INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE LONDRINA

MANUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

Elaborado pela Profª. Ms. Teresa Cristina Bruno Andrade

Londrina - PR 2005

2

SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO....................................................................................... 05 I ESTRUTURA DO TCC................................................................................ 06 1. Questões pertinentes à realização do TCC.................................. 07

II

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS PARA A CONSTRUÇÃO LÓGICA DO TCC........................................................................................................ 12 1. Subsídios para a Elaboração da Introdução................................ 13 1.1 1.2 1.3 1.4 2. Delimitação do tema........................................................... Formulação do problema de pesquisa ............................ Definição dos objetivos..................................................... Justificativa/relevância do estudo.................................... 14 15 16 18

Subsídios para a Elaboração do Desenvolvimento.................... 19 2.1 2.2 2.3 2.4 Revisão bibliográfica/fundamentação teórica................. Metodologia......................................................................... Apresentação, análise, interpretação e discussão dos dados coletados................................................................. Considerações finais......................................................... 19 21 22 22

III

ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇAO DOS ELEMENTOS PRÉTEXTUAIS (NBR. nº. 14.724 ago/2001)..................................................... 23 1. Elementos Pré-Textuais Obrigatórios.......................................... 23 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 2. Capa..................................................................................... Anverso da folha de rosto................................................. Verso da folha de rosto...................................................... Folha de aprovação............................................................ Resumo na língua vernácula............................................. 1.5.1 Palavras-chave................................................... Sumário................................................................................ 23 24 24 24 24 25 25

Elementos Pré-Textuais Opcionais ............................................. 25 2.1 2.2 2.3 Lombada ............................................................................. 26 Errata .................................................................................. 26 Dedicatória ......................................................................... 26

3 2.4 2.5 2.6 2.7 2.8 Agradecimentos ................................................................. 26 Epígrafe .............................................................................. Listas de ilustrações (= Figuras)....................................... Listas de tabelas e quadros .............................................. Listas de abreviações, siglas e símbolos ....................... 26 27 27 27

3. Elemento Pós-textual Obrigatório ............................................... 27 1. Referências ........................................................................ 27

4. Elementos Pós-textuais Opcionais .............................................. 27 1. 2. 3. Glossário ............................................................................ 27 Apêndice ............................................................................. 28 Anexo .................................................................................. 28

IV NORMAS GERAIS PARA A APRESENTAÇÃO DO TCC......................... 28 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. V Formato .......................................................................................... Margem............................................................................................ Espaçamento.................................................................................. Notas de rodapé............................................................................. Numeração de capítulos................................................................ Títulos sem indicativo numérico................................................... Elementos sem título e sem indicativo numérico....................... Paginação........................................................................................ Numeração progressiva................................................................. Siglas............................................................................................... Ilustrações (= Figuras)................................................................... Tabelas e quadros.......................................................................... Parágrafos....................................................................................... Capitulação..................................................................................... Alíneas............................................................................................. Para a banca examinadora........................................................... Entrega final................................................................................... 28 28 29 29 29 30 30 30 30 31 31 32 32 32 33 33 33

CITAÇÕES (NBR n. 10.520/ago 2002)....................................................... 34 1. Conceito.......................................................................................... 34 2. Tipos ............................................................................................... 34 2.1 2.2 2.3 2.4 Citação direta...................................................................... Citação indireta (= paráfrase)............................................ Citação de citação.............................................................. Notas de rodapé.................................................................. 34 34 35 35

.......... 2... Citações diretas com mais de três linhas . Modelo de Anexo....................................1 4............................................................ Modelo de Dedicatória........................................ Sistema numérico........ Principais Regras.......................................... Exemplos de Fontes comumente mais consultadas.................................................................................................... 39 5.................................................. 49 APÊNDICES........................................................ Citações em Tabelas ..................................................................... 1........1 5................. 39 40 40 41 42 42 42 43 43 43 44 48 VI REFERÊNCIAS (NBR.........................3 5........................................................................................................................................................................................................... 37 Notas de referência no rodapé........................ Modelo de Sumário ............................ Citações em Figuras ........................................................................................................................... Modelo de Folha de Rosto/Anverso)......................................................................4 5...................................... 38 Regras gerais de apresentação de Citações............................... Modelo de Tabela e Quadro..... Trabalhos em elaboração ........ Modelo de Folha de Rosto/verso (Ficha Catalográfica).....................5 5......... Termos em idioma estrangeiro ................ Questões pertinentes à Normalização de Referências.... 4.......... Modelo de Epígrafes.......................... Modelo de Glossário......023/ago 2002) .........6 5..............................................................................................................2 4......... REFERÊNCIAS ................................................................................. 6.......... Modelo de Folha de Aprovação...... 35 4....................................... Modelo de Lista de Siglas e Abreviaturas.......... 50 51 52 53 54 55 56 57 58 60 61 62 63 64 ..................................... 37 Sistema autor-data. Textos traduzidos pelo autor ................................. Modelo de Apêndice........ 50 ABCDEFGHIJKLMNModelo de Capa...................................3 5...................................................................2 5............. Localização.................................................................................................................................................... 35 Sistemas de Chamada...................................................................................... Modelo de Agradecimentos...............................7 5............................. Citações diretas com até três linhas ....... nº........................................ Modelo de Resumo.8 Citações ............................. 3..................................................................................................................4 3............

Currículo e Conhecimento Escolar. obrigatoriamente. abordar tema teórico ou teórico-prático. Caso sejam necessários para a consistência e a clareza do entendimento do texto. do IESB: Didática. seja ela de revisão da literatura. Contudo. difere na qualidade da tarefa: o nível de investigação que a precede. SALOMON (1997. O TCC do Curso de Pedagogia. então. p. deverão também ser colocados os apêndices e/ou anexos. Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Língua Portuguesa e Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Ms. deverá. com os resultados e as discussões – as considerações finais e as referências. em geral. objetivos. elaborando-se um texto com lógica de exposição. ainda. seja de quaisquer dos tipos de pesquisa de campo.5 APRESENTAÇÃO *Profa. autênticos trabalhos de investigação científica. Ressalta. experimental. Este deverá incluir. justificativa. metodologia e instrumentos. hipóteses. sobre pesquisa desenvolvida em pelo menos uma das habilitações cumpridas. os capítulos – abrangendo todo o desenvolvimento do trabalho. pois não são. Constitui-se de monografia sobre pesquisa executada durante o Curso. 177) ressalta que. problematização. introdução. para ser considerado monografia. que "As 'monografias' de término de seminários ou atividades semelhantes não merecem a rigor a classificação que se lhes atribui. embora o termo monografia tenha de comum com o emprego científico o caráter de tratamento de tema bem delimitado. . documental. o uso escolar da palavra monografia merece certa atenção. Dissertação de Mestrado e Tese de Doutorado. _____________ * Doutoranda em Educação – UNESP – Campus de Marília Profa. fundamentação teórica. Os principais trabalhos formais acadêmicos podem ser identificados como TCC. Teresa Cristina Bruno Andrade O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é atividade obrigatória a ser exercida pelo aluno concluinte da graduação. mas apenas de iniciação”.

textuais e pós-textuais. Capa Folha de rosto (anverso) Ficha Catalográfica (verso da Folha de Rosto) Página de aprovação (Banca Examinadora) Dedicatória (opcional) Elementos pré-textuais Agradecimentos (opcional) Epígrafes (opcional) Resumo Sumário Lista de Ilustrações. Dissertação de Mestrado ou Tese de Doutorado é composta dos seguintes elementos: pré-textuais.023) (obrigatório) Elementos pós-textuais Glossário (opcional) Apêndices (produzidos pelo próprio autor) (opcional) Anexos (cópia de outros: quadros ou tabelas. 14.724/2001) a estrutura da monografia de TCC.6 I ESTRUTURA DO TCC Nos termos da ABNT (NBR. textos de outros autores) (opcional) . na prática: capítulos ou partes) Considerações Finais Referências (ver ABNT: 6. Quadros e Tabelas Lista de reduções (siglas e símbolos) (se houver) Introdução Elementos textuais Desenvolvimento (corpo do trabalho.

d) apresentar forma de se comunicar o conhecimento obtido. c) estar voltada para a realidade empírica. sempre que se quer saber algo e se vai em busca dessa informação. b) os procedimentos (meios práticos para juntar informações úteis à construção de raciocínios em torno de um fato. b) aplicar técnicas específicas. a pesquisa deve: a) utilizar-se de método próprio.7 São apresentadas. análise de informações de arquivos (documental) e estudo de caso. fenômeno ou problema). grau de controle que o investigador tem sobre os eventos. A estratégia de pesquisa dependerá do tipo de questão da pesquisa. descritivo. a seguir. 1. Cada uma dessas estratégias pode ser usada para propósitos: exploratório. ou seja. As estratégias de pesquisa em Ciências Sociais podem ser: experimental. Questões pertinentes à realização do TCC Quando se faz pesquisa? Sempre que se tem um conjunto de atividades que orientam a busca de um determinado conhecimento. c) as fontes de informação (lugares/situações de onde se extraem os dados de que se precisa). realiza-se uma pesquisa. ou o foco temporal (eventos contemporâneos X fenômenos históricos). E pesquisa científica? Para se ter o qualificativo de científica. explanatório (causal). survey (levantamento). histórica. . Pode-se caracterizar as pesquisas de acordo com: a) os objetivos (oferta de respostas a uma necessidade). algumas questões que muitas vezes o estudante se faz e nem sempre encontra respostas para elas.

tratamento analítico e publicação. fenômenos ou levantamento ou problemas. ou fenômenos. 2. Documentos: são fontes processo de busca primárias que ainda não científica que se receberam organização. Campo: lugar natural reprodução controlada onde acontecem os de um fato. observação direta. Laboratório: espaço informações. Exploratória: consiste em levantamentos em levantamentos bibliográficos. aspectos característicos pesquisa e fonte de ou reconhecer um informação. Experimento: consiste na 1. encabeçar qualquer 5. 2. Levantamento: consiste fatos. A materiais pesquisa com base escritos/gravados. Bibliográfica: é. na busca direta de estudo de caso. A ou problema da pesquisa de campo recolhe os dados in realidade. por observações sobre por eles produzidos. organizados e 4. com um grupo de interesse. Descritiva: consiste em fatores que os percebidos pelo levantamentos ou produzem ou que são. com o natura. Explicativa: consiste na respeito de dados que construído para a criação de uma teoria se deseja ou se precisa reprodução reveladora dos obter. em selecionar um objeto 3. inicie. tal como objetivo de descobrir os 2.8 Segundo essas categorias (objetivos. . a artificialmente 3. controlada dos fatos 3. em uma revisão da mecânica ou bibliografia deve eletronicamente. Estudo de caso: consiste “porquês” de certos e dos fenômenos. QUANTO AOS PROCEDIMENTOS QUANTO ÀS FONTES DE INFORMAÇÃO 1. pesquisador. procedimentos e fontes de informação) as pesquisas podem ser: QUANTO AOS OBJETIVOS 1. fenômeno fatos e fenômenos. fatos. ao identificando os fatores de pesquisa restrito para mesmo tempo. È padrão científico já preciosa fonte de delineado em que o informações pois os “caso” possa ser dados já estão enquadrado. que determinam a conhecer seus procedimento de ocorrência. Bibliografia: utilização de analisados.

produzir determinado objeto ou desenvolver certos procedimentos ou comportamentos".9 Que é método? A palavra método (do grego: metá + odo) significa “além de + caminho” : pelo qual se chega a determinado fim. roteiros de entrevista. determinado problema e a solução proposta. apontados por Lakatos & Marconi (1991.58) “A técnica é a parte material. resultado. p. . Programa que regula previamente uma série de operações que se devem realizar. A técnica tem sempre um conjunto de normas usadas especificamente em cada área das ciências ou seja. em vista de um resultado determinado. aprender. produzir. apontando erros evitáveis. Segundo Oliveira. O método científico é utilizado para explicar. descobrir e inventar”. p. questionários. p. 81) são: Dedutivo Métodos de Abordagem Indutivo Hipotético-dedutivo Dialético Estatístico Métodos de Procedimentos Funcionalista Estruturalista Histórico Comparativo/Tipológico Monográfico ou estudo de caso Que é técnica? De acordo com Oliveira (1997. 57). como por exemplo. trata-se "do conjunto de processos pelos quais se torna possível conhecer uma determinada realidade. a instrumentação específica da coleta de dados. formulários. é a parte prática pela qual se desenvolve a habilidade de ensinar. rol de palavras-chave dentre outros. de modo ordenado. Alguns dos métodos mais conhecidos nas Ciências Sociais. (1997.

A metodologia pode assumir características distintas.10 Que é metodologia? Andrade (1999. f) participar de seleção para ingresso em Programas de Pós-Graduação. . o planejamento do caminho a ser seguido na construção de um trabalho científico de pesquisa. Seja criativo no recorte que dará ao seu tema.109). c) participar de seminários e encontros científicos. que tratam do assunto que você tem interesse e deseja estudar. com detalhes. envolvendo os métodos de abordagem. Escolha. leia. de procedimento e as técnicas. não se contente com “qualquer tema”). p. portanto “queime energias”. artigos etc. g) ser argüido por membros de bancas de qualificação ao Mestrado ou Doutorado. define metodologia como o “conjunto de métodos ou caminhos que são percorridos na busca do conhecimento”. leia capítulos. É um planejamento que impõe ao autor ordem e disciplina para execução do trabalho de acordo com os prazos estabelecidos. d) apresentar trabalho acadêmico à disciplina Metodologia Científica. pode ser: metodologia científica ou metodologia de pesquisa e ainda metodologia da pesquisa científica. O projeto de pesquisa é necessário para seu autor: a) discutir suas idéias com colegas e professores em reuniões apropriadas. Que é projeto de pesquisa? Projeto de pesquisa é um texto que define e mostra. b) iniciar contatos com possíveis orientadores. Como enfatizado em aulas e textos sobre Metodologia: leia. isto é: sob que ângulo. e) solicitar bolsa de estudos ou financiamento para o desenvolvimento da pesquisa. dentro do assunto. livros. o tema-problema que será investigado. ou perspectiva você irá tratá-lo (esta é uma fase decisiva. ou assemelhadas.

p. o projeto deverá responder às seguintes questões: O quê?. Mais detalhado que o anteprojeto. instrumentos) h) Cronograma (qual o tempo necessário) i) Orçamento (estimativa dos custos quando este item for necessário) j) Bibliografia básica (obras referentes aos pressupostos do tema). Deve abranger os seguintes itens: a) Escolha do tema b) Delimitação do assunto c) Levantamento bibliográfico ou revisão da bibliografia d) Formulação do problema e) Construção das hipóteses . Não é o mesmo que planejamento da pesquisa. iniciando-se pela parte teórica para depois se elaborar um plano da coleta de dados.11 Expresse o título de seu projeto de pesquisa. Por quê? Para quê? E para quem? Onde? Como? Com quê? Quanto? Quando? Quem? Com quanto? A definição apresentada por Andrade (1999. Lembre-se: um título bem colocado equivale a um projeto.119) é que “deve conter apenas as linhas básicas da pesquisa que se tem em mente” não é necessário apresentar detalhes do trabalho. Que é planejamento da pesquisa? Consiste no detalhamento de todas as etapas da pesquisa. Um projeto básico deve apresentar os seguintes elementos: a) Título do trabalho b) Delimitação do assunto (a qual problema se pretende responder) c) Objetivos (esclarecer o que se pretende) d) Justificativa (por que foi escolhido o tema em questão) e) Hipótese(s) f) Universo da pesquisa (sujeitos que serão investigados) g) Metodologia (quais os métodos e técnicas.

desenvolvimento e conclusão do trabalho como aparece no documento da ABNT e oferecer maiores subsídios para a elaboração de cada um deles. II ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS PARA A CONSTRUÇÃO LÓGICA DE UMA MONOGRAFIA Se. ou partes) que variam em função da abordagem do tema e do método e a Conclusão (ou Considerações Finais) como a parte final do texto. a caracterização do conteúdo próprio de cada uma dessas subdivisões é insuficiente sobretudo para aqueles cujo curso se constitui em iniciação ao processo de produção do conhecimento. na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses.12 f) Delimitação do Universo (amostragem) g) Seleção dos métodos e técnicas h) Construção dos instrumentos da pesquisa (entrevista. em termos de descrição da estrutura lógica da monografia ou dissertação a ABNT (14. questionário ou formulário) i) Teste dos instrumentos (teste piloto ou pré-teste) e procedimentos metodológicos. A partir desses pressupostos julga-se por bem extrapolar a condição de mera enumeração dos conteúdos integrantes da introdução. A materialização da monografia também não se revela tarefa fácil para os alunos com insuficiente preparo metodológico seja do ponto de vista da lógica da exposição.724/2001) contempla as partes fundamentais desse tipo de trabalho (introdução. desenvolvimento e conclusão).724/2001) enuncia que a Introdução se constitui na parte inicial do texto. considera o Desenvolvimento como a parte principal do texto e que contém a exposição pormenorizada do assunto dividindo-se em seções e subseções (na prática: capítulos. A ABNT (14. seja da apresentação gráfica do trabalho. da qual devem constar a delimitação do tema. os objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho. .

c) como se organizou a lógica da exposição do trabalho [um pouco da fundamentação teórica. então. materiais etc]. como todo o restante do trabalho. A introdução deve representar a essência do seu pensamento em relação ao assunto que pretende estudar. a introdução é a parte do texto onde devem constar: a) a formulação e a delimitação do assunto tratado. um breve histórico de sua trajetória e: a) indicação sobre o modo pelo qual você se encontrou com seu problema [delimitação. . justificativa. Portanto. em alguns parágrafos. ou seja. uma visão do todo. relevância do assunto etc e tal]. Ela se constitui na apresentação dos tópicos básicos do trabalho. b) objetivos da pesquisa. deve ser abrangente sem ser prolongada. b) como você trabalhou para produzir a solução para o seu problema [metodologia. apropriadamente. pois engloba vários itens do corpo do trabalho. artigo e/ou dissertação. ou separadamente. A última parte que se redige é o resumo. os antecedentes. e os tópicos-chave abordados em cada capítulo (ou parte). que pode estar ao longo de seu discurso. metodologia. objetivos. justificativa. assim. c) estabelece a relevância e as razões de ser de seu trabalho. num discurso de abertura em que o pesquisador: a) oferece ao leitor uma síntese dos conceitos da literatura [fundamentação teórica parafraseada]. É a penúltima parte que se escreve num TCC. A introdução deve conter. em verdade. deve apresentar: começo.13 1. Na medida do possível. Subsídios para a Elaboração da Introdução A Introdução deve ser produzida obedecendo-se a uma lógica de exposição. hipótese(s). Sumariando. divisão em capítulos: falar um pouco sobre a idéia chave de cada capítulo etc]. b) expressa sua própria opinião. Constitui-se. meio e fim de sua proposta de estudo. portanto deve conter: caracterização do problema.

dentro de um assunto. colocando as idéiaschave de cada capítulo. assim como enfocar o assunto a ser abordado.14 c) finalidade: fornecer ao leitor os antecedentes que justificam o trabalho. uma vez que este processo garante: a) o caráter monográfico do trabalho. Como a introdução se compõe da integração de vários conteúdos. mesmo que sejam interessantes. a seguir serão oferecidas orientações para a sistematização de cada um deles: 1. identificar os aspecto(s) que particularmente. Isto é uma imposição metódica para que a pesquisa não se perca em generalidades e superficialidades. aquele que merecerá estudo e investigação. Este exercício não pode se resumir ao título do trabalho. abandonando-se os demais. com assuntos abrangentes. c) uma análise em profundidade que. apurar. os limites dentro dos quais ele será desenvolvido ou seja. . seria impossível de ser realizada. c) suas limitações e objetivos. delimitar o tema significa escolher. mas a um processo de raciocínio que o contextualiza resultando então. A condição para que o processo de apuração do tema ocorra requer sua contextualização no âmbito do assunto que o encerra. b) a contextualização do tema. entre os vários aspectos anteriormente levantados. num texto e não apenas num título.1 Delimitação do tema A seleção/delimitação do conteúdo do trabalho de pesquisa consiste em decidir a extensão ou profundidade dos aspectos do tema que foram problematizados. interessa(m) ao trabalho. b) sua relação com outros estudos sobre o mesmo assunto. Delimitar um tema significa. então. Na prática. A introdução pode incluir: a) informações sobre a natureza e importância do problema.

uma vez que. bairro. Não se trata. que o tema envolve. escola pública ou particular etc. problemas. d) contextualizar o tema no âmbito do assunto que o encerra. c) sugerir a área de conhecimento a que pertence o assunto. cidade. ainda. . por ser necessária para situar o tema do trabalho mas. a fundamentação teórica do trabalho. delimitar significa: a) fixar a extensão do tema. se realizará a revisão bibliográfica.neste momento deve-se entrar em contato com a literatura disponível sobre o assunto eleito. deficiências. localizar os fundamentos que possibilitem a contextualização macro e micro do tema. minimamente de.15 Em síntese. b) ter feito a pesquisa bibliográfica .2 Formulação / caracterização do problema de pesquisa Formular o problema de pesquisa significa: a) identificar dificuldades. de se proceder a uma análise profunda da teoria existente mas. c) é importante nesta fase realizar o registro das fontes pesquisadas. analisandose o “estado da arte”. b) indicar as circunstâncias de tempo e local (estado. sustentado na sua leitura e interpretação bem como de outras processualmente localizadas. situações etc. o que já se escreveu a respeito do assunto que se pretende investigar. Pelo fato de a formulação do problema da pesquisa ter sido entendida como um dos elementos que a ABNT indica (sem explicitar) que também deve integrar a introdução. É requisito imprescindível para contextualizar um tema além das recomendações anteriores: a) ter definido o assunto de interesse. por determinar os objetivos será abordada na seqüência. 1.) onde o trabalho será realizado. isto é. sobretudo.

ser corroboradas (= confirmadas) ou refutadas (= negadas). Sem a cooperação da organização ou instituição é impossível realizar o trabalho. b) sejam negociados os interesses com os da organização ou instituição alvo. freqüentemente. considerando tempo e recursos para atingi-los. b) um problema ou uma pergunta. Os objetivos colocam intenções sobre o propósito do trabalho. sugerir. que poderão. formas de visualizar o futuro. fornece roteiros para o início da coleta de dados.3 Definição dos objetivos O objetivo é definido como alvo ou desígnio que se pretende atingir. finalidades. pois preciso antes de tudo. Para garantir esta compatibilidade é importante que: a) sejam formulados objetivos realistas. constroemse afirmações iniciais: respostas provisórias às perguntas formuladas. propósitos. dão voz aos ideais de vida.16 b) fazer perguntas que o estudo pretende resolver. propor soluções. Por fim. Os objetivos são visões norteadoras do que está por acontecer: fins. Vantagens decorrentes da formulação do problema: a) formulando-se uma pergunta torna-se mais fácil buscar o tipo de resposta/solução pretendida e necessária. Um dos critérios mais importantes na avaliação do trabalho final é a medida segundo a qual os objetivos propostos foram alcançados. Os objetivos orientam a fundamentação teórica/revisão da literatura e a metodologia do estudo. alterar. Uma pesquisa deve ter objetivo(s) geral (is) e específicos. 1. Então. o último passo é ter uma ou mais hipóteses em torno da qual (ou das quais) vai-se desenvolver a pesquisa. inovar etc. ao final do trabalho. procuram o que têm de melhor a oferecer ao fluxo das . negociar o interesse da organização ou instituição em relação ao estudo e o acesso aos dados. a partir das perguntas. É.

referências em seu caminho para guiá-los em determinadas direções. o conjunto dos objetivos específicos não deve extrapolar o objetivo geral). por outro lado. explicar. inferir. às vezes teórico. FATOS: mapear. quantificam. concluir. Numa investigação. resumir. Um problema intelectual expresso em um objetivo geral pode ser subdividido em tantas partes quantas sejam necessárias para poder ser resolvido. Verbos que indicam CONCEITOS. analisar. conhecer. Objetivos Específicos: qualificam. interpretar. deve ser enunciado com um verbo no infinitivo que indique uma ação intelectual. relacionar. b) transformação de cada um dos aspectos escolhidos em um objetivo (antepor um verbo que indique ação intelectual a cada enunciado). PRINCÍPIOS. Objetivo Geral: define o propósito do estudo. É a espinha dorsal do trabalho. lembrar. . c) verificação da suficiência dos objetivos específicos propostos (os objetivos específicos devem ser suficientes para que o objetivo geral possa ser alcançado e. é bom levantar os objetivos específicos tendo em vista o seguinte: a) levantamento dos aspectos componentes importantes do problema (exame do objetivo geral procurando divisões possíveis). Assim. operacionalizam. Formulados de modo abstrato. identificar etc. visto que este é amplo e dificilmente pode ser avaliado. o objetivo geral poderá ser subdividido em tantos objetivos específicos quantos sejam necessários para que se possa atingi-lo. não é suficiente definir apenas o objetivo geral. especificam o modo como se pretende atingir os objetivos gerais.17 gerações que se sucedem. descrever. devem transformar-se em ação e prática para que tenham validade junto a Instituições e Pessoas. É como se exprimissem o desejo de colocar marcos. Na prática. Cada um dos objetivos específicos dará origem a uma parte distinta da redação do TCC.

para a sociedade ou para alguns indivíduos. são possíveis algumas distinções. além da razão (= elementos objetivos). funcionários. Deve-se tomar o cuidado. ou escola. envolve o porquê da escolha do assunto. aquilo que despertou o seu interesse: importância. Coloca-se a Delimitação do assunto (conceito. oportunidade e viabilidade. como o próprio nome indica. ou seja: tentar responder ou concluir o que vai ser buscado no trabalho de pesquisa. pensando bem qual conteúdo deve preceder outro. entretanto. Nesse sentido. quanto à contribuição/importância do projeto: é sempre importante melhorar uma prática ou política. O tema escolhido pelo pesquisador e a hipótese levantada são de suma importância. A justificativa. ou justifica a necessidade imperiosa de se levar a efeito tal empreendimento. destacar-se a importância do estudo. A justificativa exalta a importância do tema a ser estudado. é adequado.18 d) decisão quanto à melhor seqüência lógica dos objetivos/capítulos do trabalho. Essas dimensões muitas vezes estão interligadas. é o convencimento de que o trabalho de pesquisa é fundamental de ser efetivado. b) com o bem-estar dos alunos. de não se tentar justificar a hipótese levantada. 1. c) com a sociedade. . Definir se um projeto é importante desperta a questão: importante para quem? As razões podem estar relacionadas: a) com os objetivos da instituição. ainda em nível da introdução do trabalho. ou processos de trabalho. na elaboração da justificativa. É um enfoque subjetivo. um caminho para justificar a contribuição/ importância do projeto é recorrer aos seus objetivos.4 Justificativa/relevância do estudo Partindo-se da perspectiva de que a Ciência deve ser tecnicamente útil e socialmente responsável. caracterização) e a análise (visão das partes constitutivas do assunto a ser pesquisado). Justificar é apresentar razões para a própria proposta do estudo através da sua importância. dimensão.

os instrumentos a se utilizar. enfim. ao final de cada capítulo deve ser colocado um parágrafo-link com o capítulo subseqüente. os instrumentos de pesquisa e os procedimentos de coleta e análise dos dados: [quais métodos e técnicas de pesquisa que mais se adaptam ao tema propostos]. 2. então. A revisão da literatura não é uma etapa com início e fim. Assim. à medida que novas idéias vão surgindo e o projeto vai sendo redirecionado. tudo o que: a) for relevante e necessário para esclarecer o tema/problema em estudo: [textos. a metodologia. artigos. uma vez que os documentos “oficiais” não apresentam o detalhamento suficiente para essa elaboração. O que geralmente acontece é que de início se levanta e se relata uma série de textos com relação ao tema da pesquisa. garantindo-se. os resultados da pesquisa e as considerações finais. excertos relacionados aos aspectos teóricos]. b) servir para orientar o método do trabalho. a apresentação. a coerência interna do discurso.19 d) com o ambiente etc. Subsídios para a Elaboração do Desenvolvimento As orientações metodológicas abaixo especificadas visam oferecer subsídios para a construção da parte do trabalho que genericamente é reconhecida como desenvolvimento. mas dificilmente todos eles serão úteis para o estudo final. Para se manter a lógica de exposição. 2. análise e interpretação (discussão) dos dados coletados. livros. De modo geral integram esse item: a revisão bibliográfica/fundamentação teórica do estudo. novos e objetivos .1 Revisão bibliográfica/ fundamentação teórica No processo de revisão da bibliografia devem ser levantados tanto os aspectos referentes ao tema em pauta como também sobre a metodologia.

classificações. Pode-se fazer um pequeno resumo do conteúdo do artigo ou do excerto de que você se valerá no seu texto. ou seja. principalmente. além de acrescentar citações temáticas. nomeação deles (capítulos). de raciocínio. A titulação. este item poderá estar diluído nos capítulos e. ou do livro. . São Paulo: Atlas. ano e local em que foi publicado. M. é necessário proceder-se ao fichamento do conteúdo de interesse da pesquisa. nas Referências Bibliográficas ou Bibliografia. sub-capítulos. modelos. leitura e análise de textos relevantes ao tema/problema de estudo. se necessário. A fundamentação teórica trata. 1993. Esses dados serão necessários na abordagem das citações no corpo do trabalho e deverão ser relacionados. M. então. Em função das necessidades didáticas e. A quantidade de capítulos é decorrente da abrangência e da profundidade da pesquisa bibliográfica e dos objetivos específicos previamente determinados. que trazem o nome do autor. É importante organizar-se. deverá apresentar coerência com o seu conteúdo. e portanto subsidiar a construção da fundamentação teórica. abordagens etc. Esses dados também podem ser armazenados num computador. então um fichário pessoal: constituído de fichas com dados considerados importantes pela pessoa que faz a pesquisa. veja esquemas das fichas no livro: ANDRADE. Na prática. ao final. título do livro ou do artigo de jornal ou de revista com indicação do nome da editora.20 textos são acrescentados. Torna-se necessário organizar esse fichário durante a realização da pesquisa. pois facilitará o trabalho na hora de redigi-la. a simples leitura das fontes selecionadas é insuficiente. a revisão bibliográfica implica seleção. Considerando-se que é através do processo de revisão bibliográfica que se dá a identificação da teoria que irá fundamentar o estudo. da teorização do tema em termos de conceitos. frases chamativas de autores transcritas em uma epígrafe temática. Por favor. As fichas mais freqüentes são as bibliográficas. Introdução à Metodologia Científica.

caracterize a população objeto do estudo. É a explicação do tipo de pesquisa. detalhada. levantamento. mas no relatório final da pesquisa ela se apresenta nos próprios capítulos do trabalho. conforme o caso. experimento. da divisão do trabalho. do tempo previsto. etc da investigação. conduziu a sua pesquisa. as atividades práticas necessárias para a aquisição dos dados com o quais foram desenvolvidos os raciocínios (já previstos nos objetivos específicos). enfim. nesta seção é detalhada a relação de equipamentos necessários. de tudo aquilo que se utiliza no trabalho de pesquisa. Se a pesquisa que se desenvolveu foi experimental. entrevista estruturada etc. A pergunta que norteia a montagem de procedimentos é: “Quais as atividades concretas que desenvolvi para obter informações necessárias para o desenvolvimento de cada objetivo específico?” Na prática. observação- . explicativa.).2 Metodologia A Metodologia é a explicação minuciosa. Justifique e descreva a abordagem metodológica que você adotou – métodos de abordagem e de procedimentos e as técnicas de pesquisa empregadas. São. descreva os instrumentos de coleta de dados. Num mesmo estudo podem “conviver” técnicas quantitativas (questionário. entrevista etc). rigorosa e exata de toda a ação desenvolvida no método (caminhos) do trabalho de pesquisa. logo sob esse nome ela aparece apenas na estrutura formal do projeto. Também. tendo-se de manter a identificação alfa-numérica com o objetivo específico a que se vinculam. bem como o plano piloto que foi desenvolvido. estudo de caso. entrevistas. Nesta seção você deverá explicar como fez. pesquisa documental etc. a identificação dos procedimentos é feita indicando-se as atividades de coleta que foram desenvolvidas (pesquisa bibliográfica. Conforme a natureza: mista.21 A expressão “Fundamentação Teórica” apresenta-se como designativo geral do conjunto de capítulos e sub-capítulos. 2. das formas de tabulação e tratamento dos dados. que resultaram em cada parte do trabalho final.) e qualitativas (entrevista não estruturada. enfim. do instrumental utilizado (questionário. descritiva.

3 Apresentação. Os dados coletados e a análise resultante. Considerando a amplitude do universo a ser investigado faz-se necessário recorrer ao processo de amostragem. deverá desmembrar-se em: a) interpretação dos dados de pesquisa prática. veja os textos que disponibilizei na pasta de TCC. a Técnica de Análise de Conteúdo (BARDIN). Obs. c) as que não lidam com dados mensuráveis devem fazer a análise qualitativa das informações coletadas bem como a sua interpretação na interface com a teoria. gráficos. tabelas. pode-se usar. coleta e análise de dados (quantitativa: estatística. pode-se.). análise e interpretação (discussão) dos dados coletados Neste item deverão ser apresentados os dados e informações coletados na forma de textos. b) relação dos resultados da pesquisa prática com a teoria. Aqui. Considerações finais Neste item são colocados comentários e reflexões. no site da Faculdade. fazendo articulação com o que se redigiu na Introdução. Para a análise dos dados quantitativos. Se precisar de mais detalhes sobre esses autores. por favor.). usar a Teoria Elementar de Amostragem e Estatística de Estimação (BARBETTA). . deverão atender aos objetivos do projeto. abordando os pontoschave do que se escreveu em cada capítulo (= conforme cada objetivo). A partir da apresentação dos dados e informações procede-se à sua análise e interpretação. por exemplo a Fenomenologia (HUSSERL). dentre outras. qualitativa: análise de discurso. por exemplo. de conteúdo etc. 2. Não devem aparecer citações de autores. nos casos de pesquisas que lidam com dados quantitativos. A interpretação.22 participante etc. 3. quadros etc.

724/2001) conceitua a capa como proteção externa do trabalho sobre a qual se imprimem as informações indispensáveis à sua identificação tais como: nome da Faculdade. 14. mês e ano da entrega (Vide Apêndice A.23 Sua conclusão deve ser baseada no que você propôs. o resumo e o sumário constituem-se. 1. a folha de rosto (anverso e verso). a folha de aprovação (da Banca Examinadora). p. elementos textuais obrigatórios na estrutura de um TCC. os resultados alcançados pelo estudo. nome do autor. III ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DOS ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS (NBR. como já afirmamos. local (cidade da instituição onde deve ser apresentado) . 46). título e subtítulo (se houver). nº. seguem-se as normas preconizadas: a capa.1 Capa A ABNT (14. mas pode incluir também sugestões práticas para o problema estudado. as outras são opcionais.724 ago/2001) Para maiores detalhes sobre a forma correta de se utilizar as Normas da ABNT. recomendações de melhorias etc. ou simplesmente a uma reformulação de conhecimentos existentes. sugestões para continuidade do estudo por outros. consulte o CD-ROM que disponibilizei na Biblioteca. a um conhecimento novo. em síntese. . Em linhas gerais este item apresenta. ficando evidente uma consistência entre o objetivo proposto e a conclusão alcançada. por favor. nome do orientador. chegando a uma conclusão original. depoimentos pessoais sobre limitações e dificuldades enfrentadas. Elementos Pré-Textuais Obrigatórios Na seqüência serão explanados os conteúdos de cada um dos elementos pré-textuais obrigatórios: 1. é justo que traga sua marca pessoal. Com relação à Apresentação dos Trabalhos Acadêmicos. Sendo resultado do seu trabalho.

. faculdade à qual está vinculado. 49). 53). 1. Em linhas gerais constam do resumo: o tema do trabalho. nome. os objetivos. grau pretendido. A data da aprovação e assinaturas dos membros da banca examinadora são colocadas após a aprovação do trabalho (Vide Apêndice D. a metodologia da pesquisa e os resultados (Vide Apêndice H. 1. o nome da instituição.24 1. título da monografia. 47). deve conter os elementos essenciais à aprovação do trabalho: nome do autor. natureza. (Vide Apêndice B. nome da instituição a que é submetido. e local (Vide Apêndice C. ano da apresentação.5 Resumo na língua vernácula O resumo constitui-se de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos. acrescido de texto que especifica a natureza do trabalho.. p. 48). 1.2 Folha de rosto/anverso Deve conter os mesmos elementos de identificação do trabalho que constam da capa. fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho.3 Folha de rosto/verso (Ficha Catalográfica) O verso da folha de rosto deve conter a ficha catalográfica elaborada conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. Favor anotar esses dados de seu trabalho e procurar a bibliotecária para obter os códigos de sua ficha catalográfica. p. objetivo. categoria do trabalho (TCC). título e subtítulo (se houver). p. número de páginas indicadas por “f” (folhas). data da aprovação. p. Preste atenção nos espaçamentos constantes do modelo da ficha no apêndice. Constituem-se em elementos integrantes desse tipo de ficha: o nome completo do autor. titulação e assinatura dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem.4 Folha de aprovação Colocada após a folha de rosto. Deve encerrar os pontos relevantes de um texto. o problema. curso ao qual foi apresentado.

pesquisa de campo etc. a errata. d) quais as referências teóricas para o desenvolvimento do raciocínio?. de símbolos foram classificados pela ABNT . 2. os agradecimentos. a dedicatória. espaço simples. listas de ilustrações. Devem ser colocadas logo abaixo do resumo. No TCC.5. figuras e fórmulas. deve ter suas partes acompanhadas do(s) respectivo(s) número(s) da(s) página(s). histórica. (Vide Apêndice I. 1.1 Palavras-chave São palavras representativas do conteúdo do trabalho isto é. e) quais os procedimentos metodológicos?. de abreviaturas. opiniões ou observações avaliativas e desdobramentos explicativos. referências a outros autores.25 O resumo deve ser redigido em português. ocupando a terceira pessoa do singular e verbo na voz ativa.6 Sumário O sumário tem por objetivo listar os itens e sub-itens constitutivos do trabalho. 1. 54). constituindo cerca de 20 linhas.). em texto corrido. de tabelas. b) qual o objeto pesquisado?. deve ter até 500 palavras (NBR 6028) distribuídas em aproximadamente 1400 a 1700 caracteres. f) quais os resultados obtidos de acordo com os objetivos propostos? O resumo não deve conter: aspectos do trabalho não descritos no texto. c) o que se pretendeu demonstrar?. Elementos Pré-Textuais Opcionais A lombada. as epígrafes. Deverá trazer informações que respondam às seguintes indagações: a) qual a natureza do trabalho? (pesquisa teórica. p. são palavraschave e/ou descritores (NBR 6 028). tabelas. sem parágrafos.

3 Dedicatória Trata-se da folha onde o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho. 2. é de praxe. Apresenta-se quase sempre em papel avulso ou encartado. Poderá também haver epígrafes nas páginas iniciais de capítulos (Vide Apêndice G. 50).5 Epígrafe É a folha onde o autor apresenta uma citação. p. Deve vir após a folha de aprovação (Vide Apêndice E. mas opcionais. constar agradecimentos à agência ou instituição financiadora (Vide Apêndice F.2 Errata Equivale à lista de folhas e linhas em que ocorrem erros. grampeadas. 52).1 Lombada Trata-se da parte da capa do trabalho que reúne as margens internas das folhas. seguidos das devidas correções. 2. 51). seguida da indicação da autoria. p.4 Agradecimentos Constitui-se no registro dos agradecimentos àqueles que contribuíram de forma relevante para a concretização do trabalho. . coladas ou mantidas juntas de outra maneira. 2. acrescido ao trabalho depois de impresso. na seqüência. p.724/2001) como elementos pré-textuais. 2. podendo estar relacionada com a matéria tratada no corpo do trabalho. Tendo havido apoio financeiro à pesquisa. As orientações para a sua elaboração serão apresentadas de acordo com determinações daquela associação.26 (14. sejam elas costuradas. 2.

gráficos.7 Listas de tabelas e quadros Também devem ser elaboradas de acordo com a ordem apresentada no texto.27 2. Podem ser elaboradas listas próprias para cada tipo de ilustração (desenhos. 57). seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso. p. Elementos Pós-Textuais Opcionais Dentre os elementos pós-textuais opcionais estão: 1.8 Listas de abreviações. Tais . Referências bibliográficas Dizem respeito ao conjunto padronizado de elementos descritivos retirados de um documento que permite sua identificação individual. As referências bibliográficas devem ser elaboradas conforme a NBR 6 023/2000. organogramas.6 Listas de ilustrações (= Figuras) Deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. Cada item deve ser designado por nome específico. quadros etc). esquemas. 1. Elemento Pós-Textual Obrigatório Somente a referência bibliográfica se constitui em elemento pós-textual obrigatório. Da lista de referências bibliográficas devem constar apenas as fontes citadas no texto. fotografias. plantas. 3. com cada item designado por seu nome específico acompanhado do respectivo número da página (Vide Apêndice J. Recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo (Vide Apêndice K. p. acompanhado do respectivo número da página. siglas e símbolos Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto. 56). 4. Glossário Refere-se à lista de palavras ou expressões técnicas (normalmente utilizadas nos vários segmentos das atividades humanas) colocadas no texto. mapas. fluxogramas. 2. 2.

Margem As folhas devem apresentar margem esquerda e superior de 3 cm. com exceção das ilustrações. comprovação e ilustração (Vide Apêndice N. Recomenda-se. p. p. Sua paginação deve estar na seqüência dos assuntos apresentados no texto principal (Vide Apêndice L. notas de rodapé. formato A4 (21cmX29. tamanho 12. Formato Os textos devem ser apresentados em papel branco. 60). com o objetivo de servir como fundamentação. travessão e respectivos títulos (Vide Apêndice M. Apêndice Do apêndice constam documentos elaborados pelo autor com o objetivo de complementar sua argumentação. 58). também é formalmente normalizada. 2. 1. IV NORMAS GERAIS PARA A APRESENTAÇÃO DO TCC Considerando-se que a apresentação de trabalhos acadêmico/científicos.28 palavras deverão estar em ordem alfabética. . para digitação. p.7cm). no anverso das folhas. para o texto e tamanho 10 para as citações de mais de três linhas. A paginação deve estar na seqüência dos assuntos apresentados no texto principal e sua identificação será feita por letras maiúsculas consecutivas. paginação e legendas das ilustrações e tabelas. a seguir serão oferecidas orientações para esse fim. não elaborado pelo autor.34 cm (em função de as notas de rodapé não passarem para a folha subseqüente). direita de 2 cm e inferior de 2. Anexo Equivale ao texto ou documento. 59). exceto a folha de rosto. a utilização de fonte Arial ou Times New Roman. 2. e seguidas de definições para a respectiva elucidação. digitados na cor preta. 3.

Numeração de capítulos O indicativo numérico de um capítulo precede seu título. se o fizer como um novo arquivo. o número sobrescritado. no corpo do trabalho. digitado em caixa alta (letras maiúsculas). o nome da instituição a que é submetida devem ser digitados em espaço simples.29 3. após a palavra para a qual se deseja inserir uma nota explicativa. Notas. ainda na Barra de Ferramentas. As referências. As citações de mais de três linhas. Quando for iniciar novo capítulo.. Notas de rodapé As notas devem ser digitadas dentro das margens. numerado em algarismos romanos. a partir da margem esquerda. além de resultar em significativa economia de papel. clicar em Inserir. separado por um espaço de caractere e seu subtítulo. 5. 4. Então. . deve-se assinalar. o objetivo. tomar o cuidado de voltar às orientações acima e colocar a numeração das páginas e das Notas de Rodapé de forma contínua. as referências. Espaçamento A ABNT determina que o texto deve ser digitado com espaço duplo. em caixa baixa (letras minúsculas). afinal. ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaços simples. ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por traço de 3 cm. a ficha catalográfica. o nome da instituição a que é submetida devem ser alinhados a partir do meio da página. Referência. na Barra de Ferramentas. porém o espaço 1. Para que isso ocorra de forma automática.. devemos produzir com vistas a um desenvolvimento auto-sustentável. Na folha de rosto e na folha de aprovação.5 revela-se esteticamente melhor. o objetivo. as notas. a natureza do trabalho. e deve ser centralizado. as legendas das ilustrações e tabelas. a natureza do trabalho..

de modo a expor numa seqüência lógica o inter-relacionamento da matéria e a permitir sua localização. Devem ser centralizados. mas numeradas com algarismos romanos. Numeração progressiva Equivale ao sistema que estabelece as seções de documentos escritos. glossário. referências. isto é. as considerações finais e/ou conclusão. os agradecimentos. devem ser contadas seqüencialmente. a partir da primeira folha da parte textual. 9. de abreviaturas e siglas. indicada por uma letra minúscula e seguida de parênteses. Para a materialização dessa exigência pressupõe-se a concepção das seguintes definições: a) alínea – cada uma das subdivisões de um documento. Elementos sem título e sem indicativo numérico Fazem parte desses elementos a folha de aprovação. a partir da folha de rosto. iniciando-se com o número 1 (um). apêndice(s) e anexo(s). sumário. sendo colocados após as Referências. a dedicatória e a epígrafe. suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. a lista de ilustrações. da Introdução. no canto superior direito da folha. Paginação Todas as folhas do trabalho. resumo. a errata. 7. Seu texto começa por . digitados em caixa alta e negritados. de símbolos. Havendo apêndices e anexos.30 Exemplo: CAPÍTULO I PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: visão crítica 6. 8. Títulos sem indicativo numérico Incluem-se nessa categoria: a introdução. A numeração em algarismos arábicos deve ser colocada.

quaternária.1 1. plantas. ou outro.1 2. secundária.1 2.1 2.1.1 1. Exemplo: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). esquemas.1. exceto a última que termina em ponto. 11. Exemplo: Seção primária Seção secundária Seção terciária Seção quaternária Seção quinária 1 2 1. Destacam-se os títulos das seções. f) subalínea – subdivisão de uma alínea.1 Os títulos das seções primárias. fluxogramas. terciária. b) indicativo de seção – número ou grupo numérico que antecede cada seção do documento. colocada entre parênteses. respectivamente. devem iniciar em folha distinta. fotografias. no sumário e de forma idêntica no texto. terciária. Não se utilizam ponto. hífen. a forma completa do nome precede a sigla. por serem as principais divisões. e) seção secundária.1. quadros e outros) sua identificação . quaternária. gráficos.1. que contém as matérias consideradas afins da exposição ordenada do assunto. quinária.1.1 1.1.1 2.31 letra minúscula e termina em ponto-e-vírgula. organogramas.1. c) seção – parte em que se divide o texto de um documento. mapas.1. travessão ou qualquer sinal após o indicativo de seção ou de seu título. d) seção primária – principal divisão do texto de um documento. 10.1. utilizando-se os recursos de negrito.1.1. quinária – divisão do texto de uma seção primária. itálico ou grifo e redondo caixa alta ou versal. Siglas Quando aparece pela primeira vez no texto. Ilustrações (= Figuras) ) Qualquer que seja seu tipo (desenhos.1.

14. VISÃO CRITICA SOBRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES . separando as colunas. o cabeçalho deve ser delimitado por traços horizontais. 56).iniciar página) b) As seções primárias (títulos) devem estar em negrito e em caixa alta. que é o órgão coordenador e normalizador do Sistema Estatístico Nacional (SEM). Esses traços podem ser mais fortes que nos traços feitos no interior da tabelas. Capitulação a) Cada Capítulo deve ser iniciado em uma página. As tabelas devem ser delimitadas. por traços horizontais. (word: formatar – caixa alta). 13. do respectivo título e/ou legenda explicativa de forma breve e clara. por traços verticais. 12.32 aparece na parte inferior. as tabelas devem ser numeradas com algarismos arábicos (Vide Apêndice J. A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. (word: inserir quebra de página . em algarismos arábicos. precedida da palavra designativa Figura. devem ser fechados dos quatro lados. as tabelas não devem ser fechadas à direita e à esquerda. Os quadros. p. seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto. Parágrafos Os parágrafos devem ser iniciados com 1.5 cm a partir da margem esquerda. podem ser feitos traços verticais no interior da tabela. Tabelas e quadros A apresentação de tabelas deve ser feita de acordo com as Normas de Apresentação Tabular da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). no alto e em baixo. Ex. ao contrário das Tabelas. Conforme o IBGE os quadros normalmente são utilizados na apresentação de informações de natureza não estritamente numérica.

As alíneas devem ser colocadas em uma seqüência linear e não como se fossem tópicos. seu nome. c) estruturação da grade curricular. o título do seu trabalho. respectivamente nos Apêndices A. Visão Crítica sobre Formação de Professores d) Da seção terciária (de nível três) em diante estarão em negrito e somente a primeira palavra deve ser iniciada em maiúsculo. 17. 47. encadernados com espiral (frente transparente e contra-capa preta). A capa. os acertos conforme orientações da Banca Examinadora. 48 e 49). centralizados. azul pavão (da cor do Logotipo do INESUL). Bauru e o ano da publicação. 16. b) currículo fragmentado. Ex. após 30 dias. B. Exemplo: a) visão crítica sobre a formação dos professores. a ficha catalográfica (verso da folha de rosto) e a folha de aprovação (banca examinadora) devem conter os conteúdos apresentados. Serão grafadas em minúsculo e seguidas de parênteses. C e D (p. a folha de rosto. d) etc. Na capa deverão estar escritos em dourado: o nome do INESUL. entregar na Secretaria do INESUL 1 (um) exemplar encadernado com capa dura. Visão crítica sobre a formação do professores 15. Somente o conteúdo da última alínea deve ser terminado com ponto. Curso de Pedagogia. . conforme o modelo da capa. O conteúdo da alínea deve ser iniciado em minúsculo e terminado com um ponto-e-vírgula. Ex. Alíneas As alíneas iniciar-se-ão no mesmo alinhamento do parágrafo.33 c) As seções secundárias (de nível dois) estarão em negrito e as principais palavras iniciadas em maiúsculo. 46. Entrega final Depois de fazer as correções. Para a banca examinadora Entregar na Secretaria do INESUL 03 (três) exemplares.

também em dourado: seu nome e o ano. de informações extraídas de outra fonte bibliográfica.2 Citação indireta (= paráfrase) Texto baseado na obra do autor consultado. nº. 10. V CITAÇÕES (NBR. no entanto. c) a autorização do orientador da revisão. também. b) a autorização para divulgação da monografia via internet. Exemplo: . no texto. Devese colocar o sobrenome do autor. Entregar.1 Citação direta Refere-se à transcrição textual de parte da obra do autor consultado. p. um CD contendo: a) o trabalho final. Tipos Constituem-se tipos de citação: 2. Exemplo: Conforme Bardin (1997. Conceito Dizem respeito à menção. à idéia do texto original sem. 43): Existe alguma coisa a descobrir sobre eles. transcrevê–la como se encontra na obra. o ano e a página de onde se extraiu o excerto.520/ago 2002) O conteúdo a seguir tratará das citações nos seus múltiplos aspectos: 1. Deve-se colocar o sobrenome do autor e o ano de onde se extraiu o excerto. como um detetive. e o analista pode manipular esses dados por inferência de conhecimentos sobre o emissor da mensagem ou pelo conhecimento do assunto estudado de forma a obter resultados significativos a partir dos dados. Ele trabalha explorando os dados.34 Na lombada. Faz referência ao contexto. 2. 2.

observações ou adiantamentos ao texto feitos pelo autor. Assim deve-se colocar na indicação da fonte. p. 1977.3 Citação de citação Citação direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original. a expressão latina apud. se a citação for direta. 3. entre parênteses. uma das formas de os educadores favorecerem a compreensão dos Temas Transversais de forma crítica seria a utilização da interdisciplinaridade. que não possam ser incluídas no texto. esclarecimentos ou explanações. Obs. 187) 2. tais como a inativação dos fungicidas e a diminuição da inibição da fotossíntese na planta. Qualquer que seja o sistema adotado. além de acarretar a diminuição das doenças causadas por patógenos necrotróficos. todas as outras só podem aparecer nas Notas de Rodapé. tradutor ou editor. Sistemas de Chamada As citações devem ser indicadas no texto por um sistema de chamada autor-data ou numérico.35 De acordo com Gallo (1997). Esta é a única expressão latina que pode aparecer no corpo do trabalho. Quando o(s) nome(s) do(s) autor(es) estiver(em) incluído(s) na sentença. deve ser seguido sempre da mesma forma ao longo de todo o trabalho. Podem ser também notas usadas para comentários. fato que pode ocorrer pelo acúmulo de exsudatos na superfície das plantas (DICKINSON apud MELO. . pode ter outros efeitos. 2. Exemplo: A manutenção da flora que consome os nutrientes da superfície das plantas. acrescida da(s) página(s). 4. Localização As citações podem aparecer tanto no texto.4 Notas de rodapé Indicações. como em notas de rodapé. devem ser escritos apenas com a inicial do sobrenome em maiúscula e indica-se a data.

traduzi-lo com suas próprias palavras. . assim. ao mesmo tempo. a ocasião para exprimir seu pensamento pessoal. ao pesquisador assegurar-se da competência do interrogado. Exemplo: (SANTOS. Quando houver coincidência de sobrenomes de autores. Paulo. além das vantagens enumeradas por Lakatos e Marconi. imprevisível. de imediato. como técnica de coleta de dados. As citações de diversos documentos de um mesmo autor. em ordem alfabética. os sobrenomes dos autores devem ser escritos todos em letras maiúsculas. se mesmo assim existir coincidência. podendo o Entrevistador repetir ou esclarecer perguntas. acrescentam-se as iniciais de seus prenomes. 1991. podendo o Entrevistado ser observado naquilo que diz e como diz: registro de reações. Neste caso.. 186). mal conhecido. P. Ou: colocar entre parênteses toda a informação referente à obra de onde se copiou o excerto. Tal instrumento mostra-se particularmente precioso. 1999). as discordâncias (LAKATOS e MARCONI. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. ano. Pedro. condutas. num questionário com questões abertas. Permite. quando o leque das respostas possíveis é amplo ou. oferece maior oportunidade para avaliar atitudes. Exemplo: (MOREIRA. (SANTOS. p. são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas. podendo ser comprovadas. então. o interrogado tem seu espaço para emitir opiniões. oferece várias vantagens: [. Exemplo: A entrevista. dá oportunidade para a obtenção de dados que não se encontram em fontes documentais e que sejam relevantes e significativos. Tem. após a data e sem espaço. especificar algum significado. como garantia de estar sendo compreendido. 2000)... formular de maneira diferente. colocam-se os prenomes por extenso.. há possibilidade de conseguir informações mais precisas. conforme seu próprio sistema de referências. p. gestos etc.1999): (SANTOS. (SOBRENOME.36 Exemplo: Para Laville & Dione (1999. publicados num mesmo ano. ??). p.] há maior flexibilidade. 1989a) As citações de diversos documentos da mesma autoria. 198). competência demonstrada pela qualidade de suas respostas. têm as suas datas separadas por vírgula.

1990.“1 4. mencionados simultaneamente.1991.1 Sistema numérico Caso se opte por este sistema. SOUZA. remetendo à lista de referências ao final do trabalho. a indicação da fonte pode ser feita de três maneiras: a) pelo sobrenome do autor ou pelo nome da entidade responsável até o primeiro sinal de pontuação seguido(s) da data da publicação do documento e da(s) página(s) da citação. p. 11). não se faz distinção entre dissertação de mestrado e teses de doutorado. SANTOS.1998. . separados por vírgula e entre parênteses.37 Exemplo: (MOREIRA. “os diversos autores podem diferir nos conceitos e nas formas . 2000. 2003). Não se inicia a numeração das citações a cada página.” (CAVALCANTI et al. 4.” (1) Conforme Freire. A indicação da numeração pode ser feita de duas formas: alinhada ao texto. “precisamos aprender a sulear em confronto com os países do Norte que nos norteiam. na mesma ordem em que aparecem no texto. no caso de citação direta. Exemplos: Falando sobre a construção de cenários.1999) As citações indiretas de diversos documentos de vários autores.2 Sistema autor-data Neste sistema. Este sistema não deve ser usado quando há notas de rodapé. após a pontuação que fecha a citação.2002. Exemplo: (MOREIRA. Exemplo: Como Vieira “nos Estados Unidos. em algarismos arábicos. devem ser separadas por vírgula em ordem alfabética. a indicação da fonte deve ser feita por uma numeração única e consecutiva. ou situada pouco acima da linha do texto em expoente à sua linha.

2002. Exemplo: “A Economia brasileira retoma o crescimento após longo período recessivo.. devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo. no caso de citação direta. p. 5). deve ter sua referência completa. Não se inicia numeração a cada página.. Exemplo: . Ou: “Uma base de dados. p.2004. 4.” (COMISSÂO DAS COMUNIDADES EUROPÉIAS.11) afirma que “os autores são unânimes quando revelam o uso do planejamento para a melhoria das atividades futuras das organizações.” e: “Comunidade tem que poder ser intercambiada em qualquer circunstância. não é informação.. p. b) pela primeira palavra do título seguida de reticências. seguida da data da publicação do documento e da(s) página(s). este deve ser incluído na indicação da fonte. p.” (DESENVOLVIMENTO econômico. 11).” (OS NOVOS.. em nota de rodapé. separados por vírgula e entre parênteses.3 Notas de referência no rodapé A numeração das notas de referência é feita por algarismos arábicos. por maior que seja.. pelas moedas dos outros Estados-membros. A primeira citação de uma obra..2003. p. sem quaisquer restrições estatais. c) Se o título iniciar por artigo (definido ou indefinido). ou monossílabo.. no caso das obras sem indicação de autoria ou responsabilidade. 1992. Exemplos: A empresa que pretende produzir com qualidade precisa desenvolver “uma verdadeira obsessão que necessariamente deverá permear todos os escalões da organização.38 Ou: Cavalcanti et al (2000. 34).” (NAS ORGANIZAÇÕES. 14).

p. 2000. fez com que surgisse uma nova classe social chamada “terceiro estado” composta pela burguesia. T. O segundo estado era composto pela nobreza (palaciana.45. 3 Idem. 190. 1989. 40. p. Ibid. p. p. nas citações. 1981. 38. 2000. cit. quando estiverem entre parênteses. pela instituição responsável ou título incluído na sentença devem ser em letras maiúsculas e minúsculas e. O primeiro estado era composto pelo alto clero (bispos cônegos e abades) e pelo baixo clero (curas e vigários). Origens da Educação Pública: a instrução na revolução burguesa do século XVIII. As citações subseqüentes da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada.1 Citações Conforme já enunciado anteriormente. p. devem ser em letras maiúsculas: .39 _____________ 1 Conforme ensina LOPES. p. M. 165. 5.19. provincial e judiciária). op. 9. 2003. Regras gerais de apresentação das citações 5. cit – obra citada Exemplo: _____________ 6 7 8 MOREIRA.. 1999. SOUZA. Ibid ou Ibidem – na mesma obra Exemplo: _____________ 4 5 SOUZA. Opus citatum. as chamadas pelo sobrenome do autor. op.. E. SANTOS. S. pelos populares urbanos e pelos camponeses. utilizando-se as seguintes expressões: Idem ou Id – Mesmo autor Exemplo: _____________ 2 ASSOCIAÇÂO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. p. o fracionamento social ao final do Velho Regime. p. que provocou as revoltas que antecederam e sucederam à Revolução Francesa. 20.

d) aspas simples são utilizadas só para citação no interior de citação.40 Exemplos: Wood Jr.71). Nas citações diretas a(s) página(s). As partes deverão especificar claramente o local onde o transportador deverá tomar a mercadoria à sua responsabilidade. ela precisa ser organizada para uma tarefa. volume(s). de forma abreviada. 44). e sim que o recurso econômico básico. v. separada(s) por virgula e precedida(s) pelo termo. 5. p. nem a terra nem o trabalho: é o conhecimento. “Isso não significa o fim do capitalismo.2 Citações diretas com até 3 linhas As citações diretas com até 3 linhas deverão: a) ser inseridas na frase. p. Exemplo: “Uma ‘base de dados’. que o(s) caracteriza. espaçamento simples e sem aspas. p. (1995. nem os recursos naturais. dentro do parágrafo normal. aplicada a uma decisão”. tomo(s) ou seções da fonte consultada devem ser especificadas no texto. com mais de três linhas.1996.” (CASTRO. não é mais o capital. Este(s) devem ter a data. b) sem diferenciação de tamanho de letra. por maior que seja. ‘os meios de produção’. com letra menor (tamanho 10) que a do texto utilizado. devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda. . 112). sem recuo. (DRUCKER. 2. não é informação.1995.” (MARTIN. Para que a matéria-prima se transforme em informação. 46) aborda mudança organizacional como o esforço para alterar as formas vigentes de cognição e ação. Exemplo: “O exportador deverá entregar a mercadoria no local de destino combinado. expressão usada pelos economistas. 5. dirigida para desempenho específico. 2001. p. de maneira a capacitar a organização a implementar as estratégias por ela desenvolvidas. c) entre aspas duplas.3 Citações Diretas.

Exemplo: Free Carrier [transporte livre]. 155). O exportador deverá entregar a mercadoria no local destino combinado. concomitantemente. no assunto imediato e no efeito dessas decisões sobre situações futuras. Se o grifo for seu. 1965. Na seqüência da primeira citação.. 28). p.. está preocupando-se com a organização. sobre as repercussões para a organização. (CASTRO. o termo pode ser utilizado na língua original. interpolações. comentários.4 Termos em idioma estrangeiro Deverão ser destacados em itálico. acréscimos ou comentários [ ] c) Ênfase ou destaque: itálico.112). Sempre que o administrador leva em consideração essas conseqüências indiretas. com torre] foi fundada no ano de 1866” (ANDRADE. Exemplos: “A igreja luterana de Domingos Martins [o mais antigo templo protestante do Brasil. . ou (grifo do autor).] b) Interpolações.41 Exemplo: Todo administrador toma decisões e as executa com os olhos fixados. escreva entre parênteses (grifo no original). porém sempre em itálico. p. Devem ser indicadas as supressões. “Os aquiescentes [os que sempre concordam com tudo]. 2001. ênfase ou destaque do seguinte modo: a) Supressões: [. (SIMON. na primeira vez em que forem citados. tiveram de evitar dizer ´não´ só para agradar. Como suas raízes são semelhantes. p. (grifo nosso) 5. Para maior clareza devem ser acompanhados da tradução entre colchetes. em sua história passada.38). As partes deverão especificar claramente o local onde o transportador deverá tomar a mercadoria à sua responsabilidade. p. ou traduzidos e acompanhados do termo original entre colchetes. 1998. costuma ser difícil dois aquiescentes se ajudarem mutuamente” (CLOUD. escreva entre parênteses (grifo nosso). isto é. Se o grifo for do autor.

] guardadas as devidas proporções. elaboram estratégias administrativas tanto quanto as grandes. na lista de referências. “Micro e pequenas empresas. ao final. setembro de 2003. 1999. 1 CD-ROM (em fase de elaboração) 5.. 5.) STRAUD 2002: tutoriais de acesso às bases de dados on-line.). indicar. 5.* No rodapé da página: ______________ * 1. em nota de rodapé. mencionando-se os dados disponíveis. 97. indicadas com asterisco e devem aparecer também. a expressão tradução nossa. Exemplo: Discutem-se os efeitos dos cereais transgênicos (informação verbal)∗ No rodapé da página: _____________ ∗ Informação dada por Peter Schaw no I Encontro de Transgênicos da América Latina. comunicações. (Org. a expressão informação verbal.. tradução nossa). S.B. entre outras coisas.5 Trabalhos em elaboração O fato será mencionado. SOARES.. referências e outros recursos informacionais. indicando-se a fonte em nota de rodapé. após a chamada da citação.42 Quando se tratar de dados obtidos por informação verbal (palestras.” (SACOMANO. também se deve incluir.C. entre parênteses. geralmente colocadas no seu rodapé. [. .6 Textos traduzidos pelo autor Quando a citação apresentar texto traduzido pelo autor. debates etc. entre parênteses. o qual está sendo atualizado com os novos recursos de pesquisas. visou complementar conhecimentos de bibliotecários da Rede UNESP para que ofereçam treinamentos aos seus usuários sobre bases de dados on-line. Exemplo: O Projeto STRAUD 2000. p. Foi elaborado um manual em CD-ROM para este fim.7 Citações em Tabelas São. (1).

no todo ou em parte.023/ago 2002) Atenção: esta Norma possui 24 (vinte e quatro) páginas. A norma brasileira que padroniza as referências bibliográficas é a norma NBR-6023 (revisada em ago/2002). letra com tamanho 10. Esse órgão é responsável pela emissão de todas as normas técnicas brasileiras. 1. que é o fórum nacional de normalização. Quando o autor entender necessário são relacionadas duas listas de referências bibliográficas: bibliografia consultada e bibliografia recomendada. No Brasil existe a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).8 Citações em Figuras Devem ser feitas logo abaixo da Figura. Apresentar-se-á neste documento apenas um resumo das principais regras. seqüencialmente. Relacionam-se as referências bibliográficas em lista própria. 6. em ordem alfabética de sobrenome de autor e título. Você pode consultá-la na íntegra no CD-ROM que disponibilizei na biblioteca. A utilização de normas técnicas na elaboração de trabalhos acadêmicos é fundamental para facilitar a comunicação e o intercâmbio da informação. com o nome de Referências ou Bibliografia. Como se constrói uma referência bibliográfica? . deve-se indicar todas as fontes efetivamente utilizadas. Questões pertinentes à Normalização de Referências Que é uma referência bibliográfica? Referência Bibliográfica é “o conjunto de elementos que permite a identificação. nº. de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de material. Esta lista vai ao final do trabalho.” (NBR-6023) Quando se utiliza uma referência bibliográfica? Após a elaboração de qualquer trabalho de pesquisa. VI REFERÊNCIAS (NBR.43 5.

b) pode-se utilizar negrito. Nome. são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico. acrescenta-se a informação: “Acesso em: 20 set 2004”.¯ (Nome e número da série) Ex. seguida dos prenomes (exceto sobrenomes compostos). Adam. Principais Regras a) Referência para livro SOBRENOME DO AUTOR. da edição.¯ nº. Marketing em bibliotecas e serviços de informação. Quando não houver autoria (pessoal ou entidade).¯ capítulo. São Paulo: Martins Fontes. da mesma forma como consta do documento. Depois. Planejamento estratégico e o processo de marketing. 65-82. 1992. favor atentar para as indicações que coloquei neste trabalho: a) Os espaços que deixei referem-se ao número de espaços que devem ser dados na digitação. 2. História e verdade. Antonio. E.¯ Título: ¯ Subtítulo do livro. Ex.44 Geralmente.¯ In: AUTOR DO LIVRO. b) Capítulo (ou parte) de livro AUTOR DO CAPÍTULO. Planejamento estratégico e o processo de marketing In: SILVEIRA. 1987. 1987. ¯ ano. Local de publicação (cidade):¯ Número de páginas ou volumes. ¯ Local de publicação (cidade): ¯ Editora.: WOOD.¯ nº.: SCHAFF. b.¯ Título do capítulo. Nas explicações para composição das referências. precedido da expressão: “Disponível em:”. E. apresentado entre os sinais < >. Brasília: IBICT.ed. inicia-se pelo título.¯ Volume. ¯ Páginas inicial-final da parte. itálico ou sublinhado para o título. inicia-se a entrada pelo último sobrenome do autor.edição. In: SILVEIRA. p.-Título do livro:¯ subtítulo.: WOOD. Antonio.1) Em meio eletrônico Ex. Brasília: IBICT. . Marketing em bibliotecas e serviços de informação. 93 p. 2. c) quando se tratar de obras consultadas on-line.

Ex.13.160. O presidente convida igrejas cristãs para um diálogo sobre o pacto.org/pena_morte_nascituro. 1998.br/sma/entendendo/atual. Folha de São Paulo. 30-7.45 Disponível em <http//www. Elizabete Gouveia.¯ local.: SILVA. Ciência Hoje.. ou Proceedings. maio 2001. Disponível em: <http://www..¯ Título do trabalho.¯ mês¯ ano. 1999.htm>. v.¯ Local de publicação (cidade):¯ Editor. d. 1999.providafamilia. Ex.¯ Anais.¯ data. Acesso em: 22 out. São Paulo: Sociedade brasileira para o progresso da ciência.¯ Local.¯ data. ¯ volume.¯ Título do jornal.. nº. ou título do caderno.160. d) Artigos de periódicos (revistas) AUTOR¯ Título do artigo.27. ¯ número.¯ In:¯ NOME DO EVENTO. M.¯ mês¯ ano. c) Periódicos (revistas) consideradas no todo TÍTULO DO PERIÓDICO. 1999. ¯ Local: ¯ Editora. 2001. D.¯ páginas inicial-final. . ou Resumos. f) Documentos de eventos (congressos. seminários e encontros) AUTOR DO TRABALHO APRESENTADO.¯ dia.brazilnet. São Paulo. ¯ seção ou suplemento.org. D. 1999.: AZEVEDO.bdt. Disponível em: <http://www.¯ n.: AZEVEDO.: CIÊNCIA HOJE. p.br/contexts/brasilrevista. Rio de Janeiro.htm>.. v.¯ no fascículo... 2001. M.¯ local de publicação (cidade).¯ Título do artigo. ¯ Páginas inicial-final do trabalho.: DAL PINO.1) Em meio eletrônico Ex. Seção Ponto de Vista.1) Em meio eletrônico Ex. As fornalhas do universo. jun.htm>.¯ Título do periódico. e) Artigos de jornal AUTOR. Acesso em: 10 nov. Ex.com. O presidente convida igrejas cristãs para um diálogo sobre o pacto.27. Folha de São Paulo. ¯ mês ¯ ano. Net. nº. São Paulo. São Paulo.. 22 out. Crimes da era digital. Acesso em: 8 mar.¯ Nº. nov. L. p. e. ¯ páginas inicial-final. 22 out. Caderno Economia.

OLIVEIRA. Ex.¯ Título:¯ subtítulo. 1994. Campinas. DF. Tese (Doutorado em Nutrição) – Faculdade de Engenharia de Alimentos. R.. ESTADO OU MUNICÍPIO. Brasília. MEDEIROS. Pantanal: um passeio pelo paraíso ecológico. Disponível em: <http://www. 16-24. Diário Oficial (da) República Federativa do Brasil.B.¯ página. e dá outras providências. Rio de Janeiro: Sony Music. São Paulo: USP.¯ n. de 11 de dezembro de 1997. p.¯ instituição. Poder Executivo. Anais. ¯ Título do jornal ou da coletânea. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS.¯ Título:¯ subtítulo. do volume.: BARCELOS.¯ Volume ou páginas.propesq.¯ Data.. A R.¯ n.¯ Descrição física..46 Ex. f. 1. 1996.569-9. 4.: SILVA.P. dia. Seção 1.¯ Local:¯ Editora ou produtor. g) Teses de doutorado / Dissertações de mestrado SOBRENOME. M. Ex.F.: BRAYNER..¯ Tese ou dissertação ¯ (grau e área de concentração)¯ –¯ Unidade de Ensino ou nome da escola. 1996. 14 dez. Recife. 160 f. Recife: UFPE. Universidade Estadual de Campinas.¯ local. 1998... .¯ Título (especificando o tipo e o n. In: CONGRESSO DE IENTIFICAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPE. R.1) Em meio eletrônico Ex. da legislação. Ensaio tecnológico. bioquímico e sensorial de soja e guandu enlatados no estágio verde de maturação de colheita. i) CD-Rom (no todo) SOBRENOME. 29514. Medida provisória n. Incorporação do tempo em SEBD orientado a objetos. 1 CD-ROM.¯ data. 1997.br/anais/anais/educ/ce02. mês e ano da assinatura ou promulgação).. N. p. Estabelece multa em operações de importação.. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total na educação.¯ Seção ou parte. Acesso em: 21 jan.¯ Nome do Ministério ou Secretaria. Anais eletrônicos.¯ mês ¯ ano da publicação.: BRASIL.¯ Nome. do fascículo. C. São Paulo.¯ local.htm>. 1990.¯ NOME (ou INSTITUIÇÃO ou entrada pelo TÍTULO se não houver autoria). h) Legislação NOME DO PAÍS.: EMBRAPA.¯ dia. 1994. 9. 1997.ufpe. Ex.

ou SOBRENOME. Ex. 1971. Secretaria de Economia e Planejamento.¯ duração em minutos. son. São Paulo: Abril. Ex.¯ Volume ou páginas. Acesso em: 29 nov.¯ sonoro ou mudo. ¯ data.br/ciberjur/html>.¯ Nome. ¯ Nome. ¯ Nome do autor ou responsável. ¯ escala. Para facilitar seu trabalho.: GUIA Abril do Estudante. Disponível em: <http:www. 1990. 5. v. Escala 1:500.¯ data. ¯ data. (4) SOBRENOME. 262 p.¯ Local:¯ Produtora. p.¯ data. 1989. quando existir.¯ Série..: ENERGIA nuclear. color. 1998. color.¯ Título:¯ subtítulo.G.¯ Título de dicionário. 1975.¯ Local de publicação:¯ Editora. 2000. ¯ Local: ¯ Editora. ¯ Total de páginas..: ENCICLOPÉDIA Delta.1) Em meio eletrônico Ex. 1 fita de vídeo (24 min). ¯ Título. 70cm X98cm.¯ Edição.com. ¯ data. Ex. ¯ Local: ¯ Editora. ¯ Local: ¯ Editora. seguem as apresentações de algumas fontes. l.¯ data. VHS. Lisboa: Editorial Verbo. Domingos. ¯ Local de publicação: ¯ editora. k) Mapas ENTIDADE. 1999. quando for.¯ sistema de gravação. v. ed. Obs. ¯ Notas especiais.: ENCICLOPÉDIA Delta. ¯ Identificação do material. Regiões de governo do Estado de São Paulo: IEC.¯ Páginas inicial-final do capítulo.¯ Local de publicação:¯ Editora. São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil. ¯ Descrição física com detalhes de no de unidades. s. Instituto Geográfico e Cartográfico.¯ Série.47 j) Videocassete (fita de vídeo) TÍTULO Principal ¯ Diretor ou Produtor ou Coordenador. In: ENCICLOPÉDIA Luso-Brasileira Cultura Verbo. Rio de Janeiro: Delta. ¯ ilustrado. . Ex. ¯ data. ¯ detalhes físicos como cor. 2. Ex.¯ colorido ou preto e branco. 5 (2) AUTOR DO CAPÍTULO.¯ dimensão em milímetros ou polegadas. (5) SOBRENOME. se existir.¯ Notas especiais. J. Lisboa: Bertrand.: SÃO PAULO (Estado). ¯ Notas especiais. São Paulo: Abril. 1975. Ex. (3) SOBRENOME.prodal-sc. 1 mapa. ¯ legendas ou dublagem.d.: ALMANAQUE Abril. Ex. Pater famílias.: AZEVEDO.¯ Título do capítulo.¯ Volume ou páginas. Grande dicionário português/francês. il. se houver. v.¯ In: ¯ Título. Rio de Janeiro: Delta. ¯ Título: ¯ subtítulo.: FREIRE.237-8.000 l) Enciclopédia e dicionários (1) NOME da enciclopédia. ¯ dimensões. 9.¯ Nome. ¯ Série.

p. Exemplos de Fontes comumente mais consultadas Artigo de livro ALONSO. de 23-12-1996. Legislação BRASIL. p. Folha de S. As Medidas no Ensino de Ciências: um estudo em sala de aula com temas transversais na 4ª. C. Bauru. Cad. 4. G. edição n. 1998. 50-3. 1994. 210 p. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. de 20-12-1996. 171. L. p. Escola de Índio. Acesso em: 25 jan 2002. In: Diário Oficial da União. p. P. K. J. L. 2004. Movimentos sociais e cidadania: a contribuição da psicologia social. 1995. abril. 1996. ano CXXXIV. Lei n. . 75-92. 8. W. R. Educação e Emancipação. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Professor Índio: finalmente! In: Revista Nova Escola. 2833841. São Paulo. Site FIORI. Disponível em: <http://www. 9. 13 jun. da UFRJ] Consenso de Washington.htm>. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL (MEC). São Paulo: Cortez Editora. M. n. 273 p. série. São Paulo. Livro ADORNO. A cidadania em construção: uma reflexão transdisciplinar. Paulo. J. Dissertação (Mestrado em Educação) Faculdade de Ciências. Artigo de jornal DIMENSTEIN.pdt. Brasília: MEC/SEF. 1991. P. [Prof.394. In: SPINK. Dissertação ou Tese BORGO. 2004. Publicações do Mec BRASIL. Artigo de revista BENCINI.org.apresentação dos temas transversais.br/pdtcom1. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos . 436 p.48 3. Universidade Estadual Paulista. São Paulo: Editora Paz e Terra. 248. Sobre o professor brasileiro. T. R.

2000. 1999. rev. (NBR 6 024). Rio de Janeiro. S.1999. M. Tratado de Metodologia Científica. G. Como escrever uma tese. (NBR 6 023). (NBR 6 028). _______ . 1999. 3. C. 2002. M. .ed. de. MARCONI. 1997. ed. São Paulo: Atlas. SALOMON. 2002. São Paulo: Pioneira. Estatística aplicada às Ciências Sociais. Informação e documentação: referências: elaboração. Como preparar trabalhos para cursos de pós-graduação. MARTINS. 1998. Rio de Janeiro. Análise do Conteúdo. BARDIN. 2003. 2. P. _______ . LAVILLE.. Informação e documentação. _______. OLIVEIRA.. ed. Florianópolis: Editora da UFSC. Rio de Janeiro. apresentação. Porto Alegre: Artmed. Rio de Janeiro. BARBETTA. (NBR 6 027). Lisboa: Edições 70. _______ . Belo Horizonte: Interlivros. 2002. Informação e documentação: sumário: apresentação. 1991. São Paulo: Atlas. São Paulo: Atlas. Informação e documentação: citações em documentos. Como Fazer uma Monografia. In: Numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. M. DIONE. S. _______ . Fundamentos da Metodologia Científica. São Paulo: Pioneira. D. (NBR 10 520). 5. 1997. L. Rio de Janeiro. L. 1997. Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. V. LAKATOS. A. de A. VIEIRA. Informação e documentação: resumo: apresentação. ampl. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. A Construção do Saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas.49 REFERÊNCIAS ANDRADE. M. E. J. 2003. (NBR 14 724). Manual para elaboração de monografias e dissertações. 2003. Rio de Janeiro.

50 APÊNDICE A- Modelo de Capa do TCC

INESUL PREVE - INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE LONDRINA

SILVIA CRISTINA PIROLA CERIGATTO

FORMAÇÃO ATUAL DO PROFESSOR DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: os desafios da articulação teórico-prática e da dinamização da prática reflexiva

CURSO DE PEDAGOGIA Londrina - 2005

51 APÊNDICE B- Modelo de Folha de Rosto do TCC (Anverso)

INESUL PREVE - INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE LONDRINA

SILVIA CRISTINA PIROLA CERIGATTO

FORMAÇÃO ATUAL DO PROFESSOR DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: os desafios da articulação teórico-prática e da dinamização da prática reflexiva

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), apresentado ao Curso de Graduação em Pedagogia, do Instituto de Ensino Superior de Londrina (INESUL), para a obtenção de licenciatura. Docente: Profa. Ms. Teresa Cristina Bruno Andrade. Orientador: Prof. ?????????????????????

CURSO DE PEDAGOGIA Londrina - 2005

52 APÊNDICE C- Modelo de Folha de Rosto/Verso (Ficha Catalográfica)

CERIGATTO, Silvia Cristina Pirola Formação Atual do Professor das séries iniciais do Ensino Fundamental: os desafios da articulação teóricoprática e da dinamização da prática reflexiva / Silvia Cristina Pirola Cerigatto. – Bauru, 2005. ?? f.; 30 cm. Trabalho de Conclusão de Curso – Instituto de Ensino Superior de Bauru, 2005. Bibliografia: f. ?? - ?? Orientador. Prof. ??????????????????

1. Formação docente. 2. Grades curriculares de Cursos Formadores. 3. Prática reflexiva. I Autor. II. Título.

2005 . ?? ??????????? Membros: ____________________________________________ Prof. ??????????????? CURSO DE PEDAGOGIA Londrina .53 APÊNDICE D – Modelo de Folha de Aprovação SILVIA CRISTINA PIROLA CERIGATTO FORMAÇÃO ATUAL DO PROFESSOR DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: os desafios da articulação teórico-prática e da dinamização da prática reflexiva Orientador ____________________________________________ Prof. ????????????? _____________________________________________ Prof.

por tanto terem me amado quando eu menos merecia.54 APÊNDICE E – Modelo de Folha de Dedicatória [digitar a partir da metade da folha para baixo] DEDICO Para Valéria e Lorena. . pois foi justamente quando eu mais precisava.

que de alguma forma participou deste trabalho. colaboraram na elaboração do presente trabalho. Aos amigos e profissionais que. Ao meu orientador. Prof... não se viu nesta lista. por uma imperdoável falha de minha parte. pela gentileza da participação e pelas correções necessárias. ???????????????????. competência. a quem peço perdão e atribuo igualmente meu carinho e afeto. pela vida. À minha família. ??????????????????????. ??????????????????????????. pela formação ética e moral que me proporcionou. ???????????????????????. pela postura ética. Aos meus amigos de todos os tempos. direta ou indiretamente.. mas que. são eles: ??????????????????. pelas pessoas que me rodeiam e pela inspiração espiritual que me tem permitido cumprir minha jornada. da Biblioteca e da Informática do INESUL. .: um exemplo. saúde...55 APÊNDICE F – Modelo de Folha de Agradecimentos AGRADECIMENTOS A Deus. firme e segura. cujas reflexões e intervenções muito contribuiram para o seu aperfeiçoamento. sem as quais não teria tido indignação e reflexões suficientes à idealização e desenvolvimento do presente trabalho. ??????????????????????????????. ??????????????????????????? Aos professores da banca examinadora. especialmente aos do período em que cursei Pedagogia. Aos funcionários da Secretaria. A você. pela orientação. pela atenção e presteza com que sempre atenderam às minhas solicitações.

da emancipação do homem. podemos escolher. mas podemos escolher também.] portanto. da promoção humana e da justiça” Antonio Alberto Machado Promotor de Justiça/membro do MPD “Seria uma situação nociva e perversa. segurança e manutenção da ordem vigente. um direito que seja instrumento de controle. a construção de um direito que seja expressão da mudança da ordem.56 APÊNDICE G – Modelo de Epígrafes [as epígrafes devem ser escolhidas em função da afinidade com o tema tratado na pesquisa. Uma tribo africana . esta de uma sociedade em que pessoas relativamente desprovidas das benesses da natureza fossem. geralmente superioras aos que socialmente estão acima delas” Goodson – O currículo – sobre a destruição da iniciativa da educação científica de massas. livremente. O triunfo ou a derrota estão nas mãos dos deuses.. em 1860. digitá-las a partir da metade da folha para baixo] “[. justa ou injusta. “Só a luta dá sentido à vida. Festejemos a luta” Canto de guerra Suale. quanto à capacidade intelectual.. na Inglaterra. e construir.

que vise não só à contemplação dos comandos da Portaria nº 1. RESUMO Visando ampliar as reflexões e discussões sobre a inclusão social. José Carlos Cardoso. que recomenda a inclusão de disciplina ou de conteúdos relativos aos aspectos ético-político-educacionais da normalização e integração da pessoa portadora de necessidades especiais.793/94. Inclusão. devidamente validado por duas pessoas. Os dados coletados foram tratados. mas também ao comando de outras normas. especialmente da Constituição. Dissertação (Mestrado em Educação) . constituição. especialmente no âmbito do ensino do Direito e com o objetivo de sensibilizar essa área da Educação brasileira quanto à política de inclusão da pessoa deficiente. dignidade humana. pessoa deficiente. tanto na literatura sobre educação especial como na literatura jurídica e em outras áreas de interesse. que digam respeito à inclusão social e à dignidade humana. procurou-se sugerir às entidades e autoridades com poder de decisão sobre o assunto. Palavras-chave: Educação. Os resultados obtidos e analisados apontaram para a inexistência de atendimento aos comandos da Portaria Ministerial. a Portaria nº 1. Direitos Humanos e da disciplina Direito Civil I. O instrumento de pesquisa utilizado para as verificações consistiu de um rol de palavras-chave. Universidade Estadual Paulista. educação especial. Formação Jurídica. Educação Especial. onde foram procurados indícios que pudessem demonstrar atendimento àquela recomendação. previamente eleitas. O embasamento teórico do trabalho obteve-se a partir da busca e localização. Ao final. . de contribuições sobre: a exclusão.793/94 e sobre a criação dos cursos jurídicos no Brasil. 215 f.793/94.793.57 APÊNDICE H – Modelo de Resumo SOUZA. o presente trabalho procurou focalizar eventuais respostas das faculdades de Direito localizadas no estado de São Paulo. Portaria 1.Faculdade de Filosofia e Ciências. que aceitaram participar do trabalho na condição de colaboradores. de acordo com as especificidades dos cursos superiores. direitos humanos. Marília. Teve como objeto de estudo as ementas e os conteúdos programáticos das matérias Direito Constitucional. a inclusão. uma cobrança. organizados e analisados através da técnica da análise de conteúdo (AC) de Bardin. Direito do Trabalho. UM DILEMA DA FORMAÇÃO JURÍDICA: o papel das escolas de Direito frente às questões da inclusão. de 27 de dezembro de 1994. 2004. ao comando da Portaria Ministerial nº 1.

...... 58 7...................... Inclusão social versus seleção natural...... ......... A Constituição Brasileira de 1988: cumprindo o seu papel enquanto norma posta ........ .............................. ......... ..................... ... estigma e exclusão: releitura da igualdade formal perante a lei.................................. 76 2.............. 01 CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES INICIAIS ............ ....................... .............. A Constituição: caminho que conduz à inclusão................. 83 3.......................................................................................... 1.... A educação especial como modelo de integração: breve contextualização histórica.......... 90 4........................ 98 CAPÍTULO III A PORTARIA MINISTERIAL Nº 1..................... Igualdade............................ Breve histórico e conteúdo da Portaria Ministerial nº............................ 108 1................ A “humanização” das pessoas deficientes: a evolução nas atitudes sociais e relações sociais . 110 . .............................................................. Exclusão/Inclusão: apresentando o problema em idéias gerais.......793/94: um ato de adesão da área educacional aos comandos constitucionais.................................... Aspectos Constitucionais: posição dentro do Ordenamento Jurídico. 54 6.... ........ diferença....................... As escolas inclusivas: idéia inicial e fase do processo de inclusão social............................... Pessoas com deficiência: vítimas potenciais da exclusão.....793/94 .......... 22 2.... 108 2.......... 76 1...... .............................................................................. interpretação e integração do ordenamento jurídico brasileiro........ 30 3..... ou a dimensão ético-moral da inclusão social........................................................................................... 65 CAPÍTULO II DIGNIDADE HUMANA: fundamento para aplicação....................... .... Direitos humanos...................... .... 46 5.....58 APÊNDICE I – Modelo de Sumário SUMÁRIO INTRODUÇÃO ... 37 4................... A inclusão social: processo de construção de uma sociedade inclusiva .................... 12 1............................................................... direitos fundamentais e dignidade humana.........................

.............................1 A coleta de dados ..... 169 CONSIDERAÇÕES FINAIS ....... ............................................................................................ ........................................... 118 CAPÍTULO IV SOBRE OS CURSOS JURÍDICOS NO BRASIL........... 150 3............2 Objetivos atuais: perfil delineado legalmente....... 160 3............................................................................. 148 1.. Postulados para a fundamentação teórica da pesquisa ...... ................. 154 3.................1 A Análise de Conteúdo .. 210 .........................................................2 Organização e tratamento dos dados............... finalidade e competência para edição......... ................................................ 116 5....... ..... .59 3.......... 122 1.............................................. objeto e finalidade...... Breve histórico............................3 A pré-análise: uma varredura inicial ..... 195 REFERÊNCIAS . 201 APÊNDICE A – Carta de solicitação enviada às instituições.................. 122 1......................................................................................................................793/94: motivo.............................................. Espécie de ato............................... A recomendação ministerial nº 1................ 164 3............. ..................... 166 CAPÍTULO VI ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS ...............................1 Objetivos da criação................................................................... 148 2........................................................ 136 CAPÍTULO V ADESÃO DAS FACULDADES DE DIREITO À RECOMENDAÇÃO DA PORTARIA MINISTERIAL Nº 1..........793/94............... 154 3.......................................... 148 2.... ....... O comando normativo: entendimento do termo “recomendar”........ ....................................... 127 1. objeto desta pesquisa........................................ ...... 113 4.......... Procedimentos Metodológicos .4 Uma segunda análise: validação do instrumento de pesquisa ............................ Tipo de Pesquisa .......................................

2-49 (1)Dados de 1991. 246 3 28 105 190 331 12 18 18 Fonte: IBGE. p. por países selecionados .60 APÊNDICE J – Modelo de Tabela e Quadro (conforme normas do IBGE) Tabela 1. 1997.0 96.56. Partidos políticos sem votação .0 ------85.0 77.3 (3) dados de 1992. Quadro 1.1996 PAN PMN PRP PTRB PSN PSTU Partido dos Aposentados do Brasil Partido da Mobilização Nacional Partido Republicano Progressista Partido Trabalhista Renovador Brasileiro Partido Solidarista Nacional Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (1997) .0 76.0 75.1990 Países selecionados (hab/km²) Taxa de urbanização (%) Densidade demográfica Alemanha Canadá(1) Estados Unidos França Itália(2) Japão Reino Unido Argentina Brasil (3) 76.2 74. v. Indicadores demográficos. (2) Dados de 1993.

61 APÊNDICE K – Modelo de Lista de Siglas e Abreviaturas LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística INESUL PREVE – Instituto de Ensino Superior de Londrina TCC – Trabalho de Conclusão de Curso .

Educação é uma questão de método. É ainda uma forma de Administração em que permanece a figura do Diretor. No caso da aprendizagem. PROJETO: é uma operação designada de natureza única. Deve-se mudar a forma de agir. 3. definida pelo seu cronograma de conclusão.Modelo de Glossário GLOSSÁRIO 1. desde a elaboração do Projeto PolíticoPedagógico. COESÃO: grau de congruência entre as subunidades da Organização [no presente trabalho: Instituição de Ensino] que resulta dos valores/cultura nela vigentes. CUMPRIR O PAPEL: procurar ser tão objetivo quanto uma máquina fotográfica.62 APÊNDICE L . Deve-se ir em busca das causas e não dos culpados. dentro de um Planejamento Participativo. O Diretor já não é o único responsável pelas decisões.. quando tomadas com a colaboração dos demais elementos sob seu comando.. . Identificar os pontos centrais de seu cargo e função. seu conteúdo e seu orçamento. Definir o que vai propor. o que vai exigir e o que vai oferecer. suas estratégias de ensino. então. É o que se deve buscar em uma escola que se pretende transformadora. mudar sua metodologia. Só posso dizer que ensinei se meu aluno apropriou-se dos conhecimentos trabalhados em classe. ou seja: o todo é maior do que a soma das partes (2 + 2 = 5). 4.. 5. CO-GESTÃO: divisão de responsabilidades. 6. O projeto tem objetivos especificados e estabelece demandas especificadas nos esforços de cooperação entre indivíduos e grupos. 2. mas com autoridade mais limitada. Baseia-se no princípio da participação. Identificar o que o seu ALUNO espera de você. pois estas somente são consideradas legítimas. determinando os limites de autonomicidade. o professor precisa. PROBLEMA: é um resultado indesejável.. um grupo] podem produzir um resultado final maior e/ou melhor do que o melhor resultado individual possível.. SINERGIA: é o fenômeno através do qual os integrantes de um Sistema [no caso de sistemas humanos.

Como é trabalhado. Identificar o nível de formação profissional dos docentes. os Temas Transversais (Ética. se forem colocados como eixos longitudinais do currículo. com vistas à qualidade sócio-educacional. Quais os Temas Transversais que você trabalha? 3. o tema Orientação Sexual na sala de aula? 6. Questões 1. Trabalho e Consumo e Orientação Sexual) foram colocados no currículo com a finalidade de eliminar a distância existente entre a apropriação/vivência de valores e a abordagem dos conteúdos específicos das disciplinas clássicas: Português. Identificar a influência do currículo oculto em sua práxis educativa. Saúde. com vistas a resolver os problemas político-sociais que se apresentam no dia-a-dia das escolas. Identificar a metodologia por elas utilizada. Matemática. em seu processo de ensino-aprendizagem.63 APÊNDICE M . Você utiliza. por exemplo. Você acredita que os Temas Transversais. os Temas Transversais propostos nos PCNs? 2. e também o que as docentes indicam que dificulta esse processo de ensino-aprendizagem. com relação à melhoria. nas classes de 1ª. APÊNDICE A – Questionário Objetivos Identificar a percepção das professoras sobre os Temas Transversais. Ciências Naturais. Geografia. à 4ª. do entorno em que a escola se insere? . Educação Física e Arte. Pluralidade Cultural. Você estabelece objetivos específicos para cada um dos Temas Transversais? 4. História. viabilizarão mudanças comportamentais. Propostos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). séries do Ensino Fundamental de cinco escolas públicas estaduais de Bauru. Como você trabalha os Temas Transversais? 5. Meio Ambiente. procedimentais e atitudinais mais eficazes nos alunos.Modelo de Apêndice (Refere-se a documentos produzidos pelo autor do TCC). pelo menos.

1: Utilização dos Temas Transversais em sala de aula Constata-se. na utilização dos Temas Transversais durante o processo de ensino-aprendizagem. em sala de aula.0% 70.0% 80.0% 10.0% 40. além de também servir de estrutura para a avaliação diagnóstica da escola e para a construção do planejamento de ensino.0% 20.7% declararam que trabalham quando surge oportunidade. que parece não haver segurança por parte das docentes.7% 3. . propostos nos PCNs. 100.64 APÊNDICE N – Modelo de Anexo (Refere-se a um documento copiado e não produzido pelo autor do TCC) ANEXO A – Análise e Discussão dos Resultados apresentados em um gráfico Quanto à utilização no trabalho.0% 85.7% mencionaram que os PCNs não ajudam. então. 85. não ensinam como trabalhar com esses temas na prática. 10. quando dá tempo e que os Temas Transversais deveriam ser subsídios para nortear todo o trabalho pedagógico.0% 0. ou seja.0% 30.0% 60.7% 10. outras 3.0% 50. pôde-se verificar que. dos Temas Transversais.0% 90. dentre as 29 (vinte e nove) professoras que responderam à questão. pois não orientam quanto à metodologia a ser empregada no processo de ensinoaprendizagem.6% SIM NÃO BRANCO Figura nº. que lhes propicie um norteamento para desenvolver sua práxis educativa. uma vez que alegam sentir falta de uma orientação metodológica nos PCNs.6% deixaram de responder a esta pergunta.

Londrina. no cotidiano das atividades em sala de aula. Acredita-se que podem pertencer ao rol das que nem sequer conhecem o volume PCN – Temas Transversais. efetivamente. Dos temas transversais à apropriação/vivência de valores: uma proposta de qualidade sócio-educacional. problemas esses que a prática mostra afetarem a rotina dos trabalhos escolares. maio de 2005. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Filosofia e Ciências. já que a maioria das professoras informa que esses temas deveriam servir (não estão servindo?!) de subsídios para nortear todo o trabalho pedagógico e de estrutura para a avaliação diagnóstica do entorno da escola. B. também. Universidade Estadual Paulista .Marília. Uma porcentagem menor de professoras (3. Talvez se possa.65 Parece. Ms. ____________ Fonte: ANDRADE. também. Teresa Cristina Bruno Andrade . 2004. 240 f. não haver um planejamento sistematizado que inclua a abordagem dos Temas Transversais. C. __________________________________________ Profa. inferir que os problemas político-sociais fiquem fora do contexto intra-escolar. T.6%) deixou de responder à questão.

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