UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS – UFLA FUNDAÇÃO DE APOIO AO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO – FAEPE.

Potencial Zootécnico dos Animais Silvestres como Fator Econômico e de Conservação das Espécies da Fauna Brasileira: Rhea Americana

Rogério Santos Marques Matric. nº MAA – 102025.

Monografia de Pesquisa apresentada à FAEPE, como parte complementar do curso de pósgraduação em Gestão e Manejo Ambiental em Sistemas Agrícolas, à título de especialização.

LAVRAS – MG 2002

SUMÁRIO LISTA DE QUADROS...............................................................................................................3 RESUMO................................................................................................................................... 4 1 – INTRODUÇÃO....................................................................................................................5 2 – REVISÃO DE LITERATURA............................................................................................ 7 2.1 – Aspectos anatômicos e fisiológicos.............................................................................. 7 2.1.1 – Produtos de interesse econômico.......................................................................... 9 2.1.1.1 – As plumas..................................................................................................... 9 2.1.1.2 – A carne.......................................................................................................... 9 2.1.1.3 – A pele ......................................................................................................... 10 2.1.1.4 – O ovo........................................................................................................... 10 2.2 – Comportamento Social............................................................................................... 11 2.3 – Comportamento Reprodutivo..................................................................................... 11 2.4 – Incubação.................................................................................................................... 13 2.5 – Desenvolvimento inicial de filhotes........................................................................... 14 2.6 Alimentação.................................................................................................................15 3 – MATERIAL E MÉTODOS............................................................................................... 16 3.1 – Período pré-experimental........................................................................................... 16 3.2 – Fase experimental e obtenção de dados..................................................................... 17 3.2.1 – Manejo e instalações........................................................................................... 18 3.2.2 – Manejo sanitário..................................................................................................18 –

..........................................1............................... 19 4 – RESULTADOS E DISCUSSÕES........1 – Ganho de peso corporal e desenvolvimento de emas..............................2 – Taxa de sobrevivência.......................................3 – Manejo alimentar........................................................................1.. 24 .....................................................................................................22 CONCLUSÃO....................................................................................1..............................3................3 – Análise de estatística...........2........................................................................................................1........... 18 3........................ 21 4................................1 – Efeito de sexo............1.......................1 – Característica do desenvolvimento..................22 4... 23 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA...............................................................................................2 – Efeito da idade (semanas).................. 20 4...........................20 4..............20 4..................................................

......................... emu) com a de outros animais...............LISTA DE QUADROS QUADRO 1 Página Comparação de carne de ratitas (ema.................. 2 3 4 Resumo da análise de variância de ganho de peso(g) por semana... Ganho de peso (GP) semanal de emas na fase inicial......... avestruz.............. Peso corporal (g) de emas por Sexo na fase inicial.......................................... 9 20 21 22 ........

Este trabalho teve como objetivo avaliar o desenvolvimento inicial de emas (Rhea americana) através do ganho de peso.95 + ou – 9. Semana 03: -0.907. nessa fase de desenvolvimento.RESUMO MARQUES.08 + ou – 6. Macho: 21. Semana 02: 39. Observou-se o efeito cúbico significativo (P<0. Fêmeas: 22. 25p.57.05) de semana sobre ganho de peso.907.19 + ou – 7.907. obtendo-se médias e seus respectivos erros padrões por semana: Semana 01: -15. . Semana 04: 62. Rio Verde: UFLA / FAEPE.04 + ou 9. durante a fase de 128 dias de idade das aves. (Monografia de Pesquisas). Potencial Zootécnico dos Animais Silvestres como Fator Econômico e de Conservação das Espécies da Fauna Brasileira: Rhea Americana. Não foi observada diferença significativa para o sexo.34 + ou – 9. Foram analisados efeito de semana e sexo sobre o ganho de peso (GP) dos filhotes.907..50. no sistema de criação em cativeiro. Rogério Santos.71 + ou – 9.

em conjunto com a taxa de sobrevivência e o desenvolvimento de filhotes nas primeiras semanas são decisivas para um bom resultado da atividade. sendo uma novidade no Brasil. As taxas de eficiência reprodutiva. com crescente procura por produtos de alta qualidade nutricional e de maior valor agregado. este setor de criação de animais silvestre dispõe atualmente de um pequeno número de criatórios. Assim. Entretanto. o objetivo desse estudo foi o determinar o desempenho de filhotes nas quatro primeiras semanas de vidas (1 – 28 dias). as quais refletem diretamente nos processos de eficiência de produção. considerados pelo mercado como de alto agregado. existe uma preocupação dos pesquisadores em propor alternativas para o setor. com isso.). migratórias e quaisquer outras. A reestruturação do mercado agro – alimentar. desencadeou mudanças nos hábitos de consumo da população. A ema oferece um amplo aproveitamento dos seus produtos. aquáticas ou terrestres. requerendo. estão diretamente relacionados com as características reprodutivas da espécie em primeiro plano.INTRODUÇÃO A criação de animais em cativeiro vem sendo difundida. Em cativeiro. . São eles: carne. o desenvolvimento de trabalhos que determina manejos com técnicas menos invasivas e aperfeiçoando da nutrição. que tenham seu ciclo biológico ou parte dele ocorrendo naturalmente dentro dos limites do território brasileiro. os resultados econômicos da “ Rheacultura”. reproduzidas ou não em cativeiro. sanidade e adaptabilidade. São várias as iniciativas de implantação de projetos na área da “ Rheacultura” no país. manteiga. visando salientar a importância econômica e viabilizar as criações em cativeiro. Dentre os animais silvestres mais comumente criados está a ema (Rhea americana sp. ocorrida nos últimos anos.1 . couro e plumas. quer seja para exploração lucrativa ou como forma de impedir a extinção de alguns animais da fauna. demonstrando ser uma alternativa de investimentos na atividade agropecuária. Além disto. O interesse do mercado da “ Rheacultura” nasce com base nesses novos padrões de produção. algumas tendências do mercado priorizam sistemas de produção de alimentos de origem animal que integrem os conceitos de qualidade e agro – sustentabilidade. Considera – se fauna silvestre brasileira todos os animais pertencentes ás espécies nativas.

ratis. 1993). a falta da glândula uropigiana e a separação de fezes e urina na cloaca (SICK. Este animal apresenta característica anatômicas e fisiológicas que diferenciam das aves carinadas. Alhquist. acredita – se que semelhanças morfológicas. parasitológicas e comportamentais entre as . genéticas.2 – REVISÃO DE LITERATURA A crescente evolução da exploração de animais silvestres tem como ponto alvo a parte econômica. todos os recursos ambientais disponíveis na região. pertencente ao grupo das ratiras – do latim: ratitus. de origem oriental e faz supor que a ave possui parentesco com uma outra espécie de ave. 1984). quer seja a exploração de populações nativas. quando se completou a separação das duas placas tectônicas que deram origem á América do Sul e África. citado por ANDRADE. com o manejo adequado. (Sibley. Supõe – se que sua separação tenha ocorrido há 80 milhões de anos. (proposto por Lavorenti. e está entre as aves mais antigas deste continente. A possibilidade de utilização racional da fauna pode resultar em grandes vantagens econômicas e sociais. denominada seriema (DANI. citado por DANI. A comercialização dos animais silvestres é fator importante para a preservação de algumas espécies da fauna brasileira. entre as quais: a ausência de quilha no osso esterno. que significa jangada. assim. que almeja o melhor aproveitamento das propriedades rurais. Segundo Cracraft citado por DANI (1993). tanto em questão da fauna como flora. especialmente as que possuem elevado potencial zootécnico.1 – Aspecto anatômicos e fisiológicos A ema é maior e a mais pesada ave da América do Sul. utilizando. quer seja na criação de espécies silvestres em cativeiro levando á domesticação de novas espécies. 1999). a perda da capacidade de vôo. 2. também comum nos campos e cerrados. moleculares. provavelmente. 1993). A denominação “ ema” é. biológicas. as quais seriam incorporado ao processo zootécnico de produção animal.

sudeste e norte do Estado do Paraná.1. as narinas são largas. 1990). com a região posterior crônica. o caráter exótico e o comportamento curioso das emas oferecem a possibilidade de também serem criadas como animais de estimação e ormamentação. Gênero: Rhea. classe: aves. conforme a postura adotada (SICK. Rhea americana intermédia: Rio Grande do Sul.1. podendo medir até 60 cm. A beleza. sul do Paraná e Uruguai. O peso do animal adulto varia entre 26 kg a 36 kg (SANTOS. foram consideradas as mais especializadas.34 m a 1.aves ratitas deve – se á uma origem comum ou monofilética destas aves. entre as aves ratitas. Sua classificação taxonômica distribui – se sistemicamente da seguinte forma: Reino: animal. – Produtos de interesse econômico 2. A capacidade de auxiliar no controle de pragas em pastagens e a facilidade de consorciação de emas com bovinos.1996). A Espécie ainda pode ser dividida em três subespécies: Rhea americana americana: nativa do nordeste.1990). longas e compridas lateralmente. localizadas na região média do mesmo. todos para frente e com unhas afiadas.1993). ovinos. As emas e avestruzes. Seu corpo é ovóide.70m. Ordem: Rheiformes. Filo: vertebrado. Sul da Bolívia e Sudoeste do Mato Grosso do Sul. Rhea americana albencens: Paraguai. Possuindo um bico plano e longo. que se direcionam para cima e para trás (SANTOS. sendo fortes. (GIONNONI. São aves pernaltas com três dedos. centro – oeste.1. Argentina. 2. Santa Catarina. que são adaptadas para correr e suas asas são grandes. Espécie: Rhea americana. A sexagem pode ser realizada através da reversão de cloaca a partir dos cinco dias de idade.1. sendo que a altura pode variar de 1.1 – As plumas . Família: Rheidae. Cada asa tem aproximadamente 130 a 140 penas. Superordem: Paleagnathar. Subclasse: Neornithes. caprinos ou animais silvestres são característica interessantes para o manejo em fazendas. ovóides. Apresentam excelentes músculos nas pernas. 1984). bem como na época da reprodução. quando o macho emite um som característico (SARACURA.

7 113-127 Porco 7. Análises Água (%) Gordura (%) Proteína (%) Colesterol (mg/100g) Cálcio (mg/100g) Calorias (Kcal/100g) Ema 74.0 1.0 64-90 8-17 114. para adornos de fantasias e na confecção de espanadores.1.4 1.0 80-105 10 319.Utilizadas nas indústrias de vestuários. C. principalmente por ser um animal nativo dessa região e ser de fácil manejo.E. Consta que já se pode realizar a primeira extração de penas em indivíduos de dez meses de idade e repeti – la.7 18-22.1993). M.0 Avestruz 75. principalmente na época das festas carnavalescas. .C. Ásia e Américas.8 1. elevada eficiência alimentar é um dos atributos altamente desejavéis dos pequenos animais destinados ao abastecimento de proteína ás populações humanas (DANI.2 – A carne No Brasil o interesse por carnes exóticas está em ascensão. uma vez por ano.2 39-48 4. gorduras e colesterol deixou de ser privilégio das classes mais abastadas (DANI. vermelha e com elevado teor protéico. as mais bonitas e longas são usadas como adornos).2 21. Geralmente é necessário cortar e não arrancar as penas.3 Bovino 75. Do ponto de vista ecológico e econômico.2 22. Tem coloração semelhante ao da carne bovina e aproximadamente a metade dos teores de calorias e gorduras desta. 1993). QUADRO 1 – Comparação da Carne de Ratitas (ema. citado em CARRER.6 1.7-4. e KORNFELD.0-25. pois essas oferecem bastante resistência (SICK.6 105.5-7.1 1.2 Frango 73.8 104. Com o aumento da incidência de doenças cardiovaculares que acompanham o desenvolvimento recente da civilização ocidental o consumo de carnes com menores teores de calorias.0 23-24.0 18-28.0-14. As plumas de emas são classificados em vários tipos (as mais curtas usam – se em espanadores. A carne é um alimento muito saboroso.0 20-40 70-120 FONTE: Adria.0 16.9 5 14. O mercado consumidor está na Europa. sendo o Brasil um dos maiores consumidores. decoração e utensílios domésticos. depois.0-3. são um produto muito conhecido no Brasil e utilizado desde a antigüidade. avestruz e meu) com a de outros animais. 2.4 Peixe 82. (1999).1.7 37.5 21.0 4.7 Emu 73.0 2.0-75.1984). dentre elas destaca – se a da ema.0 63 10 157.

As cascas podem ser utilizadas em artes e ofícios ou serem trituradas para o preparo de rações (DANI.1993). no mesmo período. tornando mansas vivendo . ou com um ano de idade. dependendo da raça geográfica. Superior em qualidade á pele de avestruz (DANI. ovelhas e vacas (SICK. As fezes são adubos nitrogenados de excelente qualidade (DANI. O peso variar de 400 a 700 g. Existem ainda outros produtos a serem trabalhados que são: as unhas podem ser utilizadas como abrasivos (na industria de jóias). São comestíveis. Filhotes criados intensivamente poderiam ser abatidos. pesando 9.1993).A partir de um casal de emas pode – se produzir até 500 kg líquidos de carne. Animais jovens podem ser comercializadas para recria/ engorda. Aceita bem várias colorações e é naturalmente decorado por causa dos orifícios deixado pela retirada das penas.1. com um sabor semelhante ao ovo de galinha. procuram a companhia de veados campeiros.2 – Comportamento social As emas são aves sociais. como de facas.6 kg em média. 2. pesando 20 kg. em 24 meses.1. pode ser considerado uma das peles mais atrativas. A extração é fácil e a tecnologia para o curtimento é barata e já está dominada em alguns centros no país e no exterior. principalmente para que sua espécie seja mantida. sua gordura é aplicada contra picadas de cobras e os subprodutos da carcaça contribuem para alimentação animal. entram em receitas de várias iguarias. alternativamente aos 6 meses. produto este que vem apresentando uma grande aceitação no mercado internacional. uniformizado os animais. preferencialmente após do segundo mês de vida (DANI. Cada ovo de ema equivale a quinze ovos de galinhas. quando já pesam 4.4 – O ovo O ovo é o elemento primordial para a criação.1993). 2.3 – A pele Ao couro. 2. Vivem em bandos. contra 200 kg líquidos a partir de um casal de bovinos. 1993).1. Onde são perseguidas.1. a partir dos 2 – 3 meses de idade. bem como a formação mais rápida de um plantel. em criadouros industriais. duráveis e distintas do mercado.5 kg.1984).

precisa ainda atrair as aparentemente desinteressadas fêmeas. ocorre entre abril – maio. metem – se nos brejos atravessam rios a nado. urrando com freqüência. ás vezes entram em decúbito ventral com as pernas esticadas para trás. Uma forte hierarquia do macho emerge enquanto o bando se dissipa em unidades menores. nos zoológicos dos Estados Unidos da América do Norte. As lutas entre machos são encontros e empurrões nos quais os combatentes agarram – se os bicos tentam desequilibrar um ao outro ou arranhar – se com as patas. (Handford. mas fracamente coesiva fora da estação de acasalamento. e não há formação de ligações duradoras entre pares.1993). Existe uma hierarquia social com dominação fraca do macho sobre o bando que é pouco proeminente (DANI. graças aos olhos salientes. citado por DANI. Descansam sentadas sobre os tarsos. 1990. Dormem com o pescoço esticado horizontalmente no chão para as costas. O início da estação reprodutiva varia com a região geográfica. entre julho a setembro e durante todo o ano. como qualquer outro animal doméstico. correm fazendo roda.1993). enquanto o papel da fêmea limita – se á cópula e á postura dos ovos (Raikow. Mares. que se apresenta com as penas da cabeça e pescoço arrepiadas. (Hudson. estendendo as asas horizontalmente. podendo ser criadas desde filhotes em companhia dos seres humanos. poligínica e poliândrica. A estrutura social muda significativamente. GOELDI. São adotadas de vista aguda e.aproximadamente até os 40 anos. consistindo de um ou dois machos competidores e um harém de até 15 fêmeas (DANI. Gostam de tomar banho. conseguem ver para todos os lados (DANI. A ema é polígama. andando ao redor das casas.1984). abrindo e . incuba os ovos e cuida dos filhotes. citado por DANI. Daguerre. Quando o macho assume posição dominadora.3 Comportamento reprodutivo A ema exibe estrutura social gregária. acontece entre outubro – novembro. Durante este período ocorrem mudanças notáveis no macho.1993). 2. Ele faz a corte. As lutas emergem somente durante a estação de procriação. O aspecto mais notável do comportamento reprodutivo destas aves o papel desempenhado pelo macho. na região central do Brasil. constrói o ninho. no Rio Grande do Norte. citado por DANI. passando a segui – los como cães domésticos (SANTOS. (SICK.1993). 1993). 1993). Na Argentina.1894).

O macho então efetua o contato com a cloaca e o sêmen é depositado na abertura vaginal. ao invés de dentro dele. ou de até 100%.1993). sem montar nela.1993). tornando – se brancos após 5 a 6 dias. O macho em seguida rola os ovos para dentro do ninho.agitando as asas e movimentando a cabeça. No ato da cópula a fêmea deita – se no chão com o pescoço estendido para frente. citado por DANI. Quando um local é estabelecido para o ninho. brilhantes e dourados. Corta com o bico a vegetação ao redor mantém limpa uma área de 2 a 3 metros de raio (SICK. com uma taxa de eclosão em torno de 50% quando os ovos são chocados pelo macho. 1993). chamados ovos “órfãos” que provavelmente irão apodrecer (DANI.1993). dois minutos (BRITO. Os ovos são elípticos. A reprodução é sexuada. quando chocados em . onde as células do macho e da fêmea prescisam fundir – se para produzir. e pesam de 400 a mais de 700 gramas (DANI. citado por DANI. O macho constrói o ninho cavando uma depressão no solo utilizando uma depressão já existente. As fêmeas iniciam a postura aproximadamente 25 dias após a cópula (MENDES et al. Este processo inclui a escolha ou citação do companheiro (Bruning.1993). já as fêmeas vão embora com outros machos exibicionistas (DANI. enquanto se movimenta violentamente (Portielje. em média. O macho senta – se atrás e.1993).1993). citado por DANI. O grande órgão copulador do macho é exteriorizado da cloaca e inserido na cloaca da fêmea. as fêmeas botam ovos próximos á depressão do ninho. puxa as penas da base do pescoço da fêmea. Uma fêmea é capaz de por 10 a 18 ovos em um só período. as fêmeas botam ovos espalhados aqui e ali. Durante a cópula a fêmea estende a abertura vaginal para fora dos lábios da cloaca invertida.1993). A incubação e a criação dos filhotes é deixada para o macho. em atitude de exibição.4 Incubação A postura atinge 30 a 40 ovos por fêmea por ano. 2.1997). citado por DANI. Na ausência de um ninho. O ato dura. apoiado nos seus calcanhares. A fêmea imediatamente recolhe a abertura vaginal na cloaca e retêm o sêmen na vagina. com intervalos de dois dias entre postura (SICK. o território fica reduzido a uma área pequena que passa a ser defendida por eles (DANI.1997). Como o macho fica deitado a maior parte do tempo.

Isso se deve. os ovos devem ser virados pelo menos uma vez ao dia. Após 24 horas o filhote já se mantém firme nos próprios pés (SICK. perdem a possibilidade de se esforçar. Dolensek. levando a essa sincronização. (Bruning. ainda não tiver nascido e aparentemente estiver enfraquecido ou menos ativo. Após perfurarem a casca. Depois serão colocados num .1993). Entretanto. Vleck. a remoção cuidadosa de alguns pedaços da casca poderá ajudar (DANI. com apenas algumas horas de diferença. Talvez a forte vocalizaçãoemitida pelos embriões prontos pra sair de dentro dos ovos tenha um efeito mutualmente estimulante.6 a 36. Na incubação artificial. mesmo que os ovos sejam de diferentes dias de postura.2 graus centígrados. 1993). citado por DANI. provalvelmente devido ao fato do macho não reduzir o número de coberturas. 1993). 1997). após 20 a 30 horas.7 graus centrígrados. Dolensek. Dolesnsek. O macho geralmente inicia a incubação 2 a 3 dias após fêmeas teream iniciado a postura e aceita novos ovos por período de até 10 dias após o início da incubação. o macho altera frequentemente a posição do ovo. O tempo normal de incubação.7 graus centígrados e uma incubadora de ar parado a aproximadamente 37. pode romper os vasos sangüíneos. dentro de 12 horas após a primeira bicada da casca.1993). Temperaturas ou umidades mais elevadas podem resultar em menor número de nascimentos e em taxas menores de sobrevivência dos filhotes que nascem. A temperatura e umidade são fatores importantes. quando a incubação é artificial. portanto a temperatura de uma incubadora de ar forçado dever ser mantida por volta de 36 a 36. Ao tentar ajudá-los. nestas condições. Uma vez que eles tenham nascido. deve-se permitir que se enxuguem por algumas horas numa estufa ou incubadora a 32. Hoyt. com uma umidade relativa do ar em torno de 65 por cento. citado por DANI. deslocando a casca do ovo e as membranas do filhote. girando (360º) a cada 24 horas. (Vleck. (Bruning.chocadeira (AZEREDO. citado por DANI. 1993). 1993). os filhotes descansam um pouco. os filhotes nascem todos no mesmo dia. depois esticam suas pernas poderosas e “explodem” para fora do ovo deixando-o em pedaços (DANI. resultantes em um número maior de ovos infecundos em grupos onde haja um excesso de fêmeas para um número reduzido de machos dominadores (DANI.2 graus centrígrados. se um filhote. Os machos incubam os ovos a uma temperatura de 35. Normalmente esses nascem sem qualquer assistência. 1993). Durante a incubação natural. citado por DANI. o filhote poderá não absorver totalmente o saco vitelínico e morrer depois (Bruning. 1993). é de 36 a 38 dias. citado por DANI. além de que.

1993). geralmente uma resistência elétrica ou uma campânula a gás (DANI.6g e 443. a ausência quase que total de paladar e o alto poder digestivo que lhe permite digerir praticamente tudo o que come.7% de gordura.4 g com média dos animais de 340. No entanto. O hábito da coprofagia tem sido observado nas . Flieg citado por SARACURA (1993). os quais receberam ração com 19% de proteína bruta. sendo a diferença do peso ao nascer de 34g. Segundo SARACURA (1993).5kg e um ganho diário de 60. verifica-se que o ganho de peso dos filhotes da natureza não foi tão rápido quanto os demais.54g. filhotes criados em cativeiro junto ao pai e filhotes criados artificialmente sem a presença do macho. Entretanto. analisou desenvolvimento em cinco filhotes de emas criados em cativeiro. 18. ainda. As fêmeas apresentaram ganho de peso médio final de 3. devido à grande quantidade de vegetais consumidos por essa ave. aos 12 dias de idade 596. 2.75kg e um ganho diário de 17. em estudos com a fase inicial de emas verificou-se que os animais de seis dias de idade estavam com 418. um ganho de peso de 110g/dia.1% de fibra bruta e 2. verifica-se que este animal ingere praticamente qualquer alimento.recinto com uma fonte de calor. 2. o ganho de peso dos filhotes criados na natureza foi mais rápido quando comparado a dos filhotes criados com o macho em cativeiro. citado por SARACURA (1993). apresentando maior desenvolvimento no primeiro mês da vida.05) em função do sexo. ANDRADE (1999) estudou animais com cinco meses de idade e não constatou diferença significativa (P>0.5g respectivamente e observou-se.5 – Desenvolvimento inicial de filhotes Como foi observado por Bruning. obtendo assim uma variação de peso de 447g quando os filhotes atingiram 12 dias de idade.6 – Alimentação Embora exista alguma controvérsia quanto à classificação de ema em onívora ou herbívora. estudando o crescimento entre filhotes de ema comparados em três tipos de manejos diferente: filhotes criados na natureza. citado por DANI (1993).34g e os machos 2. foi proposto por Gunski.4g e atingiram.

ingerem pedrinhas. sobrtudo gafanhotos. Uma solução para recintos semi-abertos é a utilização de chão de terra batida. rãs e cobras. 1993). sementes. 1993). 1997). razão pela qual se afastam quase que imperceptivelmente sumindo nos campos onde. tais como lagartixas. . frutinhas. ou qualquer coisa que lhes auxilie na trituração do alimento. pouco se destacam (SICK. As aves mais velhas podem permanecer em regime de manejo de pastagem. bem como nas emas criadas em consorciação com outros animais silvestres (DANI. 1997). citado por DONA. onde acham coquinhos caídos e animais moribundos. bem como os filhotes de ema. 1993). As emas adultas pastejam o dia odo. Apanha qualquer animal ao seu alcance. de preferência gramíneas e leguminosas rasteiras (MELLO. com compleentação de dieta de acordo com a disponibilidade alimentar (DANI. Na natureza. O hábito dos filhotes e das emas adultas comerem objetos estranhos provocam freqüentemente impactações. Tornam-se excelentes dispersores de plantas. As emas adultas pastam devagar e andam ininterruptamente. D sementes marcadas colhidas depois nas fezes dessasaves 66% originaram novas mudas com até 100 metros de distância do ponto original (SICK. Caça pacientemente moscas em qualquer lugar. Objetos brilhantes que chamem a atenção devem ser retirados.emas em cativeiro. inclusive as espinhosas e ardidas. apesar de seu tamanho e de ser o capim baixo. insetos. Procuram queimadas. ‘a medida que seguem o macho. procurando-as perto de carne em putrefação. comem folhas.

Estado de Goiás. No trigésimo sétimo dia de incubação a eclosão ocorreu. no criatório de emas da Fazenda Fortaleza. com três dias de diferença na postura para padronização da ninhada. Após a coleta. eliminando os ovos inviáveis. no período de 2 meses. colocados verticalmente com viragem vertical semi-automática. perfazendo um total de 72 ovos. Município de Quirinópolis. A postura foi feita a campo e a coleta foi realizada duas vezes ao dia dependendo do horário de alimentação dos animais. sendo essa assistida auxiliada. com altitude de 450 metros. Os ovos foram coletados de diferentes ninhos. conforme observações do escritório da Agência Rural – GO. à medida que se notava a ausência de ar na câmara de ar. até a interiorização do saco vitelínico. e temperatura média anual de 29ºC. À medida que os filhotes nasciam.3 – MATERIAL E MÉTODOS O trabalho foi desenvolvido. onde foram incubados artificialmente a uma tempertura de 37ºC e umidade relativa de 58%. eram identificados e pesados em balança elétrica de precisão (mg). a fim de confirmar o diagnóstico da primeira ou identificar uma possível morte embrionária. . esses foram transportados para desinfecção e acondicionados em bandejas de telas de arame galvanizado. para a constatação da fertilidade e do desenvolvimento embrionário. sediada em Quirinópolis 3. Esse procedimento foi repetido aos inviáveis. Esse procedimento foi repetido aos vinte e nove dias de incubação. com divisórias individuais. Aos quinze dias de incubação. Na sala de incubação os ovos foram identificado por números e data de início de incubação. de fêmeas em reprodução de primeira postura e dematrizes em equivalente maturidade (EQ). em incubadora elétrica semi-automática com bandejas de alojamento individual. Permanecendo ainda por um período de 24 horas dentro da incubadora. foi realizada a primeira ovoscopia.1 – Período pré-experimental O trabalho foi desenvolvido a partir da coleta aleatória dos ovos.

Onde: GP = ganho de peso (g) e P = peso (g) 3. pela reversão da cloaca. Os dados de ganho de peso semanal foram obtidos por diferença entre pesos GP1 = P 07 – P 00.2. Após a retirada das aves da incubadora. GP4 = P28 – 21. NAS = Número de animais sobreviventes. NAT = Número de animais totais. no qual foi constatado 14 machos e 19 fêmeas. com marcação nas canelas com borrachas flexíveis. que foram utilizados no experimento.2 – Fase experimental e obtenção de dados A fase experimental constituiu-se de 28 dias. A partir do controle semanal da mortalidade obteve-se por diferença a taxa de sobrevivência. GP3 = P21 – P14. NAT TS(%) = Taxa de sobrevivência em porcentagem. 3.50 x 2. 42 animais. GP2 = P14 – P07. onde foram utilizdos 42 animais provenientes da fase pré-experimental. TS(%) = NAS χ 100 onde.70m2 com uma pequena janela para ventilação.Foi adotado um esquema de identificação individualizado por meio d corte das unhas. foi efetuada a primeira passagem. Obtiveram-se. composta de oito incubadoras. fz-se o uso de balança eletrônica de precisão (mg). passando a creche com tomada de dados a cada 07 dias até os 28 dias. nessa fase. dispostos verticalmente e as outras quatro incubadoras com capacidade de noventa ovos . Nas pesagens. Aos quatrorze dias foi realizada a sexagem dos animais.1 – Manejo e instalações A sala de incubação é de alvenaria de 4. sendo quatro com capacidade de setenta e dois ovos.

Foram realizadas limpezas diárias dos comedouros e bebedouros dos filhotes. os ovos também ficam armazenadas antes de serem colocados para incubar e os recém nascidos ficam pelas primeiras 24 horas.01). Os bebedouros ficam disponíveis com água à vontade. Nesta sala. . saurae). A vacinação foi feita contra New Casttle. o arraçoamento era realizado duas vezes ao dia.3 – Análise estatística A análise estatística dos dados foi realizada por métodos dos quadrados mínimos e análise de regressão do programa SAEG (“Sistema de Análise Estatística e Genéticas” versão 7.2. Com acesso a quatro piquetes externos. 3. 3.6% de P. dispõem-se de quatro aquecedores artificiais a gás.3 – Manejo Alimentar De acordo com o período pesquisado. de madeira. gramados com capim pensacola (Paspalum notatum fliig c. Dentro do abrigo. vermifugação e controle de ectoparasitas.dispostos horizontalmente. v. sendo posteriormente recolhidos ao abrigo. onde dois são murados com placas de concreto.0 m2 . a qual abriga animais de 1 dia a 3 meses. com o piso concretado e cobertura de telha francesa. desenvolvido por EUCLYDES (1998). 1% de Ca e 0. juntamente com o columosos (capim pensacola – Paspalum notatum fliig c.2 – Manejo sanitário As instalações (abrigo creche e sala de incubação) foram caiadas e livres de qualquer material estranho que o animal pudesse vir a ingerir. Os animais ficaram expostos ao sol por quatro horas. comedouro e bebedouro para os filhotes. dependendo da infestação. A creche é constituída de um abrigo de 24. bem como a retirada das fezes. os filhotes foram alimentados com ração concentrada com 23% PB. saurae).2. para controle da entrada de outros animais e o excesso de vento e dois são cercados com arame e tela. 2950 kcal/EM por kg de ração.v. 3.0 x 7.

para proceder à análise de variância utilizando-se o seguinte modelo estatístico: Yij = µ + SXj + b1 (Sij – S) + b2 (Sij – S)2 + b3 (Sij – S)3 ε ij Yij = Ganho de peso observado µ = Média geral SXj = Efeito do j –ésimo para i = 1 macho. BATESON (1958).3 = Coeficiente de regressão linear.Os dados apresentaram heterocedasticidade e valores negativos em algumas variáveis dependentes. com valor esperado de zero e variância σ 2 e . 2 fêmea Sij = Semana de observação do peso. quadrático e cúbico e da característica Yij em função da semana de observação. ε ij = erro aleatório associado a cada observação.2. S = Média das semanas de observação b1. pressuposto normal e independente distribuída. sendo necessário transformação dos dados em x + 1000 de acordo com MARTIN.

Causa de variação SEMANA Linear Quadrático Cúbico SEXO Resíduo CV% 4.92350 45136.710017 + ou – 9.1 – Ganho de peso corporal e desenvolvimento semanal de emas O ganho de peso corporal médio e respectivo erro padrão.73000 495. no período experimental.49 QUADRO 3.63400 R2 = 0. Foi observado efeito cúbico de ganho de peso corporal em função da idade (01 a 28 dias) (P<0.785 195544. Ganho de peso (GP) semanal de emas na fase inicial. 41.980000 .4 – RESULTADOS E DISCUSSÕES 4.923 45136.090 17.200 QM 29623.906869 62.750 43238.1 – Característica do desenvolvimento 4.52 (g) que mostram uma tendência de crescimento dos filhotes de ema nos 60 dias iniciais de seu desenvolvimento.036100 + ou – 9.58000 43238.6% GL 3 1 1 1 1 87 SQ 88870.633460 + ou – 4.333460 + ou – 9. foi de 21.98(g) com coeficiente de variação de 4. SEMANA 01 (01 a 07 dias) 02 (07 a 14 dias) 03 (14 a 21 dias) 04 (21 a 28 dias) MÉDIA GP (g) + ou – EP -15.63 + ou – 4. esse ganho ficou entre os dois valores observados por SARACURA (1993).78474 2247.906869 21.906869 -0. Considerando a espécie estudada.25 e 9.730 495. verificando-se tendência de crescimento a partir da Segunda semana de vida.05) (Quadro 2).906869 39.09000* 17. considerando bom.1. QUADRO 2 – Resumo da análise de variância de ganho de peso (g) por semana.946510 + ou – 9.6%.

35 GP 21.73 449.23 346. deve-se ao fato de que na primeira semana os animais encontram-se na fase de absorção do saco vitelínio e adaptação ao sistema de alimentação. retomando a curva de crescimento normal. 368. quanto para o desempenho no período.28.40 368. Por se tratar de uma espécie silvestre.42 MÉDIA 361.35 (g). Rio Verde.50 + ou – 6. respectivamente. 449. Porém o fato não foi verificado quando separaram-se os machos das fêmeas.57 (g) para fêmeas (Quadro 4). 4.57 + ou – 4.57 P21 351.07.2 – Efeito de idade (semanas) .As médias de peso observadas nas pesagens 01. foram: 361.20 386. observou-se variação entre os animais.08 21.57 (g).50 P07 351. exceto na Quarta pesagem que sofreu uma queda. por ocasião da pesagem que.1. QUADRO 4 – Peso corporal (g) das emas por sexo na fase inicial.5 (g).985343 4.05) em função de sexos apresentando média e respectivo erro padrão de 21.08 + ou – 6.87 FÊMEA 354. ESUCARV. Esses dados estão de acordo com ANDRADE (1999) que também não observou efeito significativo de ganho de peso em função do sexo com animais de cinco meses de idade.50 (g) para machos e 2. criando hábito alimentar em cativeiro.19 22.19 442. Observou-se. Observou-se que da primeira para a Segunda passagem ocorreu uma redução no peso médio dos indivíduos independente do sexo.1. tanto para ganho semanal. Provavelmente.21. Essa observação confere com as de SARACURA (1993). 2000.16 (g).64 EP + ou – 7. Em seguida.1.19 + ou – 7.1 – Efeito de sexo O ganho de peso não apresentou diferença significativa (P>0. houve um ganho em média.03 386.41 (g). à qual não foi promovida qualquer seleção genética. 346.36 342. os animais haviam sofrido estresse com mudanças climáticas (início das chuvas) e mudança na alimentação devido a alteração do fornecedor. 386. SEXO P01 MACHO 369.41 P014 387.33 382.1.14.16 P28 457.

em relação à idade (semanas) das emas ao longo do período experimental (Quadro 2) e observou-se efeito significativo de idade com regressão cúbica significativa (Quadro 3). Devido ao fato de terem sido originárias das primeiras posturas da estação. (1990).10 (g).2 – Taxa de sobrevivência A taxa de sobrevivência (TS) média observada nas quatro semanas de estudo foi de 87% + ou – 0. que observou taxa de sobrevivência maior em perdizes originárias do início de estação de 80 a 90% e pavões de 78%.074. embora na terceira semana tenha sofrido perdas. Segundo Reid.95 + ou – 9. que eram animais mais debilitados. 5 – CONCLUSÕES Os resultados obtidos do trabalho em questão permitem concluir que: . atingindo na Quarta semana ganho médio de 62. acredita-se Ter constatado serem animais mais resistentes quando comparados aos do final da estação. citado por SARACURA (1993). voltando a ganhar ao longo do período. devido a efeitos ambientais não controlados (início das chuvas). Esse índice é considerado muito bom.Foi efetuada análise de regressão de ganho de peso.5 g/dia na fase de desenvolvimento inicial. dada a particularidade da espécie à suscetibilidade nas primeiras semanas. trabalhando com perus e casuar observou-se que o último obteve ganho médio de 75. Esses resultados conferem com os comentários de PONGA. 4. Sendo que os animais sofreram uma redução do peso na primeira semana.

c) Devido à delimitação da fase experimental sugere-se trabalho de pesquisa nesta fase de quatro semanas.a) Existe diferença de desenvolvimento de emas (Rhea americana) em cativeiro na fase inicial considerando o desempenho semanal com tendência cúbica de ganho de peso. na taxa de sobrevivência. buscando maiores conhecimentos como. problemas nutricionais. entre o desenvolvimento de machos e fêmeas para essa fase de crescimento (01 a 28 dias). por exemplo. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA . b) Não ocorreu diferença. no resultado. entre outros. motivo da perda de peso na primeira semana de vida.

1990. GUNSKI. São Paulo: a I. Emas & Avestruzes: uma alternativa para o produtor rural. BATESON. nº01. 02.. REVISTA AVICULTURA INDUSTRIAL: Manejo inicial e seus reflexos no desempenho do frango. P. n. A ema (Rhea americana) biologia. R. M. C. Avaliação do desenvolvimento de ema (Rhea americana) em um criatório no Estado de Goiás. a. LOUVANDINI. a. Measuring behaviour. GIANNONI.06. São Paulo. J. 664p. NOGUEIRA. 1069. 1999. 1958.89. G. MARTIN. Natal: EMPARN. 1894. Piracicaba SP. C. Como elaborar projetos de pesquisas. D.24-28. F. CARRER. Revista Brasileira de Zootecnia. São Paulo. p. G. Criação de emas em semicativeiro. MACIEL. 2000. 136p. Rio Verde: FESURV/ESUCARV 1999. n. p. 02. 90. S.98-99. REVISTA DE AGROPECUÁRIA: Ema: exploração comercial e preservação ecológica. A criação de avestruzes no Brasil. Jaboticabal. GOELDI. Madrid. p. KORNFELD. E.. 200p. M. E. C. 1999. C. 19p. Jaboticabal: FUNEP. 1989.6-69. n. A. EUCLYDES. São Paulo..30 – 36. AVICULTURA INDUSTRIAL: Avestruz. P. PONGA.L.70-77. 1993. 19p. New York. a I. As aves do Brasil. p. interesse zootécnico. Manual de Utilização do programa SAEG (Sistema para análises estatísticas e genéticas). 82p. manejo e conservação. REVISTA DE AGROPECUÁRIA: Avestruz: a criação do futuro conquista o Brasil. 1989. F. Pirassununga.A. Belo Horizonte: Fundação Acangaú.22-23. Porto Feliz – SP. p. em cativeiro. p. BASTOS. 138p. M. n. p.86-90. 49p. p. 1988. (Monografia de Pesquisa – Zootecnia). LAVORENTI. 1996. 29p. Cria de lar Perdiz gris y de lar Perdiz Roja. v28. R. E. . São Paulo / Rio de Janeiro. São Paulo. 2. na prevenção de encurvamento de pernas. a I. S. DANI. 1079. C. M. R. Ed. São Paulo. A. 1989. GIL. REVISTA ESCALA RURAL ESPECIAL: Ema: rapidez e elegância.06. 303p. A Efeito de níveis de cálcio da dieta de filhotes de ema (Rhea americana).24-25. n. a I.ANDRADE.. Viçosa: CPD – UFV. jun. REVISTA ESCALA RURAL ESPECIAL: Avestruz: uma ave admirável. CARRANZA. R. A ema (Rhea americana) biologia. n. H.

ed. 1984. Ornitologia brasileira uma introdução. Rio de Janeiro: Villa Rica. p. em cativeiro.1.REVISTA ESCALA RURAL: Avestruz: uma ave muito interessante. H.4. n. sob três níveis de energia na ração. V. 1997.168-171. Da ema ao beija-flor. 5. Brasília: UNB. SARACURA. Ornitologia brasileira. SANTOS. (Dissertação – Mestrado em Ciência Animal e Pastagens – Agronomia). p. v.07. 3. 1979. p.52-57. Belo Horizonte. E. E. H. v. SICK. F.11-20. Da ema ao beija-flor. SICK. São Paulo. Rio de Janeiro. SANTOS. Crescimento inicial e entortamento de Pernas de ema (Rhea americana). Piracicaba: 1993. p.129132. 76p. a I. Ed. PROTOCOLO . 1990.

matrícula MAA – 102025.Recebemos a Monografia de Pesquisa: Potencial Zootécnico dos Animais Silvestre. do aluno Rogério Santos Marques. à título de especialização. como Fator Econômico e de Conservação das Espécies da Fauna Brasileira. . apresentado como parte complementar do Curso de pós-graduação em Gestão e Manejo Ambiental em Sistemas Agrícolas.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful