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COMUNICADO

ANTÓNIO JOSÉ SEGURO NA SEDE DO PS/PAREDES “ENTRE MIM E PASSOS COELHO HÁ UM OCEANO QUE NOS SEPARA”
A sede do Partido Socialista de Paredes foi o palco escolhido para receber o candidato a Secretário-geral do PS, António José Seguro, que numa estratégia de proximidade, fez questão de falar com os militantes e de apelar ao seu voto, que deseja esclarecido e conforme com a almejada mudança e o início de “O NOVO CICLO”, que de resto, marca a elaboração da sua Moção. Esta visita teve como objectivo, igualmente, dar início a uma relação mais próxima e ajustada aos anseios de uma concelhia que, apesar de inserida no sétimo maior concelho do distrito do Porto, nem sempre foi tratada de acordo com a sua importância e dimensão. O dirigente nacional do PS e também apoiante de Seguro, Artur Penedos, mostrou-se satisfeito por, pela primeira vez, um candidato a secretário-geral do PS se deslocar à concelhia do partido, em Paredes. “É sinal da mudança que se ambiciona”, sublinhou. Este gesto revela, de acordo com Artur Penedos, que António José Seguro “coloca as pessoas em primeiro lugar”, destacando a “postura, a forma de estar – tranquila, mas decidida – que contagia e desinibe rapidamente os mais introvertidos”.

Artur Penedos: “Seguro coloca as pessoas em primeiro lugar” Com Seguro, assegurou o também vereador na Câmara de Paredes, “a tão almejada revolução estatutária será uma realidade; temos a garantia de que assumirá na plenitude a história do PS e com ela os compromissos de José Sócrates e do seu governo e não haverá revisão constitucional para introduzir, designadamente, a liberalização dos despedimentos individuais sem justa causa”. António José Seguro avançou que quer que o PS inicie uma nova cultura democrática para ouvir os militantes. “Quem sabe ouvir, sabe decidir melhor”, vincou. O candidato a secretário-geral do PS sublinhou que deseja incutir no interior do PS uma prática que olhe para cada militante como uma pessoa que tem ideias e propostas e que quer dar o seu contributo. Neste sentido, prometeu lançar um debate após o Congresso que terá lugar em Setembro, para discutir, tudo o que tem que ver com a vida interna do partido, nomeadamente, a melhor forma “para nos organizarmos e realizarmos eleições”.

A partir de Março de 2012, altura em que terminará este debate de ideias, Seguro garante que haverá uma nova estrutura, um novo partido que respeite a posição dos militantes e que estará mais aberto à participação dos cidadãos.

Seguro: “Quem sabe ouvir, sabe decidir melhor” Seguro afiançou aos militantes do PS que esgotaram a sede da concelhia local, que pretende implementar um novo ciclo no partido, uma nova forma de fazer política no interior do PS, valorizando o papel dos militantes. Afirmou que a função do PS é ser uma oposição que saiba colocar os interesses dos portugueses à frente dos interesses partidários. “Num momento de emergência nacional, o governo sabe que pode contar connosco, com as nossas propostas, com uma cooperação exigente, porque não temos a mesma visão dos problemas e as mesmas soluções. Entre mim e Pedro Passos Coelho há um oceano que nos separa, do ponto de vista ideológico”. Seguro garantiu que “naquilo que o memorando da Troika tiver a assinatura de José Sócrates, honraremos esse compromisso. Assumo todo o património do PS”. Mas, acrescenta que onde não constar a assinatura do ex-primeiro-ministro, “vamos discutir ponto a ponto, caso a caso, sendo que seremos sempre fiéis aos nossos princípios e valores”. Antes de ouvir os militantes acerca dos seus anseios e preocupações, António José Seguro salientou que pretende que o Partido Socialista regresse ao governo, “porque tem as melhores ideias e as melhores propostas. Para concretizar o objectivo que nos anima, só precisamos de conquistar a confiança e o entusiasmo dos portugueses”.