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FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO

PROJETO PEDAGÓGICO

CURSO: ENGENHARIA AGRONÔMICA

PETROLINA, PE 2008

Sumário
INTRODUÇÃO .................................................................................................................... 4 1.1. Contextualização do Local da Instituição e Curso ............................................................ 4 1.2. Importância do Curso na Região...................................................................................... 6 1.3. Mercado de Trabalho ....................................................................................................... 7 2. DADOS DA INSTITUIÇÃO .................................................................................................. 8 2.1. Histórico ........................................................................................................................... 8 2.2. Justificativa do Projeto Pedagógico do Curso .................................................................. 9 3. DADOS DO CURSO ......................................................................................................... 10 3.1. Histórico da Criação....................................................................................................... 10 3.2. A Regulamentação das Profissões ................................................................................ 10 3.3. Engenharia Agronômica da UNIVASF ........................................................................... 13 4. PRINCÍPIOS NORTEADORES DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO .................... 14 4.1. Princípios Pedagógicos do Curso .................................................................................. 14 4.2. Linha Metodológica do Curso......................................................................................... 15 5. CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO ............................................................... 16 5.1. Desenvolvimento da Concepção Pedagógica ............................................................... 17 5.2. Trabalhando a interdisciplinaridade ............................................................................... 18 6. MISSÃO DO CURSO ........................................................................................................ 20 6.1. Objetivos Gerais do Curso ............................................................................................. 20 6.2. Objetivos Específicos do Curso ..................................................................................... 20 7. PERFIL DO PROFISSIONAL ............................................................................................ 22 7.1. Perfil do Profissional a ser Formado pelo Curso ............................................................ 22 8. MATRIZ CURRICULAR .................................................................................................... 24 8.1. Currículo do Curso ......................................................................................................... 24 8.2. Organização e Sistematização do Currículo do Curso ................................................... 24 8.3. Justificativa e Objetivo ................................................................................................... 25 8.4. A Estrutura Organizacional do Curso ............................................................................. 26 8.4.1. Núcleo de Conteúdo Básico .................................................................................... 26 8.4.2. Núcleo de Conteúdo Profissional Essencial ............................................................ 27 8.4.3. Núcleo de Conteúdo Profissional Específico ........................................................... 28 8.4.4. Núcleo de Conteúdo Eletivo .................................................................................... 29 8.4.5. Organização e Estrutura Curricular ......................................................................... 29 9. EMENTÁRIO .................................................................................................................... 35 10. ARTICULAÇÃO DE ENSINO, COM A PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO... 96 11. AÇÕES COMPLEMENTARES ........................................................................................... 99 11.1. Monitoria ...................................................................................................................... 99 11.2. Estágio ......................................................................................................................... 99 11.3. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) .................................................................... 102 12. INFRA-ESTRUTURA FÍSICA............................................................................................ 103 12.1. Condições Físicas...................................................................................................... 103 12.1.1. Biblioteca ............................................................................................................ 103 12.1.2. Instalações Laboratoriais .................................................................................... 103 12.1.2.1. Laboratório de Informática................................................................................ 104 12.1.2.2. Laboratório de Física..............................................Erro! Indicador não definido. 12.1.2.3. Laboratórios de Química .................................................................................. 104 12.1.2.4. Laboratório de Citologia, Histologia, Fisiologia e Ecofisiologia Vegetal ............ 105 12.1.2.5. Laboratório de Zoologia e Ecologia .................................................................. 105 12.1.2.6. Laboratório de Botânica ................................................................................... 106 12.1.2.7. Laboratório de Expressão Gráfica .................................................................... 106 12.1.2.8. Laboratórios de Solos ...................................................................................... 108 12.1.2.9. Laboratório de Agrometeorologia ..................................................................... 106 2 1.

12.1.2.10. Laboratório de Hidráulica e Irrigação .............................................................. 108 12.1.2.11. Laboratório de Drenagem............................................................................... 108 12.1.2.12. Laboratório de Tecnologias da Geoinformação .............................................. 109 12.1.2.13. Laboratório de Construções Rurais e Ambiência ............................................ 112 12.1.2.14. Laboratório de Tecnologia de Produtos Alimentícios Agropecuários .............. 109 12.1.2.15. Laboratório de Zootecnia......................................Erro! Indicador não definido. 12.1.2.16. Laboratório de Entomologia ........................................................................... 110 12.1.2.17. Laboratório de Fitopatologia ........................................................................... 110 12.1.2.18. Laboratório de Sementes ............................................................................... 111 12.1.2.19. Instalações Rurais (de Campo) ...................................................................... 107 12.1.2.20. Área de Melhoramento de Plantas ................................................................. 108 12.1.2.21. Área de Forragicultura e Pastagens ............................................................... 112 12.1.2.22. Área de Máquinas e Mecanização Agrícola.................................................... 112 12.1.2.23. Área de Fruticultura ........................................................................................ 113 12.1.2.24. Área de Olericultura e Agroecologia ............................................................... 113 12.1.2.25. Área de Silvicultura e Plantas Ornamentais ................................................... 114 13. RECURSOS HUMANOS ENVOLVIDOS NA ELABORAÇÃO DO PPC DE ENGENHARIA AGRONÔMICA....................................................................................................................... 115 13.1. Corpo Docente ........................................................................................................... 115 14. PROCESSO DE AVALIAÇÃO......................................................................................... 118 14.1. Do ensino e da Aprendizagem ................................................................................... 119 14.2. Do Funcionamento do Curso ..................................................................................... 121 14.3. Do Desempenho Docente .......................................................................................... 121 14.4. Do Desempenho Discente ......................................................................................... 122 14.5. Da Avaliação Institucional .......................................................................................... 122 15. CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DO PPC ............................................................... 123 15.1. Contratação de Docentes .......................................................................................... 123 15.2. Contratação de Funcionários ..................................................................................... 123 15.3. Adequação e/ou Construção de Salas de Aula .......................................................... 123 15.4. Construção de Laboratórios: ...................................................................................... 123 16. ACOMPANHAMENTO DO PPC ..................................................................................... 130 16.1. Papel da Coordenação de Curso ............................................................................... 130 16.2. Papel do Colegiado .................................................................................................... 130 16.3. Papel dos docentes ................................................................................................... 130

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Trata-se de uma divisão regional efetuada em termos político-administrativos e não corresponde. os pomares irrigados da região são cobertos por outras 45 diferentes culturas. dentre outras frutas. Contextualização do Local da Instituição e Curso As cidades de Petrolina e Juazeiro localizam-se no Vale do São Francisco. uma sensível redução dos empregos puramente agrícolas da região. Na área que engloba as cidades de Petrolina e Juazeiro. no qual a exportação é o aspecto de maior relevância. de pequena duração. às áreas com balanço hídrico positivo. A produção de grãos e culturas de ciclo curto são também exploradas com vistas ao atendimento do mercado 4 . com uma grande variedade de rochas das quais são extraídos zinco. Este processo trouxe. agalmatolito. para a fruticultura. o solo do Vale do São Francisco é bastante antigo. Situa-se. tanto na geração de energia quanto na irrigação. Porém. manga e uva. indo desde áreas com características estritamente de seca. com aproximadamente 17 milhões de habitantes. gipsita e pirofilita. destaca-se a chamada agroindústria. na região Nordeste. necessariamente. Este último uso na referida bacia. basicamente pelo regime de chuvas. onde são cultivadas. em Petrolina e Juazeiro. definido pela escassez. Esse cultivo alcança também os municípios de Curaçá. e localizam-se no chamado Semi-Árido Nordestino. na Bahia. irregularidade e concentração das precipitações pluviais em um curto período (cerca de três meses). Pernambuco e Alagoas. diamante. ganhou força em meados do ano de 1980. chumbo. Sergipe. com a chamada agroindústria voltando-se. em contrapartida. ouro. cobre. durante o qual ocorrem sob a forma de fortes aguaceiros. O ecossistema predominante é a Caatinga e as temperaturas normalmente são elevadas. pois apresenta diferentes zonas geográficas com distintos índices de aridez. Geologicamente.1. Ambas fazem parte do Polígono das Secas. Caracteriza-se. com destaque para o coco. tal extração ocorre predominantemente na parte Sul de Minas Gerais. Bahia. uma vez que passam por prolongadas estiagens. destaca-se o uso múltiplo das águas do Rio São Francisco. mas impulsionou o incentivo ao agronegócio. majoritariamente. cromo. Tocantins. Sento Sé e Casa Nova. O Semi-Árido corresponde a uma das seis grandes zonas climáticas do Brasil. Goiás. à zona semi-árida. No que se refere à bacia hidrográfica. cuja produção vai além das frutas (mandioca e cebola). tanto nas culturas permanentes (manga. uva e banana) quanto nas culturas temporárias.INTRODUÇÃO 1. porém estende-se até o Norte de Minas Gerais. especialmente. região cuja abrangência engloba os estados de Minas Gerais. com paisagem típica de semi-deserto. goiaba e cítricas. cujo alcance chega a 900 municípios. prata. O Polígono das Secas é um território reconhecido pela legislação como sujeito a períodos críticos de prolongadas estiagens. Além da produção de uva e manga.

principalmente. a exemplo do feijão. não há dúvidas de que seu processo de crescimento e desenvolvimento se deu também por uma progressiva industrialização dos setores agrícolas (no que se refere. além de apresentar um Produto Interno Bruto (PIB) de Us$ 930 milhões. melhorou-se também o nível de vida das pessoas que habitam a região.consumidor interno e ao processamento agroindustrial. tomate industrial e de mesa.7% na região. há ainda a sensível melhora de poder aquisitivo da população e seu desenvolvimento pessoal através da educação. em que. elevou-se de 44 para 60 anos. 120 mil ha de produção de frutas. dois milhões de toneladas por ano de produtos agrícolas e US$ 300 milhões por ano em comercialização de frutas. e reduziu-se em 50%. igual a 26ºC e 450 mm e está 760 km distante de Recife. Por este perfil. apesar das sucessivas crises na economia do país ao longo destes 34 anos. Petrolina possui cerca de 270 mil habitantes em 4.559 km2. Somando-se a esses dados. o analfabetismo e auxiliando o aperfeiçoamento técnico de vários setores da população. a temperatura e precipitação média anual é. O reflexo imediato de tal dimensão é que outros tipos de investimento (não necessariamente voltados aos traços agropecuários) são atraídos para a região. diretamente ou não. possui em relação ao Nordeste e ao país. assim como a mobilidade constante de pessoas vindas de outras regiões do país. somando-se a eles a crescente urbanização das duas cidades. Todos estes aspectos relacionam-se diretamente aos avanços observados entre as cidades de Petrolina e Juazeiro. ao cultivo das frutas supracitadas) e pelos incentivos fiscais. pimentão e abóbora. O dinamismo da economia. pois cada vez mais se exportam frutas sob rigorosos critérios de avaliação de qualidade. respectivamente. deste modo. maior taxa de crescimento do PIB do Nordeste (7% aa). diminuindo. onde se observou um crescimento médio anual de 4. às atividades agropecuárias. Este desenvolvimento tornou-se mais expressivo entre os anos de 1960 a 1994. Petrolina e Juazeiro geram um desenvolvimento econômico notável. 5 . Como conseqüência natural deste progresso econômico. em seus respectivos estados. Isso se concretiza nos índices de vida média e nos de mortalidade infantil. No entanto. respectivamente.000 empregos diretos na região e dá visibilidade na economia do país e do mundo. Isto se reflete diretamente na dimensão que cada cidade. uma vez que a fruticultura cria 16. a diversidade de origem das pessoas e o desenvolvimento intenso destas cidades ligam-se. principalmente as que estão ligadas à expansão da agricultura irrigada e da industrialização das atividades agrícolas. está situada a 365 metros de altitude. o que atraiu um maior número de investidores.

empresários. o comércio. Esse fato denota a importância do engenheiro agrônomo. na qual foram consultadas 108 lideranças de diversos segmentos da região. o comércio (17. acompanhado por pesquisa criteriosa sobre as demandas da comunidade quanto à nova instituição. O curso de Engenharia Agronômica irá contribuir para o fortalecimento 6 . incluindo políticos. a pecuária (11. foi levada a efeito ampla pesquisa quantitativa de opinião. muitas vezes forçados a buscar seus estudos nas instituições federais situadas nas capitais litorâneas do Nordeste. a indústria (6. profissional preparado para atuar nos mais variados campos. Na opinião dos entrevistados sobre a principal potencialidade de desenvolvimento destacou-se a agricultura (35. fazer levantamento de impactos ambientais. dois cursos de Ciências Agrárias (Zootecnia e Medicina Veterinária). conforme apresentado na Figura 1.6%). verificou-se a preocupação quase unânime com a necessidade de se criar uma universidade capaz de oferecer formação superior pública e diversificada aos jovens da região. responsabilizar-se pela qualidade dos produtos que estão à venda no mercado.2.9%) e o turismo (4. Importância do Curso na Região Antes da criação da UNIVASF foi realizado um levantamento das razões políticas e técnicas para sua implantação.7%). médios e pequenos produtores rurais e exercer inúmeras outras atividades relacionadas à produção rural. No plano político. prestar assistência técnica aos grandes. a pecuária e a indústria. É possível verificar a existência de cursos de Engenharia Agronômica em todas as regiões brasileiras. trabalhar em programas de assentamento de famílias no campo.3%). distante 15 km do centro de Petrolina. O engenheiro agrônomo tem papel relevante na sociedade.6%).1. 17 e 21 outros municípios em Pernambuco e na Bahia. que abriga atualmente. pode: fiscalizar a produção de ração e fertilizante em indústrias. na avaliação dos entrevistados. elaborar políticas públicas relativas à produção rural. “quais as duas principais potencialidades de desenvolvimento da sua região hoje”. pois além de atuar na produção de alimentos e criação de animais. espontaneamente. Aos entrevistados foi solicitado indicar. Para dar contornos mais definidos a UNIVASF. entrevistando-se 900 pessoas em 54 municípios de maior expressão populacional selecionados num raio de 250 km da sede da Universidade: 8 municípios da área do Pólo Petrolina e Juazeiro. respectivamente e 8 municípios do Piauí. sindicalistas1. As principais potencialidades de desenvolvimento da região. A UNIVASF possui uma Fazenda Experimental. Observou-se que praticamente 100% dos entrevistados indicaram pelo menos uma potencialidade. foram à agricultura. Esse levantamento foi complementado por pesquisa qualitativa. com uma área de 350 ha. desenvolver pesquisas. junto à população com escolaridade equivalente ao ensino médio ou superior.

pesquisa e extensão. ecologia. fertilizantes e corretivos. viabilizando a geração e aplicação de tecnologias voltadas para o desenvolvimento do agronegócio. defesa sanitária. melhoramento animal e vegetal. ARTHMAR. R. bromatologia e rações. avaliação. laudo e parecer técnico. agrostologia. Fonte: BRASIL. irrigação e drenagem para fins agrícolas. como também na otimização da infra-estrutura disponível. recursos naturais renováveis. mecanização na agricultura. Vistoria.das Ciências Agrárias na UNIVASF. óleos. fitotecnia e zootecnia. O vale de São Francisco e o Pólo Petrolina- Juazeiro: trabalho do grupo para a implantação da UNIVASF. parques e jardins. Ensino. Desempenho de cargo e função técnica. biometria. 1. química agrícola. et al. Mercado de Trabalho O mercado de trabalho do engenheiro agrônomo está relacionado ao desempenho das atividades referentes à engenharia rural. agropecuária. zimotecnia. beneficiamento e conservação dos produtos animais e vegetais. nutrição animal. edafologia. possibilita uma maior interação entre o setor produtivo e o universitário. implementos agrícolas. amidos. agrometeorologia. perícia. alimentos. 7 . construções para fins rurais e suas instalações complementares.. laticínios.H. G. seus serviços afins e correlatos. tecnologia de transformação (açúcar. processo de cultura e de utilização de solo. quer seja na integração com os cursos já existentes. 2003. Pesquisa quantitativa: Principais potencialidades de desenvolvimento da região. o fato da fazenda estar localizada dentro do Distrito de Irrigação Senador Nilo Coelho. vinhos e destilados). economia rural e crédito rural. microbiologia agrícola.3. Além disso. Figura 1.

enquanto no campus de Petrolina/PE funcionam os cursos de Administração. Psicologia. em São Raimundo Nonato no Piauí. Histórico O Governo Federal por intermédio do Ministério da Educação criou a primeira universidade brasileira voltada para o desenvolvimento regional: a UNIVASF. que contou com um número consideravelmente alto de inscritos. a princípio. desenvolver pesquisas nas diversas áreas do conhecimento e promover a extensão universitária. à criação da UNIVASF adicionaram-se os campi de Juazeiro e São Raimundo Nonato. No campus de São Raimundo Nonato/PI. no Parque Nacional da Serra da Capivara. tem-se o Curso de Arqueologia e Preservação Patrimonial. Funcionando. Criada com o nome de Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco. funcionam atualmente 13 cursos. Engenharia Civil. refletindo a demanda reprimida. tendo. administrativa e de gestão financeira e patrimonial. bem como regulamentação de seus respectivos currículos.1. que englobam criação. organização e extinção de cursos e programas de educação superior.473 de 27 de junho de 2002. com Campus apenas em Petrolina/PE. Engenharia Elétrica. 8 . a partir dos princípios gerais das diretrizes curriculares nacionais dos cursos. de 14 de janeiro de 2004. Zootecnia e Medicina Veterinária. que a conferiu uma natureza fundacional. portanto. após a realização do primeiro vestibular. Os Pólos de Petrolina e Juazeiro foram criados conforme a Lei Complementar nº 113. projetos de pesquisa científica. No campus de Juazeiro/BA funcionam os cursos de Engenharia Agrícola e Ambiental. e estabelecimento de planos. programas. A área de abrangência da UNIVASF compreende parte de sete estados do Nordeste e o norte de Minas Gerais. por uma educação superior de qualidade na região onde está inserida. continuando a sede da UNIVASF na cidade de Petrolina. DADOS DA INSTITUIÇÃO 2. Enfermagem. Nos três campi da universidade. de 19 de setembro de 2001. Para tanto.2. A UNIVASF contempla em seu estatuto atribuições. de muitas décadas. Medicina. A missão da UNIVASF consiste em ministrar ensino superior. o Semi-Árido Nordestino e o Vale do São Francisco como referenciais. Engenharia Mecânica. de produção artística e atividades de extensão. Engenharia de Produção e Engenharia da Computação. detém de autonomia didáticocientífica. As aulas na UNIVASF tiveram início em outubro de 2004. contribuindo para o desenvolvimento da região onde está localizada. deve sua existência ao Ato Administrativo nº 02/2004. ao passo que o Pólo de Interiorização. sua existência foi legitimada pela Lei nº 10.

sua natureza é flexível. O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Graduação em Engenharia Agronômica da UNIVASF constitui o documento norteador de suas atribuições acadêmicas. Este descreve objetivamente. que determinam novas formas de atuação profissional no campo da Engenharia Agronômica. as mudanças globais demandam novos conhecimentos e novas capacitações.2. Embora desenvolvido em bases bem definidas. Ademais. a partir de um conjunto integrado de estratégias didáticas de ação. portanto. com especificidades e particularidades.2. Justificativa do Projeto Pedagógico do Curso O documento aqui apresentado representa o Projeto Pedagógico do Curso de ENGENHARIA AGRONÔMICA da Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). 9 . o funcionamento do curso. pois está sujeito à dinâmica do ensinar e do aprender de acordo com os avanços permanentes na área educacional.

construção de estradas. com criação em Piracicaba. A segunda escola de agricultura e veterinária de nível superior a funcionar no Brasil. bem como de certo número de anos de prática profissional.3. o de engenheiros agrônomos.696.2. tendo diplomado um total de 23 desses profissionais até 1910. silvicultores e veterinários. Histórico da Criação Os primeiros passos. para a instituição do Ensino Agrícola Superior. de 1871. foi baixado Decreto Imperial fixando as primeiras exigências para elaboração de projetos e trabalhos de construtores. então conhecidos como "empreiteiros". passou a exigir dos engenheiros civis. engenheiros industriais e engenheiros geógrafos. A missão de formar especialistas na área de agronomia passou a outra instituição. que formava os engenheiros agrônomos. através de um Decreto em 29/12/1900. Atualmente é denominada Escola de Agronomia da Universidade Federal da Bahia. Em 23 de junho em 1875. 3. quando o curso foi desativado. revigorando a exigência do respectivo diploma para o exercício dos cargos. de 1880. com cursos divididos em dois grupos: o elementar. em 1812 na Bahia e em 1814.001. 1989). que preparava operários e regentes agrícolas e florestais. No Estado de São Paulo.1. nessas atividades. "de pessoas inteligentes" (Demétrio. engenheiros agrícolas. agrimensores e bacharéis em Matemática. por decreto imperial. geógrafos. também. ao lado dos cursos de formação de engenheiros civis. com certa regularidade. o ensino de ciências agrárias. abertura de canais. teve início em 1894 na Escola Politécnica que. em nível superior. pontes e aquedutos. da Escola Agrícola Prática São João da Montanha. e o superior. baixado pelo Poder Legislativo do Império. foi criada a Imperial Escola Agrícola da Bahia. no Rio de Janeiro. de engenheiros ou na falta desses. no Rio Grande do Sul. foi a de Pelotas. prevendo a participação. aprovou o novo regulamento do Corpo de Engenheiros Civis. DADOS DO CURSO 3. implantou. João VI criou dois cursos práticos de agricultura. D. O Decreto nº 4. Fundada em 1833. No ano seguinte. A Regulamentação das Profissões Somente em 29/08/1828. a apresentação 10 . Pedro I. estabelecendo regras para a construção de obras públicas relativas à navegação fluvial. recebeu o nome de Imperial Escola de Veterinária e Agricultura. hoje Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz". no Brasil foram dados no período Brasil Colônia. Sua inauguração ocorreu em 15/02/1877. O Decreto nº 3. em 19/03/1901 alterava a sua denominação para Escola Agrícola Prática "Luiz de Queiroz". com a rubrica e guarda de D.

d) Aos agrônomos diplomados pela Escola Agrícola "Luiz de Queiroz". As medidas governamentais. cento e vinte e três anos após a instituição da Academia Real Militar. surgiram numerosas pseudoacademias que. No estado de São Paulo. moral. O Decreto nº 23. em âmbito nacional ou estadual. com o propósito de ordenar e conter os problemas maiores.196. arquitetura e agrimensura. em decorrência de um memorial encaminhado à Câmara Estadual pelo Instituto de Engenharia. de suas profissões. estabeleceu-se a "liberdade de ensino" ensejada pelo Código Rivadávia Correia. que pretendiam exercer suas profissões no Brasil. quando já existiam no país 14 Escolas de Engenharia. alcançado resultados práticos. previa no § 24 de seu artigo 72: "É garantido o livre exercício de qualquer profissão. arquitetos e agrimensores e. As poucas associações que os congregavam. Com o advento da República. diplomados na "Escola Livre de Estudos Superiores de Valença" Espanha. de 12/10/1993 regulamentava o exercício da profissão do Agrônomo ou Engenheiro Agrônomo. na data de sua promulgação. adotadas desde o Brasil Império até as quatro primeiras décadas do Brasil República. Em 1921. agrimensura e arquitetura sem qualquer orientação ou supervisão federal. começaram a aparecer no País. mediante pagamento. Com isso. estivessem no efetivo exercício de cargos pertinentes em órgãos públicos. sob o governo do Marechal Hermes da Fonseca. intelectual e industrial". não satisfaziam aos anseios dos profissionais da engenharia. foi baixada. uma vez que a 11 . em 1924. arquiteto e de agrimensor somente seria permitido: a) Aos que fossem habilitados por títulos conferidos por escolas de engenharia oficiais da União ou do Estado. inspirada na lei paulista de 1924. dispunha que o exercício da profissão de engenheiro. a Lei Estadual nº 2022 que. em suas várias disposições. de 24 de fevereiro de 1891. continuavam a lutar por uma ampla regulamentação a nível federal. A regulamentação federal. só veio em fins de 1993. c) Aos que.de seus títulos ou carta de habilitação científica para que pudessem ser empossados em empregos ou comissões por nomeação do governo. por sua precariedade. passaram a conceder diplomas de toda ordem de engenheiros. nos idos de 1924. A 1ª Constituição da República. os Estados e o Distrito Federal passaram a legislar sobre os trabalhos de engenharia. fossem também habilitados por escolas brasileiras. sendo graduados por escolas estrangeiras. não tendo. b) Aos que.

a classe agronômica brasileira iniciou amplo movimento. e aglutinou os engenheiros. concluiu por oferecer um substitutivo ao Projeto. foi baixado o Decreto nº 23.354 de 10/01/1917. Atualmente. A atividade empreendida pelos engenheiros agrônomos na busca de uma nova regulamentação profissional. de 11/10/1962.120 de 29/03/1920. Com a promulgação da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional . 12. Para a fiscalização dessas profissões.196. com o objetivo de conquistar uma posição num diploma legal e satisfatório. arquitetos e engenheiros agrônomos sob a égide de um mesmo estatuto profissional. após longo e erudito Parecer. do Projeto de Lei nº 3. surgiu a Lei nº 5. 12.LDB. 12. espera-se que um debate amplo e disseminado entre os profissionais e a 12 . na comissão de Justiça. no dia 11 de dezembro. com a finalidade de reformular. mecânico-eletricista. possibilitando fiscalizar de modo efetivo e sistemático o exercício profissional.fiscalização do exercício profissional estava condicionada a um simples registro do título na Diretoria Geral de Agricultura. na Câmara Federal. que manteve as entidades fiscalizadoras. Assim sendo. do Ministério da Agricultura. Assim. acima de tudo. o registro do título foi transferido para a Superintendência do Ensino Agrícola e VeterinárioSEAV.927 de 20/03/1918 e 14. também.569.012 de 30/03/1916. Dois meses depois de editado o Decreto anterior. fixando as suas composições e atribuições. o qual prevalece até os dias atuais. atribuído aos que concluíssem cursos superiores de Agronomia.CONFEA e os Conselhos Regionais de Engenharia e Arquitetura CREAs. a valorizasse profissionalmente.569 regulamentando o exercício das profissões do engenheiro (civil. o mesmo Decreto instituiu o Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura . que reorganizou o Ministério da Agricultura.171 B 57. Com a Lei Delegada nº 9. Em virtude da deficiência do Decreto 23. instituídas pelo Decreto nº 23. arquitetura e agronomia.509 de 1933. reiterando a qualificação profissional como fundamento de concessão de atribuições profissionais. precisamente no dia 11/12/1933. desde 1912. geógrafo e de minas). bem como as do engenheiro-arquiteto ou arquiteto e do agrimensor. CONFEA e CREAs. pelo Deputado Napoleão Fontenele. Entretanto. que a regulamentasse e que. já havia diplomas legais que garantiam o título e as atribuições dos engenheiros diplomados por escolas superiores. o Decreto nº 23.194. iniciou-se com a apresentação. é comemorado nacionalmente do "Dia do Engenheiro e do Arquiteto". foi garantido através dos Decretos nºs 9. de 11 de dezembro de 1933.857 de 06/11/1912. industrial. No Senado. constatada ao correr dos anos. com a regulamentação simultânea do exercício profissional da engenharia. o título de Engenheiro Agrônomo. o Senador Eurico Rezende. de 24 de dezembro de 1966.

13 .190 h Disciplinas do núcleo eletivo: 120 h Núcleo temático: 120 h Estágio supervisionado: 160h Trabalho de conclusão de curso: 30 h Carga horária total do curso: 3.sociedade em geral possa balizar a definição de um novo modelo de regulamentação profissional. Engenharia Agronômica da UNIVASF O curso de Engenharia Agronômica da UNIVASF terá as seguintes características: Denominação: Engenharia Agronômica Localização: Petrolina – PE Instituição: Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco – UNIVASF Início de funcionamento: 2º semestre de 2009 Número de vagas anuais: 80 (oitenta) Regime de matrícula: Semestral Turno de funcionamento: Integral Regime: Créditos Tempo mínimo de integralização: 4. iv. v. iii. 3.5 anos Tempo médio de integralização: 5 anos Tempo máximo de integralização: 8 anos Carga horária obrigatória: − − − − Disciplinas do núcleo básico: 1.3. vi.020 h Disciplinas do núcleo profissionalizante essencial e específico: 2. ii.595h Admissão de discentes: i. Vestibular anual Transferência ex-officio ou obrigatórias Transferência interna ou mudança de curso Transferência de outras instituições Reingresso Programa de Discentes-Convênio de Graduação que serão possíveis na existência de vagas ociosas e via Edital de Seleção.

14 . para proporcionar o desenvolvimento da sociedade brasileira e em especial da Região semi-árida. as oportunidades reais de construção de uma cidadania autêntica. sempre fazendo a utilização eficiente de metodologias e técnicas que possam efetivamente contribuir para o desenvolvimento da sociedade como um todo. sempre despertando no discente a importância de “viver a universidade” com participação efetiva nas diversas atividades de ensino. Formação profissional consistente nas diferentes áreas de conhecimento. Princípios Pedagógicos do Curso O processo de transformação decorrente da evolução tecnológica impõe à sociedade a necessidade de valorização da criatividade e da inovação e. iii. Promoção e divulgação de conhecimentos científicos. de publicações ou de outras formas de comunicação. PRINCÍPIOS NORTEADORES DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 4. na qual a educação continuada deve ser incorporada como princípio fundamental da qualificação profissional. Por outro lado. deve ser oferecido ao discente um ambiente que lhe propicie o desenvolvimento pessoal. de que a conservação ambiental é algo fundamental não apenas para a manutenção da vida no nosso planeta. Incentivo a investigação científica. Portanto. técnicos e culturais e comunicação do saber por intermédio do ensino. através de uma consciência crítica. Para tanto. Neste contexto. com capacidade de inserção nos diversos setores profissionais. pesquisa e extensão. Tudo isso. de modo que possa construir seu conhecimento com base numa postura de criatividade e ciente da realidade que o cerca. o Engenheiro Agrônomo deve desenvolver uma consciência da importância de sua qualificação para o mercado de trabalho. Estímulo à criação cultural e ao desenvolvimento do espírito científico. o estímulo à criação e difusão da cultura. para a construção do entendimento do homem e do meio em que vive. em conseqüência uma formação profissional e cultural mais sólida e ampla do cidadão. Dessa forma. iv. e assim obter de fato uma formação profissional adequada. dentro de um contexto de ampla responsabilidade social. deve ser feito consciente. A consolidação de uma proposta de ação programática pode ter um papel muito importante no desenvolvimento regional do semi-árido.1. além da melhoria e adequação do perfil profissional. isso somente se efetivará pela busca da legitimação e da ação concreta. devem ser exercitados os seguintes eixos programáticos: i. visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia. consciente da realidade dos dias atuais e dos futuros.4. mas também para que haja desenvolvimento sustável. deve também o discente se sentir apto a promover a inovação. buscando por intermédio do aprendizado. ii. isso implica que a aprendizagem deve ser uma prática contínua. porém.

v. Para que o objetivo do curso seja atingido. Estímulo à busca do conhecimento integrado. vi. Indução do desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional. apresentando novas tecnologias de mercado e parcerias estratégicas com grandes empresas multinacionais. Linha Metodológica do Curso. − − − − Enfoque multidisciplinar e interdisciplinar. Articulação com a pós-graduação. Incentivo ao trabalho em equipe e à capacidade empreendedora do engenheiro. Palestras práticas. vii. 15 . Aulas teóricas com instrumentos e equipamentos adequados aos diferentes conteúdos programáticos. Estabelecimento de uma relação de reciprocidade com a comunidade por meio da prestação de serviços especializados. − − Aulas práticas em laboratório com o emprego de recursos tecnológicos adequados. com efetiva participação da população. Divulgação dos benefícios resultantes da criação cultural e das pesquisas científica e tecnológica. desenvolvidas na instituição. Desenvolvimento da capacidade de lidar com os aspectos sócio-econômicos e políticoambientais de sua profissão. viii.2. Exposição dialogada dos conhecimentos teóricos. 4. integrando os conhecimentos adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora. a metodologia utilizada deve se pautar nas seguintes características: − − − Ensino centrado no aluno e voltado para os resultados do aprendizado. em parceria com empresas locais. em particular dos problemas nacionais e regionais.

será possível desenvolver mecanismos de superação as adversidades encontradas em diversas áreas no campo das Ciências Agrárias. assegurando a formação de profissionais aptos a compreender as necessidades de indivíduos e comunidades. Desta forma tem-se um currículo onde o conhecimento e as informações são trabalhados com enfoque no desenvolvimento sustentável. procedimentos que tornem realidade o que está no discurso. usando as ciências básicas e profissionalizantes. CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO O currículo do curso de Engenharia Agronômica está estruturado a partir do conhecimento e das informações capazes de conferir sólida formação técnica e científica. O primeiro elemento da nova concepção refere-se à exigência de organizar o currículo com base nos problemas sociais encontrados em áreas inseridas no contexto regionalista. Conhecer a realidade social que o cerca é o primeiro passo para que o futuro Engenheiro Agrônomo seja comprometido com a sua sociedade. Mais concretamente. A prática entre a Universidade. mas não pode ser o cenário exclusivo da formação profissional. criticamente. a comunidade local e sua interações com outras comunidades nacionais é essencial. A flexibilização curricular se constitui em uma questão central. mas que busquem o desenvolvimento efetivo dos alunos. não pode deixar de exercitar princípios e mecanismos que levem em consideração a função social da universidade.5. econômicos e culturais. prevalentes na população da região onde se insere o curso. capacitando o profissional a absorver e desenvolver tecnologias. Algumas tendências contemporâneas ressaltam aspectos básicos da educação. desde o início do curso. em problemas prioritários. A intenção é que os membros da comunidade acadêmica elaborem. os quais podem orientar esforços na construção de uma sociedade em benefício de todos. bem como a utilizar racionalmente os recursos disponíveis e a conservar o equilíbrio do meio ambiente. em direção as suas correlações com problemas mais abrangentes. Trata-se de um estudo que inicialmente pode se preocupar com a caracterização da realidade local. o Curso visa uma atuação crítica e criativa do Engenheiro Agrônomo na identificação e resolução de problemas. mas deve avançar. os estudantes devem trabalhar. Só assim. Essa flexibilização consiste no estabelecimento de modificações 16 . O ambiente universitário e suas interações com a comunidade local continua sendo um campo importante de prática. da instituição e da sociedade. de forma articulada. Que não sejam simples repetidoras de um discurso tecnológico. O currículo bem como sua prática. sem ação conseqüente. progressivamente. Desta forma. com todos os seus contornos sociais. atendendo às demandas da sociedade. Ela é parte inerente à proposta de reforma curricular.

torna-se necessário a formação de profissionais críticos para compreender as novas relações de produção e de trabalho e as exigências por elas colocadas. as quais exigem mudanças na estrutura do currículo e na prática pedagógica. O estudante deverá ser estimulado a adotar 17 . definem-se os conhecimentos que são cruciais no desenvolvimento do aluno perante a comunidade. atores atuantes no processo de consolidação da nossa democracia.O processo de globalização do capital determinou mudanças nas relações de produção e no processo de organização de trabalho que não pode ser ignorado pela universidade. com ênfase nas técnicas de auto-aprendizagem. conhecimentos e estruturação de certas habilidades técnicas que permitam ao Engenheiro Agrônomo executar suas atividades sempre de maneira ética. Para isso. na sua nova concepção educacional. 5. Desenvolvimento da Concepção Pedagógica A concepção pedagógica consiste no desenvolvimento equilibrado de competências com o objetivo de oferecer informações. dentro da realidade regional em que se encontra o curso. A partir daí. Assim. c) Demanda por uma formação crítica e cidadã de profissionais . além de voltada para as necessidades da população.A crise de paradigmas e o grande avanço da tecnologia exigem dos cursos universitários a existência de um processo permanente de investigação articulado com a produção do saber e de novas tecnologias. A Educação deverá ser centrada no aluno. forma também dirigentes. b) Demanda do processo de conhecimento . na perspectiva de um ensino de graduação de qualidade. os problemas prioritários da comunidade local. necessárias para enfrentar o rápido desenvolvimento científico e tecnológico. o conhecimento teórico e prático repassados pelas disciplinas que compõem a grade curricular do curso deve contribuir pra o desenvolvimento da capacidade de análise e do sentido crítico do aluno frente ao conhecimento científico. porém que estejam em consonância com os princípios e com as diretrizes do Projeto Pedagógico do Curso. É preciso capacitar o aluno de Engenharia Agronômica a entender a prática da educação permanente. Na seleção de conhecimentos que serão repassados aos alunos o fundamental é identificar.ou inserção de atividades complementares na estrutura do curso.1. A necessidade da flexibilização curricular está fundamentada em demandas como: a) Demanda da sociedade . responsável e sensível.A universidade além de formar profissionais críticos para o exercício da sua prática na sociedade.

que tenha em vista a formação dos mesmos. assumir responsabilidades. na qual o aluno é agente ativo. para desenvolver suas competências e habilidades em função de novos saberes que se produzem e que exigem um novo tipo de profissional. 5. avaliação. afetivos necessários à solução de cada problema. em um amplo conjunto de competências: métodos educacionais. por sua vez. São problemas complexos. conhecer as dificuldades dos alunos e.2. exatamente. limites e dificuldades que os alunos encontrarão para atingir as metas que o objetivo determine. Acredita-se que essa é a condição básica para detectar as áreas onde se possam estabelecer as conexões possíveis. Deve ser compreendida como um ato dinâmico que subsidie o redirecionamento da aprendizagem. A nova concepção pedagógica requer docentes que tenham uma visão global da profissão e não apenas das exigências de suas especialidades. buscando respeitar o território de cada campo do conhecimento. tomar atitudes diante dos fatos e interagir no meio em que vive contribuindo. a educação deve ser entendida e trabalhada de forma interdisciplinar. A avaliação somativa. dentro de um processo de criação de oportunidades de aprendizagem. responsável. comprometido. buscando e avaliando as informações disponíveis e desenvolvendo sua capacidade de análise. que lhe permita aprender a usar o método científico. o curso de Engenharia Agronômica da UNIVASF pretende trabalhar a interdisciplinaridade. ao professor/tutor. abolindo a forma fragmentada. identificar o tipo de ajuda mais adequada que pode ser dado ao mesmo para desenvolver suas potencialidades. No entanto. deve-se procurar a integração das disciplinas de forma a fornecer ao aluno um conjunto dos recursos cognitivos. A educação integrada e integradora deverá fundamentar-se na realidade regional. A aferição da aprendizagem deve representar um processo de compreensão dos avanços. o acompanhamento do processo de aprendizagem do aluno. mas principalmente. para a melhoria do processo ensino aprendizagem. bem como distinguir os pontos que os unem e que os diferenciam. A avaliação formativa visa. possibilitando o alcance dos resultados desejados. É imperioso desenvolver programas de capacitação docente de modo permanente. administração. A avaliação. Trabalhando a interdisciplinaridade A sociedade atual exige que a universidade não somente capacite os acadêmicos para futuras habilitações nas especializações tradicionais. visando o exercício 18 . gestão de projetos. A proposta é adotar práticas pedagógicas voltadas para a formação do aluno. ajudará o professor/tutor a identificar a aprendizagem efetivamente ocorrida ao final dos módulos do curso. Nessa perspectiva. desta forma. por conseguinte. Diante desse fato. pesquisa. dentro da nova concepção pedagógica deverá estabelecer parâmetros entre o desenvolvimento e maturidade do aluno referente à aquisição de novos conhecimentos e sua capacidade de expressá-los. capaz de planejar suas ações.uma postura ativa. Possibilita.

19 . utilizando-se de conteúdos interdisciplinares e contextualizados.da cidadania plena e respeitando a individualidade de cada um.

1. − Exercitar a autonomia no aprender. 6. tanto em micro quanto em macro escala. − Aprimorar valores éticos e humanísticos essenciais para o exercício profissional tais como a solidariedade. fazendo-o compreender. − Estimular a investigação científico-tecnológica por meio de iniciação científica. buscando constantemente o aprimoramento profissional por intermédio da educação continuada. convivência com a pluralidade e a diversidade de pensamento. temporais e éticos. respeito à vida humana. MISSÃO DO CURSO 6. canalizando conhecimentos. culturais e ambientais. − Enfatizar a importância dos aspectos ambientais. Biológicas e Humanas na solução de problemas relacionados aos sistemas agrícolas e agroindustriais. aplicando os conhecimentos das Ciências Exatas. com base na moral e na ética. − Desenvolver sua habilidade de expressão e comunicação. atitudes e ações de caráter ecologicamente prudentes. considerando os aspectos econômicos. inventiva e solucionadora de problemas. desde cedo. políticas. − Estimular o desenvolvimento humano do aluno. Este deve possuir uma visão integrada do desenvolvimento da cadeia sistêmica agrícola.2. conduzindo suas ações para o desenvolvimento pessoal e da comunidade. O Engenheiro Agrônomo deve ser pró-ativo. desenvolvendo o relacionamento interpessoal e exercitando a cooperação. aperfeiçoando suas capacidades investigativa. − Dotar o discente de visão sistêmica a fim de formar um profissional capacitado para solucionar problemas nos setores agropecuário e agroindustrial. a importância do exercício profissional como instrumento de promoção de transformações sociais. Objetivos Específicos do Curso Os objetivos específicos do curso são: − Estimular o desenvolvimento do pensamento reflexivo do aluno. − Aprimorar sua capacidade de trabalhar em equipe. Objetivos Gerais do Curso O curso de Engenharia Agronômica da UNIVASF representa a possibilidade de utilização de tecnologias modernas de produção agrícola no âmbito do desenvolvimento sustentável da agricultura.6. econômicas. conscientizando para prática profissional focada no desenvolvimento sustentável. 20 . socialmente desejáveis e economicamente eficientes.

− Proporcionar a formação de um profissional que possa atuar em atividades de ensino. − Estimular o relacionamento com empresas dos diversos segmentos de atuação do Engenheiro Agrônomo. − Estimular o aprendizado dos procedimentos e das técnicas e o manuseio apropriado dos recursos tecnológicos aplicados na prática profissional. 21 . − Reconhecer as possibilidades e os limites da sua prática profissional. por intermédio de estágios e consultorias. estimulando-o a participar da geração de soluções inovadoras no âmbito da Engenharia Agronômica. pesquisa e extensão.− Despertar o espírito empreendedor do discente.

seguindo as tendências mundiais de desenvolvimento sustentável da agricultura. PERFIL DO PROFISSIONAL O Curso de Engenharia Agronômica deverá garantir uma formação profissional cujos conhecimentos. Gerenciar. produtos e processos. Identificar problemas e propor soluções. As diretrizes curriculares constituem-se de uma base comum e de uma parte diversificada que deverão permitir ao profissional dos Cursos da Área de Ciências Agrárias ter habilidades e competências para: − Conhecer e compreender cientificamente. Perfil do Profissional a ser Formado pelo Curso O perfil do Engenheiro Agrônomo deve estar baseado no conjunto das habilidades e competências necessárias para o exercício profissional. projetar e analisar sistemas. tendo como princípios: − − − − − Respeito à fauna e à flora. supervisionar. interpretar e difundir os resultados. Atendimento às expectativas humanas e sociais no exercício de atividades profissionais. Uso tecnológico racional. econômica e ecológica. 7. operar e manter sistemas e processos. O Curso deverá estabelecer ações pedagógicas com base no desenvolvimento de condutas e atitudes com responsabilidade técnica e social. Conceber. elaborar e coordenar projetos e serviços. Comunicar-se eficientemente nas formas escrita. e. integrado e sustentável do ambiente. 22 . Conservação e/ou recuperação da qualidade do solo. incorporando princípios morais e éticos que valorizem a melhoria da qualidade de vida da sociedade. Planejar. oral e gráfica. atitudes e valores sejam aplicados de maneira segura e responsável. antevendo e acompanhando de forma sistemática e crítica os permanentes desafios decorrentes de mudanças tecnológicas e das relações humanas. Projetar e conduzir pesquisas.1. crítico e criativo. do ar e da água. Atuar em equipes multidisciplinares. Emprego de raciocínio reflexivo. os fatores de produção e combiná-los com eficiência técnica.7. habilidades. Atuar eticamente. − − − − − − − − − − Aplicar conhecimentos científicos e tecnológicos. Desenvolver e utilizar novas tecnologias.

− − − − − Conhecer e atuar em mercados do complexo agroindustrial.− Avaliar o impacto das atividades profissionais no contexto social. na gestão de políticas setoriais do seu campo de atuação. Compreender e atuar na organização e gerenciamento empresarial e comunitário. interagir e influenciar nos processos decisórios de agentes e instituições. e. 23 . Conhecer. Atuar com espírito empreendedor. O profissional deverá ser habilitado para entender a coexistência de relações entre teoria e prática. como forma de fortalecer o conjunto dos elementos fundamentais para a aquisição de conhecimentos e habilidades necessários à concepção e prática agronômicas. Atuar em atividades docentes no ensino superior. adaptando-se de modo inteligente. flexível. ambiental e econômico. crítico e criativo às novas situações.

MATRIZ CURRICULAR 8. definidas pelo Conselho Nacional de Educação. de conteúdo básico e profissional essencial são responsáveis por capacitar os profissionais para: − − − − − Aplicar conhecimentos científicos e tecnológicos. elaborar e coordenar projetos e serviços. Identificar. ii. iv. caracterizando uma das bases fundamentais do projeto institucional. iii. O regime do curso é integral com 50 vagas a serem ofertadas por ano e o número médio de alunos previsto por turma é de 25 e o projeto pedagógico do curso é resultado da pesquisa. Projetar e conduzir experimentos. Os núcleos. 24 . interpretando seus resultados. Núcleo Optativo: as disciplinas fornecerão embasamento teórico e prático necessário para que o profissional possa complementar o seu aprendizado em áreas de seu interesse. deveres e responsabilidades. produtos e processos. Núcleo de Conteúdo Básico: as disciplinas fornecerão embasamento teórico necessário para que o profissional possa desenvolver o seu aprendizado. supervisionar. projetar e analisar sistemas. Núcleo de Conteúdo Profissional Específico: será responsável pela inserção do currículo no atendimento das peculiaridades locais e regionais. integrando as subáreas do conhecimento que identificam atribuições. hierarquizadas e integradas horizontal e verticalmente de modo que os profissionais desenvolvam habilidades e competências inter e transdisciplinares. consulta e discussão. Núcleo de Conteúdo Profissional Essencial: as disciplinas fornecerão a identidade do profissional. Organização e Sistematização do Currículo do Curso A estruturação e a sistematização do currículo do curso são realizadas subdividindo áreas do conhecimento em disciplinas e atividades. v. Currículo do Curso O currículo do curso de Engenharia Agronômica está estruturado de modo a atender minimamente às Diretrizes Curriculares das áreas de Ciências Agrárias e Engenharias para o Ensino de Graduação no Brasil. Planejar. Núcleo de Conteúdo Eletivo: será responsável pela inserção do currículo nos contextos de inter e transdisciplinaridade com os demais cursos da instituição.2. Conceber.1.8. 8. As disciplinas estarão agrupadas em quatro núcleos de estudos: i. formular e resolver problemas agrícolas.

especificamente a fruticultura irrigada e a caprino/ovinocultura que contribuem em grande parte para o desenvolvimento econômico do Nordeste. 8. Justificativa e Objetivo As áreas de atuação da Engenharia Agronômica são de extrema importância para o crescimento da economia e o desenvolvimento do Brasil. O núcleo de conteúdo eletivo é composto por disciplinas e atividades que permitem aos profissionais complementarem seus conhecimentos técnicos e científicos. O núcleo de conteúdo profissional específico é composto por disciplinas e atividades que permitem o atendimento das peculiaridades locais e regionais. seguindo as tendências mundiais de desenvolvimento sustentável da agricultura. esse crescimento depende da capacidade tecnológica da agroindústria. Este delineamento também caracteriza o projeto institucional da UNIVASF proposto na sua criação. No Semi-Árido nordestino. e mais especificamente no semi-árido nordestino. a instituição contribuirá significativamente para o desenvolvimento regional. onde a principal atividade econômica é a agropecuária. devendo o discente obrigatoriamente matricular-se em 120 horas do currículo pleno de outro Curso de Graduação da UNIVASF. O núcleo de conteúdo optativo consiste na oferta de disciplinas dentro do curso de Engenharia Agronômica e que complemente a formação do discente interessado em aprofundar-se em temas específicos. particularmente a fruticultura irrigada. O profissional de Engenharia Agronômica tem potencialidade de disseminar conhecimentos. como proposto na sua criação e instituição.− − − Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas. caracterizando o projeto institucional da UNIVASF com identidade própria. atitudes e valores que sejam aplicados de maneira segura e responsável. habilidades. Assim. em diversas áreas de atuação contempladas pelos demais cursos de graduação da instituição. O núcleo de conteúdo eletivo destaca-se como proposta diferenciada. o curso deve atender aos seguintes requisitos: 25 . A UNIVASF situa-se em uma região promissora. formando profissionais altamente qualificados. Atuar em equipe multidisciplinar.3. aptos a atuar de forma integrada nas áreas da Engenharia Agronômica em todo país. vitivinicultura e pecuária. em especial na região do Vale do Rio São Francisco. O objetivo geral da criação do curso de Engenharia Agronômica é o de formar profissionais especializados. para a interação nos processos produtivos da agroindústria e na melhoria da qualidade de produtos e serviços em nível regional. e Avaliar o impacto das atividades agrícolas no contexto sócio-ambiental. Como objetivos específicos.

co-substanciadas em suas sub-áreas. metodologia científica e tecnológica e química. física. núcleo temático e eletivo). 26 .6 3. Tabela 1 . e será formado pelas áreas de conhecimento da biologia.020 horas e 58 créditos.− Promover competências e habilidades dentro da base tecnológica da Engenharia Agronômica. profissional essencial. − Atender ao perfil geral e específico esperado para o profissional formado pela UNIVASF. matemática.6 3.375 Crédito 58 111 4 6 179 Porcentagem 30. apresentadas na Tabela 2.390 horas e 179 créditos acadêmicos.4. 8.Núcleos de conteúdo do curso de Engenharia Agronômica da UNIVASF. Núcleo de Conteúdo Básico Com 1. A Estrutura Organizacional do Curso O curso de Engenharia Agronômica está organizado em quatro núcleos de conteúdos (básico.4. como descrito na Tabela 1. perfazendo um total de 3.2 62.1. − Estar em constante atualização face às mudanças tecnológicas nos âmbitos regional. Núcleos de Conteúdo Básico Profissional essencial Profissional específico Eletivo TOTAL Carga Horária (h) 1. estatística. inter e transdisciplinar. expressão gráfica. − Concentrar suas atividades dentro do modelo preconizado pela legislação atual e em consonância com as necessidades da sociedade.115 120 120 3.020 2. com perfil complementar. nacional e mundial.6 100% 8. este núcleo compreende disciplinas e atividades das matérias que fornecem o embasamento teórico necessário para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado.

Tabela 3 . deveres e responsabilidades. Aptidão.4.Sub-áreas de conhecimento.2.Tabela 2 .115 horas e 110 créditos. integrando as subáreas de conhecimento que identificam atribuições. Sub-áreas de Conhecimento Gênese. Núcleo de Conteúdo Básico Biologia Estatística Expressão Gráfica Física Matemática Metodologia Científica e Tecnológica Química TOTAL Crédito 17 8 2 8 8 2 13 58 Carga Horária (h) 345 120 45 120 120 30 240 1. Núcleo de Conteúdo Profissional Essencial Com 2. Morfologia e Classificação dos Solos Propriedades Químicas e Físicas do Solo Nutrição e Fertilidade do Solo Levantamento. O núcleo de conteúdo profissional essencial será composto pelas sub-áreas do conhecimento com suas respectivas cargas horárias e créditos apresentados na Tabela 3. com respectivas cargas horárias e número de créditos que compõem o núcleo de conteúdo básico. com respectivas cargas horárias e número de créditos que compõem o núcleo de conteúdo profissional essencial.020 8. Manejo e Conservação do Solo Microbiologia do Solo Zootecnia Geral Forragicultura e Pastagens Sociologia Rural Extensão Rural Tópicos de Economia e Administração Rural Topografia (altimetria e planimetria) Geoprocessamento Crédito 3 2 3 3 3 3 2 2 3 4 4 4 Carga Horária (h) 60 45 60 60 60 60 45 30 45 60 75 75 27 . este núcleo compreende disciplinas e atividades que fornecerão embasamento para caracterizar a identidade do profissional.Áreas de conhecimento.

este núcleo compreende disciplinas e/ou atividades que fornecerão o embasamento teórico-prático.. extensão ou estudos de caso.3. pesquisa.4.190 8. O núcleo temático define o projeto da UNIVASF com uma identidade própria. Arroz. tratados individualmente e em equipe. Plantas Ornamentais e Paisagismo Tecnologia de Produtos Alimentícios Vegetais Tecnologia de Produtos Alimentícios Animais Tecnologia de Pós-Colheita TOTAL Crédito 4 4 3 3 3 3 3 4 2 3 3 3 3 3 3 2 3 3 3 3 3 3 3 2 2 2 3 113 Carga Horária (h) 60 60 45 60 60 60 60 75 45 60 60 60 60 60 45 30 60 60 60 60 60 60 60 45 45 45 60 2. Cana) Cultura II (Fibrosas.. que identificam 28 . Ele integrará atividades de ensino. visando o aperfeiçoamento da habilitação profissional do egresso e atendimento às peculiaridades locais e regionais. Núcleo de Conteúdo Profissional Específico Com 120 horas e quatro créditos. Feijão. Estimulantes e Oleaginosas) Silvicultura Floricultura.Tabela 3 – Continuação. Sub-áreas de Conhecimento Agrometeorologia Genética Melhoramento de Plantas Entomologia Geral Entomologia Aplicada Máquinas Agrícolas Mecanização Agrícola Construções Rurais e Ambiência Produção e Tecnologia de Sementes Fitopatologia Geral Fitopatologia Aplicada Hidráulica Irrigação Drenagem Energia na Agricultura Biologia e Controle de Plantas Invasoras Fruticultura I Agroecologia Olericultura Fruticultura II Culturas I (Milho.

particularmente nas atividades referentes ao ensino e pesquisa realizadas pelos discentes no decorrer do curso. a partir de áreas do conhecimento.4. como proposto na sua criação. Essa organização. evitando-se uma excessiva compartimentalização do saber. as quais complementarão seus conhecimentos técnicos e científicos em diversas áreas de atuação contempladas dentro do curso. 29 . Organização e Estrutura Curricular Para efeito didático. em diversas áreas de atuação contempladas pelos demais cursos de graduação da instituição. com o objetivo de permitir um maior envolvimento do aluno no estudo das diferentes ciências que compõem o Currículo do Curso.atribuições. possibilita uma integração entre os diferentes conteúdos trabalhados. Embora fundamentais no balizamento curricular. 8.4. os conteúdos trabalhados nas diferentes áreas do conhecimento só ganham sentido no contexto curricular como um todo. o núcleo de conteúdo eletivo é composto por disciplinas e atividades que permitem ao discente complementar seus conhecimentos técnicos e científicos. 8. Essas informações são apresentadas de forma resumida no Quadro 1. a partir de áreas e sub-áreas do conhecimento.4. Esta feição caracteriza o projeto institucional da UNIVASF.5. será trabalhada uma área do conhecimento por vez. A grade curricular do curso de Engenharia Agronômica também permitirá ao aluno a oportunidade de cursar disciplinas optativas. Apresenta-se na Tabela 4. Núcleo de Conteúdo Eletivo Com 120 horas e seis créditos. deveres e responsabilidades institucionais e pessoais voltadas para promoção do desenvolvimento local e regional. a distribuição de disciplinas organizadas em conteúdos.

DISCIPLINA C.Tabela 4 . 1 X X X X X X X X X X X X X X X X X X 2 3 8 60 45 60 60 60 60 3 2 3 3 3 3 Nº CRÉD.Periodização e distribuição das disciplinas organizadas a partir de áreas e sub-áreas do conhecimento. Termodinâmica e Eletromagnetismo) Desenho Técnico Metodologia da Pesquisa 30 . H.020 60 60 4 3 3 3 4 4 4 4 60 60 60 60 60 60 60 60 Física Expressão Gráfica Metodologia da Pesquisa Total Citologia e Histologia Vegetal Zoologia Geral Botânica I (Morfologia e Anatomia Vegetal) Ecologia Geral Botânica II (Sistemática Vegetal e Conservação) Fisiologia e Ecofisiologia Vegetal Química Geral Química Orgânica Química Analítica Bioquímica Estatística Básica Estatística Experimental Cálculo I Cálculo II Física I (Mecânica e Hidrostática) Física II (Ondas. PERÍODIZAÇÃO DO CURSO 4 5 6 7 9 10 ÁREA E SUB-ÁREA Biologia Química Estatística Matemática 4 4 2 2 58 45 30 1.

Tabela 4 – Continuação.. Aptidão. Manejo e Conservação do Solo Microbiologia do Solo Zootecnia Geral Forragicultura e Pastagens Sociologia Rural Extensão Rural Tópicos de Economia e Administração Rural Topografia (altimetria e planimetria) Geoprocessamento Meteorologia X X X X X Genética Entomologia Agrometeorologia Genética Melhoramento de Plantas Entomologia Geral Entomologia Aplicada Máquinas e Implementos 4 4 3 3 3 3 3 4 60 60 75 60 60 45 60 60 Mecanização Mecanização Agrícola Construções Rurais e Agrícolas X X X Construções 31 . DISCIPLINA C. Morfologia e Classificação dos Solos Propriedades Químicas e Físicas do Solo Nutrição e Fertilidade do Solo Levantamento. 1 X X X X X X X X X X X X 2 3 8 60 45 60 60 3 2 3 3 Nº CRÉD. H. PERÍODIZAÇÃO DO CURSO 4 5 6 7 9 10 ÁREA E SUB-ÁREA Solos Zootecnia Humanas 4 4 4 75 75 60 3 3 2 2 3 60 60 45 30 45 Topografia Gênese..

H. PERÍODIZAÇÃO DO CURSO 4 5 6 7 10 Sementes Tabela 4 – Continuação. Estimulantes e Oleaginosas) Silvicultura Floricultura.ÁREA E SUB-ÁREA C. Arroz. 1 X 2 3 8 9 Ambiência Produção e Tecnologia de Sementes 2 45 DISCIPLINA Nº CRÉD. DISCIPLINA C. H.. Plantas Ornamentais e Paisagismo Tecnologia de Produtos Vegetais Tecnologia de Produtos Animais Tecnologia de Pós-Colheita 32 . Cana) Cultura II (Fibrosas. X X X X X X X X X X X X X X X 45 45 3 60 X X X PERÍODIZAÇÃO DO CURSO ÁREA E SUB-ÁREA Fitopatologia Engenharia Nº CRÉD. Feijão.. 3 3 3 3 3 3 60 60 60 60 60 45 30 60 60 60 60 60 60 60 45 2 3 3 3 3 3 3 3 2 2 2 Fitotecnia Alimentos Fitopatologia Geral Fitopatologia Aplicada Hidráulica Irrigação Drenagem Energia na Agricultura Biologia e Controle de Plantas Invasoras Fruticultura I Agroecologia Olericultura Fruticultura II Culturas I (Milho.

113 4 4 3 3 6 2.ÁREA E SUB-ÁREA C.145 120 120 60 60 120 33 . X PERÍODIZAÇÃO DO CURSO Núcleo Temático Disciplina Eletiva Disciplina Eletiva DISCIPLINA Total Núcleo Temático Total Disciplinas Eletivas X X Total Nº CRÉD. H.

PERÍODO Disciplina C.H.Quadro 1 . 4 .H. 60 T/P 10 . 60 T/P 5 .PERÍODO C. Plantas ornamentais e Paisagismo 45 T/P Estágio obrigatório 160 Cálculo I 60 T Agroecologia Química Analítica 60 T/P Botânica II 60 T/P Microbiologia do Solo 60 T/P 60 T/P Fitopatologia Geral 60 T/P Biologia e Controle de Plantas Invasoras 30 T Tópicos de Economia e Administração Rural 60 T Silvicultura 60 T/P Química Geral Genética 60 T Química Orgânica 60 T Topografia 75 T/P 60 T Máquinas e Implementos Agrícolas 60 T/P Hidráulica 60 T/P Irrigação 60 T/P Energia na Agricultura 45 T Tecnologia de Produtos Animais 15T 30P Desenho Técnico 45 T/P Estatística Básica 60 T Estatística Experimental 60 T Geoprocessamento 75 T/P Melhoramento de Plantas 45 T Forragicultura e Pastagens 60 T 390 Total 45 T Olericultura 60 T/P Extensão Rural 45 T Núcleo Temático 120 Gênese. Disciplina C.PERÍODO 6 . Eletivas 120 1 .H.H.H.PERÍODO 3 .PERÍODO Disciplina Zootecnia Geral Fruticultura I Drenagem 60 T/P Nutrição e Fertilidade do Solo 60 T 75 T/P 60 T/P Construções Rurais e Ambiência C.H.H. Disciplina C.PERÍODO 8 . 60 T 2 . Disciplina C.H.PERÍODO 9 . Disciplina C. Disciplina C.PERÍODO 7 . Manejo e Conservação do Solo 60 T/P Culturas I 60 T/P Floricultura.H.H. Morfologia e Classificação dos Solos Total Total 360 Total 375 Total 60 T/P Agrometeorologia Sociologia Rural 360 Total 30 T 360 Tecnologia de Produtos Vegetais Total 15T 30P 375 Total 390 Total 310 360 Total 360 34 .PERÍODO Disciplina C. Disciplina Citologia e Histologia Vegetal 60 T/P Botânica I 60 T/P Física II Zoologia Geral 45 T/P Física I 60 T Propriedades Químicas e Físicas do Solo 45 T/P Fisiologia e Ecofisiologia Vegetal 60 T/P 45 T/P Entomologia Aplicada 60 T/P Fitopatologia Aplicada 60 T/P Produção e Tecnologia de Sementes Fruticultura II 60 T/P Tecnologia de Pós Colheita 60 T/P TCC 30 Metodologia da Pesquisa 30 T Cálculo II 60 T Bioquímica 60 T/P Ecologia Geral 60 T/P Entomologia Geral 60 T/P Mecanização Agrícola 60 T/P Levantamento Aptidão.Distribuição das disciplinas do curso de Engenharia Agronômica da UNIVASF.PERÍODO Disciplina Culturas II C.

M.. ed.A. ED.F. DE ROBERTIS. Citoesqueleto. Manual de Histologia Vegetal. E. 2007. 928p. 2005. Diferenciação celular. 2. 2003.P. colênquima e esclerênquima.C. E. ed. T. Metabolismo celular. 1. L. M.R. 96p. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. J. 418p. RECCO-PIMENTEL. CARVALHO. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. PIQUE. Ícone. EMENTÁRIO PRIMEIRO PERÍODO AGRO_0101 – Citologia e Histologia Vegetal Carga Horária Total . Epiderme e periderme. Biologia Celular e Molecular.. HIB. Biologia Celular e Molecular. Métodos de estudo em citologia. New York & London: Garland Publishing Inc. M. Estruturas secretoras. R. 432p. K. F. WATSON. Células procarióticas e eucarióticas: organização e funcionamento. J. Bibliografia complementar: ALBERTS.C.. 35 . Xilema e floema. 1997.60h Carga Horária Teórica .. Molecular Biology of the cell. 14. J. JUNQUEIRA.U. PONZIO.. Feira de Santana: UEFS. M.D. RAFF. A Célula. Meristemas primários. J. D. Parênquima. Divisão celular: mitose e meiose... 352p. Bases da Biologia Celular e Molecular. S. Manual de técnicas em Histologia Vegetal. ROBERTS.. N. CARNEIRO. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.. 91 p. 396p.30h Carga Horária Prática . M.9. secundários e intercalar. 1616 p. H.. CARNSHAW. 1997. Bibliografia básica: DE ROBERTIS. J. POLLARD. 2002. 4. LEWIS. F. 2006. Barueri: Editora Manole. BRAY. W. B.30h EMENTA: História da biologia celular... Biologia Celular. ed. 2006. MACÊDO. HIB. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.D. Composição química da célula.

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J. MÜLLER. Trabalhos acadêmicos: tipos. Para entender o texto: Leitura e redação.1. M.30h EMENTA: O papel da ciência. vol. J. 2001. Tipos de conhecimento. 2002.0h 37 .30h Carga Horária Prática . Método e técnica. L.Metodologia da Pesquisa Carga Horária Total . Metodologia do trabalho científico. Normas e padrões para teses. São Paulo: Editora Ática. vol. Carga Horária Teórica . A.1. I. J. 5ª. O processo de leitura. R. GIL. SEVERINO. Como elaborar projetos de pesquisa.. vol. vol.1. ed. S. 2003. Vol. São Paulo: Editora Ática. F. CORNELSEN.1. Técnicas de comunicação escrita. ed. A. 2001. vol. dissertações e monografias. São Paulo: Editora Atlas. 3ª. Pesquisa qualitativa e quantitativa. M. 6ª.1. Londrina: Editora Eduel. Apresentação gráfica. 1. C. Referências bibliográficas. FIORIN.AGRO_0103 .. características e composição estrutural. Bibliografia básica: ALVES. P. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Editora Brasiliense. ed. Estilo de redação. São Paulo: Editora Cortez. Citações bibliográficas. 22ª ed. 6ª ed. Relatório de pesquisa. SAVIOLI. O projeto de pesquisa experimental e não experimental. 1998. Bibliografia complementar: BLINKSTEIN. Normas da ABNT. 1985.

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Eletroquímica. Carga Horária Teórica . Relações estequiométricas. Rio de Janeiro: Editora Livros Técnicos e Científicos.0h 39 . 9ª ed. E. J. Química: Ciência Central.1. vol. 1994.1. 1990.. São Paulo: Editora McGraw-Hill. Equilíbrio químico. Rio de Janeiro: Editora Livros Técnicos e Científicos. Propriedades dos líquidos. São Paulo: Editora Bookman Companhia. Ligações químicas. Princípios de Química. LAWRENCE.. G.1. Jr.1. L.. BROWN. E. ROSEMBERG. ARENA. vol. Rio de Janeiro: Editora Livros Técnicos e Científicos. 8ª ed.B. BURSTEN. 1996. vol. HUMISTON.1. B.AGRO_0105 – Química Geral Carga Horária Total . vol. Bibliográfica básica: RUSSEL. H. Química Geral. M. 1.. T. Bibliografia complementar: MASTERTON.60h Carga Horária Prática . Estrutura atômica. Química Geral. 2003. W.60h EMENTA: Conceitos básicos. Sólidos... vol. Cinética química. Rio de Janeiro: Editora Livros Técnicos e Científicos.. E. Química Geral. vol..E. SLOWINSKI.. 2ª ed. 7ª ed. Estudos dos gases. BRADY. HEIN. LORETTA. 1998.. vol. Princípios de Química. M... LEMAY. J. E. 1999. J. 2001. Periodicidade química. J. J. ATKINS.São Paulo: Editora Bookman.. S. Soluções. Termoquímica. Fundamentos de Química Geral. P. 6ª ed.E.

BORTOLUCCI. M.30h 40 . 1989. São Paulo: Globo. 6.. 1989. Formatos.T. FRENCH. dobras e cortes. 1999. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica.A.Desenho Técnico Carga Horária Total . 3 volumes. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. Escalas numérica e gráfica simples. São Paulo: Edgard Blucher. Noções de geometria descritiva (ponto.45h EMENTA: Materiais de desenho e suas utilizações. Desenho de peças. VIERCK. C.AGRO_0106 . reta e plano). Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico..E. Perspectiva. São Carlos: EESC-USP. G. Plantas. Desenho Arquitetônico.P. ESTEPHANIO. T. MONTENEGRO. S. 1984. Normas da ABNT. (Coleção Desenho Técnico).J.P. Plantas topográficas.. Desenho. São Paulo: Globo. Bibliografia básica: FRENCH. Desenho Arquitetônico. 1973. Desenho técnico para a construção civil 2. Desenho Técnico Básico. São Paulo: PINI.ABNT. Carga Horária Teórica . T. .. 1976. Esboços cotados. NORMAS TÉCNICAS . J.. 1996.15h Carga Horária Prática . OBERG. Bibliografia complementar: ALMEIDA NETO..F. CARVALHO. CORTESI.V. Projetos arquitetônicos simples. org.. 1978.E. C. São Paulo: EPU-Edusp. M. Desenho técnico e tecnologia gráfica.ed. elevações e cortes.. L.G. Representação gráfica.Desenho Técnico.

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Bibliografia complementar: MANO.T. 1987. álcoois.B. Estereoquímica: enantiômeros. Carga Horária Teórica . SOLOMONS. mistura racêmica.X EMENTA: Funções.AGRO_0202 – Química Orgânica Carga Horária Total .AGRO _0105 43 .1. 2.1.N. E. C. Reações de Alcenos. ácidos carboxílicos e ésteres e compostos aromáticos. 1995. R.G. éteres. Lisboa:Editora Fundacão Calouste Gulbenkian.60h Pré-requisito . Química Orgânica. vol. A. aminas. Alcinos e Aromáticos. R. nomenclatura e propriedades: alcanos. São Paulo:Editora MAKRON Books. Rio de Janeiro: Editora LTC. Química Orgânica. J.W. Questões e Exercícios de Química Orgânica. Práticas de Química Orgânica. quiralidade. SEABRA. São Paulo: Editora Edgard Blucher. 1996.60h Carga Horária Prática . 2005.0h Co-requisito . vol. FRYHLE. Rio de Janeiro: Editora LTC.B. alcenos. R. vol. T. compostos de enxofre. E.. cetonas.1 3ª ed.1. halogênios de alquila. Bibliografia básica McMURRY.P. MORRISON. alcinos. vol. e RIGUERA.. Química Orgânica. e BOYD. QUINOÁ. 1997. vol. aldeídos.1.

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Derivação implícita de funções de várias variáveis. 1994. Integração Tripla. L. 2001. 10ª ed.60h Pré-requisito EMENTA: Técnicas de integração por Frações Parciais e Trigonométricas. A.1 e 2. Coordenadas Retangulares e Polares. Difrencial Total.1 e 2. M. vols. W. Cálculo. GUIDORIZZI. vols.60h Carga Horária Prática . SIMMONS.1 e 2. vols. F. Regra da Cadeia de funções de várias variáveis. um novo horizonte. Um curso de cálculo. vols. 2ª ed. São Paulo: Makron Books. 1982. 6ª ed. Funções de Várias Variáveis.0h Co-requisito – AGRO _0104 STEWART. 1999. Aplicações. Rio de janeiro: Editora LTC. J. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. Carga Horária Teórica . Área. G. 2002. vols. LEITHOLD. 2. 5ª ed. Vetores. 5ª ed. v. 45 . MUNEM. D.. B. Volume.1 e 2. E. 606 p. FOULIS. H. Cálculo com geometria analítica.AGRO_0204 Cálculo II Carga Horária Total . Bibliografia complementar: ANTON.1 e 2. Cálculo. 2 e 3. Derivadas Parciais. Cálculo. vols. São Paulo: LTC. Cálculo com geometria analítica. Bibliografia básica: SWOKOWSKI. vols. 1987. THOMAS. São Paulo: Makron Books. São Paulo: Editora Pearson. Cálculo. 1ª ed. Multiplicadores de Lagrange. 1987.1 e 2. J. Integração Dupla. São Paulo: Editora Harbra. 2005. Máximos e mínimos. 3ª ed. G. L. O cálculo com geometria analítica. Porto Alegre: Editora Bookman. H.

Teoria dos principais métodos empregados em Química Analítica. 6ª ed. 2002. G. 1997.30h Co-requisito - Bibliografia complementar: HARRIS.1. Introdução a métodos cromatográficos. Rio de Janeiro: Editora LTC. 46 . DENNEY..AGRO_0205 – Química Analítica Carga Horária Total . vol. THOMAS. COLLINS. Rio de Janeiro: Editora LTC. 4ª ed. SKOOG. S. C. R. 4ª ed.. BRAGA.AGRO _0105 EMENTA: Objetivos e importância. A. 1996. D. D. J. MENDHAM.60h Pré-requisito . 5ª ed. GONÇALVES. Química analítica quantitativa. S.1. 5ª ed.1. C. L. 2002. Lisboa: Editora Fundação Calouste Gulbenkian.1. Carga Horária Teórica . Bibliografia básica: BARNES. Química analítica dos cátions. Teoria dos princípios químicos em análise química. K. Químicas analítica dos ânios. M. C. M. J. Análise Química Quantitativa. 1. Estudo teórico e análise quantitativa inorgânica.30h Carga Horária Prática .. D. Vogel: Análise Química Quantitativa.. vol. São Paulo: Editora Bookman. vol. Princípios de Análise Instrumental. vol. Métodos Instrumentais Para Análise de Soluções – Análise Quantitativa. J. vol. Química analítica qualitativa. 2001. Campinas: Editora UNICAMP.

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.M.. SILVEIRA NETO. LARA.M.W. C... L.M. Principles of insect morphology.E. Princípios de Entomologia.30h Carga Horária Prática . l979. 1972. Carga Horária Teórica . L. D. J. C. L.B. DE. Sistemática e taxonomia. BERTI FILHO.. Sâo Paulo: Icone.L. R. MATUO..30h Co-requisito . GALLO. 1990. F.J.. J. FLECHTMANN.A.P. NAKANO. 78p. 2002. Morfologia geral externa. ALVES. São Paulo: Edgard Blucher. Jaboticabal: FUNEP. Caracteres gerais. VENDRAMIM. & OMOTO. WIGGLESWORTH. S. Coleta. COSTA.. 827p. MARINONI. Bibliografia básica: BORROR. The principles of insect physiology. G. Ribeirão Preto: Ed. Manual de Coleta.B. Reprodução e desenvolvimento. S.. V. Filogenia e evolução dos insetos. MARCHINI. SNODGRASS.R. 667p. PARRA.C. Montagem e Identificação de Insetos.R. 64 . C. Introdução ao estudo dos insetos.. 189 p.C. O. 139p. Conservação. 332p. 1997... São Paulo: Livraria Nobel. D.S. R. New York: Halsted. New York: McGraw-Hill. T. 1988. E.S. J. DeLONG. D. 7. ed.AGRO_0504 – Entomologia Geral Carga Horária Total . R. 1998.60h Pré-requisito – X EMENTA: Introdução a entomologia.D. 920p.H. Piracicaba: FEALQ. ZUCCHI. 1935. 653p. Importância e diversidade dos insetos. montagem e conservação de insetos. LOPES. CARVALHO.R.. BATISTA. Ácaros de importância agrícola.. Holos Ltda. Entomologia Agrícola.X Bibliografia complementar: ALMEIDA.P. Técnicas de aplicação de defensivos agrícolas. Morfologia geral interna.

ALMEIDA.. Z. 250p. ALMEIDA. 65 Carga Horária Teórica . Agroecologia. 3. Porto Alegre: UFRGS. 2005. Rio de Janeiro: AS-PTA. S.30h Carga Horária Prática .. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável. A. (org). M. Eli Lino de Jesus e Patrícias Vaz. ALTIERI. 1997. Rio de Janeiro: AS-PTA. 2001. P. Agroecologia: Ecosfera. S. complexidade. 1997. Subsídios à formulação de diretrizes ambientais para o desenvolvimento agrícola. M. Editora Argos. PRIMAVESI. Editora Aquariana. Agroecologia: teoría y práctica para una agricultura sustentable. 122p. M. GLIESSMAN. P. TEDESCO.AGRO_0505 – Agroecologia Carga Horária Total . Editora FAUFRS. Petrópolis: PNUMA/ Vozes. Â. FORNARI. 2006. GLIESSMAN. poder. Crise sócio ambiental e conversão ecológica da agricultura brasileira. J.R.E.G. Funcionamento dos agroecossistemas. Impacto das técnicas agrícolas sobre os recursos naturais. SCHMIDT. Manual prático de agroecologia. 2000. México: PNUMA y Red de formación ambiental para América Latina y el Caribe. Agroecologia e Agricultura. 2000. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. Diversidade e estabilidade do agroecossitema. Conceitos de ecossistemas naturais e agroecossistemas. racionalidade. S.. Agrodiversidade.R. Tecnosfera e Agricultura.ed. 2001. Produção agroecológica Bibliografia básica: ALTIERI. E. NICHOLLS.60h Pré-requisito – AGRO_0401 EMENTA: Introdução a agroecologia. Agroecologia e sustentabilidade no meio rural. Recursos Genéticos em agroecossistemas. Editora Nobel. Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável.C. C. Porto Alegre: UFRGS.X .. 592 p.. W. Bibliografia complementar: ALTIERI. 2001. 2002. E. LEFF. PETEREN. 2002. LOVATO. J. 2006.30h Co-requisito . Porto Alegre : UFRGS. Editora UPF. NAVARRO. Trad. Saber ambiental: sustentabilidade. CORDEIRO. Reconstruindo a agricultura: idéias e ideais na perspectiva do desenvolvimento rural sustentável.. Estudo de técnicas e processos produtivos poupadores de energia e recursos naturais.

E.A. C. GASSEN. Manejo mecanizado de atividades para implantação de culturas.M.. Máquinas Agrícolas. 2001. J. Máquinas e implementos para preparo do solo.F. NATALE. Jaboticabal: SBEA. M. J.A. O.A. Plantio direto: o caminho do futuro. Manual prático do agricultor. G. 2001.L. COELHO.P. 27 p.60h Pré-requisito – AGRO_0301 EMENTA: Tratores agrícolas (Constituição).D. T. Aldeia Sul... PORTELLA. TOMIMORI.30h Carga Horária Prática .C. SILVEIRA. 3. FURLANI. ed. D. Viçosa: Aprenda Fácil.H. S.X 66 .. GADANHA JÚNIOR. 2002. Mecânica e manutenção de máquinas agrícolas. Máquinas para plantio e condução de culturas. Viçosa: Aprenda Fácil. 252p RIPOLI.. 2005. 1996. Passo Fundo. C. São Paulo: Manole. 2001. 336p. 2001.AGRO_0506 – Máquinas e Implementos Agrícolas Carga Horária Total . W. GASSEN. 207p. aplicação de corretivos e defensivos. 310p. 1997. W.. G.C. YAHNN. F.L. L.D. RIPOLI. Os cuidados com o trator.C. G. 192p. Máquinas para silagem e fenação. Motores de combustão interna. 290p.A. Piracicaba: T. Jaboticabal: FUNEP.. Preparo do solo: técnicas e implementos. Bibliografia complementar: COAN. M.. Viçosa: Aprenda Fácil.C. 99p.M. R. 309p. Viçosa: Aprenda Fácil. Pontos de acoplamento. J. C.30h Co-requisito .W. M. PRADO. Arado de discos: constituição. semeadura.C. Carga Horária Teórica . SILVEIRA. MOLIN. MOLINA JR. Ripoli.. Semeadoras para plantio direto. SILVEIRA. regulagens e manutenção. 2007. M. Bibliografia básica: BALASTREIRE.

2001.A.P.B. 969p. J. BERED. 463p. 275 p. 1993. Porto Alegre: Editora da UFRGS. F. RAMALHO. PINTO. BORÉM. M.B.. ed. Goiania: UFG. 1999. ZIMMERMANN.R. Introdução ao melhoramento genético de plantas. 2004. A. P.A. Genética na agropecuária. M. 585 p. C. PINTO. Genética & Evolução Vegetal.. Métodos de melhoramento de culturas autógamas. ed. 271 p. L. FREITAS. Métodos de melhoramento de culturas alógamas. Biotecnologia simplificada.45h Pré-requisito – AGRO_0405 EMENTA: Importância do melhoramento de plantas e seus objetivos. 2003. A. Melhoramento das espécies cultivadas.AGRO_0507 – Melhoramento de Plantas Carga Horária Total .P.B. 2.. SANTOS. 1995.A. v.. Lavras: UFLA.J.S.B. Métodos de melhoramento de culturas propagadas assexuadamente. R. Rio Branco: Suprema.O. 472 p. Viçosa: UFV.D. C. 2003. Viçosa: UFV.. Modos de reprodução das plantas superiores. Modelos biométricos aplicados ao melhoramento genético. Centros de origem e diversidade das plantas cultivadas.P. 817 p.0h Co-requisito .B. Genética quantitativa em plantas autógamas: aplicações ao melhoramento do feijoeiro. 2005. SANTOS. CRUZ. RAMALHO. M.45h Carga Horária Prática . Biotecnologia no melhoramento de plantas. Bibliografia complementar: BORÉM. Viçosa: UFV. A.. CARNEIRO. Carga Horária Teórica .C. F. Maringá: EDUEM. SANTOS. Bibliografia básica: BORÉM. 3. 2.. J.X 67 . 49 p.J. Melhoramento de espécies cultivadas.

Planejamento e dimensionamento de instalações zootécnicas e agrícolas. Bibliografia básica: BAÊTA.60h Carga Horária Teórica . SOUSA. Estudo dos materiais. P.. Ambiência em edificações rurais: conforto animal. São Paulo: Nobel. ed. Viçosa: UFV. 1985. São Paulo: Nobel. C. 719 p. 68 . O. Elaboração de projetos de construção. 12. PEREIRA. C. S. CARNEIRO. 5. 1999. F. 2000. Projetos de tratamento de resíduos da agropecuária. Bibliografia complementar: LAZZARINI NETO. 1997. 376p. Viçosa: Aprenda Fácil. ed. ed. Equipamentos necessários à ambiência das instalações. São Paulo: Nobel. 2.F. concreto e madeira.C. Pequenas construções rurais.30h Co-requisito . Construções Rurais. Estruturas de aço.30h Carga Horária Prática . Construções rurais. M. 2000.AGRO_0203 Pré-requisito – AGRO_0104 e 106 EMENTA: Normas para Construções Rurais e Ambiência. 246 p. Instalações e benfeitorias. São Paulo: Zigurate. 2000. 129p. 110p. FABICHAK. I.Construções Rurais e Ambiência Carga Horária Total . Y. Técnicas de construção. F. REBELLO.SEXTO PERÍODO AGRO_0601 .

Manole.. Brasília: EMBRAPA..30h Carga Horária Prática . 209p.. Avaliação dos métodos de controle de pragas. S. Ed.. Bibliografia básica: GALLO. R.P. ALVES.(eds. Entomologia Agrícola..A. PARRA. 2002. NASCIMENTO. G. 69 . FERREIRA. R. Receituário agronômico...AGRO_0602 – Entomologia Aplicada Carga Horária Total . BATISTA. Carga Horária Teórica ..M. Guia de identificação de pragas agrícolas. segurança e uso adequado dos agrotóxicos. 2002.30h Co-requisito . 920p. 2002. C. J.B. LOPES. Tecnologia de aplicação. D. da. 2001. S.L. 1998.S.R. A. J.R. L. 121p. Pragas das essências florestais. CUNHA.C. Manejo de Insetos ..B.X Bibliografia complementar: CORDEIRO.. ZUCCHI. Embrapa.Pragas. Pragas das hortaliças e ornamentais. Banana: Fitossanidade. DE. Pragas de fruteiras tropicais de importância agroindustrial. Brasília: Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento.V. BERTI FILHO. F.O. Manga: Fitossanidade.P.C. COUTINHO.. 136p. Piracicaba: FEALQ. & OMOTO. 609p. Amostragem de insetos. Brasília: Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. de C. H. F. O. R. SANTOS FILHO. J. Coco: Fitossanidade.. MARCHINI. JUNQUEIRA.F. SOBRINHO.. Pragas dos produtos armazenados. Pragas das frutíferas. Pragas das pequenas culturas. E. SILVEIRA NETO. N. CARDOSO.T. NAKANO. Piracicaba: FEALQ. S. C.60h Pré-requisito – AGRO_0504 EMENTA: Considerações gerais sobre pragas das plantas e seu controle.M. M.M. FERREIRA. do. ZUCCHI..E. SILVEIRA NETO. Brasília: Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. J. Embrapa. Org.).J. l39p. O.C.. Exercício Profissional. Embrapa. FREIRE. VENDRAMIM. flutuação populacional de insetos.. R. monitoramento. S. Pragas das grandes culturas.P. 104p. NAKANO.S.A. l997.D. J.. 2001.R. Z.. CARVALHO.

do milho e do arroz. SILVA. Tração animal. Uberaba: FAZU. J.A. São Paulo: Ed. (Apostila de aula) PORTELLA.V. p.A.30h Carga Horária Prática . Análise de custo de máquinas e implementos agrícolas. L.L. 2000. L.. 2007. O. Estudo de movimentos e de tempos. Colheita de grãos mecanizada: implementos. São Paulo: Nobel. 1974.B. 3ª Ed. Seleção da maquinaria agrícola. 310p. Viçosa: Aprenda Fácil..AGRO_0603 – Mecanização Agrícola Carga Horária Total .. 1984. 1983. PORTUGAL. MOLIN. Adequação do trator ao implemento e ao tipo de solo. Piracicaba: ESALQ. Viçosa: Aprenda Fácil. Bibliografia complementar: ATARES. J. J. 190p. 126p. 3.. 2005. BLANCA.G. F. M.G..R. G. Londrina: EMBRAPA.X Colheita mecanizada de grãos. Máquinas para a colheita de cereais. MIALHE. Perdas na colheita. M. L.A.60h Pré-requisito – AGRO_0506 Carga Horária Teórica .. MILAN. MIALHE. Seleção do equipamento agrícola.F. Máquinas para colheita e transporte. 2001. 290 p. Manual do produtor: como evitar desperdícios nas colheitas de soja.G. Madri: Mundi Prensa.G. 2002. Desempenho operacional da maquinaria agrícola. 549 p. ed.A. A. 70 . Ceres. SILVEIRA. FRANÇA NETO. Tractores y motores agricolas. São Paulo: Manole.30h Co-requisito . Manual de Mecanização Agrícola. P. J. SAAD. J.B. Máquinas Agrícolas. FONSECA. Bibliografia básica: BALASTREIRE. 301p.P.2862. manutenção e regulagem. J. SOB.

) Controle de doenças de plantas. Brasília: Editora Otimismo. H. BERGAMIN FILHO. 1. J. Ciclo das relações patógeno-hospedeiro. J. KIMATI. C. CAMARGO L. L.X.. 2006. (Ed. 577p. 71 . (Ed. ed. 1995. A.30h Co-requisito . L.) Manual de fitopatologia: princípios e conceitos. Ed.X Bibliografia complementar: KIMATI. 919 p. L. ZAMBOLIM. 2005. Carga Horária Teórica . Sintomatologia e diagnose das doenças de plantas. AMORIM. São Paulo: Editora Agronômica Ceres Ltda. Brasília: Editora Universidade de Brasília. VALE. (Eds.AGRO_0604 – Fitopatologia Geral Carga Horária Total .B. Manual de Fitopatologia: Doenças de plantas cultivadas. 663p.M. 1997.C. ed..R. H. Volume 2. Fitopatologia e estudo das doenças de Plantas. 554p. 265p.R. REZENDE J.. São Paulo: Editora Agronômica Ceres Ltda. CARES. (Eds.. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa. A.) Controle de doenças de plantas.. 4.30h Carga Horária Prática . F.) Patologia Vegetal: Agressão e defesa em sistemas planta/patógeno. Princípios básicos de epidemiologia e controle de doenças de plantas..E. Bibliografia básica: BERGAMIN FILHO. L. AMORIM. H.E. 1990. Características dos principais grupos de agentes fitopatogênicos. DIANESE.60h Pré-requisito – X EMENTA: História da Fitopatologia e importância das doenças de plantas. VALE.. F. ZAMBOLIM.A.E. 139p. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa. 3.A. Fisiologia do parasitismo.X. UESUGI. Ação do ambiente. Doenças não parasitárias das plantas.. BLUM. 1997. L. Volume 1.. Variabilidade genética de fitopatógenos.

30h Carga Horária Prática . bocais e tubos curtos. Escoamento em condutos forçados. M.. Hidrodinâmica.. 346p. 669p. B. Manual de hidráulica. M.. G. A. G. 8 ed. COELHO. AZEVEDO. J. M. de. 410p.1998. B. Bibliografia básica: AZEVEDO NETO. 72 ..X Bibliografia complementar: BRUNETTI. R. MELO PORTO. 571p.. M. Orifícios. Porto Alegre: ABRH. 1997. Estações elevatórias. Manual de medição de vazão. 2003. G.. Belo Horizonte: Editora UFMG. P. Hidráulica básica. DELMÉE. J. J.30h Co-requisito . F. S. MARTINIANO. 782p. F. J. LARA.AGRO_0605 – Hidráulica Carga Horária Total . São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda.. J. P. Bombas e instalações de bombeamento. G. C.. BAPTISTA. Hidrometria. R. 621p. J. R. 4 ed. J. Fundamentos da mecânica dos fluidos. YOUNG. F. Condutos livres. 2003. Fundamentos da engenharia hidráulica. 2004. Mecânica dos fluidos. M. Hidráulica aplicada: coleção ABRH 8. D. 1999. 2 ed. MONTENEGRO. Carga Horária Teórica ... São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda.. São Paulo: Prentice Hall Brasil. CIRILLO. J. 2 ed. MASCARENHAS. Golpe de aríete. V.. 3 ed. M. MUNSON. Rio de Janeiro: Editora LTC. T. BAPTISTA. OKIISHI. L. B. 519p. 437p. 2 ed. A. 2004. CABRAL. L. 2 ed. Hidrostática.60h Pré-requisito – AGRO_0203 EMENTA: Conceitos Básicos. São Carlos: EESC-USP. M. CANALI. MACINTYRE.. H. S. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda.. 2003.

X Pré-requisito – AGRO_0403 e AGRO_502 EMENTA: O curso é programado para oferecer aos estudantes do curso de agronomia conhecimentos teóricos e práticos no sentido de prepará-los profissionalmente para atuação no campo de produção e manejo de plantas forrageiras e pastagens. Aspectos dinâmicos. G. Alimentos & alimentação do rebanho leiteiro. 1991. Bibliografia complementar: CARÁMBULA. 1981. Guaíba: ed.AGRO_0606 – Forragicultura e Pastagens Carga Horária Total .15h Carga Horária Prática . São Paulo: Editora Nobel. I.. As lavouras de inverno-1. Piracicaba: FEALQ. V. DUKES. Montevideo: Hemisferio Sur. L. 1998. Pasturas naturales mejoradas. Publicações Globo Rural. ROCHA. 352p. HH. ed. 1989..30h Co-requisito . ANDRIGUETTO. 524p. Ecossistemas de pastagens.2. A. M. J. 73 . vol. L. O. Nutrição animal. Produção de bovinos a pasto. C. A. M. 1996. FLOSS. São Paulo: ed. 1996.45h Carga Horária Teórica . E.1. Rio de JANEIRO: Editora Guanabara-koogan. M. FEALQ. BAIER. Fisiologia dos animais domésticos.. A habilitação desses técnicos possibilita desempenho na exploração técnica de espécies animais que utiliza os volumosos na alimentação. Gráfica Metrópole S. 11ª. Bibliografia básica: MONTARDO. Piracicaba: 1997. AUDE.

et al. Comercialização.X Pré-requisito – AGRO_0403 e AGRO_502 EMENTA: Conceito e importância econômica e social da fruticultura tropical com ênfase em videira. Tratos culturais. Colheita. 1999. 1986. de R. Fruticultura tropical. Nutrição mineral e adubação de plantas frutíferas tropicais no Brasil. HAAG. C. Para cada cultura serão abordados os seguintes itens: origem.. A cultura da banana: aspectos técnicos. Campinas. SILVA. 371p. R. SPI . Beneficiamento.P. Formação do pomar. socioeconômicos a agroindustriais. mangueira. Frutificação. 1998. 1997. Bibliografia complementar: BRAGA SOBRINHO. (Curso de especialização – tutoria: Fruticultura comercial). bananeira. Fundação Cargill.SÉTIMO PERÍODO AGRO_0701 – Fruticultura I Carga Horária Total .60h Carga Horária Teórica .30h Co-requisito . Embrapa. DF.). Importância social e econômica da fruteira. 342p. disseminação e distribuição geográfica. Bibliografia básica: ALVES. Classificação e morfologia descritiva. 585p. 209p. Brasília: Embrapa-SPI/Cruz das Almas: Embrapa-CNPMF. UFLA/FAEPE. 1972. (EDIT. E. Pragas de fruteiras tropicais de importância agroindustrial.J. Propagação. ICEA. 74 . Produção de mudas. R. Fruticultura. INSTITUTO CAMPINEIRO DE ENSINO AGRÍCOLA. H. et al.Brasília.30h Carga Horária Prática . conservação e armazenamento. Campinas.

2005. H. ZAMBOLIM. Principais doenças em plantas florestais. (Eds.E.. F. 663p. Principais doenças das fruteiras. 1997. 4. Volume 2.60h Pré-requisito – AGRO_0604 EMENTA: Principais grupos de doenças. KIMATI. REZENDE J. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa.X. Brasília: Editora Otimismo. AMORIM.. L. VALE.. Bibliografia básica: BERGAMIN FILHO.A. L. 139p. Carga Horária Teórica .. Ed. Volume 1. J. São Paulo: Editora Agronômica Ceres Ltda. Patologia de sementes.) Manual de fitopatologia: princípios e conceitos. 3. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa. 577p. CARES.) Controle de doenças de plantas. ed.B. DIANESE.. 919 p.M.R. CAMARGO L.E.E. 2006.AGRO_0702 – Fitopatologia Aplicada Carga Horária Total .) Controle de doenças de plantas. AMORIM.. L. L. 265p. Principais doenças das grandes culturas. 554p. A. 1997.R.. 1995. L. São Paulo: Editora Agronômica Ceres Ltda. C. UESUGI. (Eds.) Patologia Vegetal: Agressão e defesa em sistemas planta/patógeno.X 75 . H.30h Co-requisito .X. ed. Fitopatologia e estudo das doenças de Plantas. Ciclos das doenças. A.30h Carga Horária Prática . ZAMBOLIM. F.C..A. Brasília: Editora Universidade de Brasília. Controle e manejo de doenças de plantas. 1990. J. Manual de Fitopatologia: Doenças de plantas cultivadas. VALE. BERGAMIN FILHO. 1. BLUM. Principais doenças das hortaliças. (Ed. H.. (Ed. Bibliografia complementar: KIMATI.

Conceitos de hidrologia aplicada à conservação de solos e meio ambiente.AGRO_0703 – Levantamento. Viçosa: SBCS. Sistemas de uso e manejo para solos tropicais. Controle da erosão no Paraná. A.J. Campinas: SBCS/CNPS. A. edáfico e mecânico. F. V. Piracicaba: Livroceres..T. SILVA. Erosão e conservação de solos: conceitos temas e aplicações. 1990. R. Manejo e Conservação do Solo Carga Horária Total . L. Rio de Janeiro: EMBRAPA/SNLCS.. J. O solo nos grandes domínios morfoclimáticos do Brasil e o desenvolvimento sustentado. Manual de descrição e coleta de solo no campo. P. 355p. FONTES. Métodos de diagnóstico e gestão para uso sustentável de solos tropicais: Estudos dos principais solos brasileiros com ênfase na classificação taxonômica e interpretativa e nos principais fatores limitantes à utilização agrícola nos diversos sistemas tecnológicos de exploração agrícola das terras. Conceitos e fundamentos para a caracterização e gestão de recursos naturais em bacias hidrográficas. 84p. EMBRAPA/SNLCS. Manual para levantamento utilitário do meio físico e classificação de terras no sistema de capacidade de uso. 1999. 1991. 3 ed.60h Pré-requisito – AGRO_502 EMENTA: O manejo e a conservação de solos no Brasil. E. Conservação do solo. BERTONI.X Bibliografia básica: ALVAREZ. plantio direto e preparo conservacionista do solo. Sistema de avaliação da aptidão agrícola das terras..D. Fundamentos básicos para o manejo e a conservação do solo e água e preservação ambiental. LOMBARDI NETO. 1996.M. LEPSCH. 430p. F. LEMOS.S. 1990. Erosão do solo. Bibliografia complementar: DERPSH. M. Degradação e recuperação da produtividade do solo. SEPLAN/MA. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. EMBRAPA-CNPS. GUERRA. 76 . Práticas conservacionistas de caráter vegetativo. 1996. H. FONTES. Aptidão. 63p. Brasil: sistema de cobertura do solo. BOTELHO. 1995. SANTOS. 3 ed. Carga Horária Teórica .. F. F. R. 1999. 412p. 273p. Brasília: EMBRAPA-SPI.. Paraná: IAPAR. Sistema brasileiro de classificação de solos.C.60h Carga Horária Prática . R. Campinas: SBCS. I.G. R.0h Co-requisito ..

825p. 640p. R. aspectos relacionados à fisiologia dos herbicidas nas plantas invasoras e cultivadas: mecanismos de ação. São Paulo: BASF... K. biológico. 683p. Jaboticabal: FUNEP. Manual de identificação e controle de plantas daninhas: plantio direto e convencional. ed. v. Bibliografia complementar: KISSMANN. Alelopatia. LORENZI. R.. LORENZI. ed. Destino dos herbicidas no ambiente. 5. ed. São Paulo: BASF.G. v.AGRO_0704 – Biologia e Controle de Plantas Invasoras Carga Horária Total . 1997. Plantas infestantes e nocivas. caracterização química). Tomo II.S. H. 362p. 3. ed. ed.. tóxicas e medicinais. D. H. 77 . Métodos de manejo de plantas invasoras (mecânico. J. de. Tomo III.Guaíba: Livraria e Editora Agropecuária Ltda. 2000. Ciência das plantas daninhas: Fundamentos. ed. 431p. 2000. Plantas daninhas e seu manejo. ed.30h Carga Horária Prática . 1. 1. físico. 1999. 1995. K. OLIVEIRA Jr. R. épocas de aplicação. G. 2. KISSMANN. Bibliografia básica: DEUBER. 240p. Nova Odessa: Instituto Plantarum. GROTH. K. CONSTANTIN. Nova Odessa: Instituto Plantarum.2001. G. 1992. 2. DEUBER. aquáticas. Tomo I. Campinas: 1997.2. São Paulo: BASF. cultural.X Pré-requisito – AGRO_0403 e AGRO_502 EMENTA: Biologia e manejo de plantas invasoras..30h Carga Horária Teórica . Plantas infestantes e nocivas. 978p.0h Co-requisito . D. químico). Ciência das plantas infestantes: Manejo. 1. Plantas infestantes e nocivas 2. 285 p. KISSMANN. Plantas daninhas do Brasil: Terrestres. GROTH. Controle químico: conceitos relacionados aos herbicidas (nomenclatura.

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AGRO_0707 – Olericultura Carga Horária Total - 60h Carga Horária Teórica - 30h Carga Horária Prática - 30h Co-requisito - X Pré-requisito – AGRO_0403 e AGRO_502 EMENTA: Olericultura Geral: Introdução à olericultura. Olericultura: Solanáceas. Umbelíferas. Liláceas. Convolvuláceas. Crucíferas. Leguminosas. Cucurbitáceas. Quenopodiáceas. Compostas malváceas - Nutrição mineral e adubação; Condições ambientais; Comercialização de hortaliças; Propagação de hortaliças. Bibliografia básica: CAMARGO, L.S. As hortaliças e seu cultivo. Campinas: Fundação Cargill, 1992. FILGUEIRA, F.A.R. Novo manual de Olericultura: Agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: UFV, 2000. 402p. FILGUEIRA. F.A.R. Cultura e comercialização de hortaliças. In: Manual de olericultura. v.1 e 2. 2ª. ed. São Paulo. Editora Agronômica Ceres. 1982. 358p. FONTES, P.C.R. Olericultura: teoria e prática. Viçosa: UFV, 2005. 486p. HAAG, H.P.; MINAMI, K. Nutrição mineral de hortaliças. 1ª e 2ª ed. Campinas: Ed. Fundação Cargill, 1988. MINAMI, K. Produção de mudas de alta qualidade em horticultura. São Paulo: Ed. T.A. Queiroz, 1995. Bibliografia complementar: CARVALHO, N.M.; NAKAGAWA, J. Sementes: ciência, tecnologia e produção. Campinas: Ed. Fundação Cargill, 1983. FILGUEIRA, R. A R. Manual de olericultura. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres Ltda. 1982. HARTMANN, H. I. et al. Plant Propagation: Principles and Practices. Sixth Ed. Prentice Hall do Brasil Ltda. 1977.770p.

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OITAVO PERÍODO

AGRO_0801 – Drenagem Carga Horária Total - 60h Pré-requisito – AGRO_605 Carga Horária Teórica - 30h Carga Horária Prática - 30h Co-requisito - X

EMENTA: Importância da drenagem dos solos agrícolas. Estática da água no solo. Escoamento da água nos meios porosos saturados. Necessidade de lixiviação e análise de dados pluviais. Sistemas de drenagem do solo. Sistema de drenagem de superfície. Construção e manutenção de sistemas de drenagem. Bibliografia básica: BERNARDO, S.; SOARES, A. A.; MANTOVANI, E. C. Manual de irrigação. 8ª ed. Viçosa: UFV, 2006. 625p. CRUCIANI, D. E. A drenagem na agricultura. São Paulo: Nobel, 1986. 337p. DAKER, A. Irrigação e drenagem. 7ª Ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1988. 544p. FERREIRA, P. A. Drenagem de terras agrícolas. 3ª Ed. Brasília. ABEAS, 1998, v. 6. 141p. PIZARRO, F. Drenaje agricola y recuperacion de suelos salinos. Madrid: Agricola Espanola, 1978, 525 p. PRUSKI, F. F.; SILVA, D. D.; TEIXEIRA, A. F.; CECÍLIO, R. A.; SILVA, J. M. A.; GRIEBELER, N. P. Hidros: dimensionamento de sistemas hidroagrícolas. Viçosa: UFV, 2006. 259p. Bibliografia complementar: FERREIRA, P. A. Drenagem e Manejo de Água-Planta em Solos Salinos. 1a Ed. Viçosa: DEA, 1999. 309p. ILRI Drainage principles and application. Wageningem. The Netherlands, 1977. (Publicacion nº 16, V.I, II, III, e IV). LUTHIN, J.N. Drenaje de tierras agrícolas: Teoria y aplicaciones. México, Limusa, 1979. 684 p. MILLAR, A. A. Drenagem de terras agrícolas: bases agronômicas. São Paulo: Mcgraw-hill do Brasil Ltda, 1978. 276p. SCHILFGAARDE, J. V. Drainage for Agriculture. Madison: American Society of Agronomy, 1974. (Monograph 17.)

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1999. 2v. importância e difusão. SILVA. Embrapa Clima Temperado. Campinas: Cargill. Indicações Técnicas para a Cultura do Feijão. Piracicaba: ESALQ/LPV. M. Ministério da Indústria e Comercio.X Pré-requisito – AGRO_0403 e AGRO_502 EMENTA: Histórico. Pelotas. Produção de milho e sorgo em várzea. Colheita mecanizada do feijão (Phaseolus vulgaris L. N. Irrigação. 196p. UFPEL. 641p. SERGIO BICUDO. Tratos culturais. Classificação botânica. 1996. A. origem. 1993. 221p. Beneficiamento e armazenamento. DE A . Jaboticabal: Funepe. Bibliografia básica: PARANHOS.AGRO_0803 .). PESKE.Culturas I (Milho. Brasília. 204p. DOURADO-NETO. Aspectos técnicos e econômicos da colheita mecânica e manual do feijão (Phaseolus vulgaris L. A. 2000. et al. VIERA. FERNANDES.60h Carga Horária Teórica .2001 259p FANCELLI. 1980. Bibliografia complementar: BRASIL. 1983. ALFREDO JOSÉ. 360p. Noções de Pragas e de Doenças. Rotação e consorciação.P. CORIVAL C. A cultura do arroz no Brasil. A. Nutrição e adulação da cana-de-açúcar no Brasil. Clima e Solo. Métodos de plantio. Produção de arroz irrigado.T. P. Cana-de-açúcar: cultivo e utilização. DOS. SILVEIRA. 1987. (Ed). Manual da cana-de-açúcar. Feijão. (Coord. 85 . Piracicaba: IAA/PLANALSUCAR.). Produção de Milho. DOURADO-NETO. FANCELLI.R. F. 146p. Colheita e secagem.L. E.30h Carga Horária Prática . Piracicaba: ESALQ/LPV. Plantas daninhas e seu controle.1996. Manual da cultura do arroz. 396p. EMBRAPA.30h Co-requisito . 633p. CONTO. Arroz e Cana) Carga Horária Total .A B. Embrapa. D. M. J. 1994.). Cultivares. Piracicaba: Livroceres. 2000. Nutrição e adubação. S. Milho tecnologia e Produtividade. FORNASIERI.L. 1998. Instituto do Açúcar e do Álcool. Recomendações Técnicas para a Cultura do Milho. Pelotas. 1984. D. SANTANA. Goiânia. A irrigação e a cultura do feijoeiro. PORTO. CNPAF. SANTOS.

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60h Pré-requisito – X EMENTA: Teorias do valor.C. KRUGMAN. KETTEMAN. Viçosa: FGV.. 2000. M. R. CREPALDI.Noções de contabilidade rural. A. Planejamento financeiro. 2001. determinação de preços e estruturas de mercado.. Best Practices ? Construindo seu negócio com as melhores práticas globais. Lei da oferta e da procura. Legislação. 1997.60h Carga Horária Prática . P. Contabilidade Rural. Administração de Pessoal. São Paulo: Editora Atlas. Elaboração e analise de Projetos agropecuários. KELLY T.J. Bibliografia básica: BATALHA. GOMES S. MAXIMILIANO. O campo do estudo da economia rural. Teoria Geral da Administração. Carga Horária Teórica .X Bibliografia complementar: HIEBELER. & VENABLES. FUJITA. TEIXEIRA. Comercialização. A. 2005. Agregados nacionais. O.. Empresa agrícola. São Paulo: Editora Atlas. 2002. 87 . C. Controle de material. fatores de produção. Comercialização da produção agrícola. E. prosperidade econômica e desenvolvimento humano no mundo. S.AGRO_0804 – Tópicos de Economia e Administração Rural Carga Horária Total .T. Políticas agrícolas. Economia Espacial: Urbanização. São Paulo: Atlas. M. São Paulo: Editora Futura.B.0h Co-requisito . Gestão Agroindustrial. São Paulo: Editora Atlas.

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45h Pré-requisito – X EMENTA: Capacitar os alunos ao trabalho de difusão de novas idéias e práticas num processo de intervenção no meio rural que se caracteriza por não ser exclusivamente técnico. J. P. Bibliografia básica: BUARQUE. S.45h Carga Horária Prática . 1980.X 89 . C. 2002. M.) Metodologia Participativa: Uma introdução a 29 instrumentos. São Paulo: Editora Loyola.11ª ed.1. Bibliografia complementar: BORDENAVE. 1985. vol. 2001. 2001. (org. Carga Horária Teórica . mas que envolve problemas de ordem política. FREIRE. H. Porto Alegre: Editora Tomo. BROSE. D. Rio de Janeiro: Editora Garamond. M.1. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Extensão ou comunicação? vol. econômica e social.. T L.AGRO_0806 – Extensão Rural Carga Horária Total .1. FONSECA. vol. M. um projeto educativo para o capital. vol. São Paulo: Editora Paz e Terra. de Comunicação e Planejamento. CARVALHO. Construindo o desenvolvimento local sustentável: Metodologias de planejamento.0h Co-requisito . Da. A extensão rural no Brasil.1.

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. 138 p. Tecnologias de Secagem e Armazenagem para a Agricultura Familiar..AGRO_0902 – Tecnologia de Pós-Colheita Carga Horária Total . R.. M. J. S. J.. SOUZA. classificação. SILVA. secagem. 43-93. padronização. L. S. A. v. Carga Horária Teórica . 502 p. DONZELES.. S. S. SILVA. M. C. L. secagem e armazenagem de café. M.60h Pré-requisito – AGRO_0403 EMENTA: Perdas pós-colheita no Brasil. Objetivos da pós-colheita. SILVA. 65 p. Bibliografia básica: BRANDÃO. pré-processamento. Secagem e Armazenagem de Produtos Agrícolas. Estrutura de produção e de mercado da uva de mesa brasileira. S. 586p.. Métodos de manutenção da qualidade e técnicas de laboratório usadas em pós-colheita. C. C. Agricultura em São Paulo. 2005. Excelência em beneficiamento e armazenagem de grãos. AMARO. S. GONÇALVES.X Bibliografia complementar: SILVA. SAMPAIO. A. A. F. n. 2a Ed..30h Co-requisito . Viçosa: Jard. MAIA. Exigências mercadológicas. 2005. 43.Solar e Biomassa. WEBER. Viçosa: UFV. J. 146p. Viçosa: Editora Aprenda Fácil. Visconde do Rio Branco: Suprema Gráfica e Editora. 1999. 1989. M. São Paulo: Autor. P. p. A. J. Desordens fisiológicas e patologia pós-colheita. Colheita. M. 2003. Viçosa: Aprenda Fácil. Manual do armazenista. embalagem e armazenamento de produtos agrícolas. 269p. P.. ROBERTO. 1. E.30h Carga Horária Prática . Sistema Híbrido para Secagem . 1996. Transporte. D.. NOGUEIRA. S. BERBERT. 92 . MACHADO. 2000. J. A. beneficiamento.

188p. Mary Griesi. LORENZI.1 ed. Plantas Ornamentais e Paisagismo. 1996. Plantarum: Nova Odessa. Aspectos culturais das principais espécies comerciais de flores e plantas ornamentais. H. 1977. H. herbaceas e trepadeiras.levantamento das condições locais. 93 .30h Co-requisito . Bibliografia básica: LORENZI. Memorial descritivo. Bibliografia complementar: MACUNOVICH. Pós colheita e armazenamento de flores. Porto Alegre. Horta e Pomar. Planilha botânica. 1996. Projeto definitivo. Grupos de plantas em paisagismo. 1992. Plantarum: Nova Odesa. MOTTA. plantarum: nova Odessa. Trad. da. Princípios básicos do paisagismo. et al. 228p. 352p. Agropecuária. Nobel. 1ª edição. Histórico. H. São paulo.15h Carga Horária Prática .X Pré-requisito – AGRO_0403 e AGRO_502 EMENTA: Situação e importância da floricultura. Editora Interciência. Técnicas de Jardinagem. Ed. 303p. E. Rio de Janeiro.AGRO_0903 – Floricultura. et al. Plantas Ornamentais no Brasil: arbustivas.45h Carga Horária Teórica . P. Comercialização de flores e plantas ornamentais. J. Palmeiras no Brasil: nativas e exóticas. SP. conceito e importância do paisagismo. Jardim. Anteprojeto. É fácil construir um jardim: 12 etapas simples para criar jardins e paisagens. Ed. Projeto paisagístico . dos. Árvores brasileiras: Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Propagação de flores e plantas ornamentais. Implantação e manutenção dos jardins. SANTOS. M. C. V. 1995. Carga Horária Total . LORENZI. 182p. 1995.

C. Nova Odessa. São Paulo: ICONE. 352p. 1995. Apontamentos de silvicultura. UFSM. Brasília: IBDF. LORENZI. Manejo e Exploração de Florestas com espécies de rápido crescimento. Dendrometria e Inventário Florestal. manejo e exploração de florestas com espécies de rápido crescimento. V. Coordenadoria de Assistência Técnica Integral . PEREIRA. 180p. M. 1992.X Pré-requisito – AGRO_0403 e AGRO_502 EMENTA: Bases bioecológicas do crescimento das árvores e dos povoamentos. da.P. Inventário florestal. SIMÕES. 1985. A. Bibliografia complementar: CRESTANA. J. Formação. 94 . PELLICO NETTO. et al E. FLOIZ. Florestas tropicais: como intervir sem devastar.CATI.60h Carga Horária Teórica . M.n. 316 p. 137p. SP: Plantarium. Elementos de dendrologia. (Material de aula. Santa Maria: Ed. Melhoramento dos Recursos Florestais. Florestas . Curitiba: [s.30h Carga Horária Prática .30h Co-requisito . W.AGRO_0904 – Silvicultura Carga Horária Total . Culturas de Essências Exóticas e Nativas. H de M. S.] 1997. N. Bibliografia básica: MARCHIORI. U. 131p. 2000. Formação. UFBA / Escola de Engenharia Agronômica). H. Dendrologia. Campinas. 1993. de S.Sistemas de recuperação com essências nativas. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas nativas do Brasil. 1981.

287p.AGRO_0905 – Tecnologia de Produtos Animais Carga Horária Total . L. Informe Agropecuário.. C.F. 632p. 2ª ed. M.28. Fundamentos de Ciência e Tecnologia de Alimentos. Pescado e derivados. MIRANDA SOUZA. Informe Agropecuário. Composição química e valor nutritivo do leite. SPOTO. OLIVO. TERRA. Atualidades em ciência e tecnologia de carnes.15h Carga Horária Prática . Métodos de análise de alimentos. OETTERER. L. M. SHIMOKOMAKI. OLIVEIRA... Bibliografia básica: CAMPOS.27. Fabricação de derivados do leite. 2001.238. Carga Horária Teórica . 2006.P.R. 107p. TERRA. de.30h Co-requisito . São Paulo: Editora Nobel. Práticas de processamento de produtos de origem animal.. Azeitona e azeite de oliva: tecnologias de produção.F.N.G.L. J. COELHO.A. NUSSIO. N.A. Carne de aves.. n. Agroindústria: leite e derivados. n.C. FRANCO. Carne e seus derivados. REGITANO-D´ARCE. 2007. Como aproveitar bem o leite no sítio ou chácara. 230p. 2006. Carnes e derivados. Ovos. M. C. PRATA. B. 2000. A. Purificação e conservação do leite. 1995.45h Pré-requisito – X EMENTA: Introdução a Tecnologia dos produtos de origem animal. D. BRUM. Barueri: Editora Manole.T. A. Piracicaba: FEALQ. A. L. 124p. M. M. v. São Paulo: Editora Varela. NUSSIO. São Paulo: Editora Nobel. Microrganismos e enzimas do leite. v. 2006. M. 64p. de. OLIVEIRA PINTO. F. L. R. 2000.X Bibliografia complementar: ARRUDA BEHMER.M. ROCHA. Viçosa: Editora UFV.B. de. Fundamentos da ciência do leite. 95 . ALBUQUERQUE.231. Jaboticabal: FUNEP/UNESP.

O que pesquisar. estruturando as bases para a produção de um novo conhecimento. uma vez que para produzir um novo conhecimento se manipula conhecimentos anteriormente já produzidos. se a pesquisa se articula com o ensino. COM A PESQUISA. O ensino permite levar o conhecimento produzido na Universidade para comunidade e o conhecimento produzido na comunidade para a academia. ARTICULAÇÃO DE ENSINO.o ensino deve estar necessariamente indissociado da extensão. Não é possível o desenvolvimento deste processo integrado. dentro dos limites de compreensão possíveis para cada momento da vida acadêmica. ele deve viabilizar as condições para a produção de novos conhecimentos. integrado em um processo de formação e com produção e difusão de conhecimentos.como aponta o novo estatuto quando se refere às finalidades da universidade . a imersão na realidade social é indispensável para a formação da cidadania. processo de produção de um conhecimento novo a partir de um determinado problema. Assim o ensino deve estar indissociado da investigação e da pesquisa. O estímulo à curiosidade e à criatividade não pode se limitar a projetos específicos de pesquisa e aos cursos de pós-graduação. 96 . A Universidade deve criar as condições para que o educador e o educando sejam instigados a buscar criticamente os conhecimentos específicos de cada área. um bem social e. adotando-se uma metodologia específica. Da mesma forma. Tal conhecimento é um patrimônio da humanidade. Não existe democracia sem a democratização do saber. ela também deve estar articulada com a extensão. o ensino não se resume na socialização dos conhecimentos já produzidos. Por outro lado. como pesquisar e por que pesquisar são decisões que devem estar referenciadas científica e socialmente. Porém. EXTENSÃO E PÓSGRADUAÇÃO A integração ensino-pesquisa e extensão promove a troca de saberes. se a Universidade pretende oferecer uma formação humanista do cidadão . portanto. Dessa forma. O conceito de Universidade está intrinsecamente ligado à produção do conhecimento. As atividades pedagógicas devem estimular a investigação em quaisquer dos níveis de formação. sem que a Universidade seja parte do processo de desenvolvimento social e a sociedade seja parte do desenvolvimento da Universidade. Todo esse processo deve se orientar por uma perspectiva ética visando à dignidade humana.10. deve estar a disposição de todos. O ensino é o processo de disseminação e apreensão do conhecimento historicamente produzido pela sociedade. relacionando-os com outros conhecimentos.

estabelece a troca de saberes sistematizados. Em resumo.Mudança do perfil de atuação de órgãos coordenadorias de extensão de uma função cartorial ou distributiva. Na verdade. respeitando as culturas locais. o que gera no estudante uma atitude passiva.Negociação interna de infra-estrutura e orçamento para a extensão na Universidade. a democratização do conhecimento acadêmico e a participação efetiva da comunidade na atuação da Universidade. A IES através da extensão estabelece com a comunidade uma relação de troca. princípios e diretrizes. a comunidade acadêmica encontrará. as linhas de pesquisa. para atuação ativa de implementadora de políticas. Essa interação deve ser institucionalizada. principalmente. Uma das metas do curso é estimular os jovens universitários a fugir da rotina escolar.Isonomia entre extensão. identificação de necessidades e oportunidades e assessoria pedagógica na elaboração. que se dará início na disciplina de Metodologia da Pesquisa científica e. 97 . por outro lado. etc. As políticas sociais se referem à relação IES-sociedade. ensino e pesquisa para programa de bolsas: dimensão dos programas. se posicionando no papel de facilitadora do processo de desenvolvimento das pessoas. com maior autonomia das Pró-Reitorias de Extensão. . não desenvolve senso de análise crítica. na sociedade um aprendizado que. o seu potencial realizador e as suas necessidades e apreendendo e trazendo para dentro da universidade o saber popular no sentido de transformações recíprocas. inibe as idéias inovadoras e. valor da bolsa. Para que isso não ocorra é necessário que desde o início do curso. acadêmico e popular. como: . no sentido de contribuir com a construção de sua autonomia. articulação interna e externa. trabalhando juntamente com as linhas de extensão da instituição faz transformar a demanda efetiva em oferta efetiva e a tecnologia que ela irá produzir está condicionada pela influência de grupos de interesses em favor de suas demandas. os estudantes sejam apresentados a diversas linhas de pesquisa. no sentido de uma integração entre a instituição e a comunidade de sua área de influência. implementação e acompanhamento de atividades de extensão. confere uma impressão errônea do que seria o ensino superior. submetido à reflexão teórica será acrescido àquele conhecimento. terá como conseqüências a produção do conhecimento resultante do confronto com a realidade brasileira e regional.A extensão está vinculada ao ensino e a pesquisa através da articulação com a comunidade. Se por um lado a comunidade se apropria do conhecimento produzido na Universidade. . continuamente motivada pelo contato diário com os docentes do curso.

- Participação significativa, quantitativa e qualitativa de estudantes no processo da extensão bolsistas e alunos não-bolsistas, com flexibilização e acreditação curricular; processo formativo desses alunos integrados ao processo de trabalho/estágio; - Formação e valorização dos docentes e funcionários participantes dos programas de parceria: acadêmica, financeira, funcional e técnico-científica. Além de se dar através de atividades formais de extensão universitária, as quais podem ser formatadas da seguinte maneira: Projetos de extensão (projetos de ação comunitária, social, tecnológica, cultural).
− − − −

Cursos (aperfeiçoamento, qualificação profissional, atualização, iniciação). Eventos (congressos, seminários, conferências, simpósios, etc.). Prestação de Serviços (assessorias, consultorias, contratos). Produtos acadêmicos de extensão (livros, libretos, cartilhas, artigos em periódicos, comunicação em congressos, softwares, CDs, etc).

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11. AÇÕES COMPLEMENTARES

11.1. Monitoria Essa ação será destinada a alunos que se destacam positivamente no curso, com o compromisso de colaborar nas atividades de ensino, pesquisa, e extensão de serviços à comunidade. A orientação será de responsabilidade do professor da disciplina objeto da monitoria, ficando a mesma sob regulamentação vigente na UNIVASF.

11.2. Estágio Além de cumprir as disciplinas e atividades obrigatórias do currículo pleno, o discente deverá realizar o estágio supervisionado obrigatório durante a integralização do curso. O estágio será realizado no décimo período como forma de interação com a prática profissional. Conforme descrito na diretriz curricular dos cursos de graduação na área de ciências agrárias, item IX do Art. 3, o curso deverá ter uma carga mínima de 160 horas de estágio supervisionado. As normas gerais de funcionamento do ensino de graduação da Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco explicitam as condições de funcionamento do estágio supervisionado, sendo estas apresentadas no Título I, Seção VII, Artigos 27 a 31 descritos a seguir: Art. 27 Considerar-se-á estágio curricular o conjunto de atividades de aprendizado profissional, desenvolvidas no âmbito da própria universidade ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, como parte integrante dos currículos plenos dos cursos de graduação da UNIVASF desde que formalizadas de acordo com legislação em vigor. Art. 28 Para fins de integralização curricular a Universidade reconhecerá apenas os estágios curriculares que tenham sido desenvolvidos com as seguintes características: a) Acesso por matrícula e preservado o atendimento à legislação em vigor; b) Supervisão das atividades do estágio exercida por professor designado pelo Colegiado Acadêmico; c) Verificação e avaliação do aproveitamento do estudante. Art. 29 O estágio curricular desenvolvido junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado deverão ser objeto de instrumento jurídico apropriado, firmado pela entidade concedente do mesmo e pela UNIVASF.

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Art. 30 Eximir-se-ão da exigência do item anterior os estágios curriculares realizados em órgãos da própria UNIVASF ou em seus programas comunitários aprovados pelo Conselho Universitário. Art. 31 Os Colegiados Acadêmicos coordenarão os estágios curriculares de seu âmbito, cabendo-lhes: a) Captar e negociar ofertas de estágio curricular junto a instituições ou entidades podendo valer-se da integração com as Pró-Reitorias; b) Estabelecer normas de supervisão e controle pedagógico, bem como, seus critérios de avaliação; c) Elaborar os instrumentos jurídicos pertinentes, quando couber, submetendo-os ao Conselho Universitário; e d) Planejar e executar as tarefas didáticas relativas ao estágio curricular. O plano de estágio será submetido ao Colegiado Acadêmico, que o analisará, e uma vez aprovado, designará um orientador para acompanhar e avaliar o trabalho a ser desenvolvido pelo discente. Tendo em vista as normas de funcionamento, para o desenvolvimento do estágio, o discente contará com um professor-orientador, que o auxiliará na elaboração do plano de estágio e o supervisionará por meio de visitas “in situ”, por recebimento de relatórios parciais ou outra forma de contato a critério do orientador. De acordo com a resolução Nº. 13/2006 da UNIVASF (Título II, Capítulo IV, Art. 8º), ao final do estágio supervisionado, o estagiário será avaliado por meio dos seguintes instrumentos:
a) Folha de freqüência do estagiário; b) Parecer conclusivo do orientador, recomendando a aprovação do

estudante no estágio;
c) Trabalho técnico e com fundamentação teórica, elaborado pelo estagiário

tendo como objeto pelo menos uma das atividades exercitadas durante a realização do estágio, que será eleita de comum acordo com o orientador e fará menção sobre a sua ligação com a área de conhecimento de seu curso; O mercado de estágio para os alunos do Curso de Engenheira Agronômica é diversificado, podendo o estudante atuar como estagiário nas áreas de fitotecnia, processamento de produtos agropecuários, solos, fitopatologia, silvicultura, fruticultura, entomologia agrícola, extensão rural, recursos ambientais, construções rurais e ambiência, armazenamento e processamento de produtos agrícolas, irrigação e

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o retorno à universidade será a ampliação do nível do conhecimento anterior. deverá ser encaminhado um documento de apresentação e solicitação de estágio dentro da área de interesse. as empresas que se vinculam ao perfil deste profissional possibilitando a realização de estágios são: empresas agrícolas. Diante desta abrangência. agricultura de precisão e mecanização agrícola.drenagem. levantamentos topográficos. O aluno precisa apresentar o seguimento da sociedade junto ao qual será desenvolvido o projeto (ONGs. desde que observadas algumas condições: 1. O aluno precisa apresentar um professor orientador que faça parte do quadro de docentes da UNIVASF. Movimentos Sociais. georeferenciamento de imóveis rurais. Por meio dos projetos de extensão. O aluno precisa apresentar ao colegiado um projeto de extensão que explicite sua atuação. lembrando que o mesmo deve estar conveniado à UNIVASF. atividades desenvolvidas junto à sociedade poderão substituir o estágio obrigatório. agroindústrias e outras instituições públicas e privadas. Consequentemente. estagiários extensionistas. Associações. empresas de pesquisa. Visando estimular a participação da comunidade acadêmica em projetos de extensão. Para a apresentação do estudante à empresa. 5. etc. 3. 101 . possibilitando o intercâmbio entre a Universidade e a Empresa.). O estagiário dessa modalidade será avaliado por meio dos mesmos instrumentos apresentados para a avaliação do estágio obrigatório. Nesse sentido. cultural e científico que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre Universidade e Sociedade. O aluno precisa ter integralizado 2500 horas do curso. energia na agricultura. o curso de Engenharia Agronômica da UNIVASF pretende inserir no seu quadro de discentes.2. a comunidade acadêmica encontrará do na sociedade a por oportunidade meio da da elaboração/reelaboração/construção conhecimento prática. 2. 11. 4. O aluno precisa cumprir no mínimo 160 horas de participação efetiva no projeto.1 Estágio e Extensão A extensão se caracteriza como processo educativo.

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) No TCC o estudante apresentará um trabalho escrito.3. estarão contidas informações mínimas necessárias referentes à formatação e estrutura do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). desde que aprovado pelo colegiado do curso. O professor-orientador poderá ser o mesmo responsável pelo aluno durante a realização do estágio obrigatório ou do estágio em extensão.11. 102 . o trabalho técnico apresentado para avaliação dessas modalidades de estágio poderá ser utilizado na elaboração do TCC. podendo esta ser composta por professores da UNIVASF e por pesquisadores e professores convidados de outras Instituições de Ensino Superior. Nesse caso. Nesse. A organização do trabalho escrito seguirá um modelo padrão sugerido pelo colegiado do curso. fazendo a defesa do mesmo. frente a uma Banca Examinadora presidida por um professor-orientador.

12. INFRA-ESTRUTURA FÍSICA 12. A seguir são apresentados os laboratórios necessários para o funcionamento do curso de Engenharia Agronômica: 103 . dentre outros. Biblioteca A Fazenda Experimental da UNIVASF conta atualmente. para as atividades do curso. sendo constituídas de salas de aula. Entretanto.1. acústica. Faz-se necessário. áreas de plantio para grandes e pequenas culturas.1. periódicos. Instalações Físicas da Área Básica Para a implantação do curso.2. ventilação. CDs. 12. hortas. limpeza. Condições Físicas As instalações utilizadas para o desenvolvimento das atividades do Curso estão localizadas essencialmente na Fazenda Experimental.1. há necessidade de se dispor de um acervo que atenda as necessidades do curso de Engenharia Agronômica em termos de livros. será necessária a construção de laboratórios que contemplem o ensino de conteúdos básicos e profissionalizantes essenciais e específicos da formação geral do Engenheiro Agrônomo. apriscos. os laboratórios e demais instalações sejam compatíveis com os padrões técnicos em termos de dimensão. 12. granja. contemplando as disciplinas dos núcleos de conteúdo básico e profissionalizantes essenciais e específicos. estruturas de drenagem e irrigação. é fundamental disponibilizar para os alunos o acesso a equipamentos de informática. condições de acesso. etc) e biblioteca. a Fazenda Experimental da UNIVASF conta com diversos laboratórios voltados aos cursos de Zootenia e Medicina Veterinária. Também. currais. instalações rurais (pomar. infra-estrutura de segurança e necessidades hidrosanitárias. instrumentação.1. Atualmente. Deve-se também garantir que este acervo seja constantemente atualizado em função das peculiaridades do curso que apresentam conteúdos em constante evolução. DVDs etc. vídeos. iluminação. laboratórios de ensino. com uma biblioteca que atende aos cursos de Zootecnia e Medicina Veterinária. por intermédio de laboratórios destinados ao desenvolvimento de atividades extra-classe. Estes poderão ser utilizados pelos alunos do curso de Engenharia Agronômica no atendimento a disciplinas afins. mobiliário. que as salas de aula.

será resultado das necessidades dos demais cursos de graduação. dentre outras. o seu dimensionamento. que contemplam disciplinas afins. Laboratórios de Química Para atendimento às disciplinas da área de Química do curso de Engenharia Agronômica. às disciplinas de Química Orgânica e Bioquímica. em termos de infra-estrutura. 104 . Os laboratórios de Química deverão apresentar infra-estrutura e equipamentos para atender às necessidades específicas das ementas das disciplinas: i. iii. iii. Laboratórios com capacidade para 25 alunos. vi. serão necessários dois laboratórios. Almoxarifado para armazenamento de reagentes e material de consumo. Essas disciplinas também são ofertadas por outros cursos de Ciências Agrárias sediados no campus Fazenda Experimental da UNIVASF.1. Equipamentos e reagentes específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa da disciplina. Bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas. equipamentos e softwares. AutoCAD etc. etc) e para coordenar os trabalhos de preparo de soluções para todos os professores que ministrarão aulas neste laboratório. Sala de apoio para análise seca (balanças). conforme as necessidades das disciplinas (SPSS for Windows. iv. MINITAB.2. ii. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades nos laboratórios (manutenção. Laboratório de Informática No curso de Engenharia Agronômica. aulas.1. Laboratórios com capacidade para 25 alunos. Um deles atenderá às necessidades da disciplina Química Analítica e o outro. v. os quais também poderão fazer uso desses laboratórios. 12. iv. o Laboratório de Informática atenderá principalmente às necessidades das disciplinas da área de Estatística e Desenho Técnico.). A saber: i. Um microcomputador completo para cada aluno. portanto. Vale ressaltar que este laboratório multidisciplinar atenderá todos os cursos de Ciências Agrárias da UNIVASF e.2.12. Softwares. gerência de suprimentos etc). Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no laboratório (manutenção e limpeza de materiais.2. ii.1.

Laboratório com capacidade para 25 alunos. quando do funcionamento pleno do curso será de 120 horas. 12. iv. Equipamentos e reagentes específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa da disciplina. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no laboratório e no campo (condução de experimentos. considerando os seguintes parâmetros: i. 105 . Laboratório de Citologia e Histologia Vegetal No curso de Engenharia Agronômica.5. iii. etc) e organização das aulas práticas. ii.1.2.12. etc) e organização das aulas práticas. viii. lavagem de materiais. considerando os seguintes parâmetros: i.4 Laboratório Fisiologia e Ecofisiologia Vegetal No curso de Engenharia Agronômica. vi. Laboratório com capacidade para 25 alunos. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no laboratório e no campo (condução de experimentos. A carga horária semestral de utilização para as atividades acadêmicas destas disciplinas. lavagem de materiais. Laboratório com capacidade para 25 alunos. Laboratório de Zoologia e Ecologia Esse laboratório deve apresentar infra-estrutura e equipamentos para atender as necessidades específicas das disciplinas Zoologia Geral e Ecologia Geral. quando do funcionamento pleno do curso será de 120 horas.2. 12.1. Bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas. esse laboratório atenderá às necessidades das disciplinas de Citologia e Histologia Vegetal. considerando os seguintes parâmetros: v. Bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas.2.3.1. Esse laboratório deverá apresentar infra-estrutura. A carga horária semestral de utilização para as atividades acadêmicas destas disciplinas. esse laboratório atenderá às necessidades da disciplina de Fisiologia e Ecofisiologia Vegetal. Equipamentos e reagentes específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa da disciplina. Esse laboratório deverá apresentar infra-estrutura. vii.

Laboratório de Agrometeorologia Esse laboratório atenderá a disciplina Agrometeorologia e sua infra-estrutura deverá considerar os seguintes parâmetros: i. Bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas. ii.7. Laboratório com capacidade para 25 alunos. Laboratório de Botânica O laboratório de Botânica deverá apresentar infra-estrutura e equipamentos para atender as necessidades específicas nos tópicos abordados nas disciplinas Botânica I e Botânica II e dar suporte a algumas aulas da disciplina Ecologia Geral. 12. Equipamentos e reagentes específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa da disciplina. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no laboratório e no campo (condução de experimentos.6.1. iv. Sala de apoio para a instalação do herbário. Sala de apoio para coleções biológicas (Fauna). Sala com pranchetas individuais. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no laboratório e no campo (condução de experimentos.2. iv. 12. 12. v. Equipamentos específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa da disciplina. etc) e organização das aulas práticas. considerando os seguintes parâmetros: i. lavagem de materiais. v. com capacidade para 25 alunos.9. iii. 106 . Sala para guardar os equipamentos específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa da disciplina. lavagem de materiais.2.1.1. Equipamentos e reagentes específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa das disciplinas. iii. etc) e organização das aulas práticas.2. ii. Bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas. Laboratório de Expressão Gráfica O laboratório de Expressão Gráfica atenderá a disciplina de Desenho Técnico e deverá levar em consideração os seguintes parâmetros: i. controle de suprimentos.ii.

Para familiarização do profissional de Engenharia Agronômica com o tempo e o clima e suas implicações na agricultura é essencial efetuar o monitoramento das variáveis meteorológicas em tempo real. tanque evaporimétrico padrão de 20 m2. utilizará de áreas para o desenvolvimento de atividades de campo. sensor de fluxo de calor no solo. A Fazenda Experimental possui infra-estrutura adequada para satisfazer as demandas do curso e parte dessa infra-estrutura já vem sendo utilizada para a implantação dos cursos de Zootecnia e Medicina Veterinária.3. Além de alguns laboratórios e salas de aula. sensor de direção e velocidade do vento a 10 metros. anemômetro a 2 metros. aos quais são acoplados os seguintes instrumentos: sensores de temperatura e umidade do ar.1. estação agrometeorológica fundamental para o aprendizado dos alunos e para o desenvolvimento de trabalhos voltados para o desenvolvimento das atividades agropecuárias. um sistema linear de irrigação e áreas de vegetação nativa da Caatinga. uma na Fazenda Experimental em Petrolina e outra no Campus de Juazeiro. Desta forma. pluviômetro.ii. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no laboratório e no campo e organização das aulas práticas. 107 . Isso implica em se dispor de infra-estrutura e de equipamentos que Neste possam atender uma as necessidades da disciplina é de algo Agrometeorologia. Instalações Físicas da Área Profissionalizante O Curso de Engenharia Agronômica. a fazenda conta com um viveiro de mudas desativado. contexto. a qual dará suporte às atividades relacionadas com o curso de Engenharia Agronômica. A UNIVASF também dispõe de equipamentos meteorológicos de última geração para serem usados em pesquisas agrometeorológicas de campo. 12. barômetro. considerando as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Engenharia Agronômica. radiômetros. há necessidade de implantação da infra-estrutura descrita abaixo dentro da Fazenda Experimental para atender as exigências profissionais do Curso de Engenharia Agronômica da UNIVASF. em função de sua natureza agrária. Na estação meteorológica os discentes podem acompanhar e desenvolver importantes atividades práticas relacionadas à disciplina Agrometeorologia. sensores para determinação do perfil de temperatura do solo. O curso de Engenharia Agronômica da UNIVASF dispõe de duas modernas Estações Meteorológicas Automáticas localizadas em áreas apropriadas. As estações meteorológicas citadas são compostas por sistemas automáticos de aquisição de dados. as quais podem ser inclusive acessadas remotamente.

Unidade para estudo de bombas. Laboratórios com capacidade para 25 alunos. válvulas e equipamentos de medição de fluxo. Oficina para dar suporte à montagem e manutenção das redes hidráulicas. Unidade para estudo do perfil de distribuição de água de aspersor. Equipamentos. ii.2. ii. controle de suprimentos etc.1.12. 12. Laboratório com capacidade para 25 alunos.7 m de pé direito para abrigar as bancadas didáticas e possibilitar a execução de aulas práticas das disciplinas de Hidráulica e Irrigação.1. Galpão de 420 m2 (35 m x 12 m) e 5. bem como estruturas construídas em madeiras para montagem de bancadas de ensaio. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no laboratório e no campo (manutenção e limpeza de vidrarias e equipamentos. Sua infra-estrutura deverá considerar os seguintes parâmetros: i. Unidade para estudo da perda de carga em tubulações. vidrarias e reagentes específicos para atender as necessidades das ementas das disciplinas. vii. Bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas. Unidade para estudo de condutos livres. Unidade para estudo do perfil de distribuição de água de microaspersor. Equipamento para demonstração da experiência de Osborne-Reynolds. Laboratório de Drenagem Esse laboratório deverá apresentar infra-estrutura e equipamentos para atender às necessidades específicas nos tópicos abordados na ementa da disciplina Drenagem: i. Bancada hidráulica para a execução de experiências em Hidrostática e Hidrodinâmica. v. xiii. xi.) e organização das aulas práticas.3. ix. conexões hidráulicas. iv. x. 3. iii. vi. Laboratório de Hidráulica e Irrigação Esse Laboratório será projetado para atender as demandas relacionadas às atividades das disciplinas Hidráulica e Irrigação. xii. das atividades práticas e de protótipos de pesquisa. Unidade para estudo da uniformidade de distribuição de água de gotejadores e microaspersores. 108 . viii.1.

amostragem de solos etc) e organização das aulas práticas. integrando os setores acadêmicos com a comunidade regional. gerência de suprimentos.iii.3. desecadores.1. estufa de esterilização. iii. Laboratório de Tecnologia de Produtos Animais e Vegetais Esse laboratório deverá apresentar infra-estrutura e equipamentos para atender às necessidades específicas abordadas nas ementas das disciplinas Tecnologia de Pós-Colheita e Tecnologia de Produtos Alimentícios Agropecuários i. Laboratório de Tecnologias da Geoinformação O Laboratório de Tecnologias da Geoinformação atenderá as disciplinas Topografia e Geoprocessamento. 12. permeâmetros. ii.4. o envolvimento dos alunos em atividades de pesquisa e a geração de informações a partir de dados espacialmente referenciados. Núcleo de Topografia e Geodésia Núcleo de Fotogrametria e Sensoriamento Remoto Núcleo de Cartografia e Geoprocessamento Núcleo de espectrorradiometria dos alvos agrícolas Para o melhor desempenho do LTG. Esse laboratório tem por finalidade o ensino. iv. 12. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no laboratório e no campo (manutenção e limpeza de vidrarias e equipamentos. há necessidade de técnicos em geoprocessamento para auxiliar no desenvolvimento das atividades nos laboratórios (manutenção. auxiliar em atividades de pesquisa e extensão. além de dar suporte a trabalhos de extensão envolvendo geotecnologias. 3. frascos de mariote. Equipamentos e vidrarias (como extrator de Richards. coluna de tensão. coleta de materiais. dentre outros) e reagentes específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa das disciplinas. Laboratórios com capacidade para 25 alunos. trados. O Laboratório de Tecnologias da Geoinformação será subdividido em três núcleos: i. bem como a prática de extensão. ii.3. Bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas.1. etc). aulas. 109 . balança de precisão. iv.

Laboratório de Fitopatologia Esse laboratório atenderá às necessidades das disciplinas Fitopatologia Geral e Fitopatologia Aplicada. 12. O mesmo deverá apresentar infra-estrutura.6. Equipamentos e reagentes específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa da disciplina.3. etc) e organização das aulas práticas. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no laboratório e no campo (condução de experimentos. ii. Bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas. Armários para acondicionamento de coleções Entomológicas. considerando os seguintes parâmetros: i.3. Laboratório com capacidade para 25 alunos. Equipamentos e reagentes específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa da disciplina. Equipamentos específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa das disciplinas. ii. lavagem de materiais. iii.1.1. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no laboratório e no campo (manutenção e limpeza e equipamentos) e organização das aulas práticas. Laboratório de Entomologia Esse laboratório atenderá às necessidades das disciplinas Entomologia Geral e Entomologia Aplicada. lavagem de materiais. 12.5. iv. Laboratório com capacidade para 25 alunos.iii. O mesmo deverá apresentar infra-estrutura. iv. v. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no laboratório e no campo (condução de experimentos. iv. Bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas. considerando os seguintes parâmetros: i. 110 . etc) e organização das aulas práticas. iii.

Morfologia e Classificação dos Solos e Levantamento. lavagem de materiais. − Laboratório III: Atendimento à disciplina Nutrição e Fertilidade do Solo. − Laboratório II: Atendimento às disciplinas Gênese. Equipamentos e reagentes específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa das disciplinas. serão necessários três laboratórios. Bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas. − Laboratório I: Atendimento às disciplinas Microbiologia do Solo e Propriedades Químicas e Físicas do Solo. iv. Laboratórios com capacidade para 25 alunos. Manejo e Conservação do Solo. Esse laboratório deverá apresentar infra-estrutura. considerando os seguintes parâmetros: i. etc) e organização das aulas práticas. Aptidão.8. amostragem de solos etc) e organização das aulas práticas. Os Laboratórios de Solos deverão apresentar infra-estrutura e equipamentos para atender às necessidades específicas nos tópicos abordados nas ementas de cada disciplina: i. Bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas.7. iii. 12.1. iii. 111 . ii. Equipamentos e reagentes específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa da disciplina.3. Laboratórios de Solos Para atendimento às disciplinas da área de Solos do curso de Engenharia Agronômica. Laboratório com capacidade para 25 alunos.1.12.3. ii. Laboratório de Sementes O laboratório de Sementes atenderá às necessidades da disciplina Produção e Tecnologia de Sementes. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no laboratório e no campo (condução de experimentos. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no laboratório e no campo (manutenção e limpeza de vidrarias e equipamentos. coleta de materiais. iv.

12. iii. ii. dentre outros) e material de consumo específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa das disciplinas.9. grades. atomizador.11. Área de Forragicultura e Pastagens Para o atendimento da disciplina Forragicultura e Pastagens será necessária a disponibilização de uma área para montagem das parcelas demonstrativas de diferentes espécies forrageiras. Área de Máquinas e Mecanização Agrícola A área do conhecimento “Máquinas e Mecanização Agrícola” deverá dispor da seguinte estrutura: i. enfardadora. fenadora. 12. que contenha uma oficina. subsolador. Bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas.1. Também haverá necessidade de um técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no campo (condução de experimentos. ii. iii.1. como também.3.3. etc) e organização das aulas práticas. Equipamentos específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa das disciplinas. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no laboratório e no campo (manutenção e limpeza e equipamentos) e organização das aulas práticas. pulverizador.1. Laboratórios com capacidade para 25 alunos.3. iv. para dar condições de trabalho a todos os maquinários necessários para atender as ementas das disciplinas. Equipamentos (como Trator agrícola. ancinho enleirador. roçadora. Galpão. para o desenvolvimento de atividades correlacionadas a melhoramento vegetal. semeadora. Construções Rurais e Ambiência e Energia na Agricultura Esse laboratório deverá apresentar infra-estrutura e equipamentos para atender às necessidades específicas nos tópicos abordados nas ementas das disciplinas Construções Rurais e Ambiência e Energia na Agricultura: i.12. tratos culturais. ensiladora. arados. 112 .10. Bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas.

3. Também haverá necessidade da construção de um viveiro de produção de mudas e um galpão com as seguintes características: i. etc) e organização das aulas práticas. secagem e análises diversas. v.3. como também. Também haverá necessidade da construção de um viveiro de produção de mudas. Almoxarifado para guardar ferramentas e insumos. Instalações sanitárias. Sala de equipamento.1. etc) e organização das aulas práticas. tratos culturais. Área de Olericultura e Agroecologia Para o atendimento das disciplinas Agroecologia e Olericultura. etc) e organização das aulas práticas.13. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no campo (condução de experimentos. 113 . 12. 12. casas-de-vegetação e um galpão com as seguintes características: i. para o desenvolvimento de atividades correlacionadas a melhoramento vegetal. como também. Área de Fruticultura Para o atendimento das disciplinas Fruticultura I e Fruticultura II. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no campo (condução de experimentos. destiladores. bem como áreas demonstrativas de permacultura. v. será necessária a disponibilização de uma área para montagem das parcelas demonstrativas de diferentes espécies frutíferas. iii.12. tratos culturais. será necessária a disponibilização de uma área para montagem das parcelas demonstrativas de diferentes espécies hortícolas. iv. tratos culturais. ii. iii. para o desenvolvimento de atividades correlacionadas a melhoramento vegetal. autoclaves. ii. Sala de equipamentos com infra-estrutura laboratorial para pesagem. iv. Sala de preparo de material vegetal e sala para aulas com capacidade mínima para 25 alunos.1. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no campo (condução de experimentos.iv. Instalações sanitárias. Almoxarifado para guardar ferramentas e insumos. Sala de preparo de material vegetal.

14. Plantas Ornamentais e Paisagismo. Técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no campo (condução de experimentos.12.3. Sala de preparo de material vegetal.1. etc) e organização das aulas práticas. iii. Sala de equipamento. v. tratos culturais. Também haverá necessidade da construção de um viveiro de produção de mudas florestais e ornamentais. iv. 114 . será necessária a disponibilização de uma área para montagem das parcelas demonstrativas de diferentes espécies ornamentais. para o desenvolvimento de atividades correlacionadas a melhoramento vegetal. Almoxarifado para guardar ferramentas e insumos. Área de Silvicultura e Plantas Ornamentais Para o atendimento das disciplinas Silvicultura e Floricultura. como também. casas-de-vegetação e um galpão com as seguintes características: i. ii. Instalações sanitárias.

agrometeorologia. onde além das discussões sobre a forma e os conteúdos que deveriam ser abordados nas disciplinas. A matriz curricular. criação de animais. extensivo a todo o Semi-árido Nordestino.Sc. Elísia Carmem Gonçalves Bastos (Médica Veterinária. Os referidos professores ficarão responsáveis inicialmente pela coordenação de disciplinas. D. todos lotados no Colegiado Acadêmico do Curso de Engenharia Agrícola e Ambiental. Ademais.1.). Este fato apresentou-se como um ponto positivo. drenagem. sendo estas informações apresentadas na Tabela 5. para a formação do profissional de Engenharia Agronômica. e Rita de Cássia Rodrigues Gonçalves Gervásio (Engenheira Agrônoma. fitotecnia. agroecologia.Sc.). em pesquisa quantitativa de opinião pública. dentre outras. Corpo Docente A idéia da criação do curso de Engenharia Agronômica na UNIVASF surgiu.Sc. RECURSOS HUMANOS ENVOLVIDOS NA ELABORAÇÃO DO PPC DE ENGENHARIA AGRONÔMICA 13. e o planejamento para a implantação do curso. diversificada nas áreas de atuação curso como: irrigação. Eliezer Santurbano Gervásio (Engenheiro Agrônomo.). As atividades de elaboração do PPC iniciaram com a contribuição dos professores. foram discutidos temas a respeito dos procedimentos pedagógicos que serão adotados no processo ensino-aprendizagem. D. bem como o PPC foram elaborados por intermédio de reuniões realizadas semanalmente durante o período de dois meses. A maioria do professores do grupo possui formação agronômica. Hélio Leandro Lopes (Engenheiro Agrônomo.Sc.Sc.). D.13. D. 115 .). Márcio Sampaio Pimentel (Engenheiro Agrônomo. o interesse da criação do referido curso em uma universidade federal da região. onde estão informadas as disciplinas atribuídas aos docentes que constituirão inicialmente o Colegiado Acadêmico do Curso de Engenharia Agronômica. entomologia. D. que constituem o currículo do Curso na UNIVASF. que permitiu a contribuição de todos na elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Agronômica. por intermédio. M. topografia.). conforme afinidade de formação e área de concurso. geoprocessamento. com a presença dos supramencionados professores.Sc. a sociedade já havia demonstrado em momento anterior a criação da UNIVASF. da vontade de um grupo de professores em atender as demandas da agricultura e da agropecuária do Vale do São Francisco. Júlio César Ferreira de Melo Júnior (Engenheiro Agrícola.

A relação desses professores bem como suas áreas de atuação e disciplinas atribuídas a cada um se encontra na Tabela 6: 116 .Sc Engenheiro Márcio Sampaio Pimentel Agrônomo D. Docente Elísia Carmem Gonçalves Bastos Titulação Médica Veterinária D.Relação de professores que deram início ao processo de implantação do Curso de Engenharia Agronômica na UNIVASF com respectivas disciplinas atribuídas a cada um. os quais também tiveram participação nos processos de complementação e ajuste do PPC.Sc Engenheiro Área de Atuação Disciplina Zootecnia Geral Extensão Rural Eliezer Santurbano Gervásio Irrigação e Drenagem Hidráulica Irrigação Drenagem Topografia Helio Leandro Lopes Agrônomo M. O colegiado de Engenharia Agronômica por ocasião do início do curso (agosto/2009) contava com novos professores.Sc Além desse grupo inicial.Sc Agroecologia e Olericultura Rita de Cássia Rodrigues Gonçalves Gervásio Engenheira Agrônoma D.Tabela 5 .Sc Topografia Geoprocessamento Irrigação e Drenagem Agrometeorologia Irrigação Drenagem Agroecologia Olericultura Entomologia Geral Entomologia Entomologia Aplicada Júlio César Ferreira de Melo Júnior Engenheiro Agrícola D.Sc Engenheiro Agrônomo D.

Sc Engenheiro Robson André Armindo Agrícola D. Docente Adriano V.Sc Físico D.Sc Cálculo Construções Rurais Ambiência Energia na Agricultura Química Geral Química Analítica Cálculo I Cálculo II Roberta Ayres de Oliveira Química 117 .Sc Área de Atuação Estatística Disciplina Estatística Básica Física I Física II Citologia e Histologia Vegetal Botânica I Desenho Técnico Construções Rurais e Brauliro Gonçalves Leal Física Maria Jaciane de Almeida Campelo Botânica Engenheiro Neiton Silva Machado Agrícola e Ambiental M.Sc Bióloga D. Lopes da Silva Titulação Estatístico M.Tabela 6 .Sc Química D.Relação de professores contratados para início do Curso de Engenharia Agronômica na UNIVASF com respectivas disciplinas atribuídas a cada um.

até como forma de obter dos mesmos a necessária colaboração no trabalho pedagógico. nas suas práticas. formativa. no seu aspecto qualitativo. no sentido de motivar o estudante a querer vencer as próprias dificuldades e limitações. capaz de resolver problemas em cooperação com seus pares e abertos às possibilidades que a vida lhe oferece. intermediários. A atenção às ações de re-planejamento identificará avanços e dificuldades. de forma competente. O planejamento deve ocorrer para todas as funções (diagnóstica. capaz de continuar gerando a incorporação de novas propostas de reflexão e ação. A proposta é fazer com que o processo de avaliação seja desafiador. o professor fundamenta novas decisões: a construção do próprio plano de trabalho e a do conhecimento do aluno. Os resultados sejam eles iniciais. Entende-se que a avaliação planejada. protagonista. por todos os docentes do colegiado acadêmico do curso de Engenharia Agronômica. É fundamental que o trabalho pedagógico adote a perspectiva de que também o aluno deve olhar criticamente. aumentando sua autoconfiança e auto-estima. PROCESSO DE AVALIAÇÃO Busca-se um sistema de avaliação construído coletivamente. modalidades e instrumentos. A execução do plano indicará a necessidade ou não de mudança de percurso. a dinâmica da avaliação deve contribuir para que o educando aprenda a aprender e não apenas conquistar uma nota. A avaliação deve ser pensada como um auxílio na garantia da aprendizagem por parte de cada um dos estudantes. para possibilitar o seu acompanhamento e subsidiar o trabalho educativo da equipe. como resposta aos alunos. Ao planejar a avaliação. mas. e que se transforme em um estímulo para o crescimento individual e do grupo. sobretudo. o que está contido nesse discurso. apresenta maior probabilidade de alcançar os resultados previstos. competente. efetivamente. com habilidades de ação em equipe. para 118 . para garantir um desenvolvimento mais eficaz das atividades. também devem ser comunicados. No entanto. um olhar crítico acompanhará o desenvolvimento do trabalho pedagógico. solidário. O olhar dos dois conduzirá a uma análise. Assim. O resultado de toda produção dos estudantes deve estar registrado. somativa). ou finais. realimentando todo o processo e os agentes nele envolvidos. a partir dos objetivos propostos.14. para que isso aconteça. Enfim. não só no seu aspecto quantitativo. em atitude de co-responsabilidade. O principal foco será a formação do profissional autônomo. é necessário que exista um ambiente educativo de aprendizagem que transmita. apontando o que precisa ser revisto.

observar se o trabalho atingiu seus objetivos e que alterações são requeridas para estendê-lo a outros grupos de alunos. Dessa forma, o educador-docente será um facilitador, mediador da construção do conhecimento, favorecendo uma aprendizagem significativa. Será feita uma avaliação interna e permanente (de cunho qualitativo), entre os docentes quanto as suas dificuldades e êxitos com o processo de ensinoaprendizagem. A discussão e reflexão desses aspectos acontecerão nas reuniões de professores, espaço aberto e livre para, a partir do diálogo coletivo, colocar na pauta sua co-responsabilidade neste processo. A avaliação envolverá as especificidades:

14.1. Do ensino e da Aprendizagem Convém ressaltar que, conforme estabelece a nova lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº. 9.394/96, no seu artigo 24, Alínea A, a avaliação da aprendizagem, enquanto elemento básico para a obtenção de um ensino de qualidade, deve observar os seguintes critérios: a) a avaliação do desempenho do estudante deve ser contínua e cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados obtidos ao longo do período sobre os de eventuais provas finais. b) que o processo avaliativo sirva de instrumento de realimentação do esforço do estudante. Para tanto, faz-se necessário que os resultados obtidos não sejam apenas comunicado ao estudante, mas que sejam, efetivamente discutidos, a fim de que possam orientar o processo ensinoaprendizagem, indicando possibilidades e limites do estudante, sugerindo rumos e advertindo sobre os riscos que podem apresentar. A UNIVASF estimula e promove a pesquisa e a extensão, articulando-as ao ensino que são as atividades indissociáveis do processo aprendizagem. Estimulando essas novas práticas e possibilitando sua implementação no curso de Engenharia Agronômica a instituição insere uma nova modalidade de avaliação que irá contribuir para a formação integral do estudante e para o desenvolvimento profissional do professor. A avaliação do desempenho escolar do estudante da UNIVASF será considerada como parte integrante do processo ensino-aprendizagem, sendo obrigatória a participação do professor no desenvolvimento da mesma. A freqüência dos estudantes às aulas e demais atividades escolares, permitida apenas aos matriculados, é obrigatória. No início do período letivo, o professor dará conhecimento aos estudantes e ao Colegiado Acadêmico da programação da disciplina e/ou atividades. O Colegiado

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Acadêmico deverá acompanhar a execução das atividades acadêmicas sob a sua responsabilidade. A verificação e o registro de freqüência dos estudantes às atividades acadêmicas são de responsabilidade exclusiva do professor, sendo obrigatória a sua supervisão pelo Coordenador do Curso e o seu envio à Pró-Reitoria de Ensino, para registro e arquivamento. A ausência coletiva às aulas por uma determinada turma, implica na atribuição de faltas a todos os estudantes da mesma, não impedindo que o professor considere lecionado o conteúdo programático planejado para o período em que a mesma se verificar, devendo o fato ser comunicado oficialmente, pelo professor responsável, ao Coordenador do Curso ao qual esteja vinculado. Independente dos resultados obtidos nas avaliações a que for submetido, nenhum estudante será considerado aprovado na disciplina ou atividade, se tiver freqüentado uma carga horária menor do que 75% (setenta e cinco por cento) daquela programada para as mesmas. A verificação de aprendizagem pode abranger provas, trabalhos escolares e exercícios práticos, seminários, relatórios, projetos, e outros relacionados com a matéria lecionada. A avaliação de desempenho do estudante em cada atividade será feita atribuindo-se uma nota de 0 (zero) a 10 (dez) pontos, truncada em duas casas decimais. Será atribuída nota zero ao estudante que usar de meios ilícitos durante a realização de exames de verificação de aprendizagem ou quando da elaboração de trabalhos escolares, sem prejuízo da aplicação de sanções cabíveis por este ato de improbidade. Atendidas a freqüência mínima às aulas e às demais atividades programadas para cada disciplina e/ou atividade curricular, será considerado aprovado o estudante que: i. ii. Por média, quando alcançar no mínimo, 7,00 (sete) pontos na média das verificações de aprendizagem; Por nota, quando alcançar, no mínimo, 5,00 (cinco) pontos na média aritmética da soma da média obtida nas notas durante o período letivo e a nota da prova final, prestada em época definida no calendário acadêmico; Será considerado reprovado o aluno que se enquadrar nas seguintes situações: i. Freqüentar carga-horária inferior a 75% (setenta e cinco por cento) daquela programada para a disciplina e/ou atividade em que estiver matriculado;

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ii. iii.

Não alcançar pontuação mínima de 4,00 (quatro) pontos na média das notas obtidas nas verificações realizadas durante o período letivo. Não alcançar pontuação igual ou superior a 5,00 (cinco) pontos na média aritmética, conforme definida no inciso II. Art. 92 das Normas de Funcionamento do Ensino de Graduação da UNIVASF;

O professor da disciplina e/ou atividade é o único responsável pelo lançamento das notas e freqüência dos estudantes no banco de dados do sistema de informações acadêmicas em vigor na UNIVASF, encaminhando a documentação à Pró-Reitoria de Ensino para arquivamento. É de suma importância que o educando perceba a avaliação como um instrumento de desenvolvimento e crescimento próprio e não meramente classificatório. As práticas avaliativas sugeridas o levarão a perceber esse processo. Haverá uma preocupação em realizar momentos diferentes como formas de avaliar, além dos testes de verificação, como: seminários temáticos, debates em pequenos grupos, apresentações de pesquisas bibliográficas e/ou de campo, atividades em contexto de laboratórios, discussões a partir de questões geradoras, relatórios orais e escritos e a auto-avaliação. Além dessas formas, encontram-se as atividades multidisciplinares, de ensino-pesquisa-extensão, dos núcleos temáticos, que permitirão o desenvolvimento de um processo de avaliação coerente e coeso. Na elaboração dos instrumentos de avaliação, o professor deve dominar as suas técnicas de construção, considerando as habilidades a serem desenvolvidas e as competências a serem atingidas, sem perder de vista os objetivos previstos no Projeto Pedagógico do Curso e nos planos de ensino. 14.2. Do Funcionamento do Curso O funcionamento do curso será avaliado por meio de práticas pedagógicas: projetos, seminários e atividades integradas; métodos de casos; aprendizagem baseada em problemas. 14.3. Do Desempenho Docente O desempenho do docente será avaliado considerando a capacidade de transmissão de conhecimentos (desempenho didático-pedagógico), aspectos atitudinais. O desempenho acadêmico do professor é entendido em sentido amplo, compreendendo não apenas a qualidade didática do docente, bem como sua atitude

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um sistema composto de três momentos de verificação da aprendizagem. Ao privilegiar o caráter predominante da avaliação diagnóstica e formativa.profissional diante da disciplina e dos alunos. de infra-estrutura e etc. tem-se como decorrência uma avaliação processual. A consideração conjunta do processo e do resultado permitirá ao professor estabelecer interpretações adequadas sobre o seu próprio desempenho e dos alunos. em cada disciplina. realização de tarefas. Da Avaliação Institucional A Coordenação de Avaliação Interna do Curso de Engenharia Agronômica estará estreitamente vinculada às orientações e os critérios de avaliação institucional a serem implementadas pela Comissão Permanente de Avaliação da UNIVASF (CPAUNIVASF). seguido de uma avaliação final. capacidade crítica e analítica. A avaliação do docente será realizada por meio de questionário com tópicos definidos pelo o próprio corpo docente e pelos discentes. 122 .4. levando-os a uma melhor aprendizagem e aprimoramento de suas competências. 14. Buscar-se-á fornecer espaços com esta finalidade tanto em relação ao corpo docente quanto à coordenação geral e às subcoordenações e desenvolver instrumentos que possam medir aspectos estruturais.5. interesse e presença. através do seu representante no Colegiado (a ser construído). No que se refere aos processos de verificação das aprendizagens dos estudantes a UNIVASF adota-se hoje. compreensão e internalização de conteúdos. Faz-se necessário acompanhar as atividades realizadas pelos estudantes. É importante ressaltar que os estudantes também são atores que deverão está envolvidos na avaliação institucional. desenvolvendo uma atitude de co-responsabilidade. Por meio da auto-avaliação discente em cada uma das disciplinas cursadas ou no semestre (de cunho quantitativo). Do Desempenho Discente O desempenho do discente será avaliado observando desempenho acadêmico. a produtividade acadêmica e a participação em atividades acadêmico-administrativas. espera-se que o graduando adote uma perspectiva critica sobre sua participação no processo de ensino-aprendizagem. participação. analisando com eles seus avanços e dificuldades. de modo a contribuir com a construção da cultura avaliativa. organizativos. 14.

4. Construção de Laboratórios: Para o funcionamento do curso de Engenharia Agronômica. Adequação e/ou Construção de Salas de Aula Com a criação de 02 (dois) novos cursos de graduação que serão lotados na Fazenda Experimental da UNIVASF.15. 15. torna-se necessário a construção de novas salas de aula para atender essa demanda.3. permitindo que os mesmos cursem coletivamente disciplinas afins. Inúmeras disciplinas do ciclo básico são comuns entre os cursos supramencionados. muito presentes no curso de Engenharia Agronômica (Quadro 3). 15. 15. Os funcionários darão suporte administrativo e às atividades laboratoriais e de campo.1. pesquisa e extensão. a implementação do curso. CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DO PPC Para a adequada implementação deste projeto. A demanda de docentes. Contratação de Docentes Haverá a necessidade de contratação de pelo menos 17 (dezessete) novos docentes para a integralização do quadro. bem como as respectivas disciplinas a serem contempladas estão apresentadas no Quadro 2 . viabilizando assim a construção de salas maiores que abriguem um número maior de alunos. Medicina Veterinária. Algumas salas deverão ser planejadas de forma a atender demandas comuns dos cursos de Zootecnia. será necessária a construção de 21 laboratórios e locação de 6 áreas de campo (Quadro 4).2. levantou-se as seguintes necessidades: 15. Ciências Biológicas e Agronomia. viabilizando assim. È importante salientar que os laboratórios de áreas afins poderão ser utilizados pelos alunos dos cursos de 123 . os quais darão suporte às disciplinas do ciclo básico e profissionalizante. Contratação de Funcionários Haverá a necessidade de contratação de pelo menos 35 (trinta e cinco) novos funcionários para atendimento das atividades acadêmicas de ensino.

Zootecnia e Medicina Veterinária. o resumo do número de servidores necessários para o funcionamento do Curso de Engenharia Agronômica na Fazenda Experimental da UNIVASF. Apresenta-se na Tabela 6.2. portanto necessário que dos 17 professores contratados. 124 .1. dois sejam remanejados para suprir as áreas que ficarem vagas.Número de servidores necessários para o funcionamento do Curso de Engenharia Agronômica Cargo Assistente administrativo Técnico de nível superior Técnico de nível médio Docente Número de Servidor Atual 00 00 00 06* Estimado 01 17 17 17 * O quadro atual de docentes conta com 02 (dois) professores que pretendem migrar para outra área. Tabela 6 . O detalhamento dos laboratórios se encontra no item 12. destacando o número de servidores que já fazem parte do quadro de funcionários da instituição e a demanda de contratações. sendo.

Rita de Cássia R. Fruticultura II (8). que a carga-horária apresentada seja mantida. Silvicultura (9). ** Para cumprir uma carga-horária de 180 horas o professor de Estatística Experimental poderá suprir a demanda dos cursos de Engenharia Agrícola e Ambiental. Propriedades Químicas e Físicas do Solo (4). Zoologia Geral (1). Química analítica (2). permitindo. Botânica I (2). Manejo e Conservação do Solo (7). Química orgânica (1). Produção e Tecnologia de Sementes (5). G. assim. Líquidos e Gasosos (Reposição de vaga ocupada pelo prof. será realizado o remanejamento de alguns professores em função de novas contratações. Disciplinas atendidas (período)* Química Geral (1). P16 P17 Metodologia de Pesquisa (1). Microbiologia do Solo (4). Fruticultura I (7). Poluição Ambiental. Biologia e Controle de Plantas Invasoras (7). Fisiologia e Ecofisiologia Vegetal (4) Professor P1 Carga-Horária prevista ao final do último período do curso 120 P2 P3 P4 P5 P6 P7 Estatística Experimental (Reposição de vaga ocupada pela profa. Gênese. Floricultura. Morfologia e Classificação dos Solos (3). Fitopatologia Aplicada (7). P10 P11 Nutrição e Fertilidade do Solo (5). Zootecnia e Engenharia Agronômica (3 disciplinas de 60 horas) 125 . P12 Fitopatologia Geral (6). Plantas ornamentais e Paisagismo (9). Melhoramento de Plantas (5). Genética (4). Matemática II (2). 165 180 120 120 180 180** 120 120 180 150 120 120 165 120 120 120 Citologia e Histologia Vegetal (1). Matemática I (1). Tecnologia de Produtos Alimentícios Agropecuários (9). P13 P14 P15 Tecnologia de Pós Colheita (9). Física II (3). Tópicos de Economia e Administração Rural (8) * Semestralmente. Estatística Básica (2). Tratamento de Resíduos Sólidos. Bioquímica (3). Morfologia e Classificação dos Solos (3). Química Orgânica (1). Ecologia Geral (2). Matemática I (1). Botânica II (3). Física I (2). Gervásio) P8 P9 Gênese. Levantamento Aptidão. Márcio Sampaio Pimentel) Culturas I (8).Quadro 2 – Demanda de professores para o curso de Engenharia Agronômica por ordem de prioridade. Sociologia Rural (7). Produção e Tecnologia de Sementes (5). Culturas II (9).

2 (1º) 2009.1 (4º) Propriedades Químicas e Físicas do Solo Zootecnia Geral Agrometeorologia Produção e Tecnologia de Sementes Melhoramento de Plantas Nutrição e Fertilidade do Solo Entomologia Geral 2011. TLS8 TCM5 Forragicultura e Pastagens Máquinas Agrícolas Geoprocessamento TLS9 TCM6 TLS7 TLS10.1 2012. TCM7 TCM8 TLS11. TLS7 TCM3.2 Disciplina / Cargo Administrativo 2010.1 (6º) Biologia e Controle de Plantas Invasoras Construções Rurais e Ambiência Mecanização Agrícola Hidráulica TLS10.Cronograma para contratação de novos técnicos administrativos para o curso de Engenharia Agronômica. Oferta da disciplina 2009. TCM13 126 .Quadro 3 .2 2009.2 2012. Morfologia e Classificação dos Solos Botânica II (sistemática vegetal e conservação) Topografia (Altimetria e Planimetria) Fisiologia e Ecofisiologia Vegetal Microbiologia do Solo 2011. TCM10 TLS10. TCM9 TCM2 TLS2 Fitopatologia Geral Entomologia Aplicada 2012.1 (2º) e Citologia e Histologia Vegetal Zoologia Geral Química Orgânica Secretariado Ecologia Geral Química Analítica Física I (Mecânica e Hidrostática) Botânica I (Morfologia e Anatomia Vegetal) Física II (Ondas.2 2011.1 TLS1 TLS2 TLS3 S TLS2 TLS4 TLS5 TLS6 TLS5 2010. TCM9 TLS12. TCM12 TLS11.2 (5º) TLS1 TCM3. TCM7 TCM11 TLS11. Termodinâmica Eletromagnetismo) Bioquímica Gênese. TLS7 TCM4.1 2013. TLS7 TLS6 TCM2 Contratação de Funcionário Técnico-Administrativo 2010.1 2011.2 2013.1 2010.2 (3º) TLS3 TCM1.

TOTAL (35 funcionários) S . TCM10 TLS13. TCM15 Drenagem 2013.2 (9º) Tecnologia de Pós-Colheita Tecnologia de Produtos Alimentícios Agropecuários Floricultura..1 (10º) TLS16. TCM13 TLS14. TCM13 TLS13.1 (8º) Fruticultura II Culturas I TLS12. TCM14 TLS15.. Aptidão.Técnico de campo de nível médio (17) 1 3 0 0 3 0 0 1 2 0 1 3 0 3 4 0 1 4 0 2 2 0 1 1 0 2 1 127 .2 TLS10. TCM15 TLS12. TCM17 TLS15. Plantas Ornamentais e Paisagismo 2014.2 Disciplina / Cargo Administrativo Fitopatologia Aplicada Fruticultura I Contratação de Funcionário Técnico-Administrativo 2010.1 2013.1 2010. TCM16 Silvicultura Culturas II 2013.1 2012.Secretário (1) (17) TLS – Técnico de laboratório de nível superior TCM . Oferta da disciplina 2009.1 2009. TCM16 TLS17 TLS17 TCM11 TLS11.Quadro 3 – Continuação. TCM14 TCM1 Levantamento.2 (7º) Irrigação Olericultura TLS14.2 2011.2 2012.1 2011.2 2013. Manejo e Conservação do Solo Agroecologia 2012.

1 2011.Quadro 4 . Oferta da disciplina 2009.2 Lab1 Lab2 Lab3 Lab4 Lab2 Lab5 Lab6 Lab7 Lab8 Lab6 2010.2 (3º) Lab3 Lab9 Lab7 Lab10 Lab8 Lab1 Lab11 Lab11 Lab12 Lab13 Construção 2010.1 2009. Aptidão.2 (5º) Lab14 AC1 Lab15 Lab16 AC2 AC3 Lab10 2012.2 2010.1 2012.Cronograma para construção de infra-estrutura física para o curso de Engenharia Agronômica.2 (1º) 2008. Termodinâmica e Eletromagnetismo) Bioquímica Gênese.2 2011.1 2013. Morfologia e Classificação dos Solos Botânica II (sistemática vegetal e conservação) Topografia (Altimetria e Planimetria) Estatística Experimental Fisiologia e Ecofisiologia Vegetal Microbiologia do Solo Propriedades Químicas e Físicas do Solo Zootecnia Geral Agrometeorologia Produção e Tecnologia de Sementes Melhoramento de Plantas Nutrição e Fertilidade do Solo Entomologia Geral Forragicultura e Pastagens Máquinas Agrícolas Geoprocessamento Fitopatologia Geral Entomologia Aplicada Biologia e Controle de Plantas Invasoras Construções Rurais e Ambiência Mecanização Agrícola Hidráulica Fitopatologia Aplicada Fruticultura I Levantamento.1 (6º) Lab17 Lab16 AC3 Lab18 AC3 Lab19 Lab17 AC4 Lab9 Citologia e Histologia Vegetal Zoologia Geral Química Orgânica Desenho Técnico Ecologia Geral Química Analítica Física I (Mecânica e Hidrostática) Botânica I (Morfologia e Anatomia Vegetal) Estatística Básica Física II (Ondas.1 Disciplina / Cargo Administrativo 2010.1 (2º) 2011.2 2012.2 2009. Manejo e Conservação do Solo Agroecologia Irrigação 2012.2 (7º) AC5 Lab19. ACi AC5 Olericultura 128 .1 (4º) 2011.

Oferta da disciplina 2008.. Plantas Ornamentais e Paisagismo 2013.1 (8º) 2013. AC4.1 2011..2 2009. AC5.1 Construção 2010. ACi AC4 AC5 AC6 AC5 Lab21 Lab21 AC6 2013.1 Lab20.2 (9º) 2014. AC2. AC6.Laboratório (21) AC – Área de campo (6) ACi = compreende as áreas de campo AC1.1 2009.2 2010.1 Disciplina / Cargo Administrativo Drenagem Fruticultura II Culturas I Silvicultura Culturas II Tecnologia de Pós-Colheita Tecnologia de Produtos Alimentícios Agropecuários Floricultura.2 2011.2 2012. 129 .Quadro 4 – Continuação.1 (10º) TOTAL Lab .2 2012.

16. Além disso. A relação interdisciplinar e o desenvolvimento do trabalho conjunto dos docentes só poderão ser alcançados se existir o apoio e o acompanhamento pedagógico da coordenação. permitindo a interdisciplinaridade através do diálogo permanente. integrar o corpo docente que trabalha no Curso. Colegiado e Docentes. Papel dos docentes As estratégias pedagógicas só terão valor se os docentes participarem como agentes de transformação e estiverem integrados ao desenvolvimento do currículo. discutir com os professores a importância de cada conteúdo no contexto curricular. Papel do Colegiado O Colegiado. − − articular a integração entre o corpo docente e discente. contribuindo para a inserção adequada do futuro profissional na sociedade e no mercado de trabalho.3. Papel da Coordenação de Curso O papel da Coordenação na implementação do PPC deve estar voltado para o acompanhamento pedagógico do currículo. juntamente com a Coordenação.2. acompanhar e avaliar os resultados das estratégias pedagógicas e redefinir novas orientações. ACOMPANHAMENTO DO PPC O acompanhamento do projeto pedagógico do curso de Agronomia da UNIVASF será realizado por meio da atuação conjunta de três esferas: Coordenação de Curso. Portanto caberá à coordenação de Curso: − − − ser o articulador e proponente das políticas e práticas pedagógicas. auxiliando a Coordenação na definição e acompanhamento das atividades complementares do curso (Trabalho de Conclusão de Curso.1. 130 . o processo ensino-aprendizagem no intuito de adequar as orientações para que a formação prevista no PPC ocorra de forma plena. Estágio Supervisionado e Núcleo Temático). 16. além de ser o órgão de decisão maior na esfera do Curso. 16.16. precisa assumir o papel de articulador da formação acadêmica. precisa acompanhar e monitorar.

buscando orientar e aprimorar as habilidades que o futuro Engenheiro Agrônomo deverá ter. 131 .Os docentes precisam desenvolver um papel de instigadores no processo de aprendizagem do aluno. contribuindo para o desenvolvimento da consciência crítica do mesmo.