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Escola Secundária

Disciplina de Português

Hoje em dia posso escrever um artigo para um jornal a denunciar o quão fáceis de corromper são os políticos de hoje em dia. Posso criticar a actuação deste ou daquele governo ou partido político. Posso gritar em voz alta que isto está mal. Hoje em dia tenho o privilégio de poder dizer aquilo que penso, fazer aquilo que vai ao encontro dos meus valores e das minhas ideologias. Não tenho que me comportar desta ou daquela maneira apenas porque a sociedade o diz ou porque posso sofrer consequências mais severas. Hoje tenho liberdade, liberdade essa que me foi dada sem que eu lutasse por ela. Alguém lutou por mim: um país inteiro que se revoltou contra quarenta anos de ditadura salazarista e que veio por fim a um regime de opressão e medo. Mas, quais foram as formas de luta? Como é que se denunciava o que estava mal? Poderei eu fazer uma comparação entre tempos históricos como meio de denunciar aquilo que está mal no meu tempo? Foi isso que Luís de Sttau Monteiro fez, e neste trabalho proponho-me a fazer uma reflexão acerca do papel de literatura na luta pela liberdade e de que forma aquilo que sobre a importância da peça “Felizmente Há Luar”.

Foram dias foram anos a esperar por um só dia. Alegrias. Desenganos. Foi o tempo que doía com seus riscos e seus danos. Foi a noite e foi o dia na esperança de um só dia. Manuel Alegre

lá fora. à semelhança do que se passava noutros países da Europa na época. efectuado inicia-se uma nova realidade que veio a terminar também num golpe militar. principal problema da época. com a ajuda de uma polícia criada para o efeito. Portugal começou a despertar. este regime estava fortemente centralizado pelo estado ditatorial. que primeiro foi PVDE. mas que foi levado a cabo por capitães. António de Oliveira Salazar. na sequência de um golpe por militar generais. finalmente. Assim. por aqueles que lutaram e foram presos. depois foi PIDE e mais tarde DGS. quando Marcelo Caetano já era presidente do conselho de ministros devido ao afastamento de Salazar por incapacidade física. supostamente provocada por uma queda quando se sentava numa cadeira (o que não deixa de ser caricato). motivado por aqueles que sempre disseram que isto estava mal. acalmar o país e estabelecer a ordem. no inicio era ministro das finanças que teve o poder por alguns visto como “divino” de controlar a inflação. De inspiração fascista. por aqueles que viram o seu trabalho apreendido e censurado. O “estado novo” foi uma consequência da tensão acumulada durante as últimas décadas da monarquia e que se acentuou com a implantação da república e os sucessivos governos que nem por sombras se conseguiam manter na cadeira do poder. .Antes do 25 de Abril Desde que. Passou a presidente do conselho quando da remodelação do governo em 1933. Conseguiu. se começou a segredar a palavra liberdade.

onde nada de mal se passava. No fundo. Começaram em Agosto e Setembro de 1973 e prolongaram-se pelo início de 1974. estão sufocadas pelo poder. mas também com armas americanas. Como tal. com a finalidade de distrair o regime. enquanto Portugal mantinha o seu por força da defesa militar. que teve início em 1961. Alguns capitães pensaram a revolta. a sua função era homogeneizar a população e evitar as chamadas “ovelhas negras”. A sociedade civil estava descontente por ver partir os seus filhos para a guerra com um tempo de serviço militar quase sempre superior a três anos. longe de todas essas confusões. mas nada de informações nos jornais acerca disso. A guerra em Angola. Era um país cor-de-rosa. tudo isso deveria ser suprimido.A PIDE prendia e vigiava todos aqueles que manifestassem condutas impróprias. Portugal estava “orgulhosamente só”. tudo aquilo que os poderia fazer pensar e ambicionar mais – tudo isso era mau. Nasceu a ideia de se fazer passar a ideia de que iria haver um golpe militar no dia 1 de Maio para assim poder apanhar o regime desprevenido antes dessa data. o sector militar começava a apresentar sinais de cansaço. onde a normalidade era a inércia e a submissão ao poder do estado. Durante o 25 de Abril Ao contrário daquilo que o povo pensa. Queriam por fim à ditadura e a esta situação insustentável. Entretanto. coisa que foi conseguida. Chegou-se pela repressão. a um clima em que as pessoas já não aguentam mais. organizaram as tropas e coordenaram-nas. Depois de as tropas já estarem na rua é que veio a adesão popular. Os anos sucederam-se. lá fora sucede-se a 2ª guerra mundial. Daí as manobras que se fizeram antes dessa data. As potências coloniais europeias viam os seus impérios cair. Foi então que começaram as reuniões secretas. todos aqueles que fossem contra os ideais do regime. Tudo aquilo que poderia despertar a consciência do povo. A situação começava a ficar fora do controlo. Moçambique e Guiné-Bissau aumentava á medida que o inimigo ia ficando mais bem apetrechado de armas vinda da união soviética. o 25 de Abril foi uma revolução planeada. Era necessária uma ruptura com o passado. Vigiava os meios de comunicação com o seu ameaçador lápis azul. .

a Mocidade Portuguesa e até o partido político – Acção Nacional . as floristas cedem cravos aos militares. a aeroporto. o banco de Portugal e a rádio Marconi são os primeiros alvos das tropas. Para impedir a reacção. a legião portuguesa. de Spínola e do MFA. «Grândola Vila Morena» acaba por ir para o ar no programa «Limite» de Paulo Coelho e Leite de Vasconcelos. uma parcela das tropas dirigiu-se para os centros de decisão mais importantes. No fim. o Concelho de Estado. como combinado. Um dia depois da revolução forma-se a “Junta de Salvação Nacional”. A segunda senha é dada na “Rádio Renascença”. rádio clube português. sem grandes pressas. composta por militares e pelo novo regime e que tem por missão desmantelar as armas do regime anterior: o governo. mas ao contrário do que se pensa. de Paulo de Carvalho. O primeiro sinal. o 25 de Abril não foi uma revolução pacífica. Depois do 25 de Abril Logo após o 25 de Abril. a DGS e. A revolução é como um veneno que se vai espalhando. pelas principais instituições da época. A radiotelevisão. canção vencedora desse ano do Festival da Canção RTP e que iria daí a alguns dias representar Portugal no Festival da Eurovisão. Nas ruas. Marcelo Caetano rende-se e Portugal respira de alívio. A música de José Afonso moveria as tropas situadas em diversos pontos estratégicos e que riam permitir um “assalto” ao país. porque estes chegaram esmo a ser usados para suscitar a resposta em zonas estratégicas quando esta não aparecia. com ela.A revolução começou na rádio. foi dado pelo posto “Emissores Associados de Lisboa” às 22:55. com a música «E Depois do Adeus ». a PIDE. o quartel-general de Lisboa. surgiu uma situação difícil: o poder ficou nas mãos dos militares. o presidente da república (que na altura era Américo Tomás). Os cravos não simbolizam a inexistência de tiros. Começava a revolução.

. Só a 25 de Abril é que todos os portugueses vão. era necessário romper com tudo o que os anos de ditadura deixaram em Portugal. sucedendo-lhe Francisco da Costa Gomes. por exemplo. um novo estado. Aqueles que. É claro que uma mudança destas fez confusão a muita gente. Depois forma-se um governo provisório. tentam calar aquelas vozes incómodas.Popular. até que Spínola acaba por se demitir. parecidas com a voz da consciência. votar pela Assembleia Constituinte. Depois foi um suceder de governos provisórios. algo por que muitos haviam desejado anos a fio. até hoje em dia. em Portugal. Mas. a crítica à sociedade feita. que criticavam aquilo que diziam ser um “excesso de liberdade” que dominava os meios de comunicação da época. que teimam em mostrar ao país aquilo que de mais grave se passa no mundo obscuro do poder. Rapidamente surgiram críticas. o fantasma da censura ainda paira por aí. a Constituição voltou a dar a liberdade de expressão e informação e a liberdade de imprensa ao povo. por interesses políticos e económicos. muitas vezes. no teatro de revista. Mas este desmantelamento era necessário: para recomeçar uma nova vida. Filmes até então proibidos passam a ser exibidos. passou a ser algo comum. como se fez até Abril de 74. motivado. Portugal consegue a possibilidade de seguir um novo rumo. Em 1976. vindos dos mais variados sectores do povo. finalmente. É eleito um novo presidente da república: Ramalho Eanes. que era suposto durar um ano mas durou apenas alguns meses. têm poder. Ainda que no meio de muita instabilidade política e ideológica. Pessoas que tentam que não se volte a ocultar o país aos país. neste caso.

que tinham visitas regulares dos inspectores da PIDE que vinham “á caça” de obras proibidas. Esta perseguição feita à literatura tinha. A censura era feita nas tipografias e editoras. em 1959 e já com 74 anos de idade. Os censores do Estado Novo usavam-no para cortar qualquer tipo de texto. levando tudo aquilo que estava a jeito. Na altura. onde retratava a vida. Mas. Episódios como este passaram-se com muitos outros escritores. essencialmente. sob pena de prisão para aqueles que as escreviam. O grande escritor Aqulino Ribeiro. numa só visita dos inspectores. como se isso não fosse suficientes.Durante muito tempo. Mas não foi um simples e nada ameaçador objecto que calou intelectuais deste país. limitar as tentativas de subversão e difamação. o prejuízo andou por volta dos 700 contos. imagem ou desenho que não pudesse ser publicado na imprensa. o importante era abafar esses casos. evitar que se rebelassem e. alguns deles ainda vivos. A crítica ao modo de actuação dos “importantes” deste país continuava a ser feita. uma situação destas significava a ruína completa. que só podiam sair depois de vistas . uma única razão: ao contrário do que se fazia com as notícias. Por exemplo. nas vezes em que isso acontecia. a editora Europa-América teve 73 mil livros apreendidos e 23 títulos proibidos. Era necessário manter a ordem. Para a maioria dos editores portugueses. depois de ter publicado o romance “Quando os Lobos Uivam”. o símbolo da repressão foi o lápis azul. Era um mio de proteger a ditadura. vê-se perante a barra do tribunal indiciado por um processo de delito de opinião. a polícia ainda inspeccionava as casas dos escritores também.

o leitor interessado poderia encontrar livros proibidos em algumas livrarias do Centro do Livro Brasileiro ou da Europa-América. mesmo que até nem fossem nada de especial. Mas não: muitos dos livros proibidos só o eram porque tinham que haver livros proibidos. Mas não era de todo o conteúdo dos livros que aguçava o apetite e leitores revolucionários. . Em Lisboa. na Moraes ou na Ulmeiro. “o fruto proibido é o mais apetecido”. O facto de ser proibido deveria partir do princípio que teria algo de mau lá escrito.pelos “coronéis do lápis azul”. claro. E. pelo que havia uma grande procura deste tipo de livros. os livros eram impressos pelas tipografias e publicados pelas editoras ainda antes da polícia política saber que eles existiam.

Gomes Freire de Andrade é. em implantar um novo sistema político. é alguém capaz de libertar o povo da situação difícil em que se encontra. toda a peça está carregada de simbolismo e é possível estabelecer um paralelismo entre os mais pequenos pormenores. é aquilo que o povo necessita. o primeiro foi executado. É o mártir. a crise de valores. mas muito semelhante ao vivido pelo autor na altura em que a escrever: a instabilidade política.A peça de Sttau Monteirro não é. no tempo em que a peça foi escrita falava-se em acabar com a ditadura. inocente. um sistema democrático. que lessem ou assistissem à peça. na peça. Passa-se num tempo histórico um pouco distante. O General Humberto Delgado é o sinal de mudança. também ele. o segundo foi assassinado. nos movimentos que tentaram implantar entre nós o regime liberal. a temática centra-se. Alguém que questionava o poder e que tinha a força necessária para lhe fazer frente. No fundo. sobretudo. Um papel que vai ter. aos olhos dos que têm poder. sendo que o General Humberto Delgado esteve envolvido nas questões políticas. Não tem qualquer interesse num cargo político. o “cérebro” de toda aquela conjura. O autor mostra a hipocrisia da sociedade de 1817 na sua peça como forma de denunciar a hipocrisia da sociedade do seu tempo. Se. uma correspondência com o General Humberto Delgado. de todo. também ele mártir. que identificassem o que estava mal no seu tempo através da apresentação de um outro tempo de acção semelhante. . O que têm em comum é que ambos morreram pelo regime. A diferença está na participação que ambos tiveram. Gomes Freire é o símbolo da integridade. E era este o seu objectivo: fazer com que as pessoas do seu tempo.

Queria levar as pessoas a despertar do marasmo em que se encontravam. e era mesmo isso que Portugal necessitava: resolver de uma vez por todas o problema da ditadura e da repressão. pois tudo aquilo que nos incomoda tem que ser resolvido. como uma mosca num piquenique. . Queria incomodar.

E isso exigia demasiado esforço. se analisadas em pormenor. .O Portugal cor-de-rosa desapareceu com o 25 de Abril. temos que reconhecer o que está mal hoje em dia e usar a liberdade que nos foi dada para lutar contra isso e não deixarmo-nos ir na corrente da decepção e da inércia. Era possível escrever um livro a falar mal do regime. os livros eram uma forma de luta. com letras aparentemente inofensivas mas que. Muito simples. E foi contra este ignorar por parte das pessoas da realidade que Sttau Monteiro quis lutar quando escrever a sua peça. não a representa nem apresenta de uma forma suave. isso não acontecia. O que é importante reter é que a liberdade não é um dado adquirido. haviam noticiam que incomodava e que fazia quem as lia ou via na televisão. Muitos lutaram e foram presos. porque a grande maioria das vezes ele já estava nas mãos dos leitores quando eram proibidos pela PIDE. sem simulações. pensavam de maneira diferente. essencialmente. mas conquista-se através da luta. o mundo pareci ser um local agradável e simples. pensar nelas. As pessoas criticaram esta passagem da opressão para uma “liberdade sem limites”: antes era tudo mais fácil. E também as canções. Ele mostra a realidade. Outras vezes. Por isso. Quer incomodá-las tanto que elas sejam obrigadas a pensar naquilo que vêm ou lêem. Não é lhe interessa que as pessoas gostem do que escreve: ele quer que elas pensem no que escreve. nua e crua. Agora. claro está. Chega a ser duro nas palavras e expressões que usa. Naquele tempo denunciar o que estava mal fazia-se. encontramos mensagens importantes antiregime. Despertou a realidade. mas mesmo assim. através da literatura. Outros foram mortos porque.

A Auto da Família Autómato. Brasil Brasília Presença Civ. D. A Águas Novas Ajustamento Sexual Alentejo Desencantado (*) Algemas e Grilhetas Alocução aos Socialistas Amante de Lady Chatterley. Tomás da Caprio. Ribeiro Marx/Engels Santareno. Alberto Brandão. Aquilino Vários Galvão. O Atenção. Herberto Ribeiro. Sebastião Engels. O AUTOR Amado. variando entre a Metrópole e as Colónias. Michel Fonseca.LIVROS PROIBIDOS NOS ÚLTIMOS TEMPOS DA DITADURA· (Nova relação revista e aumentada em Abril de 2007) Nota: Os títulos assinalados com asterisco (*) estavam sujeitos a uma proibição especial. F. Correia. Mário Mascarenhas. A Agricultura Socializada em Cuba. O Amantes e Libertinos Amor e Felicidade no Casamento (*) André Malraux Angola. Charles Kahn. TÍTULO Abc de Castro Alves (*) Acerca da Contradição Acerca dos Dias Adolescente. Natália Mello. Mao César. Nita Durban. H. Magalhães Ribeiro. António Lawrence. Dalton. Italo Morávia. F. Alberto EDITOR Europa-América Latitude Dinalivro Autor Delfos Prelo Autor Ibrasa Ulisseia Oriente Inquérito Delfos Ed. Morávia. Arnaud Gutelman. Vergílio Boavida. Orlando Clímaco. Henrique Calvino. Jorge Tsé-Tung. Fritz Ferreira. Brasileira República Autor Afrodite Afrodite Afrodite Estampa Bertrand Ulisseia Bertrand Brasília Delfos Portugália Portugália Portugália Europa-América . Cinco Séculos de Exploração Portuguesa Ano de Eleições Anotações do Presente – II Anti-During Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica Antologia de Vanguarda Antologia Filosófica Anunciação (*) Apresentação do Rosto Arcanjo Negro. ou viram alterada a sua situação face à Censura. O (*) Arte. Frank S. Telo Sérgio. O Atalho dos Ninho de Aranha. Fiama H. Américo Godinho. Bernardo Helder. P. O África Austral. Literatura e Imprensa Assalto ao «Santa Maria». Ventura.

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C. Marcel Lisboa.Filosofia da Vida (*) Filosofia na Alcova. M. Delarue. Karl Vários Carlos. Andrés Thomas. As Fogos Cruzados Fontamara Força para Amar Foto-Grafias Frátria/Diálogo com os Cristãos (Ou Talvez Não) Fronteiriços Fulana de Tal Funda. Álvaro de Portela Filho. (trad. Almeida Vários Luxemburgo. A (*) Guerra Civil em França. U. A. Hugh Marx. Papiano Beirão. F. Nina Phillipp.I História Contemporânea do Povo Português . A Guerra em Angola Guerra no Vietname Guerra Santa Há Uma Esquerda nos E. Waldemar Livros Brasil Afrodite Presença Prelo Autor Autor Europa-América Moraes Quadrante Inova Autor Delfos Arcádia Dinalivro D. As Guerra Civil de Espanha. V. Martin Luther Santos. Fidel Vilhena. Sacramento. Nin. José M. Máximo Anjo. N. ? (*) Hanói – Capital da Liberdade Harmonia e Desarmonia Conjugais Herdeiros. Os Hippies. Quixote Europa-América Europa-América Portugália Inova Coimbra Editora D. Ignázio King. O Gaibéus (*) Geografia Económica da Revolução de 1820 Gorki por Ele Próprio Gravidez para a Mulher Infértil Gravoche Grécia «67» Greve de Massas. L. Karl Pádua. Fundamentos de Filosofia Futuro é dos Jovens. A.II História da Antiguidade Oriental História da Civilização Ocidental História da Gestapo História da Imprensa Periódica Portuguesa História da Literatura Portuguesa (*) História da República Portuguesa História de Portugal História do Soldado Que Não Foi Condecorado História me Absolverá. Mário Campinas. José Pires. Flausino Diakov. Artur Afanasiev. As Durant. A Guerra Civil de Espanha. Flausino Torres. Alves Santos. Partido e Sindicatos Greves Selvagens na Europa Ocidental. Piteira Gourfinkel. A Filosofias da Natureza em Demócrito e Epicuro. António José Oliveira. V. Edward M. Começo de Quê? Florestas e os Ventos. Modesto Castro. As Fim de Década. Burns. A – 3º Vol. José Saraiva. C. Ary/Calvet. J. Jacques Tengarrinha. Lopes Sérgio. Rosa Ribeiro. Quixote Centelha Afrontamento Text. César Robins. Elliote Santos. Will Marquês de Sade Marx. António Navarro. Sttau Rocques. Harold Borrego. Vários Redol. Mário M./Simões. Marginais Ulisseia Centelha Brasiliense Estampa Minotauro Estampa Novo Rumo Europa-América Ibis Europa-América Nova Realidade Prelo Prelo Arcádia Globo Europa-América Portugália Europa-América Inquérito Portugália Dinalivro Prelo Autor Europa-América Prelo .) Loures. Vários Monteiro. Os Hiroxima História Contemporânea do Povo Português . Henrique Silone. Torres. Vicente Laiglésia. A. José Cardoso Monteiro. A História Universal da Pulhice Humana Histórias de Amor Histórias Dramáticas da Emigração.

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Alexandre Pimentel. Leon Kedros. Vergílio Vilhena. V. Hans Sartre. As (*) Motim. Jean-Paul Franco. Os Mortos Sem Sepultura Moscas. Horn. Fritz Hasson. Marginais Júlio Brandão Júlio Brandão Inova Ed. Mário de Losovski. Moussa. da China. Roger Ferreira. O (*) Notícias do Bloqueio Nova Cartilha do Povo Gyorgyi. Brasileira Júlio Brandão Júlio Brandão Text. Daniel Marx. Felman Autor Maria da Fonte D. Jean-Paul Sartre. M. André Fonseca. Silva. Jean-Paul Amado. A (*) Notário dos Negros. A Metade do Céu. A Nações Proletárias Natureza do Estado Soviético Navio Dentro da Cidade. Os Mao Tsé-Tung Mãos Sujas. O Movimento Estudantil e Política Educacional Mundo do Sexo. A. Teresa Loures. Jorge Oliveira. Palma Vinogradov. A. O Mãe. O Missão em Portugal Mito Americano. Sarmento Vilhena. Adam Simões. Os Na Tua Morte Nacionalização da Indústria. Eric Capela. Memórias de Um Operário 2º Vol. J. M. José Cabral. A Memórias de Um Operário 1º Vol. O Manuscritos Económico-Filosóficos. Santos Estaline. J. Henry Gentis. José Quartim. José Broyelle. O (*) No Rescaldo de Lourdes Nossa Vida Sexual. Claudie Horta. Máximo Sokovieds Ferreira. P. A (*) Magia Negra e Magia Branca Manhã Submersa (*) Manual de Etiqueta Manuscrito da Garrafa. Materialismo Histórico Medicina e a Vida Hospitalar na R. Jean-Paul Schaff. O Mas o Melhor do Mundo São as Crianças Materialismo Dialéctico. O Muros do Asilo. Rui Miller. Helms. Pinto Torga. José Silva. Pierre Trotsky. José Filipe. Carlos Lins. Memórias de Um Resistente (*) Memórias do Capitão Menina do Chapéuzinho Vermelho. Karl Schram. Stuart Sartre.Macaco Louco. Álvaro Gaument. Miguel Namorado. O Moçambique Pelo Seu Povo Mocidade Vive! Montanha Mortos Chegam Mais Tarde. Gorki. S. Rogério Sartre. Tomás da Kahn. J. Loys Vários Vários Europa-América Europa-América Inova Autor Autor Guimarães Brasília Europa-América Europa-América Europa-América Afrontamento Maria da Fonte Estampa Tempo Brasileiro Civ. Quixote Nova Realidade Civ. Brasileira Estampa Afrontamento Clássica Autor? Europa-América Presença Presença Europa-América Nosso Tempo Livros Brasil Portucalense Europa-América Estampa Moraes Latitude Europa-América Académica Brasília Europa-América Egito Gonçalves Autor . A Minha Senhora de Mim Ministério do Amor. Miguel Freitas. As Mar Morto (*) Maria da Nazaré Marx e os Sindicatos Marxismo e Alemanha Federal (*) Marxismo e Existencialismo Marxismo e o Indivíduo.

A Podem Chamar-Me Eurídice Poema da Fraternidade Poemas da Liberdade Poemas de Desespero e Consolação Poemas de Natal Poemas do Cárcere Poesia Amordaçada Poesia Deve Ser Feita Por Todos. Tomás da Fanon. M. Alexandra Weil. Carlos Ferreira. Cattelain. Georges Vilhena. A Poesia Portuguesa do Pós-Guerra (1945-1965) Poesias e Cartas Vários Kollontai. Papiano Moniz. Alexandre Kahn. Mário-H. Jarzy Filipe. Edmundo Mascarenhas. Máscaras Brancas Pele. Soeiro P. A Nova Mulher e a Moral Sexual. Bibliográfico Afrontamento Moraes Brasília Inova Autor Seara Nova Estampa Nova Realidade Moraes Prelo Portugália Estampa Delfos Autor Coimbra Editora Ulisseia Presença Minotauro Dinalivro Renascença Paisagem Livros Brasil Brasília Moraes Moraes Prelo Europa-América Autor Prelo Seara Nova Autor Ed. Felicidade Efimov Costa. Paulo Fonseca. Os Oposição Operária 1920-1921. Jacques Vários Dolci. A (*) Opressão e Liberdade Oração Fúnebre para Ernesto "Che" Guevara Palavras Necessárias Palavras Sem Eco Para a História do Sindicalismo em Portugal Para Compreender as Crises Monetárias (*) Para Um Dossier da Oposição Democrática Para Um Mundo Novo Para Uma Reforma Agrária em Portugal (*) Paraíso sem Adão Paraísos Artificiais Partido Comunista. A. Fidel Gonçalves. Serafim Leal. A Peças de Um Acto Pedagogia do Oprimido Pedir Chuva. Formoso . Ramos Lefebvre. Sttau Freire. António Vieira. Grégoire. Grace Baudelaire. José Ribeiro. Metalious. A Obras Completas (*) Ofício de Mulher Olho Nú. J. Orlando da Carlos. A Pele Negra. Telo Alves. Henri Bosch. O (*) Pessoas Livres Planificação Económica. Substituto do Imperialismo Pequeno Dicionário de Economia Perigo Americano. José Ferreira Loures. José Bação D. Blasco H. Daniel Monteiro. Teixeira Leiria. Simone Castro. Felicidade Ho-Chi-Minh Monte.Nova Esquerda na Europa. A Novas Cartas Portuguesas Novelas Eróticas Novos Contos do Gin Objecção de Consciência. Frantz Malaparte. L. J. Brasil Nova Realidade Ulmeiro Ulisseia Tip. Danilo Fernandes. A Olhos Sem Fronteiras. José Costa. O Pentagonismo. O Pensamento de Lenine. V. Afonso Kosinski. Orlando da Kollontai. Ménie Vilhena. O Pascoal Passageiros Sem Bilhete Pássaro Pintado (*) Pátria Lugar de Exílio.-Pierre Gomes. A (*) Pensamento Activo de Bernardino Machado. Quixote Laemmert Estúdios Cor Portugália Estampa Telos Europa-América Moraes Autor C. Brasil Oriente Autor Ed. Juan Vários Goux/Landeau Alves. Curzio Almeida. Bento Correia. J. Charles Marchais. Alexandra Horta/Barreno/Costa Gomes.

O Que é Uma Constituição Política. Manuel Caldwell. Vicente Coelho. Erskine C. S. A Raiz da Serenidade Raízes da Expansão Portuguesa Raízes do Ódio. Blasco H. Quixote Civ. F. Borges Melo. A. Georges Gurvitch. Documentos 1970-1971 Primeiras Alegrias (*) Primitivo. Aquilino Ferreira. A Questões do Leninismo Questões Nacional e Colonial. Fédin. A Questão dos Sindicatos. F. P. Rego.Política Económica Portuguesa. Pacheco Santos. Anderson. Lenine Estaline. Brasileira Século Assírio & Alvim Afrontamento Ibérica Vértice Europa-América Afrontamento Arcádia Ibis Bertrand Júlio Brandão Afrontamento Prelo Seara Nova Inova Moraes Presença Presença Liberdade Cultura Bertrand Seara Nova Edições 70 Estampa Portucalense D. Sottomaior Freitas. Ferdinand Vários Cunhal. Karl Engels. O Quem Tem Medo da China? Questão Agrária em Portugal. Russa 1917 Rã no Pântano Racismo no Mundo. Rogério Vários Fernandes. Ant. J. Adolfo C. Pierre Vários Campinas. Chester Ribeiro. N. As (*) Realismo e Existencialismo (*) Ribeiro. As Questões Sobre o Mov./Moura. O Raia de Portugal. J. Ano Político Portugal Através de Alguns Números (*) Portugal e o Fim do Ultracolonialismo Portugal Oprimido Portugal Sem Salazar Portugal. A Problemas Ideológicos Contemporâneos Programa Comum de Governo Progressismo na Europa. A Políticos e o Poder Económico. Flausino Ribeiro. Afonso Alegre. Lenine Pereira. Miller Gurvitch. O Príncipes de Portugal. Domingos Arouca. George Seara Nova Autor Ini. Almeida Paraf. Editoriais Seara Nova Artis Multinova Prelo Civ. Perry Queiroga. Uma Perspectiva da Sua História Povo Praça da Canção. Os Pontos de Vista – 1 Por Uma Democracia Anti-Capitalista Porta Fechada. S. Álvaro Kautsky. Georges Monteiro. Fernando Mesquita. Raul Vários Cardia. Blasco H. Ribeiro. A Pregador. Konstantin Himes. Salgado Vários Colectivo Caute. A Questão Agrária. O Progresso na Liberdade Proudhon e Marx I Proudhon e Marx II Quando os Lobos Julgam a Justiça Uiva Quando os Lobos Uivam Quatro Semanas em Outubro Que é a Reforma Agrária? O (*) Que é o Marxismo. David Guerra. O Presos Políticos. Alberto Fernandes. Operário Português e a Rev. Suas Grandezas e Misérias Princípios do Leninismo Prisão do Dr. P. Mário Torres. M. Guilherme de Luckacs. Brasileira Portucalense Portucalense Centelha Júlio Brandão Latitude Júlio Brandão Parceria Ulisseia Afrontamento Autor Prelo Arcádia Arcádia . F. À Portugal 73. A Questão do Alojamento. Lenine Lassalle. J. Zenha. Aquilino Estaline.

Grace Fonseca. Os (*) Ser Negro Sete Odes do Canto Comum Sexo e a Sociedade. Felman Estampa Paisagem Prelo Júlio Brandão D. Karl Manfred. Carlos Costa. O Sindicalismo em Portugal. Quixote Inova Ulisseia Europa-América Novo Curso Arcádia Prelo Nosso Tempo D. Albertine Sartre. Gabriel Jackson. Alberto Marx. Emílio Krasucki. Alberto Oliveira. A (*) Revolução Meu Amor Revolução Proletária e o Renegado Kautsky. Orlando da Sousa. Mao Lenine Lenine Seara Nova Estampa D. Quixote Arcádia Arcádia Europa-América Europa-América Ed. A Resposta a John Lewis. Basil Kosing. David Sartre. Francis Fonseca. David R. A. A Revolta Estudante. A Revolta de Ontem Nas Palavras de Hoje. O Revolta de Maio em França. Bibliográfico Europa-América Livros Brasil Assírio & Alvim Arcádia Afrontamento Seara Nova Estampa Júlio Brandão Europa-América Europa-América Porto Inova Razão Actual .Redescoberta da França Reforma ou Revolução? Regressar para Quê? Regresso a Peyton Place Relógio Parado. Jorge Lederer/Burdivk Jeanson. A Revolução Cultural Chinesa. Victor de Metalious. Romeu Marx. Jorge Sarrazin. Manuel J. Palla. Del Pino. O Situações – III (*) Situações – IV (*) Sobre a Guerra Prolongada Sobre a Luta Contra o Revisionismo Sobre a Religião Rodrigues. Urbano T.. Luxemburgo. António Dias Althusser. César Cunhal. Jean-Paul Tsé-Tung. O (*) República Espanhola e a Guerra Civil 1º (*) República Espanhola e a Guerra Civil 2º (*) Resistência em Portugal. Lilia Jackson. Jean-Paul Brown Jr. Álvaro Correia. Gabriel Coelho. Alfred Vários Vários Vários Morávia. Maria Antónia Lenine Ferro. Quixote Ulisseia Paisagem Avante Autor Latitude Académica Europa-América Europa-América Portugália Portugália Liv. Orlando Walker/Fletcher Reuben. Henri Burstein. O Sexualidade e Repressão Signo da Ira. A Romana. A Revolução Russa de 1917. O (*) Sexo Sem Mistério. Costa. Jean-Paul Sartre. Marc Morávia. A Revolução e Contra-Revolução Revolução Francesa. Manuel da Amado. A Questão do Humanismo Retrato de Camilo Torres Revelando a Velha África Revisionismo Contemporâneo. O São Jorge dos Ilhéus (*) Sarkhan (*) Sartre Por Ele Próprio Seara do Vento Seara Vermelha Sem Piedade Sequestrados de Altona. Rosa Sá. Louis Vários Davidson. Turner Costa. Tomás da Amado. Martins Europa-América Europa-América Panorama C. O (*) Sindicalismo Independente Sindicatos e Luta de Classes Sionismo e o Imperialismo. Karl Fonseca. A Rosa Luxemburgo Viva Rumo à Vitória Sábado Sem Sol Salário Preço e Lucro Santo Condestável.

O Sorge. O (*) Socialismo: Do Renascimento aos Nossos Dias. Quixote Minotauro Nosso Tempo Arcádia Portugália Inquérito D. As Trabalho Político de Massas Travessia Trotsky e o Trotskismo U. Alexandre Golakov/Ponizovsky Fast. Alfred Willard. A Um Auto para Jerusalém Um Barco para Ítaca Um Herói do Nosso Tempo (*) Um Homem do Povo na Revolução Um Homem Procura o Caminho Um Português em Cuba Um Rapaz de Florença Um Sonho Americano Uma Aldeia na China Popular Uma Noite e Nunca Uma Nova Espanha? Unidade da Oposição à Ditadura. Vicente Vários Vários Thurber. Jean Portucalense Seara Nova Prelo Prelo Arcádia Afrontamento Estúdios Cor Europa-América Portucalense Autor Inova Europa-América Autor Autor Dinalivro Dinalivro Delfos Centelha Portugália Europa-América Portugália Arcádia Arcádia Arcádia Afrontamento Presença Arcádia Estúdios Cor Vida Mundial Bertrand Latitude Ibéria Maria da Fonte D. José da Alves. (Cord. A Universidade-Processo de Uma Expulsão Disciplinar URSS À Conquista do Futuro. Childe. Quixote Europa-América Autor Ulisseia . Manuel Pratolini. Quixote D. V. Vasco Mailer. O Socialismo em Liberdade. J. A Rancière. Faure da Cabral. Sérgio Vários Bourgin/Rimbert Vários Sauvy. P. Jacques Cardia. Antunes da Soromenho. Lenine Campinas. S. O Espião Que Veio de Moscovo Spartacus (*) Subversão ou Evangelho? Também nós Queremos ser Pessoas Livres Teatro I (A Cantora Careca) Tempo e a Ira. E. Mikhail Francisco. S. Andrea Lagerkvist. Par Gonçalves.50 Anos Depois Última Flor. Castro Cholokhov. Claude Sweezy/Bettelheim Cabral. R. Alexandre Pratolini. Oliveira Vários Marabini. O Peregrino Tormenta Torres Milenárias. Gordon Amado. M. Quixote Europa-América Portugália Moraes Tempo D. Vários Marques. O Sociedades de Transição Sol Nascerá Um Dia. Howard Silva. A Teorias da História Tereza Batista Cansada de Guerra (*) Terra do Nosso Pão Terra Morta Terras Desbravadas I Terras Desbravadas II Textos Afrontamento – 3 Textos Filosóficos Tirania Psicológica. Denise Pasukanis. Jan Rodrigues. Mário Alegre. Urbano T.Sobre a Teoria da Ideologia Sobre o Antimarxismo Contestatário (*) Sobre o Plano e o Planeamento em Portugal Sobre/De Lenine Socialismo Socialismo Crítico de Hoje. O Teoria e Política no Pensamento de Trotsky Teoria Geral do Direito e o Marxismo. . Urbano T. Jorge Silva.) Marx/Engels Devoto. Vasco Vailland/Manévy Rosa. John Avenas. Norman Myrdal. Sottomaior Ribeiro. Orlando Rodrigues. James Cesariny. Felicidade Ionesco Osborn. Mikhail Cholokhov. A (*) Tobias.

Casimiro de Burchett. Luso Loures. Os 43 Anos de Fascismo em Portugal Ferreira. Carlos Vassilikos. Vo Nguyen Correia.Vagão J Vaticano II e Evolução da Igreja Vietname em Nome da Liberdade Vietname – Segunda Resistência Vietname 1969 Vinho e a Lira. Wilfred Giap. José Vários Soares. O Violência e Consciência Virá Amanhã? Viragem Para Onde. F. Natália Vários Rabaça. A. ao Serviço de Quem? Vontade de Ser Ministro Voz e o Sangue. Brito. A Z (*) 120 Dias de Sodoma. Vassil Marquês de Sade Vários Coimbra Editora Inova Autor Seara Nova Portucalense Afrodite Moraes Coimbra Editora Prelo Cronos Novo Rumo Europa-América Arcádia Paz e Terra . Vergílio Casanova.