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INFORMAÇÕES PRÁTICAS
INFORMAÇÕES PRÁTICAS
INFORMAÇÕES PRÁTICAS ÁREAS INTERNAS X X RUÍDOS X CONVERSAS PARALELAS X
INFORMAÇÕES PRÁTICAS ÁREAS INTERNAS X X RUÍDOS X CONVERSAS PARALELAS X
INFORMAÇÕES PRÁTICAS
INFORMAÇÕES PRÁTICAS
INFORMAÇÕES PRÁTICAS ÁREAS INTERNAS X X RUÍDOS X CONVERSAS PARALELAS X

ÁREAS

INTERNAS

X
X
INFORMAÇÕES PRÁTICAS ÁREAS INTERNAS X X RUÍDOS X CONVERSAS PARALELAS X
X
X

RUÍDOS

X
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CONVERSAS

PARALELAS

X
X
OBJETIVO Os trabalhos em alturas elevadas representam um potencial para acidentes s é rios devido
OBJETIVO Os trabalhos em alturas elevadas representam um potencial para acidentes s é rios devido
OBJETIVO
OBJETIVO

Os trabalhos em alturas elevadas representam um potencial para acidentes sérios devido ao risco de queda livre. Quedas de alturas superiores a 1.80 metros provavelmente causarão lesões sérias, incapacitantes, permanentes ou mortes. Dessa forma, este procedimento tem por objetivo descrever os meios

através dos quais os riscos de acidente devido a quedas de

locais elevados serão reconhecidos, como as medidas de engenharia deverão ser tomadas para evitar tais riscos, bem como as provisões necessárias para o uso adequado de equipamentos de proteção de queda, sempre que isso se fizer necessário.

CAMPO DE APLICAÇÃO Nas dependências e atividades da SMI no projeto salobo e Subcontratadas. Preliminar
CAMPO DE APLICAÇÃO Nas dependências e atividades da SMI no projeto salobo e Subcontratadas. Preliminar

CAMPO DE APLICAÇÃO

Nas dependências e atividades da SMI no projeto salobo e Subcontratadas.

Preliminar de Tarefas.

• Trabalhos em Locais Elevados: Trabalho em local elevado é qualquer servi ç o onde
• Trabalhos em Locais Elevados: Trabalho em local elevado é qualquer servi ç o onde

Trabalhos em Locais Elevados:

Trabalho em local elevado é qualquer servi ço onde o executante, para alcan çá -lo/,

precise subir a uma altura de acima de 1.80 m do solo ou sobre a linha d’água

(sobre a beira do cais, p í er, ponds, lagos, lagoas), utilizando-se para isto de equipamentos/dispositivos apropriados, (escadas, andaimes, balancins,

plataformas elevató rias, plataformas girató rias), em local onde não haja guarda- corpo ou outra proteç ão fixa que impeç a a queda de uma pessoa, (servi ç os em telhados).

Os trabalhos em locais elevados, devido à s caracter í sticas espec í ficas onde ser á

realizado, precisam ter procedimentos formais que detalhem melhor as proteç ões

requeridas contra poss í veis quedas, tais como: plataformas elevató rias, plataformas girató rias, sky muncks. Caso estes equipamentos venham a ser utilizados os procedimentos devem ser emitidos e aprovados pelas fun ç ões autorizadas para tal, e que utilizem como crité rio m í nimo os parâmetros deste procedimento, bem como

o manual de instru ç ão do fabricante, na utiliza ç ão e manutenç ão dos

equipamentos.

.

• . CAPACITA Ç ÃO: Os trabalhadores, para realizarem trabalhos em altura, devem passar por
• . CAPACITA Ç ÃO: Os trabalhadores, para realizarem trabalhos em altura, devem passar por

. CAPACITAÇÃO: Os trabalhadores, para realizarem trabalhos em altura, devem passar por treinamento de capacita ç ão conforme estabelecido nas Diretrizes de Capacita ç ão da Valer e citados a seguir:

Reconhecimento de Analise de Risco da Tarefa e/ou PRO de trabalho em

altura

Inspeç ão e utiliza ç ão de equipamentos de proteç ão individual (EPI) e equipamentos de proteç ão coletiva (EPC). Primeiros socorros ( Incluso no RAC 1 ) Ser treinado em RAC 1- Risco de Atividades Criticas de Trabalho em Altura Os trabalhadores envolvidos em resgate em trabalho em altura deverão

participar de treinamento especifico de resgate, conforme consta nas Diretrizes

de Capacita ç ão da Valer. Os profissionais que executam atividades de trabalho em altura deverão ser aprovados no curso sobre prevenç ão de riscos em trabalho em altura e a habilita ção dever á está dentro da validade conforme periodicidade definida na Estraté gia Educacional da Valer RAC. A carga horá ria, o conteú do program á tico e a metodologia de avalia ção do

curso sobre prevenç ão de riscos em trabalho em altura seguem a Estratégia

Educacional da Valer RAC Os profissionais capacitados para trabalho em altura devem portar cartão de identifica ç ão que explicite a validade da habilita ç ão para a atividade crí tica A obtenç ão e manuten ç ão do cartão de identifica ç ão está submetida à aprova ç ão nos exames m é dicos e treinamentos de capacita ç ão.

• DIREITO DE RECUSA O empregado deve ser formalmente informado sobre o Direito de Recusa
• DIREITO DE RECUSA O empregado deve ser formalmente informado sobre o Direito de Recusa

DIREITO DE RECUSA

O empregado deve ser formalmente informado sobre o Direito de Recusa ao Trabalho (RG-006-DECG). Trata-se de assegurar aos empregados o direito de recusa ao trabalho quando for identificada qualquer situaç ão de risco grave e iminente de acidente.

INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS Escada simples/extens í vel: • Comprimento m á ximo de 7 metros;
INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS Escada simples/extens í vel: • Comprimento m á ximo de 7 metros;

INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS

Escada simples/extensível:

Comprimento m áximo de 7 metros; O espaç amento entre os degraus deve ser uniforme e não exceder 30

cm; Não deve ser pintada; Possuir sapatas antiderrapantes; Sinaliza ç ão da carga m áxima; Peç a met álica em forma de mou similar, fixada na parte superior,

quando destinadas a servi ços em postes;

Manter as condi ç ões originais do fabricante. A escada telesc ópica não deve ser estendida totalmente, devendo permanecer uma sobreposi ç ão de pelo menos 4 degraus, devendo ser

travada e amarrada.

Escada tipo tesoura: • Comprimento m á ximo de 6 metros; • O espa ç
Escada tipo tesoura: • Comprimento m á ximo de 6 metros; • O espa ç

Escada tipo tesoura:

Comprimento m áximo de 6 metros; O espaç amento entre os degraus deve ser uniforme e não exceder 30 cm; Possuir limitador de espaç o; Não deve ser pintada; Possuir sapatas antiderrapantes; Sinaliza ç ão da carga m áxima; Manter as condi ç ões originais do fabricante. Os degraus podem ser em material condutor;

Nota: Não é permitido o uso de escadas m ó veis met á licas (material
Nota: Não é permitido o uso de escadas m ó veis met á licas (material

Nota:

Não é permitido o uso de escadas m óveis metá licas (material condutor) para qualquer tipo de atividade. As escadas devem ser inspecionadas com o preenchimento da Lista de

Verifica ç ão de Escadas, Rampas e Passarelas ou Similar.

¼ da altura da escada
¼ da altura da escada

Usar uma escada manual suficiente para o trabalho a ser realizado e colocar a escada de modo que o tamanho da base seja igual a um quarto da altura da escada e ultrapasse pelo menos 1 m do topo. As escadas manuais devem ser amarradas na parte superior para evitar deslocamento.

As escadas plataforma devem atender aos seguintes requisitos: ● Degraus e plataformas constru í das
As escadas plataforma devem atender aos seguintes requisitos: ● Degraus e plataformas constru í das

As escadas plataforma devem atender aos seguintes requisitos:

Degraus e plataformas construí das com material antiderrapante;

Capacidade de carga visível a distância;

P és com estabilizador e sapatas antiderrapantes;

Construí das ou revestidas em material não-condutor ou possuem placa indicativa de uso proibido para atividades com

eletricidade";

Sistema de estabiliza ç ão/fixaç ão quando constru í da com sistema de deslocamento;

Guarda-corpo e rodapé em ambos os lados e ao redor de toda

a plataforma de trabalho.

• ESCADA MARINHEIRO E ESCADA VERTICAL Devem ser constru í das obedecendo aos seguintes requisitos:
• ESCADA MARINHEIRO E ESCADA VERTICAL Devem ser constru í das obedecendo aos seguintes requisitos:

ESCADA MARINHEIRO E ESCADA VERTICAL

Devem ser constru í das obedecendo aos seguintes requisitos:

Possuir linha de vida vertical em toda a sua extensão, fixada em estrutura

independente da escada Nos casos onde o acesso é espor ádico (m áximo

1 vez por semana) e a altura da escada não exceda 6 metros, é facultativo o uso de talabartes duplos em substitui ç ão a linha de vida vertical Distância entre degraus e a estrutura de fixa ç ão de, no m í nimo, 12 cm; Para cada lance de, no m á ximo 9 m, deve existir um patamar intermedi á rio de descanso, protegido com guarda-corpo e rodap é ;

Possuir gaiola protetora a partir de 2 m acima da base, até 1 m acima da

ú ltima superf í cie de trabalho, quando alcan ç ar 6 m ou mais de altura; A inclina ção de uma escada m óvel deve ser tal que a distancia da sua extremidade inferior ao plano vertical de apoio não seja maior que 1/4 do comprimento da escada. Sinalizar a á rea pró xima ao local de coloca ç ão da escada e, se preciso isolar a á rea.

Somente usar escadas de comprimento suficiente, sendo proibido adicionar extensões improvisadas.

• ESCADAS PROVIS Ó RIAS DE USO COLETIVO É obrigat ó ria a instala ç
• ESCADAS PROVIS Ó RIAS DE USO COLETIVO É obrigat ó ria a instala ç

ESCADAS PROVISÓRIAS DE USO COLETIVO

É obrigatória a instalaç ão de rampa ou escada provisória de uso coletivo para transposi ç ão de ní veis como meio de circulaç ão das pessoas. As escadas de uso coletivo para circulaç ão de pessoas e materiais

devem ser de construç ão sólida e dotadas de corrimão e rodapé. Devem ser dimensionadas em funç ão do fluxo dos empregados, respeitando-se a largura mí nima de 80 cm. A cada 2,90m de altura, elas devem ter um patamar intermedi ário. Os degraus devem ser de altura uniforme, respeitando as normas técnicas, de modo a evitar tropeç os.

Os patamares intermedi ários devem ter largura e comprimento, no

m í nimo, iguais a largura da escada. As escadas provis órias somente poderão ser utilizadas após serem

inspecionadas e liberadas.

• RAMPAS E PASSARELAS A madeira a ser usada para constru ç ão de rampas
• RAMPAS E PASSARELAS A madeira a ser usada para constru ç ão de rampas

RAMPAS E PASSARELAS A madeira a ser usada para constru ç ão de rampas e passarelas deve ser seca e de boa qualidade, sem n ós ou rachaduras que comprometam sua resistência, não deve haver sinais de deteriora ç ão, devendo-se tamb ém evitar arestas vivas, farpas e pregos salientes, sendo proibido o uso de pintura que possa encobrir imperfei ç ões. Nas passarelas metálicas, todas as grades do piso devem estar devidamente apoiadas e afixadas atrav és das respectivas grapas, de modo a evitar que a grade escorregue ou saia do lugar. Caso alguma grade tenha de ser removida, criando um espa ço, este deve ser isolado com uma estrutura rí gida (ex. tubos de andaimes) e devidamente sinalizada.

É expressamente proibido cobrir os vãos criados com a retirada de grades, com pedaços ou

tampas de madeira ou similar. As rampas e passarelas para circula ç ão de pessoas e materiais devem ser de uma construç ão sólida e dotadas de corrimãos e rodap és, As rampas devem estar assentadas em apoios seguros e resistentes, devem ter largura m í nima de 80 cm e serem providas de corrimão e rodap é, de ambos os lados. Todas as rampas provisórias devem ultrapassar seus suportes de, pelo menos 15 cm (quinze

centímetros). As rampas provisórias devem ser fixadas no piso inferior e superior, não

ultrapassando 30 graus de inclina ção em rela ç ão ao piso. Nas rampas provisórias, com inclina ç ão superior a 20 º , devem ser fixadas peç as transversais, espa ç adas em 40 cm, no m áximo, para apoio dos p és. É obrigat ória a instala ç ão de rampa ou escada provisó ria de uso coletivo para transposi ção

de ní veis como meio de circula ç ão das pessoas. As rampas e passarelas somente poderão ser utilizadas ap ós serem inspecionadas e liberadas.

• ANDAIMES O andaime deve ser tubular (não de encaixe) e apresentar os seguintes requisitos:
• ANDAIMES O andaime deve ser tubular (não de encaixe) e apresentar os seguintes requisitos:

ANDAIMES

O andaime deve ser tubular (não de encaixe) e apresentar os seguintes requisitos:

Guarda-corpo, rodap é, piso (plataforma de trabalho toda preenchida e livre), escada de acesso com linha de vida; sem rod í zio (rodas); Dispositivo de fechamento do acesso à plataforma de trabalho recompondo o guarda- corpo ao redor de toda a plataforma; Fabricado em tubo de a ço galvanizado, com bra ç adeiras fixas e giratórias, com capacidades mínimas de carga de 750 kg e de 900 kg respectivamente, luva, base fixa e ajustável, com capacidade m í nima de carga de 2.000 kg, e dimensionado de modo a suportar as cargas de trabalho; Para as escadas de acesso ao andaime, os degraus devem ser montados com tubos cujo diâmetro permita a empunhadura com firmeza, sem comprometer a capacidade de carga. Todas as bases do andaime devem ser apoiadas em sapatas metálicas. Todas as tábuas do piso devem ser de boa qualidade, sem estarem empenadas e devem ser montadas o mais juntas possí vel, de modo a minimizar as frestas entre elas. O piso (plataforma de trabalho) deve ser nivelado, firme e rígido, capaz de suportar o peso

dos trabalhadores. As tábuas devem ser presas em ambas às extremidades, por cima e por baixo, com os tubos transversais e grampos do próprio andaime, ou possuir batentes de limitaç ão de movimento. Não são aceitas amarra ções com corda ou arame, bem como a justaposi ç ão das tábuas. T ábuas soltas, materiais, peç as e ferramentas que possam causar trope ços e quedas não podem ser deixadas na plataforma de trabalho do andaime. Ao montar / desmontar andaimes, as ferramentas devem estar presas ao montador por tiras

de couro ou cordel, para evitar que caiam.

Para montagem de andaimes, utilizar materiais e pe ç as em bom estado de conserva
Para montagem de andaimes, utilizar materiais e pe ç as em bom estado de conserva

Para montagem de andaimes, utilizar materiais e peç as em bom estado de conserva ção, não utilizando, por exemplo, tubos amassados ou tortos, sujas de graxa / óleo, bra ç adeiras quebradas e/ou tá buas trincadas, empenadas ou com nó s. Durante toda a montagem / desmontagem, os montadores devem usar cinto de seguran ç a conectado a um ponto resistente. A montagem e manuten ç ão de andaimes devem ser feitas unicamente por profissional capacitado. Para realizar trabalho em andaimes é obrigató ria a existência de pontos resistentes e independentes do andaime que permitam ao trabalhador atracar

o talabarte enquanto permanecer no referido andaime.

É proibido ancorar a estrutura do andaime em escadas metá licas, corrimão,

guarda-corpo ou quaisquer outros pontos que não ofereç am a resistência

necess ária ou possa causar riscos a terceiros.

Todos os materiais de constru ç ão de andaimes devem ser estocados em locais apropriados, de forma ordenada e segura. As tá buas e tubos quando não utilizados devem ser devidamente armazenados

e empilhados de forma organizada.

Não é permitido montar andaimes em local que interrompa acesso a

equipamentos de combate a incêndio, portas e sa ídas de emergência.

As atividades de montagem e desmontagem de andaimes pró ximos à redes

el é tricas, devem ser precedidas de APT - An á lise Preliminar de Tarefa (RG-0002-

DECG).

Não é permitido, sobre estrados de andaimes, a utiliza ç ão de escadas ou outros
Não é permitido, sobre estrados de andaimes, a utiliza ç ão de escadas ou outros

Não é permitido, sobre estrados de andaimes, a utilizaç ão de escadas ou outros meios para se atingir lugares mais altos.

As estruturas dos andaimes com altura superior a 04 vezes a menor dimensão da

base de apoio devem ser mantidas estaiadas (amarradas). Nas subidas para trabalho vertical em qualquer andaime acima de 1,8 m de altura, o trabalhador deve fazer uso de cinto de seguran ç a com talabarte,

devidamente atracado em trava-quedas preso à linha de vida. Não devem ser apoiados pesos (tubos, peç as pesadas, equipamentos) sobre a estrutura, piso ou guarda corpo dos andaimes. É tamb é m proibido ancorar na estrutura dos andaimes equipamentos para i ç ar, tracionar ou causar deforma ç ões, tipo tifor, talhas ou similares. A plataforma de trabalho deve ter proteç ão superior, sempre que houver risco

de queda de material sobre ela (trabalhos sobrepostos) ou prioriza ç ão das

atividades.

Os

andaimes devem possuir indica ç ão da carga m á xima de trabalho.

O

andaime deve receber uma placa indicando sua condi ç ão: Liberado

(verde) ou interditado(vermelho) e Em Montagem(laranja). Os andaimes devem apresentar condi ç ões adequadas de estabilidade,

devendo ser inspecionados conforme critérios definidos na Lista de Verifica ç ão

de Andaimes.

O andaime sendo aprovado ap ó s inspe ç ão, deve receber a placa de
O andaime sendo aprovado ap ó s inspe ç ão, deve receber a placa de

O andaime sendo aprovado ap ó s inspeção, deve receber a placa de Liberado

(verde), com registro dos respons á veis pela inspeç ão e libera ç ão. Caso não seja aprovado, o andaime deve receber a placa de Interditado(vermelha) e seu uso fica rigorosamente proibido. Quando um andaime estiver em fase de montagem, desmontagem, sendo modificado ou reparado, deve receber a placa Em Montagem(laranja) e, nesses casos, somente os montadores autorizados têm o acesso ao andaime.

As placas devem ser afixadas junto a todos os acessos do andaime, constituindo

falta grave remover ou alterar as placas sem expressa autorizaç ão do

respons á vel. Realizar inspeç ão dos andaimes e plataformas sempre antes de utilizá -los;

O acesso aos andaimes em montagem deve ser limitado à equipe respons ável

pelo servi ç o;

Verificar perigo de contato do andaime com rede el étrica ou outros

equipamentos energizados. Todo andaime deve possuir proteç ão lateral e rodap é . Sinalizar e isolar a á rea onde o andaime ser á montado. Quando necess á rio, devem ser instalados dispositivos sinalizadores contra impactos de veí culos.

O andaime deve ser apoiado em base firme e rí gida. Não apoi á -lo sobre terreno

ou objetos instá veis como tijolos, blocos ou pedaç os de madeira.

Avaliar as condi ç ões do solo e providenciar base de apoio com pranchões e/ou
Avaliar as condi ç ões do solo e providenciar base de apoio com pranchões e/ou

Avaliar as condi ções do solo e providenciar base de apoio com pranchões e/ou chapas de a ç o, visando evitar o afundamento e/ou a inclina ção do andaime.

A fixa ç ão ou interligaç ão das peç as dos andaimes deve ser feita com dispositivos próprios

(bra ç adeiras, luvas, pinos e contra-pinos) sendo terminantemente proibido improvisações com

arame, cordas ou peç as que não fazem parte de sua composi ção.

É proibido o deslocamento da estrutura dos andaimes com os trabalhadores sobre os mesmos; Quando não for possível a fixa ç ão do andaime em uma estrutura ou ponto de ancoragem deve-se estaiar o andaime com cabos de a ç o devidamente fixados ou por tubos rígidos nas quatro dire ç ões opostas.

A subida e descida das plataformas dos andaimes somente devem ser efetuadas com a

utiliza ç ão das escadas do mesmo.

Nota especial:

Para trabalhos em subesta ções elétricas em que seja indispensável a realiza ç ão de atividades com circuitos parcial ou totalmente energizados podem ser utilizados andaimes de material não metálico com caracterí sticas de resistência mecânica distintas das estabelecidas acima, desde que sejam atendidos os seguintes requisitos:

Projeto elaborado por profissional habilitado que comprove a estabilidade e resistência do

conjunto;

Rigidez diel étrica em conformidade com a classe de tensão dos equipamentos el étricos;

Fabricados em conformidade com normas técnicas.

• PLATAFORMAS ELEVAT Ó RIAS A plataforma elevat ó ria (tesoura standard , tesoura todo-terreno
• PLATAFORMAS ELEVAT Ó RIAS A plataforma elevat ó ria (tesoura standard , tesoura todo-terreno

PLATAFORMAS ELEVATÓRIAS

A plataforma elevató ria (tesoura standard , tesoura todo-terreno (TD),

telesc ó pica, mastro vertical, articulada, unipessoal e reboc ável) deve possuir

os seguintes requisitos:

Indica ç ão da capacidade de carga e alcance m á ximo vis í vel a distância; Cones refletivos para sinaliza ç ão horizontal da localiza ç ão da m á quina; Sistema de controle de descida de emergência; Aviso sonoro e visual de transla ç ão; Dispositivo antibasculante e limitador de carga;

Fixa ç ões para cinto de seguranç a na plataforma;

Sistema de travamento/frenagem das rodas quando em operaç ão; Sistema de estabiliza ção autom á tica a ser utilizado precedentemente à subida da plataforma; Plataforma operacional com piso em material antiderrapante. A chave de partida de plataformas elevató rias não deve ficar na botoeira ou dispositivo de partida da m á quina, mas sob responsabilidade do operador.

As Plataformas Elevató rias somente poderão ser utilizadas ap ó s serem

inspecionadas e liberadas, conforme crité rios definidos na Lista de Verifica ç ão

de Plataforma Elevató ria.

Os operadores de plataforma elevató ria devem portar o cartão de identifica ç ão conforme modelo de Cartão de Identifica ç ão (anexo 4) ou passaporte, a crité rio da Equipe de Seguran ç a da Vale.

Os EPIs devem ser inspecionados e identificados com a cor do mês ou similar, conforme

Os EPIs devem ser inspecionados e identificados com a cor do mês ou similar, conforme PRO-0111-GASSS.

com a cor do mês ou similar, conforme PRO-0111-GASSS. • EQUIPAMENTOS DE PROTE Ç ÃO INDIVIDUAL

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA

A defini ç ão, distribui ç ão, uso inspeç ão e controle dos EPIs deverão estar em conformidade com o PGS-0101-DIPL - Diretrizes e Responsabilidades sobre Equipamento de Proteç ão Individual. Os EPIs utilizados deverão estar cadastrados no catá logo de EPIs, homologados pela Vale;

de Prote ç ão Individual. Os EPIs utilizados deverão estar cadastrados no cat á logo de
• CINTO DE SEGURAN Ç A TIPO P Á RA-QUEDISTA O cinto de seguran ç
• CINTO DE SEGURAN Ç A TIPO P Á RA-QUEDISTA O cinto de seguran ç

CINTO DE SEGURANÇA TIPO PÁRA-QUEDISTA

O cinto de seguranç a tipo p ára-quedista deve atender aos seguintes requisitos:

Estar cadastrados no catá logo de EPIs, homologados pela Vale; Confeccionado em material sinté tico, com linhas e costuras em material sinté tico com cores contrastantes ao material b á sico para facilitar a inspeç ão. Em caso de atividades envolvendo altas temperaturas e soldagens,o cinto deve ser confeccionado em fibra para-aramida;possuir argolas no dorso para trabalhos em geral, ponto para fixar trava-quedas de linha de vida vertical,

argolas laterais com proteç ão lombar para trabalhos de posi ç ão (eletricista), ponto de ancoragem no ombro para trabalhos de espa ç o confinado e resgate; Carga está tica m í nima de ruptura do cinto de seguran ç a ou travessão de 2.268 kg. É terminantemente proibido usar qualquer tipo de cinto de seguran ç a como base / apoio de sustenta ç ão para realiza ç ão de trabalhos inclusive em altura,

exceto em casos de trabalhos em taludes e limita ç ão.

Não é permitido o uso do cinto de seguran ç a tipo abdominal. Os cintos de seguran ç a devem ser usados exclusivamente como EPI, devendo sempre serem inspecionados pelo usu á rio antes do inicio dos trabalhos. Se não existir ponto de amarra ç ão para o cinto de seguran ç a dever á ser instalado um cabo guia ou de seguran ç a ou um olhal que servir á de suporte o

cinto de seguranç a.

TALABARTE DUPLO O talabarte duplo deve atender aos seguintes requisitos: • Estar cadastrados no cat
TALABARTE DUPLO O talabarte duplo deve atender aos seguintes requisitos: • Estar cadastrados no cat

TALABARTE DUPLO O talabarte duplo deve atender aos seguintes requisitos:

Estar cadastrados no catá logo de EPIs, homologados pela Vale; Fabricado em fibra sinté tica (exceto ná ilon), com mosquetão e trava dupla de seguran ç a. Em caso de atividades envolvendo altas temperaturas e soldagens, o talabarte deve ser confeccionado em fibra para aramida; Capacidade m í nima para suportar carga de 2.268 kg; Comprimento m á ximo de 1,6 m; Possuir absorvedor de energia; Deve ser fixado acima do ní vel do ombro; Mosquetão com abertura m í nima de 53 mm.

As ancoragens de talabarte duplo devem ser feitas em ponto externo à estrutura

de trabalho, salvo em situa ç ões especiais tecnicamente comprovadas por

profissional habilitado. Nas situa ç ões especiais, deve ser elaborado por profissional habilitado projeto que comprove a estabilidade e resistência do conjunto.

Os talabartes devem ser inspecionados pelo usu á rio antes do inicio dos trabalhos.

Nota especial:

Na plataforma elevatória, o talabarte do cinto de seguran ç a deve ser ancorado

no

local estabelecido pelo fabricante.

O

talabarte duplo deve ser usado exclusivamente como equipamento de

proteç ão individual.

TRAVA-QUEDAS O trava - queda deve atender aos seguintes requisitos: • For ç a de
TRAVA-QUEDAS O trava - queda deve atender aos seguintes requisitos: • For ç a de

TRAVA-QUEDAS

O trava - queda deve atender aos seguintes requisitos:

Forç a de frenagem inferior a 6 kN (Placa de identifica ç ão).; Indicador de fim de vida ú til (Placa de identifica ç ão).; Mosquetão girató rio 360 º para que não haja torç ão do cabo;

Mola de proteç ão antitravamento.

O trava-quedas ancorado em ponto fixo deve ser instalado sempre a uma distância de, no m í nimo, 70 cm acima da cabeç a do trabalhador e ter seu ponto de ancoragem com capacidade de carga superior a 1.500 kg. O deslocamento horizontal do trabalhador, em rela ç ão ao centro do aparelho não deve ser superior a 1/3 da distância entre o ponto de liga ç ão do cinturão e o solo. Caso contrá rio utilizar obrigatoriamente a linha de vida.

O trava-quedas m óvel deve possuir dupla trava de seguran ç a e travamento

simultâneo em dois pontos da linha de vida.

• LINHA DE VIDA As linhas de vida verticais e horizontais devem atender aos seguintes
• LINHA DE VIDA As linhas de vida verticais e horizontais devem atender aos seguintes

LINHA DE VIDA

As linhas de vida verticais e horizontais devem atender aos seguintes requisitos:

Indica ç ão de capacidade m á xima de carga;

Proteç ão contra atrito e, quando necess á rio, fabricada em material resistente

a altas temperaturas.

A ancoragem da linha de vida deve ser feita em ponto externo à estrutura de

trabalho. Nos casos especiais, onde comprovada por profissional habilitado à impossibilidade de ancoragem em ponto externo, deve ser feito um projeto

espec í fico que comprove a resistência e estabilidade do conjunto. Para linhas de vida verticais, a capacidade de carga m í nima deve ser de 1.500 kg por pessoa e por ponto de ancoragem. Para linhas de vida horizontais, a capacidade de carga deve ser definida considerando-se o somató rio dos esforç os envolvidos.

• GUARDA-CORPO O guarda-corpo deve ser utilizado como prote ç ão contra queda de altura
• GUARDA-CORPO O guarda-corpo deve ser utilizado como prote ç ão contra queda de altura

GUARDA-CORPO O guarda-corpo deve ser utilizado como proteç ão contra queda de altura e

atender aos seguintes requisitos:

Instalações provisórias:

Parte superior do parapeito a 1,2 m acima das á reas de trabalho ou circula ç ão; Travessa (parapeito intermedi á rio) de 0,7 m acima das á reas de trabalho ou circula ç ão; Rodap é de altura m í nima de 20 cm; Possuir resistência m í nima a esforç os concentrados de 150 kgf/m no centro da estrutura;

Instalações permanentes:

Parte superior com no m í nimo 0,9 m acima das á reas de trabalho ou circula ç ão;

Rodapé de altura m ínima de 20 cm;

Possuir resistência ao esforç o horizontal de 80 kgf/m2 aplicado no seu ponto mais desfavor á vel.

PERMISSÃO DE TRABALHO Para todo trabalho acima de 1,8m deve ser emitida PT – Permissão
PERMISSÃO DE TRABALHO Para todo trabalho acima de 1,8m deve ser emitida PT – Permissão

PERMISSÃO DE TRABALHO

Para todo trabalho acima de 1,8m deve ser emitida PT Permissão de Trabalho. A Permissão de Trabalho deve ser emitida no local de trabalho somente ap ós a consulta a este procedimento e elabora ç ão da APT - Análise Preliminar da Tarefa (RG0002-DECG) com todos os envolvidos. Na mudanç a de turno/equipe de trabalho, deve-se dar baixa, nas permissões para trabalho (PT), relativas às atividades de todas as equipes envolvidas que estão encerrando sua participaç ão e emitir novas PT para a continuidade dos servi ços, ou então revalidar as PT iniciais.

Nenhum trabalho em altura deve ser efetuado sob ventos fortes ou condi ções clim áticas

adversas tais como tempestades com descargas atmosf éricas. Em caso de chuva ou área molhada, cabe ao supervisor avaliar as condi ções e decidir se o local está seguro para efetuar o trabalho. Não havendo condi ções seguras, o trabalho deve ser paralisado. A Permissão de Trabalho deve ser formalmente revisada em caso de chuva. Devem ser analisadas as seguintes condicionantes para emissão da permissão de trabalho:

Ocorrência de descargas atmosf éricas (raios), ventos fortes, chuva intensa, neve, ilumina ç ão

inadequada, poeira e ruí do excessivo;

Proximidade e contato com a rede el étrica energizada; Isolamento e sinaliza ç ão de toda a área; Condi ções inadequadas dos executantes e dos equipamentos; Piso irregular ou de baixa resistência. Todos os equipamentos e sistemas de prote ç ão devem ser inspecionados antes do início das atividades e substituí dos em caso de detec ç ão de anormalidades como: deforma ç ão, trinca, oxida ç ão acentuada; rachaduras, cortes, enfraquecimento das molas e costuras rompidas.

• EMPREGADOS • Comunicar ao Supervisor toda e qualquer situa ç ão de risco para
• EMPREGADOS • Comunicar ao Supervisor toda e qualquer situa ç ão de risco para

EMPREGADOS

Comunicar ao Supervisor toda e qualquer situa ç ão de risco para sua seguranç a e

sa úde ou de terceiros, que sejam do seu conhecimento. Na dúvida parar ou não

iniciar as atividades e/ou utilizar o Direito de Recusa. Conhecer e cumprir os procedimentos de seguran ç a especí ficos da tarefa e tamb é m requeridos na PT. Inspecionar, usar e manter os EPI / EPC em bom estado de conserva ç ão, bem como todos os equipamentos de resgate. Somente utilizar escadas que possuam etiquetas de aprovado para uso;

Comunicar ao superior imediato qualquer defeito detectado em equipamentos de proteç ão de queda; Não utilizar escadas metá licas para trabalhos que envolvam riscos el é tricos; Obedecer a sinaliza ção de seguran ç a das á reas no que se refere a este procedimento; Zelar pela manutenç ão e conserva ç ão dos equipamentos de proteç ão de

queda;

Inspecionar os equipamentos de proteç ão de quedas antes do seu uso; Cumprir com todas as exigências relacionadas Permissão para Trabalho em Altura (PTE).

Trabalho em Locais Elevados: Somente pessoas consideradas aptas para trabalhar em locais elevados, conforme Atestado
Trabalho em Locais Elevados: Somente pessoas consideradas aptas para trabalhar em locais elevados, conforme Atestado

Trabalho em Locais Elevados:

Somente pessoas consideradas aptas para trabalhar em locais elevados, conforme Atestado de Sa úde Ocupacional (ASO), devem ser designadas para o trabalho. Deverá ser realizado APTS antes do inicio das atividades.

As pessoas em tratamento m édico que fazem uso de medicamentos que possa alterar seu

estado f í sico/psicológico, devem ser impedidas de executarem trabalhos em locais elevados. Não são indicados para a funç ão trabalhadores com bronquites, insuficiências respiratórias, problemas cardí acos e de circula ç ão perif érica, artroses, reumatismo, perda de mem ória, diabetes descompensadas, epilepsia, hipertensão, arteriosclerose, alcoolismo crônico, deficiência de visão ou audi ç ão, vertigens, tonturas, enjôos. Deve ser selecionado os meios de acesso mais adequados para o tipo de trabalho a ser executado. Para isto, dentre outros parâmetros, considerar as instruções constantes no procedimento executivo para Uso de Escadas Portáteis, Plataformas Elevadas, Andaimes no conte údo. Os trabalhos em locais elevados pelas suas caracter í sticas especí ficas onde será realizado é necessário a avaliaç ão dos riscos e requer procedimentos escritos e que estejam disponíveis para treinamento e conhecimento de todos os envolvidos. Utilizar obrigatoriamente o cinto de seguranç a em quaisquer trabalhos acima de 1.80 do solo. Aplicar as Medidas de prote ç ão contra Quedas de Altura de acordo com a real necessidade. Para qualquer trabalho em altura em que os p és do trabalhador fiquem a uma distância igual ou maior que 1.80 metros do chão, e mesmo que existam provisões para prevenção de quedas, é obrigatório o uso de prote ç ão de queda. É proibido usar qualquer tipo de equipamento de guindar como suporte/apoio de elevaç ão de pessoas para atividades de trabalho em altura.

Procedimento para uso de Andaimes Qualquer andaime devera ser montado por pessoal habilitado e qualificado.
Procedimento para uso de Andaimes Qualquer andaime devera ser montado por pessoal habilitado e qualificado.

Procedimento para uso de Andaimes

Qualquer andaime devera ser montado por pessoal habilitado e qualificado. Uma vez montado a estrutura do andaime, um colaborador autorizado da á rea objeto do serviç o, dever á ser chamado ao local para preencher a PTE ou a Lista de Verifica ç ão e abordar e discutir todas as medidas de seguran ç a juntamente com o(s) executantes(s) do servi ç o, conforme PRO 005 e INS 0021 DECG -

Anexo RAC 01.

Os seguintes pontos serão considerados na montagem dos andaimes:

A superf í cie onde o andaime ser á instalado dever á ser rí gida; Andaime dever á dispor de uma escada para permitir subida; O andaime dever á possuir amarra ç ãona diagonal; O andaime dever á dispor de uma guarda-corpo no seu andar de trabalho; O andaime dever á possuir um rodap é no seu andar de trabalho;

O andaime dever á dispor de sapatas muito rí gidas; As peç as do andaime deverão estar em bom estado de conserva ç ão, não apresentando oxida ç ão; O andaime dever á dispor de sistema trava quedas; Os trabalhadores deverão utilizar cinto de seguran ç a ao chegar na altura onde o trabalho será realizado (andar de trabalho);

Caso o andaime a ser montado possua altura superior a 4 metros, ser á

obrigató ria a utiliza ção de linha de vida vertical para a(s) pessoa(s) montando o andaime;

Inspe ç ão e Utiliza ç ão dos cintos de seguran ç a
Inspe ç ão e Utiliza ç ão dos cintos de seguran ç a

Inspeção e Utilização dos cintos de segurança

Inspe ç ão e Utiliza ç ão dos cintos de seguran ç a
Inspe ç ão e Utiliza ç ão dos cintos de seguran ç a
Cinto de Seguran ç a tipo p á ra-quedista Os cintos de seguran ç a
Cinto de Seguran ç a tipo p á ra-quedista Os cintos de seguran ç a

Cinto de Segurança tipo pára-quedista

Os cintos de seguran ç a tipo p á ra-quedista devem ser ancorados a um ponto acima da linha dos ombros do usu á rio e se limitar a aplica ções onde o potencial de queda livre não exceda 1,80 m (um metro e oitenta centí metros). Queda livre é definida como trecho que o corpo do trabalhador cair á até que haja o impacto da parada, quando então ele estar á seguro pelo cinto. Quanto mais

alto estiver o ponto de fixa ç ão, menor será à distância da queda livre. Os

trabalhadores devem utilizar pontos de fixa ç ão altos o suficiente para evitar qualquer folga desnecess á ria dos talabartes. Os talabartes devem ser usados somente com cintos de seguran ç a do tipo p á ra- quedista/alpinista que tenham um anel-D traseiro centralizado entre as omoplatas. Nunca use um talabarte com anel D frontal. Os sistemas de posicionamento, tais como os tirantes para posicionamento em postes, devem

ser conectados somente aos ané is-D laterais (posi ç ões 3 e 9 horas ). Os cintos com anel-D frontal (posi ç ão 10 horas ) devem ser usados somente com sistemas de subida (durante subida e descida). Ao utilizar os talabartes em Y(com dois pontos de ancoragem dispon í veis) ou dois talabartes simples presos ao ponto de ancoragem (somente quando isto for permitido pelo fabricante do equipamento), deve-se sempre conservar um dos

pontos preso a um ponto de ancoragem, ou seja, manter-se preso a um ponto

de ancoragem o tempo todo, durante o trabalho em local elevado. Antes de cada uso os cintos e acess ó rios devem ser inspecionados visualmente pelos usu á rios quanto a:

• Altera ç ões vis í veis no tecido, tais como desgastes causado por atrito/abrasão,
• Altera ç ões vis í veis no tecido, tais como desgastes causado por atrito/abrasão,

Altera ç ões vis íveis no tecido, tais como desgastes causado por atrito/abrasão, sinais de encolhimento do tecido, sinais de queimadura do tecido, sinais de contamina ç ão com tintas ou solventes, sinais de contamina ç ão por produtos qu í micos, costura que estejam se desmanchando.

Indica ç ão de ferrugem, pontas cortantes ou rachaduras em todas as peç as de

a ç o, ou deforma ç ões e desgastes vis í veis destas peç as. Indica ç ões de falhas nos sistemas de travamento dos mosquetões (os mosquetões precisam estar operando suavemente, fechar e travar automaticamente para efetiva proteç ão da vida). Caso os mesmos não fechem automaticamente, devem ser imediatamente retirados de servi ç os e descartados.

Indica ç ão da vida útil do talabarte. Existe uma etiqueta com data de fabricaç ão

impressa no talabarte. Caso não exista, então este item não se aplica, ficando a vida ú til do talabarte vinculada as suas condi ç ões visuais na inspe ç ão. Sendo detectado quaisquer sinais de comprometimento, retire o cinto de seguran ç a de uso, substituindo-o por um em boas condi ç ões. Vista o cinto de seguran ç a corretamente, certificando-se que as fivelas estão travadas e o cinto ajustado no corpo.

Coloque o talabarte com a parte do absorvedor de choque voltada para o

corpo. O engate do mosquetão deve ficar totalmente fechado e a trava do bloqueador devidamente posicionada. Jamais confie no som do mosquetão fechando no anel-D; sempre verifique visualmente (ou pe ç a algu é m para fazê-lo) a fim de assegurar que esteja preso.

O talabarte deve ser ancorado em um ponto cuidadosamente escolhido quanto a sua resistência em
O talabarte deve ser ancorado em um ponto cuidadosamente escolhido quanto a sua resistência em

O talabarte deve ser ancorado em um ponto cuidadosamente escolhido quanto a sua resistência em suportar peso, e estar localizado acima da linha de seus ombros. Nunca amarre o cinto de seguranç a em estruturas que podem desabar. Certifique-se de que o ponto de

ancoragem não tem arestas que possam cortar o tecido/corda do talabarte. Não passe o

talabarte em volta de estruturas, pois o dobramento da tira em volta de saliências pode reduzir

sua forç a de tensão em mais de 50% (cinq üenta por cento). Jamais aumente o comprimento do talabarte prendendo dois talabartes juntos, ou seja, fixando em talabarte de outros colaboradores. Caso o talabarte seja ancorado em uma linha de vida, então a mesma dever á estar calculada para suportar o peso do n úmero de usu ários da mesma.

Nunca diminua o comprimento do talabarte com n ós. Os nós reduzem a resistência do tecido

em 50% (cinq üenta por cento) ou mais. Nunca aumente o comprimento do talabarte por meio de quaisquer artif í cios. Lembre-se de que o cinto tipo p á ra-quedista é projetado para segurar uma queda livre de 1,80 m (um metro e oitenta cent í metros). Para trabalhos sobre caminhões, calotas esf éricas, tetos de tanque, que não possuam guarda corpo, a fixa ç ão do cinto deve ser cuidadosamente avaliada, antes do in í cio dos trabalhos. O cinto de seguran ç a e seus acessórios não devem entrar em contato com fontes de calor (pe ç as quentes, fa í scas, chamas) nem com solventes ou tintas. Em caso de atividades envolvendo altas temperaturas e soldagens,o cinto deve ser confeccionado em fibra para- aramida Todo o sistema, inclusive o ponto de fixa ç ão, deve ser verificado por uma pessoa qualificada, de forma a se certificar de que o mesmo oferecer á a prote ç ão adequada. Para trabalhos realizados com movimenta ç ão vertical em andaimes suspensos de qualquer tipo deve ter trava-queda de seguranç a acoplado ao cinto de seguran ç a, ligado a um cabo de seguranç a independente. Nunca fa ç a reparos/manutenç ão nos cintos e nos componentes.

Retire-se de servi ç o.

Inspe ç ão pr é via dos Equipamentos de Prote ç ão de Queda Todo
Inspe ç ão pr é via dos Equipamentos de Prote ç ão de Queda Todo

Inspeção prévia dos Equipamentos de Proteção de Queda

Todo equipamento de proteção de quedas deve ser inspecionado antes

do seu uso, pelo próprio usuário do equipamento. Os equipamentos que deverão ser Inspecionados são os seguintes: escadas, andaimes, cintos tipo pára-quedista, talabartes, linhas de vida, dispositivo trava-quedas. A inspeção deve incluir uma avalia ção da integridade fí sica de cada

parte do equipamento em busca de rachaduras, corrosão e outros sinais

de fadiga dos materiais. No caso de uso de cintos tipo pára-quedista, o usuário deve levar em consideraç ão que uma boa proteç ão de quedas depende de três aspectos: Suporte no corpo (cinto de seguranç a), meios de conexão (talabarte, linhas de vida) e pontos de ancoragem (ponto de fixaç ão em

estrutura rí gida e estável).

Lembre- se : Quando adquirimos o hábito de trabalhar conforme as normas de segurança e
Lembre- se : Quando adquirimos o hábito de trabalhar conforme as normas de segurança e

Lembre- se : Quando adquirimos o hábito de trabalhar

conforme as normas de segurança e estamos sempre

atentos para não cometermos atos inseguros, podemos evitar sérios acidentes. Pense nisso!

segurança e estamos sempre atentos para não cometermos atos inseguros , podemos evitar sérios acidentes. Pense
OBRIGADO A TODOS
OBRIGADO A TODOS
OBRIGADO A TODOS
OBRIGADO A TODOS

OBRIGADO A TODOS