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LEGISLAÇÃO PARA CINEMA

Informações Básicas

Escrito e Organizado por Gil Baroni

Academia Internacional de Cinema de Curitiba

Curitiba/PR 2005

“Te vejo errando, isso não é pecado. Exceto quando faz alguém sangrar.”
meu MSN. (Extraído do status pessoal da minha amiga Tati, inscrita no De onde ela tirou, eu não sei, mas me

parece muito sensato e sensível. na minha opinião, escrito por uma alma de artista).

Certamente,

ESQUEMA DE TRABALHO
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES 1. UMA IDÉIA NA CABEÇA 2. UM REGISTRO NA BIBLIOTECA NACIONAL 3. CINEMA É PROFISSÃO 4. OS PROFISSIONAIS DO CINEMA 5. MODELOS DE CONTRATOS DE DIREITOS AUTORAIS 6. O PREÇO DOS PROFISSIONAIS 7. OBRAS QUE NÃO SÃO NOSSAS 8. MODELOS DE TERMOS DE CESSÃO 9. A IMAGEM DOS OUTROS 10. MODELOS DE CESSÃO DE IMAGENS 11. LEI ROUANET – FONTE DE RECURSOS 12. DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA PROJETOS NA LEI ROUANET 13. MODELO DE ORÇAMENTO 14. RELAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS DE CINEMA

o estudo destas legislações me possibilitaram um conhecimento mais aprofundado sobre o cinema. como a Lei do Audiovisual e a Lei Rouanet. sem qualquer pretensão. Antes mesmo de cursar Direito. as produções “cinematográficas” continuavam precárias. utilizando-me sempre de uma infra-estrutura precária. Lei de Direitos Autorais etc. Contratos Trabalhistas e Agência Nacional do Cinema foram temas incessantemente estudados para aplicação prática nas minhas insistentes produções audiovisuais. correndo atrás de um ousado e árduo projeto de vida. E como é bom poder fazer um filme com alguns “trocados no bolso”. E como em qualquer profissão. existem muitas legislações sobre cinema. conseguindo recursos e podendo adquirir melhor infra-estrutura e mais responsabilidade com a profissão cinematográfica. Filmes feitos em câmera VHS. Mas através do estudo de diversas legislações (que é basicamente isso que um acadêmico de Direito faz durante o curso). Dinheiro numa produção é importante. procurei compartilhar informações que para mim foram muito úteis e espero que possam ser pra vocês também. edições caseiras e os famosos caracteres de uma “maquininha do Paraguay” que não fazia os acentos da ortografia portuguesa. devemos ter ética. Lembro-me da dificuldade de definir certos títulos das minhas produções “caseiras” por que todos tinham “cedilha” ou “til”. Leis de Direitos Autorais e Imagem. SITES MAIS IMPORTANTES 16.15. No Brasil. Como sei da dificuldade que é o começo dessa “carreira de cineasta”. Fazer cinema requer muito profissionalismo. reúne informações que poderão ser importantes para vocês. Escolhemos fazer cinema e essa é a nossa profissão. Algumas leis são específicas. pois nos possibilita uma infraestrutura de filmagem compatível com as nossas idéias. Ainda no começo da Faculdade de Direito. mas não menos importante. pois é um trabalho como outro qualquer. como as leis sobre Direito de Imagem. respeito pelos colegas de trabalho e sempre observar as legislações sobre cinema. Essa apostila. comecei a descobrir caminhos para conseguir recursos para meus filmes. Gil Baroni . de maneira puramente didática e simples. Outras leis são conexas ao cinema. Com esses conhecimentos pude organizar melhor as produções. Leis de Incentivo à Cultura. Pois bem. eu era um realizador de “cinema”. GLOSSÁRIO ALGUMAS CONSIDERAÇÕES Galera! Estamos fazendo cinema.

seja em forma de argumento ou roteiro. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Título I Disposições Preliminares Art.gov. atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. O registro de toda idéia é importante pois é uma segurança para o artista criador. na Biblioteca Nacional.o oferecimento de obra literária.a difusão de sons ou de sons e imagens. 14 de Setembro de 2005. cabo ou outro condutor. meios óticos ou qualquer outro processo eletromagnético. A Lei. o registro na Biblioteca Nacional garante a você a anterioridade da idéia. fio.98 Altera. A seguir. com o consentimento do autor. vejam só. II .br. considera-se: I . A lei que regulamenta esses direitos do artista é a Lei de Direitos Autorais. pode ser consultada no site www. Lei nº 9. Além disso. entendendo-se sob esta denominação os direitos de autor e os que lhes são conexos. me comunique para que eu possa aprimorar ainda mais o meu trabalho. Esse registro poderá ser importante quando você precisar inscrever um projeto numa lei de incentivo à cultura. por favor.publicação .02. . por qualquer forma ou processo. UMA IDÉIA NA CABEÇA Gente.610 de 19/02/98). É fácil. sinais de satélite. 9.transmissão ou emissão .Curitiba. na íntegra. ou de qualquer outro titular de direito de autor. depois no ícone legislação federal e depois digite o número da lei. 5º Para os efeitos desta Lei. por meio de ondas radioelétricas. artística ou científica ao conhecimento do público.610. 1º Esta Lei regula os direitos autorais. Entre neste site. eu transcrevo alguns trechos importantes da Lei de Direitos Autorais (Lei Federal n. 1. estará ferrada. por exemplo.senado. não esqueçam de registrá-la. se alguém tentar registrar a mesma idéia depois que você. ou seja. clique no ícone legislação. Toda vez que vocês tiverem uma idéia para um filme. Art. de 19. PS: Se alguém achar algum erro na apostila (afinal também sou um aprendiz).

quando os meios de decodificação sejam oferecidos ao público pelo organismo de radiodifusão ou com seu consentimento.fonograma . do suporte usado inicial ou posteriormente para fixá-lo. b) anônima . e) póstuma . por meio de sua reprodução. X . interpretações ou execuções fixadas e fonogramas. bailarinos ou outras pessoas que representem um papel. VIII . cantem.quando o autor se oculta sob nome suposto. de sons ou imagens e sons ou das representações desses. interpretem ou executem em qualquer forma obras literárias ou artísticas ou expressões do folclore.quando é criada em comum.a reprodução não autorizada. h) coletiva . . organização e responsabilidade de uma pessoa física ou jurídica. do Distrito Federal ou dos Municípios as obras por eles simplesmente subvencionadas. V . de qualquer forma tangível. i) audiovisual .todos os atores. recitem.a criação primígena. dos Estados.toda fixação de sons de uma execução ou interpretação ou de outros sons. c) pseudônima . bem como dos meios utilizados para sua veiculação. locação ou qualquer outra forma de transferência de propriedade ou posse.a que.reprodução .quando não se indica o nome do autor.contrafação . que tenha a finalidade de criar.artistas intérpretes ou executantes .III . constituindo criação intelectual nova. por sua vontade ou por ser desconhecido.distribuição .ato mediante o qual a obra é colocada ao alcance do público. g) derivada .a que não haja sido objeto de publicação. ou de uma representação de sons que não sejam uma fixação incluída em uma obra audiovisual.a pessoa física ou jurídica que toma a iniciativa e tem a responsabilidade econômica da primeira fixação do fonograma ou da obra audiovisual.retransmissão .editor . IX . que a pública sob seu nome ou marca e que é constituída pela participação de diferentes autores.a colocação à disposição do público do original ou cópia de obras literárias.radiodifusão . por dois ou mais autores.a pessoa física ou jurídica à qual se atribui o direito exclusivo de reprodução da obra e o dever de divulgá-la. a impressão de movimento. resulta da transformação de obra originária. f) originária . XI . 6º Não serão de domínio da União. IV . por qualquer meio ou procedimento e que não consista na distribuição de exemplares. músicos.obra: a) em co-autoria .comunicação ao público .a transmissão sem fio. cujas contribuições se fundem numa criação autônoma. mediante a venda.produtor . XII . VII . artística ou científica ou de um fonograma. para recepção ao público e a transmissão de sinais codificados. nos limites previstos no contrato de edição. declamem. Art.a que resulta da fixação de imagens com ou sem som. cantores. qualquer que seja a natureza do suporte utilizado.a emissão simultânea da transmissão de uma empresa por outra. independentemente dos processos de sua captação. artísticas ou científicas. inclusive por satélites.a cópia de um ou vários exemplares de uma obra literária. d) inédita . XIII . VI .a criada por iniciativa. incluindo qualquer armazenamento permanente ou temporário por meios eletrônicos ou qualquer outro meio de fixação que venha a ser desenvolvido.a que se publique após a morte do autor.

as conferências. Art.os textos de obras literárias. é protegido até um ano após a saída do seu último número. VII . Art. métodos. divulgada anteriormente por outro autor. jogos ou negócios. antologias. XI . decisões judiciais e demais atos oficiais. observadas as disposições desta Lei que lhes sejam aplicáveis. sonorizadas ou não.os projetos.as adaptações. Capítulo II Da Autoria das Obras Intelectuais . escultura.o aproveitamento industrial ou comercial das idéias contidas nas obras.as obras fotográficas e as produzidas por qualquer processo análogo ao da fotografia. topografia. artísticas ou científicas.os formulários em branco para serem preenchidos por qualquer tipo de informação. se original e inconfundível com o de obra do mesmo gênero. projetos ou conceitos matemáticos como tais. VI . agendas.os esquemas. A proteção à obra intelectual abrange o seu título. científica ou não. cenografia e ciência. expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte. tenham ou não letra. arquitetura. litografia e arte cinética. sistemas. VI . § 1º Os programas de computador são objeto de legislação específica.as obras audiovisuais. regulamentos. salvo se forem anuais. decretos. X . V .os textos de tratados ou convenções. O título de publicações periódicas. V .as informações de uso comum tais como calendários. procedimentos normativos. planos ou regras para realizar atos mentais. inclusive jornais. alocuções.as obras coreográficas e pantomímicas. inclusive as cinematográficas. e suas instruções. cartas geográficas e outras obras da mesma natureza. apresentadas como criação intelectual nova.as composições musicais.as coletâneas ou compilações. tais como: I .os programas de computador. traduções e outras transformações de obras originais. sermões e outras obras da mesma natureza. organização ou disposição de seu conteúdo. 10. IX . constituam uma criação intelectual. VIII . engenharia. pintura.as obras dramáticas e dramático-musicais. leis. VII . IV . XII . bases de dados e outras obras.as ilustrações. II . por sua seleção. caso em que esse prazo se elevará a dois anos. cuja execução cênica se fixa por escrito ou por outra qualquer forma. paisagismo.as idéias.os nomes e títulos isolados. cadastros ou legendas. dicionários. conhecido ou que se invente no futuro. esboços e obras plásticas concernentes à geografia. 7º São obras intelectuais protegidas as criações do espírito. II . gravura. tangível ou intangível. III . IV .Título II Das Obras Intelectuais Capítulo I Das Obras Protegidas Art. enciclopédias. Parágrafo único. XIII .as obras de desenho. III . que. 8º Não são objeto de proteção como direitos autorais de que trata esta Lei: I .

poderá proibir que se indique ou anuncie seu nome na obra coletiva. Considera-se autor da obra intelectual. porém. § 1º Qualquer dos participantes. traduz. arranjo. pseudônimo ou sinal convencional for utilizada. 17. no exercício de seus direitos morais.988. bem como fiscalizando ou dirigindo sua edição ou apresentação por qualquer meio. sem prejuízo do direito de haver a remuneração contratada. 17 da Lei nº 5. § 2º Ao co-autor. É facultado ao autor registrar a sua obra no órgão público definido no caput e no § 1º do art. salvo se for cópia da sua. artística ou científica usar de seu nome civil. Art. A proteção concedida ao autor poderá aplicar-se às pessoas jurídicas nos casos previstos nesta Lei. aquele que. artística ou científica. Parágrafo único. 18. 13. arranja ou orquestra obra caída no domínio público. § 1º Não se considera co-autor quem simplesmente auxiliou o autor na produção da obra literária.Art. Consideram-se co-autores de desenhos animados os que criam os desenhos utilizados na obra audiovisual. Título III Dos Direitos do Autor Capítulo I Disposições Preliminares . Art. Art. Art. a utilização que possa acarretar prejuízo à exploração da obra comum. A co-autoria da obra é atribuída àqueles em cujo nome. artística ou científica. indicada ou anunciada essa qualidade na sua utilização. Art. vedada. § 2º Cabe ao organizador a titularidade dos direitos patrimoniais sobre o conjunto da obra coletiva. Autor é a pessoa física criadora de obra literária. 15. São co-autores da obra audiovisual o autor do assunto ou argumento literário. de pseudônimo ou qualquer outro sinal convencional. cuja contribuição possa ser utilizada separadamente. 16. É titular de direitos de autor quem adapta. 11. Para se identificar como autor. tiver. 14. poderá o criador da obra literária. Capítulo III Do Registro das Obras Intelectuais Art. de 14 de dezembro de 1973. atualizando-a. em conformidade com o uso. orquestração ou tradução. são asseguradas todas as faculdades inerentes à sua criação como obra individual. não havendo prova em contrário. o prazo para entrega ou realização. A proteção aos direitos de que trata esta Lei independe de registro. 12. revendo-a. musical ou lítero-musical e o diretor. 19. completo ou abreviado até por suas iniciais. não podendo opor-se a outra adaptação. Art. § 3º O contrato com o organizador especificará a contribuição do participante. É assegurada a proteção às participações individuais em obras coletivas. por uma das modalidades de identificação referidas no artigo anterior. a remuneração e demais condições para sua execução. Art. Parágrafo único.

24. VII . a qualquer tempo. após o repúdio. a autoria da obra. de qualquer forma.a distribuição.o de ter acesso a exemplar único e raro da obra.o de conservar a obra inédita. quando se encontre legitimamente em poder de outrem. Art. São direitos morais do autor: I . § 2º Compete ao Estado a defesa da integridade e autoria da obra caída em domínio público. 23. por quaisquer modalidades. fruir e dispor da obra literária. de comum acordo. que. Art. 22. VI .o de retirar de circulação a obra ou de suspender qualquer forma de utilização já autorizada. 27.o de ter seu nome. em todo caso.a adaptação. V .a edição. preservar sua memória.o de reivindicar. O proprietário da construção responde pelos danos que causar ao autor sempre que. III . der como sendo daquele a autoria do projeto repudiado. Cabe ao autor o direito exclusivo de utilizar.o de modificar a obra. quando não intrínseca ao contrato firmado pelo autor com terceiros . Capítulo II Dos Direitos Morais do Autor Art. § 3º Nos casos dos incisos V e VI. será indenizado de qualquer dano ou prejuízo que lhe seja causado. 29. O autor poderá repudiar a autoria de projeto arquitetônico alterado sem o seu consentimento durante a execução ou após a conclusão da construção. Cabe exclusivamente ao diretor o exercício dos direitos morais sobre a obra audiovisual. 26. de forma que cause o menor inconveniente possível a seu detentor. para o fim de. ressalvam-se as prévias indenizações a terceiros. II . transmitem-se a seus sucessores os direitos a que se referem os incisos I a IV. IV . na utilização de sua obra. antes ou depois de utilizada.a tradução para qualquer idioma. como sendo o do autor. pseudônimo ou sinal convencional indicado ou anunciado. quando a circulação ou utilização implicarem afronta à sua reputação e imagem. ou audiovisual.a reprodução parcial ou integral. Pertencem ao autor os direitos morais e patrimoniais sobre a obra que criou. Os co-autores da obra intelectual exercerão. VI . por meio de processo fotográfico ou assemelhado. como autor. Art. II . § 1º Por morte do autor. artística ou científica. os seus direitos. Parágrafo único.a inclusão em fonograma ou produção audiovisual.o de assegurar a integridade da obra. tais como: I . Depende de autorização prévia e expressa do autor a utilização da obra. opondo-se a quaisquer modificações ou à prática de atos que. Os direitos morais do autor são inalienáveis e irrenunciáveis. quando couberem. Art. 25. 28. salvo convenção em contrário. Capítulo III Dos Direitos Patrimoniais do Autor e de sua Duração Art. em sua reputação ou honra. Art. IV . o arranjo musical e quaisquer outras transformações.Art. V . III . possam prejudicá-la ou atingi-lo.

registrar a obra e defender os próprios direitos contra terceiros. sem consentimento dos demais. a fiscalização do aproveitamento econômico da exploração. a quantidade de exemplares será informada e controlada. VII . 30. a título oneroso ou gratuito. § 3º Cada co-autor pode. § 1º O direito de exclusividade de reprodução não será aplicável quando ela for temporária e apenas tiver o propósito de tornar a obra. Quando uma obra feita em regime de co-autoria não for divisível. comentá-la ou melhorá-la. os co-autores decidirão por maioria. a microfilmagem e as demais formas de arquivamento do gênero. h) emprego de satélites artificias. § 1º Havendo divergência. fonograma ou interpretação perceptível em meio eletrônico ou quando for de natureza transitória e incidental. cabos de qualquer tipo e meios de comunicação similares que venham a ser adotados. recitação ou declamação. Art. g) a exibição audiovisual. b) execução musical. local e pelo tempo que desejar. na forma. 31. j) exposição de obras de artes plásticas e figurativas. fios telefônicos ou não. salvo na coleção de suas obras completas. ao autor. não se estende a quaisquer das demais. e o de vedar que se inscreva seu nome na obra. respectivamente. da obra literária.a distribuição para oferta de obras ou produções mediante cabo. c) emprego de alto-falante ou de sistemas análogos. cinematográfica ou por processo assemelhado. No exercício do direito de reprodução.a inclusão em base de dados. e a autorização concedida pelo autor. direta ou indireta. . satélite. i) emprego de sistemas óticos. e nos casos em que o acesso às obras ou produções se faça por qualquer sistema que importe em pagamento pelo usuário. As diversas modalidades de utilização de obras literárias. Art. o titular dos direitos autorais poderá colocar à disposição do público a obra. sob pena de responder por perdas e danos. ou pelo produtor. sem aquiescência dos outros. X .a utilização. poderá.para uso ou exploração da obra. onda ou qualquer outro sistema que permita ao usuário realizar a seleção da obra ou produção para percebê-la em um tempo e lugar previamente determinados por quem formula a demanda. a pretexto de anotá-la. sem permissão do autor. § 2º Ao co-autor dissidente é assegurado o direito de não contribuir para as despesas de publicação. renunciando a sua parte nos lucros. 32. IX . § 2º Em qualquer modalidade de reprodução. Ninguém pode reproduzir obra que não pertença ao domínio público. cabendo a quem reproduzir a obra a responsabilidade de manter os registros que permitam. o armazenamento em computador. artísticas ou científicas ou de fonogramas são independentes entre si. f) sonorização ambiental. Art. e) captação de transmissão de radiodifusão em locais de freqüência coletiva.quaisquer outras modalidades de utilização existentes ou que venham a ser inventadas. fibra ótica. Art. 33. artística ou científica. pelo titular. mediante: a) representação. VIII . desde que ocorra no curso do uso devidamente autorizado da obra. d) radiodifusão sonora ou televisiva. nenhum dos co-autores. individualmente. publicá-la ou autorizar-lhe a publicação.

com exceção dos assinados ou que apresentem sinal de reserva. poderão ser juntadas como documento de prova em processos administrativos e judiciais. a contar de 1º de janeiro do ano subseqüente ao de sua divulgação. Os direitos patrimoniais do autor perduram por setenta anos contados de 1º de janeiro do ano subseqüente ao de seu falecimento. obedecida a ordem sucessória da lei civil. A aquisição do original de uma obra. 46. 37. Não constitui ofensa aos direitos autorais: . não poderão seus sucessores reproduzir versões anteriores. 45. Acrescer-se-ão aos dos sobreviventes os direitos do co-autor que falecer sem sucessores. 35. Art.Parágrafo único. a contar de sua publicação. Aplica-se às obras póstumas o prazo de proteção a que alude o caput deste artigo. tiver dado à obra versão definitiva. ressalvados os direitos adquiridos por terceiros. Art. As cartas missivas. Art. 42. Capítulo IV Das Limitações aos Direitos Autorais Art. Art. O prazo de proteção aos direitos patrimoniais sobre obras audiovisuais e fotográficas será de setenta anos. II . 41. não confere ao adquirente qualquer dos direitos patrimoniais do autor. salvo convenção em contrário entre as partes e os casos previstos nesta Lei. 40. Os direitos patrimoniais do autor. salvo pacto antenupcial em contrário. 36. não produz efeito além do prazo da periodicidade acrescido de vinte dias. Os comentários ou anotações poderão ser publicados separadamente. Art.as de autores falecidos que não tenham deixado sucessores. 44. artística ou científica realizada em co-autoria for indivisível. Além das obras em relação às quais decorreu o prazo de proteção aos direitos patrimoniais. ressalvada a proteção legal aos conhecimentos étnicos e tradicionais. O direito de utilização econômica dos escritos publicados pela imprensa. pertence ao editor. O autor que se der a conhecer assumirá o exercício dos direitos patrimoniais. findo o qual recobra o autor o seu direito. rt. Parágrafo único. pertencem ao domínio público: I . Quando a obra literária. Parágrafo único. A autorização para utilização econômica de artigos assinados. o prazo previsto no artigo anterior será contado da morte do último dos co-autores sobreviventes.as de autor desconhecidos. em virtude de revisão. ou de exemplar. Tratando-se de obra anônima ou pseudônima. não se comunicam. diária ou periódica. para publicação em diárias e periódicos. Art. 39. executados os rendimentos resultantes de sua exploração. Parágrafo único. salvo convenção em contrário. Art. 34. Parágrafo único. Quando o autor. cuja publicação está condicionada à permissão do autor. caberá a quem publicála o exercício dos direitos patrimoniais do autor. Art. Art.

para uso exclusivo de deficientes visuais. de qualquer natureza. Art. ou de obra integral. por ele ou por seus sucessores. Os direitos de autor poderão ser total ou parcialmente transferidos a terceiros. desde que feita por este. sempre que a reprodução. VIII . vedada sua publicação. d) de obras literárias. na medida justificada para o fim a atingir. 48. fonogramas e transmissão de rádio e televisão em estabelecimentos comerciais. de notícia ou de artigo informativo. se assinados. artísticas ou científicas para a reproduzir prova judiciária ou administrativa. sem fins comercias. artísticas ou científicas. quando de artes plásticas. de pequenos trechos de obras preexistentes. crítica ou polêmica. publicado em diários ou periódicos. por meio de licenciamento.a utilização de obras literárias. quando realizadas no recesso familiar ou. 47. nos estabelecimentos de ensino. c) de retratos. para fins de estudo. As obras situadas permanentemente em logradouros públicos podem ser representadas livremente.a citação em livros. não havendo a oposição da pessoa nele representada ou de seus herdeiros. sempre que a reprodução em si não seja o objetivo principal da obra nova e que não prejudique a exploração normal da obra reproduzida nem cause um prejuízo injustificado aos legítimos interesses dos autores. IV . indicando-se o nome do autor e a origem da obra. a título universal ou singular. V . quando realizada pelo proprietário do objeto encomendado. VII . para fins exclusivamente didáticos. sem intuito de lucro.o apanhado de lições em estabelecimentos de ensino por aquelas a quem elas se dirigem.a representação teatral e a execução musical. concessão. Art. 49. São livres as paráfrases e paródias que não forem verdadeiras reproduções da obra originária nem lhe implicarem descrédito. ou de outra forma de representação da imagem.I .a utilização de obras literárias. revistas ou qualquer outro meio de comunicação. cessão ou por outros meios admitidos em Direito. de passagens de qualquer obra. por meio de pinturas. feitos sob encomenda. desenhos. integral ou parcial. artísticas ou científicas. VI . Capítulo V Da Transferência dos Direitos de Autor Art. com a menção do nome do autor. desde que esses estabelecimentos comercializem os suportes ou equipamentos que permitam a sua utilização. seja feita mediante o sistema Braile ou outro procedimento em qualquer suporte para esses destinatários.a reprodução. III .a reprodução. II . e da publicação de onde foram transcritos. em um só exemplar de pequenos trechos. fotografias e procedimentos audiovisuais. sem autorização prévia e expressa de quem as ministrou.a reprodução: a) na imprensa diária ou periódica. em quaisquer obras. não havendo em qualquer caso intuito de lucro. obedecidas as seguintes limitações: . pessoalmente ou por meio de representantes com poderes especiais. jornais. de discursos pronunciados em reuniões públicas de qualquer natureza. b) em diários ou periódicos. para uso privado do copista. exclusivamente para demonstração à clientela.

o título da obra audiovisual. § 1º A fotografia.o prazo de conclusão da obra.o ano de publicação. indicará de forma legível o nome do seu autor. A autorização do autor e do intérprete de obra literária. III .os nomes ou pseudônimos do diretor e dos demais co-autores. 82. V . quando utilizada por terceiros. III . se for o caso. 50. § 1º A exclusividade da autorização depende de cláusula expressa e cessa dez anos após a celebração do contrato. presume-se onerosa.a cessão só se operará para modalidades de utilização já existentes à data do contrato.na hipótese de não haver estipulação contratual escrita. salvo prévia autorização do autor. observadas as restrições à exposição. II . V . A cessão total ou parcial dos direitos de autor. VI .os artistas intérpretes. consentimento para sua utilização econômica. 79. O contrato de produção audiovisual deve estabelecer: I . § 2º É vedada a reprodução de obra fotográfica que não esteja em absoluta consonância com o original. artística ou científica para produção audiovisual implica. II .somente se admitirá transmissão total e definitiva dos direitos mediante estipulação contratual escrita. bem como o tempo. Art. salvo disposição em contrário. que se fará sempre por escrito.o título da obra adaptada e seu autor. e sem prejuízo dos direitos de autor sobre a obra fotografada. 81.não havendo especificações quanto a modalidade de utilização. IV . o contrato será interpretado restritivamente. salvo estipulação em contrário. VI . O autor de obra fotográfica tem direito a reproduzi-la e colocá-la à venda. Título IV Da Utilização de Obras Intelectuais e dos Fonogramas Capítulo IV Da Utilização da Obra Fotográfica Art. § 2º Em cada cópia da obra audiovisual. Capítulo VI Da Utilização da Obra Audiovisual Art.a transmissão total compreende todos os direitos de autor.o seu nome ou marca que o identifique. II .I . se de artes plásticas protegidas.a cessão será válida unicamente para o país em que se firmou o contrato. entendendo-se como limitada apenas a uma que seja aquela indispensável ao cumprimento da finalidade do contrato.a remuneração devida pelo produtor aos co-autores da obra e aos artistas intérpretes e executantes. IV . o prazo máximo será de cinco anos. Art. salvo os de natureza moral e os expressamente excluídos por lei. . reprodução e venda de retratos. lugar e forma de pagamento. mencionará o produtor: I .

86. não poderá opor-se a que esta seja utilizada na obra nem a que terceiro o substitua. Art. 85. em gênero diverso. Art. Art. ou pelas emissoras de televisão que as transmitirem. Parágrafo único.a responsabilidade do produtor para com os co-autores. 68 desta Lei. UM REGISTRO NA BIBLIOTECA NACIONAL Segue abaixo uma relação dos tipos de obras que podem ser registradas na Biblioteca Nacional: BIOGRAFIAS CINEMA / TV (ROTEIROS / ARGUMENTOS) . O participante da produção da obra audiovisual que interromper. artistas intérpretes ou executantes. Se o produtor não concluir a obra audiovisual no prazo ajustado ou não iniciar sua exploração dentro de dois anos. Art. lítero-musicais e fonogramas incluídos em obras audiovisuais serão devidos aos seus titulares pelos responsáveis dos locais ou estabelecimentos a que alude o § 3º do art. Não havendo disposição em contrário. sua atuação.III . resguardados os direitos que adquiriu quanto à parte já executada. se outro prazo não houver sido pactuado. que as exibirem. temporária ou definitivamente. Caso a remuneração dos co-autores da obra audiovisual dependa dos rendimentos de sua utilização econômica. o produtor lhes prestará contas semestralmente. 84. 2. Os direitos autorais de execução musical relativos a obras musicais. poderão os co-autores da obra audiovisual utilizar-se. da parte que constitua sua contribuição pessoal. 83. a utilização a que se refere este artigo será livre. no caso de co-produção. a contar de sua conclusão.

fazenda. para o pagamento desta taxa. o autor deverá preencher o formulário de REGISTRO/AVERBAÇÃO (modelo na página seguinte). O boleto bancário. a obra impressa e rubricada em todas as folhas. Para obter o registro.br.stn. • Formulário devidamente preenchido. pode ser encontrado no seguinte site: www. além da cópia do RG e do CPF. Coloque todos estes documentos num envelope e encaminhe para o ESCRITÓRIO DE DIREITOS AUTORAIS (EDA/BN) PALÁCIO GUSTAVO CAPANEMA – RUA DA IMPRENSA.00 (quarenta reais) para pessoas jurídicas.bn. o autor irá anexar junto com estes dois documentos. • Boleto Bancário com o pagamento efetuado. 16 SALAS 1205 – 12º ANDAR – CASTELO CEP 20030-120 – RIO DE JANEIRO – RJ Fone: (21) 2220-0039 Fax: (21) 2240-9179 seguinte endereço: Em aproximadamente 60 (sessenta) dias. o autor estará recebendo um CERTIFICADO DE REGISTRO da obra em sua casa.br. Com o formulário preenchido e com o boleto impresso e pago em qualquer agência bancária.Recolhimento: Código: 28830-6 (Serviço Administrativo).CONTOS / CRÔNICAS DIDÁTICO/PEDAGÓGICO HISTÓRIA EM QUADRINHOS MÍSTICO / ESOTÉRICO MÚSICA ( LETRAS E PARTITURAS ) OUTROS PERIÓDICOS ( REVISTAS / JORNAIS ) PERSONAGENS / DESENHOS POESIA POLÍTICO / FILOSÓFICO PUBLICIDADE RELIGIOSO ROMANCES TEATRO (PEÇAS) TESES / MONOGRAFIAS TÉCNICO/ CIENTÍFICO Para maiores informações sobre o registro de obras na Biblioteca Nacional. Depois é só clicar no ícone “serviços” e em seguida “direitos autorais”.gov. clicar em “SIAFI” . efetuar pagamento de uma taxa que será de R$ 20. acesse o site www. . depois em “Impressão de GRU simples” e colocar os seguintes dados no preenchimento do boleto: Unidade Favorecida: Código: 344042 Gestão: 34209 (Fundação Biblioteca Nacional) . • Cópia do RG e CPF.00 (vinte reais) para pessoas físicas e R$ 40. Resumo geral: O QUE PRECISA SER ENCAMINHADO PARA A BIBLIOTECA NACIONAL: • Obra impressa e com todas as páginas rubricadas.

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dentre elas a atividade cinematográfica. Artigo 3 Aplicam-se as disposições desta Lei às pessoas físicas ou jurídicas que tiverem a seu serviço os profissionais definidos no artigo anterior para realização de espetáculos. de atividade profissional ligada diretamente à elaboração. mesmo em caráter auxiliar. é considerado: I . Mais adiante explicarei como proceder a esse registro. para efeito de exibição ou divulgação pública. programas. apresentação ou conservação de programas. Artigo 4 As pessoas físicas ou jurídicas de que trata o artigo anterior deverão ser previamente Inscritas no Ministério do Trabalho. interpreta ou executa obra de caráter cultural de qualquer natureza. a Lei Federal 6. as disposições desta Lei às pessoas físicas ou Jurídicas que agenciem colocação de mão-de-obra de profissionais definidos no artigo anterior. registro. Vejamos na íntegra. igualmente. Individualmente ou em grupo. pode ser feito no SATED. que é o Sindicato representativo da categoria. . Artigo 2 Para os efeitos desta Lei. Técnicos e artistas da área cinematográfica têm uma importante legislação a seu favor. Esse cadastro.3. espetáculos e produções. II . produções ou mensagens publicitárias Parágrafo Único: Aplicam-se. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Artigo 1 O exercício das profissões de Artista e de Técnico em Espetáculos de Diversões é regulado pela presente Lei.Técnico em Espetáculos de Diversões. também chamado de Cartão do Contratante. através de meios de comunicação de massa ou em locais onde se realizam espetáculos de diversão pública. essa legislação. o profissional que cria. CINEMA É PROFISSÃO Criada no ano de 1978. e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. destacando-se os pontos mais importantes: LEI Nº 6. participa. Parágrafo Único: As denominações e descrições das funções em que se desdobram as atividades de Artista e de Técnico em Espetáculos de Diversões constarão do regulamento desta Lei. * Toda pessoa física ou jurídica que contratar serviços de artistas e/ou técnicos. deverá estar cadastrada junto ao Ministério do Trabalho. Cinema é profissão e deve ser respeitado como tal.DE 24 DE MAIO DE 1978 Dispõe sobre a regulamentação das profissões de Artista e de Técnico em Espetáculos de Diversões.Artista.533 .533 passou a regulamentar a profissão dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões. o profissional que.

subsidiariamente. ou III . Todo artista e/ou técnico precisa ter esse registro para poder usufruir os benefícios da presente legislação. Professor de Arte Dramática. § 1 O contrato de trabalho será visado pelo Sindicato representativo da categoria profissional e. no prazo de 3 (três) dias úteis. mediante indicação conjunta dos Sindicatos de empregadores e de empregados. Cenotécnico. até a véspera da sua vigência. Contra-regra. se faltar manifestação da entidade sindical nesse prazo. pela Federação respectiva. § 2 A entidade sindical deverá visar ou não o contrato. Este deverá ter um Cartão de Contratante junto ao SATED e ao Ministério do Trabalho. a contar da ciência. caberá recurso para o Ministério do Trabalho. ou II . Por isso a importância do registro do artista/técnico junto ao DRT. pela Federação respectiva.Atestado de capacitação profissional fornecido pelo Sindicato representativo das categorias profissionais e. se faltar a manifestação sindical. reconhecidas na forma da Lei. O mesmo vale para o contratante (a pessoa que vai contratar o artista). no prazo máximo de 2 (dois) dias úteis. Artigo 7 Para registro do Artista ou do Técnico em Espetáculos de Diversões. § 1 A entidade sindical deverá conceder ou negar o atestado mencionado no item III. Coreógrafo. Artigo 9 O exercício das profissões de que trata esta Lei exige contrato de trabalho padronizado. pelo prazo máximo de 1 (um) ano. até 30 (trinta) dias. com dispensa do atestado a que se refere o item III do mesmo artigo. Mais adiante explicarei como o artista e/ou técnico deve proceder para obter seu DRT. findos os quais ele poderá ser registrado no Ministério do Trabalho. § 2 Da decisão da entidade sindical que negar a concessão do atestado mencionado no item III deste artigo. é necessário a apresentação de: I . Artigo 6 O exercício das profissões de Artista e de Técnico em Espetáculos de Diversões requer prévio registro na Delegacia Regional do Trabalho do Ministério do Trabalho. . subsidiariamente. Esse registro é conhecido como DRT (em razão de ser feito na Delegacia Regional do Trabalho). Artigo 8 O registro de que trata o artigo anterior poderá ser concedido a título provisório. ou outras semelhantes.Diploma ou certificado correspondentes às habilitações profissionais de 2º Grau de Ator. ainda que provisório. * Todo contrato de trabalho entre o contratante (pessoa física ou jurídica) e o artista/técnico tem que passar pelo crivo do SATED e do Ministério do Trabalho. ou outros cursos semelhantes. podendo ser concedido o registro.Diploma de curso superior de Diretor de Teatro. Sonoplasta. * Este artigo refere-se ao registro profissional do artista e/ou técnico junto ao Ministério do Trabalho.Artigo 5 Não se incluem no disposto nesta Lei os Técnicos em Espetáculos de Diversões que prestam serviços a empresa de radiodifusão. reconhecidos na forma da Lei. nos termos de instruções a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho. como condição para registro no Ministério do Trabalho. o qual terá validade em todo o território nacional.

XI . Parágrafo Único: Nos contratos de trabalho por tempo indeterminado deverá constar. inclusive os opcionais. III .§ 3 Da decisão da entidade sindical que negar o visto.Ajuste sobre viagens e deslocamentos. devido em caso de deslocamento para prestação de serviço tora da cidade ajustada no contrato de trabalho.Natureza da função profissional. II . cláusula relativa ao pagamento de adicional. desde que em outro meio de comunicação. com indicação do personagem nos casos de contrato por tempo determinado. nos 60 (sessenta) dias subseqüentes. caberá recurso para o Ministério do Trabalho. inclusive dublagem. Artigo 12 O empregador poderá utilizar trabalho de profissional. X . para substituição de Artista ou de Técnico em Espetáculos de Diversões. Impressos e programas. Mais adiante.Remuneração e sua forma de pagamento.Dia de folga semanal. será anexado um modelo de contrato de trabalho para melhor visualização destes requisitos básicos. pelo mesmo empregador. quando posteriores à execução do trabalho de interpretação objeto do contrato. mediante nota contratual.Ttítulo do programa. por essa fórmula.Número da Carteira de Trabalho e Previdência Social. Artigo 10 O contrato de trabalho conterá. . e sem que se caracterize prejuízo para o contratante com o qual foi assinada a cláusula de exclusividade. IV . com especificação do horário e intervalo de repouso. IX .Período de realização de trabalhos complementares. vetada a utilização desse mesmo profissional.Ddisposição sobre eventual Inclusão do nome do contratado no crêdito de apresentação.Locais onde atuará o contratado.Qualificação das partes contratantes. cartazes. V . ainda.Jornada de trabalho. ou para prestação de serviço caracteristicamente eventual. obrigatoriamente: I . ainda que provisório. * Este artigo estabelece os ítens mínimos obrigatórios que deverão constar no contrato de trabalho entre o contratante e o artista/técnico. VII . XII . Artigo 11 A cláusula de exclusividade não impedirá o Artista ou Técnico em Espetáculos de Diversões de prestar serviços a outro empregador em atividade diversa da ajustada no contrato de trabalho. espetáculo ou produção. por prazo não superior a 7 (sete) dias consecutivos. com definição das obrigações respectivas.Prazo de vigência. VIII . VI .

obrigará o tomador de serviço solidariamente pelo cumprimento das obrigações legais e contratuais.Nome do produtor. pelo tomador de serviço. constará do contrato de trabalho. Parágrafo Único: Os direitos autorais e conexos dos profissionais serão devidos em decorrência de cada exibição da obra.Parágrafo Único: O Ministério do Trabalho expedirá instruções sobre a utilização da nota contratual e aprovará seu modelo. o empregado poderá ser assistido pelo Sindicato representativo da categoria e. do profissional. se caracterizar-se a tentativa. pelo menos. mesmo que o trabalho não se realize por motivo independente de sua vontade. III .O tempo de exploração comercial da mensagem. Artigo 13 Não serão permitida a cessão ou promessa de cessão de direitos autorais e conexos decorrentes da prestação de serviços profissionais. respeitado o disposto no artigo 477 da Consolidação das Leis do Trabalho. televisão ou para serem divulgadas por outros veículos. IV . Artigo 14 Nas mensagens publicitárias. Parágrafo Único: A indenização de que trata este artigo não poderá exceder àquela a que teria direito o empregado em idênticas condições. Artigo 18 O comparecimento do profissional na hora e no lugar da convocação implica a percepção integral do salário. Artigo 19 O profissional contratado por prazo determinado não poderá rescindir o contrato de trabalho sem justa causa. subsidiariamente. no distrato e na cessação do contrato de trabalho. quando couber.O tempo de duração da mensagem e suas características. de utilizar a agência para fugir às responsabilidades e obrigações decorrentes desta Lei ou de contrato. Parágrafo Único: Se o empregador ou tomador de serviços preferir a dublagem por terceiros. II .O produto a ser promovido.Oos veículos através dos quais a mensagem será exibida. VI .As praças onde a mensagem será veiculada. da agência de publicidade para quem a mensagem e produzida. por escrito. se houver. . ficando uma delas em seu poder. salvo se for realizada em língua estrangeira. feitas para cinema. Artigo 16 O profissional não poderá recusar-se à autodublagem. Artigo 15 O contrato de trabalho e a nota contratual serão emitidos com numeração sucessiva e em ordem cronológica. obrigatoriamente: I . ela só poderá ser feita com autorização. V . pela Federação respectiva. sob pena de ser obrigado a indenizar o empregador dos prejuízos que desse fato lhe resultarem. do anunciante e. Parágrafo Único: Os documentos de que trata este artigo serão firmados. em duas vias pelo contratado. Artigo 17 A utilização de profissional contratado por agência de locação de mãode-obra. Artigo 20 Na rescisão sem justa causa.

e todo aquele que exija a presença do Artista. será assegurado ao profissional um adicional mínimo de 40% (quarenta por cento). iluminação e montagem de equipamento. * Note que. Neste horário já está incluído horário para almoço (geralmente uma hora). gravações. além do salário. Parágrafo Único: É vedada a acumulação de mais de duas funções em decorrência do mesmo contrato de trabalho. desde que sua natureza ou tradição o exijam. IV . contados da saída de sua casa até o retorno ao lar. fotografia e gravação: 6 (seis) horas diárias. a jornada de trabalho poderá ser de 8 (oito) horas.Circo e variedades: 6 (seis) horas diárias. § 5 Para o Artista. o intervalo poderá. § 3 Nos espetáculos teatrais e circenses. dublagem. respeitado o intervalo previsto na Consolidação das Leis do Trabalho Artigo 22 Na hipótese de exercício concomitante de funções dentro de uma mesma atividade. com limitação de 38 (trinta e seis) horas semanais. um artista e/ou técnico não pode exercer mais do que duas funções no mesmo contrato de trabalho. II . V . com 8 (oito) sessões semanais. III . por força de lei. Integrante de elenco teatral. em termos de cenografia. § 1 O trabalho prestado além das limitações diárias ou das sessões semanais previstas neste artigo será considerado extraordinário. * A praxe do mercado de trabalho alterou este dispositivo. correrão à conta do empregador. Atualmente os profissionais de produções cinematográficas trabalham 12 (doze) horas. a contar de sua apresentação no local de trabalho. inclusive publicitário. § 4 Será computado como trabalho efetivo o tempo em que o empregado estiver à disposição do empregador. caracterização. assim como o destinado à preparação do ambiente. nenhum dos quais poderá exceder de 4 (quatro) horas. com limitação de 40 (quarenta) horas semanais.Radiodifusão. tomandose por base a função melhor remunerada. pela função acumulada. quando em estúdio: 6 (seis) horas diárias.Dublagem: 6 (seis) horas diárias. terá nos setores e atividades respectivos. aplicando-se-lhe o disposto nos artigos 59 a 61 da Consolidação das Leis do Trabalho. com limitação de 30 (trinta) horas semanais. as seguintes durações: I .Cinema. .Artigo 21 A jornada normal de trabalho dos profissionais de que trata esta Lei. fotografias. durante o período de ensaio. § 2 A jornada normal será dividida em 2 (dois) turnos. ser superior a 2 (duas) horas. Artigo 23 Na hipótese de trabalho executado fora do local constante do contrato de trabalho. em benefício do rendimento artístico.Teatro: a partir da estréia do espetáculo terá a duração das sessões. respeitado o intervalo previsto na Consolidação das Leis do Trabalho. inclusive o período destinado a ensaios.

espetáculo ou produção. Artigo 30 Os textos destinados à memorização. Parágrafo Único: Em caso de reincidência. até a data da publicação desta Lei tenha exercido. Artigo 34 O empregador punido na forma do artigo anterior. Artigo 32 É assegurado o direito ao atestado de que trata o item III do Artigo 7º ao Artista ou Técnico em Espetáculos de Diversões que. Parágrafo Único. exigir-se-á prévio recolhimento de importância equivalente a 10% (dez por cento) do valor total do ajuste à Caixa Econômica Federal em nome da entidade sindical da categoria profissional. Artigo 29 Os filhos dos profissionais de que trata esta Lei.º 6. juntamente com o roteiro de gravação ou plano de trabalho.Receber qualquer benefício. Artigo 25 Para contratação de estrangeiro domiciliado no exterior. mediante apresentação de certificado da escola de origem. terão assegurada a transmissão da matrícula e conseqüente vaga nas escolas públicas locais de 1º e 2º Graus. para atuação esporádica. respeitado o texto da obra. não poderá: I . Artigo 33 As Infrações ao disposto nesta Lei serão punidas com multa de 2 (duas) a 20 (vinte) vezes o maior valor de referência previsto no artigo 2. calculada a razão de um valor de referência por empregado em situação irregular. incentivo ou subvenção concedidos por órgãos públicos. comprovadamente. pelo valor das obrigações não cumpridas pelo empregador. Artigo 31 Os profissionais de que trata esta Lei têm penhor legal sobre o equipamento e todo o material de propriedade do empregador. em relação ao início dos trabalhos. de 29 de abril de 1975. cuja atividade seja itinerante. após esgotados os recursos cabíveis. utilizado na realização de programa. emprego de artifício ou simulação com o objetivo de fraudar a Lei. Artigo 27 Nenhum Artista ou Técnico em Espetáculos de Diversões será obrigado a interpretar ou participar de trabalho passível de pôr em risco sua integridade física ou moral.205. . a multa será aplicada em seu valor máximo. enquanto não regularizar a situação que deu causa à autuação. Artigo 26 O fornecimento de guarda-roupa e demais recursos indispensáveis ao cumprimento das tarefas contratuais será de responsabilidade do empregador.as despesas de transporte e de alimentação e hospedagem. da Lei n. e não recolher a multa aplicada. a respectiva profissão. Artigo 24 É livre a criação interpretativa do Artista e do Técnico em Espetáculos de Diversões. determinada pela necessidade de características artísticas da obra poderá ser feita pela forma da indicação prevista no Artigo 8º. Artigo 28 A contratação de figurante não qualificado profissionalmente. embaraço ou resistência a fiscalização. e autorizada nas escolas particulares desses níveis. deverão ser entregues ao profissional com antecedência mínima de 72 (setenta e duas) horas. até o respectivo retorno.

aprovada pelo decreto-lei n. 509 da Consolidação das Leis do Trabalho. 157º da Independência e 90º da República. exceto naquilo que for regulado de forma diferente nesta Lei. 507. a Lei n. Artigo 37 Esta Lei entrará em vigor no dia 19 de agosto de 1978. revogadas as disposições em contrário. ou produção. de 1974.Obter liberação para exibição de programa. Artigo 38 O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de 60 (sessenta) dias a contar da data de sua publicação.452. Ernesto Geisel Armando Falcão / Ney Braga/ Arnaldo Prieto/ Euclides Quandt de Oliveira . especialmente o Art. Parágrafo Único do Art.º 301.948. Artigo 35 Aplicam-se aos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões as normas da legislação do trabalho. em 24 de Maio de 1978. espetáculo. de 1. Brasília.º 5. e a Lei n. o § 2º do artigo 480 .º 101.II . de 1943. e o Art. pelo órgão ou autoridade competente. 35.

Arquivista de Filmes Organiza. Assistente de Animação Transfere para o acetato. zela pelo bom estado deste equipamento. controla e mantém sob sua guarda filmes e material publicitário em arquivos apropriados. avalia e relata o estado do material.533/78 e demais regulamentações Aderecista Monta. monta e desmonta a câmera de cinema e seus acessórios. Assistente do Diretor Cinematográfico Assiste o Diretor Cinematográfico em suas atividades. objetos cenográficos e de indumentária. Assistente de Animador Completa o planejamento do Animador Intercalando os desenhos.4. do plano e da programação diária de filmagens ou ordem do dia: supervisiona o recebimento e distribuição dos elementos . coleta dados e realiza pesquisas relacionadas com o projeto cenográfico. coordenando os trabalhos de revisão e reparos das cópias. Assistente de Câmeras de Cinema Assiste o Operador de Câmera e o Diretor de Fotografia. Assistente de Cenografia Assiste o Cenógrafo em suas atribuições. colabora na análise técnica do roteiro. transforma ou duplica. modelos dos personagens e os lay-outs de cena. Animador Executa a visualização do roteiro. realiza os testes de verificação de equipamento. a zoom e o diafragma. conforme a Lei 6. os lay-outs do Animador e do Assistente de Animador. com o auxílio do Revisor. conforme orientação do Diretor de Animação. redige os boletins de câmera. prepara o material a ser encaminhado ao laboratório. segundo orientação do Cenógrafo e/ou Figurinista. faz pequenas animações. desde a preparação da produção até o término das filmagens. carrega e descarrega chassis. uma lista das atividades profissionais da área cinematográfica. OS PROFISSIONAIS DO CINEMA A seguir. opera o foco. quando possível ou necessário. coordena as comunicações entre o Diretor de Produção Cinematográfico e o conjunto da equipe e do elenco. utilizando-se de técnicas artesanais.

ensaia buscando aliar a sua criatividade à do Diretor. pode interpretar sobre a imagem ou voz de outrem. previamente concebidos por um autor ou criados através de improvisações individuais ou coletivas. com o objetivo de transmitir ao espectador o conjunto de idéias e ações dramáticas propostas. montagem e remontagem das . coordena e dinamiza as atividades. aprendidos ou intuídos. Executa os cortes indicados pelo Montador Cinematográfico. Cenarista de Animação Executa os cenários necessários para cada plano. projeta e supervisiona. determina os materiais necessários.requisitados na ordem do dia. Cenógrafo Cria. classificação e sincronização do som e imagem do copião. Assistente de montador Cinematográfico Encarrega-se da ordenação. classifica e ordena as sobras de som e imagem. Assistente de Produtor Cinematográfico Assiste o Diretor de Produção Cinematográfica no desempenho de suas funções. sonoros ou outros. Assistente de Trucador Assiste o Trucador Cinematográfico em suas atribuições. visando o cumprimento da programação estabelecida. utiliza-se de recursos vocais. Assistente de Operador de Câmera de Animação Assiste o Operador de Câmera no processo de filmagem de animação. sincroniza as diversas pistas componentes da trilha sonora do filme. de acordo com o espírito da obra. Ator Cria. prepara o material e equipamento a ser utilizado. acondiciona as sobras de material. atua em locais onde se apresentam espetáculos de diversões públicas e/ou nos demais veículos de comunicação. Auxiliar de Tráfego Encarrega-se do encaminhamento dos filmes aos seus devidos setores. pode utilizar-se de recursos técnicos para manipular bonecos1 títeres e congêneres. a realização e montagem de todas as ambientações e espaços necessários à cena. dirige a preparação. Assistente de Revisor e Limpador Encarrega-se da revisão e limpeza de películas e fitas magnéticas. estímulos visuais. Assistente de Montador de Negativo Assiste o Montador de Negativo em suas atribuições. interpreta e representa uma ação dramática baseando-se em textos. cena e seqüência da animação conforme os lay-outs de cena e orientação do Chefe de Arte e do Diretor de Animação. corporais e emocionais.

verifica e elege as locações. adapta e executa todos os detalhes de material. Cortador-Colador de Anéis Corta os trechos marcados do copião ou cópia do trabalho seguindo a numeração feita pelo Marcador de Anéis. penteados. guias de animação. colocando. as texturas. o rolo de filme e de magnético em seu estado original. conservação e colocação dos objetos de cena. Diretor de Animação Cria o planejamento de animação do filme. Cenotécnico Planeja. constrói. supervisiona o processo de produção. separando-os por planos e cenas. informa à produção dos gastos diários de negativo e fita magnética. ainda. cenários. movimentos de câmera. profundidade de campo. sob orientação do Cenógrafo. segundo maquetes croquis e plantas fornecidas pelo Cenógrafo. ao mesmo tempo que faz a marca do ponto sincrônico do anel anterior. as funções de Diretor de Arte. Continuísta de Cinema Assiste o Diretor Cinematográfico no que se refere ao encadeamento e continuidade da narrativa. Conferente de Animação Confere o trabalho dos Coloristas. traduz em formas concretas as relações dramáticas imaginadas pelo Diretor cinematográfico e sugeridas pelo roteiro. serviços e montagem dos cenários.diversas unidades de trabalho. altura e distância da câmera. figurinos. minutagens. Contra-Regra de Cena Encarrega-se da guarda. por meio de emendas. ações. Inclusive trilha sonora. Diretor de Arte Cria. conceitua. auxilia na filmagem. coordena. cuida do mapa de animação e da ordem dos desenhos e cenários. Colorista de Animação Cobre desenhos impressos no acetato sob a supervisão do Chefe de Arte. anota diálogos. planeja e supervisiona a produção de todos os componentes visuais de um filme ou espetáculo. Colador-Marcador de Sincronismo Tira as pontas de sincronismo. Chefe de Arte de Animação Coordena o trabalho dos Coloristas e da copiadora eletrostática. é o responsável pela qualidade do filme. adereços. os lay-outs de cena. dados de câmera e horário das tomadas: prepara a claquete. define a construção plástico-emocional de cada cena e de cada personagem dentro do contexto geral do espetáculo. luz ambiente. . Nos filmes de longa metragem exerce. elabora boletins de continuidade e controla os de som e de câmera. maquiagem.

a cor e efeitos visuais desejados. os gráficos e os demais profissionais necessários. manutenção e adequada instalação do equipamento elétrico e de iluminação do filme. cenários. examina e aprova locações interiores e exteriores. escolhe locações. em laboratório. seleciona e aprova o equipamento adequado ao trabalho. dirige e/ou supervisiona a montagem. Assistente de Câmera. orienta a interpretação e o sincronismo do Ator sobre sua imagem ou de outrem. nas filmagens orienta o Operador de Câmera. Maquinistas e supervisiona o trabalho do Continuísta e o do Maquiador. técnicos. do "avant-trailer". Diretor de Fotografia Interpreta com Imagens o roteiro cinematográfico sob a orientação do Diretor Cinematográfico. Eletricistas. sincroniza as "bandas Internacionais" e marca as correções a serem feitas na mixagem. distribuindo de acordo com as indicações do Diretor de Fotografia. Eletricista de Cinema Encarrega-se da guarda. Editor Áudio Encarrega-se da revisão e sincronização dos diálogos dublados. dublagem. Diretor de Produção Cinematográfica Mobiliza e administra recursos humanos. confecção da trina musical e sonora. programa os horários de trabalho. quando conveniente ou necessário. Diretor de Animação Responsável pelo visual gráfico dos filmes de animação. define e conceitua o espetáculo estabelecendo as bases sob as quais trabalharão o Cenógrafo. técnico e artísticos. durante a marcação de luz. analisa e interpreta o roteiro do filme. supervisionando e dirigindo sua execução. Diretor Cinematográfico Cria a obra cinematográfica. utilizando recursos humanos. adequando-o à realização cinematográfica sob o ponto de vista técnico e artístico. acompanha a cópia final. o Figurinista. durante a preparação do filme. os testes de equipamento. determina as especificações dos geradores a serem utilizados. artísticos e materiais para a realização do filme: racionaliza e viabiliza a execução do projeto. esquematiza a produção. . cenários e vestuários. Diretor de Dublagem Assiste ao filme e sugere a escalação do elenco para a dublagem do filme. junto ao Diretor Cinematográfico e ao Diretor de Fotografia. em conjunto com o Diretor Cinematográfico ou seu Assistente: administra financeiramente a produção. cria os personagens e os cenários do filme. indicando e/ou aprovando os técnicos sob sua orientação. o tipo de negativo a ser adotado. o Técnico de Efeitos Especiais Cênicos. no acabamento do filme. e todo o processamento do filme até a cópia final: acompanha a confecção do "trailer". dirige artisticamente e tecnicamente a equipe e o elenco. cenografias e equipamentos. figurinos. mediante análise técnica do roteiro. o Maquiador. supervisionando-os durante as diversas bases de desenvolvimento do projeto. sob o ponto de vista fotográfico. mantém o padrão técnico e artístico da Imagem.

Assistente de Câmera e Eletricista no que se refere ao material de maquinaria. participando da mesma. respeitando os cortes e marcação do Montador de Filme Cinematográfico. sob orientação do Diretor Cinematográfico. em sua forma definitiva. organiza a guarda e embalagem dos figurinos. Maquinista de Cinema Encarrega-se do apoio direto ao Operador de Câmera. Figurinista Cria e projeta os trajes e complementos usados pelo elenco e figuração. . posiciona os microfones. durante as filmagens. sob a orientação do Diretor Cinematográfico. Microfonista Assiste o Técnico de Som. Montador de Negativo Monta negativos de filmes cinematográficos a partir do copião montado. Marcador de Anéis Executa a marcação dos anéis de dublagem. Letrista de Animação Executa os letreiros ou créditos para produções cinematográficas. Maquiador de Cinema Encarrega-se da maquiagem ou caracterização do elenco e figuração de um filme. trabalha em conjunto com o Diretor Cinematográfico e o Diretor de Fotografia. a partir do material de imagem e som usando seus recursos artísticos. monta e desmonta o equipamento. zelando pelo seu bom estado. executando o projeto gráfico dos mesmos.Figurante Participa. instala e opera equipamentos destinados à fixação e/ou movimentação da câmera. orienta o Assistente de Montagem. Montador do Filme Cinematográfico Monta e estrutura o filme. Guarda-Roupeiro Encarrega-se da conservação das peças de vestuário utilizadas no espetáculo ou produção. confecciona os boletins de som. em comum acordo com o Diretor de Fotografia: indica os produtos a serem utilizados em seu trabalho. indica os materiais a serem utilizados: acompanha. em caso de viagem. Fotógrafo de Cena Fotografa. no copião ou cópia de trabalho. cenas do filme para efeito de divulgação de material publicitário. auxilia o elenco e a figuração a vestir as indumentárias. individual ou coletivamente. como complementação de cena. supervisiona e detalha a execução do projeto. técnicos e equipamentos específicos: zela pelo bom estado e conservação das pistas sonoras. indica o material adequado ao seu trabalho. faz o plano de mixagem.

Roteirista Cinematográfico Cria. Técnico em Efeitos Especiais Cênicos Realiza e/ou opera. Operador de Câmera de Animação Filma os desenhos em equipamento especial. Roteirista de Animação Cria. Técnicos em Efeitos Especiais Óticos Realiza e elabora trucagens. com ou sem diálogos. mecanismos que permitem a realização de cenas exigidas pelo roteiro cinematográfico. Revisor de filme Executa a revisão e reparo das cópias de filmes. durante as filmagens. Projecionista de Laboratório Opera projetor cinematográfico especialmente preparado para os trabalhos de estúdio de som. e sem a utilização de laboratório e de imagens ou truca. a partir de uma idéia. Técnico de Finalização Cinematográfica . cujo efeito dá ao expectador convencimento da ação pretendida pelo Diretor Cinematográfico. a partir de uma idéia.cinematográfica. quer fílmica. Pesquisador Cinematográfico Coleta e organiza dados e materiais. sob a forma de argumento ou roteiro de animação. Operador de Gerador Encarrega-se da manipulação e operação do gerador e corrente elétrica durante as filmagens. narrativa com seqüências de ação. a partir do qual se realiza o filme de animação. durante as filmagens. com acessórios complementares à câmera. texto ou obra literária. verificando as condições materiais das mesmas. sob coordenação do Arquivista de Filmes. desenvolve pesquisas no sentido de preservação da memória .Operador de Câmera Opera a câmera cinematográfica a partir das instruções do Diretor Cinematográfico e do Diretor de fotografia: enquadra as cenas do filme: indica os focos e os movimentos de zoom e câmera. narrativa com seqüências de ação. texto ou obra literária. bibliográfica. com ou sem diálogos. sob a forma de argumento ou roteiro de animação. sob qualquer forma. fotográfica e outras. a partir do qual se realiza o filme de animação. responsabilizando-se pela qualidade fotográfica do filme.

acompanha o acabamento do filme. todas as pistas sonoras de um filme. supervisionando a qualidade do material trabalhado. orienta o Microfonista. em estúdio de som. Trucador Cinematográfico Executa trucagens óticas. as locações internas e externas. manutenção e reparo do equipamento eletrônico de um estúdio de som. Técnico em Tranferência Sonora Realizam a transferência de sons gravados em discos. na área do filme publicitário. após submetê-las a vários processos de equalização sonora. opera o equipamento denominado "truca". Técnico de Manutenção de Equipamento Cinematográfico Responsável pelo bom andamento das máquinas. Técnico de Som Realiza a interpretação e registro durante as filmagens. realizando efeitos de imagem desejados pelo Diretor Cinematográfico. dos sons requeridos pelo Diretor Cinematográfico. MODELOS DE CONTRATOS DE DIREITOS AUTORAIS . Técnico-Perador de Mixagem Encarrega-se de reunir em uma única pista. cenários e figurinos.Acompanha as trucagens e faz o tráfego de laboratório. opera a mesa de gravação. indica o material adequado ao seu trabalho e a equipe que o assiste. a mixagem e a transcrição ótica. a transcrição do material gravado para magnético perfurado. 5. Técnico em Tomada de Som Realiza a gravação de vozes ruídos e músicas. com profundo conhecimento de mecânica e/ou eletrônica cinematográfica. examina e aprova do ponto de vista sonoro. executa equalizações sonoras. realiza testes de ajuste do equipamento e da qualidade do negativo ótico revelado. Técnico de Manutenção Eletrônica Encarrega-se da conservação. fitas magnéticas ou óticas para fitas magnéticas ou negativo ótico.

solteiro. celebram entre si o presente. na cidade de Curitiba/Paraná. seja cônjuge. não excedendo o limite previsto na Lei. brasileiro. solteiro. não extrapolando o máximo de 3 (três) anos. 6. residente e domiciliado na Rua Brigadeiro Franco. na cidade de Curitiba/PR. residente e domiciliado na Rua XXXXXXXXXXXXXXXXXX. sob pena de rescisão contratual e multa de 20% (vinte por cento) sobre o valor do presente contrato. É expressamente vedado todo e qualquer consumo de bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes. pessoa jurídica de direito privado. brasileiro. MODELO 1 CONTRATO DE TRABALHO POR TEMPO DETERMINADO ENTRE WG7 AGENCIAMENTO E PRODUÇÕES S/C LTDA E LUIS FERNANDO SEVERO PARA O FILME CHOVE SOBRE MINHA INFÂNCIA Pelo presente instrumento particular. com fins lucrativos. para o bom andamento da execução da produção audiovisual. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. §2o. salvo as por orientação médica. XXXXXXXXXXXXXXXX. . sem prejuízo de danos morais.533/78 e demais regulamentações. XXXXXXXXXXXXXXXXX. parentes ou amigos. §8o. sem prejuízo de danos morais. O CONTRATADO terá direito a uma folga semanal remunerada aos domingos. Centro. segue em anexo alguns modelos de contrato para produção audiovisual. §1O. O CONTRATADO se obriga a realizar a função descrita nesta cláusula.533/78. §4o. desde que acarretem prejuízos de qualquer ordem. para os fins da produção audiovisual de longa-metragem intitulada CHOVE SOBRE MINHA INFÂNCIA. sob pena de rescisão contratual e multa de 20% (vinte por cento) sobre o valor do presente contrato. diretor cinematográfico. XXXXXXXXXXXXXXXX. § 1o. portador do CPF sob n. §6o. por durante 8 (oito) semanas. de um lado WG7 AGENCIAMENTO E PRODUÇÕES S/C LTDA. nas viagens necessárias à realização da produção audiovisual. doravante designado CONTRATADO. O descumprimento das funções estabelecidas no presente contrato. CLÁUSULA SEGUNDA – Os valores a serem pagos ao contratado para a realização de seus serviços prestados serão de R$ XXXXXXXXX (XXXXXXXXXXX). sediada à XXXXXXXXXXXXXXXXXX. portador da Carteira de Identidade sob n. 1491/201.Diante de todas essas informações. na cidade de Curitiba/Paraná. Centro. em período integral. devidamente representada através de seu sócio-administrador GILBERTO BARONI FILHO. durante os horários reservados ao cumprimento das funções profissionais. desde que autorizado expressamente pelo CONTRATANTE. o qual será regido pelas seguintes cláusulas e condições: CLÁUSULA PRIMEIRA – O contratado prestará à contratante os serviços de DIREÇÃO. O CONTRATADO não terá direito de levar acompanhantes. O presente contrato terá vigência até a finalização da produção audiovisual. e inscrito no CPF sob n. acarretará a rescisão contratual e multa de 20% (vinte por cento) sobre o valor do presente contrato. em conformidade com o piso salarial vigente no Estado do Paraná. É vedado a ambas as partes qualquer manifestação desrespeitosa entre si e demais profissionais envolvidos com a produção evitando comprometê-la. §5o. sem prejuízo de danos morais. em conformidade com os dispositivos da Lei 6.533/78 e demais regulamentações. doravante designada CONTRATANTE e LUÍS FERNANDO SEVERO. com período de 1 (uma) hora para almoço. conforme a Lei 6. inscrita no CNPJ sob n. §3o. Por vontade do CONTRATADO é permitido o acompanhamento de pessoas alheias à produção. As datas de início e término dos trabalhos serão definidas por escrito em termo aditivo a este instrumento.

desde que a parte que decidiu rescindir o contrato pague à outra parte multa referente a 30% (trinta por cento) do valor mínimo estipulado na CLÁUSULA SEGUNDA. inclusive pecuniária. o nome do CONTRATADO na função de DIRETOR E/OU DIREÇÃO. §8o. CLÁUSULA QUARTA – Toda e qualquer premiação. CLÁUSULA QUINTA – Qualquer divulgação lícita da obra. O descumprimento ao parágrafo anterior acarretará rescisão contratual e multa de 20% (vinte por cento) sobre o valor de contrato. não sendo permitida qualquer comercialização do trabalho sem que haja a expressa anuência da CONTRATANTE. O CONTRATADO está ciente de que o filme CHOVE SOBRE MINHA INFÂNCIA será ou estará. em posição de destaque. pré-montado ou finalizado. Constará nos créditos da obra. bem como transcrições. no exercício de suas funções. para os fins de filmagens da produção audiovisual.§ 2o. mostras e aulas didáticas e outras correlatas. ao CONTRATADO. § 5o. roteiros. guarda ou divulgação de qualquer material gravado. para os fins de produção audiovisual. sem prejuízo de eventuais perdas e danos. taxas e outros encargos previstos em lei). sem prejuízo de danos morais. O CONTRATADO manterá sigilo profissional sobre a produção audiovisual. considerando-se os valores líquidos (descontados impostos. à época da produção. sem ônus. correm por conta do CONTRATANTE. O percentual de 50% (cinqüenta por cento) engloba a remuneração da aquisição dos direitos patrimoniais sobre a obra literária homônima de Miguel Sanches Neto. salvo o disposto na CLÁUSULA TERCEIRA. consoante permissivo legal contido no artigo 23 da Lei 9. §6o. em todos os meios de comunicação. cuja patrimonialidade pertence. CLÁUSULA SÉTIMA – As partes poderão rescindir este contrato a qualquer tempo: §1o – Se houver inadimplemento por qualquer uma das partes. PARÁGRAFO ÚNICO – O contratado autoriza a vinculação de seu nome e imagem para os fins de divulgação da obra. os rigores estabelecidos no roteiro cinematográfico. a 1 (uma) cópia em VHS e BETACAM do produto final de seu trabalho. CLÁUSULA SEXTA – A titularidade patrimonial da produção audiovisual é exclusiva do CONTRATANTE. CLÁUSULA TERCEIRA – A cada novo contrato realizado com canais de televisão ou outros meios de exibição. não cabendo ao contratado o exercício de qualquer eventual direito considerado como tal.610 de 19 de Fevereiro de 1998. transporte e alimentação. § 7o. . § 4o. pelo que renuncia expressamente a qualquer pretensão neste sentido. Os custos de hospedagem. §2o – Unilateralmente. para a função de DIREÇÃO será direito único e exclusivo do CONTRATADO. § 3o. O CONTRATADO terá direito. para os fins de divulgação comercial da obra. O CONTRATADO poderá utilizar o material mencionado no parágrafo anterior para os fins de divulgação de sua obra artística em palestras. portanto devendo respeitar. Parágrafo único. inscrito em leis de incentivo à cultura ou outros mecanismos de fomento. cabe única e exclusivamente ao CONTRATANTE entrar em contato com o CONTRATADO para lhe repassar uma parcela de 50% (cinqüenta por cento) do contrato a ser firmado. correm por conta do CONTRATANTE. sendo-lhe vedado o transporte. bem como em qualquer material publicitário a ser utilizado para divulgação da produção. identidades dos sócios e outros detalhes que venham a prejudicar a produção. desde que não fique configurada o interesse de comercialização da obra. contratos ou quaisquer outros meios e veículos que exponham técnicas e rotinas de trabalhos.

Nacionalidade _____________________. profissão.C. Estado ____________. estado civil __________________. provocada por qualquer uma das partes. sob o nº ____________________________. Capital __________________________. CLÁUSULA NONA – Elege-se o foro de Curitiba para dirimir quaisquer dúvidas com expressa renúncia a outro. Curitiba. (com ou sem) SEGUNDA – O prazo do presente contrato é de ____________________________________________________ (mencionar o nº de anos meses e duas) iniciando-se a ________________________________________ (dia mês e ano) . 04 de Janeiro de 2004.CLÁUSULA OITAVA – Em caso de rescisão. CEP nº ______________-_________. Este presente contrato de trabalho passa a produzir seus efeitos a partir da data de assinatura do presente instrumento. Por intermédio de seu Representante Legal ___________________________________________________________ _________________________________________________________RG. prestando seus serviços (mencionar a função) _______________________________exclusividade. residente na ____________________________________________________________ nº __________. respeitada a Cláusula Primeira e seus parágrafos. ficou justo e contratado o seguinte: PRIMEIRA – O EMPREGADO obriga-se a prestar seus serviços profissionais de________________ _________________________________ durante o período de vigência deste contrato. Registro no MT sob nº ___________________ doravante demominado EMPREGADO. nº____________________________ doravante denominado EMPREGADORA e ______________________________________________________ (nome completo do empregado) _____________________________ de nome artístico ______________________________________________. aplicar-se-ão os artigos 479 e 480 da Consolidação das Leis Trabalhistas.G. __________________. Inscrita no C. Bairro ___________________________.405 DE 25/10/78) Pelo presente instrumento de Contrato de Trabalho. portador na CPTS sob o nº____________________ série _______________. por mais privilegiado que possa ser. inscrito no CPF sob nº _____________________________. entre ____________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ (Razão social da empresa ou empregador) Estabelecida na _______________________________________________________________________ (endereço completo) No Estado de ___________________________. ______________________________ Contratante _____________________________ Contratado ______________________________ Primeira Testemunha Nome RG Nome RG: _______________________________ Segunda Testemunha MODELO 2 CONTRATO Nº ______________ CONTRATO DE TRABALHO POR TEMPO DETERMINADO (CONFORME PORTARIA Nº 3. Cadastrada no MT sob nº _____________________________. CEP nº ______________-________.

impressos em geral. cartazes. quando tiver de se deslocar para prestar serviço fora da cidade onde foi celebrado o presente Contrato de Trabalho. (se for o caso) QUINTA – O EMPREGADO atuará ____________________________________________________________. um adicional de 25% (vinte e cinco por cento) incidente sobre salário diário. QUARTA – O EMPREGADO. representando o personagem ____________ (título do programa. desempenhará as suas funções no __________________ ______________________________________________________. NONA – Além das obrigações constantes da cláusula anterior a EMPREGADORA pagará ao EMPREGADO. até o respectivo retorno. DÉCIMA SEGUNDA – Fica assegurada. não se aplicando às mensagens publicitárias.). Parágrafo 2º . DÉCIMA PRIMEIRA – O EMPREGADO terá seu nome incluindo. a participação de 10% (dez por cento) sobre o aproveitamento econômico da obra a título de direito conexos aos autorais. Este Contrato de Trabalho vai assinado pelas partes contratantes para todos os efeitos da legislação em vigor. a serem rateados entre os executores.Ministério do Trabalho (Verde) 4ª Via – Sindicato(Amarela) _____________________________________________ EMPREGADO MODELO 3 NOTA CONTRATUAL Nº _____________________ PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CARACTERÍSTRICA EVENTUAL (CONFORME PORTARIA MINISTERIAL N. espetáculo ou produção) _________________________ da obra __________________________________________________________. etc. reprodução ou retransmissão por qualquer forma e comunicação ao público. 3406 DE 25/10/78) . em todos os créditos (apresentação. anexando-se ao presente cópia da respectiva autorização. Parágrafo 1º . quando para desempenho dos seus serviços for necessário viajar. (mencionar os locais) SEXTA – O EMPREGADO obriga-se a prestar os seus serviços no seguinte horário ______________________ __________________________________________________________________________________________ (horário e intervalo de repouso) SÉTIMA – O EMPREGADO terá direito a uma folga semanal remunerada que será no ____________________ ___________________________________ (dia da semana) OITAVA – A EMPREGADORA obriga-se a pagar ao EMPREGADO. DÉCIMA – O EMPREGADO se obriga a executar os trabalhos de dublagem ou outros decorrentes do trabalho de interpretação.O contrato com o profissional que atuará com o dublador. _____________________________________________ LOCAL E DATA _____________________________________________ EMPREGADOR 1ª Via – Empregador (Branca) 2ª Via –Empregado (Rosa) 3ª Via . deverá ser registrado juntamente com o do profissional que será dublado.TERCEIRA – O salário é de R$ _________________ (______________________________________________) (por extenso) A ser pago _________________________________________________________________________________.Se a dublagem tiver de efetivar-se por terceiros. por força deste contrato. do EMPREGADO. as despesas de transporte. em caso de gravação. deverá ser precedida de autorização por escrito. sempre que for necessário. programas. de alimentação e de hospedagem.

C. dento de cinco dias úteis subseqüentes.G. Inscrita no C. _________ .406/78 do Ministério do Trabalho). entre ______________________________________ _____________________________________________________________________________________ (Razão social da empresa ou empregador) Estabelecida na ________________________________________________________________________ (endereço completo) No Estado de ___________________________.385/78 e Portaria 6. Esta NOTA CONTRATUAL vai assinada pelas partes contratantes para todos os efeitos da legislação do trabalho em vigor (Lei 6.405 DE 25/10/78) Pelo presente instrumento de Contrato de Trabalho.533/78. Nº ______________________________________. profissão ____________ residente à ______________________________________________ nº ________ (endereço completo) CEP ___________-______ portador da CTPS nº ___________ série ___________ Inscrito no CPF sob nº _________________ Registro no MT sob nº ___________ para trabalhar o período de ___________________ em serviço caracteristicamente eventual para a realização do trabalho abaixo mencionado. sob.Ministério do Trabalho (Verde) – Sindicato (Amarela) __________________________________ EMPREGADO COTRATO Nº ______________ CONTRATO DE TRABALHO POR TEMPO DETERMINADO (CONFORME PORTARIA Nº 3. (nome completo do contrado) nacionalidade ______________ estado civil. na produção _____________________________ capítulo ___________ representando o personagem __________ com a remuneração de R$ _________(________________________________________________________) (por extenso) relativa ao período mencionado. CEP __________. a qual será paga ao término do serviço aqui contratado ou./ O CONTRATADO prestará serviços à empresa contratante na função de _________________. MODELO 4 .______ Inscrição no C. _________________________________ LOCAL E DATA __________________________________ EMPREGADOR 1ª 2ª 3ª 4ª Via Via Via Via – Empregador (Branca) –Empregado (Rosa) . Decreto 82. Cadastrada no MT sob nº _____________________________.C.A empresa __________________________________________________________ (razão social da empresa) estabeleciada na _____________________________________________________ (endereço completo) na cidade ________________________. sob o nº __________________________.G. Cadastrada no MT sob o nº _______________________________________ por intermédio de sua Representante Legal ___________________________________ _________________ RG nº ____________________________ contrata os serviços de _____________________________ de nome artístico ___________________. o mais tardar. Estado _____. CEP nº ______________-_________.

representando o personagem ____________ (título do programa.. inscrito no CPF sob nº _____________________________..... CEP nº _____________-_______.G. estado civil _______________.. residente na _____________________________________________ nº ________. Capital ________________________. Inscrita no C... profissão. nº____________________________ doravante denominado EMPREGADORA e _________________________________________________ (nome completo do empregado) ________________________ de nome artístico _____________________________________________. profissão. (Razão social da empresa ou empregador) Estabelecida na ______________________________________________________ (endereço completo) No Estado de _______________________. MODELO 5 ... entre ____________________ ___________________________________________________________________ . Cadastrada no MT sob nº _________________________..... portador na CPTS sob o nº____________________ série _______________. (mencionar os locais) SEXTA – O EMPREGADO obriga-se a prestar os seus serviços no seguinte horário _______________ _____________________________________________________________________________________ (horário e intervalo de repouso) SÉTIMA – O EMPREGADO terá direito a uma folga semanal remunerada que será no _______________ ___________________________________ (dia da semana) CONTRATO DE TRABALHO POR TEMPO INDETERMINADO (CONFORME PORTARIA Nº 3.C. Registro no MT sob nº ___________________ doravante demominado EMPREGADO. Nacionalidade _______________. Bairro ______________________.. ______________________________. CEP nº _____________-________.. portador na CPTS sob o nº__________ série _________... ficou justo e contratado o seguinte: PRIMEIRA – O EMPREGADO obriga-se a prestar seus serviços profissionais de________________ _________________________________ durante o período de vigência deste contrato... Nacionalidade ___________________.. QUARTA – O EMPREGADO.. estado civil ________________. desempenhará as suas funções no ____________ _________________________________________________. Bairro ________________________.. residente na ____________________________________________________________ nº __________. inscrito no CPF sob nº _____________________.. Por intermédio de seu Representante Legal _______________________________ _______________________________ RG. Estado ____________. espetáculo ou produção) ____________________ da obra __________________________________________________________. Estado ___________.Por intermédio de seu Representante Legal _________________________________________________ ____________________________________________________RG.. CEP nº _____________-________.... por força deste contrato.. (com ou sem) SEGUNDA – O prazo do presente contrato é de _____________________________________________ (mencionar o nº de anos meses e duas) iniciando-se a ________________________________________ (dia mês e ano) TERCEIRA – O salário é de R$ _______________ (__________________________________________) (por extenso) A ser pago ___________________________________________________________________________........ (se for o caso) QUINTA – O EMPREGADO atuará ______________________________________________________. Capital _______________________. prestando seus serviços (mencionar a função) _______________________________exclusividade. sob o nº ____________________________.. _________________. nº _____________________ doravante denominado EMPREGADORA ____________________________________________ (nome completo do empregado) de nome artístico ________________________.405 DE 25/10/78) Pelo presente instrumento de Contrato de Trabalho.

Parágrafo 2º . começando em ____________________________________________ (data do inicio) TERCEIRA – O salário é de R$ __________ (_______________________________) (por extenso) A ser pago _________________________________________________________.).Registro no MT sob nº __________________________ doravante denominado EMPREGADO. por força deste contrato. DÉCIMA – O EMPREGADO se obriga a executar os trabalhos de dublagem ou outros decorrentes do trabalho de interpretação. desempenhará as suas funções no _______________________________________. impressos em geral. sempre que for necessário. as despesas de transporte. _________________________________ LOCAL E DATA __________________________________ EMPREGADOR __________________________________ EMPREGADO 1ª 2ª 3ª 4ª Via Via Via Via – Empregador (Branca) –Empregado (Rosa) . (mencionar os locais) SEXTA – O EMPREGADO obriga-se a prestar os seus serviços no seguinte horário ___________________________________________________________________ (horário e intervalo de repouso) SÉTIMA – O EMPREGADO terá direito a uma folga semanal remunerada que será no ______________________ (dia da semana) OITAVA – A EMPREGADORA obriga-se a pagar ao EMPREGADO. Este Contrato de Trabalho vai assinado pelas partes contratantes para todos os efeitos da legislação em vigor. até o respectivo retorno. anexando-se ao presente cópia da respectiva autorização. ficou justo e contratado o seguinte: PRIMEIRA – O EMPREGADO obriga-se a prestar seus serviços profissionais de________________ _________________________________ durante o período de vigência deste contrato. deverá ser registrado juntamente com o do profissional que será dublado. NONA – Além das obrigações constantes da cláusula anterior a EMPREGADORA pagará ao EMPREGADO. etc.Ministério do Trabalho (Verde) – Sindicato (Amarela) .O contrato com o profissional que atuará com o dublador. (se for o caso) QUINTA – O EMPREGADO atuará _______________________________________. Parágrafo 1º . cartazes. em todos os créditos (apresentação. um adicional de 25% (vinte e cinco por cento) incidente sobre salário diário. do EMPREGADO. representando o personagem (título do programa. programas. quando tiver de se deslocar para prestar serviço fora da cidade onde foi celebrado o presente Contrato de Trabalho. espetáculo ou produção) __________________________ da obra _________________________________. QUARTA – O EMPREGADO. DÉCIMA PRIMEIRA – O EMPREGADO terá seu nome incluindo.Se a dublagem tiver de efetivar-se por terceiros. deverá ser precedida de autorização por escrito. (com ou sem) SEGUNDA – O prazo do presente contrato é por Tempo Indeterminado. de alimentação e de hospedagem. quando para desempenho dos seus serviços for necessário viajar. prestando (mencionar a função) seus serviços _______________________________exclusividade.

DE FIG.50 577.00 315.00 840. DE CABELEREIRO ASS. DE EFEITOS E SPECIAIS TÉCNICO DE SOM DIRETO BOY DE SET COORDENADOR DE DIREÇÃO PROD.50 577. DE ARTE/ CENOGRAFIA COORD.50 472.50 472. O PREÇO DOS PROFISSIONAIS Além dos contratos.50 315.50 630.50 577.365.50 630.50 577.50 472.50 472.ASS. DE CÂMERA 2°.50 577.50 945.ASS.50 472.50 945. Para tanto. TABELA 1 STIC/RJ PARA PROFISSIONAIS DE LONGAS.50 136.00 682.00 130.207. DE EDITOR/ MONTADOR ASS.00 315.00 577.00 1.00 850.50 FUNÇÃO DIRETOR DE PRODUÇÃO DOUBLE (POR CENA) EDITOR ELETRICISTA ELETRICISTA CHEFE ESTAGIÁRIO (MENSAL) FIGURINISTA FOTÓGRAFO STILL MAQUIADOR MAQUINISTA MAQUINISTA CHEFE MICROFONISTA MONTADOR PRODUTOR EXECUTIVO ROTEIRISTA (PELA OBRA) SECRETARIA D E PRODUÇÃO TÉC. DE FIGURINO ASS.50 .50 682. DE SOM CABELEREIRO CAMAREIRO CENÓGRAFO CONTINUISTA CENOTÉCNICO CONTRA-REGRA ASS.50 472.00 367.510. ASS.50 367. CENOGRAFIA/ COMERCIAL DIRETOR DE ANIMAÇÃO DIRETOR CINEMATOGRÁFICO COSTUREIRA DIRETOR DE ARTE DIRETOR DE FOTOGRAFIA OPERADOR DE CÂMERA DIRETOR DE FOTOGRAFIA/ OPERADOR DE CÂMERA R$/SEMA NA 682.6.00 682.00 472. DE MAQUIADOR ASS. DE TRANSPORTE PROD.291.50 472.00 945.50 840.ASS./LOCAÇÃO COORD. DE SOM DIRETO OPER.00 945.365.ASS.00 577.50 6. DE PRODUÇÃO ASS.50 236.25 682. DE ADM. DE CENOGRAFIA ASS.00 1.50 1.00 1. DE PRODUÇÃO 2°.00 945. MÉDIAS E CURTAS-METRAGENS FUNÇÃO 1° ASSISTENTE DE CÂMERA/FOQUISTA 1° ASSISTENTE DE DIREÇÃ0 1°.DE VÍDEO ASSISTENTE PRODUTOR DE ELENCO R$/SEMANA 945.50 682.50 577.50 682. é importante que o artista/técnico e também o contratante (também chamado de empregador) respeite os valores de mercado dos profissionais.00 472.00 577.50 577. FINANC. DE DIREÇÃO 2°. anexo algumas tabelas de preços de diversos sindicatos.50 577.50 315.50 472.

76 534.028.47 345.226. DE MANUTENÇÃO CABO-MAN DIRETOR ARTÍSTICO DIRETOR DE GRAVAÇÃO DIRETOR MUSICAL DIRETOR DE TV EDITOR EM VÍDEO ILUMINADOR OPERADOR DE VÍDEO R$/SEMANA 142.338.60 415.80 534.60 178.23 1.60 FUNÇÃO OPERADOR DE ÁUDIO OPERADOR DE BOOM OPERADOR DE CÂMERA OPERADOR DE EDIÇÃO OPERADOR DE MESA DE CORTE SONOPLASTA SUPERVISOR DE OPERAÇÃO TÉCNICO DE EXTERNAS TÉCNICO DE MANUTENÇÃO TÉCNICO DE SOM DIRETO R$/SEMANA 534.338. MÉDIA E CURTA METRAGEM .60 415.56 653.20 534.80 356.96 145.01 895.29 1.60 297.798.2005 FUNÇÃO 01 – DIRETOR CINEMATOGRÁFICO 02 – 1º ASSISTENTE DE DIREÇÃO 03 – 2º ASSISTENTE DE DIREÇÃO 04 – CONTINUISTA 05 – ROTERISTA (PELO ROTEIRO DE UM LONGA-METRAGEM) 06 – PESQUISADOR CINEMATOGRÁFICO 07 – PRODUTOR EXECUTIVO 08 – DIRETOR DE PRODUÇÃO 09 – 1º ASSISTENTE DE PRODUÇÃO 10 – 2º ASSISTENTE DE PRODUÇÃO 11 – CONTRA-REGRA 12 – SECRETÁRIA DE PRODUÇÃO 13 – DIRETOR DE FOTOGRAFIA 14 – DIRETOR DE FOTOGRAFIA / OPERADOR DE CAMERA 15 – OPERADOR DE CAMERA 16 – 1º ASSISTENTE DE CAMERA R$ .40 356. ASS.20 534.PARA PROFISSIONAIS EM VÍDEO FUNÇÃO ACOMPANHAMENTO/ EQUIP.29 1.POR SEMANA 2.83 746.226.60 534.97 .60 617.83 1.798.647.40 506.64 1.47 1.88 16.13 506.88 506.47 746.00 TABELA 2 SINDCINE/SP TABELA DE PISO SALARIAL PARA PROFISSIONAIS EM LONGA.64 950.40 831.00 653.56 201.40 772.

65 746.19 TABELA 3 STED/PR PISO SALARIAL PARA A CATEGORIA.88 1.000 FUNÇÃO Acrobata (duble) Aderecista Animador ÁREA cinema/vídeo teatro/dança cinema/vídeo PERÍODO livre negociação.88 1.798.47 571. face peculiaridades do exercício profissional por trabalho semanal PISO livre negociação 1.83 1.33 345.65 746.13 326.87 1.51 345.64 571. PROPOSTO E APROVADO EM ASSEMBLÉIA GERAL EM 24/04/2.29 1.338.88 746.40 345.88 506.000.96 112.13 387.97 746.65 1.87 387.226.17 – 2º ASSISTENTE DE CAMERA 18 – OPERADOR DE VÍDEO ASSISTENTE 19 – FOTOGRAFO DE CENA (STILL) 20 – ELETRICISTA OU MAQUINISTA CHEFE 21 – ELETRICISTA OU MAQUINISTA 22 – TÉCNICO DE EFEITOS ESPECIAIS 23 – OPERADOR DE GERADOR 24 – DIRETOR DE ARTE 25 – CENOGRAFO 26 – FIGURINISTA 27 – ASSISTENTE DE CENOGRAFO 28 –ASSISTENTE DE FIGURINISTA 29 – CENOTECNICO 30 – ASSISTENTE CENOTECNICO 31 – ADERECISTA 32 – CABELELEIRO / MAQUIADOR 33 – MAQUIADOR DE EFEITOS ESPECIAIS 34 – ASSISTENTE DE MAQUIADOR E CABELEIREIRO 35 – CAMAREIRO OU GUARDA ROUPEIRO 36 – COSTUREIRA 37 – MARCENEIRO 38 – PINTOR 39 – TECNICO DE SOM DIRETO 40 – TECNICO DE SOM GUIA 41 – MICROFONISTA 42 – EDITOR / MONTADOR 43 – ASSISTENTE DE EDITOR / MONTADOR 44 – DIRETOR DE ANIMAÇÃO 45 – ANIMADOR 46 – ARTE-FINALISTA 47 – ASSISTENTE DE DIRETOR DE ANIMAÇÃO 48 – ASSISTENTE DE ANIMAÇÃO 49 – ASSISTENTE DE ANIMADOR 50 – ESTAGIARIO 571.65 950.226.88 950.00 700.97 746.00 .83 895.09 1.338.88 895.83 571.13 504.13 571.140.338.40 746.226.64 413.65 345.64 1.

00 25.00 900.00 600.00 30.200.00 900.ensaio e apresentação (produções Incentivadas/Subvencionadas) mensal semanal semanal .00 2.00 700.00 700.00 800.500.00 600.00 25.00 700.00 Bailarino dança 50.1º assistente semanal .00 3.00 700.00 350.00 Caracterizador Cenógrafo Cenotécnico teatro/dança teatro/dança cinema/vídeo teatro/dança cinema/vídeo Continuísta Contra-Regra cinema/vídeo teatro/dança cinema/vídeo Coreógrafo Cortineiro Costureira Dançarino Diretor teatro dança teatro/dança teatro/dança teatro teatro .00 1.00 25.00 200.00 600.00 500.000.00 25.00 30.00 700.00 175.00 300.500.assistente mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal por trabalho por trabalho semanal mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal semanal mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal mensal por coreografia até 30 minutos por minuto adicional mensal por apresentação ou por dia ensaiado mensal por apresentação ou por dia ensaiado mensal por apresentação ou por dia ensaiado mensal 700.00 30.1º assistente semanal .00 400.00 300.00 50.00 1.ensaio e apresentação (produções Incentivadas/Subvencionadas) diária semanal teste VT por 6 horas trabalhadas por apresentação (produções independentes) por dia de ensaio (produções independentes) mensal .00 1.00 1.2º assistente semanal semanal .00 25.00 600.2º assistente semanal mensal mensal semanal .200.000.00 1.500.00 25.1º assistente semanal .Artistas Assistente de Animação Assistente de Câmera Assistente de Cenógrafo Assistente de Coreógrafo Assistente de Direção Assistente de Montagem Assistente do Operador de Câmera Assistente de Produção Ator circo cinema/vídeo cinema/vídeo cinema/vídeo dança teatro cinema/vídeo cinema/vídeo cinema/vídeo cinema/vídeo cinema/vídeo teatro cinema/vídeo publicidade mensal quinzenal semanal semanal semanal .00 300.500.500.00 1.00 1.00 Cabeleireiro Camareira teatro/dança cinema/vídeo teatro/dança cinema/vídeo 700.00 900.00 50.00 600.00 500.00 700.00 300.00 500.00 800.00 1.00 600.000.2º assistente semanal semanal (secretário) por apresentação (produções independentes) por dia de ensaio (produções independentes) mensal .

Diretor de Animação Diretor de Arte Diretor de Cena Diretor de Fotografia Diretor de Produção Editor Eletricista

cinema/vídeo cinema/vídeo cinema/vídeo teatro/dança cinema/vídeo teatro/dança cinema/vídeo cinema/vídeo teatro/dança cinema/vídeo

Ensaiador de Dança Estagiário Figurante Figurinista Fotógrafo de Cena (Still) Iluminador Maître de Ballet Maquilador

teatro/dança cinema/vídeo teatro/dança teatro/dança cinema/vídeo cinema/vídeo teatro/dança dança teatro/dança cinema/vídeo

Maquinista

teatro/dança cinema/vídeo

Maquinista-Auxiliar Microfonista Montador de Filme Operador de Câmera Operador de Luz Operador de Som Pesquisador Cinematográfico Roteirista Secretário de Frente Secretário Teatral Sonoplasta Técnico em Efeitos Especiais Técnico de Som

teatro/dança cinema/vídeo cinema/vídeo cinema/vídeo teatro/dança teatro/dança cinema/vídeo cinema/vídeo teatro/dança teatro/dança teatro/dança cinema/vídeo teatro/dança

semanal semanal semanal mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal semanal (mais operação de câmera) mensal semanal (executivo) semanal (demais) semanal mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal - chefe semanal - demais mensal mensal mensal por apresentação ou por dia ensaiado por trabalho semanal semanal - assistente semanal por trabalho mensal mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal semanal - assistente mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal - chefe semanal - demais mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal semanal semanal mensal por apresentação ou por dia ensaiado mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal por Obra: Curta e Média Metragens por Obra: Longa Metragem mensal por apresentação ou por dia ensaiado mensal por apresentação ou por dia ensaiado por trabalho semanal mensal por apresentação ou por dia

1.500,00 1.400,00 1.000,00 700,00 25,00 1.000,00 1.400,00 1.500,00 1.300,00 1.000,00 800,00 700,00 25,00 800,00 600,00 1.000,00 160,00 300,00 10,00 1.500,00 900,00 500,00 800,00 1.500,00 1.500,00 700,00 25,00 600,00 300,00 700,00 25,00 800,00 600,00 700,00 25,00 600,00 1.300,00 800,00 700,00 25,00 700,00 25,00 1.000,00 2.500,00 a 5.000,00 15.000,00 a 20.000,00 700,00 25,00 700,00 25,00 1.500,00 700,00 700,00 25,00

cinema/vídeo Técnicos circo

ensaiado semanal mensal quinzenal semanal OBSERVAÇÕES

1.000,00 500,00 250,00 125,00

Para a contratação de Figurante(s), amparados pelo Artigo 56 do Decreto 82.385 da Lei 6.533, será exigido Registro Profissional em Carteira de Trabalho e Previdência Social, bem como o Contrato de Trabalho e declaração explícita do Contratante/Diretor do espetáculo. Para a contratação de Figurante(s), amparados pelo Artigo 58 do Decreto 82.385 da Lei 6.533, será exigido apenas o contrato de trabalho acompanhado de Xerox de (RG. E CIC) do contratado, bem como o recolhimento da Taxa de Exercício Profissional. Para os Espetáculos Itinerantes, a tabela acima poderá ser reduzida em até 30% (trinta por cento), para elenco e equipe técnica, uma vez que o produtor arcará, além do salário, com despesas de transporte, alimentação e hospedagem, até o respectivo retorno, bem como, no caso de Contratos por tempo indeterminado, um adicional de 3% (três por cento) ao dia. A Jornada de Trabalho dos ARTISTAS/TÉCNICOS, incluindo o período de ensaios, não poderá exceder a oito horas diárias, com exceção dos ARTISTAS BAILARINOS/CIRCENSES que é de seis horas diárias, ou quando em estúdio que é também de seis horas. O excedente será considerado EXTRAORDINÁRIO, limitado a quarenta horas semanais, conforme o estabelecido pela Lei 6.533/78 e CLT. O valor constante desta tabela para a função de ator na área de publicidade, está distribuído da seguinte forma: 30% (trinta por cento) referente ao trabalho e 70% (setenta por cento) referente à veiculação da imagem. O contratado perceberá ainda os seguintes adicionais, a serem calculados sobre os valores da veiculação: 30% (trinta por cento) para até 02 (dois) estados; 50% (cinqüenta por cento) para regionais; 100% (cem por cento) para nacionais. As empresas contratantes/produtores/empreendedores terão obrigatoriamente de exigir de seus contratados o número do Registro Profissional expedido pela DRTE/MT, na razão/função do contrato, contidos em suas Carteiras de Trabalho e Previdência Social, bem como o documento comprobatório do recolhimento da Contribuição Sindical do ano em exercício dos Artistas/Técnicos envolvidos nos espetáculos (segundo o conteúdo da Lei 6533/78 e da CLT). QUALQUER NEGOCIAÇÃO NÃO PODERÁ SER INFERIOR AO MENOR PISO DESTE ACORDO, SENDO OBRIGATÓRIO O REGISTRO EM CONTRATO DE TRABALHO NO VALOR AJUSTADO, BEM COMO SUA TRAMITAÇÃO LEGAL.

7. OBRAS QUE NÃO SÃO NOSSAS Quando o roteiro versar sobre obra já existente, é necessário a aquisição dos “direitos autorais” do autor desta obra (na verdade a expressão correta seria “direitos patrimoniais”, já que os direitos autorais envolvem os direitos patrimoniais e morais do autor). Essa aquisição se dá através de contrato escrito, sempre respeitando as Lei de Direitos Autorais, já estudadas anteriormente. No meio cinematográfico é comum a aquisição de roteiros de terceiros ou de obras literárias para adaptações para roteiros. Em ambos os casos é necessário a formalização de um contrato, estabelecendo cláusulas de cessão dos direitos além de outras obrigações. Segue em anexo, dois modelos distintos de contrato de cessão de direitos patrimoniais.

Cabe lembrar que a livre adaptação não requer prévia cessão de direitos, quando não for reprodução fiel da idéia transcrita na obra. Caso contrário, necessário um contrato de cessão de direitos.

8. MODELOS DE TERMOS DE CESSÃO MODELO 1
CONTRATO DE CESSÃO DE DIREITOS PATRIMONIAIS PARA PRODUÇÃO DE CURTAMETRAGEM Pelo presente documento, De um lado, ÉRICO FRANCISCO DE CARVALHO BEDUSCHI, brasileiro, casado, escritor, roteirista, portador do CPF XXXXXXXXXXXXXXXX, residente e domiciliado à Rua XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX, na cidade de Curitiba (PR), detentor dos direitos do conto e

resolvem celebrar o presente instrumento contratual que será regido pelas seguintes cláusulas: CLÁUSULA PRIMEIRA O CONTRATADO cede ao CONTRATANTE os direitos patrimoniais de suas obras (conto e primeira versão do roteiro). . conforme estabelecido nas cláusulas décima e décima primeira. ambos de sua integral autoria. festivais nacionais e internacionais. Parágrafo primeiro. CLÁUSULA TERCEIRA A produção cinematográfica a que se refere a cláusula primeira será produzida durante o ano de 2004. portador do CPF inscrito sob n. fazer uma nova versão de roteiro. Caberá ao CONTRATANTE. fazer adaptações que achar necessária. denominado CONTRATANTE. poderão ter acesso às filmagens. a que se refere a cláusula anterior. CLÁUSULA SÉTIMA O CONTRATADO concorda em fornecer documentos necessários para comprovar que o CONTRATANTE é o detentor dos direitos patrimoniais de suas obras. Os recursos de que tratam esta cláusula serão de responsabilidade exclusiva do CONTRATANTE que. Ambas as partes. na cidade de Curitiba (PR) e. solteiro. utilizando-se de alguns elementos do conto e da primeira versão do roteiro do CONTRATADO. através dos mecanismos de fomento a projetos audiovisuais. medirá todos os esforços para a viabilização do curta-metragem. CLÁUSULA QUARTA Pela cessão dos direitos das obras. em seu processo artístico de criação de novo roteiro.da primeira versão do roteiro intitulados TERRA INCÓGNITA. CLÁUSULA SEXTA O CONTRATADO. CLÁUSULA QUINTA O pagamento. o CONTRATANTE pagará ao CONTRATADO a importância de R$ XXXXXXXXXXXXXXXXXXX (XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX). sem necessidade de pré-aviso. O filme terá exibição em salas de cinema. desde que respeitado os créditos do CONTRATADO na função de roteirista e de contista. Parágrafo segundo. intituladas TERRA INCÓGNITA. do presente instrumento. GILBERTO BARONI FILHO. quando da assinatura do presente instrumento. cujo resultado final será um curta-metragem de aproximadamente 15 minutos. canais de televisão. bem como sua cônjuge e filho. residente e domiciliado a Rua XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. com base nas obras mencionadas anteriormente. diretamente com o CONTRATADO. de agora em diante. CLÁUSULA SEGUNDA Caberá ao CONTRATANTE. bem como qualquer outro meio de comunicação existente ou não à assinatura do presente instrumento. será efetuado à vista. advogado e cineasta. através de recursos oriundos de leis de incentivo à cultura. brasileiro. de agora em diante denominado CONTRATADO. E de outro lado. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. conforme previsto na cláusula primeira. com a finalidade única e exclusiva para adaptação cinematográfica.

contar-se-á o prazo a partir da data de assinatura do presente instrumento..500. cada um receberá. em posição de destaque. Parágrafo único. eventos e outros correlatos. o nome do CONTRATADO. pelo menos 3 (três) cópias em VHS do filme TERRA INCÓGNITA. da seguinte maneira: “Um filme livremente inspirado no conto Terra Incógnita de Érico Beduschi” CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA Constará nos créditos principais do filme. Parágrafo único. iniciando-se sua vigência com data retroativa em 14 de Maio de 2001. O presente contrato será firmado em 2 (duas) vias e assinado por duas testemunhas. num período máximo de 2 (dois) anos da data de assinatura do presente instrumento. CLÁUSULA OITAVA O presente contrato tem duração por período indeterminado. festivais ou outros congêneres. CLÁUSULA DÉCIMA Constará nos créditos principais do filme. O CONTRATADO poderá utilizar o material mencionado anteriormente para promover suas atividades artísticas em palestras. desde que não fique configurado intuito comercial. que o filme venha a receber através de exibição. do CONTRATANTE e de outros que fizerem contribuições. para sanar eventuais lides decorrentes do presente contrato. Por exemplo. CLÁUSULA NONA Ao CONTRATADO será entregue.000. sendo o nome do CONTRATADO inserido por primeiro. o nome do CONTRATADO na função de contista.. 29 de Abril de 2004 . se o filme ganhar um prêmio de R$ 10. caberá ao CONTRATADO e aos demais co-roteiristas recebê-lo proporcionalmente. BELTRANO. mostras. conforme a seguir: Roteiro de ÉRICO BEDUSCHI GIL BARONI FULANO. exposições.. tão logo fique finalizado. Curitiba. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA Qualquer premiação em dinheiro. a quantia de R$ 2.00 (dez mil reais) e houver 4 (quatro) roteiristas. concursos. CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA Elege-se o foro de Curitiba/Paraná.. será convidado para o evento de lançamento do filme que deverá acontecer nos cinemas da Fundação Cultural de Curitiba ainda no ano de 2004. em partes iguais. Além disso. sem ônus. em posição de destaque. modificações e/ou adaptações nas versões do roteiro.00 (dois mil e quinhentos reais).Parágrafo único. cabendo ao CONTRATADO um percentual de 10% (dez por cento) sobre os lucros líquidos provenientes de qualquer comercialização da obra. A titularidade patrimonial do produto cultural resultante será única e exclusivamente do CONTRATANTE.. Para os fins do parágrafo único da cláusula sétima. na função de ROTEIRO/ROTEIRISTA. seguindo-se do nome do CONTRANTE e dos demais co-roteiristas.

Constará em todo e qualquer material de divulgação o nome do autor e de sua respectiva obra. sendo creditado no trabalho. O pagamento. filmagens e/ou gravações. 7. e CPF XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. na cidade de Ponta Grossa/PR e LUÍS FERNANDO SEVERO. durante este período. 4. 6. Compromete-se e responsabiliza-se. brasileiro. MIGUEL SANCHES NETO cede à LUÍS FERNANDO SEVERO os direitos patrimoniais de sua obra intitulada CHOVE SOBRE MINHA INFÂNCIA. seu nome como AUTOR DA OBRA. sem prejuízo de outras medidas cíveis e penais cabíveis. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX e do CPF XXXXXXXXXXXXXXXXXX. À MIGUEL SANCHES NETO será entregue uma cópia em VHS ou DVD do filme. LUÍS FERNANDO SEVERO compromete-se. O não pagamento do valor estipulado. também. 3. 2. acarretará na imediata rescisão deste contrato. escritor. residente e domiciliado na Rua XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. pela adaptação cinematográfica da obra. a realizar todos os esforços para a captação de recursos junto à iniciativa privada através das leis de incentivo à cultura ou através de outras fontes de recursos tais como: fundos. podendo ser renovado por período igual caso não haja manifestação contrária das partes sendo permitido a LUÍS FERNANDO SEVERO. Por dita opção. utilizar a obra para os fins descritos na cláusula 1. A direção ficará por conta de LUIS FERNANDO SEVERO. portador da Carteira de Identidade sob n. A produção a que se refere o item anterior será realizada entre os anos de 2004 e 2006. no início das filmagens ou das gravações. por toda a produção do filme. celebram entre si o presente. residente e domiciliado à Rua XXXXXXXXXXXXXXXXX. será efetuado no evento da produção audiovisual. lançamentos. sem prejuízo das sanções civis e penais cabíveis. a ser efetuado na primeira semana de filmagem ou de gravação. durante o período de vigência do presente instrumento. para fim único e exclusivo de adaptação para a produção cinematográfica de longa-metragem e/ou televisiva. 5._____________________________ CONTRATANTE ________________________________ CONTRATADO MODELO 2 CONTRATO DE CESSÃO DE DIREITOS PARA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL Pelo presente documento. festivais e mostras. Além disso. tão logo fique finalizado. a partir da data de assinatura do presente instrumento. o qual será regido pelas seguintes cláusulas e condições: 1. LUÍS FERNANDO SEVERO pagará à MIGUEL SANCHES NETO a importância de R$ XXXXXXXXXX (XXXXXXXXXXXXXX) referente aos direitos para exploração audiovisual sobre a mencionada obra. solteiro. quando já percebidos os recursos oriundos de leis de incentivo à cultura ou de outras fontes. concursos etc. ainda. MIGUEL SANCHES NETO será convidado para eventos de estréia. . mantendo-se fiel ao conteúdo escrito. programas. portador da Carteira de Identidade sob n. nesta Capital. com a finalidade de comercialização e divulgação nos meios de comunicação televisivos e cinematográficos. brasileiro. a que se refere o item anterior. em posição de destaque. O descumprimento de qualquer uma das cláusulas pactuadas no presente instrumento acarretará à parte que assim ensejar. MIGUEL SANCHES NETO. 8. multa no valor de R$ XXXXXXXXXXXX (XXXXXXXXXXXXXXX). responsável. XXXXXXXXXXXXX. Este contrato tem duração de 4 (quatro) anos.

isto é. 13 de Novembro de 2003. 73). 2000. Alguns pontos que devem ser sempre observados quanto ao direito de imagem: • Via de regra. na presença de 2 (duas) testemunhas. Na visão da doutrinadora Jacqueline Sarmento Dias. A maioria dos doutrinadores acredita que o direito à imagem é um direito disponível. O Direito que recai sobre ela tem função de proteger o retratado das mais variadas espécies de violações. A imagem de uma pessoa é amparada pela Constituição Federal. Miguel Sanches Neto Luís Fernando Severo 9. Portanto. Belo Horizonte pg. evitando assim possíveis ações na esfera cível e criminal. O presente contrato será firmado em 2 (duas) vias. Curitiba. O campo da violação do direito de imagem reúne vários tipos de abuso. além de estar prevista no Código Civil e no Código Penal. sua imagem poderá ser utilizada livremente. Deve-se conter o individualismo excessivo. na obra O Direito à Imagem: “a imagem é o reflexo.Elege-se o foro de Curitiba/Paraná. muito cuidado quando for utilizar indevidamente e sem o consentimento a imagem das pessoas. Esse expor público não se traduz por si só em ilícito. • Pode ou não haver remuneração nos casos do uso da imagem. • Quando o retratado for pessoa notória. afinal a imagem das pessoas é protegida pelo ordenamento jurídico pátrio. o abuso lucrativo e a falta de consentimento” (Editora Del Rey. É um ambiente complexo. depende do consentimento daquele cuja imagem seja utilizada para os mais diversos fins. qualquer imagem depende de autorização expressa (exceto as caricaturas desde que não tenham conotação injuriosa). A IMAGEM DOS OUTROS Esse é um capítulo que deve ser estudado com muita atenção. tudo dependerá da maneira como forem estipuladas as condições entre as partes. . para sanar eventuais lides decorrentes do presente contrato. desde que para fins informativos e sem a intromissão em sua vida privada. a exteriorização da personalidade.

por prazo indeterminado e em apresentações públicas em geral. nesta Capital a utilizar as imagens cedidas pelo entrevistado/participante. Caso. Nas produções audiovisuais de cunho documental e ficcional. ou seja. foto. Geralmente produções de baixo orçamento não prevêem recursos para tais autorizações. A seguir. tais como: festivais de audiovisual. recairá sobre aquele que assim o fez o dever de reparar os danos morais causados ao indivíduo retratado. . caso contrário. exposições. 10. XXXXXXXXXXXXXXXX não assume nenhuma responsabilidade perante o fato. alguns modelos de contratos referentes aos direitos de imagem. solteiro. quando se tratar de notícias informativas e quando não houver o cunho comercial. som da voz. abaixo assinado. Eu. ou reeditadas em partes ou no todo fora dos termos aqui descritos. ___________________________________________________________________________________ RG: _______________________ CPF: _________________________ Data de Nascimento: ____/___/____ Endereço________________________________________________________ Telefone: ______________ Estou ciente e autorizo o acima exposto para o filme documentário ENQUANTO A GENTE DORME. futuramente. Não há problema desde que esteja expresso no contrato ou termo que a pessoa está cedendo sua imagem gratuitamente. O indivíduo que tiver sua imagem usada indevidamente poderá ingressar com ação judicial pedindo indenização por danos morais e/ou patrimoniais. ou durante acontecimentos sociais. • Não há necessidade de autorização de indivíduos retratados em cenário público. Por se tratar de um assunto extremamente delicado. exibições comerciais etc. as imagens venham a ser utilizadas indevidamente. recomenda-se que toda imagem retratada tenha a expressa autorização do retratado. recomenda-se sempre a autorização expressa e escrita daquele que tiver sua imagem retratada. para a produção do filme documentário. A moral das pessoas não pode ser atingida quando da retratação de sua imagem. nome do entrevistado/participante. sem ônus. MODELOS DE CESSÃO DE IMAGENS MODELO 1 TERMO DE CESSÃO DE IMAGEM O presente instrumento tem como objeto a utilização da imagem. brasileiro. mostras. A proteção ao direito de imagem recai sobre as pessoas vivas ou falecidas. O presente instrumento possibilita ao produtor e diretor XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX.• Retrato-falado não exige consentimento expresso. com divergências entre alguns doutrinadores e juristas. residente e domiciliado à Rua XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. Neste último caso. sem ônus e por período indeterminado. os direitos poderão ser exercidos pelos seus sucessores. intitulado provisoriamente ENQUANTO A GENTE DORME. realizado durante o ano de 2003. portador do RG sob número XXXXXXXXXXXXX e inscrito no CPF/MF sob número XXXXXXXXXXXXXXXX.

4 1. as partes devidamente qualificadas anteriormente. a utilização de sua imagem e som de voz à CONTRATANTE.1 2.6 Filme/VT/Suporte: Produto: Veiculação: Veículo: Duração: Tempo de Trabalho: Pelo presente instrumento particular de contrato.3 3. Parágrafo segundo O objeto deste instrumento contratual não tem finalidade lucrativa. OBJETO DO CONTRATO 3.3 1. Parágrafo primeiro A imagem e som de voz de que trata o caput da presente cláusula.5 3. ____________________________________________ entrevistado/depoente INSTRUMENTO MODELO 2 PARTICULAR DE CONCESSÃO DE IMAGEM POR TEMPO DETERMINADO PARA A UTILIZAÇÃO EM FILME AUDIOVISUAL 1.4 3.6 Empresa: Endereço: CNPJ: Representante(s) legal(is): CPF: Endereço: 2. nos campos CONTRATANTE e CONTRATADO(A). _____ de __________________ de 2003.Curitiba.1 3.1 1. . CONTRATANTE 1.2 1. não caberá ao(à) CONTRATADO(A) direitos sobre percentuais lucrativos.2 3.3 2.4 2. ajustam a prestação de serviços e concessão de imagem e som de voz por tempo determinado para utilização em filme audiovisual cujos detalhes são descritos no campo OBJETO. tudo em conformidade com as cláusulas e condições a seguir detalhadas: CLÁUSULA PRIMEIRA O(A) CONTRATADO(A) cederá.5 Nome: Endereço: CPF: Nacionalidade: Profissão: 3. Mas no caso de existir qualquer forma de comercialização. será utilizada e veiculada pela CONTRATANTE em filme audiovisual documentário intitulado: “XXXXXXXXXXXXXXXXXXX” cuja finalidade é o relato de acontecimentos históricos da aviação brasileira na região do Paraná e Santa Catarina.2 2. CONTRATADO 2. a título gratuito e por tempo determinado.5 1.

CLÁUSULA QUARTA O(A) CONTRATADO(A) concede à CONTRATANTE a exclusividade de sua imagem e som de voz para os fins do objeto do presente instrumento particular. por tempo determinado de 5 (cinco) anos. de comum acordo. CLÁUSULA OITAVA . para os fins estabelecidos no presente instrumento. Parágrafo segundo São de responsabilidade da CONTRATANTE a guarda e a utilização do material produzido neste contrato. não a desobrigam das sanções civis e penais prevista na legislação pátria. sem que haja qualquer veiculação negativa ou que possa a denegrir a imagem do(a) CONTRATADA. em todo o território nacional. Parágrafo terceiro O(A) CONTRATADO(A) responsabiliza-se exclusivamente pela veracidade das informações prestadas no seu depoimento. CLÁUSULA TERCEIRA O(A) CONTRATADO(A) concede e autoriza à CONTRATANTE o uso gratuito e por tempo determinado de sua imagem e som de voz no material audiovisual objeto deste instrumento. exclusivamente através de mídia eletrônica (CD-ROM/Fitas de vídeo e outros congêneres) e canais de televisão (aberto e fechado). CLÁUSULA SÉTIMA Qualquer dano moral que a CONTRATANTE venha a ocasionar em detrimento do descumprimento das cláusulas do presente instrumento. CLÁUSULA SEXTA Correrão por conta da CONTRATANTE todas despesas referentes à produção do material audiovisual descrito no presente instrumento. Parágrafo único Ao término do período estabelecido no caput desta cláusula. inicialmente.CLÁUSULA SEGUNDA O material audiovisual será veiculado. ampliar o prazo de duração deste instrumento. pelo bom uso destas e da veracidade das informações obtidas acerca do depoimento prestado. durante a vigência deste contrato. CLÁUSULA QUINTA A CONTRATANTE fica autorizada a utilizar livremente a imagem e som de voz cedida pelo(a) CONTRATADO(A) para os fins especificados neste instrumento. as partes poderão. Parágrafo primeiro Entende-se por bom uso da imagem: a utilização do depoimento do(a) CONTRATADO(A). para tanto. não podendo. a partir da assinatura do presente instrumento. ceder a mesma imagem e som de voz para terceiros que venham a realizar o mesmo gênero de material audiovisual especificado neste instrumento. zelando.

as partes assinam este instrumento em 2 (duas) vias de igual teor e para um só efeito. ________________________________ Contratante ______________________________________ Contatrado(a) Testemunhas: ________________________________ ________________________________ 11. esse programa visa. instituiu o PRONAC – Programa Nacional de Apoio à Cultura. que as partes elegem neste ato para esse efeito.Qualquer dúvida resultante do fiel cumprimento do presente ajuste será dirimida pelo foro de Curitiba. 27 de Janeiro de 2004. Em linhas gerais. na presença das testemunhas abaixo. através de renúncia fiscal. LEI ROUANET – FONTE DE RECURSOS A Lei Federal 8. estimular e fomentar a produção de atividades culturais das seguintes áreas: Música. b) Artes .313 de 23 de Dezembro de 1991. depois de lido e achado conforme. conhecida por Lei Rouanet. E por estarem de pleno acordo. Curitiba.

Secretaria de Música e Artes Cênicas. f) Patrimônio Histórico. Esse investimento pode se dar na modalidade de patrocínio ou doação.2 Pessoas Físicas O abatimento é efetuado integralmente. os recursos necessários para a realização da obra artística. Vejamos.Cênicas. em projetos culturais: EXEMPLO DE INVESTIMENTO PARA PESSOAS FÍSICAS Com apoio à cultura Em Reais (R$) 1) Imposto de Renda devido 2) Valor do patrocínio ou doação 3) Dedução de 100% do IR devido (Art. numa tabela exemplificativa. a seguir. A previsão legal se encontra no artigo 18 da Lei 8. junto a iniciativa privada.000.000.000.000.000.00 4) Novo imposto a pagar Sem apoio à cultura Em Reais (R$) 1.000.000. Secretaria do Patrimônio. diretamente do Imposto de Renda devido.00 0. captar os recursos para o seu projeto cultural. A Pessoa Física pode investir até 6% de seu Imposto de Renda devido em favor de projetos culturais previamente aprovados pelo Ministério da Cultura. 1 Como Funciona Com a Portaria de aprovação do projeto publicado no Diário Oficial da União. Estas Secretarias são responsáveis pela habilitação dos projetos e pela publicação de aprovação de tais projetos no Diário Oficial da União. publica-se uma Portaria no Diário Oficial da União e o projeto está apto a captar. que os analisa através das Secretarias competentes (Secretaria do Audiovisual. por parte da pessoa física.00 0.000.00 50. d) Literatura. Anualmente.00 . 18 da Lei 8.00 950. o empreendedor cultural pode procurar a iniciativa privada e. 11.).00 50. c) Audiovisual. Uma vez habilitados pela Secretaria competente. um modelo de investimento.313 de 1991.000. Artístico e Cultural.00 1.313/91) de 50. Museus e Artes Plásticas etc. g) Folclore.000. Artesanato e Manifestações Culturais Tradicionais. através da renúncia do Imposto de Renda. Cabe ao empreendedor cultural captar os recursos para seu projeto através de Pessoas Jurídicas ou Pessoas Físicas. os artistas inscrevem seus projetos no Ministério da Cultura. 11.00 1. e) Artes Visuais.

O artigo 18.00 Sem apoio à cultura Em Reais (R$) 10.00 0. de 30 de novembro de 1964: (. de 23 de dezembro de 1991”(patrocínio ou doação). Dois são os impostos que devem ser pagos pela empresa quando da apuração do lucro real: Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) e Imposto de Renda. a seguir. não sendo permitida quaisquer deduções. 11. estará obtendo o desconto genérico de 20% (vinte por cento) e não poderá utilizar o recibo de investimento em cultura.313. exceto as referidas no parágrafo 2o”.000.. em seu parágrafo 2o. diretamente do Imposto de Renda devido. veda o lançamento da doação ou patrocínio como despesa operacional para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real.000. um modelo de investimento. independente do disposto no artigo 47 da Lei 4.000. a base de cálculo do Imposto de Renda não pode ser alterada. precisa preencher sua declaração de Imposto de Renda no formulário completo oferecido pela Receita Federal.A Pessoa Física. Resumindo.00 . Observe-se que o valor do adicional do IR deve ser recolhido integralmente. 8. no entanto. sabendo que parte de seu imposto está sendo direcionado especificamente para o fomento da cultura nacional. Diz o artigo: “para efeito da apuração do lucro real e da base de cálculo da contribuição social sobre lucro líquido.) VI – das doações.000.000. a Pessoa Física investe em projetos culturais de sua preferência. Para a determinação da base de cálculo da CSLL. para gozar do benefício supra-referido. Desta feita. por parte da empresa. O que ainda não foi percebido pela maioria dos empresários e produtores é que esta operação pode vir a dar retorno financeiro para o empresário mecenas. visto que a lei veda expressamente seu lançamento como despesa operacional. são vedadas as seguintes deduções. Vejamos. 3 Pessoas Jurídicas O abatimento é efetuado integralmente. de 26 de dezembro de 1995. Segue o parágrafo 2o dizendo: “podendo ser deduzidas as seguintes doações: I – as de que trata a Lei n..249. devemos utilizar o artigo 13 da Lei 9.00 50.506. numa tabela exemplificativa. em projetos culturais: EXEMPLO DE ABATIMENTO PARA PESSOAS JURÍDICAS Com apoio à cultura Em Reais (R$) 1) Lucro líquido 2) Valor do patrocínio ou doação (*) 10. Caso opte pelo formulário simplificado.

a Pessoa Jurídica que investe em projetos culturais.000. da Lei 9. no entanto. refletindo automaticamente na redução da base desta contribuição e.426.000.500. que o empresário.00 6) IR devido 15% de 1% (**) 1. (***) Limitados a 4% do imposto devido. As empresas tributadas com base no lucro presumido ou arbitrado estão vedadas de se beneficiarem do incentivo fiscal à cultura. também recebe uma contrapartida financeira do Estado para essa operação. o empresário aplicou exclusivamente recursos de impostos no projeto.00 1.00 3.321. Desse modo. conforme previsto no artigo 10o.5 mil. obteve um benefício de 109% do valor do patrocínio ou doação.500.00 – R$ 3.00 5) Lucro real (1% .00 (Art.000.000. os incentivos fiscais dedutíveis do Imposto de Renda somente poderão ser utilizados pelas empresas que estejam tributadas com base no lucro real.100.376.00 = R$ 54. Com isso. O valor de lucro real que excede a R$ 240 mil sofre uma incidência adicional de 10%. ao aplicar R$ 50.000. além de destinar parte de seu imposto para um segmento cultural conhecido e abater esses recursos integralmente. 18 da Lei 8. Em resumo.000.000.00 8) Dedução de 100% do IR devido 50.000. Resumindo. as doações e patrocínios em projetos culturais aprovados nos termos do artigo 18 da Lei não poderão ser considerados despesas dedutíveis para fins de determinação do lucro real.00 7) Adicional de IR (+10%) 976. Outro detalhe importante é que os incentivos não são cumulativos com o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).950. na redução do valor do tributo.00 900. (**) A alíquota de IR que incide sobre o lucro real é de 15%.000.00 9.00 2.500. mas podem.476. 11.00.00) (***) 9) IR a ser pago 2.00 4%) (*) Abatimento como despesa para efeitos de cálculo da CSLL. assim.376.2%) 9.000.100.00 0. Verifica-se.000.000.500.000.00 10) Total de impostos pagos (9% + 3.000.3) Novo lucro líquido para cálculo 9.00 976. 4 Procedimento de investimento para pessoa física ou jurídica . consequentemente.500.00 no caso apresentado.000.00 da CSLL 4) Contribuição social (9% de 1%) 895. teve uma redução tributária de R$ 3.00 10. ser deduzidas para determinação da base de cálculo da CSLL.321. O imposto devido pela aplicação adicional de 10% sobre o excedente aos 240 mil deve ser recolhido integralmente e não é computado para a relação entre o desconto integral como patrocínio ou doação e os 4% do IR devido.313/91 – de 50.500.000.532/97.000. calculado com a aplicação da alíquota de 15%. ou seja. obtendo ainda um resgate tributário de R$ 4.

00 (quatro mil reais). o que eqüivale a R$ 4. • • • • 11. no ano seguinte.00 (cem mil reais) de Imposto de Renda. o empreendedor cultural irá procurar incentivadores para investir no seu projeto (Pessoas Físicas ou Jurídicas). a Pessoa investidora poderá. De posse do recibo.U. Se for Pessoa Física. TERCEIRO PASSO O empreendedor cultural emite um recibo de investimento padronizado do Ministério da Cultura e entrega ao investidor. de posse deste recibo. QUARTO PASSO O investidor. poderá utilizá-lo na declaração do Imposto de Renda do ano seguinte.00 (seis mil reais). Imediatamente o empreendedor cultural emite pelo menos 3 (três) vias de recibos de investimento. Se for Pessoa Jurídica. Uma via destes recibos fica com a Pessoa investidora. deverá efetuar o repasse do valor do incentivo diretamente na conta corrente do projeto. um esquema de fácil compreensão: PRIMEIRO PASSO O empreendedor cultural procura o investidor e este decide SEGUNDO PASSO O investidor faz o repasse do valor a ser incentivado na conta corrente do projeto. Outra via fica com o empreendedor cultural. Esta Pessoa recebe a visita de um empreendedor cultural e este lhe mostra um projeto aprovado pelo Ministério da Cultura. pode destinar 4% (quatro por cento) do Imposto de Renda devido. A outra via vai para o Ministério da Cultura que fará um controle de quem está incentivado o projeto e de quem poderá abater o valor investido na Declaração do Imposto de Renda.000.O.Publicada a Portaria de aprovação do projeto no D.000. A Pessoa faz o repasse deste valor diretamente na conta corrente do projeto.5 Retorno dos investimentos ao incentivador . pode destinar 6% (seis por cento) do Imposto de Renda devido. Uma vez que a Pessoa Física ou Jurídica aceite incentivar o projeto. para abatimento integral do valor investido Um exemplo prático: • • Uma determinada Pessoa (Física ou Jurídica) paga aproximadamente 100. o valor incentivado. na Declaração do Imposto de Renda.000. com a devida Portaria publicada no Diário Oficial da União. a seguir. A Pessoa decide incentivar o projeto. Vejamos. abater integralmente. o que eqüivale a R$ 6. nos padrões do Ministério da Cultura.

cartazes. out-doors etc. Enfim. As Pessoas que investem em cultura têm sido bem recebidas aos olhos da sociedade. circo etc. Um curta-metragem (projeto audiovisual). costuma ter uma divulgação nos meios de comunicação televisivo. no entanto. sem qualquer ônus. levará o nome da empresa para mais de 300.A Pessoa incentivadora do projeto tem 4 (quatro) grandes vantagens sobre o seu investimento: a) A primeira vantagem é a decisão de destinar o imposto pago para projetos culturais de seu interesse. essa publicidade se dá através de banners. que investe maciçamente em projetos culturais e é vista como uma empresa que se preocupa com o aspecto sóciocultural do País. b) A segunda vantagem é o abatimento integral de seu investimento no imposto a ser pago. a publicidade se dá através de mídia televisiva. haverá uma forma específica de divulgação do nome da empresa investidora. De acordo com a área cultural do projeto contemplado pela Lei de Incentivo. convites.000 (trezentos mil) espectadores. Lembrando que num curta-metragem a logomarca da empresa vem estampada nos créditos finais e iniciais do filme. Um projeto de artes cênicas (teatro. dança. 11. Em outros. contribuindo com a valorização de artistas e técnicos brasileiros. c) A terceira vantagem é retorno do investimento em publicidade e divulgação. folders. por exemplo. por exemplo. O alcance desta publicidade atinge milhares de pessoas. d) A quarta vantagem é o estímulo a projetos culturais do País. Caso típico é o do PETROBRAS. de acordo com o projeto cultural a ser investido.). se exibido nos mais de 60 (sessenta) festivais nacionais. radiofônica e jornalística (é o caso de projetos de artes cênicas e de audiovisual).6 A publicidade da empresa no resultado final do projeto Via de regra. haverá sempre um grande retorno publicitário para a empresa incentivadora. Esta divulgação sempre veicula o nome das empresas investidoras nos créditos de um comercial. 11.7 Aspecto social do investimento Tão importante quanto a publicidade da empresa é a sua responsabilidade social. .

Pode agregar o aspecto de responsabilidade e preocupação com o lado social de nosso país. pode agregar na sua marca muito mais do que um aspecto financeiro ou econômico. Ou seja.Uma empresa. é muito comum se ouvir das pessoas jargões do tipo: “essa não é só uma empresa que vende um produto ‘x’. mas também uma empresa que investe em cultura”. . por exemplo.

Jurídica de Direito Público . nome e currículo do coordenador pedagógico.Cópia autenticada da Carteira de Identidade. revistas. Do Projeto .Quando o projeto envolver a realização de cursos de formação e capacitação de profissionais ou ensino das artes. etc.Cópia autenticada do CPF . com detalhamento das atividades culturais realizadas nos últimos dois anos (relatando datas.. folderes. . local de Do Proponente Pessoa realização. matérias Física em jornais.12.Estatuto.Currículo do proponente.Relatório de atividades culturais da instituição nos últimos dois anos (relatando datas. revistas. é necessário. cartazes. Regimento ou Contrato Social e posteriores alterações. nome dos participantes. .Plano de Distribuição de Produtos Culturais.).Carteira de Identidade e do CPF do dirigente lucrativos da entidade. encaminhar o projeto pedagógico. matérias em jornais. DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA PROJETOS NA LEI ROUANET DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS . . Do Proponente Pessoa cartazes.Cópias autenticadas da: ou Privado com ou sem fins .Orçamento físico financeiro de acordo com modelo fornecido pelo Ministério da Cultura. Roteiro ou Argumento Certificado de Registro na Biblioteca Nacional Plano de Produção Cronograma de Desembolso Cronograma de Execução Física Contrato de Cessão de Direitos (quando se tratar de adaptações) Audiovisual . . .Formulário padrão preenchido.).Termo de posse do dirigente da instituição ou Ata de eleição da Diretoria. folderes. incluindo termo de responsabilidade assinado pelo proponente. . também.Plano Básico de Divulgação elaborado de acordo com o Manual de Identidade Visual do Ministério da Cultura. etc. . . nome dos participantes. local de realização..

I Órgão Expedidor: Matrícula: Endereço residencial: Cidade: UF: CEP: C.P. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Título: Área(*): Modalidade(*): O projeto refere-se à Cultura Negra Patrimônio Histórico tombado pelo IPHAN Localidade: Segmento(*) Endereço na Internet: MECENATO A iniciativa de realização é no exterior do país 2.I Órgão Expedidor Endereço: Cidade: UF: CEP: Telefone: ( ) Fax:( ) Endereço Eletrônico(E-mail): .F Cargo: Função: ) Fax:( ) UF: CEP: CNPJ: Endereço Eletrônico(E-mail): C. IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE De Direito Público Esfera administrativa P E S S O A J U R Í D I C A Administração: Federal Direta Estadual Indireta Municipal De direito privado sem fins lucrativos de natureza cultural De direito privado com fins lucrativos de natureza cultural Entidade: Endereço: Município: Telefone: ( Dirigente: C.P.SOLICITAÇÃO DE APOIO A PROJETOS MECANISMO DE APOIO X 1.F P E S S O A F Í S I C A Nome: C.

(*) Ver tabelas I e II de Áreas e Segmentos e Modalidades do Manual de Instruções do Mecenato .

inclusive seus resultados 4. isto é. o que deseja realizar.3.OBJETIVOS Indique os objetivos do projeto.JUSTIFICATIVA Informe porque propôs o projeto .

6 .º de dias necessários para realização) Duração em minutos Datas: (quando for produção audiovisual) Início / / Término N.º do ato de tombamento e data (quando o bem for tombado) / / Estimativa de público alvo: (camadas da população/ quantos / faixa etária) . etc. Plano de distribuição do produto cultural Período de execução (n. vídeos. .ESTRATÉGIAS DE AÇÃO (MEMORIAL DESCRITIVO) Enumere e descreva as atividades necessárias para atingir o(s) objetivo(s) desejado(s) e explique como pretende desenvolvê-las . REALIZAÇÃO DO PROJETO Tiragem: do produto cultural como CD.revistas.5. jornais.

Unidade Indique a unidade de medida de cada item da coluna 3 5.Total da linha coluna 3 X coluna 5 X coluna 6 8.Quantidade de unidades Indique a quantidade de unidade de medida descrita na coluna 4 6.Descrição das etapas/fases 3Quantidade Indique a quantidade de cada item da coluna 2 4.7.Total Indique a soma dos totais da coluna 7 Prazo de duração 910Início Término Previsão de início e término da fase Indique o item ou serviço que será contratado/utilizado 1 PRÉ-PRODUÇÃO/PREPARAÇÃO TOTAL DE PRÉ-PRODUÇÃO/PREPARAÇÃO 2 PRODUÇÃO/EXECUÇÃO TOTAL DE PRODUÇÃO/EXECUÇÃO 3 DIVULGAÇÃO/COMERCIALIZAÇÃO . dando as especificações técnicas necessárias 1etapas/ fases numere as etapas/ fases 2. Orçamento físico-financeiro .detalhe aqui os itens de despesa necessários à execução do projeto.Valor Unitário Indique o preço de cada unidade de despesa 7.

TOTAL DE DIVULGAÇÃO/COMERCIALIZAÇÃO 4 CUSTOS ADMINISTRATIVOS TOTAL DE CUSTOS ADMINISTRATIVOS 5 IMPOSTOS/RECOLHIMENTOS TOTAL DE IMPOSTOS/RECOLHIMENTOS 6 ELABORAÇÃO/AGENCIAMENTO TOTAL DE ELABORAÇÃO E AGENCIAMENTO TOTAL DO PROJETO (somatório de 1 a 6) .

RESUMO DAS FONTES DE FINANCIAMENTO VALOR (R$) FONTES Mecenato (Lei 8. Local/data: _________________/_________/_________. são de minha inteira responsabilidade e podem.estou ciente de que devo estar quites com a União. nas peças promocionais.as informações aqui prestadas. ser comprovadas. e com o FGTS. a qualquer momento. no produto final ou serviço.313/91) Audiovisual (Leio 8. . e que ao apresentá-lo este deve ser acompanhado dos documentos básicos e dos específicos de cada área.685/93) Recursos Orçamentários (Inclusive FNC) Leis estaduais de incentivo Leis municipais de incentivo Outras fontes(inclusive contrapartida TOTAL 9 . no mínimo.8. sem os quais a análise e a tramitação do projeto ficarão prejudicadas por minha exclusiva responsabilidade. sem prejuízo de outras medidas administrativas e legais cabíveis. e que deverei solicitar previamente autorização do Ministério da Cultura.936. RESUMO GERAL DO ORÇAMENTO (Preencher de acordo com o que foi descrito nas planilhas) ATIVIDADE DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES CUSTO POR ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 PRÉ-PRODUÇÃO/PREPARAÇÃO PRODUÇÃO/EXECUÇÃO DIVULGAÇÃO/COMERCIALIZAÇÃO CUSTOS ADMINISTRATIVOS IMPOSTOS /SEGUROS ELABORAÇÃO/AGENCIAMENTO VALOR DO PROJETO:(R$) 10 . . TERMO DE RESPONSABILIDADE P A R A T O D O Estou ciente que são de minha inteira responsabilidade as informações contidas no presente formulário relativo ao meu projeto cultural. . DECLARAÇÕES OBRIGATÓRIAS M E C E N A T Declaro. Nome do proponente: ______________________________________________________ Assinatura do Proponente: __________________________________________________ O S C A S O S S . a movimentação dos recursos somente poderá ocorrer quando a captação alcançar.caso o apoio se concretize. 195 (INSS) e 239 (PIS/PASEP) da Constituição Federal. também. O 11 . obedecidos os critérios estabelecidos pela Portaria nº 219 de 04/12/97 e. inclusive com as contribuições de que tratam os art. 20% do orçamento total. tanto no projeto como em seus anexos. 2º do Decreto nº 83. de 06/09/97 que: . para poder me beneficiar da lei de incentivos fiscais. . por um período de 12 meses.estou ciente da obrigatoriedade de fazer constar o crédito à Lei Federal de Incentivo a Cultura. conforme modelo definido pelo manual de identidade visual do Ministério da Cultura.qualquer inexatidão nas declarações anteriores implicará o arquivamento do processo e que estarei sujeito às penalidades previstas no Código Penal Brasileiro. que o não cumprimento deste dispositivo implicará minha inadimplência junto ao PRONAC. nos termos do art.

peças gráficas e de propaganda referentes á mídia e divulgação do projeto supracitado. de acordo com o disposto na Portaria/MinC/219/97) DATA: _____ /_____ /_____ ASSINATURA: . de acordo com o que determina a Port/MinC/219/97 e conforme abaixo especificado NOME DO PROJETO: ____________________________________________________________________________________ Peça de Divulgação/Veículo (indique a peça gráfica ou veículo de comunicação utilizada para divulgação) Tamanho/Duração (indique as dimensões da peça gráfica ou a duração no caso de peças audiovisuais) Formato da Logomarca (indique o formato da logomarca que será utilizada de acordo com o Manual De Identidade Visual do Ministério da Cultura) Posição da Logomarca (indique o local onde será inserida a Logomarca do Ministério da Cultura.PLANO BÁSICO DE DIVULGAÇÃO Comprometo-me a fazer constar a logomarca do Ministério da Cultura em todos os produtos.

PLANO DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS CULTURAIS Quantidade Total Disponível Nome do Evento/Produto Nº de Exemplares/ Ingressos Distribuição Gratuita Patrocinador Outros (*) Total para a Venda Venda Normal Venda Promocional Valor Unitário Receita Prevista (R$) (R$) Preço Normal Preço Venda Promocional Venda Normal Promocional (*) Especifique aqui o público-alvo a ser beneficiado com a distribuição gratuita: Receita total Prevista(R$) (venda normal + venda promocional) Local/Data : Assinatura do Proponente .

EXCELENTÍSSIMO SENHOR XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO DAS ARTES AUDIOVISUAIS XXXXXXXXXXXXXXXXXXX. produtora e roteirista de cinema.09. 2. 02 de Junho de 2005. Na espera de seu bom acolhimento. para fins de aprovação pela Lei 8. vem perante Vossa Excelência apresentar o projeto de curta-metragem.313/91 (Mecenato) de acordo com os benefícios do artigo 18 (alterado pela Medida Provisória n.01). brasileira. intitulado XXXXXXXXXXXXXXXX.2281 de 06. . Curitiba. em película 35mm. divorciada.

XXXXXXXXXXX CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES PRÉ-PRODUÇÃO/PREPARAÇÃO PRODUÇÃO/EXECUÇÃO DIVULGAÇÃO/COMERCIALIZAÇÃO CUSTOS ADMINISTRATIVOS IMPOSTOS /SEGUROS ELABORAÇÃO/AGENCIAMENTO CUSTO POR ATIVIDADE VALOR DO PROJETO:(R$) .

LEI ROUANET (8. MALUCELLI S/A.07. PRINCIPAIS INCENTIVADORES – SADIA S/A.2005 à 31. BANCO J. alterado pela Medida Provisória n.313/91) – R$ XXXXXXXXXX(xxxxxxxxxxxxxxxxx).01) 3.DEMONSTRATIVO DE RECEITA 1. entre outras. PERÍODO DE CAPTAÇÃO – ESTIMATIVA: 01. ÁGUAS OURO FINO LTDA. . 2. RECURSOS PRÓPRIOS – ISENTO (artigo 18 da Lei 8.228-1 de 06.2005 4. 2.09.313/91.12.

3. orçamentos de materiais e serviços para o filme).313/91). Preparação (elaboração do projeto de filmagens. levantamento dos custos para produção e organização de cronograma de produção). Inscrição do projeto no Ministério da Cultura para a obtenção de recursos através dos benefícios da Lei Roaunet (Lei 8. 6. Produção (filmagens). Captação do recursos (elaboração de material para apresentar a possíveis incentivadores prospectados).CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO FÍSICA 1. técnicos e fornecedores de serviços e materiais). Pré-produção (agendamento das filmagens com artistas. 2. Desenvolvimento do projeto (elaboração de roteiro. 4. . 5.

Prestação de Contas do projeto junto ao Ministério da Cultura conforme o disposto na Lei 8. cópias e material publicitário – cartazes. Definição da locação. Exibição (inscrição do filme em festivais nacionais e internacionais e exibição em circuitos alternativos – cinematecas. . edição de imagens. mixagem. PLANO DE PRODUÇÃO 1. com autorização de uso. Último tratamento do roteiro. trilha sonora. 10. Definição de todos os fornecedores. cineclubes etc). 9. banners e folders). Pós-produção/Finalização (serviços de laboratório. Desprodução (devolução de equipamentos e materiais utilizados no filme).313/91 e demais regulamentações. Definição de apoio e/ou patrocínios.7. 8.APROXIMADAMENTE 1 SEMANA • • • • • • • Contratação de equipe técnica. edição de som. PRÉ-PRODUÇÃO . Escolha do material de cena. Elaboração de projeto de arte.

. mixagem etc. Avaliação do som captado. Decupagem do roteiro.. Elaboração do plano final de filmagem (agenda). som de sala. Escolha dos músicos que irão encabeçar a equipe de trilha sonora. 4. Dolby license. Planejamento de locação e reserva de equipamentos.. Contratação da equipe de apoio e infra-estrutura. FINALIZAÇÃO – APROXIMADAMENTE 3 SEMANAS • • • • • • Montagem em AVID do material filmado. 5. PREPARAÇÃO – APROXIMADAMENTE 1 SEMANA • • • • • • • • Execução do projeto de cenografia. iluminação e maquinários. o sétimo dia é folga e virada. Contratação de equipe de montagem.. Primeiros estudos da trilha sonora. FILMAGENS – APROXIMADAMENTE 1 SEMANA • • • 6 dias de filmagens por semana. Definição de equipe técnica. 3. Execução do projeto dos figurinos e adereços. PÓS PRODUÇÃO – APROXIMADAMENTE 1 SEMANA • Desprodução. Elaboração dos projetos de som. foleys. gemidos.2. Dublagens. efeitos. Criação de trilha sonora definitiva em cima das imagens das montagens.

Elaboração do projeto de divulgação. .• • • Efeitos óticos. Execução do projeto gráfico.

13. MODELO DE ORÇAMENTO .

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RELAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS DE CINEMA Nome Alessandro Laroca Alvaro Archanjo Alziro Barbosa Andrea Tomereli Andrea Vaz Ariadene ou Ivana (Fundação Catarinense Cultural) Beto Carminatti Carlos Firmino Cinecolor Cinema Dolby Digital Fefo Gazeta do Povo (Paulo Camargo ou Rudnei Flores) Ivanir Pereira da Silva (Fumaça) Jacob Sarmento Jaime Brustolim Janice Davila JKL (João) Kito Labocine (Alice Camargo) Link Digital Lion Seguros (Altair) Função Editor de Som Assistente de Câmera Diretor de Fotografia Diretora de Produção Produtora de Elenco (Rede Globo) Locação de câmera 35mm Diretor Assistente de Câmera Transcrição óptica Laboratório Cinematográfico Royaties Design gráfico Imprensa Eletricista Locação de câmera 35mm Locação de câmera e grua Assistente de Câmera Locação de câmera Assistente de Câmera Laboratório Cinematográfico Telecinagem Seguradora de câmera e equipamentos Telefone (41) 3023-8162 ou (41) 91936879 (41) 9161-6441 ou (41) 2482537 (11) 6914-7888 ou (11) 99839734 (41) 9967-4090 ou (41) 3423821 (21) 2444-5780 ou (21) 78380632 (48) 234-4632 (41) 253-9115 ou (41) 30249115 (11) 8138-0404 (11) 4191-2600 (11) 3107-9585 (21) 2523-0152 (41) 3029-0289 ou (41) 91066339 (41) 321-5417 ou (41) 321-5418 (41) 9181-2545 ou (41) 6793713 (11) 3661-9390 ou 8104-8822 (41) 244-7510 (11) 3865-5438 ou (11) 81227610 (11) 3842-4691 (11) 9237-8786 (21) 2569-2002 (21) 2539-2704 (11) 3231-0577 .14.

Figurinos e Maquiagem (41) 332-0200 ou (41) 91997090 (41) 344-7790 ou (41) 91546847 (11) 9940-6635 ou (11) 58532100 (41) 364-9243 ou (41) 99630337 (11) 3664-7004 (21) 2539-1190 (41) 256-6023 ou (41) 99954150 (11) 9115-2353 ou (11) 33310948 ou (11) 6581-3673 (41) 222-5040 (11) 3889-2605 0800 41 8277 ou (41) 333-9599 (51) 9956-4274 ou (11) 50914000 (41) 253-4660 .Loc All (Marcelo Prosdóximo) Luciano Oliva Marcelo Capobianco Marcos Ribeiro Mega Color (Cacá) Movedol (Ronald ou Gilberto) Roberto Carli ou Marcelo Carli Rubens Eleotério Sated/PR Tele Image Vaspex Wagner Rodrigues Zenor Ribas Locação de câmera e equipamentos Maquinista Películas Kodak Técnico de Som Laboratório Cinematográfico Créditos Técnico de Som Locação de câmera 35mm e Diretor de Fotografia Sindicato dos Artistas do Paraná Laboratório Cinematográfico Transorte de material Películas Fuji Diretor de Arte.

bn.org. SITES MAIS IMPORTANTES Informações sobre a Agência Nacional do www.satedsp. Site sobre informações sobre www.ctavnotícias e muitas sav.telaviva.org festivais nacionais e internacionais. com vários modelos de contratos e notas contratuais.br informações para quem está começando.ancine. www.br Sindicato do Rio de Janeiro. Informações sobre o www.org. Informações sobre o Ministério e suas atuações. www.com.br Cinema. além de outras ANCINE – Agência Nacional do Cinema MINISTÉRIO DA CULTURA TELA VIVA KINOFORUM DECINE BIBLIOTECA NACIONAL SATED/RJ SATED/SP .gov. Site que divulga www. Informações sobre registro de obras www.br Sindicato de São Paulo.br Legislação sobre projetos da Lei Rouanet e informações gerais.cultura.br audiovisuais (roteiros e argumentos) Informações sobre o www.satedrj.kinoforum.gov. além de completa legislação audiovisual sobre projetos.15.com.b diversas notícias r sobre o cotidiano do audiovisual. Informações gerais sobre produções audiovisuais.

incluindo a projeção cinematográfica. segue um breve e eficaz glossário para no caso de um esquecimento momentâneo.com. ambiente. Informações sobre o Sindicato dos Profissionais de Cinema do Rio de Janeiro.org. GLOSSÁRIO Galera.sindcine. amplificador: equipamento eletrônico destinado a amplificar a intensidade dos sinais de áudio e fornecer a potência suficiente para fazer funcionar os monitores de áudio. Exemplo: negativo captado em 16mm ou Super 16mm transformado para negativo 35mm. responsável pelas normas e padrões técnicos que devem ser observados em diversos tipos de produtos e atividades. A ABNT: sigla da Associação Brasileira de Normas Técnicas. acústica: parte da ciência que trata dos fenômenos associados ao som.com. a partir do termo equivalente em inglês.br SINDCINE/SP www. canal: canal da trilha sonora do filme utilizada para reproduzir efeitos que transmitam o "ambiente" sonoro da cena mostrada na tela. . Informações sobre o Sindicato dos Profissionais de Cinema de São Paulo. AC: abreviação de Corrente Alternada.aptc. Ampliação É um processo óptico feito em laboratório que transforma uma imagem captada na bitola menor para uma bitola maior. Informações sobre o Sindicato do Rio Grande do Sul 16.br informações importantes para o artista.STIC/RJ www. É o tipo de corrente normalmente recebida das companhias de eletricidade. br APTC www.stic. Ampère: unidade utilizada para expressar a magnitude de um fluxo elétrico.

Anamorfização e Desamorfização A- Anamorfização: É um processo óptico de compressão de imagem. Essa imagem, antigamente chamada "wide screen", é comprimida num fotograma normal de 35mm. Para isso, a imagem precisa sair de seu normal, mudando de forma (fina e comprida), daí a denominação anamórfica. A imagem anamórfica pode ser obtida de duas maneiras: 1) captação direta na câmara de filmagem através de lentes especiais; 2) processo óptico de laboratório, ou seja, a imagem é captada em formato plano (Super 35mm) e comprimida opticamente através de lentes especiais no laboratório. B- Desanamorfização: É processo inverso, só que, neste caso, só é possível opticamente no laboratório. ângulo de projeção: ângulo formado entre o eixo ótico de projeção e um reta ou plano de referência.

B
Banda de legenda - também denominada de banda americana. É uma película transparente que contem as legendas de um filme, impressas em letras pretas, do mesmo tamanho do negativo ou internegativo, junto do qual será copiado. bandor: conjunto de painéis móveis fixados ao refletor para controle das dimensões do feixe luminoso. base: camada da película cinematográfica utilizada como suporte da emulsão da película. Também chamada "suporte". batoque: cilindro de plástico no qual se enrola a película cinematográfica de 35 mm, para armazenagem e transporte. bitola: medida da largura da película cinematográfica, de uma extremidade à outra. Bleach by pass - é uma modificação nos processos de revelação de negativo ou positivo que consiste em fazer com que a película que está sendo revelado não passe pelo banho denominado bleach ou embranquecedor, cuja função é eliminar a prata que fica retida durante o processo. Geralmente é solicitado pelo cliente que deseja fazer uma modificação no padrão normal dos filmes coloridos. bobina: também chamada "carretel", é o suporte no qual é enrolado o filme para projeção, transporte e armazenagem. boom: haste na qual é suspenso o microfone, utilizada para seguir os movimentos dos atores. brute: refletor com lâmpada a arco de alta potência equipado com lente Fresnel.

C
cabeça à fricção: cabeça de tripé com mecanismo de fricção regulável, usada para se obter movimentos suaves de câmera, no sentido vertical ou no sentido horizontal.

cabeça giroscópica: cabeça de tripé de câmera comportando um mecanismo giroscópico interno que tem por objetivo assegurar a uniformidade do movimento da câmera. cabeça magnética: componente do projetor utilizado para leitura da trilha sonora magnética dos filmes. câmera aérea: câmera de cinema projetada para realização de efeitos óticos (trucagens) quando uma imagem aérea é refotografada. candela: unidade internacional de medida de luminância. Seu símbolo é "cd". carretel (ou bobina): carretel plástico ou metálico com flanges protetoras usadas para se enrolar o filme. carvão: eletrodos de grafite ou outras formas de carbono, utilizados nas lanternas antigas, chamadas "de carvão", como fonte de luz da projeção. change-over: termo em inglês para designar a inversão, ou troca, entre projetores durante a projeção de um filme. chapéu-alto (hi-hat): suporte especial de câmera que permite posicioná-la a poucos centímetros do chão. chefe eletricista: chefe da equipe de elétrica do set de filmagem. CinemaScope: também chamado "Scope", é o mais popular dos formatos chamados "panorâmicos" em 35 mm. Utiliza uma lente "anamórfica, na filmagem e na projeção, com formato igual a 1:2,35. cintilamento (ou flicker): variações perceptíveis na intensidade luminosa da imagem projetada na tela. O mesmo que "flicker". claquete: dispositivo que consiste em dois pedaços de madeira unidos num extremo por uma dobradiça e pintado com listras brancas e pretas alternadas. É mantido à frente da câmera e do microfone e estalado quando o equipamento começa a ser utilizado. O estalo e a imagem das posições relativas das duas madeiras identificam a sincronização correta do som e imagem. coladeira: equipamento utilizado para emendar as extremidades da película cinematográfica. contra-regra: pessoa encarregada dos acessórios ou objetos necessários à ação do filme. contra-grifa: pino, ou pinos, que se encaixam nas perfurações do filme para mantê-lo imóvel durante o tempo de exposição. cópia "0" (cópia "zero"): cópia destinada à verificação e à aprovação dos serviços de laboratório.

cópia de trabalho: cópia positiva contendo os planos do filme em finalização, utilizada pelo montador para realizar seu trabalho. cópia: a cópia de um filme, produzida a partir de um negativo ou de um filme reversível. copiadora com janela molhada: copiadora na qual o filme é recoberto ou imerso em um líquido especial durante a copiagem, a fim de reduzir a um mínimo os arranhões do negativo sobre a cópia. Cópia "flashada" É uma cópia trabalhada pelo laboratório, na qual se joga uma luz neutra extra (igual nas 3 camadas), no momento da copiagem, a fim de baixar o contraste da cópia. Esta técnica, em geral, é usada em filmes para televisão. Copião É uma cópia muda (sem som), feita do negativo revelado das filmagens diárias de uma produção. O copião é feito dos "takes" escolhidos para serem copiados, a partir do boletim de filmagens, com especificações dos que devem ser copiados. A- Copião com luz padrão: É uma só copiagem (sem variação de luz). A partir do negativo que será copiado, o técnico determina uma intensidade de luz que seja intermediária e contemple de forma média, todas as correções da metragem total a ser copiada. B- Copião com marcação de luz cena a cena (take): A partir do negativo que será copiado, o técnico vai determinando intensidades de luz e cores diversas para as correções individuais de cada cena, a fim de obter um nível ideal de cor e densidade. corta-foco: obturador secundário da lanterna de projeção que interrompe o feixe luminoso quando o filme não estiver em movimento, para evitar que ele se queime. cross-over: equipamento eletrônico utilizado para separar o sinal sonoro em diferentes faixas de freqüência. cruz de malta: componente do projetor que produz o movimento intermitente de "avança-e-pára" da película cinematográfica durante a projeção.

D
dB: símbolo de decibel. dc: abreviação de corrente contínua, do termo em inglês, designando um tipo de corrente elétrica que flui em um só sentido, como o necessário para funcionamento das lanternas a xenon ou "carvão". debitador: tambor dentado utilizado no projetor para tracionar a película cinematográfica durante a projeção. decibel: unidade utilizada para expressar o nível de pressão sonora, cujo símbolo é "dB". decupagem: É a ordenação do roteiro dramático num story board detalhando plano a plano o filme proposto. É a forma visual do roteiro literário, da qual participam o diretor, o diretor de produção, o continuísta e o diretor de fotografia.

lâmpada e espelho de projeção. sincronizado às imagens através de um time code impresso fotograficamente na película cinematográfica. nos procedimentos analógico ou digital. por exemplo. ou 50%.30. Uma película que transmita metade da luz incidente. entre a trilha sonora ótica analógica convencional e o fotograma.é o processo inverso da anamorfização. e uma densidade igual a 0. ou a opacidade dos tons negros nos processos em P&B. na qual é registrada a imagem do filme.ou lentes . emenda: procedimento utilizado para unir extremidades da película cinematográfica. DTS: sistema sonoro digital no qual a informação sonora é registrada em um CD. depois que esta foi filmada. dublagem: gravação de diálogos sincronizados com a cena. emulsão: camada da película fotográfica sensível à luz. sem afetar os outros comprimentos de onda do espectro luminoso. E eixo ótico (da projeção): reta imaginária que passa pelo centro geométrico da lente . Densitometria . por exemplo. só é possível opticamente no laboratório. que transmitem o calor. Dolby: marca do fabricante que desenvolveu e fabrica um sistema para redução de ruídos da trilha sonora dos filmes e para registro e reprodução de trilhas com som estereofônico. espelho do projetor ou da lanterna: espelho de alta qualidade ótica e capacidade de reflexão.de projeção.densidade: utilizado em fotografia para expressar a transmitância ou reflectância. utilizado para concentrar a luz de projeção no fotograma que será projetado na tela. . direitos autorais: direitos do autor e dos que são conexos (Lei Federal 9. Neste caso. da película fotográfica. no formato de uma semi-esfera ou parábola. Desanamorfização .50. com menor quantidade de calor. densitômetro: instrumento utilizado para medir a densidade de uma imagem fotográfica.é um capítulo da Sensitometria que consiste num método de medir a opacidade das cores nos processos coloridos. tem uma transmitância igual a 0.ROM. possibilita concentrar no fotograma uma maior quantidade de luz. dicróico: tipo de revestimento aplicado em espelhos ou lentes que filtra os raios infravermelhos. O espelho dicróico.610/98) distância de projeção: distância entre a objetiva do projetor e a tela de projeção. Esta medição é feita em aparelhos calibrados para tal e que são chamados de densitômetros.

Filme Negativo . frame: termo em inglês para fotograma ou quadro. flicker: variações perceptíveis na intensidade luminosa da imagem projetada na tela. fotômetro: instrumento utilizado para medição da intensidade luminosa. F fantasma: "borrão" vertical na imagem."fantasmas" ao redor das imagens projetadas na tela. quando ela se apresenta nítida. Também chamado de "3D". fotocélula: dispositivo do projetor.espelho frio: espelho dicróico que não reflete os comprimentos de onda das radiações infravermelhas. Costuma-se dizer que a imagem está "flicando". estrela (ou tribase): dispositivo destinado a manter fixas as pernas do tripé da câmera. isto é. copiões. formato de projeção: proporção entre a altura e a largura da imagem do filme na tela. inversa da imagem real. sendo necessária a sua duplicação em filme de cópia (positivo). fora de quadro: defeito da projeção quando a imagem não está centrada na tela de projeção.produz uma gravação inversa à da luz e áreas negras da cena filmada. que transforma variações na luz em variações em impulsos elétricos. foco: diz-se que uma imagem está em foco. O mesmo que "cintilamento". resultante de uma má regulagem do obturador em relação ao movimento do filme. ou quando a película não está posicionada corretamente no projetor e o espaço entre os fotogramas é projetado na tela. filme virgem: película fotográfica não exposta nem processada. . O filme negativo pode ser: a) preto e branco b) colorido Filme positivo .utilizado pelos laboratórios para serviços de copiagem (cópias de trabalho. cópias de exibição) filme tridimensional: processo que transmite a ilusão de profundidade nos filmes. flicker: termo em inglês para cintilamento. fantasma: problema da projeção quando formam-se pequenos halos . Nesses casos costuma-se dizer que a imagem está "fora de quadro". usado para designar variações na intensidade luminosa na tela de projeção. com as bordas bem definidas. Não pode ser visto diretamente após o processamento. seja em baixo ou em cima.

H horímetro: dispositivo das lanternas a xenon utilizadas para monitorar o tempo de utilização das lâmpadas. . as ondas sonoras. As freqüências infravermelhas transmitem principalmente calor. para dar continuidade ao filme que está sendo exibido. na qual uma nova cena aparece gradualmente ao mesmo tempo que a primeira cena desaparece gradualmente. intermediate: internegativo (ou interpositivo) utilizado como etapa intermediária na produção de cópias positivas (ou negativas). I ignitor: mecanismo utilizado para dar partida na lâmpada xenon. fusível: dispositivo de segurança utilizado para interromper ou desconectar um fluxo elétrico que exceda a capacidade de uma instalação elétrica ou equipamento. instabilidade horizontal: defeito da projeção quando a imagem projetada na tela movimenta-se de um lado para o outro. fusão: a transição de uma cena para outra. infravermelho: parte do espectro eletromagnético com freqüência abaixo das freqüências luminosas visíveis pelo olho humano. por exemplo. inversão de projetor: procedimento pelo qual o operador cinematográfico muda de um projetor para o outro durante a projeção. hot spot: termo em inglês que significa "mancha quente". G gelatina: folha de material transparente e colorido utilizado para modificar a luz dos refletores. utilizado para designar áreas de maior concentração de luz na tela de projeção. grifa: nome do componente mecânico no formato de um garfo que introduz seus dentes nas perfurações da película cinematográfica para puxá-la em um movimento intermitente de "avança-e-pára". instabilidade vertical: defeito da projeção quando a imagem projetada na tela movimenta-se para cima e para baixo. internegativo: negativo produzido a partir de uma cópia positiva original utilizado para fazer outras cópias.freqüência: o número de ciclos de um fenômeno que se repete a intervalos periódicos como. sem que o público perceba.

utilizada dependendo do serviço a ser feito. Legenda . por exemplo. não raro resumida.J janela de projeção: placa de metal inserida no projetor. . das falas dos artistas. não pode feita por este processo. Janela Líquida É uma técnica utilizada para copiagem óptica. lanterna xenon: nome genérico que se dá à lanterna de projeção que utiliza uma lâmpada a gás de xenônio como fonte de luz. lâmpada de tungstênio: tipo de lâmpada geralmente utilizado como fonte de luz dos projetores de 16 mm portáteis. mantendo ou não o mesmo formato do negativo. L laçada: folga na película cinematográfica durante o seu carregamento na câmera de filmagem ou no projetor que tem por finalidade possibilitar o movimento intermitente da película. mantendo o mesmo formato da matriz. lanterna a carvão: lanterna de projeção na qual se utiliza como fonte luminosa a descarga elétrica entre bastões de grafite ou outro composto de carbono.letreiro aposto a uma película cinematográfica para apresentação do filme ou com a tradução. O mesmo que loop. que fornece a luz para leitura da trilha sonora ótica impressa na película. alimentada por corrente contínua. com a proporção correta do da imagem que deve ser projetada na tela. em que o líquido é aplicado tanto na matriz como no filme virgem. lanterna de projeção: caixa de metal na qual se instala a fonte de luz da projeção. lâmpada excitadora: lâmpada utilizada como fonte luminosa de um sistema de leitura do registro sonoro ótico. lâmpada excitadora: lâmpada incandescente. Janela Molhada É uma técnica semelhante a da janela líquida. A ampliação. Janela Submersa É uma técnica utilizada para copiagem por contato. Lavagem na máquina de ultra-som É uma máquina que utiliza o processo ultra-sônico para limpeza do filme. eliminando todas as impurezas decorrentes do manuseio. Esses processos com líquidos são utilizados para retirada / minimização de riscos e abrasões sobre o original. Nesse sistema o líquido é aplicado apenas no negativo.

para que ele possa fazer a inversão dos projetores. praticamente duplicando a largura da imagem registrada no fotograma. ou em um variedade de instrumentos óticos. M magazine: compartimento fechado do projetor no qual fica o rolo de película para projeção ou remoção.método usado para corrigir as distorções de cores em filmes coloridos ou de tons negros em filme P&B. maquinista: profissional responsável pela operação da maquinaria de filmagem. bem como para obter efeitos especiais solicitados pelos clientes na fotografia final dos filmes. locação: local de filmagem que não seja em estúdio. . travelling. Marcação de luz . luz parasita: luz indesejável proveniente de lâmpadas não protegidas.Legendagem .configura-se na elaboração de uma banda de legenda. A lente anamórfica usada na filmagem comprime a largura da imagem. Pode ser feita de duas maneiras: a) processo óptico . reduzindo-a. etc. tais como grua. à metade do valor original.configura-se na impressão a laser diretamente na cópia. b) a laser . lente plana: qualquer lente não anamórfica. luminosidade da tela: a luminosidade do feixe de luz de projeção refletido pela tela. loop: folga na película cinematográfica durante o seu carregamento na câmera de filmagem ou no projetor que tem por finalidade possibilitar o movimento intermitente da película. que. líder: pedaço da película cinematográfica utilizado para identificar cada rolo do filme. A lente anamórfica utilizada na projeção faz o inverso. lente anamórfica: tipo de lente com diferentes magnificasses nas dimensões vertical e horizontal da imagem. portas abertas. lente: dispositivo ótico utilizado para produzir uma imagem na tela. para que a imagem projetada corresponda à imagem original. etc. aproximadamente.é o método da inclusão da legenda numa película. reflexos. Também pode ser usada para convergir ("concentrar") ou divergir ("dispersar") raios luminosos em diversas aplicações. em uma película fotográfica ou cinematográfica. O mesmo que "laçada". marcas de inversão: marcas impressas na película para lembrar o operador cinematográfico que o final do rolo se aproxima. juntamente com os negativos (ou internegativos) de som e imagem permite que sejam tiradas cópias legendadas.

permanece imóvel em frente à janela no tempo suficiente para ser exposto ou projetado. moldura (ou máscara) da tela: moldura. Negativo "flashado" . após cada deslocamento. montagem do negativo: operação na qual os negativos originais do filme. movimento intermitente: deslocamento da película na câmera ou no projetor. A. letreiros. moviola: nome de um fabricante de mesas de edição verticais. grão fino e alto poder de resolução. até então registrados em diferentes trilhas.Pré-flash: É a utilização desta técnica num negativo virgem. são combinados. montagem: processo para combinação das cenas filmadas na seqüência desejada para o filme quando pronto. ajustados e regravados em uma única trilha. colocada nas extremidades da tela para ajustar suas dimensões às da imagem projetada. e outros negativos. ou. . móvel ou fixa. tais como inserção de trucagens. fades. que. fusões. master positivo: cópia feita a partir do negativo original para se produzir um contratipo negativo. 2) é executado no laboratório.É uma técnica através da qual se imprime luz no negativo para baixar o seu contraste. etc.a montagem de negativos é feita tanto para a finalização de filmes como também para as fases intermediárias. são unidos na seqüência desejada para o filme. B.é um filme especial. mesa de edição: equipamento utilizado para montar ou editar a imagem ou o som do filme. possui emulsão Preto & Branco de alto contraste. mixagem: etapa da finalização de um filme onde os sons do filme. N Negativo . num copiador. monitor de áudio: conjunto de alto-falantes utilizados para reprodução sonora. apresentações etc. na falta de tal câmara.Pós-flash: É a utilização desta técnica no negativo filmado. no qual o filme avança quadro a quadro e. para um bom registro de área variável. antes da revelação.Montagem de negativos . geralmente utilizado como designação genérica para esse tipo de equipamento.veja Filme Negativo Negativo de som . Pode ser feita de duas maneiras: 1) em câmaras que já possuem lâmpada com dispositivo especial para esse efeito. montagem A e B: técnica de montagem de negativos ou filmes reversíveis em rolos separados para eliminar a reprodução de emendas e facilitar a copiagem de efeitos óticos.

ponta preta: parte da película. utilizado para interromper o fluxo no momento em que a película é movimentada na câmera.negativo da imagem: película contendo os negativos das imagens filmadas. Especifica as tarefas. P patins: dispositivo que mantém o filme pressionado contra os tambores dentados (sprocket) da câmera ou projetor. potenciômetro: instrumento para regulagem do nível sonoro durante a gravação ou a reprodução. os prazos. Q quadro compressor: componente do projetor utilizado para pressionar levemente o filme contra o patins. ou no projetor. mixagem. colocada no início do rolo de um filme para proteção da película no momento de carregá-lo ou descarregá-lo.copiador usado para fazer correção de luzes e cores. a serem superpostas às imagens do filme durante a copiagem. filmagem. obtendo-se com isso uma grande economia de filme copiado e de tempo de trabalho. . produção. negativo das legendas: negativo que só contém as imagens das legendas. utilizando para tal fim apenas de 1 a 3 fotogramas de cada take. plano de filmagem: É a planificação e o gerenciamento da produção propriamente dita. Operador cinematográfico. O plano de filmagem é montado pelo produtor executivo e o diretor. os custos e os responsáveis pela pré-produção. finalização e a previsão da primeira cópia do filme. O obturador: disco metálico circular e plano com setores abertos destinados à passagem da luz durante o movimento do filme na câmera. perfuração: orifícios na película cinematográfica nos quais se encaixam os dentes do mecanismo intermitente do projetor para tracioná-la durante a projeção. montagem. ou no projetor. Este aparelho é uma versão moderna dos antigos Light-Tests. totalmente preta. Proof Printer . a partir do qual são feitas as cópias do filme. negativo: filme com as imagens registradas com distribuição tonal reversa às do original. para expor o fotograma seguinte. projecionista: profissional responsável pela operação dos equipamentos de projeção.

no espaço entre as perfurações e as extremidades da película. a passagem de uma dimensão maior para uma menor. as imagens aparecem na polaridade correta. retificador: equipamento que transforma a corrente alternada. cenários. . de um rolo para outro. ruído de fundo: os componentes indesejáveis de um registro sonoro.É o processo inverso. no qual a informação sonora é registrada fotograficamente nas duas bordas da película. reversível: película na qual. redução de ruídos: procedimento utilizado em sistemas de som. e não com negativos. ruído: qualquer sinal indesejável.R rebobinadeira: equipamento usado para rebobinar a película cinematográfica. que. incluindo cinema. O processo de revelação consiste numa seqüência de etapas. fornecida pelas companhias elétricas. consistindo de sons parasitas captados durante a gravação e ruídos gerados pelo equipamento eletrônico. roteiro: documento contendo a descrição detalhada das cenas. S SDDS: sistema sonoro digital da Sony. rolete liso: componente no formato de um cilindro de metal utilizado para guiar a película cinematográfica no projetor. alteram-se o temp de revelação e a temperatura. Revelação . em corrente contínua. que tem por objetivo eliminar qualquer som que não faça parte da trilha sonora do filme. resposta de freqüência: a capacidade de um equipamento em transmitir ou reproduzir as freqüências de um registro sonoro. antes ou depois da projeção. rolete dentado: componente no formato de um cilindro de metal com dentes que se encaixam nas perfurações da película cinematográfica para movimentá-la no projetor durante a projeção. Geralmente utilizado em oposição a som. para alimentar as lanternas a xenon ou a "carvão". ou seja. Redução . em função da película e dos resultados que se pretendem obter.é um processo químico que permite o aparecimento da imagem que foi fotossensibilizada. O mesmo que enroladeira. após revelação. Exemplo: filme captado em 35mm a ser transformado para 16mm. ações e diálogos de um filme.

. copiadoras. posicionando o quadro da imagem em frente à janela de projeção para ser projetado. tambor debitador: tambor dentado que leva o filme à área da janela dos projetores. câmeras. som magnético: processo no qual a trilha sonora do filme é registrada em uma fita magnética colada em laboratório sobre a película cinematográfica. bem como dos processos de filmagem. geralmente de material plástico flexível. SR·D: sistema sonoro digital dos laboratórios Dolby. start: fotogramas nos quais são marcados visualmente o início da imagem e do som do filme. som estereofônico: tipo de registro e reprodução sonora na qual os sons são divididos em diversos canais independentes. etc. permitindo assim a sincronização de ambos durante a projeção. usualmente transparente. surround: termo em inglês para designar o canal ambiente da trilha dos filmes. Permite a otimização dos processos usados dentro dos laboratórios cinematográficos e fotográficos. no qual a informação sonora é registrada fotograficamente através de uma série de pontos no espaço entre perfurações da película cinematográfica. Também chamada "base". suporte: material plástico flexível. ou canal. e são reproduzidas por um mesmo conjunto de monitores de áudio. som digital: sistema de registro e reprodução sonora no qual os sons são registrados através de codificação matemática. som ótico: registro sonoro feito pela conversão das modulações do som em uma imagem fotográfica que é reconvertida em modulações elétricas durante a reprodução sonora. também chamados "subgraves". som monofônico: sistema sonoro no qual todas as informações sonoras do filme são registradas em uma única pista. sub-woofer: nome em inglês que se dá aos monitores de áudio utilizados para reprodução das freqüências sonoras muito baixas.Sensitometria . da película cinematográfica sobre o qual podem ser aplicados uma emulsão fotográfica ou outras substâncias. sincronismo (ou "sinc"): sincronismo correto entre as imagens do filme e os seus respectivos sons. T tambor de tração: tambor dentado do projetor que movimenta o filme de forma intermitente. tela (de projeção): superfície. utilizado como suporte da imagem durante a projeção.é a ciência que estuda as propriedades e características das emulsões fotográficas.

tweeter: nome em inglês que se dá aos monitores de áudio utilizados para reprodução das altas freqüências sonoras. . os "agudos". telecinagem: transferência da imagem fílmica para sinal digital e imagem em vídeo temperatura de cor: método utilizado para descrever a cor de uma fonte luminosa através de um único número. posicionado em frente à câmera ou projetor.veja "lavagem em máquina de ultra-som" ultravioleta: parte do espectro eletromagnético com freqüência acima da faixa de freqüências luminosas visíveis. utilizado para registrar a localização de cada fotograma do filme para sincronização com o som. torre (das lentes): disco giratório. V visionamento: exame crítico do filme durante a projeção. time code: termo inglês que significa "código de tempo". dar ao espectador a impressão deque o som e a imagem do filme se originam no mesmo ponto. W woofer: nome em inglês que se dá aos monitores de áudio utilizados para reprodução das baixas freqüências sonoras. os "graves". dessa forma. tela perolizada: tela de projeção cuja superfície contém elementos esféricos possibilitando controlar a diretividade da reflexão da luz de projeção. utilizada quando se deseja instalar os monitores de áudio atrás da tela para. expresso em graus Kelvin.tela perfurada: tela de projeção com pequenos orifícios em toda a sua extensão.É um teste fotográfico que define se o filme virgem a ser usado nas filmagens está dentro das características indicadas pela fábrica. Teste Sensitométrico .É o processo de transferência das informações de um negativo ou positivo de 16mm ou 35mm para o padrão VHS ou BETA. Telecine . no qual são instaladas diversas lentes com diferentes distâncias focais. K. trilha sonora: parte da película cinematográfica na qual é registrado o som dos filmes. U Ultra-Som .