1 - PLANO DE AULA SOBRE PROFISSÕES 2 - TRABALHANDO COM NOMES PRÓPRIOS 3 - ESTIMULANDO A LINGUAGEM ORAL 4 - TRABALHANDO A LINGUAGEM MUSICAL E EXPRESSÃO

CORPORAL 5 – DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES CORPORAIS 6 – RESOLVER PROBLEMAS COM CRIANÇAS QUE MORDEM 7 – TRABALHANDO AS DIFERENÇAS 8 – EDUCAÇÃO FÍSICA E MATEMÁTICA 9 – SEMANA DE ADAPTAÇÃO 10 - NÃO AO PRECONCEITO 11 - ORIENTAÇÃO SEXUAL 12 – LATERALIDADE E ORIENTAÇÃO ESPACIAL 13 – IDENTIDADE E AUTONOMIA 14 – PREPARO PARA O ENSINO FUNDAMENTAL 15 - BRINCADEIRAS COM CORDA 16 -ATIVIDADES COM GIZ E CHÃO 17- TRABALHANDO SINAIS E PLACAS 18- VIDA DAS FORMIGAS 19 - PESQUISA SOBRE INSETOS 20- MINHA FAMÍLIA 21- EU E MINHA CIDADE 22 – GRANDEZAS E MEDIDAS 23 – OS SERES VIVOS 24 - JOGO DA MEMÓRIA DE PRONOMES 25 - REFLEXÕES - ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 26 – COLETIVOS 27 - GRAU DOS SUBSTANTIVOS: AUMENTATIVO E DIMINUTIVO 28 - VENCENDO DESAFIOS DA ALFABETIZAÇÃO 29 – CUIDANDO DO CORPO 30 – SAÚDE BUCAL 31 – LIXO CUIDADOS 32 – LIVRO DE PARLENDAS 33 – APRENDER SOBRE O CORPO BRINCANDO DE AMARELINHA

1 - PLANO DE AULA SOBRE PROFISSÕES
Público Alvo: Crianças de 4 a 6 anos Objetivos ● Desenvolver conhecimentos sobre a vida social. ● Buscar informações em fontes variadas. Tempo estimado Quatro meses. Conteúdos ● Conhecimento sobre profissões e suas características, curiosidades e importância na sociedade. ● Planejamento de entrevistas. ● Utilização de linguagem oral. ● Escrita. Materiais necessários Baú com instrumentos usados em diversas ocupações; livros, jornais e revistas para pesquisa; sucata para a confecção dos uniformes; e placas de cartolina com o nome das profissões. Organização da sala Em roda nos momentos de leitura. Desenvolvimento ● 1ª ETAPA Faça uma roda de conversa e pergunte sobre os ofícios que a garotada conhece. Elabore um cartaz com uma lista dos citados, deixando espaço para complementar as informações ao longo do projeto. Em outra aula, apresente à turma o baú, tire os objetos de dentro dele e deixe que as crianças os relacionem com as ocupações listadas anteriormente. Em outro momento, mostre uma placa com a palavra fotógrafo, por exemplo, peça que todos tentem lê-la e desafie-os a buscar no acervo a ferramenta que ele usa para exercer a atividade. ● 2ª ETAPA Ajude a turma a elaborar um questionário para ser aplicado aos familiares sobre o que fazem e os detalhes de cada atividade. Reserve três ou quatro encontros para pesquisa em contos de fadas, jornais, revistas e obras de arte (Cândido Portinari e Tarsila do Amaral pintaram diversos trabalhadores rurais e urbanos), para identificar as ocupações que aparecem nessas produções. Organize um painel de registro com textos coletivos.

● 3ª ETAPA Comece a preparar o desfile. Todos devem observar as imagens disponíveis no material pesquisado e fazer desenhos de observação. Eles servirão de referência na hora de confeccionar as roupas. Convide os pais para participar de oficinas de fantasia. Dias antes da apresentação, proponha a elaboração de uma explicação para cada atividade. Produto final ● Desfile de uniformes Convide os familiares e outras turmas para o evernto. Você mesmo pode ser o apresentador, descrevendo as roupas e lendo o texto sobre a ocupação e a importância dela para a sociedade. Avaliação No faz-de-conta observe se as crianças enriqueceram o jogo simbólico e utilizaram o conhecimento adquirido.

2 - TRABALHANDO COM NOME PRÓPRIOS
PÚBLICO ALVO: CRIANÇAS DE 4 A 6 ANOS. Introdução Por que trabalhar com os nomes próprios? As crianças que estão se alfabetizando podem e devem aprender muitas coisas a partir de um trabalho intencional com os nomes próprios da classe. Objetivos Estas atividades permitem às crianças as seguintes aprendizagens: - Diferenciar letras e desenhos; - Diferenciar letras e números; - Diferenciar letras, umas das outras; - A quantidade de letras usadas para escrever cada nome; - Função da escrita dos nomes: para marcar trabalhos, identificar materiais, registrar a presença na sala de aula (função de memória da escrita) etc; - Orientação da escrita: da esquerda para a direita; - Que se escreve para resolver alguns problemas práticos; - O nome das letras; - Um amplo repertório de letras (a diversidade e a quantidade de nomes numa mesma sala); - Habilidades grafo-motoras; - Uma fonte de consulta para escrever outras palavras. O nome próprio tem uma característica: é fixo, sempre igual. Uma vez

etc .Etiquetas de cartolina de 10cm x 6cm (para os crachás) . 3. · As características concretas do grupo. Ler cartões com nomes para saber em que lugar cada um deve sentar. Peça a leitura e interpretação de nomes escritos. para saber..Folhas de papel sulfite com os nomes das crianças da classe impressos . Desenvolvimento das atividades 1. cadernos.. não pode pensar em atividades para nível 1. aquela que visa formar leitores e escritores. para lista de chamada use papel sulfite ou papel craft. · O grau de habilidade no uso do sistema alfabético. que tipo de letra usar. Alguns exemplos: Escrever o nome de colegas para identificar papéis. Uma proposta significativa de alfabetização. Seja bem claro nas recomendações: explicite o que deverá ser escrito. 4. mesmo a criança com hipóteses não alfabéticas sobre a escrita não escreve seu próprio nome segundo suas suposições. e não mero decifradores do sistema.Folhas de papel craft. onde fazê-lo e como. nível 2. sim. Conteúdos Leitura e escrita de nomes próprios Tempo estimado Um mês Materiais necessários . É preciso considerar: · Os conhecimentos prévios das crianças. use etiquetas. Se for para identificar material da criança. etc.aprendido. As atividades com os nomes próprios devem ser seqüenciadas para que possibilitem as aprendizagens mencionadas acima. mas.Identificação do próprio nome: individual. desenhos (pedir que as crianças distribuam tentando ler os nomes). . 2. Lista de chamada da classe. · As diferenças individuais. se necessário. quem são os ajudantes do dia.Identificação de outros nomes: sala toda ou pequenos grupos.Atividades de identificação das situações de uso dos nomes: trabalho com a sala toda. cartolina ou sulfite A3 Organização da sala Cada tipo de atividade exige uma determinada organização: . nível 3. respeitando as restrições do modelo apresentado. qual o nome a ser escrito dependendo da situação. Prepare oralmente a escrita: discuta com as crianças. Selecione situações em que se faz necessário escrever e ler nomes. .

Ampliar o repertório de conhecimento de letras. o que também deixa a grafia menos complicada. Aproveite todas as situações para problematizar a necessidade de escrever nomes. Peça a escrita dos nomes: com e sem modelo.Peça que localizem na lista da sala o próprio nome. Situação 3 . . a criança deve: .Construindo um crachá.Apresente uma lista com todos os nomes da classe. Distribua etiquetas para as crianças e peça que cada uma escreva seu nome na sua presença. organizar listas de trabalho e brincadeiras. Priorize neste momento a escrita com a letra de imprensa maiúscula (mais fácil de reprodução pela criança). .Recolhendo material. Situação 1. a quantidade de letras. ordem da letras etc e interpretação de escritas. Situação 2 .Reconhecer as situações onde faz sentido utilizar nomes próprios: para etiquetar materiais. Nesse tipo de escrita. Distribua cartões com a escrita do nome de cada uma que deverá ser copiado nos crachás.5. é mais fácil para a criança identificar os limites da letra. Escreva todos os nomes com letra de imprensa maiúscula.Interpretar as escritas dos nomes dos colegas da turma. . . Ouça as sugestões. a direção da escrita.Identificar a escrita do próprio nome. tais como: quantas letras usar. O cartaz com essa lista pode ser grande e ser fixado em local visível. Chame atenção para as letras usadas. quais letras. etc. .Escrever com e sem modelo o próprio nome. Ajude-as a concluir sobre a função do uso de crachás. Questione as crianças como se pode fazer para que se saiba a quem pertence cada material. Identificação do próprio nome Dê para cada criança um cartão com o nome dela. Identificação de situações onde se faz necessário escrever e ler nomes.Fazendo a chamada Lance para a classe o problema: como podemos fazer para não esquecer quem falta na aula? Observações: todas essas situações e outras têm como objetivo que as crianças recorram à escrita dos nomes como solução para problemas práticos do cotidiano. . Objetivos Ao final das atividades. . Questione as crianças como os professores podem fazer para saber o nome de todas nos primeiros dias de atividade. etc. Solicite o uso do crachá diariamente. registrar a presença em sala de aula (chamada). . identificar pertences.Utilizar o conhecimento sobre o próprio nome e o alheio para resolver outros problemas de escrita.

Para que essa atividade seja possível a todas é importante fornecer algumas ajudas. Peça a elas que confiram se circularam o nome certo. por exemplo.. usando o modelo para conferir a escrita produzida. Aproveite esse conhecimento para que possam fazer a relação entre o nome da letra e o respectivo traçado.Separando nomes de meninas e meninos Apresente a lista da chamada da classe. no tocante às ajudas necessárias para a realização da tarefa. usando letras móveis (que podem ser adquiridas ou confeccionadas). Siga as mesmas orientações da atividade 1. ele já entra na escola com este conhecimento: como se escreve o próprio nome e quais as situações sociais em que se usa a escrita do nome. . contendo os seguintes campos: . Em seguida. Peça que as crianças digam os nomes das crianças ausentes e que circulem esses nomes. Dependendo da classe social de origem da criança. é preciso observar se as crianças fazem uso dessa informação para escrever outras palavras. Atividade 2 . Atividade 3 .Fazendo a chamada Entregue a lista de chamada das crianças da sala. Sugerimos uma planilha de observação de nove colunas. Diga a letra inicial e final. porque é uma aprendizagem não escolar. Tratando-se de uma informação social . Atividade 1. Em geral as crianças chegam à escola sabendo "dizer" o alfabeto. Para crianças que não tiveram acesso a essa informação a escola deve cumprir esse papel. ainda que não associando o nome da letra aos seus traçados. Observação: em todas estas atividades é importante chamar a atenção para a ordem alfabética utilizada nas listas. Peça para as crianças separarem em duas colunas: nomes das meninas e nomes dos meninos. usar as duas listas: as individuais e a coletiva.Peça para cada um montar o próprio nome. Identificação de outros nomes da classe Apresente uma lista com os nomes das crianças da classe.Ditado Dite um nome da lista. também.Inicialmente realize esta atividade a partir de um modelo (crachá com o nome) e depois sem modelo. peça a uma criança que escreva aquele nome na lousa. Cada criança deverá encontrá-lo na lista que tem em mãos e circulá-lo. Avaliação É importante observar e registrar os avanços das crianças na aquisição do próprio nome e no reconhecimento dos outros nomes. A escrita dos nomes é uma informação social. Você poderá.a escrita dos nomes -. Este conhecimento: nomeação das letras do alfabeto é importante para ajudar a criança a buscar a letra que necessita para escrever. Cada criança poderá receber uma lista impressa ou colocar na classe uma lista grande confeccionada em papel craft.

manifestando prazer ao explorálo e ao ser convidado pelo professor para escutar o que será lido. Para crianças de até 3 anos Além dos objetivos acima: Ampliar repertório de palavras e histórias conhecidas. Utiliza as letras convencionais na escrita dos nomes? 9.ESTIMULANDO A LINGUAGEM ORAL Uma prática para despertar o prazer pela leitura. entre outros) e expressões faciais.1. . 3 . Para crianças de até 1 ano Dirigir-se aos livros por meio de falas. Público-alvo: Crianças do maternal de 0 a 3 anos. Favorecer momentos de prazer em grupo. Reconhece outros nomes da classe? 7. Valorizar o livro como fonte de entretenimento e conhecimento. Escreve sem modelo? 3. Estabelecer situações comunicativas significativas com adultos e outras crianças do grupo.Pesquisa sobre a origem do nome (pesquisa com os familiares) . Usa grafias convencionais? 4. sorrisos. Atividades complementares . balbucios (gritinhos. Ouvir o professor com progressiva atenção. Escreve outros nomes sem modelo? 8. Imitar sons com base na fala do educador. Enriquecer o imaginário infantil Favorecer o contato com textos de qualidade literária. Objetivos Criar o hábito de escutar histórias. Construir frases e narrativas com base nas conversas sobre os livros. vocalizações. Utiliza o conhecimento sobre os nomes para escrever outras palavras? Observação: A partir do registro na planilha acima é possível ter uma visão das necessidades de investimento com cada criança e também das necessidades coletivas de trabalho com a classe. Conhece os nomes das letras? 6. . gestos.Análise de fotos antigas e atuais da criança. Entreter-se com leituras mais longas participando atentamente.Montagem de uma linha do tempo da criança a partir das fotos trazidas. Nome da criança 2. Reconhecer o livro como portador de história. Utiliza a ordem das letras? 5.

É importante que todos consigam ver o livro. Inicie conversando com as crianças . Imitar o adulto lendo histórias Tempo estimado Todos os dias. Leia de forma fiel ao texto e vá mostrando as ilustrações conforme lê. ATIVIDADE 3 Prepare-se para a apresentação de um novo livro realizando os mesmos procedimentos relatados na atividade 1. Sempre promova conversas entre as crianças sobre o que foi lido. Esteja sempre atento às iniciativas das crianças e responda a elas por meio da fala. Sempre que for iniciar a atividade. nome do autor. a leitura de histórias repetidas e a introdução de novas. mostre novamente as ilustrações e deixe que elas explorem o livro. Essa atividade pode ocorrer em média três vezes na semana. cuide do espaço garantindo que este seja sempre um momento confortável e prazeroso. Mostre o livro às crianças e pergunte se lembram da história: pergunte sobre o título. volte às partes comentadas. ilustrador etc.). As histórias devem ter estruturas textuais repetitivas que favorecem a compreensão e a memorização. Manipular o livro. sentar-se em roda ou no bebê-conforto. Treine a entonação e a fluência da leitura lendo em voz alta para si mesmo antes de apresentá-lo aos pequenos. memorizar partes da história e interagir com seu conteúdo. destacando os personagens e retomando as partes que as crianças consideram mais queridas. Prepare o espaço para que todos fiquem confortáveis. Faça uma breve apresentação da história despertando o interesse em escutá-la. Cuidar do livro e valorizá-lo. os personagens e os acontecimentos que lembram. Desenvolvimento O trabalho começa com a sua preparação. Apresente-o para o grupo destacando as informações da capa (título. Alterne. folheando as páginas e fazendo referências às imagens. almofadas e bebês-conforto. converse com as crianças sobre a história: pergunte se e do que gostaram. Após apresentar um livro novo. de gestos e de expressões faciais. ATIVIDADE 2 Leia a mesma história nos outros dias observando sempre o interesse do grupo. ilustração. Eles podem deitar-se entre almofadas. na semana. Programe-se para disponibilizar os livros em diferentes momentos da rotina. No fim. Só então conte novamente a história. Promova conversas sobre eles fazendo perguntas e descrições. Material necessário Livros de literatura. repita a leitura dele várias vezes para que a turma possa se apropriar da narração. ATIVIDADE 1 Leia o livro para conhecer bem a história. Observe se solicitam a leitura do livro. Selecione livros com textos bem elaborados e ilustrações de qualidade.Reconhecer e nomear alguns livros.

que comunica estados. encolhemse e sua expressão corporal é reveladora do que sentem. emoções e estados afetivos Conteúdos específicos Expressividade / Dança Ano As atividades aqui propostas podem ser adaptadas para a pré-escola. Tempo estimado 20 a 30 minutos Material necessário Pedaços de tecido leve (quadrados de 50x50 cm) Aparelho de som Espaço Uma sala grande. Se estão tímidas ou tristes. privilegiando o espaço central. Objetivos . prepare a sala antes. Observe se conseguem se lembrar se algum título conhecido quando perguntado. Henri Wallon nos lembra que a criança pequena utiliza seus gestos e movimentos para apoiar seu pensamento. Se não houver um espaço sem móveis. Assim. O movimento é uma linguagem. correm e brincam ruidosamente. pulam.sobre aquele que já conhecem. Conte que irá apresentar uma nova obra que tem uma história diferente. como se este se projetasse em suas posturas. Elas vivem e demonstram seus estados afetivos com o corpo inteiro: se estão alegres.TRABALHANDO A LINGUAGEM MUSICAL E EXPRESSÃO CORPORAL Introdução Não há dúvida que as crianças pequenas adoram se movimentar. é importante que na Educação Infantil o professor possa organizar situações e atividades em que as crianças possam conhecer e valorizar as possibilidades expressivas do próprio corpo. idéias: o corpo fala.Comunicar. Veja se conseguem comentar a história com os colegas e se respondem às perguntas feitas sobre um livro já conhecido. A música é muito importante e a cada momento da atividade vamos apresentar uma sugestão.Conhecer e valorizar as possibilidades expressivas do próprio corpo . Desenvolvimento da atividade As crianças e você também .devem estar descalças e usando roupas confortáveis! . afastando mesas e cadeiras. 4 . Repita o que foi destacado anteriormente durante a leitura e a conversa sobre a história Avaliação Verifique se as crianças ficam atentas a sua fala e às ilustrações. sensações. através do movimento.

.. as paredes. um para cada um. Passarinhos que batem suas asas bem pequeninas e águias que voam lá do alto com suas asas enormes e bem abertas.. Coloque uma música no aparelho de som.. 4 Sempre ao som de uma música (por exemplo Fome Come. CD Cantigas de Roda).. da Palavra Cantada. ora mais lentamente.O meio da roda é uma piscina! .. Sugira que as crianças pintem a sala com os tecidos. CD Canções de Brincar). Tatus-bola. 3 Distribua para as crianças os pedaços de tecido coloridos. Não se esqueça que. Você pode enriquecer a brincadeira. A sala toda tem que ficar pintada o chão.... É importante que eles sejam leves e que produzam movimento ao serem agitados pelas crianças. Logo serão cobras. que andarão com o apoio dos pés e das mãos no chão.O meio da roda é uma grande gelatina! . Sentados no chão numa grande roda. sugira uma brincadeira que as crianças adoram: peça que joguem os tecidos para cima e a os peguem. Coelhos que andam pelo espaço com pulos pequenos e cangurus que percorrem a floresta com pulos grandes e largos. sugerindo: . porém sem excitá-las demais. de quatro patas pelo chão.. como A Canoa Virou (Palavra Cantada..1 Comece reunindo as crianças.. proponha que brinquem de massa de pés: todos devem chegar para a frente arrastando o bumbum até que os pés de todos se toquem.com a cabeça . Sugestão de música: Peixinhos do Mar (Milton Nascimento. É importante que seja uma música alegre. como se fossem pincéis. arrastando-se pelo chão com a lateral do corpo. vão acordar. que estimule as crianças a se movimentar.O meio da roda é um tapete de grama! 2 Peça que todos se deitem no chão.. o entorno simbólico é muito importante para a atividade. Os pés se agitam se acariciam.. Deixe que elas explorem a sala manipulando os pedaços de tecido. A música pode ser alegre. CD Sentinela).. Aos poucos.. Primeiro todos serão aranhas. leopardos. Leões. a cada vez. para as crianças pequenas. com uma parte diferente do corpo: . CD Circense). que com um movimento de abrir e fechar sua casca percorrerão a floresta. Todos os bichos estão dormindo. Sugestão: Loro (Egberto Gismonti. ora mais rapidamente. Diga às crianças que nenhum pedaço da sala pode ficar sem pintar. arrastando-se pelo chão com o apoio da barriga. Diga a eles que a sala vai se transformar numa grande floresta e todos serão habitantes dela. com as pernas estendidas. o teto. tigres. Depois se transformarão em minhocas.

com os pés . o professor tem na observação o melhor instrumento para avaliar a aprendizagem dos pequenos: eles participaram da atividade? Em qual momento se envolveram mais? O que foi mais desafiador para cada criança? E para o grupo? Essas e outras perguntas ajudam inclusive o professor a planejar as próximas atividades. a outra deve acariciar seu rosto e partes do seu corpo com o algodão ou o rolinho. corda e obstáculos para as crianças pularem. Isso deve ser feito com suavidade e cuidado. Assim. dentro de certo período de tempo.com o bumbum .com o braço . virar cambalhota etc.com as palmas das mãos etc. um gostoso relaxamento. Organize as crianças em duplas e ofereça a elas uma bolinha de algodão ou mesmo um rolinho de pintura. como esperar a vez.com a barriga .Trabalhar em grupo e aprender regras de convivência. O ideal é . cuidam umas das outras após uma atividade movimentada. ganhar e perder. Objetivos . Avaliação O recém-publicado documento Orientações Curriculares Expectativas de Aprendizagens e Orientações Didáticas para a Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo observa que a avaliação que mais deve interessar o professor não é aquela que compara diferentes crianças.com o cotovelo . Flexibilização Para garantir a participação de crianças cadeirantes nesta atividade. mas a que compara uma criança com ela mesma. como argolas e bambolês.Desenvolver habilidades corporais (pular. Sugestão de música: Palhaço (Egberto Gismonti. como os usados nas atividades de Artes Visuais. . que. 5 – DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES CORPORAIS PÚBLICO ALVO CRIANÇAS DO MATERNAL 0 A 3 ANOS. mantendo ou modificando suas propostas dentro do campo de experiências do Movimento para as crianças. o educador terá que contar com alguém que possa empurrar a cadeira.com as costas . CD Circense). e possibilita uma interação muito especial das crianças. 5 Para terminar.). Material necessário Colchonete. Enquanto uma criança fica deitada.. assim.

principalmente dos brinquedos preferidos. por exemplo. Desenvolvimento No pátio. É importante ressaltar. monte um circuito com vários materiais: estique cordas e peça que os pequenos passem por baixo sem encostar nelas. como fome. O professor pode organizar um rodízio para empurrar a cadeira em alguns trechos do percurso. evitando que tenham medo ou se machuquem. aos poucos. mas não o suficiente para a criança não ter que fazer nenhum movimento. Avaliação Observe a diferença na participação de cada criança frente aos desafios corporais propostos para planejar as próximas atividades envolvendo maiores e menores dificuldades. As cambalhotas. Se ela for capaz de abaixar a cabeça ou dobrar o tronco. coloque bambolês no chão e diga que pulem de um para outro e oriente para que façam cambalhotas sobre colchonetes. Atividades como essa podem garantir muita diversão se a criança com deficiência física puder fazer uma dupla com algum de seus colegas. assim: a partir de um sinal sonoro. com antecedência. estes movimentos devem ser propostos. todas as crianças devem sair correndo e. devem mudar de direção rapidamente. ao ouvir outro tipo de sinal. e dos quais todos possam participar. 6 – RESOLVER PROBLEMAS COM CRIANÇAS QUE MORDEM Conteúdo: Identidade e Autonomia Objetivo: Lidar com crianças que mordem. sendo assim. Apresente o que deve ser feito em todo o circuito e acompanhe as crianças em cada um dos desafios. O importante é garantir a participação de todos na maioria das situações.que os próprios colegas cumpram este papel. Garanta que haja variedade de material. como. neste momento. Esteja sempre por perto na hora em que o grupo compartilhar brinquedos. é fundamental que o professor planeje. substituir as dentadas. porém. podem ser também substituídas por "manobras radicais". sono e longos . há a possibilidades de escolha para todos. É claro que. Evite situações que irritam ou cansam as crianças. evitandose assim as disputas. por exemplo. a passagem por baixo das cordas. ou parar bruscamente. a corda deve ser levantada. que a simples adaptação do espaço e do material nem sempre dá conta de garantir a participação destas crianças e. Desenvolvimento : Para que as mordidas não aconteçam Estimule situações comunicativas. desafios possíveis para eles. Dessa forma. que empurrará a cadeira. pois o uso progressivo da fala e de outras formas de comunicação vão.

pois se mescla à necessidade do homem de criar e de contar histórias para transcender as atividades cotidianas e recriar o mundo. Já os familiares da que mordeu só devem ser comunicados se o comportamento se repetir com freqüência.C. fique próximo dela. de Katia Canton Objetivos Reconhecer a fábula como gênero da língua portuguesa. pelas mãos do escravo Esopo. Esopo sempre terminava as fábulas explicando a moral e. se elas acontecerem Antes de tudo. Algumas fontes indicam que a fábula começou a ser contada na Suméria. Mas foi na Grécia Antiga. É por isso que toda fábula tem. mas explique as providências tomadas. que ela ganhou a fórmula atual: sintética. Mas. Essa forma alegórica de contar uma história apresenta as virtudes e os defeitos do mundo dos homens e leva a interpretações sociais para ilustrar um ensinamento ou uma regra de conduta. escrita em verso ou em prosa. e refletir sobre a moral e a ética no convívio social. Com diálogos curtos e texto econômico. Graças ao francês . Analise os contextos e a freqüência desse comportamento e investigue as causas. assim. identificar os elementos desse tipo de texto. Ao contrário. Se houver uma que costuma morder com mais freqüência. chame-o para ajudar a cuidar do machucado que causou e assim conhecer as conseqüências de sua ação. tendo animais demonstrando sentimentos e uma pitada de humor. no século 8 a. em meados do século 5 a. Uma de suas principais características é ter como personagens animais e plantas e objetos animados. não revele o nome do colega que causou o machucado. mas seja firme e explique que isso não é uma coisa boa de se fazer porque causa dor. a fábula é uma história de ficção. Nunca estigmatize a criança tornando-a a mordedora do grupo.C. alegórica. Se quem mordeu tiver mais de 3 anos. no desfecho. que ganham características humanas. 7 – TRABALHANDO AS DIFERENÇAS Plano de aula Material necessário Cópias do texto A abelha chocolateira. Essa narrativa de natureza simbólica tem origem remota e incerta. Certamente ela vai se sentir mais constrangida com um adulto por perto. uma moral.períodos de espera entre uma atividade e outra. cuide de quem sofreu a mordida e o acolha. procure ajudá-la a mudar de atitude.. Ao avisar os pais de quem sofreu a mordida. Não brigue. ensinava valores.

A repetição facilita a assimilação e a generalização das características do gênero. Divida a turma em quatro grupos e entregue a cada um uma fábula diferente. vai ajudar seus alunos a entendê-lo melhor. O que se espera da formiga? Que ela transporte folhas. A principal proposta do gênero é a fusão de dois elementos. Peça para copiarem as conclusões no caderno. a fábula introduziu-se definitivamente na literatura ocidental. O texto pode ser explorado com turmas de 2a série de acordo com o plano de aula elaborado pela pedagoga Wânia Menezes Picchi. Ontem e hoje. Distribua o texto A abelha chocolateira para as crianças e peça para acompanharem a leitura que você faz em voz alta. "fazia tudo direitinho". elas vão marcar no texto palavras ou trechos que indicam ações humanas atribuídas às abelhas . em São Paulo. Na colméia. Ainda em grupos. Provoque um diálogo sobre as conclusões do grupo e vá registrando as idéias: o que vocês perceberam quando compararam as atitudes do animal em seu hábitat natural e na história? Na natureza."é horrorosa". a função da abelha operária é colher o néctar para fazer mel. o lúdico e o pedagógico. O que cada animal faz. "indagou". na natureza e na ficção Antes de apresentar a fábula à turma.assim como características ."gritava". A leitura de A abelha chocolateira. . cada grupo vai bolar um roteiro e definir quem será cada personagem. Hora de retomar a primeira discussão sobre as funções de cada animal na natureza e comparar o registro que está na lousa ou no papel com os trechos grifados no texto. como num romance. Registre no quadro-negro ou em um papel grande as hipóteses que a garotada levanta. Divida os estudantes em grupos e questione-os sobre as funções que cada bicho exerce no seu grupo. cascas e outros materiais para construir o formigueiro. peça para treinarem suas falas . O próximo passo é fazer a leitura de fábulas de autores diversos para os estudantes perceberem sua estrutura.Jean de la Fontaine (1621-1692). Como lição de casa. Reserve uma aula para um ensaio geral outra para a apresentação dos grupos. professora da Escola Viva. Após a leitura. "fundaram uma fábrica de pão de mel" etc. E da leoa? Que ela saia para caçar e traga alimentos para os machos e os filhotes.um aluno deve ser o narrador. provoque uma discussão sobre o comportamento dos animais em seu ambiente. "esbravejaram". dessa vez de forma menos sintética e mais contextualizada. Esses textos podem ser dramatizados. da escritora Katia Canton. permitindo que eles compreendam que aqui é a estrutura que prevalece e não a autoria. . com nuanças e autorias diferentes. "rejeitado de vergonha" etc. as histórias se repetem. Vá conduzindo a discussão de forma que os alunos percebam os elementos estruturais da fábula. a abelha age de um jeito e no texto ela se comporta mais como as pessoas. "tem que aprender". "um desgosto para a raça".

Iac. . muito mesmo. individualmente. A idéia é ver se o aluno se identifica com a moral da história. Em vez de mel. mas aquela história estava ficando feia demais. A única que ficou ao lado dela foi Beatriz. Todo mundo sabe que os zangões se zangam à toa. Anita estava produzindo algo doce. .. um desgosto para a raça! . que ficavam nas árvores espalhadas pelo pomar. eles vão responder o que a autora quis dizer com a frase "Anita fazia tudo direitinho". uma abelha mais velha e sábia.Tem que aprender. Em dupla. sugira que as crianças produzam uma narrativa em que apareçam personagens com características bem distintas.gritaram suas colegas operárias.. Todas as abelhas começaram a zumbir e a zombar da pobre Anita. Lembre que a moral deve ser trabalhada como conseqüência da situação que a fábula apresenta e nunca isoladamente. . Chegava à colméia carregada de néctar para produzir o mais gostoso e esperado mel e nada! Mas um dia ela chegou em casa e de sua língua saiu algo muito escuro.. Por fim.diziam outros ainda. Anita esboçou um tímido sorriso.É horrorosa. Depois. que nojo! . O corpinho miúdo ficava cheio de pólen. A HISTÓRIA Era uma vez uma abelha que não sabia fazer mel.esbravejaram os zangões. saía atrás das flores de laranjeira.gritavam os zangões..Ela deve ser expulsa da colméia! . . Mas nada de mel. a base da moral da fábula de Katia Canton. Como as outras abelhas operárias reagiram ao comportamento de Anita? No final da fábula. Anita fazia tudo direitinho. O objetivo é incentivá-las a trabalhar com as diferenças e as riquezas que existem em cada pessoa. ela lambia as flores e levava seu néctar na boca. de árvore em árvore.A importância de respeitar as diferenças Retome o texto A abelha chocolateira para refletir sobre a moral da história.Que mel mais espesso e marrom. Todos os dias. .gritava a rainha . que ela carregava e largava. . de flor em flor.Mas você é uma operária! . bem cedinho. os alunos devem discutir com o colega e escrever qual a função da abelha operária dentro da colméia. mas muito estranho. Com sua língua comprida. Ela se esforçava muito. Na colméia havia umas 50 mil abelhas e Anita era a única com esse problema. . Pergunte: como ela estava se sentindo ao produzir um mel diferente? Alguma vez você já esboçou um tímido sorriso por algum sentimento? Conte em detalhes como foi.

Atividade 1: Amarelinha Como toda brincadeira a amarelinha é uma atividade diária em todas as escolas. que Anita tinha rejeitado de vergonha. Reconhecer números de 0 a 10. Beatriz. Desenvolver a concentração e percepção. esboçou um tímido sorriso.Um belo dia. ora essa. mas com a ajuda da professora isso ficará mais interessante. que sabia que o chocolate vinha de uma fruta. experimentou e. troque os números pelas formas geométricas e comece a brincadeira. colocar esta atividades para as crianças vai ser uma atividade prazerosa e rotineira. que ouvia tudo. surpreso. são singulares e devem ser respeitadas. Passou o dedo. quando todas as crianças tiverem pulado a amarelinha. lá se foram Anita e Beatriz iniciar uma parceria incrível: fundaram uma fábrica de pão de mel. disse: . Esse é o mais saboroso chocolate que eu já provei na vida! .Chocolate? Alguém disse chocolate? .Que delícia. Trabalhar números em ordem crescente e decrescentes. feito pela abelha Anita. que existem em cada um de nós. Era mesmo um tipo de chocolate diferente. Moral da história: as diferenças e riquezas pessoais. um menino viu aquele mel escuro e grosso sobre as plantas próximas da colméia. Desenhe no chão amarelinha tradicional. e não de uma abelha. só que as crianças terão que pular e contar ao mesmo tempo com a ajuda de todos. deu-lhe uma piscadela.indagou a rainha. o cacau. original. por que não. indicando que tinha tido uma idéia brilhante.. que também estava ali. juntando o talento das duas para produzir uma deliciosa combinação de mel com chocolate. No dia seguinte. Atividade 2: Pular corda . Nesse momento. 8 – EDUCAÇÃO FÍSICA E MATEMÁTICA Idade: Educação Infantil Objetivos gerais: Desenvolver coordenação motora e habilidades matemáticas Objetivos específicos: Estimular coordenação motora e lateralidade. animal.. Anita. Identificar e nomear cores e formas geométricas.

carrinhos.Envolver as famílias que chegam à escola pela primeira vez num clima de acolhimento. quando chegar ao 10 comece do 0 outra vez. . corda e tudo mais q a sua imaginação. bonecas. . objetos com formas geométricas como cd.Objetos para casinha. jornal amassado. cuidado e afeto. uma com todos os objetos e a outra vazia.Nesta fase a criança ainda está aprendendo a lidar com a coordenação motora. Enumere os circuitos de 1 a 10. concentração e coordenação. Atividade 4: Formas Geométricas Nesta brincadeira você vai precisar de duas caixas grandes. Comece a rodar a corda e contar do 0.Uma caixa de papelão. escorregador. cada caixa vai ficar em um lado da quadra. segurança. fantasias. incentivar o jogo fará com q a criança sinta confiança.Mediar as experiências da criança com a cultura CONTEÚDOS . Peças para as crianças procurarem todos os objetos com a forma geométrica pedida e de uma a uma colocar na caixa vazia. papel para desenho. quando a criança errar entra outra a continua a contar do numero que a criança anterior errou até chegar ao número 10.Acolher as singularidades de cada criança e incluí-las no desenvolvimento das situações planejadas. de modo que as crianças sigam a sequência. o espaço e materiais permitirem. .Envolvimento das crianças na construção da rotina . . régua e etc. e pular corda ainda é uma brincadeira desafiadora. Atividade 3: Circuito Monte um circuito com pneus velhos. massinha. o objetivo desta brincadeira é desenvolver a percepção.Mediação das experiências da criança com a cultura IDADE 2 e 3 anos (a sequência pode ser adaptada para acolher crianças de até 5 anos) TEMPO ESTIMADO Duas semanas MATERIAIS NECESSÁRIOS .Respeito e valorização das singularidades das crianças .Inclusão das famílias no processo de adaptação .Incluir as crianças na construção do espaço e do tempo da escola (rotina) . 9 – SEMANA DE ADAPTAÇÃO OBJETIVOS . giz ou fita crepe.

. narre algumas cenas que revelaram envolvimento. um outro. as preferências observadas nos relatos das famílias: por exemplo. mesmo que seja em outro lugar que não seja a sala de aula. Solicite aos pais uma foto da criança para que seja organizado um canto do grupo na sala de aula. Faça um passeio pela escola e apresente os espaços e pessoas que pertencem a este lugar. Ao ler as fichas e estabelecer um primeiro contato com as crianças inicie o planejamento. . chupeta e o que costuma gerar conforto ou desconforto emocional (por exemplo. se possui objetos de apego. apresente uma brincadeira cantada para as crianças e os pais. ou então. Já neste primeiro dia mostre que houve interesse em conhecer a história de cada um. sua mãe me contou que você gosta muito de bola. portanto.Fotos ou desenhos de situações da rotina. um canto com massinha ou materiais para desenho. a resistência para relacionar-se com pessoas estranhas). anuncie para as crianças o que será feito a seguir. No final do dia faça uma roda de conversa com as crianças e relembre o que observou de mais significativo do movimento do grupo. . eu já sei que você adora massinha. No encerramento dessa proposta. Solicite. um canto de casinha com carrinhos de boneca e bonecas. Avaliação Observe e registre posteriormente as crianças que mais se envolveram com as propostas e as mais resistentes à aproximação dos adultos para pensar em formas de convite e construção de vínculos nas próximas situações. 1º dia Organize o ambiente contemplando. interesse e anuncie o que viverão no dia seguinte. jogos e fantasias e compartilhe com as crianças as opções que terão neste dia. mas é importante que nos primeiros dias uma pessoa de sua referência afetiva permaneça o tempo que for necessário próximo dela. aos familiares que preencham previamente uma ficha. DESENVOLVIMENTO A adaptação começa antes da entrada da criança na escola. se possui irmãos na escola. ou: “Marina. O tempo de permanência da criança na escola pode ser aumentado gradativamente. com carrinhos e algumas pistas desenhadas no chão com giz ou fita crepe. realize uma entrevista com perguntas que retratem quem é a criança: seu nome.. também. faça comentários do tipo: “João. comidas que aprecia ou não. quer brincar comigo?”.Livros de literatura infantil. 2º dia Organize os cantos de atividades diversificadas de desenho.Uma foto de cada criança. suas brincadeiras preferidas. você viu que aqui nesta sua escola você pode brincar de futebol? Veja quantas bolas separei para você. Em seguida. massinha. vamos fazer um bolo e uma festa com seus novos colegas?”.

“João roubou pão”. pistas de carrinhos e bichos. casinha. comeu muita banana e está ao lado do Lucas. Diga que essas fotos ou desenhos ajudarão a saber o que farão na escola e que logo após o lanche ou então da brincadeira no . Num outro momento. Avaliação Invista na interação com as crianças que demonstram maior dificuldade e resistência. das que resistem aos contatos. momentos de atenção para se entregarem às propostas e para compreenderem o que está acontecendo com elas. Faça também um clima de surpresa. faça você um mesmo um desenho ou escultura de massinha para que leve para casa e observe as reações a estas formas de convite. de expectativa para as novas experiências. Monte com as crianças a caixa onde ficarão seus objetos e escolham um canto onde ela ficará guardada. No final. Apresente em forma de desenho ou por meio de fotografias das crianças. merecem um olhar especial. Chame-as para pegar algum material com você para a organização do ambiente. cada situação da rotina (o professor deve organizar este material previamente). Encerre o dia recuperando oralmente o que foi vivido pelas crianças e anuncie algo que as aguardará no dia seguinte. sente-se ao lado para fazer um desenho. Avaliação Observe a movimentação das crianças nos cantos e a forma de envolvimento com as propostas. Crie um contexto de interação neste momento: ao colocar as fotos no painel cante músicas com os nomes das crianças ou então faça uma brincadeira referindo-se a algumas características físicas ou ações observadas no dia. apresente para as crianças o canto que foi escolhido para colocar as suas fotos e envolva-as nesta situação. Anote como foram as reações daquelas crianças mais caladas. Compartilhe mais uma leitura e guarde mais um livro na biblioteca que será do grupo. 3º dia Faça mais uma vez a brincadeira com as fotos das crianças e com as músicas “A canoa virou”. Proponha mais uma vez os cantos de atividades diversificadas de massinha. Faça mais uma vez a brincadeira com as fotos. Converse com as crianças o que fazem em cada momento e organize junto com elas a sequência temporal das atividades. Por exemplo: “esta menina que vou mostrar agora brincou muito de bola. Não se esqueça de que aquelas crianças que aparentemente estão achando que tudo é uma “festa”. Se possível tire uma foto do grupo para identificar este objeto que será de todos. 4º dia Receba as crianças com os cantos de atividades diversificadas (no mínimo 3). apresente uma caixa onde ficarão os objetos trazidos pelas crianças de casa. ou mesmo daquelas que demonstram uma certa euforia diante de tanta novidade.Procure circular pelos diferentes cantos e participe das situações junto com os pequenos. Quem será?” Faça a leitura de uma história e mostre onde será o canto de livros do grupo. um colo. Solicite aos pais que façam um desenho com seus filhos e tragam no dia seguinte para ser colado nesta caixa.

mude a atividade e faça com o grupo uma salada de frutas (se possível. quais são as situações que viverão e quando será o momento de reverem as pessoas de sua família todos os dias. Ou então. Isso ajudará neste processo de construção de vínculo com a escola e com o educador. agulha. lápis de cor e giz de cera. Encerre o dia com uma brincadeira. peça no dia anterior que cada criança traga de casa uma fruta). no lanche. . diga às crianças que ainda choram e demonstram sofrimento em estar neste novo ambiente. Em seguida. empreste algum livro ou brinquedo e peça para que cuide bem e traga novamente para a escola na próxima semana. Comente que. mas que muitas novidades as aguardam na próxima semana. faça um piquenique no espaço externo da escola. Quando encerrar. Observe as reações e sempre que chorarem recorra a esta estratégia para ajudar a tranquilizar as crianças.NÃO AO PRECONCEITO Faixa etária 4 e 5 anos Conteúdo Identidade e autonomia Objetivos . 10 . Faça mais uma leitura e guarde mais um livro na biblioteca do grupo. Avaliação Ao anunciar os momentos que retratam a rotina. recorra ao quadro da rotina para situar o que farão a seguir. Reconheça os desafios ainda existentes. Desenvolvimento Atividade 1 . papel. Receba as crianças em roda e conte que escolheu montar os cantos que mais gostaram no decorrer da semana. Tempo estimado O ano todo. Cole o quadro da rotina num lugar de fácil acesso para as crianças. por exemplo.Estimular o respeito à diversidade.parque. Conte que ficarão dois dias em casa sem vir para a escola. Avaliação Ajude as crianças mais resistentes à aproximação a transformarem sentimentos em palavras. botões. seus pais voltarão para buscá-las. Materiais necessários Retalhos de tecidos de diversas cores e estampas. mas reafirme que na próxima semana estará novamente na escola para recebê-las e investigar quais são as brincadeiras e outras situações que lhes farão se sentir bem neste ambiente. Se possível. 5º dia. conhecerão muitas histórias. linha.Formar cidadãos preocupados com a coletividade. Fale que brincarão muito e que o professor estará sempre presente quando precisarem de algo. aos poucos.

Sugira que a turma desenhe em uma folha os diferentes tipos de cabelos (textura. A roda de conversa pode ser aproveitada para debater eventuais conflitos gerados por preconceitos. . romper possíveis barreiras de preconceitos e aprender que não existe cabelo ruim.Envolver professores e pais no trabalho de orientação sexual dos estudantes.Refletir sobre diferenças de gênero e relacionamentos.Conscientizar sobre a importância de uma vida sexual responsável. só estilos diferentes. . Os pequenos criam laços com esses objetos e se reconhecem neles. Anos Este projeto pode ser adaptado para todo o Ensino Fundamental. deixe-os à disposição na sala para as brincadeiras ou organize um revezamento para que as crianças possam levá-los para casa.ORIENTAÇÃO SEXUAL Faixa etária 04 a 15 anos Conteúdo Identidade e autonomia Objetivos . Atividade 3 Um dos problemas enfrentados pelas crianças negras é relacionado aos cabelos.Desenvolver nos alunos o respeito pelo corpo (o próprio e o do outro). Avaliação Observe em brincadeiras e falas se as crianças aceitam bem a diversidade e se todos valorizam suas origens e a auto-imagem. junto com os filhos.) que existem. uma oficina de bonecos negros. . métodos anticoncepcionais e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Não é difícil ouvir algumas falando que gostariam de tê-los lisos. Conhecer músicas em diferentes línguas é um bom caminho para estimular o respeito pelos diversos grupos humanos. As aulas de culinária são momentos ricos para enfocar heranças culturais dos vários grupos que compõem a sociedade brasileira. Ofereça o material necessário. Planeje momentos de degustação e de escuta. Depois de prontos. Mexer nos cabelos e trocar carinho é uma forma de cuidar delas. Desenvolvimento 1ª ETAPA .Dar informações sobre gravidez. Atividade 4 Peça pesquisas sobre a história de alimentos e músicas de diversas origens. cor etc. Isso se aplica a todas as formas de arte. Peça que todos comentem. Atividade 2 Convide os pais para fazer.Reúna a turma em círculo para ouvir você ler histórias que tratem da diversidade e valorizem o respeito à diferença. 11 . .

certamente a turma ficará curiosa. desde a concepção até o nascimento (cartazes ajudam muito). Proponha a descoberta de outras formas de satisfação na escola. levantando questões como: uma garota pode subir em árvores? Escreva as respostas no quadro e converse com a turma. Mostre bonecos que tenham pênis e vagina e deixe a garotada explorar as diferenças. Fale sobre o desenvolvimento do bebê. certamente comentará com os colegas. 2ª ETAPA Da pré-escola ao 5º ano.Preparação da escola e da comunidade: Capacitação da equipe . relaciona sexo.) é o mais indicado. portanto.É normal que os pequenos toquem os genitais para ter prazer e conhecer o próprio corpo. não devem ser manipuladas em locais públicos. O corpo e o prazer . os formadores podem ajudar a identificar os conteúdos das diversas disciplinas que contribuem para um trabalho sistemático sobre o tema. Pergunte quem tem pipi.Professores e funcionários devem estar preparados para lidar com as manifestações da sexualidade de crianças e jovens. E quem não tem? Tem o quê? Diga que a vagina é o "pipi" das meninas.Caso uma criança tenha visto uma cena de sexo na TV. Relação sexual . Uma música boa para tocar é De Umbigo a Umbiguinho.Faça uma reunião com as famílias para apresentar o programa. Estimule o debate sobre o que é ser menino e menina. o trabalho em sala de aula exige atenção do professor às atitudes e à curiosidade das crianças. Finalize lembrando-as das outras maneiras de ter prazer na escola. prazer e limites. O livro Ceci Tem Pipi?. O livro A Mamãe Botou um Ovo. como brincar na areia e na terra ou com água. pois são elas que vão dar origem aos debates e às atividades propostos a seguir. Um curso de capacitação sobre os principais temas (como falar e agir com crianças e adolescentes. Diga que é normal tocá-los. concepção e nascimento. Formação permanente . de Babette Cole. Aproveite para falar brevemente sobre as principais manifestações da sexualidade na infância e na adolescência.Se alguma professora ou alguém próxima à garotada estiver grávida. Além disso. de Toquinho. mas que essas são partes íntimas e. Deixe-os explorar esses elementos no parque e incentive-os a falar sobre o que sentiram e sobre as partes do corpo que dão prazer. explora as diferenças físicas e comportamentais entre meninos e meninas. Explique o . DSTs etc. de Heloisa Jahn e Thierry Lenain.Organize um grupo de professores para estudar temas ligados à sexualidade e discutir as experiências em sala de aula.Baixar a calça e levantar a saia são sinais de curiosidade. Gravidez . Todos sabem como nasceram? Levante as dúvidas e comente que sexo é coisa de adultos. gravidez e aborto. inclusive o pênis e a vagina. Envolvimento dos pais . Pré-escola Diferenças de gênero .

Responda às dúvidas.Coloque no quadro desenhos de corpos femininos e masculinos em diferentes fases do crescimento. Mas eles perdem rapidamente o impacto quando você os escreve no quadro. de Leonardo da Vinci. Divida a turma em duplas e peça que cada um descreva qualidades ou algo que ache bonito no colega. Do 6º ao 9º ano Puberdade . Do 1º ao 5º ano Vocabulário da sexualidade .Palavrões são comuns nas conversas infantis e podem ser usados para fazer graça ou para agredir. levante as outras que a turma conheça para pênis e vagina. de Vinicius de Moraes. ouça as perguntas e responda-as de forma simples e direta. Do que o jovem terá de abrir mão para cuidar de uma criança? Quais são as vantagens de adiar a gravidez? Ao fim da aula.Leia o poema Enjoadinho. tabelinha etc. Explique o significado de cada um. Lembre-os de que as camisinhas masculina e feminina são o único método . As questões podem ser feitas oralmente ou por escrito (se você não quiser expor ninguém). por isso. na época em que foi pintada. Pergunte aos alunos o que eles entendem por puberdade. Padrões de beleza . Escreva as respostas no quadro. Escreva no quadro os termos corretos e utilize-os nas conversas sobre o tema. um bom caminho é promover um debate sobre padrões de beleza. Métodos anticoncepcionais . Maternidade e paternidade . Divida a turma em grupos e dê a cada um uma banana ou cenoura e uma camisinha para demonstrar como ela deve ser colocada. Pergunte se é possível um adolescente ser pai e mãe e prover tudo de que o bebê precisa.Leve para a sala de aula cartelas de pílulas. com aulas semanais ou quinzenais. o trabalho deve ser sistemático. mas apresente-os de acordo com o interesse da turma. peça que os alunos escrevam sobre o que esperam do futuro. Depois peça que os jovens façam o mesmo. não devem ser usados . Pergunte de que um bebê precisa durante a gestação e após o nascimento e fale sobre as necessidades dos pais. ela era (sim) um padrão de beleza.principalmente em público. Caso as palavras façam referência aos órgãos sexuais.processo físico de evolução. Monte uma lista com os temas. camisinhas masculina e feminina. deixe claro que todos podem ser ofensivos e. A modelo é bonita? Explique que. 3ª ETAPA Com os mais velhos. Faça circular pela classe e dê explicações sobre cada tipo. Explique as transformações físicas e emocionais e por que elas acontecem. Que tal passar o filme Shrek? Por que a princesa Fiona se esconde quando vira ogra? Ela só é aceita quando aparenta ser bela? Que qualidades têm os personagens? É justo que as pessoas evitem quem não acham bonito? Outro bom exemplo é a Mona Lisa.Ao perceber que os alunos debocham da aparência de um colega.

mas atitudes de risco.No filme Billy Elliot. de Ang Lee. realizam movimentos coordenados . Antes do debate. de Stephen Daldry. O que é ser homem e ser mulher . O primeiro deve ter personagens como uma grávida que quer ter o bebê. O respeito à opção sexual também deve ser abordado. exceto quando a mãe foi estuprada ou corre risco de morte. O outro: a grávida que insiste em abortar. a interrupção intencional da gravidez é crime. a mãe que tem dúvidas e a amiga que insiste na interrupção. Peça uma pesquisa sobre a incidência da síndrome na população. DSTs . 2 . Os alunos sabem o que a sigla significa? Selecione versos ("Essa febre que não passa". A análise mostrará que não existem mais grupos de risco. Esses dois músicos morreram em decorrência da aids.Localizar no espaço os objetos e pessoas que se encontram ao meu redor. o médico que fará a operação. e Ideologia. de Cazuza. Proponha que os jovens improvisem um diálogo usando argumentos compatíveis com cada personagem. Converse sobre outros tipos de DSTs e como se prevenir.Ponha para tocar A Via Láctea.Desenvolver as primeiras noções de referência espacial (lateralidade).Assista com os alunos ao filme Brokeback Mountain. Aborto . a mãe que é contra e a amiga que tem dúvidas. o namorado que é contra. Como o preconceito contra homossexuais é mostrado? Só existe amor entre homens e mulheres? Ouça as opiniões e reflita com os alunos sobre diferentes formas de amar. "Meu prazer agora é risco de vida" e outros) e discuta seu significado. a mão direita dele estará do mesmo lado que a sua? HIPÓTESES: Acho que sim: (n° de alunos) Acho que não: (n° de alunos) 3 – Experimentação Aos pares. O que os jovens fariam se um filho tivesse esse desejo? Ou uma filha que sonha ser futebolista? O que é ser homem e ser mulher? Dá para definir levando em consideração apenas o que a pessoa gosta de fazer? Homossexualidade e bissexualidade . o médico que a aconselha a não fazer isso. um aluno de frente para o outro. . o namorado que prefere que ela aborte.No Brasil. de Renato Russo. o personagem principal quer ser bailarino. 12 – LATERALIDADE E ORIENTAÇÃO ESPACIAL OBJETIVOS: .Levantamento de hipóteses: Se você estiver de frente para um amigo.anticoncepcional que previne as DSTs. ofereça textos sobre o tema e forme dois grupos para uma dramatização.

etc. . Explorar (esquerdo.Dêem a mão direita. é ação pautada em princípios e valores. o que aprendeu e quais as dificuldades encontradas. em ter uma dimensão ética e de respeito com as pessoas. O cuidado com o outro é concretizado em ações e atitudes realizadas para promover o conforto e o bem-estar do outro. . 13 – IDENTIDADE E AUTONOMIA Faixa etária 4 e 5 anos Conteúdo Identidade e autonomia Introdução Cuidar do outro implica compromisso com o semelhante.Toquem com a mão direita. atrás) ou (esquerdo-direito) ? Como cada um faz para saber qual seu pé direito e qual seu pé esquerdo? 5 – Registro Após a discussão nos grupos cada aluno produz um texto. atrás) (em cima. Questionar os grupos onde houve mais erros: na noção (em cima. O ato de tocar aproxima as crianças entre si.coloque o pé esquerdo um passo à frente. . Implica em desenvolver solidariedade e compreensão. O toque físico é uma das principais manifestações de cuidado e bem presente no cotidiano das crianças de educação infantil.de acordo com os comandos do professor: . direito) e também (na frente. Aprender a cuidar do outro implica num intenso processo de interação e de formação de vínculos. embaixo). . Não se esqueça de fechar a atividade com um registro coletivo de toda a turma. embaixo). o que aconteceu. ou mesmo ao lado do outro.Pulem com o pé esquerdo. (na frente. o pé esquerdo do companheiro. .coloque a mão direita no colega que está à sua esquerda. Os alunos podem fazer um círculo em cada grupo e o professor orientar: .Com a mão esquerda. Esta experimentação pode também ser repetida com um aluno na frente do outro. 4 – Discussão. . ou um desenho sobre o que fez.Ergam o braço esquerdo. toquem o pé esquerdo do companheiro.

expressões e reações. é suprir necessidades do outro. feiras de artesanato. para doar a uma escola de deficientes visuais. estar junto. incluindo crianças da creche. pode gerar bons projetos de trabalho neste âmbito. cola (sempre usadas com ajuda e supervisão do adulto) Especificidades 0 a 2 anos A criança a partir de 1 ano mais ou menos imita as ações dos adultos com s quais convive . .Construção de brinquedos sonoros de origem indígena.Sucatas domésticas e industriais diversas. gestos.Conhecer a cultura lúdica de origem indígena. arame. Objetivo compartilhado com as crianças (produto final) . barbante. Tempo estimado 4 meses Material necessário .Objetos sonoros indígenas podem ser encontrados em lojas especializadas em brinquedos da cultura popular. prego. o conhecimento e o respeito às diferenças. tesoura.Conhecer uma escola de crianças com deficiência visual. por meio da forma como foram e são cuidadas pelos adultos e de como estes os auxiliam a perceber o que outro pode sentir. educar.Ferramentas diversas alicate. ATENÇÃO: Este projeto pode ser adaptado para toda a Educação Infantil. limpas e sem problemas de segurança e toxidade . mercados e lojas de representações de etnias . No entanto. ajudá-lo a superar as dificuldades em que se encontra. inicialmente. a partir de sucatas. . Objetivos . Neste âmbito de experiência nossas idéias de Educação Infantil nos levam a querer crianças que possam acolher as diferenças. a ampliação do conhecimento de outros povos e culturas. Cuidar é também ajudar o outro a cuidar-se. Cuidar é ajudar.Aproximar as crianças em torno de uma tarefa comum possibilitando uma atividade cooperativa. por meio da promoção de situações de igualdade e no auxílio à superação de diferenças.Ao cuidar do outro a criança começa a exercitar a déia de se "colocar no lugar do outro".Filmes e livros ilustrados sobre a cultura indígena . bastante difícil para as crianças tão pequenas. martela.Catálogos de brinquedos para deficientes visuais . incentivar.imita falas. orientar. . o que é. as crianças começam a desenvolver a empatia necessária para cuidar do outro.Ajudar as crianças a se colocarem no lugar do outro. Os trabalhos em pequenos grupos. O cuidado efetivo é sentido como uma expressão de interesse e carinho. Percebe-se um início ainda incipiente desses cuidados com o outro quando as crianças começam a imitar os adultos .

entre outros. Nas brincadeiras é comum as crianças fazerem coisas ajudando umas às outras. até fazer "massagem" em outra crianças após ter sido massageada. Atividade 2 . Atividade 3 . Atividade 4 . como por exemplo.a professora discute com as crianças se esse tipo de brinquedo tem valor para crianças que não enxergam bem. Atividade 11 . . Por isso é muito importante que nesta faixa etária a criança possa conhecer a identidade cultural brasileira e a diversidade étnica que compõe o provo brasileiro Desenvolvimento das atividades Atividade 1 . educação de crianças.Conhecer e explorar catálogos de brinquedos para crianças com deficiência visual. 2 a 5 anos Nesta faixa etária a socialização começa a ganhar força. pios de pássaros. Atividade 5 . trocano. alimentação. bastões de ritmo. uma ensinando à outra como joga um jogo ou como rolar um pneu Já é possível nesta idade haver um sentimento de solidariedade quando alguém se machuca e alguns podem querer ajudar a cuidar do ferimento do outro.escolher no sucatário. .em duplas as crianças decidem qual dos brinquedos confeccionar.a professora apresenta o projeto aos pais e pede a colaboração deles caso tenham material sobre os brinquedos indígenas ou brinquedos sonoros em casa para que as crianças tragam à escola. matraca.¿ Atividade 9 . assim como atitudes de intolerância que precisam ser tematizadas e conversadas claramente com as crianças.a professora apresenta para as crianças uma diversidade de brinquedos sonoros de origem indígena tais como chocalhos.as crianças são divididas em duplas por afinidade e livre escolha e convidadas a explorar em duplas os diferentes brinquedos.a professora apresenta às crianças um filme sobre alguma etnia indígena e conversa com as crianças sobre seu modo de vida. conhecer escolas que atendem crianças com deficiência e conhecer os brinquedos que elas usam. Atividade 6 . Ter um amigo do peito e agir em pares ou trios começa a fazer sentido para as crianças e um forte sentimento de pode aparecer entre elas. pesquisando do que e como são feitos.o mesmo é realizado a partir de livros informativos ilustrados. No entanto muitos preconceitos já se manifestam. Atividade 8 .conversar sobre os brinquedos em roda de conversa.realização de uma atividade externa. tentar dar comida para seu colega ao lado.¿ Atividade 10 .em situações de cuidados. quais objetos podem ser usados para a confecção dos brinquedos sonoros. ninar uma boneca ou. colocar a chupeta na boca de um bebê que chora. Atividade 7 .

cola.Apresentar os espaços e as propostas do novo segmento.As crianças empapelam e decoram uma caixa para colocar os brinquedos sonoros.2ª etapa Marque uma conversa preliminar com os professores e os alunos do 1º ano e .Possibilitar a integração entre as crianças de pré-escola com as do 1º ano e seus futuros professores. filmagens e relatos escritos para compor o seu portfólio 14 – PREPARO PARA O ENSINO FUNDAMENTAL Faixa etária 4 e 5 anos Conteúdo Identidade e autonomia . resuma o que vai mudar no ano seguinte e explique que elas vão participar de diversas atividades para entender na prática essa passagem. por meio de fotos. . faz uma vistoria completa nos brinquedos para verificar se estão bem acabados e seguros.as crianças levam os brinquedos na escola de deficientes visuais Avaliação Durante todo o processo a professora registra a participação das crianças nas diferentes etapas.1ª etapa Antes de iniciar as atividades. etc.em duplas confeccionam o brinquedo ajudando-se mutuamente (quando não conseguem resolver um problema da confecção são incentivadas a buscar ajuda em outra dupla e/ ou à professora ¿ a professora auxilia as crianças sempre que julgar necessário). . tinta. Atividade 14 . com a ajuda das crianças e de seus pais. Tempo estimado Variável (depende do número de encontros definido pelo professor).Esclarecer dúvidas e proporcionar vivências do próximo ano de escolaridade já na série anterior. pergunte às crianças da pré-escola: quais são as principais dúvidas que vocês têm sobre o 1º ano? Registre as perguntas. papel.as duplas levantam todo o material que vão precisar para fazer o brinquedo. Atividade 13 . Desenvolvimento . . tesoura. Atividade 16 . Atividade 15 .Atividade 12 .A professora.

vale realizar uma entrevista por e-mail com alunos de Ensino Fundamental de escolas próximas para servir como roteiro da visita. contando o que aprendeu e o que espera do próximo ano. Tranqüilize-os com conversas individuais ou com a família.5ª etapa Sempre que possível.conduza o bate-papo com base nas dúvidas. convém antecipar mudanças de hábitos. . você também pode incentiválos a fazer isso a partir do segundo semestre do ano anterior. com a intervenção da nova professora. Esta é . Esse diário poderá ser retomado logo no ano seguinte. . Material necessário Cordas de tamanhos variados. um lanche de integração entre os grupos pode ser realizado no espaço da cantina ou no refeitório. Flexibilização No caso de crianças com algum tipo de deficiência física.BRINCADEIRAS COM CORDA Faixa etária 4 e 5 anos Objetivo . Nesse dia. No caso de escolas que têm apenas a Educação Infantil. Sugira que passem por baixo da corda no momento certo. possibilitando que cada criança sugira registros sobre as novas experiências.3ª etapa Para favorecer a integração entre as turmas. 15 . Se na préescola é necessário esperar o professor reunir todos antes de ir para a classe e a partir do 1º ano os alunos já seguem sozinhos. pode-se pensar em formas alternativas de participação. identifique os pequenos que estão mais preocupados e ansiosos. com o apoio de anotações. combine com a professora da série seguinte a organização de uma atividade de entrosamento com as crianças da Educação Infantil. . Pode ser um jogo de regras simples para ser realizado em duplas mistas (uma do pré com outra do 1º ano). enquanto está no alto e antes que volte a bater no chão.Experimentar diferentes brincadeiras com corda. Avaliação Proponha a elaboração de um diário com fotos dos momentos da visita. Além disso.4ª etapa Programe um passeio monitorado pelos alunos maiores para que os pequenos conheçam o novo espaço e os materiais utilizados no ano seguinte.

Anos Com as devidas adaptações.Trabalhar o movimento e a expressão corporal. Conteúdo Movimento. Nesse caso. Também é possível brincar diversificando as regras. estas atividades podem ser feitas com turmas de creche ou de pré-escola. caso não seja mesmo possível participar ativamente. . Outra sugestão. em dupla e em trios. . como pular ao ritmo de uma parlenda ou pular tocando a mão no chão. Desenvolvimento Proponha que a turma vivencie várias maneiras de pular corda: uma criança por vez. . Tempo estimado O ano todo. É importante lembrar que nem sempre será possível fazer um ajuste que permita o acesso de todos a estas atividades. são as próprias crianças (os que apresentam limitações e os outros) que nos oferecem as melhores ideias. Muitas vezes. sempre. Avaliação Observe se a turma aprimora e diversifica o brincar com autonomia a partir de então. aumenta-aumenta (duas seguram as pontas da corda e vão levantando gradativamente para que as outras saltem) e cabo de guerra. sendo elas cadeirantes ou não. converse com as crianças novamente. Mais que isso.uma importante oportunidade de convocar as outras crianças a auxiliá-las. é fazer com que a escolha e a récita da parlenda fiquem por conta dos pequenos com deficiência física. é preciso que a reflexão e o compromisso por parte das crianças com a inclusão de todos os seus colegas façam parte da rotina das turmas. Converse com o grupo sobre outras brincadeiras que podem ser realizadas com o objeto: chicote queimado (uma criança gira a corda rente ao chão e as demais pulam). uma vez por semana. Observe se a adaptação das regras se dá em função das dificuldades que surgem ou porque o grupo não compreendeu a brincadeira nova.Promover momentos de vivência lúdica e socialização.Favorecer o aprendizado de regras. Tente consultálos. 16 -ATIVIDADES COM GIZ E CHÃO Faixa etária 4 e 5 anos Conteúdo Linguagem corporal Objetivos .

Alguns exemplos: colchonetes para cambalhotas. Cada criança lança uma pedrinha no 1 e começa a pular de casa em casa a partir do número 2. trocam de casa enquanto a raposa tenta capturar um coelho. Regras da toca do coelho Para a creche O número de círculos é igual ao de crianças. em direção ao centro do caracol. Quem pisar nas linhas. Para a pré-escola Há um círculo a menos do que o número de crianças. um. a simples troca de toca já é um desafio. Quem for pego se torna o novo pegador. dois. bem distante da criança. Já fora do caracol. Desenvolvimento Regras do caracol Para a creche Uma por vez. Para a pré-escola As casas podem ser um pouco menores e numeradas e só vale pular num pé só. o circuito pode conter elementos variados. o pegador. que começa o jogo no centro do círculo. andando de lado ou com as mãos dadas com um amigo. Não vale pisar nas linhas ou fora. dois. que é o céu. incluídos pelo professor e também pelos pequenos. e pedir para que ela chegue até lá. todas cantam o versinho "coelho sai da toca. Juntas. Ao encontrar um amigo. três!". pulando com os dois pés. Regras do circuito Para a creche As crianças percorrem trilhas riscadas no chão pisando em linhas retas e curvas. Quem for capturado também passa a seguir os amigos. O desafio é seguir apenas pelas linhas riscadas no chão. é preciso dar a volta e escolher outro caminho. no 3 e assim por diante. Nessa faixa etária. de casa em casa. Para a pré-escola As crianças tiram na sorte quem será o pegador. túneis e rolos como . as crianças saltam. um. ela descansa e faz o percurso de volta. Elas podem pular com os dois pés e. Regras do labirinto Para a creche Uma possibilidade é estabelecer um ponto no desenho. depois de cantar "coelho sai da toca. cordas que vão de um apoio a outro para que elas passem por baixo. Se a classe for grande. descansam e voltam à primeira casa. Os demais participantes escolhem posições em outros lugares do circuito. Elas tiram na sorte quem será a raposa. jogar a pedra na casa errada ou se esquecer de pegá-la perderá a vez. No fim da frase. divida a turma em blocos para evitar congestionamentos. ou seja. O restante da turma. saltar fora. recolhendo a pedra e continuando os pulos até terminar. todos saem de seu círculo e procuram um novo o mais rápido que conseguirem. as casas são um pouco maiores do que as usadas com as turmas do pré. para isso. No céu. três!". ela lança a pedrinha no 2. A graça é variar os modos de completar os circuitos: caminhando depressa. Cada uma se posiciona dentro de uma toca.Material necessário Giz (ou carvão) e pedrinhas. Chegando lá. Vence o último a ser pego. Para a pré-escola Além de ganhar círculos e elipses de diferentes tamanhos. Só é permitido andar e correr sobre as linhas.

sugira que os complementem com a ajuda das informações dos colegas e pendure as produções no mural da sala. Avaliação De acordo com a faixa etária das crianças. pensando sobre o que acham que cada uma quer dizer. giz de cera. Em um segundo momento. 3ª etapa Proponha uma exposição das placas no mural e incentive a organização delas de acordo com o formato e a cor. 17. . com imagens da sinalização com significados e categorização das funções . Peça que escolham uma para registrar.Levantar hipóteses. Ao voltar para a escola. No início da brincadeira. Lembre-se de reservar momentos de paradas para que eles possam fazer registros. De quais elas se lembram? Onde viram? O que querem dizer? Faça um passeio com elas pela escola com a proposta de observar as sinalizações. canetinha. Material necessário Material para registro (lápis. confrontar ideias e buscar informações para interpretar símbolos. incluem novas expressões corporais em seu repertório. observe se elas praticam os movimentos exigidos com mais qualidade.TRABALHANDO SINAIS E PLACAS Objetivos . também é possível dividir a turma em grupos para que construam percursos sozinhos.manuais de trânsito . Durante a caminhada.Conhecer a função da sinalização no dia a dia. 2ª etapa Planeje com a turma um passeio pelo bairro para observar a sinalização. questione os pequenos sobre o significado dos símbolos que encontram. deixe trechos em branco para que as crianças inventem movimentos ou bifurque o caminho para que elas escolham entre um e outro desafio. Mais tarde. Desenvolvimento 1ª etapa Inicie a atividade perguntando às crianças sobre as placas e os sinais encontrados em diversos locais.obstáculos para saltos. mostre como atravessar os obstáculos. aproveitam as oportunidades de socialização para avançar em questões como colaboração e competição. manuais de trânsito etc. Tempo estimado Três meses. conseguem seguir regras cada vez mais elaboradas e constroem jogos. Leve material sobre o assunto. tesoura e cola). reproduzindo o desenho e indicando o significado. Explique que essas variáveis são um indicativo da função.

ilustrações e DVDs sobre formigas. Comece levantando regras sugeridas pelas crianças e faça uma distinção entre as ideias divertidas e as de fato funcionais. 4ª etapa Lance a ideia de a turma criar placas que julguem importantes e necessárias para o bairro e para a escola. as observações dos pequenos. folhas e flores. Com base no que for dito. Conteúdo Formigas: organização e divisão de tarefas.Promover o contato com o procedimento científico por meio da pesquisa e da observação. três potes com tampas furadas com agulhas e duas mangueiras plásticas transparentes. Avaliação Avalie se as crianças passaram a conhecer um número maior de placas. Use cartazes para elaborar as placas. se sabem seu significado e se evoluíram na compreensão de como elas são feitas. 18. Outra opção é levar algumas para a sala. Tempo estimado Um mês. jornais.e o site trazem bons exemplos. açúcar.Conhecer a rotina de um formigueiro e sua organização social. 2ª etapa . Nesse processo.VIDA DAS FORMIGAS Faixa Etária Objetivos . Use a agenda para registrar. água. Desenvolvimento 1ª etapa Visite um jardim para que os pequenos observem as formigas e contem o que sabem sobre elas. levante outras questões sobre a rotina desses animais. . Material necessário Livros. Sugira que produzam sinalizações para a escola. que elementos utilizam e para que servem. a partir de então. Produto final Placas de sinalização. fotografias. um formigueiro pequeno. agenda. leve o grupo a conversar com funcionários e outras turmas da escola para colher sugestões de sinalizações úteis ao convívio. em potes com terra e tampas furadas (para permitir que os animais respirem). algodão. revistas. traçando junto com elas um plano com etapas para a confecção dos sinais.

ressaltando diferenças e semelhanças. prossiga a pesquisa. Proponha que as crianças pesquisem se as formigas realmente comem açúcar e onde conseguem os alimentos. Converse sobre a divisão dos trabalhos apresentados no conto e estimule a turma a comparar com as informações pesquisadas: a rainha é a responsável pela reprodução. em linha reta. junto com as folhas e as flores. Anote tudo na agenda.PESQUISA SOBRE INSETOS Faixa etária 4 e 5 anos Conteúdo Natureza e sociedade . Deixe o último vazio. coloque o algodão umedecido com água e açúcar no pote da esquerda. ajude a turma a organizar as informações reunidas até o momento. Se ainda existirem questões sem respostas. que devem ser substituídas por novas semanalmente para não mofar. conversar com biólogos e aprender detalhes sobre o trabalho dos insetos sociais. E têm de ser capazes de comparar as operárias. de diferentes espécies. No do centro. Elas devem saber as funções ocupadas pelas formigas e as diferenças entre as apresentadas em livros infantis e as reais. Partindo das respostas delas. Todas as formigas têm o mesmo trabalho da representada no conto? 5ª etapa Organize uma visita a um centro de estudos sobre formigas para observar formigueiros maiores. Avaliação Avalie os conhecimentos que as crianças tinham a respeito do assunto antes e o que sabem agora. 6ª etapa Revise o conteúdo anotado na agenda para organizar outros cartazes. ponha o formigueiro. 19 . inclusive os comentários das crianças sobre o formigueiro. Peça que as crianças ditem para você textos sobre as descobertas e selecionem imagens a fim de organizar cartazes para expor na sala. os soldados e a rainha com a sociedade humana. 4ª etapa Conte a história A Cigarra e a Formiga. Reserve o da esquerda para as folhas e flores. 3ª etapa Ainda com os materiais ao alcance de todos. conecte os potes entre si. pois será nele que as formigas vão depositar o lixo da colônia e as que morrerem. relendo as anotações da agenda e analisando a colaboração de cada uma na organização dos cartazes.Reorganize o formigueiro: com as mangueiras. os soldados pela defesa da colônia e as operárias pela limpeza e busca de alimentos.

como livros e revistas. Examine se as informações provêm da observação dos bichos ou de representações conhecidas em livros ou em desenhos animados. Material necessário Lápis de cor. ciclo de vida e importância ou danos ao meio ambiente. Em sala. Organização da sala Reúna as crianças em roda durante as conversas e a leitura e em grupos de duas ou três para a pesquisa e produção escrita. crie uma ficha para cada bicho. Reproduza essa estrutura de registro no quadro e peça que a garotada preencha as lacunas.Objetivos ■ Conhecer o modo de vida e as características dos insetos. placas de isopor. Ano Pré-escola. potes de vidro. 3ª etapa Solicite que as crianças coletem animais em casa. Escolha com as crianças os tipos que serão estudados. fôrma de assar. Observe o que eles sabem sobre morfologia. água. Desenvolvimento 1ª etapa Faça uma avaliação inicial perguntando o que os pequenos sabem sobre o tema e pedindo que desenhem o que conhecem. insetos. transfira os bichinhos para potes de vidro e os alimente. não são fiéis à realidade. folhas. baseando-se nas pesquisas sobre os hábitos alimentares. canetas ou lápis. alimentação. Conteúdos ■ Características dos insetos. sacos plásticos transparentes. cartolina e pasta. 2ª etapa Leia revistas e livros especializados em voz alta e reserve dois dias para a exibição de um documentário e um desenho animado. Tempo estimado Três meses. com puçá ou saco plástico. ■ Observação e registro. hábitat. alimentação e hábitos dos insetos. Tire cópias e distribua às crianças. Para orientar a pesquisa. ■ Comunicação oral de informações. muitas vezes. puçá. ■ Pesquisar em diversas fontes. Compare com os textos informativos para corrigir ou confirmar as idéias iniciais. álcool. recipientes inquebráveis. naftalina. . evitando os que oferecem perigo. nomes científicos e classificação animal. alfinetes. orientando-as a colocá-los em sacos transparentes ou em recipientes inquebráveis com furos. Esses últimos. que deve ser preenchida com os seguintes dados: estrutura física. Apresente em seguida livros de literatura infantil que têm insetos como personagens. algodão. reprodução. caixa de papelão retangular. Incentive-as também a caçar alguns no jardim da escola. documentários sobre insetos. revistas e livros especializados. desenhos animados e histórias infantis em que eles sejam personagens. folhas brancas.

Para o livro. -Reconhecer o esforço dos pais. . ciclo de vida e tipo de reprodução. Oriente a elaboração de cartazes com desenhos e informações sobre os bichos pesquisados. Monte junto com as crianças um livro sobre o projeto. ■ Seminário. mande encadernar). Identifique-os com nome científico. a uma temperatura entre 180 e 200 oC. No caso dos menores. Observe o que os pequenos aprenderam no dia do seminário e se sabem responder às questões dos convidados. sugira que elas mesmas desenhem os animais. Leve-a ao forno durante 15 minutos.4ª etapa Para montar o insetário.Estudar a família de cada criança a fim de que conheçam melhor seus familiares e as pessoas que fazem parte do meio em que ela está inserida para que no futuro ela se sinta capaz de entender o meio em que vive. Os menores – como piolho e cupim – podem ser colocados ao Sol por duas a três horas. coloque um chumaço de algodão embebido em álcool dentro de cada pote e vede-o durante duas horas. hábitat. Compare também os desenhos iniciais com a ilustração final dos cartazes. para outro isopor e coloque a placa em uma caixa de papelão com bolinhas de naftalina para evitar fungos. Depois de secos. -Aumentar o amor aospais. remova-os com um alfinete. Produtos finais ■ Insetário. respeitando . ■ Livro informativo. Divida a classe em grupos de modo que cada um se responsabilize pela explicação de um animal. 20.MINHA FAMÍLIA Faixa etária de 05 a07 anos Duração: 04 aulas Objetivos: -Valorizar a família. bactérias e ataques de predadores. Deixe expostos o livro e o insetário. espetado no tórax. os familiares e a comunidade. montando uma exposição e ensaiando com elas a apresentação. Avaliação Registre em fichas individuais os comentários feitos durante as atividades. Os animais devem ser colocados sobre uma placa de isopor e ela dentro de uma fôrma. Junte as escritas e os relatórios em uma pasta (se possível. é preciso matar os bichos e secá-los. Primeiro. ordem. Marque uma data para que as crianças socializem os conhecimentos com os colegas. com a porta meio aberta. use apenas cola para fixá-los.

Metodologia da 1ª Aula: Iniciaremos a aula com a leitura de um texto “O Peixinho Glub”. duas sílabas. Após todas essa conversar e também comparações de comportamento. faremos a correção e daremos continuidade ao tema da aula envolvendo a nossa família. . Metodologia da 2ª Aula: Na entrada da sala de aula iremos recolher as atividades de casa e fazer a correção.de forma crítica e questionadora as normas e regras que a norteiam. giz. duas sílabas. Avaliaremos também o interesse e atenção da criança durante as explicações e demonstrações dos textos e histórias apresentadas nas duas aulas dadas. respeitando o espaço e o tempo dos outros. três sílabas e quatro sílabas. Materiais Utilizados: Quadro negro. separação e contagem das sílabas. Em seguida faremos uma atividade de conhecimento pessoal. Em seguida utilizando o próprio texto ela terá que circular as palavras que contenham uma sílaba. em seguida vamos trabalhar com a interpretação do texto. aprendendo a serem independentes naquilo que possam realizar sozinhas. destacando os membros da nossa família. Esse tipo de avaliação permite que o professor detecte as dificuldades da criança e possa ajudá-la durante e depois de cada atividade aplicada. onde a criança terá a possibilidade de estimular a leitura. Esta atividade servirá também para desenvolver o hábito da leitura. fazendo com que a criança procure dentro do texto as palavras que contenham uma sílaba. onde perguntaremos aos alunos: -Quem que contar uma história sobre a sua família? O interessante dessa aula é estimular as crianças a serem obedientes. lápis e borracha. pois está relacionada à família. Avaliação: Iremos avaliar a participação individual e em grupo. . Após a atividade realizada. folha de papel sulfite. atendendo aos que lhes é solicitado. Daremos aos alunos uma atividade para casa onde ela terá que responder as questões com o auxílio dos pais. três sílabas e quatro sílabas. Levaremos em consideração atividades de questionário. a contribuição individual e resultados parciais das crianças. podendo também fazer comparações. passaremos um texto em papel sulfite que contém de versinhos sobre a família. Conteúdo Geografia: Identificando e conhecendo a criança e os seus familiares Protuguês: Sílaba e Divisão Silábica. valorizando as pequenas atenções. concentração e observação. caderno. onde aborda o tema familiar.Fazer separação e contagem das sílabas.

.. -Explorar o espaço físico da onde mora. . Encontrou o Sr. você viu minha mamãe? E o sapo disfarçou e não respondeu.Localizar e identificar os pontos turísticos da cidade.... E o peixinho teve uma idéia: O sapo Pulinho saberia. e ele havia esquecido! Que bom ser um peixinho legal E ganhar uma surpresa assim.. não vi – respondeu o Sr. .. o peixinho Glub brincava feliz com o seu amiguinho Tibum. Afinal ele era o bichinho mais sabido do lago. SURPRESA? Sua mamãe e todos os esperavam com uma bela festa! Era o seu aniversário.O Peixinho Glub Num laguinho. . olhou para atrás das pedras no fundo do lago. Conteúdo . Glub não entendeu o porquê! Então ele voltou tristonho para a sua casa e.. respeitando de forma crítica e questionadora as normas e regras que a norteiam.Identificar e nomear pontos marcantes no trajeto explorado. 21..Estudar a família de cada criança a fim de que conheçam melhor seus familiares e as pessoas que fazem parte do meio em que ela está inserida para que no futuro ela se sinta capaz de entender o meio em que vive. -Pulinho. Glub ficou sozinho e foi procurar sua mamãe... Peixão e perguntou. vamos ver a vovó.Conhecer os pontos turísticos e a historia da cidade onde moram.Você viu minha mamãe? -Não Glub. mas mamãe não estava ali! Glub continuou procurando...EU E MINHA CIDADE Faixa Etária: 05 a 07 anos Duração: 04 aulas Objetivos . . Peixão.. Mas a irmã de Tibum chamou: -Vem mano.

É através do domínio do próprio corpo que irá estruturar e organizar o conhecimento do mundo exterior. a profissão dos seus pais e o que gostarão de ser quando crescer. -Canetinhas e Lápis de Cor. com quem moram. uma identidade e que fazem parte de um conjunto de pessoas. Em seguida dará um questionário em folha de papel sulfite. a sua identidade. onde os alunos responderam questões relacionadas à família. tendo assim uma visão geral de o que é e pra que serve um mapa geográfico. para que o aluno possa fazer a sua iniciação cartográfica. -Livro didático. na escola e na sociedade. iremos trabalhar nesta aula com o mapa da cidade. sentir que possuem um nome.Geografia: Identificando e conhecendo a criança Alfabetização Cartográfica História: Pontos Turísticos da Cidade Local História de Guaratuba Metodologia da 1ª aula A imagem corporal que o indivíduo tem de si mesmo é o ponto de referência para todo o tipo de aquisição de conhecimento. onde estudam. em casa. Metodologia da 2ª aula É importante que a criança conheça a história local da cidade em que mora e os acontecimentos importantes de sua região. se puderem poderão pintar. -Caderno. iremos identificar os principais pontos . levando-os a descobrir-se. Procedimentos da 2ª aula: Utilizando o mapa de Guaratuba. já que na primeira aula trabalhamos a sua identificação e localização espacial. Procedimentos da 1ª aula: Antes de tudo a professora dará uma breve explicação da importância que cada criança têm para com a família e com a sociedade. Materiais Utilizados na 1ª aula: -Quadro negro e giz. lápis e borracha. Após o questionário respondido a professora aplicará uma outra atividade envolvendo o seu lado artístico. As atividades propostas possibilitarão aos alunos adquirir o conhecimento de si mesmo e de sua família. nomeando e identificando as pessoas e os objetos desenhados. onde a criança irá desenhar a se própria e os principais membros de sua família e sua casa.

Procedimentos da 4ª aula: Mostraremos a elas uma maquete.Quais os pontos turísticos que você já visitou? . Após essa atividade. -Caderno. podendo se localizar. Com o auxilio do mapa e da professora iremos localizar a escola e o ponto turístico mais próximo da escola. Metodologia da 3ª aula O uso de imagens é sempre um recurso interessante. O interessante dessa aula é que a criança se sinta curiosa e motivada com o passeio e com o conhecimento da história de sua cidade.Em que ano foi fundada a Cidade de Guaratuba? . As imagens e as cenas nos revelam uma parcela da realidade. será como um resumo do texto lido na aula anterior. onde abordaremos a história da Cidade. para conhecer este ponto turístico.O que mudou? Materiais Utilizados na 2ª aula: -Mapa da cidade de Guaratuba.Quais são os pontos turísticos da cidade em que mora? . -Quadro negro e giz. Esta 3ª aula será de observação e diálogo. a professora juntamente com os alunos poderá fazer questionamentos como: . em seguida será realizada uma leitura. Procedimentos da 3ª aula: Iremos fornecer aos alunos algumas informações gerais sobre a história da cidade. Este recurso possibilita um trabalho pedagógico importante. a professora junto com os seus alunos irão fazer um passeio a pé.turísticos da cidade. que neste caso será a Igreja Matriz Nossa Senhora do Bom Sucesso. para que a criança possa se localizar e se identificar com o meio. Após a leitura do texto. Materiais Utilizados na 3ª aula: -Mapa da cidade de Guaratuba. onde daremos a oportunidade de conhecer . aprender a ler mapa de forma variada e constante.Quais os pontos turísticos que você gostaria de visitar? Porquê? . -Documentos históricos. ter noção de direção e percepção de espaço. lápis e borracha. uma revisão. Metodologia da 4ª aula O objetivo desta aula é fornecer para crianças a possibilidade de se alfabetizar cartograficamente. na diferença entre paisagem e espaço.Como era antes da gente nascer? . dando a elas noção de espaço.

nele a criança poderá interagir e reconhecer locais conhecidos e visto no passeio da aula anterior.Livro Didático. Esse tipo de avaliação permite que o professor detecte as dificuldades da criança e possa ajudá-la durante e depois de cada atividade aplicada.Canetinhas. .Quadro Negro e Giz.Maquete da cidade de Guaratuba . Em seguida a professora pedirá para as crianças fazer um texto pequeno. onde ela colocará o máximo de detalhes e lembranças possíveis. Após esta observação e análise do mapa. o professor pedirá para as crianças representarem este mapa numa folha de papel sulfite.Papel Sulfite. . Caderno e Borracha. onde terão que tentar reproduzir o trajeto percorrido no passeio. . Materiais Didáticos . . .Documentos Históricos da Cidade. Avaliaremos também o interesse e atenção da criança durante as explicações e demonstrações dos mapas e atividades propostas. 22 – GRANDEZAS E MEDIDAS .um mapa tridimensional. também se a criança conseguiu assimilar os conteúdos propostos pelo professor em sala de aula.Lápis Caderno e Borracha. fazer com que ela se localize e reconheça o trajeto feito durante o passeio.Mapa Geográfico da Cidade de Guaratuba. . Materiais Utilizados na 4ª aula: -Maquete da cidade de Guaratuba -Lápis. onde irão relatar o que acho de mais interessante no passeio e na História da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso. a contribuição individual e resultados parciais das crianças. O professor terá que fazer com que o aluno se identifique com o mapa. Os detalhes são fatores importantes para que a criança possa ter um desenvolvimento satisfatório no decorrer da atividade. lápis de cor. O professor levará em consideração as atividades de questionário. não esquecendo da capacidade do aluno com relação a aprendizagem. -Canetinha. Avaliação Avaliaremos a participação individual e em grupo. .Lápis de Cor.

Na vida em sociedade as medidas e as grandezas estão presentes em quase todas as atividades realizadas. para abordagens históricas. . . 23 – OS SERES VIVOS . . Objetivos específicos: . Recursos: .Decomposição e medidas de massa. carteiras. desempenham papel importante no currículo. Objetivos Gerais: Este assunto caracteriza-se por sua forte relevância social.Atividades de transformação de metro por decímetro. .Escrever por extenso as medidas de massa e comprimento. da idéia de proporcionalidade e escala. . . fazendo comparações de pesos utilizando tabelas. . Atividades aplicadas: .Quadro negro e giz. . Nas atividades em que as noções de grandezas e medidas são exploradas proporcionam melhor compreensão de conceitos relativos ao espaço e as formas. centímetro e milímetro. . pois mostram claramente ao aluno a utilidade do conhecimento matemático no cotidiano.Reconhecer os submúltiplos do metro.Controle de peso utilizando a balança. decagrama.Explicação e conhecimento do grama como unidade básica de massa. .Reconhecer as grandezas e medidas como unidades básicas e utilitárias no contexto matemático para o seu cotidiano. porta. fazendo medidas da sala. . etc. . colocando em um quadro separando o metro.Identificar o metro como uma unidade básica de medida de comprimento.Decomposição de medidas de comprimento.Série: 3º ano O Metro e Seus Submúltiplos e A Grama e Seus Múltiplos.Explicação e conhecimento do metro como unidade básica de medidas. . quilograma.Livro didático. Portanto o objetivo desse tema é: .Fita métrica e balança.Lápis. . papel e borracha. . São contextos muito ricos para o trabalho com significados dos números e operações. centímetro e milímetro.Conhecimento dos múltiplos do metro. Desse modo.Reconhecer os múltiplos da grama. em evidente caráter prático e utilitário. decímetro. é um campo fértil.Identificar o grama como uma unidade básica de massa.Comparação do comprimento utilizando a fita métrica. janela.Conhecimento dos múltiplos do grama.

Avaliação. Reconhecer e identificar algumas características dos seres vivos. tesoura. borracha.Listar animais e vegetais.Conhecer o ciclo de vida dos animais.Procurar em revistas e jornais figuras de animais e vegetais separando por grupo e colando na cartolina. A participação individual e coletiva dentro das atividades realizadas em sala de aula. desenvolver a linguagem verbal. as diferenças e semelhanças entre os seres vivos. fazer comentário e questionamentos sobre o assunto aplicado. .Livro didático de ciências. Ponto de partida Sugestão de cartas para o jogo da memória: . Atividades aplicadas. Recursos. Observar.Lápis de cor. revistas. . . . . Realizar observações das contribuições individuais e resultados parciais de cada aluno. 24 . . lápis. cola e cartolina. . . descrever e compara animais e vegetais em diferentes ambientes.Estimular o aluno a desenvolver o senso artístico apoiado na observação da foto. em seguida fazer a separação por grupos de forma escrita. 2) Reconhecer e classificar os pronomes.Quadro negro.Conhecer o ciclo de vida dos vegetais. relacionando suas características ao ambiente que vive.Após leitura do texto e conhecimento dos animais e vegetais e seu ciclo de vida.JOGO DA MEMÓRIA DE PRONOMES Objetivos 1) Reconhecer a função dos pronomes para a construção de sentidos nas diferentes situações comunicativas.Turma: 1º ano Ensino Fundamental Duração: 08 horas Objetivo da aula. Desenvolvimento. giz.Conhecer as diferenças entre animais e vegetais. . .

mas o interessante é apresentar pelo menos dois exemplos de cada tipo de pronome e escolher trechos de textos trabalhados em aula. baby. Em seguida. Que tinha há muito tempo a fama de ser mal" (Roberto Carlos) "Já sei namorar Já sei chutar a bola Agora só me falta Ganhar." (Legião Urbana) Observação: Coloquei apenas um exemplo de cada classificação e escolhi trechos de música. organizar a turma em pequenos grupos e entregar o envelope com as cartas do jogo." (Chico Buarque) "E o que foi prometido. os ." (Tribalistas) "Você É algo assim É tudo pra mim É como eu sonhava. seu lugar. Estratégias 1) Antes do início do jogo. Ninguém prometeu." (Tim Maia) "Quem me chamou Quem vai querer voltar pro ninho Redescobrir.Cartas de classificação PRONOME PRONOME PESSOAL DO CASO PESSOAL DO CASO RETO OBLÍQUO PRONOME DE TRATAMENTO PRONOME INTERROGATIVO PRONOME POSSESSIVO PRONOME RELATIVO PRONOME DEMONSTRATIVO PRONOME INDEFINIDO Cartas com exemplos "Eu penso em você Desde o amanhecer Até quando eu me deito." (Guilherme Arantes) "Eu vou contar pra todos a história de um rapaz. entregue as folhas e peça que os alunos recortem as cartas e confeccionem os envelopes. No final do jogo. fazer uma breve revisão sobre a função dos diferentes tipos de pronomes (na construção de sentidos em diversas situações comunicativas). Se preferir." (Legião Urbana "Cada paralelepípedo Da velha cidade Essa noite vai Se arrepiar." (Tribalistas) "Meu filho vai ter Nome de santo Quero o nome mais Bonito.

O que é que você está me olhando aí? . Comentários 1) Essa atividade deve ser realizada após estudo sistemático sobre pronomes. minha filha? . Essas regras podem ser criadas pelos próprios alunos.Na Praia do Pinto.Tou esperando o ônibus. eles podem selecionar os exemplos e definir outra forma de jogo sobre o conteúdo estudado. Eram de uma negrinha mirrada. abaixando o vidro: . um fio de voz infantil. . refletindo sobre a questão do trabalho infantil. Inclinei-me sobre o banco. 2) Conhecer e compreender a função do Estatuto da Criança e do Adolescente. Em seguida. Voltei-me e dei com uns olhos grandes e parados como os de um bicho. .Vou para aquele lado.O que foi. .alunos podem produzir as regras e uma síntese sobre o estudo realizado. não teria mais que uns sete anos.respondeu-me. ele marca ponto e/ou joga novamente.REFLEXÕES .ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Objetivos 1) Ler e interpretar textos de diferentes gêneros. 2) O jogo pode ser construído pelos alunos durante o estudo sobre pronomes. a me espiar através do vidro da janela junto ao meio-fio. 25 . 2) Instruções para o jogo (sugestão): colocar todas as cartas com exemplos viradas para baixo e as de classificação no canto da mesa. Ponto de partida Texto 1 Na escuridão miserável Eram sete horas da noite quando entrei no carro. Se o exemplo corresponder à carta de classificação comprada. Senti que alguém me observava enquanto punha o motor em movimento.perguntei. o aluno deve comprar uma carta com a classificação do pronome e virar uma carta com exemplo. ali no Jardim Botânico. 3) Produzir textos a partir da reflexão realizada. a medo. naturalmente. .repetiu. pensando tratarse de esmola. para serem compradas. Definir quem iniciará o jogo. Quer uma carona? . um fiapo de gente encostado ao poste como um animalzinho. raquítica.Onde é que você mora? ..Nada não senhor .Nada não senhor . ..

e ela até parecia sorrir.Quando não tem. abrindo a porta: . E aí no outro dia pediu a mamãe pra eu trabalhar na casa dela. assombrado. Eu almocei. então mamãe deixou porque mamãe não pode deixar os filhos todos sozinhos e lá em casa é sete meninos fora dois grandes que já são soldados. foi parar nessa casa? . pude entender que trabalhava na casa de uma família no Jardim Botânico: lavava roupa.Teresa. não mais que alguns trocados.Eu estava na feira com mamãe e então a madame pediu para eu carregar as compras. não ousava fazer o menor movimento.Você não almoça todo dia? . Fernando. ela abriu a porta e saltou. Ela disparou a falar: .Ela vacilou. e enquanto o carro ganhava velocidade ia olhando duro para a frente. tão longe de casa? . Mas descontam no ordenado.Dez.A casa da minha patroa é ali. saiu correndo. Teresa? . Meu impulso era voltar.Quando tem comida pra levar de casa eu almoço: mamãe faz um embrulho de comida pra mim. ao fim de uma rua do Leblon. Record.E o que estava fazendo ali. suas feições de criança. não tem . 10ª ed. Foi 'jantarado'. pensando nos meus filhos bem nutridos .Quantos anos você tem. uma ninharia. . Entrava às sete da manhã. . 135-7..Não. Mamãe disse pra eu não pedir.E quando não tem? . servia a mesa.Mas não te dão comida lá? . .Como é o seu nome? . p.E quanto é que você ganha? Diminuí a marcha. sentou-se na pontinha do banco. Acabou entrando. Rio de Janeiro.Hoje saí mais cedo. quase parei o carro! Ela mencionara uma importância ridícula.perguntei ainda. . A companheira de viagem. perdeuse logo na escuridão miserável da Praia do Pinto. revoltado. Na penumbra do carro.Como é que você foi parar na casa dessa. encardidas de pobreza. . (SABINO. Mal detive o carro. esquálidas. intimidada.um engasgo na garganta me afogava no que os homens experimentados chamam de sentimentalismo burguês.Quando eu peço eles dão. . Eu não me continha mais de aflição. podiam ser as de uma velha.) Texto 2 Meninos carvoeiros Os meninos carvoeiros . .Entra aí. . varria a casa. . obrigado. .perguntei. enquanto o carro. Insisti.Patroa? Que patroa? Pela sua resposta.Você já jantou? . . saía às oito da noite. Tentei puxar conversa: . que eu te levo. 1987.. bater na porta da tal mulher e meter-lhe a mão na cara. Pode parar que é aqui moço. me olhando pela primeira vez. se aproximava das vielas da Praia do Pinto.

 Alimária: animal de carga. franzino. . Encarapitados nas alimárias.) . Dançando. carvoero! Quando voltam.  Raquítico: pouco desenvolvido. Se possível. vêm mordendo num pão encarvoado. de juta ou outra fibra vegetal. normalmente porcos. 3) Reler os textos 1 e 2 e refletir sobre a condição das personagens. . A madrugada ingênua parece feita para eles.. carvoero! Só mesmo estas crianças raquíticas Vão bem com estes burrinhos descadeirados.Eh. Apostando corrida. focalizando a questão do trabalho infantil e outros temas de interesse da turma. ingênua miséria! Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis! .) Vocabulário  Aniagem: pano grosseiro sem acabamento. dobrando-se com um gemido.Eh. salientando a questão do trabalho infantil.  Encarapitado: colocado ou acomodado no alto.. Os burros são magrinhos e velhos.Passam a caminho da cidade.Eh. Pequenina. Os carvões caem. 1921] (BANDEIRA. Estratégias 1) Ler e interpretar os textos 1 e 2. unidos em triângulo. [Petrópolis. que se enfia no pescoço dos animais.  Relho: chicote de couro torcido. 2) Ler o Estatuto da Criança e do Adolescente. A aniagem é toda remendada.  Cangalha: peça de três paus. carvoero! E vão tocando os animais com um relho enorme. (Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe. pedir para os alunos trazerem notícias e outros textos sobre trabalho infantil e sobre temas tratados no Estatuto da Criança e do Adolescente. para não destruírem hortas cultivadas. 1993. Manuel. Cada um leva seis sacos de carvão de lenha. magrinho. bamboleando nas cangalhas como espantalhos desamparados. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro. Nova Fronteira.

26 – COLETIVOS Objetivos 1) Conhecer características morfológicas dos substantivos coletivos. O envolvimento dos alunos nessa atividade é muito grande. Lembrar a concordância. Material O texto Coletivos: substantivos que expressam coleções. estimular a aquisição de um vocabulário específico e contribuir para o aperfeiçoamento da expressão escrita e oral do aluno. Enquanto isso. mostrar contextos de uso. artigos de opinião ou textos de outros gêneros. O professor pode. Além disso. utilizando corretamente suas flexões. Atividades 1) Realizar o jogo do coletivo. Estratégias 1) Contextualizar os substantivos coletivos. estimulando a leitura silenciosa e depois em voz alta do texto indicado no site Educação. Após a leitura e análise da obra. Comentário O tópico "substantivos coletivos" é familiar aos alunos desde as séries iniciais do ensino fundamental. os outros . dividindo a classe em grupos. de Thiago de Melo. leio para os alunos o livro Os estatutos do homem. 2) Incorporar substantivos coletivos ao vocabulário ativo. os debates riquíssimos e as produções excelentes. baseados no estudo realizado em sala. já estudados pelos alunos. 2) Familiarizar o aluno com os coletivos. expressa um grupo de seres da mesma espécie. a partir de uma abordagem funcional. peço para os alunos produzirem artigos poéticos ilustrados. agrupamentos pode servir de base para o trabalho em sala de aula. É importante que os alunos apresentem e divulguem os textos produzidos. lembrando a classificação dos substantivos (abstratos e concretos. Cada grupo aponta um líder que ficará na frente da classe. músicas. sobre a reflexão realizada. antes da produção textual. 3) Realizar atividades visando criar orações e textos a partir de substantivos coletivos fornecidos. Mostrar que o coletivo.4) Produzir poemas. em que o verbo deve vir no singular. a aula dedicada aos coletivos permite explorar um lado lúdico no trabalho com a linguagem. com a classe dividida em grupos. Comentário Quando realizo essa atividade. próprios e comuns e coletivos). embora singular.

Sugestões 1) Muitas outras atividades extra-classe e tarefas podem ser realizadas com os substantivos coletivos. por exemplo. Por exemplo: "A tripulação avistou um cardume. . deve dizer "tropa" e assim por diante. o líder de outro grupo se posiciona para a realização do jogo.GRAU DOS SUBSTANTIVOS: AUMENTATIVO E DIMINUTIVO Objetivos 1) Conhecer os mecanismos lingüísticos para a formação do aumentativo e diminutivo. (Por exemplo." Os próprios alunos podem sugerir outros exercícios lúdicos fazendo uso de substantivos coletivos.Quadro explica o conceito e traz exemplos inusuais podem servir de introdução ao tema. o líder deverá dizer "alcatéia". 2) Reconhecer o emprego adequado de aumentativos e diminutivos nas diferentes situações de uso da língua. e assim sucessivamente. buscando em gramáticas." por "O marinheiro avistou um peixe. é assunto bem recebido pelos alunos. e pode abranger graus variados de complexidade. 27 . se imitam soldados. De modo geral. indicam ao líder os elementos que formam o coletivo. se imitam lobos. 3) Conhecer os significados afetivos na utilização do aumentativo ou diminutivo.). através de mímica. Comentário Grau dos Substantivos é um tópico clássico no ensino fundamental.Quadro traz síntese do conceito e exemplos incomuns e Grau dos substantivos: Diminutivo . Material Os textos Grau dos substantivos: Aumentativo . Os alunos podem. realizar uma pesquisa mais ampla. O líder diz em voz alta qual o coletivo a que se referem esses elementos. 2) A seguir. 2) Podem também criar textos usando o coletivo e depois reescrever os mesmos textos reduzindo o coletivo a um de seus elementos. de acordo com o nível de ensino em que é trabalhado. dicionários e em sites da internet uma lista gigante de coletivos.elementos do grupo. 3) Ganha o jogo o grupo que acertar mais vezes.

Estratégias
1) Inicialmente, proponha a seus alunos a leitura dos textos indicados no item anterior; 2) Depois da leitura, será feita uma gincana de aumentativos e diminutivos entre os alunos, com a contagem de pontos entre as equipes. Cada resposta correta valerá 1 ponto; 3) Criar um texto maluco usando dez aumentativos e outro usando dez diminutivos. Serão o Textão e o Textinho; 4) Voluntariamente, os alunos poderão ler seus textos em voz alta para a classe ou pedir para que o professor o leia;

Atividades
1) Uma vez estabelecidos os pressupostos teóricos a respeito do grau dos substantivos, a critério de professor podem ser desenvolvidas diversas atividades para fixação do conteúdo; 2) Pode ser realizado um debate sobre o uso do grau dos substantivos, relacionando-o com os gêneros textuais. Pode-se discutir a propriedade do uso de aumentativos ou diminutivos num texto jornalístico ou científico, por exemplo. É interessante que os alunos contribuam livremente com exemplos e opiniões, para enriquecer a discussão.

Sugestões
As propostas do Textão e Textinho podem servir como aquecimento para uma aula mais detalhada sobre graus do substantivo, que explique o grau analítico e sintético e o modo comum de a língua produzir seus aumentativos e diminutivos. Os alunos também podem pesquisar e anotar em uma caderneta todos os aumentativos e diminutivos ouvidos durante os dias que antecedem a aula, discutindo posteriormente o uso, o contexto e o valor expressivo desses vocábulos.

28 - VENCENDO DESAFIOS DA ALFABETIZAÇÃO Objetivos
1) Facilitar o processo de alfabetização; 2) Aceitar as diferenças entre os sujeitos e deixar que essas diferenças tornemse fatores constitutivos do processo de alfabetização; 3) Levar em conta as hipóteses prévias formuladas pela criança;

4) Deixar de lado a escrita automatizada, enfatizando a capacidade de ler e compreender.

Introdução
De acordo com Emília Ferreiro, a defasagem escolar parece relacionar-se diretamente com o fato de se desconsiderar os conhecimentos prévios da criança quando esta ingressa no ensino fundamental e, ainda, em razão de a escola se valer de uma concepção equivocada de escrita como um objeto hermético e estático, "ensinado" de maneira instrumental e tecnicista. Daí, como ocorria na formação dos antigos escribas, a criança "aprende" a escrever de modo automatizado sem compreender o que lê. Assim, essa língua escrita "ensinada" pela escola não corresponde verdadeiramente à língua escrita como objeto social e dinâmico, mas, apenas como "desenho de letras e sonorização de palavras". Quando o conhecimento que a criança já possui sobre a escrita é descartado, a escola, contraditoriamente, insiste em desenvolver "práticas desalfabetizadoras" que desmotivam e tornam o aprendizado pouco ou nada significativo.

Estratégias
a) Examinar as hipóteses próprias que a criança constrói sobre a escrita; b) Adotar o ponto de vista do sujeito analfabeto, deixando de lado a concepção de escrita do adulto alfabetizado da sociedade contemporânea, para compreender de que maneira a criança lida com o objeto escrita; c) Criar uma postura investigativa em relação ao processo de alfabetização.

Comentários
Embora Piaget jamais tenha se referido à escrita, sem o conhecimento de seus estudos sobre desenvolvimento infantil, Emília Ferreiro e seus colaboradores provavelmente não teriam feito tantas descobertas acerca da construção da escrita pela criança. No que se refere aos testes de maturidade, a pesquisadora tece não poucas críticas acerca de sua real finalidade, pois estes funcionam geralmente como instrumentos de discriminação e exclusão, indo na contramão do discurso vigente de direito à educação. Em relação à questão das novas tecnologias e a educação, a psicopedagoga contesta o pensamento de que essas novas tecnologias permitem maior democratização da educação, pois elas de nada adiantam se não se não houver professores mais bem preparados e remunerados. É evidente que a internet consiste em um instrumento poderoso de informação e conhecimento, mas nas mãos de quem aprendeu a usá-la, caso contrário pode se tornar mais um entre tantos "recursos pedagógicos" inúteis. Aceitar

novos métodos, novas tecnologias ou novas pesquisas será sempre infrutífero, caso não ocorra, por outro lado, uma verdadeira democratização da educação por meio da aceitação das diferenças e da individualidade dos sujeitos.

Fontes de consulta
Ferreiro, E. "Cultura Escrita e Educação: Conversas de Emília Ferreiro com José Antônio Castorina, Daniel Goldin e Rosa Maria Torres, Artmed. Ferreiro, E. "Passado e Presente dos verbos Ler e Escrever, Editora Cortez.

29 – CUIDANDO DO CORPO
Objetivos - Identificar atitudes que contribuem para a manutenção do corpo. - Reconhecer-se como agente responsável pelo próprio bem-estar. Conteúdo - Hábitos saudáveis. Anos 3º ao 5º. Tempo estimado Duas aulas. Material necessário Cronômetro ou relógio, lápis ou caneta e folha de papel. Flexibilização Para trabalhar com um aluno com deficiência visual (baixa visão), amplie o objetivo desta sequência para que ele perceba que, de acordo com as características físicas de cada pessoa, com suas condições de saúde e com o local onde ela vive, é necessário adotar diferentes hábitos. Na primeira etapa, amplie a conversa: automóveis de marcas ou modelos diferentes e submetidos a variadas condições de uso exigem diferentes cuidados. Adapte a forma de registro para o aluno com deficiência, utilizando aquela com a qual ele está mais habituado ou demonstra mais habilidade em outras situações (o uso de computador com visualização ampliada é uma possibilidade). Preveja um tempo maior para o seu registro – ele pode iniciar ou terminar a tarefa em casa. Na segunda etapa, reserve um espaço plano e seguro para que o aluno com deficiência possa realizar a atividade. Oriente sua atuação de modo que ele faça dupla com um colega de porte físico semelhante, que seja capaz de conduzi-lo e no qual ele confie. Mostre-lhe o trajeto da corrida antecipadamente. Você deve orientá-los a correr de mãos dadas. Desenvolvimento 1ª etapa

Você pode fazer uma analogia entre o corpo humano e um carro. É imprescindível. Solicite que cada estudante meça a frequência do parceiro. pois será realizada uma atividade na qual terão de fazer exercícios físicos por alguns minutos. peça que registrem suas ideias no caderno. e os alunos terão de anotar no caderno o número de batimentos contados nesse intervalo – para isso. Lance para os alunos a seguinte pergunta: “O que devemos fazer para cuidar da saúde?”. elas deverão usar roupas confortáveis. agora. Depois que todos tiverem feito sua medição. Em seguida. Estimule-os a citar hábitos saudáveis. oriente-os a compará-la com a primeira e pergunte: “Por que a frequência cardíaca aumentou após a prática de exercícios físicos?”. que cuidemos de sua manutenção. pessoas sem preparo físico podem apresentar maior diferença entre a frequência cardíaca em repouso e depois de atividades físicas. manutenção é fundamental. Frequências bem mais baixas. Você pode propor que eles conversem com seus pais ou responsáveis sobre a importância de adotarmos hábitos saudáveis – favorecendo. Portanto. é preciso que todas as suas peças estejam funcionando adequadamente também. Ao terminar a corrida. peça que corram moderadamente durante cerca de cinco minutos. Tomados os devidos cuidados. dormir bem (pelo menos oito horas por noite). se divertir etc. consequentemente. próximo à base do polegar). Discuta com os alunos a influência que hábitos saudáveis podem exercer sobre a saúde corporal. Em seguida. portanto. A intenção é fazer com que a frequência cardíaca das crianças diminua.Dê início ao trabalho conversando com os alunos sobre a importância da saúde para o bom funcionamento do corpo. frequência cardíaca mais uniforme. podem ser normais em adultos jovens. eles utilizarão um cronômetro ou um relógio. A forma mais simples de medi-la é sentir a pulsação no pescoço (posicionando os dedos indicador e médio na lateral do pescoço) ou no punho (posicionando os dedos indicador e médio na parte interna do punho. Para funcionar como se espera. Diga aos estudantes que com o nosso corpo é a mesma coisa. Ajude-os a perceber que pessoas que se exercitam regularmente têm melhor preparo físico e. é elevar a frequência cardíaca dos estudantes. a demanda por nutrientes e oxigênio aumenta no nosso organismo. Por outro lado. O objetivo. na próxima etapa. praticar esportes. pois ele nada mais é que uma “máquina biológica”. por exemplo). suas peças (os órgãos e os sistemas que o compõem) precisam apresentar funcionamento adequado. o que proporciona melhor qualidade de vida. elevando a frequência cardíaca e fazendo o sangue circular mais rápido. eles devem repetir a medição. . Informe as crianças que. O objetivo é averiguar o nível de informação que eles têm sobre o assunto. Explique às crianças que. Organize os alunos em duplas. quando fazemos exercícios. no entanto. A pulsação deve ser aferida durante um minuto. A frequência normal de uma pessoa em repouso varia de 60 a 100 batimentos por minuto. particularmente entre aqueles que apresentam bom condicionamento físico. 2ª etapa A atividade a seguir deve ser feita em um local amplo (o pátio ou a quadra de esportes da escola. Peça que cada uma fique em repouso por aproximadamente dois minutos. assim. como manter uma dieta balanceada. o bom funcionamento do organismo. chegando a um nível estável. o carro estará sempre em bom estado e o risco de problemas mecânicos será reduzido. Para que o automóvel funcione direito.

Conteúdos . adotar uma alimentação balanceada. Desenvolvimento 1ª etapa Dê início aos trabalhos perguntando: “Por que o homem e muitas outras espécies animais têm dentes na boca?”. Anos 1º e 2º. fio dental e enxaguante bucal. Finalize a etapa antecipando um pouco do conteúdo que será discutido na próxima fase da atividade. computador com acesso à internet. . Isso pode ser feito lançando mais uma questão para a turma: “Quais . creme dental.Avaliação Peça que os alunos escrevam um guia de orientação com base na seguinte pergunta: “Como os hábitos saudáveis podem influenciar na saúde do nosso corpo?”. .Entender as funções dos dentes. Basicamente. .Saúde bucal. entre muitas outras) e estética (dentes brancos e bem cuidados são sinônimo de um belo sorriso). escovas de dente. Material necessário Projetor.Cárie. Tempo estimado Três aulas.Aprender a maneira correta de escovar os dentes. são três: triturar (possibilitando a ingestão de alimentos sólidos). auxiliar a falar claramente (a pronúncia de algumas palavras só é possível quando encostamos a ponta da língua nos dentes. Flexibilização para deficiência física (cadeirante com pouca mobilidade de membros superiores) Escova de dente com cabo adaptado. 30 – SAÚDE BUCAL Objetivos . Essa é uma maneira de averiguar se as crianças perceberam que praticar exercícios. como no caso das palavras sapato.Conhecer uma das principais doenças bucais: a cárie.Compreender algumas ações que favorecem a manutenção da saúde bucal.Higiene bucal. . A ideia é que eles reflitam sobre as principais funções dos dentes. casa e zangão. Converse com a garotada sobre essas funções e chame a atenção para a necessidade de cuidarmos bem dos nossos dentes. . dormir oito horas por noite e reservar tempo para se divertir são hábitos saudáveis que ajudam a manter a saúde do corpo e afastar doenças.

2ª etapa Faça mais algumas perguntas para a turma: “O que é saúde bucal? O que vocês consideram importante fazer para cuidar da boca?”. é preciso escovar os dentes corretamente. evitar comer entre as refeições e usar produtos de higiene. do conjunto formado por dentes. as bactérias que vivem no interior da nossa boca entram em ação. lance as seguintes questões: o que é cárie? Por que ela ocorre? Reserve alguns minutos para que as crianças exponham suas opiniões. Pergunte de quais maneiras podemos evitar esse problema Espera-se que as crianças sejam capazes de argumentar que. Nesse caso. caso a escola tenha uma). usar fio dental diariamente. Flexibilização para deficiência física (cadeirante com pouca mobilidade de membros superiores) Estimule a participação do aluno com deficiência nas discussões com perguntas que ele possa responder simplesmente concordando ou discordando. faça mais algumas perguntas: “Por que precisamos usar fio . você terá de usar um projetor conectado a um computador com acesso à internet (a atividade pode ser organizada tanto na sala de aula quanto na sala de informática. uma das medidas é fazer uma escovação correta dos dentes. Depois de exibir as quatro animações. Higienização da Língua. Se julgar necessário. ela é causada pela má escovação dos dentes. 3ª etapa Insista no questionamento: “Qual é a razão da presença de cáries?”. ou seja. Escovação e Enxaguante Bucal. Explique que a cárie é uma forma de deterioração do dente e que é formada pela degradação de restos de alimentos que ingerimos – onde os restos se acumulam e permanecem até que sejam eliminados pela escovação. Para isso. na maioria das vezes. gengivas e língua. assim. É a isso que chamamos cárie. uma boa saúde bucal). promova uma discussão com a classe a fim de verificar se os alunos entenderam qual é a maneira mais adequada de higienizar a boca com o objetivo de prevenir a formação de cáries (mantendo. por sua vez. É provável que os alunos relacionem saúde bucal apenas com o estado de conservação dos dentes. corroem a superfície dos dentes. Pela ordem. chame a atenção de todos para o fato de que saúde bucal é um conceito muito mais abrangente do que isso e está relacionado com a saúde da boca toda. Explique também que. degradando os açúcares e produzindo ácidos que. para que evitemos a formação de cáries. como creme dental com flúor. O objetivo é investigar se os alunos têm alguma noção de saúde bucal e se sabem que a manutenção dos nossos dentes está diretamente ligada a ela. auxilie os alunos a chegar a essa conclusão. Para antecipar o que será discutido na próxima etapa. exiba os seguintes vídeos para os alunos: Uso do Fio Dental. para manter a boca sempre em bom estado. A intenção é verificar se os alunos entendem que essa é uma das principais doenças da boca tanto entre crianças quanto entre adultos e que. 4ª etapa Nesta fase.são os cuidados que vocês consideram importantes para cuidar dos dentes e mantê-los sempre saudáveis?”.

justificando-a por meio de um registro. posicione-o em um lugar de onde ele veja bem o professor e todos os colegas. revistas etc. creme dental. o aluno pode fazer a pesquisa requisitada junto ao AEE.Problemas ambientais decorrentes da produção de materiais. peça que os entreguem a você. Avaliação Divida os alunos em duplas. O estudante que teve sua boca higienizada deverá atribuir ao trabalho realizado pelo parceiro uma nota de 0 a 10. Após ambos terem produzido os respectivos registros. reportagens “Um Oceano de Plástico” e “Sopão de Plástico”. fio dental e enxaguante bucal. globo terrestre e material para pesquisa (sites da internet. Avalie se nesses registros aparecem as ideias discutidas nas etapas anteriores.Entender os problemas causados pelo excesso de consumo. Antes de o grupo iniciar a atividade. Conteúdos . consumo desenfreado e poluição ambiental. Recorra à vontade aos estímulos visuais (gesticulação. Material necessário Cópias da planta baixa de uma casa ou apartamento. Na quarta etapa. peça que o aluno com deficiência faça o registro por meio de . Inicialmente. Flexibilização para deficiência física (cadeirante com pouca mobilidade de membros superiores) Faça dupla com o aluno portador de deficiência física e utilize uma escova adaptada na atividade proposta como avaliação. Na terceira etapa.). apresentação de imagens etc. estudante e professor podem servir de modelo em uma demonstração para a classe de como realizar os procedimentos. . livros.dental? Qual é a função do creme dental e da escova de dentes durante a escovação? Qual é a função do enxaguante bucal?”. Tempo estimado Sete aulas.) sobre produção de resíduos. peça que um dos integrantes de cada equipe escove os dentes do parceiro. e vice-versa. na 1ª etapa. Anos 3º ao 5º. Flexibilização Para trabalhar com um aluno com deficiência auditiva (que faz leitura orofacial e não está alfabetizado). utilizando escova de dente. 31 – LIXO CUIDADOS Objetivo . vídeo Preserve Seu Planeta.Composição e destino de resíduos sólidos. selecionando imagens pertinentes ao tema para apresentá-las à turma. E priorize sua participação em momentos de produção como a confecção dos cartazes.

conforme a tabela abaixo. chamando a atenção da classe para o fato de que esse total é influenciado por muitas variáveis. peça que os alunos localizem no globo terrestre a região discutida e pergunte de quem é a responsabilidade pelo acúmulo de sujeira naquele local tão distante. E informe que. entre outras. Quais seriam as consequências desse acúmulo para o meio ambiente? Ajude-os a organizar as respostas em cartazes e fixá-los em um lugar bem visível na sala. como forma de socializar as informações. ambiente aquático etc. os hábitos de consumo e o poder aquisitivo da família. Depois de assistir ao vídeo. que trata do acúmulo de resíduos plásticos em uma área remota do Oceano Pacífico. Registre as respostas no quadro. listando os bens de consumo que normalmente estão presentes em cada cômodo. Agora. diga para somarem os números apurados individualmente. Organize os alunos em equipes de quatro integrantes e solicite que analisem a imagem. exiba o trecho do vídeo Preserve Seu Planeta que vai de 3min10 a 3min50 para que os alunos identifiquem o caminho percorrido pelo lixo no oceano. durante uma semana. manguezal. Desenvolvimento 1ª etapa Apresente a planta baixa de uma casa ou apartamento para a turma (você pode recorrer a panfletos distribuídos por imobiliárias). espera-se que as crianças citem sujeira espalhada pela rua. Esses cartazes podem estar agrupados por ambiente impactado (urbano. 2ª etapa Apresente a reportagem “Um Oceano de Plástico”. rural. eles farão um trabalho em casa: contar a quantidade de embalagens descartadas nesse período (os dados obtidos devem ser anotados na tabela). Em seguida. Em seguida. Após o levantamento. questione se os resíduos sólidos que aparecem na matéria estão incluídos na lista de materiais que descartamos todos os dias. solicite que os estudantes discutam dentro de suas equipes quais podem ser os problemas provocados pelo acúmulo dos materiais descartados. entupimento de bueiros e enchentes. Exemplo: entre as consequências para o ambiente urbano. entre outras.). como o número de pessoas na casa.desenho. Cômodo Materiais Destino após uso Quantidade descartada todos os dias Total de materiais descartados todos os dias A intenção é levar a garotada a pensar sobre a quantidade de produtos que uma família consome. Ao final da exibição. Peça que os alunos imaginem que destino é dado a esses produtos e a tudo mais que costumamos jogar no lixo todos os dias. pergunte: “Vocês acham que parte da responsabilidade por essa situação é .

explicações para a poluição da água e como evitar a destruição de hábitats (de novo. Você ficou responsável por escrever uma carta sobre os problemas causados pelo consumo exagerado de bens e suas possíveis soluções. Por fim. Desenvolvimento .Escrita. vidro e plástico (um tema para cada grupo). giz de cera.nossa. aço. certifique-se de que os alunos entenderam qual é sua parcela de responsabilidade pela degradação ambiental. Eles também são provocados pela fabricação desses mesmos materiais. Anos 1º e 2º anos. agora inteiro. Avaliação Apresente a seguinte questão: uma sonda será lançada ao espaço e levará informações sobre a Terra. 3ª etapa Distribua os quatro últimos parágrafos da reportagem “Sopão de Plástico” (lembre-se de informar que polímeros plásticos são o resultado de parte da decomposição de plásticos e que disruptoras endócrinas são substâncias nocivas à saúde). Material necessário Livros de parlendas. 32 – LIVRO DE PARLENDAS Objetivos . diga para compartilharem as informações apuradas e torne a exibir o vídeo Preserve Seu Planeta. Conteúdo . 4ª etapa Dê início a esta etapa explicando aos alunos que os problemas ambientais não são causados apenas pelo descarte de materiais. . divida a turma em oito grupos e peça que quatro deles façam uma pesquisa sobre a poluição provocada pela fabricação de papel. lápis preto e letras móveis. ainda que estejamos tão longe daquele local?”. solicite que pesquisem causas da poluição do ar. Tempo estimado Nove aulas. Às outras equipes.Favorecer situações de escrita com base em textos memorizados. formas de reduzir o consumo de água.Possibilitar a reflexão sobre o sistema alfabético. Terminada a leitura. canetas coloridas. um tema por equipe). mesmo estando a quilômetros e quilômetros de distância do ambiente degradado. Em seguida.

Peça que cada um coloque seu nome. Peça que contem quantas letras receberam e confirmem a quantidade. destinado a alguma turma da escola. por isso cada criança deve colocar uma letra de cada vez. 6ª etapa Proponha a escrita coletiva do convite para o lançamento do livro. inicie a ilustração da capa e escreva o título combinado. divida a sala em grupos. Cada um recitará uma parlenda. No dia marcado.essa intervenção é fundamental para que ajustem a fala à escrita. 2ª etapa Divida a classe em grupos. Peça que leiam cada trecho escrito para que reflitam e reorganizem as hipóteses iniciais. Leia uma delas. Peça que leiam o que escreveram . 4ª etapa Após a escrita das parlendas. anunciando ao parceiro o que já está escrito para que este dê continuidade. Avaliação . Retome a parlenda oralmente e anuncie qual será o primeiro trecho a ser escrito. A escrita será em conjunto. Enquanto observa as produções. faça perguntas que promovam a reflexão sobre a própria escrita: "Com qual letra começaram a escrever o trecho da parlenda?". Flexibilização para deficiência intelectual Coloque o aluno com uma das duplas e considere os conhecimentos dele ao realizar esse agrupamento. Produto final Livro com parlendas eleitas pelo grupo. Leia outras e acrescente à lista. "Com qual letra deve terminar o verso?". Flexibilização para deficiência intelectual Encaminhe para o aluno algumas parlendas como lição de casa para que a família o ajude a memorizar partes da história e os títulos. Distribua um conjunto com as letras móveis necessárias para a escrita da parlenda para cada grupo da sala.1ª etapa Apresente parlendas aos alunos e conte que farão um livro com esse tipo de texto para apresentar aos demais colegas da escola. 5ª etapa Monte os livros e distribua-os aos alunos. 3ª etapa Forme duplas para a escrita de outra parlenda. crie com a turma o título da coletânea. Distribua as letras e relembre oralmente a parlenda. Faça intervenções: "Quantas letras deve ter esse pedaço?". "O nome de algum aluno pode ajudar nessa escrita?". pergunte se conhecem outras e inicie a escrita de uma lista coletiva das conhecidas. escrevendo-o no quadro negro.

Conteúdos específicos • • Amarelinha. abordar alguns conteúdos do bloco de conhecimento sobre o corpo. saltar com um e dois pés. notadamente nas atividades em velocidade. Objetivos Ao final da seqüência de atividades as crianças deverão ser capazes de: • • • • • • • reconhecer a existência de regras nas brincadeiras vivenciadas obedecer as regras com o auxílio do professor explicar verbalmente para outra pessoa como se joga Reconhecer a possibilidade de variações e adaptações nas regras originais de uma brincadeira Realizar os movimentos básicos de arremessar. Também se mostra importante como forma de promover situações de ensino e aprendizagem ricas no sentido da construção de habilidades corporais básicas. Brincadeira de regras simples. no desenvolvimento de dinâmicas de produção em pequenos grupos e ainda como possibilidade de introduzir e desenvolver a idéia de diversificação e transformação de estruturas lúdicas convencionais. . girar e equilibrar-se.Observe se os alunos aprofundaram seus conhecimentos a respeito do sistema de escrita. perceber os efeitos da atividade física no ritmo de frequência cardíaca. por meio dela e de algumas variações. O que caracteriza as atividades propostas como brincadeiras é a inexistência de configuração de um vencedor ao final como eixo motivacional. projetar e construir seqüências de movimentos levando em conta os seus limites corporais e os dos colegas. Esta seqüência de atividades se justifica também como uma interessante e divertida forma de cultivo e valorização da cultura lúdica tradicional de nosso país. Eles reviram suas escolhas com base nas intervenções e da parceria com os colegas? 33 – APRENDER SOBRE O CORPO BRINCANDO DE AMARELINHA Introdução A intenção principal desta seqüência didática é promover a vivência da brincadeira de amarelinha e. sendo que o processo de construção do espaço e a vivência da brincadeira são atrativos e interessantes em si mesmos.

Material necessário • • • • • • • • • • Espaço físico plano e desimpedindo. Freqüência cardíaca. com as referências do espaço e a representação da posição e do espaço que cada grupo de crianças vai utilizar durante a atividade. 25 minutos para a vivência do jogo e 5 minutos finais para roda de conversa. A seqüência didática está organizada em três aulas com propostas de brincadeiras feitas por você e duas aulas em que as crianças serão desafiadas a conceber brincadeiras. quadra. desenhando na lousa o posicionamento de cada um e os limites a serem utilizados durante as brincadeiras. subdivididos em 10 minutos para a roda de conversa inicial. Organize sempre uma roda de conversa no final. Esse desenho deve ser um diagrama simples. equilibrar. Primeira aula . Capacidades físicas de velocidade e força. onde a relação entre os desempenhos individuais compõe e viabiliza a vivência grupal.Amarelinha tradicional . sem finalidade competitiva e sem a divisãoem equipes. rua. ou similar ) Espaço físico plano e desimpedido. pátio. para avaliar junto com as crianças os avanços conquistados e as dificuldades enfrentadas durante a vivência das brincadeiras. de terra ou areia Lousa e giz Cronômetro Papel e lápis Varetas de bambu Elástico de costura 1 martelo ou similar 1 Tesoura Canetas hidrográficas e cartolina branca Desenvolvimento das atividades Em todas as aulas. Habilidades motoras de saltar com um e dois pés. arremessar. possível de ser “desenhado” com giz (sala de aula. Ano 1º ao 3º ano Tempo estimado 5 aulas de 40 minutos.• • • • Brincadeiras realizadas em pequenos grupos. inicie a atividade fazendo uma explicação das regras e da distribuição dos grupos de crianças pelo espaço físico.

e ao chegar na casa dupla 2 e 3. mas com dimensões aproximadamente um terço maiores no tamanho das casas. numeradas de 1 a 10. Nessa brincadeira. separando as casas Inferno (início) e Céu (final). com casas simples e duplas. retorna percorrendo a seqüência de trás para frente. quando chegar novamente a sua vez. deve recolher a pedrinha que está na casa 1 e saltar sobre ela e sobre a casa inferno. Em seguida. Se completar essa seqüência de saltos com êxito. Caso isso aconteça. . em síntese. agora na casa 2. o uso da pedrinha é dispensado e o foco da criança deverá estar na velocidade do deslocamento e na coordenação entre os saltos alternados de um e dois pés. Ajude as crianças a se organizarem em pequenos grupos de 3 a 5 elementos e distribua um espaço de brincadeira para que cada grupo desenhe a sua amarelinha tendo como referência o modelo apresentado. Com a classe organizada em dois grupos. Segunda aula . as crianças vão brincar nas amarelinhas enquanto você orienta individualmente os alunos.Desenhe na lousa o percurso da amarelinha tradicional. observando se o tamanho e a distância entre as casas são condizentes com a capacidade de saltar dos participantes e oriente as mudanças necessárias. e realiza a seqüência de saltos da mesma forma da rodada anterior. esses aspectos podem ser levantados com os alunos e adotados. Nesse caso.Amarelinha rápida de velocidade Desenhe no chão duas amarelinhas em formato tradicional. como as que foram utilizadas na aula anterior. Existem alguns desdobramentos e nuances de regras que variam de lugar para lugar e que provavelmente as crianças já conheçam. o jogador deve pisar dentro das casas sem tocar em nenhuma linha. passa a vez para o jogador seguinte e. O comprimento final de uma das amarelinhas deve ser 2 metros maior que a outra. especialmente em relação aos gestos básicos de saltar e equilibrar-se. retoma a sequência da casa em que acertou pela última vez. Percorra os grupos durante a confecção dos desenhos. joga a pedrinha novamente. Após a realização dos desenhos. cada um utilizando uma das amarelinhas. No trajeto de ida e de volta. são os seguintes: • • • • O jogador posicionado na casa inferno joga uma pedrinha na casa de número 1 e inicia uma seqüência de saltos alternados com um pé nas casas simples e dois pés nas casas duplas até a casa céu. Explique as regras da brincadeira e o procedimento de alternância de jogadores que. será proposto o desafio de realizar a seqüência de saltos individualmente em velocidade.

só que suspenso do chão. ou seja. as crianças experimentam uma corrida cada um para tomar contato com o desafio proposto. tome o tempo de percurso de cada aluno e anote numa planilha simples. O desafio nesta atividade é realizar a seqüência de saltos de forma coordenada. sem pisar nos elásticos. a uma distância de mais ou menos 5 cm.Amarelinha recortada Para o desenvolvimento dessa atividade. Com essa observação é possível introduzir para o grupo a idéia de que a condição física pode ser alterada em função de uma atividade regular (treinamento). Sobre o desenho de uma amarelinha tradicional. Comente com as crianças que a capacidade de saltar alturas cada vez maiores está relacionada com o desenvolvimento muscular de cada um e que essa condição pode ser ampliada por meio do exercício contínuo e freqüente de um mesmo tipo de movimento. Quarta e quinta aula . o elástico de costura deve ser amarrado e estendido nas varetas de bambu de modo a reproduzir o mesmo desenho da amarelinha tradicional. Como nesta atividade o grupo terá apenas uma amarelinha disponível. no caso. você vai precisar de um espaço de terra ou de areia. as seguintes casas: . Ao final de cada percurso individual. por meio de apalpamento do pulso. desenhe com caneta hidrográfica as casas da amarelinha tradicional. é recomendável que também aqui a pedrinha seja deixada de lado e o foco da atividade seja posto no desafio de realizar a seqüência de saltos em alturas progressivamente maiores.Amarelinha suspensa Para esta brincadeira. nos cantos dos quadrados que representam cada uma das casas. Terceira aula .Numa primeira rodada. até a altura que você considerar adequada e que. que poderá ser retomada mais adiante para avaliar se houve evolução dos tempos com o desenvolvimento das atividades. Feito isso. e numere-as de maneira que as “cartas” representem. Nas rodadas seguintes. o saltar. proponha ao aluno a percepção de sua freqüência cardíaca. ao mesmo tempo. seja um desafio possível de ser superado com êxito pelas crianças. Avalie se você deve realizar esta construção previamente ou se é possível envolver os alunos no processo. O elástico pode ser suspenso de 5 em 5 cm a cada rodada. espete uma vareta de bambu (de aproximadamente 35 cm de comprimento) em cada um dos vértices das casas da amarelinha. mais ou menos do tamanho de uma carta de baralho. você deve confeccionar previamente o seguinte material: • • recorte a cartolina branca em retângulos.

E para que isso possa ocorrer. e 8/9 (3 cartas) casas Inferno e Céu (2 cartas) cartas em branco (4 cartas) cada conjunto é composto. Avaliação Volte seu olhar para os aspectos relacionados com a inclusão de todos os jogadores na vivência das atividades e. As cartas em branco devem ser utilizadas para que as crianças escolham outros movimentos além dos saltos com um e dois pés. em uma ordem diferente! O fundamental é que a seqüência proposta seja possível de ser executada por todos do grupo.• casas simples de números 1. e escolham uma forma de representar esse movimento na carta. confeccione os conjuntos de cartas necessários para distribuir um conjunto para cada grupo de 4 ou 5 crianças de cada classe. . ordenando as cartas e conversando sobre a adequação da ordem dos movimentos e da distância entre uma casa e outra. 5/6. portanto. para a vivência de seu projeto na prática. não sendo necessário que a dinâmica do grupo todo seja interrompida para que alguma orientação individual seja feita. quando cada grupo concluir a sua seqüência. faça suas observações quanto ao desempenho e o entendimento de regras dos jogadores individualmente. Como esses jogos são atividades de performance individual dentro de uma dinâmica coletiva. com a experimentação de todas as funções existentes dentro dos jogos propostos. 4. junto com os elementos da amarelinha tradicional. As crianças podem projetar as suas seqüências no chão mesmo. Os grupos podem ser convidados a visitar e a experimentar a amarelinha dos outros colegas. devem considerar os limites e habilidades de cada um dos componentes na projeção e construção das seqüências. de 13 cartas. Em seguida. Explique para as crianças que as casas foram recortadas com a intenção de propiciar uma nova modalidade de construir e brincar a amarelinha. distribua os conjuntos de cartas para cada grupo e proponha o seguinte desafio: Vocês devem projetar uma Amarelinha com as mesmas casas da amarelinha tradicional. finalmente. todos partem para o desenho do projeto com giz no chão e. 7 e 10 (4 cartas) casas duplas de números 2/3. Desenhe na lousa uma amarelinha tradicional com as casas separadas umas das outras e em outra seqüência. Após um tempo de projeto. ainda. Esses movimentos novos devem ser incluídos na seqüência proposta.

. proponha que os dois grupos experimentem as duas amarelinhas. ajude-as a localizar onde está a dificuldade e a realizar uma reformulação na seqüência de forma a torná-la possível. localizando quais movimentos propostos estavam acima dos limites de realização de um ou mais alunos. Na amarelinha recortada. e as meninas escolham a menor. Nesse caso. pois é possível que o grupo de meninos escolha a amarelinha mais comprida. observe se ocorre divisão de gênero na experimentação da seqüência em velocidade. Caso isso aconteça. é possível que as crianças projetem uma seqüência de movimentos nas cartas e não consigam realizá-la na prática.No caso da amarelinha rápida de velocidade.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful