando da entrada real da mercadoria, cuja aquisição tenha sido classificada no código
"1.922 - Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento
futuro¨.

1.117 - Compra para comercialização originada de encomenda para recebimento futuro

Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, quando da entrada
real da mercadoria, cuja aquisição tenha sido classificada no código "1.922 - Lançamento efetuado a
título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro¨.

1.118 - Compra de mercadoria para comercialização pelo adquirente originário, entregue pelo vendedor
remetente ao destinatário, em venda à ordem
Classificam-se neste código as compras de mercadorias já comercializadas, que, sem transitar pelo
estabelecimento do adquirente originário, sejam entregues pelo vendedor remetente diretamente ao
destinatário, em operação de venda à ordem, cuja venda seja classificada, pelo adquirente originário, no
código "5.120 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário pelo
vendedor remetente, em venda à ordem¨.

1.120 - Compra para industrialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de
industrialização, em vendas à ordem, já recebidas do vendedor remetente, por ordem do adquirente
originário.

1.121 - Compra para comercialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, em vendas à ordem,
já recebidas do vendedor remetente por ordem do adquirente originário.

1.122 - Compra para industrialização em que a mercadoria foi remetida pelo fornecedor ao
industrializador sem transitar pelo estabelecimento adquirente
Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de
industrialização, remetidas pelo fornecedor para o industrializador sem que a mercadoria tenha
transitado pelo estabelecimento do adquirente.

1.124 - Ìndustrialização efetuada por outra empresa
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias industrializadas por terceiros, compreendendo
os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador
empregadas no processo industrial. Quando a industrialização efetuada se referir a bens do ativo
imobilizado ou de mercadorias para uso ou consumo do estabelecimento encomendante, a entrada
deverá ser classificada nos códigos "1.551 - Compra de bem para o ativo imobilizado¨ ou "1.556 -
Compra de material para uso ou consumo¨.

1.125 - Ìndust