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A palavra não me fugiu. Se me fez prisioneira. E como estar preso é atingir liberdades, fui seu salvador. Fiz-me vítima por ser algoz. Sou filho de minha filha; sou mãe até que o parto me devora e vomita: só um refém. A escravidão nos confins da palavra é
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toda a amplitude possível. É assim antes e além.

O conto que segue foi escrito em espanhol, pois, foi gerado a partir de uma atividade didática nesta língua, cujo objetivo era pensar certas temáticas utilizando suas estruturas, os edifícios e escombros seus. Sua mudança, para o português, tornou-se irremediavelmente impossível, portanto. As construções diferem. Sua composição inicial, o ambiente de valores, as ordenações de percepções e afecções tornaram-se mescladas às especificidades, às idiossincrazias deste idioma, dele não podendo se desvencilhar, ao menos em seu estágio nascedouro. A língua se fez casa; uma casa única.
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No início, era apenas a narrativa La Roda Del Tiempo que se encontrou só demais para que pudesse sobreviver, se expandindo, gerando extremidades de si. De seus apêndices então, surgiu La Idosa, figura central que narra suas experiências últimas e todas a uma sobrinha. No enredo contextual, la idosa se encontrava afastada de toda a família e país de origem; auto-exílio necessário. Fuga do conhecido, busca de si. Aquele texto inicial foi re-gerando-se. Sua tentativa de recomposição num intento de retomar junto com a personagem, o que seja esse continente dito ‘verdade interior’. Abandona, sua integridade de si perdida. O próprio plano de fuga e achamento da personagem se fez o caminho de escrever esse trajeto. O impulso da personagem anima, traz alma. Além de todos os implementos técnicos (recursos lingüísticos) empregados, é a esse quadro referencial que se deve o desenrolar da tessitura textual: recontar, relembrar, reviver, refazer renascer – tudo para sobreviver o implacável. Talvez seja ele mesmo o hilo condutor subjacente aos amarramentos temáticos; dar nós ao que se soltou, reenlaçar as tramas e desafiar o desafio.
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Seu auto-exílio se deu por um somatório de eventos históricos e psicológicos: filha de família tradicional latino-americana, sua fibra em querer uma vida para além dos contornos usuais de seu mundo, fizeram dela uma estrangeira em sua terra, em seu povo, em sua língua – daí a conseqüente necessidade de afastar-se naquele dado momento para buscar-se em outros: língua, país, gentes, amores e acima de tudo, refazer-se posto que se dilacerava. Apagada dos registros afetivos de sua família de imediato (fotos escondidas, pertences guardados, nome proibido) só à sobrinha, que tinha à conta de um igual que pudesse compreendê-la, sentia-se ela de fato ligada por laços que não teriam sido desfeitos senão pela contraposição daquela sua decisão de partir. Há muito sem se encontrarem, em um aeroporto, a sincronia se dá para as duas como um presente há muito esperado, porém jamais previsível ou planejado. A espontaneidade do acontecido reinsere a ambas as cúmplices num fluxo de pronto entendido e aceito como em etapa de retomada necessária – um destino delas bifurcado nelas.
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É deste ponto que as cartas emergem, entre tia e sobrinha. Para darem conta de seus intentos, tratam de se escrever. La Idosa inicia seus envios tomada pelo ímpeto de suas reflexões encarnadas – pura dor, cortante luto – acerca de seu último relacionamento, agora findo e ainda, cheio de indagações, inconclusa a sua compreensão. As cartas seguem sem respostas. Essa ausência é entendida como respeitosa atenção e merecido afastamento de qualquer enunciação possível por parte da sobrinha que supostamente, lhe entendia em silêncio. Não se tratava de corespondência, senão de uma primaz fome de ser ouvida para ouvir-se e encontrar respostas íntimas apenas possíveis de retoques, de acolhimento e nunca de indicações totais. Coisas que se conseguem apenas quando se narra a si, do outro para si mesmo. Convencida da sabedoria e aceitação da sobrinha, segue em suas cartas e descobertas sem se dar por consciente do que de fato lhe ocorria, uma vez que, aconteça o que houver, isso se dá por decurso de uma comunicação. Suas reflexões têm o tom de quem, para além do simples compartir, busca dizer o que vale ser
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dito, com a premência de um texto testamental; suas palavras convertem-se em herança, em tesouro de última hora. Seu esmero é o de causar salvação, de si para o outro para ser de si, e este sendo um “como igual”, um espelho de se despir sem vergonhas. São várias as nucleações temáticas que despontam do texto, da fala incansável de La Idosa que não mais percebe a ausência como ausência mas, como um ouvir não interventor, dotado de absoluto respeito. La idosa clama, em suas lições, que a vida seja vivida, incomunicável e necessariamente relatável. Por detrás da aparente contradição, La Idosa deseja, em parte consciente disto, e é totalmente desejada a buscar integração. Não se trata de necessidade lógica, de alinhavos de coerência o que lhe é imposto pela ortodoxia do que irrompe a ela como dever existencial, seu compromisso total com sua vida e com as demais. Esse é o primeiro plano do qual as cartas que ora seguem fazem papel estruturante. Há ainda uma segunda etapa a ser desvelada. Após certo número de cartas, uma em
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especial causa a La Idosa o início do ápice deste momento em sua vida. Uma carta com o endereço tão familiar. Havia chegado à hora do contato que, como o do aeroporto, parecia ter chegado na hora de seu tempo; certo, exato. Carta aberta, não era a sobrinha senão familiares a lhe narrar da dificuldade que foi encontrar seu endereço atual para que lhe pudessem comunicar que após ter voltado a seu país, em retorno a casa, em um acidente de carro, sua sobrinha havia morrido. Esta etapa que se nos oferece pleno em desafios a sua própria constituição no texto é o próximo passo ...

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CARTA 1

Te digo para que quede límpido y sin dudas
como el cristal que te dé un día: fui y soy una mujer de muchos hombres. Que no se suban los pelos hipócritas. Si, soy tonta. Es vano avisar respecto do que sabes tan bien, en demasía. Olvido, y eso es secuela de los años lejos, que hubimos visto y sentido tanto. Excesos así hacen de la repetición que hace los costumbres... y los escalofrios se van. Erizar los pelos es regarlo de los inocentes y ninguna de nosotras lo somos tampoco. La vida he hecho eso.

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Te digo mas: cada cual un fue un camino distinto que construí poco a poco, sonrizas y lágrimas y por vezes, lágrimas que sonrieron y sonrizas que lloraron. Algunos de ellos están vivos, aúnque acuerdos debajo de lápidas, debajo de escombros, debajo de mi. Son cascarabias, tercos por no dejaren se barrer afuéra. Siendo así, convivir no es lucha de fuerza sino combate de resistencias. En los diccionarios son sinónimos; en la vida la distancia entre los dos es clave de ganar o perderse. Pero no fue el ansia por la cantidad lo que me ha hecho recorrerlos. Fueron todas tentativas sin trabas, sin vergüezas ningunas, de obtener la calidad de “lo para siempre”. . . y para obtenerla los vivi siempre deseándolos eternos. Algunos, solamente besos sueltos, nubes en el aire de mi vida, como las que en un cielo hacen penumbras. Fueron preciosos pero nunca se transformaron en la regla de caminar ni en el camino. No fui una mariposa desavisada pero, el trayecto fue repleto. Hay reglas de cuales son las medidas de los caminos correctos? Ni yo misma me di cuenta del principio de los caminos. Siempre fui seguidora de ellos. Hoy sé que el ímpeto fue los unicos ojos que
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tuve. Con ellos burlava a los que ahora, sólo ahora, puedo comprenderlos por fin. Todos los caminos son peligrosos. Esa gran respuesta estava haí sin que pudira sospecharlo. El impulso de direccion, el invisible que me ha hecho vivir tantos hombres y al final saberme sola aúnque llena de las marcas que por lo general no salen de nosotros, fue un bueno conductor. Las cicatrizes nos capturan tanto cuánto a ellas capturamos: son descaminos del dolor, único ritmo de ser no más que fruto verde. Siete, ocho, diez, un, dos y ... fueron muchos y me quedo aún deseando, no se si muchos más ... deseando si. Es que recuso a trabajar el débil oficio del olvido, aún que me comsuma. En verdad, no es recusa, es una imposibilidad presente, un límite. No puedo olvidar los dolores ni los placeres. La frontera que me cerra es no poder olvidarlos y eso no es coraje, es límite. No hay porqué hacer el juego fácil y peresozo del mentirse a sí mismo. Se mi fuera posible resumirlos, a los caminos recorridos, diria que son entregas totales sin que lo supera, hasta el punto que de ellos ya no se podria volver más. Es como un hilado hecho sin lo saber. El gran peligro de la araña es morir en su hilado.
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Pero la araña, en suya naturaleza, no lo sospecha. No soy mas araña; no todo por lo menos.

CARTA 2

Como te hablé, por completo tomada, seguía
adelante en el dificil camino de entreamar. Cada experiencia única, sola y irrepetible. Mi generación fue aún la de los sueños romanticos cuyo horizonte final se pintava con todos los colores de lo eterno. Él estaba en la base de nuestros sueños. Si había esperanza, deseo y planes, esos eran sostenidos por ese héter ya desconocido de ahora;quedamos en una historia que perdio su continuun. Somos herderas del pasado de una manera trágica y hasta ahora completamente nueva. La eternidad que hablo era soñada y hecha

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realidad en límites que eron los propios contuernos del final de la vida. Pero la muerte estaba siempre tan leja... en nada se aburría la eternidad. Hasta hoy mi búsqueda no se ha terminado y cada vez más siento que hago lo que devería haber hecho, aúnque sin en el comienzo saberlo por completo. En realidad tengo por cierto que uno de los grandes mistérios es que en todo lo que veo hay siempre el “dos mágico”: uno es lo “yo” que hago y el otro es la vida la que me ha continuamente hecho. La armonia que hay entre ellos es el primero aceptar el segundo como maestro. Esa es la clave de la gran herencia que se llama madurez. Narro ahora a respecto de un dios velado y olvidado que los hipócritas monoteistas se olvidan de confesar al que le reinden clamores de peticiones sin lo saber tanpuco. El Tiempo - insondable, rey supremo de los dolores y sus remedios y de la total conversion de los hombres y mujeres a la altura de sólo ser; en escencia solamente ser. Oiga, no hay noticias de ninguna civilizacion
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que haga vivido una tal experiencia de cambio con lo que tradicionalmente se conoceu sobre el Tiempo. Ninguna fábula, ninguma leyenda hay podido ousar quedarse, mismo si lo quizera, un poco acerca de la imagen destryída, destituyída del Tiempo. La generacion de sus hijas, supostamiente, nunca se acercaran de la posibilidade que nosotras tuvimos: un entresítio de donde se pudo saber del él como Tiempo y tiempo, en uno sólo momiento de abstracion y aún en la historia, ddntro de ella. Sus hijas o esmagaron o seron esclavas de él. De una o otra manera, pero sin lo saber o se quiera, a lo sospecharlo. El velo de la hegenónia en si cerra una etapa de los pueblos. Pobres somos nosotros, hijos del polvo cuyo puerto de llegada es la consumación de un destino que hasta ahora poco fuera aquel de los sueños de la religion, del progreso o de la liberdad. El ahora de nosotros es una barca fantasma cumulativa: llena de las consecuencias de los actos y penas no pagas del reyno del hombre. Nosotros somos el tiempo hecho por nosotros mismos, encarnado en sus dolores y danaciones.
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La travesía se hizo bajo vento que suena la sentencia: liberdad de hacer de las direcciones lo que puderen ppor el embate entre vida y muerte. No más que eso, no menos que todo.

CARTA 3

Asi, empecé a escribir, un cierto día, esa
oración dolida cuya imágenen tenía nombre que no salía de mis ojos... no salia de mis ojos porque fuera el resúmen de lo que yo había vivido y también fuera la conclusión que nutria mi caos y lo direccionaba a una reordenación. Suya forma era un circulo, una roda hecha de tiempo. Eso era todo lo que había, la sóla existencia. No la he llamado de nada sino ella misma, la imágenen, se ha llamado y hechome conocer a su nombre: La Roda del Tiempo Cuando empecé a escribirlo ya había pasado unos dos meses desde que la herida fue abierta.

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Cuando Ramon se fue y todo eso empesó. El golpe fue así como un rayo. Su rapidez no sólo me ha hecho tonta y desrazoada. Sin norte, me desgoberné. De hecho ya no conocía más el camino que pensaba ser lo cierto a seguir. La vida se me fue. Llena de desorientación me restava quedarme quieta a oir sonidos por los cuales pudise seguir. Creia aún que el universo siempre es el gran maestro. Siempre fuera así. Restavame aprenderlo en su lenguage en un movimiento doble: uno en dirección a él y el otro en profundidad a el yo. Hija, sufri y lloré revolviéndome sin parar o tener descanso hasta el punto de poder entonces, converjir todo el dolor y perdición interna en líneas sobre hojas, escribiendo para petrificar lo que era hasta entonces indecible, intocable. Había un muerto en mi misma, sin acceso tanto a la exumación como a el exorcismo. Lo conseguí todavia y lo ofrezco como un testémoñio. En eso trabajo no conocía ni dominaba a el punto de comienzo, de término ni al de mutación – esto fue haciéndose a si mismo. Yo sólo podia cooperar. Pero esa cooperación nunca es influir.
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De otro modo, hay trabajos que son como sueños. Los sabemos cuando ya allamos a nosotros dentro de él, de un punto en que no podemos volver. Son trabajos oscuros y que elvonven siempre un movimiento a lo cual estamos esclavizados sin oportunidad de cambio. Veemos a nosostros a girar a una piedra y eso movimiento sólo llega a su termino, eso trabajo sólo es finalizado cuando hay el momento en que la piedra nos dice que el fin ha llegado. A esta cumbre, las manos de nosotros estan callosas. Las abrimos y podemos leer de los callos porque los dolores del comienzo, cambian em fuerzas o flaquezas. Si son fuerzas, la piedra confirma suy sentencia. Si son flaquezas, dice: “vamos a seguir porque la parada no es el fin, solo abrigo para descanso. Se yergue y camina porque el dolor del sufrimiento no lo ha abrazado a el necesário para el cambio deseado; el punto de mutacion onde el dolor, plombo, ensañanzas, oro. La alquimia de lo que aún no ha visto la sombra de la ensañanza ni los sonidos de la quietud
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se cámbia en

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no esta concluida. Camina aún.”

CARTA 4

Como te he dicho, la piedra ha hablado y el
habla fuera el nuevo comienzo. Esa es la pequeña historia de ese viejo nuevo. Entonces, dí forma y dominé al que me subyugava y escribi:
No sabía del dolor cortante hasta el día en que aquel sueño se fue. No sabía tampoco que fue un sueño. No lo esperaba ni lo conocía por completo, aún que lo sospechaba a respecto de la extención de las raizes que habián aprofundado en mi misma. Yo el suelo, él el arbol, la semilla, las raizes. Vivía en un suelo rico pero no miraba para abajo; las nubes bien lo sabían y también el cielo, el sol, el horizonte hecho de las creencias de corazón. Despierté temprano de un sueño lleno que cambio oscuro. Por él, volvi a hacer molinos de deseos reales aún

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Que invisibles y tan possíbles de seren cogidos cuanto a el cuerpo de él caminado por mis ojos y manos todas las mañanas que temprano apresavame a velarle la vida. Estuve vivindo em um otro universo y ya no me acuerdava del punto de empiezo del primero paso. Olvideme para em metamorfosis, nascer en dos. Hay caminos de puro cambio: no se pisam dos vezes la misma piedra hecha toda de la pasagen. Tudo vola a los ojos acostumbrados bajo a el dolor. Quedarme sóla seria regarlo. La presencia por la memoria lo mismo. El fuego ardia en la marca que no era herida dolida. Era por los contuernos, la terrible vision de lo que se fuera y no mas havia. El dolor tenia forma y la sombra se hizo mi inimiga constante. Cada dia, un acuerdo a dolir; Cada noche, la paz que no mas volvia, Cada sonriza, la falsidad que precisava a seguir. Pregunto, busqueo, olvido, acuerdo, pero tudo es lucha por la compreension – no me gustan los juegos de olvides oportunos. Restame acceptar lo ocurido y desear una vez mas que el mismo tiempo, todo señor, con sus hechos tales como a las rillas del oceano, trayga nuevamente 18

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la tranquilidad que precede a el nuevo comienzo y todo lo joro de vida que partió. No pido a Dios; sus trabajos son muy grandes. Él no aquiesce, sólo hace. Lloro al tiempo que pacifique a mi corazon que ya no bate mas sin el sangre que hasta poco a el hacia viver en doble. Si no bate mas, espera con una fuerza insuspecta (a mi hasta ahora). Él tiene um objetivo: proteyer la semilla aún intocable de la esperanza. Sello asi, señor Tiempo, mas esa oración que nada intenciona contrariar mismo que se escriba con el ardor de los que solamente viven se aman. Hagame vivir asi una vez mas.

Escribirlo asi fue, entre muchas libertades, una posibilidad de revolvimiento, al que pese mi hedonismo, fue el recomienzo de la paz estranha. Desde chiquita fue la paz que em mi se elejeu como el ton de afrimación, el fidel loco, que al contrario de indicar el médio, la justa medida, solo sostenia a los platos de la balanza de mi vida: uno, el yo y esa paz-fuerza, lo otro todo lo demais. Fuera la búsqueda de eso equilibrio lo principal que yo, de la vida, ya havia salvo y, por
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cusecuencia, a mi salvado.

CARTA 5

Ademas,

fue a partir de esa ponte que la

ralacion de nosotras se hizo realidad. Fue mi búsqueda por ser en verdad lo que me hizo veer lo que había por detrás. Antes sólo máscaras habían. Estoy segura que ahora me es familiar a mi misma y viceversa. Y eso nada tiene con familia., No te haga tola y yo tanpoco: para mi desvelo sin trabas segui a ritmos que en breve los confesaré. Lo que importa es que no la tengo por igual por el acaso. Creo que eso es y deveria ser. Es verdad: soy exótica puesto que desde muy temprano he escojido caminar con la hoz alzada en el aire con gran esfuerzo. La verdad asi acercase siempre de grandezas terribles. Sostenerse es una de ellas; llevar armas otra. Buscar alimento cerca de pozos internos,

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llenos de oscuridad constitutiva, otra aún. Jamás ofrecer penas, pesares y dolores a cualesquiera que sean las personas, amadas o no. Negar penalizaciones tipicas a los que amamos y tambien a los que odiamos es regla acre. Palabras vivas tienen sangre. Esa lengua me acostumbré a praticar. Hija, deié de tener máscaras y a tí, ahora, te hago heredera de esa benditamaldicione. Tú sabes, hay secretos que se transmiten por la palabra. Puedes rehusarla. Pero se que de ella no hazde olvidar, sólo cambiará de guardiana. Guardiana de esa verdad de fardo. La vida es tiempo de secretos. Ahora que conoces el comienzo de mis

secretos, algo de mis verdades, comprenderás por qué0 me he exilado de todos. No soporto las convenciones. Y aquellas familiares, las abomino. Intensidad es una sabia cara. Captarla, retenerla, distribuirla, es muy compleja obra. Y ese trabajo vale algunas muertes sin el atenuante de la pérda de la consciencia.
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Al contrario, gañas una nueva consciencia alzada en algunas potencias para que el dolor y su supresion se hagan indeleblemente presentes como cicatrizes. Tal cual como en los bueyes de raza, marcados. La vida nos comprende (a nosotros) y cuanto más ella conoce, más la conocemos (a ella). Sí, hablo como una boracha. Una cuya razón solamente vuelve mientras lo bebo. Y entonces, no abjuraré de mi vicio. Mis creecias son mi razon conquistada hasta el punto que un dolor mayor que ellas roube a el certidumbre. No piense que soy asi porque he nacido así. Me hize así por haber escojido caminos lejanos, muchos sin regreso. Miedo? Es normal y vulgar a al mayoria de nosotros que como los animales no desean superación. Pero salimos de la regla. La transcendencia es locura para el común de la humanidad y ese conocimiento es más antiguo que el primer bigote de Ramsés. Pero hijita, no tengas miedo con la falta de dulzura de mis palabras. Hay dulces también. Sólo tienen espiños. Y si sabemos el arte rara de comerlos... la ambrosia de los dioses griegos no fue
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mito.

CARTA 6 Bien temprano descubrí que los espacios comunes son perfectos para disminuir la intencidad necesária a la vision de la verdad y por cierto, de la verdad que busca esconderse de nosotros. Hay tipos de verdad. Así también, los locales llenos son propícios para perderse. Fui a la casa de playa y alli me quedé por unos tres dias completamente sola. El nada es insoportable porque lo que tenemos a enfrentar es un terible “yo” que no se mantiene sin regarlos que le traygan la ceguera. El hombre del yo es la ceguera o aún, hombre y ansia de mantenerse ciego. El yo vive de las ilusiones y a todo se apega para que no se mire en el espejo, por reflectirlo es refratarlo, no como ocurre con las imágenes más, como ocurre a los alvos antepasados por flechas y eso, a él, significa destruicion. A el yo, le suena como fuego a la mata, como el sol a el morcielago: insoportable. Pero es aún peor. El yo pre-conoce. Antes que nos acerquemos
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a

conocer

de

algun

dato,

él

ya

lo

sabía

antiguamente y es por eso que quedamos a nosotros victimados desde el amago sin aceso. Entones hija, siempre que era posible y tolerable, exponiame a el dolor de la visión del yo. Eso me hizo fuerte y distinta de los demás que se ponían en la direccion contraria. Y fue asi que cambié y me converti en reclusa de mi misma. Sabes lo que me parece peculiar? El

alejamiento de nosotros. Es una poradoja de salvacion: si está lejos, acerca; si está cerca, aleja. No es que haya cambiado generosa com mi especie. No hay Ganancia en ser solitaria, pero ser humano, eso es! No tengas miedo en experimentarlo. Es dulce lo que siegue a esa acidez.

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Hijita, Cansada por la rutina, llena de querer ser oída, te escribo a las 1 y 25. Vienta fuerte y el tiempo ha cambiado. El viento informa cambios a los cuales, póngome atencion porqué ya los sé, al menos de su venida. Después te digo como leer al tiempo, retener su fuerza, usarlo como cextante, aunque cuando lo use, usurpe su lado secreto aún, rasgue el velo que como fruto maduro, cae solo en suya hora, la ora que determina el conjunto de leyes regentes. No sucede diferente con nosotros. Tenemos estaciones, temporadas, ocasiones, períodos, interines, intersticiones, espacios, lagunas, hiatos y atmos proprios a las manifestaciones de lo que no se puede evitar. Traer al tiempo no es pecado possible: los frutos llegan a sus terminos y la muerte de ellos nunca es terminal, pero si, germinal. No se trata de que haya un solo tiempo cierto para tudo. En verdad, la ley vive en semilla: en tudo hay tiempo y tudo lo que es, solo es mientras “tiempeja”. Te escribiría hoy sobre ojos y como leerlos pues en realidad ellos son ventanas de locales
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oscuros y, en general, no los conocemos. Fue el

tiempo hoy que se hizo hablar. Si, sintome canal, ni origenen ni termino; solo pasagen. Te gusto hija (que nunca tuvo como tanto).

CARTA 8 Hija,

Intentaré no ser ilógica. Es pedir mucho, pero trataré de aliñar los acontecemientos hacéndoles los puentes consecuentes. Yo te pregunto, si son las coneciones que dan sentido, coherencia y secuencia, son importantes a la compreensión de lo que es sentido, de las certidumbres sueltas a las
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cuales llamamos el mundo interno de nosotros? Una amiga de mi mamá estuvo en mi casa en el ultimo fin de semana. Sentirla cerca fue la garantía afectiva suficente para que yo pudiese visitar los espacios asombrados por mis recuerdos del último amor o aún, visitar a mi misma donde no me voy con frecuencia. Quedarme silenciosa en la varanda a oir y ver en el tiempo. El efecto es investigativo: estar en presencia de la memoria afectiva es intensificado a los extremos. Puedo hacerlo. Lo que es externo parece guardar aguna paz en su quietud. Paz siempre perturbada por lo que viene junto al simple acto de veer. Y nuevamente, hay el dolor o el placer. La quietud es lejana a nosotros. Lejano también es el placer se sonrreirse de solo existrir, asi como las cosas – de una quietud invidable. Entre esos seres de quietud total y nosotros, ellas y yo, hay integración. Somos todos y eso es misterioso. Talvés el mayor. Es ese hilo delgado lo que nos hace hermanos a nosotros. Hermanos de existencia. El hecho de existir es el puente para ese conocimiento especial. Sufrir del dolor o del placer es ruptura en ese puente. El dolor de lo que se ha perdido o de lo que no se ha
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obtenido aún. Placeres terribles son los que se hacen en prisiones de las cuales estamos presos. Quedamos aislados en suspenso; suena a uno no existir. El aislamiento es la propria constituicion de un circulo mortal. Sin la aparencia del nuevo, petrificamos. Seguimos al que se apresenta, no al que es. Y o qué es que es? Estatuas no caminan y paradas no conocen lo que hay más allá de los puentes posibles. No se sabe de los otros territorios y ni de sus contornos. El dolor y el gozo son fuerzas gemelas y antagónicas. Viven luchando por el infinito mientras la edad no llega apaciguadora. Pero la paradoja es que si somos señores seguimos adelante; si somos aseñorados, esclavos, no somos nada y nadie aúnque no lo sepamos. No hacen lo mismo con nosostros la soledad y la tristeza? Son fuerzas de impulsión o de retroacción, centrípetas o centrífugas, de expansión o implosión. No hay parada, sólo las que se rodean de nubes de grandes ilusiones. Tenemos que escoger ir o volver. La espera no es el final. Por veces, ir no es avanzar;
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volver no es caer ni perder; parar no es no saber. Los movimientos no son unicos, ni cuentas mecánicas posibles de conversiones o fórmulas. Son intangibles, jamás reusables dos vezes aúnque las situaciones sean semejantes. Como rayos, no caen en el mismo espacio dos vezes, como los cuerpos, no ocupan el mismo local. Me pregunté si habia alguna lógica posible a el sufrimiento, aplicable a aquellas fuerzas. El contesto? Un sueño de perversión de una ilusión. Estar perdido en el caos del placer y del dolor es solo ilusión. El caos es ilusión. Lo que pasa es que no hay la solidez de las certidumbres. La incertidumbre, la duda, la deuda son las sombras compañeras o enimigas, dependen de los contratos hechos, pero siempre sombras constantes en el caminar. Entonces, esas sombras son la realidad de nosotros. Si sombras son lo que miramos, si sombras no las somos, sombras son lo que tenemos como orientacion de afuera. Cuando estamos perdidos no es de dentro que encontramos
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la salida mas del encuentro del dentro y del afuera. La amistad con las sombras es destino de todos los que quieren allar la salida. La salida es el puente de llegar. Llegamos siempre a un caos al cual conocemos mejor. Conocemiento del caos interno es equilibrio. Pero mientras somos, el amino es contínuo y por eso no hay caos ni equilibrio totales. Cambian viejos y mejor conocidos o cambian viejos y desconocidos: siempre son nuevos si sus reglas no las queremos saber porqué hay rechazo por el dolor. Haberse con el sufrimiento es coger armado de las sombras como compañeras, juntos aceptar 13 el camino del caos tenendo en cada passo el hambre de equilibrio. Pero aceptar esa realidad es cono tener un sueño: domar a el viento y destruyer las ilusiones. Adoramos sentir los beneficios de la creenza en el progreso que exclui el caos personal, en el perdon y en la gracia del olvidamiento. Totales y externos son locuras. Parciales, falibles y praticables cambianse en ayuda asi como las
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sombras ayudadoras. El trabajo es arduo, digno de un dios griego o un heroi mitologico. Que bueno creer que ellos son el horizonte Aúnque de las aún possibilidades humanas! lejas,

possibilidades obtenibles al que sueña. Entonces hija, perverte el caos, perverte el equilibrio. No los hay. Sólo hay el dos magico que te he hablado. Asi, aúnque única, nunca soy, siempre yo somos. Despidome señorita, pero en el doble.

CARTA 9 Hay veces que me descubro impedida de sonrreir por el placer de solamente existir. Eso es lo mismo que hallarme en concordia con lo que hay, con las cosas así como ellas son; porque ellas son también y por su vez, en sosiego envidiable. Sin embargo, la serenidad de ellas reposa en
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la integral ausencia de la conciencia. Lo que hace de nosotros los seres sin serenidad, es la presencia de la conciencia. Tenerla es sufrirla. No tenerla es sólo ser; la existencia sola, sin relación, impasible y luego tranquilo. Eso es el destino de las cosas, lo que es dicir, la oscuridad de la ceguera, la mudez del habla, el adormecer de la conciencia. Pero, tal adormecerse en tranquilidad no es regalía única de las cosas que son. Hay hombres que dormitan en sus cuerpos como los osos que inviernan. Los osos despertan en tiempos adecuados. Y a los hombres? Que les pasa? Sus tiempos son tiempos aleatorios. El despertar de la conciencia no se hace de afuera para adentro aúnque hagan buen papel las estaciónes de la vida. Aún, su aleatoriedad es relativa porque es forjada en triple integración: el mundo y sus tiempos, la conciencia hecha ahora y el zumo del espírito. Esto último es lo elemental, la medida de las posibilidades, la distancia de las probabilidades. Imagino la pregunta que viene después: que es, qué fija y hace generar ese zumo? No lo sé. Sólo sospecho y ese no es el tiempo para reflejarlo aúnque sea irresistible, pero no ahora. Habemos de
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tener no sólo paciencia mas, de conocer al tiempo del tiempo. Debo confesarlo: me quedo harta de envidias de los que viven así sonriendose, viviendo en tal condición de inviernación necesária, involuntaria. Tener envidia acá no es la afirmacion de un intento de querer rechazar el dolor de sentirse consciente, de no querer pagar su precio; elevado, dicho sea de paso. Vale pagarlo aúnque haya momentos en los cuales se podría negar el valor de las pequeñas cruzes. Negar los suplicios es negar los dolores y como en un sueño malo, despertar no es garantía de resolución. Peor, puede ser la indicación de que el tiempo de su fin no ha llegado. Hablando de el dolor, en general, él lleva a nosotros al puente o también, aquiel puente de integración. Aún, el dolor trae la presencia o la ausencia. Cuando te acercas de un objeto, él ya esva allá. Él ya era un cosmos de hechos, historias de historias de hombres y mujeres lejanos y allí, en silencioso “pronto-para-ser”. En su mayoria, los objetos son adiciónes incontables de intenciones dolidas, de opresiónes o adhesiónes. El dolor de ser humano es un punto natural a
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todos nosotros. Él escondese en los objetos y se enmudece.

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