Resistência dos Materiais II

(Notas de Aula) Curso de Engenharia Civil

(2012)

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TORÇÃO SIMPLES

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TORÇÃO SIMPLES MOMENTO TORÇOR Existem determinadas situações de carregamento que envolvem esforços fora do plano “XY”, são sistemas tri-axiais de forças que geram resultantes de momento em relação ao eixo “X”, “Mx”, que da mesma forma, será calculado como simplesmente a soma algébrica desses momentos, considerados, pelo lado esquerdo ou pelo lado direito da seção transversal imaginária, em relação à direção “X”, e será denominada de ESFORÇO SECCIONAL DE MOMENTO TORÇOR ou simplesmente MOMENTO TORÇOR, simbolizado por “Mtx”. Note-se que devem ser iguais e simétricos, calculando-se pela esquerda ou direita, condição de equilíbrio do ponto “O” (R=0 e Mr=0). Este tipo de esforço seccional será abordado em detalhes e em conjunto com o estudo das tensões.
esq M tx = ∑ M x , dir

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Análise experimental das tensões x deformações:

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UFMS – Engenharia Civil – Resistência dos Materiais II – 2012 Prof. José Carlos Lobato Mesquita 1) Das relações geométricas:

2) Da Lei de Hooke para a torção Esforço Normal

Esforço Cizalhante

E = Módulo de Elasticidade Longitudinal

G = Módulo de Elasticidade Transversal

3) Da tensão no ponto “D”;

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UFMS – Engenharia Civil – Resistência dos Materiais II – 2012 Prof. José Carlos Lobato Mesquita 4) Do momento no ponto “D”;

5) Da Tensão no ponto, finalmente;

6) Do Momento de Inércia Polar;

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Fratura típica de Torção em materiais FRÁGEIS ou quebradiços

Ferro Fundido

Concreto ou Giz

Fratura típica de Torção em materiais DÚCTEIS ou elásticos (Aços)

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ESTADO DUPLO DE TENSÕES

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Panorama Final de Fissuração da Viga A Figura 1, representa o corte longitudinal da viga em análise, onde as curvas traçadas denominadas trajetórias das tensões, desenhadas pela tangente em cada ponto, na direção das tensões principais (σI e σII), que são as tensões máximas de tração e compressão respectivamente, e que correspondem ao resultado da combinação de esforços horizontais de tração ou compressão devidos ao momento fletor, e os esforços verticais devidos ao cortante, e que ocorrem simultaneamente no ponto. Portanto existirão sempre duas trajetórias de tensão passando em cada ponto. Se observarmos os diagramas de distribuição de tensões respectivos, verificaremos que as tensões longitudinais(tração e compressão), são máximas nos bordos superior e inferior, enquanto que as tensões transversais(cizalhamento), são nulas nesses pontos, consequentemente, as tensões principais nesses pontos serão as próprias tensões longitudinais; já as tensões transversais, são máximas para pontos sobre o eixo neutro, onde as tensões longitudinais são nulas, portanto as tensões principais para esses pontos serão essas próprias tensões transversais; para os demais pontos o que ocorre é a combinação dessas duas tensões, gerando tensões principais em direções inclinadas. As trajetórias representadas pelas linhas contínuas, em cor verde, representam as direções das tensões máximas de tração(σI) e as trajetórias representadas pelas linhas tracejadas, em cor vermelha, representam as direções das tensões máximas de compressão(σII). Para o concreto armado, conhecimento das direções das tensões principais, de modo particular das tensões de tração, são muito importantes na previsão das direções das fissuras e muito úteis no projeto da armadura do concreto, para previsão e dimensionamento de armadura de suporte as tensões trativas, tendo em vista a baixa resistência do concreto a tensões de tração.
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Anexos (*)

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SOLICITAÇÕES COMBINADAS

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FLAMBAGEM

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UFMS – Engenharia Civil – Resistência dos Materiais II – 2012 Prof. José Carlos Lobato Mesquita FLAMBAGEM (Flexão por Compressão) Trata-se de um fenômeno de instabilidade elástica lateral (encurvamento ou flexão) que as hastes apresentam, quando solicitadas axialmente por esforços longitudinais de compressão, é a situação de trabalho característica dos pilares ou colunas, porem se aplica á qualquer elemento estrutural que trabalhe dessa maneira (p.ex. uma barra no interior de uma treliça).

Este tipo de situação, se verificada, é considerada estruturalmente, como uma situação de ruptura ou de colapso estrutural, portanto estruturalmente inadmissível. Portanto, a verificação que se processa neste caso, é a determinação da carga capaz de produzir esse tipo de situação (deformação), para que se possa evitá-la. Essa carga é conhecida como carga crítica (Pcrit) ou carga de flambagem (Pfl). Desta forma, a condição de estabilidade de um elemento estrutural, submetido a essa situação de trabalho, é de que o esforço solicitante (Psol) seja sempre menor que a carga de flambagem (Pfl).

Coluna ou Pilar sob efeito da flambagem ou flexo-compressão
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Simulação da flambagem em laboratório

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TRABALHO E ENERGIA DE DEFORMAÇÃO

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Exercício de aplicação: Calcular para a viga em balanço solicitada por uma carga “P” conforme figura abaixo, o valor do deslocamento do ponto “B”.

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