ACTA APOSTOLICAE SEDIS

COMMENTARIUM OFFICIALE

ANNUS X X X X V I I - SERIES II - VOL. X X I I

TYPIS POLYGLOTTIS VATICANIS
M • D C C C O • LV

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An. et Toi. XXXXVIT

28 Ianuarii 1955

(Ser. Il, v. X X I I ) - N. 1

ACTA APOSTOLICAE SEDIS
COMMENTARIUM OFFICIALE

ACTA PII PP. XII

EPISTULA
AD VENERABILES POS

ENCYCLICA
FILIOS ARCHIEPISCOPOS, CLERUM EPISCOAC PO-

FRATRES AC DILECTOS LOCORUM

ALIOSQUE

ORDINARIOS

CETERUMQUE

PULUM SINARUM, HABENTES : BUS RERUM

P A C E M E T C O M M U N I O N E M C U M APOSTOLICA SEDE IMPERTIUNTUR HORTAMENTA IN PRAESENTI-

PATERNA

ANGUSTIIS.

PIUS PP. XII
VENERABILES SALUTEM ET FRATRES AC DILECTI FILII APOSTOLICAM BENEDICTIONEM

A d S i n a r u m g e n t e m , N o b i s sane carissimam, a c peculiari m o d o ad v o s , Venerabiles Fratres ac dilecti filii, qui c a t h o l i c a m r e l i g i o n e m profitemini, A p o s t o l i c a m Epistulam « C u p i m u s imp r i m i s » fere tribus a b h i n c annis i d c i r c o m i s i m u s , u t n o n m o d o v o b i s significaremus vestros Nos participare angores, sed ut etiam v o s p a t e r n o adhortaremur a n i m o a d o m n i a christianae religionis officia strenua illa fidelitate o b e u n d a , quae i n t e r d u m h e r o u m fortitudinem postulat; atque in praesens, supplices
1

Nostras u n a c u m vestris p r e c i b u s a d D e u m O m n i p o t e n t e m a c m i s e r i c o r d i a r u m P a t r e m iterum a d m o v e m u s , ut « q u e m a d m o -

i A. A.

S.

X X X X I V , p.

153 s q .

6

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

d u m post tempestates ac procellas iterum sol affulget, ita E c clesiae vestrae post tot r e r u m angustias, perturbationes, d o l o res, p a x , tranquillitas, libertas t a n d e m a l i q u a n d o »
2

illucescat.

P o s t r e m i s autem hisce annis Catholicae Ecclesiae c o n d i c i o nes a p u d v o s n e u t i q u a m i n melius fuere m u t a t a e ; q u i n i m m o insimulationes et c a l u m n i a e increbruere in A p o s t o l i c a m h a n c S e d e m illatae, in eosque qui erga e a m retinent fidelitatem s u a m ; A p o s t o l i c u s Nuntius, qui N o s t r a m a p u d v o s gerebat p e r s o n a m depulsus est; auctaeque insidiae eo contenderunt ut ii, qui v e ritate m i n u s instructi essent, deciperentur. A t t a m e n — q u o d i a m v o b i s s c r i b e b a m u s — « id genus insidiis, etsi callidis, etsi obtectis, etsi veritatis specie fucatis, f i r m a m opponitis voluntatem vestram » .
3

Novimus

quidem

haec v e r b a Nostra a d v o s pervenire n o n potuisse; atque a d e o e a d e m per has litteras libenter v o b i s iteramus; ac n o v i m u s etiam, s u m m o c u m a n i m i solacio, h o c i n p r o p o s i t o vestro v o s stabiles permansisse, ac nullis u m q u a m fuisse nisibus ab unitate Ecclesiae sevocatos ; q u a q u i d e m de causa etiam atque etiam v o b i s gratulamur v o b i s q u e debitam t r i b u i m u s l a u d e m . V e r u m t a m e n , ut solliciti esse d e b e m u s de aeterna uniusc u i u s q u e salute, h a u d p o s s u m u s a n i m i Nostri aegritudinem a n x i t u d i n e m q u e dissimulare, c u m n o s c a m u s inter v o s , etsi f i d e s c a t h o l i c a c o m m u n i t e r firmo retineatur a n i m o , n o n defuisse nih i l o m i n u s qui v e l b o n a fide ducti, vel timore vieti, vel n o v i s fallacibusque doctrinis capti, recens etiam insidiosis detrimentosisque principiis adhaeserunt, quae ab adversarios p r o v e h u n tur cuiusvis religionis, ab eiusque i m p r i m i s , quae a Iesu Christo divinitus tradita fuit. Q u a m o b r e m officii Nostri conscientia postulat, ut v o s iterum per E n c y c l i c a m h a n c E p i s t u l a m a l l o q u a m u r , fore confisi ut e a d e m in notitiam v e s t r a m pervenire queat; iisque o m n i b u s , qui sibi constantes fortiter in veritate in virtuteque perseverant,

3

Ibidem, Ibidem,

p. p.

157. 155.

8

Acta

Pii

Pp.

XII

7

s o l a c i o sit atque hortamento ; ceteris v e r o l u c e m ac paterna m o nita Nostra afferat. A c p r i n c i p i o , q u a n d o q u i d e m i n praesens q u o q u e , u t i a m antiquitus eveniebat, ii qui christianos insectantur, eos fallaciter coarguunt, quasi patriam n o n adament suam, neque probi sint cives, heic iterum asseverare c u p i m u s — q u o d ceteroquin o m n e s , q u o t q u o t recto i u d i c i o ducuntur, n o n agnoscere n o n possunt — Sinarum n e m p e catholicos nulli prorsus cedere in nobilissima patria sua incenso amore i m p e n s a q u e fidelitate p r o s e q u e n d a . Quae q u i d e m Sinensium gens — e a repetere libet, quae in m e m o r a t a Epistula A p o s t o l i c a d i l a u d a n d o scripsimus — <( i n d e a remotissimis temporibus et rebus gestis, et litterarum m o n u m e n t i s , et h u m a n a e culturae fulgore inter ceteros A s i a e p o p u l o s enituit, quaeque, c u m E v a n g e l i i l u m e n , saeculi sapient i a m in i m m e n s u m exsuperans, ipsi illuxit, m a i o r a i n d e hausit a n i m i ornamenta, christianas n e m p e virtutes, quae civiles perf i c i u n t atque confirmant » .
5 4

A c praeterea h o c q u o q u e laudi vestrae tribuendum putamus, v o s n e m p e i n c o t i d i a n o d i u t u r n o q u e rerum discrimine, i n q u o versamini, recta prorsus incedere v i a , c u m publicis magistratibus vestris, ut christianos addecet, in rebus quae ad illos pertineant, diligenter o b s e q u a m i n i , et c u m patria caritate permoti, o m n i b u s c i v i u m officiis sedulo obtemperare curetis. At illud etiam noscere s u m m o Nobis solacio est, v o s videlicet, o c c a s i o n e data, aperte asseveravisse atque a d h u c asseverare nullo m o d o v o b i s licere a catholicae religionis praeceptis discedere, n u l l o q u e m o d o v o s posse Creatori ac R e d e m p t o r i vestro fidem negare, ab e o q u e deficere, cuius causa c u i u s q u e a m o r e n o n p a u c i ex v o b i s cruciatus q u o q u e et carceres tolerarunt. Ut i a m , datis litteris, v o b i s scripsimus, A p o s t o l i c a haec Sedes, h a c praesertim recentiore aetate, s u m m a sollicitudine c u -

4

Cfr.

Ibidem, p.

p. 153.

155.

5

Ibidem,

8

Acia

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

ravit ut q u a m p l u r i m i et sacerdotes et E p i s c o p i , e n o b i l i gente vestra orti, rite instruerentur ac formarentur. I t a q u e p r o x i m u s Decessor Noster fel. r e c . P i u s XI p r i m o s E p i s c o p o s sex, vestro ex p o p u l o delectos, in Petrianae Basilicae maiestate ipsemet c o n s e c r a v i t ; a c N o s m e t ipsi, c u m nihil antiquius h a b e a m u s , q u a m ut Ecclesiae vestrae i n c r e m e n t a cotidie m a g i s constabiliantur fiantque m a i o r a in dies, libentissime Ecclesiasticam H i e r a r c h i a m in Sinis rite c o n s t i t u i m u s ; et c i v e m v e s t r u m , prim u m i n historiae annalibus, R o m a n a e purpurae dignitate d e coravimus.
6

A t q u e u t i n a m q u a m p r i m u m dies elucescat — h a c de causa incensissima v o t a s u p p l i c e s q u e preces ad D e u m f u n d i m u s — q u o die a p u d v o s q u o q u e s a c r o r u m Antistites a c sacerdotes o m nes, qui e gente sint vestra ac necessitatibus sint pares, cathol i c a m E c c l e s i a m q u e a n t in i m m e n s i s regionibus istis regere ac moderari, atque a d e o i a m necesse n o n sit ut Missionales, ex aliis Nationibus orti, in vestro apostolatus c a m p o adiutriceái v o b i s o p e r a m navent. A t t a m e n veritas ipsa Nostrique ofíicii conscientia a N o b i s postulant ut h a e c v o b i s o m n i b u s q u e diligenter a n i m a d v e r t e n d a p r o p o n a m u s : primum, hos Evangelii praecones, qui, dilecta patria cuiusque sua derelicta, suis l a b o ribus apud v o s suisque sudoribus d o m i n i c u m e x c o l u n t a g r u m , n o n terrenis rationibus m o v e r i , sed nihil aliud quaerere, nihil magis optare, q u a m u t p o p u l u m v e s t r u m christianae doctrinae lumine collustrent, christianis m o r i b u s informent, supernaque caritate a d i u v e n t ; ac praeterea e o - e t i a m die, q u o adauctus t a n d e m a p u d v o s i n d i g e n a r u m clerus socia e x t e r o r u m M i s s i o n a l i u m o p e r a n o n indigeat, n o n « regiminis a u t o n o m i a » , ut aiunt, in Natione vestra, sicut in ceteris, C a t h o l i c a m regi posse E c c l e siam. E t e n i m tunc etiam, ut p r o b e nostis, prorsus necesse erit ut c h r i s t i a n o r u m c o m m u n i t a s a p u d v o s q u o q u e , si societatem a Redemptore nostro divinitus conditam participare velit, S u m m o Pontifici, Iesu Christi in terris V i c a r i o , o m n i n o su-

Cfr.

Ibidem,

p.

155.

Acta

Pii

Pp.

XII

biecta sit, c u m e o d e m q u e arctissime coniungatur, ad religiosam fidem et ad m o r e s q u o d attinet. Quibus q u i d e m verbis — ut d i g n u m notatu est — u n i v e r s a m v i t a m o p e r a m q u e Ecclesiae a m p l e c t i m u r ; atque adeo etiam constitutionem eius, eius regim e n eiusque d i s c i p l i n a m ; quae o m n i a a Iesu Christi voluntate, Ecclesiae conditoris, p r o c u l d u b i o pendent. Q u a profecto d i v i n a voluntate christifideles in d u o s ordines distribuuntur, clericor u m l a i c o r u m q u e ; e a d e m q u e voluntate d u p l e x constituitur sacra potestas o r d i n i s n e m p e et iurisdictionis. Ac praeterea — q u o d divinitus pariter statutum est — ad potestatem ordinis, q u a Ecclesiastica Hierarchia ex E p i s c o p i s constat, presbyteris et administris, accedatur per a c c e p t u m sacri ordinis sacrament u m ; iurisdictionis autem potestas, quae S u p r e m o Pontifici iure i p s o d i v i n o directe confertur, E p i s c o p i s e x e o d e m provenit iure, at nonnisi per Petri Successorem, cui q u i d e m n o n t a n t u m christifideles, sed E p i s c o p i etiam o m n e s et oboedientiae o b s e q u i o et unitatis v i n c u l o constanter subici et adhaerere tenentur. A c d e n i q u e d i v i n a item voluntate vetitum est n e p o p u l u s , vel civilis potestas in Ecclesiasticae Hierarchiae iura constitut i o n e m q u e invadant.
7

H a e c praeterea animadvertant o m n e s oportet, q u o d ceteroquin, Venerabiles Fratres ac dilecti filii, v o b i s p e r s p e c t u m o m n i n o est, N o s vehementer optare q u a m p r i m u m f i e r i posse u t Catholicae Sinensium Ecclesiae necessitatibus pares esse queant opes, quas ipsi Sinarum christifideles suppeditaverint; e christiana illa caritate oriuntur, attam e n , ut o p t i m e nostis, quae a p u d ceteras Nationes h a c de causa corrogantur stipes, q u a ii o m n e s , qui Iesu Christi sunt sacro cruore redempti, et i n v i c e m fraterno foedere c o n i u n g a n t u r oportet, et d i v i n o c o m p e l l a n t u r a m o r e a d R e d e m p t o r i s nostri R e g n u m u s q u e q u a q u e p r o viribus p r o p a g a n d u m . I d igitur n o n politicis rationibus, vel u t c u m q u e profanis causis inservit, sed eo tantum contendit, ut p r a e c e p t u m
7

Cfr.

C o n c . T r i d . , S e s s . X X I I I , D e Ordine, c a n . 2 - 7 ; C o n c . V a t . , S e s s . I V ; C . I . C ,

can.

108-109.

10

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

caritatis, q u o d Iesus Christus n o b i s o m n i b u s impertiit, et q u o eius discipuli reapse d i g n o s e u n t u r ,
8

ad effectum utiliter d e d u -

catur. Id volentes libentesque christiani n u l l o n o n tempore fecerunt, ut i a m g e n t i u m A p o s t o l u s de christifidelibus M a c e d o n i a e et A c h a i a e testatur, qui q u i d e m sponte largitiones suas
9

ad

« pauperes sanctorum, qui sunt i n Ierusalem » latia c o m m o r a b a n t u r , A p o s t o l u s a d h o r t a b a t u r .

mittebant; a d

i d e m q u e a g e n d u m suos in Christo filios, qui Corinthi v e l in Ga10

A c denique n o n n u l l i habentur a p u d v o s , qui n o n m o d o , u t d i x i m u s , in regimine et in re o e c o n o m i c a nulli prorsus subiectam esse v o l u n t E c c l e s i a m vestram, sed e t i a m in christiana i m pertienda doctrina et in sacris habendis c o n t i o n i b u s q u a n d a m <( a u t o n o m i a m », ut aiunt, e i d e m v i n d i c a r e c o n t e n d u n t . M i n i m e q u i d e m infitiamur c o n t i o n a n d i d o c e n d i q u e ration e m aliam alibi esse debere, atque adeo ad p e c u l i a r e m S i n a r u m p o p u l i naturam, i n d o l e m traditosque antiquitus m o r e s , quotiesc u m q u e f i e r i potest, c o n f o r m a n d a m esse; q u i n i m m o s i ita debito m o d o agatur, uberiores profecto fructus a p u d v o s edi possunt. A t t a m e n — q u o d v e l tantum cogitare per a b s u r d u m o m n i n o est — E v a n g e l i u m , divinitus a Iesu Christo traditum, q u o n a m iure possunt h o m i n e s , alio in aliis Nationibus m o d o , p r o arbitrio suo interpretari 1 S a c r o r u m Antistitibus, qui A p o s t o l o r u m successores sunt, itemque sacerdotibus, qui i i s d e m adiutricem p r o suo c u i u s q u e officio n a v a n t o p e r a m , m u n u s d e m a n d a t u m est E v a n g e l i u m illud annuntiandi a c d o c e n d i , q u o d Christus ipse eiusque A p o stoli annuntiavere ac docuere primi, et q u o d haec A p o s t o l i c a Sedes o m n e s q u e E p i s c o p i , e i d e m adhaerentes, per s a e c u l o r u m d e c u r s u m illibatum i n v i o l a t u m q u e servarunt ac tradiderunt. Sacri igitur Pastores huius E v a n g e l i i n o n inventores auctoresve sunt, sed s o l u m m o d o custodes ex auctoritate, ac praecones di-

8

Cfr.
9

TOANN. X V ,

X I I I ,

35.

Bom.

26.
X V I ,

1 0

C f r . I Cor.

1-2.

acta

Pii

Pp.

XII

11

vinitus constituti.

Q u a m o b r e m N o s m e t ipsi et E p i s c o p i u n a
1 1

N o b i s c u m h a n c Iesu Christi sententiam iterare p o s s u m u s ac d e b e m u s : « M e a doctrina n o n est m e a sed eius, qui misit me » . A t q u e o m n i b u s cuiusvis temporis s a c r o r u m Antistitibus h o c A p o s t o l i P a u l i h o r t a m e n t u m tribui potest : « O Timothee, d e p o s i t u m custodi, devitans profanas v o c u m novitates e t o p p o sitiones falsi n o m i n i s scientiae » ; t u m , qui habitat i n n o b i s » .
1 3 1 2

i t e m q u e haec eiusdem A p o -

stoli sententia : « B o n u m d e p o s i t u m custodi per Spiritum SancN o n igitur doctrinae e x h u m a n a m e n t e haustae magistri sumus, sed e a m p r o officii conscientia amplecti ac persequi d e b e m u s , q u a m ipse Christus D o m i n u s d o c u i t et A p o s t o l i s suis e o r u m q u e successoribus d o c e n d a m sollemni mandato commisit.
1 4

Q u a m o b r e m qui veracis Ecclesiae Christi sunt E p i s c o p i v e l sacerdotes, illud etiam atque etiam animadvertere ac meditari debent, q u o d A p o s t o l u s P a u l u s de sua E v a n g e l i i praedicatione asseverabat : « N o t u m . . . v o b i s facio, fratres, E v a n g e l i u m , q u o d e v a n g e l i z a t u m est a m e , quia n o n est s e c u n d u m h o m i n e m :
3 5

neque e n i m e g o ab h o m i n e a c c e p i illud, neque didici, sed per revelationem Iesu Christi » .

A t q u e etiam, c u m certissimum Nobis sit h a n c d o c t r i n a m , q u a m , Sancti Spiritus o p e innixi, tueri integram d e b e m u s , divinitus fuisse traditam, haec A p o s t o l i g e n t i u m iteramus v e r b a : « Sed licet n o s , aut angelus de caelo evangelizet v o b i s praeterq u a m q u o d e v a n g e l i z a v i m u s v o b i s , anathema sit » .
1 6

Facile igitur cernitis,

Venerabiles Fratres

ac

dilecti filii,

n e m i n e m posse c a t h o l i c o censeri ac gloriari n o m i n e , qui alia aliter profiteatur v e l doceat atque ea, quae h u c u s q u e presse s c r i b e n d o p r o p o s u i m u s , ut qui perniciosis illis principiis adhae-

»
1 2

IOANN.

V I I , V I , I,

16. 20. 14. X X V I I I , 19-20.

I II
Cfr.

Tim. Tim.

1 3

1 4

MATTH. I, I,

1

5

Gal.

11-12. 8.

1 6

Gal.

12

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

serunt, quae « tribus a u t o n o m u s » informantur, vel aliis eiusd e m generis. Ii, qui e i u s m o d i r e m p r o v e h u n t , s u m m a q u i d e m versutia ac calliditate eo c o n t e n d u n t ut, qui s i m p l i c i v e l p a v i d o sunt a n i m o , decipiantur, v e l e recto abstrahantur itinere; q u a m ad r e m fallaciter asseverant e o s s o l u m m o d o s u a m reapse amare patriam, qui Ecclesiae, q u a m ipsi m e n t e effingunt, adhaereant, « a u t o n o m u s » n e m p e hisce fruenti. At revera, ut ad s u m m a m d e v e n i a m u s , eo d e n i q u e pro v i r i b u s spectant ut Ecclesia « nationalis » , u t aiunt, a p u d v o s constituatur; q u a e q u i d e m E c clesia, si fieret, i a m catholica n o n esset, c u m universitatem, seu « catholicitatem » illam negaret, q u a fit ut v e r a societas, a Iesu Christi condita, supra o m n e s Nationes sit, easque singulas universas amplectatur.

P l a c e t heic ea v o b i s iterare verba, quae, h a c e a d e m de causa, i n m e m o r a t a Epistula A p o s t o l i c a v o b i s s c r i p s i m u s : Catholica Ecclesia <( n o n u n u m p o p u l u m , n o n u n a m g e n t e m ad se adv o c a t , sed o m n e s cuiusvis generis, cuiusvis stirpis h o m i n e s superna illa Christi caritate diligit, q u a singuli universi fraterna i n v i c e m necessitudine inter se c o n i u n g a n t u r oportet. Q u a m o b r e m n e m o asseverare potest e a m peculiari i m p e r i o ac d o m i n a t u i servire; p a r i q u e m o d o fas n o n est ab ea petere, ut diffracta unitate, q u a D i v i n u s ipse eius C o n d i t o r e a m insignitami voluit, ac disiunctis in u n a q u a q u e N a t i o n e constitutis E c clesiis, e a e d e m ab A p o s t o l i c a h a c Sede, u b i Petrus Iesu Christi V i c a r i u s in Successoribus suis ad s a e c u l o r u m u s q u e o b i t u m v i v i t , misere abstrahantur. Quilibet c h r i s t i a n o r u m coetus id
17

fecerit, veluti p a l m e s a sua vite abscissus a r e s c e t , lutares poterit edere fructus » .
1 8

n e q u e sa-

H o s igitur christifideles, de q u i b u s supra c o n q u e r e n d o scripsimus, etiam atque etiam « i n visceribus Christi »
1 9

adhorta-

1 7

Cfr.

IOANN.

X V , .

6.

18

A.

A.

S., I,

X X X X I V , 8.

p.

135.

1 9

Philip.

Acta

Pii

Pp.

XII

13

mur, ut in salutis v i a m se q u a m p r i m u m resipiscendo recipiant. R e m i n i s c a n t u r i i d e m , si necessarium est, id q u o d est Caesaris, dare Caesari, potiore q u o q u e ratione oportere, quae Dei sunt, D e o tribuere ;
2 0

c u m v e r o h o m i n e s e a praecipiant, quae d i v i n a e

voluntati contraria sint, t u m necesse o m n i n o esse h a n c Petri A p o s t o l o r u m q u e sententiam ad r e m deducere : « Oboedire o p o r tet D e o magis q u a m h o m i n i b u s » . piant sibi i n v i c e m a d v e r s a n t e s ; a l i q u a n d o evenit ut,
22 2 1

A c reminiscantur i t i d e m

d u o b u s d o m i n i s servire impossibile esse, si i i d e m res praeciatque i n t e r d u m etiam i m p o s 23

sibile esse Iesu Christo itemque h o m i n i b u s p l a c e r e . usque ad m o r t e m permanere,

Quodsi quoque

q u i v u l t se D i v i n o R e d e m p t o r i fidelem oporteat e u m g r a v e m

iacturam facere, id toleret a e q u o fortique a n i m o . Iis vero, qui, etsi ásperas ferendo angustias, fidelitate erga D e u m , erga C a t h o l i c a m E c c l e s i a m enituerunt, q u i q u e i d c i r c o « digni habiti sunt p r o n o m i n e Iesu c o n t u m e l i a m pati » , rum atque iterum gratulamur, eosdemque paterno
2 4

ite-

adhorta-

m u r a n i m o ut rectum, q u o d inierunt, iter, fortes intrepidique pergant, Iesu Christi sententiam prae mentis oculis h a b e n t e s : <( . . . Nolite timere eos qui o c c i d u n t corpus, a n i m a m autem n o n possunt o c c i d e r e ; sed potius timete e u m , qui potest et a n i m a m et corpus perdere in g e h e n n a m . . . Vestri autem capilli capitis o m n e s numerati sunt. Nolite ergo timere... Omnis ergo qui c o n fitebitur me c o r a m h o m i n i b u s , Patre m e o , qui in caelis est: est » .
2 5

confitebor et ego e u m c o r a m qui autem negaverit me c o r a m

h o m i n i b u s , n e g a b o et e g o e u m c o r a m Patre m e o , qui in caelis

H a u d leve sane c e r t a m e n v o b i s est, Venerabiles Fratres ac dilecti filii, d i v i n a lege i m p o s i t u m . Sed Christus D o m i n u s qui

2

0

Cfr. L u c . Act.
Cfr. V,

X X ,

25.

2 1

29.
VI, 24.

2 2

MATTH.

2 3

Cfr. Act.

Gal.
V ,

I,

10.

2 4

41.
X, 28, 30-33.

2

6

MATTH.

14

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

beatos dixit eos qui persecutionem patiuntur propter iustitiam, e o s d e m gaudere et exsultare iussit, q u o n i a m merces e o r u m c o piosa erit in caelo. " servetis;
27 6

Ipse v o b i s q u o q u e potentissimo a u x i l i o

s u o b e n i g n u s e c o e l o aderit, ut b o n u m certamen certetis et fidem i t e m q u e praesentissima v o b i s o m n i b u s tutela aderit Deipara V i r g o Maria, Mater o m n i u m amantissima. Ipsa, Sinar u m R e g i n a , peculiari m o d o Mariali h o c A n n o v o s tueatur e t adiuvet, ut in p r o p o s i t o vestro constanti a n i m o perseveretis; adsint e Caelo Sancti Martyres Sinarum, qui ob v e r a c e m terrenae patriae a m o r e m a c p o t i s s i m u m o b f i d e l i t a t e m erga D i v i n u m R e d e m p t o r e m eiusque E c c l e s i a m , m o r t e m serena fronte oppetiere. Interea autem caelestium gratiarum auspex et conciliatrix esto A p o s t o l i c a B e n e d i c t i o , q u a m peculiarissimae benevolentiae Nostrae testem, t u m v o b i s , Venerabiles Fratres ac dilecti filii, t u m carissimae Sinensium genti universae peramanter in D o mino impertimus. D a t u m R o m a e , a p u d S. Petrum, die vii mensis Octobris, in festo Sacratissimi Rosarii Beatae Mariae V i r g i n i s , an. MDCCCCLIV, Pontificatus Nostri sexto d e c i m o .

PIUS PP. XII

2 8

Cfr. M A T T H . Cfr. II Tim.

V, 4,

10-12. 7

2 7

Acta

Pii

Pp.

XII

15

N U N T I U S
A S U M M O PONTIFICE PIO P P . XII U N I V E R S O ORBI D A T U S

« Ecce ego declinabo super eam quasi fluvium pacis : Ecco che io riverserò sopra di essa come un fiume di pace » - Questa medesima promessa, preannunziata nel vaticinio messianico di Isaia, e adempiuta con mistico significato dall'Incarnato Verbo di Dio nella nuova Gerusalemme, la Chiesa, Noi desideriamo, diletti figli e figlie dell'orbe cattolico, che risuonì ancora una volta su tutta la umana famiglia, quale augurio del Nostro cuore nella presente vigilia del Natale.
1

Un fiume di pace sul mondo! È questo il voto che più lungamente abbiamo nutrito nell'animo Nostro, per il quale abbiamo più fervidamente pregato e Ci siamo adoperati dal giorno in cui la divina Bontà si compiacque di confidare alla Nostra umile persona l'alto e tremendo officio di Padre comune dei popoli, proprio del Vicario di Colui, cui spettano in eredità le genti.
2

Abbracciando con uno sguardo d'insieme i trascorsi anni del Nostro Pontificato nella parte del mandato che a Noi deriva dalla universale paternità di cui siamo investiti, Ci sembra che la divina Provvidenza abbia inteso assegnarci la particolare missione di contribuire a ricondurre, con paziente e quasi estenuante azione, la umanità sui sentieri delia pace. All'approssimarsi del Natale, mentre si acuiva in Noi la brama di accorrere alla culla del Principe della pace per offrirgli, come il dono a Lui più gradito, la umanità pacificata e tutta insieme raccolta quasi in una sola famiglia, Ci fu invece riservata — nei primi sei anni — l'amarezza senza nome di vedere intorno a Noi soltanto popoli in armi, travolti dall'insano furore di vicendevole distruzione. Sperammo — e con Noi molti speravano — che, esauritasi infine l'eccitazione dell'odio e della vendetta, ben presto sarebbe sorta l'alba di un periodo di sicura concordia. Perdurò invece quello stato angoscioso di disagio e di pericolo, designato dalla opinione pubblica col nome di « guerra fredda », poiché in realtà poco o nulla aveva di comune con la vera pace, e molto di una tregua, vacillante al minimo urto. Il Nostro annuale ritorno alla culla del Bedentore continuò a consistere in una
1

I s . 66, 12. Ps. 2 . S.

2

1(5

Axita

Apostolicae

SeâÂs

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Commentarium

Officiale

mesta offerta di dolori e di ansie, con l'intenso desiderio di trarne il coraggio necessario per non desistere dall'esortare gli uomini alla pace, indicandone il giusto cammino. Possiamo almeno ora, in questo sedicesimo Natale del Nostro Pontificato, adempiere tale voto? Secondo quanto si assicura da molti, alla guerra fredda è stato sostituito lentamente un periodo di distensione fra le parti in contrasto, quasi vicendevole concessione di più lungo respiro, distensione a cui è stato dato, non senza una qualche ironia, il nome di « p a c e fredda». Benché riconosciamo volentieri che essa rappresenta un qualche progresso nella faticosa maturazione della pace propriamente tale, tuttavia non è ancora il dono degno del mistero di Betlemme, ove « apparve la benignità e l'amore di Dio nostro Salvatore per gli uomini » . Contrastata invero troppo vivamente con lo spirito di cordialità, di sincerità e di chiarezza, che aleggia intorno alla culla del Bedentore.
3

Che cosa s'intende infatti nel mondo della politica per pace fredda se non la mera coesistenza di diversi popoli, sostenuta dal vicendevole timore e dal reciproco disinganno? Ora è chiaro che la semplice coesistenza non merita il nome di pace, quale la tradizione cristiana, formatasi alla scuola dei sommi intelletti di Agostino e di Tommaso d'Aquino, ha appreso a definire « tranquillitas ordinis ». La pace fredda è soltanto una calma provvisoria, il cui durare è condizionato dalla sensazione mutevole del timore, dal calcolo oscillante delle forze presenti; mentre dell'<( ordine » giusto, il quale suppone una serie di rapporti convergenti in un comune scopo giusto e retto, non ha nulla. Escludendo poi qualsiasi vincolo d'ordine spirituale tra i popoli così frammentatamente coesistenti, la pace fredda è ben lontana da quella predicata e voluta dal divino Maestro, fondata cioè sull'unione degli spiriti nella medesima verità e nella carità, e che S. Paolo definisce « pax Dei », la quale impegna innanzi tutto le intelligenze ed i cuori, e si esercita in armonica collaborazione di opere in tutti i campi della vita, non escluso quello politico, sociale ed economico. Ecco perchè Noi non osiamo offrire la pace fredda al divino Infante. Non è la pax semplice e solenne che cantarono gli Angeli ai pastori nella santa notte; tanto meno è la pax Dei che supera ogni senso, ed è fonte di intimo e pieno gaudio ; ma neppure è quella sognata e auspicata dalla presente umanità già tanto afflitta. Desideriamo tuttavia di esaminarne
4 5
3

Tit.

3,

4. 4,

* C f r . PMI.
5

7.

Cfr.

ib.

Ada

Pii

Pp

XII

17

in particolare le manchevolezze, affinchè dal suo vuoto e dalla sua incerta durata sorga imperiosa la brama nei reggitori dei popoli ed in coloro che possono esercitare qualche influsso in questo campo, di tramutarla al più presto nella pace vera, che è, in concreto, Cristo stesso. Poiché, se la pace è ordine, e l'ordine è unità, Cristo è il solo che può e vuole unire gli umani spiriti nella verità e nell'amore. In questo senso la Chiesa lo addita alle genti, con le parole del profeta, come pace Egli stesso : « Et erit Iste pax » .
6

1. La coesistenza nel Umore È impressione comune, ricavata dalla semplice osservazione dei fatti, che il principale fondamento, su cui poggia il presente stato di relativa calma, sia il timore. Ciascuno dei gruppi, nei quali è divisa l'umana famiglia, tollera che esista l'altro, perchè non vuole perire egli stesso. Evitando in tal modo il fatale rischio, ambedue i gruppi, non convivono, ma coesistono. Non è stato di guerra, ma neppure è pace : è una fredda calma. In ciascuno dei due gruppi è assillante il timore per la potenza militare ed economica dell'altro, in ambedue è viva l'apprensione per gli effetti catastrofici delle novissime armi. Con attenzione piena d'angoscia ciascuno segue lo sviluppo tecnico degli armamenti dell'altro e le sue capacità di produzione economica, mentre affida alla propria propaganda il compito di trarre partito dall'altrui timore, rafforzandone ed estendendone il senso. Sul terreno concreto della politica sembra che non si faccia più assegnamento su altri principi razionali o morali, travolti, dopo tante delusioni, da un estremo collasso di scetticismo. L'assurdo più evidente che emerge da un così miserevole stato di cose è questo : la odierna prassi politica, pur paventando la guerra come somma catastrofe, le concede tutto il credito, quasi sia l'unico espediente per sussistere e l'unica regolatrice dei rapporti internazionali. In certo senso, si confida in ciò da cui supremamente si aborre. Se non che siffatta prassi politica ha indotto molti, anche tra gli stessi governanti, ad una revisione di tutto il problema della pace e della guerra, e a chiedersi sinceramente se lo scampo dalla guerra e la garanzia della pace non debbano ricercarsi in regioni più elevate e più umane che non in quella, dominata esclusivamente dal terrore. Si è in tal modo accresciuta la schiera di coloro che si ribellano all'idea di doversi conB

Mich. 5, 5 - C f r . L i t u r g . Off. D. N. I. C. R e g i s , p a s s i m .

2 — ACTA, vol. X X I I , n. 1 - 28-1-1955,,

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Acta

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Sedis

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Commentarium

Officiale

tentare della mera coesistenza, rinunziando a rapporti più vitali con l'altro gruppo, e di esser costretti a vivere tutti i giorni della loro esistenza in un'aura di snervante timore. Sono così tornati a considerare il problema della pace e della guerra come un fatto di responsabilità superiore e cristiana dinanzi a Dio e alla legge morale. Certamente anche in questo mutato modo di considerare il problema entra l'elemento « timore », come freno alla guerra e stimolo alla pace ; ma si tratta del timore salutare di Dio, garante e vindice dell'ordine morale, e quindi, come insegna il Salmista, del principio di sapienza. Trasportato il problema su questo piano più elevato e unicamente degno delle creature razionali, è riapparsa netta l'assurdità della dottrina che ha imperato nelle scuole politiche degli ultimi decenni : essere, cioè, la guerra una delle tante forme ammesse dell'azione politica, lo sbocco necessario, quasi naturale, degli insanabili dissensi tra due paesi ; esser quindi la guerra un fatto estraneo a qualsiasi responsabilità morale. Assurdo e inammissibile è apparso parimente il principio, anche questo per lungo tempo accettato, secondo il quale il governante, che dichiara una guerra, sarebbe soltanto soggetto a incorrere in un errore politico, se questa sarà perduta; ma non potrebbe in nessun caso esser accusato di colpa morale e di delitto, non avendo, potendolo, conservato la pace.
7

Appunto questa concezione assurda ed immorale della guerra rese vani, nelle settimane fatali del 1939, i Nostri sforzi, tendenti a sorreggere in ambedue le parti la volontà di continuare a trattare. La guerra fu allora considerata come un dado, da giuocare con maggiore o minore cautela e destrezza, non un fatto morale che impegnava la coscienza e le superiori responsabilità. Occorsero le immense distese di tombe e di rovine, perchè si rivelasse il vero volto della guerra : non un giuoco più o meno fortunato tra interessi; ma la tragedia, più spirituale che materiale, di milioni di uomini ; non il rischio di qualche bene, ma la perdita di tutto : un fatto di enorme gravità. Com'è possibile — si domandarono allora molti con la semplicità e la verità del buon senso — che, mentre ciascuno sente urgere in sè la responsabilità morale dei propri atti più ordinari, l'orrido fatto della guerra, che pure è frutto di libera determinazione in qualcuno, possa sottrarsi al dominio della coscienza, n è vi sia un Giudice, cui le innocenti vittime abbiano accesso? In quel nascente clima di rinsavimento popolare, il Nostro grido « guerra alla guerra », col quale, nel 1944, dichiarammo la

7

Ps. 110, 1 0 .

Acta

PU

Pp.

XII

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lotta al puro formalismo dell'azione politica e alle dottrine della guerra che non tengono conto di Dio, nè dei suoi comandamenti, trovò larghi consensi. Quel salutare rinsavimento, non che dileguarsi, si è maggiormente approfondito ed esteso negli anni della guerra fredda, forse perchè la prolungata esperienza ha messo anche più in risalto l'assurdità di una vita controllata dal timore. In tal modo la pace fredda, con le stesse sue incoerenze e coi suoi disagi, mostra di muovere i primi passi verso un ordine morale autentico e verso il riconoscimento dell'alta dottrina della Chiesa sulla guerra giusta ed ingiusta, sulla liceità e la illiceità del ricorso alle armi. Vi giungerà certamente, se dall'una e dall'altra parte si ritornerà con animo sincero, quasi religioso, a considerare la guerra come oggetto dell'ordine morale, la cui violazione costituisce realmente una colpa che non resta impunita. Vi giungerà, se, in concreto, gli uomini politici, prima di vagliare i vantaggi e i rischi delle loro determinazioni, si riconosceranno personalmente soggetti alle eterne leggi morali, e tratteranno il problema della guerra come una questione di coscienza dinanzi a Dio. Non vi è altro mezzo, nelle presenti condizioni, per liberare il mondo daìl'incubo angoscioso, se non ricorrendo al timor di Dio, che non avvilisce chi in sè lo accoglie; lo preserva anzi dall'infamia dell'immane crimine, che è la guerra non imposta. E chi potrebbe meravigliarsi se la pace e la guerra risultano in tal modo strettamente connesse con la verità religiosa? Tutta la realtà è di Dio : proprio nel distaccare la realtà dal suo principio e fine consiste la radice di ogni male. Di qui risulta anche evidente che uno sforzo o una propaganda pacifista che provenisse da chi nega ogni fede in Dio, è sempre molto dubbia, incapace di attenuare od eliminare l'angoscioso senso di timore, se pure non sia condotta ad arte come espediente per provocare un effetto tattico di eccitamento e di confusione. La presente coesistenza nel timore ha così solo due prospettive dinanzi a sè : o si innalzerà a coesistenza nel timor di Dio, e poi a convivenza di pace vera, ispirata e vegliata dal Suo ordine morale ; ovvero si contrarrà sempre di più in una glaciale paralisi della vita internazionale, i cui gravi pericoli sono già fin da ora prevedibili. Infatti, il frenare a lungo la naturale espansione della vita dei popoli potrebbe alla fine condurre questi al medesimo disperato sbocco, che si vuole evitare : la guerra. Nessun popolo, inoltre, sopporterebbe indefinitamente la corsa agli armamenti senza risentirne disastrosi effetti nel suo sviluppo economico normale. Vani sarebbero gli stessi accordi intesi a imporre una limitazione negli armamenti. Mancando il sostrato morale del timore di Dio,

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Commentarium

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essi, se mai fossero raggiunti, diverrebbero fonte di nuova reciproca diffidenza. Eesta dunque auspicabile e luminosa l'altra via che, partendo dal timor di Dio, conduce, col suo aiuto, alla pace vera, che è sincerità, calore, vita, degna pertanto di Colui che ci è stato donato, affinchè gli uomini avessero in Lui, e sovrabbondantemente, la vita.
8

2. La coesistenza nell'errore Quantunque la « guerra fredda » — e lo stesso vale per la (( pace fredda » — mantenga il mondo in una dannosa scissione, non impedisce però fino a questo momento che pulsi in esso un intenso ritmo di vita. In verità si tratta di una vita che si svolge quasi esclusivamente nel campo economico. Ma è innegabile che l'economia, avvalendosi dell'incalzante progresso della tecnica moderna, ha raggiunto con attività febbrile sorprendenti risultati, tali da far prevedere una trasformazione profonda della vita dei popoli, anche di quelli creduti finora alquanto arretrati. Senza dubbio non si può negarle ammirazione per quanto ha effettuato e per ciò che promette. Tuttavia l'economia, con la sua capacità apparentemente illimitata di produrre beni senza numero, e con la molteplicità delle sue relazioni, esercita presso molti contemporanei un fascino superiore alle sue possibilità e su terreni ad essa estranei. L'errore di una simile fiducia riposta nella moderna economia accomuna ancora una volta le due parti, in cui il mondo d'oggi è smembrato. In una di esse s'insegna che, se l'uomo ha dimostrato tanto potere da creare il maraviglioso complesso tecnico-economico di cui oggi si vanta, avrà anche la capacità di organizzare la liberazione della vita umana da tutte le privazioni e tutti i mali di cui soffre, e di operare in tal modo una sorta di autoredenzione. D'altra parte, invece, guadagna terreno, la concezione che dalla economia, ed in particolare da una sua forma specifica, qual è il libero scambio, si deve attendere la soluzione del problema della pace. Abbiamo avuto già altre volte occasione di esporre la infondatezza di tali dottrine. Or sono circa cento anni i seguaci del sistema del libero commercio ne aspettavano mirabili cose, ravvisando in esso un potere quasi magico. Uno dei suoi più ardenti proseliti non dubitava di paragonare il principio del libero scambio, quanto ad ampiezza di effetti nel mondo morale, al principio di gravità che regge il mondo fisico, asseio. io.

4

Cfr. io.

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gnandogli, come effetti propri, il ravvicinamento degli uomini la scomparsa degli antagonismi di razza, di fede, di lingua, e la unità di tutti gli esseri umani in una pace inalterabile.
9

Il corso degli avvenimenti ha dimostrato quanto sia ingannevole l'illusione di confidare la pace al solo libero scambio. Non avverrebbe diversamente in futuro, qualora s'insistesse in questa fede cieca che conferisce all'economia una immaginaria forza mistica. Al presente, del resto, mancano i fondamenti di fatto che potrebbero garantire in qualche modo le troppo rosee speranze, nutrite anche oggi dai successori di quella dottrina. Infatti, mentre, in una delle parti coesistenti nella pace fredda, la libertà economica, tanto esaltata, in realtà àncora non esiste; nell'altra è addirittura rigettata come principio assurdo. Vi è fra ambedue un diametrale contrasto nel concepire i fondamenti stessi della vita ; contrasto che non può essere superato con forze puramente economiche. Anzi, se esistono, come è vero, rapporti di causa e di effetto tra il mondo morale e il mondo economico, essi debbono essere ordinati in modo che si assegni a quello il primato ; spetta cioè al mondo morale compenetrare autorevolmente del suo spirito anche l'economia sociale. Stabilita questa gerarchia, e permettendo che venga realmente esercitata, l'economia stessa consoliderà, in quanto può, il mondo morale, raffermando i presupposti spirituali e le forze della pace. D'altra parte il fattore economico potrebbe frapporre a questa seri ostacoli, particolarmente alla pace fredda, intesa come equilibrio di gruppi, se indebolisse con errati sistemi una delle parti. Ciò avverrebbe, tra l'altro, ove singoli popoli di un gruppo si abbandonassero, senza discernimento nè riguardi verso gli altri, all'incessante aumento della produttività e ad innalzare costantemente il proprio tenore di vita. Sarebbe inevitabile, in questo caso, l'insorgere di risentimenti e di rivalità nei popoli contigui, e per conseguenza l'indebolimento di tutto il gruppo. Ma, a prescindere da questa considerazione particolare, è necessario persuadersi che le relazioni economiche tra le nazioni in tanto saranno fattori di pace, in quanto obbediranno alle norme del diritto naturale, s'ispireranno all'amore, avranno riguardo per gli altri popoli e saranno fonti di aiuto. Si tenga per certo che nei rapporti tra gli uomini, anche solo economici, nulla si produce da sè, come accade nella natura, soggetta a leggi necessarie; ma tutto, in sostanza, dipende dallo spirito. Soltanto lo spirito, immagine di Dio ed esecutore dei suoi disegni, può stabilire sulla terra ordine ed armonia, e vi perverrà nella misura in cui
0

Ofr.
1870,

Richard
I pag.

Cobden,
362-363

Speeches

on

questions

of public

Policy,

London,

Macmillan

and

Co.,

vol.

22

Acta

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Commentarium

Officiale

si renderà interprete fedele e docile strumento dell'unico Salvatore Gesù Cristo, Pace Egli stesso. Se non che, in un altro campo, anche più delicato che l'economico, l'errore è condiviso dalle due parti coesistenti nella pace fredda : esso riguarda i principi animatori della rispettiva unità. Mentre una delle parti fonda la sua forte coesione interna sopra un'idea falsa, anzi lesiva dei primari diritti umani e divini, ma tuttavia efficace; l'altra, dimentica di averne già in sè una, vera, provata con buon successo nel passato, sembra invece dirigersi verso principi politici evidentemente dissolutori della unità. Nell'ultimo decennio, quello del dopoguerra, un grande anelito di spirituale rinnovamento urgeva gli animi: unificare fortemente l'Europa, prendendo le mosse dalle condizioni naturali di vita dei suoi popoli, allo scopo di metter termine alle tradizionali rivalità tra l'uno e l'altro e di assicurare la comune protezione della loro indipendenza e del loro pacifico sviluppo. Questa nobile idea non prestava motivi di querela e di diffidenza al mondo extra-europeo, nella misura in cui questo guardava di buon occhio l'Europa. Si era inoltre persuasi che facilmente l'Europa avrebbe trovato in sè stessa l'idea animatrice della sua unità. Ma gli avvenimenti successivi e i recenti accordi, che, come si crede, hanno aperto la via alla pace fredda, non hanno più come base l'ideale di una più larga unificazione europea. Molti infatti stimano che l'alta politica sia per ritornare al tipo di Stato nazionalistico, chiuso in sè stesso, accentratole delle forze, irrequieto nella scelta delle alleanze, e quindi non meno pernicioso di quello in auge durante lo scorso secolo. Troppo presto si è dimenticato l'enorme cumulo di sacrifici di vite e di beni estorto da questo tipo di Stato e gli schiaccianti pesi economici e spirituali da esso imposti. Ma la sostanza dell'errore consiste nel confondere la vita nazionale in senso proprio con la politica nazionalistica : la prima, diritto e pregio di un popolo, può e deve essere promossa ; la seconda, quale germe d'infiniti mali, non sarà mai abbastanza respinta. La vita nazionale è, per sè, il complesso operante di tutti quei valori di civiltà, che sono propri e caratteristici di un determinato gruppo, della cui spirituale unità costituiscono come il vincolo. Nello stesso tempo essa arricchisce, quale contributo proprio, la cultura di tutta l'umanità. Nella sua essenza, dunque, la vita nazionale è qualche cosa di non-politico; tanto è vero che, come dimostrano la storia e la prassi, essa può svilupparsi accanto ad altre, in seno al medesimo Stato, come anche può estendersi al di là dei confini politici di questo. La vita nazionale non divenne un principio di dissoluzione della comunità dei popoli, che

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quando cominciò ad essere sfruttata come mezzo per fini politici ; quando, cioè, lo Stato dominatore e accentratore, fece della nazionalità la base della sua forza di espansione. Ecco allora lo Stato nazionalistico, germe di rivalità e fomite di discordie. È chiaro che, se la comunità europea s'inoltrasse in questa via, la sua coesione risulterebbe ben fragile in paragone a quella del gruppo che ha di fronte. La sua debolezza si rivelerebbe certamente il giorno di una futura pace destinata a regolare con avvedimento e giustizia le questioni ancora in sospeso. Nè si dica che, nelle nuove circostanze, il dinamismo dello Stato nazionalistico non rappresenta più un pericolo per gli altri popoli, essendo privo, nella maggioranza dei casi, della effettiva forza economica e militare; poiché anche il dinamismo di una immaginaria potenza nazionalistica, espresso coi sentimenti più che esercitato con gli atti, disgusta egualmente gli animi, alimenta la sfiducia e il sospetto nelle alleanze, impedisce la comprensione reciproca, e quindi la leale collaborazione ed il mutuo aiuto, nè più nè meno che se fosse fornito di effettiva potenza. Ohe* ne sarebbe, poi, in tali condizioni, del vincolo comune, che dovrebbe stringere i singoli Stati in unità? Quale potrebbe essere l'idea grande ed efficace, che li renderebbe saldi nella difesa ed operanti in un comune programma di civiltà? Da alcuni si vuol vederla nel concorde rifiuto del genere di vita attentatrice della libertà, proprio dell'altro gruppo. Senza dubbio, l'avversione alla schiavitù è notevole cosa, ma di valore negativo, che non possiede la forza di stimolare gli animi all'azione con la stessa efficacia di un'idea positiva e assoluta. Questa potrebbe invece essere l'amore alla libertà voluta da Dio e in accordo con le esigenze del bene generale, oppure l'ideale del diritto di natura, come base di organizzazione dello Stato e degli Stati. Soltanto queste e simili idee spirituali, acquisite già da molti secoli alla tradizione della Europa cristiana, possono sostenere il confronto — e anche superarlo, nella misura in cui fossero rese vive — con l'idea falsa, ma concreta e valida, che stringe apparentemente, e non senza il sussidio della violenza, la coesione dell'altro gruppo : l'idea cioè d'un paradiso terrestre, effettuabile non appena si pervenisse a stabilire una determinata forma d'organizzazione sociale. Per quanto illusoria, questa idea riesce a creare, almeno esteriormente, una unità compatta e dura e ad essere accettata da masse ignare ; sa animare i suoi membri all'azione e votarli al sacrificio. La medesima idea, in seno alla compagine politica che la esprime, dà ai suoi dirigenti un forte potere di seduzione e agli adepti

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l'audacia di penetrare come avanguardie tra le file stesse dell'altro gruppo. L'Europa invece attende ancora il risveglio di una propria coscienza. Frattanto, in quello che essa rappresenta come saggezza e organizzazione di vita associata e come influsso di cultura, sembra che perda terreno in non poche regioni della terra. In verità tale ripiegamento riguarda i fautori della politica nazionalistica, i quali sono costretti ad indietreggiare dinanzi ad avversari che hanno fatto propri i loro stessi metodi. Specialmente tra alcuni popoli fino ad ora considerati coloniali, il processo di maturazione organica verso l'autonomia politica, che l'Europa avrebbe dovuto guidare con accorgimento e premura, si è rapidamente mutato in esplosioni nazionalistiche, avide di potenza. Bisogna confessare che anche questi improvvisi incendi, a danno del prestigio e degli interessi dell'Europa, sono, almeno in parte, il frutto del cattivo suo esempio. Si tratta solo di un momentaneo smarrimento per l'Europa? — Ad ogni modo, ciò che deve restare, e senza dubbio resterà, è l'Europa genuina, cioè il complesso di tutti i valori spirituali e civili, che l'Occidente ha accumulato, attingendo alle ricchezze dèlie singole sue nazioni, per dispensarle all'intero mondo. L'Europa, conforme alle disposizioni della divina Provvidenza, potrà essere ancora vivaio e dispensatrice di quei valori, se saprà riprendere consapevolezza del suo proprio carattere spirituale e abiurare la divinizzazione della potenza. Come nel passato le sorgenti della sua forza e della sua cultura furono eminentemente cristiane, così ella dovrà imporsi un ritorno a Dio e agli ideali cristiani, se vorrà ritrovare la base e il vincolo della sua unità e della sua vera grandezza. E se queste sorgenti sembrano in parte inaridite, se quel vincolo minaccia di essere spezzato e il fondamento della sua unità frantumato, le responosabilità storiche o presenti ricadono su tutte e due le parti che si trovano ora di fronte, in angoscioso e reciproco timore. Questi motivi dovrebbero bastare agli uomini di buona volontà nell'uno e nell'altro campo per desiderare, pregare ed agire, affinchè l'umanità sia liberata dalla ebbrezza della potenza e della egemonia, e acciocché lo Spirito di Dio sia il sovrano reggitore del mondo, ove un giorno l'Onnipotente stesso non scelse altro mezzo per salvare coloro che amava, se non di farsi debole Bambino in una povera culla. « Parvulus enim natus est noMs, et -filius datus est nolis, et factus est principatus super humer um eius ».
10

1 0

Is. 9 , 6 ; Cfr. Intr. I I I Missae NatiT.

Acta

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Pp.

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3. La coesistenza nella verità Benché sia così triste notare come la presente frattura della umana famiglia si sia prodotta, all'inizio, tra uomini che conoscevano e adoravano il medesimo Salvatore Gesù Cristo, nondimeno Ci pare fondata la fiducia che nello stesso Suo nome si possa ancora gettare un ponte di pace fra le opposte sponde, e ristabilire il vincolo comune dolorosamente spezzato. Si spera infatti che la odierna coesistenza avvicini la umanità alla pace. Per giustificare però questa attesa, deve essere in qualche modo una coesistenza nella verità. Non si può tuttavia costruire nella verità un ponte tra questi due mondi separati, se non appoggiandosi sugli uomini che vivono nell'uno e nell'altro, e non sui loro regimi o sistemi sociali. Poiché, mentre l'una delle due parti si sforza ancora in larga misura, consapevolmente o no, di preservare il diritto naturale, il sistema in vigore nell'altra si è completamente distaccato da questa base. Che un soprannaturalismo unilaterale non voglia punto far caso di simile atteggiamento, col motivo che viviamo nel mondo della redenzione, sottratti perciò all'ordine della natura ; ovvero che si pretenda di riconoscere come (( verità storica » il carattere collettivista di quel sistema, nel senso che corrisponda anch'esso al divino volere ; — sono errori questi, a cui un cattolico non può in alcun caso soggiacere. La retta via è ben altra. In ambedue i campi milioni sono coloro che hanno conservato, in grado più o meno attivo, l'orma di Cristo : essi, non meno dei fedeli e fervorosi credenti, dovrebbero essere chiamati a collaborare per una rinnovata base di unità della famiglia umana. È vero che, in una delle parti, la voce degli uomini, che stanno risolutamente per la verità, per l'amore,, per lo spirito, è soffocata dalla pressione dei pubblici poteri, e che, nell'altra, vi è troppa timidezza nel proclamare alto i buoni desideri; è dovere però della politica di unificazione incoraggiare gli uni e farsi eco degli altri. In quella parte specialmente, dove non è delitto il contrastare l'errore, gli uomini di Stato dovrebbero possedere maggior fiducia in sè stessi, e agli altri dimostrare più fermo coraggio nello sventare le mene delle forze oscure che tuttora tendono a instaurare egemonie di potenza, più attiva saggezza nel conservare ed accrescere le schiere degli uomini di buona volontà, in primo luogo dei credenti in Dio, che la causa della vera pace conta numerosi in ogni dove. Sarebbe certamente errata politica di unificazione — se non proprio tradimento — il sacrificare ad interessi nazionalistici minoranze etniche, che sono*

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prive della forza per difendere i loro beni supremi, la loro fede e la loro cultura cristiana. Coloro che così facessero, non sarebbero degni di fiducia e non agirebbero onestamente, se poi, nei casi in cui lo richiedesse il loro interesse, invocassero i valori della religione e il rispetto del diritto. Molti si offrono ad apprestare la base della unità umana. Se non che, dovendo questa base o ponte essere di natura spirituale, non sono certamente qualificati per quest'opera gli scettici ed i cinici, che, alla scuola di un materialismo più o meno larvato, riducono perfino le più auguste verità e i più alti valori spirituali a reazioni fisiche o parlano di mere ideologie. Nè sono adatti allo scopo coloro che non riconoscono verità assolute, nè accettano obblighi morali sul terreno della vita sociale. Questi ultimi, che già in passato col loro abuso della libertà e con una critica distruttiva ed irragionevole son venuti, spesso incoscientemente, a preparare un clima favorevole alla dittatura ed alla oppressione, si spingono di nuovo avanti per intralciare l'opera di pacificazione sociale e politica intrapresa sotto l'ispirazione cristiana. Qua e là non è raro che essi levino la voce contro quelli che consapevolmente^ come cristiani, s'interessano con pieno diritto dei problemi politici e in generale della vita pubblica. Talora essi denigrano altresì la sicurezza e la forza che il cristiano attinge dal possesso della verità assoluta, e diffondono, al contrario, la persuasione che torni ad onore dell'uomo moderno e sia pregio della sua educazione non aver idee o tendenze determinate, nè essere legato ad alcun móndo spirituale. Si dimentica frattanto che precisamente da questi principi hanno tratto origine le confusioni e i disordini odierni, nè si vuol ricordare che appunto le forze cristiane, ora da essi contrastate, valsero a ripristinare in molti paesi la liberta da loro stessi sperperata. Non certo da tali uomini può sorgere il ponte della verità e la comune base spirituale : vi è invece da aspettarsi che, a seconda della opportunità, essi non trovino disdicevole il simpatizzare con il falso sistema dell'altra sponda, adattandosi a rimanerne anche travolti, qualora dovesse momentaneamente trionfare. dell'attendere, pertanto, con fiducia nella divina clemenza, che il ponte spirituale e cristiano, già esistente in qualche modo fra le due sponde, prenda più vasta ed efficace consistenza, Noi vorremmo esortare primieramente i cristiani dei paesi, ove si gode ancora il dono divino della pace, a fare tutto il possibile per affrettare l'ora del suo universale ristabilimento. Si persuadano questi, innanzi tutto, che il possesso della verità, se restasse chiuso in loro stessi, quasi oggetto della loro contemplazione per trarne spirituale godimento, non servirebbe alla

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causa della pace : la verità ha dà esser vissuta, comunicata, applicata in tutti i campi della vita. Anche la verità, specialmente cristiana, è un talento che Dio pone nelle mani dei suoi servi, affinchè con le loro intraprese fruttifichi in opere di comune salute. A tutti i possessori della verità Noi vorremmo chiedere, prima che lo faccia l'eterno Giudice, se essi abbiano posto a frutto quel talento, in modo da meritare l'invito del Signore ad entrare nel gaudio della sua pace. Quanti, forse anche sacerdoti e laici cattolici, dovrebbero sentire il rimorso di aver invece sotterrato nel proprio cuore questo ed altri beni spirituali, a causa della loro indolenza o della loro insensibilità per le umane miserie! In particolare, essi si renderebbero colpevoli, se tollerassero che il popolo resti quasi senza pastori, mentre il nemico di Dio, valendosi della sua potente organizzazione, mena strage nelle anime non abbastanza solidamente formate nella verità. Parimente sarebbero responsabili sacerdoti e laici, se il popolo non ricevesse e non sperimentasse dall'amore cristiano quell'attivo aiuto, che la volontà divina prescrive. Nè compirebbero il loro dovere quei sacerdoti e laici, che chiudessero volontariamente gli occhi e la bocca sulle ingiustizie sociali di cui sono testimoni, fornendo in tal modo occasione ad attacchi ingiusti contro la capacità di azione sociale del cristianesimo e contro la efficacia della dottrina sociale della Chiesa, che, per divina grazia, ne ha date tante e così manifeste prove anche in questi ultimi decenni. Ove ciò accadesse, porterebbero anch'essi la responsabilità che gruppi di giovani, e perfino pastori di anime, si lascino in qualche caso trascinare a radicalismi e progressismi erronei. Più gravi conseguenze causerebbe all'ordine sociale, ed anche politico, la condotta dei cristiani — siano essi di condizione elevata od umile, oppure più o meno benestanti —, che non si risolvessero a riconoscere ed osservare le proprie obbligazioni sociali nel maneggio dei loro affari economici. Chiunque non è pronto a condizionare in giusto grado al benessere comune l'uso dei beni privati, sia liberamente secondo la voce della propria coscienza, sia anche mediante forme organizzate di carattere pubblico, contribuisce, per quanto è da sè, ad impedire la indispensabile preponderanza dell'impulso e della responsabilità personale nella vita sociale. Nei sistemi democratici si può facilmente cadere in tale errore, quando l'interesse individuale è posto sotto la protezione di quelle organizzazioni collettive o di partito, alle quali si chiede di proteggere la somma degli interessi individuali, anziché di promuovere il bene di tutti : in tal guisa l'economia cade facilmente in balìa di forze anonime, che la dominano politicamente.

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Diletti figli e figlie, siamo grati alla divina bontà di averCi concesso ancora una volta d'indicarvi, con sollecitudine di Padre, le vie del bene. Possa la terra, inondata dal fiume della vera pace, cantare gloria a Dio nel più alto dei cieli! « Transeamus usque Bethléem! » . Torniamo presso la culla della sincerità, della verità e dell'amore, ove il Figlio Unigenito di Dio si dona Uomo agli uomini, acciocché l'umanità ravvisi in Lui il suo vincolo e la sua pace. Hodie nobis de coelo pax vera descendit. Aftinché la terra sia degna di riceverla, invochiamo su tutti la larghezza delle divine benedizioni.
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24 Dicembre 1954.

LITTERAE APOSTOLICAE I
V E N E R A B I L I S DEI F A M U L A M A R I A A S S U M P T A P A L L O T T A , V I R G O , E X I N S T I T U T O S O R O R U M F R A N C I S C A L I U M M I S S I O N A R I A R U M M A R I A E , BEATA R E N U N T I A T U R .

PIUS PP. XII Ad perpetuam rei memoriam. — Pauperem esse divitem cum caritate, haud perperam asseverat Sanctus Augustinus, christiane civitatis lumen praecipuum (cfr. Berm. 350, 3; P. L. 39, 1534), eandemque virtutem colere satis esse iis, qui sacris disciplinis non sint eruditi ; ait enim : « Si ergo non vacat omnes paginas sanctas perscrutari, omnia involucra sermonum evolvere, omnia Scripturam secreta penetrare; tene caritatem, ubi pendent omnia» (ibid., 2). Quae recte cadunt in virginem Deo devotam, humillimo natam loco reique familiaris pressam angustia atque litterarum paene expertem, Mariam Assumptam dicimus Pallotta, sodalem Congregationis Sororum Franciscanum Missionariarum Mariae, quam, virtute illa aliisque animi ornamentis et caelestibus quoque muneribus maxime commendatam, hodie Beatorum Caelitum numero addere libenti animo constituimus. Haec in Picenorum pago, quem Force vulgo appellant, die vicesima mensis Augusti, anno millesimo octingentesimo septuagesimo octavo, in lucem edita est, non huic saeculo, sed Deo victura, et postera die salutari
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L u o . 2, 15. Off. in Nativ. Dom., R e s p . ad II Lect.

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abluta lavacro. Parentes eius, Aloisius Pallotta et Euphrasia Casali, vitam degentes in egestate, familiae rationibus consulere vix potuerunt, ita ut puella maturius quam pro aetate labores subire cogeretur. Eam autem, in patriae domus sordibus et squalore versantem, « immensis monilibus ornavit » Sponsus Divinus (cfr. Off. 8. Agnet.). Huius enim praeventa amore, Maria Assumpta ineptus ac nugis, quibus solet aetas puerilis oblectari, abstinebat, parentibus animo submisso oboediebat ad verbum, in omnes comem se praebebat, scilicet a teneris annis vitam ad christianae sapientiae rationem studebat componere. In publico ludo litteras vix attigit, cum propter inopiam, qua erat familia circumventa, ad domestica negotia obeunda devocaretur. Mireris igitur puellulam, quae maternis curis adhuc esset ipsa fovenda, quasi matrem familias agere cum consilio et sedulitate, et, cuius corpus adhuc esset confirmandum, fabro caementario lateres porrigere, ut necessariorum miseriam modico sublevet quaestu. Cui operi cum vires non sufficerent, ad vesti ficum quendam se applicuit minor natu puella, grandium columen suaeque domus praesidium. Quae bima oleo sancto erat inuncta, duodecimum annum agens caelesti convivio primum interfuit incredibili quodam animi ardore atque studio, qua die lacrimarum vim gaudio profudit. Quidquid supererai temporis, id in piis precationibus insumebat, ac statim post absolutum opus Templum consueverat adire, ut Domino Iesu, quem toto pectore diligebat, iniiammatum aperiret animum eumque religiosissimis adoraret obsequiis. In eum quoque intendebat mentem, cum esset in labore rerumque susceptarum premeretur oneribus : ita ut pagi curio non dubitaret eam appellare « angelum Paradisi ». Verecundiae retinens castumque diligentissime servans decus, corpus ieiuniis aliisque voluntariis cruciatibus numquam praetermisit macerare. Ab eodem sacrorum administro iussa aliis puellis christianae religionis tradere elementa, quo arderet studio alienam salutem comparandi, luculenter ostendit. Aequales etiam, ne languerent otio et in pericula se inferrent, solebat in secretum abducere, ut eas, de rebus dicens divinis, ad christianam virtutem confirmaret et ad almam Deiparam induceret excolendam. Qua igitur dignum non erat saeculum, virgo Dei Famula, superno quodam acta instinctu, a profanarum rerum strepitu se omnino abstrahens, ad coenobii disciplinam appulit animum. Tamen ne in religiosarum sodalium se reciperet familiam, obstitere parentes, qui noluerunt « thesaurum », quem vocabant, filiam suavissimam et perquam industriam adiutricem, amittere. Quibus e difficultatibus, Christi munere, tandem se expedivit, ita ut die quinta mensis Maii, anno millesimo octingentesimo nonagésimo octavo, Romam potuerit proficisci, Franci-

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scalibus Missionariis Mariae nomen datura. Sacris hisce virginibus, e legiferae Matris voluntate, id est propositum, ut Beatum Franciscum, <( pauperem Asisinatem », imitentur, Augustum Sacramentum in sublimi solio collocatum cotidie adorent, ethnicis christianae religionis nuntium afferant et levamentum, et quasi victimas se praebeant pro Ecclesia et animis ad sempiternam salutem perducendis. Quod vitae genus ad Mariae Assumptae ingenium et virtutem erat maxime accommodatum. Gaudio igitur gestiens, quod, ut ipsa dixit, antistita in religiosam familiam misericordia commota se ascivisset, omni studio annitebatur ut adipiscentur sanctimoniam. Veste sacra rite sumpta, in oppidum Cryptam Ferratam missa est, ubi in amplo coenobio probationis tempus perageret. Nihil spectans praeter Deum, praecipuo eum colebat pietatis ardore, caritatem et mansuetudinem ita sectabatur, ut, plena officii, omnium inserviret studiis, neque ullum detrectabat onus munusve illiberale, quin etiam sponte suscipiebat; christianae scilicet humilitatis et oboedientiae diligentissima, sedulo se exercebat in agris colendis, in curanda hara, in linteaminibus lavandis. Postquam e morbo, alma invocata Deipara, con valuit, die eidem Virgini Mariae, primae labis experti, sacra, anno millesimo nongentesimo, votorum sponsione, caelesti quodam gaudio perfusa, Deo se obligavit. In sedem deinde eiusdem Sodalitatis paulo ante Florentiae constitutam iussa est se conferre, ubi, cum esset domus nondum satis instructa, vel alacrius desudabat in laboribus omne genus domesticis. Dum ergo in hoc degit pietatis domicilio, magis in dies, superno quodam afflatu, inclinatam se sentiebat ad ea praestanda officia, quae pertinent ad religionis fines propagandos et ad ethnicos caritate devinciendos, id in primis percupiens, virgo Christi amore saucia, ut Sinenses lepris affectos foveret, relevaret. Ingenti animi laetitia exsultans, cum voti compos facta esset, una cum aliis novem sodalibus ad peregrinationem transmarinam sese paravit. Quae virginum animosa manus — septem enim ex eadem familia Franciscales paucis annis ante in Sinis crudeliter erant enecatae — in longinquam eandem regionem profectura, a Sancto Pio Pp. X, Decessore Nostro, admissione et alloquio fuit dignata, qui, fausta cum precatione eam dimittens, cohortatus est, ut adversos, qui ipsam manerent, casus fortiter toleraret. Die igitur undevicesima mensis Martii, anno millesimo nongentesimo quarto, Maria Assumpta Neapoli conscendit, in Sinas, immo in patriam caelestem, properatura. Postquam e difficili navigatione, quod procella magna et turbulenta erat coorta, in portum venit, eam tetendit in Sinarum provinciam, quam Shansi appellant, et quae futura erat quasi theatrum virtutis eius atque pietatis. Mediterranea igitur petens, in loco

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Tche-fu mensem est primo commorata, deinde, antistitae iussu, in pago Tung-eul-keu sedem constituit, diuturni itineris molestiis aequo animo perlatis. Cum esset ei antiquissima cura, ut ethnicos ad christiana traduceret instituta eosque iacentes, afflictos, aegritudine perculsos allevaret, tamen hac etiam in re ad unius Dei voluntatem vitam accommodavit. In ipsa igitur domo religiosa, ubi Franciscales virgines quadringentas puellas aiebant, educabant, Maria Assumpta coquinandi officium aliaque domestica munera est alacri animo exsecuta ; scilicet eo contendit ut, in Deo tota defixa, communem vitam eius honori diebus singulis ageret. Quemadmodum autem solet auro adhiberi obrussa, ut eius bonitas probetur, sic Famulae Dei virtus, ex Dei consilio, fuit acriter temptata. Etenim pressa est ipsa angoribus, scrupulis stimulata, dubia cogitatione distracta. Hae autem tenebrae ac nubes brevi post fuerunt discussae : nam, cum Maria Assumpta unum annum degisset in Sinis, vitam colens piam, inopem, demissam, digna est habita, quae ad Caelestem Sponsum vocaretur : « Veni, Sponsa Christi, accipe coronam ». Typhica correpta febri, qua domus illa tota vehementer conflictabatur, ingentemque morbi vim sanctissime perpessa atque omnibus morientium praesidiis ad vitae exitum comparata, ibidem die septima mensis Aprilis, anno millesimo nongentesimo quinto, vicesimo septimo a quo vitae lumen adierat, nocte appetente, ex huius saeculi caligine ad sempiternam lucem excessit, paupérrima quae fuerat virgo, inaestimabilibus cumulanda divitiis. Ad domum funestam, suavi quodam, uti ferunt, plenam odore, non solum Christifideles sed etiam ethnici frequentes se eftuderunt ; qui funus honestissimum prosecuti, « Sanctam », quam vocaverunt, supremo mandarunt officio. Singularem vero Mariae Assumptae famam sanctimoniae, in dies crebrescentem, Deus caelestibus signis videbatur confirmare. Quapropter Causa de Beatorum Caelitum honoribus ipsi decernendis agi coepta est atque, post ordinarios, quos dicunt, processus, Commissio introductionis Causae, apud Sacram Rituum Congregationem instituendae, a Pio Pp. XI, Decessore Nostro, rec. mem., die vicesima quinta mensis Iulii, anno millesimo nongentesimo vicesimo tertio, obsignata. Apostolicis deinde inquisitionibus rite absolutis, de virtutibus theologalibus et cardinalibus eiusdem Venerabilis Dei Famulae fuit disceptatum, quas, omnibus perspectis et expensis, heroum in modum ab ea cultas esse, idem Decessor Noster, lato decreto die vicesima octava mensis Februarii, anno millesimo nongentesimo tricesimo secundo, edixit. Exercita postea quaestione de miraculis, quae huius Famulae Dei invocato nomine a Deo ferebantur patrata, omnique re in suetis comitiis diligenter exquisita, Nos die undevicesima mensis Octobris, hoc anno vertente

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millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, de duobus pronuntiavimus constare. Unum tantum superfuit discutiendum, an Famula Dei inter Beatos Oaelites tuto foret recensenda. Quod prorsus factum est. Omnes enim Purpurati Patres Sacris tuendis Ritibus praepositi Patresque Consultores id fieri posse cunctis suffragiis affirmaverunt. Nos tamen, pro rei magnitudine, mentem Nostram distulimus aperire, quo ad huiusmodi ferendam sententiam maiorem superni luminis copiam, enixis ad Deum precibus admotis, impetraremus. Itaque die tandem tricésima prima eiusdem mensis Octobris, hoc anno, ad Venerabilis Famulae Dei Mariae Assumptae Pallotta sollemnem Beatificationem tuto procedi posse ediximus. Quae cum ita sint, Nos, vota Sororum Franciscanum Missionariarum Mariae explentes, harum Litterarum vi atque auctoritate Nostra Apostolica, facultatem facimus, ut Venerabilis Dei Famula Maria Assumpta Pallotta, Virgo, Beatae nomine in posterum nuncupetur, eiusque corpus ac lipsana, seu reliquiae, non tamen in sollemnibus supplicationibus deferendae, publicae Christifidelium venerationi proponantur, atque etiam, ut eiusdem Beatae imagines radiis decorentur. Praeterea eadem Nostra auctoritate concedimus, ut de illa quotannis recitetur Officium de Communi Virginum cum lectionibus propriis per Nos approbatis, et Missa de eodem Communi cum orationibus propriis approbatis celebretur, iuxta Missalis et Breviarii Romani rubricas. Huiusmodi vero Officii recitationem Missaeque celebrationem fieri dumtaxat largimur in dioecesibus Montis Alti, cuius intra fines Beata ipsa orta est, et Asculana in Piceno, in qua diutius vitam degit, atque in archidioecesi Taeiüenensi, ubi diem obiit supremum, itemque in Templis et Sacellis ubique terrarum sitis, quibus Institutum Sororum Franciscanum Missionariarum Mariae et Ordo Fratrum Minorum utuntur, ab omnibus Christifidelibus, qui horas canonicas recitare teneantur et, quod ad Missas attinet, ab omnibus Sacerdotibus, ad Templa seu Sacella, in quibus eiusdem Beatae festum agatur, convenientibus. Largimur denique, ut sollemnia Beatificationis Venerabilis Mariae Assumptae Pallotta, servatis servandis, supra dictis in Templis seu Sacellis celebrentur, diebus legitima auctoritate statuendis, intra annum, postquam sollemnia eadem in Sacrosancta Patriarchali Basilica Vaticana fuerint peracta. Non obstantibus Constitutionibus et Ordinationibus Apostolicis nec non Decretis de non cultu editis ceterisque quibuslibet contrariis. Volumus autem, ut harum Litterarum exemplis, etiam impressis, dummodo manu Secretarii Sacrae Rituum Congregationis subscripta sint atque eiusdem Congregationis sigillo munita, etiam in iudicialibus disceptationibus,

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eadem prorsus fides adhibeatur, quae Nostrae voluntatis significatione hisce ostensis Litteris, haberetur. Datum ex Arce Gandulfi, sub anulo Piscatoris, die vii mensis Novembris, Dominica x x n post Pentecosten, anno MDCCCCLIIII,, Pontificatus Nostri sexto decimo. De speciali mandato Sanctissimi Pro Domino Cardinali a publicis Ecclesiae negotiis
GILDO PRUGNOLA

a Brevibus Apostolicis

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VENERABILIS DEI FAMULUS IOANNES MARTINUS MOYË, SACERDOS, E SOCIETATE PARISIENSI MISSIONUM AD EXTERAS GENTES, INSTITUTI SORORUM A PROVIDENTIA FUNDATOR, BEATUS RENUNTIATUR.

PIUS PP. XII Ad perpetuam rei memoriam. — Christianae religionis signifer, Sanctus Paulus Apostolus, ad eos, quos « per Evangelium genuit » (cfr. / Cor., IV, 19) ac singulari complectebatur caritate, haec una cum operis sui sociis scripsit egregie : « facti sumus parvuli in medio vestrum, tamquam si nutrix foveat filios suos. Ita desiderantes vos, cupide volebamus tradere vobis non solum Evangelium Dei, sed etiam animas nostras» (/ Thess., XI, 7-8). Tanti doctrinae caelestis nuntii atque parentis amantissime exemplum per hominum aetates sibi proposuere ad imitandum pii Ecclesiae administri, qui omni studio enisi sunt, ut verbum divinum quam latissime disseminarent. In quibus numerum obtinet Ioannes Martinus M oye, sacerdos e societate Parisiensi Missionum ad exteras gentes, cui hodie Beatorum Caelitum honores decernere haud immerito statuimus. Perdiligens hic Evangelii praeco, sextus e tredecim filiis Ioannis Move atque Catharinae Dumange, qui vitam degebant cum virtute, in pago, cui appellatio Cutting, in Lotharingorum finibus, die vicesima septima mensis Ianuarii, anno millesimo septingentésimo tricesimo, susceptos est in lucem posteraque die fidelium coetui per sacrum baptisma insertus. Piissima mater praeceptis saluberrimis filioli animum ita finxit, ut hic, caelestibus etiam muneribus locupletatus, publico soleret abstinere, Deum preci3 — ACTA, vol.. XXII, n. 1 — 28-1-1955.

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bus quam religiosissime colere, et ad aequales pro aetatis modulo sacras habere orationes. Amorem quoque erga pauperes et aerumnosos testatus est tenellus pusio, cum suos donaret calceos, quos miser quidam homo s,ibi indueret. Quandoquidem ergo, saeculi res fluxas et caducas aspernatus, res divinas toto animo affectabat studioque ardebat homines ad sempiternam vocandi salutem, non est qui miretur eum ad sacerdotii sanctissima munia obeunda se sensisse inclinatum. Postquam apud fratrem natu maiorem litteris operam dedit, traditus est in disciplinam Ignatianorum Sodalium, qui in studiorum domicilio oppidi, cui nomen Pont à Mousson, iuventutem ad religionis instituta erudiebant et ad omnem informabant humanitatem. Ingenuis ibi artibus excultus, Argentorati, iisdem magistris, philosophiam attigit celeriterque pro ingenii sui ubertate comprehendit. Anno autem millesimo septingentésimo quinquagesimo primo, ad sacri ordinis alumnos in Seminario Metensi aggregatus est, ubi in divinarum rerum scientia magnos progressus effecit, libros praesertim caelesti afflatu conscriptos studiose volutans, et linguam Graecam et Hebraicam, utpote quae multum conferrent ad rectam eorum interpretationem, per discens. Cum ergo diligentiam omnem adhibuisset ad comparandam tum doctrinam tum virtutem, non immerito est dignus habitus, qui die nona mensis Martii, anno millesimo septingentésimo quinquagesimo quarto, in sacerdotum numerum sollemni augustoque Ecclesiae ritu acciperetur. Sic ad luctationem et certamen instructus, strenuus miles Christi quasi in solem et pulverem prodi vit. Omni enim virium contentione statim annisus est, ut verbum divinum annuntiaret oratione non turgente et innata, quae aures tantum scalperei, sed sincera, copiosa divinisque sententiis conspersa, quae perfringeret animos ; annisus est, ut qua Paenitentiae administer homines quam plurimos ad melioris vitae rationem a pravis moribus traduceret, pueros institueret christianae doctrinae rudimentis, maxime, vero ut exemplo ad virtutem praeiret omnibus. Quae praestitit egregie ut a sacris adiutor sive in ipsa Metensis dioecesis sede principe sive in pagis et oppidis ad eam pertinentibus, ubi huiusmodi munus iussus erat obire. Tamen ut eius probaretur sanctimonia, Ioannes Martinus, insons Christi sacerdos, in vehementem est adductus invidiam atque in culpam vocatus. Quibus pressus angustiis, mira usus est patientia ac modestiae speciem prae se tulit pulcherrimam. Cum esset igitur haec in eum concitata tempestas, de finibus dioecesis Metensis excessit, ut in sacro Seminario Sancti Deodati, recens condito, pietatis magistri partes sustinens, adulescenti clero dux esset ad colendam virtutem; quo in ofiicio per annum est versatus. Sed, maiora aggressus, Famulus Dei opus exegit, unde Ecclesiae et Christifidelibus non

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pauca commoda enata sunt et adhuc enascuntur. Cum enim animadvertisset pueros puellasque in pagis et villis non solum litterarum esse expertes, sed etiam religionis christianae teneri ignoratione, die quarta decima mensis Ianuarii, anno millesimo septingentésimo sexagesimo secundo, in Metensi dioecesi sodalitatem sacrarum virginum a Providentia instituit, quarum esset rudium huiusmodi ingenia doctrinis expolire ac praeceptionibus Fidei imbuere, eiusque vivendi rationem, vir alta quadam mente praeditus et ad consilia prudens, legibus constituit. Quantum hac in re certamen ei exsudandum, quot molestiae fuerint exsorbendas, vix dici potest. Providens tamen Deus hanc a Providentia sodalitatem, admodum tenuem nullisque non affectam incommodis, ita ornavit et auxit, ut in magnum excreverit corpus fructusque laetos et uberes ceperit laborum. At contineri non potuit Ioannis Martini animi ardor finibus Lotharingiae, quam sacris etiam expeditionibus lustrare numquam praetermisit ; longinquas enim regiones, superstitionum teterrima caligine mersas, cupivit ad Regnum Christi adiungere. Ad praeclarum hoc negotium suscipiendum impulit quoque eximium, quo flagrabat, studium pro eodem Domino Iesu vitam cum sanguine per summos cruciatus profundendi. Postquam ergo nomen dedit Societati Parisiensi Missionum ad exteras gentes suaeque disciplinae alumnas consiliis prudentiae plenis ad persequendum nobile opus confirmavit, die tricésima mensis Decembris, anno millesimo septingentésimo septuagesimo primo, in Sinas profectus est, ut sub Christi suave imperium eas subiungeret. Longo itinere parumque commodo tandem confecto, in provinciam, quam Bzechwan appellant, pervenit in qua plurimi degebant commenticiorum numinum cultores, pauci verae religionis asseclae, Evangelii praecones paucissimi. Quin christiani nominis hostes, eos, qui id profitebantur, tum temporis impie vexabant, ita ut Famulus Dei, sacrorum Antistitis iussu, ad fideles quosdam se receperit, apud quos etiam linguam condisceret Sinensem. Quam deinde tam luculenter callebat, ut libros ad pietatem pertinentes vulgari sermone conscriberet, qui tamquam amplissima monumenta nostra etiam aetate abhibentur in usum. Religionis igitur causa exagitatus, petitus et rebus ab omnibus inops, alacri animo sacerdos huc atque illuc discurrebat, ut sacrum munus omni quo posset modo exsequeretur. Accidit autem, ut comprehensus et in ferrum ac vincula coniectus, in iudicium arcesseretur : gestivit coram improbo praetore palam et aperte confiteri Christum, dum repetitis ictibus caeditur corio. Licet tot tantisque iactaretur procellis, tamen indefatigatos Dei administer opera in Sinis instituit, quae Ecclesiae rationibus, animarumque saluti etiamnum valde conducunt. Cum enim plurimi

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infantes, fame ac pestilentia absumpti, interirent, diligentes quosdam Christianos in pagos dimisit, ut moribundos parvulos baptismate abluentes beatae immortalitati» redderent compotes. Effecit ergo, ut tempestate illa circiter viginti quattuor milia eorum salutari tingerentur lavacro. Ut autem firmaretur inceptum optatisque augeretur incrementis, Famulus Dei a Christifidelibus Europaeis annuam stipem fiagitavit, scilicet viaticum pro Catholicis Sinensibus, qui, ad pueros morientes advolaturi, itineri se committebant. Hoc initium operis, quod a Ioanne Martino « angelicum » appellatum, postea, quoquoversus provectum, «a S. Infantia » nomen accepit. Item, superno quodam motus instinctu, sodalitatem Virginum Sinensium condidit, quae, eadem fere ratione qua Sorores a Providentia, in saeculo mulieribus christianae doctrinae traderent praecepta. Quam societatem, Dei beneficio magnopere auctam, Sacrum Consilium nomini christiano propagando, anno millesimo septingentésimo octogesimo quarto, rite approbavit. Qui olim in sacro Seminario Sancti Deodati adulescentes ad ecclesiastica munera pie exercenda informaverat, providus sacerdos in Sinensibus quoque huiusmodi studiorum domicilium constituit, ut ex hac ipsa natione clerum colligeret, qui ad cives christiana lege erudiendos, utpote indigena, esset aptissimus. Non est ergo quin sapientem hunc virum admiretur, qui mentis aciem in omnes partes muneris apostolici intendit et Ecclesiae praeclara quaedam instrumenta suppeditavit ad Regnum Christi dilatandum. Tot vero fractus laboribus eoque ductus consilio, ut sodalitatem a Providentia, quae, eo absente, parum erat enervata, ad pristinum revocaret vigorem, Famulus Dei, anno millesimo septingentésimo octogesimo tertio, magnum desiderium sui relinquens, in patriam revertit, ubi brevi, quod elanguerat, excitavit, quod incl ina rat, restituit. Lotharingos iterum, praesertim agrestes, difficili aetate illa, qua nomen catholicum petebatur moresque desidebant, sacris orationibus ad virtutis studium est hortatus ; pias fidelium condidit societates ; libellos atque scidulas typis impressas in vulgus emisit, quae ad religionem servandam, promovendam valerent. Tanta autem erat eius industria, tantus labor, ut cives, a pravitate vitae aversi, sacris impense dederent animos. Quo in opere dum paene se conficit, Sinensem Ecclesiam iuvandi consilium numquam omisit. Quam ob rem stipem consueverat cogere, Parisiensi sedi Missionibus ad exteras gentes praepositae consiliis aifuit, et in pago Cutting, rem novitate primam suscipiens, scholam apostolicam, quam vocant, instituit, in qua alumni ad promulgandum Evangelium in ethnicorum finibus ratione et via pararentur. Non autem solum in vitae actione Ioannes Martinus tot edidit facta egregia sane et commemoranda,

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sed etiam, si intimos sensus animi spectas, virum se praebuit perfectae cumulataeque virtutis. Solebat enim multum temporis in rerum divinarum contemplatione insumere omnemque cogitationem in uno Deo fìgere et locare. Huius ad voluntatem penitus suam confirmabat, quem morem in religiosam sodalitatem, cuius erat legifer pater, transfudit. Praeterea erat ei in usu coram augusto Eucharistiae Sacramento diuturnas fundere preces, Sacratissimum Cor Iesu praecipuis adorare obsequiis, acerbissimos Servatoris cruciatus mortemque recordatione pia recolere atque Virginem Mariam, Christianorum opiferam Matrem, prosequi omni genere honoris. Supernis etiam auctus muneribus, cum sacris faceret vel preces Deo adhiberet, in caelestium contemplationem interdum raptus est, mente a corporis sensu emota. Ab omni fastu et arrogantia alienus, modeste de se existimabat, atque linguam ita compescebat, ut verba non videretur facere nisi de rebus divinis. Acriter sibi imperans, voluntaria afflictatione se consueverat discruciare, scilicet ieiuniis, frigore, veste cilicina et catenis corpus coercere aliisque modis in semet ipsum animadvertere. Cum autem saeculo duodevicesimo vergente tumultus totam Galliam pervaderei et civilibus fluctibus tumerent omnia, Ioannes Martinus, postquam in sacerdotio collegas adhortatus est, ne iusiurandum, clericis inique tum impositum, darent, cum aliquot virginibus a Providentia Treviros confugit, ubi, vitam colens inopem, ut qui paupertati semper studuerat, ad Gallos exsules de pietate ac virtute sacras habuit contiones. Omni etiam ope contendit, ut milites vulneribus sauciatos ac febri typhica laborantes allevaret, sacerdos in omnes summe offlciosus. Quod caritatis munus dum exercet, eodem morbo ipse correptus est, scilicet « animam suam ponere pro amicis suis » (cfr. Io., XV, 13) maturavit. Brevi enim post, die quarta mensis Maii, anno millesimo septingentésimo nonagésimo tertio, supremis Ecclesiae Sacramentis piissime sumptis, eadem in urbe, nomen Iesu quassa iam voce fractaque efferens, ab hoc exsilio, aerumnarum pleno, ad caelestem patriam, innumerabilibus felicitatibus affluentem, transivit. « Vir sanctus obiit » : sermo is pervagatus est. Funere honeste celebrato, corpus in sepulcreto ad Aedem Divo Laurentio sacram conditum fuit. Cum vero aliquot annis post tumultu etiam Treviri turbarentur, tumulus deletus est, ex quo tempore tanti sacerdotis ossa inveniri non potuere. Singularem vero eius famam sanctimoniae, in dies crebrescentem, Deus, etiam statim post mortem, caelestibus signis videbatur confirmare. Quapropter Causa de Beatorum Caelitum honoribus ipsi tribuendis agi coepta est, atque post ordinarios, quos dicunt, processus, Commissio introductionis Causae, apud Sacram Rituum Congregationem

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instituendae, a Leone PP. XIII, fel. mem., Decessore Nostro, die quarta decima mensis Ianuarii, anno millesimo octingentesimo nonagésimo primo, obsignata. Apostolicis deinde inquisitionibus rite absolutis, de virtutibus theologalibus et cardinalibus Venerabilis Ioannis Martini Moyë fuit disceptatum; quas, omnibus perspectis et expensis, ab eo heroum in modum cultas esse Nos, lato decreto die vicesima prima mensis Maii, anno millesimo nongentesimo quadragesimo quinto, ediximus. Exercita postea quaestione de miraculis, quae eiusdem invocato nomine a Deo ferebantur patrata, omnique re in suetis comitiis diligenter exquisita, Nos die undevicesima mensis Octobris, hoc, anno millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, de duobus pronuntiavimus constare. Unum tantum superfuit discutiendum, an Famulus Dei inter Beatos Caelites tuto foret recensendus. Quod plane factum est. Omnes enim Purpurati Patres Sacris tuendis Ritibus Praepositi Patresque Consultores id fieri posse cunctis suffragiis affirmaverunt. Nos enixas ad Deum preces admovimus, ut ad huiusmodi ferendam sententiam superni luminis copiam impetraremus. Itaque die tricésima prima eiusdem mensis Octobris, hoc anno, ad Venerabilis Famuli Dei Ioannis Martini Moyë sollemnem Beatificationem tuto procedi posse ediximus. Quae cum ita sint, Nos, vota Societatis Parisiensis Missionum ed exteras gentes atque Sororum a Providentia explentes, harum Litterarum vi atque auctoritate Nostra Apostolica, facultatem facimus, ut Venerabilis Dei Famulus Ioannes Martinus Moyë, Sacerdos, Beati nomine in posterum nuncupetur, eiusque corpus ac lipsana, seu reliquiae, non tamen in sollemnibus supplicationibus deferendae, publicae Christifidelium venerationi proponantur, atque etiam, ut eiusdem Beati imagines radiis decorentur. Praeterea eadem auctoritate Nostra concedimus, ut de illo quotannis recitetur Officium de Communi Confessorum non Pontificum cum lectionibus propriis per Nos approbatis, et Missa de eodem Communi cum orationibus propriis approbatis celebretur, iuxta Missalis et Breviarii Romani rubricas. Huiusmodi vero Officii recitationem Missaeque celebrationem fieri dumtaxat largimur in dioecesibus Metensi, cuius tum temporis intra fines Beatus ipse ortus est, et Nanceiensi, ad quam locus eius natalis nunc pertinet, atque Trevirensi, in qua diem obiit supremum, itemque in Templis et Sacellis ubique terrarum sitis, quibus Societas Parisiensis Missionum ed exteras gentes et Institutum Sororum a Providentia utuntur, ab omnibus Christifidelibus, qui horas canonicas recitare teneantur, et, quod ad Missam attinet, a Sacerdotibus omnibus, ad Templa seu Sacella, in quibus eiusdem Beati festum agatur, convenientibus. Largimur denique, ut sollemnia Beatificationis Vene:

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rabilis Ioannis Martini Moyë, sevatis servandis, supra dictis in Templis seu Sacellis celebrentur, diebus legitima auctoritate statuendis, intra annum, postquam sollemnia eadem in Sacrosancta Patriarchali Basilica Vaticana fuerint peracta. Non obstantibus Constitutionibus et Ordinationibus Apostolicis nec non Decretis de non cultu editis ceterisque quibuslibet contrariis. Volumus autem, ut harum Litterarum exemplis, etiam impressis, dummodo manu Secretarii Sacrae Rituum Congregationis subscripta sint atque eiusdem Congregationis sigillo munita, etiam in iudicialibus disceptationibus, eadem prorsus fides adhibeatur, quae Nostrae voluntatis significatione hisce ostensis Litteris, haberetur. Datum ex Arce Gandulfi, sub anulo Piscatoris, die x x i mensis Novembris, Dominica x x i v post Pentecosten, anno MDCCCCLIIII, Pontificatus Nostri sexto decimo. De speciali mandato Sanctissimi Pro Domino Cardinali a publicis Ecclesiae negotiis
GILDO BRUGNOLA

a Brevibus Apostolicis

III
VENERABILIS DEI FAMULUS PLACIDUS RICCARDI, SACERDOS, MONACHUS PROFESSUS ORDINIS S. BENEDICTI CONGREGATIONIS CASINENSIS ABBATIAE SANCTI PAULI DE URBE, BEATUS RENUNTIATUR.

PIUS PP. XII Ad perpetuam rei memoriam. — Umbriam Sanctorum numero et gloria potius quam loci amoenitate et artis operibus virere et commendari rerum et optimarum artium scriptores omnes adfirmare non dubitant. Ad hoc sufficiat memorare Benedictum a Nursia, Monachorum Patrem Legiferum, Franciscum Asisinatem, paupertatis evangelicae asseclam et seraphicae caritatis exemplar mirificum, atque, nostris hisce temporibus, Gabrielem a Virgine Perdolente, Fratrum Minorum Patriarchae civem praeclarissimum, et Antonium Fantosati, Seraphici Ordinis alumnum, archiepiscopum et Christi Märtyrern, quem Nos Ipsi, paucos abhinc annos, inter Beatos coelites adnumeravimus. Cuius in natali oppido, Trebiae, nempe, intra Spoletanae archidioece-

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seos fines, ortum habuit et famulus Dei Placidus Riccardi, cui hodie Beatorum honores tribuere statuimus. Natus est hic die vigesima quarta mensis Iunii, Praecursoris Domini nativitati sacra, anno MDCCCXILIV ex piis honestisque parentibus Francisco Riccardi et Maria Stella Paoletti : quibus summa cura fuit ut novem suos liberos christianae instituèrent. In baptismate nomen Thomas inditum est puero, qui sexennis a Spoletano Antistite sacro est chrismate delibutus et cum octavum tantum ageret annum Nobili Lucariniano Collegio, iam tunc Trebiae exsistenti, pietate et doctrina recte imbuendus traditus est. Adolescens, etsi numquam ab honestate descivit, tamen, aetatis inconsiderantia motus, musices atque artis scenicae necnon vestium cultu adlectus, aliquantulum mundi illecebris et invitamentis indulgere visus est. Maxima tamen pio adolescenti fuit cura ut Sacerdotem pietate et prudentia commendatum magistrum et ducem in via virtutis deligeret et sodalitati a Sacra Familia paulo ante Spoleti constitutae nomen daret. In eadem urbe humanarum litterarum studiis maxima cum laude expletis, anno MDCCCLXV Romam petiit philosophiae addiscendae operam daturas. Inter alumnos Collegii Angelici Fratrum Praedicatorum ad S. Mariae supra Minervam adscriptus statim pietatis laude, ingenii acie et studiosa voluntate enituit. De animae vero suae aeterna salute in primis sollicitus deque vitae genere eligendo adhuc incertus ut superni luminis claritatem impetraret ad Lauretanam Beatae Mariae Virginis Aedem devote invisendam iter aggressus est. Nec defuit pii iuvenis votis accedere Deipara Virgo quae sacros intra illos parietes, divina inspirante gratia, incipientem ad sacerdotii inclinationem in animo Servi Dei, benignissima fovit. Ut plenius voluntatem Dei exploraret Thomas, in Urbem reversos, aeternis meditandis rebus per aliquot dies apud Patres Societatis Iesu ad S. Eusebii magna pietate operam dedit. Ignatiani sodales qui iuvenem divinitus ad sacra capessenda munia vocatum cognoverant, eum ut Societati Iesu nomen daret hortati sunt sed Ipse, solitudinis studio potius a-llectus, inter Monachos incliti Ordinis S. Benedicti Abbatiae S. Pauli extra moenia de Urbe adnumerari suppliciter et enixe petiit. Voti compos factus insigne illud coenobium ingressus est die decima secunda mensis novembris anno MDCCCLXVI et insequente anno, in Epiphania Domini, sacris fuit indutus vestibus et nomen Thomae in Placidum mutavit. Novitiorum tirocinio laudabiliter exacto, die decima nona ianuarii anno MDCCCLXVIII sacra vota nuncupavit. Dum iterum philosophicis disciplinis dein theologicis addiscendis operam daret assiduam, iugi orationi et corporis voluntariae castigationi instans, in scientia Sanctorum proficere quam maxime adnisus est. Ecclesiae

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militiae adscriptus per sacram tonsuram, magis magisque in dies Deo mancipatus, Ordinibus sacris tam minoribus quam maioribus rite susceptis, cum, Diaconus, iam ad Presbyteratum summa animi sui laetitia se pararet, die quarta novembris anno MDCCCLXX, paulo ante mutatis in pontificia ditione rerum civilium adiunctis, quasi militiam detrectans et transfuga habitus, dum Trebia Spoletum versus iter faceret ut militiae praepositis de suo agendi modo rationem redderet, a militibus a publica tutela in vincula coniectus est, Florentiam deportatus ibique in carcerem detrusus. Servus Dei, qui antequam comprehenderetur signo sanctae crucis se muniverat, etiam in vinculis constitutus, virtutum christianarum exemplar se praebuit omnibus et iugi orationi deditus, concaptivum suum ad admirationem movit. Ad vincula per annum a militari tribunali, ob contumaciam damnato, tamen Superiorum cura poena est remissa, ita ut, die vigesima quinta ianuarii anno MDCCCLXXI, ad matrem suam praesertim aliosque propinquos invisendos in patria remeaverit, deinde ad Abbatiam S. Pauli laetus et alacer reversus sit, quasi cervus desiderans ad fontem aquarum et passer ad nidum suum. Sollemnibus et perpetuis Deo votis adstrictus die decima mensis martii eiusdem anni, subsequente die vigesima quinta Sacerdotii fuit insignitus honore et oneribus et insequente die, quae fuit feria sexta post Dominicam de Passione, Beatissimae Virginis doloribus recolendis sacra, primam hostiam Deo immolavit, semetipsum super altare victimam offerens acceptissimum. Legiferi Patris Benedicti Regulae totus inhaerens, in variis sibi commissis muneribus per decem annos in ipso S. Pauli coenobio incumbens, assidua oratione et iugi corporis sui voluntaria castigatione enituit et ad currendam viam monasticae perfectionis ut gigas exsultavit. Iam tunc apparuit consilium proprium huius Famuli Dei hoc fuisse ut penitus adhaereret illi Sancti Benedicti Regulae praecepto in quo, quasi in epitomen coacta, cetera suis Monachis tradita continentur: «Christo nihil praeponant» (Cap. 72). Ad hoc autem facilius pro sua indole consequendum Servus Dei illud unum intendit quod auctor aurei operis « De imitatione Christi » proponit : « Ama nesciri et pro nihilo reputari » (Lib. I, cap. 2). Ab anno MDCCCCLXXXIV ad MDCCCXCIV, qua Vicarius Abbatis S. Pauli et confessarius ordinarius Ameriae in Umbria, Sanctimoniales Benedictinas Monasterii a S. Magno nuncupati ad pristinum pietatis studium et ad debitum Regulae praeceptis obsequium iugiter et plene praestandum revocare fortiter et suaviter, omni cura, potius exemplis quam hortationibus contendit. Prudentiae simul atque caritatis et aequitatis documenta dedit cum, per breve tempus, a Superioribus Romam revocatus, Novitiorum Magistri

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munus in Abbatia S. Pauli, in difficillimis rerum adiunctis, suscepit. Ameriam reversus non solum Virginum Deo devotarum Monasterii quod diximus sed et Amerinorum Episcoporum, Sacerdotum et Christifidelium illius civitatis et dioecesis maximum sibi ob virtutum exempla praeclara conciliavit amorem, optimam sibi comparavit existimationem. At nimio labore necnon iugi voluntaria sui corporis maceratione, valetudinem iam tenuem profligans, in febrim tertianam incidit, quapropter a Superioribus ad insignem Abbatiam Farfensem in Sabinis se transferre iussus est ut, salubris loci natura sanitati recuperandae prodesset et religiosorum sodalium etsi laicorum convictus animi et corporis levamen aliquod Monacho in se nimis severo afferret. Celeberrimae olim et imperialis Abbatiae Farfensis pristinae potentiae et gloriae iam nihil aliud supererai quam titulus paene sine re et vetusta sed fatiscens et deserta Basilica in qua tamen Sabinorum venerationi prostabat imago Beatae Mariae Virginis in cuius honorem templum ipsum Deo dicatum est. Hic maximus tunc Farfae thesaurus, imago nempe Deiparae Virginis, cuius custodia nulli vigilantiori excubitori quam Placido Riccardi poterat committi. Oportebat enim ut et cultus marianus augeretur et vita communis parvae religiosae familiae benedictinae instauraretur. Ad hoc et ardens pietas et singularis prudentia et maxima praesertim caritas requirebantur ; quibus virtutibus novus Ecclesiae Rector et religiosae domus Superior in exemplum elucebat. Cum aptum domicilium in ipso Farfensi coenobio haberi nondum posset, Famulus Dei cum suis sodalibus in salubriore loco qui vulgato nomine « Sanfiano » dicitur, prope Faram Sabinorum commorabatur sed quolibet dominico et festo die et quandoque etiam bis vel ter in hebdomada, itineris haud brevis incommoda patientissime tolerans, alacer ad Ecclesiam descendebat ut fidelium ruricularum de vicinia spiritualibus necessitatibus praesto esset, licet infirma semper valetudine et intermittente febri laborans. De domus Dei decore sollicitus, supellectilem obsoletam reficiendam, novam acquirendam curavit, sacras functiones numero et sollemnitate augere studuit, christiana catechesi pueros erudire et Sacrum Evangelium rudibus explicare numquam intermisit ita ut brevi tempore christiana plebs quae Basilicam celebrabat, magis in dies et numero et devotione creverit. In paenitentiae tribunali sedens assiduus per horas, antequam Sacrum perageret, aures admissa fatentibus patientissime et prudentissime praebuit. In eucharistica hostia litanda totus fere divini amoris flamma colliquescebat et Dominicam Passionem meditans continuo, quotidie iter D. H. Iesu Christi ad crucem recolere solebat, perdolentis Virginis dolores iugiter meditabatur, ieiuniis, castigationibus

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eorpuseulum affligere numquam desiit; humilitatis, patientiae, caritatis documenta quam plurima superioribus et inferioribus omnibus praebuit. Clarensium Virginum in duobus asceteriis Farae commorantium, Sacerdotem a sacris confessionibus, in difficillimis rerum adiunctis, animorum moderatorem et sacrae disciplinae instaurandae magistrum, fortitudine simul et suavitate imbutum, semper se ostendit, ita ut ab illis monialibus « Vir magnae sanctitatis » diceretur. Et adhuc apud incolas non solum territorii Farfensis sed fere totius Sabinae dioeceseos memoria viget Servi Dei in peccatores misericordiae, in pauperes effusae et industriae beneficentiae, multaque passim referuntur de eius strenua virtute et animi magnitudine. Die x v n novembris anno MCMXII, paralysi correptus, cum morti proximus videretur, extremis Ecclesiae Sacramentis rite munitus est, sed, a morbo aliquantulum recreatus ad S. Pauli Abbatiam translatus est. Paralysi vero in dies ingravescente, fere per triennium lectulo quasi cruci affixus, numquam ab oratione cessavit, immo Iesu Christi eiusque Matris cruciatus intentiore affectu recolere studuit; quotidie, ut semper consueverat, animi sordes apud Sacerdotem rite expiabat et eucharistico convivio se reficiebat; pluries etiam extrema unctione delibutus est, quoties nempe videbatur in eo esse ut animam efflaret. Quod revera factum est die xiv mensis martii, anno MCMXV. Insequente die reddita sunt defuncto iusta funebria, dum ex Basilicae S. Pauli turri sacra aera, per errorem quidem, non lugubrem sed festivum concentum tinnirent. Quod quasi praesagiuin ab astantibus habitum est illius caelestis gloriae quae fidelissimo Christi Famulo ab Ecclesia tribuenda foret. Et revera qui, adhuc vivens, sanctus ab omnibus aestimabatur, mortuus, magis magisque in dies sanctitudinis famam sibi comparavit. Cum anno MCMXXV Servi Dei corpus ex publico Urbis coemeterio ad Farfensem Basilicam translatum est, Sabinorum multitudo plaudens obviam venit, floribus viam sternens, Dei et Mariae laudes concinens potius quam preces in suffragium defuncti recitans, ita ut non funus sed triumphum visa sit celebrare et, ut satis fieret fidelium votis, mortales exuviae nonnisi post duodecim dies inhumatae sunt. Cum interim de miraculis a Deo per invocationem Placidi Riccardi patratis haberetur certa notitia, de eius Beatificatione et Canonizatione agi coeptum est. Quapropter ab anno MCMXXVIII ad annum M C M X X X in Curia Sabinensi prius informatoriae quas vocant inquisitiones peractae fuerunt atque 'deinde Ameriae et Coloniae Agrippinae rogatoriales. Servatis omnibus de iure servandis, die x x v i mensis martii anno MCMXXXV Commissio Introductionis Causae apud Sa-

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eram Rituum Congregationem instituendae, a Pio PP. XI rec. me., Decessore Nostro, obsignata est. Apostolicis deinde inquisitionibus absolutis, de virtutibus theologalibus Venerabilis Placidi Riccardi fuit disceptatum ; quas, omnibus perspectis et expensis, a Famulo Dei heroum in modum cultas fuisse, Nos, lato decreto die quarta mensis iunii, anno millesimo nongentesimo quadragesimo quarto ediximus. Exercita postea quaestione de miraculis, quae eiusdem invocato nomine a Deo ferebantur patrata, omnique re in suetis comitiis diligenter exquisita, Nos, die undevicesima octobris, hoc anno, de duobus pronuntiavimus constare. Unum igitur superfuit discutiendum, an Dei Servus inter Beatos Coelites tuto foret recensendus. Quod plane factum est. Omnes enim Purpurati Patres Sacris tuendis Ritibus Praepositi Patresqne Consultores id neri posse cunctis suffragiis affirmaverunt. Nos enixas ad Deum preces admovimus ut ad huiusmodi ferendam sententiam superni luminis copiam impetraremus. Itaque die tricésima prima eiusdem mensis Octobris, hoc anno, ad Venerabilis Dei Famuli Placidi Riccardi sollemnem Beatificationem tuto procedi posse ediximus. Quae cum ita sint, Nos, vota Monachorum Abbatiae S. Pauli Apostoli extra Urbis moenia necnon totius Congregationis Casinensis, immo et universi Ordinis S. Benedicti explentes, harum Litterarum vi atque auctoritate Nostra Apostolica, facultatem facimus ut Venerabilis Dei Famulus Placidus Riccardi, Sacerdos Professus memorati Ordinis et Congregationis, Beati nomine in posterum nuncupetur, einsque corpus ac lipsana, seu reliquiae, non tamen in sollemnibus supplicationibus deferendae, publicae Christifidelium venerationi proponantur, atque etiam, ut eiusdem Beati imagines radiis decorentur. Praeterea eadem auctoritate Nostra concedimus, ut de illo quotannis recitetur Officium de Communi Confessorum non Pontificum cum lectionibus propriis per Nos approbatis, et Missa de eodem Communi cum orationibus propriis approbatis celebretur, iuxta Missalis et Breviarii Romani rubricas. Huiusmodi vero Officii recitationem Missaeque celebrationem fieri dumtaxat largimur in archidioecesi Spoletana, cuius intra fines Beatus ipse ortus est, atque dioecesi Romana in qua diem obiit supremum, itemque in Templis et Sacellis ubique terrarum sitis, quibus Ordo Benedicimus utitur, ab omnibus Christifidelibus, qui horas canonicas recitare teneantur, et, quod ad Missam attinet, a Sacerdotibus omnibus, ad Templa seu Sacella, in quibus eiusdem Beati festum agatur convenientibus. Largimur denique, ut Sollemnia Beatificationis Venerabilis Servi Dei Placidi Riccardi, servatis servandis, supra dictis in Templis seu Sacellis

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celebretur, diebus legitima auctoritate statuendis, intra annum, postquam sollemnia eadem in Sacrosancta Patriarchali Basilica Vaticana fuerint peracta. Non obstantibus Constitutionibus et Ordinationibus Apostolicis nec non Decretis de non cultu editis ceterisque quibuslibet contrariis. Volumus autem, ut harum Litterarum exemplis, etiam impressis, dummodo manu Secretarii Sacrae Rituum Congregationis subscripta sint atque eiusdem Congregationis sigillo munita, etiam in iudicialibus disceptationibus, eadem prorsus fides adhibeatur, quae Nostrae voluntatis signification^ hisce ostensis Litteris, haberetur. Datum Romae, apud Sanctum Petrum, sub anulo Piscatoris, die v mensis decembris, Dominica secunda Adventus, anno MCMLIV, Pontificatus Nostri sexto decimo.

De speciali mandato Sanctissimi Pro Domino Cardinali a publicis Ecclesiae negotiis
GILDO PRUGNOLA

a Brevibus Apostolicis

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Acta

Apostolicae

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Commentarium

Officiale

ACTA SS. CONGREGATIONUM
SUPREMA SACRA CONGREGATIO S. OFFICII

DECRETUM
PROSCRIPTIO LIBRI

Feria IV, die 18 Martii 1953 In generali consessu Supremae Sacrae Congregationis S. Officii, Emi ac Revmi DD. Cardinales rebus fidei et morum tutandis praepositi, praehabito RR. DD. Consultorum voto, damnarunt atque in Indicem librorum prohibitorum inserendum mandarunt librum qui inscribitur : Marc Oraison, Docteur en Théologie, Docteur en Medicine, Vie chrétienne et problèmes de la sexualité, P. Lethielleux, Paris, 1952. Et feria IV, die 3 Aprilis 1953, Ssmus D. N. D. Pius Divina Providentia Pp. XII, in audientia Emo ac Revmo D. Cardinali Pro-Secretario Sancti Officii concessa, relatam Sibi Emorum Patrum resolutionem adprobavit et confirmavit. Datum Romae, ex Aedibus S. Officii, die 3 Ianuarii 1955. Marius Crovini, Supremae 8. Congr. S. Officii Notarius

Sacra

Congregatio

Rituum

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SACRA CONGREGATIO R I T U M

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VERONEN.
CANONIZATIONIS FUNDATRICIS BEATAE MAGDALENAE MARCHIONISSAE FILIARUM A CARITATE. DE CANOSSA, VIRGINIS,.

INSTITUTI

SUPER DUBIO

An signanda sit commissio reassumptionis Causae in casu et ad effectum de quo agitur. Hoc est in Ecclesiae more positum quod, si post beatificationis sollemnia alicui Servo Dei concessa, fidelium religio incrementum erga illum capiat, necnon plures gratiae seu miracula eius interventione a Deo ferantur accepta, canonizationis Causa resumatur. Iamvero beatorum fastis Magdalena Marchionissa de Canossa die 7 Decembris anno 1941 fuit adscripta indeque cultus in eamdem Beatam ubique percrebuit pluresque peculiares gratiae, ni forte quoque miracula, a Deo, eadem deprecante, patrata feruntur, uti quattuor Eminentissimi Patres Cardinales, quinque Excellentissimi Episcopi, necnon Praepositus Generalis Filiorum a Caritate Canossianorum et Superiorissa Generalis Filiarum a Caritate, quarum Institutum Beata Magdalena ipsa fundavit testantur. Quapropter Revmus P. Augustinus a Virgine, Causae huius Postulator, totius Instituti Canossianarum praefatorumque Archiepiscoporum et Episcoporum nomine humiles enixasque preces Summo Pontifici porrexit ut canonizationis Causa resumeretur. Quod, Deo favente, factum est. Etenim in ordinario S. Rituum Congregationis coetu die 23 Martii anni huius habito Enius ac Revmus Cardinalis Ioannes Adeodatus Piazza, Episcopus Sabinen, et Mandelen., Causae huius Ponens seu Relator, dubium proposuit discutiendum : An signanda sit commissio reassumptionis Causae in casu et ad effectum de quo agitur. Et Emi ac Revmi Patres, sacris ritibus tuendis praepositi, post Emi Ponentis relationem, audito R. P. D. Salvatore Natucci, Fidei Promotore Generali, omnibus perpensis, rescribendum censuere : Affirma-

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Commentarium

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Uve, nempe signandam esse commissionem reassumptionis Causae, si Sanctissimo placuerit. Facta postmodum subsignato die per R. P. D. Henricum Dante, S. Rit. O. Substitutum Sanctissimo Domino nostro Pio Papae XII relatione, Sanctitas Sua rescriptum Sacrae Rituum Congregationis ratum habens, propria manu commissionem reassumptionis Causae Beatae Magdalenae Marchionissae de Canossa signare dignata est. Datum Romae, die 4 mensis Maii, Anno Mariali 1954. C. Card. CICOGNINI, Praefectus h. $ S.

t A. Carinci, Archiep. Seleuc, Secretarius

II DECRETUM
DB INSTAURATAE VIGILIAE PASCHALIS FACULTATIVA CELEBRATIONE ULTERIUS PROROGANDA.

Instauratae Vigiliae Paschalis celebratio, de locorum Ordinariorum iudicio facultative exsequenda, iam per decretum diei 12 Ianuarii anni 1952 per triennium concessa, attentis peculiaribus rerum adiunctis, de mandato Sanctissimi D. N. Pii Papae XII ulterius ad alium annum prorogatur. Contrariis quibuslibet non obstantibus. Die 15 Ianuarii 1955. C. Card. CICOGNANI, Praefectus
L . h£ S.

f A. Carinci, Archiep. Seleucien., Secretarius

An. et TOL.XXXXVII

25 Februarii 1955

(Ser. II, T. XXII) - N. 2

ACTA APOSTOLICAE SEDIS
COMMENTARIUM. OFFICIALE

ACTA PII PR XII

CONSTITUTIONES I

APOSTOLICAE

GUAYAQUILENSIS - LOIANAE (DE EL ORO)
B

DIOECESIBUS GUAYAQUILENSI ET LOIANA QUAEDAM TERRITORIA

DETRAHUN-

T U R , QUIBUS NOVA PRAELATURA (( NULLIUS DIOECESIS )) CONSTITUITUR, (( DE EL ORO )) APPELLANDA.

PIUS

E P I S C O P U S

SERVUS SERVORUM DEI AD PERPETUAM REI MEMORIAM

Nos minime latet sapientiorem singularum Ecclesiarum dispositionem saepissime valde conducere ad rem christianam fovendam ac populorum fidem provehendam. Cum igitur venerabilis Frater Opilius Rossi, Archiepiscopus titulo Ancyranus, idemque in Republica Aequatoriana Apostolicus Nuntius, ab hac Apostolica Sede petierit ut, aliquot a dioecesium Guayaquilensis et Loianae territorio distractis territoriis, nova Praelatura « nullius dioecesis » conderetur, Nos firma et certa spe id posse christianae religioni ibi conferre, opportunum censemus exhibitis precibus concedere- Qua de re, auditis venerabilium Fratrum Episcoporum sententiis, quos negotium contingit, venerabilis scilicet Iosephi Felicis Heredia Zurita, Episcopi Guayaquilensis, et venerabilis Nicanoris Roberti Aguirre Baus, Episcopi Loiani ; consensum insuper supplentes eorum omnium qui habeant ius aliquod in hac re ; post rem attente consideratam ; de apostolica potestate, quam a Christo accepimus, haec quae
4 — ACTA. vol XXII, n. 2 — 25-2-1955.

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Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

sequuntur statuimus et iubemus. A dioecesi Guayaquilensi eam regionem separamus quae Vicariatum Foraneum, qui dicitur, « Máchala » constituit ; item a dioecesi Loiana id territorii disiungimus quo Vicariatus Foranei « Zaruma » et « Santa Rosa » constant. Quae omnia territoria in novam Praelaturam nullius dioecesis redigimus, omnibus iuribus, honoribus, privilegiis tributis quae solent et ceteris concedi, ac oneribus impositis quae huiusmodi Ecclesiarum dignitatem consequuntur. Eadem vero iura et onera eius quoque Praesulibus pro tempore omnino compétent. Nova Praelatura « nullius » de EI Oro appellabitur, eiusque fines tantum protendentur, quantum civilis districtus eiusdem nominis patet. Sedem Praelati eiusque domicilium in ea urbe collocari volumus, quae vulgato nomine « Máchala » nominatur ; cathedram vero suae dignitatis et potestatis collocavit idem Antistes in templo B. M, V. de Mercede, quod ex hoc temporis ad gradum et dignitatem praelaticii templi, quod dicitur, evehimus, debita iura et privilegia tribuentes atque onera imponentes. Modo conditam Praelaturam de EI Oro metropolitanae Ecclesiae Quitensi subicimus tamquam suffraganeam. Item Praesul iuri Archiepiscopi Quitensis erit obnoxius. Qui iuvenes vero ad sacerdotium capessendum vocentur, iisdem educandis Seminarium saltem elementarium in hac Praelatura aedificetur, iuxta normas communes et leges a S. Consilio de Seminariis et Studiorum Universitatibus latas, ex quo lectissimi quique pueri Romam mittantur, ut, in sacra totius catholici orbis civitate, ecclesiasticis doctrinis sincere imbuantur, collegio Piano Latino Americano recepti. Ad Mensam quod attinet Praelaturam, eam constituent sive bona quae novae Praelaturae, divisis Guayaquilensis et Loianae dioecesium bonis iuxta can. 1500 Cod. Iur. Can., obvenient; sive Curiae emolumenta; sive denique a christianis oblata dona. Volumus praeterea ut, simul ac hae Litterae Nostrae ad effectum deductae fuerint, ii clerici qui in territorio novae Praelaturae legitimum habeant domicilium, huic Ecclesiae ascripti censeantur. Itidem Praelaturae regimen et administratio, electio Vicarii Capitularis seu Administratoris, sede vacante, cleri et populi iura et alia huiusmodi, haec omnia Iuris Canonici praescriptis contineantur. Ut par est, ea documenta et acta quae aliquo modo Praelaturam de EI Oro respiciant, quam primum a Curiis episcopalibus Guayaquilensi et Loiana ad eiusdem tabularium mittantur, religiose custodienda. Mandamus postremo ut quae his Litteris praescripsimus venerabilis Frater Opilius Rossi efiicienda curet, cui debitas facultates tribuimus, vel ille qui eo tempore quo haec decreta ad effectum deducentur Aequatorianae Nuntiaturae praeerit. Poterunt ipsi scilicet et alium delegare, dummodo in

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XII

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ecclesiastica dignitate constitutum; qui tamen negotium perficiet, onus habebit documenta confectae rei exarare eaque sinceris exemplis ad S. Congregationem Consistorialem, quam primum poterit, mittere. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla cuiusvis generis contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini propterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quin immo, harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum praeferant viri in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta eadem omnino habenda erit fides quae hisce haberetur, si ostender e t u r . Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum Romae apud S. Petrum, die sexto et vicesimo mensis Iulii, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CELSUS Card. COSTANTINI
S. B. E. Cancellarius

$ Fr. ADEODATUS I. Card. PIAZZA
S. Congr. Consistorialis a Secretis

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

f Alfonsus Carinci, Archiep. tit. Seleuc, Decanus Prot. Apost. Albertus Serafini, Proton. Apost.
Loco ffi Plumbi

Iti

Cane.

Ap.

tab.,

vol.

LXXXIX

n.

d.

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Acta

Apostolicae

Sedis

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Commentarium

Officiale

II

GABONENSIS
(TUCUPITENSIS)
E VICARIATU APOSTOLICO CARONENSI QUAEDAM REGIO SEPARATUR, QUAE IN NOVI VICARIATUS FORMAM REDIGITUR, (( TUCUPITENSIS )) APPELLANDI.

PIUS

EPISCOPUS

SERVUS SERVORUM DEI AD PERPETUAM REI MEMORIAM

Crescit in dies Ecclesia sancta, sicut arbor illa quae umbrosas patulasque frondes ita protendit suas, ut « volucres caeli veniant et habitent in ramis eius » (Mt. 13, 32) ; quae etsi impiis tempestatum furiis vehementer quassetur, divinae tamen lumine gratiae collustrata omnibus terrae populis securum est refugium ac firmum tutamentum. Nos itaque, qui superno Dei numine eiusdem Ecclesiae regimen tenemus, valde animo laetamur uberes huiusmodi progressus considerantes; ac libentissime propterea accipimus preces venerabilis Fratris Armandi Lombardi, Archiepiscopi titulo Caesariensis Philippi et in Veneti o lana Republica Apostolici Nuntii, qui, ad Evangelii praeconum apte iuvan dos levandosque labores, ab hac Romana Sede postulavit ut ex Apostolico Vicariatu Caronensi quaedam separaretur regio atque novus ex ea Vicariatus crearetur. Re igitur qua par erat diligentia considerata, clara idcirco scientia eorum quae gesturi sumus ; explorato praeterea quid Ordinarius Apostolici Vicariatus Caronensis de hoc sentiret negotio; consensu denique eorum suppleto, quorum haec res quavis ratione intersit, de suprema Nostra potestate haec quae sequuntur decernimus atque statuimus. Ab Apostolico Vicariatu Caronensi, in Venezolana Repubblica, eam territorii partem distrahimus in qua civilis regio exstat vulgato nomine (( Delta Amacuro » ; eandem praeterea regionem in novi Apostolici Vicariatus formam redigimus, qui Tucupitemis ab urbe « Tucupita » nuncupabitur quemque sollertibus curis Fratrum Minorum Capulatorum concreditum volumus, ad Nostrum tamen et Sanctae Sedis nutum. Apostolicus igitur Tucupitensis Vicariatus totum eius regionis, quam supra diximus, territorium amplectetur iisdemque finibus, ut patet, atque ipsa circumscribetur. Quem praeterea Vicariatum itemque eius pro tempore Praesules iis iuribus honoribusque ornamus

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atque oneribus officiisque astringimus, quibus solent ceteri Vicariatus eorumque Praesules et ornari et astringi. Ut autem ea quae Nostris bisce Litteris iubemus efficiantur, venerabilem Fratrem Armandum Lombardi deligimus, vel eum qui eo tempore quo haec decreta ad rem adducentur Apostolicae in Venetiolana Republica Nuntiaturae praeerit; cui vero contigerit hoc exsequendum opus, illi necessarias ad id potestates facimus cuilibet subdelegandas, si opus fuerit, viro qui ecclesiastica dignitate polleat. Praecipimus pariter ut confectum negotium in acta referatur, quorum fide digna exempla ad S. Consilium Christianae Fidei Propagandae quam primum mittantur. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla cuiusvis generis contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens, contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini propterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur si ostenderetur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum Romae apud S. Petrum, die tricesimo mensis Iulii, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo.
Pro S . R . E . Cancellario

i$f CLEMENS Card. MIGARA
Sacri Collegii Subdecanus

PETRUS Card. FUMASONI BIONDI
S. Congr. de Propaganda Fide Praefectus

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

f Alfonsus Carinci, Archiep. tit. Seleuc, Becanus Prot. Apost. Albertus Serafini, Proton. Apost.
L o c o g& P l u m b i In Ap. Cane, tab., Vol. LXXXIX, n. !

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Acta,

Apostolicae

Sedis

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Commentarium

Officiale

III S. I O S E P H I IN C O S T A R I C A - A L A J U E L E N S I S (S. ISIDORI)
EX ARCHIDIOECESI S. IOSEPHI IN COSTARICA ET EX DIOECESI ALAJUELENSI

Q U A E D A M T E R R I T O R I A S E P A R A N T U R , Q U I B U S NOVA D I O E C E S I S C O N S T I T U I T U R (( S. ISIDORI )) A P P E L L A N D A .

PIUS
SERVUS

EPISCOPUS
S E R V O R U M DEI

A D P E R P E T U A M REI M E M O R I A M

Neminem fugit saepissime fieri ut, si distrac tis ex amplioribus dioecesibus aliquot territoriis, nova quaedam dioecesis constituatur, possint Episcopi intentiore cura et sollicitudine commissi gregis utilitates quaerere ac tueri. Quae cum ita sint, Nos, cuius in manus posuit Deus omnium christianorum hominum regimen, ea quae venerabilis Frater Paulus Bernier, Archiepiscopus titulo Laodicenus in Syria et in Republica Costaricensi Apostolicus Nuntius, consilia proposuit : ut videlicet nova in Costarica dioecesis constitueretur, libentissimo animo probanda censemus. Post igitur venerabiles Fratres auditos Ruben Odio Herrera, Archiepiscopum S. Iosephi in Costarica, et Ioannem Vincentium Solis Fernández, Episcopum Alajuelensem, quorum intererat, remque intentissimo animo consideratam, eorum consensum supplentes qui aliquod ius in hoc negotio sese habere arbitrentur, de apostolicae Nostrae potestatis plenitudine, quae sequuntur statuimus et iubemus. Ex archidioecesi S. Iosephi in Costarica id territorii separamus quod iis regionibus constat quibus apud vulgus sunt nomina : « Tarrazu », « Dota » et « Perez Zeledón » ; e dioecesi vero Alajuelensi eas oras quas populus « Aguirre », (( Osa », « Buenos Aires » et « Golfito » vocare consuevit. Ex quibus territoriis, addita insula « del Coco », quae ad nullam ecclesiasticam circumscriptionem hucusque accedebat, novam dioecesim constituimus S. Isidori nomine appellandam. Cuius Sedem in urbe, cui nomen est « S. Isidro de El General » statui iubemus, cathedram vero episcopalem in curiali templo collocari, quod in eadem civitate S. Isidoro Agricolae dicabitur, quodque ad cathedralis honorem et dignitatem evehimus. Sive igitur novae dioecesi, sive eius pro tempore Episcopis, sive templo ea omnia iura cedere volumus quae omnibus tum Ecclesiis, tum Praesulibus, tum aedibus cathedralibus tribui solent; iniunctis

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scilicet iisdem quoque oneribus et obligationibus quae eorum sunt propria. Placet insuper modo conditam Ecclesiam archidioecesi S. Iosephi in Costarica esse suffraganeam et subiectam, eiusque sacrorum Antisti-' tes eiusdem S. Iosephi Metropolitis esse obnoxios. Mensam Episcopalem, quae dicitur, constituent sive pecunia a civili potestate statuta, sive Curiae emolumenta, sive ultro factae rerum vel pecuniae donationes, sive denique bona quae, divisis S. Iosephi archidioecesi et Alajuelensi dioecesi, novae S. Isidori Ecclesiae obvenient, ad normam can. 1500 Codicis Iuris Canonici. Volumus praeterea ut caeremoniarum splendori augendo et Episcopo in maioribus dioecesis negotiis iuvando Collegium Canonicorum quam primum constituatur, iuxta normas per alias sub plumbo Litteras edendas; quod tamen dum perficiatur, Consultores dioecesani, quos dicunt, eligantur, quibus pro Canonicis Episcopus utatur. Quod vero ad novae dioecesis regimen, administrationem, curam attinet, itemque ad Vicarii Capitularis, Sede vacante, electionem pertinet, vel ad cleri populique iura et officia, aliaque huiusmodi, ea omnino serventur quae Codice I. C. continentur. Statuimus tamen ut, cum Ecclesia S. Isidori condita legitime fuerit, eo ipsi clerici ei dioecesi censeantur adscripti in cuius territorio legitimum habeant domicilium. Cum autem Ecclesiae sanctae spes in iuvenum agmine sitae sint, qui Dei numine fiante Sacerdotium consectari optent, ideo venerabilem Fratrem hortamur, cui Episcopo nova dioecesis regenda dabitur, ut Seminarium saltem elementarium construendum curet, iuxta legitimas regulas, quo pueri excipiantur ac recte educentur, undeque lecti iuvenes Romam mittantur in Collegio Piano Latino Americano theologicis ac philosophicis doctrinis erudiendi. Ceteros vero poterit Episcopus in maius Seminarium S. Iosephi in Costarica mittere. Acta denique et documenta quae novam dioecesim S. Isidori quovis modo respiciant, vel clericos, vel fideles, a Curiis S. Iosephi in Costarica et Alajuelensi ad Curiam S. Isidori quam primum mittantur, in cuius tabulario religiose serventur. Quae vero his Litteris praescripsimus exsecutioni mandanda curabit venerabilis Frater Paulus Bernier, quem nominavimus, vel ille qui eo tempore quo haec decreta ad rem adducentur Apostolicae Nuntiaturae in Costarica praeerit. Qui vero negotium perficiet non modo ei omnes potestates agendae rei concedimus, quas poterit scilicet cuilibet viro subdelegare, dummodo in ecclesiastica dignitate constituto; sed etiam onus iniungimus documenta exarare et ad S. Congregationem Consistorialem quam primum mittere. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efiicacitati

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Acta

Apostolicae

Sedis

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Commentarium

Officiale

nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderentur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum ex Arce Gandulfi, prope Romam, die undevicesimo mensis Augusti, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CBLSUS Card. COSTANTINI
S. B. E. Cancellarius

© Fr. ADEO DATUS I. Card. PIAZZA
S. Conyr. Consistorialis a Secretis

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

f Alfonsus Carinci, Archiep. tit. Selene, Decanus Prot. Apost. Albertus Serafini, Proton. Apost.
L o c o SB P l u m b i In Cane. Ap. tab., vol. LXXX1X, n. 38.

IV

SOROCABA^NAE
I N SOROCABANO C A T H E D R A L I T E M P L O C A N O N I C O R U M C O L L E G I U M E R I G I T U R

PIUS

EPISCOPUS

S E R V U S S E R V O R U M DEI A D P E R P E T U A M REI M E M O R I A M

E prisco maiorum instituto, recentiore tempore legibus Codicis Iuris Canonici confirmato atque recognito, Apostolica Sedes sive in metropolitanis sive in cathedralibus templis Canonicorum Collegia diligentisjsimo studio instituenda curat, ut et Deo optimo maximo splendidiorem

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tribuant cultum, et Episcopo diligentem navent operam in gravioribus suae Ecclesiae negotiis obeundis. Cum igitur venerabilis Frater Iosephus Carolus de Aguirre, Episcopus Sorocabanae dioecesis, enixe poposcerit ut cathedralis sua aedes, ad iuris praescripta, huiusmodi instruentur Collegio; cumque S. Congregatio Consistorialis, audito venerabili Fratre Carolo Chiarlo, Archiepiscopo titulo Amideno et in Brasiliana Republica Apostolico Nuntio, haec opportunissimo censuerit fieri consilio, Nos adhibitis precibus libentissimo concedimus animo. Quam ob rem, ea suprema Nostra usi potestate, qua universae Christi Ecclesiae praesidemus, atque consensu illorum suppleto, quorum quavis intersit ratione, re attente considerata ac certa scientia eorum quae gestum sumus, haec quae sequuntur statuimus atque decernimus. In Sorocabanae dioecesis cathedrali templo Canonicorum Collegium erigimus, quod ex duabus constabit Dignitatibus, ex Archidiacono scilicet et Praeposito, atque ex decem Canonicis, quorum alteri munus Theologi, alteri vero munus Praefecti admissis paenitentium expiandis assignetur. Quae Dignitates et Canonicatus, tametsi primum concedantur, ad iuris communis normam conferenda sunt. Quoad vero sive Dignitates sive Canonicatus congruo beneficio donari non poterunt, facultatem facimus ut iis etiam sacerdotibus tribuantur, qui alio iam fruantur beneficio, etiam cum animorum curatione coniuncto. Qui Canonici his diebus divina facient officia : feriis videlicet natalibus Servatoris Nostri Iesu Christi; sollemnibus Paschatis, Pentecostes atque B. Mariae Virginis caelo receptae, cui cathedrale templum est sacrum, ac denique anniversariis diebus sive ab electo sive a consecrato dioecesis Episcopo, sive a consecrato cathedrali templo. Cum autem haud parum deceat eos viros, qui in Episcopi consilium et tamquam senatum asciscantur, propriis condecoran insignibus, quibus super ceteros emineant, Sorocabanae Ecclesiae Canonicis concedimus ut intra fines tantum suae dioecesis et in sacris sui Collegii ritibus, nigram induant vestem talarem cum fimbriis violacei coloris, zonam sericam pariter violaceam, rochetum cum reflexu coccineo (qui populari lingua dicitur vermelho-cremisi) in manicis, mozetam e serico villoso nigro cum fimbriis coccineis et, pro temporis opportunitate, cappam cum pellibus albi coloris atque violaceas caligas. Quod vero ad cetera attinet officia et munera, iura ac privilegia, quae ad eiusdem dignitatis Canonicorum Collegia spectant, iuris communis religiose serventur normae. Decernimus postremo ut simul ac Canonicorum Collegium fuerit erectum, dioecesani Consultores, ut patet, a suo munere cessent. Quae omnia Litteris Nostris statuimus, ea exsequenda curabit vel venerabilis Frater Carolus Chiarlo,

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Apostolicae

Sedis

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Commentarium

Officiale

quem supra diximus, vel ille qui eo tempore, quo haec decreta ad rem adducentur, Apostolicae in Brasiliana Bepublica praeerit Nuntiaturae ; ei vero, qui rem perficiet, omnes necessarias ad id facimus potestates, alii etiam viro subdelegandas, dummodo in ecclesiastica dignitate constituto, onusque iniungimus hoc confectum negotium in tabulas referendi, quarum fide digna exempla ad S. Congregationem Consistorialem quam primum transmittet. Has vero Litteras nunc et in posterum efiicaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quiri immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderentur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum ex Arce Gandulfi, prope Romam, die undevicesimo mensis Septembris, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CELSUS Card. COSTANTINI
S. E. E. Cancellarius

® F r . AUEODATUS I. Card. PIAZZA
S. Congr. Consistorialis a Secretis

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

Bernardus De Felicis, Proton. Apost. Albertus Serafini, Proton. Apost.
L o c o £ß P l u m b i

In

Gane.

Apost,

tal) ,

vol.

LXXX.IX.

n.

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CHIROGRAPHUS
D E ORDINE S U P R E M O MILITARI HIEROSOLYMITANO MELITENSI

PIUS PP. XII Nella sua non di rado gloriosa storia il Sovrano Militare Ordine Gerosolimitano di Malta si è trovato, come è proprio di tutte le istituzioni umane, in gravi difficoltà esterne ed interne. I Nostri Predecessori sono ripetute volte intervenuti -per sostenere con paterna mano la Istituzione, affinchè potesse speditamente superare i punti più aspri del suo cammino. Noi stessi, a richiesta dell'Ordine, col Nostro Chirografo del 10 dicembre 1951 costituimmo un Tribunale Cardinalizio incaricato di determinare la natura delle qualità di Ordine sovrano e di Ordine religioso e di risolvere le questioni connesse e, dopo che il medesimo Tribunale ebbe pronunziato le sue sentenze, era comune speranza che la Istituzione potesse sollecitamente entrare in una nuova fase di fiorente sviluppo. Se non che i passi pur intrapresi dall'Ordine per uscire dal presente stato di cose hanno incontrato difficoltà, per cui essi non hanno ancora potuto produrre gli effetti desiderati. Anche la revisione delle Costituzioni, che l'Ordine considera come una importante premessa di nuova vita, ed alla cui preparazione attende da tempo, è ancora nella fase di studio. . Allo scopo di dare valido impulso ai generosi intendimenti di quanti sono solleciti dell'avvenire dell'Ordine stesso, siamo venuti nella risoluzione di affidare ad una apposita Commissione, che sarà formata dagli stessi Signori Cardinali che già composero il Tribunale su menzionato, nonché dal Signor Cardinale Valerio Valeri come Prefetto della Sacra Congregazione dei Religiosi, l'esame delle proposte per la revisione delle Costituzioni e lo studio, la determinazione e l'applicazione dei provvedimenti e dei mezzi atti a favorire il ritorno dell'Ordine alla normalità ed a promuovere in esso una nuova fioritura di vita spirituale. Tale Commissione sarà pertanto costituita dai Signori Cardinali Eugenio Tisserant, Clemente Micara, Giuseppe Pizzardo, Benedetto Aloisi

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Commentarium

Officiale

Masella, Valerio Valeri e Mcola Canali. Segretario ne sarà Monsignor Giovanni Battista Scapinelli di Léguigno. Tutto ciò abbiamo stabilito e stabiliamo, nonostante qualsiasi cosa in contrario, anche se degna di speciale menzione. Dato dal Nostro Palazzo Apostolico Vaticano, il I febbraio 1955.
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PIUS PP. XII

N U N T I I I Summus Pontifex, iis qui interfuerunt VI Conventui nationali Sodalium Consociationis ex iuris peritis catholicis Italiae, haec edidit verba, agens in prima parte de via quae ducit hominem ad reatum culpae et paenae, in altera vero de statu culpae et paenae. * Accogliete, illustri Signori, il Nostro saluto di benvenuto. Lo rivolgiamo alla vostra degna Assemblea con gli stessi sensi di gioia e di fiducia, coi quali vi ricevemmo lo scorso anno. La questione, che oggi prendiamo in esame, Ci è stata segnalata da uno dei vostri, l'insigne Professor Carnelutti. È la funzione della pena, il « redimere il colpevole mediante la penitenza » ; questione che Noi ameremmo di formulare così : la colpa e la pena nella loro vicendevole connessione. Vorremmo, cioè, indicare a larghi tratti il cammino dell'uomo dallo stato di non colpevolezza, attraverso il fatto della colpa, a quello di colpa e di pena (reatus culpae et poenae) ; e viceversa, il ritorno da questo stato, attraverso il pentimento e la espiazione, a quello di liberazione dalla colpa e dalla pena. Noi potremo allora vedere più chiaramente quale è la origine della pena, quale ne è la essenza, quale la funzione, quale forma essa deve prendere per condurre il colpevole alla sua liberazione. I - LA TIA TERSO LA COLPA E LA PENA Occorre qui premettere due avvertenze. Innanzi tutto il problema della colpa e della pena è un problema di persona, e ciò in un duplice aspetto. La via verso la colpa prende le mosse dalla persona del soggetto attivo, dal suo (( Io ». Nella somma degli atti, che da essa provengono come da centro di azione, sono qui da
* D a t u s d i e 5 D e c e m b r i s m e n s i s a. 1954.

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considerare soltanto quelli che si basano sn di una cosciente e voluta determinazione; atti cioè che Fio poteva compiere o non compiere, che compie perchè egli stesso vi si è liberamente risolto. Questa funzione centrale dell'Io verso sè stesso — anche se operante sotto influssi di diversa natura — è un elemento necessario, se si vuol parlare di vera colpa e di vera pena. Il fatto colpevole è però sempre anche una posizione di persona contro persona, tanto se l'oggetto immediato della colpa è una cosa, come nel furto, quanto se è una persona, come nell'omicidio : inoltre l'Io della persona, che si rende colpevole, si dirige contro l'Autorità superiore, quindi in conclusione sempre contro l'autorità di Dio. Nel che Noi, che abbiamo di mira il genuino problema della colpa e della pena propriamente dette, prescindiamo dalla colpa meramente giuridica e dalla sua conseguente penalità. È poi da osservare che la persona e la funzione personale del colpevole formano una stretta unità, che alla sua volta presenta differenti aspetti. Essa riguarda al tempo stesso il campo psicologico, giuridico, etico e religioso. Questi aspetti si possono bensì considerare anche separatamente ; ma nelle vere colpa e pena sono fra di loro così connessi, che soltanto nel loro complesso è possibile di formarsi un giusto concetto circa il colpevole e la questione della colpa e della pena. Non si può dunque nemmeno trattare questo problema unilateralmente, soltanto sotto l'aspetto giuridico. La via verso la colpa è quindi questa : lo spirito dell'uomo si trova nella seguente posizione : dinanzi ad un fare o ad un omettere, che a lui si presenta come semplicemente obbligante, come un assoluto (( tu devi », una incondizionata esigenza da attuarsi con determinazione personale. A questa esigenza l'uomo rifiuta di obbedire : respinge il bene, adotta il male. Alla interna risoluzione, quando essa non si esaurisce in sè stessa, segue l'azione esterna. In tal guisa l'atto colpevole è compiuto nel suo elemento sia interno che esterno. Natura e vari aspetti dell'atto colpevole In ciò che riguarda il lato soggettivo della colpa, per un retto giudizio occorre tener conto non solo del fatto esteriore, ma anche degl'influssi provenienti dall'interno e dall'esterno, che hanno cooperato nella risoluzione del colpevole, come disposizioni innate o acquisite, impulsi o impedimenti, impronte della educazione, irradiazioni delle persone e delle cose in mezzo a cui vive, fattori delle circostanze, e in particolar

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modo l'abituale ed attuale intensità del volere, la cosiddetta « energia criminale », che ha contribuito al compimento del fatto colpevole. Considerato nel suo termine, il fatto colpevole è un arrogante disprezzo dell'Autorità, che comanda di mantenere l'ordine del giusto e del buono, e che è la fonte, la custode, la tutrice e la vindice dell'ordine stesso. E poiché ogni umana Autorità non può finalmente derivare che da Dio, ogni fatto colpevole è una opposizione contro Dio stesso, il suo supremo diritto e la sua somma maestà. Questo aspetto religioso è immanente ed essenzialmente congiunto col fatto colpevole. Termine di questo fatto è anche la comunità di diritto pubblico, se ed in quanto esso mette in pericolo e viola l'ordine stabilito dalle leggi. Tuttavia non ogni vero atto colpevole, come è stato sopra descritto, ha il carattere di colpa di diritto pubblico. Il potere pubblico deve occuparsi soltanto di quelle azioni colpevoli, che offendono la regolare convivenza nell'ordine fissato dalle leggi. Da qui la regola circa la colpa giuridica : Nulla culpa sine lege. Ma una tale violazione, se è d'altronde in sè stessa un vero atto colpevole, è sempre anche una violazione della norma etica e religiosa. Da ciò consegue che quelle leggi umane, le quali si trovino in contraddizione con le leggi divine, non possono formare la base per un vero fatto colpevole di diritto pubblico. Col concetto del fatto colpevole è congiunto quello che il suo autore diviene meritevole di pena (reatus poenae). Il problema della pena ha dunque principio, nel singolo caso, al momento in cui l'uomo diviene colpevole. La pena è la reazione, richiesta dal diritto e dalla giustizia, alla colpa : sono come colpo e contraccolpo. L'ordine violato con l'atto colpevole esige reintegrazione e ristabilimento del turbato equilibrio. È ufficio proprio del diritto e della giustizia di custodire e preservare la concordanza fra il dovere, da una parte, e il diritto, dall'altra, e di ristabilirla, se fosse lesa. La pena non tocca per sè il fatto colpevole, ma l'autore di esso, la sua persona, il suo Io, che con cosciente determinazione ha compiuto l'azione colpevole. Parimenti la punizione non viene quasi da un astratto ordinamento giuridico, ma dalla persona concreta investita della legittima Autorità. Come l'azione colpevole, così anche la punizione mette di fronte persona a persona.

Senso e scopo della pena La pena propriamente detta non può dunque avere altro senso e scopo che quello testé enunciato, di ricondurre nuovamente nell'ordine del dovere il violatore del diritto, che ne era uscito. Questo ordine del dovere

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è necessariamente una espressione dell'ordine dell'essere, dell'ordine del vero e del buono, che solo ha diritto di esistenza, in opposizione all'errore ed al male, che rappresentano ciò che deve non essere. La pena compie il suo ufficio a suo modo, in quanto costringe il colpevole, a causa dell'atto compiuto, ad una sofferenza, cioè alla privazione di un bene e alla imposizione di un male. Affinchè però questa sofferenza sia una pena, è essenziale la causale connessione con la colpa. II - LO STATO DI COLPA E DI PENA Aggiungiamo che il colpevole ha creato col suo atto uno stato, che per sè non cessa col cessare del fatto stesso. Egli rimane colui che ha coscientemente e volutamente violato una norma obbligatoria (reatus culpae) e con ciò è incorso nella pena (reatus poenae). Questo stato personale perdura, anche nella sua posizione di fronte all'Autorità da cui egli dipende, ossia all'Autorità umana di diritto pubblico, in quanto questa ha parte nel corrispondente processo penale, ed inoltre, e sempre, di fronte alla suprema Autorità divina. Si forma così un durevole stato di colpa e di pena, che indica una particolare condizione del colpevole dinanzi all'Autorità offesa e di questa verso il colpevole. E stato tentato, partendo dal concetto che tempo e spazio, formalmente in quanto tali, non siano semplicemente realtà, ma strumenti e forme del pensiero, di trarre la conclusione che dopo la cessazione del fatto colpevole e della pena stessa non si possa più parlare di una loro qualsiasi permanenza nella realtà, nell'ordine reale, e quindi di uno stato di colpa e di pena. Se così fosse, si dovrebbe rinunziare al principio : <( Quod factum est infectum fieri nequit ». Applicato ad un fatto spirituale — e tale è in sè stesso l'atto colpevole —, quel principio si baserebbe — così si afferma — sopra una falsa valutazione e ad un errato uso del concetto di « tempo ». Oltrepasseremmo i limiti di questo Nostro discorso, se volessimo trattare qui la questione dello spazio e del tempo. Basterà di notare che lo spazio e il tempo sono non una semplice forma del pensiero, ma hanno un fondamento nella realtà. Ad ogni modo la conseguenza, che se ne vuol trarre, contro la esistenza di uno stato di colpa, non vale. Senza dubbio la caduta dell'uomo nella colpa avviene su questa terra in un determinato luogo e in un determinato tempo, ma essa non è una qualità di quel luogo e di quel tempo, e quindi la sua cessazione non è legata con la cessazione di un « qui » e di un « ora » .
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C f r . 8. Thom. S. Th. 3 p. q. 69 a 2 o b j . 3 et ad 3.

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Quanto abbiamo esposto riguarda la essenza dello stato di colpa e di pena. Per ciò invece che concerne l'Autorità superiore, alla quale il colpevole ha negato la dovuta subordinazione e obbedienza, la sua indignazione e disapprovazione si rivolgono non solo contro il fatto, ma contro l'autore stesso, contro la sua persona a cagione del suo atto. Con l'atto della colpa è immediatamente congiunta, come si è già " accennato, non la pena stessa, ma la reità e la punibilità dell'atto medesimo. Ciò nondimeno, non è esclusa una pena, in cui s'incorra, in virtù di una legge, automaticamente, al momento dell'atto colpevole. Nel diritto canonico si conoscono le poenae latae sententiae ipso facto commissi delicti incurrendam Nel diritto civile una tale pena è rara, anzi in alcuni ordinamenti giuridici è sconosciuta. Sempre poi questo automatico incorrere nella pena suppone una vera e grave colpa.

I presupposti di ogni sentenza penale Di regola dunque la pena è inflitta dalla Autorità competente. Ciò presuppone : una legge penale vigente ; un legittimo investito della autorità penale, e in lui la sicura conoscenza dell'atto da punire, tanto dal lato obbiettivo, vale a dire nell'attuazione del delitto contemplato dalla legge, quanto dal lato soggettivo, vale a dire per ciò che riguarda la colpevolezza del reo, la sua gravità ed estensione. Questa conoscenza necessaria per emanare una sentenza penale è dinanzi al tribunale di Dio, Giudice supremo, perfettamente chiara e infallibile, e l'averla indicata non può essere senza interesse per il giurista. Dio era presente all'uomo nella interna risoluzione e nell'esterno compimento del fatto colpevole, tutto pienamente penetrando col suo sguardo fino agli ultimi particolari ; tutto sta dinanzi a Lui, ora come nel momento dell'azione. Ma questa conoscenza in assoluta pienezza ed in sovrana sicurezza, in ogni istante della vita e sopra ogni azione umana, è propria solo di Dio. Per questo spetta unicamente a Dio l'ultimo giudizio sopra il valore di un uomo e la decisione sulla sua sorte definitiva. Egli pronunzia questo giudizio, come trova l'uomo al momento in cui lo chiama nella eternità. Tuttavia un infallibile giudizio di Dio si ha anche durante la vita terrena, e non solo su tutto il suo complesso, ina anche sopra ogni singolo atto colpevole e la corrispondente pena ; che anzi in non pochi casi Egli la eseguisce già durante la vita dell'uomo, nonostante la sempre pronta disposizione divina alla remissione ed al perdono.

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La certezza morale nei giudizi umani Il giudice umano, invece, il quale non ha la onnipresenza e la onniscienza di Dio, ha il dovere di formarsi, prima di emanare la sentenza giudiziale, una certezza morale, vale a dire che escluda ogni ragionevole e serio dubbio circa il fatto esteriore e l'interna colpevolezza. Ora però egli non ha una immediata visione dello stato interiore dell'imputato, come era nel momento dell'azione ; anzi il più delle volte non è in grado di ricostruirlo con piena chiarezza dagli argomenti di prova, e talvolta neppure dalla confessione stessa del colpevole. Ma questa mancanza ed impossibilità non deve essere esagerata, come se fosse d'ordinario impossibile al giudice umano di conseguire una sufficiente sicurezza, e quindi un solido fondamento per la sentenza. Secondo i casi, il giudice non mancherà di consultare rinomati specialisti sulla capacità e responsabilità del presunto reo e di tener conto dei risultati delle moderne scienze psicologiche, psichiatriche e caratteriologiche. Se nonostante tutte queste premure, rimane ancora un importante e serio dubbio, nessun giudice coscienzioso procederà a una sentenza di condanna, tanto più quando si tratta di una pena irrimediabile, come la pena di morte. Nella maggior parte dei delitti l'esterno comportamento manifesta già sufficientemente l'interno sentimento, da cui esso è scaturito. Dunque di regola si può — ed anzi talvolta si deve — dall'esterno dedurre una conclusione sostanzialmente esatta, se non si vogliono rendere impossibili le azioni giuridiche fra gli uomini. D'altra parte, non si deve neanche dimenticare che nessuna sentenza umana decide in ultima istanza e definitivamente la sorte di un uomo, ma soltanto il giudizio di Dio, sia per i singoli atti, come per la vita intera. Quindi per tutto ciò in cui i giudici umani vengono a fallire, il Giudice supremo ristabilirà l'equilibrio, dapprima, immediatamente dopo la morte, nel giudizio definitivo sulla vita intera di un uomo, e quindi, più tardi e più completamente, dinanzi a tutti, nell'ultimo giudizio universale. Non come se ciò dispensi il giudice da una coscienziosa ed esatta cura nell'inchiesta ; ma è qualche cosa di grande il sapere che si avrà un'ultima adequazione della colpa e della pena, che nulla lascerà a desiderare per la sua perfezione. Ohi è incaricato dell'assistenza dell'imputato nel carcere preventivo non trascuri di tener presente quale peso e quale sofferenza già la inchiesta stessa cagiona al detenuto, anche quando non si applicano metodi di investigazione, che non possono in alcun modo essere ammessi. Queste
5 — ACTA, vol. XXII, n. 2 — 25-2-1955.

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sofferenze non vengono ordinariamente calcolate nella pena che sarà infine irrogata, e d'altronde difficilmente ciò potrebbe conseguirsi. Occorre tuttavia che ne rimanga il consapevole ricordo. Nel campo giuridico esterno è decisiva per il pieno stato della colpa e della pena la sentenza del tribunale.

Alcune proposte di riforma Nei vostri ceti, illustri Signori, si è manifestato il voto che si introduca per via legislativa un qualche rallentamento del vincolo che lega il giudice agli articoli del Codice penale, non già quasi nel senso dell'attività del pretore nel diritto romano « adiuvandi, supplendi vel corrigendi iuris civilis gratia », ma nel senso di un più libero apprezzamento dei fatti obbiettivi al di fuori delle norme giuridiche generali circoscritte dal potere legislativo; cosicché anche nel diritto penale si possa applicare una certa « analogia iuris » e il potere discrezionale del giudice esperisca un ampliamento dei limiti finora vigenti. Si crede che in tal guisa si avrebbe una notevole semplificazione delle leggi penali e una considerevole diminuzione del numero dei singoli delitti, e si otterrebbe di far meglio comprendere al popolo quel che lo Stato considera come meritevole di pena e per quali motivi. A tale concetto si può senza dubbio riconoscere un qualche fondamento. Ad ogni modo, i fini, per i quali è fatta tale proposta, cioè semplificazione delle norme di legge ; messa in valore non solo dello stretto diritto formale, ma anche della equità e del sano spontaneo giudizio, maggiore adattamento del diritto penale al sentimento del popolo ; questi fini — diciamo — non danno luogo ad obbiezioni. La difficoltà dovrebbe sorgere non tanto dal lato teorico, quanto nella forma della sua attuazione, la quale, da una parte, dovrebbe conservare le garanzie del regolamento vigente, e, dall'altra, tener conto dei nuovi bisogni e dei ragionevoli desideri di riforma. Il diritto canonico offre esempi in tal senso, come si rileva nei can. 2220-2223 del C. I. C.

Varietà ed efficacia delle pene Per ciò che riguarda le varie specie di pene (pene concernenti l'onore [la capacità giuridica], i beni patrimoniali, la libertà personale, il corpo e la vita — le pene corporali non sono comprese nel diritto italiano — ) , in questa Nostra esposizione Ci restringeremo a considerarle soltanto in quanto in esse si manifestano la natura e lo scopo della pena. Poiché,

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però, come abbiamo già accennato, alcuni non sono della stessa opinione intorno al senso e al fine della pena, ne viene come conseguenza che diverso è anche il loro atteggiamento rispetto alle differenti pene. Fino ad un certo grado può esser vero che la pena del carcere o della reclusione, debitamente applicata, è la più atta a procurare il ritorno del colpevole nel retto ordine e nella vita della comunità. Ma da ciò non consegue che essa sia la sola buona e giusta. Viene qui a proposito quanto Noi stessi dicemmo nel Nostro discorso sul diritto penale internazionale del 3 Ottobre 1953 intorno alla teoria della retribuzione. La pena vendicativa è da- molti, sebbene non generalmente, respinta, anche se è proposta non come esclusiva, ma accanto alle pene medicinali. Noi abbiamo allora affermato che non sarebbe giusto il respingere in principio e totalmente la funzione della pena vendicativa. Finché l'uomo è sulla terra, anche questa può e deve servire alla sua definitiva salvezza, qualora egli stesso non ponga altrimenti ostacolo alla efficacia salutare della pena stessa. Tale efficacia infatti non è in alcun modo in opposizione con la funzione di equilibrio e di reintegrazione dell'ordine turbato, che abbiamo già indicata come essenziale alla pena.
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Esecuzione della pena La irrogazione di una pena trova il suo naturale compimento con la esecuzione della pena stessa, considerata come la effettiva privazione di un bene o la positiva imposizione di un male, determinate dalla legittima Autorità quale reazione all'atto colpevole. È un adeguamento non immediatamente della colpa, ma del turbamento dell'ordine giuridico. L'atto colpevole ha manifestato nella persona del reo un qualche elemento che non è d'accordo col bene comune e con una ordinata convivenza sociale. Tale elemento deve essere rimosso dal reo. Questo processo di rimozione è paragonabile all'intervento medico nell'organismo, intervento che può essere assai doloroso, specialmente quando si debbono colpire non soltanto i sintomi, ma la causa stessa della malattia. Il bene del reo, e forse anche più della comunità, esige che il membro malato torni ad essere sano. Ma come la cura dell'infermo, così anche il trattamento della pena, richiede una chiara diagnosi non solo sintomatica, ma anche etiologica, una terapia adattata al male, una cauta prognosi ed una appropriata .profilassi complementare.
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Cfr.

Discorsi e Radiomessaggi,

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Le reazioni del condannato... Quale via il reo debba prendere, è indicato dal senso obbiettivo e dal fine della pena, come dalla intenzione, il più delle volte conforme, dell'Autorità punitrice. È la via della conoscenza del mal fatto, che gli ha cagionato la pena ; la via dell'avversione e del ripudio dell'atto stesso ; la via del pentimento, dell'espiazione e della purificazione, del proposito efficace per l'avvenire, lì) la via che il condannato deve prendere. La questione però è quale via egli prenderà in realtà. Can lo sguardo rivolto a tale questione, può essere utile di considerare la sofferenza causata dalla pena secondo i diversi lati che essa presenta : lo psicologico, il giuridico, il morale e il religioso, quantunque normalmente questi vari aspetti sono in realtà come uniti in un solo.

...nell'aspetto psicologico... Psicologicamente, la natura spontaneamente reagisce contro il concreto male della pena, in modo tanto più veemente, quanto più profonda è la sofferenza che colpisce la natura dell'uomo in generale, o il temperamento individuale del singolo. A ciò si accompagna, anche spontaneamente, il dirigersi ed il fissarsi dell'attenzione del reo sull'atto colpevole, causa della pena, e la cui connessione è viva dinanzi al suo spirito o che, in ogni caso, si fa ora in prima linea presente alla sua coscienza. Dopo tali più o meno involontari atteggiamenti, apparisce la reazione consapevole e voluta dell'Io, centro e fonte di tutte le funzioni personali. Questa più alta reazione può essere una volonterosa positiva accettazione, come si manifesta nelle parole del buon ladrone sulla Croce : (( Digna factis recipimus » : « Riceviamo quel che meritavano le nostre azioni » . Può essere anche una passiva rassegnazione ; o invece un profondo esacerbamento, un totale intimo crollo ; ma altresì un superbo indurimento, che talvolta giunge sino a un indurimento nel male ; o finalmente una quasi selvaggia impotente rivolta interna ed esterna. Tale reazione psicologica prende diverse forme, se si tratta di una pena durevole, o al contrario di una pena ristretta quanto al tempo ad un attimo, mentre per altezza e profondità sorpassa ogni misura di tempo, come la pena di morte.
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...nell'ambito giuridico ... Giuridicamente, l'esecuzione della pena significa l'effettiva valida azione del superiore e più forte potere della comunità giuridica (o meglio di chi ha in essa l'autorità) sopra il violatore del diritto, che nella sua volontà ostinata e contraria alla legge ha trasgredito colpevolmente l'ordine giuridico stabilito, ed è ora costretto a sottomettersi alle prescrizioni dell'ordine stesso, — per il maggior bene della comunità e dello stesso reo. Con ciò appare chiaramente il concetto e la necessità del diritto penale. D'altra parte la giustizia esige che nella esecuzione delle disposizioni della legge penale sia evitato ogni aggravamento delle pene sancite nella sentenza, ogni arbitrio e ogni durezza, ogni vessazione e ogni provocazione. La superiore Autorità ha il dovere di vigilare l'esecuzione della pena e di darle la forma rispondente al suo scopo, non in rigido adempimento delle singole sue prescrizioni e paragrafi, ma in possibile adattamento alla persona che soggiace alla pena medesima. Già la serietà e il decoro della potestà penale e del suo esercizio suggeriscono naturalmente alla pubblica Autorità di ravvisare il suo principale ufficio nel contatto con la persona del reo. Dovrà poi giudicarsi secondo le particolari circostanze, se ai doveri di quell'ufficio potrà essere pienamente provveduto mediante i propri organi. Il più delle volte, se non sempre, una parte dovrà essere affidata ad altri, specialmente la vera, e propria cura delle anime. È stato da alcuni proposto che sarebbe opportuno di fondare una Congregazione religiosa o un Istituto secolare, a cui venga commessa l'assistenza psicologica dei carcerati nella più vasta misura. Senza dubbio già da molto tempo buone religiose hanno portato un raggio di sole e i benefìci della carità cristiana nelle case femminili di pena; ed è questa per Noi una ben accetta occasione per rivolgere loro una parola di riconoscimento e di gratitudine. Tuttavia quella proposta Ci sembra degna di ogni considerazione, ed anzi esprimiamo l'augurio non soltanto che una simile fondazione, non meno che gli organi religiosi ed ecclesiastici già attivi in quelle case, lascino operare le energie che scaturiscono dalla fede cristiana, ma anche che tutti i sicuri risultati provenienti dalle indagini e dalle esperienze psicologiche, psichiatriche> pedagogiche e sociologiche siano adibiti a vantaggio dei carcerati. Ciò naturalmente suppone in coloro che sono chiamati ad applicarli una piena formazione professionale.

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Nessuno, che sia in qualche modo familiare con la realtà della esecuzione delle pene, nutrirà utopistiche speranze d'importanti successi. All'influsso esteriore deve venire incontro la buona volontà del condannato, ma questa non si può ottenere con la forza. Voglia la Provvidenza divina destarla e dirigerla con la sua grazia ! ... nel Iato morale ... Il lato etico della esecuzione della pena e della sofferenza che essa apporta è in relazione con gli scopi e i principi che debbono determinare le disposizioni della volontà del condannato. Soffrire in questa vita terrena significa quasi un volgere lo spirito dall'esterno all'interno; è una via che allontana dalla superficie e conduce nella profondità. Così considerato, il soffrire è per l'uomo di un alto valore morale. La sua volonterosa accettazione, supponendo la retta intenzione, è un'opera preziosa. « Patientia opus perfectum habet », scrive l'Apostolo S. Giacomo. Ciò vale anche per la sofferenza causata dalla pena. Essa può essere un avanzamento nella vita interiore. Secondo la sua propria natura, è una riparazione e un ristabilimento — mediante la persona e nella persona del reo, e da questo voluta — dell'ordine sociale colpevolmente violato. L'essenza del ritorno al bene consiste propriamente non nella volonterosa accettazione della sofferenza, ma nell'allontanamento dalla colpa. A questo può condurre la sofferenza medesima, e la conversione dalla colpa può alla sua volta conferire ad essa un più alto valore morale, e facilitare ed elevare la sua efficacia etica. Così la sofferenza può assorgere fino ad un eroismo morale, ad un'eroica pazienza ed espiazione. Nel campo della reazione morale non mancano però anche manifestazioni contrarie. Spesso il valore etico della pena non viene nemmeno conosciuto ; spesso è consapevolmente e volontariamente respinto. Il reo non vuole riconoscere nè ammettere alcuna sua colpa, non vuole in alcun modo sottomettersi e piegarsi al bene, non vuole nessuna espiazione o penitenza per le colpe personali.
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... nell'elemento religioso Ed ora una breve parola circa il lato religioso della sofferenza causata dalla pena. Ogni colpa morale dell'uomo, anche se materialmente commessa an4

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zitutto soltanto nell'ambito di legittime leggi umane, ed ora punita da uomini secondo il positivo diritto umano, è sempre anche una colpa dinanzi a Dio e di Dio attira su di sè un giudizio penale. Non è nell'interesse della pubblica autorità il non farne semplicemente caso. La Sacra Scrittura insegna che l'autorità umana, entro la sua competenza, altro non è nell'adempimento della pena che la esecutrice della giustizia divina. « Bei enim minister est, vindex in iram ei, qui malum agit ». Questo elemento religioso della esecuzione della pena trova nella persona del reo la sua espressione e la sua attuazione, in quanto egli si umilia sotto la mano di Dio che punisce mediante gli uomini; accetta dunque la sofferenza da Dio, la offre a Dio come parziale sconto del debito che egli ha dinanzi a Lui. Una pena così sopportata diviene per il reo su questa terra una fonte di interna purificazione, di piena conversione, di invigorimento per il futuro, di protezione contro ogni ricaduta. Un patimento così sopportato con fede, pentimento ed amore è santificato dai dolori di Cristo e accompagnato dalla sua grazia. Questo religioso e sacro senso della sofferenza causata dalla pena si palesa a noi nelle parole del buon ladrone al suo compagno di crocifissione : <( Bigna factis recipimus » « Riceviamo quel che meritavano le nostre azioni », e nella preghiera al morente Redentore : « B ornine, memento mei, cum veneris in regnum tuum » « Signore, ricordati di me, quando verrai nell'aureola del tuo regno » ; preghiera che, messa sulla bilancia di Dio, portò al peccatore pentito l'assicurazione del Signore : « Hodie mecum eris in paradiso » « Oggi sarai con me in paradiso » : quasi la prima indulgenza plenaria, da Cristo stesso concessa. Possano tutti coloro, che sono caduti sotto i colpi della umana giustizia, soffrire la pena loro inflitta non per puro costringimento, non senza Dio e senza Cristo, non in rivolta contro Dio, non spiritualmente spezzandosi nel loro dolore; ma possa per esso aprirsi loro la via che conduce verso la santità!
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II Summus Pontifex, iis qui interfuerunt VI Conventui nationali Sodalium Consociationis ex iuris peritis catholicis Italiae, haec verba edidit, agens in tertia et ultima parte de liberatione a statu culpae et paenae* III - LA LIBERAZIONE DALLO STATO DI COLPA E DI PENA Resta ora da parlare dell'ultimo tratto della via che volevamo mostrarvi, vale a 'dire del ritorno dallo stato di colpa e di pena a quello della liberazione. La liberazione dalla colpa e la liberazione dalla pena non s'identificano necessariamente, nè quanto al concetto né quanto alla realtà. Prescindendo dal fatto che dinanzi a Dio la remissione della pena eterna è sempre congiunta con la remissione della colpa grave, — si può avere una estinzione della colpa, senza che ne consegua una estinzione deliapena. E viceversa, la pena può essere stata espiata, senza che nell'intimo del colpevole la colpa abbia cessato di esistere. Ora il ritorno nell'ordine giuridico ed etico consiste essenzialmente nella liberazione dalla colpa, e non dalla pena. 1. - La liberazione dalla colpa Nella esposizione del primo tratto di quella via, mostrammo quale fosse il carattere interno ed esterno dell'atto colpevole, cioè relativamente sia all'autore stesso, come nei Suoi rapporti verso la superiore autorità, in conclusione però sempre verso quella di Dio stesso, di cui la maestà, la giustizia, la santità, sono in ogni atto colpevole trascurate ed offese. In che cosa consiste la liberazione dalla colpa ... La liberazione dalla colpa deve dunque reintegrare i rapporti turbati con l'atto colpevole. Se si tratta di un semplice debito reale, che cioè concerne prestazioni puramente materiali, esso può essere pienamente estinto con la sola prestazione dovuta, senza che sia necessario un qualsiasi personale contatto con l'altra parte. Se invece è questione di una offesa personale (o sola od anche congiunta con un debito reale), allora il reo è tenuto verso la persona del creditore da un obbligo in senso stretto, dal quale deve essere sciolto. E poiché, come già dicemmo, quest'obbligo ha un aspetto psicologico, giuridico, morale e religioso, tale ha da essere anche la sua liberazione.
* Datus die 5 Februarii mensis a. 15)55. ' V. p a g i n e precedenti.
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La colpa tuttavia, nel suo elemento interiore, importa nel reo anche una schiavitù ed un incatenamento di sè stesso all'oggetto a cui egli si è dato nel compimento dell'atto colpevole, vale a dire in sostanza verso uno pseudo-Io, di cui le tendenze, gl'impulsi ed i fini costituiscono nell'uomo una caricatura del genuino Io, voluto dal Creatore e dalla natura soltanto per il vero ed il buono, e contraddice a quelle norme della retta via, secondo le quali l'uomo, fatto ad immagine di Dio, deve operare e formarsi. Anche da questa schiavitù ha da effettuarsi una liberazione psicologica, giuridica, morale e religiosa. Nel diritto umano si può parlare di una qualche liberazione dalla colpa, quando la pubblica Autorità non procede più contro l'atto colpevole ; così, per esempio, anche senza riguardo alle presenti interne disposizioni del reo, per positiva remissione della colpa da parte dell'autorità, o per essere spirato il termine fissato dalla legge, entro il quale soltanto l'autorità medesima sotto certe condizioni intende di portare dinanzi al suo tribunale e giudicare l'avvenuta violazione del diritto. Tuttavia questo modo non costituisce una conversione interiore, una usrávoia, una liberazione dell'Io dalla sua intima schiavitù, dalla sua volontà del male e della illegalità. Ora soltanto su questa liberazione dalla colpa in senso proprio, su questa ¡usrávoia ( = mutazione di sentimento), vorremmo qui attirare l'attenzione. ... psicologicamente .,, Psicologicamente considerata, la liberazione dalla colpa è l'abbandono e la ritrattazione del perverso volere liberamente e coscientemente posto dall'Io nell'atto colpevole e il rinnovato proposito del volere il retto e buono. Questo mutamento di volontà presuppone un ritorno in sè stesso, quindi una comprensione del male e della colpevolezza nella già presa risoluzione contro il bene riconosciuto come obbligante. A tale comprensione si unisce la riprovazione del mal fatto, il pentimento come voluto dolore, voluta tristezza dell'anima per il male compiuto, perchè cattivo, contrario alle norme e in conclusione contrario a Dio. In questa intima Kadaqoiç si compie anche ed è contenuto l'allontanamento dal falso bene a cui l'uomo si era volto con l'atto colpevole. Il reo torna a sottomettersi all'ordine del giusto e retto, nella ubbidienza verso il suo autore e tutore, contro il quale si era ribellato. Ciò conduce psicologicamente all'ultimo passo. Poiché il fatto colpevole — come già si disse — non è la offesa di una norma astratta del diritto, ma in sostanza una posizione contro la persona dell'autorità obbligante o proibente, la compiuta conversione spinge per necessità

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psicologica, in una o altra forma, verso la persona della lesa autorità, con la esplicita o implicita confessione compunta della colpa e con l'intima implorazione della remissione e del perdono. La stessa Sacra Scrittura ci dà brevi e classiche forme di un tale pentimento : come le parole del pubblicano al tempio « Deus propitius esto mihi peccatori » : Dio, perdona a me peccatore, o quelle del fìgliuol prodigo « Pater, peccavi » : Padre, ho peccato. Ciò nondimeno, considerata sotto l'aspetto puramente psicologico, la perversa volontà espressa nell'atto colpevole può aver fine in altra forma, senza addivenire ad una liberazione dalla colpa. Il reo non pensa più al suo atto, nè lo ha ritrattato; esso ha semplicemente cessato di pesare sulla sua coscienza. Ora però deve esser detto ben chiaramente che un tale processo psicologico non costituisce una liberazione dalla colpa, come l'addormentarsi la sera non procura nè significa l'allontanamento e anche meno la soppressione del male commesso durante il giorno. Oggi forse alcuni diranno che la colpa è stata sommersa nel subcosciente o nell'incosciente. Ma èssa è ancor là. Nè si otterrebbe un miglior risultato col tentar di sopprimere la con• sapevolezza psicologica della colpa mediante una autosuggestione o una suggestione esterna, ovvero per mezzo d'ella psicoterapia clinica, della psicoanalisi. Una reale e libera volontà colpevole non può essere psicologicamente corretta o soppressa con l'insinuare la persuasione che essa non è mai stata. Noi abbiamo indicato le deplorevoli conseguenze di un simile trattamento della questione della colpa nel discorso indirizzato ai partecipanti al V Congresso Internazionale di Psicoterapia e di Psicologia clinica il 15 aprile 1953. Una ultima osservazione è ancora da aggiungere sulla liberazione psicologica dalla colpa. Un singolo, pienamente consapevole e libero atto può contenere tutti gli elementi psichici della vera conversione ; ma la sua profondità, fermezza, estensione può presentare manchevolezze, se non essenziali, almeno considerevoli. Una profonda, estesa, durevole liberazione dalla colpa è spesso un processo lungo, che solo gradualmente si matura, specialmente se l'atto colpevole è stato il frutto di una disposizione abituale della volontà. La psicologia delle recidive offre su ciò un più che suficiente materiale di prove, e i sostenitori della funzione purificatrice, educativa e fortificante di una alquanto lunga prigionia trovano in queste esperienze una conferma della loro teoria.
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Lue. 18,13. L u e . 15, 21. C f r . Discorsi e Radiomessaggi, v o l . X V , p. 67 e segg.

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... giuridicamente ... La liberazione giuridica dalla colpa, a differenza della conversione psicologica che si compie principalmente nell'intimo della volontà del reo, s'indirizza essenzialmente all'autorità superiore, le cui esigenze per l'osservanza delle norme stabilite furono trascurate e violate. Violazioni private del diritto, se sono avvenute in buona fede o altrimenti non pregiudicano il bene comune, vengono risolte in via privata tra le parti o mediante azione civile, nè formano ordinariamente oggetto del diritto penale. Nell'analisi dell'atto colpevole dicemmo già che esso costituisce il ritiro e la negazione della dovuta subordinazione, del dovuto servizio, della dovuta dedizione, del dovuto rispetto ed omaggio ; che esso obiettivamente è una offesa all'altezza e alla maestà della legge, o meglio del suo autore, tutore, giudice é vindice. Le esigenze della giustizia, e quindi la liberazione giuridica dalla colpa, richiedono che si dia tanta parte al servizio, alla subordinazione, alla dedizione, all'omaggio e all'onore verso l'autorità, quanta col delitto le era stata negata. Questa sodisfazione può essere compiuta liberamente; può anche, nella sofferenza per la pena inflitta, essere fino ad un certo grado forzata ; può essere al tempo stesso forzata e libera. L'odierno diritto degli Stati non dà molta importanza alla libera riparazione. Esso si contenta di piegare mediante la sofferenza della pena la volontà del colpevole sotto il forte volere della potestà pubblica e di rieducarlo in tal guisa al lavoro, alle relazioni sociali, all'agire rettamente. Che questo modo di procedere possa condurre, in virtù delle immanenti leggi psicologiche, ad un interiore raddrizzamento, e con ciò ad una intima liberazione dalla colpa, non è il caso di contestarlo. Che però ciò debba avvenire o regolarmente avvenga, avrebbe ancora bisogno di essere dimostrato. Ad ogni modo, il non prendere, per principio, in considerazione la volontà del reo di dare sodisfazione in ciò che il sano senso giuridico e la violata giustizia richiedono, è una mancanza e una lacuna, a colmare la quale vivamente esorta l'interesse della dottrina e della fedeltà ai principii fondamentali del diritto penale. Tuttavia la liberazione giuridica dalla colpa comprende non solo la volontà di compiere la dovuta prestazione, ma anche il fatto della prestazione medesima. Qui la scienza e la vita concreta si trovano dinanzi alla spesso difficile questione : che cosa deve accadere nel caso d'incapacità morale o fisica di compiere tale prestazione? si deve ricorrere a un

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qualche compenso o surrogato, ovvero le esigenze del violato diritt# debbono essere lasciate senza riparazione? — Si è già accennato che l'uomo è bensì in grado, mediante un atto colpevole commesso con piena responsabilità di offendere o di distruggere alcuni beni ed obblighi giuridici, ma sovente non è poi, dopo il fatto compiuto, più in condizione di prestare un'adeguata sodisi azione ; così in caso di assassinio, di privazione della vista, di mutilazione, di pieno violentamento sessuale, di adulterio, di definitiva distruzione del buon nome, eli scatenamento di una guerra ingiusta, di tradimento d'importanti e vitali segreti di Stato, di alcune forme di lesa maestà, e di altri simili delitti. Il metodo del taglione verrebbe a cagionare al reo un male proporzionato ; però, con ciò soltanto, a colui che è stato immediatamente colpito nel suo diritto non sarebbe data riparazione nè restituito il suo. Ma, prescindendo dal fatto che non in tutti i casi si ha una tale impossibilità di adeguato risarcimento, è da notare che il giudizio sulla colpa non riguarda tanto il bene danneggiato dell'altra parte, ma principalmente la persona del reo e la sua malvagia volontà esercitata a proprio vantaggio. In opposizione ad essa è la prestazione fatta dal reo a proprio carico, dal suo essere, avere e potere, a profìtto altrui, vale a dire in ogni caso del diritto leso, cioè della superiore autorità. Così la prestazione attiva, che include l'interna conversione della volontà, è per il reo, che a sue spese presta la sodisfazione cui è tenuto, il secondo dei due suindicati elementi costitutivi della liberazione dalla colpa. Altrimenti deve dirsi della prestazione puramente passiva, quando il colpevole si piega forzato alla sofferenza che essa importa. Questa sodisfazione puramente passiva, cui manca qualsiasi volontà libera e pentita, è priva dell'elemento essenziale della liberazione dalla colpa. Il colpevole rimane perciò tale. Più volte abbiamo rilevato come ogni vero atto colpevole in materia grave è in ultima analisi una colpa dinanzi a Dio, che ha un assoluto, perchè divino, diritto alla ubbidienza e alla sottomissione, al servizio e alla lode, e che come autore, tutore, giudice e vindice dell'ordine giuridico, fa conoscere al colpevole le sue esigenze con quella incondizionata assolutezza che è propria delle intime manifestazioni della coscienza. Nella colpevole risoluzione dell'Io l'uomo trascura Dio che così si rivela, lascia da parte il bene infinito, l'assoluta maestà, e si pone in tal guisa col fatto al di sopra di Dio. Ma se ora l'uomo pentito torna ad essere subordinato alla maestà di Dio, se egli in consapevole e piena dedizione del suo Io al sommo infinito bene si distacca dal suo atto colpevole fin nella sua intima radice, per essere di nuovo libero nel bene e nel suo Dio, si trova tuttavia nella impossibilità di riparare con le sue proprie

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forze (cioè dal suo essere, volere e potere) in modo proporzionato quello che col suo atto ha commesso dinanzi a Dio. Egli ha offeso e trascurato un bene assolutamente infinito, un diritto assolutamente illimitato, una assoluta maestà, Nella gravità della sua colpa interviene così questa assoluta infinità, mentre tutto ciò che l'uomo può offrire o attuare è essenzialmente, intensivamente ed estensivamente finito, ed anche in una riparazione duratura sino alla fine dei secoli non potrà in alcun momento pervenire alla eguaglianza — tantum quantum — tra la esigenza di Dio mani dell'uomo finito un prezzo infinito ; ha accettato come prestazione e la prestazione dell'uomo. Dio ha colmato questo abisso ; ha messo nelle mani dell'uomo finito un prezzo infinito ; ha accettato come prestazione per l'uomo colpevole il riscatto operato da Cristo, sovrabbondante per la sua derivazione dalla unione ipostatica, perchè d'infinito valore in sottomissione, onore e glorificazione, e il quale, finché durano i secoli, rimette all'uomo pentito la sua colpa dinanzi a Dio per i meriti di Gesù Cristo medesimo. Nè si dica che queste considerazioni teologiche e religiose giacciono al di fuori del campo e dell'interesse della scienza e della prassi giuridica. Senza dubbio una netta distinzione di competenze è a vantaggio stesso della vita e di una vera scienza; ma in questa autolimitazione non si deve giungere fino ad ignorare o a negare esplicitamente inseparabili connessioni, che per intrinseca necessità in ogni parte si manifestano. In ogni vera colpa — in qualsiasi campo materiale sia stata attuata — è insita ora una relazione con l'ultima istanza di ogni diritto e di ogni ordine. È una caratteristica o prerogativa del mondo del diritto che non vi sia nulla in esso che nella sua struttura fondamentale sia stato creato senza questa somma istanza, o che nella sua analisi fino all'ultimo, possa essere reso intelligibile senza questa relazione trascendente. In ciò non vi è alcun abbassamento, ma piuttosto una elevazione del diritto e della scienza giuridica, per la quale la totale laicizzazione non è un arricchimento, ma un impoverimento. Gli antichi Romani, nonostante la differenza dei concetti, univano insieme ius ac fas, e non li concepivano senza una relazione con la divinità. Se poi la odierna psicologia delle profondità ha ragione, vi è nei dinamismi innati del subcosciente e dell'incosciente una tendenza che spinge verso il Trascendente e che fa gravitare l'essere dell'anima verso Dio. L'analisi del divenir colpevole e del liberarsi dalla colpa rivela la stessa tendenza verso il Trascendente ; essa fa entrare in campo considerazioni e riguardi, di cui la scienza e la pratica del diritto penale non hanno bensì da trat-

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tare ex professo, ma dei quali dovrebbero avere una sufficiente cognizione, affinchè altri possano renderli utilizzabili al fine della esecuzione della pena ed applicarli a vantaggio del colpevole. ... moralmente La liberazione morale dalla colpa coincide sostanzialmente nella più gran parte con quanto abbiamo già detto circa la liberazione psicologica e giuridica. Essa è la riprovazione e il ritiro dell'effettivo disprezzo e della violazione dell'ordine morale commessa con l'atto colpevole; è il consapevole e libero ritorno del reo pentito alla sottomissione e alla conformità con l'ordine etico e con le sue obbligatorie esigenze. In questi atti positivi sono compresi lo sforzo e l'offerta del colpevole per sodisfare le giuste richieste del violato diritto dell'ordine etico, o meglio del suo autore, Signore, tutore e vendicatore, ed apparisce la consapevole volontà e risoluzione di mantenersi fedele in avvenire ai precetti del bene. Nei suoi tratti essenziali dunque essa consiste in quella disposizione interiore che negli Esposti da voi presentati è indicata come lo scopo e • il frutto del retto adempimento della pena, anche se qui è considerata e circoscritta sotto un angolo visuale alquanto diverso. religiosamente Infine per liberazione religiosa dalla colpa s'intende la liberazione da quella intima colpa che grava e vincola la persona del reo dinanzi a Dio, vale a dire dinanzi alla suprema ed ultima istanza di ogni diritto e di ogni obbligo morale, che con la sua infinità copre e protegge la sua volontà e la sua legge, emanata, sia da lui immediatamente, sia mediatamente da una legittima istanza umana nell'ambito della sua competenza. Come poi l'uomo possa liberarsi od essere liberato da tale sua offesa contro Dio, è stato già sufficientemente spiegato nel secondo punto concernente il lato giuridico. Ma se al reo non è indicata questa ultima liberazione religiosa, o almeno non gliene è mostrata e spianata la via, non fosse altro che mediante una lunga e dura pena, allora all'« uomo » colpevole punito non si offre che poco, per non dire nulla, per quanto si parli di guarigione psichica, di rieducazione, di formazione sociale della persona, di emancipazione da traviamenti e da schiavitù verso sè stesso. Senza dubbio queste espressioni designano qualche cosa di buono e d'importante ; ma con tutto ciò l'uomo rimane nella sua colpa dinanzi alla suprema istanza, da cui dipende il suo finale destino. Questa istanza può attendere e spesso attende lungamente, ma alla fine consegna il

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colpevole alla colpa, da cui non vuole desistere, e alle sue conseguenze. È tristissimo per un uomo di cui si deve dire : « bonum erat ei, si natus non fuisset homo ille » : Meglio sarebbe stato per lui non essere nato. Perciò se alcuno o qualche cosa può contribuire a stornare un tanto male, anche se si tratta di diritto penale o della esecuzione di una legittima pena, nulla ha da essere tralasciato. Tanto più che Dio, durante questa vita, è sempre prontissimo alla riconciliazione. Egli stimola l'uomo a compiere internamente F allontanamento psichico dal suo atto insano; gli offre di accoglierlo pentito nuovamente nella sua amicizia e nel suo amore. Possa un diritto penale umano nei suoi giudizi e nella loro esecuzione non dimenticare Fuomo nel colpevole e non omettere di aiutarlo e confortarlo per ritornare a Dio!
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2. - La liberazione dalla pena Il ritorno dallo stato di colpa e di pena comprende necessariamente la liberazione non solo dalla colpa, ma anche dalla pena; soltanto così si perviene a quella quasi « restitutio in integrum » nello stato iniziale cioè di non colpevolezza, e quindi di nessuna pena. La pena eterna nel diritto divino Fatti e affermazioni recenti Ci suggeriscono qui una breve dichiarazione. Non ogni pena incorsa porta in sè una sua remissione. La rivelazione e il magistero della Chiesa stabiliscono fermamente che, dopo il termine della vita terrena, coloro che sono gravati da colpa grave subiranno dal supremo Signore un giudizio ed una esecuzione di pena, dalla quale non vi è alcuna liberazione o condono. Iddio potrebbe anche nell'ai di là rimettere una simile pena ; tutto dipende dalla sua libera volontà ; ma Egli non l'ha mai accordata, nè mai l'accorderà. Se questo fatto si possa sicuramente dimostrare con la sola ragione naturale — alcuni l'asseriscono, altri lo mettono in dubbio —, non è qui il caso di discutere. Ma gli uni come gli altri portano nei loro argomenti ex ratione considerazioni le quali indicano che una tale disposizione di Dio non è contraria ad alcuno dei suoi attributi, non alla sua giustizia, non alla sua sapienza, non alla sua misericordia, non alla sua bontà; mostrano altresì come essa non è in opposizione neanche con la natura umana data dallo stesso Creatore, con la sua assoluta finalità metafìsica rivolta a Dio, con l'impulso della volontà umana verso Dio, con la fìsica libertà del
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volere, radicata e sempre permanente nella creatura umana. Tutte queste riflessioni lasciano forse nell'uomo, quando giudica affidandosi soltanto alla sua propria ragione, un'ultima questione, non già sulla possibilità, ma ancora sulla realtà di tale inflessibile sentenza del Giudice supremo. Non potrà quindi destare troppa maraviglia, se un teologo di grande fama potè scrivere sul principio del secolo x v i i : « Quatuor sunt mysteria nostrae sanctissimae fidei maxime difficilia creditu menti humanae •' mysterium Trinitatis, Incarnationis, Eucharistiae et aeternitatis suppliciorum » . Ma, nonostante tutto ciò, il fatto della immutabilità e della eternità di quel giudizio di riprovazione e del suo adempimento è fuori di qualsiasi discussione. Le dispute a cui ha dato luogo un libro recentemente pubblicato manifestano spesso una grave mancanza di cognizione della dottrina cattolica e partono da premesse false o falsamente intese. Nel caso presente il supremo legislatore, nell'uso del suo sommo e assoluto potere, ha fissato la non mai cessante validità del suo giudizio e della sua esecuzione. Dunque questa durata senza limite è diritto vigente.
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Yarie forme della cessazione della pena nel diritto umano Ma ora torniamo nel campo del diritto umano, che è l'oggetto principale del presente discorso. Come abbiamo già notato, la liberazione dalla colpa e la liberazione dalla pena non sempre coincidono ; la colpa può avere una fine e la pena continuare, e viceversa la colpa può rimanere e la pena terminare. Le forme della cessazione della pena sono diverse. È chiaro innanzi tutto che tale cessazione avviene automaticamente al momento in cui la pena inflitta è stata scontata, ovvero quando, essendo limitata ad un tempo determinato, questo è trascorso, oppure allorché la sua continuazione (talvolta la stessa esecuzione) era legata ad una condizione risolutiva o sospensiva, e questa è stata sufficientemente adempiuta. La remissione della pena Un'altra forma è quella della remissione della pena, mediante un atto della competente superiore autorità. È la forma della grazia, dell'indulto o dell'amnistia, che nel campo religioso ha una qualche analogia nella « indulgenza ». La facoltà di emanare tali atti di clemenza non
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Lessius, Giovanni

De

perfectionibus Il

moribusque Edit.

divinis, Vallecchi,

1.

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cap.

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Papini,

diavolo,

1954.

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spetta al giudice che ha emesso la sentenza di condanna, applicando al caso singolo la pena stabilita dal diritto. Essa compete per sè alla istanza che giudica e punisce in nome proprio e in virtù del proprio diritto. Perciò il diritto di condonare la pena vale ordinariamente nella vita dello Stato come riservato alla suprema autorità, la quale può esercitarlo per mezzo di una disposizione sia generale sia concernente un caso individuale. Sotto il nome di remissione o condono non sono invece compresi alcuni favori o mitigazioni nella esecuzione, che lasciano immutata la sostanza della pena, ma che vengono concessi al reo per la sua buona condotta o per altri motivi. Del resto, la remissione della pena in senso proprio si applica così alle « pene medicinali », come alle « pene vendicative », ove queste sono ammesse. L'ultimo tratto del cammino dell'uomo attraverso la colpa e la pena conduce di nuovo in contatto col problema, già più volte menzionato, del fine massimo della pena, specialmente sul senso o, secondo altri, sul non-senso di una pena puramente vendicativa. Pene medicinali e pene vendicative Nel Nostro discorso del 3 ottobre 1953 al VI Congresso Internazionale di Diritto Penale, ed anche nella presente occasione, abbiamo rilevato il fatto che molti, forse la maggioranza dei giuristi civili respingono quella pena ; aggiungevamo però che alle considerazioni e agli argomenti addotti in prova si dava forse più grande importanza e forza di quel che essi hanno in realtà. Facevamo anche notare che la Chiesa in teoria e in pratica ha mantenuto la doppia specie di pene (medicinali e vendicative) e che ciò è più conforme a quanto le fonti della rivelazione e la dottrina tradizionale insegnano intorno al potere coercitivo della legittima autorità umana. Non si dà a questa asserzione una risposta sufiiciente, osservando che le fonti anzidette contengono soltanto pensieri corrispondenti alle circostanze storiche e alla coltura del tempo, e che quindi non si può attribuire loro un valore generale e sempre durevole. Poiché le parole delle fonti e del magistero vivente non si riferiscono al contenuto concreto di singole prescrizioni giuridiche o regole di azione, ma al fondamento stesso essenziale della potestà penale e della sua immanente finalità. Questa poi è tanto poco determinata dalle condizioni del
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Discorsi

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Radiomessaggi

vol.

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pa.

352.

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V. p a g i n e p r e c e d e n t i . C f r . s p e c i a l m e n t e Rom. 1.3, 4.

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ACTA.

vol. XXII, n. 2 — 25-2-1955.

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tempo e della coltura, come la natura dell'uomo e la società umana voluta dalla natura medésima. — Ma, qualunque sia l'atteggiamento del diritto positivo umano su questo problema, per il Nostro presente scopo basta di mettere in chiaro che in una totale o parziale remissione della pena anche le pene vendicative (non meno che le medicinali) possono od anche debbono essere prese in considerazione. ... Elemento esteriore Nell'applicazione del condono non può valere l'arbitrio. Come norma debbono servire il bene del reo, non meno che della comunità giuridica, la cui legge egli ha colpevolmente violata, e, al di sopra di ambedue, il rispetto, la eccellenza dell'ordine stabilito secondo il buono e il retto. Quella norma esige, tra l'altro, che, come in generale nelle relazioni degli uomini fra di loro, così anche nell'applicazione della potestà penale siano tenuti in conto non soltanto lo stretto diritto e la giustizia,, ma anche l'equità, la bontà e la misericordia. Altrimenti si corre pericolo di trasformare il « summum ius » in « summa iniuria ». Preci sámente questa riflessione inclina a stimare che, nelle pene medicinali come anche, entro certi limiti, nelle vendicative, una remissione della pena dovrebbe essere presa in considerazione, ogniqualvolta si è conseguita la morale certezza: di essersi ottenuto lo scopo immanente della pena, vale a dire la vera conversione interna del condannato e una seria garanzia della sua durevolezza. Le disposizioni del diritto canonico in questa materia potrebbero servire di modello. Esse richiedono, da \ u \ lato, la prova di fatto del cambiamento di sentimenti nel reo, e, dall'altro, non lasciano intervenire il condono automaticamente, ma lo fanno dipendere da un atto giuridico positivo della istanza a ciò autorizzata. Nello scritto da voi presentato si afferma che il diritto penale civile in questo punto fa apparire desiderabile un nuovo sviluppo e un più elastico adattamento alle giuste esigenze odierne. La proposta può essere buona, sebbene le condizioni nel diritto penale civile sotto vari aspetti si presentino diverse dal diritto penale ecclesiastico. Ad ogni modo, l'attuazione di una riforma sembra richiedere nuove chiarificazioni teoriche e ben solide esperienze pratiche.
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C f r . c a n . 2248, §§ 1 e 2 e c a n . 2242 § 3 del C

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... ed elemento interiore della liberazione dalla pena Accanto al lato legale e tecnico della liberazione dalla pena, lo scritto medesimo menziona anche un altro influsso completamente diverso ma reale, che si esercita sul reo e che, essendo una più profonda, intima liberazione dalla pena, non può esser passato sotto silenzio. Naturalmente riesce meno gradito ai giuristi di professione in quanto tali, sebbene sia loro accettabile come « uomini » e « cristiani » ; esso indica per sè un essenziale approfondimento, o, se si preferisce, una sublimazione e « cristianizzazione » di tutto il problema della esecuzione delle pene. Esempio di condannati innocenti La pena si presenta per natura sua come un male imposto all'uomo eontro la sua volontà ; porta quindi con sè uno spontaneo atteggiamento di difesa dell'uomo interiore. Egli si sente spogliato della libera disposizione su sè stesso e sottoposto ad un volere estraneo. Non di rado simili mali, ma da altre fonti, colpiscono l'uomo, oppure egli li prende di propria elezione. Non appena la spontanea opposizione contro la sofferenza viene abbandonata, svanisce o almeno resta essenzialmente diminuito il suo lato oppressivo ed umiliante, anche se rimane l'elemento sensitivo e doloroso, come già avemmo occasione di osservare nella seeonda parte di questa Nostra esposizione. Sotto tale oppressione e sof^ ferenza si trovano oggi molti e molti, benché innocenti ; soffrono fisicamente e moralmente nelle prigioni, negli ergastoli, nei campi di concentramento, nei luoghi di lavori forzati, nelle miniere, nelle cave di pietre, ove la passione politica o l'arbitrio di poteri totalitari li hanno relegati ; soffrono tutte le miserie e tutti i dolori — é spesso anche più — che possono essere imposti secondo il diritto e la giustizia ai veri colpevoli. Coloro che senza colpa tanto male sopportano, non valgono bensì a sottrarsi esternamente alla pressione della forza, ma possono interiormente elevarsi al di sopra di tutto, sorretti forse già da motivi morali naturalmente buoni, ma più facilmente ed efficacemente da considerazioni religiose, dalla sicurezza che sempre e dappertutto dipendono dalla Provvidenza divina, che non si lascia togliere di mano nulla e nessuno, e che, oltre il breve tempo della vita terrena di ciascun uomo, dispone di unaeternità e di una onnipotenza per riparare quanto si è ingiustamente patito, per rimettere in equilibrio ogni cosa sconvolta ed occulta, per infrangere e punire ogni umana tirannide. Agli occhi del cristiano è poi so prattutto presente il Signore, il quale nella sua Passione sperimentò

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tutta la profondità della sofferenza umana e ne assaporò l'amarezza, e in obbedienza al Padre, per amore di lui e in amorevole commiserazione verso gli uomini, prese sopra di sè volontariamente dolori e ignominie, la croce e la morte. Fortificati dall'esempio dell'Uomo-Dio, molti di quegl'innocenti trovano nella loro sofferenza la libertà e la calma interiori, compiono una intima liberazione dal dolore pur nella permanente afflizione esteriore, nella via della fede, dell'amore e della grazia.

A m o r e v o l e opera di soccorso per i c o n d a n n a t i c o l p e v o l i

Ora lo stesso scopo possono conseguire per la medesima via anche coloro che soffrono per loro colpa e si sentono schiavi della pena. Noi vorremmo ricordare ciò che, parlando della esecuzione della pena, esponemmo già circa le condizioni spirituali del condannato ; occorre qui al presente considerare come si può e si deve venire in suo soccorso per giungere a un intimo superamento e quindi a una interiore liberazione dal male della pena. Con la fede, con l'amore, con la grazia è possibile di dare al suo spirito chiaroveggenza e lume, al suo animo contenuto e calore, alla sua debolezza f orza e sostegno. Sènza dubbio il reo stesso potrebbe far maturare in sè e condurre a compimento tale elevazione ; tuttavia, abbandonati a loro medesimi, pochi potranno conseguirla. Essi hanno bisogno di ricevere da altri consiglio, aiuto, compassione, incoraggiamento e conforto. Ma chi si appresta a compiere tale opera, deve attingere dalla sua propria convinzione e dalle sue interiori ricchezze quel che vuol comunicare al colpevole ; altrimenti la sua parola resterà un^« aes sonans aut cymbalum tinniens ».
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Noi abbiamo letto con profonda commozione quanto uno di voi, l'insigne Prof. Francesco Carnelutti, ha scritto sulle parole che il Signore pronunzierà alla fine dei tempi : « Ero in prigione e veniste a visitarmi... Quanto avete fatto ad uno dei più piccoli fra questi miei fratelli, l'avete fatto a me » . Ciò che qui è proposto come ideale del dono di sè per la spirituale salvezza e purificazione del prigioniero, va anche al di là del precetto nuovo del Redentore « Amatevi l'un l'altro », che doveva essere la tessera, con la quale si riconoscerebbero i suoi discepoli; si tratta infatti di avvicinarsi così al colpevole da vedere in esso, onorare ed amare il Signore, anzi di assimilare sè stesso talménte a lui da mettersi spiritualmente al posto dell'uomo in abito di detenuto e nella cella della sua
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Cor.

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prigione, cóme il Signore stesso dice di sè : Ero carcerato e veniste da me : tutto questo mondo interiore, questa luce e questa bontà di Cristo potranno dare al reo sostegno ed aiuto per uscire dalla servitù miserevole della pena e riconquistare la libertà e la pace interna.
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Contributo

della

comunità

alla

liberazione

Ma inoltre le parole del Signore obbligano non soltanto coloro cui è affidata la immediata cura del condannato, ma anche la stessa comunità della quale egli è e rimane membro. Questa dovrebbe addestrarsi ad essere disposta ad accogliere con amore colui che dalla prigione è messo in libertà; con un amore non cieco, ma chiaroveggente, al tempo stesso però sincero, soccorrevole, discreto, e tale da rendergli possibile il riadattamento alla vita sociale e il sentirsi di nuovo libero dalla colpa e dalla pena. Le esigenze di una tale disposizione non si basano sopra un utopico disconoscimento della realtà ; come infatti è stato notato, non tutti i rei sono pronti e inclini a sopportare e sostenere il richiesto processo di purificazione, — e forse la percentuale di questi condannati non è piccola — ; ma è pur vero che non pochi altri possono essere e sono aiutati a conseguire la intiera liberazione interiore, e per essi specialmente nessuno sforzo cristiano sarà mai nè eccessivo nè troppo arduo. Possano le Nostre qualsiansi considerazioni contribuire con la ricchezza del pensiero cristiano ad illuminare il senso vero, moralmente e religiosamente purificato della pena, e con le effusioni della carità a spianare al condannato la via che deve condurlo all'agognata liberazione dalla colpa e dalla pena. Con tali sentimenti invochiamo da Dio su di voi, illustri Signori, e sull'alta e benemerita opera vostra i più eletti ed abbondanti favori celesti, mentre di cuore v'impartiamo la Nostra paterna Apostolica Benedizione.

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III A Summo Pontifice Eœomo P. D. Ioanni Baptistae Montini, Archiepiscopo Mediolanensi, possessionem Archidioecesis canonice capienti, atque christifidelibus eiusdem Metropolitanae Ecclesiae datus. La parte che la Divina Provvidenza ha voluto da Noi nel dare all'arcidiocesi di Milano il suo nuovo Pastore, vuol essere piena oggi con l'augurio che il cuore Ci detta per colui che va, e per le cattoliche popolazioni lombarde, che giubilando l'accolgono. A lui invochiamo da Dio, sotto gli auspici del gran Padre della Chiesa ambrosiana, lo spirito del mirabile suo predecessore Carlo Borromeo. Come San Carlo, il quale fu dato alla metropoli lombarda da un Pontefice che lo ebbe- prezioso collaboratore nel governo della Chiesa, così il novello Pastore, che della Chiesa porta la conoscenza fattiva e l'amore che non si risparmia, possa dare al gregge la forma, sempre antica e sempre nuova, che il Pastore dei pastori, e le anime con Lui, aspettano dalla sua azione e dalla sua vita. Sia egli la gloria dei figli ; siano i figli la sua corona. Ai figli diciamo : In lui, che viene a voi benedetto nel nome del Signore, avete il pegno del Nostro affetto e delle Nostre cure per voi. Fedele depositario, nella sua arcidiocesi, della sana dottrina e consapevole, per lunga esperienza, delle vie segnate oggi alla grande famiglia cristiana nella società nuova e di quel mondo migliore che Noi auspichiamo con tutte le fibre dell'anima, voi dovete guardare alla sua fatica pastorale con perfetta unità di spiriti e di cuori, e seguendone gli indirizzi con umile e sapiente docilità, coadiuvarlo nell'incremento del Regno di Dio nelle anime vostre e nelle vostre istituzioni. Questo vuole da voi la vita di fede, che è la propria vita del cristiano. A questo patto la grazia di Dio, che assiste il Pastore, santificherà il gregge, salvandolo dalle rovine dell'orgoglio e dai falsi profeti. La Chiesa ambrosiana continuerà in pace nelle sue gloriose tradizioni di zelo apostolico e missionario di vitalità nelle opere di generose intraprese in ogni campo di azione. E il Padre comune potrà gloriarsi di voi come San Paolo dei Tessalonicesi, « tenendo a mente, innanzi a Dio e Padre nostro l'opera della vostra fede, la sollecitudine della «carità, e la fermezza della speranza nel Signore nostro Gesù Cristo » .
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Con questi .voti e con questi sensi Ci è caro con la Nostra Apostolica Benedizione segnare al novello Pastore l'itinerario di una attività che gli auguriamo lunga e feconda ; e alla diletta famiglia ambrosiana consacrare la letizia di una festosa accoglienza coi propositi di una incrollabile fedeltà alla Chiesa e di una sincera vita cristiana. Dal Vaticano, 4 gennaio 1955.

PIUS PP. XII

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ACTA.SS. CONGREGATIONUM
SUPREMA SACRA CONGREGATIO S. OFFICII

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DECRETUM
PROSCRIPTIO LIBRI

Feria IV, die 26 Januarii 1955 In generali consessu Supremae Sacrae Congregationis S." Officii Emi ac Revmi DD. Cardinales rebus fidei et morum tutandis praepositi, praehabito RR. DD. Consultorum voto, damnarunt atque in Indicem librorum prohibitorum inserendum mandarunt librum qui inscribitur : Josef Thomé, Der Mündige Christ, Katholische Kirche auf dem Wege der Reifung, Frankfurt am Main, Verlag Josef Knecht, 1949. Et sabbato, die 29 Januarii 1955, S Simus D. N. Pius Divina Providentia Pp. XII, relatam Sibi Emorum Patrum resolutionem adprobavit, confirmavit et publicari iussit. Datum Romae, ex Aedibus S. Officii, die 2 Februarii 1955. Marius Crovini, Supr. S. Congr. S. Officii Notarius

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II DECRETUM
PROHIBENTUR EPHEMERIDES (( LA Q U I N Z A I N E ))

Feria IV, die 26 Januarii 1955 In generali consessu Supremae Sacrae Congregationis S. Officii Emi ac Revtuii DD. Cardinales rebus fidei et morum tutandis praepositi, praehabito RR, DD. Consultorum voto, damnarunt atque prohibuerunt ephemerides inscriptas : La Quinzaine (Paris, rue de Babylone, 68).

Suprema

Sacra

Congregatio

S.

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Et sabbato, die 29 Ianuarii 1955, SSmus D. N". Pius Divina Providentia Pp. XII, relatam Sibi Emorum Patrum resolutionem adprobavit, confirmavit et publicari iussit. Datum Eomae, ex Aedibus S. Officii, die 3 Februarii 1955.

Marius Orovini, Supr. 8. Congr. 8. Officii Notarius

III SUBMISSIONIS NOTIFICATIO Marcus Oraison, Sacrae Theologiae et Medicinae Doctor, humiliter se subiecit decreto S. Officii diei 18 Martii 1953, quo damnatus et in Indicem librorum prohibitorum insertus est liber ab eo editus sub titulo (( Vie chrétienne et problèmes de la sexualité » (Paris, P. Lethielleux, 1952). Ex Aedibus S. Officii, die 14 Februarii 1955. Marius Crövini, Supr. 8. Congr. 8. Officii Notarius

SACRA CONGREGATIO CONSISTORIALIS

i
PROVISIO ECCLESIARUM Sanctissimus Dominus Noster Pius Divina Providentia Papa XII, successivis decretis Sacrae Congregationis Consistorialis, singulas quae sequuntur Ecclesias de novo Pastore dignatus est providere, nimirum : die 6 Decembris l%k — Titulari episcopali Ecclesiae Cercinitanae praefecit R. D. Aemilium Benavent Escuin, canonicum Capituli Cathedralis Malacitani, quem deputavit Auxiliarem Exc. P. D. Angeli Herrera y Oria, Episcopi Malacitani. die SO Decembris — Titulari episcopali Ecclesiae Capsitanae R. D. Carolum Garrett Maloney, cancellarium curiae metropolitanae Ludovicopolitanae, quem deputavit Auxiliarem Exc. P. D. Joannis Alexandri Floersh, Archiepiscopi Ludovicopolitani. — Titulari episcopali Ecclesiae Cerbalitanae R. D. Josephum Aloi-

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Acta

Apostolicae

Sedis

Commentarium

Officiale

sium Durick, parochum S. Margaritae ex dioecesi Mobiliensi-Birminghamiensi, quem deputavit Auxiliarem Exc. P. D. Thomae Josephi Toolen, Archiepiscopi-Episcopi Mobiliensis-Birminghamiensis. die 31 Decembris — Titulari episcopali Ecclesiae Cartennitanae, R. D. Brunonem Wechner, Pro-Vicarium Generalem Administrationis Apostolicae Oenipontanae. — Titulari episcopali Ecclesiae Heliosebastenae R. D. Florentinum de Andrade et Silva, directorem spiritus in seminario maiori Portugallensi, quem deputavit Auxiliarem Exc. P. D. Antonii Ferreira Gómez, Episcopi Portugallensis. die S Januarii 1955 — Titulari archiepiscopali Ecclesiae Cotradensi Exc. P. D. Henricum Patricium Rohlman, hactenus Archiepiscopum Dubuquensem. die 5 Januarii — Cathedrali Ecclesiae Muranae R. D. Antonium Rosarium Mennonna, canonicum primicerium Capituli Cathedralis Murani. die 10 Januarii — Cathedrali Ecclesiae Victoriensi R. D. Franciscum Peralta y Ballabrigo, canonicum Capituli Metropolitam Caesaraugustani. die 19 Januarii — Titulari episcopali Ecclesiae Voncariensi Exc. P. T). Pium Freitas Silveira, hactenus Episcopum Joinvillensem. die 23 Januarii — Cathedrali Ecclesiae Ruthenensi Exc. P. I). Ioannem Ernestum Ménard, hactenus Episcopum titularem Alienum. die 25 Januarii — Titulari episcopali Ecclesiae Tremithusiae Rev. D. Andream Pioger, Vicarium Generalem dioecesis Sagienis, quem deputavit Auxiliarem Exc. P. D. Octavii Pasquet, Episcopi Sagiensis. die 1 Februarii — Cathedrali Ecclesiae Caesenatensi Exc. P. D. Josephum Amici, hactenus Episcopum Troianum et Fodianum. die 2 Februarii — Titulari archiepiscopali Ecclesiae Cypselensi Exc. P. D. Eugenium Giambro, hactenus Episcopum Neocastrensem. die Jf Februarii — Titulari episcopali Ecclesiae Thuburnicensi Rev. D. Ciprianum Tourel, Vicarium Generalem dioecesis Montis Pessulani, quem deputavit Auxiliarem Exc. P. D. Ioannis Duperray, Episcopi Montis Pessulani. die 6 Februarii — Cathedrali Ecclesiae Nazarensi Exc. P. D. Ioannem de Souza Lima, hactenus Episcopum titularem Derbeum. — Cathedrali Ecclesiae Quelimanensi, nuper erectae, R. P. D. Franciscum Nunes Teixeira, Antistitem- Urbanum, e dioecesi Beirensi. die 12 Februarii — Cathedrali Ecclesiae Carnutensi, R. D. Rogerium Michon, parochum decanum Sancti Germani, vulgo « en Laye », in dioecesi Versaliensis

Saera

Congregatio

Consistorialis

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II
NORMAE ET FACULTATES
PRO SACERDOTIBUS I N SPIRITUALEM EMIGRANTIUM CURAM INCUMBENTIBUS

N E M P E PRO M I S S I O N A R I I S E M I G R A N T I U M E T M I S S I O N A R I O R U M DIRECTORIBUS, IUSSU SANCTISSIMI DOMINI NOSTRI PII DIVINA PROVIDENTIA PAPAE

DUODECIMI EDITAE.

I 1. Legitime assumpti in officium Missionarii emigrantium vel Directoris Missionariorum illi sacerdotes censentur, qui adamussim servatis normis, quae in Constitutione Apostolica Exsul Familia, Titulo altero, art. 5 praescribuntur, peculiari obtento a Sacra Congregatione Consistoriali Rescripto, adprobati et nominati sunt. 2. Sacerdotibus Missionariis emigrantium et Directoribus Missionariorum eorumdem sacrum esto religiose servare ea omnia, quae de Missionariis emigrantium eorumque directoribus praecipiuntur in praedicta Constitutione Apostolica (1. c, cc. III et I V ) . II 3. Missionariis emigrantium eorumque Directoribus, quae infra recensentur facultates seu privilegia, durante munere tribuuntur. 1° Privilegium altaris portatilis, de consensu Ordinarii loci, dummodo Missa celebrari debeat in commodum fidelium sibi concreditis, servatis ceteris de iure servandis. 2° Facultas celebrandi sub dio, dummodo pariter Missa celebrari debeat in commodum fidelium sibi concreditis, et locus celebrationis sit decens atque honestus et adhibeatur tentorium quo altare a ventis protegatur ne fragmenta disperdantur, prae oculis habita Instructione S. Congregationis de Sacramentis diei 1 Octobris 1949 (A. A. $ XXXXI, pp. 493 ss.), de consensu pariter Ordinarii loci et servatis ceteris de iure servandis. 3° Facultas bis vel ter litandi diebus dominicis et festis de praecepto necnon feriatis in commodum christifidelium in territorio missionis commorantium, dummodo accedat Ordinarii loci consensus et tertia Missa celebretur in ecclesia ubi aliae duae iam celebratae non sint, si id fieri possit absque gravi incommodo, constito in singulis casibus de vera necessitate tertiae Missae, onerata super hoc Directoris Missionariorum conscientia, remoto quocumque admirationis vel scandali periculo, vetita celebranti eleemosinae perceptione pro duabus Missis, servatis ceteris de iure servandis.
v

92

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

4° Facultas celebrandi Missam pro fidelibus sibi commissis media nocte Nativitatis Domini, remoto quocumque irreverentiae periculo aliisque servatis de iure servandis. 5° Facultas item celebrandi Missam pro iisdem christifidelibus nocte quae intercedit inter diem XXXI decembris et I insequentis ianuarii, quolibet anno, cum facultate Missam inchoandi ipsa media nocte, dummodo sacrae supplicationes perdurent spatio circiter duarum horarum, in hoc comprehenso celebrationis Missae tempore, remoto semper quocumque irreverentiae periculo aliisque servatis de iure servandis. 6° Privilegium celebrandi unam Missam feria V Maioris Hebdomadae. 7° Quoad celebrationem Missae horis vespertinis seu de sero standum est normae VI Constitutionis Apostolicae Christus Dominus diei 6 mensis ianuarii a. 1953 (A. A. S., XLV, pp. 22-23). 8° Facultas benedicendi sacerdotalia indumenta, mappas et tobaleas seu linteamina altaris, corporalia, tabernacula seu vascula pro sacrosancta Eucharistia conservanda et cetera quae ad divinum cultum inserviunt. 9° Facultas benedicendi, ritibus tamen ab Ecclesia praescriptis, cum omnibus indulgentiis a S. Sede concedi solitis, rosaría, cruces, parvas statuas et numismata ; adnectendi insuper coronis indulgentias a Sancta Birgitta et a patribus Crucigeris nuncupatas. III 4. Licet emigrantibus per integrum anni tempus praecepto paschalis communionis satisfacere. 5. Christifideles qui S. Missae ab emigrantium Missionariis in altare portatili vel sub dio celebratae assistunt festivo praecepto de sacro audiendo satisfaciunt. 6. Fideles emigrantes, dummodo confessi" ac sacra Synaxi refecti, Indulgentiam plenariam die II augusti, toties valent consequi quoties Oratorium seu Cappellani missionis ubi Sanctissima Eucharistia legitime custoditur pie visitaverint ibique sex PaterAve et Gloria ad Summi Pontificis mentem in unaquaque visitatione devote recitaverint. Datum Romae, ex Aedibus Sacrae Congregationis Consistorialis, die x mensis decembris anno m c m l i v , in festo Translationis Almae Domus Beatae Mariae Virginis.
£8

Fr. A. I. Card.

Piazza,

Ep. Sabinen, et Mandelen., a Secretis Iosephus Ferretto, Adsessor

Sacra

Congregatio

de

Religiosis

93

SACRA CONGREGATIO DE RELIGIOSIS
O A CU C ¡ ^ < ,

INSTRUCTIO
DE CAPPELLANIS MILITUM RELIGIOSIS

Sacrorum administri e clero saeculari cum numero non sint saepe sufficientes, Vicarii Castrenses ad sacra munia in militum commodum exercenda quandoque Religionum vel Societatum vitae communis sodales oportet asciscant. Quidam ergo Summi Pontificis Legati quaesierunt an Sacra haec Congregatio peculiaribus editis rationibus et normis hac de re constituisset. Iamvero in Instructione a Sacra Congregatione Consistoriali de Vicariis Castrensibus, die 23 mensis Aprilis anno 1951 expedita (A. A. S., 43-1951, p. 564), re per Augustum Pontificem antea probata, haec praescribuntur (XIII) : « Optimi expertique ad officium Cappellani seligantur etiam religiosi sacerdotes, servatis tamen peculiaribus normis pro iisdem a S. Congregatione Negotiis Religiosorum praeposita datis, qui vero, si fieri potest, locis destinentur ubi ipsorum Religionis domus habeatur ». Itaque Sacra Congregatio Negotiis Religiosorum Sodalium praeposita horum perfectionis pro officio suo studiosa ac diligens, hanc decrevit edere Instructionem, qua rationes traderentur eiusdem muneris tuto accipiendi et normae constituerentur id, cum accipiendum esset, sancte fructuoseque gerendi.
Art.

I

Cappellani militum religiosi nominatio, amotio, vigilantia 1. Munus Cappellani militum quod a sacerdote in propria manente domo religiosa atque integris communis vitae institutis exerceri non potest, sed e contrario postulat ut tota fere vita extra religiosam familiam militari quodam saecularique modo continenter ducatur, non est accipiendum nisi vera cogit necessitas, scilicet cum Cappellani e clero saeculari desiderantur. 2. Nominatio religiosorum ad munus Cappellani militum eorumque amotio, in universum iis regulis ac normis canonice diriguntur, quae sunt de nominatione et amotione parochorum religiosorum institutae

94 Acta Apostolicae Sedis CommentariumOfficiate

(can. 456, 454, § 5, servato art. III, 1) ; eorum vigilantia atque correctio ad Vicarium Castrensem et ad Superiores religiosos iuxta can. 631 et Instructionem S. Congregationis Consistorialis spectat. 3. Ordinarius loci hac in re intelligendus est Vicarius Castrensis. 4. Attentis peculiaribus adiunctis in quibus saepe tale ministerium exercetur, Superior religiosus nemini invito, nisi consulto et gravioribus de causis, illud imponat.
Art.

II

De condicionibus ad munus Cappellani necessariis Ad munus Cappellani militum, onerata conscientia eorum ad quo» pertinet, eligendi sunt, tempore pacis, religiosi : 1) qui trigesimum quintum aetatis annum attigerint, vel in casu verae necessitatis, qui trigesimum saltem annum compleverint, ea tamen condicione, ut maturioris animi, dotes prae se ferant ; 2) qui doctrina, pietate ac spiritu religioso sint praestantes, nec falsae libertatis amore ducti munus amplectantur.

u

Art.

III

De tempore munus gerendi 1. Cappellani militum religiosi ad nutum Vicarii Castrensis et Moderatoris religiosi, iustis de causis, munere possunt demoveri; Moderatoris autem religiosi erit tempestive rem cum Vicario Castrensi ita componere, ut remotionis occasione, nec cum auctoritate militari difficultas oriatur, nec apostolicum munus detrimentum ullum patiatur. 2. Cappellani militum religiosi, ne ultra quinquennium in munere constituantur, renovato secundo quovis anno Superiorum religiosorum consensu. 3. Idem officium iterum ne suscipiant, nisi postquam, saltem per aliquot menses, in domo religiosa', perfectae vigenti disciplinae, sese ultro demisseque subiecerint. Ab hac obligatione, Superior religiosus, onerata conscientia, dispensare potest eos praesertim qui durante munere communitatis religiosae beneficio plene privati non fuerunt.

Sacra

Congregati

de

Religmsif;

9 5

Art.

IV

De condicione religiosa Cappellani militum 1. Cappellanus militum religiosus non est cum exclaustratis (can. 639) eodem habendus numero, sed cum religiosis, qui sacri ministerii causa, suis obnoxii Moderatoribus, dum in officio tenentur, legitime absunt (can. 606, § 2). 2. Cappellani militum, uti religiosi legitime absentes, iuribus atque privilegiis propriae Religionis fruuntur, eaque suae Sodalitatis munera retinere vel suscipere possunt, quae muneri Cappellani militum de iure vel de facto non repugnant. 3. Cappellanus militum religiosus item votorum sponsione Deo est obligatus et officio adstrictus ea semper fideliterque servandi. Neque desinit esse devinctus Regulis, Constitutionibus et vitae, quam professus est, praescriptis, quae cum eius statu atque munere conveniunt.

Art.

V

De disciplina religiosa et sacerdotali Cappellani militum 1. Quod ad disciplinam sacerdotalem Cappellani militum religiosi attinet, est ante oculos habenda « Instructio pro Vicariis Castrensibus », a Sacra Congregatione Consistoriali die 23 mensis Aprilis anno 1951 edita {A. A. 43, p. 562). 2. Moderatores maiores suae ipsorum dicioni subiectis, quibus grave manus Cappellani militum defertur, litteras oboedientiae dare debent, quibus ea, quae hic de disciplina religiosa sunt praecepta, pro peculiaribus condicionibus ac locis definiantur, et, si opportunum in Domino visum fuerit, prudenter etiam compleantur. 3. Curandum erit imprimis ut quilibet Cappellanus militum religiosus alicui propriae Religionis domui sit adscriptus cuius Superior curam huiusmodi religiosi in re spirituali et materiali gerat. 4. Cum Moderatorum maiorum, ad quos pertinet, iudicio, numerus religiosorum ad munus Cappellani militum ascitorum id postulare videtur, ad provinciam seu regionem aut nationem pertinens Officium poterit constitui, cuius erit, ipsis Moderatoribus invigilantibus, in re spirituali, intellectuali, materiali curam agere Cappellanorum et operam Moderatorum localium adiuvare vel ex parte horum munia explere. 5. Valde etiam optandum est, ut Vicario Castrensi unus vel alter

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Acta

Apostolicae

Sedis

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Commentarium

Officiale

Cappellanus militum religiosus aggregete, qui ipsi consilio et Sodalibus religiosis auxilio esse poterit. 6. a) Moderatores religiosi per sese vel per laudatum (N. 4) Officium faciant, idemque Vicariis Castrensibus magnopere commendatur, ut Cappellani religiosi, si fieri potest, in iis locis seu stationibus collocentur, ubi propriae Religionis sedes est constituta. b) Cappellani religiosi, si fieri potest, in propriae Religionis domo pernoctabunt aut, si copia nullo pacto datur, in alia religiosa vel saltem pia domo. c) De prudentiae normis et opportunis cautionibus, in Constitutionibus, Regulis vel Statutis expressis, quae castimoniae tutandae conducunt, Moderatores continenter admoneant Cappellanos ut eas ad usum diligenter deducant. » d) Moderatores religiosi opportune ac saepe a Vicario Castrensi exquirant quomodo propriae dicioni subiecti Cappellani se gerant, et si res postulet, cum eo agant de Cappellano religioso periculis prohibendo aut efficaciter inducendo ut munus suum studiose exsequatur. 7. a) Cappellanus religiosus plane noverit se sub potestate suorum Moderatorum esse constitutum haud secus fere ac religiosos paroeciam regentes. Quodcirca, salvis utique iuribus Vicarii Castrensis, tota vita religiosa, sacerdotalis, quam ducit, eorumdem vigilantiae, inspectioni et iudicio est obnoxia. Ab iis opportune petat et accipiat dispensationes et facultates vitam religiosam respicientes quibus ipsi opus est. Poterit quoque prudenti Moderatorum iudicio servare Ordinem divini Officii recitandi Sacrique peragendi, a Vicario Castrensi constitutum (Instr, S. G. Consist., n. V I I ) . b) Temporibus per Moderatores statutis Cappellanus religiosus accepti et expensi rationem Moderatori-religioso, cui proxime est subiectus, reddat, ita ut integra sit religiosa Cappellani paupertas. c) Accepta pecunia, quae utpote in necessarios vitae usus et officia Cappellani religiosi haud impensa, superest, Superiori religioso tradatur, ad normam can. 594, § 2, ratione habita praescriptorum, si quae sint, a lege patria vel a Vicario Castrensi, de pecuniali scilicet ope inter Cappellanos militum mutuo praestanda. 8. a) Assidua sit inter Cappellanum religiosum et Moderatores epistularum consuetudo. b) Moderatores, quotiescumque iis liceat, ad Cappellanos visendi causa ipsi veniant aut alios suo nomine iubeant venire. c) Curent Moderatores ut sodales, eius praesertim domus cui Cap?, pellani sunt adscripti, atque domorum in loco, ubi commorantur, posi-

Sacra

Congregatio

de

Religiosis

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tarimi, eosdem Cappellanos invisant, ad se invitent atque fraterna caritate numquam non prosequantur. Idem caritatis officium libenter exerceant erga alios militum Cappellanos religiosos, qui longe ab aliqua suae Religionis domo degunt. 9. a) Studeant imprimis Cappellani religiosi caeteros militum Cappellanos antecellere amore fraternitatis et zeli sacerdotalis ardore, ita ut in ipsis vivam exhibeant imaginem boni militis Christi Iesu. \ o) Officio exercitia spiritualia quotannis peragendi fideliter satisfaciant, ea servata consuetudine ut divinis rebus vacaturi in propriae Religionis domum se recipiant. c) Semel in mense animum collecturi in domum religiosam se abdant, ubi a saeculo semoti, diem in supernam rerum meditatione transigant. d) Quae concedi solent aut quas ipsi impetrarunt ferias, Cappellani non apud propinquos vel in locis suo arbitrio electis, sed in domibus religiosis locisve per Moderatores sibi constitutis, horum voluntati oboedientes, agere debent. 10. Quae art. IV et V praescribuntur, observari debent etiam tempore belli. Romae, 2 Februarii 1955.
V a l e r i u s

Card-

V a l e r i ,

Praefectus

Arcadius Larraona, C. M. F., Secretarius

SACRA CONGREGATIO RITUUM

ROMANA
BEATIFICATIONIS ET CANONIZATIONIS SUPER DUBIO SERVI D E I P I I P A P A E I X

An signanda sit commissio Introductionis Causae in casu et ad effectum de quo agitur. Quandoquidem Spiritus Sanctus per os Simeonis de Christo portendit : « Positus est hic in signum cui contradicetur » (Luc. 2, 34) ; immo ipse Iesus affirmavit : « Qui vult venire post me abneget semetipsum, tollat quotidie crucem suam et sequatur me » (Luc. 9, 23) ; qui
7 — ACTA, vol. XXII, n.. 2 — 25-2-1955.

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Acta

Apostolicae

Sedis

~

Commentarium

Officiale

rursus dixit : a Si me persecuti sunt et vos persequentur » (Io. 15, 20), necesse omnino est eandem futuram esse sectatorum Eius in hoc mundo condicionem, praecipue vero Summorum Pontificum qui, utpote Christi Vicarii, sorti mystici Eius corporis, cuius in terra sunt caput, sunt obnoxii. Quod plenissime in Pio Papa IX impletum est. Tunc enim quoque, et maxime, Davidis prophetica comprobantur verba : « Consurgunt reges terrae et principes conspirant simul adversus Dominum et adversus Christum eius » (Ps. 2. 2). Massonicae enim sectae, athei, regalistae, plures nationum duces, uno verbo omnes pene Ecclesiae hostes nullum non moverunt lapidem ut, agmine facto, Christi Ecclesiaeque suae nomen ipsum delerent. Constat quoque ab aliquibus eversionem temporalis Principatus Summi Pontificis ideo aifectatam et volitam fuisse, quia sperabant ipsam spiritualem, divinitus fundatam, eius supremam in Orbe potestatem, brevi esse lapsuram. Quare omnes fere potentatuum moderatores inermem Pontificem dereliquerunt, stulte existimantes se impium propositum esse assecuturos. Stulte inquam ; scriptum est enim : « Non est sapientia, non est prudentia, non est consilium contra Dominum » (Prov. 21,30) et : « Portae inferi non praevalebunt adversus eam » (Ecclesiam) (Mt. 16,18). Quod vero divinum oraculum fere numquam splendidius confirmatum est. His divinis promissionibus innixus Pius Nonus in Ecclesiae et Pontificiae Ditionis regimine Dei gloriam, animorum salutem, necnon populi sibi commissi totiusque christianae societatis bonum prae oculis habens, divinae voluntatis placito se committens, fortiter adversis restitit, viamque successoribus suis aperuit ad victoriam : quare Ecclesiae hostes manus victas dare adacti sunt; atque ita, heroice adversa perferens, ipse sibi magnam sanctitatis famam comparavit, uti patet vel ex eius vitae delibatione. Die 13 Maii anno 1792 e nobilibus Hieronymo Mastai Ferretti et Antonia Catharina Solazzi, Senogalliae, nonus filius natus est, cui in sacro baptismo nomina Ioannes Maria, Ioannes Baptista, Petrus, Peregrinus, Isidorus fuere imposita. Piissima genetrix in pueri animum prima christianarum virtutum semina inseruit. Septennis sacro Chrismate fuit confirmatus. Anno 1803 primo ad Eucharisticam mensam accessit. Humanioribus, philosophicis, theologicis ac iuridicis studiis cum Volaterrae apud Patres Scholarum Piarum, tum Romae, laudabiliter incubuit. Ad sacerdotium vocatus, ast ab epiléptico morbo praepedftus, assiduis precibus ac Pii Papae Septimi benedictione perfectam

Sacra

Congregatio

Rituum

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sanationem- obtinuit. Presbyteratum die 10 Aprilis anno 1819 accepit. Tum sacris ministeriis totum se dedit, Hospitiorum « Tata Giovanni » ac postea anno 1825 Apostolici S. Michaelis moderator electus fuit; orphanotrophium S. Mariae in Aquiro, S. Gallae hospitium aliaque coluit. A verbo Dei praedicando atque a sacris exomologesibus audiendis numquam destitit, atque missionalibus expeditionibus hac illae, simul cum Sanctis Vincentio Strambi, Gaspare dei Bufalo aliisque apostolicis viris operam libenti animo navabat. Praeclara haec facinora idem Pius V I I perpendens, eum anno 1823 Socium et Provicarium Apostolici Vicarii apud Chiliensem ditionem elegit, ubi sacerdotalia quoque munia indefesse per aliquot menses exercuit, quorum memoriam ibidem viget adhuc. Die 24 mensis Aprilis, anno 1827 Archiepiscopus Spoletanus a Leone XII fuit electus, et post quinquennium ad Imolensem sedem translatus a Gregorio Papa XVI, qui eum die 23 Decembris 1839 Cardinalem creavit, sed reservavit in pectore, publicavit autem die 14 Decembris sequentis anni. In utraque dioecesi insignia pastoralium munerum atque sanctitatis vitae specimina praebuit. Gregorio Papa XVI die I Iunii anno 1846 defuncto, post biduum a Conclavis initio, die 16 eiusdem mensis Summus Pontifex creatus fuit, universo plaudente orbe. Mirifica sunt gesta, quae sive uti temporalis Princeps sive uti Summus Pontifex operatus est. In subditorum bonum, non modo ea quae noviter in civili usu pro vitae commodis atque internationalibus officiis totum per orbem communiter servabantur, fovit, sed etiam prudenter et sapienter, salva iustitia salvisque Ecclesiae iuribus, rigorem in regimine tempera vit. Contra dominiorum S. Sedis invasores obstitit pro suo posse. Anno Domini 1848, ab Urbe discessit, petiitque Caietam in regno Neapolitano, sed Status Ecclesiae prope fines, « animorum ad viam rectam reditum expectans ». Motibus sedatis ac pace obtenta, die 12 Aprilis 1850 ingenti populi laetitia exceptus, Romam rediit, ubi mala iam e commotionibus exorta amovere studuit. Urbis magnificentiam et splendorem curavit, litteras, scientias artesque fovit. Qua animorum Summus Pastor, per duos ac triginta ferme annos, primus, imo et solus qui annos Petri in Romana Sede superavit, multa ac miranda prorsus gessit in tot tantisque rerum asperitatibus, ita ut cum Paulo apte potuisset affirmare : <( Praeter illa, quae extrinseo

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Acta

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Commentarium

Officiale

cus sunt, instantia mea cotidiana sollicitudo omnium ecclesiarum » (2 Cor. 11, 28). Ita praestantissimum inter Romanos Pontefices locum tenuit : innumeris fere documentis, inter quae Syllabum, atque allocutionibus fidei depositum sedulo declaravit et custodivit : Immaculatae Virginis Conceptionis dogma definivit; oecumenicum Concilium coegit, in quo plures damnati sunt errores et uti fidei dogma Romani Pontificis magisterium infallibilitate ditari pariter definitum. Missiones, Ordines piasque Societates impense fovit, Seminarium pro delectis Pontificiae Ditionis clericis condidit ; concordiam christiani gregis magnopere auxit, iura ac libertatem Ecclesiae et S. Sedis strenue defendit; nihil intentatum reliquit etiam ad spirituale Orientalium Ecclesiarum bonum procurandum, maxime vero ad catholicas Liturgias in illis regionibus sartas tectasque servandas. Piissime in Domino die 7 Februarii 1878 obdormivit. Sanctitatis fama in vita et post obitum Servus Dei, apud totam christianam societatem, condecoratus est. Quae quidem fama in dies invaluit; ad quam augendam plurimum contulerunt gratiae et miracula quae, uti aiunt, in vita et post mortem ad ipsius invocationem Deus patrare dignatus est. Hinc plura volumina postulatoriarum litterarum ex parte fidelium, Episcoporum et Cardinalium Summis Pontificibus Leoni XIII, S. Pio X, Benedicto XV, Pio XI ac Pio XII fel. regn. pro Introductione Causae oblata sunt. In Romana Curia Canonicae inquisitiones super sanctitatis fama, super scriptis atque obedientia, Urbanianis Decretis de cultu non praestando, anno 1907 inceptae, finem anno 1922 sunt assecutae. Iisdem annis per Rogatoriales litteras processus fuere instituti in Curiis ecclesiasticis Senogallien., Spoletan., Imolen., ac Neapolitana. Servatis itaque de iure servandis, instante Illmo ac Revmo D. Alberto Canestri, S. Romanae Rotae Auditore atque huius Causae Postulatore legitime constituto, die 7 mensis huius in ordinario Sacrae Rituum Congregationis coetu, Emus ac Revmus Dominus Cardinalis Clemens Micara, Episcopus Veliternus, Ssmi D. N. Papae Vicarius Generalis, vice absentis Emi Cardinalis Friderici Tedeschini, Causae Ponentis seu Relatoris, dubium proposuit disceptandum : An signanda sit commissio Introductionis Causae in casu et ad effectum de quo agitur, atque de ea retulit. Emi ac Revmi Cardinales, relatione hac suffragiisque Oûicialium Praelatorum necnon R. P. D. Salvatore Natucci, Fidei Promotore, scripto et voce auditis, omnibus mature perpensis, rescribere censuerunt : Signandam esse commissionem, si Sanctissimo placuerit.

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Congregatio

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Facta autem hoc eodem die relatione Ssmo D. N. Pio Papae XII, Sanctitas sua, rescriptum Eniorum Patrum ratum habens, commissionem Introductionis Causae Servi Dei Pii Papae IX Sua manu dignata est subsignare. Datum Romae, die 7 Decembris, Anno Mariali, centesimo a definitione dogmatis Immaculatae Conceptionis B. M. V., 1954.
C.

Card.

Cicognani,

Praefectus

L, m

s.

t A. Carinci. Archiep. Selene, Secretarius

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Commentarium

Officiale

Sabato, 29 g e n n a i o 1955, ii Santo P a d r e ha r i c e v u t o in solenne U d i e n z a Sua E c c e l l e n z a il D o t t . D i o m e d e s A r i a s S c h r e i b e r , A m b a s c i a t o r e Straordinario e P l e n i p o t e n z i a r i o della R e p u b b l i c a del P e r ù , per la presentazione delle Lettere Credenziali.

SEGRETERIA

DI

STATO

n o m i ™

Con Biglietti della Segreteria di Stato, il Santo Padre Pio XII, felicemente regnante, si è degnato di nominare: 28 dicembre 1954. Il Revmo Padre Eosenbaum Francesco, della Società del Divin Verbo, Consultore della Sacra Congregazione de Propaganda Fide. 7 gennaio 1955. I Revmi Padri Garrigou-Lagrange Reginaldo, dell'Ordine dei Frati Predicatori, e Hentrich Guglielmo, della Compagnia di Gesù, Consultori della Suprema Sacra Congregazione del Sant'uffizio. 11 » » L'Illmo e Revmo Monsig. Gra-neris Giuseppe, Sigillatore della Sacra Penitenzieria Apostolica. » » » Il Revmo Padre Lumbreras Pietro, dell'Ordine dei Frati Predicatori, Canonista della Sacra Penitenzieria Apostolica. Parimente con Biglietti della Segreteria di Stato, il Santo Padre Pio X I I , felicemente regnante, si è degnato nominare : Assistenti al Soglio Pontificio : 1954. S. E. Revma Monsig. Perez Platero Luciano, Arcivescovo di Burgos. 24 » » S. E. Revma Monsig. Mathew Davide, Arcivescovo titolare di Apamea di Bitinia. 26 settembre » S. E. Revma Monsig. Lanzo Egidio Luigi, Vescovo di Sahizzo. 13 novembre » S. E. Revma Monsig. Ferdinando Longinotti, Vescovo di San Severino e Amministr. perpetuo di Treia. Protonotari Apostolici ad instar participantium : 8 novembre 1944. Monsig. Escuder y Calvo Rocco, della diocesi di Teruel. 4 marzo 1954. Monsig. Ward Giacomo, dell'arcidiocesi di Glasgow. 16 maggio

Diarium

Romanae

Curiae

103

15 luglio 1951. Monsig. Urgel Cipriano, della diocesi di Palo. lo settembre » Monsig. Hughes Giacomo, delParcidiocesi di Newark. » » » Monsig. Knappek Paolo, della medesima arcidiocesi. » » » Monsig. Mprrissey Tommaso, della medesima arcidiocesi. » » » Monsig. Thimmes Mattia, della medesima arcidiocesi. » » » Monsig. Watterson Enrico, della medesima arcidiocesi. 28 ottobre » Monsig. Orsolini Orsolino, dell'arcidiocesi di Pisa. 13 novembre » Monsig. Robert Giuseppe, delParcidiocesi di San Bonifacio. 16 » » Monsig. Touchette Paolo, delParcidiocesi di Montréal. 22 » » Monsig. Jovellanos Giuseppe delParcidiocesi di Manila, 30 » » Monsig. Labelle Filippo, della diocesi di San Girolamo. 17 dicembre » Monsig. Aragnetti Pietro, delParcidiocesi di Vercelli.

Prelati Domestici d'i Sua Santità :
10 25 » agosto ottobre » 1 9 5 3 . Monsig. Rovina Serrabassa Michele, della diocesi di Vich. » Monsig. de Andrade Veiga Eugenio, delParcidiocesi di San Salvatore della Bahia. » Monsig. de Aquino Barbosa Emanuele, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Mahoney Cirillo, della diocesi di Plymouth. 1 9 5 1 . Monsig. Cunningham Giacomo, della diocesi di Salford. » Monsig. Botero Ignazio, delParcidiocesi di Medellin. » Monsig. Clarke Giovanni, delParcidiocesi di Westminster. » Monsig. Sullivan Giacomo, della diocesi di Leeds. » Monsig. Butcher Reginaldo, delParcidiocesi di Westminster. » Monsig. Posada Jaramillo Samuele, delParcidiocesi di Medellin. » Monsig. Bosch Caldentey Matteo, della diocesi di Minorca. » Monsig. Basulto y Rodríguez Giuseppe, della diocesi di Camagiiey. » Monsig. Valenciano Rosendo, delParcidiocesi di San Giuseppe di Costarica. » Monsig. Zuñiga Mariano, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Baker Giorgio, delParcidiocesi di Newark. » Monsig. Boyle Cornelio, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Brady Giuseppe, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Buchmann Giovanni, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Byrne Giovanni, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Carty Giovanni, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Colgan Aroldo, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Conroy Tommaso, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Demjanovieh Carlo, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Dooling Giuseppe, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Fitzpatrick Roberto, dlella medesima arcidiocesi. » Monsig. Glover Tommaso, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Hamilton Giacomo, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Heimbuch Guglielmo, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Kelly Davide, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Lenilian Giuseppe, della medesima arcidiocesi.

18 novembre 28 gennaio 5 febbraio 13 » 20 » 27 » 16 3 13 29 marzo giugno luglio »

» » • 15 settembre » » » » » » » » » » » » » » » » » » » » » » » » » » » » » »

104

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

15 settembre 1954. Monsig. Looney Giacomo, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Malone Giuseppe, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. McHenry Giovanni, della medesima arcidioeesi. j) » » Monsig. McWilliams Leroy, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Powers Tommaso, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Shovlin Giuseppe, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Socha Bronislao, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Weisbrod Giovanni, della medesima arcidioeesi. 18 » » Monsig. Bandino Giovanni, deiPareidiocesi di Napoli. » » » Monsig. Pane Luigi, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Rossini Calliope, della diocesi di Potenza. 27 » » Monsig. Hevey Elia, della diocesi di Portland. 4 ottobre » Monsig. McCloskey Francesco, della diocesi di Camden. 23 » » Monsig. Ourtin Cornelio, della diocesi di Great Falls. » » » Monsig. McHugh Matteo, diella medesima diocesi. » » » Monsig. Pettit Giovanni, della medesima diocesi. » » » Monsig. Regan Giovanni, della medesima diocesi. » » » Monsig. Treacey Patrizio, della medesima diocesi. 25 » » Monsig. Dobell Riccardo, dell'arcidioeesi di Toronto. 30 » » Monsig. Campos Gioacchino, dell'arcidioeesi di Morelia. 19 novembre » Monsig. Clair Giacomo, delParcidiocesi di Toronto. » » » Monsig. Clancy Luigi, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Ferrando Vincenzo, della medesima arcidioeesi, » » » Monsig. Fullerton Giovanni G., della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Fulton Tommaso, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Horvath Stefano, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Kyte Bernardo, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Lamarche Carlo Edoardo, della medesima arcidiocesi. » » » Monsig. Markle Basilio, della medesima arcidioeesi. )> » » Monsig. O'Connor Dionigi Giuseppe, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Simba Michele, della medesima arcidioeesi. 23 novembre » Monsig. Daneri Giovanni, della diocesi di Chiavari. » ' » » Monsig. Mazzantini Luigi, della medesima diocesi. 27 » » Monsig. Baldini Guido, della diocesi di Pistoia. » )) » Monsig. Spinelli Mario, della medesima diocesi. » » » Monsig. Painchaud Alberto, della diocesi di S. Anna de la Pocatière. » )> » Monsig. Rancourt Giulio, della medesima diocesi. 30 » » Monsig. Rizzello Salvatore, della idaocesi di Nardo. » » » Monsig. Aubin Arsenio, della diòcesi di S. Girolamo. » » » Monsig. Girard Maurizio, della medesima diocesi. » » » Monsig. Lacourse Carlo G., diella medesima diocesi. » » » Monsig. Léveillé Alessio, della medesima diocesi. » » » Monsig. Moreau Adriano, della medesima diocesi. 1 dicembre » Monsig. Pedroni Angelo, dell'arcidioeesi di Milano. 10 » » Monsig. Brouillard Armando, della diocesi di S. Giacinto. » » » Monsig. Girouard Gastone, della medesima diocesi. 14 » » Monsig. Gonzales Lasa Giuseppe, della diocesi di Vitoria. 17 » » Monsig. Bruzzone Roberto; della diocesi di Acqui.

Diarium

Romanae

Variae

105

17 dicembre 1954. Monsig. Losito Riccardo, diella diocesi di Andria. » » Monsig. Quinto Antonio, della medesima diocesi. » » » Monsig. Sciannelli Giovanni, della medesima diocesi. » » )> Monsig. Nervo Giuseppe, delParcidiocesi di Torino. » » » Monsig. Casaron* Agostino, della diocesi di Piacenza. 22 1955. Monsig. Ballotta Olario, delParcidiocesi di Fermo. 3 gennaio Camerieri segreti soprannumerari di Sua Santità: 31 maggio 1954. Monsig. McCarthy Giovanni, delParcidiocesi di Nuova York. Monsig. Reh Francesco, della medesima arcidiocesi. Monsig. Skehan Patrizio, della medesima arcidiocesi. Monsig. Steffens Alberto, della «medesima arcidiocesi. Monsig. McLaughlin Giacomo, della diocesi di Bridgeport. 11 giugno Monsig. O'Leary Pietro, della diocesi di Des Moines. Monsig. Sondag Giuseppe, della medesima diocesi. Monsig. Brust Leone, delParcidiocesi di Milwaukee. 6 luglio Monsig. Emmenegger Giuseppe, della medesima arci» » diocesi. Monsig. Gass Silvestro, della medesima arcidiocesi. » » Monsig. de la Torre y Recio Teodoro, della diocesi di Ca13 magüey. » 15 Monsig. Fortmann Ermanno, delParcidiocesi di Utrecht. 16 Monsig. Cotter Giacomo, delParcidiocesi di Boston. » Monsig. Riley Lorenzo, della medesima arcidiocesi. 6 Monsig. Cloos Vincenzo, della diocesi di Joliet. agosto 18 » Monsig. O'Connell Lorenzo, della diocesi di Belleville. » Monsig. Stenger Giuseppe, della medesima diocesi. » » Monsig. Barbier Francesco D., delParcidiocesi di Nuova Orléans. » Monsig. Digby Federico, della medesima arcidiocesi. -» Monsig. Gaudin Paolo, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Gaulrapp Edmondo, della medesima arcidiocesi. Monsig. Kerlec Armando, della medesima arcidiocesi. Monsig. Screen Arturo, della medesima arcidiocesi. » » Monsig. Raine Roberto, della medesima arcidiocesi. i) Monsig. Vath Giuseppe, della medesima arcidiocesi. •» Monsig. Wegmann Raimondo, della medesima arcidiocesi. 24 Monsig. Banti Bruno (Roma). Monsig. Artioli Walter, delParcidiocesi di Newark. 15 settembre Monsig. Carberry Giacomo, della medesima arcidiocesi. Monsig. Cobum Vincenzo, della medesima arcidiocesi. Monsig. Clark Cristoforo, della medesima arcidiocesi. Monsig. Curtis Walter, della meedsima arcidiocesi. Monsig. Doyle Giuseppe, della medesima arcidiocesi. Monsig. Dougherty Giovanni, della medesima arcidiocesi. Monsig. Feeley Giovanni, della medesima arcidiocesi. Monsig. Furlong Guglielmo, della medesima arcidiocesi. Monsig. Jarvais- Walter, della medesima arcidiocesi. Monsig. Kiley Giovanni, della medesima arcidiocesi. Monsig;. Shea Giorgio, della medesima arcidiocesi;

106

Acta

Apostolicae

Sedis

~

Commentarium

Officiale

15 settembre 1954. Monsig. Tierney Giovanni, della medesima arcidiocesi. 18 Monsig. Traverso Emilio, delParcidiocesi di Genova. » Monsig. Rodríguez Rozas Emanuele, delParcidiocesi di 23 San Cristoforo dell'Avana. » Monsig. O'Leary Edoardo, della diocesi di Portland. 27 » 4 ottobre Monsig. Fallón Giovanni, della diocesi di Camden. 1 1 novembre Monsig. Maloney Leo Cornelio, della diocesi di Savannah-Atlanta. » 13 Monsig. Desorcy Carlo, delParcidiocesi di San Bonifacio. 16 Monsig. Salotti Francesco, della diocesi di Montefìascone. » Monsig. Carbonari Giacinto, delParcidiocesi di Trento. » Monsig. Dalponte Renzo, della medesima arcidiocesi. )) » Monsig. Mora Enrico, della medesima arcidiocesi. )> » Monsig. Redoli Domenico, diellfa medesima arcidiocesi. 19 )) Monsig. Bonfìglio Salvatore, della diocesi di Noto. » Monsig. Ferrante Giuseppe, della diocesi di S. Marco e Bisignano. Monsig. O'Mara Giovanni, dell'arcidiocesi di Toronto. » 27 » Monsig. Bernier Paolo, della diocesi di S. Anna de la Pocatière. Monsig. Diament Giuseppe, della medesima diocesi. » Monsig. Freve Carlo, della medesima diocesi. » Monsig. Mercier Camillo, della medesima diocesi. 29 » Monsig. Cavallini Maurizio, della diocesi di Volterra. 30 » Monsig. Durante Salvatore, delParcidiocesi di Catanzaro. 1 dicembre Monsig. Calabresi Ubaldo, della diocesi di Sezze. » 10 Monsig. Stefanelli Francesco (Roma). » » Monsig. Phaneuf Luigi Filippo, della diocesi di San Giacinto. 17 » Monsig. Menghi Luigi, della diocesi di Città di Castello. )) » Monsig. Palazzoli Silvio, della medesima diocesi. » 3!onsig. De Mattia Antonio, della diocesi di Treia. » » Monsig. Chinellato Vincenzo, della diocesi di Vittorio Veneto. 22 » Monsig. Oarletti Otello, delParcidiocesi di Ancona. » 3 gennaio 1955. Monsig. Bellucci Romano Alessandro, delParcidiocesi dì Fermo. » Monsig. Petroselli Giuseppe, della medesima arcidiocesi. » 5 » Monsig. Marcinkus Paolo, delParcidiocesi di Chicago. » Monsig. Bartalesi Vittorio, delParcidiocesi dì Firenze. » Monsig. Bartoletti Enrico, della medesima arcidiocesi. » » Monsig. Bertolini Mario, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Sartini Ciro, della medesima arcidiocesi. » Monsig. Taddei Alighiero, della medesima arcidiocesi. » » » Monsig. Antunes Borges Antonio, della diocesi di Leiria. 24 » Monsig. Tagliaferri Mario, della diocesi di Alatri. » » Monsig. Mees Giuseppe, delParcidiocesi di Malines. Cameriere d'onore in abito paonazzo di Sua Santità : 5 ottobre 1954. Monsig. Mcotra Gregorio, delia diocesi di Acireale.

107

ONORIFICENZE Con Biglietti «iella Segreteria di Stato, il Santo Padre Pio XII, felicemente regnante, si è degnato di conferire : La Gran Croce dell'Ordine Piano : 1 dicembre 1954. A S. E. il sig. Sceiba Mario, Presidente del Consiglio dei Ministri e Ministro dell'Interno della Repubblica Italiana. » » » A S. E. il sig. Martino Gaetano, Ministro degli Esteri della Repubblica Italiana. La Commenda con Placca dell'Ordine di san Gregorio Magno, classe civile : 16 novembre 1953. Al sig. Brand Enrico, della diocesi di Aquisgrana. 26 luglio 1954. Al sig. Guthrie Tommaso Giuseppe, della diocesi di Des Moines. 7 agosto » Al sig. Nilles Erberto, della diocesi di Fargo. La Placca dell'Ordine di san Gregorio Magno, classe civile: 25 maggio 1954. Al sig. De Valle Ignazio, delParcidiocesi di San Cristoforo dell'Avana. La Commenda dell'Ordine di san Gregorio Magno, classe civile : 23 febbraio 1953. Al sig. Lamberto De Camillis (Roma). 16 maggio » Al sig. Venegas Carrasco Raimondo, delParcidiocesi di Santiago d'el Chile9 novembre Al sig. Knott Eriberto, delParcidiocesi di Colonia. 18 dicembre » Ai sig. Villière Leonzio, delParcidiocesi di Parigi. 20 febbraio 1954. Al sig. Weber Ugo, della diocesi di Rottemburgo. 3 marzo » Al sig. Désaulniers Audomaro Giulio, della diocesi di Trois-Rivières. 23 aprile » Al sig. Mattei Carlo, dell'arcidiocesi di Marsiglia. 26 » » Al sig-. Dupont Stefano, delParcidiocesi di Parigi. maggio » Al sig. Bret Luigi, delParcidiocesi di Lione. 11 Al Rafferty Giovanni, della diocesi di Trenton. » 1 giugno » Al sig. O'Brien Paolo, della diocesi di Alexandria La. 7 agosto » Al sig. Hammes Romy, della diocesi di Joliet, Illinois. Al sig. Joyce Giovanni, della medesima diocesi. » » 24 agosto » Al sig. Marciapiedi Arturo, della diocesi di Mondovì Al sig. Quintieri Renato (Roma). 1 settembre 9 » » Al sig. Crino Giovanni delParcidiocesi di Messina. 15 » a : sig. Brogan Tommaso, delParcidiocesi di Newark. Al sig. Gassert Giuseppe, della medesima arcidiocesi. » » 21 » Al sig. Severino Luigi, delParcidiocesi di Benevento. 22 » Al sig. Raggi Ernesto, delParcidiocesi di Newark. 23 » Al sig. Forest Ernesto, della diocesi di Joliette. 27 Al sig. Sullivan Francesco Guglielmo, della diocesi di Portland. 7 ottobre » Al sig. Sayour Giorgio, della diocesi di Brooklyn. 14 Al sig. Chapdelaine Renaud, della diocesi di Nicolet.
ce

108

14 ottobre 1954. Al sig. Ruiz Francesco, della diocesi di Noto. 17 » Al sig. Zolli Eugenio (Roma). » Al sig. Schettini Franco, dell'arcidiocesi di Bari. » 28 » Al sig. Bouckaert Antonio, della diocesi di Bruges. 29 » » 11 novembre » Al sig. Odermatt Ermanno, della diocesi di Coirà. Al sig. Sanguinetti Francesco (Roma). )) 16 23 » Al sig. D'Ottavio Raniero (Roma). Al sig. Metiz Gesù Maria, dell'arcidiocesi di Bogota. 24 » A l sig. Bisantis Fausto, dell'arcidiocesi di Catanzaro. » 30 » » » » Al sig. Bova Francesco, della medesima arcidioeesi. Al sig. Mottola Gennaro, della medesima arcidioeesi. » 1 dicembre 1953. Al sig. Brockmann Giovanni, della diocesi di Muenster. 6 » » Al sig. Pietro Bellotti, della diocesi di Como. )) Al sig. Quattrocchi Adolfo (Roma). 21 29 » » Al sig. Ferretto Filippo (Roma). 8 gennaio 1955. Al sig. Brichetto Giuseppe Virgilio, della diocesi di Tortona. Al sig. Dei Giulio, della diocesi di Volterra. » 18 AJ. sig. Venier Paolo, della diocesi di Trieste.

La Commenda dell'Ordine di san Gregorio Magno, classe militare :
26 febbraio 1952. Al sig. MoTyneux Giorgio Giuseppe, dell'arcidiocesi di Durban. 11 agosto 1954. Al sig. Bernabò Siro, dell'arcidiocesi di Torino. 6 dicembre » Al sig. Cini Fortunato (Roma) .

Il Cavalierato dell'Ordine di san Gregorio Magno, classe cvàile :
24 23 24 29 aprile maggio luglio ottobre 1950. Al sig. Vieille-Cessay Pietro, dell'arcidiocesi di Besançon. 1953. Al sig. Sumpter Stanley, dell'arcidiocesi di Westminster. » Al •sig. Arnold Lorenzo Patrizio, della medesima arcidio-

eesi. Al sig. Mclnnes Francesco Giacomo, della diocesi di Portsmouth. Al «ig. Bellord Giorgio, dell'arcidiocesi di Westminster. 7 novembre » 13 Al sig. Almazán Adolfo, della diocesi di Toluca. » A l sig. Arratia Aurelio, della medesima diocesi. » » » » Al sig. Beltrán Giovanni, della medesima diocesi. Al sig. Forcen Luigi, della medesima diocesi. » » Al sig. Lopez Santos, della medesima diocesi. » » » A l sig. Tapia Raffaele, della medesima diocesi. » » Al sig. Heatli Osvaldo, della diocesi di Southwark. li Al sig. Orozco Gregorio, dell'arcidiocesi di Guadalajara. » » » » Al sig. Ponce de Léon Giovanni, della medesima arcidiocesi. 28 » Al sig. Lynch Arturo, della diocesi di Baiona. 19 dicembre Al sig. Underberg Emilio, della diocesi di Muenster. o febbraio 1954. Al sig. Cribier Pietro, dell'arcidiocesi di Parigi. )) )> Al sig. Canto Bory Fernando, dell'arcidiocesi di Santiago di Cuba. » Al sig. Consul De Casula Mattia, della medesima arci» diocesi.

»

Diarium

Romanae

Curiae

109

16 febbraio 1954. Al sig Basse Martino, delParcidiocesi di Lione. 3 marzo Al- sig, Satin Giovanni, della medesima arcidiocesi. » aprile Al sig. de Saint Martin Leonzio, delParcidiocesi di Parigi. Al sig. Mena Alberto, della diocesi di Toluca. Al sig. Finn Giovanni H., della diocesi di Corpus Christi. 10 A l sig. Garza Rinaldo Giuseppe, della medesima diocesi. » » Al sig. Hoelscher Carlo, della medesima diocesi. » Al sig. Young Filippo, della medesima diocesi. » Al sig. Zarsky Lodovico, della medesima diocesi. Al sig. d'Azambuja Francesco, delParcidiocesi di Mar23 » siglia. Al sig. Eschenbrenner Pietro, delParcidiocesi di Reims. maggio Al sig. Remond Marcello, delParcidiocesi di Parigi. 6 » Al sig. Tollu Carlo, della medesima arcidiocesi. » 11 » Al sig. Backes Guglielmo W . , della diocesi di Trenton. 13 » Al sig. Bachi Giuseppe, della diocesi di Ratisbona. 15 » Al sig. Yusay Antonio, delParcidiocesi di Jaro. 1 giugno Al sig. Cruse Edoardo, della diocesi di Alexandria La. » Al sig. Gravel Camillo, della medesima diocesi. » » Al sig. Reardon Enrico, della medesima diocesi. » 7 Al sig. Perrin-Waldemei' Ruggero, delParcidiocesi di Pa» rigi. » » » Ai sig. Roumegoux Augusto, della medesima arcidiocesi. 15 » Al sig. MoGinn Satolli Francesco, della diocesi di Des Moines. Al sig. N oían Tommaso J., della medesima diocesi. luglio Al sig. Moser Giuseppe, delParcidiocesi di Milwaukee. agosto Al sig. O'Ranilly Alfredo, della diocesi di Cork. » Al sig. Cunningham Guglielmo, della diocesi di Joliet, Illinois. » Al sig. Kraus Guglielmo, della medesima diocesi. » » » Al sigr. Bahlinger Jr. Giulio A., delParcidiocesi di Nuova 18 Orléans. » Al sig. Barker Guglielmo, della medesima arcidiocesi. » Al sig. Collens Lancaster, della medesima arcidiocesi. » Al sig. Cristophe Haydel, della medesima arcidiocesi. » Al sig. Harris Guglielmo, della medesima arcidiocesi. » » Al sig. Le Blanc Samuele, della medesima arcidiocesi. » Al sig. Nix Giacomo, della medesima arcidiocesi. » Al sig. Rivet Carlo, della medesima arcidiocesi. » Al sig. Rousseve Numa Giuseppe, della medesima arcidiocesi. » » Al sig. Schott Arturo, della medesima arcidiocesi. » Al sig. Wegmann Giorgio, della medesima arcidiocesi. 15 settembre Al sig. Agnew Giovanni E., delParcidiocesi di Newark. Al sig. Ahearn Matteo, della medesima arcidiocesi. A l sig. Butler Vincenzo, della medesima arcidiocesi. Al sig. Byrne Giuseppe, della medesima arcidiocesi. Al sig. Carlin Giovanni, della medesima arcidiocesi. Al sig. Conlin Giovanni, della medesima arcidiocesi.

Î10

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

15 settembre 1954. Al sig. » » Al sig. » » Al sig. » Al sig. » » AJ sig. » » AI sig. » » Al sig. » » » Al sig. 21. » » Al sig. » 23 » Al sig. » Al sig. » 27 » » Al sig. » 1 ottobre Al sig. 7 » Al sig.
))

Connolly Giovanni, della medesima arcidioeesi. Henderson Giovanni, della medesima arcidiocesi. McBride Frank, della medesima arcidioeesi. Mulligan Luca, della medesima arcidioeesi. Murray Luigi, della medesima arcidioeesi. O'Began Giovanni, della medesima arcidioeesi. Walsh Tommaso, della medesima arcidioeesi. Ward Guglielmo, della medesima arcidioeesi. Loarca Gioacchino, della diocesi di Bacolod. Oharette Raoul, della diocesi di Joliette, Majeau Edoardo, della medesima diocesi. Pierce Giacomo, della diocesi di Portland. Costa Bruno, della diocesi di Grosseto. Rossi Camillo, della diocesi di Reggio Emilia. 17 » Al sig. Colella Pietro, della diocesi di Nocera dei Pagani. 11 novembre Ai sig. Comeau Ambrogio, della diocesi di San Giacinto. 23 » Al sig. Melina Roberto (Roma). » Al sig. Petti Antonio (Roma). » » Al sig. Santini Pietro (Roma). » 23 Al sig. Gargano Nicola, dell'arcidiocesi di Taranto. » 24 » Al sig. L'Eeuyer Paolo, della diocesi di S. Giovanni di Québec. 30 » Al sig. Trombetti Ettore, dell'arcidiocesi dì Bologna. 10 dicembre » Al sig. Blaquière Arturo, d'ella diocesi di S. Giacinto, » Al sig. Leblanc Lionello, della medesima diocesi. Al sig. Trepanier Martino, della medesima diocesi. 21 » Al sig. Hawthorn Edoardo Emanuele, dell'arcidiocesi di Marsiglia. 8 gennaio 1955. Al sig. Morando Umberto, della diocesi di Volterra. 11 Al sig. Collette Adalberto, della diocesi di S. Giacinto. » » Al sig. Page Enrico, della medesima diocesi.
))

La Gran Croce dell'Ordine di san Silvestro Papa :
1 dicembre 1954. A S. E. il sig.

Scalfaro Oscar Luigi, Sottosegretario alla Presidenza del Consiglio della Repubblica Italiana.

La Commenda con Placca dell'Ordine di san Silvestro Papa :
29

1953. Al sig. Säo Paulo Fernando, dell'arcidiocesi di San Salvatore della Bahia. » » Al sig. Serrano Romolo Augusto, della medesima arci» diocesi. 21 » 1954. Al sig. Chirieleison Domenico (Roma). 1 dicembre » Al sig. Prato Eugenio (Italia). La Placca dell'Ordine di S. Silvestro Papa: 14 ottobre 1954. Al sig. Scimene Salvatore, della diocesi di Noto. 1:8 novembre » Al sig. Guggiari Luigi, della diocesi di Como.

ottobre

Diarium

Romanae

Curiae

111

La Commenda dell'Ordine di san Silvestro Papa:
16 maggio 1953. Al sig. Hurtado Salus Francesco Saverio, delParcidiocesi di Santiago del Chile » Al sig. Höchstem Teodoro, della diocesi di Aquisgrana. Al sig. Simöes Dias Paquete Edoardo, della diocesi di Funchal. » Al sig. Rodríguez Giuseppe Dolores, della diocesi di Socorro e San Gii. 1954. Al sig. Setti Giuseppe (Italia). A l sig. Gonzales-Sama y Garcia Giuseppe, delParcidiocesi di Tarragona. Al sig. Guasch Giménez Enrico, della medesima arcidiocesi. Al sig. Ixart y De Moragas Giuseppe, della medesima arcidiocesi. » Al sig. Olivé Martinez Giuseppe, della medesima arcidiocesi. » A l sig. Berger Alfredo, della diocesi di Secovia. » Al sig. Dufresne Origene, delParcidiocesi di Montréal. Al sig. Boulet Giorgio A . , della diocesi di Trois Rivières. Al sig. Létourneau Lorenzo, della medesima diocesi. AI sig. Encinas de la Rosa Alessandro, della diocesi di Badajoz. Al sig. Cantucci Antonio, della diocesi di Arezzo. A l sig. Schmitz Pietro, della diocesi di Des Moines. » Al sig. Mariani Ernesto, della, diocesi di Teramo. Al sig. Bonetto Attilio, delParcidiocesi di Udine. Al sig. Arnoldi Domenico, della diocesi di Alessandria. » AI sig. Mariscotti Eugenio, della medesima diocesi. » Al sig. Lamberti Giovanni, della diocesi di Asti. » Al sig. Buonocore Biagio, della diocesi di Ischia. » Al sig. Scoti Giuseppe, della medesima diocesi. Al sig. Alessandri Vittorio (Roma). Al sig. Belli Giovanni, della diocesi di Fidenza. » Al sig. Vergari Antonio, delParcidiocesi di Ancona. Al sig. Simonelli Nello, delParcidiocesi di Lucca. » Al sig. D'Ignazio Francesco, della diocesi di Teramo. Al sig. Yoshiura Morizumo (Giappone). Al sig. Blone Cesare, della diocesi di Pavia. 1955. Al sig. Ammannati Floris Luigi (Roma). » Al sig. Zainal Arifìn Tandjung (Indonesia).

16 novembre 24 » 19 dicembre 27 gennaio 6 febbraio » » » 9 18 3 » 9
»

»

» » marzo » »

5 giugno » 15 20 ottobre » 29 9 novembre » 23 » 23 » » 29 » 30 3 dicembre » 13 » 14 21 » 10 gennaio 19

Il Cavalierato dell'Ordine di som Silvestro Papa :
20 giugno 1953. Al sig. Salzarulo Luigi, delParcidiocesi di Indianapolis. 12 settembre » Al sig. Jellinek Guglielmo della diocesi di Secovia. » Al sig. Meurer Massimiliiano, delParcidiocesi di Colonia. 30 ottobre Al sig. Geilenkirchen Francesco, della diocesi di Aqui9 novembre sgrana. 20 » Al sig. Kleefìsch Antonio, delParcidiocesi di Colonia. » 24 » Al sig. Kampermann Enrico, della medesima arcidiocesi. » 2 gennaio 1954. Al sig. Esandi Carmelo, della diocesi di Bahia Bianca.

112

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

9 gennaio 1954. Al sig. Lepoutre Enrico, della medesima diocesi. Al sig. Lepoutre Filippo, della medesima diocesi. » » Ai sig. Lepoutre Francesco, della medesima diocesi. » » Al sig. Hackl Carlo, dell'arcidiocesi di Vienna. 23 » Al sig. Melendres Rué Giuseppe, dell'arcidiocesi di Tar6 febbraio ragona. » Al sig. Nagele Francesco, dell'amministrazione apostostolica di Innsbruck. Al sig. Rogner Giuseppe, dell'arcidiocesi di Vienna. aprile » o » Al sig. Borchers Elmore Erman, della diocesi di Corpus 10 Christi. » Al sig. Dunne Patrizio Giuseppe, della medesima diocesi. » » Al sig. Martin Alberto, della medesima diocesi. » » Al sig. Thise Cornelio, della medesima diocesi. » » » Al sig. Welsh Mario Antonio, della medesima diocesi. » Al sig. Crespi Antonio, della diocesi di Ventimiglia. 10 giugno » Al sig. Maccario Renato, della medesima diocesi. » » » Al sig. MoCauley Carlo, della diocesi di Des Moines. 15 » » Al sig. Sheahan Pat, della diocesi di Liwerick. 26 agosto Al sig. Antonius Nicola, dell'arcidiocesi di Newark. 15 settembre » » Al sig. Pittet Felice, della medesima arcidioeesi. » » Al sig. del Castillo Enrico, della diocesi di Bacolod. » 21 » Al sig. Gastón Antonio, della medesima diocesi. » » Al sig. Cancellieri Francesco (Roma). 5 ottobre Al sig. Fornasiero Erminio (Roma). » » » » Al sig. Moretti Domenico (Roma). 17 » Al sig. Brovelli Ermete (Roma) . » » Al sig. Alessandri Giuseppe, della diocesi di Cesena. 29 » Al sig. Barducci Vittorio, dell'arcidiocesi di L'Aquila. 9 novembre » Al sig. Mazzoleni Roberto, della diocesi di Bergamo. » Al sig. Alessio Stefano, della diocesi di Casale Monferrato. » AI sig. Bermond Amato, della medesima diocesi. » 16 » Al sig. Paré Renato, dell'arcidiocesi di Montréal. » Ai sig. Mangoni Gustavo, dell'arcidiocesi di Napoli. 18 » Al sig. Errani Antonio, dell'arcidiocesi di Ravenna. » Al sig. Achilli Antonio (Roma). » » Al sig. Berlendis Lorenzo (Roma). » Al sig. Carlini Antonio (Roma). 23 » Al sig. Monaco Andrea, della diocesi di Trapani. 24 » Al sig. Brillon Arsenio, della diocesi di S. Giovanni di Québec. Ai sig. Girouard Giosafat, della medesima diocesi. » » Al sig. Sorel Lionello, della medesima diocesi. » » Al sig. Salerno Vito, della diocesi di Castellaneta. 27 » Al sig. Girard Maurizio, della diocesi di San Girolamo. 30 » Al sig. Bertoni Ottorino, della diocesi di Pavia. 21 dicembre Al sig. Monti Nullo Dandolo, della medesima diocesi. . » » Al sig. Tadeo Germano, della medesima diocesi. » » Al sig. Angelucci Girolamo, dell'arcidiocesi di Ancona. 22 » Al sig. Carra Giulio (Roma). 10 gennaio 1955. A3, sig. Sesone Antonio, della diocesi di Lodi. 11 » »

A n . et v o l . XXXXV1I

26 Martii 1955

(Ser. IT, t. XXII) - N. 3

ACTA APOSTOLICAE SEDIS
COMMENTARIUM OFFICIALE

ACTA PII PP. XII

LITTERAE
BEATO PIO X PONT. MAX.,

DECRETALES
SANCTORUM HONORES DECERNUNTUR

CONFESSORI,

PIUS

E P I S C O P U S
S E R V O R U M DEI MEMORIAM

SERVUS

A D P E R P E T U A M REI

Cum Christus Iesus, postquam a mortuis resurrexit, attonitis discipulis ad lacum Tiberiadis se conspiciendum dedit, Petrum suavibus hisce verbis est affatus : « Simon Ioannis, diligis me plus his? ». Quod cum ter Apostolus modesto ore confirmasset, subiecit Iesus : ((Pasce agnos meos... pasce oves meas» (Io. XXI, 15-17). Quibus vocibus Christus omnium hominum multitudinem, quam fuso sanguine et acerbitate dolorum redemerat, beato Petro eiusque successoribus tutandam ac regendam concredidit. Hoc igitur Summorum Pontificum proprium, ut et divinum Redemptorem insigniore pietate diligant, quam ceteri homines, et sanctorum gregem, luporum rabie iuriumque neglecta ferocitate, anxia sollicitudine pascant ; quin, impendente caede, ut vitae munus pro eo generose profundant. Quae omnia, cum scilicet eximia virtutis testimonia, tum piae mentis ardorem, quibus sincera sanctitas ac boni pastoris natura ostendi solet, Pius X, Pontifex Maximus, cuius res gestas quam brevissime persecuturi sumus, luculenter praestitit. Sive enim primordia sacerdotii eius animo consideres, sive curionem ipsum agentem, sive Mantuae Episcopum con8 - ACTA, vol. XXII, n. 3 — 26-3-1955.

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templeris, vel Venetiis, in venustissima urbe, purpura ornatum, sive denique respicias atque intuearis ad summum pontificatum elatum, fatearis oportet eum nullo non tempore eo vitam direxisse ubi sanctitas ipsa magno lumine fulget, eumque agnoscas verum sacri gregis custodem et magistrum. Felix ac benigna terra, quae die secundo mensis Iunii, anno millesimo octingentesimo tricesimo quinto, puerum edidit, Riese est, qui pagus in Venetorum finibus exstat ; parentes vero Ioannes Baptista Sarto et Margarita Sansón fuere, optimi filiorum suorum simul auctores et praeceptores. Natus infans fuit postridie baptismi aquis ablutus geminoque nomine appellatus : Iosepho et Melchiore. Qui usque a primis, uti dicunt, unguiculis, praestantis ingenii, morum suavissimorum, christianarumque virtutum indicia fecit : quippe qui et docilis et plenus officii et omnibus deditus esset. Eius in Deum casta pietas mentes alliciebat, quem sacrae caerimoniae gaudio et voluptate omnino replebant. Christi vero Matris diligendae nulli fere in eo termini. Annum undecimum cum ageret, sacro chrismate inunctus fuit ; cum duodecimum vero Eucharistici epuli particeps primum factus est. Quod divinum convivium difficile est dictu quantos habuerit stimulos ad eius amorem erga Christum Deum incitandum. In ludos, interea, itabat, ut non modo primis litteris operam daret, sed christianae etiam doctrinae discendae; eoque videlicet successu ut ludi magistri uno ore cum ob animi bonitatem tum ob ingenii excellentiam puerum magnifice laudarent. Tunc temporis adorando Spiritus Sancti numine permotus unum in animo oculisque habere, unum sincera mente optare: se sacerdotem fieri. Cuius rei gratia, primum a Dei administris, qui in pago Riese degebant, litterarum Latinarum elementis est imbutus ; mox non sine itineris incommodo, gymnasii ludos quattuor per annos laeto animo petiit, qui in oppido, quod per volgus Castrum Francorum appellant,- in Venetorum regione patebant. Qua ex institutione eiusmodi percepit fructus ut, post curriculum confectum, idoneus haberetur qui, Deo benignissime providente, in sacrum Patavinum Seminarium reciperetur. Itaque quodam Novembris die, anno millesimo octingentesimo quinquagesimo, Iosephus Sarto, decimum sextum aetatis annum agens, paterna relicta domo, in Seminarium venit.

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Quid gaudii! At maxime quid diligentiae et studii ut, dum mens exeoleretur doctrinis; animus accenseretur pietate, ornaretur virtutibus! Quam ob rem hic facere non possumus quin id memoremus quod Seminarii moderatores de eo senserint exeunte primo scholarum anno : eum videlicet et nulli omnino cedere, si ad cotidianam vitae consuetudinem species ; et excellentis esse ingenii ; et acerrima memoria praestare ; ita ut spes maximae essent in eo collocandae. De humanis divinisque rebus studiorum curriculo confecto, anno millesimo octingentesimo quinquagesimo octavo, die decimo octavo mensis Septembris, sacerdotio initiatus est, ac postridie sui vici populo circum stante primum omnipotenti Deo sacra fecit. Haud multo post missus est in pagum quem loci incolae Tombolum vocant, ut ibi vices curionis ageret. Quo munere inito, quid sibi faciendum esset diligentissima cura et perspicuitate scribendo adumbravit: velle scilicet et orationibus sacris populi gratia se dedere ; et confitentes peccata sua patienter audire; et sancta Ecclesiae Sacramenta puriter religioseque peragere; et pueros christianas veritates docere; et iis adesse quos sive mala paupertas sive morbus vexaret, eosque solari. Instabat igitur sacris contionibus, instabat operibus. Christi ergo sacerdos ignaris litterarum, quos illa numerosiores ferebat aetas, prima elementa tradere, nullaque accepta mercede grandiores quoque natu amabili bonitate erudire. Quapropter multorum officiorum causa maior in dies necessitudo eum inter et populum intercedebat, cuius ille suis ipsius neglectis rebus, non modo commodis serviebat, sed utilitates etiam tuebatur. Id autem praesertim contendit atque enisus est piissimus vir : ut ea convicia et probra quae vel mordaces linguae vel impiae facerent in Deum, penitus aboleret. Quod singulari adhibita patientia fere apud omnes consecutus est. Novem post annos Salzanum translatus est, in pagum qui tunc temporis quattuor millia hominum et quingentos alebat. Ubi, cum vici incolae de divinis rebus dicentem audierunt, vehementer mirati sunt quod Episcopus tam optimum sacerdotem in obscurissimo pago tot annos latere sivisset. Quo in pago eadem instaura vit quae Tomboli eademque ratione. Omnis igitur eius sollertia eo spectabat ut creditum gregem ad studium rerum divinarum formaret : hoc eius opus, hic labor fuit. Quapropter sollicita in eo cura christianorum coetui rerum religiosarum disciplinam tradendi ; studium tenax docendi religiosa carmina

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populum ac domus Dei decorem promovendi ; par ardor divinae veritatis omnibus praedicandae, orationum habendarum, egenorum et miserorum sublevandorum. Nec verbis tantum suum in calamitosos homines amorem declarabat, sed singularem etiam liberalitatem in indigentes exercebat, ac si vir ditissimus esset. Nam in sua potestate habere mensam argentariam divinae Providentiae quasi alludens aiebat. Eius vero afflictorum miseratio vel luculentius anno millesimo octingentesimo septuagesimo tertio enituit, cum scilicet cholera morbus Salzanum quoque oppidum pervasit. Ea enim tempestate Iosephus Sarto aegrotantibus, suae ipsius incolumitatis cautione posthabita, magno animo affuit, nec suis umeris abhorruit ab exanimis mortuorum corporibus deferendis. Nonnullos post annos, in maxima actos industria, meritae laudis gratia in Canonicorum Collegium Tarvisinae dioecesis cooptatus, ad munus quoque publici eiusdem Ecclesiae tabularii et ad adulescentium pietatem in sacro Seminario moderandam delectus est. Quae omnia sane disponebat Deus ut servus suus fidelis per magnam ofiiciorum varietatem sive eum rerum usum sive eam hominum consuetudinem haberet, quae et munerum magnitudo et superna mox fata postulatura essent. Ex creditis officiis illud profecto gravissimum habuit quo iuvenum mentes ac mores ad sacerdotium Angebat. Eorum igitur animos ad sanctitudinem sermone movebat, rapiebat exemplo. Cum autem anno millesimo octingentesimo septuagesimo nono mors Episcopum Tarvisinum rapuisset, Iosephus Sarto dignus est habitus qui per interregnum vicaria potestate fungeretur. Sed ad maius eum munus Deus vocaturus erat, ad amplioremque laboris provinciam. Nam vertente anno millesimo octingentesimo octogesimo quarto, Episcopus Mantuanus renuntiatus est. Cuius electionis cum nuntius ad Iosephum allatus est, ille mirari primum, mox concidere mente, postremo largo fletu ora rigare. Tum missa Romam epistula se indignum, immeritum, imparem professus est. Quod tamen tantum abfuit ut arceret episcopatus honorem, ut potius Christi Vicarii consilia hac de re confirmaret. Consecratus est igitur Episcopus die decimo septimo mensis Decembris, anno millesimo octingentesimo octogesimo quarto, Romae, in S. Apollinaris templo, ad Circum Agonalem. Quas primum epistulas ad suum populum dedit, iis eadem proposita declarantur quae, cum in pagis Tombolo et Salzano esset, in rem iam

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adduxerat; quiddam,tamen eaedem gravius et sanctius sonant ac redolent ; ita scilicet ut Pauli Apostoli stilo scriptae esse videantur. Sed antequam manus operi admoveret, quae rerum religiosarum condicio in Mantuana dioecesi esset penitus cognoscere instituit. Quae profecto eiusmodi erat ut de ea Pastoris animum necesse esset gravi tangi dolore. Nam doctrina caelestium veritatum misero casu neglecta ; venerabile Dei nomen sacrilegis dictis violatum; sanctissima Ecclesiae Sacramenta nonnisi perraro recepta; sacra conibii lex debito honore non habita ; non omnes infantes pueri aqua baptismi abluti ; ipsum denique praeceptum de recipiendo tempore paschali Eucharistiae Sacramento non servatum. Qui miser rerum status non modo Episcopi animum non fregit, sed eum ad constantiorem excitavit sollicitudinem. Ut par erat, primas suas cogitationes sacerdotibus impertiit, quos et se circum, ceu armatorum manum, collegit, et quacumque ratione iuvit. * Mox in sacrum Seminarium singulares curas contulit, quod quasi ofncinam sacerdotum ducebat praecipuamque futuri temporis fiduciam. Neque spe omnino frustratus est. Vix enim annus praeterierat, cum Seminarium Mantuanum reflorescere visum est. Dies quoque indixit visendae ac perlustrandae universae dioecesi. Qua in re S. Caroli Borromaei simillimus fuit : quippe, remoto omni luxu parvoque contentus paratu, id unum summa cupiditate appetebat, ut suae dioecesis curiae in fide et caritate proficerent. Post haec conventum sacerdotum celeberrimum, qui Synodus dicitur, egit habuitque. Magnum sane opus et negotium ; ex quo utilitates maximae in Mantuanam dioecesim consecutae sunt, praesertim quod ad populi mores emendandus spectabat, pietatem fovendam, pravos libros prohibendus. In omnibus vero et super omnia, quae agebat, triumphabat sincera suorum filiorum dilectio, maxime autem pauperum, egenorum, tenuium, derelictorum. Quibus libéralissime non modo affuit consilio, sed etiam pecunia, quamvis rerum omnium ipse laboraret inopia. At erat a Deo statutum ut tanta virtutum operumque sanctorum lux ex editiore fulgeret christifidelibus candelabro. Atque re vera, cum anno millesimo octingentesimo nonagésimo tertio Venetiarum Patriarcha morte lumina clausisset, Iosephus Sarto dignus habitus est, qui in eius locum sufficeretur. In cuius amplissimae Sedis simul ac possessionem venit, nulla facta mora labores cepit, qui ad excolendum creditum sibi agrum viderentur

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aptiores. Cumque persuasum sibi haberet omnia mala ex ignoratione religiosarum rerum christianarumque veritatum Ecclesiae sanctae ingenerar^ numquam docens destitit : consecutusque est ut sacerdotes idem facerent, populi captui in disserendo se accommodantes, ne eorum ratio et doctrina esset ostentili, sed profectui et utilitati conduceret. Haud secus ac Man tuae fecerat, heic etiam omnes suas curas in sacerdotes intendit inque pueros educandos, qui ad sacerdotalia munera divinitus vocati fuissent. Qui omnes ut maiore sive doctrina sive virtute niterent, studia, quae in sacro Seminario tradebantur, provehere coepit, quid nostrae aetatis tempora postularent optime videns. Quam ob rem novam omnino praescripsit studiorum rationem sive litteris tradendis sive disciplinis quae vel divina dogmata, vel sacras Scripturas, vel canonicum ius, vel rem moralem, historicam, socialem, oeconomicam spectarent : non minus de Ecclesia quam de civitate meritus. Neque praetereundum videtur fuisse sanctissimum virum maxime assiduum in catholicorum hominum consociationibus promovendis; immo, facta catholicis viris facultate suffragia ferendi ad publica munera, quae esset sibi sententia hisce declaravit verbis : (( operamini, orate, in suffragia ite ». Illudque etiam dicere solebat : « Haud multis verbis, sed factis opus esse, sed tenacissima disciplina, oboedientia, modestia ». Experrectissima ergo ac vigilantissima semper eius vitae actio fuit in omni operum genere, quae christianae rei existimaret profutura. Et quamvis tanta esset praeditus dignitate, tantisque esset curis distentus, tenuissimo tamen cultu vivere in deliciis habuit. « Incredibile dictu, aiebat, qui Mantuae semper pauper fuerim, egens hic ac perditus fere sum ». Sed longe excelsior Dei servum manebat longarum meta viarum. Cum enim Leo XIII, placida morte quievisset, Iosephus Sarto die quae fuit quarta mensis Augusti, anno millesimo nongentesimo tertio, in eius locum electus est, sumpto Pii X cognomine. Fuit huius Pontificis regnum operibus magnificum, negotiis insigne ; in primis tamen certa praebuit suae sanctitatis argumenta : quippe qui in summo honorum fastigio collocatus, eiusmodi virtutum exempla ostendit, ut eius lux non lucernae sed solis instar effulgeret. Qui ergo vitam huius Pontificis consideret, facile noverit ipsum, casto Christi amore devinctum, omnia quae in Dei laudem cederent prompto animo egisse.

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Re enim vera, vivebat ille Christo eoque alebatur ceu palmes vite, vel arbor pinguedine terrae. « Cum nobis loqueretur, ait quidam ex eius familiaribus, aliquid in eius verbis persentiebatur per quod suavis quaedam regiaque maiestas eluceret, hominem demonstrans Deo coniunctissimum eundemque tum in loquendo tum in agendo divino motum instinctu ». Nec defuere qui animadverterent hunc Petri successorem sincerae integraeque sanctitatis ostendisse speciem, quem, etiam divina actum virtute, omnia alte repetiisse, Deumque usquequaque consuluisse, cuius vices gereret in terris. Quod ad eius fidem attinet, certa et intemerata. Nam vel ipsum intuenti patebat eum perpetuo esse in Dei cogitatione defixum, immo, dum hominibus loqueretur, non aliud pandisse putabatur quam quod ex abdito Numinis fonte magna fide hausisset. Spe quoque nitebat : quam, in quibusvis rerum adiunctis, ita in Dei bonitate collocabat, veluti pueri spes omnes in matre ponere solent. Caritas demum sanctissimi viri omnium Dei donorum dominatum habebat, eaque merito diademate ornabat. Nam tum Deum ante alios amabat, cum alios homines maiore quam seipsum dilectione prosequebatur. Deum enim suae virtutis exemplar et formam habebat, alios vero homines sacram Dei imaginem eiusque figuram. Qua de re eos omnes, sive bonos, sive malos, sive errore captos paterno complexu cingebat, tamquam filios carissimos, nullo omnino excepto. Neque ab ipso, ad summum Pontificatum evecto, est sui gregis pars carior neglecta : pauperes scilicet, oppressi, miseri, in quos semper larga contulit munera. Sed quamvis mitis esset animo, cum ei in certamina ob rem christianam veniendum fuit, fortiter semper sapienterque fecit, et interdum etiam magnifice. Qui statim atque omnis Christi gregis curam creditam habuit, hoc se praecipue mente versare consilium scripsit, ut « instauraret omnia in Christo » : ut omnia scilicet in Christum veluti in centrum redigerei. Quod propositum et institutum non solum ex eius animo nasci videbatur, sed etiam e rerum asperitate qua tunc temporis Ecclesia sancta premebatur. Mortales enim, spreto Dei numine, seipsos eximia quasi religione colebant ; unde caecus sui amor vigere, ius nullum. Oportebat igitur, omni abiecta impietate, iussa evangelica in pristinum restitui; sacras conubii leges servari, educari ad divina praecepta iuventutem. Doctos quoque viros, ac praesertim sacerdotes, paterne numquam non monebat : ne crederent praedicans ab hominibus doctrinis, neu com-

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menticiis Philosophorum institutis pellicerentur : ea enim omnia cum rationalismo, qui diceretur, arma coniunxisse atque in assimulata scientia latere religionis perniciem. Utpote qui humili loco natus esset pluresque annos in populi curatione esset versatus, non fuit nescius quae quantaque de re oeconomica apud populum agitarentur; nec eum latuit opifices operariosque vehementer concitari, quo humaniore modo cum ipsis ageretur iuraque sui laboris obtinerent. Pro suis igitur viribus, proximi Decessoris sui instituta secutus, operam impenderé non omittebat ut minutae plebis iura tueretur. Facere tamen non poterat quin cernerei graviorem calamitatem ex impiis iis doctrinis populo oriri, quae recusato Dei numine, spreta omni religione ac negata mortalibus caelestis patriae spe, hominum societatem terrena tantum appetere iubebant. Tum vero latae ab ipso sapientissimae normae aequissimaeque editae leges, quibus rei christianae temperatio maxima caperet incrementa. Tantaque patientia et constantia usus est in dicendo, scribendo, operando, ut si quid catholicae nationes profecerunt in rebus socialibus decernendis, minime dubitandum sit quin magnam partem eius sollicitudini id sit tribuendum. Sed cum prorsus intellegeret, in tanto miseriarum cumulo, unum posse Christum hominum societatis lenire curas, eosdem homines voluit ad Christi mensam saepius convivas accedere. Posthabita idcirco severitatis, quae invaluerat, consuetudine, anno millesimo nongentesimo quinto decretum fecit de Eucharistico Sacramento crebrius a fidelibus sumendo; mox altero decreto augustissimi altaris Sacramenti usum aegrotis faciliorem dedit ; tertiumque denique edidit decretum quo pueri a septimo aetatis anno Caelestis Panis alimento enutriri sinebantur. Quod ipse divino quodam instinctu se fecisse testabatur. Tum, mirabile visu, innocentes pueri altaria saepire, afiîicti iacentesque homines ad Christum advolare, eoque, quasi vena perennis aquae, dulci quadam voluptate saepissime frui. Qua tamen coeptorum descriptione non omnia quae servus Dei perfecit continentur ; nam, praeter exstructa multis locis Seminaria et Sedem conditam studiis biblicis provehendis, non modo christianas veritates impensius a sacerdotibus tradi voluit, et ea quae divini cultus splendorem ac sacra carmina attinerent christianum populum doceri iussit, sed etiam studia philosophiae ac theologiae sollicita cura provexit. Neque monere misit quae essent christianorum hominum erga

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civitatem officia. Quapropter ea lege abrogata, qua catholici viri vetabantur in suffragia ire, condiciones dixit, quibus eorum partibus liceret publicae rei administrationem participare. S e d in mundum summae calamitatis malum ingruebat, quocum erat divinitus statutum ut finis vitae piissimi Pontificis quodammodo coniungeretur : acerbissimum dicimus bellum, cuius initium anno millesimo nongentesimo quarto decimo natum est. Simul ac providit Pius X populis eiusmodi pestem ac perniciem imminere, quidquid experiri potuit ne conflictus excitaretur, èst aggressus. Ast, eheu, frustra; resque in extremam recidit fortunam. Itaque christianorum familiae Pater amantissimus, tot iam fractus curis ac laboribus, dolorem ferre nequivit, a tanta, quae providebatur, ruinarum ac maiorum mole susceptum. Ei igitur instabat suprema dies, quae fuit vicesima mensis Augusti. Pridie tamen, cum intellexisset mortem iamiam sibi impendere, Deumque sibi veluti propiorem sentiret, eidem vitam suam obtulit, placabile donum : « ut filii mei, ait, salvi fiant ». Post haec sanctissimo Iesu Corpore in viaticum refectus est, ab eoque moriens dulcissimae vigorem gratiae hausit, a quo per totius vitae suae cursum altus atque enutritus fuerat. Mox Christi imaginem cruci affixi compressis digitis iterum ac saepius saviatus est. Tandem, astantes cum respexisset, placidissime animam efflavit. Cuius rei nuntio orbis terrarum permotus universus, filiique Ecclesiae in fletus proiecti. Exsequiis translaticio more celebratis, defuncti corpus in hypogeum Petriani templi illatum fuit. Cum vero post obitum venerabilis Servi Dei, eius fama in dies percrebuisset, sive ob praeclarissimam vivendi rationem, sive ob prodigia quae, eodem deprecante, a Deo ferebantur patrata, plures Purpurati Patres, sacrorum Antistites, Vicarii et Praefecti Apostolici, piae consociationes ac praesertim sodalicia ab Actione Catholica appellata, Studiorum Universitates innumerique Christi fideles impensis precibus hanc Sedem Apostolicam rogaverunt ut inclito illi christianae familiae Patri Beatorum Caelitum honores decernerentur. Itaque auctoritate ordinaria in hac alma Urbe, et per rogatoriales Litteras Venetiis, Mantuae ac Tarvisii, cum de sanctimoniae fama, tum de scriptis atque de liturgico cultu eidem non praestito investigationes sunt peractae. Quibus absolutis, iisque a S. Rituum Congregatione legi-

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time probatis, omnibusque servatis de iure servandis, Nos ipsi, referente cime Carolo S. E. E. Cardinale Salotti, Episcopo Praenestino, et eiusdem S. Congregationis Praefecto et Causae Ponente, die duodecimo mensis Februarii, anno millesimo nongentesimo quadragesimo tertio, decrevimus ut Causa de Servo Dei Pio X, Pont. Maximo, in Beatorum album ascribendo, institueretur. Inita est igitur disceptatio de ipsius Dei famuli virtutibus, quas théologales, cardinales iisque adnexas vocant, quasque post accuratas investigationes probationesque, decreto dato ex Arce Gandulfi, prope Romam, heroicum attigisse gradum sollemniter ediximus. Postquam vero in comitiis sive praeparatorio sive generali, coram Nobis habito, acta fuit quaestio de miraculis, quae venerabili illo Ecclesiae Pastore deprecante, a Deo effecta dicebantur, Nos die undecimo mensis Februarii anno millesimo nongentesimo quinquagesimo primo sacris operati decrevimus : constare de duobus propositis miraculis, videlicet, de instantánea perfectumque sanatione cum Sororis Mariae Francisca^ Deperras ab osteosarcomate sinistri femoris, tum Mariae Benedictae De Maria a maligno tumore in sinistra inferioris abdominis parte. Quaerendum porro erat an virtutibus et duobus miraculis probatis, venerabilis Dei Servus ad Beatorum Caelitum honores tuto provehi posset. De qua re disputatum est in generalibus S. Rituum Congregationis comitiis, die vicesimo eiusdem mensis Februarii, in certa Vaticani Palatii aula coram Nobis habitis. Nos autem, certiores facti omnia ad iuris normam peracta fuisse, atque sententia audita Patrum Cardinalium, Officialium Praelatorum et Consultorum ipsius Congregationis, die quarto mensis Martii eodem anno ediximus : Tuto procedi posse ad sollemnem eiusdem Venerabilis Servi Dei Beatificationem. Quam ob rem mane diei tertii mensis Iunii, eodem anno, huiusmodi Beatificationis sollemnia in Vaticana Basilica habita sunt ; sub vesperas autem Nos ipsi ingentem fidelium multitudinem praesertim ex Venetorum regione in Petriano foro allocuti sumus. Cum vero post decretos Pio X Beatorum Caelitum honores, eius cultus non parva cepisset incrementa, atque eo deprecante nova dicerentur a Deo facta miracula, dilectus Filius Albertus Parenti, O. S. B. Vallis IJmbrosae, Causae Postulator, non paucas exhibuit supplices Litteras, quibus praesertim dilectus Filius Noster Henricus S. R. E. Cardinalis Pia et Deniel, Archiepiscopus Toletanus, plures Hispaniae Praesules atque ipse Hispanicae Nationis Moderator, ab hac Apostolica Sede efila-

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gitabant ut, Causa iterum instituta, disquireretur de Sanctorum Caelitum honoribus Beato Pio X decernendis. Quibus Nos libenter annuentes, die vicesimo quarto mensis Novembris, anno millesimo nongentesimo quinquagesimo primo, in hanc rem decretum fecimus. Duo interea miracula S. Rituum Congregationi proposita sunt. Quorum primum, Neapoli, anno millesimo nongentesimo quinquagesimo primo effectum, sic breviter narratur : Franciscus Belsani, Advocatus, ob gravem pulmonum morbum, cuius exitus a medicis infaustus fuerat edictus, ad extremum vitae periculum venerat. Incassum curationibus cedentibus, Beato Pio X preces infirmus, eius uxor aliique adhibuerunt, appositis supra aegrotantis pectus imagine floribusque ex ipsius sepulcro elatis. Die autem vicesimo quinto Augusti aegrotus, qui morbo adhuc gravissimo exagitabatur, ut medicus in actione testatus est, noctu repente se sanatum sensit. Quod paucis post horis idem medicus confirmavit. Prius duo periti ex officio, deinde medicorum Collegium S. Rituum Congregationis plene inter se consenserunt sive de diagnosi pulmonaris abscessus foetidi, sive de gravissima prognosi, sive de subita, perfecta ac perseveranti sanatione praeter naturae leges. Alterum miraculum, Panormi, anno millesimo nongentesimo quinquagesimo secundo effectum, ita narratur : Maria Ludovica Scorcia, Filia, uti dicunt, Caritatis a S. Vincentio Paulano, gravi meningo-encephalomyelite a neurotropo viro orta laborabat. Quem morbum omnino organicum medici declaraverunt. Vel a morbi initio Beati Pii X opem sive Sorores sive ipsa infirma per novendiales preces imploraverunt. Nocte diei quartidecimi mensis Februarii anno millesimo nongentesimo quinquagesimo secundo Soror Maria Ludovica placidum cepit somnum. Summo mane, viribus receptis, perfecteque sanata, a lecto surgit, ad Sacellum, Sororibus D u r a n t i b u s , se confert, cibos cum ceteris sumit. Eodem mane medicus sanationem recognovit. Ipsumque medicorum S. Rituum Congregationis Collegium diagnosim ac prognosim confirmavit atque sanationem perfectam, subitam, perseverantem naturaeque vires excedentem edixit. De his miris sanationibus die vicesimo septimo Octobris, anno millesimo nongentesimo quinquagesimo tertio, in praeparatorio S. Rituum Congregationis conventu, Consultores sua suffragia tulerunt. Dein, in generali eiusdem Congregationis conventu die decimo septimo Novembris ipsius anni, in certa Palatii Vaticani aula coram Nobis coacto,

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Sedis

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Commentarium

Officiale

venerabilis Frater Noster Clemens Episcopus Veliternus, S. R. E. Cardinalis Micara, Causae Ponens seu Relator, hoc disceptandum proposuit : An et de quibus miraculis, post indultam Beato Pio X ab Apostolica Sede venerationem, constet in casu et ad effectum de quo agitur. Omnes autem qui aderant Patres Cardinales, Officiales Praelati, Patresque Consultores, datis suffragiis, duas sanationes miraculo tribuendas esse se opinari ostenderunt. Nos vero ad Nostrum proferendum iudicium cunctandum esse censuimus. Die autem decimo septimo Ianuarii, hoc anno millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, ad Nos arcessitis venerabili Fratre Nostro Clemente S. R. E. Cardinale Micara, Causae Ponente seu Relatore, dilecto Filio Nostro Caietano titulo S. Caeciliae S. R. E. Presbytero Cardinale Oicognani, S. Rituum Congregationis Praefecto, atque venerabili Fratre Alfonso Carinci, Archiepiscopo titulo Seleuciensi in Isauria, eiusdem Congregationis a Secretis, et dilecto Filio Salvatore Natucci, Fidei Promotore Generali, sacris operati, sollemniter ediximus: Constare de instantánea perfectaque sanatione cum Francisci Belsani a letali abscessu pulmonari foetido, tum Sororis Mariae Ludovicae Scorcia a gravi meningo-encephalomyelite a viro neurotropo, Beato Pio X intercedente. Quod decretum publici iuris fieri et in acta S. Rituum Congregationis referri mandavimus. Quibus expletis Nos S. R. E. Cardinalium, S. Rituum Congregationis Officialium, Praelatorum et Consultorum vota scripto relata confirmantes, die secunda mensis Aprilis decreto ediximus : Tuto procedi posse ad sollemnem Beati Pii X Canonizationem. Considerantes vero de re gravissima agi, Consistorium indiximus in diem vicesimum mensis Maii, hoc anno, ut in eo Patrum Cardinalium, Patriarcharum, Archiepiscoporum, Episcoporum et Abbatum «nullius)), Consistorii die in Urbe futurorum, sententiam exquireremus de Canonizatione Pii X, Pontificis et Confessoris ; Petri Aloisi Chanel, Martyris Sodalis Societatis a Maria ; Gasparis Del Bufalo, Confessoris, Auctoris Congregationis Missionariorum a Pretiosissimo Sanguine ; et Beatae Mariae Crucifixae Di Rosa, Virginis, Legiferae Matris Instituti Ancillarum a Caritate. Ante statutum autem diem, iussimus ut ad eos qui Consistorio essent interfuturi, commentaria mitterentur de vita, virtutibus, miraculis, et de Causis singulorum Beatorum, de quorum mentionem fecimus, ut, re plane cognita, sententia ferri posset.

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Quod Consistorium die, quem diximus, vicesimo huius mensis in certa Vaticani Palatii aula celebratum est; in quo postquam Nos, brevi oratione astantes allocuti sumus, dilectus Filius Noster S. E. E. Cardinalis Cicognani ostendit aequum esse ut Beatorum illorum et Beatae illius memoria summis consecrantur honoribus ; atque a Nobis postulavit ut ad optatissimum Canonizationis ritum quam primum deveniremus. Quibus peractis, Nos astantes Cardinales et sacrorum Antistites rogavimus ut quid de propositis Causis sentirent singuli Nobis significarent. Omnium ergo suffragiis exceptis, laeto animo didicimus ab iis concordi sententia Beatos illos ac Beatam illam plane dignos aestimari qui fulgido Sanctorum diademate decorarentur. Nos propterea singulorum Beatorum Canonizationi diem statuimus : Beati scilicet Pii X diem undetricesimum mensis Maii; aliorum vero quinque Beatorum quos memoravimus, diem duodecimum mensis Iunii, hoc anno. Cum vero provideremus ingentes Christifidelium multitudines ex omnibus orbis terrarum regionibus in hanc almam Urbem venturas esse, ut huic triumpho interessent, Nos, ne longe maior illorum pars religiosa caeremonia privaretur, sollemnem ritum ipsum vespere illius diei, in Petriano foro, fieri, postero autem die in eadem Basilica sacra peragi in novensilium Sanctorum honorem statuisse renuntiavimus. Interea astantes Purpuratos Patres et sacrorum Antistites atque universos Christifideles rogavimus ut suas Nostris precibus adiungere vellent, ut fausta, ac salutaria, quae iam praestolabamur, catholicae rei obvenirent. De hisce omnibus ut iuridice conficerent acta Protonotariis Apostolicis mandavimus. Cum autem praestituta dies illuxit, cuncti saecularis et regularis cleri ordines, plurimi Romanae Curiae Praelati et Officiales, non pauci Abbates, plures sacrorum Antistites, atque amplissimum Patrum Cardinalium Collegium in Vaticanum Palatium convenerunt. Quibus omnibus supplicantium ritu procedentibus ac precationes Caelestium Curiae admoventibus, hymnumque « Ave, Maris stella » praecinentibus, Nos ipsi, e sacello Sixtino exeuntes, hora sexta post meridiem in Petrianae Basilicae forum, maxima fidelium ex universo paene terrarum orbe multitudine stipatum, descendimus et ad Solium Nostrum, ante maiorem •eiusdem Basilicae portam iam collocatum, perreximus. Tunc, praestita Nobis ab astantibus Cardinalibus oboedientia, dilectus Filius Noster Caietanus S. R. E. Cardinalis Cicognani, perorante dilecto Filio Aloisio Philippo Re, Consistorialis Aulae Advocato, instanter, in-

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Apostolicae

Sedis

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Commentarium

Officiale

stantius, instantissime postulavit ut Nos Beatum Pium summis Sanctorum honoribus decoraremus. Cui Consistoriali Advocato per dilectum Filium Antonium Baeci, ab Epistulis ad Principes, respondimus iam in eo esse ut Nos postulationi concederemus. Hymnum itaque « Veni, Creator Spiritus » cum confertissima fidelium turba canentes, a divino Paraclito imploravimus ut superni luminis copia magis magisque menti Nostrae eorusearet. Dein in divi Petri cathedra sedentes, uti supremus universae Christi Ecclesiae Magister, sollemniter pronuntiavimus : « Ad honorem Sanctae et Individuae Trinitatis, ad exaltationem Fidei Catholicae et Christianae Religionis augmentum, auctoritate Domini Nostri Iesu Christi, Beatorum Apostolorum Petri et Pauli ac Nostra, matura deliberatione praehabita et divina ope saepius implorata, ac de venerabilium Fratrum Nostrorum S. R. E. Cardinalium, Patriarcharum, Archiepiscoporum, et Episcoporum in Urbe exsistentium consilio, Beatum Pium Papam X Sanctum esse decernimus et definimus ac Sanctorum catalogo ascribimus, statuentes illius memoriam quolibet anno, die eius natali, nempe vicesima Augusti, inter Sanctos Pontifices et Confessores pia devotione recoli debere. In nomine PaÇ&tris et FiffcUi et SpiritusÇfcSancti. Amen. Qua formula prolata, precibus annuentes eiusdem Cardinalis Cicognani, per eundem Advocatum Consistorialem Nobis oblatis, hasce Decretales sub plumbo Litteras confici et expediri iussimus, praesentibus vero Protonotariis Apostolicis ut de hac Canonizatione publicum confluerent instrumentum mandavimus. Deinde, postquam sermonem de novensilis Sancti virtutibus habuimus, ut gratias omnipotenti Deo ageremus, hymnum « Te Deum laudamus » cum astantibus cecinimus, atque Sancti Pii X patrocinium primi invocavimus. Mane vero huius diei, venerabilis Frater Noster Eugenius, Episcopus Suburbicariis Ostiensis ac Portuensis et S. Rufinae, S. R. E. Cardinalis Tisserant, S. Collegii Decanus, in Petriana Basilica, magnifice exornata, divinum sacrificium ad aram maximam pontificali ritu litavit, et Nos e Solio Nostro adfuimus praesentes. Omnibus itaque, quae inspicienda erant, bene perpensis, certa scientia ac de Nostrae apostolicae potestatis plenitudine, quae supra memoravimus confirmamus, roboramus, atque iterum statuimus, decernimus atque universae Christi Ecclesiae denuntiamus, mandantes ut harum Litterarum exemplis vel excerptis, etiam typis impressis, manu tamen alicuius apostolici tabelliohis subscriptis et sigillo munitis, eadem pror-

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sus tribuatur fides, quae iisdem hisce Nostris Litteris haberetur, si ostenderetur. Nemini autem iis quae per has Litteras Nostras statuimus, obniti liceat. Quod si quis temere ausus fuerit, indignationem omnipotentis Dei et Sanctorum Apostolorum Petri et Pauli se noverit esse moturum. Datum Romae, apud S. Petrum, die tricesimo mensis Maii, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. Ego PIUS, Catholicae Ecclesiae Episcopus

j$f Ego EUGENIUS Episcopus Ostiensis ac Portuensis et S. Rufinae Cardinalis TISSERANT, Sacri Collegii Decanus. £g Ego CLEMENS Episcopus Yeliternus Cardinalis MICARA. £g Ego IOSEPH Episcopus Albanensis Cardinalis PIZZARDO.
£8 Ego BENEDICTUS Episcopus Praenestinus Cardinalis A L O I S I MASELLA.

S $ Ego Fr. ADEODATUS IOANNES Episcopus Sabinensis et Mandelensis
Cardinalis PIAZZA.

£& Ego FRIDERICUS Episcopus Tuseulanus Cardinalis TEDESCHINL, Datarius Sanctitatis Suae. Ego ALEXANDER titulo S. Mariae in Cosmedin Presbyter Cardinalis
VERDE.

Ego PETRUS titulo S. Crucis in Hierusalem Presbyter Cardinalis F U M A SONI BIONDI.

Ego CELSUS titulo Ss. Nerei et Achillei Presbyter Cardinalis COSTANTINI, S. R. E. Cancellarius. Ego CAIETANUS titulo S. Caeciliae Presbyter Cardinalis CICOGNANI. Ego VALERIUS titulo S. Silvestri in Capite Presbyter Cardinalis VALERI. Ego PETRUS titulo S. Praxedis Presbyter Cardinalis CIRIACI.

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Apostolicae

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Commentarium

Officiale

Ego NICOLAUS S. Nicolai in Carcere Tulliano Protodiaconus Cardinalis CANALI, Paenitentiarius Maior. Ego IOANNES S. Georgii in Velo aureo Diaconus Cardinalis MERCATI. Ego ALAPHRIDUS S. Mariae in Domnica Diaconus Cardinalis OTTAVIANI. OELSUS Card. COSTANTINI
Si. R. E. Cancellarius

CAIETANUS Card. CICOGNANI
S. Rituum Congregationis Praefectus

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

f Alfonsus Carinci, Archiep. tit. Seleuc, Decanus Prot. Apost. Franciscus Hannibal Ferretti, Prot. Apost.
hoco gß Plumbi anno Pontif. X V I . In Cane. Ap. Tab.. vol. LXXXVIII, n. 68.

Expedita die X X I X Oct.

CONSTITUTIONES I

APOSTOLICAE

BELRENSIS (QUELIMANENSIS)
DETRACTA A BEIRENSI DIOECESI QUADAM REGIONE, NOVA DIOECESIS CONSTITUITUR, (( QUELIMANENSIS )) APPELLANDA.

PIUS

EPISCOPUS

SERVUS SERVORUM DEI AD PERPETUAM REI MEMORIAM

Quandoquidem Christus e caelorum immensitate venit in terram ut egenis hominibus aeternae veritatis lumen ostenderet in iisque caritatis ignem accenderet, Nos, qui eius voluntate et iussu christianorum gregi praesidemus, hoc unum volvimus in animo : ut, videlicet, quam aptissime potest, haec miserentis Dei dona cum omnibus gentibus communicemus. Cum igitur venerabilis Frater Fernandus Cento, Archiepiscopus titulo Seleuciensis Pierius idemque Apostolicus Nuntius in Republica Lusitana, iuxta sollemnes Conventiones inter Apostolicam Sedem et Lusitaniam anno millesimo nongentesimo quadragesimo, die septimo mensis Maii initas et die primo mensis Iunii eiusdem anni ratas habitas, ab hac Apostolica Sede postulaverit ut partito territorio Beirensis Ecclesiae nova dioecesis erigeretur, Nos id arbitrantes in bonum eorum

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esse cessurum, qui regionem incolunt, adhibitas preces admittendas esse censemus. Post ergo auditos dilectum Filium Nostrum Theodosium Clementem S. R. E. Cardinalem de Gouveia, Archiepiscopum civitatis « Lourenço Marques » ; itemque venerabilem Fratrem Sebastianum Soares de Resende, Episcopum Beirensem ; post rem magna, qua opus erat, diligentia consideratam, eorum consensum supplentes qui aliquid iuris in hoc negotio habeant vel se putent habere, de apostolica Nostra potestate, haec quae sequuntur, decernimus ac iubemus. A dioecesi Beirensi id territorii separamus quod per vulgus « Zambesia » cognominatur ; quod in novae dioecesis formam redigimus, Quelimanensis nuncupandae, iisdemque finibus terminandae ac civilis regio « Zambesia ». Huius Ecclesiae Sedem in urbe, quae populari lingua « Quelimane » appellatur, constituimus, cathedram vero episcopalis potestatis collocabit sacrorum Antistes in templo a Nativitate Beatae Mariae Virginis, cui propterea dignitatem cathedralis templi conferimus, datis scilicet honoribus, iuribus, privilegiis, quae huiusmodi aedium sunt propria, et oneribus iniunctis quae templis cedere solent, pari honore condecoratis. Quae iura et obligationes ad huius quoque dioecesis Praesules pertinere volumus. Quam condidimus Ecclesiam ea metropolitanae archidioecesi de Lourenço Marques erit subiecta seu suffraganea; itidem Quelimanenses Episcopi erunt ad normam iuris Archiepiscopo huius Sedis obnoxii. Mensam episcopalem, quam dicunt, sive pecunia constituet a civili potestate assignata ; sive christiani populi oblatae res, sive emolumenta Curiae ; sive denique bonorum pars, quae e divisis possessionibus dioecesis Beirensis huic Ecclesiae contingit, iuxta canonem 1500 Codicis Iuris Canonici. Quo autem maiore caeremoniarum splendore Deo optimo maximo cultus tribuatur atque Episcopus electorum sacerdotum coetu in gravioribus negotiis iuvari possit, volumus ut in Quelimanensi dioecesi Canonicorum Collegium condatur ad normam aliarum sub plumbo Litterarum edendarum. Quousque tamen res perficiatur, indulgemus ut Canonicorum loco Consultores dioecesani deligantur. Regimen et administratio novae dioecesis, item electio Vicarii Capitularis seu Administratoris, Sede vacante, iura denique et onera cleri et populi, aliaque huiusmodi, Codice Iuris Canonici omnino regantur. Clerici tamen, erecta Quelimanensi dioecesi, illi Ecclesiae censeantur ascripti in cuius territorio legitime degant. Magna sollicitudine curet Episcopus, cui recens Ecclesia regenda creditur, ut seminarium saltem elementarium in ipsa aedificetur, excipiendis bonae spei pueris, iisque ad sacerdotium educandis, iuxta normas iuris communis et regulas a
9 - ACTA, vol. XXII, n. 3 — 26-3-1955.

ISO

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Apostolicae

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Commentarium

Officiale

S. Congregatione de Seminariis et Studiorum Universitatibus editas. Quod vero attinet ad acta et documenta quae novam dioecesim quoquo modo respiciant, ubi primum liceat, ad Quelimanensem Curiam mittantur, in cuius tabulario religiose asserventur. Quae his Litteris mandavimus, exsequenda curabit venerabilis Frater Fernandus Cento, quem memoravimus; eique omnes potestates agendae rei tribuimus, quas poterit etiam subdelegare cuilibet viro ecclesiastica insignito dignitate. Idem venerabilis Frater onus habebit exacti negotii documenta exarare eaque, sinceris exemplis, ad S. Congregationem Consistorialem transmittere. Quodsi eo tempore quo hae Litterae ad effectum erunt deducendae, alius Nuntiaturae Lusitanae praeerit, hic mandata persequetur per se ipse vel per alium . Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderetur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa* non fecerint. Datum ex Arce Gandulfi, prope Romam, die sexto mensis Octobris, anno Domini millesimo nongentesimo quiquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. OELSUS Card. COSTANTINI
S. R. E. Cancellarius

S Fr. ADEODATUS I. Card. PIAZZA
S. Congr. Consistorialis a Secretis

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Éegens

f Alfonsus Carinci, Archiep. tit. Seleuc, Decanus Proton. Apost. Franciscus Hannibal Ferretti, Proton. Apost.
Loco Meg. © in Plumbi Cane. Apost, tao., vol. LXXXIX, n. fß.

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n
OVETENSIS
DIOECESIS OVETENSIS, IN HISPANIA, AD GRADUM ARCHIDIOECESIS EVEHITUR; B A Q U E , N O N N U L L I S DIOECESIBUS A D I U N C T I S , I N NOVAE PROVINCIAE ECCLESIASTICAE FORMAM REDIGITUR.

PIUS
SERVUS

E P I S C O P U S
S E R V O R U M DEI

AD P E R P E T U A M REI M E M O R I A M

Cum et Nobis, quemadmodum et beato Petro Apostolo, immensa Dei bonitate mandatum sit ut universi gregis christianorum curam habeamus, ideo quicquid christiani populi progressui conducere videatur, id Nobis admodum cordi est. Quandoquidem ergo venerabilis Frater Hildebrandus Antoniutti, Archiepiscopus titulo Synnadensis, in Phrygia, idemque in Hispania Apostolicus Nuntius, ab hac Romana Sede postulaverit ut episcopalis Ecclesia Ovetensis ad metropolitanae Sedis gradum eveheretur, novaque fieret in regione vulgo Asturie provincia ecclesiastica : id enim magna eius terrae genti commoda et utilitates esse laturam ; Nos post rem attentissimo animi studio consideratam, admotae petitioni concedendum esse arbitramur. Unde, audito dilecto Filio Nostro Fernando S. R. E. Cardinale Quiroga et Palacios, Archiepiscopo Compostellano auditisque venerabilibus Fratribus : Luciano Pérez Platero, Archiepiscopo Burgensi ; Iosepho Garcia et Goldáraz, Archiepiscopo Vallisoletano ; Iesu Herida Pérez, Episcopo Asturicensi ; Aloisio Almarcha Hernández, Episcopo Legionensi; et Iosepho Eguino Trecu, Episcopo Santanderiensi ; eorum insuper consensum supplentes qui aliquod ius vel habeant vel sese habere hoc in negotio putent ; de Nostra summa et apostolica potestate, haec quae sequuntur statuimus et iubemus, iuxta sollemnes conventiones inter hanc Apostolicam Sedem et Hispaniam die vicesimo septimo mensis Augusti, anno millesimo nongentesimo quinquagesimo tertio. Ovetensem Sedem per has Litteras ab archidioecesis Compostellanae iure subtrahimus, eamque ad dignitatem archiepiscopalis metropolitanae Ecclesiae evehimus ; cui iura, honores, potestates tribuimus quae paris decoris Ecclesiis concedi solent, ad normam iuris communis. Ovetensem sacrorum Antistitem Archiepiscopi Metropolitae honore insignimus, datis item per has Litteras iuribus et privilegiis quibus ornantur ceteri per terrarum

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Commentarium

Officiale

orbem Praesules Metropolitae. Volumus tamen ut ipse iisdem quoque obligationibus oneretur quibus tam eximia dignitas iure obstringi solet. Dioeceses praeterea Legionensem et Santanderiensem earumque Episcopos a Metropolitae Burgensis, dioecesim vero Asturicensem eiusque Episcopos a Metropolitae Vallisoletani iure eximimus. Quos omnes, sive Sedes scilicet sive Episcopos, metropolitanae Sedi Ovetensi eiusque Archiepiscopo subicimus. Ita nova provincia ecclesiastica Ovetensis his constabit Ecclesiis : archidioecesi eiusdem nominis, et suffraganeis dioecesibus : Asturicensi, Legionen si et Santanderiensi. Huic novae provinciae ecclesiasticae regendae et gubernandae venerabilem Fratrem Franciscum Xaverium Lauzurica et Torralba praeponimus, adhuc ipsius Ovetensis Ecclesiae Episcopum, quem perillustris ac valde honorabilis Vir Franciscus Franco et Bahamonde, supremus Nationis Hispanicae Moderator, iuxta pacta et conventa die septimo mensis Iunii anno millesimo nongentesimo quadragesimo primo inita inter S. Sedem et Hispaniam, Nobis rite praesentavit, quemque Nos de apostolica Nostra potestate ad archiepiscopalem et metropolitanam dignitatem evehimus. Ei vero, tanto honore aucto, debita iura et privilegia concedimus, inter quae ius Crucem ante se ferendi et pallio utendi, in territorio suae dicionis, postquam tamen illud in publico consistorio expostulaverit et obtinuerit. Quae his Litteris mandavimus exsequenda curabit venerabilis Frater Hildebrandus Antoniutti, quem memoravimus, cui omnes potestates agendae rei facimus, subdelegandas, si opus fuerit, cuilibet viro in ecclesiastica dignitate constituto. Cum vero negotium confectum fuerit, idem venerabilis Frater documenta exaranda curabit eorumque sincera exempla ad S. Congregationem Consistorialem quam primum mittenda. Quod si, cum res ad exitum deduci debet, alius Nuntii munere fungetur, ipsi quae iussimus oneri erunt. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem

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omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderentur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum ex Arce Gandulfi, propre Romam, die vicesimo septimo mensis Octobris, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CELSUS Card. COSTANTINI
S. R. E. Cancellarius

® Fr. ADEODATUS I. Card. PIAZZA
S. Congr. Consistorialis a Secretis

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

Franciscus Hannibal Ferretti, Proton. Apost. Albertus Serafini, Proton. Apost.
Loco Si Plumbi In Cane. Op. tab., vol. LXXXIX, n. 6S.

III S. A N N A E POCATIERENSIS
IN CATHEDRALI T E M P L O ECCLESIAE S. ANNAE POCATIERENSIS CANONICORUM COLLEGIUM CONSTITUITUR.

PIUS
AD

E P I S C O P U S
REI MEMORIAM

SERVUS SERVORUM DEI PERPETUAM

Cum S. Annae Pocatierensis sollers Episcopus ab hac poposcerit Apostolica Sede ut in sua dioecesi Canonicorum Collegium constitueretur, Nobis idcirco, qui universam hominum familiam superno numine regendam suscepimus, haec postulatio gratissima atque accepta fuit : compertum enim habemus per istiusmodi virorum coetus et priscam sacrorum rituum venustissimamque augeri dignitatem et ipsorum Praesulum graves ingentesque minui labores. Audita igitur sententia venerabilis Fratris Ioannis Panico, Archiepiscopi titulo Iustinianensis et in Canadia Apostolici Delegati, de consilio S. Congregationis Consistorialis, quae hanc rem valde dioecesis condicioni opportunam iudicavit, paterno animo datis assentimur precibus. Quam ob causam, eorum consensu suppleto

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Apostolicae

Sedis

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Commentarium

Officiale

qui in hoc negotio aliquod habeant ius vel se habere praesumant, re attente considerata ac certa denique scientia eorum quae acturi sumus, de apostolica Nostra potestate haec quae sequuntur decernimus atque iubemus. In dioecesis S. Annae Pocatierensis cathedrali templo Canonicorum Collegium erigimus, quod ex una constabit Dignitate, ex Decano scilicet vel ex Archidiacono, atque ex novem Canonicis, quorum alteri munus Theologi, alteri vero, si fieri potest, munus Praefecti admissis paenitentium expiandis assignetur. Quae Dignitas quique Canonicatus, etiamsi primum tribuantur, ad iuris communis normam concedendi sunt. Quoadusque vero sive Dignitas sive Canonicatus congruo beneficio donari non poterunt, libenter concedimus ut iis etiam sacerdotibus tribuantur, qui alio iam fruantur beneficio, etiam cum animorum curatione coniuncto. Iidem Canonici his diebus divina facient officia, dummado cum dominico die non concurrant : sollemnibus videlicet S. Ioseph, Sponsi B. Mariae Virginis, S. Marci Evangelistae, SS. Apostolorum Petri et Pauli, S. Annae B. M. V. Matris, cui cathedrales aedes sunt sacrae, B. Mariae Virginis caelo receptae, S. Matthaei Apostoli et Evangelistae. Quandoquidem autem haud parum decet eos viros, qui in Episcopi consilium amplumque quasi senatum asciscuntur, propriis condecoran insignibus, quibus super ceteros emineant, volumus ut Ecclesiae S. Annae Pocatierensis Canonici, intra fines tantum suae dioecesis et in sacris sui Collegii ritibus, nigram induant vestem talarem cum fimbriis violacei coloris, lineum amiculum manicatum, quod rochetum vocant, mozetam violacei coloris atque biretum violaceo flocculo ornatum. Iisdem praeterea Canonicis anulum gestandi libentes facultatem facimus. Volumus vero ut capitulares, quas vocant, leges sive ad iuris communis normam, sive ad Nostra iussa, hisce Litteris descripta, quam primum condantur ; quas item Episcopus sanciet et Canonici religiose accipient. Quod autem ad cetera attinet ofiicia et onera, iura ac privilegia, quae ad eiusdem dignitatis Canonicorum Collegia spectant, iuris communis fideliter serventur normae. Decernimus denique ut simul atque erectum Canonicorum fuerit Collegium, dioecesani Consultores, ut aequum est, a suo munere cessent. Quae omnia hisce Litteris Nostris mandavimus, ea exsequenda curabit venerabilis Frater Ioannes Panico, quem supra diximus, vel ille qui eo tempore quo haec decreta ad rem adducentur, Apostolicae in Canadia praeerit Delegationi ; cui omnes potestates rei perficiendae facimus, quae alii etiam viro poterunt subdelegari, dummodo in ecclesiastica constituto dignitate, atque onus iniungimus confectum negotium in acta referendi eorumque fide

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digna exempla ad S. Congregationem Consistorialem quam primum mittendi. ' n Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per bas Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat ; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderetur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum ex Arce Gandulfi, prope Romam, die duodecimo mensis Novembris, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CELSUS Card. COSTANTINI
S. R. E. Cancellarius

£ß Fr. ADEODATUS I. Card. PIAZZA
8. Congr. Consistorialis a Secretis

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

Franciscus Hannibal Ferretti, Proton. Apost. Albertus Serafini, Proton. Apost.
L o c o 83 Plumbi

In Cane. Ap. tab., vol. L A " T V / A " , n

KG.

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Acta

Apostolicae

Sedis

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Commentarium

Officiale

iv
C A R T H A G I N E N S I S IN C O L U M B I A - S. G E O R G I I (MONTERIENSIS)
AB ARCHIDIOECESI CARTHAGINENSI IN C O L U M B I A ET AB APOSTOLICO VICARIATU S. G E O R G I I Q U A E D A M REGIO S E P A R A T U R , Q U A E IN NOVAE DIOECESIS F O R M A M REDIGITUR, (( M O N T E R I E N S I S )) APPELLANDAM

PIUS

E P I S C O P U S

SERVUS SERVORUM DEI A D P E R P E T U A M REI M E M O R I A M

Quoniam Christus Iesus e serenis caeli plagis hasce descendit in terras ut homines, « in tenebris et in umbra mortis » sedentes, vocaret in admirabile lumen suum, Nos qui eius vices licet immeriti gerimus, insomni labore contendimus ut fulgentem supernae gratiae splendorem cum omnibus populis ac gentibus communicemus. Cum igitur venerabilis Frater Paulus Bertoli, Archiepiscopus titulo Nicomediensis et in Columbia Apostolicus Nuntius, ab hac postulaverit Romana Sede ut, disiunctis sive e perampla Carthaginensi in Columbia archidioecesi sive ex Apostolico S. Georgii Vicariatu partibus quibusdam, nova erigeretur dioecesis, laetissimo animo huiusmodi precibus concedendum censemus, bona scilicet spe fore ut christianum nomen latis hisce in oris aptius uberiusque proficiat in dies. Explorato propterea quid de hac re sentiat dilectus Filius Noster Petrus S. R. E. Cardinalis Fumasoni Biondi, S. Congregationis Fidei Propagandae Praefectus ; audita pariter sententia venerabilium Fratrum Nostrorum Ignatii López Umana, Archiepiscopi Carthaginensis in Columbia, atque Francisci Santos Domingo, Episcopi titulo Thebani in Phtiotide et Apostolici Vicarii S. Georgii ; consensu eorum suppleto, qui in hoc negotio aliquod habeant ius vel se putent habere; post rem pariter attentissime consideratam ; certa ideo scientia eorum quae acturi sumus, de apostolica Nostra potestate haec quae sequuntur decernimus. Ab archidioecesi Carthaginensi in Columbia atque a Vicariatu Apostolico S. Georgii ea separamus territoria, quae ad civilem pertinent circumscriptionem vulgo « Departamento de Córdoba », excepta tamen eiusdem circumscriptionis parte, in qua fluvius scatet cui nomen apud populum « San Jorge » ; e quibus excerptis territoriis novam erigimus dioecesim, Monteriensem ab urbe « Montería » appellandam. Quae nova dioecesis iisdem terminabitur finibus atque eadem circumscriptio « Departamento-

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de Córdoba », praeter quam ad orientem ubi, ab oppido « Caño Prieto », limes recta procedit usque ad locum vulgo « Cerro Murucujú », et inde per iuga montium, qui cursus dividunt fluminum vulgo « Sinu » et « San Jorge », communem limitem ad meridiem attingit civilium circumscriptionum, quas populus appellat (í Córdoba » et « Antioquia ». Monteriensis dioecesis metropolitanae Sedi Carthaginensi in Columbia erit suffraganea, cuius Metropolitis Archiepiscopis Praesules Monterienses subicientur. Qui Episcopi sedem ac domicilium in urbe habebunt vulgo « Montería », quam his Litteris Nostris in civitatis episcopalis gradum perducimus ; cathedram vero in curiali aede collocabunt S. Hieronymo, Confessori Ecclesiaeque Doctori, atque S. Nazarethanae Familiae, ex S. Rituum Congregationis nuper edito Decreto, sacra, cui igitur, ad cathedralis templi dignitatem provectae, omnia tribuimus iura ac privilegia quae ceterarum cathedralium aedium sunt propria. Eadem pariter dioecesis eiusque Praesules iisdem iuribus honoribusque fruentur, quibus omnes ornantur per terrarum orbem dioeceses earumque Praesules; at iisdem oneribus tenebuntur. Episcopalis mensa constabit sive dote, quam publica dabit potestas, sive Curiae emolumentis, sive oblatis a fidelibus pecuniis, sive denique bonis quae e partitione bonorum mensae Carthaginensis in Columbia, pro rata parte, novae huic ob venient dioecesi, servatis in hac divisione praescriptis canonis 1500 Codicis Iuris Canonici. Quod pariter attinet ad novae Ecclesiae regimen et administrationem, ad Vicarii Capitularis, sede vacante, electionem, ad fidelium et sacerdotum iura et onera aliaque huiusmodi, ea praecipimus quae Iure Canonico statuuntur. Quod vero ad clerum novae Sedi assignandum attinet, decernimus ut simul ac dioecesis erectio ad effectum deducta fuerit, clerici illi Ecclesiae censeantur ascripti in cuius finibus legitime degunt. Volumus quoque ut, ad sacrorum rituum augendum decorem, Canonicorum Collegium quam primum in Monteriensi templo condatur, cui erigendo cavebimus per Apostolicas sub plumbo Litteras a Nobis dandas ; quoadusque tamen dioecesis Canonicorum senatu carebit, indulgemus ut eorum loco dioecesani Consultores ad iuris normam eligantur. Cum autem maxime Nobis sit cordi eorum institutio puerorum, quos summus animorum Pastor ad sacerdotium incenderit capessendum, volumus ut Monteriensis Episcopus, cum primum poterit, Seminarium saltem elementarium condat, ad iuris normam et iuxta leges a S. Consilio Seminariis studiorumque Universitatibus praeposito traditas. Eidem pariter Episcopo summae erit curae ut e Seminario optimi iuvenes eligantur atque Romam mittantur, in Pontificio Ephebeo Piano Latino Americano philosophicis ac theolo-

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gicis disciplinis erudiendi ; ceteri vero iuvenes ad seminarium archidioecesis Carthaginensis in Columbia mitti poterunt. Omnia denique documenta et acta, quae ad' novam Ecclesiam spectant, a Curiis Carthaginensi in Columbia et S. Georgii quam cito mittantur ad Monteriensis Curiae tabularium, ut in eo diligenter serventur. Ut autem ea quae Nostris his Litteris iubemus fiant, eundem venerabilem Fratrem Paulum Bertoli deligimus, vel eum qui eo tempore quo haec decreta ad rem adducentur, Apostolicae in Columbia Nuntiaturae praeerit; cui vero contigerit hoc exsequendum opus, illi necessarias ad id potestates facimus cuilibet subdelegandas, si opus fuerit, viro in ecclesiastica dignitate constituto, onusque iniungimus effectum negotium in acta referendi eorumque fide digna exempla ad S. Consistoria^ Consilium quam primum mittendi. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderentur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum ex Arce Gandulfi, prope Romam, die vicesimo mensis Novembris, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. OELSUS Card. COSTANTINI
S. R. E. Cancellarius

© Fr. ADEODATüS I. Card. PIAZZA
S. Congr. Consistorialis a Secretis

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

Franciscus Hannibal Ferretti, Proton. Apost. Albertus Serafini, Proton Apost.
Loco In © Plumbi Ap. tab., vol. LXXXIX, n $' .
f

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V S..HIERONYMI TERREBONAE
CANONICORUM COLLEGIUM IN CATHEDRALI TEMPLO DIOECESIS SANCTI HIERO-

N Y M I TERREBONAE E R I G I T U R E T

CONSTITUITUR.

PIUS
AD

E P I S C O P U S
SERVORUM REI DEI MEMORIAM

SERVUS

PERPETUAM

Quicquid ad divini cultus decorem promovendum spectat, pergratum sane Nobis est, qui Ecclesiam Dei superna voluntate accepimus regendam. Cum igitur Canonicorum Collegia, praeter quam quod in dioecesium regimine Episcopis consilio praesto sunt, sacrarum etiam caeremoniarum splendori in principe suae cuiusque dioecesis templo dent operam, eadem idcirco perlibenter condimus et constituimus. Quam ob rem, cum venerabilis Prater Aemilianus Frenette, Episcopus Sancti Hieronymi Terrebonae, Apostolicae Sedi adhibuerit preces ut cathedrale suum templum, ad iuris normam, Canonicorum institueretur Collegio, Sacra Congregatio Consistorialis, vi peculiarium facultatum a Nobis tributarum, audito dilecto Filio Nostro Paulo Aemilio S. R. E. Cardinale Léger, Archiepiscopo Marianopolitano, et sententia probata venerabilis Fratris Ioannis Panico, Archiepiscopi titulo Iustinianensis et in Ditione Canadensi Apostolici Delegati, eius postulatis concedendum esse censuit. Nos igitur huic assentimur sententiae ; illorumque consensu suppleto, quorum quavis ratione negotium intersit, re attente considerata ac certa scientia eorum quae acturi sumus, suprema usi apostolica Nostra potestate, haec quae sequuntur statuimus ac decernimus. In Sancti Hieronymi Terrebonae dioecesis cathedrali templo Canonicorum Collegium erigimus, quod ex una constabit Dignitate, e Decano nempe, atque ex undecim Canonicis, quorum alteri munus Theologi, alteri vero munus Canonici admissis paenitentium expiandis assignetur. Qui Canonicatus et Dignitas, tametsi primum concedantur, ad iuris communis normam conferenda sunt. Quoad vero Dignitas et Canonicatus congruo beneficio donari non poterunt, facultatem facimus ut iis etiam sacerdotibus tribuantur, qui alio iam fruan-

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tur beneficio, etiam cum christifidelium curatione coniuncto. Indulgemus pariter ut iidem Canonici divini officii obligationem in choro persolvant, Vesperarum et Completorii psalmodia, feria tertia uniuscuiusque tertiae hebdomadis mensium Martii, Maii, Septembris ac Decembris peracta; donec aliter provideatur. Cum autem haud parum deceat eos viros, qui in Episcopi consilium et tamquam senatum asciscantur, propriis condecorari insignibus, quibus super ceteros emineant, Sancti Hieronymi Terrebonae dioecesis Dignitati et Canonicis concedimus ut, in caeremoniis capitularibus, vestem talarem nigram cum fimbriis violacei coloris induant, lineum amiculum manicatum, quod nominatur rochetum, mozetam violacei coloris atque biretum flocculo violacei coloris exornatum ; extra chorum vero sed intra fines dumtaxat suae dioecesis vestem talarem nigram cum fimbriis violacei coloris, zonam et caligas eiusdem coloris induere atque anulum gestare poterunt. Volumus insuper ut capitulares, quas vocant, leges sive ad iuris communis normam, sive ad Nostra iussa, hisce Litteris descripta, quam primum condantur; quas item Episcopus sanciet et Canonici religiose accipient. Quod vero ad cetera attinet officia et munera, iura et privilegia, quae ad eiusdem dignitatis Canonicorum Collegia spectant, iuris communis fideliter serventur normae. Decernimus etiam ut simul ac Canonicorum Collegium erectum fuerit, dioecesani Consultores a suo munere cessent. Haec omnia quae a Nobis statuta sunt venerabilis Prater Ioannes Panico, quem supra diximus, exsequenda curabit, cui propterea omnes necessarias et opportunas ad id facimus potestates, alii etiam cuilibet viro, dummodo in ecclesiastica constituto dignitate, si opus fuerit, subdelegandas ; vel ille curabit qui eo tempore quo haec decreta ad rem adducentur in Ditione Canadensi Apostolicae Delegationi praeerit ; cui venerabili Fratri onus iniungimus hoc confectum negotium in tabulas referendi, earumque fide digna exempla ad Sacram Congregationem Consistorialem quam primum transmittendi. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficaci tati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate con-

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stituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderetur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum ex Arce Gandulfi, prope Romam, die vicesimo mensis Novembris, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CELSTJS Card. COSTANTINI
8. R. E. Cancellarius

© Fr. ADEODATUS I. Card. PIAZZA
8. Congr. Consistorialis a Secretis

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

f Alfonsus Carinci, Archiep. tit. Seleuc. in Is., Decanus Prot. Apost. Bernardus De Felicis, Proton. Apost.
Loco © Plumbi

In

Conc.

Ap.

tab.,

vol.

LXXXIX,

n.

71.

LITTERAE

APOSTOLICAE I

CONSTITUTIONES

CONGREGATIONIS

MISSIONIS

APPROBANTUR

PIUS PP. XII Ad perpetuam rei memoriam. — Evangelium ad pauperes perferre, praesertim ad eos, qui rus incolunt, sacrorum administros rite informare ad pietatem ac doctrinam, caritatis officia omne genus exercere, egregium est et salutare munus, quod Sanctus Vincentius a Paulo, divinae cuidem impulsioni obsecutus, suae Presbyterorum sodalitati, seu Congregationi Missionis, quam dicunt, praestituit. Quae quidem, anno M D C X X X i i ab Urbano PP. V I I I , Decessore Nostro, approbata, cum legiferi Patris servaret instituta, laetis est aucta incrementis multumque contulit ad Ecclesiae decus atque salutem animorum. Ut autem, quasi in composita civitate, leges cum muneribus plane congruerent, Clemens PP. X, item Decessor Noster, anno MDCLXX, Constitutiones selectas,

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Officiale

quae vocantur, ratas habuit et probavit, ad quas temporis successu plura sunt adiecta generalium eiusdem sodalitatis conventuum consulta. Anno denique MDCCCCXXXXVII, sacrum huiusmodi praesidum concilium omnes leges ad praescripta Codicis Iuris Canonici accommodavit aliasque, utpote usu comprobatas, adiunxit. Quae omnia Sacrum Consilium Religiosis Sodalibus praepositum diligenter recognovit, quibusdam rebus additis vel immutatis, quo Vineentiana haec Presbyterorum sodalitas magis vigeret amplioremque meieret copiam fructuum et promeritorum. Has vero leges ut Nostra auctoritate probaremus, submissae Nobis adhibitae sunt preces, quibus pro Nostra voluntate in Vincentianos eosdem sodales, apostolica exsequentes munera, statuimus libenti animo obsecundare. Quapropter, e Sacrae Congregationis negotiis Religiosorum Sodalium praepositae consulto, omnibus attente perpensis, certa scientia ac matura deliberatione Nostra deque Apostolicae potestatis plenitudine, harum Litterarum vi perpetuumque in modum Constitutiones Congregationis Missionis, a memorato Sacro Consilio recognitas, approbamus et confirmamus iisque Apostolicae sanctionis robur adicimus, dummodo conveniant cum exemplo, quod in Tabulario Sacrae eiusdem Congregationis Religiosis praepositae asservatur, et cuius prima verba sunt « Congregatio Missionis, a Sancto Vincentio a Paulo anno MDCXXV instituta » , extrema autem « et res ad Sacram Congregationem de Religiosis deferatur », namque sint tenoris qui sequitur : (hic exscribuntur Constitutiones). Hisce simul Litteris et auctoritate Nostra abrogamus et abrogata esse declaramus ea omnia, quae iisdem Constitutionibus, per Nos approbatis, non continentur. Contrariis quibusvis nihil obstantibus. Haec edicimus, statuimus, decernentes praesentes Litteras firmas, validas atque efficaces iugiter exstare ac permanere ; suosque plenos atque integros effectus sortiri et obtinere ; illisque ad quos spectant, seu spectare poterunt, nunc et in posterum plenissime suffragari; sicque rite iudicandum esse ac definiendum; irritumque ex nunc et inane fieri, si quidquam secus, super his, a quovis, auctoritate qualibet, scienter sive ignoranter attentari contigerit. Datum Romae, apud Sanctum Petrum, sub anulo Piscatoris, die X I X mensis Iulii, anno MDCCCCLIII, Pontificatus Nostri quinto decimo. De speciali mandato Sanctissimi Pro Domino Cardinali a publicis Ecclesiae negotiis
GILDO BRTJGNOLA

a Brevibus Apostolicis

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II
AD DIGNITATEM ET HONOREM BASILICAE MINORIS EVEHITUR CATHEDRALE
TEM-

P L U M S. CATHARINAE V. ET M. DICATUM, IN URBE ET ARCHIDIOECESI CARTHAGINIENSI IN COLUMBIA EXSTANS.

PIUS PP. XII Ad perpetuam rei memoriam. — Columbiana in dicione urbs exstat, quae ab Hispanis anno M D X X X I H condita, tanta pietatis ac religionis operum specimina dedit, ut a Clemente PP. V I I , fel. r e c , Decessore Nostro, Episcopali Cathedra augeri insequente anno meruerit : Carthaginem dicimus, in qua Templum Maximum, Sanctae Catharinae Alexandrinae, Virgini et Martyri, dicatum, anno MDXXXVIII erectum fuit. Nec minore praefulserunt pietate Carthaginenses in Columbia cives, quippe qui, prout Nobis allatum est, idem Templum, Episcopis presbyterisque faventibus, potissimumque Petri Adán Brioschi Archiepiscopi opera, pluries temporis successu refecerint atque in meliorem amplioremque redegerint formam. Novissime quidem, tertio revoluto saeculo ab obitu Sancti Petri Claver, e Societate Iesu, in eodem Templo sacerdotio forsitan initiati, novis iisque pulchris auctum est operibus. Ecclesia ipsa Cathedrali, a Iosepho Diaz de Lamadrid, Episcopo, die XVIII mensis Novembris anno MDCCXCII consecrata, tribus constat alis, quae ei venustam conferunt speciem, atque sacris iisque pretiosis Reliquiis, quas inter particula Sanctae Crucis et Sancti Iustini Martyris Corpus, est ditata. Nec deest etiam nunc, ex Anglorum Gallorumque vastationibus incolumis, antiqua magnique pretii sacra supellex, adeo ut sollemnia, ibidem ab Episcopis Cleroque fieri solita, maximo peragantur splendore. Quae cum ita sint, Venerabilis Frater Iosephus Ignatius López Umana, Carthaginensis in Columbia Archiepiscopus, nomine proprio, utriusque Cleri ac fidelium, enixis Nos adiit precibus ut praefatam Ecclesiam Cathedralem ad honorem Basilicae Minoris benigne evehere dignaremur. Nos autem, laudatae Ecclesiae antiquitatem ac venustatem nec non Cleri populique fidem scite considerantes, huiusmodi vota excipere perlibenter statuimus. Quapropter, ex consulto Sacrae Rituum Congregationis, certa scientia ac matura deliberatione Nostra, deque Apostolicae Nostrae potestatis plenitudine, praesentium Litterarum vi perpetuumque in modum, memoratam Carthaginensem in Co1

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lumbia Ecclesiam Cathedralem, Deo in honorem Sanctae Catharinae Virginis et Martyris dicatam, titulo ac dignitate Basilicae Minoris, cum omnibus iuribus ac privilegiis rite competentibus, afficimus atque decoramus. Contrariis quibuslibet minime obstantibus. Haec edicimus, statuimus, decernentes praesentes Litteras firmas, validas atque efficaces iugiter exstare ac permanere ; suosque plenos atque integros effectus sortiri et obtinere; illisque ad quos spectant seu spectare poterunt, nunc et in posterum, plenissime suffragari ; sicque rite iudicandum esse ac definiendum; irritumque ex nunc et inane fieri, si quidquam secus super his, a quovis, auctoritate qualibet, scienter sive ignoranter contigerit attentari. Datum ex Arce Gandulfi, sub anulo Piscatoris, die xx mensis Octobris, anno MCMLIII, Pontificatus Nostri quinto decimo. De speciali mandato Sanctissimi Pro Domino Cardinali a publicis Ecclesiae negotiis
GILDO BRTJGNOLA

a Brevibus Apostolicis

III
BEATA MARIA VIRGO IMMACULATA UNIVERSAE DIOECESIS PEREIRANAE IN COLUMBIA PATRONA CAELESTIS PRAECIPUA CONSTITUITUR.

PIUS PP. XII Ad perpetuam rei memoriam. — Quod novissima a Nobis proximo elapso anno in Columbia erecta Pereirana dioecesis sibi Deiparam Virginem cuiusvis labis ab origine nesciam in Patronam elegit, maximum Nobis attulit solacium. Certiores enim facti sumus a Venerabili Fratre Baltassar Alvarez Bestrepo, Pereirano Episcopo, Mariali pietate sacerdotes et Christifideles adeo flagrasse et etiamnunc flagrare, ut, vixdum Episcopalis Cathedra canonice fuerat constituta, Immaculatam Virginem Caelestem totius dioeceseos Patronam sibi adoptarent. Ne tamen huiusmodi electio Apostolica sanctione careat, Praesul ipse a Nobis enixe postulavit ut idem Mariale Patrocinium benigne confirmare dignaremur. Nos autem, ut Cleri fideliumque Pereiranae dioecesis pietatem congruo afiiceremus praemio, huiusmodi votis, faustam quoque proximi Anni Marialis, in honorem eiusdem Virginis Immaculatae per

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Nosmet Ipsos nuperrime indicti, nacti occasionem, annuere perlibenter statuimus. Quapropter, ex consulto Sacrae Rituum Congregationis, certa scientia ac matura deliberatione Nostra deque Apostolicae Nostrae potestatis plenitudine, praesentium Litterarum tenore perpetuumque in modum Beatam Virginem Mariam ab origine Immaculatam Caelestem universae Pereiranae dioecesis praecipuam Patronam, omnibus adiectis honoribus et privilegiis liturgicis principalibus locorum Patronis de iure competentibus, confirmamus, eligimus ac renuntiamus. Contrariis quibuslibet minime obstantibus. Haec edicimus, statuimus, decernentes praesentes Litteras firmas, validas atque efficaces iugiter exstare ac permanere ; suosque plenos atque integros effectus sortiri et obtinere; illisque ad quos spectant seu spectare poterunt, nunc et in posterum, plenissime suffragari; sicque rite iudicandum esse ac definiendum ; irritumque ex nunc et inane fieri, si quidquam secus super his, a quovis, auctoritate qualibet, scienter sive ignoranter contigerit attentari. Datum ex Arce Gandulfi, sub anulo Piscatoris, die x x i v mensis Octobris, anno MCMLIII, Pontificatus Nostri quinto decimo. De speciali mandato Sanctissimi Pro Domino Cardinali a publicis Ecclesiae negotiis
GILDO BRUGNOLA

a Brevibus Apostolicis

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BEATA MARIA VIRGO IMMACULATA PRAECIPUA PATRONA CAELESTIS BUCARAMANGUENSIS DIOECESIS DECLARATUR.

PIUS PP. XII Ad perpetuam rei memoriam. — Centesimo fere anno exacto ex quo auctoritate falli nescia pronuntiatum fuit Almam Deiparam fuisse omnis labis ab origine expertem, sacrorum administri et Christifideles dioecesis Bucaramanguensis per Venerabilem Fratrem Hannibalem Muñoz Duque, eiusdem Sedis Antistitem, preces Nobis adhibuerunt ut Beatam Mariam Virginem Immaculatam, in quam peculiari ferrentur religione, praecipuam sibi constitueremus Caelestem apud Deum Patronam. Nos vero, qui omni studio annitimur ut Marianum cultum quo10 - ACTA, vol. XXII, n. 3 — 26-3-1955

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Commentarium

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quoversus propagemus et homines ad Almam perducendo Deiparam ad rectam fidem, ad probos mores, ad pacem denique et consensionem revocemus, votis huiusmodi statuimus libenter obsecundare. Quapropter, ex Sacrae Rituum Congregationis consulto, certa scientia ac matura deliberatione Nostra deque Apostolicae potestatis plenitudine, harum Litterarum vi perpetuumque in modum Beatam Mariam Virginem sine originali labe Conceptam praecipuam dioecesis Bucaramanguensis Caelestem apud Deum Patronam eligimus, facimus, declaramus, omnibus adiectis honoribus ac privilegiis liturgicis, quae principalibus dioecesium Patronis rite competunt. Contrariis quibusvis nihil obstantibus. Haec edicimus, statuimus, decernentes praesentes Litteras firmas, validas atque efficaces semper exstare ac permanere ; suosque plenos atque integros effectus sortiri et obtinere ; illisque, ad quos spectant, seu spectare poterunt, nunc et in posterum plenissime suffragari ; sicque rite iudicandum esse ac definiendum ; irritumque ex nunc et inane fieri, si quidquam secus, super his, a quovis, auctoritate qualibet, scienter sive ignoranter attentari contigerit. Datum ex Arce Gandulfi, sub anulo Piscatoris, die vii mensis Novembris, anno MDCCCCLIII, Pontificatus Nostri quinto decimo. De speciali mandato Sanctissimi Pro Domino Cardinali a publicis Ecclesiae negotiis
GlLDO BRUGNOLA

a Brembus Apostolicis

V PAROECIALE TEMPLUM ABBATIAE S. MARIAE IN CAELUM ASSUMPTAE « D E PRATALEA )) PATAVINAE DIOECESIS, BASILICAE MINORIS TITULO HONORIBUSQUE AUGETUR.

PIUS PP. XII Ad perpetuam rei memoriam. — Amplissimum religionis domicilium esse perhibetur Templum Beatae Mariae Virginis in Caelum Assumptae cum continente Monasterio, Prataleae, intra fines dioecesis Patavinae, constitutum, quo Ordini Sancti Benedicti, cui creditum est, decus additur, atque in populo fideli res Catholica augetur. Quae sacra Aedes, saeculo xv et xvi exstructa, venustate et artificiosis operibus tam est

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insignis ut invisentium animi stupore perfundatur. Admireris praesertim columnas ad Ionici generis rationem excisas, fornices sublimes, tholum aedificio impositum. Sed non solum fabricatorum ingenio haec moles commendatur, sed etiam pictorum, imprimis Ioannis Baptistae Zelotti, Veronensis, qui eleganti manu Servatorem caelos ascendentem, praeclaros Ecclesiae Viros, aliasque res coloribus expressit. Sacram quoque supellectilem, pretiosis vestitam metallis, est ibi cernere, quae divinis ritibus inservit, quos Benedictini Sodales frequentes ibi solent exsequi. Ad hanc etiam domum Dei, cui paroecia est adiuncta, Christifideles impigri accedunt, ut sacris intersint atque munerum supernorum percipiant largitatem. Quibus permotus dilectus filius Gerardus Fornaroli, eiusdem Coenobii Abbas, submissas Nobis adhibuit preces ut Templum, Deiparae Caelo receptae sacrum, quod diximus, Mariano hoc volvente anno, Basilicae Minoris nomine ac iure donaremus. Quae vota, Venerabilis Fratris Hieronymi Bortignon, Episcopi Patavini, atque Venerabilis Fratris Placidi Mcolini, Assisiensis Antistitis, olim eius Monasterii Abbatis, ampla commendatione suffulta, libenti animo statuimus explere. Quapropter, e Sacrae Rituum Congregationis consulto, certa scientia ac matura deliberatione Nostra deque Apostolicae potestatis plenitudine, harum Litterarum vi perpetuumque in modum, paroeciale Templum « Abbatiae Sanctae Mariae in Caelum Assumptae de Pratalea », intra Patavinae dioecesis fines positum, ad honorem ac dignitatem Basilicae Minoris evehimus, omnibus adiectis iuribus ac privilegiis, quae Ecclesiis, hoc titulo condecoratis, rite competunt. Contrariis quibusvis nihil obstantibus. Haec edicimus, statuimus, decernentes praesentes Litteras firmas, validas atque efficaces iugiter exstare ac permanere ; suosque plenos atque integros effectus sortiri et obtinere ; illisque ad quos spectant, seu spectare poterunt, nunc et in posterum plenissime suffragari; sicque rite iudicandum esse ac definiendum; irritumque ex nunc et inane fieri, si quidquam secus, super his, a quovis, auctoritate qualibet, scienter sive ignoranter attentari contigerit. Datum Romae, apud Sanctum Petrum, sub anulo Piscatoris, die X I X mensis Februarii, anno MDCCCCLIV, Pontificatus Nostri quinto decimo. De speciali mandato Sanctissimi Pro Domino Cardinali a publicis Ecclesiae negotiis
GILDO BRUGNOLA

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EPISTULA
AD EMUM P. D. ADEODATUM IOANNEM, EPISCOPUM SABINEN. ET MANDELEN. S. R. E. CARDINALEM PIAZZA, S. CONGREGATIONIS CONSISTORIALIS A SECRETIS QUINA LUSTRA A SUSCEPTO EPISCOPATU IMPLENTBM.

PIUS PP. XII Venerabilis Frater Noster, salutem et Apostolicam Benedictionem. — Expostulant sane praeclara tua in Ecclesiam promerita, expostulant pariter excelsa, qua exornaris, dignitas et peculiaris erga te Nostra benevolentia, ut, quinto exeunte lustro ex quo ad episcopalem honorem evectus es, laetabilis huius eventus sollemnia nosmet Ipsi ineundis votis Nostraque auctoritate prosequamur. Postquam enimvero, auspicato Dei famulatui addictus devotusque, in sacro Ordine Fratrum Carmelitarum Discalceatorum haud pauca et gravia officia persolveras, praesertim inge nuas litteras deinde philosophiam ac theologiam docendo, Prioris quoque munus gerendo, Procuratoris ipsius Generalis partes sustinendo; postquam, aestuante per orbem terrarum priore atrocissimo bello, animarum curam apud milites exercueras, ad sacerdotii culmen promotus, sagacitas tua aJacritasque pastoralis in ampliore quidem campo coruscavit. Ac primo in Beneventana Sede Metropolitana per quinquennium plura dedisti sollertiae documenta, inter quae exstitere piae sodalitates a te erectae ad catholicam doctrinam rite fidelibus tradendam atque ad Ecclesiae uni tatem promovendam, Opus ecclesiasticarum vocationum studiose provectum, ac sollicitudo, qua, anno M C M X X X , civibus in ea urbe ac regione terrae motu percussis auxilia et solacia liberaliter praebuisti. Deinde ad Venetiarum patriarchatum translatus, paulo post ad Senatum quoque Ecclesiae adscriptus, per tredecim annos in pastorale ministerium totus incubuisti. In primisque novas condidisti paroecias, ubi ruricolae opificesque religione et pietatis officiis excolendi erant, Actionis Catholicae consociationes et opera impense fovisti, Congressum dioecesanum celebrasti ad catechesim promovendam et clericorum Seminarium, curiam sedemque patriarchalem opportune apteque refecisti. Quae quidem egregia curae tuae pastoralis documenta Nos ante oculos habentes, sex abhinc annos in hanc almam Urbem te arcessivimus, ut adiutricem operam in Ecclesia universa regenda Nobis Ipsis tribueres, tibique munus

Acta

PU

Pp.

XII

149

a Secretis in Sacro Consilio Episcopis eligendis moderandisque concredimus, atque suburbicariae sedi Sabinensi et Mandelensi praefecimus. Qua quidem in dioecesi plures ecclesias aedesque paroeciales condidisti vel redintegrasti, Seminarii dioecesani et Episcopi sedes refecisti, eiusdemque Seminarii villam rusticandi gratia ac nonnulla instituta puerulis educandis e solo excitasti, domumque pro senibus aegrotisque sacerdotibus hospitio recipiendis atque ad exercitia spiritualia peragenda aedificare coepisti. Cognitam quoque habemus planeque perspectam peculiarem sollicitudinem tuam de Actione in Italia Catholica deque Italorum emigratione, per societatem missionariorum a S. Carolo tam sollerter adiuta. Itaque erigito, Venerabilis Frater Noster, animum in spem copiosam a Iesu Christo Pastorum principe remunerationis; cuius interea tamquam libamenta habeas ea, quae grex tuus tuique aestimatores in quintum ac vicesimum episcopatus tui natalem parant sollemnia. Eiusmodi autem communis amoris laetitiaeque testimonia volumus Nostram antecedere gratulationem atque omina Nostra; cupimus enim tibi, ex animo, ut quam diutissime incolumis integerque viribus serverig, quo ex tua actione grex tibi traditus maiora emolumenta, Apostolica haec Sedes ex industria tua, diuturno rerum usu comprobata, uberiores fructus in posterum percipiat. Quo autem sacra sollemnia populo Sa/binensi et Mandelensi utiliora evadant, tibi ultro potestatem tribuimus, ut, qua malueris die, post Sacrum pontificali ritu peractum, adstantibus fidelibus nomine Nostro Nostraque auctoritate benedicas, plenariam indulgentiam iisdem proponens, ad Ecclesiae praescripta lucrandam. Caelestium interea donorum auspicem, peculiarisque benevolentiae Nostrae testem, Apostolicam Benedictionem tibi, Venerabilis Frater Noster, tuis laborum sociis, cunctoque clero ac fidelibus curae tuae creditis peramanter in Domino impertimus. Datum Romae apud Sanctum Petrum, die VIII mensis Februarii, anno MDCOCCLV, Pontificatus Nostri sexto decimo. PIUS PP. XII

150

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

ACTA SS. CONGREGATIONUM
SACRA CONGREGATIO CONSISTORIALIS

i
LAVANTINAE - LABACENSIS DECRETUM
DE IMMUTATIONE F I N I U M DIOECESIUM .

Sivus flumen;, dioecesium Lavantinae et Labacensi» fines iam pridem terminons, ob aquarum eluviones plures abhinc annos suum ita mutavit alveum ut pagas vulgo « Vrbinska vas », qui ad Labacensem dioecesim pertinet, in dextera ripa iam situs in sinistra deinde, ad fines Lavantinae dioecesis, exstare contigerit. Itaque Excnius P. I). Massimilianus Drzecnik, Episcopus titularis Arbittenus et Administrator Apostolicus Lavantinus, ab Apostolica Sede postulavit ut, ad bono spirituali fidelium ibi commorantium utilius consulendum, praefatus pagus <( Vrbinska vas » a Labacensi dioecesi separaretur et Lavantinae dioecesi aggregaretur. Ssmus Dominus Noster Pius, Divina Providentia Pp. XII, rei opportunitate perspecta habitoque favorabili voto Excmi P. D. Antonii Vovk, Episcopi titularis Cardicensis et Administratoris Apostolici Labacensis, oblatis Sibi precibus benigne annuendum censuit. Quapropter Idem Ssmus Dominus Noster praesenti Consistoriali Decreto praefatum pagum <( Vrbinska vas » a Labacensi dioecesi seiungere et Lavantinae dioecesi perpetuo attribuire dignatus est, mutatis hac ratione nominatarum dioecesium finibus. Ad haec autem exsecutioni mandanda Eadem Sanctitas Sua deputare dignata est eundem Excmum P. D. Massimilianum Drzecnik, eidem tribuens facultates necessarias et opportunas, ad effectum de quo agitur, etiam subdelegandi quemlibet virum in ecclesiastica dignitate constitu

Sacra

Congregatio

Consistorialis

151

tum, facto illi onere transmittendi quamprimum ad hanc S. Congregationem Consistorialem exemplar actus peractae exsecutionis. Contrariis quibusvis minime obstantibus. Datum Romae, ex Aedibus S. C. Consistorialis, die 4 mensis Iulii anno Mariali 1954. £ Fr. A. I. Card. PIAZZA, Ep. Sabinen, et Mandelen., a Secretis 8
L. ® S-

Iosephus Ferretto, Adsessor TL LEOPOLDINENSIS - CAMPOSINAE DECRETUM
DE MUTATIONE FINIUM DIOECESIUM

Concredita gregis commodo studentes, Excmi PP. DD. Delphinus Ribeiro Guedes, Episcopus Leopoldinensis, et Antonius de Castro Mayer, Episcopus Camposinus, ab Apostolica Sede expostulaverant ut pars paroeciae vulgo La Palma, quae pertinet ad dioecesim Leopoldinensem distraheretur et dioecesi Camposinae adnecteretur, ita quidem ut ecclesiastici dioecesium fines cum civilibus deinde convenirent. Porro, S. C. Consistorialis, attento favorabili voto Excmi P. D. Caroli Chiarlo, Archiepiscopi titularis Amideni et in Brasiliana Republica Nuntii Apostolici, vigore facultatum sibi a Ssmo Domino Nostro Pio Divina Providentia Pp. XII tributarum, oblatis precibus benigne annuendum censuit. Quapropter, suppleto, quatenus opus sit, eorum interesse habentium vel habere praesumentium, consensu, praesenti Consistoriali Decreto decernit, ut, bipartito memoratae paroeciae La Palma territorio, pars altera, quae in regione civili vulgo Rio de Janeiro iacet, Leopoldinensi dioecesi nexa permaneat, altera vero, quae ad regionem civilem vulgo Minas Gérais pertinet, dioecesi Camposinae in perpetuum adscribatur, mutatis deinceps hac ratione utriusque dioecesis finibus prout in sequentibus : « ... Segue até alcançar a linha de cumiada da Serra da Pedra Bonita; prossegue por esta linha de cumiada, passando pelas Pedras Bonita e de Alexandria, até o ponto mais próximo à confluencia dos ribeiröes Born Jardim e Eva; dai, desee até a dita confluencia e desee pelo Eva até a sua confluencia no rio Pomba; desee por éste até a sua

152

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Convmentarium

Officiale

inter seeçâo com o eixo longitudinal da ponte da Estrada de Ferro Leopoldina; déste ponto, cortando a margem esquerda do referido rio Pomba, atinge, em linha reta, o alto do Morro situado entre aquela margem e o leito da E. F. Leopoldina ; dai, atravessa novamente o leito desta ferrovia, ganha o divisor de aguas de afluentes diretos do rio Pomba, de um lado, e ribeiräo Santo Antonio do outro, atingindo, em prosseguimento, a linha das vertentes dos córregos da Bocaina, da Cachoeira e do Desengaño, de um lado, e dos córregos do Retiro e da Aldeia do outro, até atingir um ponto fronteiro e mais próximo da nascente do córrego da Tolda, na Fazenda de Sao Roque ; dai atinge a dita nascente e desee pelo córrego, da Tolda até a sua confluencia, com o córrego do Desengaño ; dai galga a linha de vertentes dos córregos da Cachoeira Bonita e da Serra, pela qual continua; corta a estrada do rodagem Mi r acema Palma, em urna garganta ñas proximidades da fazenda da Fortaleza e continua pelo divisor das aguas dos córregos da Cachoeira Bonita e Inhamal do outro, até atingir o pontâo de Santo Antonio ; déste pontâo segue pela linha de cumiada da Serra da Divisa que separa as aguas do ribeiräo do Macuco das aguas do ribeiräo Säo Joaquim e dos córregos do Taquaraçu, Born Jardim e Santa Cruz, passando pelo pontâo do Felicissimo e continua pela mesma linha de cumiada da Serra da Divisa, até atingir um ponto em que, descendo, vai alançar o rio Muriaé no local denominado Poço-Fundo ; atravessa ai o rio Muriaé, ganha a linha de cumiada da serra do Brito... ». Omnia acta et documenta praefatam paroeciae « La Palma » partem respicientia a Leopoldinensi ad Camposinam Curiam, cum primum fas erit, transmittantur. Ad haec perficienda eadem Sacra Congregatio memoratum Excmum P. D. Carolum Chiarlo deputat, necessarias et opportunas tribuens facultates etiam subdelegandi, ad effectum de quo agitur, quemlibet virum in ecclesiastica dignitate constitutum, onere imposito ad eandem Sacram Congregationem Consistorialem quam primum remittendi authenticum exemplar actus peractae exsecutionis. Quibus super rebus praesens edit Con sistoriale Decretum perinde valiturum ac si Apostolicae sub plumbo Litterae datae forent. Datum Romae, ex Aedibus Sacrae Congregationis Consistorialis, die vii Iulii, anno Mariali MCMLIV. £g Fr. A. I. Card. PIAZZA, Ep. Sabinen. etMandelen., a Secretis L. £8 S * * Iosephus Ferretto, Adsessor

Sacra Congregatio Consistorialis

153

III CARTHAGINENSIS IN COLUMBIA SANCTI GEORGII

ET VICARIATUS APOSTOLICI DECRETUM
DE F I N I U M

MUTATIONE

Ad satius consulendum spirituali utilitati Christifidelium in territorio vulgo « Departamento de Córdoba » et (( Departamento de Bolívar » degentium Excmus P. D. Paulus Bertoli, Archiepiscopus titularis Nicomediensis et in Columbia Nuntius Apostolicus, ab Apostolica Sede postulavit ut fines archidioecesis Carthaginensis in Columbia et Vicariatus Apostolici Sancti Georgii immutarentur. Ssmus Dominus Noster Pius Divina Providentia PP. XII, praehabitis favorabilibus votis Excmi P. D. Iosephi Ignatii López Umana, Archiepiscopi Carthaginensis in Columbia et Excmi P. D. Francisci Santos Santiago, Episcopi titularis Thebani in Phtiotide, et Vicarii Apostolici Sancti Georgii, ac de consilio Eminentissimi ac Reverendissimi P. D. Petri S. R. E. Cardinalis Fumasoni Biondi, S. Congregationis de Propaganda Fide Praefecti, ratus hoc animarum saluti profuturum, oblatis precibus benigne annuere dignatus est. Quapropter, suppleto, quatenus opus sit, quorum intersit vel qui sua interesse praesumant consensu, de plenitudine Apostolicae potestatis, praesenti Consistoriali Decreto regionem ad laevam ripam fluminis cui nomen Magdalena usque ad locum vulgo Brazo de Loba patentem et municipia vulgo: Simití, San Martín de Loba, Olaya Herrera seu* Bodega Central, Barranco de Loba complectentem ac praeterea inunicipiorum partes quae nuncupantur : Santa Rosa Sudán, la Rufina, Los Caños de Colorado et Tiquicio Nuevo, excepta tamen insula vulgo Mompos, ab archidioecesi Carthaginensi in Columbia distrahit una cum omnibus ecclesiis, piis fundationibus bonisque temporalibus ad praefatae regionis paroecias pertinentibus, atque, mutatis utrimque finibus, Vicariatui Apostolico Sancti Georgii adnectit; quae regio in posterum Sacrae Congregationi de Propaganda Fide erit subiecta. Mandat insuper Sanctitas Sua ut acta et documenta memoratas paroecias respicientia a Curia archiepiscopali Carthaginensi in Columbia ad Curiam Sancti Georgii, quam primum, transmittantur.

154

Acta,

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Ad haec perficienda Ssmus Dominus Noster memoratum Exc. P. D. Paulum Bertoli deputare dignatus est, necessarias et opportunas tribuens ei facultates, etiam subdelegandi ad effectum de quo agitur quemlibet virum in ecclesiastica dignitate constitutum, onere imposito ad Sacram Congregationem Consistorialem, cum primum fas erit, authenticum exemplar transmittendi actus peractae exsecutionis. Quibus super rebus praesens edi iussit Consistoriale Decretum perinde valiturum ac si Apostolicae sub plumbo Litterae datae fuissent. Datum Romae, ex Aedibus S. Congregationis Consistorialis, die 3 Novembris anno Mariali 1954. £ß Fr. A. I. Card. PIAZZA, Ep. Sabinen, et Mandelen., a Secretis L. © S. Iosephus Ferretto, Assessor

SACRA CONGREGATIO DE PROPAGANDA FIDE

N Y E R E N . - MERITEN". DECRETUM
DE DIOECESIUM LIMITIBUS

Ad aptius catholicam fidem in Kenyae territorio prolatandam, preces ad hanc Sacram Congregationem de Propaganda Fide porrectae sunt ut iurisdictionis limites territoriales Nyerensem inter et Meruensem dioecesim clarius definirentur, scilicet; ut finis utriusque dioecesis quioriginem ducit; a limite meridionali districtus civilis de Marsabit limitem teneat provinciae civilis de Rift Valley usque ad locum ubi flumen, quod vulgo dicitur Maranya, confluii in flumen, quod vulgo dicitur de UasoNyiro. Insuper in meridionali parte finem utriusque dioecesis ita definiendum visum est : limes dioecesium a cursu fluminis, quod vulgo Thika dicitur, determinationem accipiat, a puncto intersectionis gradus I lat. mer. cum eodem flumine usque ad locum confluentiae in flumen quod Sagana dicitur ac deinde limes designetur a cursu huius fluminis Sao

Sacra

Congregatio

de

Propaganda

Fide

155

gana usque ad locum confluentiae fluminis Robin-gachi-Thiba in flumen Sagana. Quas preces eadem Sacra Congregatio de Propaganda Fide excipiens, de mandato Sanctissimi Domini Nostri Pii Divina Providentia Papae XII, vigore scilicet facultatum ab Eodem Sanctissimo Domino Nostro sibi concessarum, praesenti Decreto statuit ut territoriorum fines Nyerensem inter et Meruensem dioeceses modo de quo supra definirentur. Datum Romae, ex Aedibus eiusdem Sacrae Congregationis de Propaganda Fide, die 14 mensis Iunii a. D. 195^. P. Card. FUMASONI BIONDI, Praefectus
L. ©

s.
f P. Sigismondi, Archiep. tit. Neapolitan. in Pisidia, a Secretis

SACRA CONGREGATIO DE SEMINARIIS ET STUDIORUM UNIVERSITATIBUS

DECRETUM
INSTITUTUM IURIS CANONICI ERIGITUR IN FACULTATE THEOLOGICA PUBLICAE STUDIORUM UNIVERSITATIS MONACENSIS IN BAVARIA.

De legibus quibus humana societas regitur cum Catholica Ecclesia naviter sit sollicita, nihil Sacrae Congregationi de Seminariis et studiorum Universitatibus antiquius est quam Iuris Canonici studia fovere atque provehere. Cumque compertum sit Institutum Iuris Canonici, quod in Theologica Facultate publicae studiorum Universitatis Monacensis exstat, ab Apostolica Sede die xvin m. Maii a. D. MCMXLIX ad experimentum adprobatum, probe studioseque per elapsum feliciter quinquennium enituisse tum delectis eruditisque magistris tum scientificis investigationibus, cum praelectionibus et operibus egregie scriptis, Statutis quidem adamussim servatis quae die x m. Ianuarii a. D. MCML rata atque firma habita sunt, Sacra haec Congregatio ad maiorem Dei glo-

i 56

Acta

Apostolicae

Sedis

~

Commentarium

Officiale

riam, ad Ecclesiae decus et incrementum ingenuaeque doctrinae profectum Institutum Iuris Canonici in Theologica Monacensi Facultate erigit ©rectamque declarat eidemque potestatem tribuit academicos gradus in Iure Canonico conferendi, omnibus agnitis iuribus, honoribus, muneribus, officiis et privilegiis quae huiusmodi Ecclesiasticis Facultatibus de more pertinent. Ceteris servatis de iure servandis, contrariis quibuslibet minime obstantibus. Datum Romae, ex Aedibus Sancti Callisti, d. x x x m. Aprilis a. D. MCMLiv, B. Mariae V. sacro. ££i I. Card. PIZZARDO, Ep. Albanen., Praefectus
L . © S.

f C. Gonfalonieri, Archiep. Nicopolitan., a Secretis

II DECRETA Ssmus D. N. Pius divina Providentia Papa XII decretis Sacrae Congregationis de Seminariis et studiorum Universitatibus : die 10 Maii 1954 — Neo-Eboracense (New York) Institutum Musicae Sacrae, a « S. Pio X » nuncupatum, romano Pontificio Instituto Musicae Sacrae affiliatum constituit. die 3 Iunii 1951§. — Studium Theologicum Abbatiae O. S. B. Solesmensis (Solesmes) Theologicae Facultati Catholicae Universitatis Andegavensis (Angers), ad quinquennnium affiliatum constituit.

157

DIARIUM ROMANAE CURIAE
SACRA CONGREGAZIONE DEI RITI

Martedì, 25 gennaio 1955, nel Palazzo Apostolico Vaticano si è adunata la S. Congregazione dei Riti preparatoria, nella quale gli Emi e Revmi Signori Cardinali, i Rovini Prelati Officiali ed i Revmi Consultori teologi hanno discusso sul martirio dei Servi di Dio Giovanni Battista Turpin du Cormier e Compagni, martiri della Rivoluzione francese. In Congregazione ordinaria gli Emi e Remi Signori Cardinali ed i Remi Prelati Officiali hanno esaminato le relazioni dei Revisori teologi sopra gli scritti dei Servi di Dio : 1. Beato Ermanno Giuseppe, dell'Ordine dei Premostratensi. 2. Adolfo Kolping, sacerdote secolare. 3. Pietro Giuseppe Savalberg, sacerdote, fondatore della Congregazione dei Fratelli e Sorelle di San Giuseppe. 1. Maria Cristina Brando dell'Immacolata Concezione, fondatrice delle Suore Vittime espiatrici del S. Cuore di Gesù. Infine hanno trattato della approvazione e della concessione dell'Ufficio e Messa di San Pio X. Martedì, 8 febbraio 1954, nel Palazzo Apostolico Vaticano si è adunata la S. Congregazione dei Riti ordinaria, nella quale gli Emi e Revmi Signori Cardinali e i Revmi Prelati Officiali hanno discusso : 1. Sulla riassunzione di Causa del Beato Giuliano Maunoir, confessore, della Compagnia di Gesù. 2. Sulla introduzione di Causa del Servo di Dio Giuseppe Gerard, sacerdote professo della Congregazione degli Oblati di Maria Immacolata. 8. Sulla introduzione di Causa della Serva di Dio Maria degli Apostoli (Teresa von Wullen weber), fondatrice dell'Istituto delle Suore del Divin Salvatore. Gli Emi Signori Cardinali hanno inoltre esaminato la relazione sugli scritti dei Servi di Dio : a) Luigi Brisson, sacerdote, fondatore degli Oblati di S. Francesco di Sales. b) Benedetto Menni Figini, sacerdote, dell'Ordine degli Ospitalieri di S. Giovanni di Dio, fondatore delle Suore Ospitaliere del S. Cuore di Gesù. c) Guglielmo Janauschek, sacerdote, della Congregazione del SS. RedentoreVenerdì, 18 febbraio 1955, nel Congresso ordinario della S. Congregazione dei Riti furono esaminate le Posizioni sul Non Culto dei Servi di Dio Pio IX ed Edoardo Giuseppe Rosaz, Vescovo di Su sa, fondatore della Congregazione delle Suore Terziarie di San Francesco di Susa.

158

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Martedì, 22 febbraio 1955, nel Palazzo Apostolico Vaticano, alla augusta presenza del Santo Padre, si è adunata la S. Congregazione dei Riti generale, nella quale gii Emi e Revmi Signori Cardinali, i Revmi Prelati Officiali ed i Revmi Consultori teologi hanno dato il loro voto sul martirio dei Servi di Dio Leone Ignazio Mangin, Paolo Denn, sacerdoti professi della Compagnia di Gesù, ed altri 42 soci indigeni, uccisi in odio alla fede in Cina nel 1900 ; nonché sull'eroismo delle virtù delle Serve di Dio Maria della Provvidenza (Eugenia Smett), fondatrice delle Suore Ausiliatrici delle anime purganti, e Clelia Barbieri, fondatrice delle Suore Minime dell'Addolorata. Al termine della Congregazione il Santo Padre si è degnato disporre che si pubblichino i decreti relativi al martirio e alle virtù dei predetti Servi di Dio. Nel Congresso ordinario della S. Congregazióne dei Riti del giorno 11 marzo 1955, è stato trattato: della validità dei x)roeessi ordinari ed apostolici della Serva di Dio 1. Maria Margherita Dufrost De Layemmerais, vedova D'Youville, fondatrice della Congregazione delle Suore di Carità di Montréal, Canada. 2. Antonia Maria della Misericordia, fondatrice delle Oblate del Ssnio Redentore. E sul non culto della Serva di Dio Maria degli Apostoli (Teresa von Wuel1 en weber), fondatrice delle Suore del Divin Salvatore. Martedì, 15 marzo 1955, nel Palazzo Apostolico Vaticano si è adunata la Sacra Congregazione dei Riti ordinaria, nella quale gli Emi e Revmi Signori Cardinali ed i Revmi Prelati Officiali hanno discusso sulla introduzione di Causa dei Servì di Dio : 1. Francesco Faà di Bruno, sacerdote, fondatore delle Suore del Suffragio e di Santa Zita. 2. Basilio Antonio Moreau, sacerdote, fondatore della Congregazione di Santa Croce. Hanno inoltre preso in esame le relazioni dei revisori teologi degli scritti dei Servi di Dio : 1. Andrea Besserte, fratello professo della Congregazione di Santa Croce. 2. Simone Valadier, sacerdote professo dell'Ordine dei Prati Minori, fondatore delle Suore Francescane Missionarie; 3. Girolamo Jaegen, laico.

SEGRETERIA Di STATO
NOMINE Con Brevi Apostolici, il Santo Padre Pio XII, felicemente regnante, si è degnato di nominare: 16 giugno 1954. S. E- Revma Monsig. Levarne Alberto, Arcivescovo tit. di Chersoneso di Zechia, Nunzio Apostolico in Irlanda.

Diarium

Romanas

Curiae

159

23

luglio

1954. L'Emo e Revmo Signor Cardinale Micara Clemente, Pro-

tettore delle Terziarie Francescane Regolari di Nostra Signora del Rifugio, di San Pedro Tla, J a l . (Messico).
26 » » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Ciriaci Pietro, Protet-

tore delle Povere Suore delle Scuole di Nostra Signora di Horazdovice {Cecoslovacchia).
24 settembre » S. E. Revma Monsig. Lombardi Armando, Arcivescovo

tit. di Cesarea di Filippo, Nunzio Apostolico in Brasile
14 ottobre » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Ruffini Ernesto, Protet-

tore delle Suore della Carità « Principe Palagonia » (Palermo).
25 » » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Valeri Valerio, Protet-

tore delle Suore di Notre Dame de Charité, di Oker UlyLame (Seme, Francia).
27 » » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Aloisi Masella Bene-

detto, Prefetto della Sacra Congregazione della Disciplina dei Sacramenti.
3 novembre » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Cicognani Gaetano, Pro-

iettore delle Francescane Figlie dèlia Misericordia (Palma de Mallorca).
» » » L'Illiho e Revino Monsig. Bartoccetti Vittorio, Prelato

Votante del Supremo Tribunale della Segnatura Apostolica.
13 18 » » » » S. E. Reviria Monsig. Mozzoni Umberto, Arcivescovo tit.

di Side, Nunzio Apostolico in Bolivia.
L'Emo e Revmo Signor Cardinale Cicognani Gaetano

Prefetto del Supremo Tribunale della Segnatura Apostolica.
29 » » » » S. E. Revma Monsig. Centoz Luigi, Arcivescovo tit. di

Edessa di Osroene, Nunzio Apostolico in Cuba.
6 dicembre 12 » S. E. Revma Monsig. Punzólo Luigi, Arcivescovo tit. di

Sebastea, Nunzio Apostolico nel Paraguay.
S. E. Revma Monsig. Bruniera Alfredo, Arcivescovo tit.

di Claudiopoli di Onoriade, Delegato ApostoMeo nel Congo Belga e nel Ruanda Vrundi.
18 » » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Pizzardo Giuseppe, Pro-

tettore delle Cappuccine Eucaristiche dell'Adorazione Perpetua (Messico).
4 gennaio 1955. L'Emo e Revmo Signor Cardinale Cicognani Gaetano,

Protettore delle Suore Francescane (Montpellier).
11 » » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Aloisi Masella Bene-

detto, Protettore delle Orsoline dell'Unione Romana (Roma).
» » » L'Esmo e Revino Signor Cardinale Léger Paolo Emilio,

Protettore delle Adoratrici del Preziosissimo Sangue dell'Unione dì S. Giacinto P. Q. (Canada).

IQQ

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

25 gennaio

1955. L'Emo e Revmo Signor Cardinale Pizzardo Giuseppe, Pro-

tettore delle Suore Agostiniane di 8. Giovanni Valdarno {Fiesole).
26 » » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Pizzardo Giuseppe, Pro-

tettore delle Suore Domenicane del Terz'Ordine di S. Domenico:, dell'Immacolata Concezione in Or eat Bend (Dodge City).
31 » » L'Ululo e Revmo Monsig. Sabattani Aurelio, Prelato Udi-

tore aggiunto del Tribunale della Sacra Romana Bota.
14 febbraio » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Aloisi Maselia Bene

detto, Protettore delle Figlie del Cuore di Gesù (RoMa).
Con Biglietti della Segreteria di Stato, il Santo Padre Pio XII, felicemente regnante, si è degnato di nominare : 16 febbraio 1955. I Revmi Padri Tocanel Pietro, dei Prati Minori Conventuali, Abellán Pietro M., della Compagnia di Gesù, Walter Giovanni, degli Scolopi, Van , Biervliet Alberto, dei Redentoristi, Heston Edoardo, della Congregazione di Santa Croce, Escudero Gerardo, dei Claretiani e il Revmo Don Del Portillo Alvaro della Società Sacerdo tale della Santa Croce (Opus Dei), Consultori

della Sacra Congregazione dei Religiosi.
24 » » L'Illmo e Revmo Monsig. Flores Martin Giacomo, Con-

sultore della Sacra Congregazione dei Seminari e delle Università degli Studi.

NECROLOGIO
25 ottobre 1954. Monsig. Pereira de Andrade Teófilo Giuseppe, Vescovo tit. di Urusi. 1955. Monsig. Fernande« Vittore Rosario, Vescovo di Mangalore. Monsig. Valakuzhyll Severios Giuseppe, Arcivescovo-Ve» scovo di Tiruvalla per i Siro-Malankaresi. » Monsig. Scharnagl Antonio, Vescovo tit. di Zenopoli in Isauria Monsig. Berna Pietro, Vescovo tit. di Apollonide. » Monsig. Forget Anastasio, Vescovo di San Giovanni di Québec. Monsig. Diaz Luigi Adriano, Vescovo tit. di Celenderi. » Monsig. Béguin Virgilio Giuseppe, Arcivescovo di Auch. » Monsig. Halbert Giulio, Vescovo tit. di Archelaide.

4 gennaio 18 19 28 3 febbraio 26 2 3 »

»
marzo »

An. et vol. XXXXV1I

20 Aprilis 1955

(Ser. II, v. X X I I ) - N. *

COMMENTARIUM

OFFICIALE

LITTERAE

DECRETALES I

s

BEATO PETRO A L O I S I O C H A N E L , M A R T V R I , S A N C T O R U M HONORES DECERNUNTUR

PIUS

EPISCOPUS
SERVORUM DEI

SERVUS

AD PERPETUAM REI M E M O R I A M

Martyrum sanguine tincta triumphalibusque redimita coronis, sancta Christi Ecclesia alterna vice per saeculorum decursum calamitatis et victoriae, vexationis et pacis, luctus et gaudii est experta fortunas ; et, quemadmodum divinus eius Conditor, postquam inferni principis ictibus sua sponte conciderat mortemque subierat cruentissimam, tres post dies contra omnium spem fulgens resurrexit, ita eadem cum Auctore suo cuncta fert silentio supplicia, ac post dolores assiduasque insectationes felicius in universum mundum pacifica celebrisque progreditur. Quam ob rem, ad quoslibet parata casus, in secundis provida vigilat, atque in adversis secura confidit ; quoniam divini Magistri numquam obliviscitur verba : (( M s i granum frumenti cadens in terram mortuum fuerit, ipsum solum manet ; si autem mortuum fuerit multum fructum affert » (Io. 12, 24-25). Quibus in alternis casibus, purpureo splendent lumine Martyres, quandoquidem, etsi tanta sint varietate distincti, unos Christi Iesu cruciatus gloriamque per omne redintegrant tempus, atque « ea adimplent
11 - ACTA, vol. XXII, n. 4 - 20-4-1955.

162

Acta

Apostolicae

Sedis

-

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quae desunt passionum Christi in carne sua pro corpore eius quod est Ecclesia » (Col. 1, 24). Cumque praeterea ii semina sint pignoraque virtutis, simul fideles exemplo suo fortiores reddunt, simul ad eorum salutem conferunt. Atque e serenis caeli plagis, ubi perpetuum in aevum eorum in agminibus annumerantur qui « venerunt de tribulatione magna et laverunt stolas suas in sanguine Agni » (Ap. 7, 14), precibus suis Ecclesiam tuentur sanctam, quam cruore suo viventes fecundarunt. Quos inter gloriosos viros sublimem cernimus caelestique radiantem luce Beatum Märtyrern Petrum Aloisium Chanel, Sodalem Societatis a Maria, quem hesterno die Sanctorum in album laetitia gestientes rettulimus. Summo igitur caelorum Patri dum gratias agimus, qui Nobis in tot tantisque curis constitutis, arcano numine ingentem hanc impertiit animi voluptatem, eiusdem Sancti laudes paucis celebrare exoptamus, ut eius egregie factorum recordatio omnibus huius temporis fidelibus exempli stimulos admoveat ac sincerioris sit incitamentum virtutis. Tenellus infans, obscuro quodam in vico, cui vulgatum nomen Potière, intra fines Lugdunensis dioecesis, die duodecimo mensis Iulii anno millesimo octingentesimo tertio vitae limina attigit, quintus ex octo Claudii Francisci et Mariae Sibellas filiis. Cui parentes ad sacrum baptismi fontem Petrum dixere nomen ; sibi autem ipse postea, praeter illud, nomina Mariae et Aloisii indidit. Puer exemplis piae familiae eductus optimaque indole praeditus, mitis suavisque adolevit, ad comitatem, oboedientiam pietatemque mire proclivis. Cuius tamen pueritiae non facilis fuit cursus : cum enim humili genere natus esset, parentum necessitatibus, maturius quam aetas aut incommoda pateretur valetudo, servire debuit, haud firmas conferens vires tum ad domestica officia tum ad pecorum custodiam. Ac praeterea, cum rudimentorum ludi longe ab eius pago abessent, ne prima quidem puerili institutione est satis eruditus. Sed misericors Deus inspera tum sacerdotii iter ignaro puero par abat. Vertente enim anno millesimo octingentesimo duodecimo, dum in agris pecudes custodiret, se obvium dedit Curioni proximi viculi, cui nomen Cras, qui, cum eius animi candorem morumque suavitatem identidem perspexisset, eum duos post annos in litterarum ludum vocavit, quem in sua Curia ad bonae spei pueros excolendos aperuerat. Puer igitur, qui iam duodecimum agens annum parum sane attigerat doctrinae, sollertis sacerdotis illius ductu sive in litterarum sive in virtutis disciplina ita profecit, ut non modo inter ceteros discipulos emi-

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neret, sed admirationi agrestibus illis esset atque exemplo. Eo autem die quo puer annorum ferme quattuordecim Eucharistico exceptus est convivio, sanctioris vitae consilium firmiter iniit, atque a divino Magistro ad infideles illuminandos arcano quodam instinctu primum se vocatum sensit. Sed, inferno hoste perturbante, eum paulatim studiorum eiusmodi cepit taedium, ut clam furtimque ludos ipsumque Curionem relinquere cogitaret, ad familiae rurisque pacem rediturus. At ope Virginis Mariae, ad cuius aram lumen consiliumque rogans confugerat, pristinum redintegravit animum generosusque sacerdotii viam ingressus est. Octobri enim mense anno millesimo octingentesimo undevicesimo,, in Seminarium elementarium venit, quod in loco Meximieux exstabat,, ubi quattuor per annos cum moderatorum tum condiscipulorum adeptus est existimationem. Inibi, die vicesimo mensis Augusti anno millesimo octingentesimo tertio et vicesimo, sacro confirmationis oleo corrobora tus est. Postea vero, cum in Seminario novae Bellicensis dioecesis diligentem philosophiae studio dedisset operam, in maius acceptus fuit Seminarium, quod in oppido Brou exstabat, ubi toto pectore ad ecclesiasticas disciplinas incubuit atque in omnibus se praebuit <( exemplum bonorum operum » (Tit. 2, 7). Cum igitur per omnes sacrorum ordinum gradus ascendisset, die quinto decimo mensis Iulii anno millesimo octingentesimo septimo et vicesimo sacerdos creatus est. Qui ob eiusmodi caeleste donum divino exaestuans amore, severioris vitae institutum se alacriter capturum vovit. Eius sacerdotii primordia habuit Ambérieu oppidulum, quo suo obsequens sacrorum Antistiti, properavit ut sacra in subsidium administraret. Sua ibi comitate et gratia unius anni spatio Curionis populique sibi amorem mire concilia vit, omnibus omnia factus, ut omnes faceret salvos (cf. I Cor. 9, 22) ; quamvis infidelium miseratus sortem, qui adhuc errorum caligine mergebantur, ardentius Bellicensem Episcopum rogaret ut sibi in longinquis oris Evangelium nuntiare liceret. At aliorum dum serviebat utilitati, suam ipse eo usque neglegebat valetudinem, ut necesse fuerit eum in salubriora mittere loca. Ut Curio igitur missus est ad amoenissimum Crozet vicum, qui in silvestribus Allobrogum montibus exstabat. Attamen si locus iucundus, non ita sane incolarum mores : cum enim Calvinianae assectatores doctrinae in parvum hunc agrum olim mala sparsissent erroris semina, etiam tunc temporis tristia manebant antiqui vestigia mali; quandoquidem cives sacram doctrinam divinumque cultum fastidiebant et ad morum mollitiem

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gradatim erant prolapsi. Quapropter Petrus, suae incommodae immemor valetudinis, impiger novum aggressus est opus, « auspice Dei Genetrice Maria », cui ut Patronae suam Curiam addixit. Itaque tres annos strenue ad animorum bonum allaboravit, quibus educendis aptissima quadam ac nova via et ratione usus est, sive sacra expeditiones enixe curando, ut montani illius vici incolae ad frugem reducerentur bonam, sive pagulum, urbem compitaque circumeundo, ut suos singillatim erudiret. Insigni etiam erga afflictos omnes enitens amore, aegrorum necessitates amantissimus levavit, egentibus cibos pecuniamque suppeditavit, vel suis vestibus quam saepissime datis. Interea piissimus sacerdos sua omnia studia omnesque cogitationes in uno Deo Agere, supernam opem assiduis petere precibus, frugaliter vivere ac corpus poenis sponte susceptis durius affligere. At dum totus in suae Curiae incumbit moderationem, infidelium tamen non obliviscitur, quorum causa saepe acerbissime secum queritur, quod nondum omnibus spretis sibi ad eos liceat properare. At denique providentissimus Deus, qui « disponit omnia suaviter » (Sap. 8, 1), vehementibus hisce annuit optatis. Bellicensis enim Episcopus, iterum atque iterum rogatus, ei tandem aliquando permisit ut a sua Curia abiret et sacrae illi militiae nomen daret, quae, Societas a Maria nuncupata, aliquot ante annos condita fuerat. Laetitia eapropter gestiit Petrus, qui sua omnia in pauperes partitus, die quodam dominico, vesperascente caelo, clam suos reliquit fideles, de quorum salute tantopere meritus erat. Ab ipso igitur Societatis auctore maxima benevolentia in Sodalium numerum susceptus, in Bellicensi eiusdem Societatis Seminario gravissima obiit munia. Primum etiam adulescentes literris optimisque imbuit institutis, deinde vero, cum ob aegram valetudinem magister pietatis renuntiatus esset, duos per annos sacrorum alumnos per arduam sanctitatis semitam recto itinere duxit, mitis ac patiens eorum admissa expiando, ornata f acilique oratione eosdem ad virtutem adhortando ac sacrarum decorem caeremoniarum enixe fovendo. Quo tempore, quis dicat quot virtutum specimina ostenderit? Qui cuiusdam alumni genibus quondam se advolvit, eum lacrimis obtestans ne pervicaci voluntate caelesti obsisteret gratiae. Quondam praeterea noctu rapidus surgens, ad finitimum pagum flammis conflagrantem cucurrit ibique tam acriter pro miserorum salute nisus est, ut dignus plane haberetur cuius laus in diurnis actis celebraretur. Ad digniora dein voca-

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tus officia, ipsum Bellicense Seminarium moderandum suscepit. Quo in munere omnibus se « Pastorem bonum » praebuit ; praesertim cum, saevo per domum ingravescente morbo, sua posthabita incolumitate, aegrorum puerorum affuit necessitatibus. Sed omnipotens Deus, qui eius animum in ethnicorum salutem incenderai, eius denique optata expleturus erat. Cum enim die undetricesimo mensis Aprilis anno millesimo octingentesimo sexto et tricesimo, fel. rec. Gregorius XVI, Decessor Noster, Societatem a Maria rite probavisset eidemque Apostolicum Vicariatum de Occidentali Oceania commisisset regendum, Petrus summa animi laetitia eorum in numerum allectus fuit, qui evangelicae doctrinae semen in longinquas ignotasque maris spargerent oras, atque ad Pro-Vicarii Apostolici munus fuit vocatus. Quam ob rem summo Deo gratias persolvit, ac religiosis nuncupatis votis se eidem Societati addicens, ad arduum eiusmodi inceptum se alacri sedulitate paravit, in anglicae linguae studio multas consumens horas, atque preces ingeminans voluntariamque vitae asperitatem. Tandem, pridie ferias Natales Servatoris Nostri Iesu Christi eodem anno millesimo octingentesimo sexto et tricesimo, cum septem sodalibus a portu, quem vulgo Le Havre appellant, solvit, Deiparae Virginis laudes concinens, cui longum addixit iter tamuqam benignissimae Matri micantique sediri maris. Quae tamen navigatio asperrima fuit, tum imbribus fluctibus procellisque saevientibus, tum flammeo caniculae aestu furente, tum diris ingravescentibus morbis, quibus absumptus unus e sacerdotibus periit. Clementissima attamen Virgo strenuos piosque tutata est filios, qui, ipsa auxiliante, multum in nautarum salutem tot inter mala desudaverunt, si eos a pravis moribus ad melioris vitae rationem traducere possent. Novembri denique mense anno millesimo octingentesimo tricesimo septimo ex alto ad primas Occidentalis Oceaniae insulas appulerunt; sed cum inde ab indigenis, haeretica labe inquinatis, fuissent reiecti, fortes adversa sustinentes, se iterum periculoso commiserunt itineri, atque alias insulas petierunt. Petrus vero, Apostolico Vicario iubente, in Futunam insulam exiit, cuius incolae cruentissimis caedibus male apud omnes audiebant. Eius litus osculatus, ignotam illam Oceani oram in Beatae Mariae Virginis tutela esse voluit. Ibi cum fidelissimo laboris consorte, qui ei adiutricem operam, uti laicus auxiliaris, erat navaturus, ab ipso insulae principe, reluctantibus frustra ducibus quibusdam, in regiam domum fuit dignissime exceptus.

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Futunianus ille populus, qui arcano Dei consilio ei obtigerat regendus, antiquissima religione plures venerabatur deos, quos putabat in ducum suorum animis vivere. Duces propterea suos, inanem hanc foventes superstitionem, insulam caeco quodam timidoque colebant obsequio. Qui incolae, quamquam usque ad superiorem aetatem horribili facinore humana carne vesci consueverant, prodentes tamen « opus legis scriptum in cordibus suis » (Rom. 2, 15) ac divinae veritatis quasi scintillulis illuminati, retinebant. Petrus igitur, iucundis ac suavissimis, quibus praeditus erat, ingenii dotibus primum incolarum animos, praesertim puerorum, adulescentium atque aegrorum, sibi conciliandos curavit ; sed cum indigenae sermonis prorsus esset imperitus, immenso paene labore in asperis illis sonis tres per annos versatus est, ut christianas preces ad verbum in linguam illam transferret ac divinarum notitias rerum accommodate insulanis traderet, novis etiam ad hoc fictis vocabulis. Qui frugi indigenarum vivendi condicionem haud aegre amplexus, tenuissimo ac saepe foedo victu famem propulsabat, et in angustissimo habitabat tugurio, quod ipse sibi exstruxerat quodque haud semel fuit tempestatum vi misere disiectum. Hanc ob indigentiam atque ob torridam caeli gravitatem licet febrili aestu saepe divexaretur, nunc fragosas tamen per silvas saxosasque per valles longa emetiebatur pedibus itinera, nunc fragili vectus navigio vel remotiores vicos, naufragii etiam periculis quandoque susceptis, Evangelii praedicandi causa petiit atque invisit. Quocumque autem perveniebat, indefesso studio ac nimio sudore in christiana indígenas erudiebat doctrina, eos praecipue ad sacrarum nitorem caeremoniarum assidue alliciens. Neque id frustra; nam plurium pagorum incolae concordes rogaverunt ut ab erroribus ritibusque sacrilegis ad christiana agmina adiungerentur. Eos vero qui Christo nomen dedissent, omni excolebat sollicitudine, ut susceptae fidei congruenter viverent. Inter cetera, curae habebat ne aegri manerent veri Dei notitia expertes neve moribundi infantes aquis baptismi privarentur. Quae omnia cum ob incolarum neglegentiam non facile adipisceretur, id suae ipsius ille attribuebat indiligentiae, seque ipsum summo vitae Auctori quasi victimam offerebat, ut christiana res nullo impedimento in Futuna insula proficeret. Sed Petrus terrestri etiam insulanorum bono consulendum esse putabat. Propterea post intestinum bellum impiger sauciis medicinam fecit, futurae cuiusdam vitae aeternam metuebant sortem, atque mores honestis, hospitalitatis cultum sinceramque fidem

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mortuos sepeliendis curavit, discordiam inter adversos composuit v i r o rumque sedavit iram ; dignus idcirco qui « vir praestantis animi » ab omnibus appellaretur. Attamen insulae rex, cum recentem victoriam suis attribueret diis, Evangelii praeconis, qui deorum religiones violare eorumque simulacra comburere fuerat ausus, consuetudinem sensim fastidire coepit, eidemque nisi raro cibos suppeditare. Hoc igitur Petro initium maiorum atque vexationum fuit. Quam ob rem ipse, haud ignarus futuri, ne fame prorsus periret, maximos quosque corporis labores laetus subiit, minime tamen de animorum curatione remittens. Plures interea iuvenes, vehementer conimoti quod optimum sacerdotem magis in dies vexatum, ac vel miserrimi agelli fructibus exspoliatum vidèrent, patriis reiectis superstitionibus, se ultro, uti christianae religionis candidatos, ipsi addixerunt, ausi propterea optimatum iram obire atque clam noctuque, priscorum more christianorum, divino adesse sacrificio. Quorum in numero fortis fuit ipse regis filius. Quapropter rex ira ac dolore commotus, non solummodo natum percutí permisit, sed minitari etiam coepit se poenas ab impio advena, externae praecone doctrinae, esse repetiturum. At Petrus, qui haec omnia noverat, affirmabat, si infideles indigenae ipsum morte afiicerent, christianam nihilominus religionem esse denique victuram, quippe quae summum Deum, non hominem, haberet auctorem. Ille propterea simultates patientissime passus malevolis illis superna lumina cotidie apprecabatur ; qui eidem infestiores magis magisque facti, incolarum animos in ipsum acriter concitabant. Diuturnum tandem impiorum odium adversus christianam religionem eiusque nuntium exarsit, quorum mentes occaecavit. Nam optimates primum divini nominis candidatos iuvenes minis ac terrore insequi coeperunt, deinde vero in nocturno conventu statuerunt ut Petrum ipsum interficerent christianamque rem ex insula omnino penitusque delerent. Postero die, duodetricesimo scilicet mensis Aprilis anno millesimo octingentesimo quadragesimo, multo mane catechumenorum domo incendio deleta, omnes, quos ibi inveniunt, vexant violantque atque, vel ipsius regis filio vulnerato, casam Petri furtim petunt, qui aliquot ante dies laicum adiutorem in longinquam insulae oram miserat. Heic dum unus ex illis homicidis ficto simulatoque vultu ignarum adit virum medicinam poscens, indigenarum turma supellectili sacrisque ornamentis miser am compilât domum ipsique Petro minax circumfunditur. Tum in ipsum, cur id faciant quaerentem, quidam impetum faciens, eius bra-

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chium clava perfringit ; alii lancéis eum fustibusque mulcant, qui cruore respersus humi procumbit, atque se in arboreo trunco reclinai, quo pro cervicali utebatur ; in quo rerum tumultu ferocissimus quidam, hórrida saevaque clamitans, Petrum adhuc spirantem aggreditur eiusdemque mediam frontem securi disicit. Defuncti corpus, caede nefaria cruentatum, a piis quibusdam mulieribus humo conditum fuit. Interea terra illa, invicti martyris sanguine irrorata, fructus coepit proferre salutis. Postquam enim rex turpissima morte consumptus periit, indigenae suam visi sunt exuere ferociam. Quam ob rem incredibili quodam instinctu ita dociles sincerique novos Evangelii praecones susceperunt, ut duos post annos, quam fortis Dei miles plagis confossus occubuerat, insulani illi, quos inter ipsi homicidae, ad gloriosam christianorum militiam sint feliciter adiuncti. Interea, fama opinioque de strenui Martyris sanctitate non modo per Futunianum populum sed late per alias etiam gentes ita percrebruit, ut de Beatorum Caelitum honoribus eidem decernendis Causa agitari coepta fuerit. Itaque die tertio mensis Augusti anno millesimo octingentesimo quadragesimo quinto Apostolicus Vicarius Centralis Oceaniae iam de Petri Aloisii Chanel martyrio, de causa martyrii deque signis quae, ipso deprecante, a Deo ferrentur patrata, rituali investigatione perfecta, de hac re acta aliaque documenta Romam transmisit. Quae acta in S. Rituum Congregationis conventu, cui praeerat cl. m. Constantinus Cardinalis Patrizi, eiusdem S. Congregationis Praefectus atque Causae Relator, die vicesimo septimo mensis Aprilis anno millesimo octingentesimo quinquagesimo septimo recognita fuerunt. In quo conventu statutum fuit ut eadem acta loco processus, quem informativum vocant, haberentur. De qua re decretum die septimo decimo mensis Septembris eiusdem anni factum est. Die autem vicesimo quarto eiusdem mensis et anni imm. rec. Pius IX, Decessor Noster, Causam introduci iussit. De conficiendo itaque apostolico processu super sanctitatis fama, martyrio, causa martyrii et signis eiusdem Servi Dei agi coeptum est ; atque propterea remissoriales quas vocant, Litterae die secundo et vicesimo mensis Aprilis anno millesimo octingentesimo quinquagesimo octavo ad hunc agendum processum apostolica auctoritate datae sunt. Quo rite peracto, de eius iuridica vi deque non cultu S. Rituum Congregatio die
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vicesimo septimo mensis Maii anno millesimo octingentesimo septuagesimo sexto decretum edidit", quod die primo sequentis mensis Iunii idem Summus Pontifex ratum habuit. Die vero nono mensis Maii postero anno, S. Rituum Congregatio, iis potestatibus usa quas sibi idem Pontifex fecerat, decrevit ut Causa venerabilis Servi Dei ageretur, licet quinquaginta annorum spatium ab eius morte nondum esset elapsum, utque dubium de martyrio et de causa martyrii coram eadem S. Congregatione proponi posset. Die autem duodecimo mensis Maii eodem anno, S. Rituum Congregatio scripta venerabilis Servi Dei probavit, idque Pius IX, Decessor Noster, confirmavit. Hisce gestis, Causae Postulator emagitavit ut dubium de martyrio ac de causa martyrii simul cum dubio de signis seu miraculis proponeretur. Quod cum a Summo Pontifice concessum esset, de iisdem dubiis iuxta normas disceptatum est in tribus comitiis, antepraeparatoria videlicet, praeparatorio ac demum generali, quod postremum die uno et vicesimo mensis Augusti anno millesimo octingentesimo octogesimo octavo coram Leone XIII, Decessore Nostro, habitum est. Idem praeterea Pontifex, die vicesimo quinto mensis Novembris eodem anno constare de miraculis et de martyrio ac de causa martyrii declaravit ; atque die tricesimo mensis Maii postero anno ad Beatificationem venerabilis Servi Dei tuto procedi posse sollemniter edixit. Quibus omnibus rite peractis, idem Summus Pontifex per Litteras Apostolicas in forma Brevi, die sexto decimo mensis Novembris anno millesimo octingentesimo octogesimo nono datas, eundem Dei Servum inter Beatos Caelites ascripsit, ac postero die statas celebresque Beatificationis caeremonias in superiore Petrianae Basilicae pronao magno cum splendore egit. Cum vero post decretos Beato Petro Aloisio Chanel huiusmodi honores cultus percrebruisset et, ipso intercedente, nova dicerentur a Deo effecta miracula, supplices Apostolicae Sedi preces admotae sunt, ut Causa ad eundem Beatum sanctitatis infula decorandum resumeretur. Quibus precibus idem Decessor Noster Leo XIII, per decretum die decimo mensis Iunii anno millesimo octingentesimo nonagésimo primo editum, libenter annuit. Remissoriales igitur litterae missae sunt Episcopo Nicensi et Episcopo Bellicensi, in quorum dioecesibus quaedam mirae sanationes, Beato Petro Aloisio deprecante, dicebantur patrata, ut de ipsis sanationibus ad normam iuris agerent inquisitiones. Quod cum

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iidem Episcopi rite fecissent, cumque S. Rituum Congregatio eorum litteras probasset, de ipsis sanationibus disceptari coeptum est. Quarum prima sic breviter narratur. Franciscus Vion-Dury, ex oppido Lalleyriat, caecitate laborabat ob plenam evulsionem amborum visificorum retiolorum. Qui morbus a duobus saltem oculariis medicis insanabilis aestimatus fuerat. Cum propterea infirmus in hospitium, quod Confort vocant, exceptus esset, exeunte mense Iulio anno millesimo octingentesimo nonagésimo, noven diales preces pro eius sanatione adhiberi coeptae sunt ; die autem secundo mensis Augusti, iterum atque iterum Beato Petro Aloisio invocato, repente infirmus visum recepit atque exinde bona usus est oculorum vi. Duo periti ad opportunitatem electi atque medicum S. Rituum Congregationis Collegium cum medentibus a cura et a consultatione uno consensu edixerunt et prognosim fuisse infaustam et sanationem vires excessisse naturae. Nec minus perspicuum fuit alterum miraculum, quo Maria Rosalia Monnier fruita est, in oppido, quod vulgo Cuet appellant, nata, unde Beatus Petrus ortum habuit, tuberculari diathesi, sicut et alii e sua domolaborans. Cum sextum decimum circiter annum ageret, tubercularis morbi symptomata experiri coepit in pulmonibus; cui dein accessit gravis quoque ulcerosa gastrites atque ulcerosa cachexia toxihaemica. Infausta omnino a medicis edita fuit prognosis, sive quoad sanationem sive quoad vitam ipsam infirmae ; ac re vera decem et octo per annos morbus ne minime quidem remisit, ita ut infirmae vires magis magisque extenuarentur. Porro morbus eo processit ut statutum fuerit eidem extrema Ecclesiae sacramenta dare. Sed, Beato Petro Aloisio pluries invocato, Maria Rosalia die octavo mensis Septembris anno millesimo nongentesimo quarto, sacrosanto Christi Corpore refecta, subito ac perfecte sanata est neque iterum in eundem incidit morbum. De qua re periti medici et S. Rituum Congregationis medicorum Collegium disceptaverunt, atque, omnibus perpensis adiunctis, huiusmodi sanationem naturae vires excessisse pronuntiabunt. Sive de priori sive de altera sanatione tum in praeparatorio S. Rituum Congregationis conventu, die nono mensis Iunii .superiore anno coacto, tum in generali coram Nobis die septimo decimo mensis Novembris eodem anno disceptatum est. Quo in generali comitio dilectus Filius Noster Alexander S. R. E. Cardinalis Verde, Causae Relator, proposuit discutiendum : An et de quibus miraculis, post indultam eidem Beato

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ab Apostolica Sede venerationem, constet in casu et ad effectum de quo agitur. Atque tum Patres Cardinales, qui aderant, tum Officiales Praelati et Consultores propositas sanationes miraculo tribuendas esse affirmarunt. Nos vero ad Nostrum proferendum iudicium cunctandum esse censuimus, ut Nostris aliorumque precibus plenius lumen a Deo impetraremus. Die autem septimo decimo mensis Ianuarii huius anni, ad Nos convocatis dilecti Filiis nostris Cardinalibus Verde, Causae Ponente, et Cicognani, S. Rituum Congregationis Praefecto, atque venerabili Fratre Alfonso Carinci, Archiepiscopo titulo Seleuciensi in Isauria et eiusdem S. Congregationis a Secretis, ac dilecto Filio Salvatore Natucci, Generali Fidei Promotore, sacris operati, sollemniter decrevimus : Constare de instantánea perfectaque sanatione, Beato Petro Aloisio Chanel intercedente, cum Francisci Vion-Dury a caecitate ob totalem evulsionem amborum visificorum retiolorum, tum Mariae Bosaliae Mounier a tuberculosi pulmonari nec non a gastrite ulcerosa gravi et a cachexia toxihaemica. Quibus expletis, Nos S. R. E. Cardinalium, S. Rituum Congregationis Officialium Praelatorum et Consultorum vota scripto relata confirmantes, die secundo mensis Aprilis decretum ediximus : Tuto procedi posse ad sollemnem Beati Petri Aloisii Chanel Canonizationem. Considerantes vero de re gravissima agi, Consistorium indiximus in diem vicesimum mensis Maii, hoc anno, ut in eo Patrum Cardinalium, Patriarcharum, Archiepiscoporum, Episcoporum et Abbatum « nullius », Consistorii die in Urbe futurorum, sententiam exquireremus de Canonizatione Pii X, Pontificis et Confessoris ; Petri Aloisii Chanel, Martyris, Sodalis Societatis a Maria ; Gasparis Del Bufalo, Confessoris, Auctoris Congregationis Missionariorum a Pretiosissimo Sanguine; Iosephi Pignatelli, Confessoris, e Societate Iesu; Dominici Savio, Confessoris; et Beatae Mariae Crucifixae Di Rosa, Virginis, Legiferae Matris Instituti Ancillarum a Caritate. Ante statutum autem diem, iussimus ut ad eos, qui Consistorio essent interfuturi, commentaria mitterentur de vita, virtutibus, miraculis et de Causis singulorum Beatorum, quorum mentionem fecimus, ut re plena animadversione cognita, suam possent ferre sententiam. Quod Consistorium die, quem diximus, vicesimo mensis Maii in certa Vaticani Palatii aula celebratum est; in quo postquam Nos, brevi oratione astantes allocuti sumus, dilectus Filius Noster S. R. E. Cardinalis

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Cicognani ostendit aeqnum esse ut Beatorum illorum et Beatae illius, quos diximus, memoria summis consecraretur honoribus, atque a Nobis postulavit ut ad optatissimum Canonizationis ritum quam primum deveniremus. Quibus peractis, Nos astantes Cardinales et sacrorum Antistites rogavimus ut quid de propositis Causis sentirent singuli Nobis significarent. Omnium ergo suffragiis exceptis, laeto animo didicimus ab iis concordi sententia Beatos illos ac Beatam illam plane dignos aestimari qui fulgido Sanctorum diademate decorarentur. Nos propterea singulorum Beatorum Canonizationi diem statuimus : Beati scilicet Pii X diem undetricesimo mensis Maii; Beati vero Petri Aloisii Chanel aliorumque quattuor Beatorum, quos memoravimus, diem duodecimum mensis Iunii. Interea astantes Purpuratos Patres ac sacrorum Antistites rogavimus ut suas Nostris precibus adiungere vellent, ut fausta ac salutaria catholicae rei obvenirent. De hisce omnibus ut iuridice conficerent acta Protonotariis Apostolicis, qui aderant, mandavimus. Cum autem praestituta dies illuxit Beato Aloisio Chanel aliisque, quos diximus, Sanctorum corona decorandis, cuncti saecularis et regularis cleri ordines, plurimi Romanae Curiae Praelati et Officiales, non pauci Abbates, plures sacrorum Antistites, atque amplissimum Patrum Cardinalium Collegium in Vaticanum Palatium convenerunt. Quibus omnibus supplicantium ritu procedentibus ac precationes Caelestium Curiae admoventibus hymnumque « Ave, Maris Stella » praecinentibus, Nos, e Sacello Sixtino exeuntes, hora sexta post meridiem in Petrianae Basilicae forum, magno fidelium ex universum paene terrarum orbe numero frequens, descendimus et ad Solium Nostrum, ante maiorem eiusdem Basilicae portam collocatum, perreximus. Tunc, praestita. Nobis ab astantibus Cardinalibus oboedientia, dilectus Filius Noster Caietanus Cardinalis Cicognani, perorante dilecto filio Camillo Corsanego, Consistorialis Aulae Advocato, instanter, instantius, instantissime postulavit ut Nos Beatum Petrum Aloisium Chanel aliosque quattuor Beatos, quos memoravimus, summis Sanctorum honoribus decoraremus. Cui Consistoriali Advocato per dilectum Filium Antonium Bacci, ab Epistulis ad Principes, respondimus iam in eo esse ut Nos huiusmodi postulationi concederemus. Hymnum itaque « Veni, Creator Spiritus » cum conf ertissima fide-

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lium turba canentes, a divino Paraclito imploravimus ut superni luminis copia magis magisque menti Nostrae coruscaret. Dein in divi Petri cathedra sedentes, uti supremus universae Christi Ecclesiae Magister, sollemniter pronuntiavimus : « Ad honorem Sanctae et Individuae Trinitatis ad exaltationem Fidei Catholicae et Christianae Religionis augmentum, auctoritate Domini Nostri Iesu Christi, Beatorum Apostolorum Petri et Pauli ac Nostra, matura deliberatione praehabita ei divina ope saepius implorata, ac de venerabilium Fratrum Nostrorum S. R. E. Cardinalium, Patriarcharum, Archiepiscoporum et Episcoporum in Urbe exsistentium consilio, Beatos Petrum Aloisium Chanel, Märtyrern, Gasparem Del Bufalo, Iosephum Pignatelli, Dominicum Savio, Confessores, et Mariam Crucifixam Di Rosa, Virginem, Sanctos et Sanctam esse decernimus et definimus, ac Sanctorum catalogo ascribimus: statuentes illorum memoriam quolibet anno die eorum natali, nempe Petri Aloisii die vigesima octava Aprilis inter Sanctos Martyres, Gasparis die vigesima octava Decembris, Iosephi die decima quinta Novembris, Dominici die nona Martii inter Sanctos Confessores non Pontifices, et Mariae Crucifixae die decima quinta Decembris inter Sanctas Virgines non Martyres pia devotione recoli debere. In nomine PaÇfëtris et FiÇfelii et SpirituëÇfeSancti. Amen ». Qua formula prolata, precibus annuentes eiusdem Cardinalis Cicognani, per eundem Advocatum Consistorialem Nobis oblatis, hasce Decretales sub plumbo Litteras confici et expediri iussimus, praesentibus vero Protonotariis Apostolicis ut de hac Canonizatione publicum conficeret instrumentum mandavimus. Deinde postquam sermonem de novensilem Sanctorum virtutibus habuimus, ut gratias omnipotenti Deo ageremus, hymnum « Te Deum laudamus » cum astantibus cecinimus, atque Sanctorum illorum ac Sanctae illius patrocinium primi invocavimus. Mane vero huius diei venerabilis Frater Noster Eugenius, Episcopus Suburbicarius Ostiensis ac Portuensis et S. Rufinae, S. R. E. Cardinalis Tisserant, S. Collegi Decanus, in Petriana Basilica, magnifice exornata, divinum sacrificium ad aram maximam pontificali ritu litavit, cui Nos e Solio Nostro affuimus praesentes. Omnibus itaque, quae inspicienda erant, bene perpensis, certa scientia ac de Nostrae apostolicae auctoritatis plenitudine, quae supra memoravimus, confirmamus atque universae Christi Ecclesiae denuntiamus, mandantes ut harum Litterarum exemplis vel excerptis, etiam typis impressis, manu tamen alicuius apostolici tabellionis subscriptis et

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sigillo munitis, eadem prorsus tribuatur fides, quae iisdem hisce Nostris Litteris haberetur, si ostenderentur. Nemini autem iis quae per has Litteras Nostras statuimus, obniti liceat. Quod si quis temere ausus fuerit, indignationem omnipotentis Dei et Sanctorum Apostolorum Petri et Pauli se noverit moturum. Datum Eomae apud S. Petrum, die tertio decimo mensis Iunii, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. Ego PIUS, Catholicae Ecclesiae Episcopus.

£g Ego EUGENIUS Episcopus Ostiensis ac Portuensis et S. Rufinae Cardinalis TISSERANT, Sacri Collegii Decanus. £ Ego CLEMENS Episcopus Veliternus Cardinalis MICARA. 8 £g Ego IOSEPH Episcopus Albanensis Cardinalis PIZZARDO.
£B Ego BENEDICTUS Episcopus Praenestinus Cardinalis A L O I S I MASELLA.

£B Ego Fr. ADEODATUS IOANNES Episcopus Sabinensis et Mandelensis
Cardinalis PIAZZA.

£B Ego FRIDERICUS Episcopus Tusculanus Cardinalis TEDESCHINI, Datarius Sanctitatis Suae. Ego ALEXANDER titulo S. Mariae in Cosmedin Presbyter Cardinalis
VERDE.

Ego PETRUS titulo S. Crucis in Hierusalem Presbyter Cardinalis FuMASONI BIONDI.

Ego CELSUS titulo Ss. Nerei et Achillei Presbyter Cardinalis COSTANTINI^ S. R. E., Cancellarius Ego CAIETANUS titulo S. Caeciliae Presbyter Cardinalis CICOGNANI.

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Ego VALERIUS
VALERI.

titulo S.

Silvestri in Capite Presbyter Cardinalis

Ego PETRUS titulo S. Praxedis Presbyter Cardinalis CIRIACI. Ego NICOLAUS S. Nicolai in Carcere Tulliano Protodiaconus Cardinalis C ANALI. Paenitentiarius Maior. Ego IOANNES S. Georgii in Velo aureo Diaconus Cardinalis MERCATI. Ego ALAPHRIDUS S. Mariae in Domnica Diaconus Cardinalis OTTAVIANI.

CELSTJS Card. COSTANTINI
8. R. E. Cancellarius

CAIETANUS Card. CICOGNANI
8. Rituum Congregationis Praefectus

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

Albertus Serafini, Proton. Apost. Silvius Sericano, Proton. Apost.
Loco © Expedita Plumbi die X V I I Dec. anno Pontif. XVI. Tn Cane. Ap. tab., Vol. LXXXVIII, n. 75.

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REATO GASPARI DEL BUFALO, AUCTORI CONGREGATIONIS MISSIONARIORUM A

P R E T I O S I S S I M O S A N G U I N E , CONFESSORI, HONORES SANCTORUM DECERNUNTUR.

PIUS
AD

EPISCOPUS
REI MEMORIAM

S E R V U S S E R V O R U M DEI PERPETUAM

Sanguinis pretiosissimi laudes et efficacitatem, quo tepenti Dei Filius durum Crucis stipitem aridamque terram perfudit, nemo suaviore celebravit pietate quam Apostolus Paulus. Qui antiqua Hebraeorum stata sacrificia commemorans, non modo ait nullam fieri posse sine sanguinis effusione remissionem peccatorum, sed etiam Christi sanguinem expíandis sceleribus sanguini hircorum et vitulorum virtute ad immensum praestare, cum Ipse excelsa Unigenae Dei polleat dignitate aeternoque sacerdotio potiatur. Petrus vero, primus Ecclesiae sanctae Rector et Princeps, christianorum agmina monet non magno ipsos vel auri vel argenti pretio fuisse

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redemptor, sed purpureo Christi cruore, Agni castissimi et sanctissimi Dei. Nec defuerunt per saecula piissimi viri, qui, divini Redemptoris amore capti, venerandam Sanguinis eius religionem apud populum vulgarent. Hac vero aetate, inter eos qui vigili cura ac sollicito studio effusi Sanguinis beneficia, instaurata in eum pietate et cultu, pleno ore praedicaverunt, unus omnium nitet beatissimus Gaspar Del Bufalo, quem heri Sanctorum corona decoravimus. Natus est puer Romae, die sexto mensis Ianuarii, anno millesimo septingentésimo octogesimo sexto, ab Antonio Del Bufalo et Annuntiata Quartieroni, optimis coniugibus. Postero die fuit infans sacro christianorum lavacro ablutus, eique sunt imposita nomina : Gaspar, Melchior et Balthassar. Quem insuper pii parentes, non amplius quam undeviginti menses natum, veriti ne capta valetudine interiret, sacro chrismate confirmandum curaverunt. Dei autem gratia parentumque optima institutio in pueri animum egregiae pietatis semina iecerunt. Qui licet indocili saepe esset ingenio, omnium tamen virtutum ceteris fuit exemplar, ut « alter S. Aloisius » iure appelari mereretur. Etenim et alacer semper erat ad preces fundendas et ad corpus voluntaria castigatione refrenandum. Cum autem undecim esset annorum, Eucharistici epuli primum particeps factus est, unde nova sanctimoniae incitamenta sumpsit. Nihil igitur mirum si ex eius animo, ita ad supernas res proclivi, studium adipiscendi sacerdotii natum sit. Tum Gaspar, talari veste indutus, Collegii Romani, quod dicebatur, scholas frequentare coepit, ut humanarum divinarumque rerum sapientiae studerei; ubi simul spectatae religionis atque singularis exempla diligentiae edebat. Quoties enim ad ludos accedebat, Christum in Eucharistiae Sacramento latentem numquam invisere omittebat, hanc reddens causam : « eamus, aiebat, ab aeterna sapientia lumen petere ». lu alios iam tum amore flagrans, in eos praesertim qui aegrotarent, per feriarum tempus visitare ac multiplici ratione iuvare solebat in valetudinario a Consolatione degentes ; quos postquam de re religiosa docu erat, vehementer hortabatur ut, admissis suis rite accusatis, de eis sincere dolerent. Interea Gaspar, inter sodales conscriptus quibus, accepto a S. Maria de fletu cognomine, propositum erat christianae religionis institutiones et praecepta populum docere, plaustrarios apud Campum Vaccinum, qui dicitur, adibat atque carcerem emendandis puerorum vitiis saepissime petebat, si posset eos ad meliorem reducere frugem.

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Huc accedit quod sanctissimum Eucharistiae Sacramentum noctu quoque in aede S. Sabinae per quadraginta horas sollemni cultu honorandum curavit; quod in templo S. Crucis Hierosolymitanae consociationem condidit, Christum Iesum in augustissimo altaris Sacramento adorandi causa; quod denique aliam societatem sodalium constituit, quorum officium munusque esset ceteris christianam veritatem tradere. Quae tamen omnia eum nullo modo a praecipuis distinebant cogitationibus, quas in id collocabat ut animum suum virtutibus magis magisque coleret atque digne ad sacerdotium suscipiendum componeret, cui die uno et tricesimo mensis Iulii, anno millesimo octingentesimo octavo rite initiatus est. Ex quo cum novum sumere visus esset pietatis religiosaeque sedulitatis ignem, et hospitium a S. Galla nominatum amplificavit, et in templo S. Mariae in Vincis, quod instauraverat, sacrarium nocturnum condidit; et alia opportuno consilio instituit utriusque sexus aegrotis iuvandis et sanandis. Sed haec inter Romanae civitatis fortunae mere et concidere. Cum enim Urbs, Napoleonis Imperatoris iussu, Gallorum copiis pervasa esset, tunc eheu! tempia profanata sunt atque direpta, coenobia expoliata, sacerdotes contumeliis affecti, Pontifex denique Maximus in exsilium misere pulsus. Quo tempore Gaspar, cum iusiurandum ab Imperatore sacerdotibus praescriptum dare noluisset, statim est in exsilium actus : primum Placentiam, ubi cumulo fractus miseriarum fere ad mortem aegrotavit; inde Bononiam, in qua civitate rerum inter discrimina mille, potuit impiger, serie immensa laborum, aliorum fidem confirmare. Immo, suadente piissimo viro qui e clero Romano erat quique et ipse exsilio multatus erat eiusque animo moderabatur, de duobus condendis sodalitatibus a Pretiosissimo Christi Sanguine primum cogitavit : una videlicet virorum, altera sacrarum virginum. Interim exsilium fit acerbius et durius : etenim Gaspar in horridum carcerem detrusus, a ceterisque segregatus, ab ipso sacro faciendo, magno animi moerore, abstinere cogitur. Sed tandem, post varios casus, una cum aliis die vicesimo sexto mensis Ianuarii, anno millesimo octingentesimo quarto decimo, in libertatem restitutus, Romam redire potuit. Ubi christiana vita ob perturbationes civiles languescente, a Pontifice Pio V I I , Decessore Nostro, iussus est de divinis rebus ad populum habere contiones, sacrisque praeesse expeditionibus, quae in vulgus « Missiones » dicebantur.
12 - ACTA, vol.. XXII, n. 4 — 20-4-1955.

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Qua ex re ut uberiores diuturmoresque perciperet fructus, operis socios sibi asciscere cogitavit, multis posthabitis ac victis difficultatibus, quae obstabant et impediebant. Tandem die décimo quinto mensis Augusti, anno millesimo octingentesimo decimo quinto, primam potuit a se conditae sodalitatis Domum Iani constituere, quod est oppidum in Umbria situm, ibique in coenobio a S. Felice, tunc temporis habitatoribus vacuo, domicilium collocare. Cui sodalitati id Gaspar proposuerat, ut sacerdotes congregaret qui, stabili consuetudine viventes, in pietate et caritate, in doctrinarum cultu, in studio quaerendae aliorum salutis ita exercerentur ut revocando populo ad Christi praecepta quam aptissima fierent. Quod Sodales consequi praesertim contendebant sacris orationibus per certum tempus ad populum cotidie habitis, propositaque pretiosissimi Sanguinis Christi Iesu religione. Sed ex huiusmodi laboribus multae proficiscebantur in Sodales incommoda : risus, contumeliae, calumniae, rerum inopia. Erant ipsis longa itinera obeunda casusque incerti superanda et, brevissima vel nulla capta quiete, pluries in dies ad populum dicendum, et audiendi patienter admissa sua confitentes. Quod autem attinet ad sacras expeditiones, quibus Gaspar ipse moderabatur, earum constat eventum fuisse maxime frugiferum. Ad suavissimos enim sermones blandaque verba accedebant sanctissimae vitae spectata exempla, quibus animi vehementer ad bonitatem movebantur. Scelerum ergo cumulati viri et mulieres ad eius pedes procumbere, Dei clementia sincere implorata ; turpes libri et obscène scripta publicis locis acervatim dari flammis; familiae, effera discordia laceratae, in pristinam pacem amicamque concordiam reduci. Fiebat interdum ut oppidani, quo maior esset ipsis facultas percipiendi eius contiones, in tecta ascenderent, utque alias quinquaginta sacerdotes populi admissis rite audiendis impares essent. Nec Gasparis labor pagis et vicis tantum continebatur : nam latrones ac praedones adibat, qui id temporis per Maritimam Campaniamque regiones et civibus mala et Magistratibus molestias haud parvas gignebant. Quos cum frustra civilis auctoritas legibus subicere conata esset, Pius V I I , Decessor Noster, Gasparem rogavit ut id negotii, benignitate adhibita, conficeret. Ee namque vera latrones eius amore, studio, lenitate capti, qui die ac nocte sive in agris sive in saltibus ac nemoribus, sive in speluncis, ad Christi dilectionem infiammare non desisterei eo-

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rumque causas apud civiles auctoritates paterne susciperet, impossibile est dictu quam modeste Dei bominumque imperium acciperent. Sed haec inter, coepit atra tempestas in eum sine more furere. Dum enim ipse omnimodis contenderet et Christo et Ecclesiae parere quos civitas amissos iam ac perditos duceret, alii indigna lucri cupidine vel invidiae veneno permoti, hoc unum studebant ut, videlicet, egregia Gasparis coepta apud Pontificem detrectarent, eundemque apud latrones ipsos de proditione accusarent. Eius praeterea sodales quasi vani homines exhibebantur, rudes, indoctiores, nulla modestia erga Episcopos, quorum potestatem impatienter ferrent. Huc accedit quod ex iis alii, qui cum eo operam sociaverant, eum dereliquerunt ; alii ad ipsa hostium castra foede transfugerunt. Quae omnia Gaspar, misericordis Dei gratia, aequo animo ferebat in ea verba : « Est mihi constanter pro positum : pati, orare, tacere ». Quin immo tantum aberat ut huiusmodi aerumnae eum ab opere déterrèrent, ut potius sacras expeditiones magis magisque obiret, suamque sodalitatem latius in dies propagarci, conditis ubique sacerdotum coetibus ac domiciliis : Nepete, in Etruria, Maceratae Feltriae, Caesenae atque in Peretrana dioecesi. Quae igitur iis adiungenda sunt quae superiore decennio Albani, in pago per vulgus Sonnino cognominato, Beneventi, Ariminii, aliisque locis constituerat. Circa id temporis Gaspar, qui beatae Mariae De Mattias animum sapientissimis consiliis per plures annos ad hoc opus paraverat, datis normis eidem astitit in condenda sacrarum virginum sodalitate, quae, a Christi Sanguine sumpto nomine, puellarum curam multiplici ratione susciperent. Sed inexhausti ac duri, quibus perfungebatur, labores gravesque toleratae aerumnae haud robustum ac valentem hominem tandem fregerunt, eiusque valetudinem, tantis obrutam curis, continenter in deterius verterunt. Attamen nec infirmitati Gaspar cedebat neque pristinae industriae remittebat habenas. Ergo et tradendae divinarum rerum disciplinae et sodalium suorum invisendis Domibus et sacris expeditionibus huc illuc habendis instabat. Die vicesimo secundo mensis Aprilis anno millesimo octingentesimo tricesimo septimo, etsi magnus effundebatur imber, Bassianum contendere voluit. Sed horridae tempestatis causa vehiculum eversum est, ita ut piissimus vir ceterorum viatorum pondere obrutus, fere perierit. Postquam tres dies ob incommodissimam valetudinem in urbe, quam Sermoneta populus appellat, moratus est, viam ad Bassianum, torrentes

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nimbos neglegens, persecutus est, ubi frustra conatus est ad populum dicere, utpote quem vires omnino defecissent. Cum autem, aliquot post menses, cholera morbus, exitiale contagium, Urbem pervasit, Gaspar, Albano relicto, quo ut vires repararet confugerat, Romam petiit aegrotos curaturus. Qua occasione mirum in modum se erga afflictos misericordem praestitit, quippe qui omnibus qui morbo conficerentur praesto esset. Persentiebat tamen Gaspar mortem iam sibi appetere. Albanum reversus, ob ingravescentem morbum vix deambulare poterat, anhelis febribus urebatur, ac molestissima angebatur siti. Hoc ei iam unum erat in votis : Dei limina tangere atque ad aeterna pacis regna pervenire. Mox ut eorum optatis concederet, qui sperabant fore ut salubritate caeli convalesceret, Romam rediit; ubi die duodetricesimo mensis Decembris, anno millesimo octingentesimo tricesimo septimo, Eucharistico Pane refectus ac confortatus, sereno ore condidam animam Deo optimo maximo reddidit. Eius autem corpus, postquam Romae iusta funebria soluta sunt, magna populi multitudine, sodalibusque suis, Episcopis, Patribus Cardinalibus comitantibus, fuit Albanum translatum, ibique in templo Sancti Pauli religiosissime conditum. Ex hac vero urbe, anno millesimo octingentesimo sexagesimo secundo, iterum Romam vectum est, atque in aedibus S. Mariae in Trivio inhumatum. Cum vero post obitum venerabilis Servi Dei eius fama in dies percrebuisset, sive ob praeclarissimam vivendi rationem, sive ob prodigia, quae eo deprecante a Deo ferebantur patrata, impensis precibus ab hac Sede Apostolica expostulatum est ut inclito illi viro Beatorum Caelitum honores decernerentur. Itaque auctoritate ordinaria Albani, et per rogatoriales litteras Anconae et Romae, de sanctimoniae fama, de scriptis atque de liturgico cultu eidem non praestito investigationes sunt peractae. Quibus absolutis iisque a S. Rituum Congregatione legitime probatis omnibusque servatis de iure servandis, Pius IX, Decessor Noster, die decimo mensis Ianuarii anno millesimo octingentesimo quinquagesimo secundo decrevit ut causa de Servo Dei Gaspare del Bufalo in Beatorum album ascribendo institueretur. Inita est igitur disceptatio de ipsius Dei famuli virtutibus, quas théologales, cardinales iisque adnexas vocant, quasque post accuratas investigationes probationesque, Leo XIII, item Decessor Noster, die de-

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cimo nono mensis Martii, anno millesimo octingentesimo nonagésimo primo, sollemniter edixit heroicum attigisse gradum. Postquam vero comitiis sive praeparatorio sive generali habitis acta fuit quaestio de miraculis, quae venerabili Gaspare Del Bufalo deprecante a Deo facta esse dicebantur, Pius X, Pontifex Maximus, anno millesimo nongentesimo quarto, die undetricesimo mensis Maii, decrevit : Constare de duobus propositis miraculis, videlicet : de instantánea perfectaque sanatione tum Octavii Lo Stocco a pleuritiche, accedentibus aestu febrique, disenteria, aliisque morbis; tum Clementinac Masini ab abdominis membranae infiammatone chronica, essudativa, quae dicitur, aliis comitantibus morbis. Quaerendum porro erat an virtutibus et duobus miraculis probatis venerabilis Dei Servus ad Beatorum Caelitum honores tuto provehi posset. De qua re disputatum est in generalibus Sacrae Rituum Congregationis comitiis. Idem autem summus Pontifex Pius X, certior factus omnia ad iuris normam peracta fuisse, atque sententia audita Patrum Cardinalium, Officialium Praelatorum et Consultorum ipsius S. Congregationis, die vicesimo quarto mensis Iunii, anno millesimo nongentesimo quarto, edixit: Tuto procedi posse ad sollemnem eiusdem venerabilis Servi Dei beatificationem. Quam ob rem die decimo octavo mensis Decembris eodem anno huiusmodi beatificationis sollemnia in Vaticana Basilica habita sunt. Cum vero post decretos Gaspari Del Bufalo beatorum Caelitum honores eius cultus cepisset incrementa, atque eo deprecante nova dicerentur a Deo patrata miracula, huic Apostolicae Sedi magnae supplicesque preces exhibitae sunt, ut, causa iterum instituta, disquireretur de Sanctorum Caelitum honoribus huic beato Dei famulo decernendis. Quibus Nos libenter annuentes, die vicesimo secundo mensis Iulii anno millesimo nongentesimo quadragesimo nono, in hanc rem decretum fecimus. Duo interea miracula Sacrae Rituum Congregationi proposita sunt. Quorum prius contigit Ursulae Bono viduae Pontecorvi, Setiae; quae, tumore abdominali eoque gravissimo affecta, eo periculi pervenit ut proxima morti videretur eique iusta funebria pararentur. Cum autem assiduae crebraeque preces Deo fusae essent ut beato Gaspare deprecante sanitatem aegrotanti restitueret, die vicesimo tertio vel quarto Maii, anno millesimo nongentesimo tricesimo quarto, postquam noctu Beatus apparuisset ac languidae mulieri sanationem promisisset, ut ipsa asserit, mox infirma con valuit. Medici vero non modo

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dixerunt morbum penitus fuisse expulsum, sed id divina ope factum esse affirmarunt. Valetudinem autem mulieris ad annum millesimum nongentesimum quinquagesimum tertium perseverasse iidem medici testati sunt. Secundo prodigio beatus Gaspar Del Bufalo est iuveni cuidam, Francisco Campagna, ex oppidulo « Campoli Appennino », quod dicitur vulgo, mira ope auxiliatur. Et hic aegrotabat ad mortem, broncopulmonitide subscapulari affectus, aliis morbis gravissima. Cum autem die undevicesimo mensis Maii, anno millesimo nongentesimo vicesimo nono, simulacrum beati Gasparis per vicos oppidi ferretur, aegrotusque materque de sanitate accipienda per intercessionem beati Dei Servi pectore ab imo preces funderent, subito Franciscus e lectulo surgere, fenestram petere ad aspiciendum simulacrum, mox lectulum nullo iuvante repetere, placido demum somno usque ad mane sanatus quiescere. Quem optime valuisse praeter naturae vires, eumque post viginti quinque annos in sanitate perseverare ipsi medici testati sunt. De his miris sanationibus die tricesimo mensis Martii, anno millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto in praeparatorio S. Rituum Congregationis conventu Consultores coram Cardinalibus sua suffragia tulerunt. Dein generalis eiusdem Congregationis conventus die quarto mensis Maii hoc anno habitus est, in quo dilectus Filius Noster Alexander S. R. E. Cardinalis Verde, Causae Relator, dubium proposuit : An et de quibus miraculis, post indultam beato Gaspari Del Bufalo ab Apostolica Sede venerationem, constet in casu et ad effectum de quo agitur. Omnes autem qui aderant Patres Cardinales, Officiales Praelati, Patresque Consultores datis suffragiis duas sanationes miraculo tribuendas esse se opinari ostenderunt. Nos vero ad Nostrum proferendum iudicium cunctandum esse censuimus. Tandem sententiam protulimus : Constare de instantánea perfectaque sanatione, beato Gaspare Del Bufalo interveniente, cum Ursulae Bono viduae P ont ecorvi, a tumore mali modi abdominali, tum Francisci Campagna a bronchiopneumonitide acuta dextera toxihaemica cum reactione meningea coniuncta. Quod decretum publici iuris fieri et in acta S. Rituum Congregationis referri mandavimus. Quibus expletis, Nos S. R. E. Cardinalium, S. Rituum Congregationis Officialium Praelatorum et Consultorum vota scripto relata confirmantes, die octavo mensis Maii decreto ediximus: Tuto procedi posse • ad sollemnem B. Gasparis Del Bufalo Canonizationem.

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Considerantes vero de re gravissima agi, Consistorium indixiinus in diem vicesimum eiusdem mensis Maii, hoc anno, ut in eo Patrum Cardinalium, Patriarcharum, Archiepiscoporum, Episcoporum et Abbatum (( nullius », Consistorii die in Urbe futurorum, sententiam exquireremus de Canonizatione Pii X, Pontificis et Confessoris ; Petri Aloisii Chanel, Martyris, Sodalis Societatis a Maria; Gasparis I)el Bufalo, Confessoris, Auctoris Congregationis Missionariorum a Pretiosissimo Sanguine ; Iosephi Pignatelli, Confessoris, e Societate Iesu ; Dominici Savio, Confessoris; et beatae Mariae Crucifixae Di Rosa, Virginis, Legiferae Matris Instituti Ancillarum a Caritate. Ante statutum autem diem, iussimus ut ad eos qui Consistorio essent interfuturi commentaria mitterentur de vita, virtutibus, miraculis et de causis singulorum Beatorum, quorum mentionem fecimus, ut, re plane cognita, sententia ferri posset. Quod Consistorium die, quem diximus, vicesimo mensis Maii in certa Vaticani Palatii aula celebratum est ; in quo, postquam Nos brevi oratione astantes allocuti sumus, dilectus Filius Noster Caietanus S. R. E. Cardinalis Cicognani, S. Rituum Congregationis Praefectus, ostendit aequum esse ut Beatorum illorum et Beatae illius, quos diximus, memoria summis consecraretur honoribus ; atque a Nobis postulavit ut ad optatissimum Canonizationis ritum quam primum deveniremus. Quibus peractis, Nos astantes Cardinales et sacrorum Antistites rogavimus ut quid de propositis causis sentirent singuli Nobis significarent. Omnium ergo suffragiis exceptis, laeto animo didicimus ab iis concordi sententia Beatos illos ac Beatam illam plane dignos aestimari qui fulgido Sanctorum diademate decorarentur. Nos propterea singulorum Beatorum canonizationi diem statuimus : beati scilicet Pii X, diem undetricesimum mensis Maii ; beati vero Gasparis Del Bufalo aliorumque quattuor Beatorum, quos memoravimus, diem duodecimum mensis Iunii. Interea astantes Purpuratos Patres et sacrorum Antistites atque universos Christifideles rogavimus ut suas Nostris precibus adiungere vellent, ut fausta ac salutaria, quae iam praestolabamur, catholicae rei obvenirent. De hisce omnibus ut iuridice conficerent acta Protonotariis Apostolicis qui aderant mandavimus. Cum autem praestituta dies illuxit beato Gaspari Del Bufalo aliisque, quo diximus, Sanctorum corona decorandis, cuncti saecularis et regularis cleri ordines, plurimi Romanae Curiae Praelati et Officiales, non pauci Abbates, plures sacrorum Antistites, atque amplissimum Patrum Cardinalium Collegium in Vaticanum Palatium convenerunt. Quibus omnibus supplicantium

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ritu procedentibus ac precationes Caelestium Curiae admoventibus, hymnumque « Ave, Maris Stella » praecinentibus, Nos ipsi, e Sacello Sixtino exeuntes, hora sexta post meridiem in Petrianae Basilicae forum, magno fidelium ex universo paene terrarum orbe numero frequens, descendimus et ad Solium Nostrum, ante maiorem eiusdem Basilicae portam iam collocatum, perreximus. Tunc praestita Nobis ab astantibus Cardinalibus oboedientia, dilectus Filius Noster Caietanus S. R. E. Cardinalis Cicognani, perorante dilecto Filio Camillo Corsanego, Consistorialis Aulae Advocato, instanter, instantius, instantissime postulavit ut Nos beatum Gasparem Dei Bufalo aliosque quattuor Beatos, quos memoravimus, summis Sanctorum honoribus decoraremus. Cui Consistoriali Advocato per dilectum Filium Antonium Bacci, ab Epistulis ad Principes, respondimus iam in eo esse ut Nos huiusmodi postulationi concederemus. Hymnum itaque « Veni, Creator Spiritus » cum cònfertissima fidelium turba canentes, a divino Paraclito imploravimus ut superni luminis copia magis magisque menti Nostrae coruscaret. Dein in divi Petri cathedra sedentes, uti supremus universae Christi Ecclesiae Magister, sollemniter pronuntiavimus : « Ad honorem Sanctae et Individuae Trinitatis, ad exaltationem Fidei catholicae et christianae Religionis augmentum, auctoritate Domini Nostri Iesu Christi, beatorum Apostolorum Petri et Pauli ac Nostra, matura deliberatione praehabita et divina ope saepius implorata, ac de venerabilium Fratum Nostrorum S. R. E. Cardinalium, Patriarcharum, Archiepiscoporum, et Episcoporum in Urbe exsistentium consilio, Beatos Petrum Aloisium Chanel, Märtyrern, Gasparem Del Bufalo, Iosephum Pignatelli, Dominicum Savio, Confessores, et Mariam Crucifixam Di Rosa, Virginem, Sanctos et Sanctam esse decernimus et definimus, ac Sanctorum catalogo ascribimus' statuentes illorum memoriam quolibet anno die eorum natali, nempe Petiti Aloisii die vigesima octava Aprilis inter Sanctos Martyres, Gasparis die vigesima octava Decembris, Iosephi die decima quinta Novembris, Dominici die nona Martii inter Sanctos Confessores non Pontifices, et Mariae Crucifixae die decima quinta Decembris inter Sanctas Virgines non Martyres pia devotione recoli debere. In nomine Paffctris et FiÇfclii et SpiritusffcSancti. Amen ». Qua formula prolata, precibus annuentes eiusdem Cardinalis Cicognani, per eundem Advocatum Consistorialem Nobis oblatis, hasce Decretales sub plumbo Litteras confici et expediri iussimus. Praesentibus vero Protonotariis Apostolicis ut de hac Canonizatione publicum con-

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fìcerent instrumentum mandavimus. Deinde postquam sermonem de novensilem Sanctorum virtutibus habuimus, ut gratias omnipotenti Deo ageremus, hymnum « Te Deum laudamus » cum astantibus cecinimus, atque Sanctorum illorum ac Sanctae illius patrocinium primi invocavimus. Mane vero huius diei venerabilis Frater Noster Eugenius, Episcopus Suburbicariis Ostiensis ac Portuensis et S. Rufinae, S. R. E. Cardinalis Tisserant, S. Collegii Decanus, in Petriana Basilica, magnifice exornata, divinum sacrificium ad aram maximam pontificali ritu litavit, cui Nos e Solio Nostro affuimus praesentes. Omnibus itaque, quae inspicienda erant, bene perpensis, certa scientia ac de Nostrae apostolicae auctoritatis plenitudine, quae supra memoravimus, confirmamus atque universae Christi Ecclesiae denuntiamus, mandantes ut harum Litterarum exemplis vel excerptis, etiam typis impressis, manu tamen alicuius apostolici tabellionis subscriptis et sigillo munitis, eadem prorsus tribuatur fides, quae iisdem hisce Nostris Litteris haberetur, si ostenderentur. Nemini autem iis quas per has Litteras Nostras statuimus obniti liceat. Quod si quis temere ausus fuerit, indignationem omnipotentis Dei et Sanctorum Apostolorum Petri et Pauli se noverit moturum. Datum Romae, apud S. Petrum, die tertio decimo mensis Iunii anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. Ego PIUS, Catholicae Ecclesiae Episcopus.

£(3 Ego EUGENIUS Episcopus Ostiensis ac Portuensis et S. Rufinae Cardinalis TISSERANT, Sacri Collegii Decanus. £B Ego CLEMENS Episcopus Veliternus Cardinalis MICARA.

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Officiale

£B Ego IOSEPH Episcopus Albanensis Cardinalis PIZZAEDO.
£ Ego BENEDICTUS Episcopus Praenestinus Cardinalis A L O I S I MASELLA. 9

£g Ego Fr. ADEODATUS IOANNES Episcopus Sabinensis et Mandelensis
Cardinalis PIAZZA.

3$i Ego FRIDERICUS Episcopus Tusculanus Cardinalis TEDESCHINI, Datarius Sanctitatis suae. Ego ALEXANDER titulo S. Mariae in Cosmedin Presbyter Cardinalis
VERDE.

Ego PETRUS titulo S. Crucis in Hierusalem Presbyter Cardinalis FuMASONi

BIONDI.

Ego CELSUS titulo Ss. Nerei et Achillei Presbyter Cardinalis COSTANTINI, S. E. E., Cancellarius. Ego CAIETANUS titulo S. Caeciliae Presbyter Cardinalis CICOGNANI. Ego VALERIUS titulo S. Silvestri in Capite Presbyter Cardinalis VALERI. Ego PETRUS titulo S. Praxedis Presbyter Cardinalis CIRI AGI. Ego NICOLAUS S. Nicolai in Carcere Tulliano Protodiaconus Cardinalis CANALI, Paenitentiarius Maior. Ego IOANNES S. Georgii in Velo Aureo Diaconus Cardinalis MERCATI. Ego ALAPHRIDUS S. Mariae in Domnica Diaconus Cardinalis OTTAVIANI. •OELSUS Card, COSTANTINI
S. R. E. Cancellarius

CAIETANUS Card. CICOGNANI
S. Rituum Congregationis Praefectus

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

f A. Carinci, Archiep. tit. Seleuc. in Is., Decanus Proton. Apost. Bernardus De Felicis, Proton. Apost.
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In

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BEATO I O S E P H O P I G N A T E L L U E SOCIETATE I E S U , CONFESSORI, SANCTORUM H O -

NORES D E C E R N U N T U R .

PIUS
AD

EPISCOPUS
REI MEMORIAM

SERVUS SERVORUM DEI PERPETUAM

Humilium robur columenque Sanctorum, Christus Iesus, qui bisce in terris « signum cui contradiceret^ » (cfr. Lc. 2, 34) voluit appellari, verbo et exemplo docuit dolorem adversasque fortunas uberrimos gignere fructus atque hominum salutem per incommoda calamitatesque maxime parari posse. Iis propterea viris, qui ad perfectae sanctitudinis viam currendam vocentur, praecipit Christus ut sua omnia seque ipsos abdicent, atque crucem post se gerant : « Si quis vult post me venire, abneget semetipsum, et tollat crucem suam, et sequatur me » (Mt. 16, 24). Qui ergo vehementiore quodam sese devovendi studio hisce arduis paruerint monitis, ii similem cum divino Redemptore vitae rationem et consuetudinem amplectantur oportet, cum eoque societatem habeant dolorum. Postquam vero strenue fideliterque cum adversis in vita luctati sunt, a corporis vinculis soluti, perpetui triumphi sertis a summo caelorum Patre redimiuntur, qui eos cum fulgenti Sanctorum Caelitum multitudine in aevum coniungit. Inter quos beatae aeternitatis incolas, qui ob magnanimam constantiam universae adhuc laboranti Ecclesiae exemplo sunt, piissimum virum conspicimus Iosephum Pignatelli, e Societate Iesu, cui Nos, supremi Dei numine afflati, caelestes publicosque honores singulari animi Nostri laetitia hesterno die decrevimus. Cuius vitae aliquid hic quasi summatim exponere Nobis videtur opportunum, ut eius virtutum exempla catholicos homines in purioris pietatis studium vehementer suscitent atque accendant. Iosephus Caesaraugustae, in praeclara Hispaniae urbe, die septimo et vicesimo mensis Decembris anno millesimo septingentésimo tricesimo septimo ad lumina vitae surrexit, septimus ex octo filiis principis viri Antonii a Monteleone atque Franciscae e marchionibus Moncayo.

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Optima ingenuaque animi indole praeditus, a parentibus egregiae pietatis christianarumque virtutum veluti hereditatem adeptus est. Vix alterum ingressus suae vitae lustrum, utroque fuit orbatus parente. Quam ob rem, postquam Neapoli, in piae sororis domo, ad breve tempus se tenuit, annum agens tertium decimum Caesaraugustam rediit, ubi in nobile ephebeum, cui Ignatiani Sodales moderabantur, admissus est. Hic autem cum a Deo ad religiosae vitae institutum capessendum se vocatum sentiret, ut inter alumnos Societatis Iesu reciperetur petiit. Atque preces libenter admissae sunt, non tantum quod Iosephus suae gentis vinculis cum beatis Aloisio Gonzaga atque Francisco Borgia coniungeretur, sed quod pluris existimaretur ob ingenii docilitatem et iucundam animi benignitatem, qua « pacis angelus » a condiscipulis appellabatur. Puer igitur annorum ferme sedecim, splendidae vitae commodis generoso animo posthabitis, in Tarraconensem tironum domum fuit exceptus, ubi duos per annos, Christi patientis vestigiis insistens, se cotidianis laboribus sacrisque commentationibus exercuit, ut quam celeriter animum et mentem absoluta conformaret perfectione : quam proiiciendi voluntatem praestitit sive studium ad pietatem conferens, sive aegros, in carcere inclusos, peregrinantes amanti cura fovens, sive pueros denique christianae disciplinae imbuens elementis. Tirocinio itaque feliciter exacto atque religiosis votis primum nuncupatis, in Societatis scholis, humanioribus litteris, philosophiae ac theologiae operam dedit. At dum totus in studia incumbit, animorum salutem ardentissime cogitat, atque a moderatoribus postulat ut, Evangelii praedicandi causa, se sinant ad Americae indígenas proficisci. Sed ob incommodam graviterque extenuatam valetudinem id consequi non potuit. Annos igitur cum haberet viginti quinque, sacerdos consecratus, antistitum iussu in Caesaraugustano ephebeo pueros in primis grammaticae elementis erudiendos suscepit. Quo dum humili fungebatur munere, populi interea bono utilitatique servire non omittebat : primum homines per urbis compita christianam docendo veritatem, deinde aures admissa accusantibus patienter praebendo, tum post perditissimos quosque in custodiam coniectos capitisque condemnatos ad frugem reducendo bonam ad supernamque pacem erigendo ; dignus propterea qui unanimo ore « pater laqueo dependentium » nuncuparetur. Cum autem tunc temporis Societati Iesu tristes, sinente Deo, instarent fortunae, quae per totas Europae regiones falsis petebatur crimi-

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nibus aspéreque vexabatur, obscurus hic sodalis in prima quasi acie certavit ut dispersis fratribus vexatisque esset adiumento. Anno enim millesimo septingentésimo sexagesimo septimo, cum Hispaniarum rex Ignatianos Sodales domo patriaque expelli iussisset, in repentina huiusmodi acerbaque rerum perturbatione, omnibus ob futuri ambiguitatem trepidantibus, Iosephus tam mira animi tranquillitate tamque egregia dexteritate enituit, ut ipsius magistri moderandae religiosorum provinciae consiliarius fuerit renuntiatus. Neque antistitum fiduciam opinionemque Iosephus fefellit. Nam incommodae valetudinis immemor, mitis providusque sociorum angustias sollicita levavit cura, non modo cum iidem ad portum quam maximis ducebantur itineribus, verum etiam cum in onerarias impositi naves, aestuque, febri, egestate, asperrime divexati, ignotas petebant terras. Qui cum a pluribus Civitatibus escensione prohiberentur, atque idcirco diu maria circum erravissent, tandem ad S. Bonifacium urbem, in Corsica insula, appulerunt. Praestantissimus igitur vir, in tanta rerum omnium penuria, sollerti industria aegris sodalibus affuit, rem frumentariam providit, atque insomnem contulit operam ut religiosae vitae instituta rationesque, pro rerum adiunctis, continuo instaurarentur. Quae tamen túrbida tempestatis vis iam non remittebat. Religiosi enim viri, cum unius tantum anni spatio in Corsica insula mansissent, ex eadem subito pelluntur. In Genuensem igitur portum egressi, per Appennina iuga ad territoria pedibus contendunt Romani Pontificis principatui obnoxia, ac denique Ferrariae consistunt. Quos Iosephus indefesso studio solabatur ubique et iuvabat. Nec ab eo divexando abstinebant necessarii atque propinqui, qui precibus, iussis, minis id sunt identidem moliti, ut exsulem cognatum a religiosorum virorum coetu abstraherent. Sed Iosephus nihil neque blandimentis neque metu perterritus, firmus in Dei voluntate consistens, rerum, bonorum, librorum, ipsiusque Sodalitatis, quam tantopere diligebat, iacturam patientissime toleravit. Nam, postquam Societas Iesu pontificia lege fuit dissoluta, post diem scilicet unum et vicesimum mensis Iulii anno millesimo septingentésimo septuagesimo tertio, strenuus Dei vir, nihil de pristino religiosae vitae instituto remittens, primum Ferrariae, dein Bononiae obscurus quinque paene per lustra vixit, sive rerum divinarum contemplationi se tradens sive assiduo doctrinae bonarumque artium studio,

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Commentarium

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vel magni momenti codicibus undique haud tenui sumptu comparatis. Quae tamen ab ostendenda afflictis hominibus benignitate eum nequaquam avocabant. Omnes enim, quotquot túrbida illorum temporum eversio ac dissolutio molestiis affecerat atque in duram adduxerat egestatem, lenibus solabatur verbis providisque levabat adiumentis. Quin immo imm. mem. Pium V I , Decessorem Nostrum, qui in exsilium electus fuerat, omni coluit officio eiusdemque animi moestitiam lenivit. Cum vero Societas Iesu coepit apud aliquas gentes in pristini vigoris spem sensim revirescere, Iosephus, etsi iam aetate provectus, impavidus quasi in aciem processit. Quamquam enim exoptabat in sodalium numerum ascribi, qui in Sarmaticis oris securi deversabantur, tamen ad Parmensem regionem, quo Ignatiani Sodales instituendae iuventutis animorumque iuvandorum gratia vocati fuerant, summa alacritate festinavit ; ibique in populi utilitatem in tironumque institutionem, quorum magister ac moderator fuerat renuntiatus, impiger adlaboravit. Interea autem eius virtutis fama existimatioque ita succreverat, ut complures praeclarissimi viri. undique ad ipsum venirent, lumen solamenque peti turi, animique sui abdita aperituri. Hanc ob virtutis opinionem, anno millesimo octingentesimo tertio, annum agens quintum et sexagesimum, Italicae religiosorum virorum provinciae moderandae magister fuit electus ; quam inter adversa et prospera ad extremum usque vitae spiritum prudentissime gubernavit. Primum igitur Neapoli, tres annos, sacrae praefectus familiae, eam ad pristinam Ignatianae vitae rationem constanter rexit, nec regia auctoritate nec aliis difficultatibus a consilio deterritus. Cum enim ad Neapolitanam Domum, laeto reflorescentem auspicio, complures Sodales e mundi vortice undique ex Italia revolassent, eos Iosephus summa prudentia et aequitate religiosae servitutis ac paupertatis legibus quam aptissime devinxit; eorum tristitias benigna ingenii suavitate niulsit; omnium necessitatibus providus serviit; dicere solitus se filios suos a quibusvis Societatis praeceptis servandis liberare posse, minime autem a caritatis imperio; quod vel unum si exsequerentur, omnia enimvero ipsis feliciter esse eventura. Quamvis vero suorum praecipue Sodalium regimini prospiceret, aliorum tamen hominum saluti non deerat, inopes, aegros, ab omnibus destituios, in vincula conditos amantissime invisens atque iuvans, stipe in frequentissima urbe ostiatim quandoque emendicata.

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Sed novus ecce miserarum turbo rerum in eum subito incidit. Ignatiani Sodales a Gallorum ducibus, mense Iulio anno millesimo octingentesimo sexto, ex urbe Neapoli atque a totius regionis finibus repente pulsi, iterum per incerta fortunae volvuntur. Tunc Iosephus, licet sibi manendi facultas daretur, dubiae sociorum sortis particeps esse voluit; quin immo in eiusmodi fluctibus Societatis naviculae firmissime temperavit salvamque in portum pervexit. Cum enim imm. rec. Pius V I I , Decessor Noster, exsules in suae regiae dicionis territorium paterno recepisset consilio, Sodales Iosephus Romam perduxit, iisdemque tam sollerter studioseque consuluit ut omnes non solum in sacrae militiae suae officia, sed in animorum etiam curationem generosi incumbere possent. Sed, quem ad modum iam alibi consueverat, Romae etiam Iosephi caritas e suae Domus parietibus efferebatur. Omnes ergo, quotquot in alma hac Urbe adversos paterentur casus, eum conveniebant : non solum e minuta plebe, sed amplissimi etiam ac praeclarissimi viri, quos inter multi purpurati Patres atque Episcopi ; ut eo hortatore ac monitore ardentius superni Numinis obsequerentur voluntati. Attamen ut Iosephus, qui iam longam asperamque aerumnarum seriem subierat, cruci afiäxi Servatoris formam imaginemque magis assimularet, eum multis iisque atrocibus corporis doloribus Deus erat temptaturus. Anno enim millesimo octingentesimo decimo, eius aegra valetudo, qua vel a puero afficiebatur, ita ingravescere coepit ut saepe sanguinem vomeret, capite molestissime laboraret, oculos quasi amit teret. Quam ob rem, solus tacitusque domi cubans, in unis caelestibus rebus intentissimum Agebat obtutum ac dies noctesque continuas vel in precando ponebat vel in homines ad superna hortando. Octobri autem mense proximo anno, in peius mutata valetudine, in mortis angustias redigi visus est. At cum ob sollemnes sollicitasque Sodalium atque amicorum preces e morbo mirum in modum recreatus esset, sive notos sive miseros invisere voluit, ut illis vel postremum amoris sui panderet magnitudinem. Voluit etiam summa pietate, usque ad piorum manium ferias, divinam cotidie immolare victimam. Sed ad caelorum pacem tranquillitatemque, quam vehementius in dies excupiebat, misericors Deus iam eum vocabat. Nam cum aegritudine Iosephus sensim opprimeretur, Sodalibus ad perfectam religiosae vitae rationem exstimulatis, atque Angelorum recreatus Pane, die quinto de-

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Officiale

cimo mensis Novembris eiusdem anni e vitae huius aestibus ad sempiternam lucem excessit. Piissimi autem viri corpus exiguo funere, quod profecto eius absconditam silentio vitam temporumque tristitiam decebat, in Romano templo Benesuadae Mariae Virgini sacro conditum fuit, e quo postea ad aedem SS. Iesu Nomini dicatam honorificentius fuit illatum. Nomen vero suum fidelis Dei famulus sempiterno commendavit aevo sive praeclarissima vivendi ratione, cum aetatem ageret, sive post mortem variis prodigiis quae, eodem deprecante, a Deo ferebantur patrata. Quam ob rem de Beatorum Caelitum honoribus eidem decernendis Causa coepta est agitari. Itaque, cum in Romanae civitatis Vicariatu atque in pluribus episcopalibus Curiis de eius vitae sanctimonia inquisitiones, ordinaria aucto-ritate institutae, rite absolutae fuissent, cumque S. Rituum Congregatio easdem probavisset, Gregorius XVI, Decessor Noster, adhibitis sibi precibus concedens, die tricesimo mensis Septembris anno millesimo octingentesimo quadragesimo secundo ut Causa induceretur indulsit. Ceteris ad iuris normam religiose exactis, apostolicae inquisitiones habitae sunt de venerabilis Servi Dei virtutibus sive theologalibus sive cardinalibus, quas heroicum gradum attigisse Benedictus XV, Decessor Noster, omnibus rite perpensis, die quinto et vicesimo mensis Martii anno millesimo nongentesimo decimo septimo sollemni sanxit decreto. Tum quaestio de miraculis, quae eodem deprecante Dei viro patrata dicebantur, antea in « antepraeparatorio » et (( praeparatorio » comitiis agitata fuit, ac deinde in « generali » coram Pio XI, Decessore Nostro, habito. Quibus rite peractis, idem Pontifex die undevicesimo mensis Februarii anno millesimo nongentesimo tricesimo tertio, ad altare sacris operatus, sollemniter decrevit : Constare de duobus miraculis, Venerabili Iosepho Pignatelli intercedente, a Deo patratis, videlicet de instantánea perfectaque sanatione tum Mariae Berthae Guiu Martinez a tuberculosi pulmonari abdominali coniuncta; necnon Sororis Mariae ab Assumptione a lithiasi renali. Unum porro erat discutiendum dubium : an stante approbatione virtutum et duorum miraculorum, venerabilis Dei Servus Iosephus Pignatelli ad Beatorum Caelitum honores tuto provehi posset. De quo dubio actum est die quinto et vicesimo mensis Februarii, eodem anno, coram eodem Summo Pontifice Pio XI, qui, secunda omnium sententia audita, die duodecimo insequentis mensis Martii proprio decreto sanxit : tuto procedi posse ad sollemnem venerabilis Servi Dei Beatificationem.

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Huius autem Beatificationis sollemnia statis celebribusque caeremoniis in Petriana Basilica die uno et vicesimo mensis Maii eodem anno millesimo nongentesimo tricesimo tertio magno cum splendore ingentique fidelium frequentia habita sunt. Cum vero post decretos eidem Beato supernorum Caelitum honores eiusdem cultus percrebuisset, et ipso deprecante nova dicerentur a Deo effecta miracula, supplices Apostolicae Sedi preces admotae sunt ut Causa eiusdem Beati, sanctitatis infula decorandi, resumeretur. Quibus Decessor Noster Pius XI die undevicesimo mensis Iunii anno millesimo nongentesimo tricesimo quinto libenter annuit. Duo propterea miracula S. Rituum Congregationi proposita sunt, quae hic breviter narrantur. Prius miraculum contigit Mariae a Rosario Gómez Alcalde, quae ob durius revirescentem tubercularem osteitiden in sacro osse, qua a pueritia laborabat iam erat moritura. Sed cum sanationis petendae gratia novendiales supplicationes honori B. Iosephi Pignatelli die nono mensis Decembris anno millesimo nongentesimo tricesimo septimo coeptae essent, in ipsa nocte aegrota omnino ex morbo convaluit. Quam sanationem periti medici, atque medicum S. Rituum Congregationis Collegium, post multas inspectiones, naturae vires excessisse pronuntiarunt. Alterum miraculum quendam spectat agricolam nomine Iosephum Vincentium Bohigues Cloquell, e Valentina archidioecesi; qui cum annum ageret undevicesimum, mense Ianuario anno millesimo nongentesimo quinquagesimo secundo exitiali fuit attactus morbo, qui a medico S. Rituum Congregationis Collegio definitus fuit rheumatismus septicus cum infausta prognosi quoad vitam. Die autem octavo mensis Februarii, cum aegrotus ob morbi gravitatem adhuc lecto immobilis haereret, in eius pectus imposita fuit B. Iosephi imaguncula cum quibusdam eiusdem corporis reliquiis, atque ardentes ingeminatae sunt preces ob aegroti sanationem ; qui ferme post sex horas e morbo confirmatus est, ac medentes usum sive anathomicum sive functionalem, quem dicunt, perfecte restitutum in venerunt. utrumque hoc signum a S. Rituum Congregatione diligenti examine expensum est, sive in « praeparatorio » conventu die vicesimo tertio mensis Martii hoc anno, sive in « generali » coram Nobis die quarto superioris mensis Maii. Quo in generali comitio venerabilis Frater Noster Benedictus S. R. E. Cardinalis Aloisi Masella, Episcopus Praenestinus, Causae ponens seu Relator, proposuit discutiendum : « An et de
13 - A C T A , vol. XXII, n. 4 — 20-4-1955.

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Apostolicae

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Commentarium

Officiale

quibus miraculis, post indultam ab Apostolica Sede venerationem, constet in casu et ad effectum, de quo agitur. Atque tum Patres Cardinales, qui aderant, tum Officiales Praelati et Consultores propositas sanationes miraculo tribuendas esse affirmarunt. Nos igitur, eiusmodi omnium sententia audita, sollemniter exinde decrevimus : Constare de duobus miraculis intercessore beato Iosepho Pignatelli patratis, scilicet, de repentina perfectaque sanatione Mariae a Rosario Gomez Alcalde a tuberculari osteitide, et de instantánea perfectaque sanatione Iosephi Vincentii Bohigues Cloquell a rheumatismo séptico, viribus illico restitutis. Quod decretum publici iuris fieri et in acta S. Rituum Congregationis referri mandavimus. Quibus expletis, Nos S. R. E. Cardinalium, S. Rituum Congregationis Officialium Praelatorum et Consultorum vota scripto relata confirmantes, die octavo mensis Maii decreto ediximus : Tuto procedi posse ad sollemnem B. Iosephi Pignatelli Canonizationem. Considerantes vero de re gravissima agi, Consistorium idcirco indiximus in diem vicesimum eiusdem mensis Maii, hoc anno, ut in eo Patrum Cardinalium, Patriarcharum, Archiepiscoporum, Episcoporum et Abbatum « nullius » Consistorii die in Urbe futurorum, sententiam exquireremus de Canonizatione Pii X, Pontificis et Confessoris ; Petri Aloisii Chanel, Martyris, Sodalis Societatis a Maria ; Gasparis Del Bufalo, Confessoris, Auctoris Congregationis Missionariorum a Pretiosissimo Sanguine ; Iosephi Pignatelli, Confessoris, e Societate Iesu ; Dominici Savio, Confessoris ; et Beatae Mariae Crucifixae Di Rosa, Virginis, Legiferae Matris Instituti Ancillarum a Caritate. Ante statutum autem diem, iussimus ut ad eos qui Consistorio essent interfuturi, commentaria mitterentur de vita, virtutibus, miraculis et de Causis singulorum Beatorum, quorum mentionem fecimus, ut, re plane cognita, sententia ferri posset. Quod Consistorium die, quem diximus, vicesimo mensis Maii in certa Vaticani Palatii aula celebratum est; in quo postquam Nos brevi oratione astantes allocuti sumus, dilectus Filius Noster Caietanus S. R. E. Cardinalis Cicognani, S. Rituum Congregationis Praefectus, ostendit aequum esse ut Beatorum illorum et Beatae illius, quos diximus, memoria summis consecrantur honoribus ; atque a Nobis postulavit ut ad optatissimum Canonizationis ritum quam primum deveniremus. Quibus peractis, Nos astantes Cardinales et sacrorum Antistites rogavimus ut quid de propositis Causis sentirent singuli Nobis significarent.

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Omnium ergo suffragiis exceptis, laeto animo didicimus ab iis concordi sententia Beatos illos ac Beatam illam plane dignos aestimari qui fulgido Sanctorum diademate decorarentur. Nos propterea singulorum Beatorum Canonizationi diem statuimus : Beati scilicet Pii X diem undetricesimum mensis Maii ; Beati Iosephi Pignatelli aliorumque quattuor Beatorum, quos memoravimus, diem duodecimum mensis Iunii, hoc anno. Interea astantes Purpuratos Patres et sacrorum Antistites atque universos Christifideles rogavimus ut suas Nostris precibus adiungere vellent, ut fausta ac salutaria, quae iam praestolabamur, catholicae rei ob venirent. De hisce omnibus ut iuridice conficerent acta, Protonotariis Apostolicis, qui aderant, mandavimus. Cum autem praestituta dies illuxit Beato Pignatelli aliisque, quos diximus, Sanctorum corona decorandis, cuncti saecularis et regularis cleri ordines, plurimi Romanae Curiae Praelati et Oficiales, non pauci Abbates, plures sacrorum Antistites, atque amplissimum Patrum Cardinalium Collegium in Vaticanum Palatium convenerunt. Quibus omnibus sollemni supplicantium ritu procedentibus ac precationes Caelestium Curiae admoventibus, hymnumque « Ave, Maris Stella » praecinentibus Nos ipsi, e Sacello Sixtino exeuntes, hora sexta post meridiem in Petrianae Basilicae forum, magno fidelium ex universo paene terrarum orbe numero frequens, descendimus et ad Solium Nostrum, ante maiorem eiusdem Basilicae portam iam collocatum, perreximus. Tunc, praestita Nobis ab astantibus Cardinalibus oboedientia, dilectus Filius Noster Caietanus Cardinalis Cicognani, perorante dilecto Filio Camillo Corsanego, Consistorialis Aulae Advocato, instanter, instantius, instantissime postulavit ut Nos Beatum Iosephum Pignatelli aliosque quattuor Beatos, quos memoravimus, summis Sanctorum honoribus decoraremus. Cui Consistoriali Advocato per dilectum Filium Antonium Bacci, ab Epistulis ad Principes, respondimus iam in eo esse ut Nos huiusmodi postulationi concederemus. Hymnum itaque « Veni, Creator Spiritus » cum confertissima fidelium turba canentes, a divino Paraclito imploravimus ut superni luminis copia magis magisque menti Nostrae coruscaret. Dein in Divi Petri cathedra sedentes, uti supremus universae Christi Ecclesiae Magister, sollemniter pronuntiavimus : « Ad honorem Sanctae et Individuae Trinitatis, ad exaltationem Fidei Catholicae et Christia-

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Officiale

noe Religionis augmentum, auctoritate Domini Nostri Iesu Christi, Beatorum Apostolorum Petri et Pauli ac Nostra, matura deliberatione praehabita et divina- ope saepius implorata, ac de venerabilium Fratrum Nostrorum S. R. E. Cardinalium, Patriarcharum, Archiepiscoporum et Episcoporum in Urbe exsistentium consilio, Beatos Petrum Aloisium Chanel, Märtyrern, Gasparem Del Bufalo, Iosephum Pignatelli, Dominicum Savio, Confessores, et Mariam Crucifixam Di Rosa, Virginem, Sanctos et Sanctam esse decernimus et definimus, ac Sanctorum catalogo adscribimus: statuentes illorum memoriam quolibet anno die eorum natali, nempe Petri Aloisii die vigesima octava Aprilis inter Sanctos Martyres, Oasparis die vigesima octava Decembris, Iosephi die decima quinta Novembris, Dominici die nona Martii inter Sanctos Confessores non Pontifices, et Mariae Crucifixae die decima quinta Decembris inter Sanctas Virgines non Martyres pia devotione recoli debere. In nomine PaÇfâtris et FiSQlii et SpirituspfeSancti. Amen ». Qua formula prolata, precibus annuentes eiusdem Cardinalis Cicognani, per eundem Advocatum Consistorialem Nobis oblatis, hasce Decretales sub plumbo Litteras confici et expediri iussimus, praesentibus vero Protonotariis Apostolicis ut de hac Canonizatione publicum conficeret instrumentum mandavimus. Deinde postquam sermonem de novensilium Sanctorum virtutibus habuimus, ut gratias omnipotenti Deo ageremus, hymnum « Te Deum laudamus » cum astantibus cecinimus, atque Sanctorum illorum ac Sanctae illius patrocinium primi iny oca vim us. Mane vero huius diei, venerabilis Frater Noster Eugenius, Episcopus Suburbicarius Ostiensis ac Portuensis et S. Rufinae, S. R. E. Cardinalis Tisserant, Sacri Collegii Decanus, in Petriana Basilica, magnifice exornata, divinum sacrificium ad aram maximam pontificali ritu litavit, cui Nos e Solio Nostro annuimus praesentes. Omnibus itaque, quae inspicienda erant, bene perpensis, certa scientia ac de Nostrae apostolicae auctoritatis plenitudine, quae supra memoravimus confirmamus atque universae Christi Ecclesiae denuntiamus, mandantes ut harum Litterarum exemplis vel excerptis, etiam typis impressis, manu tamen alicuius apostolici tabellionis subscriptis et sigillo munitis, eadem prorsus tribuatur fides, quae iisdem hisce Nostris Litteris haberetur, si ostenderetur. Nemini autem iis, quae per has Litteras Nostras statuimus, obniti

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liceat. Quod si quis temere ausus fuerit, indignationem omnipotentis Dei et Sanctorum Apostolorum Petri et Pauli se noverit moturum. Datum Romae apud S. Petrum, die tertio decimo mensis Iunii, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. Ego PIUS, Catholicae Ecclesiae Episcopus.

£B Ego EUGENIUS Episcopus Ostiensis ac Portuensis et S. Rufinae Cardinalis TISSERANT, Sacri Collegii Decanus. £g Ego CLEMENS Episcopus Veliternus Cardinalis MICARA. © Ego IOSEPH Episcopus Albanensis Cardinalis PIZZARDO. Ego BENEDICTUS Episcopus Praenestinus Cardinalis ALOISI M A SELLA.

£B Ego Fr. ADEODATUS IOANNES Episcopus Sabinensis et Mandelensis
Cardinalis PIAZZA.

Ego FRIDERICUS Episcopus Tusculanae Cardinalis TEDESCHINI, Datarius Sanctitatis suae. Ego ALEXANDER titulo S. Mariae in Cosmedin Presbyter Cardinalis
VERDE.

Ego PETRUS titulo S. Crucis in Hierusalem Presbyter Cardinalis FuMASONI BIONDI.

Ego CELSUS titulo Ss. Nerei et Achillei Presbyter Cardinalis C O STANTINI, S. R. E. Cancellarius. Ego CAIETANUS titulo S. Caeciliae Presbyter Cardinalis CICOGNANI. Ego VALERIUS titulo S. Silvestri in Capite Presbyter Cardinalis VALERI. Ego PETRUS titulo S. Praxedis Presbyter Cardinalis CIRIACI.

198

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Ego NICOLAUS S. Nicolai in Carcere Tulliano Protodiaconus Cardinalis CANALI, Paenitentiarius Maior. Ego IOANNES S. Georgii in Velo Aureo Diaconus Cardinalis MERCATI. Ego ALAPHRIDUS S . Mariae in Domnica Diaconus Cardinalis OTTAVIANI. CELSUS Card. COSTANTINI
S. B. E. Cancellarius

CAIETANUS Card. CICOGNANI
S. Rituum Congregationis Praefectus

Hamletus
Apostolicam

Tondini
Begens

Cancellariam

Albertus Serafini, Proton. Apost. Silvius Sericano, Proton. Apost.
L o c o Qji P l u m b i

Expedita die

XVII

Dec. a n n o Pontif.

XVI.
In Cane. Ap. tab., vol. LXXXVIII, n. 17.

CONSTITUTIONES I

APOSTOLICAE

PERTHENSIS (BUMBURIENSIS)
EX DISTRACTO A PERTHENSI ARCHIDIOECESI AUSTRALI TERRITORIO, NOVA ERIGITUR DIOECESIS, (( BUMBURIENSIS )) APPELLANDA.

PIUS

EPISCOPUS

SERVUS SERVORUM DEI AD PERPETUAM REI MEMORIAM

Benigna illa vox, qua Christus Iesus beato Petro Apostolo oves agnosque paseendos sollicita commendavit cura, Nos etiam impellit, quibus ipse Christus universam Ecclesiam tradidit regendam, quo filiis Nostris aptiora in dies comparemus praesidia, ad fidem suam tuendam atque prolatandam. Quod omnimodis sane facere nitimur, praesertim cum Nobis ob rerum adiuncta fas est novas condere dioeceses, e quibus utilitates et commoda christianae oriantur rei. Quam ob causam, cum venerabilis Frater Raymundus Prendi ville, Archiepiscopus Perthersi«. ab hac poposcerit Apostolica Sede ut a suae archidioecesis territorio tota se-

Acta

PU

Pp.

XII

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pararetur australis pars, quae in novam dioecesim redigeretur ; cumque venerabiles Fratres Nostri S. R. E. Cardinales S. Congregationi Fidei Propagandae praepositi hanc rem et archidioecesis condicioni opportunissimam esse et animorum bono plurimum conferre iudicaverint, Nos eorum sententiam libentissimo probamus animo. Re igitur attento studio considerata atque idcirco certa scientia eorum, quae facturi sumus, consensu praeterea suppleto eorum omnium, qui in hac re aliquid habeant iuris vel se putent habere, de Nostrae potestatis plenitudine sequentia statuimus. A Perthensi archidioecesi totum territorium separamus, quod sub parallela linea 32°45'6 australis latitudinis protenditur, idque in novae formam redigimus dioecesis, quae a Bunbury urbe nomen mutuans suum Bumburiensis appellabitur. Cuius dioecesis termini erunt propterea Perthensis archidioecesis meridianus finis, quem eadem parallela linea posthac discernet, atque maritimae orae, quas Indianus alluit oceanus. Quae nova Bumburiensis dioecesis metropolitanae Perthensi Ecclesiae erit suffraganea, eiusque Episcopi, ut patet, Perthensi Archiepiscopo recte et iure subicientur. Cuius praeterea sedes Ecclesiae ipsa erit urbs, quam Bunbury vocant, atque Episcopi cathedra in curialibus aedibus S. Patricio sacris collocabitur, quas ad cathedralis templi honorem perducimus ac dignitatem. Ad Bumburiensem igitur Ecclesiam iura et onera spectabunt, quae ad ceteras pertinent dioeceses; eius pan riter pro tempore Praesules sive iuribus, potestatibus atque honoribus decorabuntur sive oneribus officiisque tenebuntur, quae ex iure communi eiusmodi Episcoporum dignitatem assectantur. Quo vero diligentius in dies pueri illi excolantur, quorum animos superna Dei bonitas ad sacerdotium incenderit capessendum, volumus ut, ubi primum poterit, Bumburiensis Episcopus seminarium condat saltem elementarium. Episcopalis autem mensa, quae dicitur, iis constabit bonis, si qua sint, quae territorio a Perthensi archidioecesi distracto, pro rata parte, accedebant, vel emolumentis Bumburiensi Curiae obventuris, vel pecunia sive a S. Consilio Fidei Propagandae sive a fidelibus offerenda. Quod autem attinet ad Vicarii Capitularis, sed vacante, electionem, ad fidelium et sacerdotum iura et onera aliaque huiusmodi, eadem servari praecipimus quae Iure Canonico iubentur. Quod denique ad clerum nominatim spectat, decernimus ut simul ac hae Litterae Nostrae ad exsecutionem deductae fuerint, eo ipso clerici Ecclesiae illi habeantur ascripti, in cuius finibus legitime degunt. Ut autem ea quae Nostris hisce Litteris praecipimus fiant, venerabilem Fratrem Romulum Carboni, Archiepiscopum titulo Sidoniensem et in Australasia Apostolicum Delegatum, deli//

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Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

gimus, vel eum qui eo tempore, quo haec decreta ad rem adducantur, eidem praeerit Delegationi; cui vero obtigerit hoc exsequendum negotium, illi propterea omnes necessarias ad id facimus potestates, cuilibet subdelegandas, si opus fuerit, viro ecclesiastica dignitate pollenti. Iubemus pariter ut idem venerabilis Frater hoc confectum negotium in tabulas referat, quarum fide digna exempla ad S. Consilium de Fde Propaganda quam primum transmittet. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat ; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis* impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostender e t u r . Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum ex Arce Gandulfi, prope Romam, die duodecimo mensis Novembris, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CELSUS Card. COSTANTINI
S. R. E. Cancellarius

PETRUS Card. FUMASONI BIONDI
S. Congr. de Propaganda Fide Praefectus

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

f Alfonsus Carinci, Archiep, tit. Seleuc, Decanus Proton. Apost. Bernardus De Felicis, Proton. Apost.
lxK'0
In iii P l u m b i

Conc.

Ap.

tab.,

vol.

LXXXIX,

n.

72.

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XII

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II

S. M I C H A E L I S (S. IACOBI DE MARIA)
E DIOECESI S. MICHAELIS QUAEDAM TERRITORIA DETRAHUNTUR, QUIBUS NOVA DIOECESIS FORMATUR, (( S. IACOBI DE MARIA )) APPELLANDA.

PIUS

EPISCOPUS

SERVUS SERVORUM DEI AD PERPETUAM REI MEMORIAM

Eius vestigia prementes qui mirantibus discipulis ait : « Ego sum via, veritas et vita » (Io. XIV, 6), in id summopere nitimur non modo ut iis populis Christi veritas effulgeat, qui nondum verborum eius semina susceperunt, sed etiam ut iis qui sunt de grege sanctorum christiana fides fìat et lux, qua vita illuminetur, et robur, qua certamina ineant incertosque casus vincant. Quod utrumque intendentes, cum venerabilis Frater Ianuarius Verolino, Archiepiscopus titulo Corinthiensis idemque in Rebuspublicis Salvatoriana et Guatimalensi Apostolicus Nuntius, ab hac Romana Sede expostulaverit ut populi necessitatibus subveniendi causa, diviso territorio dioecesis S. Michaelis, nova Sedes episcopalis erigeretur ; Nos, post auditos venerabiles Fratres Aloisium Cha vez et Gonzales, Archiepiscopum S. Salvatoris in America, et Michaëlangelum Machado et Escobar, Episcopum S. Michaelis, consiliumque expetitum a venerabilibus Fratribus Nostris S. R. E. Cardinalibus Negotiis Consistorialibus praepositis, quae Nobis admotae sunt precibus benigne concedendum putamus. Qua de re, eorum consensum supplentes quos hoc negotium quoquo modo contingat, de Nostra apostolica potestate haec quae sequuntur decernimus et iubemus. Detractis per has Litteras a dioecesi S. Michaelis territoriis, quae vulgo « Departamento de Usulután et Distrito de Sesori » cognominantur ; itemque municipiis, quibus sunt nomina « Ciudad Barrios, Chapeltique et Lolotique », novam ex iis dioecesim constituimus 8. Iacobi de Maria appellandam, eamque iisdem limitibus definiendam qui sunt civilibus regionibus e quibus constat, quosque Nos exposuimus. Quam Ecclesiam censemus metropolitanae Sedi S. Salvatoris in America esse suffraganeam et obnoxiam ; cuius itidem Archiepiscopo volumus ut Episcopus S. Iacobi de Maria iuxta normas iuris communis sit sub-

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Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

iectus. Sedem episcopalem novae dioecesis in urbe, quam populariter vocant « Santiago de Maria », statuimus ; cathedram autem suae iurisdictionis collocabit sacrorum Antistes in templo S. Iacobi, ibidem exstante. Hoc vero, ut par est, dignitatis gratia quam est adeptum, omnibus honoribus iuribusque cumulamus, quae iure cathedralibus templis cedere solent ; eius vero Episcopum iisdem pariter iuribus et obligationibus ditatum et oneratum volumus, quibus omnes per orbem Praesules eiusdem dignitatis et decoris. Ut autem Dei cultus et sacrae caerimoniae plus solemnitatis habeant, simulque habeat Episcopus delectos prudentia viros qui eum possint et consilio et opera iuvare, decernimus ut in hac nova dioecesi Canonicorum Collegium condatur, vel si hoc fieri non possit ad praesens, saltem Consultores dioecesani, qui dicuntur, eligantur, quorum tamen officium statim cessabit ac huiusmodi coetus Canonicorum fuerit erectus. Mensam episcopalem, ut dicitur, bona constituent, quae vel e partitione bonorum quae ad dioecesim S. Michaelis pertinebant, iuxta praescriptum canonis 1500 Iuris Canonici ; vel e fidelium christianorum largitate ; vel denique e data Curiae pecunia provenient. Quan doquidem vero pueri quos Dei benignitas ad sacerdotii munera vocaverit, sunt spes omnis Ecclesiae, magna cura efficiet Episcopus, cui credetur modo condita Sedes, ut in ea seminarium saltem elementarium erigatur, iuvenibus excipiendis iisque educandis. Cum tamen progressu aetatis tales pueri sint philosophia atque theologia imbuendi, tunc lectissimos quosque Romam mittet, ut in Pontificio Collegio Piano Latino Americano recte doceantur. Regimen, administratio, cura novae dioecesis S. Iacobi de Maria ; electio praeterea Vicarii Capitularis, Sede vacante, iura et onera cleri et populi, haec omnia aliaque huiusmodi iussis Iuris Canonici omnino regantur. Simul ac erectio huiusmodi Ecclesiae facta fuerit, clerici qui in eius territorio legitimum habeant domicilium, eidem censeantur ascripti, tamquam proprius novae Sedis clerus. Praecipimus insuper ut omnia acta et documenta ad dioecesim S. Iacobi de Maria respicientia, quam cito fieri potest ad eiusdem tabularium mittantur, religiose custodienda. Quae denique his Litteris Nostris mandavimus exsequenda curabit venerabilis Frater Ianuarius Verolino, cuius mentionem fecimus, eique omnes potestates agendae rei facimus, quas poterit, si casus ferat, cuilibet viro delegare in ecclesiastica dignitate constituto. Qui venerabilis Frater onus quoque habebit documenta exarandi eaque sinceris exemplis ad S. Congregationem Consistorialem quam primum mittendi. Quodsi fiat ut quo tempore haec decreta effici debeant alius Apostolicae Nuntiaturae in Rebuspublicis Salvatoriana et Guatimalensi praesit,
:

Acta

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XII

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eidem quae Nuntio praecipimus, iubemus. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat ; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderentur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum, iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum Romae, apud S. Petrum, die secundo mensis Decembris, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CELSUS Card. COSTANTINI
S. R E. Cancellarius

£g Fr. ADEODATUS I. Card. PIAZZA
8. Congr. Consistorialis a Secretis

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

f Alfonsus Carinci, Archiep. tit. Seleuc, Decanus Prot. Apost. Bernardus De Felicis, Proton. Apost.
Loco 83 plumbi

In Ap.

Cane,

tab..,

vol.

LXXXX,

n.

9.

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Acta

Apostolicae

Sedis

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Commentarium

Officiale

III DE KUWAIT.
APOSTOLICA PRAEFECTURA DE K U W A I T , IN ARABIA, AD D I G N I T A T E M APOSTOLICI E V E H I T U R , N O M I N E NON M U T A T O . VICARIATUS

PIUS
AD

E P I S C O P U S
REI MEMORIAM

SERVUS S E R V O R U M DEI PERPETUAM

Quandoquidem Christi benignitas e caelorum splendore in terram descendit ut hominum animos caritatis igne inflammaret eosque miseros sincero foedere cum Deo devineiret, Nos qui, divino quodam instinctu et iussu, eius sanctissimum opus hic in terris persequendum suscepimus, nulla maiore urgemur sollicitudine quam ut eius optata apud omnes gentes perficiantur. Cum autem S. Congregationi Fidei Propagandae visum sit Apostolicam Praefecturam de Kuwait ad Vicariatus Apostolici dignitatem esse evehendam ; hoc enim valde conferre rei christianae augendae, simulque et meritae laudi esse Discalceatis Sodalibus Carmelitis, ibi laborantibus, et iisdem animum addere ad nova pro fide christiana certamina, Nos id sincero animo probantes, Sacri Consilii decreta omnino confirmamus. Unde, post rem diu in animo reputatam, eorumque consensum suppletum qui in hoc negotio aliquid iuris habeant vel se putent habere, de apostolica Nostra potestate ea quae sequuntur statuimus et decernimus. Apostolicam Praefecturam de Kuwait, quae est in paeninsula Arabica, quaeque curis Sodalium Ordinis Carmelitarum Discalceatorum regitur, ad dignitatem Vicariatus Apostolici extollimus, qui de Kuwait appellabitur, quique ab iisdem Carmelitis Sodalibus Discalceatis regi perget, ad Nostrum tamen et sanctae Romanae Sedis nutum. Quos vehementer hortamur ut nihil Christi amore intentatum omittant nullique operi pareant, ut christiano agmini asseclas addant, sanctorumque familiae vigore gratiae membra multiplicent. Huic autem novo Vicariatui, ut par est, omnia iura et privilegia concedimus quae talium Ecclesiarum sunt propria ; iisdemque oneribus eum cumulamus quibus ceteri omnes Vicariatus Apostolici. Quae vero Nostris his Litteris iussimus exsequenda curabit venerabilis Frater Iacobus Robertus Knox, Archiepiscopus titulo Mèlitenaeus et in Africa Orientali et Occidentali Britannica Apostolicus Delegatus ; vel ille qui eo tempore quo haec decreta ad effec-

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XII

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tum deducentur eidem Delegationi praeerit. Cui autem continget hoc negotium perficiendum ei omnes potestates facimus agendae rei easque alii quoque viro subdelegandi, si opus fuerit, dummodo in ecclesiastica dignitate constituto. Acti vero negotii documenta exaranda idem venerabilis Frater curabit eademque sinceris exemplis ad S. Congregationem Fidei Propagandae mittenda. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitate nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderetur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum Romae, apud S. Petrum, die secundo mensis Decembris, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CELSUS Card. COSTANTINI
8. R. E. Cancellarius

PETRUS Card. FUMASONI BIONDI
8. Congr. de Propaganda Fide Praefectus

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam, Regens

f Alfonsus Carinci, Archiep, tit. Selene, Decanus Proton. Apost, Bernardus De Felicis, Proton. Apost.
Loco © Plumbi

In

Conc.

Ap.

tab.,

vol.

LXXXIX,

n.

79.

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Acta

Apostolicae

Sedis

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Commentarium

Officiale

IV CAXIENSIS IN M A R A G N A N O (S. ANTONII DE BALSAS)
EX DIOECESI CAXIENSI IN MARAGNANO QUAEDAM TERRITORIA DETRAHUNTUR, EX QUIBUS NOVA PRAELATURA « NULLIUS DIOECESIS )) CONSTITUITUR (( S. ANTONII DE BALSAS )) APPELLANDA.

PIUS

EPISCOPUS

SERVUS SERVORUM DEI AD PERPETUAM REI MEMORIAM

Quo modo sollemne est agricolae, cui magnopere cordi sit fertilis hortus, de patula ac fecunda arbore surculos excerpere eosque serere magnaque diligentia curare ; ita et Nobis, quibus amplos ac patentes agros omnium Ecclesiarum Dei bonitas commisit excolendos, ex iisdem, cum floruerint, aliquid demere territorii, novasque Ecclesias constituere, christianae fidei semina alendi atque dilatandi gratia. Cum igitur venerabilis Frater Aloisius Gonzaga da Cunha Marelim, Episcopus Caxiensis in Maragnano, poposcerit ab hac Apostolica et Romana Sede ut e sua dioecesi, partito territorio, pars detraheretur ex qua nova quaedam praelatura « nullius dioecesis » conderetur : hoc enim valde conferre catholicae rei fovendae apud populos illos, quippe quibus impensius consuli posset ; Nos, post auditum Administrum Nostrum apud Rempublicam Brasilianam, consiliumque expetitum a venerabilibus Fratribus Nostris S. R. E. Cardinalibus S. Congregationi Consistoriali praepositis, re bene considerata, admotis precibus concedendum esse censemus. Quapropter, omnium consensum supplentes quos hoc negotium contingere potest, de Nostra apostolica potestate haec, quae sequuntur, decernimus et iubemus. A Caxiensi in Maragnano dioecesi eam partem separamus, quae municipia comprehendit quibus sunt populari lingua cognomina : Balsas, Alto Parnaíba, Riachâo, Loreto, Benedito Leite et S. Raimundo das Mangabeiras ; ex qua regione novam praelaturam « nullius dioecesis » erigimus 8. Antonii de Balsas appellandam, iisdemque finibus ac municipia sex, ex quibus coalescit, terminandam. Huius praelaturae « nullius » sedes ac Praelati domicilium erit in urbe Balsas ; cathedram vero in curiali templo S. Antonii Patavini, in eadem civitate, collocan-

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dam censemus, quod idcirco per has Litteras ad gradum sacrae praelaturae aedis evehimus. Cuius adeptae dignitatis causa, ea omnia iura et privilegia, quae huiusmodi Ecclesiis earumque Praesulibus tribui solent, eadem et praelaturae S. Antonii de Balsas concedimus eiusque sacrorum Antistiti. Huic tamen, sive primus est, sive quilibet e Praelatorum serie, eadem ipsa onera imponimus, quae ad ceteros eiusdem gradus Praesules iure pertinent. Volumus vero ut nova Ecclesia sit metropolitanae Sedi S. Ludovici in Maragnano suffraganea; item ut eius Praelatus Ordinarius Archiepiscopo eiusdem metrópolis sit obnoxius et subiectus. Cum autem sacerdotes sint in Christi Ecclesia populi christiani duces et magistri, nullam omnino curam omittat Ordinarius S. Antonii de Balsas ut, excipiendis pueris ad sacerdotalia munia vocatis, saltem elementarium seminarium in suae dicionis territorio construatur, iuxta leges iuris communis. E quorum numero delecti sive ingenio iuvenes sive pietate Romam mittantur ut heic philosophia ac theologia recte imbuantur, in Collegio Piano Brasiliano. Mensam praelaticiam, ut dicitur, efficient atque constituent ea bona quae vel e partitione bonorum ei obvenient dioecesis Caxiensis in Maragnano propriorum, ad normam canonis 1500 Codicis Iuris Canonici; vel quae fideles christiani ultro sublevandis necessitatibus Offerent; vel denique ea pecunia quae Curiae S. Antonii de Balsas proveniet. Si ad regimen et administrationem novae praelaturae respiciatur, ad cleri et populi iura et onera, aliaque huiusmodi, haec omnia Iuris Canonici legibus omnino regantur. Quod vero ad clerum attinet, praecipimus ut clerici omnes qui in novae Ecclesiae territorio legitimum domicilium habeant, hi, erecta praelatura, eidem censeantur ascripti. Omnia tandem acta et documenta, quae ad modo constitutam Sedem pertineant, quam primum fieri potest a Curia episcopali Caxiensi in Maragnano ad Curiam S. Antonii de Balsas mittantur, in tabulario rerum ecclesiasticarum religiose asservanda. Est Nobis postremo voluntas ut quae his Litteris iussimus perficienda curet venerabilis Frater Armandus Lombardi, Archiepiscopus titulo Caesariensis Philippi et in Republica Brasiliana Apostolicus Nuntius, cui omnes potestates agendae rei concedimus, cuilibet viro subdelegandas, si opus fuerit, dummodo in ecclesiastica dignitate constituto. Cui venerabili Fratri onus iniungimus legitima documenta exarandi, eaque sinceris exemplis ad S. Congregationem Consistorialem quam cito mittendi. Quod si eo tempore quo haec decreta ad effectum deducenda erunt, alius eidem Apostolicae Nuntiaturae praeerit, quae venerabili Fratri Armando Lombardi imposuimus huic demandamus.

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Apostolicae

Sedis

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Commentarium

Officiale

Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus : ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderentur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum Romae, apud S. Petrum, die vicesimo mensis Decembris, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CELSUS Card. COSTANTINI
S. R. E. Cancellarius

Fr. ADEODATTJS I. Card. PIAZZA
S. Congr. Consistorialis a Secretis

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

f Alfonsus Carinci, Archiep. tit. Seleuc, Decanus Prot. Apost. Bernardus De Felicis, Proton. Apost.
L o c o £8 plumbi

In

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Cane,

tab., vol.

7.AT XX, n.

S.

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LITTERAE APOSTOLICAE i
BEATA MARIA VIRGO, SUR TITULO MATERNITATIS INVOCATA, TOTIUS VASHING-

T O N E N S I S ARCHIDIOECESIS P R A E C I P U A C A E L E S T I S PATRONA E L I G I T U R .

PIUS PP. XII Ad perpetuam rei memoriam. — Matrem Dei hominumque Christifideles Georgiopolitani seu Vashingtonenses, in Foederatis Americae Septentrionalis Civitatibus, a tempore quo colonia eo deducta fuit, eximio perhibentur venerari cultu atque religione. Iam vero primum Catholicorum Templum, eo in loco exaedifieatum, eidem Dei Genetrici sacrum fuit. Cum praeterea Vasintonia Civitatum Foederatarum, quas diximus, princeps sit urbs et caput expedire videtur eandem esse praecipuum quasi domicilium ac sedem religionis Marianae, qua omnes earum regionum cives Catholici devinciantur. Quibus permotus, Venerabilis Fratrer Patricius Aloisius O'Boy le, Vashingtonensis Archiepiscopus, Nos rogavit ut Beatam Mariam Virginem, nomine Maternitatis Eius veneratam, totius Vashingtonensis Archidioecesis caelestem Patronam renuntiar emus. Quibus precibus libenter auditis, Nos, ex Sacrae Rituum Congregationis consulto, certa scientia ac matura deliberatione Nostra deque Apostolicae potestatis plenitudine, harum Litterarum vi perpetuumque in modum Beatam Mariam Virginem, nomine Maternitatis Eius invocatam, totius Vashingtonensis Archidioecesis praecipuam apud Deum Caelestem Patronam constituimus ac declaramus, omnibus adiectis honoribus et privilegiis liturgicis, quae principalibus dioeceseon Patronis rite competunt. Contrariis quibusvis nihil obstantibus. Haec edicimus, statuimus, decernentes praesentes Litteras firmas, validas atque efiicaces iugiter exstare ac permanere ; suosque plenos atque integros effectus sortiri et obtinere ; illisque, ad quos spectant seu spectare poterunt nunc et in posterum plenissime suffragari; sicque rite iudicandum esse ac definiendum ; irritumque ex nunc et inane fieri, si quid14 - A C T A , vol. XXII, n. 4 — 20-4-1955.

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Acta

Apostolicae

Sedis

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Cohimentarium

Officiale

quam secus, super his, a quovis, auctoritate qualibet scienter sive ignoranter attentari contigerit. Datum Romae, apud Sanctum Petrum, sub anulo Piscatoris, die X X I I I mensis Martii, anno MDCCCCLIV, Pontificatus Nostri sexto decimo. De speciali mandato Sanctissimi Pro Domino Cardinali a publicis Ecclesiae negotiis
GILDO BRUGNOLA

a Brevibus Apostolicis

II
ECCLESIA PRINCIPALIS B. MARIAE V. A SACRATISSIMO ROSARIO, IN LOCO FATIMA LEIRIENSIS DIOECESIS POSITA, BASILICAE MINORIS TITULO HONORIBUSQUE DECORATUR.

PIUS PP. XII Ad perpetuam rei memoriam. — Luce superna caliginosum saeculum illustranti, Beatae Mariae Virgini sacra est augusta Aedes Fatimae, in Lusitanorum finibus, ubi eadem Deipara, e Rosarii nomine nuncupata, olim se dedit conspiciendam. Habet aedificium admirationem propter amplitudinem ac speciem eximiam, sublimis ei adiuncta surgit turris e qua aera tinniunt, renidet supellex, qua illud est instructum, pretiosis metallis. Est quoque conspicere supra portam positum opus musivum, Immaculatum Cor eiusdem Dei Genetricis summa colorum venustate exhibens. Praeterea eadem in Aede, pauca ante lustra exstructa et anno superiore sollemni ritu consecrata, condita sunt sepulcro corpora Francisci et Hyacinthae Marto, qui Deiparae prodigiali visu dignati sunt. Maxime vero prae Nobis ferendum est Templum Christifidelium frequentia esse admodum insigne, cum eo ex omnibus fere orbis terrarum partibus supplicum turmae conveniant, ut coram praeclaro Dei Genetricis signo honestissimas petitiones pulcherrimoque laudes nectant in coronam. Viget adhuc memoria sollemnium, quae ibi, in gestientium heminum coetu, fuerunt celebrata, sive cum Imago Deiparae aureo diademate, Nostro nomine et auctoritate, anno scilicet MCMXLVI, redimiretur, sive cum Sacri Iubilaei causa, anno MCMLI, augustissimi ibidem agerentur ritus. Ut autem, Anno hoc Mariano exeunte, etiam ampliore Templum augeretur honore, Venerabilis Frater Iosephus Al ves
1

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Oòrreia da Silva, Leiriensis Episcopus, preces ad Nos admovit, ut eandem Aedem, magnis populorum concursibus celebratam, Basilicae Minoris nomine ac iure donaremus. Quae vota, pro peculiari Nostra pietate erga Beatam Mariam Virginem a Fatima, libenti animo explentes, certa scientia ac matura deliberatione Nostra, deque Apostolicae potestatis plenitudine, harum Litterarum vi perpetuumque in modum, Ecclesiam principalem Beatae Mariae Virginis a Sacratissimo Rosario, in loco Fatima eius honori consecratam, titulo ac dignitate Basilicae Minoris afficimus ac decoramus, omnibus adiectis iuribus ac privilegiis, quae Templis eodem nomine insignibus rite competunt. Contrariis quibusvis nihil obstantibus. Haec edicimus, statuimus, decernentes praesentes Litteras firmas, validas atque efficaces iugiter exstare ac permanere: suosque plenos atque integros effectus sortiri et obtinere; illisque, ad quos spectant seu spectare poterunt, nunc et in posterum plenissime suffragari; sicque rite iudicandum esse ac definiendum; irritumque ex nunc et inane fieri, si quidquam secus, super his, a quovis, auctoritate qualibet, scienter sive ignoranter attentari contigerit. Datum ex Arce Gandulfi, sub anulo Piscatoris, die xn mensis Novembris, anno MDCCCCLIIH, Pontificatus Nostri sexto decimo. De speciali mandato Sanctissimi Pro Domino Cardinali a publicis Ecclesiae negotiis
GILDO PRUGNOLA

a Brevibus Apostolicis

EPISTULA
AD EMUM P . D.
ALEXANDRUM

TIT. SANCTAE MARIAE IN COSMEDIN S. R. E.

PRESB. CARDINALEM VERDE, PATRIARCHALIS BASILICAE LIBERIANAE ARCHIPRESBYTERUM, NONAGESIMUM AETATIS ANNUM PERACTORUM.

PIUS PP. XII Dilecte Fili Noster, salutem et Apostolicam Benedictionem. — Raro admodum ac perpaucis contingit, ut nonagesimus, quem tu quidem es propediem peracturus, aetatis annus fauste celebrari queat. Qui sane favorabilis eventus non potest tibimet ipsi tuique aestimatoribus amicisque, in primisque Nobis, novam non afferre causam iucunditatis. Hoc

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enim haud brevi mortalis vitae curriculo, a primis iuventutis annis usque ad longaevam istam ac venerandam senectutem, Apostolicae huic Sedi actuosam operam tribuisti, praesertim Sacro Nostro Consilio moderandis Ritibus praeposito tot diuturnas curas et sollicitudines conferendo. Postquam enim minora officia ibi sollerter gessisti, Promotoris Generalis Fidei partibus atque gravi a Secretis munere perfunctus es. Deinde ad Ecclesiae Senatum cooptatus Romanaque purpura exornatus, ibidem et apud alia Patrum Cardinalium Consilia industriam et studia tua impendere non desiisti. Nos igitur, Dilecte Fili Noster, dum benevolentiam Nostram libenter confirmamus, de proxima faustitate tibi ex corde gratulamur et felicissima quaeque ominamur, Deum instanter precantes, ut animi corporisque tui vires caelestibus donis recreare velit. Superni interea praesidii conciliatrix et nuntia, peculiarisque Nostrae caritatis testis esto Apostolica Benedictio, quam tibi, Dilecte Fili Noster, tuisque coniunctis ac familiaribus amantissime in Domino impertimus. Datum Romae, apud Sanctum Petrum, die xv mensis Martii, anno MDCCCCLV, Pontificatus Nostri decimo septimo.

PIUS PP. XII

ALLOCUTIO
AD PAROCHOS
U R B I S ET

CONCIONATORES SACRI TEMPORIS

QUADRAGESIMALIS *

Siano rese grazie a Dio che anche quest'anno Ci ha concesso di rivolgere la parola a voi, diletti figli, parroci e predicatori quaresimalisti di questa Nostra diocesi di Roma, per la quale non cessiamo di pregare e di prodigarci, secondo le Nostre forze, offrendo per essa la Nostra stessa vita. U nostro primo pensiero è di vivo compiacimento per quanto, sotto la sapiente guida del Nostro carissimo Cardinale Vicario con gli zelantissimi Vicegerenti, avete fatto e continuate a fare — anche con grandi fatiche e privazioni — per il bene della popolazione dell'Urbe. Abbiamo voluto assumere esatte informazioni, e vi diremo che, pur nel desiderio di lodare anche quest'anno e addurre in esempio qualcuna delle parrocchie dove particolari imprese siano state iniziate e condotte a buon
* D i e 10 M a r t i i m e n s i s a. 1955..

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esito, Ci siamo accorti che non sarebbe stato agevole di scegliere Puna o Valtra, oggi che in tutta Roma è un fervore di nuova vita. Tutti vedono l'aumentato numero delle chiese, ed è parimente noto il vostro impegno per rendere più facile e fruttuosa la frequenza alla S. Messa e alle sacre funzioni. Così si svolgono in ogni zona eorsi di cultura religiosa per laici, e assidua cura si pone per l'assistenza della gioventù specialmente studiosa. Ma affinchè, predicando e donandovi agli altri, non veniate a consumare tutte le vostre energie spirituali, vi siete prima raccolti in santi Esercizi, poi avete discusso i problèmi pastorali in un ben riuscito Convegno e, ultimamente, avete voluto ancora sostare in preghiera e studio, prendendo parte attiva ad un Corso di « Esercitazioni per un mondo migliore », di cui Ci giungono consolanti echi da tante parti, mentre Vescovi e sacerdoti ne rilevano particolarmente la perfetta conformità ai bisogni dei tempi e la straordinaria efficacia per la soluzione dei più urgenti e assillanti problemi dell'ora presente. Diletti figli! In altre occasioni Ci siamo intrattenuti con voi, presentandovi il parroco come buon pastore e parlandovi della necessità che egli si faccia aiutare da una schiera ardita e pronta di cattolici militanti, capaci di portare la dottrina e gli esempi di Gesù dove al sacerdote è quasi impossibile di penetrare. Non vi dispiaccia dunque se oggi vi proponiamo alcune semplici note pastorali concernenti la vostra azione apostolica. I. — Per il lavoro diretto al rinnovamento dei singoli, vi raccomandiamo di essere discreti nel cominciare, costanti nel continuare, coraggiosi nel portare a termine. 1) Siate anzitutto discreti nel cominciare. Spinto dallo zelo che spesso realmente lo « divora » , il sacerdote apostolico può cadere in un dannoso errore, pretendendo di conseguire tutto in una volta e volendo giàMìn dall'inizio quello che si presenta come il punto più arduo e bisognoso perciò di molteplice impegno e fatica. Procedere in tal modo significherebbe esporsi, quasi eertamente, prima a vane illusioni e poi a delusioni amare. L'apostolo, infatti, non può fare a meno di considerare l'altrui morale debolezza, l'impreparazione intellettuale, le persone e le cose in mezzo a cui vive, e la sponda — per così dire — dalla quale l'anima traviata dovrebbe venire a lui, o meglio tornare a Dio, se si lasciasse indurre ad intraprendere la trax
1

Ps. 6 8 , 1 0 ; I o . 2, 17.

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versata. Ma attaccarla con argomenti che essa non comprende, chiederle ciò che non è preparata a dare, sarebbe certamente nocivo agli effetti dell'apostolato. Si tratta forse di ristabilire contatti interrotti : è necessario quindi di avvicinarsi delicatamente all'anima lontana, ridestando in lei l'interesse perduto e adoperandosi per riprendere un linguaggioforse completamente dimenticato. Naturalmente tale necessaria discrezione non vuol dire un venire a patti col falso e col male. Non si tratta qui di <( far pace » a tutti i costi, ma di saper iniziare le trattative per una pace giusta, non tra il male e il bene — il che sarebbe assurdo—, ma tra l'uomo che rinunzia alla sua malizia e Dio che lo accoglie con infinita bontà e tenerezza immensa. Saper rinunziare alla fretta, saper attendere il momento propizio, saper dosare ciò che si dice e ciò che si chiede : ecco un primo requisito indispensabile all'azione apostolica individuale. 2) Ma un'altra dote deve avere l'apostolo nel trattare con le anime fatte oggetto delle sue cure pastorali. Accade che non sempre si ottenga ciò che si vuole, e in ogni modo è raro si ottenga subito. Non è nemmeno escluso che ostilità, freddezza o indifferenza possano tentare il sacerdote a desistere dall'opera sua, o almeno rendano la sua azione più debole e quindi meno efficace. Bisogna, diletti figli, essere costanti, persistenti; senza cedere alla stanchezza e al tedio. Bisogna saper stare in piedi, anche quando tutto spinge a vacillare, rimaner fermi anche quando si dovesse cader bocconi, in preda ad una angoscia, che trasforma in silenziose agonie certe notti che sembrano eterne. Allora, quando le labbra dell'apostolo mormorano : « Quid lucrW » , o quando egli dolorosamente esclama : (( Transeat a me calix iste » , occorre che aggiunga subito, come fece Gesù nell'orto : « Verumtamen non mea voluntas, sed tua fiat)).* E Dio manderà l'angelo consolatore a rinfrancarlo, a sorreggerlo ; e la Sua opera di salvezza continuerà, a coronamento del suo zelo e del suo sacrifìcio.
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3) Ma una terza dote vorremmo nell'apostolo che attende alla santificazione delle anime. Come abbiamo avuto occasione di notare altre volte, vi è nella Chiesa un soffio di Spirito Santo, che chiama all'eroismo, alla dedizione com]-

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pietà. In mezzo alle spine di un mondo ridivenuto pagano, spuntano sempre più numerosi fiori immacolati, che ricreano con la loro freschezza e incantano col loro profumo : spiriti eletti di tutte le età e di tutte le condizioni. Vorremmo che i sacerdoti sapessero santamente osare e non temessero di proporre le mète della santità più eccelsa. Perchè tante anime cadono nelle reti del mondo? Perchè credono di trovare in esso ciò che forma l'oggetto delle loro ansie, dei loro desideri ; e invece quando è già troppo tardi, si accorgono che i frutti di quella convivenza sono l'irrequietezza, il dubbio, la tristezza, la sfiducia, l'odio. Siate coraggiosi, diletti figli. Sappiate prendere per mano le anime e spingerle dolcemente, ma fermamente, verso Gesù, verso l'amicizia con Lui, verso la trasformazione in Lui. Fate loro comprendere che solo così troveranno la pace, la fede, la gioia, la speranza, l'amore ; solo così troveranno la vita. II. — Per la vostra azione apostolica diretta al rinnovamento collettivo, torniamo alcuni istanti su quanto accennammo già nel Nostro Radio-messaggio del 10 febbraio 1952. « Studiatevi — dicevamo — che siano ben accertati i bisogni, ben chiarite le mète, ben calcolate íé disponibili forze... di tutte si faccia un assennato impiego ». 1) Nell'accertare i bisogni evitate la superficialità. Essa genera quello che si potrebbe chiamare il criterio dell'approssimazione, i cui disastrosi effetti si riscontrano in tutti i campi, non escluso quello dell'apostolato. A prevenire tali conseguenze occorre un lavoro di statistica fatto con serietà, con realismo esigente, con serena imparzialità. È certo, per esempio, che molti in Roma sodisfatto al precettò dell'assistenza alla Santa Messa festiva. Ci risulta che le chiese, anche in certe zone periferiche, sono veramente e ripetutamente affollate durante le Ss. Messe, che si celebrano la domenica e nelle feste. Può il parroco essere lieto di questa affluenza? Sènza dubbio e a buon diritto ; ma prima di sentirsi del tutto tranquillo^ dovrebbe calcolare con sufficiente precisione il numero di coloro che sarebbero obbligati a venire e non vengono. Ci consta, infatti, che non di rado un calcolo accurato riserva sorprese sgradite al sacerdote pensoso della sorte delle anime. Così non può negarsi che a Roma la scuola di catechismo sia frequentata in modo consolante, e che i sacerdoti (come anche i vari Istituti, Associazioni, Congregazioni mariane e simili) si adoperano con ogni zelo, affinchè tutto sia fatto sempre meglio. Ma appunto perchè % nùi glioramento possa essere più facilmente conseguito, occorre chiedersi:/ quanti bambini della parrocchia dovrebbero venire e non, vengono?

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Alcun tèmpo fa, desiderammo di esaminare personalmente lo stato del catechismo parrocchiale in Roma, e abbiamo ancora sotto gli occhi le cifre che Ci furono comunicate. Vi sono, certamente, anche in questo campo condizioni di cose assai belle e fiorenti ; ma altre non possono non rattristare ogni cuore apostolico. Opportune osservazioni, giuste considerazioni, notevoli recentissimi progressi, attenuano l'impressione che si prova a prima vista, e fanno anche sperare che possono essere rimosse alcune delle principali difficoltà che il solo zelo dei parroci non vale a superare. Un'altra domanda, diletti figli. Come va l'istruzione religiosa agli adulti? Per quanti di essi le nozioni apprese nell'infanzia rimangono l'unico fondo di dottrina cristiana? Ancora : quanti in parrocchia prendono la Pasqua? E quanti tra i vostri fedeli vi sembra che vivano in grazia di Dio? Determinati i numeri, bisogna studiarne il significato per conoscere le cause di alcune lontananze o di alcuni ritorni. L'accertamento del male non è ancora la diagnosi, senza la quale non si può parlare di giusta prognosi, e tanto meno di cura adeguata. 2) Anche nel calcolo delle forze bisogna evitare un difetto che non di rado vediamo ricorrere. Alcune sono ignorate dal parroco, altre si « sottovalutano » o si svalutano, quando anche non si contrastano apertamente. Aprite le braccia a tutti, diletti figli, benedicendo quanto la Chiesa approva. Chiunque sia animato da buona volontà, trovi posto nella vigna del Signore, il quale accetta ogni servizio, come cerca operai di tutte le ore. Con tanto terreno da dissodare, con tante piante da coltivare, soprattutto con tanta messe da raccogliere, non è lecito al sacerdote di fermarsi — senza una ragionevole causa — a considerare i vessilli sotto i quali i fedeli si raccolgono, o i distintivi che portano, purché siano benedetti dalla Chiesa. Sia il benvenuto chiunque si öftre di aiutarvi. Il campo di Dio è vasto, e le esigenze della coltivazione sono innumerevoli. 3) Perchè possa esservi un saggio ordinamento delle forze, bisogna soprattutto guardarsi dall'individualismo. Quando da una parte si nota il fervore di tante intraprese, ove nessuno si ferma, nessuno rallenta il passo, nessuno si risparmia, e dall'altra si deve riconoscere che gli effetti non sono quali tanto impiego di energie e tanta abnegazione farebbero prevedere, nasce il dubbio se forse non si combatte troppo da sè soli, troppo slegati e disuniti.

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Chi sa, diletti figli,, che anche in Roma non giovi riesaminare il lavoro apostolico al lnine dei principi che regolano ogni retta collaborazione. Per quanto Ci consta, questa è oggi una delle esigenze più imperiose per l'azione apostolica del clero e del laicato. Pertanto tutto quello che farete per coordinare il vostro lavoro, sarà da Noi benedetto, sarà benedetto da Dio. E Maria, sotto la cui protezione nelF ormai lontano 10 febbraio 1952 mettemmo il Nostro « grido di risveglio », continui a benedire i vostri sforzi e la vostra generosità. Così la eterna Roma splenderà sempre più fulgida davanti a tutti i popoli come faro di luce e di verità!

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8 8 . CONGREGATIONUM

SUPREMA SACEA CONGREGATIO S. OFFICII
MONITUM Constat hnic Supremae Sacrae Congregationi haud raro Missas horis postmeridianis celebrari ultra fines, quos Constitutio Apostolica « Christus Dominus » ad commune fidelium bonum recenset. Itaque locorum Ordinarii licentiam ne dent celebrandi Missas horis postmeridianis ad externam dumtaxat solemnitatem decorandam aut in privatorum commodum. Hac autem arrepta occasione, Sanctum Officium opportunum ducit in omnium memoriam revocare Constitutionem Apostolicam « Christus Dominus » vetare interpretationem, quae concessas facultates amplificet (cfr. A. A. S., vol. XXXXV [1953], p. 23). Datum Romae, ex aedibus S. Officii, die 22 Martii 1955. Marius Crovini, Notarius Supr. S. Congr. S. Officii

SACRA CONGREGATIO RITUUM
DECRETUM GENERALE
DE RUBRICIS AD SIMPLICIOREM FORMAM REDIGENDIS

Cum nostra hac aetate sacerdotes, praesertim illi qui curam animarum gerunt, variis novisque in dies apostolatus officiis onerentur, ita ut divini officii recitationi ea qua oportet animi tranquillitate vix attendere possint, nonnulli locorum Ordinarii enixas preces S. Sedi detulerunt, ut huiusmodi difficultati amovendae benigne provideret, ac saltem rubricarum copiosum instructum ad simpliciorem redigeretur formam. Summus Pontifex Pius PP. XII, pro Sua pastorali cura et sollicitudine, rem hanc examinandam commisit peculiari virorum peritorum Commissioni, quibus studia de generali liturgica instauratione demandata sunt ; hi autem rebus omnibus accurate perpensis, in consilium venerunt vigentes rubricas ad expeditiores normas esse reducendas, ita

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tamen ut in usum trahi possint, servatis interim libris liturgicis prouti exstant, donec aliter provisum fuerit. Quibus omnibus Ssmo Domino Nostro ab Emo D. Cardinali S. R. C. Praefecto per singula relatis, Sanctitas Sua sequentem rubricarum dispositionem approbare dignata est eamque vulgari mandavit, ita tamen ut quae praesenti Decreto statuuntur vim obtineant kalendis Ianuariis anni 1956. Caveant interim Pontificii librorum liturgicorum Editores, ut in novis editionibus Breviarii et Missalis romani forte disponendis, ne quid prorsus innovetur. Contrariis quibuslibet minime obstantibus. Datum Romae, ex aedibus S. R. Congregationis, die 23 mensis Martii anni 1955. —" C. Card. CICOGNANI, Praefectus L S ' "f A. Carinci, Archiep. Seleuc, Secretarius DE RUBRICIS AD SIMPLICIOREM FORMAM REDIGENDIS
Tit. I •- NORMAE GENERALES

1. Ordinationes quae sequuntur ritum romanum respiciunt; quae hic expresse non nominantur, immutata censentur. 2. Nomine calendarii veniunt cum calendarium in usum universae Ecclesiae, tum calendaria particularia. 3. Normae quae sequuntur servandae sunt in recitatione sive publica sive privata divini officii, nisi aliter expresse caveatur. 4. Indulta particularia quaelibet et consuetudines etiam speciali mentione dignae, quae his ordinationibus obstant, expresse revocata censentur.
Tit. II - VARIATIONES IN CALENDARIO

1 . Gradus e t ritus semiduplex supprimitur. . h , 2. Dies liturgici, qui nunc sub ritu semiduplici calendariis inscripti sunt, sub ritu simplici celebrantur, excepta vigilia Pentecostes quae ad ritum duplicem elevatur. a) De dominicis .

3. Dominicae Adventus et Quadragesimae et aliae usque ad dominicam in Albis necnon et dominica Pentecostes celebrantur ritu duplici I classis et festis quibuslibet praeferantur tam in occurentia quam in concurrentia.

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4. Quando in dominicis 2 , 3 , 4 Adventus festa I classis occurrerint permittuntur Missae de festo, excepta conventuali. 5. Dominicae hucusque sub ritu semiduplici celebratae, ad ritum duplicem elevantur; antiphonae tamen interim non duplicantur. 6. Officium et Missa dominicae impeditae, nec anticipantur, nec resumuntur. 7. Si in dominicis per annum occurrerit festum cuiusvis tituli vel mysterii Domini, festum ipsum locum tenet dominicae, de qua fit tantum commemoratio. b) De vigiliis S. Vigiliae privilegiatae sunt : vigilia Nativitatis Domini et vigilia Pentecostes. 9. Vigiliae communes sunt : vigilia festorum Ascensionis Domini, Assumptionis B. M. V., S. Ioannis Baptistae, Ss. Petri et Pauli, S. Laurentii. Omnes aliae vigiliae, etiam quae calendariis particularibus sunt inscriptae, supprimuntur. 10. Vigiliae communes, in dominica occurrentes, non anticipantur, sed omittuntur. c) De octovois 11. Celebrantur tantum octavae Nativitatis Domini, Paschatis et Pentecostes, suppressis omnibus aliis, sive in calendario universali, sive in calendariis particularibus occurrentibus. 12. Dies infra octavas Paschatis et Pentecostes elevantur ad ritum duplicem, festis quibuslibet praeferantur et non admittunt commémoration es. 13. Dies infra octavam Nativitatis Domini, quamvis eleventur ad ritum duplicem, celebrantur prouti nunc. 14. Diebus a 2 ad 5 Ianuarii, nisi occurrat aliquod festum, fit de feria currenti, ritu simplici. In officio antiphonae et psalmi ad omnes Horas et versus nocturni de currenti hebdomadae die, ut in psalterio ; reliqua ut die I Ianuarii, praeter lectiones, quae dicuntur de Scriptura occurrente cum suis responsoriis, et dicitur Te Deum. Conclusio hymnorum et versus in responso rio brevi ad Primam dicuntur ut in Nativitate Domini. Missa dicitur ut die I Ianuarii, sine Credo, et sine Communicantes proprio.
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Prohibentur Missae lectae tam votivae quam cotidianae defunctorum. 15. Dies a 7 ad 12 Ianuarii, suppressa octava Epiphaniae, fiunt feriae per annum (ritu simplici). In officio antiphonae et psalmi ad omnes

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Horas et versus nocturni de currenti hebdomadae die, ut in psalterio ; reliqua ut in festo Epiphaniae, praeter lectiones, quae dicuntur de Scriptura occurrenti, cum suis responsoriis, et dicitur Te Deum. Conclusio hymnorum et versiculus ad Primam, de Epiphania. Missa de Epiphania, sine Credo et sine Communicantes proprio. Prohibentur Missae lectae tam voti vae, quam cotidianae defunctorum. 16. Die 13 Ianuarii fit commemoratio Baptismatis D. îs . Iesu Christi sub ritu duplici maiore; officium et Missa dicuntur uti nunc sunt in octava Epiphaniae. Si vero commemoratio Baptismatis D. N. Iesu Christi occurrerit in dominica, tunc fit de festo S. Familiae, sine ulla commemoratione. In sabbato praecedenti ponitur initium Epistolae primae ad Corinthios. 17. Dies a festo Ascensionis Domini usque ad vigiliam Pentecostes exclusive fiunt feriae tempore paschali (ritu simplici). In officio antiphonae et psalmi ad omnes Horas et versus nocturni dicuntur de currenti hebdomadae die, ut in psalterio ; reliqua ut in festo Ascensionis Domini, praeter lectiones, quae dicuntur de Scriptura occurrenti, cum suis responsoriis. Conclusio hymnorum et versus ad Primam dicuntur de festo Ascensionis ; Missa de eodem festo sine Credo, et sine Communicantes proprio. Prohibentur Missae lectae tani votivae, quam cotidianae defunctorum. In vigilia Pentecostes, nihil innovetur. 18. Dies octavae suppressae Corporis Christi et octavae item suppressae Ss. Cordis Iesu, fiunt feriae per annum. 19. In dominicis olim infra has octavas Ascensionis, Corporis Christi et Ss. Cordis Iesu, officium dicitur prouti nunc.
T

d) De festis sanctorum 20. Festa sanctorum, hucusque sub ritu semiduplici celebrata, habentur tamquam festa simplicia. 21. Festa sanctorum, hucusque sub ritu simplici celebrata, reducuntur ad commemorationem, sine lectione historica. 22. In feriis Quadragesimae et Passionis, a feria IV Cinerum usque ad sabbatum ante dominicam Palmarum, quando aliquod festum occurrerit, quod non sit I vel II cfassis, tam officium (in recitatione privata) quam Missa dici possunt de feria vel de festo.

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Tit. I I I — DE COMMEMORATIONIBTJS

1. Quae hic de commemorationibus dicuntur, valent tam pro officio, quam pro Missa, cum in occurrentia, tum in concurrentia. 2. Commemorationes numquam omittendae et praecedentiam absolutam habentes, sunt : a) de quavis dominica. b) de festo I classis. c) de feriis Quadragesimae et Adventus. d) de feriis et sabbato Quattuor Temporum Septembris. e) de Litaniis maioribus. 3. Aliae commemorationes forte occurrentes ita admittuntur, ut numerum ternarium orationum non excedant. 4. Praeter et post commemorationes sub n. 2 recensitas, ratio commemorationum haec est : a) In dominicis I classis, in festis I classis, in feriis et vigiliis privilegiatis, et insuper in Missis in cantu vel votivis solemnibus, nulla admittitur commemoratio. b) In festis II classis, et in ceteris dominicis una tantum admittitur commemoratio. c) In omnibus aliis diebus sive festivis, sive ferialibus, duae tantum admittuntur commemorationes. 5. Festa commemorata non amplius gaudent : a) in officio, versu proprio in responsorio brevi ad Primam, et doxologia propria in hymnis, exceptis diebus de quibus Tit. II, nn. 14-17 ; b) in Missa, Credo et Praefatione propria.
Tit. IT - VARIATIONES IN BREVIARIO

a) De initio et fine Horarum 1. Horae canonicae, tam in publica quam in privata recitatione, omissis Pater, Ave et respective Credo, inchoantur absolute, hoc modo : Matutinum : a versu Domine, labia mea aperies. Laudes, Horae minores et Vesperae: a versu Deus, in adiutorium. Completorium : a versu lube, domne, benedicere. 2. In officio tridui sacri et in officio defunctorum omnes Horae, omissis Pater, Ave et respective Credo, incipiunt ut in Breviario notatur. 3. Item Horae canonicae tam in publica quam in privata recitatione, absolvunt u r hoc modo :

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Matutinum (in recitatione privata), Laudes, Tertia, Sexta, Nona et Vesperae : versu Fidelium animae. Prima : benedictione Dominus nos benedicat. A Completorium : benedictione Benedicat et custodiat. b) De conclusione officii 4. Cursus cotidianus divini officii concluditur post Completorium, sueta antiphona B. M. V., cum versículo Divinum auxilium. Indultum et indulgentiae, pro recitatione orationis Sacrosanctae concessa, eidem antiphonae finali adnectuntur. c) De quibusdam partibus in officio 5. Hymni proprii quorundam sanctorum certis Horis assignati non transferuntur. In hymno Iste confessor numquam mutatur tertius versus, qui erit semper : Meruit supremos laudis honores. 6. Antiphonae ad Magnificat feriarum tempore Septuagesimae forte praetermissae non resumuntur. 7. Preces feriales dicuntur tantum in Vesperis et in Laudibus officii feriarum IV et VI tempore Adventus, Quadragesimae et Passionis, necnon feriarum IV et V I , et sabbati Quattuor Temporum, excepta octava Pentecostes, quando officium fit de feria. 8. Omnes aliae preces omittuntur. 9. Suffragium sanctorum et commemoratio de Cruce omittuntur, 10. Symbolum Athanasianum recitatur in festo Ss. Trinitatis tantum. d) De aliis variationibus 11. Primae vesperae (sive integrae, sive a capitulo, sive per modum commemorationis) competunt solummodo festis I et II classis, et dominicis. 12. Ad singulas partes officii quod attinet haec serventur : a) In dominicis et festis I classis nihil innovatur. b) In festis II classis et in festis duplicibus Domini et B. M. V., ad Matutinum, Laudes et Vesperas fit ut in proprio et in communi ; ad Horas minores ut in psalterio de feria currenti et proprio loco; ad Completorium de dominica. c) In ceteris festis, vigiliis vel feriis, per omnes Horas fit ut in psalterio et proprio loco, nisi in Matutino, Laudibus et Vesperis antiphonae et psalmi specialiter assignati habeantur.

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13. Lectiones de Scriptura occurrenti una cum suis responsoriis, si die assignato dici nequeant, omittuntur, etiam si agatur de « initiis » librorum. 14. In festo sanctorum lectiones I nocturni, si propriae assignatae non habeantur, sumuntur de Scriptura occurrenti : his deficientibus, sumuntur de communi.
Tit. V - VARIATIONES IN MISSALI

a) De orationibus 1. Orationes pro diversitate temporum assignatae abolentur. 2. In Missis votivis defunctorum, si in cantu celebrentur, unica dicitur oratio ; si sine cantu, dici possunt tres orationes. 3. Oratio Fidelium hucusque praescripta prima feria libera cuiusvis mensis vel feria II cuiusvis hebdomadae, aboletur. In choro, his feriis, Missa conventualis dicitur iuxta rubricas. 4. Collectae ab Ordinario simpliciter imperatae, omittuntur iuxta rubricas hucusque vigentes, et insuper in omnibus dominicis ac quoties Missa in cantu celebretur ; denique quando orationes, iuxta rubricas dicendae, numerum ternarium attigerint. b) De quibusdam aliis variationibus 5. In feriis per annum, si commemoratio alicuius sancti fieri debeat, Missa dici potest, ad libitum celebrantis, vel de feria vel, more festivo, de sancto commemorato. 6. In Missis defunctorum sequentia Dies irae omitti potest, nisi agatur de Missa in die obitus seu depositionis praesente cadavere, vel etiam absente ob rationabilem causam, et de die Commemorationis omnium fidelium defunctorum. Hoc autem die sequentia semel tantum dici debet, scilicet in Missa principali, secus in prima Missa. 7. Credo dicitur dumtaxat in dominicis et festis I classis, in festis Domini et B. Mariae Virg., in festis nataliciis Apostolorum et Evangelistarum, et Doctorum universae Ecclesiae, et in Missis votivis sollemnibus in cantu celebratis. 8. Praefatio dicitur quae cuique Missae propria est; qua deficiente, dicitur praefatio de tempore, secus communis. 9. In quavis Missa pro ultimo Evangelio sumitur semper initium Evangelii secundum Ioannem, excepta tertia Missa Nativitatis Domini et Missa Dominicae Palmarum.

An. et TOÌ. XXXXVII

22 APRILIS 1 9 5 5

(SER. I I , Y. X X I I ) - N. 5

ACTA APOSTOLICAE SEDIS
A

COMMENTARIUM OFFICIALE

A C T A

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LITTERAE DECRETALES
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B E A T O D O M I N I C O S A V I O , C O N F E S S O R I , S A N C T O R U M C A E L I T U M H O N O R E S DECERNUNTUR.

PIUS

EPISCOPUS

S E R V U S S E R V O R U M DEI A D P E R P E T U A M REI M E M O R I A M

Iuventus bene morata atque virginali florens pudore omnium hominum, eorum etiam qui in flagitia se misere ingurgitaverunt, mentes ad se convertit summaque afficit admiratione ; unde Sanctus Bernardus, officii virtutisque suavis magister, non perperam : Quid, inquit, amabilius verecundo adulescentef (Serm. in Gant., LXXXVI ; P. L., CLXXXIII, 1195). Quae suboles, corpore et animo integra et a voluptatum illecebris aliena, scilicet cuius est vita cum pietate coniuncta, praecipuum ornamentum Ecclesiae Catholicae haud immerito dicitur, quae ab ipsis rerum suarum initiis usque ad haec tempora una virginitatem excoluit quam maxime. Neque sine divinae Providentiae consilio contigit ut hac aetate, qua mores magis in dies labuntur, adulescens ex ordine laicorum, pietatis et castimoniae laude insignis, Sanctorum Caelitum honoribus cumularetur, atque adeo universam iuventutem ad sui imitationem provocar et. Praeclarum hoc christianae civitatis lumen, Dominicus Savio, quem heri sanctitatis laurea honestavimus, non lautis in aedibus nec illustri est sanguine editus, sed obscuro loco natus ; Birgitta enim Gajato, uxoris - A C T A , vol.. XXII, n. 5. — 22-4-1955.

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Caroli Savio, fabri, cui parva erat res familiaris, lectissimum infantem die secundo mensis Aprilis, anno millesimo octingentesimo quadragesimo secundo, in Taurinensis agri pago, cui nomen Riva di Chieri, est enisa, non in spem magnae fortunae, quam homines solent affectare, sed divitiarum immutabilium, quibus animus Dei religione perfusus affluit in aevum sempiternum. Sacro fonte eodem die lustratus, appellatus est Dominicus, quasi ipso nomine significaretur puerum praeter Dominum nihil spectaturum eique fore addictum deditumque. Tanti ergo filii animum, superno quodam munere ad candida quaeque nati, parentes, qui in locum, cui appellatio Murialdo, commigraverant, omni studio ad religionem Tectumque cultum conformabant. Dominicus autem, alienus a nugis, quibus solet aetas puerilis oblectari, iam tum christianam pietatem non communi vulgarique instituto, sed propria quadam animi inductione videbatur complecti. Mireris igitur puerum vix quinque annorum, cum mane templi ianuam invenisset obseratam, ante ostium in terra, luto vel nivibus obsita, genibus nisum Deo supplicavisse et, qui statura tam brevis esset ut summam aram vix attingeret, sacerdoti sacris facienti Angeli in modum esse famulatum. Praeterea, cum a tenella aetate esset ei sollemne conscientiam apud sacrae paenitentiae administrum quasi emaculare, egregius pusio, ubi primum, pro ingenii sui modulo, scilicet annum agens septimum, panem communem internoscere coepit et Eucharisticum epulum, hoc primum pastus est. Quod fuit sane peculiari eius pietati tribuendum, quandoquidem temporibus illis tam mature pueris non solebat patere aditus ad mensam divinam. Itaque caelesti quodam delibutus gaudio, Angelorum iniit convivium, Angelorum deinceps more victurus ; eodem enim die, prudentius quam pro tam infirma aetate, constituit, vitae rationem quasi describens : primo animi perpurgandi causa saepe in posterum pro sacro tribunali se sistere, et, quoties a conscientiae iudice sibi fieret facultas, caelesti pane sese communire; deinde dies festos agere religiose atque cum Iesu et Maria habere omnes amicitiae necessitudines ; mortem demum malle oppetere quam culpa foedari. Mentem praeterea appellens ad studia, quibus alitur pueritia, cotidie in oppidum Castrum Novum itabat, ut litterarum magistris operam daret, cuius rei gratia sex fere milia passuum singulis diebus Confidebat. Neque ut a recto, quod insistebat, itinere aberraret, a pravis sociis po-

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tuit adduci, quin etiansf condiscipulos, praeclari exempli facem praeferens mollique usus suasione, ad probitatem studebat revocare. Egregio quoque instructus ingenio, quemadmodum magistri eius sunt testati, mirum quantum profecerit in disciplinis, ita ut primae eidem solerent deferri. Videtur autem Deus famulum monuisse non habere nos hic manentem civitatem (Cf. Hebr., XIII, 14), cum parentes iterum, anno vergente millesimo octingentesimo quinquagesimo tertio, alio sint profecti, in pago Mondonio sedem ac domicilium collocatum.. Ubi Dominicus non solum a pristina consuetudine haud recessit, sed virtutum etiam crevit laude ; ferunt enim, cum magister Dominicum, innocentem puerum, in quem sodales crimen coniecerant, acriter obiurgaret, eum tacuisse ut Servatorem, ab inimicis in culpam vocatum, imitaretur, neve condiscipulum, cui poena erat irroganda, proderet.
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Unum autem post annum divus Ioannes Bosco, adulescentium pater, omnium Christifidelium praeconio celebratus, cum rusticaretur apud Castrum Novum, Dominicum convenit, statimque sanctus vir sanctum agnovit puerum, et alter alterum in necessitudinem recepit. Neque mora : nam sacerdos eum in alumnis sacri ephebei Taurinensis, seu oratorii, quod vocant, a Sancto Francisco Salesio appellati, ascripsit, quod quasi theatrum futurum erat eximiae virtutis suavis huius adulescentuli. Officii enim retinens, muneris sibi iniuncti omnes exsequebatur partes, atque, Ioanne Bosco pietatis magistro usus, hoc unum affectavit, unum hoc est annisus, ut sanctitudinem adipisceretur. Ab eo etiam didicit Domino servire cum animi laetitia, atque, quantum pro infirma liceret valetudine, voluntaras cruciatibus se castigare. Anno autem millesimo octingentesimo quinquagesimo quinto, dum ver viridantes explicat gemmas, nova quadam impulsione actus est piissimus puer ad caelestis vitae genus amplectendum in terris. Etenim, postquam prudens idem moderator alumnos praeclaro est sermone cohortatus ut, pro aeterna salute decertantes, immortales consectarentur coronas, Dominicus totus fuit in colenda virtute. Sciscitanti igitur Ioanni Bosco, cur esset conditus in altitudinem, respondit animum suum sanctitatis desiderio exarsisse, nec multo post confessus est oportere se sanctimoniam consequi; Deum enim velle ut sanctus ipse evaderet homo. Quod honestum consilium probans, idem sacrae disciplinae magister Dominico haec ad obtinendum, quod intenderet, quasi instrumenta praescripsit : primo ut constans esset in servanda modesta hilaritatë ; deinde

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ut in pietatis officiis atque in studiis impiger versaretur ; ut demum una cum ceteris sodalibus ludicrum tempus viribus revocandis impenderat. Quae consilia quanta animi constantia ac fortitudine Dominicus in rem adduxerit eventus ipse monstravit. In primis incredibili animi fervore et alacritate in augustum ferebatur Eucharistiae Sacramentum. Sollemne propterea ei erat Christum panis sub specie latentem cotidie religionis causa visere, et, postquam facta est ipsi facultas, singulis quoque diebus eiusdem Domini Corpus suscipere. Quo in pietatis studio defixus, erga Deiparam tamquam filius erga matrem erat animatus, eam adamabat mirifice perpetuisque venerabatur obsequiis. Cum igitur anno millesimo octingentesimo quinquagesimo quarto sollemnia agerentur ob pronuntiatum a Summo Pontifice doctrinae caput, quo credimus Beatam Mariam Virginem fuisse ab origine omnis labis expertem, Dominicus, ante Dei Genetricis aram genibus nisus, eidem se devovit eamque praecipuam adoptavit apud Deum Patronam. Eius honori peculiare opus condere in animum induxit, idque dum floreret aetate, dum tempus nempe sibi suppeteret ; instituit enim sodalitatem a Beata Maria Virgine sine labe concepta, in qua ii asciscerentur pueri, quibus esset propositum ut ad sanctimoniam ipsi, Deiparam praesertim excolendo, contenderent, ceteris forent auctores vitae probae et integrae iisque, rebus in afflictis, christianam afferrent levationem. Tam alta igitur mente praeditus puer divino quodam instinctu ad sacerdotium nitebatur, atque, Salesianae familiae legiferi patris exemplo, Deum precibus compellans, ut sibi animas daret, studio inflamniabatur salutis alienae. Itaque, discipulus cum esset, sociis aliisque aequalibus exstitit christianae doctrinae praeceptor, neque dubitavit monere eos, quamvis aetate maiores, qui exsecranda in Deum verba emoverent. Pro summa quoque morum festivitate, interdum urbanis facetiis vel propositis praemiis sodales induxit ut animi sordes apud sacerdotem rite expiarent atque caelestis epuli fierent participes. Rudibus praesertim et illiberalibus sociis operam navavit atque studium, pacemque inter altercantes admirabili sagacitate conciliavit. Qua autem erat verecundia, graviter solebat morari eos, qui vel subobscenum aliquid dicerent, admitterent. Castimoniam enim ipse coleus quasi summum animi ornamentum, inviolato pudore vitae illecebras transivit ; hanc ut servaret, cupiditates frangere consueverat, praesertim oculos cohibere, ita ut Sanctum Aloisium imitatione propius expri-

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meret, ac denique praegracile corpusculum voluntariis castigationibns macerare. Dominiens ergo, cum tam breve aevum maxima cum pietate traduceret, iis est dignatus muneribus, quibus solet sanctitas etiam in terris commendari. Etenim, quemadmodum Sanctus Ioannes Bosco, spectator ac testis gravissimus, narrat, coram Augusto Sacramento, mente quasi a corpore revocata, visus est preces perpetuans ; ad virum quendam animam agentem, qui a fide catholica defecerat, eundem deduxit Ioannem Bosco, valde mirantem quod puer, qui vitam duceret umbratilem, periculum homini illi impendens cognovisset. Itaque, omnes cogitationes, omnia studia sua in uno Deo figens, iam in fastigio sanctitatis stetit, qui modo coepisset ascendere, metam tetigit, qui vix currere instituisset. Propter adversam valetudinem sacrum illud ephebeum relinquere coactus, moderatores ac sodales, instantis mortis haud inscius, valere iussit et, ut omnes in beata Caelitum sede videret, vota fecit. Aegritudinis molestias dum forti tolerat animo, mentem ab humanis rebus semovit ; laetus e terra concessit, cui non haeserat, ad caelum properavit, in quo iam diu cogitatione erat versatus ; e puri corporis quasi receptáculo purus dimissus est animus ut, qui virgo piaculum non admisisset, virginum praemio citius in aevum f meretur. Vespere ergo diei noni mensis Martii, anno millesimo octingentesimo quinquagesimo septimo, in pago Mondonio omnibus Ecclesiae praesidiis comparatus est ad vitae exitum. Brevi correptus somno, confestim oculos aperuit, suave exclamans : Yale, bone pater! Oh, quam mira video! atque, ad domum sempiternam Dei evectus, videre perrexit ea, quae mortalium aspectu nequeunt comprehendi. Morti tam praeclari adulescentuli, qui, caelestis beatitatis particeps, castimoniae, sanctitudinis, humanitatis suae triste desiderium reliquit, parentes, praepositi, sodales sunt illacrimati. Exanime corpus, funere honeste celebrato, in eiusdem pagi sepulcreto fuit tumulo confectum; unde post quinquaginta annos in Taurinense Templum Beatae Mariae Virginis Auxiliatricis, scilicet in suae societatis sedem praecipuam, Salesiani sodales illud transferendum curaverunt. Quos ergo vivens habuerat principes ac magistros ad ineundam sanctissimae vitae rationem, cum iis est mortuus Dominicus Savio coniunctus. Ea etiam statim post obitum coepit florere virtutum fama, quae mortalium omnes ápices transcendit ; eam autem Deo, uti ferebant, caelesti-

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bus signis confirmante, causa de Beatorum Caelitum honoribus famulo Dei decernendis agi coepta est. Ordinariis igitur, quos dicunt, processibus rite institutis de eius vitae sanctimonia iisque a Sacra Rituum Congregatione probatis, Sanctus Pius X, Decessor Noster, introductionis causae commissionem die undecimo mensis Februarii, anno millesimo nongentesimo quarto decimo, sua signavit manu. Processibus deinde Apostolicis rite absolutis, de virtutibus theologalibus et cardinalibus Servi Dei disceptatum est, quas, post acres investigationes probationesque, eundem heroum in modum coluisse Pius XI, item Decessor Noster, edito decreto die nono mensis Iulii, anno millesimo nongentesimo tricesimo tertio, pronuntiavit. Cum deinde quaereretur de miraculis, quae, venerabili famulo Dei deprecante, a Deo ferebantur patrata, ac de quibus in Sacrae Rituum Congregationis coetibus actum est, Nos, die undecimo mensis Decembris, anno millesimo nongentesimo undequinquagesimo, lato decreto sollemniter diximus: Constare de duobus propositis miraculis, videlicet de instantánea perfectaque sanatione cum pueri Sabatini Albano a gravissima septicohaemia cum bronchio-pneumonía bilaterali basilari, néphrite acuta haemorrhagica et séptica meningite, tum Mariae a Consolatione Adelantado a gravi fractura comminuta intra-articulari cum luxatione articulari et ulceratione in sinistro cubito. Hisce autem miraculis rite probatis, unum supererai dubium excutiendum, an, scilicet, venerabilis Dei famulus inter Beatos Caelites tuto foret recensendus. Quod dubium a dilecto Filio Nostro Alexandro Cardinale Verde, Causae Relatore, propositum fuit in generali Sacrae Rituum Congregationis conventu, die tertio decimo mensis Decembris, anno millesimo nongentesimo undequinquagesimo, coram Nobis celebrato ; omnesque tum Patres Cardinales, tum eiusdem Sacrae Congregationis Consultores unanimo consensu id affirmaverunt. Nos vero, impensis ad Deum precibus admotis, die tandem duodecimo mensis Ianuarii, anno millesimo nongentesimo quinquagesimo, astante venerabili Fratre Nostro Clemente Cardinale Micara, Sacrae Rituum Congregationis tum Praefecto, et, quem diximus, Alexandro Cardinale Verde, atque dilectis Filiis Alfonso Carinci, eiusdem Sacri Consilii Antistite ab actis, et Salvatore Natucci, Fidei Promotore Generali, sollemniter pronuntiavimus : Tuto procedi posse ad Venerabilis Dominici Savio Beatificationem. Quae quidem sacra in Vaticana Basilica, Christifidelium multitu-

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dine plurimisque Salesianae Societatis sodalibus atque adulescentibus astantibus, die quinto mensis Martii, eodem quem memoravimus anno, translaticio Sedis Apostolicae ritu celebrata sunt. Cum vero, novensili Beato deprecante, alia a Deo dicerentur patrata prodigia, Causa de Sanctorum Caelitum honoribus eidem decernendis paulo post resumpta fuit. Institutis igitur apostolicis, quos dicunt, processibus de miris sanationibus, eodem hoc Beato suffragante, impetratis, duae ab actoribus sunt propositae, quibus Dominici Savio sanctitas comprobaretur. Primum miraculum contigit Mariae Porcelli, Villelmi Gianfreda cuiusdam uxori, gravissimo correptae morbo, quem medici appellant anhaemiam acutam ob intraperitonealem haemorrhagiam. Omni spe sanationis ad irritum redacta, atque aegrota in summum adducta discrimen, medicus ipse die vicesimo quarto mensis Martii, anno millesimo nongentesimo quinquagesimo, Beati Dominici Savio auxilium imploravit. Paulo post inclinata iam in melius infirmae valetudo est, atque vespere eiusdem diei omnia mortifera morbi signa disparue r unì. Quam sanationem perfectam fuisse atque vires excessisse naturae viri artis medicae periti affirmaverunt. Nec minus perspicuum fuit alterum miraculum, quod accidit Antoniae Micelli, uxori Eugenii Miglietta, morbo affectae, quem medici edixerunt sinusitem maxillarem purulentam chronicam reacutizatam dexteram cum prognosi reservata quod ad valetudinem. Admotis autem ad Beatum Dominicum precibus, die octavo mensis Martii, eodem anno, extemplo aegrota ad sanitatem plane, praeter vires naturae, rediit. De utraque sanatione ex more cum in medicorum Collegii conventu, tum in sueto S. Rituum Congregationis comitio, ac postremo coram Nobis die quarto mensis Maii, hoc anno, disceptatum est ; quo in generali conventu, Alexandro Cardinale Verde, Causae Relatore, dubium propo nente : An et de quibus miraculis constet in casu et ad effectum de quo agitur, omnes, qui affuérunt, cum Patres Cardinales tum Praelati Officiales et Consultores cunctis sententiis id affirmaverunt. Quod responsum probantes ratumque habentes, ediximus : Constare de instantánea perfectaque sanatione cum Mariae Gianfreda Porcelli ab anhaemia acuta ob intraperitonealem haemorrhagiam, tum Antoniae Miglietta Micelli a sinusite maxillari purulenta chronica reacutizata dextera. Quibus expletis, Nos S. R. E. Cardinalium, S. Rituum Congregationis Officialium, Praelatorum et Consultorum vota scripto relata con-

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firmantes, die octavo eiusdem mensis Maii decretum ediximus: Tuto procedi posse ad sollemnem B. Dominici Savio Canonizationem. Considerantes vero de re gravissima agi, Consistorium indiximus in diem vicesimum mensis Maii, hoc anno, ut in eo Patrum Cardinalium, Patriarcharum, Archiepiscoporum, Episcoporum et Abbatum « nullius», Consistorii die in Urbe futurorum, sententiam exquireremus de Canonizatione Pii X, Pontificis et Confessoris ; Petri Aloisii Chanel, Martyris, Sodalis Societatis a Maria ; Gasparis Del Bufalo, Confessoris, Auctoris Congregationis Missionariorum a Pretiosissimo Sanguine ; Iosephi Pignatelli, Confessoris, e Societate Iesu ; Dominici Savio, Confessoris; et Beatae Mariae Crucifixae Di Rosa, Virginis, Legiferae Matris Instituti Ancillarum a Caritate. Ante statutum autem diem, iussimus ut ad eos qui Consistorio essent interfuturi commentaria mitterentur de vita, virtutibus, miraculis et de Causis singulorum Beatorum, quorum mentionem fecimus, ut, re plane cognita, sententia ferri posset. Quod Consistorium die, quem diximus, vicesimo mensis Maii in certa Vaticani Palatii aula celebratum est; in quo postquam Nos brevi oratione astantes allocuti sumus, dilectus Filius Noster Caietanus S. R. E. Cardinalis Cicognani ostendit aequum esse ut Beatorum illorum et Beatae illius, quos diximus, memoria summis consecraretur honoribus ; atque a Nobis postulavit ut ad optatissimum Canonizationis ritum quam primum deveniremus. Quibus peractis, Nos astantes Cardinales et sacrorum Antistites rogavimus ut quid de propositis Causis sentirent singuli Nobis significarent. Omnium ergo suffragiis exceptis, laeto animo didicimus ab iis concordi sententia Beatos illos ac Beatam illam plane dignos aestimari qui fulgido Sanctorum diademate decorarentur. Nos propterea diem diximus eiusmodi sollemnibus in Vaticana Basilica celebrandis. Quod attinet ad Canonizationem Dominici Savio et aliorum quattuor Beatorum, quos post Pium X memoravimus, diem statuimus duodecimum mensis Iunii. Interea astantes Purpuratos Patres et sacrorum Antistites atque universos Christifideles rogavimus ut suas Nostris precibus adiungere vellent, ut fausta ac salutaria, quae iam praestolabamur, catholicae rei obvenirent. De hisce omnibus ut iuridice confluerent acta Protonotariis Apostolicis qui aderant mandavimus. Cum autem praestitutus dies illuxit Beato Dominico Savio aliisque, quos diximus, Sanctorum corona decorandis, cuncti saecularis et regularis cleri ordines, plurimi Romanae Curiae Praelati et Officiales non

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pauci Abbates, plures sacrorum Antistites, atque amplissimum Patrum Cardinalium Collegium in Vaticanum Palatium convenerunt. Quibus omnibus sollemni supplicantium ritu procedentibus ac precationes Caelestium Curiae admoventibus hymnumque <( Ave, Maris Stella » Praecinentibus, Nos ipsi, e sacello Sixtino exeuntes, hora sexta post meridiem, in Petrianae Basilicae forum, magno fidelium ex universo paene terrarum orbe numero frequens, descendimus et ad Solium Nostrum, ante maiorem eiusdem Basilicae portam iam collocatum, perreximus. Tunc, praestita Nobis ab astantibus Cardinalibus oboedientia, dilectus Filius Noster Caietanus Cardinalis Cicognani, perorante dilecto filio Camillo Corsanego, Consistorialis Aulae Advocato, instanter, instantius, instantissime postulavit ut Nos Beatum Dominicum Savio et quattuor alios Beatos, quos iam diximus, summis sanctitatis honoribus decoraremus. Cui Consistoriali Advocato per dilectum Filium Antonium Bacci, ab epistulis ad Principes, respondimus iam in eo esse ut Nos huiusmodi postulationi concederemus. Hymnum itaque « Veni, Creator Spiritus » cum confertissima fidelium turba cañen tes, a Divino Paraclito imploravimus ut superni luminis copia magis magisque menti Nostrae coruscaret. Dein in divi Petri Cathedra sedentes, ut supremus universae Christi Ecclesiae Magister, sollemniter pronuntiavimus : Ad honorem Sanctae et individuae Trinitatis, ad exaltationem Fidei Catholicae et Christianae Religionis augmentum, auctoritate Domini Nostri Iesu Christi, Beatorum Apostolorum Petri et Pauli ac Nostra, matura deliberatione praehabita et divina ope saepius implorata, ac de venerabilium Fratrum Nostrorum S. R. E. Cardinalium, Patriarcharum, Archiepiscoporum et Episcoporum in Urbe exsistentium consilio, Beatos Petrum Aloisium Chanel, Märtyrern, Gasparem Del Bufalo, Iosephum Pignatelli, Dominicum Savio, Confessores, et Mariam Crucifixam Di Rosa, Virginem, Sanctos et Sanctam esse decernimus et definimus, ac Sanctorum catalogo ascribimus: statuentes eorum memoriam quolibet anno die eorum natali, nempe Petri Aloisii die vicesima octava Aprilis inter Sanctos Martyres, Gasparis die vicesima octava Decembris, Iosephi die decima quinta Novembris, Dominici die nona Martii inter Sanctos Confessores non Pontifices, et Mariae Crucifixae die decima quinta Decembris inter Sanctas Virgines non Martyres pia devotione recoli debere. In nomine Papßtris et FiÇfclii et SpiritusffcSaneti. Amen. Qua formula prolata, precibus annuentes eiusdem Cardinalis Cicognani, per eundem Advocatum Consistorialem Nobis oblatis, hasce De-

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creíales sub plumbo Litteras confici et expediri iussimus, praesentibus vero Protonotariis Apostolicis ut de bac Canonizatione publicum confluerent instrumentum mandavimus. Deinde, postquam sermonem de novensilium Sanctorum virtutibus habuimus, ut gratias omnipotenti Deo haberemus, hymnum « Te Deum laudamus » cum astantibus cecinimus, atque Sanctorum illorum ac Sanctae illius patrocinium primi invoca vimus. Mane vero huius diei, venerabilis Frater Noster Eugenius, Episcopus Suburbicaria Ostiensis ac Portuensis et S. Rufinae, S. R. E. Cardinalis Tisserant, S. Collegii Decanus, in Petriana Basilica, magnifice exornata, divinum sacrificium ad aram maximam pontificali ritu litavit, cui Nos e Solio Nostro affuimus praesentes. Omnibus itaque, quae inspicienda erant, bene perpensis, certa scientia ac de Nostrae Apostolicae auctoritatis plenitudine, quae supra memoravimus, confirmamus atque universae Christi Ecclesiae denuntiamus, mandantes ut harum Litterarum exemplis vel excerptis, etiam typis impressis, manu tamen alicuius Apostolici tabellionis subscriptis et sigillo munitis, eadem prorsus tribuatur fides, quae iisdem hisce Nostris Litteris haberetur, si ostenderentur. Nemini autem iis, quae per has Litteras Nostras statuimus, obniti liceat. Quod si quis temere ausus fuerit, indignationem omnipotentis Dei et Sanctorum Apostolorum Petri et Pauli se noverit moturum. Datum Romae apud S. Petrum, die tertio decimo mensis Iunii, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. Ego PIUS, Catholicae Ecclesiae Episcopus.

£¡3 Ego EUGENIUS Episcopus Ostiensis ac Portuensis et S. Rufinae Cardinalis TISSERANT, Sacri Collegii Decanus. 83 Ego CLEMENS Episcopus Veliternus Cardinalis MICARA.

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£B Ego IOSEPH Episcopus Albanensis Cardinalis PIZZARDO.
£8 Ego BENEDICTUS Episcopus Praenestinus Cardinalis A L O I S I MASELLA.

Ego Fr. ADEODATUS IOANNES Episcopus Sabinensis et Mandelensis
Cardinalis PIAZZA.

Ç$ Ego FRIDERICUS Episcopus Tusculanus Cardinalis TEDESCHINI, Datarius Sanctitatis Suae. Ego ALEXANDER- titulo S. Mariae in Cosmedin Presbyter Cardinalis
VERDE.

Ego PETRUS titulo S. Crucis in Hierusalem Presbyter Cardinalis FuMASONI BIONDI.

Ego CELSUS titulo Ss. Nerei et Achillei Presbyter Cardinalis COSTANTINI, S. R- E. Cancellarius. Ego CAIETANUS titulo S. Caeciliae Presbyter Cardinalis CICOGNANI. Ego VALERIUS titulo S. Silvestri in Capite Presbyter Cardinalis
VALERI.

Ego PETRUS titulo S. Praxedis Presbyter Cardinalis CIRIACI. Ego NICOLAUS S. Nicolai in Carcere Tulliano Protodiaconus Cardinalis CANALI, Paenitentiarius Maior. Ego IOANNES S. Georgii in Velo Aureo Diaconus Cardinalis MERCATI. Ego ALAPHRIDUS S. Mariae in Domnica Diaconus Cardinalis OTTAVIANI. CELSUS Card. COSTANTINI
S. R. E. Cancellarius

CAIETANUS Card. CICOGNANI
S. Rituum Congregationis Praefectus

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

Albertus Serafini, Proton. ApostSilvius Sericano, Proton. Apost.
Loco Plumbi

E x p e d i t a d i e X X I I D e c . a n n o Pontif. X V I .

In

Cane.

Ap.

tab.,

vol.

LXXXVIII.

n.

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BEATAE M A R I A E C R U C I P I X A E DI ROSA, L E G I F E R A E M A T R I I N S T I T U T I A N C I L L A R U M A CARITATE, V I R G I N I , SANCTORUM HONORES DECERNUNTUR.

PIUS
AD

EPISCOPUS
REI MEMORIAM

SERVUS S E R V O R U M DEI PERPETUAM

Sinceram caritatem esse summam christianae religionis Sacrae Litterae aperte testantur: cum enim quaesivisset a Christo scriba quod esset princeps ac praestantissimum universae Legis mandatum, respondit Iesus ante omnia prorsus esse Deum toto pectore diligendum ; alterum autem praeceptum huic simile esse : quo scilicet alios homines pari atque nosmetipsos amore et caritate prosequamur. Cetera vero divini codicis iussa, sive praescriptiones prophetarum, hoc bino mandato contineri. Necesse est igitur eum qui sancta Christi vult premere vestigia, firmissimo dilectionis fundamento erga Deum et homines niti, quo si careat, nullam potest ne virtutem quidem attingere, nedum sanctitatem consequi. Quae cum ita sint, placet Nobis, in cuius manibus posuit Deus christiani gregis custodiam, exempla honestissimae ac sanctissimae mulieris vobis consideranda proponere, quae nihil omnino sibi parcens, omnia sua consilia et cogitationes ad Dei amorem rettulit, industriamque suam omnem cunctosque labores in civium utilitatem impendit. Dives ac benigna terra, quae puellam edidit die sexto mensis Ianuarii, anno millesimo octingentesimo decimo tertio, Brixia est, Cisalpinae regionis urbs ; parentes vero, per quos vitales auras hausit, fuere Clemens Di Rosa, Eques, et Camilla ex Comitibus Albani, homines omni virtutum laude cumulati. Qui natae puellae, cum aquis Baptismi ablueretur, nomina indiderunt Paulae, Franciscae, Mariae. Cum Paula septimum aetatis annum attigisset, sacro chrismate inuncta est : cum vero undecimum ageret, digna visa ut Christo, in Eucharistiae Sacramento latente, pasceretur. Qui sane praesenti suae gratiae pignore ea quae ipsa de adipiscenda sanctitudine proposuerat, menteque agitabat, firmavit. Haud multo post, gravissimo eoque pernicioso morbo correptae iam

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nihil superesse videbatur praeter sepulcrum ; sed Dei bonitate et misericordia omnino convaluit. Amissa misere matre, sacris virginibus traditur custodienda, quae a Beatae Mariae Virginis Visitatione cognominabantur. Quibus moderantibus, impossibile est dictu quantum modestia, pietate, doctrina puella profecerit. Siquando vero quaeritur ab ea quidnam cum Christo loquatur tot horis consumptis in precibus fundendis, respondit Paula candido ore se hoc unum a Deo expostulare ut, eius amore capta, omnia possit ipsi et cum ipso pati. Domum reversa, quae sibi cotidianae vitae essent proposita et instituta scripto adumbrat : velle se mane non modo maturius e lectulo surgere, atque per unius horae spatium christianas veritates intento animo commentari, sed etiam et sacro cotidie adesse, et Christo in Eucharistiae Sacramento sincera pietate vesci ; quo iuvante cupiditates sensusque suos omnes, at praesertim oculos, refrenare, modestissimoque cultu corporis uti. Quo vero magis Deo placeret, oblatam sibi a perillustri viro honesti conubii condicionem quasi fastidiens respuit, et sponsionem cum Iesu Christo fecit se in posterum quoque tempus castissime et sanctissime esse vic turam. Interea eius pater, cum eximiam Paulae virtutem et industriam perspectam haberet, tum domus negotia ei curanda tradit, tum, paulo post officinae filis bombycinis nendis, quam Aquaefrigidae, haud longe a Mantua, habebat regimen dat. Videres igitur puellam amabili bonitate inter operarías versari, earum commodis et utilitatibus inservire earumque animos diligenter christiana imbuere veritate. Eius autem eximia animi virtus et fortitudo tunc maxime patuit pulcherrimoque enituit, cum Brixiae quoque fines cholera morbus pervasit. Qua tempestate, cum aegrotus in aegrotum caderet, omnesque cives, contagio ferriti, ab iis abhorrèrent, Paula publicum valetudinarium cum quadam amica ingressa, egentibus adest. Eo vero nobiliore exemplo aliae quoque puellae raptae, eius vestigia sequuntur miserisque praesto sunt. Exstincto morbo, cum Paula persensisset se huius vitae genere trahi, quo meliore poterat modo, inceptum opus persequi voluit. Huius rei gratia valetudinarium cotidie adibat, eximiae caritatis plurima edens exempla. Nec interim alia virtutis opera omittebat. Nam et regimine suscepto Domus ab industria, quae dicebatur, sollicitam puellarum curam egit, quae se vitiorum illecebris dederant; et ludum suo sumptu aperuit

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surdis et mutis mulieribus ; et in informanda christianis veritatibus iuventa incubuit, si posset meliorem facere et ad pietatem reducere. Manebant tamen eam longe alii labores, quos Dei instinctu susceptura erat. Cum enim animadvertisset in valetudinario aegrotos accuratiore egere vigilantia, tum primum de collegio sacrarum virginum condendo cogitavit quae iisdem assisterent. Quod consilium cum sive Episcopus Brixiensis sive civiles potestates probavissent, Paula emptas patris pecunia nonnullas aedes necessitati accommodât, ac mense Maio ineunte anni millesimi octingentesimi quadragesimi, exiguam amicarum manum eodem colligit. Quae volentes dilectionem, qua in Deum et in ceteros homines ferebantur, ipsa quoque appellatione profiteri, se cognominari censuerunt : <( Ancillas a Caritate ». Quandoquidem vero solent in hominum vita tristia laetis alterne succedere, ideo factum est ut, etsi Episcopus et longe maxima civium pars Paulae facta eiusque sodalium comprobabant, invidi tamen homines odia, iniurias, criminationes primo spargerent in populum, tum apertius apud omnes, mox ad aures civilis potestatis déferrent. Res eo pervenit ut inceptum opus paene mergeretur, immenso Paulae omniumque Ancillarum dolore. Deo autem propitio, et adversa rerum hominumque voluntas paulatim cedere coepit, et Praefectus civitatis Mediolanensis Christi virgines magnifice laudavit. Quae insuper, anno millesimo octingentesimo quadragesimo tertio, novam Domum sibi a piissimo Paulae patre conditam laeto animo habitare coeperunt. Sed praeterquam quod Paula nonnullas sui operis adiutrices morte amisit, et ipsum Cremonensem Episcopum, qui ei firmo praesidio erat, tot mala, incommoda, perturbationes passa est, ut sive corpus sive animus miseriarum cumulo quasi conficeretur. Haec tamen rerum adversarum procella eius coepta fecundasse videtur, cum ea id temporis mirum in modum fioruerint. Haec inter, anno millesimo octingentesimo quadragesimo septimo, sacrum Consilium Episcoporum et Regularium, quod dicebatur, sollemni decreto edito, Ancillarum a Caritate sodalitatem probavit amplissimasque verbis laudavit. Sed iam subit atrocis belli saeva tempestas, cum tot Cisalpinae regionis urbes, Austrorum imperium detrectantes, rebellarunt : quas inter Brixia quoque fuit. In ea rerum iniquitate Ancillae a Caritate, nulli parcentes neque operi neque labori, aegrotis, miseris, sauciatis, perfu-

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gis, tanta cura affuerunt, ut sive de religione sive de patria quam qui optime mererentur. Iis vero diebus exactis, cum iterum cholera morbus omnem regionem appeteret, rogantur Ancillae ut diro contagio tactos in publico valetudinario curent. Quae omnes, nulla excepta, genu flexo coram Paula, in summo beneficio impetrarunt ut ad id muneris potissimum eligerentur. Sed iam Christi virgo aliam calamitatem passa est : nam anno millesimo octingentesimo quinquagesimo, eius pater pio exitu moritur. Tunc Paula, iam sola et ab omni terrenarum rerum affectu omnino expedita, uni Deo adhaerere potuit ac sodalitati servire. Quae si, iuvante Dei gratia, fines longe lateque diffundebat, ac, ceu arbor, iucundis ferax decorabatur frondibus, floribus, unum tamen ei deerat, quod rem fere contineret : ut, videlicet, tum Romani Pontificis tum Austriaci Imperatoris decreto sanciretur. Huius ergo rei obtinendae magna spe acta, Paula Romam petit; ibique, cum in conspectu Summi Pontificis Pii IX, Decessoris Nòstri, stetisset, ea sapientia et efficacitate sodalitatis causam egit, ut vix aliquot exactis diebus, die scilicet vicesimo secundo mensis Decembris, anno millesimo octingentesimo quinquagesimo, et normae et leges, quas Ancillis servandas praescripserat, Pontificis oraculo omnino probatae fuerint. Paulo post, tandem Imperatore consentiente, ad iuridicam Societatis Ancillarum constitutionem ventum est. Quae sollemnissimo ritu ac magna populi frequentia die duodevicesimo mensis Iunii, anno millesimo octingentesimo quinquagesimo secundo, Brixiae, in templo S. Laurentii, celebrata est. Eo candidissimo die Paula, sacra induta veste, Christo, Dei Filio, se suamque vitam iterum devovet, sumpto Mariae Crucifixae cognomine, quo aperte eius patiendi voluntas significaretur. Volens autem promissis stare, eodem ipso die omnibus bonis, quae habebat, Ancillarum coetum liberali animo donavit, nihil omnino suis usibus servans. Cum vero recens conditae sodalitatis, omnibus probantibus, Antistita electa fuisset, incredibile est dictu qua sollertia, rebus saepe adversis, allaboraverit ut eiusdem sodalitii vires augeret. Qua de re, et nova huc illuc condidit sacra domicilia, et puellarum curam suscepit, et pueros, quos inhumanae matres deseruissent, custodivit, et domos denique excipiendis mulieribus parituris, civilis auctoritatis rogatu, rexit et administra vit. Quae dum peragit studiosissima Christi famula, novo eoque acutis-

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simo morbo temptatur ; sed Ancillis perdolentis Christi Matris opem implorantibus omnino convaluit. Nec tamen adversa sistunt : ex improviso enim cholera morbus, ceu effuso maiorum imbre, sua contagione regionem pervadit, et, scatentibus iam miseria valetudinariis, tertio expetitur Ancillarum caritas. Quod ad Mariam Crucifixam attinet, iam inexorabilis dies adventabat, quo subeunte vita cederet. Cuius rei quasi praescia, vel magis animi alacritatem incendere visa est, sive novis caritatis operibus impigre excitatis, sive praecipue novis Domibus in Dalmatia et in Italia aedificatis. Cum autem a pago Bussolengo, quem Itali dicunt, rediret, graviter aegrotare coepit. Cumque certo praesentiret supremum diem sibi imminere, properavit Brixiam, civitatem suam, contendere; ibique, Immaculato conceptu dulcissimae Christi Matris sollemnibus supplicationibus celebrato, die quinto decimo mensis Decembris, anno millesimo octingentesimo quinquagesimo quinto, sacro Eucharistiae Sacramento recreata, morte lumina clausit Deoque maximo animam reddidit. Cuius piissimae ac placidissimae mortis nuntium cum cito fama in urbem pervulgasset, haec una in populum serpere vox : « Sororem scilicet Mariam Crucifixam esse Sanctam ». Quae populi opinio non irrita, non vana fuit. Nam cum post mortem varia prodigia, eadem Dei famula deprecante, a Deo ferrentur patrata, de beatorum Caelitum honoribus eidem decernendis Causa coepta est agitari. Itaque, cum in episcopali Brixiensi Curia de eius vitae sanctimonia inquisitiones, ordinaria auctoritate institutae, rite absolutae fuissent, cumque S. Rituum Congregatio easdem probavisset, S. Pius X, Decessor Noster, adhibitis sibi precibus concedens, die decimo mensis Decembris, anno millesimo nongentesimo tertio, ut Causa induceretur indulsit. Ceteris ad normam iuris religiose exactis, inquisitiones apostolicae habitae sunt de venerabilis servae Dei virtutibus sive theologalibus sive cardinalibus, quas heroicum gradum attigisse Pius XI, Decessor Noster, omnibus rite perpensis, die decimo mensis Iulii anno millesimo nongentesimo tricesimo secundo sollemni sanxit decreto. Tum quaestio de miraculis, quae eadem Dei virgine deprecante patrata dicebantur, prius in antepraeparatorio et praeparatorio Sacrae Rituum Congregationis comitiis agitata fuit, ac deinde in generali coram Nobis habito. Quibus rite peractis, Nos, ad altare .sacris operati, die vicesimo quinto mensis Februarii anno millesimo nongentesimo quadragesimo sollemniter decrevimus : constare de duobus miraculis a Deo per vene-

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rabilis Mariae Crucifixae Di Rosa intercessionem patratis, nempe : de instantánea perfectaquesanatione tum Carolinae Zucchi a morbo Pottiano cervicali et dorsuali cum medullari compressu, cum Rosae Gottardi a gravissima syndrome hepática ex retentione biliari. Unum porro post haec erat discutiendum : an, stante approbatione virtutum et duorum miraculorum, venerabilis Dei famula Maria Crucifixa Di Rosa ad beatorum Caelitum honores tuto provehi posset. De quo dubio die quinto mensis Martii, eodem anno millesimo nongentesimo quadragesimo, coram Nobis actum est, qui, secunda omnium sententia audita, die decimo septimo eiusdem mensis et anni proprio sanximus decreto : tuto procedi posse ad sollemnem venerabilis servae Dei Mariae Crucifixae Di Rosa Beatificationem. Huius autem Beatificationis sollemnia statis celebribusque caerimoniis in Vaticana Basilica die vicesimo sexto mensis Maii, eodem anno, magno cum splendore ingeniique populi frequentia habita sunt. Cum vero post decretos eidem Beatae supernorum Caelitum honores eiusdem percrebuisset cultus, et ipsa deprecante, nova dicerentur a Deo effecta miracula, supplices Apostolicae huic Sedi preces admotae sunt ut Causa eiusdem Beatae sanctitatis infula decorandae resumeretur. Quibus votis die septimo mensis Ianuarii anno millesimo nongentesimo quinquagesimo primo libenter ipsi annuimus. Duo propterea miracula Sacrae Rituum Congregationi proposita sunt quae hic breviter narrantur. Prius miraculum Ioanni Alberti contigit, Bagolini, in oppido Brixiensis dioecesis, qui ob acutam appendicitem cum peritonite pariter acuta iam iam erat obiturus. Sed cum sanationis petendae causa novendiales supplicationes honori beatae Mariae Crucifixae coeptae essent, octavo precationis die fere exacto, aegrotus e morbo omnino convaluit. Alterum miraculum mulierem quandam spectat, nomine Magdalenam Salvioni, Ioannis Baptistae Benellini uxorem, ex oppido <( Sabbio Chiese », in Brixiensi dioecesi. Quae ob ileum postoperatorium ex adhaerentiis tam graviter aegrotabat, ut infausta omnino a medicis edita fuerit prognosis quoad vitam ipsam infirmae. Cum vero eius vir eiusque necessarii beatae Mariae Crucifixae opem enixe imploravissent, cumque ipsa infirma eiusdem Beatae imaginem dolenti corporis parti imposuisset, altero die repente sana facta est et a quovis confirmata languore. De quibus miraculis sive periti medici sive Sacrae Rituum Congregationis medicorum Collegium disceptaverunt atque, omnibus perpensis
16 - A C T A , vol. XXII, n. 5. — 22-4-1955.

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adiunctis, huiusmodi sanationes naturae vires prorsus excessisse pronuntiaverunt. Sive de priori sive de altera sanatione tum in praeparatorio Sacrae Rituum Congregationis conventu, die duodecimo mensis Maii anno millesimo nongentesimo quinquagesimo tertio habito, tum in generali coram Nobis die decimo septimo mensis Novembris eodem anno disceptatum est. Quo in generali comitio venerabilis Frater Noster Clemens S. R. E. Cardinalis Micara, Episcopus Suburbicarius Veliternus et Sacrae Rituum Congregationis tunc Pro-Praefectus, Causae Relator, proposuit discutiendum : an et de quibus miraculis, post indultam eidem Beatae ab Apostolica Sede venerationem, constet in casu et ad effectum de quo agitur. Atque tum Patres Cardinales, qui aderant, tum Officiales Praelati et Consultores eiusdem Sacrae Congregationis propositas sanationes miraculo tribuendas esse affirmarunt. Nos igitur, huiusmodi omnium sententia audita, die decimo septimo mensis Ianuarii, hoc anno, sollemniter ediximus : constare de instantánea perfectaque sanatione, beata Maria Grucifiœa Di Rosa intercedente, cum Ioannis Alberti ab acuta appendicite cum peritonite acuta circumscripta, tum Magdalenae Benellini Salvioni a gravi ileo postoperatorio ex adhaerentiis. Quibus expletis, Nos S. R. E. Cardinalium, Sacrae Rituum Congregationis Officialium Praelatorum et Consultorum vota scripto relata confirmantes, die secundo mensis Aprilis decreto ediximus : tuto procedi posse ad sollemnem beatae Mariae Crucifixae Di Rosa Canonizationem. Considerantes vero de re gravissima agi, Consistorium indiximus in diem vicesimum mensis Maii, hoc anno, ut in eo Patrum Cardinalium, Patriarcharum, Archiepiscoporum, Episcoporum et Abbatum « nullius », Consistorii die in Urbe futurorum, sententiam exquireremus de Canonizatione Pii X, Summi Pontifiicis ; Petri Aloisii Chanel, Martyris, sodalis Societatis a Maria ; Gasparis Del Bufalo, Confessoris, auctoris Congregationis Missionariorum a Pretiosissimo Sanguine; Iosephi Pignatelli, Confessoris, e Societate Iesu; Dominici Savio, Confessoris; et beatae Mariae Crucifixae Di Rosa, Virginis, legiferae Matris Instituti Ancillarum a Caritate. Ante statutum autem diem, iussimus ut sacrorum Antistitibus commentaria mitterentur de vita, virtutibus, miraculis et de Causis singulorum Beatorum, quorum mentionem fecimus, ut qui in Consistorio interfuturi essent, re plene cognita sententiam ferre possent.

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Quod Consistorium die, quem diximus, vicesimo mensis Maii, in certa Vaticani Palatii aula celebratum est; in quo, postquam Nos brevi oratione astantes allocuti sumus, dilectus Filius Noster Caietanus S. R. E. Cardinalis Cicognani, S. Rituum Congregationis Praefectus, ostendit aequum esse ut Beatorum illorum et Beatae illius, quos diximus, memoria summis consecraretur honoribus ; atque a Nobis postulavit ut ad optatissimum Canonizationis ritum quam primum deveniremus. Quibus peractis, Nos astantes Cardinales et sacrorum Antistites rogavimus ut quid de propositis Causis sentirent singuli Nobis significar ent. Omnium ergo suffragiis exceptis, laeto animo didicimus ab iis concordi sententia Beatos illos ac Beatam illam plane dignos aestimari qui fulgido Sanctorum diademate decorarentur. Nos propterea singulorum Beatorum Canonizationi diem statuimus : beati scilicet Pii X diem undetricesimum mensis Maii; beatae vero Mariae Crucifixae Di Rosa aliorumque quattuor Beatorum, quos diximus, diem duodecimum mensis Iunii. Interea astantes purpuratos Patres et sacrorum Antistites atque universos christifideles rogavimus ut suas Nostris precibus adiungere vellent, ut fausta ac salutaria, quae iam praestolabamur, catholicae rei obvenirent. De hisce omnibus ut iuridice conficerent acta Protonotariis Apostolicis qui aderant mandavimus. Cum autem praestituta dies illuxit beatae Mariae Crucifixae Di Rosa aliisque, quos diximus, Sanctorum corona decorandis, cuncti saecularis et regularis cleri ordines, plurimi Romanae Curiae Praelati et Officiales, non pauci Abbates, plures sacrorum Antistites, atque amplissimum Patrum Cardinalium Collegium in Vaticanum Palatium convenerunt. Quibus omnibus supplicantium ritu procedentibus ac precationes Caelestium Curiae admoventibus hymnumque «Ave, Maris Stella» praecinentibus, Nos ipsi, a sacello Sixtino exeuntes, hora sexta post meridiem in Petrianae Basilicae forum, magno fidelium ex universo paene terrarum orbe numero frequens, descendimus et ad Solium Nostrum, ante maiorem eiusdem Basilicae portam iam collocatum, perreximus. Tunc, praestita Nobis ab astantibus Cardinalibus oboedientia, dilectus Filius Noster Caietanus S. R. E. Cardinalis Cicognani, perorante dilecto Filio Camillo Corsanego, Consistorialis Aulae Advocato, instanter, instantius, instantissimae postulavit ut Nos beatam Mariam Crucifixam Di Rosa aliosque quattuor Beatos, quos memoravimus, summis Sanctorum honoribus decoraremus. Cui Consistoriali Advocato per dilectum

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Filium Antonium Bacci, ab Epistulis ad Principes, respondimus iam in eo esse ut Nos huiusmodi postulationi concederemus. Hymnum itaque « Veni Creator Spiritus » cum confertissima fidelium turba canentes, a divino Paraclito imploravimus ut superni luminis copia magis magisque menti Nostrae coruscaret. Dein in divi Petri cathedra sedentes, uti supremus universae Christi Ecclesiae Magister, sollemniter pronuntiavimus : a Ad honorem Sanctae et Individuae Trinitatis, ad exaltationem Fidei Catholicae et Christianae Religionis augmentum, auctoritate Domini Nostri Iesu Christi, Beatorum Apostolorum Petri et Pauli ac Nostra, matura deliberatione praehabita et divina ope saepius implorata, ac de venerabilium Fratrum Nostrorum S. R. E. Cardinalium, Patriarcharum, Archiepiscoporum et Episcoporum in Urbe exsistentium consilio, Beatos Petrum Aloisium Chanel, Märtyrern, Gasparem Del Bufalo; Iosephum Pignatelli; Dominicum Savio, Confessores, et Mariam Crucifixam Di Rosa, Virginem, Sanctos et Sanctam esse decernimus et definimus, ac Sanctorum catalogo ascribimus : statuentes illorum memoriam quolibet anno die eorum natali, nempe Petri Aloisii die vigesima octava Aprilis inter Sanctos Martyres, Gasparis die vigesima octava Decembris, Iosephi die decima quinta Novembris, Dominici die nona Martii inter Sanctos Confessores non Pontifices, et Mariae Crucifixae die decima quinta Decembris inter Sanctas Virgines non Martyres pia devotione recoli debere- In nomine PaÇfatris et FiSfelii et Spiritusfß Sancti. Amen ». Qua formula prolata, precibus annuentes eiusdem Cardinalis Cicognani, per eundem Advocatum Consistorialem Nobis oblatis, hasce Decretales sub plumbo Litteras confici et expediri iussimus, praesentibus vero Protonotariis Apostolicis ut de hac Canonizatione publicum conficerent instrumentum mandavimus. Deinde postquam sermonem de novensilem Sanctorum virtutibus habuimus, ut gratias omnipotenti Deo ageremus, hymnum « Te Deum laudamus » cum astantibus cecinimus, atque Sanctorum illorum ac Sanctae illius patrocinium primi invocavimus. Mane vero huius diei, venerabilis Frater Noster Eugenius, Episcopus Suburbicarius Ostiensis ac Portuensis et S. Rufinae, S. R. E. Cardinalis Tisserant, S. Collegii Decanus, in Petriana Basilica, magnifice exornata, divinum sacrificium ad aram maximam pontificali ritu litavit, cui Nos e Solio Nostro affuimus praesentes. Omnibus itaque, quae inspicienda erant, bene perpensis, certa scientia ac de Nostrae apostolicae auctoritatis plenitudine, quae supra memo-

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ravinius, confirmamus atque universae Christi Ecclesiae denuntiamus, mandantes ut harum Litterarum exemplis vel locis, etiam typis impressis, manu tamen alicuius apostolici tabellionis subscriptis et sigillo munitis, eadem prorsus tribuatur fides, quae iisdem hisce Nostris Litteris haberetur, si ostenderentur. Nemini autem iis quae per has Litteras Nostras statuimus obniti liceat. Quod si quis temere ausus fuerit, indignationem omnipotentis Dei et Sanctorum Apostolorum Petri ac Pauli se noverit moturum. Datum Romae apud S. Petrum, die tertio decimo mensis Iunii, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. Ego PIUS, Catholicae Ecclesiae Episcopus.

Ego EUGENIUS Episcopus Ostiensis ac Portuensis et S. Rufinae Cardinalis T i s SER ANT, Sacri Collegii Decanus. £¡3 Ego CLEMENS Episcopus Yeliternus Cardinalis MICARA. Q3 Ego IOSEPH Episcopus Albanensis Cardinalis PIZZARDO.
Q3 Ego BENEDICTUS Episcopus Praenestinus Cardinalis ALOISI MASELLA.

133 Ego Fr. ADEODATUS IOANNES Episcopus Sabinensis et Mandelensis
Cardinalis PIAZZA.

£ 3 Ego FRIDERICUS. Episcopus Tusculanus Cardinalis TEDESCHINI, Da1 tar ius Sanctitatis Suae. Ego ALEXANDER titulo S. Mariae in Cosmedin Presbyter Cardinalis
VERDE.

Ego PETRUS titulo S. Crucis in Hierusalem Presbyter Cardinalis FuMASONI BIONDI.

Ego CELSUS titulo Ss. Nerei et Achillei Presbyter Cardinalis C O STANTINI, S. R. E. Cancellarius.

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Ego OAIETANUS titulo S. Caeciliae Presbyter Cardinalis CICOGNANI. Ego VALERIUS titulo S. Silvestri in Capite Presbyter Cardinalis
VALERI.

Ego PETRUS titulo S. Praxedis Presbyter Cardinalis CIRIACI. Ego NICOLAUS S. Nicolai in Carcere Tulliano Protodiaconus Cardinalis CANALI, Paenitentiarius Maior. Ego IOANNES S. Georgii in Velo Aureo Diaconus Cardinalis MERCATI. Ego ALAPHRIDUS S. Mariae in Domnica Diaconus Cardinalis OTTAVI ANI.

CELSUS Card. COSTANTINI
S. R. E. Cancellarius

CAIETANUS Card. CICOGNANI
S. Rituum Congregationis Praefectus

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

f Alfonsus Carinci, Archiep. tit. Seleuc. in Is., Decanus Proton. Apost. Bernardus De Felicis, Proton, Apost.
x

Loca 68 Plumbi

E x p e d i t a die

XVII

Dec. a n n o Pontif.

XVI.
In Cane. Ap. tab., Vol. LXXXVIII, n. 79.

Sacra

Congregatio

de

Propaganda

Fide

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8 8 . CONGREGATIONUM

SACRA CONGREGATIO DE PROPAGANDA FIDE
DECRETUM Cum R. D. Ioannes Baptista Ly, iam archidioecesis Nanchimensis Vicarius Generalis, contra legitimam auctoritatem Legati in Sinis Summi Pontificis verbo et opere egerit, haec Sacra Congregatio de Propaganda Fide, per praesens Decretum declarat eundem R. D. Ioannem Baptistam Ly in excommunicationem incurrisse speciali modo Sedi Apostolicae reservatam ad normam sacrorum canonum, praesertim 2331 par. 2 et 2334 n, 2, et specialium Decretorum super hanc rem ab eadem Sancta Sede editorum. Datum Romae, ex Aedibus Sacrae Congregationis de Propaganda Fide, die 1 mensis Februarii anno Domini 1952. P. Card. FUMASONI BIONDI, Praefectus L. PR S. t Celsus Costantini, Secretarius

SACRA CONGREGATIO RITUUM
i
SINARUM.
BEATIFICATIONIS SEU DECLARATIONIS MARTYRII VENERABILIUM SERVORUM DEI LEONIS IGNATII MANGIN, SACERDOTIS SOCIETATIS IESU, ET SOCIORUM. SUPER DUBIO

An constet de Martyrio et causa Martyrii necnon de signis seu miraculis in casu et ad effectum de quo agitur. « Si me persecuti sunt, et vos persequentur », praedixit Dominus (Io. 15, 20). Non enim diversa a sorte capitis potest esse sors corporis. Enimvero Christus est Caput, Ecclesia eius corpus ; sicut « tota Christi

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vita in mundo crux fuit et martyrium" » (Imit. 1. II c. 12), ita non alia potest esse Ecclesiae vita eiusque membrorum. Porro quoniam mundus in maligno positus est (1 Io. 5,19), Christum eiusque mysticum corpus odit atque diabolica malitia animos a Christo arcere ac revellere conatur, ad quod assequendum vel ab atrocibus infligendi» cruciatibus non refugii, nec morte fideles plecti. Evidenter hoc ex Ecclesiae historia comprobatur. A Stephano enim protomartyre, in prima insectatione Hierosolymae mota, ad nostra usque tempora, nullum saeculum martyribus caruit. Verum sicut Christus resurrexit ad gloriam, ita eius membra simili gloria exaltabuntur ; sicque similitudo inter caput et membra mirabiliter perficitur. Est et aliud, quod admirari debemus. Licet homines a cruciatibus maxime abhorreant, plura centena milia milium martyrum laetanter fortiterque tormenta passi sunt. Humana natura tanta non valet superare. Virtus est Christi, quae mirabiliter haec patrat. Sancta Felicitas uni ex carceris custodibus eam percontanti : « Quae sic modo doles, quid facies obiecta bestiis? ». « Modo ego patior, respondit, illic autem alius erit in me, qui patietur in me, quia et ego pro illo passura sum ». « Omnia possum in eo qui me confortât », dicit Apostolus (Phil. 4,13). Mirandum exemplum fortitudinis nobis exhibent Sinenses martyres de quibus in hoc Decreto pertractatur, qui crudele martyrium passi sunt Boxer um persecutione anno 1900 saeviente. Hi enim, praeter quattuor Europaeos e Societate Iesu, utpote Sinenses, vitam servare potuissent, si a fide descivissent. Ingruente procella, maior fidelium pars oppidi Tchou-kia-ho ad Ecclesiam plusquam mille accurrerunt ut ad martyrium fortiter subeundum Sacramentorum participatione, Missionalium Mangin et Denn hortationibus ferventibusque orationibus se parar ent. Quam efficacia haec fuerint auxilia, evidenter constat ex heroica fortitudine, qua propositam sibi apostasiam a fide concorditer respuerunt. Si enim ab Ecclesia per designatam portam exiissent, vitam serva vissent. Exceptis porro perpaucis, omnes ab Ecclesia non recesserunt : qui aut glandibus balistarum occisi sunt, aut, incenso templo, una cum Missionalibus combusti. Plures quoque alibi, seu prius seu postea, fuere interfecti, inter quos patres Isoré ac Andlauer e Societate Iesu, occisi orantes ante altare Sacelli non longe ab Ecclesia. De bis mille sexaginta sex victimis, de quibus Vicarius Apostolicus iuridicas inquisitiones peregerat, sex supra quinquaginta tantum fuere selectae, quorum nomina hic referuntur :

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1) Petrus Tehou-jeu-sinn, annor, 1.9 ; 2) Ioannes Baptista Tchou-oujoei, a. 17 ; 3) P. Remigius Isoré S. I., a. 48; 4) P. Modestus Andlauer S. I., a. 53; 5) Elisabeth Tsinn, a. 54; 6) Simon Tsinn, a. 14; 7) Barbara Ts'oei-lien-cheu, a. 51 ; 8) Raymundus Li-ts'uan-tchenn, a. 59 ; 9) Petrus Li Ts'uan-hoei, a. 63; 10) Lucia Wang-tcheng, a. 18; 11) Maria Fank'ounn, a. 16 ; 12) Maria Ts'i-u, a. 15 ; 13) Maria Tcheng-su, a. 11 ; 14) Iosephus Ma-t'ien chounn, a. 60 ; 15) Maria Tchao-kouo-cheu, a. 60 ; 16) Rosa, a. 22 et 17) Maria, a. 17 eius filiae; 18) Rosa Wang-hoei, a. 45; 19) Theresia Tchang-heue-cheu, a. 36; 20) Anna Nan-sinn-cheu, a. 72; 21) Maria Nan-kouo-cheu, a. 64; 22) Maria Nan, dicta Ling.-hoa, a. 29 ; 23) Anna Nan Tsiao-cheu, a. 26 ; 24) Maria Fou, a. 37 ; 25) Magdalena Tou-fong-kiu, a. 19; 26) Maria Tou-t'ien-cheu, a. 42; 27) Maria Tou-tchao-cheu, a. 51 ; 28) Petrus Liou-tzeu-u, a. 57 ; 29) Maria Kouoli-cheu, a. 65; 30) Petrus Tchao-ming-tchenn, a. 61; 31) Ioannes Baptista Tchao-ming-hi, a. 56; 32) Paulus Ou-kiu-nan, a. 62; 33) Ioannes B. Ou-man-t'ang, a. 17 ; 34) Paulus Ou-Wan-chou, a. 16; 35) K'i-tchoutzeu, a. 18; 36) Paulus IJ.ou-tsinn-tei, a. 79; 37) Tchang-hoai-lou, a. 57 ; 38) Iosephus Yuann-keng-yinn, a. 47 ; 39) Theresia Tch'enn-kinn-tsie, a. 25; 40) Rosa Tch'enn-kai-tsie, a. 22; 41) Iosephus Wang-k'oei-tsu, a. 37 ; 42) Ioannes Wang-k'oei-sinn, a. 25 ; 43) Marcus Ki-t'ien-siang, a. 66 ; 44) Petrus Wang-tsouo-loung, a. 58 ; 45) Paulus Keue-t'ing-tchou, a. 61 ; 46) Lang-yang-cheu, a. 29 ; 47) Paulus Lang-eull eius filius, a. 8-9 ; 48) Anna Wang, a, 14; 49) Iosephus Wang-jou-mei, a. 68; 50) Lucia, Wang-wang-cheu, a. 31; 51) Andreas, eius filius, a. 9; 52) Maria Wangli-cheu,, a. 49 ; 53) Ioannes Ou-wenn-yinn, a. 50 ; 54) P. Leo Ignatius Mangin, S. I., a. 43; 55) P. Paulus Denn, S. I., a. 53; 56) Maria Tchouou-cheu, a. circ. 40. De his Apostolica auctoritate conditus est processus, pro cuius iuridica vi, una cum processus informativi a S. Rituum Congregatione die 3 Augusti a. 1952 decretum est. Die 25 Maii anni 1954 coram Revmo Cardinali Clemente Micara, Relatore, habita est Antepraeparatoria Congregatio ; die vero 26 Octobris Praeparatoria ; Generalis demum coram Ssmo D. N. Pio Papa XII die 22 Februarii anni huius, in qua Revmus Cardinalis Ponens dubium proposuit : An constet de martyrio, causa martyrii et signis in casu et ad effectum de quo agitur. Favorabili Revmorum Cardinalium, Officialium Praelatorum ac Patrum Consultorum suffragio Beatissimus Pater, qui sacrosanctum Missae sacrificium celebraverat, libenti animo adhaerens, exacta Congregatione, accitisque ad Se Revmis Cardinalibus Ponente ac subscripto S. Rituum

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Commentarium

Officiale

Congregationis Praefecto nec non R. P. Salvatore Natucci, Fidei Promotore Generali, meque a Secretis, edixit : Ita constare de Martyrio et causa Martyrii Venerabilium Servorum Dei Leonis Ignatii Mangin et Sociorum, ut concessa a signis seu miraculis omnique alia et necessaria dispensatione, procedi possit ad ulteriora. Hoc autem decretum rite promulgari et in actis S. Rituum Congregationis referri mandavit. Datum Romae, die 22 Februarii 1955.
t

C. Card. CICOGNANI, Praefectus L. g* s.

f A. Carinci, Archiep. Seleuc, Secretarius

II URBIS ET ORBIS
FESTUM SANCTI P I I PAPAE X, CONFESSORIS, AB UNIVERSA ECCLESIA, CUM OFFICIO ET MISSA PROPRIIS* CELEBRANDUM DECERNITUR.

Die 3 Septembris S. P I I X P A P A E ET CONFESSORIS Duplex IN I VESPERIS Oratio Deus, qui ad tuendam catholicam fidem, et universa in Christo instauranda sanctum Pium, Summum Pontificem, caelesti sapientia et apostolica fortitudine replevisti : concede propitius ; ut, ejus instituta et exempla sectántes, praemia consequantur setérna. Per eumdem Dominum.
IN II NOCTURNO

Lectio IV Pius Papa decimus, cui nomen antea Josephus Sarto, in Venetórum pago natus est, quem Riése vocant, parentibus quidem humilibus, sed probitate ac pietate conspicuis. Inter Seminarii Patavini alumnos adscriptus, ita pietate ac doctrina profecit, ut condiscipulis exém-

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pio, moderatoribus admirationi esset. Sacerdotio initiatus, in oppido Tómbolo primum, qua vicarius cooperator, dein Salatiáni qua parochus, per plures annos adlaboravit; quibus in obeundis muneribus, tanta caritatis effusióne, tanto sacerdotali zelo et sanctitate vitae excélluit, ut Episcopus Tarvisinus inter canónicos cathedralis ecclesiae eum cooptáret, eumque Curiae episcopalis cancellarium simulque Seminarii dioecesani spiritualem moderatorem renuntiare!. Haec officia tam egregie persecutus, a Leone tertio décimo, cui erat probatissimus, Mantuanae Ecclesiae Antistes fuit renuntiatus. Lectio V Boni pastoris nullam partem deserens, eo máxime contendit, ut Juventus in sortem Domini vocata rite ad sacra institueretur, piae consociationes novis augescerent incrementis, ritibus divini cultus plus decoris ac pietatis accederet. Praecepta quibus civitas christiana nititur, altius proclamare non desiit, et qui vitam inopem ipse ducébat, pauperibus numquam omisit afferre levamen. Tot igitur suffragantibus meritis, inter purpuratos Patres adlectus et Venetiarum Patriarcha creatus est. Dénique post Leonis dècimi tertii obitum, cum Patrum Cardinalium suffragia in eum coalescerent, cumque ipse supplicationibus et lacrimis tantum munus a se avertere frustra conatus esset, suasionibus tandem cedens, « accepto in crucem », inquit, et Summi Pontificatus apicem ut crucem a Deo sibi oblatam, demisso sed forti ánimo suscepit. Lectio VI In Petri cathedra constitutus, nihil de prístina vitae ratione remisit. Humilitate praesertim, simplicitate ac paupertate refúlsit, ita ut in suo testaménto scribere potuerit : « pauper natus sum, pauper vixi, pauper mori cupio ». Humilitas vero animi fortitudinem in eo alebat, cum de Dei gloria, Ecclesiae libertate, animarumque salute ageretur. Vir acèrrimi ingenii et propositi tenax, inter vicesimi ineuntis saeculi procellas, Ecclesiam firmiter rexit, et praeclarissimis ornavit institutis. Musicam sacram ad pristinum splendorem ac dignitatem revocavit; sacrorum Bibliorum studiis principem sedem Romae constituit; Romanam Curiam sapienter reformavit; leges de fidelibus per catechismum instituendis restituit; Eucharisticae mensae crebriorem, imo et cotidianam consuetudinem induxit, ejusque accessum pueris quoque a primo rationis usu aperuit; actionis catholicae incrementa sedulo

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Commentarium

Officiale

promovit; solidae cleri institutioni providit, additis quoque seminariis per regiones dispositis; sacerdotes omnes ad interiorem vitam colendam alléxit; leges Ecclesiae in unum corpus redegit; errores perniciosissimos, modernismi appellatione comprehensos, damnavit atque evéllit; civile vetitum, quod dicunt, in Pontificis Maximi electione rejécit. Tandem laboribus fractus ac moeróre confectus ob bellum Europium tunc exortum, die vicésima mensis Augusti anni millèsimi nongentesimi decimi quarti, ad caeleste praemium evolavit. Eum ubique terrarum sanctitatis fama clarum miraculisque fulgentem, Pius Papa duodecimus, cuncto plaudènte orbe, in Sanctorum numerum retulit.
In III NOCTurno

Lectio VII Lectio sancti Evangelii secundum Joannem Jo. tl, 15-17 In illo tempore : Dixit Jesus Simóni Petro : Simon Joannis, diligis me plus his? Et reliqua. Homilia sancti Augustini Episcopi Tractatus 123 in Joannem*, in medio Redditur negationi trina3 trina confessio, ne minus amóri lingua serviat, quam timóri : et plus vocis elicuisse videatur mors imminens, quam vita praesens. Sit amoris officium pàscere Dominicum gregem, si fuit timoris indicium negare pastorem. Qui hoc ánimo pascunt oves Christi, ut suas velint esse, non Christi, se con vinciuntur amare, non Christum : vel gloriándi, vel dominandi, vel acquirendi cupiditate ; non obediendi, et subveniendi, et Deo placandi caritate. Lectio VIII

Contra hos ergo vigilat totidem inculcata ista vox Christi quos A p o stolus gemit sua quaerere, non quae Jesu Christi. Nam quid est a l i u d , si diligis me, pasce oves meas : quam si diceretur, si me diligis, non te pàscere cogita? Sed oves meas, et sicut meas pasce, non sicut tuas : gloriam meam in eis quaere, non tuam, dominium meum, non tuum :

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lucra mea, non tua; ne sis in eorum societate qui pertinent ad témpora periculosa, seipsos amantes, et caetera quae huic maiorum initio connectuntur. Lectio IX Mérito dicitur Petro : diligis me, et respondet, amo te, eique refertur, pasce agnos meos, et hoc iterum, hoc tertio. Ubi etiam demonstratur unum atque idem esse amorem et dilectionem ; nam etiam D o minus novissime non ait, diligis me, sed amas me. Non ergo nos, sed ipsum amémus, et in pascéndis ovibus ejus ea quae sunt ejus, non ea quae sunt nostra, quaerámus. Nescio enim quo inexplicábili modo, quisquis seipsum, non Deum, amat, non se amat : et quisquis Deum, non seipsum, amat, ipse se amat. Qui enim non potest vivere de se, moritur utique amando se : non ergo se amat, qui ne vivat se amat. Lectio pro festo commemorato legenda iuxta Rubricas Pius Papa decimus, cui nomen antea Josephus Sarto, in Yenetórum pago, quem Riése vocant, natus est. Inter Seminarii Patavini alumnos adscriptus ac sacerdotio auctus, in oppido Tómbolo primum qua vicarius cooperator, dein Salatiáni qua parochus, et Tarvisii qua canonicus et Curiae Episcopalis cancellarius, tanta sanctitate excélluit, ut eum Leo decimus tertius Ecclesiae Mantuanae praefécerit. Boni pastoris nullam partem deserens, juventnti in sortem Domini vocatae rite instituendae máxime adlaboravit; divini cultus decorem et piarum consociationum incrementa promovit; pauperum inopiae effusa caritate prospexit. Tot suffragantibus meritis, inter purpuratos Patres adlectus et Venetiarum Patriarcha creatus est. Post Leonis dècimi tertii obitum, frustra reluctans, Summum Pontificatum ut crucem suscepit. In Petri cathedra constitutus, nihil de prístina vitae ratione remisit. Humilitate praesertim, simplicitate ac paupertate refulsit. Ecclesiam firmiter rexit et praeclarissimis ornavit institutis. Fidei vigilantissimus custos, modernismum, omnium haeresum summam, damnavit ac protrivit; ecclesiasticae libertatis vindex acerrimus, iis qui eam labefactáre conabantur, fortiter obstitit; solidae Cleri institutioni providit ; leges Ecclesiae in unum corpus redegit ; cultum erga Eucharistiam et crebriorem ejúsdem usum máxime provexit. Laboribus fractus et mœrore confectus ob bellum Europäern tunc exortum, die vicésima mensis Augusti anni millèsimi nongentesimi dècimi quarti, ad caelestem patriam evolavit. Eum Pius duodecimus in Sanctorum numerum retulit.

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Acta

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Commentarium

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MISSA Introitus. Ps. 88, 20-22. Extuli electum de pópulo, óleo sancto meo unxi eum : ut manus mea sit semper cum eo, et brachium meum confirmet eum. t- Ibid., 2. Gratias Domini in aeternum cantábo: per omnes generationes annuntiábo fidelitatem tuam ore meo. Gloria Patri. Extuli, Oratio Deus, qui ad tuendam catholicam fidem, et universa in Christo instauranda sanctum Pium, Summum Pontificem, caelesti sapientia et apostólica fortitudine replevisti : concede propitius ; ut, ejus instituta et exempla seetántes, praemia consequantur aetérna. Per eumdem Dominum. Lectio Epistolae beati Pauli Apóstoli ad Thessalonicenses 1 Thess. 2, 2-8 Frates : Fiduciam habuimus in Deo nostro loqui ad vos evangelium Dei in multa sollicitudine. Exhortatio enim nostra non de erróre neque de immunditia neque in dolo; sed, sicut probati sumus a Deo ut erederétur nobis evangelium, ita loquimur; non quasi hominibus placéntes, sed Deo qui probat corda nostra. Neque enim aliquando fuimus in sermóne adunationis, sicut scitis, neque in occasione avaritiae, Deus testis est, nec quaerentes ab hominibus gloriam neque a vobis neque ab a l i i s . Cum possemus vobis oneri esse ut Christi apóstoli, sed facti sumus parvuli in medio vestrum, tanquam si nutrix foveat filios suos. Ita desiderantes vos cupide volebámus tradere vobis non solum evangelium Dei, sed etiam ánimas nostras, quoniam carissimi nobis facti estis. Graduale. Ps. 39, 10-11. Annuntiávi justítiam in coetu magno; ecce labia mea non cohíbui : Dómine, tu nosti. Y- Justítiam tuam non abscóndi in corde meo; fidelitatem tuam et auxilium tuum narravi. Alleluja, alleluja, t- Ps-. 22, 5-6. Paras mihi mensam, inúngis óleo caput meum, calix meus ubérrimus est. Alleluja. In Missis votivis: Post Septuagesimam, omissis Alleluja, ei Versu sequenti, dicitur: Tractus. Ps. 131, 16-18. Sacerdotes ejus índuam salute, et sancti ejus exsultántes exsultábunt. f. Illic David suscitábo cornu, parábo

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lucémani uncto meo. y. Inimicos ejus íiiduam confusióne, super ipsum autem fulgébit diadèma meum. Tempore autem Paschali omittitur Graduale, et ejus loco dicitur: Alleluja, alleluja, f. Ps. 22, 5-6. Paras mihi mensam, inúngis óleo caput meum, calix meus ubérrinius est. Alleluja. Ps. 25, 8. Dómine, diligo habitáculum domus time et locum tabernaculi gloria? tua?. Alleluja. Sequentia sancti Evangelii secundum Joannem Jo. 21, 15-17 In illo tempore : Dixit Jesus Simóni Petro : Simon Joannis, diligis me plus his? Dicit ei : Etiam, Domine, tu scis quia amo te. Dicit ei : Pasce agnos meos. Dicit ei iterum :' Simon Joannis, diligis me? Ait illi : Etiam, Dómine, tu scis quia amo te. Dicit ei : Pasce agnos meos. Dicit ei tertio : Simon Joannis, amas me? Contristátus est Petrus, quia dixit ei tertio: Amas me? et dixit e i : Dómine, tu omnia nosti; tu scis quia amo te. Dixit ei : Pasce oves meas. Offertorium. Ps. 88,.12. Venite, filii, audite me; timorem Domini docébo vos. Secreta Oblationibus nostris, quaesumus, Domine, benigne susceptis, da nobis, ut haec divina mysteria, sancto Pio Summo Pontifice intercedente, sinceris tractamus obsequiis et fideli mente sumamus. Per Dominum. Communio. Jo. 6, 56-57. Oaro mea vere est cibus, et sanguis meus vere est potus. Qui manducat meam carnem et bibit meum sanguinem, in me manet et ego in illo. Postcommunio Mensas caelestis virtute refecti, quaesumus, Dómine Deus noster : ut, interveniente sancto Pio Summo Pontifice; fortes efficiamur in fide, et in tua simus caritate concordes. Per Dominum.

In Martyrologio Romano Die 20 Augusti — secundo loco. — Romae depositio sancti Pii dècimi,. Papae et Confessoris, fidei integritatis et ecclesiastica? libertatis propu-

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Commentarium

Officiale

gnatóris invieti, religionisque zelo insignis, cujus festum tertio Nonas Septembris recolitur. Die 3 Septembris. Sancti Pii Papa? dècimi, cujus natalis dies tertiodecimo Kalendas Septembris recensetur.

URBIS e t ORBIS Sancti Pii X Papae et Confessoris sollemnia Canonizationis in area ante Basilicam Vaticanam die 29 Maii Anni Marialis 1954 peracta, quamplurimis Sanctae Romanae Ecclesiae Cardinalibus, Archiepiscopis et Episcopis, una cum ingenti fidelium concursu, ex dissitis quoque regionibus adstantibus, fulgentem assecuta sunt triumphum, quem Deus, humilium suscitator, ad exaltationem Servi Sui mirabiliter disposuit. Invalescebat interea in multorum Ordinariorum animis ardens studium atque optatum ut novensilis Sancti festum totius Ecclesiae commune efficeretur, quod iam nonnullis in locis liturgico cultu celebrabatur. Quare Sanctissimus Dominus noster Pius Papa XII, fere omnium Catholici Orbis Archiepiscoporum et Episcoporum, nec non et Religiosarum Familiarum vota libenter excipiens, Sancti Pii X Papae et Confessoris, festum ad universam Ecclesiam extendere benigne dignatus est, die tertia mensis Septembris quotannis sub ritu duplici minori cum Officio et Missa propriis et approbatis, uti in superiori prostant exemplari, recolendum. Servatis Rubricis. Contrariis non obstantibus quibuscumque. Die 1 Martii anno 1955. C. Card. L. © S. t A. Carinci, Archiep. Seleucien., a Secretis.
Cicognani,

Praefectus

A n . et v o l . XXXXVII

21 Maii 1955

(Ser. II, v. XXII) - N. 6

ACTA APOSTOLICAE SEDIS
C O M M E N T A R I U M O F F I C I A L E

ACTA PII PP. XII
CONSTITUTIONES APOSTOLICAE
I PORTUS NATIONALIS (TOCANTINOPOLITANAE)
B DIOECESI PORTUS NATIONALIS QUAEDAM MUNICIPIA DETRAHUNTUR, EX

Q U I B U S N O V A P R A E L A T U R A ( ( N U L L I U S D I O E C E S I S ) ) C O N S T I T U I T U R , TOCANTO NOPOLITANA APPELLANDA.

PIUS

EPISCOPUS

S E R V U S S E R V O R U M DEI A D P E R P E T U A M REI M E M O R I A M

Ceu pastor, de ovium grege magnopere sollicitus, si hic sit crebrior, non uni tantum custodi illum committit, sed pluribus, quo aptius et necessitatibus pareant quibus oves aguntur, et eas ab instantibus hostibus defendant ; ita et Nos, sacrae fidelium omnium universitatis magister, qui sunt oves Christi, cum aliqua Ecclesia peramplior evadit nec potest frequens populus apte ab uno eodemque Episcopo regi, eandem partimur ac pluribus rectoribus tradimus. Cum igitur venerabilis Prater Ioannes Alanus Maria Du Noday, Episcopus Portus Nationalis, ab hac Apostolica Sede postulaverit ut, diviso suae dioecesis territorio, nova praelatura «nullius dioecesis» erigeretur : ex hoc enim ei populo magnifica sive fidei christianae sive sincerae religionis incrementa haberi posse ; Nos quibus omnia consilia probantur ex quibus spes affulgeat rem divinam augeri; post auditum Nostrum Administrum apud Rempublicam Brasilianam, consiliumque exquisitum a venerabilibus Fratribus Nostris
17 ACTA, vol. XXII, ii. S. — 21-5-1955.

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Acta

Apostolicae

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Commentarium

Officiale

S. R. E. Cardinalibus Negotiis Consistorialibus praepositis; re attente considerata consensuque suppleto eorum quos hoc negotium contingat, de apostolica Nostra potestate, haec quae sequuntur decernimus et iubemus. A dioecesi Portus Nationalis id territorii distrahimus quod civilia municipia, apud vulgus Tocantinopolis, Itaguatins, Araguatins, Filadelfia, et Babaçulandia cognominata, continet. Ex qua regione iisdem limitibus ac eadem oppida, quae descripsimus, terminata, novam praelaturam nullius dioecesis efficimus, Tocantinopolitamim appellandam. Cuius Ecclesiae Sedes eiusque Praelati domicilium in urbe Tocantinopoli erunt; cathedram vero docendae pro suo munere veritatis collocant sacrorum Antistes in templo Beatae Mariae Virginis a Consolatione, quod praelaticiae aedis dignitate condecoramus. Sive èrgo templum hoc, sive Praesul cui contigerit praelatura regenda et gubernanda, omnibus iuribus, honoribus, privilegiis fruentur quae a iure iis conceduntur; ipsius vero Praelati etiam oneribus tenebuntur, quae solent ceteros eiusmodi Ecclesiarum rectores gravare et obligare. Nova praelatura Tocantinopolitana metropolitanae archidioecesi Goiasensi suffraganea erit; item erit eius Praesul Ordinarius eiusdem metropolitanae Sedis sacrorum Antistiti obnoxius. De iis paterne solliciti, quos adorandum Spiritus Sancti numen ad sacerdotalia munia vocaverit, iubemus ut quam primum talibus excipiendis pueris in eadem Ecclesia seminarium condatur saltem ei einen tarium, iuxta normas et leges tum Iuris communis tum a S. Congregatione de Seminariis et studiorum Universitatibus latas. E quorum iuvenum numero lectissimi quique deligantur, iique Romam mittantur philosophia ac theologia rite imbuendi in pontificio collegio Piano Brasiliano. Mensam praelaturam, quam vocant, ea bona constituent quae vel Curiae obvenient, vel fideles christiani ultro Offerent, vel denique novae Ecclesiae accèdent ex divisione bonorum dioecesis Portus Nationalis propriorum, iuxta canonem 1500 Codicis Iuris Canonici. Quod ad clericos attinet, praecipimus ut cum erectio praelaturae facta fuerit, ii clerici qui in eius territorio legitimum domicilium habeant, iidem Tocantinopolitanae Sedi censeantur adscripti. Regimen et administratio huius praelaturae « nullius dioecesis )), itemque electio Vicarii, Sede vacante, iura cleri et populi eorundemque onera, haec omnia et his similia Iuris Canonici praescriptis omnino regantur. Monemus insuper ut acta et documenta quae ad novam Tocantinopolitanam praelaturam respiciant, quam primum a Curia Portus Nationalis ad Curiam hanc mittantur, ibidem in tabulario religiose servanda. Ad haec omnia perficienda venerabilem Fratrem Armandum Lombardi depu-

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tamus, Archiepiscopum titulo Caesariensem Philippi et in Republica Brasiliana Apostolicum Nuntium, cui omnia iura et potestates agendae rei tribuimus, cuilibet deleganda, si opus fuerit, dummodo in ecclesiastica dignitate constituto. Curabit idem venerabilis Frater ut peracti negotii documenta exarentur, quorum sincera exempla ad S. Congregationem Consistorialem quam cito mittantur. Quod si eo tempore quo canonica erectio huius praelaturae facienda erit, alius eidem Nuntiaturae Apostolicae praeerit, huic, ut par est, easdem potestates facimus idemque onus imponimus. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderetur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum Romae, apud S. Petrum, die vicesimo mensis Decembris, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. GELSUS Card. COSTANTINI
S. R. E. Cancellarius

¡$f Fr. ADEODATO S I. Card. PIAZZA
S. Congr. Consistorialis a Secretis

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

Franciscus Hannibal Ferretti, Proton. Apost. Silvius Sericano, Proton Apost.
JJOCO © Plumbi

In,

Conc.

Ap.

tab.,

vol.

LXXXX,

n.

1

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Acta

Apostolicae

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Commentarium

Officiale

II FLORIANOPOLITANAE (TUBARAOENSIS)
A FLORIANOPOLITANA ARCHIDIOECESI A U S T R A L I S SEPARATUR REGIO EADEMQUE I N NOVAE DIOECESIS F O R M A M R E D I G I T U R , TUBARAOENSIS N O M I N A N O A E .

PIUS

EPISCOPUS

SERVUS SERVORUM DEI A D P E R P E T U A M REI M E M O R I A M

Viget ubique gentium sancta Ecclesia eademque, ceu provida mater filios suos, amantissime universos cingit populos, quos profuso sanguine redemit Christus; eaque pariter continenti curat labore atque anxia sollicitudine ut sanctissimi huiusce cruori s vim atque efficaciam, quo aptiore potest modo, cum omnibus communicet hominibus. Quandoquidem ergo Nos, ad Ecclesiae eiusdem regimen superno consilio vocati, nil intentatum relinquimus quod ad animorum utilitatem conducere videatur, laeto animo preces admittendas arbitramur venerabilis Fratris Ioachimi Domingues de Oliveira, Florianopolitanae Sedis Archiepiscopi : is enim, cleri populique sui annuens optatis, ab hac Apostolica Sede postulavit ut suae Ecclesiae australis pars separaretur novaque ex ea fieret dioecesis, quo celerius accommodatiusque necessitatibus suae consuleretur plebis, quae frequentior illuc convenit in dies. Explorato igitur quid de hac re sentiret Noster in Brasiliana Republica Administer, atque audito consilio venerabilis Fratris Nostri S. R. E. Cardinalis S. Congregationis Consistorialis a Secretis; consensu praeterea eorum suppleto, qui in hoc negotio aliquod vel habeant ius vel se putent habere ; reque pariter attentissimo studio considerata atque certa scientia eorum quae facturi sumus, de summa Nostra potestate haec statuimus. A Florianopolitanae archidioecesis territorio meridianam separamus regionem, undecim, quae sequuntur, complectentem civilia municipia, prout nunc exstant, quorum apud populum nomina : « Orleäes, Tubarâo, Jmarui, Braco do Norte, Laguna, Urussanga, Criciuma, Jaguaruna, Turro, Araranguá atque Sombrio ». Ex qua nova excerpta regione dioecesim condimus Tuburaoensem, quae iisdem claudetur finibus atque territorium, quod nuper separa viinu s, scilicet : ad

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septemtrionem Florianopolitana archidioecesi ; ad orientem solem Atlantico mari ; ad meridiem Caxiensi dioecesi ; sub occidènte Praelatura « nullius dioecesis » Vaccariensi atque Lagensi dioecesi. Ipsa Tubaraoensis dioecesis metropolitanae Ecclesiae Florianopolitanae suffraganea erit, eiusque Episcopus Florianopolitani Archiepiscopi erit obnoxius auctoritati. Idem praeterea Episcopus sedem ac domicilium in urbe habebit vulgo (( Tubarâo », quam hisce Litteris in civitatis episcopalis dignitatem provehimus; cathedram vero in curiali collocabit aede Perdolenti Virgini Mariae sacra, quam ad cathedralis templi gradum perducimus quamque omnibus decoramus iuribus ac privilegiis, ceterarum cathedralium aedium propriis. Tubaraoensem item dioecesim eiusque Praesulem iisdem iuribus honoribusque exornamus, quae ad omnes spectant cathedrales Ecclesias earumque Praesules; Episcopum vero paribus astringimus oneribus. Volumus quoque ut ad sacrorum rituum splendorem promovendum, Canonicorum Collegium quam primum in cathedrali isto templo condatur, cui instituendo per Apostolicas sub plumbo Litteras a Nobis dandas prospiciemus ; quoadusque vero hoc fieri nequeat, indulgemus ut Canonicorum loco dioecesani Consultores ad iuris praescripta eligantur, qui Episcopo et consilio et opere sint praesto. Quod pariter attinet ad novae Ecclesiae regimen et administrationem, ad Vicarii Capitularis, sede vacante, electionem, ad fidelium et sacerdotum iura et onera aliaque huiusmodi, ea iubemus quae Iure Canonico statuuntur. Episcopalis insuper mensa fiet sive ex Curiae emolumentis, sive ex oblatis a fidelibus pecuniis, sive ex dote, quam publica dabit potestas, sive denique ex bonis quae e partitione bonorum Florianopolitanae mensae, pro rata parte, novae contingent dioecesi, salvis tamen in hac divisione iussis canonis 1500 C. I. C. Quandoquidem vero maxime Nobis est cordi eorum institutio puerorum, quos divinus Servator ad sacerdotium superno vocaverit instinctu, volumus ut Tubaraoensis Episcopus, ubi primum poterit, seminarium saltem elementarium condat, ad iuris normam et iuxta leges a S. Consilio Seminariis studiorumque Universitatibus praeposito traditas; qui pariter ex ipso seminario optimos eliget iuvenes eosdemque Romam mittet, ut in Pontificio Ephebeo Piano Brasiliano philosophia ac theologia erudiantur. Quod vero ad clerum novae Sedi assignandum attinet, decernimus ut simul ac dioecesis erectio ad effectum fuerit deducta, clerici illi Ecclesiae censeantur ascripti, in cuius territorio legitime degunt. Omnia denique documenta et acta, quae ad novam Ecclesiam spectant, a Florianopolitana Curia quam cito mittantur ad Tubaraoensis Curiae tabularium. Ut autem ea quae Nostris his Lit-

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teris iubemus fiant, venerabilem Fratrem Armandum Lombardi, Archiepiscopum titulo Caesariensem Philippi et in Brasiliana República Apostolicum Nuntium, deligimus vel eum qui eo tempore, quo haec decreta ad rem adducentur, eiusdem Nuntii funget officio ; exsecutori vero operis necessarias concedimus potestates, cuilibet sacerdoti subdelegandas, onusque iniungimus effectum negotium in acta referendi eorumque fide digna exempla ad S. Consistoriale Consilium quam primum mittendi. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderetur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum Romae, apud S. Petrum, die duodetricesimo mensis Decembris, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quarto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CELSUS Card. COSTANTINI
S. R. E. Cancellarius

s$i Fr. ADEODATUS I. Card. PIAZZA
S. Congr. Consistorialis a Secretis

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

Franciscus Hannibal Ferretti, Proton. Apost. Silvius Sericano, Proton. Apost.
L o e o £8 P l u m b i

In

Conc.

Ap.

tab.,

vol.

LXXXX,

n.

2

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I i i

DE BIRMANIA
I N U N I O N E F O E D E R A R I B I R M A N A E C C L E S I A R U M A T Q U E E P I S C O P O R U M ORDO C O N S T I T U I T U R , QUAE EST EPISCOPALIS HIERARCHIA.

PIUS
AD

EPISCOPUS
REI MEMORIAM

S E R V U S S E R V O R U M DEI PERPETUAM

Dum alterna vicissitudine vertuntur omnia, sancta Christi Ecclesia sua pace ac veritate e mediis perturbationibus altius eminet una, quae rerum temperat asperitates omnesque homines materno cingens amplexu, eos ad supernae vitae immortalis erigit spem. Quod cum latissime per terrarum orbem laeto successu fiat, in Poederali etiam Unione Birmana prospere hisce evenit temporibus, sive ob catholicae rei prosperitatem sive ob Evangelii praeconum sollertiam sive praesertim ob indigenae cleri numerum atque virtutem. Quam ob rem Nos, qui Dei voluntate universam gubernamus Ecclesiam, id prorsus esse tempus censemus ut in hac regione dioecesium atque Episcoporum ordinatio, seu ecclesiastica Hierarchia, constituatur, quo fructuosius inibi christiana res in dies administretur ac propagetur. Postquam igitur sententiam audivimus venerabilis Fratris Martini Lucas, Archiepiscopi titulo Adulitani atque in India Apostolici Internuntii, consiliumque pariter exquisivimus venerabilium Fratrum Nostrorum S. R. E. Cardinalium S. Congregationi Fidei Propagandae praepositorum; consensu praeterea suppleto eorum, qui in hoc negotio aliquid iuris habeant aut sese habere putent ; re attentissime considerata ac certa scientia eorum quae acturi sumus, de suprema Nostra potestate sequentia decernimus. In Foederali Unione Birmana episcopalem Hierarchiam, quae dicitur, constituimus, atque in ea regione duas condimus ecclesiasticas Provincias, Birmaniae nempe

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"meridionalis atque Birmaniae septemtrionalis, quarum statum hoc qui sequitur modo disponendum esse iubemus. Ecclesiastica Provincia Birmaniae meridionalis ex archidioecesi Rangunensi constabit, quae fuit adhuc Apostolicus Vicariatus de Rangoon, hisce Nostris Litteris ad metropolitanam evectus dignitatem; ex suffraganea Ecclesia Tungunensi, quae fuit ad hunc diem Apostolicus Vicariatus de Toungoo ; itemque e dioecesi Basseinensi, civiles districtus complectente vulgo Bassein, Henzada et Myaungmya, e Rangunensi archidioecesi separatos, quam per alias sub plumbo Litteras hoc ipso ereximus die. Cui Provinciae Praefectura Apostolica de Akyab aggregantur. Ecclesiasticam vero Provinciam Birmaniae septemtrionalis constituent archiepiscopalis Mandalaiensis Ecclesia, quae adhuc fuit Apostolicus Vicariatus de Mandalay, ad metropolitanum decus hisce Litteris hodie perductus, atque suffraganea dioecesis Kengtungensis, quae ad hodiernum diem fuit Vicariatus Apostolicus, cui nomen de Kengtung. Eidem insuper Provinciae Apostolica aggregabitur Praefectura de Bhamo. Quarum fines Provinciarum finibus aequabuntur omnium simul archidioecesium ac dioecesium, quae ambas constituunt. Earum praeterea Ordinarii sedem ac domicilium habebunt in urbibus, e quibus singulae Ecclesiae nomen capiunt ; cathedralem vero in suo quisque templo collocabit, quod in singulis hisce urbibus princeps iure meritoque hactenus habitum est. Volumus praeterea ut omnes modo conditae Sedes S. Congregationi Fidei Propagandae subdi pergant, earumque Ordinarii, qui adhuc titulares Episcopi fuere, ad suas nunc conditas cathedrales Sedes transferantur : ut venerabilis scilicet Frater Victor Leo Bazin ab Ecclesia titulo Achyraënsi ad Metropolim Rangúnen sem; ut venerabilis Frater Albertus Petrus Falière ab Ecclesia titulo Clysmatena ad Mandalaiensem archidioecesim ; ut venerabilis Frater Alfredus Lanfranconi ab Ecclesia titulo Zertensi ad cathedralem Tungunensem Sedem ; ut denique venerabilis Frater Ferdinandus Guercilena ab Ecclesia titulo Hadrianiensi ad Kengtungensem dioecesim. Quibus Ecclesiis, a Nobis hodie erectis, ea privilegia et honores, ut maxime convenit, concedimus, quae sunt omnium sive archidioecesium sive dioecesium propria; itemque earum Praesules iis omnibus condecoramus iuribus atque astringimus officiis, quae ceterarum Praesulum amplissimam sive metropolitanam sive episcopalem dignitatem consequuntur. Quod nominatim ad Praesules Rangunensem et Mandalaiensem spectat, decernimus ut, sicut omnes per orbem Metropolitae Archiepiscopi, Cru-

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cem ante se ferant in suae cuiusque Ecclesiasticae Provinciae territorio, atque pallium, iuxta liturgicas leges, induant, postquam tamen hoc in publico Consistorio expostulaverant atque obtinuerint. Quod autem ad Canonicorum Collegia attinet, volumus ut Ordinarii in suo quisque metropolitano aut cathedrali templo quam primum eadem condant ; quoadusque vero hoc fieri nequeat, concedimus ut eorum loco dioecesani Consultores instituantur. Omnibus praeterea in hisce nunc conditis Ecclesiis, mensae archiepiscopales vel episcopales constituentur sive bonis, quae adhuc usque Apostolicis Vicariatibus fuerunt, sive pecunia ultro a fidelibus data aut a S. Congregatione Fidei Propagandae comparata. Cum vero unaquaeque Ecclesiarum elementarium tantum habeat seminarium, volumus ut quam primum seminarium maius erigatur, excipiendis educandisque totius Birmaniae adulescentibus, qui inibi philosophiae ac theologiae studia exerceant. Decernimus denique ut in novis hisce Ecclesiis religiose serventur normae, quas Codex Iuris Canonici de Vicarii Capitularis, sede vacante, electione, de cleri populique iuribus oneribusque, deque regimine et administratione Ecclesiarum praescribit. Quae hisce Litteris decrevimus efficienda curabit venerabilis, quem supra diximus, Frater Martinus Lucas, vel ille, qui eo tempore quo haec iussa ad rem adducentur, Apostolicae in India Internuntiaturae praeerit ; cui vero obtigerit exsequendum negotium, illi omnes potestates ad id necessarias facimus, quae etiam subdelegari, si opus fuerit, cuilibet poterunt viro, in ecclesiastica dignitate constituto. Qui vero rem egerit, confectum negotium in tabulas referet eiusque fide dignum exemplum ad S. Consilium Fidei Propagandae quam primum mittet. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostender e t u r . Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quo-

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quo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum Romae, apud S. Petrum, die primo mensis Ianuarii, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quinto, Pontificatus Nostri sexto decimo. OELSÜS Card. COSTANTINI
S. R. E. Cancellarius

PETRUS Card. FUMATONE BIONDI
S. Congr. de Propagan4a Fide
>

Praefectus

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

Franciscus Hannibal Ferretti, Proton. Apost. Silvius Sericano, Proton Apost.
LQCO 8? P l u m b i In Conc. Ap. tab., vol. LXXXX, n. 4

MOTU PROPRIO
DB PONTIFICIO OPERE P R I M A R I O R E L I G I O S A R U M V O C A T I O N U M

Cum supremae paternaeque Nostrae sollicitudini respondens, S. Congregatio negotiis religiosorum sodalium praeposita peropportunum renuntiaverit Opus primarium religiosarum vocationum condere, quod sibi proponat in christifidelibus — omni sane consilio, sed potissimum per diversa in singulis regionibus constituta id genus Opera — voluntatem excitare fovendi, tuendi, iuvandique ad perfectionis christianae Status vocationes, rectam de dignitate ac utilitate perfectionis Statuum notitiam pervulgare, itemque fideles ex omnibus orbis partibus in communionem precum ac piorum exercitiorum vocare, Nos, motu proprio ac de Apostolicae plenitudine potestatis, Opus, quod Pontificium nominamus, vocationum religiosarum apud eandem S. Congregationem constitutum volumus, statuimus ac decernimus, addita facultate aggregandi Opera ac personas, cum id postulatum fuerit, simulque indulgentias concessas vel concedendas, atque favores spirituales, ad universos adscriptos extendendi. Quod quidem ratum firmumque sit ac permaneat, contrariis quibuslibet non obstantibus, peculiari etiam mentione dignis. Datum Romae, apud S. Petrum, die x i mensis Februarii, anno m c m l v , Pontificatus Nostri sexto decimo. PIUS PP. XII

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LITTEKAE APOSTOLICAE
BEATA MARIA VIRGO, NOMINE « MATRIS CAELESTEM DESERTORUM )) CIPUAM PATRONAM CIVITATIS « TORRENTE ) )

,
TN PRAEVALENTINENSIS

INVOGATA,

ARCHIDIOECESIS

ELIGITUR.

PIUS PP. XII Ad perpetuam rei memoriam. — Praesidium rebus in artis atque perfugium salutis, Almam Deiparam, nomine «Matris Desertorum » invocatam, cives oppidi, quod, in Valentina Archidioecesi situm, « Torrente » vulgo appellatur, praecipuis, quemadmodum ad Nos allatum est, ornant obsequiis. Quod pietatis studium, a saeculo xv repetendum, per hominum aetates ita increvit ut peculiaris institueretur sodalitas, e nomine illo Beatae Mariae Virgini adiecto nuncupata ; quam in piam societatem oppidani fere omnes solent ascribi. Tantae autem Matris, insigni Imagine expressae, amorem, clementiam, liberalitatem Christifideles supplices multotiens experti sunt. Quo autem laudatus hic Deiparae cultus maiora sumeret incrementa, hoc praesertim Mariano Anno vertente, Curio Ecclesiae Beatae Mariae Virgini in Caelum Assumptae sacrae et in oppido, quod diximus, exstantis, nomine quoque Cleri, Piarum Sodalitatum locique Moderatorum, submissas Nobis adhibuit preces ut Almam Deiparam, nomine « Matris Desertorum » insignem, Caelestem eiusdem oppidi Patronam renuntiaremus. Quae vota, Venerabilis Fratris Marcellini Olaechea Loizaga, Valentini Archiepiscopi, commendatione suffulta, pro Nostro studio Marianae religionis adaugendae, propagandae, libenti animo statuimus explere. Quapropter, ex Sacrae Rituum Congregationis consulto, certa scientia ac matura deliberatione Nostra, deque Apostolicae potestatis plenitudine, harum Litterarum vi perpetuumque in modum Beatam Mariam Virginem, nomine (( Matris Desertorum » invocatam, totius civitatis, quae « Torrente » appellatur, praecipuam apud Deum Caelestem Patronam constituimus ac declaramus, omnibus adiectis honoribus et privilegiis liturgicis, quae principalibus locorum Patronis rite competunt. Contrariis quibusvis nihil obstantibus. Haec edicimus, statuimus, decernentes praesentes Litteras firmas, validas atque efficaces iugiter exstare ac permanere ; suosque plenos atque integros effectus sortiri et obtinere ; illisque, ad quos spectant seu spectare poterunt, nunc et in posterum plenissime suffragari ; sicque

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rite iudicandum esse ac definiendum ; ìrritumque ex nunc et inane fieri, si quidquam secus, super his, a quovis, auctoritate qualibet, scienter sive ignoranter attentari contigerit. Datum Romae, apud Sanctum Petrum, sub anulo Piscatoris, die X I V mensis Maii, anno m c m l i v , Pontificatus Nostri sexto decimo. De speciali mandato Sanctissimi Pro Domino Cardinali a publicis Ecclesiae negotiis
Gildo P r u g n o l a

a Brevibus Apostolicis

EPISTULAE I
AD R E V M U M P. TERENTIUM S T E P H A N U M MCDERMOTT, ORDINIS FRATRUM PRAEDICATORUM VICARIUM GENERALEM.

PIUS PP. XII Dilecte fili, salutem et Apostolicam Benedictionem. — Cum Septembri mense, anno m d c c c c x x x x v i , Dominiciani Ordinis Delegatos Patres coram admisissemus, qui in coetu legitime habito Moderatorem suum seu Generalem Magistrum collatis ex more suffragiis degerant, eos paterno animo adhortati sumus ut, confirmata disciplina et viribus auctis, ad salutares Evangelii triumphos magis magisque conferrent. In praesens vero, cum noscamus proximo Aprili mense iterum eiusmodi Delegatos esse una tecum in eiusdem generis coetum congressuros, cupimus imprimis illius memoriam recolere, qui ob improvisum et aerumnosum casum e mortali hac vita evocatus tantopere a Nobis a vobisque desideratur. Vix autem necesse esse putamus novos Delegatos Patres commonere ut intento considerent animo se ad gravissimum obeundum munus vocari, cum eum deligere debeant, qui, utpote S. Dominici successor, universum ordinem vestrum, tot tantisque erga Ecclesiam humanitatisque cultum promeritis praeclarissimum, regat, moderetur ad auctioraque cotidie incrementa provehat. Illam imprimis sententiam secum reputent : « Omne datum optimum et omne donum perfectum desursum est, deseen-

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dens a Patre luminum » ;* quamobrem antequam suffragia ferant, supplices ad Deum admoveant preces, ut luce superna suas ipsorum mentes benigne collustrare velit. Idque itidem faciant cupimus omnes Dominiciani Ordinis sodales, ubicumque sunt ; atque adeo una vox ex universa Religiosa Familia vestra ad Caelum attollatur, eorum etiam, qui, ut una tecum conquerimur, cum in « Ecclesia silentii » commorentur, Romam venire praepediuntur hoc suo munere perfuncturi. Cum praeterea, hanc opportunitatem nacti, meditationi vestrae exoptemus aliquid proponere, quod peculiari modo videatur Instituto vestro consentaneum, haec S. Bernardi verba menti Nostrae succurrunt: « E s t . . . tantum lucere, vanum; tantum ardere, parum; ardere et lucere perfectum » . Opus siquidem est ut vos Legiferi Patris vestri normis obtemperantes, in divinarum humanarumque disciplinarum studium incumbatis alacriter ; quam ad rem in Ordine vestro sidera fulgent, quorum lucentes radii saeculorum cursum praetergredientes, aetatis etiam nostrae tenebras illustrant ; Albertum Magnum, dicimus, ac praesertim eius discipulum Thomam Aquinatem, qui « divina humanaque scientia praedives, soli comparatur » atque (( illud a se impetravit, ut et superiorum temporum errores omnes unus debellarit, et ad profligahdos, qui perpetua vice in posterum exorituri sunt, arma in vietissima suppeditant » .
2 3 4

Quamobrem, si illa Codicis Iuris Canonici decretoria sententia omnibus praestituitur, « Philosophiae rationalis ac Theologiae studia et alumnorum in his disciplinis institutionem Professores omnino pertractent ad Angelici Doctoris rationem, doctrinam et principia, eaque sancte teneant » , vobis tamen peculiarissimo modo praecipitur. Idque duplici potissimum ratione : ut nempe catholicae doctrinae integritatem, prouti ab Ecclesia traditur, diligentissime servetis incolumen et adversus insurgentium. errorum conatus invicto animó aptisque armis tueamini; itemque ut nullam humanam disciplinam praetermittatis, quae progrediente saeculo possit nova luce christianam veritatem, quae semper eadem est, collustrare ac patefacere. Verumtamen necesse quoque est ut doctrinae vestrae lumen caritate illa ardeat, quae ex Deo oritur, et •quae homines facilius ad assequendam Aeterni Numinis sapientiam
5

1

lue.

1,

17. S. 452. L. 1879. Pï>. 273-274. Ioan. Bapt., n. 3; MIOXE P. L. O L X X X I I I , 399-B

2

Sermo in hat Constit., n.

3

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LEO X I I I , L i t t . E n c . Aetemi Patria; A. C a n . 1366, 2.

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adducit. ((Scientia inflat», ut ait Apostolus, « caritas vero aedificat » . Atque idem sanctissimus Doctor Mellifluus iure meritoque haec interrogando asseverat : « Quid faceret eruditio absque dilectione? Inflaret. Quid, absque eruditione, dilectio? Erraret » . Utrumque igitur assequi, officium gravissimum vobis esse debet; idque potissimum cum sacras contiones ad clerum vel ad populum habetis — quod Ordinis vestri peculiari modo proprium est —; ita quidem ut sitis « praedicatione ferventes » , ut in Constitutionibus vestris animadvertitur. Etenim si divina caritate hominum verba non ferveant, inania sunt prorsus, secundum illud Apostoli gentium : « Si linguis hominum loquar et angelorum, caritatem autem non habeam, factus sum velut aes sonans, aut cymbalum tinniens » . Ac praeterea concordent semper oportet in vobis verba cum moribus; ita ut, quod ore profertis, vestrae exemplo vitae fulciatis. Haec christiana caritas vos invicem arctissime coniungat ut fratres ; nunquam igitur — quod pro certo omnino habemus — discordia subrepat, numquam frigida illa ac nimia obtineat sui ipsius existimatio, quae ceteros laedat. Christiana humilitas, quae excelsa virtus est, ceterarumque fundamentum, animum exornet vestrum; atque adeo ea omnia a vobis prohibeat, quae alios, sodales praesertim vestros, vel leviter offendat.
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6

Debita vero oboedientia rationibus concussis numquam semperque firmis innitatur ; eis nempe, quae in Moderatoribus vestris Deum ipsum cernere iubeant. Inoboedientia enim, peculiarissimus aetatis nostrae morbus, vires dissipât, ac languida et infructuosa apostolica reddit incepta. Haec habebamus, dilecte fili, quae hac opportunitate data, potissimum vobis omnibus meditanda et cotidie impensius exsequenda proponerentur. Ac fore omnino confidimus ut novus Moderator vester Generalisque Magister haec omnia, opitulante Deo, cernere possit quam diligentissime semper in usum deducta : ita quidem ut ex eius magisterio ac ductu tum inclito Ordini vestro nova queant atque eximia comparari promerita, tum Ecclesiae universae nova incrementa afferri. Eem etiam perutilem, ut scribebas, facturi estis, si Consociationes illas, quae a Mariali Rosario, vel a sacratissimo Nomine Iesu auspicia
s

I

Cor.

viii,

i.

7

S. B e r n . , In Cantica, s e r m . 6 9 , n. 2; MIGNE PL, O L X X X I I I , 1113-A. n. 452. 1.

* Constit.,
s

II

Cor.

XIII,

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sumunt, quam studiosissime auctuosissimeque provehatis ; ex iis enim uberiores in dies salutaresque poteritis colligere fructus. Qua suavi spe freti, tibi, dilecte fili, omnibusque Dominiciani Ordinis sodalibus, iis praesertim, qui in proximum coetum suffragiorum causa congregabuntur, Apostolicam Benedictionem, quae divinorum sit munerum auspex paternaeque benevolentiae Nostrae testis, peramanter in Domino impertimus; Datum Bomae apud Sanctum Petrum, die x x v mensis Martii, anno M D œ c c L V , Pontificatus Nostri decimo septimo. PIUS PP. XII

n
AD E M U M I O S E P H U M E P I S C O P U M ALBANENSEM S. R. E. CARDINALEM SUPREMAE SACRAE C O N G R E G A T I O N I S SANCTI OFFICII A SECRETIS PIZZARDO, EUMDEMQ U E SACRI C O N S I L I I D E S E M I N A R I I S S T U D I O R U M Q U E U N I V E R S I T A T I B U S PRAEFECTUM, QUINTUM ET VICESIMUM EPISCOPATUS ANNUM IMPLETURUM.

PIUS PP. Xtl Venerabilis Frater Noster, salutem et Apostolicam Benedictionem. — Tibi quinquagesimum sacerdotii tui natalem diem, duos adhinc annos, fauste celebranti gratulationes Nostras libenti admodum animo declar ravimus, plura eaque eximia erga Ecclesiam et Apostolicam hanc Sedem promerita ineunda memoria recolentes. Hodie autem ipsimet, quinque a suscepto episcopatu lustra proxime peragenti, dum constantem intimamque benevolentiam publice confirmamus, iustam laetitiam tuam tuorumque et grati eventus celebrationem Nostris secundissimis votis fervidisque ominibus etiam atque etiam adaugemus. Hisce enim postremis temporibus, quo .graviores in dies exstiterunt necessitates, quibus premuntur quum fideles Albanenses tibi concrediti, tum tot Seminariorum alumni sollicitudini tuae demandati, maiore profecto sollertia ac navitate eisdem consulere ac prospicere contendisti. Tibi igitur, Venerabilis Frater Noster, qui in praeclaris nobilissimisque Apostolicae Sedis officiis a florentibus annis versaris, quique Nobis Ipsis tam diuturnam, tam fidelem, tam studiosam deditamque operam tribuisti, de proxima faustitate perlibenti animo gratulamur, omnia felicia, prospera, salutaria a Domino adprecantes. Quo interea auspicati eventus commemoratio

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gregi Albanensi salutarior exsistat,, tibi ultro facultatem largimur, ut, die constituta, post Sacrum pontificali ritu peractum, nomine Nostro Nostraque auctoritae adstantibus fidelibus benedicat, plenariam indulgentiam iisdem proponens, usitatis Ecclesiae condicionibus lucrandam. Supernorum denique munerum solaciorumque in auspicium, inque peculiaris Nostrae dilectionis pignus, Apostolicam Benedictionem tibi, Venerabilis Frater Noster, egregio Episcopo Suffraganeo cunctisque laborum sociis, simulque clero ac populo vigilantiae tuae commisso amantissime in Domino impertimus. Datum Romae apud Sanctum Petrum, die x v i mensis Aprilis, anno MDCCCCLV, Pontificatus Nostri septimo decimo. PIUS PP. XII

ALLOCUTIONES

lis qui inter fuerunt universali Conventui, Romae habito, ad praecavendas operariis calamitate s. * En vous accueillant ici, Messieurs les participants du premier Congrès Mondial de Prévention des accidents du travail, Nous Nous reportons en esprit au mois de novembre de Tan dernier où Nous avions le plaisir de recevoir à Castel Gandolfo les membres du Conseil d'Administration de l'Organisation Internationale du Travail. Nous félicitions alors vivement cet organisme d'avoir contribué pour une large part au développement de la législation sociale en beaucoup de pays, et de s'attacher avec ardeur à l'étude des problèmes actuels que posent les relations entre employeurs et ouvriers. L'un de ces problèmes, issu du développement continu du machinisme, est celui de l'accroissement du nombre des accidents de travail, particulièrement sensible après lai dernière guerre. C'est pour l'affronter que P« Ente Nazionale di Prevenzione degli Infortuni sul lavoro » avec le concours du Bureau International du Travail vous a invités à ce Congrès. Très touché de l'hommage que vous voulez Nous rendre, Nous profitons volontiers de cette occasion pour vous adresser Nos plus sincères félicitations et Nos encouragements.
* D i e 3 A p r i l i s m e n s i s a. 1955.

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Depuis plusieurs décades, la lutte contre les accidents du travail se poursuit avec énergie à l'aide d'organismes techniques spécialisés. On peut voir là une des conséquences les plus heureuses de l'impulsion donnée au siècle dernier, et constamment renforcée depuis lors, par tant d'hommes généreux, soucieux d'améliorer la condition matérielle et morale des travailleurs, et dont Nos Prédécesseurs Léon XIII et Pie XI soutenaient et orientaient les efforts par leurs Encycliques sociales. D'importantes associations se sont créées qui, souvent avec l'appui des pouvoirs publics, s'emploient à stimuler l'action des savants, des experts et de tous les responsables en matière de sécurité et d'hygiène du travail. Mais il apparaît de plus en plus qu'il importe d'éviter la dispersion des forces, de mettre en commun le fruit des expériences et des recherches menées sur plusieurs fronts, de coordonner les initiatives sur le plan international le plus vaste. C'est le but de ce Congrès Mondial, qui invite à ses assises les représentants des organismes de prévention des Etats membres de l'Organisation Internationale du Travail. Parmi les thèmes de rapports et de discussions que vous avez inscrits à votre programme, Nous relevons particulièrement l'étude de la tâche et du fonctionnement des comités de sécurité, les exigences que pose aux constructeurs la sécurité des machines, l'influence des facteurs humains et spécialement de la sélection et de la formation professionelles, les problèmes de collaboration internationale en matière de sécurité. Thèmes très généraux, sans doute, mais qui commandent les solutions particulières et qui devaient être abordés dans ce premier Congrès Mondial. Sans perdre de vue le rôle des facteurs techniques dans la prévention des accidents du travail, facteurs si divers suivant les industries, il convenait de mettre en évidence un aspect plus délicat, l'intervention des motifs humains. La lutte que vous menez prolonge en effet l'effort inlassable que l'homme déploie depuis les origines pour dominer la matière, ses résistances aveugles, ses réactions déroutantes et parfois soudaines et terribles envers celui qui tente de l'enserrer de plus en plus dans le réseau de ses inventions. Toute œuvre humaine comporte un certain risque, physique, économique ou moral; on peut, on doit même l'accepter, quand il ne dépasse pas les limites que fixe la prudence. L'homme trouve d'ailleurs dans cette espèce de défi un stimulant psychologique puissant. Mais d'autre part, personne ne peut compromettre, sans raison grave, sa santé ou celle de ses semblables, exposer sa vie ou -celle d'autri. Et cependant que d'imprudences, de négligences coupables,
18 ACTA, vol. XXII, n. 6. — 21-5 1955.

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de risques délibérément accrus n'entraîne pas le seul désir d'éviter les charges économiques et les sacrifices matériels, que suppose toute application des mesures de protection? La pente de la facilité joue ici dans le même sens pour tous : afin d'éviter les pertes de temps et pour accroître la production et le profit, ou simplement pour s'épargner un effort psychologique désagréable, on relâche toute vigilance, on néglige les précautions parfois les plus élémentaires. Si l'on considère cependant l'évolution sociale récente et si l'on réfléchit quelque peu, on apercevra sans peine le bien fondé et l'utilité de pareil effort. Personne à présent ne conteste plus la part des dispositions subjectives dans le rendement du travailleur. La méconnaissance des exigences physiques, affectives, morales de l'être humain finit par P aigrir et par le dresser contre ceux qui méprisent sa dignité personnelle. Comment pourraient subsister l'intérêt que chacun porte à sa tâche et la conscience professionnelle qui l'incite à s'en acquitter parfaitement, lorsque pèse sans cesse la menace d'un accident, qui priverait l'individu et sa famille du salaire dont dépend sa subsistance matérielle? Au simple plan économique, ces raisons suffiraient déjà à susciter chez les employeurs la volonté d'assurer à leurs ouvriers des conditions satisfaisantes de sécurité et d'hygiène. Parmi les moyens d'ordre général utilisés à cet effet, il est certain que la sélection et la préparation professionnelle, de même que le perfectionnement de la main d'œuvre, tiennent une place capitale. Le fait ressort clairement de l'augmentation de la fréquence des accidents chez les ouvriers émigrés, appliqués à des travaux industriels, auxquels un long apprentissage ou même une tradition familiale ou régionale ne les a pas préparés. Considérée de ce point de vue, la question apparaît avec une extension très large et révèle un de ses caractères typiques: les problèmes spécifiques de la prévention des accidents de travail ne trouveront de solution complète que replacés dans un plan d'ensemble, qui tiendra compte de tous les aspects de la vie du travailleur et qui fera droit à toutes ses aspirations légitimes. L'application de mesures d'ordre technique en sera facilitée et produira des résultats assurés que n'obtiendraient ni la contrainte ni d'autres moyens extérieurs de persuasion. Ces considérations rapides suffisent à illustrer la complexité des tâches qu'affrontent les organismes de prévention. Que de patientes recherches, de compétence, d'esprit de collaboration ne faut-il pas déployer pour résoudre les problèmes théoriques! Et que dire des multiples obstacles, auxquels se heurte l'application des dispositifs de protection! Diffi-

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cultes issues parfois des intéressés eux-mêmes, qui ne comprennent pas la portée de ce qu'on leur demande, les conséquences tragiques des actes qu'on leur interdit, ou qui, sans nier la nécessité des règlements imposés, se lassent peu à peu de les appliquer, et dont il faut sans relâche stimuler le bon vouloir. Pour entretenir l'ardeur qui vous pousse à étudier ces problèmes et à en promouvoir les solutions, vous vous proposez, Messieurs, le noble but d'un service social indispensable à l'époque présente. Dans son domaine temporel, votre intention s'apparente à celle de l'Eglise et de son divin Fondateur, dont la vie et la mort furent consacrés à l'humanité souffrante pour apporter un remède à ses maux. S'il appartient au Christ seul de soulager tant de misères et de servitudes qui pèsent sur le genre humain, en faisant luire l'espoir de la rédemption, il faut aussi chercher en Lui la force intérieure, si nécessaire à qui s'inspire de son exemple et désire prolonger parmi les hommes d'aujourd'hui l'action bienfaisante qui fut la sienne. Les commémorations solennelles de cette semaine suggéreront à la plupart d'entre vous, Nous en sommes sûr, les dispositions d'âme, qui les soutiendront dans leur labeur souvent pénible et ingrat. En gage des secours divins que Nous invoquons sur vous, sur vos familles, vos collaborateurs et tous ceux qui vous sont chers, Nous vous accordons de tout cœur Notre Bénédiction Apostolique.

II Iis qui interfuerunt internationali quarto Conventui Unionis Medicalis Latinae, Romae habito. * Les statuts de l'Union Médicale Latine, qui vous rassemble et vient de terminer à Rome son quatrième Congrès International, Nous ont donné, Messieurs, un aperçu de son but, des moyens qu'elle met en œuvre pour le réaliser et de l'extension qu'elle a prise avec le temps. Ne groupe-t-elle pas en effet les médecins d'une trentaine de nations de langues et de cultures latines, entre desquelles elle entend faciliter les échanges et les relations d'étude concernant les problèmes de pathologie? Nous voudrions vous dire tout l'intérêt que Nous portons à ces efforts, et exprimer le souhait que les travaux de votre assemblée et les contacts permanents prévus par vos Statuts vous permettent d'obtenir pleinement
* D i e 7 A p r i l i s m e n s i s a. 1 9 5 5 .

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le résultat auquel vous aspirez. La richesse même et la variété des thèmes traités par d'insignes savants qui font partie de votre Union, sont une garantie de succès pour votre action et illustrent bien l'importance et la valeur du monde médical latin. A plusieurs reprises, au cours de ces deux dernières années, Nous avons développé, dans Nos allocutions aux Congrès médicaux, à des associations de médecins, à des groupes de spécialistes, des questions touchant la recherche et la pratique médicales, dans la mesure où des intérêts religieux et moraux y sont impliqués. Nous avons exposé les normes fondamentales et la signification profonde de la profession de médecin en général, les principes directeurs de toute éthique médicale, la nécessité d'un droit médical national et international, sa constitution, sa surveillance, et la seule manière possible de le rendre obbligatoire par des unions internationales entre Etats souverains. Nous avons pu constater avec satisfaction tout ce que l'initiative et l'activité infatigable des groupes de médecins avaient déjà réalisé, même si le but visé demeure en plusieurs points loin d'être atteint. En ce qui concerne les matières typiquement médicales, tout récem> ment encore, Nous avons résumé Nos exposés précédents dans une allocution aux participants de la V I I I Assemblée de l'Association Médicale Mondiale. Aussi voudrions-Nous, pour le moment, vous présenter plutôt quelques considérations, auxquelles Nous invite le caractère propre de votre groupement dans l'Union Médicale Latine.
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Ce qui vous incite à vous associer, ce n'est pas une spécialité médicale commune ou un problème professionnel spécialement digne de votre intérêt, mais le terrain d'une culture commune, celle qui s'étend au domaine des langues latines. Vous êtes convaincus, et l'expérience confirme cette idée, que vous trouvez ainsi des avantages particuliers, des biens qui ne vous sont pas offerts ailleurs, du moins pas de la même façon. Cette base culturelle qui vous unit, Nous voudrions montrer qu'elle est capable non seulement de vous procurer un enrichissement personnel, mais encore d'être une source d'avantages pour vos patients, ainsi que pour la science et la technique médicales elles-mêmes dans les pays latins. On a coutume de distinguer chez les peuples civilisés divers domaines culturels, où se retrouve une manière typique de penser, de juger, de sentir, d'agir. Nous pouvons ainsi définir une aire culturelle latine, angloaméricaine, allemande, slave, sans parler des civilisations des grands
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30 s e p t . 1954;

Acta Ap. Sedis,

v o l . 46, p a g . 587-598.

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peuples de l'Asie. Ces domaines culturels, il ne faut pas croire qu'ils naissent d'abord d'une volonté de s'opposer à d'autres cultures, en se condamnant par là à un isolement dongereux ou du moins à un appauvrissement regrettable. Ils expriment bien plutôt les caractères propres d'un peuple ou d'un ensemble de peuples, la manière dont ils développent leur patrimoine commun et assimilent, au contact d'autres cultures, ce qui leur vient du dehors. Chaque culture reconnaît volontiers, sans rivalités mesquines, la préséance des autres là où elles lui sont supérieures et n'hésite pas à les imiter et à recevoir d'elles ce qu'elles ont de valable, mais chacune aime et cultive les traits qui lui sont particuliers, précisément parce qu'ils lui appartiennent en propre, et qu'elle y reconnaît sa marque distinctive. Qu'on trouve en abondance et même à profusion, dans le domaine des langues et de la culture latines, ces dons de l'esprit et du cœur, aucun homme avisé ne le niera. Mais, plutôt que de développer cet aspect, Nous voudrions examiner comment cette culture peut vous procurer un enrichissement en tant que médecins, et par là, à vos patients et à la médecine considérée comme une science, un art, une technique. D'aucuns pourraient avoir l'impression que vos efforts poursuivent un but irréel. Quel rapport y a-t-il en effet entre la culture et l'objet spécifique de la profession médicale? Les maladies qu'il faut guérir ne sont-elles pas les mêmes partout? Une pneumonie est une pneumonie dans les pays latins, comme dans ceux de la culture anglo-américaine. Les médicaments principaux et la façon de les employer sont identiques pour l'essentiel dans tous les pays civilisés : la pénicilline est partout de la pénicilline, les injections antituberculeuses paraissent agir partout de la même manière. Enfin, les interventions chirurgicales principales, les cas où elles sont indiquées, leur technique dans ses éléments fondamentaux sont le bien commun des peuples cultivés. Cette uniformité repose sur un motif facilement perceptible. L'homme est le même en tous lieux et pour toutes les cultures dans la structure essentielle de son organisme, dans sa dispotition à subir l'influence des agents morbides, dans ses réaction aux médicaments et aux interventions chirurgicales. — Cependant cette uniformité n'est pas absolue. Dans le document que vous Nous avez remis, vous relevez que l'association des médecins des nations latines s'intéresse aux problèmes de la pathologie de ces pays, en favorisant l'initiative de voyages d'études et en stimulant les échanges de connaissances scientifiques dans le cadre de la culture latine. Vous supposez donc qu'il existe en cette matière des différences de fait et des particu-

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larités qu'il est normal de rencontrer, car, malgré leur communauté de culture, les trente nations, qui font partie de votre Union, possèdent des traits biologiques distinctifs, q'on peut expliquer par les conditions particulières et l'histoire de chaque région. Une idée analogue se fait jour à l'article 1 des Statuts, parmi les buts de votre Union : elle vise à aider les médecins, que se rendent dans tel ou tel pays associé pour s'y instruire ou s'y perfectionner ; son Bureau permanent a pour tâche de « centraliser tous les concours et toutes les ressources possibles d'enseignement et d'instruction, dans tous les pays de l'Union Médicale Latine». Loin donc de se proposer un objectif irréel, votre Union en tend plutôt compter avec la réalité, parce que le médecin y trouvera un enrichessement de science et de technique provenant des divers caractères spécifiques des nations appartenant au vaste domaine de la culture latine. Mais le terrain culturel commun n'apporte pas seulement au médecin une possibilité de perfectionnement scientifique et technique. Le médecin en effet n'est pas uniquement quelqu'un qui « sait » et qui « peut » ; il met en œuvre dans l'exercice de sa profession, comme dans sa vie privée, une personnalité douée de ressources profondes, qui imprime à son action la marque de son esprit et de son cœur, qui peut, sans s'appauvrir, communiquer à d'autres sa propre richesse intime. Reconnaître les grandes normes de la morale médicale admises tout naturellement dans votre profession, rejeter sans compromission tout ce qui en est indigne, tenir en haute estime l'honneur médical véritable, ne pas supporter la présence, au sein des associations professionnelles, de ceux qui se mettent en contradiction avec ces normes; voilà quelques éléments, parmi beaucoup d'autres, qui constituent la richesse personnelle intime du médecin, bien au delà du savoir et de la techinique pure. La culture latine apporte ici au médecin, dans sa vivante tradition, les biens spirituels les plus précieux ; elle éduque en lui la noblesse de cœur, la magnanimité des décisions, la compréhension et l'ouverture aux sentiments et à la souffrance d'autrui. Il est impossible d'entrer en relation avec des hommes pénétrés de ces valeurs profondes, de les approcher spirituellement, sans en retirer quelque profit, sans voir s'effacer les aspects négatifs que chacun porte en soi et se renforcer les tendances positives, transformées en caractères volontairement acquis. Voilà qui importe vraiment et qui fait apprécier ces échanges, même s'il ne doit s'ensuivre aucune acquisition nouvelle de science ou de technique. Il y a plusieurs années, Nous avons lu dans les publications médicales l'énoncé des principes qui vous guident : « Soigner et guérir au mieux

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de ses connaissances et de ses capacités; ne pas faire tort ni tuer; voir toujours et estimer l'homme dans le malade ; connaître et respecter les limites des possibilités médicales ; être toujours prêt à porter secours là où son intervention est requise (et y être d'autant plus prêt que la nécessité est plus urgente) ; ne pas rester prisonnier de ses sympathies ou antipathies pour la condition ou la race, le rang social ou la nationalité ; ne pas demander s'il s'agit d'un ami ou d'un ennemi ; en cas de besoin, être capable d'intervenir personnellement jusqu'au sacrifice de soi ». N'est-il pas vrai que le réalisation d'un tel idéal comporte pour le médecin un enrichissement notable de sa personnalité? Pour comprendre plus à fond cet idéal, y'adhérer avec une conviction plus pénétrante, y tendre avec un empressement plus spontané, vous trouverez une aide appréciable dans le commerce toujours plus fréquent et plus intime avec les ressources de la culture latine et, en particulier, dans les rencontres entre collègues, qui vivent de ces principes avec l'assurance tranquille et paisible de l'homme et du médecin sérieux et conscient de ses devoirs. S'il en est réellement ainsi, le monde de la culture latine, au sein duquel vous êtes groupés, vous aura enrichis dans le cadre même de votre profession. Médecin et patient sont en quelque sorte des termes corrélatifs. On devine aisément que les enrichissements intellectuels, techniques, moraux, que le médecin puise dans son groupe culturel, tournent d'eux-mêmes à l'avantage et au profit du patient. S'il existe en effet dans les nations de culture latine des maladies d'un type particulier ; si l'on y rencontre avec une certaine régularité des complications plus rares ailleurs ; si les réactions à certains médicaments d'usage assez généralement répandu s'écartent plus ou moins constamment des réactions typiques ; il est évident que les connaissances acquises per le contact avec des médecins et des patients d'une nation appartenant au même territoire culturel et les variations de processus qu'on y a constatées, peuvent être d'une importance décisive pour une série de patients, et qu'ainsi l'expérience acquise par le médecin profite au malade. L'influence personnelle que le médecin est capable d'exercer sur le malade n'a pas une importance ou une utilité moindres. Le malade veut être compris par son médecin; il a besoin d'avoir grande confiance en lui pour retirer de ses soins un profit réel, physique et psychique. Quand le médecin appartenant au même milieu culturel réalise l'idéal que Nous esquissions tantôt, en puisant aux mêmes richesses spirituelles, et grâce

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an contact avec des médecins éminents qui partagent ses aspirations, le malade trouvera chez lui tout ce qu'il cherche spontanément ou consciemment : compréhension, soutien, impression de sécurité, et lui accorderà volontiers sa confiance. Votre rencontre sur le terrain de la culture latine comporte enfin des avantages pour la médecine elle-même et, sans doute, les avez-vous recherchés. Le progrès s'accomplit ici de la même manière que dans toutes les autres sciences expérimentales. D'abord, s'impose l'observation attentive et toujours contrôlée des faits. Sans la Symptomatologie, la médecine en effet resterait impuissante. On y rattache l'étiologie, avec tous les problèmes qu'elle pose, mais aussi les nombreux résultats pleinement vérifiés que l'on a pu enregistrer jusqu'ici. Le profane reste étonné à la vue des progrès énormes (fussent-ils aperçus dans une vue d'ensemble), que la médecine a accomplis et continue à accomplir. Nommons surtout l'étude toujours plus précise de l'organisme humain lui-même, de ses organes dits annexes, d'une structure si délicate, et dont on n'aperçut que peu à peu l'influence décisive sur les fonctions vitales ; l'extension de l'endocrinologie, qui cherche à compenser les déficiences des glandes à sécrétion interne et à rétablir l'équilibre nécessaire dans leur fonctionnement ; la possibilité et l'importance de la greffe et de la thérapie cellulaires; l'invention, la fabrication, le dosage des remèdes, obtenus par imitation de la nature au par des synthèses artificielles réalisées en laboratoire; le développement considérable des interventions chirurgicales et de l'équipement hospitalier. La chirurgie ose entreprendre aujourd'hui et mène à bonne fin ce qui paraissait impossible il y a un siècle ou deux. Son audace ne suscite qu'une inquiétude : celle de la voir dépasser les limites de la licéité morale. Le travail d'observation, de recherche, de contrôles expérimentaux s'effectue surtout dans les cliniques et laboratoires. Ses résultats deviennent le bien de tous, grâce aux publications, livres et périodiques, aux relations lues dans les congrès aux cours spéciaux ou de complément dans les Universités et cliniques. C'est ainsi que, peu à peu, le médecine progresse en chacun des groupes culturels mentionnés au début, et donc aussi dans les pays de langue et de culture latines, en s'adaptant aux conditions spéciales de ces territoires. Chacun en cela ne se contente pas de recevoir des autres les résultats de leur travaux, mais s'empresse aussi de donner, d'enrichir la communauté et la science elle-même des fruits de son labeur. Pour deviner le

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montant de cet apport mutuel, if suffit de lire attentivement la liste des membres inscrits dans votre Union, ou même de nommer Paris, qui en est le siège. On sait assez quelle envergure y atteint le développement de la recherche médicale, ce qu'on y trouve en fait d'instituts, de cliniques, de laboratoires, toutes les publications qui y voient le jour au profit de la communauté. Et l'on pourrait dire presque la même chose de toutes les grandes cités du monde latin. En terminant cette allocution, Nous ne voudrions pas négliger de relever que les nations groupées dans P Union Médicale Latine sont au nombre de celles, dont l'âme fut longuement imprégnée et façonnée par la foi catholique. Celle-ci continue la plupart du temps à inspirer leurs attidudes devant les problèmes de la vie, celui de la souffrance en particulier. Or le médecin doit prendre position en ces questions, tant pour le patient que pour lui-même. Suivant la tradition chrétienne, le malade mérite les plus grands égards, parce qu'il reflète l'image de Dieu, d'un Dieu incarné et souffrant. Le moindre des services qu'on lui rend s'adresse en réalité non seulement à l'homme faible et impuissant, mais au Seigneur de toutes choses, qui rétribuera d'une récompense éternelle le bien que l'on fait en son nom au plus petit des siens. C'est pourquoi les normes morales, auxquelles le médecin obéit, dépassent de bien loin les prescriptions d'un code d'honneur de la profession ; elles s'élèvent au rang d'une attitude personnelle à l'égard d'une Dieu vivant. De là dérivent la dignité et la noblesse les plus hautes de l'action du médecin; de là aussi le caractère pour ainsi dire sacré qui enveloppe sa personne et ses interventions. Cette tradition, aujourd'hui menacée par un matérialisme envahissant, il vous appartient de la sauvegarder. Contre les déviations d'une médecine qui se résoudrait en pure technique, contre un « art de guérir » qui négligerait le facteur humain et transcendant, vous réagirez en défendant la primauté du spirituel, si constamment affirmée per la culture latine et portée à son expression la plus parfaite dans la conception chrétienne de la vie humaine. Puisse votre volonté de progrès ne jamais se lasser devant les difficultés, ni se décourager à cause des insuccès partiels! Puissent les résultats temporels de votre activité se prolonger sur le plan de la foi et y trouver une fécondité durable! En gage de la protection divine que Nous implorons sur vous, sur vos collaborateurs, vos familles et tous coeux qui vous sont chers, Nous vous accordons de tout cœur Notre Bénédiction Apostolique.

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Ad christifideles, die Paschatis Resurrectionis D. N. Iesu Christi devota omina Summo Pontifici ac Veneratissimo Patri in foro sancti Petri proclamantes. * Surrexit, è risorto : f u il lieto annunzio che l'angelo sul vuoto sepolcro del Redentore diede alle pie donne all'alba della Risurrezione. Il medesimo grido di vittoria e la promessa di Gesù della sua perenne assistenza alla Chiesa, ormai da secoli provata realtà, Noi desideriamo, in nome di Lui, di ripetere oggi, come saluto pasquale a voi tutti, diletti figli e figlie, qui convenuti dalla Nostra Città vescovile di Roma, dall'Italia, e da tante regioni del mondo, affinchè il beatificante conforto e la pace celeste, che irraggiano dal Salvatore divino, penetrino nelle vostre anime e informino il vostro pensiero, il vostro sentimento e il vostro volere.
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Egli è risorto e vive in mezzo a noi! Quale più sicura verità, quale più consolante realtà, nel presente esilio terreno, che questo duplice fatto, su cui si fondano la certezza della fede e la speranza di ogni salvezza! Cristo è risorto! Sfavilla senza ombra di dubbio questa storica verità, e il suo splendore permane avvalorato dalla testimonianza viva della Chiesa, che non avrebbe retto al peso dei secoli, se Cristo non fosse risorto. Cristo è in mezzo a noi ! Rifulge d'irresistibile luce la realtà della vita operosa di Gesù nella Chiesa. Voi stessi ne siete testimoni. Questa Chiesa, che non può essere frutto di umani disegni — che è anzi rinnegamento di inordinati istinti e pertanto odiata dal mondo — resiste, perchè vi è in lei Chi le rinnova la freschezza della vita e della gioventù. È il Dio umanato e risorto, che in lei si cela per ravvivare perennemente e intimamente l'umanità, comunicando a chi crede in Lui la sua verità, la sua grazia, la sua pace. Per il cristiano, illuminato dalla verità della Risurrezione, la fede è vita, vita piena ed essenziale in comunione con Cristo nella Chiesa. Come allora potrebbe un credente separare in sè la religione dalla
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* D i e 1 0 A p r i l i s m e n s i s a . 1955.
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MATTH. 28, 6. C f r . MATTH. 2 8 , 2 0 .

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* C f r . Io. 15, 1 8 1 9 .

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vita, senza scindere a morte il proprio essere e senza sconvolgere da insensato Popera di Dio? Sia dunque in voi viva la fede ; sia cioè fede ardente e vissuta, in modo che la religione indirizzi la vita, e la vita si volga in continuo atto di religione. In verità, quanto più profondamente il cristiano è radicato nella fede, tanto più alacremente egli adempie i doveri che la vita gli impone; e tanto più efficacemente opera, quando, a ciò abilitato e chiamato, deve signoreggiare i grandi uffici e obblighi, che hanno per fine e meta il bene sociale, l'ordine pubblico e la pacifica convivenza dei popoli. Si rinvigorisca dunque in voi tutti, diletti figli e figlie, col gaudio della Pasqua, la salda persuasione che la religione è condizione imprescindibile di vera vita, e che solo dalla sintesi operante dell'una e dell'altra scaturisce la soluzione dei piccoli e grandi problemi che angustiano la presente umanità. Affinchè ciò si adempia e la letizia della Risurrezione non tramonti col declinare di questo giorno, ma si trasformi in ferma speranza, Noi invochiamo dal Redentore, vincitore della morte, l'abbondanza delle sue grazie. Giunga pertanto la Nostra Benedizione a tutti gli uomini di buona volontà, affinchè in numero sempre maggiore, divengano il nuovo lievito della verità e del bene. Giunga a coloro che vivono nella vera fede, affinchè perseverino in essa, e da essa nutriti si elevino a sempre più alta perfezione ; ma specialmente a quanti per la loro fedeltà a Cristo e alla Chiesa soffrono persecuzione, condannati ad ingiusta miseria, strappati ai loro cari, esiliati, privati della libertà e imprigionati. Noi li benediciamo con effusione di particolare affetto, affinchè essi, con lo sguardo rivolto al Salvatore, tollerino in costante serenità tanti mali e non s'infrangano spiritualmente ; offrano intanto le loro sofferenze per gli stessi persecutori e così li guadagnino a Dio ; facciano che il loro sacrifìcio sia seme per una sovrabbondante messe di genuina cristiana felicità. Col cuore stretto dall'ansia per la sorte di tanti popoli sui quali grava ancora la nube di un oscuro avvenire, Noi benediciamo altresì tutti quelli, la cui azione ha un influsso preponderante per il bene dell'umanità e la salvezza delle anime, e nelle cui mani è il tremendo potere di giovare ad ambedue, o invece d'infliggere loro gravi ferite. Noi li benediciamo, affinchè non chiudano, ma aprano largamente le porte all'opera
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* C f r . 1 Cor. 5 , 7.

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di Dio ; affinchè nei due emisferi della terra, in sincera prontezza per una stabile intesa, stringano patti, che assicurino la pace, inizino un progressivo disarmo e in tal modo risparmino all'umanità la rovina di una nuova guerra ; acciocché nell'interno delle nazioni emanino leggi e ordinamenti, i quali siano sempre diretti a utilità generale, rispettino la umana dignità e la libertà per il bene, favoriscano la giustizia sociale e la carità fraterna, di guisa che nelle loro terre le virtù cristiane, fondamento di ogni prosperità, possano abbondantemente fiorire. Ben sappiamo quale sempre più vasto e importante dominio va acquistando nella vita dei popoli e nella stessa condotta politica la ricerca scientifica ; e benediciamo il Signore che ha piegato la mente degli uomini a più miti consigli di pace. Non con ansia e con trepidazione abbiamo osservato i recenti progressi che, dopo alcuni impianti fissi, hanno condotto a buon termine il primo tentativo di muovere una nave con l'energia ricavata da trasmutazioni nucleari, mettendo finalmente queste forze a servizio, non a distruzione dell'uomo. Non possiamo non auspicare e invocare dal cielo che l'uomo le abbia a sua crescente disposizione e le possa sempre meglio dominare. Ci è noto quanto sia lunga, difficile, laboriosa e pericolosa una tale ricerca. Però esortiamo gli uomini di scienza e di buona volontà a perseverare con ardimento e fiducia nello studio teoretico e sperimentale sulle apparatore e sui materiali fertili, in modo da arrivare ad una cospicua produzione di energia di facile accessibilità, che serva là dove occorre, per contribuire a mitigare la pressione del bisogno e della miseria. E preghiamo Dio onnipotente che illumini e diriga un lavoro, il quale può rendere un sommo vantaggio umano e morale, oltre che scientifico, mentre Lo supplichiamo di impedire che tanta e così alta fatica si trasmuti in una demoniaca violenza che tutto travolgerebbe. Con pari fiducia ed attesa seguiamo quelle molte ricerche le quali, volte a studiare gli effetti che i numerosi tipi di radiazioni ora disponibili hanno sui vegetali, sul loro sviluppo, sui loro frutti e sulla loro possibilità di conservazione, possono contribuire a risolvere quei problemi dell'alimentazione, che tanta importanza hanno nella vita dell'umanità. Anche per esse invochiamo da Dio quella provvida assistenza, senza la quale non vi è speranza per le umane fatiche. Tuttavia, a riguardo di ciò che la ricerca può fare nel dominio geloso della vita, dobbiamo ancora una volta ammonire dei pericoli, che la genetica prevede come possibili, quando il mistero, che giace in fondo a ciò che è vivo, viene manomesso da incauti interventi o da un violento mutamento

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dell'habitat, per esempio a causa di agenti, come un'accresciuta radioattività nei confronti di un'ancora ignota soglia di sicurezza biologica. Gli errori di generazioni teratomorfiche, e anche peggio i traumi occulti cagionati al patrimonio gènico, darebbero poi il segno della rivolta della natura contro tali violenze. E finalmente la Nostra Benedizione pietosa va alle schiere desolate dei poveri sparsi nel mondo, ma i più vicini al Nostro cuore, alle famiglie cui manca tutto, ai malati languenti negli ospedali, nei sanatori, nelle cliniche, ai miseri detenuti nelle prigioni, e a quanti altri sono oppressi dal dolore, affinchè dalla misericordia di Dio e dall'amore dei buoni venga loro copioso il conforto e l'aiuto. Il Dio di ogni grazia, che vi ha chiamati all'eterna gloria in Gesù Cristo, vi perfezionerà, vi conforterà e vi darà vigore. A Lui gloria e impero nei secoli. Così sia!
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IV Summus Pontifex, aperiens expositionem operum pictarum fratris Ioannis e Faesulis, qui « Angelicus » appellatur, quinto exeunte saeculo ab eiusdem obitu in Aedibus Vaticanis ordinatam, haec verba fecit. * Accogliendo nella Nostra dimora, in numero così cospicuo, i capolavori di Fra Giovanni da Fiesole, non abbiamo soltanto inteso di tributare singolare testimonianza di ammirazione al genio di chi seppe assorgere alle somme vette dell'arte, traendo la ispirazione dai misteri della fede, ma di ravvivare altresì il messaggio profondamente religioso ed umano che egli ha predicato col suo pennello alle generazioni coeve e alle future, non stanche mai di contemplare le sue mistiche visioni, ove bellezza ed armonia quasi trascendono i vertici dell'umano per aprire come uno spiraglio nei cieli. Desideriamo innanzi tutto di esprimere la Nostra viva compiacenza per il vasto movimento di studi che la celebrazione del V Centenario della morte di lui ha suscitato, spronando insigni critici e scrittori ad approfondire e divulgare la figura e l'opera di Fra Angelico con pregevoli pubblicazioni, in talune delle quali sono apparse sotto luce nuova e più vera l'epoca e le correnti di pensiero e di arte che hanno contrassegnato la prima metà del Quattrocento : pubblicazioni che tornano ad onore non solo delle arti, ma della coltura in genere e della stessa religione.
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C f r . 1 Petr. 5, 1 0 - 1 1 .

* H a b i t a d i e 20 A p r i l i s m e n s i s a. 1955.

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Esprimiamo inoltre ben di cuore la Nostra gratitudine verso tutte e singole le dignissime persone, che, rispondendo con filiale premura ai Nostri desideri, si sono adoperate affinchè le opere dell'Angelico, custodite come tesori incomparabili nei musei e nelle gallerie di diverse nazioni, Ci fossero inviate temporaneamente in questa fausta circostanza, procurando a noi stessi il godimento di ammirarle, ed insieme la letizia di poterle mostrare ai carissimi figli, che, provenienti da ogni parte del mondo, visiteranno l'Urbe in questi giorni. La presente Mostra è la prima imponente raccolta in un medesimo luogo delle opere di lui, e precisamente in questo Palazzo Apostolico, la cui soglia aveva ripetutamente varcata il genio dell'eccelso artista. L'umile e pio Fra Giovanni da Fiesole vi venne, come è noto, nel periodo più maturo della sua vita artistica, chiamato dai Nostri Predecessori) da Eugenio IV, e poi dal grande mecenate Niccolò V, a cui il Rinascimento deve molti dei suoi primi passi, e qui lasciò eternate sulle pareti alcune delle più vigorose pagine del suo mondo figurativo, a lustro e decoro di questa Apostolica residenza e a perenne testimonianza della perfetta intesa tra la Religione e l'arte. A distanza di cinque secoli, l'odierno omaggio reso al santo religioso e sommo artista riveste il significato di ben meritata riconoscenza, che Noi volentieri gii tributiamo, anche perchè la sua memoria e la sua opera Ci sembrano in qualche modo congiunte col Nostro pur travagliato Pontificato. Ci piace ricordare, tra l'altro, la Nostra visita compiuta quindici anni or sono alla Basilica di Santa Maria sopra Minerva, che custodisce religiosamente i suoi resti mortali ; ma in modo particolare l'Angelico, che può dirsi l'estatico pittore di Maria Regina dei cieli, Ci ricorda lo straordinario favore concesso alla Nostra piccolezza dalla divina Provvidenza, di onorare in singolari guise la Madre di Dio, tra cui quello d'incoronare per mano Nostra l'immagine della Vergine, come egli fece più volte nell'estasi dell'arte in capolavori che sono restati nei secoli quali tipi di paradisiaca bellezza. Ed ora l'alta stima per Fra Angelico, di cui tante opere abbiamo sotto gli occhi, Ci porterebbe a tracciare uno studio analitico sulla sua arte ; tuttavia le Nostre presenti condizioni non Ci permettono che di toccarne rapidamente qualche aspetto più caratteristico, lasciando agl'illustri critici l'ufficio e il diletto di approfondire alcune questioni che hanno sempre interessato i cultori dell'arte fin dai tempi in cui egli fiori, e, molto più, da quando si è formata con metodo proprio la scienza della storia e della critica dell'arte stessa. Torna, infatti, a sommo onore

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dell'Angelico l'essersi imposto in ogni tempo all'ammirata attenzione degli studiosi ; nè, in verità, egli potrebbe essere trascurato da chiunque si accinga a tracciare le vie maestre, lungo le quali si è sviluppata la cultura occidentale, di cui egli è senza dubbio un pilastro, sia come interprete della sua epoca, sia come efficace promotore dell'avanzamento di quella. Se, in tempi lontani e tuttora, il giudizio dei critici si è diviso a suo riguardo in divergenti opinioni, queste toccano lati secondari della sua persona, o della genesi della sua arte, oppure aspetti puramente interpretativi di essa ; però nessun uomo retto ha posto mai in dubbio gli attributi essenziali che universalmente gli sono riconosciuti : essere l'Angelico un sommo pittore, di alta spiritualità, innovatore e geniale, efficace, sincero e perfetto. Benché sulle vie delle arti, col volgere dei tempi, si mutino i gusti e le maniere, e quantunque la ricerca di nuove forme espressive induca spesso gli animi a un certo oblio e disprezzo dell'antico; per l'Angelico, come per i veri e grandi geni, non si è data mai età in cui fosse sminuita l'alta ammirazione da lui riscossa sia presso i dotti che in mezzo al popolo. La sua arte è legata, è vero, a un tempo ; appartiene ad una determinata età, alla quale altre ed altre han fatto seguito; ma i successivi sviluppi non sono da considerarsi superamenti in contrasto con quell'arte, quasi che ad essa fosse mancata la perfezione o il punto di arrivo. Gli studi più moderni sono concordi in questo giudizio essenziale, avendo ormai risolto in suo favore anche la già dibattuta questione se egli dovesse considerarsi discepolo della tradizione gotica, oppure precursore del rinascimento umanistico. L'Angelico fu pronto ed aperto nell'assimilare le nuove correnti rinnovatrici dell'arte, adoperandosi affinchè a questa fosse conservato il tradizionale carattere religioso nelle sue finalità didattiche ed etiche. Nessun dubbio che egli sia uno degli anelli più rappresentativi, nel travaglio di transizione dall'una all'altra età. Parimenti è stata collocata nel vero la sua persona, sottraendola alla popolare e pia leggenda, secondo cui il fervoroso Frate avrebbe dipinto i suoi Santi, come assorto in inconscie estasi, abbandonata la mano alla guida di esseri ultraterreni. Ciò però non significa che la sua profonda religiosità, la sua serena ed austera ascesi, nutrita da virtù solide, da contemplazioni e da preghiere, non abbia esercitato un determinante influsso nel dare alla espressione artistica quel potere di linguaggio, con cui egli raggiunge immediatamente gli spiriti, e, come più volte è stato

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notato , nel trasformare in preghiera la sua arte, essendo solito ripetere <( che chi fa cose di Cristo, con Cristo deve star sempre » .
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Che poi egli dipendesse, e per quali aspetti da Giotto ; quale influsso subisse da Masaccio ; con quali criteri risolvesse i nuovi ed ardui problemi fin d'allora agitati intorno alle teorie dello spazio e della luce; come intendesse il ritorno al classicismo ; se si schierasse col Cennini che attribuiva alla pittura l'uflicio di scoprire l'invisibile, e non coir Alberti che le restringeva il dominio nel solo visibile ; se vi fosse in lui un'intenr zione esplicitamente polemica contro la corrente neo-platonica, certamente da lui respinta : sono questioni le quali formano ancora oggetto di indagini che onorano coloro che vi si applicano. La schietta pietà dell'Angelico è considerata, a ragione, una base essenziale della efficacia di lui ; ma un secondo fondamento deve ricercarsi nella sua cultura, cioè, nella dottrina dell'universo appresa alla scuola della filosofia perenne e alla quale egli aderiva con chiara e tranquilla certezza. Non pochi critici hanno giustamente osservato come la dottrina tomistica si rispecchi nei suoi quadri, non solo per il contenuto, ma anche per il metodo stilistico e tecnico. L'Angelico parte dalla natura, si direbbe, a somiglianza del grande Dottore, allorché questi si accinge ad esporre le celebri sue « cinque vie » ; e la natura egli ama appassionatamente, in quanto è opera e riflesso di Dio. Di essa, però, egli insiste a mettere in risalto l'aspetto estetico, anzi pare che miri con ardimento a imporle un suo ideale di bellezza, vagheggiato nelle devote contemplazioni del suo mondo soprannaturale. La visione del creato nella sua formalità estetica non risulta monca e parziale, poiché per lui il bello si identifica col vero, col buono, col santo, col perfetto e col casto, quasi a quel modo che le divine perfezioni, di cui le creature sono riflesso, non si distinguono in Dio realmente, ma solo più o meno esplicitamente per la innata debilità dell'Intelletto creato. Egualmente dalla dottrina del Dottore San Tommaso egli ha appreso la grande sintesi dell'universo, il quale, vario negli elementi che lo costituiscono, prende le mosse da Dio e torna a Dio dopo aver percorso il suo cammino, a guisa di orbita sfavillante di armonia, di bellezza, di verità e di santità : questa sintesi par di riscontrare nelle celebri composizioni, ove deliziose figure di angeli, di santi, di frati, di vergini fanno corona al trono del Redentore e della Madre sua. Certamente la Pittura dell'Angelico è sempre religiosa : per i soggetti prescelti, ma altresì per il modo ed il metodo con cui li tratta.
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G. VASARI,

Vite dei più eccell.

Pittori, Scult,

ed Arch.,

Firenze 1 8 7 8 ,

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Assuefatto alla tranquilla disciplina monastica e ognora sollecito della perfezione nelle intenzioni, nelle parole, negli atti, cercherà di raggiungerla anche nella tecnica dell'arte, che sarà pertanto nitida e serena. Nella sua vita, come nei suoi dipinti, non vi saranno momenti drammatici esteriori, bensì lotte interiori in piena rassegnazione al volere divino e in calma fiducia nella vittoria del bene. La luce stessa, che sparge nello spazio e sui personaggi non è misurabile tanto dalla quantità, che dalla qualità di purezza; luce, per quanto è possibile, celeste. I suoi racconti sono semplici e lineari, modellati quasi sullo stile degli Evangelisti. I suoi personaggi rivelano sempre un'intensa vita interna, dalla quale i volti, i gesti, le movenze restano trasfigurati. Narrando o mostrando al popolo i divini misteri, egli si comporta da accorto « predicatore », qual era, cercando di suscitare una immediata ammirazione con gli elementi descrittivi e decorativi, per poi parlare più pacatamente all'intimo dell'anima. Quando, però, egli vuol dare un soggetto di contemplazione ai propri confratelli, esercitati a meditare le cose superne, si dà premura di rimuovere ogni oggetto di distrazione, e cioè le tonalità forti della luce e del colore, il multiloquio di troppe figure e gesti, dando invece risalto alla pura interiorità : e corpi allora vengono sublimati in una diafanità e leggerezza sopra-terrena, gli spazi si vuotano, i volumi si contraggono e scompaiono le parti decorative, a lui tanto care, quali sono i gentili paesaggi della sua Toscana e le nuove forme architettoniche create allora dal Brunelleschi. Ne risulta così uno spirituale lirismo erompente da puri accordi interiori, che aleggia ancora nelle celle e negli ambulacri del suo convento di San Marco in Firenze, le cui pareti, da sè sole, basterebbero a celebrare la immortale gloria di un artista. A suo tempo, in questo « studio » di Niccolò V e in altre grandi tavole d'altare, egli ricorrerà allo stile monumentale, ma nella misura consentita dal suo proposito, ormai divenuto suo inderogabile canone d'espressione, di parlare delle cose divine con un linguaggio vero e comprensibile, tuttavia degno di Dio e dei suoi Santi. Ma a che cosa, in sostanza, mira il linguaggio pittorico che l'Angelico rivolge ai figli del suo secolo e dei seguenti? Da un lato egli intende incùL care le verità della fede, persuadendo gli animi con la fórma della loro bellezza; dall'altro, si propone di indurre i fedeli alla pratica delle virtù cristiane, proponendone amabili ed attraenti esempi. Per questo secondò scopo la sua opera diventa un messaggio perenne di cristianesimo vivo, e, sotto un certo aspetto, altresì un messaggio altamente umano, fondato
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sul principio del potere trasumanante della religione, in virtù del quale ogni uomo, che viene a diretto contatto con Dio e i suoi misteri, torna ad essere simile a Lui nella santità, nella bellezza, nella beatitudine : un uomo, cioè, secondo i disegni primigeni del suo Creatore. Il pennello di Fra Angelico dà così vita a un tipo di uomo-modello, non dissimile dagli angeli, in cui tutto è equilibrato, sereno e perfetto : modello di uomini e di cristiani, forse rari nelle condizioni della vita terrena, ma da proporre all'imitazione del popolo. Si guardino attentamente i Santi che attorniano Cristo e la Vergine, o anche gli anonimi personaggi dei suoi racconti. Essi non rivelano incertezze e tormenti di ordine intellettuale : ognuno di loro gode del tranquillo possesso della verità, alla quale è giunto per la conoscenza naturale o per la fede soprannaturale. La loro volontà è rivolta al bene ; le passioni, le reazioni, i sentimenti cui sono soggetti, perchè umane creature, si presentano sempre temperati da un interno dominio dell'anima. Il pianto sacro per il morto Redentore è bensì acerbo dolore, ma non strazio disperato ; la letizia dei Beati non può dirsi ancora abbandono a giubilo incontenibile ; l'austerità dei penitenti non ha ombra di angoscia; la concentrazione meditativa di San Domenico è ben diversa dall'astrazione estatica che annullerebbe la personalità dell'uomo ; signoreggiata dalla forte tempra dell'animo è la veemenza del Battista. Questa moderazione delle passioni e dei sentimenti vuole predicare l'Angelico alle anime cristiane. Una bontà positiva, inoltre, avvolge ogni figura, siano angeli o santi religiosi o gente del popolo. Una bontà materna traspare dalle sue Madonne, anche se assise nella maestà monumentale del trono. L'Angelo, che ha avuto da Dio il tremendo officio di scacciare i pregenitori dall'Eden, trova anch'egli modo di posare la mano, libera dalla spada, sulla spalla di Adamo; parrebbe, quasi ad infondergli coraggio e speranza. Perfino i giudici iniqui e i carnefici dei martiri non mancano di una certa bontà, forse perchè consapevoli d'essere strumenti della gloria di Dio. Si direbbe anzi che egli stesso si dichiari incapace di dar vita al torbido e alla malvagità. Costretto talvolta a far posto nel suo mondo a questo elemento tenebroso della umana realtà, ne evita il più possibile la diretta visione, come può riscontrarsi nel « Martirio dei Santi Cosma e Damiano » e nel « Giudizio finale », in cui la schiera dei dannati è da taluni attribuita ad altre mani della sua scuola. L'uomo, nel mondo dell'Angelico, che è quello della verità, non è naturalmente nè buono nè santo ; però può e deve divenirlo, essendo la

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santità facile e bella, poiché Cristo, di cui tante volte egli mostra il sacrifìcio, è morto per questo fine, la sua santissima Madre ne è l'eccelso esempio, i Santi gioiscono per averla raggiunta, e gli Angeli si deliziano di vivere in conversazione coi Santi. Nelle virtù che egli propone, affine di avvincere ad esse gli animi, non mette tanto in risalto lo sforzo nell'atto di conquistare, quanto la beatitudine che deriva dal loro possesso e la nobiltà di chi ne è rivestito. In questo modo la profonda umiltà della Vergine davanti a Gabriele si rivela nel volto di lei con espressione di regalità, quella medesima che lo illumina al momento della incoronazione per mano del Figlio : perciò i profili della Vergine nei due momenti sono egualmente regali, salvo il lieve turbamento accennato nel primo, e trasformato nel secondo in un leggiadro sorriso di gaudio. Nella condanna di S. Stefano stanno di fronte la virtù e la passione, la prima in veste di reo, la seconda in quella di giudice ; ma il reo umilia il potente, benché assiso in soglio, con l'impavida fermezza nella sua fede. L'Angelico è insuperabile nell'intessere l'elogio delle virtù cristiane; dove forse la lode diventa poema, è nel mirabile affresco, qui accanto, che può definirsi l'apoteosi della povertà e della sventura tollerate cristianamente. Il cieco, il paralitico, il piagato; la vedova e gli altri indigenti, che circondano il santo diacono Lorenzo, traggono dalla fede cristiana, di cui sono imbevuti, uno splendore di dignità, che le stesse miserie non riescono ad offuscare. Forse uno dei tanti deliziosi angeli, che popolano altre sue visioni, non starebbe a disagio tra questa schiera di povera gente, che ha però l'anima ricca di serenità e di speranza. Il mondo pittorico di Fra Giovanni da Fiesole è bensì il mondo ideale, la cui aura è rifulgente di pace, di santità, di armonia e di gaudio, e la cui realtà è nel futuro, quando sulla nuova terra e nei nuovi cieli trionferà la giustizia finale; tuttavia questo soave e beato mondo può già fin da ora prendere vita nel segreto delle anime, e ad esse pertanto egli lo propone, invitandole ad entrarvi. In questo invito Ci pare che consista il messaggio che l'Angelico consegna alla sua arte, fiducioso che sarebbe quanto mai adatta ad efficacemente diffonderlo. È vero che all'arte, per essere tale, non è richiesta una esplicita missione etica o religiosa. Essa, come linguaggio estetico dello spirito urna* no, se questo rispecchia nella sua verità totale, o almeno non lo deforma positivamente, è già di per sè sacra e religiosa, in quanto cioè è interprete
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C f r . g Petr. 3, 1 3 .

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di un'Opera di Dio ; ma se anche il contenuto e le finalità saranno quelle che l'Angelico assegnò alla propria, allora assorgerà alla dignità quasi di ministro di Dio, riflettendone un maggior numero di perfezioni. Questa eccelsa possibilità dell'arte Noi vorremmo qui additare alla schiera, tanto dà Noi amata, degli artisti. Ohe se invece il linguaggio artistico si adeguasse, con le sue parole e cadenze, a spiriti falsi, vuoti e torbidi, cioè difformi dal disegno del Creatore, se, anziché elevare la mente e il cuore a nobili sentimenti, eccitasse le più volgari passioni, troverebbe bensì presso alcuni eco ed accoglienza, anche solo in virtù della novità, che non è sempre un valore, e della esigua parte di reale che ogni linguaggio contiene ; ma una tale arte degraderebbe sè stessa, rinnegando il primordiale ed essenziale suo aspetto, nè sarebbe universale e perenne, com'è lo spirito umano, a cui si rivolge. Nel tributare pertanto il Nostro omaggio al sommo artista, e nell'in vitare i Nostri diletti figli ad accogliere, quasi disposto dalla Provvidenza, il messaggio religioso e umano di Fra Giovanni da Fiesole, il Nostro pensiero non riesce a staccarsi dal considerare con ansia il presente mondo in cui viviamo, così differente da quello descritto in queste mirabili tavole, ove si trovano, suggellate da arte squisita, le più alte e più vere aspirazioni dell'uomo. Facciamo perciò ardenti voti, affinchè il soffio della cristiana bontà, della serenità e dell'armonia divina, che si sprigiona dall'opera dell'Angelico, pervada i cuori di tutti, mentre, auspice delle più abbondanti grazie celesti, impartiamo di cuore a voi tutti la Nostra paterna Apostolica Benedizione.

NUNTIUS RADIOPHONICUS
EXCMIS EPISCOPIS ET CHRISTIFIDELIBUS RHODESIAE MERIDIONALIS OB RECENS IN EA INSTITUTAM HIERARCHIAM ECCLESIASTICAM. *

Once again a bountiful God has given Us the joy of speaking to Our faithful children on the vast and progressive continent of Africa. This time it is to you, dearly beloved of Southern Ehodesia, that We direct Our words; because this is your day. And its deeper meaning would seem to Us be most happily expressed in the letter of St. Peter, which the Church reads in Holy Mass this morning. « You were like sheep
* Datus die 24 Aprilis mensis a. 1955.

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going astrav, but now you have been brought round to the shepherd and the guardian of your souls Scarce seventy-five years have passed since that dauntless band of eleven eager apostles began their long and perilous journey by the slow and tedious ox-wagon from Grahamstown north to the Zambesi. Through them the voice of the Good Shepherd would penetrate into a territory of seven hundred and fifty thousand square miles, where more than a million of God's children lived in ignorance of the high dignity of their nature and its sublime destiny. And over the decades they and their children and children's childen, three quarters of a million strong, have rallied to hearken to that voice, and the divine Shepherd has led them out to the green pastures of faith and hope and love in the Church He founded more than nineteen centuries ago. Your Southern Rhodesia, dearly beloved, is but a small part of that original Mission Territory assigned by the Vicar of Christ, Our Predecessor of happy memory Leo XIII, to the Society of Iesus in 1879; yet its growth in the one, true Faith has reached a maturity that brings immense consolation to Our paternal heart, and is the reason why We have elevated your country to the important status of an ecclesiastical province. You have received this honour as a token of Our affection for you and Our keen interest in all that makes for your advancement in the life of Christ's Mystical Body. Let it be also a witness to the high hopes We have for the future. Our Venerable Brother, who is about to begin his twenty-fifth year of devoted service to your spiritual welfare, We have been pleased to name the first Archbishop of the Metropolitan See of Salisbury. United with him the suffragan Bishops and the Prefects, who are present in your midst for this auspicious occasion, will guide you, encourage you, strengthen you to enlarge your knowledge of the Faith that is yours, to sanctify your daily lives, and by word and example to help your neighbour to come to know the one, true God and Him Whom He sent a Redemption for all men, Jesus Christ, so that there may be in the very near future in Rhodesia one fold and one Shepherd. With a fervent prayer for all, civic as well as Church authorities, who have made these three days memorable in the annals of Southern Rhodesia, we are happy to impart to you, Venerable Brothers, to the priests, brothers and sisters who are your indispensable support, and to all the faithful confided to your pastoral care the Apostolic Benediction.
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1 Petr. 2, 2 5 .

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CONGREGATIONUM

SUPREMA SACRA CONGREGATIO S. OFFICII

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SUBMISSIONIS NOTIFICATIO Ioseph Thomé dioecesis Aquisgranensis, humiliter se subiecit decreto S. Officii diei 26 Ianuarii 1955, quo damnatus et in Indicem librorum prohibitorum insertus est liber ab eo editus sub titulo Der Mündige Christ, Katholische Kirche auf dem Wege der Keifung, Frankfurt am Main, Verlag Josef Knecht, 1949. Ex Aedibus S. Officii, die 16 Aprilis 1955.

Marius Crovini, Supremae S. Congr. S. Officii Notarius

II DECRETUM
PROSCBIPTIO LIBRI

Feria IV, die 23 Martii 1955 In generali consessu Supremae Sacrae Congregationis S. Officii Emi ac Revmi D D . Cardinales rebus fidei et morum tutandis praepositi, praehabito RR. DD. Consultorum voto, damnarunt atque in Indicem librorum prohibitorum inserendum mandarunt librum qui inscribitur: Marcelle De Jouvenel, Au diapason du Ciel — Introduction de Gabriel Marcel — L'invisible et le réel — Paris, La Colombe, 1950. Et die 17 Aprilis 1955, Ssmus D. N. Pius Divina Providentia Pp. XII relatam Sibi Emorum Patrum resolutionem adprobavit, confirmavit et publicari iussit. Datum Romae, ex Aedibus S. Officii, die 27 Aprilis 1955. Marius Crovini, Supremae S. Congr. S. Officii Notarius

Sacra Congregatio Consistorialis

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SACRA CONGREGATIO CONSISTORIALIS

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PROVISIO ECCLESIARUM Sanctissimus Dominus Noster Pius Divina Providentia Papa XII, successivis decretis Sacrae Congregationis Consistorialis, singulas quae sequuntur Ecclesias de novo Pastore dignatus est providere, nimirum : die 21 Februarii 1955. — Titulari archiepiscopali Ecclesiae Marcianopolitanae praefecit Exc. P. D. Ioannem Sismondo, hactenus Episcopum titularem Caesariensem in Bithynia. — Titulari episcopali Ecclesiae Anthedonensi Exc. P. D. Felicem Roeder, hactenus Episcopum Bellovacensem. die 1 Martii — Titulari episcopali Ecclesiae Archyraënsi R. P. Caesarium a Colognola, O. F. M. Cap., saeculo Alexandrum Minali, Administratorem Apostolicum Praelaturae nullius Solimöes Superioris, quem constituit Praelatum eiusdem Praelaturae. die 7 Martii — Titulari episcopali Ecclesiae Alienae R. D. Emmanuelem Antonium Pires, Vicarium Generalem dioecesis Brigantiensis, quem deputavit Auxiliarem Exc. P. D. Antonii Hildephonsi dos Sanctos Silva, Episcopi Silvae Portuensis. — Titulari episcopali Ecclesiae Doritanae et adnexo Prioratui nullius quattuor Ordinum Militarium, in provincia Cluniensi constituto, Exc. P. D. Ioannem Hervás y Benet, hactenus Episcopum Maioricensem. — Titulari episcopali Ecclesiae Siljensi R. P. D. Claudium Dupuy, Antistitem Urbanum, Vicarium Generalem Archidioeceseos Lugdunensis, quem deputavit Auxiliarem Emi P. D. Petri Mariae S. R. E. Cardinalis Gerlier, Archiepiscopi Lugdunensis. die 9 Martii — Cathedrali Ecclesiae Fodianae R. D. Paulum Carta, ex archidioecesi Calaritana, canonicum ad honorem Capituli Metropolitam eiusdem archidioecesis, Cappellanum Academiae militaris Mutinensis. — Cathedrali Ecclesiae Troianae R. D. Antonium Mistrorigo, archiprebyterum parochum et vicarium foraneum in oppido vulgo « Sossano » in dioecesi Vicentina.

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Oommentariuni

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— Cathedrali Ecclesiae Dianensi R. P. Felicissiinum Tinivella, Ministrum Provinciae Pedemontanae Ordinis Fratrum Minorum. — Titulari episcopali Ecclesiae Sareptenae Exc. P. D. Aloisium Andrade et Valderrama, hactenus Episcopum Antioquiensem. die 15 Martii — Titulari episcopali Ecclesiae Neptensi R. P. D. Edmundum Iosephum Reilly, Antistitem Urbanum, parochum B. Mariae Virginis Dominae Angelorum e dioecesi Bruklyniensi, quem deputavit Auxiliarem Exc. P. D. Thomae Edmundi Molloy, Archiepiscopi-Episcopi Bruklyniensis. die 20 Martii — Titulari episcopali Ecclesiae Hadrianiensi R. P. D. A n t o n i u m Jannucci, Antistitem Urbanum, Vicarium Generalem dioecesis Pinnensis-Piscariensis et parochum S. Augustini in civitate Theatina, quem deputavit Auxiliarem Exc. P. D. Benedicti Falcucci, Episcopi Pinnensis-Piscariensis. die 23 Martii — Cathedrali Ecclesiae Bellovacensi R. D. Petrum Lacointe, parochum Sancti Antonii vulgo « Quinze Vingts », Archidioecesis Parisiensis. — Cathedrali Ecclesiae Surigen si R. P. Carolum van den Ouwelant, e Missionariis Sacratissimf Cordis Iesu, Administratorem Apostolicum ad nutum Sanctae Sedis eiusdem dioecesis Surigensis. — Cathedrali Ecclesiae Ibarrensi Exc. P. D. Silvium Aloisium Haro Alvear, hactenus Episcopum titularem Antaeopolitanum. ;— Titulari episcopali Ecclesiae Abydenae R. D. Iulium Laschi, parochum oppidi vulgo « San José de los Arroyos » in dioecesi Sanctissimae Conceptionis in Paraguay, quem deputavit Auxiliarem Exc. P. D. Aemilii Sosa Gaona, Episcopi Sanctissimae Conceptionis in Paraguay. — Titulari episcopali Ecclesiae Clysmatenae R. D. Theophilum Camomot Bastida, parochum in urbe vulgo Talisay, Archidioecesis Nominis Iesu, quem deputavit Auxiliarem Exc. P. D. Iosephi Mariae Cuenco, Archiepiscopi Jarensis. die 25 Martii —Titulari episcopali Ecclesiae Theudalensi Revmum P. D. Renatum Fontanelle, ex archidioecesi Cameracensi, Protonotarium Apostolicum ad instar participantium, Canonicum Patriarchalis Basilicae Principis Apostolorum de Urbe. die I Aprilis — Cathedrali Ecclesiae Antioquiensi Exc. P. D. Gu> lielmum Escobar Vêlez, hactenus Episcopum titularem Attudensem. die 9 Aprilis— Cathedrali Ecclesiae Plymuthensi R. D. Cyrillum Restieaux, canonicum et parochum ecclesiae cathedralis Nottinghamensis. die 13 Aprilis — Titulari episcopali Ecclesiae Pharsaliae Exc. P. D.
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Sacra Congregatio Consistorialis

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Iosephum Schiavini, Vicarium Generalem archidioecesis Mediolanensis et canonicum eiusdem C a p i t u l i Metropolitam, quem deputavit Auxiliarem Exc. P. D. Ioannis Baptistae Montini, Archiepiscopi Mediolanensis. die i'4 Aprilis — Cathedrali Ecclesiae Veronensi Exc. P. D. Ioannem Urbani, hactenus Archiepiscopum titularem Sardianum et Adsistentem Ecclesiasticum Generalem Actionis Catholicae in Italia, cui servavit archiepiscopalem titulum ad personam. die 15 Aprilis — Titulari episcopali Ecclesiae Caesariensi in Bithynia Exc. P. D. Secundum Chiocca, hactenus Episcopum Pulginatensem, quem deputavit Auxiliarem Emi P. I). Iosephi S. R. E. Cardinalis Siri, Archiepiscopi Ianuensis. die 17 Aprilis ^— Titulari archiepiscopali Ecclesiae Silyensi Exc. P. D. Antonium Jordan, hactenus titularem Episcopum Vadensem, quem constituit Coadiutorem cum iure successionis Exc. P. D. Ioannis Hugonis Mac Donald, Archiepiscopi Edmontonensis.

H DECLARATIO
INSULA EST (( SAINTE-HÉLÈNE )) SUBIECTA. IURISDICTIONI ARCHIEPISCOPI MARIANOPOLITANI

Edita die 9 mensis Iunii anno 1933 Apostolica Constitutione ((Ecclesiae Universalis sollecitudo » e territorio avulso ab archidioecesi Marianopolitana nova dioecesis Sancti Ioannis Quebecensis erecta fuit, flumine a Sancto Laurentio limites inter utramque circumscribente. Nunc vero Emus P. D. Paulus Aemilius S. R. E. Card. Léger, Archiepiscopus Marianopolitanus, et Excmus P. D. Gerardus Coderre, Episcopus titularis Aegenus et Coadiutor Excmi P. D. Anastasii Forget, Episcopi Sancti Ioannis Quebecensis, Apostolicae Sedi dubium proposuerunt utrum insula « Sainte-Hélène », in praefato flumine exstans, de qua nulla mentio in memorata Apostolica Constitutione facta fuit, ad archidioecesim Marianopolitanam an ad dioecesim Sancti Ioannis Quebecensis pertineat. Haec Sacra Congregatio Consistorialis, omnibus bene perpensis, declarat insulam « Sainte-Hélène », in flumine a Sancto Laurentio exstantem, ad archidioecesim Marianopolitanam pertinere, ac insuper, quatenus opus sit, decernit ut deinceps praefata insula, remota quavis

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Apostolicae

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Commentarium

Officiale

dubitationis causa, sub Archiepiscopi Marianopolitani pro tempore exsistentis iurisdictione censeatur ac sit. Contrariis quibusvis minime obstantibus. Datum Romae ex Aedibus S. Congregationis Consistorialis, die 11 Novembris anno Mariali 1954.

£8 Fr. A. I. Card.
L. $ S.

Piazza,

Ep. Sabinen, et Mandelen. a Secretis Iosephus Ferretto, Adsessor

SACRA CONGREGATIO DE RELIGIOSIS

PONTIFICIUM OPUS VOCATIONUM RELIGIOSARUM I S T A T U T A I Pontificium Opus vocationibus ad perfectionis Status tuendis fovendisque est Opus princeps a Ssmo Domino Pio Pp. XII constitutum per Apostolicas Litteras motu proprio datas Cum supremae, die xi Februarii a. mcmlv.

H

Hoc Pontificium Opus suam sedem habet apud S. Congregationem religiosorum sodalium negotiis praepositam. III Ad finem qui praestitutus est adsequendum, Pontificium Opus : I curat imprimis propagationem genuinae notionis de perfectionis Statuum natura, utilitate, excellentia prout exponitur in recentioribus documentis pontificiis ; 2° promovet opera pietatis, paenitentiae et caritatis, ut Deus multas easque optimas vocationes ad perfectionis Status concedat; 3° fovet incrementum Operum quae pro religiosis vocationibus in singulis regionibus erecta sunt, et curat ut constituantur ubi nondum condita fuerint.
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Sacra

Congregatio

de

Religiosis

299

IV Ad Pontificium O p u s adgregari possunt : R e l i g i o n e s omnes ac Societates quae R e l i g i o n i b u s a d s i m i l a n t u r , I n s t i t u t a s a e c u l a r i a sive v i r o r u m sive m u l i e r u m , monasteria ac singulae religiosae domus, C o n s i l i a ex Moderatoribus ac Moderatricibus maior i b u s prout n u n c in p l u r i b u s nationibus exstant, et O p e r a quaeque pecul i a r i modo ad vocationes religiosas excolendas i u v a n d a s q u e constituta. E i d e m Operi adscribi possunt : Collegia ecclesiastica consociationesque catholicae, christifideles quique tanto

omnes qui sive ad c l e r u m sive ad l a i c a t u m pertineant, O p e r i p r a e s t o esse c u p i a n t .

V
P o n t i f i c i u m O p u s vocationum religiosarum committitur tutelae Sa-

crae F a m i l i a e N a z a r e t h a n a e quae omnibus perfectionis S t a t i b u s « s u a v i s efficacisque c o n i u n c t i o n i s v i t a e c o n t e m p l a t i v a e c u m a c t i v a p r a e b e t e x e m plum » (Constitutio Apostolica

Sponsa Christi).

Romae, die x i F e b r u a r i i anno m c m l v .

Valerius Card.

V a l e r i , Praefectus

L. © S.

P . Arcadius Larraona, C . M. F . ,

Secretarius

I I

NORMAE

AD

STATUTA

EXSEQUENDA

Regimen
Pontificio Operi vocationum religiosarum praeest Emus Cardin a l i s Praefectus S. Congregationis de R e l i g i o s i s ; vices eius gerit Excultus Secretarius eiusdem S . D i c a s t e r i i . P o n t i f i c i u m O p u s n u l l a i n r e autonomiam atque l e g i t i m a m libertatem a d i m i t Operibus p e c u l a r i b u s quae p r o p r i i s legibus continentur et ordinantur.

Adscriptio
Petitio adgregationis vel adscriptionis Pontificio Operi pro Statibus perfectionis, collegiis ecclesiasticis, ceterisque i n s t i t u t i s vel consocia-

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

tionibus catholicis et Operibus peculiaribus vocationum religiosarum fit ab eorumdem Moderatoribus. In actu adgregationis vel adscriptionis Pontificium Opus tradit Societatibus diploma, et personis speciale testimonium. Omnes adscripti modicam stipem annuam conferent.

Piae exercitationes Quae sequuntur valde commendantur, ut Deus optimas vocationes ad singulos Status perfectionis concedere dignetur una cum auxiliis necessariis quibus vocationes ipsae ad felicem exitum adducantur : I abstinentia et ieiunium in vigiliis Assumptionis B. M. V. et Natalis D. N. I. Ob., speciali intuitu Operis vocationum religiosarum;
o

2° preces quas singuli Status perfectionis per vices, sine intermissione fundant; 3° celebratio diei vocationum religiosarum cum pio exercitio per decretum S. O. Rituum adprobato, atque peculiaribus indulgentiis a S. Paenitentiaria Apostolica ditato ; 4° celebratio diei oblationis in quo infirmi dolores et angustias pro vocationibus religiosis una cum pretiosissimo Sanguine Christi Domino Offerent.

Pontificii Operis navitas Pontificii Operis erit : I providere ut typis apte edantur scripta et pervulgentur, quo melius in dies cognoscatur et magis aestimetur dignitas et utilitas religiosae vocationis ; 2° suadere sacerdotibus ut ad hoc pertractandum argumentum omnes opportunitates nanciscantur (e. g. conciones quadragesimae, exercitia spiritualia, supplicationes novendiales, catecheses pro adultis, etc.) ; 3° adhortari fideles ut studeant tum documentis a Sancta Sede datis, tum scriptis Sanctorum Patrum et piorum auctorum de Statibus evangelicae perfectionis et de vita religiosa ; 4° fovere in pueris et adulescentibus utriusque sexus, quorum quovis titulo praesertim Statuum perfectionis membra curam habeant, vitae religiosae aestimationem et intimum perfectionis christianae desiderium in eisdem alere ; 5° congressus convocare in quibus hoc argumentum tractabitur, vel
O

Sacra,

Congregatio

de

Religiosis

301

saltem curare ut in ceteris etiam congressibus, aliquid semper edisseratur de vocatione religiosa; 6° servare necessitudinem et rationes cum Religionibus, Societatibus, Institutis adgregatis. Opera peculiaria, ceteraque incepta utilia adiuvare, promovere ac inter se colligare, eisdem proponendo aptiora adiumenta ad optatum finem obtinendum. De omnibus dein quae egerint et consecuti fuerint, breviter, plane, accurate Pontificio Operi referant. Dies festi Praecipua festa Operis Pontificii erunt : I festum S. Familiae, Dominica infra Oct. Epiphaniae; 2° festum Omnium Ss. Fundatorum; 3° festum Ss. Petri et Pauli, die 29 Iunii ;
o

4° dies onomasticus Summi Pontificis, supremi Moderatoris omnium Statuum perfectionis. Romae, die x i Februarii anno m c m l v .
V a l e r i u s
L

Card.

Valeri,

Praefectus

- ®" -

S

P. Arcadius Larraona, C. M. F., Secretarius

SACRA CONGREGATIO DE PROPAGANDA FIDE

BALDUINOPOLITAN. - LACUS MOEBI DECRETUM
DE F I N I U M MUTATIONE

Cum in Congo Belgico limites ecclesiastici inter Vicariatum Apostolicum Balduinopolitanum, Societati Missionariorum Africae (Patribus Albis) concreditum, et Praefecturam Apostolicam Lacus Moeri, Ordini Fratrum Minorum commissam, necessitatibus missionalis apostolatus amplius non responderent, Sacrae huic Congregationi de Propaganda Fide visum est ad partialem finium commutationem inter memoratas circumscriptiones ecclesiasticas ibidem procedere. Itaque Emi ac Revmi Patres Cardinales huius Sacri Consilii Christiano Nomini Propagando regimini praepositi, in plenariis comitiis*

302

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

die 20 Decembris anni 1954 • habitis, re mature perpensa atque auditis Revmorum Ordinariorum quorum interest consensu necnon favorabili Excmi ac Revmi Domini Petri Sigismondi, Archiepiscopi titulo Neapolitani in Pisidia et eo tempore Apostolici in Congo Belgico et RuandaUrundi Delegati, voto, limites inter praelaudatas circumscriptiones ita emendandos esse censuerunt ut tota pars districtus civilis de Pweto, quae ad Vicariatum Apostolicum Balduinopolitanum pertinet, a praedicto Vicariatu distraheretur et ad Praefecturam Apostolicam Lacus Moëri adnecteretur. Quam sententiam Sacra Congregatio de Propaganda Fide, vigore specialium facultatum sibi a Sanctissimo Domino Nostro PIO Divina Providentia Papa XII tributarum, ratam habuit et confirmavit praesensque ad rem Decretum expediri iussit. Datum Romae, ex Aedibus Sacrae Congregationis de Propaganda Fide, die 20 mensis Decembris a. D. 1954. P. Card.
L.
Fumasoni

Biondi,

Praefectus

© S. P. Sigismondi, Archiep. Neapolitan. in Pisidia, a Secretis

8ACEA CONGREGATIO RITUUM
SINARUM
BEATIFICATIONIS LEONIS S E U DECLARATIONIS MARTYRII MANGIN ET P A U L I DENN, ANNAE W A N G , VENERABILIUM SACERDOTUM VIRGINIS IN SERVORUM DEI

IGNATII

SOCIETATIS

IESU/

PETRI TCHOU, RUM,

VIRI L A I C I ; ATQUE

S A E C U L A R I S E T SOCIOODIUM FIDEI INTERFE-

SACERDOTUM

CHRISTIFIDELIUM,

CTORUM. SUPER DUBIO

An stante approbatione martyrii necnon dispensatione a signis seu miraculis, Tuto procedi possit ad sollemnem eorundem Venerabilium Servorum Dei Beatificationem. a Timor non est in caritate sed perfecta caritas foras mittit timorem, a quoniam timor poenam non habet; qui autem timet non est perfectus «in caritate)) (I. Io. 3, 18).

Sacra

Congregatio

Rituum

303

Mirabile ultra modum Martyres, de quibus in hoc decreto agitur, perfectae caritatis exemplum praebuere, qui atrocia tormenta pro Christi fide sustinuerunt. Omnibus enim Sinensibus ne morte plecterentur, proposita apostasia fuit; verum caritas a Sancto Spiritu in eis infusa vacua non fuit, sed perfecte excepta atque vivax in animo servata, crudelissimae mortis foras misit timorem, quam ipsi ne a fide desciscerent, heroice praetulerunt ; sicque cum quatuor e Societate Iesu missionalibus, eorum magistris, martyrii coronam sunt assecuti. In teterrima insectatione in Sinis Boxerum opera anno 1900 saeviente, fere centummilia victimarum fuerunt necata. In Apostolico Vicariatu de Sien-Hsien Societati Iesu concredito quinque circiter milia morte fuerunt multati; Apostolicus Vicarius de bismille sexaginta sex canonicas inquisitiones peragere potuit. Verum de ingenti hoc numero actores sex tantum supra quinquaginta Sacrae huic Congregationi, ut causa expeditior evaderet, proposuerunt ; hi sunt : 1) Petrus Tchou-jeu-sinn, annor. 19 ; 2) Ioannes Baptista Tchou-oujoei, a. 17; 3) P. Remigius Isoré S. I., a. 48; 4) P. Modestus Andlauer S. L, a. 53 ; 5) Elisabeth Tsinn, a. 54 ; 6) Simon Tsinn, a. 14 ; 7) Barbara Ts'oei-lien-cheu, a. 51 ; 8) Raymundus Li-ts'uan-tchenn, a. 59 ; 9) Petrus Li Ts'uan-hoei, a. 63; 10) Lucia Wang-tcheng, a. 18; 11) Maria Fank'ounn, a. 16 ; 12) Maria Ts'i-u, a. 15 ; 13) Maria Tcheng-su, a. 11 ; 14) Iosephus Ma-t'ien chounn, a. 60; 15) Maria Tchao-kouo-cheu, a. 60; 16) Rosa, a. 22 et 17) Maria, a. 17 eius filiae; 18) Rosa Wang-hoei, a. 45; 19) Theresia Tchang-heue-cheu, a. 36; 20) Anna Nan-sinn-eheu, a. 72; 21) Maria Nan-kouo-cheu, a. 64; 22) Maria Nan, dicta Ling.-hoa, a. 29; 23) Anna Nan Tsiao-cheu, a. 26; 24) Maria Fou, a. 37; 25) Magdalena Tou-fong-kiu, a. 19; 26) Maria Tou-t'ien-cheu, a. 42; 27) Maria Tou-tchao-cheu, a. 51; 28) Petrus Liou-tzeu-u, a. 57; 29) Maria Kouoli-eheu, a. 65 ; 30) Petrus Tchao-ming-tchenn, a. 61 ; 31) Ioannes Baptista Tchao-ming-hi, a. 56; 32) Paulus Ou-kiu-nan, a. 62; 33) Ioannes B. Ou-man-t'ang, a. 17 ; 34) Paulus Ou-Wan-chou, a. 16 ; 35) K'i-tchoutzeu, a. 18 ; 36) Paulus Liou-tsinn-tei, a. 79 ; 37) Tchang-hoai-lou, a. 57 ; 38) Iosephus Yuann-keng-yinn, a. 47 ; 39) Theresia Tch'enn-kinn-tsie, a. 25; 40) Rosa Tch'enn-kai-tsie, a. 22; 41) Iosephus Wang-k'oei-tsu, a. 37 ; 42) Ioannes Wang-k'oei-sinn, a. 25 ; 43) Marcus Ki-t'ien-siang, a. 66 ; 44) Petrus Wang-tsouo-loung, a. 58 ; 45) Paulus Keue-t'ing-tchou, a. 61 ; 46) Lang-yang-cheu, a. 29 ; 47) Paulus Lang-eull eius filius, a. 8-9 ; 48) Anna Wang, a. 14; 49) Iosephus Wang-jou-mei, a. 68; 50) Lucia Wang-wang-cheu, a. 31 ; 51) Andreas, eius filius, a. 9 ; 52) Maria Wang-

304

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

ii-cheu„ a. 49; 53) Ioannes Ou-wenn-yinn, a. 50; 54) P. Leo Ignatius Mangin, S. I., a. 43; 55) P. Paulus Denn, S. I., a¿ 53; 56) Maria Tchouou-cheu, a. circ. 40. Servato iuris ordine die 28 Maii anno 1948, Ssmus D. N. Pius Papa XII causae Introductionis commissionem signavit. Apostolico constructa processu in Chimsciensi Curia de his sex supra quinquaginta, eiusque iuridica vi die 3 Augusti anni 1952 recognita, Antepraeparatoria Congregatio apud Revmum Cardinalem Clementem Micara, Episcopum Veliternum, causae Ponentem die 25 Maii anni 1954 habita est; Praeparatoria vero die 26 Octobris, Generalis tándem coram Summo Pontifice die 22 Februarii anni huius. Qua celebrata, Beatissimus Pater constare de martyrio et causa martyrii horum Servorum Dei, concessa quoque ad mentem canonis 2116 § 2 Codicis Iuris Canonici a signis seu. a miraculis omnique alia et necessaria dispensatione, edixit, atque super Eius sententia decretum edi mandavit. Quod factum est. Ut autem acta compleantur ut ad sollemnia Beatificationis celebranda procedi possit, a iure praescribitur ut tota Sacrorum Rituum Congregatio, actis omnibus perpensis, affirmet : Stante approbatione martyrii, nec non dispensatione a signis seit miraculis, tuto procedi posse ad eorumdem Venerabilium Servorum Dei sollemnem Beatificationem, unanimis porro fuit haec affirmatio, quam Sanctitas Sua benigne acceptavit edixitque tuto procedi posse ad Venerabilium Leonis Ignatii Mangin, Pauli Denn, Sacerdotum e Societate Iesu, Petri T chou, viri laici, Annae Wang, Virginis saecularis, et Sociorum sollemnem Beatificationem. Hoc autem decretum promulgari et in acta S. Rituum Congregationis referri nec non Apostolicas Litteras sub Piscatoris anulo de solemniis Beatificationis in Vaticana Basilica quandocumque celebrandis expediri iussit. Datum Romae, die sollemni Paschae, Anno Domini 1955. C. Card.
L. © S.
Cicognani,

Praefectus

t A. Carinci, Archiep. Seleuc, Secretarius

An. et v o l . X X X X V U

28 Maii

1955

(Ser. I I , v. X X I I ) - N. 7

ACTA APOSTOLICAE SEDIS
C O M M E N T A R I U M O F F I C I A L E

ACTA PII PP. XII

CONSTITUTIO APOSTOLICA
RANG-TJNENSIS. (BASSEINENSIS)
E X R A N G U N E N S I ARCHIDIOECESI Q U A E D A M TERRITORII PARS D I S T R A H I T U R , QUA NOVA C O N S T I T U I T U R D I O E C E S I S B A S S E I N E N S I S A P P E L L A N D A .

PIUS

EPISCOPUS

S E R V U S S E R V O R U M DEI A D P E R P E T U A M REI M E M O R I A M

Quo commodius aptiusque dioecesium regimini et administrationi consuli possit, maxime prodesse videtur illas, cum sunt et nimio territorio amplae et christifidelium numero frequentes, dismembrare et aliter circumscribere novasque Ecclesias constituere, aliis concredendas Pastoribus. Quod nunc faciendum existimamus ad Rangunensem Sedem quod attinet, quam, per apostolicas sub plumbo Litteras « Dum alterna », hoc ipso die datas, ad metropolitanae gradum eveximus. Cum igitur preces acceperimus venerabilis Fratris Martini Lucas, Archiepiscopi titulo Adulitani atque in Indica regione Apostolici Internuntii, quibus ipse ab Apostolica Sede postulabat ut, separata quadam territorii parte a perampla Rangunensi Ecclesia, nova exinde episcopalis Sedes constitueretur; cumque id consilii venerabiles Fratres Nostri S. R. E. Cardinales Sacrae Congregationi Fidei Propagandae praepositi probaverint, exhibitas Nobis preces admittendas esse arbitramur. Post igitur eos auditas quorum res haec interest; eorumque consensum supplentes qui in
20 - A C T A , vol,. XXII, n. 7. — 23-5-1955.

306

Acta

Apostolicae

Seáis

-

Commentarium

Officiale

eadem re aliquid iuris se habere arbitrentur, de summa et apostolica Nostra potestate ea quae sequuntur decernimus ac statuimus. A Rangunensi archidioecesi excerpimus civiles districtus, quibus nomina de Bassein, Henzada et Myaungmya. E quibus territoriis novam erigimus dioecesim, quam ab urbe Bassein Basseinensem appellari iubemus atque clero indigenae concredimus; quae praeterea metropolitanae Rangunensi Ecclesiae suffraganea erit, cuius Metropolitis Archiepiscopis Basseinenses sacrorum Antistites iure optimo subicientur. Sedes huius novae dioecesis in urbe ipsa, quam Bassein vocant, erit ; Episcopi autem cathedra in eo urbis templo collocabitur, quod merito princeps habetur quodque ad cathedralis templi dignitatem perducimus, Deo in honorem Sancti Petri Apostoli dicatum. Sive autem Basseinensi dioecesi, sive eius Episcopo omnia iura, honores, potestates ac privilegia tribuimus, quae Ecclesiis et Praesulibus eiusdem honoris iure concedi solent ; Episcopos autem oneribus teneri volumus quibus et ceteri per orbem. Episcopalis autem mensa, quae dicitur, iis constabit bonis quae e territorio a Rangunensi archidioecesi disiuncto, pro rata parte, novae Sedi cedent, vel emolumentis quae novae Basseinensis dioecesis Curiae obvenient; vel a Sacra Congregatione Fidei Propagandae et a fidelibus offerenda pecunia. Electio Vicarii Capitularis, Sede vacante, ad normam iuris fiat ; item ea omnia quae ad cleri populique disciplinam pertinent, Codice Iuris Canonici regantur. De clero autem statuimus ut ea pars quae ante divisum territorium in iis regionibus, ex quibus nova constituitur Ecclesia, legitime degebat, eadem in posterum Basseinensi dioecesi adscripta censeatur. Quod ad Canonicorum Collegium respicit, volumus ut quam primum condatur ; quo usque tamen constitui nequeat, indulgemus ut Consultores dioecesani eorum loco eligantur, quorum consilio et opera Episcopus in gravioribus suae dioecesis negotiis adiuvari possit. Praecipimus quoque ut, cum primum fas erit, pueris ad sacerdotalia munia vocatis excolendis seminarium saltem elementarium constituatur, ad iuris communis et Sacrae Congregationis Fidei Propagandae normas. Volumus denique ut a Curia metropolitana Rangunensi ad tabularium Curiae novae Basseinensis dioecesis quam cito acta mittantur et documenta omnia, quae ad hanc Ecclesiam spectant. Quae his Litteris mandavimus exsequenda curabit venerabilis Frater Martinus Lucas, quem supra memoravimus, vel ille qui eo tempore, quo decreta ad exitum adducentur, munere Apostolici Internuntii in Indica regione fungetur. Cui propterea omnes potestates agendae rei tribuimus, quae poterunt cuilibet viro subdelegari, si opus fuerit, dummodo in ecclesia-

Acta

Pii

Pp.

XII

307

stica dignitate constituto. Habebit idem venerabilis Frater onus, hoc confecto negotio, documenta exarandi, cuius fide digna exempla ad Sacram Congregationem Fidei Propagandae quam primum transmittenda curabit. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumv.

pere liceat; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderen tur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum Romae, apud S. Petrum, die primo mensis Ianuarii, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quinto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CELSUS Card. COSTANTINI
8. R. E. Cancellarius

PETRUS Card. FUMASONI BIONDI
8. Congr. de Propaganda Fide Praefectus

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

Franciscus Hannibal Ferretti, Proton. Apost. Silvius Sëricano, Proton. Apost.
L o c o ¡33 P l u m b i In Cane. Ap. tab., vol. LXXXX, n. 5

308

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

ACTA TRIBUNALIUM
SACRA ROMANA ROTA

i

Causae quae in Tribunali Sacrae Romanae Rotae actae sunt anno 1954, quarum definitiva sententia editur tantum in parte dispositiva. Cum ad edendas animadversiones peculiaris quidam Defensor vinculi deputatur, iam ad idem matrimonium iuxta SS. Canones tuendum intervenit unus ex S. Tribunalis Defensoribus vinculi, qui sunt: RR. DD. Iosephus Stella, Ovidius Bejan, Aegidius Del Corpo.
I. HEMESEN. MELCHITARUM. - NULLITATIS MATRIMONII ex capite vis vel metus et DISPENSATIONIS SUPER RATO.

Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen, D. Staffa, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: A. a Langasco. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: R. Costa Albesi. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu »; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 8 Ianuarii: Ad I. «Negative». Ad II. «Affirmative)).
II. ROMANA - NULLITATIS MATRIMONII ex capite vis vel metus.

Turnus Rotalis: I. Pasquazi, Ponens, P. Felici, B. Filipiak. Vinculi Defensor: I. Stella. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. Ligi. Dubium: « A n sententia Rotalis diei 1.9 Novembris 1951 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 12 Ianuarii : « Confirmandam esse, et ideo non constare de nullitate matrimonii, in casu ». T U . N. N . - NULLITATIS MATRIMONII ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: P. Felici, Ponens, B. Filipiak, G. Doheny. Vinculi Defensor deputatus: A. Czapla. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: V. Trocchi. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 12 Ianuarii : « Negative ».
IV. BAREN - NULLITATIS MATRIMONII - INCIDENTIS.

Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensoris Substitutus: A. Del Corpo. Advocati: P. Ciprotti, pro actore; F. Bersani, pro conventa-.

Sacra

Romana

Rota

309

Dubium: « An restitutio in integrum concedenda sit, in casu». Sententia diei 12 Ianuarii : « Negative ».
V. ROMANA - NULLITATIS MATRIMONII ex capite vis vel metus.

Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, F. Brennan, P. Mattioli, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: A. a Langasco. Advocati: O. Da Silva, R. Szenwic. Dubium : « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 13 Ianuarii: « Negative ».
VI. ROMANA - NULLITATIS MATRIMONII ob conditionem appositam et ob

exclusum bonum fidei. Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi Defensor: I. Stella. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 13 Ianuarii: «Negative».
VII. N . N . - NULLITATIS MATRIMONII ob viri impotentiam et DISPENSA- TIONIS SUPER RATO.

Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Spinelli. Dubia : I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu » ; et quatenus negative: II. « A n consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 13 Ianuarii : Ad I. « Affirmative, vetito viro transitu ad alias nuptias ». Ad II. « Provisum in primo ». VIII. FIRMANA - NULLITATIS MATRIMONII ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi Defensoris Substitutus : O. Bejan. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Lombardi. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 13 Ianuarii: «Negative».
IX. ROMANA - NULLITATIS MATRIMONII ex capite vis vel metus.

Turnus Rotalis: G. Heard, A. Canestri, Ponens, H. Caiazzo. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus ex mandato gratuiti patrocini: T. Mauro. Dubium: « A n sententia Rotalis diei 13 Martii 1951 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu». Sententia diei 14 Ianuarii : « Infìrmandam esse, seu constare de matrimoni nullitate, in casu ».
X. N. N. - NULLITATIS MATRIMONII ob impotentiam, viri et DISPENSATIONIS SUPER RATO.

Turnus Rotalis: I. Pasquazi, Ponens, P. Felici, B. Filipiak. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii : R. Ottaviani. Dubia: I. « A n constet de nullitate matrimonii, in casu » ; et quatenus negative : IL « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 16 Ianuarii: Ad I. « Negative ». Ad II. «Affirmative».

310

Acta.

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

XI. N. N. - NULLITATIS MATRIMONII ob exclusionem, boni sacramenti et boni prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen, I. M. Pinna, Ponens. Vinculi Defensoris Substitutus: O. Bejan. Advocatus: F. Cartoni. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 16 Ianuarii : « Affirmative, vetito tamen mulieri conventae transitu ad novas nuptias, nisi sub fide iurisiurandi coram Ordinario loci promiserit se non amplius exclusuram bona matrimonii ». XII. N. N. - NULLITATIS MATRIMONII ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Canestri, P. Mattioli. Vinculi Defensor deputatus: A. Cairoli. Advocati: C. Bernardini, H. Paleari. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 16 Ianuarii : « Negative ». XIII. ROMANA - NULLITATIS MATRIMONII ex capite Turnus Rotalis: P. Felici, Ponens, B. Filipiak, Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: A. Dubium: « A n constet de matrimonii nullitate, Sententia diei 19 Ianuarii : «Affirmative». vis vel metus. G. Doheny. D'Alessandri. in casu».

XIV. SOUTHWARCEN. - NULLITATIS MATRIMONII ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Canestri, Ponens, A. Fidecicchi, F. Brennan. Vinculi Defensoris Substitutus: O. Bejan. Advocatus: R. Romano. Dubium: « An sententia Rotalis diei 9 Novembris 1951 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 21 Ianuarii : « Infirmandam esse, seu constare de matrimonii nullitate, in casu ». XV. MEDIOLANEN. - NULLITATIS MATRIMONII ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Wynen, Ponens, G. Heard, A. Canestri. Vinculi Defensor deputatus: P. Capobianco. Advocatus: C. Bernardini. Dubium: a An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 23 Ianuarii : « Affirmative, vetito viro transitu ad alias nuptias, nisi coram Ordinario loci vel eius Delegato sub fide iurisiurandi declaraverit se non amplius velle excludere bonum prolis vel aliud bonum essentiale matrimonii ». XVI. ROMANA - NULLITATIS MATRIMONII ob exclusionem boni sacramenti. Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus : I. Sirna. Advocatus: A. Angelini Rota. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 26 Ianuarii : « Affirmative, vetito mulieri transitu ad alias nuptias nisi prius iurisiurando coram Ordinario loci promiserit se omnes essentiales obligationes matrimonii accepturam ».

Sacra

Romana

Rota

311

XVII. VENETIARUM, SEU GORITIEN. - NULLITATIS MATRIMONII ex capite vis

vel metus. . Turnus Rotalis: A. Wynen, Ponens, G. Heard, A. Canestri. Vinculi Defensor deputatus: A. a Langasco. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: A. D'Alessandri. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 20 Ianuarii: « Affirmative ».
XVIII. SANCTI GALLI - NULLITATIS MATRIMONII ob simulationem consensus,

ob exclusionem boni sacramenti et boni prolis. Turnus Rotalis: B. Filipiak, Ponens, G. Doheny, P. Mattioli. Vinculi Defensor deputatus: A. Martinengo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: B. Pellegrini. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 29 Ianuarii : « Affirmative, vetito mulieri transitu ad alias nuptias, nisi sub fide iurisiurandi coram Ordinario loci promiserit se omnes obligationes coniugales esse accepturam ».
XIX. CHIÇOUTIMIEN, - NULLITATIS MATRIMONII ex capite amentiae.

Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Canestri, B. Filipiak. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: B. Pellegrini. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 30 Ianuarii: « Affirmative ». XX. N. N. - NULLITATIS MATRIMONII ob impotentiam viri: ob conditionem appositam. Turnus Rotalis: H. Câiazzo, A. Fidecicchi, I. Pasquazi, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: S. Canals. Advocati: I. Torre, H. Figliuoli. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 2 Februarii: « Negative ». XXI. ROMANA - NULLITATIS MATRIMONII ob exclusum bonum' prolis. Turnus Rotalis: B. Filipiak, Ponens, G. Doheny, P. Mattioli. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: G. Franco. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 5 Februarii : « Affirmative, vetito mulieri conventae transitu ad alias nuptias nisi serio sub iuramento promiserit se consensum esse praestituram ad normam legis » (can. 108(5, C. 1. C ) . XXII. CLEVELANDEN. - NULLITATIS MATRIMONII ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: D. Staffa, Ponens, I. Pasquazi, P. Felici. Vinculi Defensor deputatus: G. Brisebois. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. Ligi. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 5 Februarii : «Affirmative». XXIII. ROMANA - NULLITATIS MATRIMONII ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Wynen, Ponens, G. Heard, A. Canestri. Vinculi Defensor: I. Stella.

312

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. Ercolani. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 6 Februarii: « Negative ». XXIV. THEATINA -NULLITATIS MATRIMONII ob conditionem appositam. Turnus Rotalis: P. Felici, Ponens, B. Filipiak, Gr. Doheny. Vinculi Defensor deputatus: A. De Iorio. * Advocatus: M. D'Alfonso. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 9 Februarii : « Affirmative ».
XXV. ROMANA - NULLITATIS MATRIMONII ex capite vis vel metus.

:

Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi Defensoris Substitutus : A. Del Corpo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. Ligi. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia die 12 Februari : « Affirmative ». XXVI. ROMANA - NULLITATIS MATRIMONII ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis : D. Staffa, Ponens, I. Pasquazi, P. Felici. Vinculi Defensor deputatus: A. Cairoli. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: R. Costa Albesi. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 12 Februarii: « Affirmative ». XXVII. FULDEN. - NULLITATIS MATRIMONII ob simulationem consensus. Turnus Rotalis: E. Caiazzo, A. Fideciccbi, L M. Pinna, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: V. Ait. Advocatus: F. Cartoni. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 16 Februarii: « Negative ».
XXVIII. CATANEN. SEU PANORMITANO - NULLITATIS MATRIMONII ex capite

vis vel metus. Turnus Rotalis : T. Pasquazi, Ponens, P. Felici, B. Filipiak. Vinculi Defensor deputatus : L Sirna. Advocatus: E. Ruffini. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sen te ntia diei 16 Februarii : «Affirmative».
XXIX. FOGARESIEN.-ALBA IULIEN. - NULLITATIS MATRIMONII ex capite vis

vel metus. Turnus Rotalis: G. Doheny, Ponens, P. Mattioli, B. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus : R. Romano. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 19 Februarii: «Negative».
XXX. N. N. - NULLITATIS MATRIMONII ob impotentiam viri et DISPENSATIONIS SUPER RATO.

Turnus Rotalis: I ) . Staffa, Ponens, I. Pasquazi, P. Felici.

¡¿acra

Romana

Rota

313

Vinculi Defensor deputatus: Î. Magyary. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: L. Valletta.
Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu » ; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 19 Februarii: Ad I. « Negative ». Ad I I . « Affirmative, vetito tamen viro transitu ad alias nuptias, inconsulta S. R. Rota ». XXXI. L U C E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum; ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: B. Filipiak, P. Mattioli, Ponens, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: G. Andreozzi. Advocati: E. Ruffini, P. Fedele. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu » Sententia diei 20 Februarii : « Negative ». XXXII. N. N. - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob simulationem totalem; ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Canestri, Ponens, A. Fideeiccbi, B. Filipiak. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus: P. Ciprotti. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 23 Februarii : « Negative ». XXXIII. S O U T H W A R C E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: G. Doheny, Ponens, P. Mattioli, E. Bonet. Promotor Iustitiae: I. Pendola. Vinculi Defensor deputatus: A. Cairoli. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: P. A. D'Avack. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 23 Februarii: «Affirmative». XXXIV.
C A L A R I T A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensor deputatus : A. Boccalini. Advocati: F. Bersani, pro actore; C. Corsanego, pro conventa.

Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 23 Februarii : « Affirmative ». XXXV. N. N. - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite amentiae mulieris. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wyney, Ponens, G. Heard.

Vinculi Defensor deputatus: I. Magyary. Advocatus: M. Mantovani.
Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 25 Februarii : « Negative ». XXXVI. N. N. - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impotentiam viri. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen, G. Heard, Ponens.

Vinculi Defensor deputatus: V. Bartoccetti.
Advocati: F. Della Rocca, F. Bersani.

314

Acta

Apostolicae,

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Dubium: « An sententia Rotalis diei 15 Februarii 1951 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 25 Februarii : « Confirmandam esse, seu non constare de nullitate matrimonii, in casu. XXXVII. N. IS. - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impotentiam viri. Turnus Rotalis: P. Mattioli, Ponens, E. Bonet, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: A. De Iorio. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: H. Figliuoli. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 26 Februarii : « Affirmative, vetito viro transitu ad aliud matrimonium ad normam can. 1068 C. I. C. ». XXXVIII. T A R E N T I N A S E U B A R E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: B. Filipiak, G. Doheny, P. Mattioli, Ponens. Vinculi Defensoris Substitutus: O. Bejan. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: H. Graziani. Dubia: I. « A n constet de nullitate sententiae Tribunalis Baren, diei 21 Iunii 1949 » ; II. « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 26 Februarii: Ad I. « Affirmative ». Ad II. « Negative ». XXXIX. A N T I O C H E N . M E L C H I T A R U M - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum. Turnus Rotalis: A. Wynen, G. Heard, Ponens, A. Canestri. Vinculi Defensor deputatus : F. Fournier. Advocati: P. Ciprotti, C. Tricerri. Dubium: « An sententia Rotalis diei 9 Novembris 1951 sit confirmanda vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 27 Februarii: « Infirmandam esse, ideoque constare de nullitate matrimonii, in casu ». XL. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Fidecicchi, F. Brennan. Vinculi Defensor deputatus: I. Trezzi. Advocatus ex mandato gratuiti patrocini: I. Torre. Dubium : « An sententia Rotalis diei 2 Maii 1950 sit confirmanda vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 27 Februarii : « Intirmandam esse, ideoque constare de nullitate matrimonii, in casu ». XLI. N . N. TIONIS SUPER NULLITATIS MATRIMONII

ex capite vis et metus et

DISPENSA-

RATO.

Turnus Rotalis: A. Canestri, A. Fidecicchi, F. Brennan, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: L. Valletta. Dubia : I. « An sententia Rotalis diei 15 Martii 1949 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu »; et quatenus affirmative ad primam partem, negative ad alteram : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 27 Februarii : Ad I. « Confirmandam esse, seu non constare de nullitate matrimonii, in casu ». Ad II. « Affirmative ».

Sacra

Romana

Rota

315

XLII. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. -Fide-ciechi, Ponens, F. Brennan, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus: C. Bernardini. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 2 Martii : « Negative ». XLIII. N. N.
T I O N I S SUPER RATO. NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam viri et

DISPENSA-

Turnus Rotalis: I. Pasquazi, Ponens, P. Felici, B. Filipiak. Vinculi Defensor deputatus: A. Czapla. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: G. Felici. Dubia: I. . An constet de nullitate matrimonii, in casu »; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 2 Martii: Ad I. « Negative ». Ad II. « Affirmative, vetito tamen viro transitu ad alias nuptias inconsulta S. R. Rota et facto onere coniugibus sese separandi ad normam Sacrorum Canonum». XLIV. N E A P O L I T A N A - N U L L I T A T I S Matrimonii ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: P. Mattioli, Ponens, E. Bonet, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii - F. Ligi. Dubium: « A n constet de matrimonii nullitate, in casu». Sententia diei 5 Martii: « Affirmative ». XLV. N. N. - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni sacramenti et boni prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, G. Doheny, Ponens, P. Mattioli. Promotor Iustitiae : I. Pendola. Vinculi Defensor deputatus: P. Tocanel. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: V. Trocchi. Dubium: « A n constet de matrimonii nullitate, in casu». Sententia diei 8 Martii: «Negative». XLVI. P A R I S I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni sacramenti et boni fidei. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocati: I. B. Ferrata, H. Napoleoni. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, iii casu». Sententia diei 9 Martii: « Negative ». XLVII. N. N. TIONIS S U P E R RATO. NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam viri ei

DISPENSA-

Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: R. Szenwic. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu »; et quatenus negative: II. « An praestandum sit Sanctissimo consilium pro gratia dispensationis super matrimonio rato et non consummato ». Sententia diei 9 Martii: Ad I. « Negative », Ad II. « Affirmative ».

316

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

XLVIII. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, P. Mattioli, Ponens, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: A. Martinengo. Advocatus: I. Dante. Dubium : « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 10 Martii: « Negative ». XLIX. N . N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen, Ponens, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: G. Brisebois. Advocatus: I. Torre. Dubia: I. « An constet de nullitate actorum processus primae instantiae ». II. « A n constet de nullitate sententiae dierum 17-24 Martii 1951». III. « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 10 Martii: Ad I. «Negative». Ad II. «Negative». Ad III. « Affirmative ». L.
R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen, E. Bonet, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: S. Canals. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: G. Felici. Dubium: « A n constet de matrimonii nullitate, in casu». Sententia diei 11 Martii : « Negative ».

LI. N . N . TIONIS SUPER

NULLITATIS

MATRIMONII

ob impotentiam viri et

DISPENSA-

RATO.

Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Canestri, P. Mattioli. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus: F. Bersani. Dubio,: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu » ; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato e non consummato, in casu ». Sententia diei Io Martii : A d i . « Negative ». Ad II. « Affirmative, vetito viro transitu ad alias nuptias inconsulta S. Sede ». LII. N . N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite impotentiae mulieris. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, E. Bonet, Ponens, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: P. Toeanel. Advocatus: A. Angelini Rota. Dubium: « An sententia Rotalis diei O Novembris 1952 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia: diei 15 Martii: «Confirmandam esse, seu non constare de matrimonii nullitate, in casu ». . LIII. N . N . TIONIS SUPER RATO. NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam viri et

DISPENSA-

Turnus Rotalis: P. Felici, Ponens, G. Doheny, P. Mattioli. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus: I. Lombardi. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu »; et quatenus

Sacra

Romana

Rota

317

negative : IL « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu». Sententia diei 16 Martii : Ad I. « Affirmative, vetito tamen viro transitu ad alias nuptias, vi can. 1068 ». Ad II. « Provisum in primo ». LIV. N. N. -NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam mulieris et

DISPEN-

SATIONIS S U P E R RATO.

Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Canestri, Ponens, A. Fidecicchi. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus: C. Bernardini. Dubia: I. « A n constet de matrimonii nullitate, in casu; et quatenus negative: II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 18 Martii: Ad I. «Negative». Ad II. «Affirmative». LV. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, E. Bonet, Ponens, I. M. Pinna. Vinculi Defensoris Substitutus: A. Del Corpo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: V. Trocchi. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 22 Martii : « Affirmative, vetito viro transitu ad alias nuptias nisi coram Ordinario loci sub fide iurisiurandi promiserit se bona matrimonii non exclusurum ». LVI. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: A. D'Alessandri. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 23 Martii : « Negative ». LVTI. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, I. Pasquazi, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus: B. Pellegrini. Dubium: « An sententia Rotalis diei 18 Iunii 1952 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 26 Martii : « Confirmandam esse, ideoque constare de nullitate matrimonii, in casu ». LVIII. N I C E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob conditionem appositam. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen, Ponens, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: G. Brisebois. Advocatus: B. Pellegrini. Dubium: « An sententia Rotalis diei 30 Iunii 1951 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 27 Martii : « Infirmandam esse, seu constare de matrimonii nullitate, in casu ». LIX. H E L I O P O L I T A N A vel metus.
IN AEGYPTO - NULLITATIS MATRIMONII

ex capite vis

318

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Canestri, D. Staffa. T inculi Defensor deputatus: E. Fiore. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii : T. Mauro. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 3 Aprilis : « Negative ». LX. F L O R E N T I N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bovmm prolis. Turnus Rotalis: G. Doheny, Ponens, P. Mattioli, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: A. Cairoli. Advocatus: P. Fedele. Dubium: « A n constet de matrimonii nullitate, in casu». Sententia diei 5 Aprilis : « Affirmative, vetito tamen viro transitu ad aliud matrimonium, nisi prius coram Ordinario loci eiusve delegato sub fide iuramenti promiserit se consensum editurum ad normam ss. canonum ». LXI. F L O R E N T I N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni prolis et boni sacramenti. Turnus Rotalis: G. Heard, A. Canestri, Ponens, A. Fidecicchi. Vinculi Defensoris Substitutus: O. Bejan. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. De Forgellinis. Dubium: « An sententia Rotalis diei 4 Iulii 1951 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 6 Aprlis : « Confirmandam esse, seu non constare de matrimonii nullitate, in casu ». LXII. F L O R E N T I N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob amentiam mri. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, F. Brennan, P. Felici, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: P. Tocanel. Advocatus: P. D'Avack. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 6 Aprilis : « Affirmative, .vetito tamen viro, ex iure naturali, transitu ad aliud matrimonium ». LXIII. B I T U R I C E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, P. Mattioli, Ponens, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: C. Tricerri. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 7 Aprilis : « Affirmative, vetito autem mulieri transitu ad alias nuptias, nisi coram Ordinario loci eiusve delegato, sub fide iurisiurandi, promiserit se ad normam Legis consensum edituram ». LXIV. C L E V E L A N D E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: D. Staffa, Ponens, I. Pasquazi, P. Felici. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus: R. Ottaviani. Dubium: « An sententia Rotalis diei 10 Iulii 1953 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 9 Aprilis : « Infirmandam esse, ideoque non constare de nullitate matrimonii, in casu ».

Sacra

Romana

Rota

319

LXV. E B R O I C E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum; ob exclusionem boni sacramenti et boni prolis. Turnus Rotalis: A. Wynen, G. Heard, Ponens, A. Canestri. Vinculi Defensor: I. Stella. Advocatus: I. Ferrari. Dubia: I. « An concedenda sit nova propositio causae ex capite exclusi boni prolis » ; et quatenus affirmative : II. « An sententia Rotalis diei 5 Augusti 1949 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». III. « An constet de nullitate matrimonii ex capite metus et exclusi boni sacramenti ». Sententia diei 10 Aprilis: Ad I. «Negative». Ad II. «Provisum in primo». Ad III. «Negative». LXVI. N. N.
TIONIS SUPER RATO. NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam viri et

DISPENSA-

Turnus Rotalis: A. Wynen, P. Mattioli, Ponens, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocati: I. Torre, H. Figliuoli. Dubia: I. « A n sententia Rotalis diei 29 Decembris 1953 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu » ; et quatenus infirmanda : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato ». Sententia diei 10 Aprilis : Ad I. « Confirmandam esse, ideo constare de matrimonii nullitate, in casu, vetito viro transitu ad aliud matrimonium vi can. 1068 C. I. C. ». Ad II. « Provisum in primo ». LXVII. T U C S O N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensor deputatus: V. Ait. Advocatus: R. Ottaviani. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 13 Aprilis: « Affirmative ». LXVIII. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob simulationem consensus. Turnus: A. Fidecicchi, F. Brennan, I. M. Pinna, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: B. Wyszynski. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. Ligi. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 13 Aprilis : « Negative ». LXIX. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim et metum et ob simulationem totalem. Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocati: C. Bernardini, V. Trocchi. Dubium: « An sententia Rotalis diei 15 Octobris 1952 sit confirmanda,, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 13 Aprilis: «Confirmandam esse, seu non constare denullitate matrimonii, in casu ». LXX. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: D. Staffa, Ponens, I. Pasquazi, P. Felici.

320

Acia

Apostolicae

Seáis

-

Commentarium

Officiale

Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: L. Valletta. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 13 Aprilis : « Affirmative ». LXXI. A L B A N E N , I N A M E R I C A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite clandestinitatis. Turnus Rotalis: A. Wynen, Ponens, G. Heard, A. Canestri. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Torre. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 22 Aprilis: « Affirmative ». LXXII. C A R T H A G I N E N . I N C O L U M B I A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum òonum sacramenti. Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, H. Caiazzo, A. Fidecicchi. Vinculi Defensor deputatus: V. Bartoccetti. Advocati: F. Della Rocca, R. Szemvic. Dubium: « A n sententia Rotalis diei 30 Decembris 1949 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 24 Aprilis : « Infirmandam esse, ideoque constare de nullitate matrimonii, in casu ». LXXIII. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, H. Caiazzo, A. Fidecicchi. Vinculi Defensor deputatus: P. Capobianco. Advocatus: I. Spinelli. Dubium: « An sententia Rotalis diei 15 Ianuarii 1951 sit confirmanda, •vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 24 Aprilis : « Confirmandam esse, i. e. non constare de nullitate matrimonii, in casu ». LXXIV. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: I. Pasquazi, Ponens, P. Felici, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus: I. Spinelli. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 26 Aprilis: « Negative ». LXXV. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, F. Brennan, P. Felici, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: C. Tricerri. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 27 Aprilis : « Affirmative, vetito tamen viro transitu ad :aliud matrimonium, nisi prius iureiurando coram Ordinario loci eiusve delegato promiserit se esse consensum matrimonialem praestaturum ad normam ;ss. canonum ». LXXVI. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa.

Sacra

Romana

Rota

321

Vinculi Defensor deputatus: A. Martinengo. Advocatus: P. A. D'Avack. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 28 Aprilis: «Affirmative». LXXYII.
SPENSATIONIS ROMANA - NULLITATIS MATRIMONII SUPER RATO.

ex capite vis vel metus et

DI-

Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, G. Doheny. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Spinelli. Dubia: I. « An sententia Rotalis diei 7 Iunii 1949 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu » ; et quatenus non constet de nullitate matrimonii, in casu : IL « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 29 Aprilis : Ad I. « Confirmandam esse, ideoque non constare de nullitate matrimonii, in casu». Ad II. «Affirmative». LXXVIIL R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob conditionem appositam. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen, Ponens, G. Heard. Vinculi Defensoris Substitutus : A. Del Corpo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: G. Felici. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 29 Aprilis: « Negative ». LXXIX. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: C. Tricerri. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 29 Aprilis : « Affirmative, vetito tamen viro transitu ad aliud matrimonium nisi prius coram Ordinario iureiurando promiserit se praecepta religionis catholicae quoad proprietates essentiales matrimonii esse servaturum ». LXXX. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob simulationem totalem et ob vim vel metum et D I S P E N S A T I O N I S S U P E R RATO. Turnus Rotalis: G. Doheny, Ponens, P. Mattioli, E. Bonet. Promotor Iustitiae: I. Pendola. Vinculi Defensor deputatus: V. Ait. Advocati: H. Figliuoli, pro actore; I. Spinelli, pro conventa. Dubia : L « An constet de matrimonii nullitate, in casu » ; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 30 Aprilis : Ad I. « Affirmative, vetito tamen viro transitu ad aliud matrimonium, nisi prius coram Ordinario eiusve delegato sub iuramento promiserit se consensum editurum ad normam ss. canonum ». Ad II. « Provisum in primo ». LXXXL N. N. SATIONIS S U P E R RATO. NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam viri et

DISPEN-

Turnus Rotalis: I. Pasquazi, Ponens, P. Felici, E. Bonet.
21 - A C T A , vol. X X I I , n. 7. — 23-5-1955.

322

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Vinculi Defensor deputatus: E. Ulinski. Advocatus: G. Franco. Dubia: L « An constet de nullitate matrimonii, in casu »; et quatenus negative : I I . « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 30 Aprilis: Ad I. « Negative ». Ad I I . « Affirmative, vetito tamen viro transitu ad aliud matrimonium inconsulto Tribunali S. R. Rotae ».
N E O - E B O R A C E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I q& amentiam mulieris. Turnus Rotalis: A. Canestri, Ponens, H. Caiazzo, G. Doheny. Vinculi Defensor deputatus: G. Brisebois. Advocatus: R. Romano. Sententia die 6 Maii : « Affirmative, vetito mulieri transitu ad ulteriores nuptias inconsulta S. R. Rota ».

LXXXII.

LXXXIII.

P A R I S I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Canestri, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: G. Felici. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 8 Maii: «Negative».

LXXXIV. M E C H L I N I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob simulationem consensus. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, F. Brennan, E. Bonet, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: G. Brisebois. Advocatus: P. Ciprotti. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 10 Maii : « Negative ». LXXXV. R H E M E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum; ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus: M. D'Alfonso. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 11 Maii : « Negative ». LXXXVI.
R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: H. Caiazzo, I. Pasquazi, Ponens, P. Felici. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: G. Franco. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 11 Maii : « Affirmative ».

LXXXVII.

T Y R N A V I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus: I. Magyary. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii • F. Bersani. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 11 Maii : « Affirmative ».

Sacra

Romana

Rota

323

LXXXVIII. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob simulatimi consensum; oh exclusionem boni sacramenti et boni prolis. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, B. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: G. Brisebois. Advocatus: C. Bernardini. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 11 Maii : « Affirmative ». LXXXIX. V I G I L I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob simulatum consensum; ob vim vel metum; ob amentiam mulieris. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen, B. Bonet, Ponens. Advocatus: I. Dante. Dubia: I. « An constet de nullitate sententiarum primi et ulterioris gradus » ; et quatenus affirmative vel negative : II. « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 5 Maii: Ad I. « Affirmative ». Ad II. « Dilata ». XO. V I G I L I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob simulatum consensum; ob vim vel metum; ob amentiam mulieris. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen, E. Bonet, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: S. Canals. Advocatus: I. Dante. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 12 Maii : « Affirmative ». XCI. A N G E L O R U M I N C A L I F O R N I A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: G. Doheny, Ponens, P. Mattioli, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: G. Brisebois. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Lombardi. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 12 Maii « Affirmative, vetito tamen viro transitu ad aliud matrimonium, nisi prius coram Ordinario eiusve delegato sub fide iurisiurandi promiserit se matrimonialem consensum praestaturum ad normam ss. canonum ». XCII. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Canestri, Ponens, A. Fidecicchi, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: A. Martinengo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: H. Figliuoli. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 13 Maii : « Affirmative, vetito parti conventae transitu ad ulteriores nuptias inconsulto N. S. T. ». XCIII. N . N . TIONIS S U P E R RATO. NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam viri et

DISPENSA-

Turnus Rotalis: P. Mattioli, Ponens, E. Bonet, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: E. TJlinski. Advocatus: A. D'Alessandri. Dubia: I. « An constet de matrimonii nullitate, in casu »; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato ».

324

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Sententia diei 14 Maii: Ad I. «Negative». Ad II. «Affirmative, vetito tamen viro transitu ad aliud matrimonium, inconsulto hoc Apostolico Tribunali ». XCIV. N. N. TIONIS S U P E R RATO. NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam viri et

DISPENSA-

Turnus Rotalis: A. Wynen, Ponens, G. Heard, A. Canestri. Vinculi Defensor deputatus: A. a Langasco. Advocatus: F. Cartoni. Dubia: I. « An constet de matrimonii nullitate, in casu »; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato ». Sententia diei 15 Maii: Ad I. « Negative ». Ad II. « Affirmative ». XCV. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum; ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen, E. Bonet, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: G. Felici. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 17 Maii : « Negative ». XCVI. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: P. Felici, Ponens, G. Doheny, P. Mattioli. Vinculi Defensor deputatus: M. Fabregas. Advocatus: I. Dante. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 18 Maii : « Affirmative » XCVII. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: F. Brennan, I. Pasquazi, Ponens, P. Felici. Vinculi Defensor deputatus: P. Capobianco. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: C. Tricerri. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 18 Maii: « Affirmative ». XCVIII. M A R I A N O P O L I T A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: P. Felici, Ponens, G. Doheny, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: G. Brisebois. Advocati: P. Ciprotti, C. Tricerri. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 18 Maii: « Affirmative ». XCIX. C V P R E N . - S E P A R A T I O N I S E T A L I M E N T O R U M . Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, F. Brennan, I. M. Pinna, Ponens. Promotor Iustitiae: I. Pendola. Advocati ex mandato gratuiti patrocinii: C. Bernardini pro actrice; P. A. D'Avack, pro convento. Dubia: I. « An et quomodo, cuius ob culpam, ac quibus conditionibus locus sit separationi quoad torum et cohabitationem, in casu » ; IL « An, qua

Sacra

Romana

Rota

325

mensura et à quonam tempore vir teneatur alimenta uxori suae praestare, in casu ». I I I . « An et quarum rerum mobilium possessio uxori tribuenda sit, in casu ». IV. « An et qua mensura et quonam titulo vir teneatur ad refectionem damnorum ». Sententia diei 20 Maii : Ad I. « Locum esse separationi temporaneae ob culpam viri donec iudicio Ordinarii probatio sufficiens exhibeatur eiusdem resipiscentiae non dubiae nec fictae, seu sinceri reditus ad unitatem Ecclesiae catholicae ». Ad I I . « Virum teneri ad praebendam uxori pensionem alimentorum menstruam, iuxta mensuram determinandam iudicio Excirri Nuntii Apostolici Reipublicae Libanensis, a. die 17 iunii 1944 ad diem qua vi praesentis sententiae cessabit separatio temporanea ». Ad I I I . « Uxori tribuendam esse possessionem linteorum et vestimentorum, iuxta elenchum actis adnexum, idque vel statim vel occasione reconciliationis, praestita tamen mox a viro congrua cautione ». Ad IV. « Virum teneri ad expensas iudiciales praeteritarum dumtaxat instantiarum reiiciendas uxori, eidem vero nullum ius esse ad obtinendam restitutionem solutae indemnitatis lib. liban. 200, nec ad refectionem expensarum iudicialium praesentis instantiae, quae compensentur inter partes ». C. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ab amentiam viri et ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, G. Heard, Ponens, A. Canestri. Vinculi Defensor deputatus: G. Andreozzi. Advocatus: C. Bernardini. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 22 Maii : « Affirmative, vetito viro transitu ad alias nuptias inconsulta S. Sede ». CI. N . N . NIS SUPER RATO. NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam viri et

DISPENSATIO-

Turnus Rotalis: A. Canestri, Ponens, A. Fidecicchi, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: H. Raco. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: H. Figliuoli. Dubia: I. « An constet de matrimonii nullitate, in casu »; et quatenus negative : I I . « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 24 Maii: Ad I. «Affirmative». Ad I I . «Provisum in primo ». CIL C A S A L E N . S E U T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen, I. M. Pinna, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: A. De Iorio. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. Ligi. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 31 Maii : « Negative ». CUI. I A N U E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen, Ponens, G. Heard. Vinculi Defensoris Substitutus : A. Del Corpo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: R. Costa Albesi.

326

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Dubium: « An eonstet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 31 Maii : « Negative ». C i y . N. N. - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impotentiam viri. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensor deputatus: I. Parisella. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: H. Graziani. Dubium: « An sententia Rotalis diei 10 Novembris 1951 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 1 Iunii : « Confirmandam esse, ideoque non constare de nullitate matrimonii, in casu ». CV. N E O - E B O R A C E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Canestri, Ponens, H. Caiazzo, F. Brennan. Vinculi Defensor deputatus: A. a Langasco. Advocatus: I. Pacelli. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 3 Iunii : « Negative ».
CVI. TERRACINEN. IURIUM CREDITI.

Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Fidecicchi, F. Brennan. Promotor Iustitiae: I. Pendola. Advocati ex mandato gratuiti patrocinii : P. Ciprotti, pro actore; H. Graziani, pro convento. Dubium: « An sententia Rotalis diei 13 Februarii 1953, sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 3 Iunii : « Confirmandam esse, i. e. nullam pecuniae summam nulloque titulo deberi actori, in casu » C VII. S A V O N E N . S E U T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: D. Staffa, Ponens, I. Pasquazi, P. Felici. Vinculi Defensor deputatus: A. Martinengo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: C. Tricerri. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 4 Iunii: « Negative ». CVIII. B R U K L Y N I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impotentiam viri. Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Canestri, G. Doheny. Vinculi Defensor deputatus: P. Tocanel. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: G. Felici. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 5 Iunii : « Affirmative, vetito viro transitu ad alias nuptias inconsulta S. Sede ». CIX. F U L D E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I of defectum consensus. Turnus Rotalis: H. Caiazzo, A. Fidecicchi, P. Felici, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: A. a Langasco. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. De Forgellinis. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 8 Iunii « Affirmative . CX. N. N. - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impotentiam viri. Turnus Rotalis: I. Pasquazi, Ponens, P. Felici, E. Bonet.

Sacra

Romana

Rota

327

Vinculi Defensor deputatus: V. Alt. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Lombardi. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 8 Iunii : « Negative ». OXL C O L U M B E N . I N C E Y L O N - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I Ob CXCluSUm bonum prolis. Turnus Rotalis: G. Doheny, Ponens, P. Mattioli, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: G. Brisebois. Advocatus: R. Romano. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 11 Iunii: « Affirmative, vetito tamen mulieri transitu ad alias nuptias, nisi prius coram Ordinario eiusve delegato sub fide iurisiurandi promiserit se matrimonialem consensum praestituram ad normam ss. canonum ». CXII. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Wynen, Ponens, G. Heard, A. Canestri. Vinculi Defensor deputatus: M. Camera. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Lombardi. Dubium: « An sententia Rotalis diei 6 Decembris 1952 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 11 Iunii : « Infirmandam esse, ideoque constare de matrimonii nullitate, in casu, vetito mulieri transitu ad alias nuptias, nisi coram Ordinario loci vel eius Delegato sub fide iurisiurandi promiserit se novum matrimonium cum recta intentione inituram neque amplius bonum prolis exclusuram esse ». CXIII. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum; ob simulationem totalem et ob exclusum bonum fidei. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, F. Brennan, I. M. Pinna, Ponens. Vinculi Defensoris Substitutus : A. Del Corpo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Spinelli. Dubium « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 15 Iunii': «Negative». CXIV. C A H I R E N . M E L C H I T A R U M - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus: B. Pellegrini. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu. » Sententia diei 15 Iunii : Affirmative ». CXV. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum; ob conditionem appositam. Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: R. Costa Albesi. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 15 Maii: «Negative». OXVI. N O V A R C E N . menti et boni prolis.
NULLITATIS MATRIMONII

ob exclusionem boni sacra-

328

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, B. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi .Defensoris Substitutus: A. Del Corpo. Advocatus: R. Ottaviani. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 15 Iunii : « Affirmative ». CXVII. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, G. Heard,. Ponens, A. Canestri. Vinculi Defensor deputatus: S. Vitale. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: P. Ciprotti. Dubium : « An sententia Rotalis diei 4 Martii 1952 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu » Sententia diei 19 Iunii : « Infirmandam esse, i. e. constare de nullitate matrimonii, in casu », vetito viro transitu ad alias nuptias nisi iuramento coram Ordinario eiusve delegato praestito de matrimonio iuxta legem christianam utendo. CXVIII.
BASILEEN. SUPER

-

NULLITATIS

MATRIMONII

ob defectum consensus et

DISPENSATIONIS

RATO.

Turnus Rotalis: A. Wynen, Ponens, G. Heard, A. Canestri. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus: I. Torre. Dubia: I. « An constet de matrimonii nullitate, in casu »; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 19 Iunii: Ad I. « Affirmative ». Ad II. «Provisum in primo ». CXIX. H E L I O P O L I T A N A I N A E G Y P T O - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: C. Tricerri. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 22 Iunii : « Negative ». CXX. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob amentiam mulieris. Turnus Rotalis: H. Caiazzo, Ponens, A. Fidecicchi, F. Brennan. Vinculi Defensor: I. Stella. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. X. Parisi. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu » ; et quatenus negative : II. An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 22 Iunii : Ad I. « Affirmative, vetito mulieri conventae transitu, saltem ad cautelam, ad alias nuptias inconsulto hoc S. Tribunali ». Ad II. « Provisum in primo ». CXXI. V E N T I M I L I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: G. Doheny, Ponens, P. Mattioli, E. Bonet. Vinculi Defensoris Substitutus : A. Del Corpo. Advocatus: A. D'Alessandri. Sententia diei 28 Iunii : « Affirmative, vetito tamen mulieri transitu ad

Sacra

Romana

Rota

alias nuptias nisi prius coram Ordinario eiusve delegato sub iurisiurandi fide promiserit se matrimonialem consensum praestituram ad normam ss. canonum ». OXXII. N E A P O L I T A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: D. Staffa, I. Pasquazi, Ponens, P. Felici. Vinculi Defensoris Substitutus: O. Bejan. Advocati: I. Torre, H. Figliuoli. Sententia diei 25 Iunii: «Negative». OXXIII. N. N. SATIONIS SUPER RATO. NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam viri et

DISPEN-

Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Fidecicchi, F. Brennan. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: O. Tricerri. Dubia: I. « An sententia Rotalis diei 20 Iulii 1952 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». II. « An praestandum sit consilium Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 26 Iunii : Ad I. « Confirmandam esse, i. e. non constare de nullitate matrimonii, in casu ». Ad II. « Negative ». CXXIV. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: G. Heard, I. Pasquazi, Ponens, P. Felici. Vinculi Defensor deputatus: A. De Iorio, Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: L. Valletta. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 28 Iunii: «Affirmative». OXXV. B A S I L E E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob conditionem appositam. Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus: G. Andreozzi. Advocatus: I. Torre. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 28 Iunii: « Affirmative ». CXXVI. P A R I S I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni prolis, boni fidei et boni sacramenti. , Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Spinelli. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 28 Iunii : « Negative ». CXXVII.
ANDRIEN.

-

NULLITATIS

MATRIMONII

ex capite vis vel metus et

DISPENSATIONIS

S U P E R RATO.

Turnus Rotalis: G. Heard, P. Felici, Ponens, G. Doheny. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocati: V. Trocchi, pro actore; I. B. Nicola, R. Baccari, pro conventa. Dubium : « An sententia Rotalis diei 30 Iulii 1952 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 30 Iunii : « Confirmandam esse, ideoque constare de nullitate matrimonii, in casu ».

330

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

CXXVIII. T O L O S A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impedimentum ligaminis. Turnus Rotalis: B. Filipiak, G. Doheny, P. Mattioli, Ponens. Promotor Iustitiae: I. Pendola. Vinculi Defensoris Substitutus : A. Del Corpo. Advocatus: B. Romano. Dubium : « Utrum sententia Ordinarii Tolosani diei 10 Novembri 1 9 5 2 , lata ad normam can. 1990 C. I. C, confirmanda sit, an procedendum in causa sit ad ordinarium iuris tramitem ». Sententia diei 30 Iunii : « Confirmandam esse, ideoque constare de matrimonii nullitate, in casu ». CXXIX. C A T A N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum; ob simulationem consensus. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensor deputatus: B. Wyszynski. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Lombardi. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 30 Iunii : « Affirmative ». OXXX. N O V A R I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob conditionem contra bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, P. Mattioli, Ponens, E. Bonet. Vinculi Defensor: I. Stella. Advocati : H. Emprin Guardini, R. Romano. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 30 Iunii : «Negative». CXXXI. M A T R I T E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum; ob simulationem consensus. Turnus Rotalis: P. Mattioli, Ponens, E. Bonet, R. Lamas. Vinculi Defensor deputatus: M. Fabregas. Advocatus: F. Della Rocca. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 30 Iunii: « Negative ». CXXXII. P L A T I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen, I. M. Pinna, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus : F. Cartoni. Dubia: I. « A n concedenda sit, in casu, nova causae propositio ad metum quod attinet » ; et quatenus affirmative : II. « An confirmanda vel infirmanda sit sententia Rotalis diei 4 Iunii 1 9 1 9 , in casu ». Sententia diei 3 Iulii: Ad L « Affirmative ». Ad II. « Negative ad primam partem, affirmative ad alteram seu infirmandam esse, quoad metum, sententiam Rotalem die 4 Iunii 1949, ideoque constare de nullitate matrimonii, in casu ». CXXXIII. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum; ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Canestri, R. Lamas. Vinculi Defensor deputatus: G. Brisebois. Advocatus: F. Bersani.

Sacra

Romana

Rota

331

Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 3 Iulii: «Negative». CXXXIV. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen/E. Bonet, Ponens, Vinculi Defensor deputatus: M. Fabregas. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. Della Rocca. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 5 Iulii « Negative ». CXXXV. Ä S T E N , S E U T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus, Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, P. Felici, Ponens, B. Filipiak. Vinculi Defensor deputatus: R. Melli. Advocatus ex mandato gratuiti, patrocinii: C. Tricerri. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 6 Iulii: «Affirmative». CXXXVI. B O S T O N I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metus; ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: G. Heard, P. Felici, Ponens, G. Doheny. Vinculi Defensor deputatus: E. Ulinski. Advocatus: R. Ottaviani. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 6 Iulii: «Negative». OXXXVII. N. N. SATIONIS SUPER RATO. NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam viri et

DISPEN-

Turnus Rotalis: I. Pasquazi, Ponens, P. Felici, B. Filipiak. Vinculi Defensor deputatus: M. Fabregas. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. Ercolani. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu »; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 6 Iulii: Ad I. « Negative ». Ad II. « Affirmative, vetito tamen viro transitu ad aliud matrimonium inconsulto hoc Sacro Tribunali ». CXXXVIII. I L C I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: P. Mattioli, Ponens, E. Bonet, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: G. Brisebois. Advocatus: F. Cartoni. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 7 Iulii: « Affirmative ». CXXXIX. C U N E E N , S E U T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Canestri, Ponens, A. Fidecicchi, P. Mattioli. Vinculi Defensor deputatus: B. Wyszynski. Advocati: F. Della Rocca, I. Olivero. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 8 Iulii: « Affirmative ».

332

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

CXL. N. N. - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum et ob impotentiam viri, et D I S P E N S A T I O N I S S U P E R R A T O . Turnus Rotalis: B. Filipiak, G. Doheny, P. Mattioli, Ponens. Vineuli Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus: P. A. D'Avack. Dubia: I. « An constet de matrimonii nullitate, in casu »; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato ». Sententia-diei 9 Iulii: Ad I. « Negative », Ad II. « Affirmative, vetito autem viro transitu ad alias nuptias, inconsulto hoc Apostolico Tribunali ». OXLI. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus; ob conditionem appositam. Turnus Rotalis: B. Filipiak, Ponens, G. Doheny, B. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: A. Martinengo. Advocatus: A. Angelini Rota. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 9 Iulii : « Affirmative ». OXLII. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: I. Pasquazi, Ponens, P. Felici, R. Lamas. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Torre. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia die 9 Iuli : « Negative ». OXLIII. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, E. Bonet, Ponens, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus: A. De Luca. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 12 Iulii : « Affirmative, vetito mulieri transitu ad alias nuptias, nisi prius coram Ordinario loci iusiurandum emiserit de officiis coniugalibus rite adimplendis ». OXLIV. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus: R. Ottaviani. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 13 Iulii : « Negative ». CXLV. M E D I O L A N E N . - B E N E F I C I I N O V A E A U D I E N T I A E et N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis et metus. Turnus Rotalis: P. Felici, Ponens, G. Doheny, R. Lamas. Vinculi Defensor deputatus: A. De Iorio. Advocatus ex mandato^gratuiti patrocinii: G. Franco. Dubia: I. « An concedendum sit beneficium novae audientiae » ; et quatenus affirmative: II. « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 13 Iulii: Ad I. « Affirmative ». Ad II. « Negative ». CXLVL N. N. - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impotentiam viri. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa.

Sacra

Romana

Rota

333

Vinculi Defensoris Substitutus : A. Del Corpo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. Brcolaiii. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 13 Iulii : « Affirmative, prohibita convento transitu ad novum matrimonium, inconsulto Tribunali S. Romanae Rotae ». CXLVII. N E A P O L I T A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni sacramenti et boni fidei. Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus: V. Ait. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: R. Costa Albesi. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 13 Iulii : « Negative ». CXVIII. N. N. SPENSATIONIS SUPER NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam viri et

DI-

RATO.

Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus: M. Fabregas. Advocatus: M. Mantovani. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu »; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 13- Iulii : Ad I. « Affirmative, vetito tamen viro transitu ad alias nuptias inconsulto H. S. T. ». Ad II. « Provisum in primo ». CXLIX. N E A P O L I T A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni fidei et boni sacramenti. Turnus Rotalis: G. Heard, P. Felici, Ponens, G. Doheny. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocati: I. Torre, H. Figliuoli, pro actore; I. Lenti, pro conventa. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 13 Iulii : « Affirmative, vetito tamen utrique parti transitu ad aliud matrimonium, nisi prius coram Ordinario eiusve delegato iuramento promiserint se esse ad normam ss. canonum consensum emissuros ». CL. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: G. Doheny, Ponens, P. Mattioli, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: G. Andreozzi. Advocati: H. Emprin Guardini, R. Romano. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 14 Iuri: « Negative ». CLL V E N E T I A R U M - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni prolis et boni sacramenti. Turnus Rotalis: A. Wynen, Ponens, G. Heard, A. Canestri. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocati: I. Pavanini, G. Franco. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 15 Iulii : « Negative ». OLII. N . N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impotentiam viri. Turnus Rotalis: P. Felici, Ponens, B. Filipiak, G. Doheny. Vinculi Defensoris Substitutus : A. Del Corpo.

334

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. De Forgellinis, Dubium : « An sententia Rotalis diei 13 Iunii 1951 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 16 Iulii « Confirmandam esse, seu non constare de nulli tate matrimonii, in casu ». CLIII. P A R I S I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I O6 exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi F."Brennan, P. Filipiak, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus: F. Cartoni. > Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 16 Iulii « Negative ». GLI V. L I B U R N E N . S E U F L O R E N T I N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, I. Pasquazi, R. Lamas. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: V. Trocchi. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 16 Iulii : « Negative ». CLV. P A R I S I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob simulationem consensus. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, G. Heard, Ponens, A. Canestri. Vinculi Defensor: I. Stella. Advocatus: F. Cartoni. Dubium : « An sententia Rotalis diei 22 Decembris 1947 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 17 Iulii : « Confirmandam esse, seu non constare de nullitate matrimonii, in casu ». CLVI. M A T R I T E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob conditionem appositam. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, E. Bonet, Ponens, R. Lamas. Vinculi Defensor deputatus: B. Wyszynski. Advocatus: R. Szenwic. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 19 Iulii: «Negative». CLVII. A M E R I N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, F. Brennan, P. Mattioli, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: A. Cairoli. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: V. Trocchi. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 21 Iulii: « Affirmative ». CLVIII. P A R I S I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: G. Heard, A. Canestri, Ponens, A. Fidecicchi. Vinculi Defensor deputatus: A. Cairoli. Advocatus: F. Cartoni. Dubium: « An sententia Rotalis diei 16 Aprilis 1953 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ».

Saera

Romana

Rota

335

Sententia diei 22 Iulii : « Confirmandam esse, seu constare de matrimonii nullitate, in casu ». CLIX. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, B. Filipiak, Ponens, P. Mattioli. Vinculi Defensor deputatus: E. Fiore. Advocatus: V. Trocchi. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 23 Iulii: « Affirmative ». CLX. N. N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impotentiam viri; ob conditionem appositam. Turnus Rotalis: A. Wynen, Ponens, G. Heard, A. Canestri. Vinculi Defensoris Substitutus: O. Bejan. Advocati: I. Torre, H. Figliuoli. Dubium : « An sententia Rotalis diei 2 Februarii 1954 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 21 Iulii : « Confirmandam esse, ideoque non constare de matrimonii nullitate, in casu ». CLXI. V E L I T E R N A - I U R I U M . Turnus Rotalis: P. Mattioli, Ponens, E. Bonet, I. M. Pinna. Promotor Iustitiae: I. Pendola. Advocati ex mandato gratuiti patrocinii: C. Bernardini, pro actore; G. Felici, pro parte conventa, Dubia: I. « An gratuitum patrocinium actori concedendum sit ». II. « An libellus actoris admittendus sit ». Sententia diei 28 Iulii « Negative ad utrumque ». CLXII. A N N E C I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen, P. Mattioli, Ponens. Promotor Iustitiae: I. Pendola. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: L. Valletta. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 28 Iulii: « Negative ». CLXIII. B A S I L E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis et metus. Turnus Rotalis: H. Caiazzo, A. Fidecicchi, B. Filipiak, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: A. Czapla. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: G. Felici. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 30 Iulii: « Negative ». CLXIV. N. N. SPENSATIONI SUPER NULLITATIS MATRIMONII RATO.

ob impotentiam mulieris et Di.

Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Canestri, R. Lamas. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocati: I. Torre, H. Figliuoli. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu »; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 31 Iulii: Ad I. «Negative». Ad II. «Affirmative».

336

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

GLXV. S O U T H W A R C E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob amentiam viri. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, A. Wynen, I. M. Pinna, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: E. Fiore. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: R. Romano. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu » ; et quatenus negative : II. « An constet de nullitate sententia Tribunalis Westmonasteriensis diei 19 Martii 1952, in casu ». Sententia diei 4 Augusti: Ad I. « Affirmative ». Ad II. « Provisum in responsione ad primum ». OLXVI. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: G. Heard, A. Canestri, Ponens, P. Felici. Vinculi Defensor: I. Stella. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: H. Napoleoni. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 5 Augusti: « Negative ». CLXVII. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, P. Mattioli, Ponens, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: P. Tocanel. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: R. Costa Albesi. Dubium : « An sententia Rotalis diei 8 Iunii 1951 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 5 Augusti : « Confirmandam esse, ideo non constare de matrimonii nullitate, in casu ». CLXVIII. V E R U L A N A S E U R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, P. Felici, Ponens, B. Filipiak. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: H. Figliuoli. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 5 Augusti: « Affirmative ». OLXIX. A L B I N G A N E N . - D I S P E N S A T I O N I S S U P E R R A T O . Turnus Rotalis: I. Pasquazi, Ponens, P. Felici, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: A. Cairoli. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii : H. ' Napoleoni. Dubium: « An sententia Rotalis diei 16 Novembris 1945, quoad alterum •dubium seu an consulendum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, confirmanda vel infirmanda sit, in casu » Sententia diei 6 Augusti : « Infirmandam esse, et ideo consulendum esse Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu, vetito tamen viro transitu ad aliud matrimonium inconsulto hoc Sacro Tribunali ».
CLXX. N . N . NIS SUPER RATO. NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam viri et

DISPENSATIO-

Turnus Rotalis: D. Staffa, Ponens, I. Pasquazi, P. Felici. Vinculi Defensor deputatus: A. a Langasco.

Sacra

Romana

Rota

337

Advocatus: I. Benedetti. Dubia : I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu » ; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 6 Augusti: Ad I. «Negative». Ad II. Affirmative, vetito tamen viro transitu ad aliud matrimonium, inconsulta S. B. Rota ». CLXXI. F O D I A N A S E U B E N E V E N T A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob simulationem consensus, ob vim vel metum. Turnus Rotalis: D. Staffa, Ponens, I. Pasquazi, P. Felici. Vinculi Defensor deputatus: B. Wyszynski. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: C. Tricerri. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 6 Augusti: «Negative». OLXXII. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: D. Staffa, Ponens, I. Pasquazi, P. Felici. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: R. Ottaviani. Dubia: I. « An constet de.nullitate matrimonii, in casu »; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 6 Augusti : « Affirmative, vetito tamen mulieri conventae transitu ad alias nuptias, nisi prius coram Ordinario iureiurando promiserit se esse ad normam ss. canonum consensum praestituram ». CLXXIII. B E R Y T E N . M E L C H I T A R U M - S E P A R A T I O N I S E T A L I M E N T O R U M . Turnus Rotalis: G. Heard, A. Canestri, Ponens, E. Bonet. Promotor Iustitiae: I. Pendola. Advocati ex mandato gratuiti patrocinii: C. Bernardini, pro actrice; I. Spinelli, pro conventa. Dubia: I. « A n constet de rei conventi obligatione domicilium coniugale uxori et filiae providendi, habitatione cum socru omnino remota, in casu » ; et quatenus affirmative : II. « Quaenam iura actrici sint recognoscenda, tum quoad filiae custodiam tum quoad alimenta, tum quoad dotem, tum quoad habitationem si vir renuat suum officium — uti in primo dubio — solvere in casu » ; et quatenus negative ad primum : II. « An concedenda sit et quibusnam conditionibus uxori instanti separatio ad tempus indefinitum ob viri culpam, in casu ». Sententia diei 7 Augusti : Ad I. « Negative ». Ad II. « Provisum in primo ». Ad III. « Negative, seu nullam concedendam esse uxori instanti separationem, in casu ». CLXXIV. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Canestri, A. Fidecicchi. Vinculi Defensor deputatus: A. Cairoli. Advocatus: R. Ottaviani. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 9 Octobris : Affirmative ».
22 ACTA, vol. XXII, n. 7. — 23-5-1955.

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Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

OLXXV. F L O R E N T I N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob conditionem appositam; ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: A. Canestri, Ponens, A. Fidecicchi, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: P. Tocanel. Advocati: C. H. Emprin Guardini, R. Romano. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 14 Octobris : « Negative ». CLXXVI. N E A P O L I T A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: B. Filipiak, Ponens, G. Doheny, P. Mattioli. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus: I. De Forgellinis. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu »; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 15 Octobris: «Negative ad utrumque». CLXXVII. V O L A T E R R A N A S E U F L O R E N T I N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum; ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis : G. Heard, Ponens, A. Canestri, F. Brennan. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Marcone. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 16 Octobris: « Affirmative ». CLXXVIII. S A L U T I A R U M - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus : F. Fournier. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: C. Tricerri. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 19 Octobris : « Negative ». CLXXIX. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I, Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus: H. Figliuoli. Dubium: « An sententia Rotalis diei 21 Iunii 1951 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 19 Octobris : « Confirmandam esse, ideoque non constare de nullitate matrimonii, in casu ». CLXXX. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I exclusionem boni sacramenti et boni prolis. Turnus Rotalis: P. Felici, Ponens, B. Filipiak, G. Doheny. Vinculi Defensor deputatus: M. Camera. Advocatus: A. D'Alessandri. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 19 Octobris: « Negative ».

Sacra

Romana

Rota

339

OLXXXI. R H E D O N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite amentiae viri. Turnus Rotalis: i. Pasquazi, Ponens, P. Felici, B. Filipiak. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus: F. Cartoni. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 19 Octobris : « Negative ». » CLXXXII. V E R S A L I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: H. Caiazzo, A. Fidecicchi, P. Mattioli, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocati: I. Torre, H. Figliuoli. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 20 Octobris: « Negative ». CLXXXIII. Vic. A P O S T . A B E R C O R N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: B. Filipiak, Ponens, G. Doheny, P. Mattioli. Vinculi Defensor: I. Stella. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: C. Bernardini. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 22 Octobris : « Affirmative ». CLXXXIV. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis : D. Staffa, Ponens, 1. Pasquazi, P. Felici. Promotor Iustitiae: I. Pendola. Vinculi Defensor deputatus: A. De Iorio. Advocatus: B. Pellegrini. Dubium : « An sententia Rotalis diei 23 Octobris 1953 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 22 Octobris : « Confirmandam esse, ideoque constare de nullitate matrimonii, in casu ». CLXXXV. F L O R E N T I N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni sacramenti et boni prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, E. Bonet, I. M. Pinna, Ponens. Promotor Iustitiae: H. Felici. Vinculi Defensor deputatus: 1. Casoria. Advocatus: R. Ottaviani. Dubia: I. « An ulterior propositio causae ob exclusum bonum prolis admittenda sit, in casu ». II. « An sententia Rotalis diei 29 Novembris 1951 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 25 Octobris: Ad I. « Affirmative ». Ad II. « Confirmandam esse, ideoque non constare de nullitate matrimonii, in casu ». CLXXXVI. M E S S A N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum; ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: G. Doheny, Ponens, P. Mattioli, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: V. Fagiolo. Advocati: I. Torre, H. Figliuoli.

340

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 25 Octobris : « Negative ». CLXXXVII. L E O D I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensor deputatus : F. Fournier. Advocati ex mandato gratuiti patrocinii: P. Ciprotti, O. Tricerri. Dubia: I. « A n nova causae propositio admittenda sit, in casu»; et quatenus affirmative : IL « An sententia Rotalis diei 29 Ianuarii 1952 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 26 Octobris: Ad I. «Affirmative». Ad II. « Confirmandam esse, ideoque non constare de nullitate matrimonii, in casu ». CLXXXVIII. N O V A R C E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: P. Felici, Ponens, B. Filipiak, G. Doheny. Vinculi Defensor deputatus: G. 0'Connell. Advocatus: P. Fedele. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 26 Octobris: « Negative ». CLXXXIX. L Y C T E N . S E U B A R E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: I. Pasquazi, Ponens, P. Felici, B. Filipiak. Vinculi Defensor deputatus: G. Andreozzi. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. Cartoni. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 26 Octobris : « Negative ». CXO. B A S I L E E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni sacramenti. Turnus Rotalis: B. Filipiak, G. Doheny, P. Mattioli, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: G. Brisebois. Advocati: I. Torre, H. Figliuoli. Dubium: « An sententia Rotalis diei 10 Martii 1954 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 27 Octobris : « Infirmandam esse, ideo non constare de matrimonii nullitate, in casu ». CXCI. I A N U E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob conditionem-appositam. Turnus Rotalis: A. Canestri, A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan. Vinculi Defensor: O. Bejan. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: G. Franco. Dubium: « An sententia Rotalis diei 22 Maii 1953 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 28 Octobris : « Confirmandam esse, ideoque constare de nullitate matrimonii, in casu ». CXCII. N O T T T N G H A M E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Canestri, Ponens, A. Fidecicchi, F. Brennan.

Sacra

Romana

Rota

341

Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus: R. Romano. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 28 Octobris: « Affirmative ». CXCIII. C H I C A G I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni sacramenti, boni fidei et boni prolis. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, F. Brennan, P. Mattioli, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: S. Vitale. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. X. Parisi. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 28 Octobris : « Negative ». CXCIV. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni fidei et boni prolis. Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Canestri, I. M. Pinna. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. Ligi. Dubium: « An sententia Rotalis diei 1 Februarii 1952 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 28 Octobris : « Infirmandam esse i. e. constare de nullitate matrimonii, in casu, vetito tamen viro transitu ad alias nuptias nisi, signis sincerae resipiscientiae datis, coram Ordinario eiusve delegato sub iuramento confirmaverit se matrimonio usurum esse iuxta legem Christi et naturae ». CXCV. P A R I S I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni sacramenti et boni prolis. Turnus Rotalis: D. Staffa, Ponens, I. Pasquazi, P. Felici. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. Cartoni. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 29 Octobris: «Negative». CXCVT. T O L O S A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni prolis et boni sacramenti. Turnus Rotalis: H. Caiazzo, A. Fidecicchi, B. Filipiak, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: B. Wyszynski. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. Cartoni. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 29 Octobris : « Affirmative, vetito tamen utrique parti transitu ad aliud matrimonium nisi coram Ordinario loci sub fide iurisiurandi promittat se consensum matrimonialem praestituram esse ad normam legis (can. 1081, § 2 C. I. C.) ». . CXCVIT. P U T E O L A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, D. Staffa, Ponens, I. Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus: I. Magyary. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: R. Costa Albesi. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 29 Octobris : « Affirmative ». CXCVIII. M A R I A N O P O L I T A N A simulationem consensus.
- NULLITATIS MATRIMONII

ob vim vel metum; ob

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Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus: M. Strojny. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: C. Bernardini. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 30 Octobris : « Negative ». CXCIX. B A K E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob simulationem consensus. Turnus Rotalis: P. Mattioli, Ponens, E. Bonet, I. M. Pinna. Promotor Iustitiae: I. Pendola. Vinculi Defensor deputatus: A. a Langasco. Advocatus: B. Romano. f Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 3 Novembris: « Negative ». CC. N I C E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob conditionem appositam. Turnus Rotalis: P. Mattioli, Ponens, I. M. Pinna, R. Lamas. Vinculi Defensor deputatus: G. Brisebois. Advocatus: B. Pellegrini. Dubium « An sententia Rotalis diei 27 Martii 1954 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 3 Novembris : « Confirmandam esse, ideo constare de matrimonii nullitate, in casu ». CCI. A S S I S I E N , S E U P E R U S I N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, E. Bonet, Ponens, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus: R. Ottaviani. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 4 Novembris : « Negative ». CCII. M E L B U R N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni fidei et boni sacramenti; ob conditionem appositam. Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Canestri, A. Fidecicchi. Vinculi Defensoris Substitutus : A. Del Corpo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: R. Romano. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 6 Novembris : « Negative ». CCIII. E B R O I C E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni prolis et boni sacramenti. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensoris Substitutus : A. Del Corpo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: B. Pellegrini. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 9 Novembris: «Negative». CCIV. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum; ob simulationem consensus. Turnus Rotalis: P. Felici, Ponens, B. Filipiak, G. Doheny. Vinculi Defensor deputatus: E. Ulinski. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Spinelli. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 9 Novembris : « Affirmative ».

Sacra

Romana

Rota

343

OOV. R O M A N A — N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: F. Mattioli, Ponens, E. Bonet, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: A. Cairoli. Advocatus: A. De Luca. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 10 Novembris : « Affirmative, vetito mulieri transitu ad alias nuptias, nisi coram Ordinario eiusve Delegato iuramento promiserit se ad normam iuris consensum matrimonialem esse edituram ». COVI. N . N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impotentiam mulieris; ob ignorantiam naturae matrimonii et D I S P E N S A T I O N I S S U P E R R A T O . Turnus Rotalis: B. Filipiak, Ponens, G. Doheny, P. Mattioli. Vinculi Defensor deputatus : B. Wyszynski. Advocatus: C. Bernardini. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu » ; et quatenus negative : IL « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 12 Novembris: « Negative ad utrumque ». COVII. I A N U E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: B. Filipiak, Ponens, G. Doheny, P. Mattioli. Vinculi Defensor deputatus: H. Raco. Advocatus: F. Bersani. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 12 Novembris: « Negative ». CCVIII. B R U K L Y N I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, E. Bonet, Ponens, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: G. Brisebois. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: P. Ciprotti. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 15 Novembris : « Affirmative ». CCIX. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, F. Brennan, I. Pasquazi, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus: H. Graziani. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 16 Novembris: « Negative ». CCX. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni sacramenti et boni prolis. Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus: I. Casoria. Advocati: R. Romano, H. Figliuoli. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 16 Novembris : « Affirmative, vetito tamen mulieri transitu ad alias nuptias, nisi coram loci Ordinario eiusve delegato sub iurisiurandi fide promiserit consensum ad normam iuris se praestituram esse ». CCXI. S P E D I E N . S E U I A N U E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel, metus. Turnus Rotalis: G. Doheny, Ponens, P. Mattioli, E. Bonet.

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Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Vinculi Defensor deputatus: A. Martinengo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: C. Tricerri. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 17 Novembris : « Negative ». COXII. N . N. TIONIS S U P E R RATO. NULLITATIS MATRIMONII

ot) impotentiam viri et

DISPENSA-

Turnus Rotalis: B. Filipiak, Ponens, G. Doheny, P. Mattioli. Vinculi Defensor deputatus : S. M. Vitali. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: A. D'Alessandri. Dubia : I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu » ; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato ». Sententia diei 19 Novembris : Ad I. « Affirmative, vetito viro transitu ad aliud matrimonium ad normam can. 1068 O. I. O. ». Ad II. « Provisum in primo ». CCXIII. L I S B O N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, G. Heard, Ponens, R. Lamas. Vinculi Defensor deputatus: A. Cairoli. Advocati I. B. Ferrata, H. Napoleoni. Dubium : « An sententia Rotalis diei 3 Maii 1952 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 19 Novembris : « Infirmandam esse, i. e. constare de nullitate matrimonii, in casu, vetito tamen actrici transitu ad alias nuptias nisi coram Ordinario eiusve delegato sub iuramento confirmaverit se matrimonio iuxta leges Dei et Ecclesiae usuram esse ». CCXIV. M U T I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: B. Filipiak, Ponens, G. Doheny, P. Mattioli. Promotor Iustitiae: H. Felice. Vinculi Defensor deputatus: H. Raco. Advocatus: C. Bernardini. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 19 Novembris: « Affirmative ». CCXV. N. N. - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impotentiam viri. Turnus Rotalis: P. Felici, Ponens, G. Doheny. E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: F. Romita. Advocati: C. Bernardini, R. Costa Albesi. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 23 Novembris : « Affirmative, vetito tamen viro, ex iure naturali, transitu ad aliud matrimonium ». CCXVI. F L O R E N T I N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis; ob simulationem consensus. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus: I. Ojetti. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu »; et quatenus negative ; II. « An praestandum sit Sanctissimo Domino consilium pro gratia dispensationis super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 23 Novembris: Ad I. « Negative ». Ad II. « Affirmative ».

Sacra

Romana

Rota

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OCXVII. N. Ni - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impotentiam viri. Turnus Rotalis: I. Pasquazi, Ponens, P. Felici, B. Filipiak. Vinculi Defensor deputatus: H. Evers. Advocati: I. Torre, H. Figliuoli. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 23 Novembris: « Negative ». CCXVIII. Vic. A P . D E R A B A T - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: P. Mattioli, Ponens, E. Bonet, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: B. Pellegrini. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 24 Novembris: « Negative ». OCXIX. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, E. Bonet, I. M. Pinna, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus: A. De Luca. Dubium: « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 25 Novembris : « Affirmative ». CCXX. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum; ob defectum formae. Turnus Rotalis : D. Staffa, Ponens, T. Pasquazi, P. Felici. Vinculi Defensor: I. Stella. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: M. Mantovani. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 26 Novembris : « Negative ». 'CCXXI. N. N. - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impotentiam mulieris et D I SPENSATIONIS SUPER RATO.

Turnus Rotalis: D. Staffa, Ponens, I. Pasquazi, P. Felici. Vinculi Defensor deputatus: P. Toeanel. Advocatus: A. D'Alessandri. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu »; et quatenus negative : IL « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 26 Novembris: « Negative ad utrumque ». CCXXII. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: B. Filipiak, Ponens, G. Doheny, P. Mattioli. Promotor Iustitiae: H. Felice. Vinculi Defensor: I. Stella. Advocatus: G. Da Silva. Dubium : « An sententia Rotalis diei 28 Maii 1953 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 26 Novembris : « Infirmandam esse, ideo non constare de nullitate matrimonii, in casu ». COXXIII. N. N. - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impotentiam viri et D I S P E N SATIONIS SUPER RATO.

Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, E. Bonet, R. Lamas. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier.

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Acta

Apostolicae

Seáis

-

Commentarium

Officiale

Advocati: F. Liuzzi, O. Bernardini. Dubia: I. « An sententia Rotalis diei 8 Martii 1952 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu»; et quatenus affirmative ad primam partem: II. « An consilium Sanctissimo praestandum sit pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato in casu ». Sententia diei 27 Novembris : Ad I. « Affirmative ad primam partem, i. e. non constare de nullitate matrimonii in casu ». Ad II. « Affirmative ». CCXXIV. N . N . SATIONIS S U P E R RATO. NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam viri et

DISPEN-

Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, E. Bonet, I. M. Pinna, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: V. Ait. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: F. X. Parisi. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu »; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 29 Novembris: Ad I. « Negative ». Ad II. « Affirmative «. ÖCXXV. P A R I S I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: P. Felici, Ponens, B. Filipiak, G. Doheny. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus: F. Cartoni. Dubium : « An constet de matrimonii nullitate, in casu ». Sententia diei 30 Novembris : « Affirmative ». CCXXVI. T A U R I N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, F. Brennan, Ponens, I. Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus: A. Czapla. Advocatus: C. Bernardini. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 30 Novembris : « Negative ». CCXXVII. I A C E N . S E U P A N O R M I T A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: G. Doheny, Ponens, P. Mattioli, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: A. Martinengo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Torre. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 1 Decembris: «Affirmative». CCXXVIII. N E A P O L I T A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, P. Mattioli, Ponens, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: A. Cairoli. Advocatus: F. Bersani. Dubium : « An sententia Rotalis diei 26 Maii 1951 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 1 Decembris : « Infirmandam esse, ideo non constare de matrimonii nullitate, in casu ». CCXXIX. R O M A N A menti et boni fidei.
- NULLITATIS MATRIMONII

ob exclusionem boni sacra-

Sacra

Romana

Rota

347

Turnus Botalis: B. Filipiak, Ponens, G. Doheny, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus : I. Sirna. Advocati: I. Spinelli, P. Guidi. Dubia: I. « A n concedenda sit nova causae propositio»; et quatenus affirmative : II. « An sententia Rotalis diei 12 Ianuarii 1952 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu » ; III. « An constet de nullitate matrimonii ex capite exclusionis matrimonii ipsius, a muliere conventa patratae ». Sententiae diei 3 Decembris: Ad I. « Affirmative ». Ad II. « Infirman dam esse, et ideo constare de nullitate matrimonii, in casu, vetito tamen mulieri conventae transitu ad novas nuptias, nisi coram Ordinario loci sub fide iurisiurandi promittat se consensum matrimonialem praestituram esse ad normam legis (can. 1081, § 2 O. I. C.) ». Ad III. « Provisum in secundo ». OCXXX. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum sacramenti. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, E. Bonet, Ponens, I. M. Pinna. Vinculi Defensor deputatus: E. TJlinski. Advocatus: B. Pellegrini. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 6 Decembris : « Affirmative, vetito mulieri transitu ad alias nuptias nisi prius coram Ordinario loci iureiurando promiserit se iuxta leges divinas et ecclesiasticas matrimonium inituram esse ». OCXXXI. M E D I O L A N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensor deputatus: A. Cairoli. Advocatus: C. Bernardini. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 7 Decembris : « Negative ». CCXXXII. M E L I T E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusionem boni sacramenti et boni prolis. Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Canestri, A. Fidecicchi. Vinculi Defensor deputatus : A. Cavaliere. Advocatus: E. Ruffini. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 9 Decembris: « Negative ». CCXXXIII. N. N. DISPENSATIONIS SUPER NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam mulieris et

RATO.

Turnus Rotalis: I. Pasquazi, Ponens, P. Felici, B. Filipiak. Vinculi Defensor deputatus: P. Toeanel. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Lombardi. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu »; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 14 Decembris: Ad. I. « Negative ».,Ad II. « Affirmative, vetito tamen mulieri transitu ad alias nuptias inconsulto hoc Sacro Tribunali ». OCXXXI V. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob simulationem consensus; ob exclusam indissolubilitatem. Turnus Rotalis: F. Brennan, Ponens, D. Staffa, I. Pasquazi.

348

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Vinculi Defensor deputatus: G. Andreozzi. Advocatus: A. D'Alessandri. Dubium « An sententia Rotalis diei SI Octobris 1950 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 14 Decembris : « Confirmandam esse, ideoque non constare de nullitate matrimonii, in casu ». CCXXXV. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, R. Felici, Ponens, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: A. Martinengo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: T. Lenti. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 14 Decembris: « Affirmative ». CCXXXVI. M E D I O L A N E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: G. Doheny, Ponens, P. Mattioli, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: A. Boccalini. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Spinelli. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 15 Decembris: « Negative ». CCXXXVII. P A R I S I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Canestri, Ponens, A. Fidecicchi, G. Doheny. Vinculi Defensoris Substitutus : A. Del Corpo. Advocatus: F. Cartoni. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 16 Decembris: « Affirmative ». CCXXXVIII. F L O R E N T I N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ex capite vis vel metus. Turnus Rotalis: A. Canestri, Ponens, A. Fidelicchi, E. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: C. Bernardini. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 16 Decembris : « Negative ». CCXXXIX. L A U S A N N E N . - G E N E V E N . E T F R I B U R G E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: B. Filipiak, Ponens, G. Doheny, P. Mattioli. Vinculi Defensor deputatus: F. Fournier. Advocatus: H. Figliuoli. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 17 Decembris : « Affirmative, vetito viro transitu ad aliud matrimonium, nisi sub fide iurisiurandi promittat coram Ordinario se consensum praestiturum ad normam iuris ». CCXL. N. N. NULLITATIS MATRIMONII

ex capite vis et metus et

DISPEN-

SATIONIS S U P E R RATO.

Turnus Rotalis: B. Filipiak, Ponens, G. Doheny, P. Mattioli. Vinculi Defensoris Substitutus: A. Del Corpo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: C. Bernardini.

Sacra

Romana

Rota

34Ô

Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu » ; et quatenus negative: II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei IT Decembris: « Negative ad utrumque ». OOXLI. N. N. SATIONIS S U P E R RATO. NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam viri et

DISPEN-

Turnus Rotalis: D. Staffa, Ponens, I. Pasquazi, P. Felici. Vinculi Defensor deputatus: M. Camera. Advocati: D. A. Foligno, pro actrice: R. Szenwic, pro convento. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu »; et quatenus negative : II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 17 Decembris: « Negative ad utrumque ». CCXLII. P A N O R M I T A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob vim vel metum; ob simulationem consensus. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, G. Heard, Ponens, R. Lamas. Vinculi Defensor deputatus: G. Brisebois. Advocatus: C. Bernardini. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 18 Decembris : « Affirmative ». CCXLIII. N. N. - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impotentiam viri. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, E. Bonet, Ponens, R. Lamas. Vinculi Defensor deputatus: I. Sirna. Advocatus: I. Torre. Dubium: « An sententia Rotalis diei 4 Augusti 1951 sit confirmanda, vel infirmanda, in casu ». Sententia diei 20 Decembris : « Confirmandam esse, ideoque non constare de matrimonii nullitate, in casu ». CCXLIV. N. N. - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob impedimentum ordinis; ob conditionem appositam. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, F. Brennan, B. Filipiak, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: E. Fiore. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: B. Pellegrini. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 21 Decembris : « Negative ». CCXLV. V E R S A L I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Fidecicchi, Ponens, F. Brennan, D. Staffa. Vinculi Defensoris Substitutus : A. Del Corpo. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: R. Costa Albesi. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 21 Decembris « Negative ». CCXLVI. N. N. SATIONIS S U P E R RATO. NULLITATIS MATRIMONII

ob impotentiam viri et

DISPEN-

Turnus Rotalis: I. Pasquazi, Ponens, P. Felici, B. Filipiak. Vinculi Defensor deputatus: P. Toeanel.

350

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: G. Felici. Dubia: I. « An constet de nullitate matrimonii, in casu » ; et quatenus negative: II. « An consilium praestandum sit Sanctissimo pro dispensatione super matrimonio rato et non consummato, in casu ». Sententia diei 21 Decembris : « Negative ad utrumque ». COXLVII. R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob simulationem consensum. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, P. Mattioli, Ponens,All. Bonet. Vinculi Defensor deputatus: M. Fabregas. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: A. Angelini Rota. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 22 Decembris : « Negative ».
C C X L V n i . R O M A N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob conditionem appositam; ob impedimentum disparitatis cultus. Turnus Rotalis: D. Staffa, Ponens, I. Pasquazi, P. Felici. Vinculi Defensor deputatus: G. 0'Connell. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: H. Figliuoli. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 22 Decembris : « Affirmative ». C C X L I X . N O V A R I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob defectum consensus; ob exclusum bonum prolis. Turnus Rotalis: A. Jullien, Decanus, P. Mattioli, I. M. Pinna, Ponens. Vinculi Defensor deputatus : I. Sirna. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: I. Lombardi. Dubium: « A n constet de nullitate matrimonii, in casu». Sententia diei 22 Decembris : « Negative ».

COL. P E R U S I N A - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob simulationem consensus; ob vim vel metum. Turnus Rotalis: G. Heard, Ponens, A. Canestri, I. Pasquazi. Vinculi Defensor deputatus: H. Evers. Advocatus: A. Valenti. Dubium : « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 30 Decembris: « Affirmative ». COLI. W I G O R N I E N . - N U L L I T A T I S M A T R I M O N I I ob defectum formae. Turnus Rotalis: G. Heard, A. Fidecicchi, F. Brennan, Ponens. Vinculi Defensor deputatus: A. a Langasco. Advocatus ex mandato gratuiti patrocinii: R. Ottaviani. Dubium: « An constet de nullitate matrimonii, in casu ». Sententia diei 30 Decembris: «Negative».

Sacra

Romana

Rota

351

II Causae quae eodem anno 1954 transactae fuerunt, vel quae absque definitiva sententia, ex peculiaribus circumstantiis, finem habuerunt; quibus adduntur decreta quoad recursus contra libellorum reiectionem. I. A G E N N E N . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum prolis, coram R. P. D. Guillelmo Heard. Cum Defensor Vinculi appellationi renuntiaverit, R. P. D. Ponens, decreto diei 4 Ianuarii, renuntiationem admittit et acta in archivo reponi iubet. II. P I C T A V I E N . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum fidei, ob conditionem appositam contra substantiam matrimonii, coram R. P. D. Guil lelmo Heard. Cum Defensor Vinculi appellationi renuntiaverit, R. P. D. Ponens, decreto diei 4 Ianuarii, renuntiationem admittit et acta in archivo reponi iubet. III. B E R Y T E N . M A R O N I T A R U M - Iurium, coram R . P. D. Pericle Felici. Cum partes in causa transactionem fecerint, R. P. D. Ponens, decreto diei 7 Ianuarii, causam declarat finitam et acta in archivo reponi iubet. IV. S C I I A M C H I A M E N . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum sacramenti, coram R. P. D. Pericle Felici. Cum pars appellans appellationem retractaverit et pars conventa sit contumax, R. P. D. Ponens, decreto diei 12 Ianuarii, causam finitam declarat et acta in archivo reponi iubet. V. C L A V A R E N . - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, coram R. P . D. Alberto Canestri. Cum pars actrix appellationi renuntiaverit, R. P. D. Ponens, decreto diei 12 Ianuarii, causam declarat desertam et acta in achivo reponi iubet. VI. Vic. A P O S T , D E B A N G U E L O - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, coram R. P. D. Francisco Brennan. Cum causa ratione competentiae transmissa fuerit ad Supremam S. Congregationem S. Officii, R. P. D. Ponens, decreto diei 13 Ianuarii, acta in archivo reponi iubet. VII. V E R S A L I E N . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum prolis, coram R. P. D. Petro Mattioli. Cum per annum et ultra nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 13 Ianuarii, instantiam peremptam declarat actaque in archivo reponi iubet. VIII. R O M A N A - Nullitatis Matrimonii, ob conditionem appositam, coram R. P. D. Augusto Fidecicchi. Cum pars actrix diem supremum obierit, R. P. D. Ponens, decreto diei 13 Ianuarii, acta in archivo reponi iubet.

352

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

I X . N E A P O L I T A N A - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, coram R. P. D. Petro Mattioli. Cum per annum et ultra nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 13 Ianuarii, appellationem desertam declarat actaque in archivo reponi iubet. X. F A N E N . - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, coram R . P. D. Petro Mattioli. Cum per annum ut ultra nullus actus processualis positus fuerit, R. I*. D. Ponens, decreto diei 13- Ianuarii, appellationem desertam declarat actaque in archivo reponi iubet.

XI. M E D I O L A N E N . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusionem boni prolis, boni fidei et boni sacramenti, coram R. P. D. Petro Mattioli. Cum per annum et ultra nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 13 Ianuarii, appellationem desertam declarat actaque in archivo reponi iubet. XII. N. N. - Nullitatis Matrimonii, ob viri impotentiam, coram R. P. I). Henrico Caiazzo. Cum per annum nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 15 Ianuarii, appellationem desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. XIII. C A R O P O L I T A N A - Nullitatis Matrimonii, ob defectum consensus, coram R. P. D. Guillelmo Heard. Cum per annum nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 18 Ianuarii, appellationem desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. XIV. V I C . A P O S T . A E G Y P T I - Nullitatis Matrimonii, ob simulatum consensum, coram R. P. D. Guillelmo Heard. Cum per annum nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 18 Ianuarii, appellationem desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. XV. B O N O N I E N . - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, coram R . P. D. Guillelmo Heard. Cum per annum nullus actus processualis positus fuerit, ' \ P. D. Ponens, decreto diei 18 Ianuarii, appellationem desertam declarat et acta in archivo reponi iubet.
r

XVI. N A T C H E T E N . - Nullitatis Matrimonii, ob defectum scientiae, ob vim vel metum, coram R. P. D. Boleslao Filipiak. Cum actrix prosecutioni causae renuntiaverit atque pars altera acceptaverit, R. P. D. Ponens, decreto diei 19 Ianuarii, renuntiationem admittit et acta in archivo reponi iubet. XVII: I A N U E N . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum prolis, Incidentis de nova causae propositione, coram R. P. D. Petro Mattioli. Cum ex patroni declaratione evidens sit quod nova argumenta praesto non

Sacra

Romana

Rota

353

sunt, R. P. D. Ponens, decreto diei 27 Ianuarii, causam desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. XVIII. B a m b e r g e n . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum prolis, Incidentis de nova causae propositione, coram R. P. D. Boleslao Filipiak. Cum constet de defectu novorum argumentorum, R. P. D. Ponens decreto diei 29 Ianuarii dari non posse beneficium novae audientiae decernit et acta in archivo reponi iubet. XIX. R o m a n a - Incidentis, de gratuito patrocinio revocando, coram R. P. D. Dino Staffa. Viso decreto Tribunalis Vicariatus Urbis, R. P. D. Ponens, sub die 5 Februarii, recursum contra idem reiciendum esse decrevit et acta in archivo reponi iubet. XX. R o m a n a - Nullitatis Matrimonii, Reiectionis libelli, coram R. P. D. Arcturo Wynen. R. P. D. Ponens, decreto diei 6 Februarii, declarat libellum esse admittendum ideoque causam introducendam esse et acta in archivo reponi iubet. XXI. O o n c o r d i e n . s e u V e n e t i a r u m - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum prolis, coram R. P. D. Guillelmo Doheny. Cum certo constet conventam in causa supremum diem obiisse, R. P. D. Ponens, decreto diei 8 Februarii, causam finitam declarat et acta in archivo reponi iubet. XXII. A m a l p h i t a n a s e u S a l e r n i t a n a - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, coram R. P. D. Arcturo Wynen. Attenta appellatione partis actricis, R. P. D. Ponens, decreto diei 22 Februarii, acta remitti ad Tribunal Regionale Salernitanum iubet. XXIII. N. N. - Nullitatis Matrimonii, ob viri impotentiam, coram R. P. D. Petro Mattioli. Cum per annum et ultra nullus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 23 Februarii, appellationem peremptam declarat et acta in archivo reponi iubet. XXIV. C o m e n , s e u M e d i o l a n e n . - Nullitatis Matrimonii, ob conditionem appositam contra bona prolis, fidei et sacramenti, coram R. P. D. Iosepho Pasquazi. Cum per annum et ultra nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 23 Februarii, causam declarat desertam et acta in archivo reponi iubet. XXV. R o m a n a - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, coram R. P. D. Iosepho Pasquazi. Cum per annum et ultra nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 25 Februarii, causam declarat desertam et acta in archivo reponi iubet. XXVI. R o m a n a - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, coram R. P. D. Ioanne Teodori.
23 - ACTA, vol. X X I I , n. 7. — 23-5-1955.

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Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Cum per annum et ultra nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. H. Caiazzo, Auditor de turno, decreto diei 11 Martii, causam declarat, peremptam et acta in archivo reponi iubet. XXVII. R O M A N A - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, coram R . P. D. Ioanne Maria Pinna. Attento obitu conventi, R. P. D. Ponens, decreto diei 22 Martii, acta in archivum mitti iubet. XXVIII. B A S I L E E N . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum prolis, coram R. P. D. Guillelmo Heard. Visis litteris Supremae S. Congregationis S. Officii, R. P. D. Ponens, decreto diei 2á Martii, acta in archivo poni iubet. XXIX. P A R I S I E N . - Nullitatis Matrimonii, Incidentis, coram R . P. D. Arctum Wynen. Cum actrix per biennium nullum actum processualem posuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 3 Aprilis, appellationem desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. XXX. T A R I N E N . - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, coram R . P. D. Arcturo Wynen. Cum pars actrix per plures annos nullum posuerit actum processualem, R. P. D. Ponens, decreto diei 3 Aprilis, appellationem desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. XXXI. R O T H O M A G E N . - Nullitatis Matrimonii, ob conditionem appositam, coram R. P. D. Arcturo Wynen. Cum actor per annum nullum actum processualem posuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 3 Aprilis, appellationem desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. XXXII. ROMANA - Nullitatis Matrimonii, Incidentis dé nova causae propositione, coram R. P. D. Emmanuele Bonet. Decreto diei 7 Aprilis, R. P. D. Ponens non esse nova nec gravia argumenta ad novam causae propositionem admittendam declarat et ideo acta in archivo reponi iubet. XXXIII. P A R I S I E N . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum fidei, coram R. P. D. Guillelmo Heard. Cum per annum et amplius nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 12 Aprilis, appellationem desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. XXXIV. M E D I O L A N E N . - Nullitatis Matrimonii, Incidentis de reiectione libelli, coram R. P. D. Petro Mattioli. R. P. D. Ponens, decreto diei 14 Maii, declarat recursum actoris contra decretum Tribunalis Insubri esse reiciendum et acta in archivo reponi iubet. XXXV. A S C O L A N A - Nullitatis Matrimonii, ob simulationem consensus coram R. P. D. Guillelmo Heard.
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Sacra

Romana

Rota

35o

Cum per annum et amplius nullus actus processualis positus sit, R. P. D. Ponens, decreto diei 15 Maii, appellationem desertam declarat et acta in archivo poni iubet. XXXVI. R h e g i n e n . - Nullitatis Matrimonii, ob conditionem appositam contra bonum sacramenti et bonum prolis, coram R. P. D. Guillelmo Heard. Cum nullus actus processualis positus sit per annum et amplius, R. P. D. Ponens, decreto diei 17 Maii, appellationem desertam declarat et acta in archivo poni iubet. XXXVII. G a n d a v e n . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum sacramenti, coram R. P. D. Pericle Felici. Cum causa revocata fuerit a S. Congregatione S. Officii, R. P. D. Ponens, decreto diei 18 Maii, acta in archivo reponi iubet. XXXVIII. C y p r e n . - Iuris patronatus, coram R . P. D. Iosepho Pasquazi. Cum nullus actus processualis per annum et ultra positus fuerit a die qua actor appellavit, R. P. D. Ponens, decreto diei 24 Maii, appellationem ipsam desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. XXXIX. N. N. - Nullitatis Matrimonii, ob impotentiam mulieris, ob impotentiam relativam viri, coram R. P. D. Emmanuele Bonët. Cum a plus quam anno nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 25 Maii, causam declarata desertam et acta in archivo reponi iubet. XL. B e l l o v a c e n . - Iurium, coram R. P. D. Guillelmo Heard. Cum per annum nullus actus processualis factus sit, R. P. D. Ponens, decreto diei 26 Iunii, recursum declarat desertum et acta in archivo poni iubet. XLI. H i e r o s o l y m i t a n a - Separationis et Alimentorum, coram R . P. 1 ) . Dino Staffa. Cum adversus sententiam, qua decernebatur causam non amplius pendere, nihil actum nullumque gravamen interpositum sit, R. P. D. Ponens, decreto diei 30 Iunii, acta in archivo reponi iubet. XLII. L a t j s a n e n . - G e n e v e n . e t F r i b u r g e n . - Nullitatis Matrimonii, Querelae nullitatis sententiae, coram R. P. D. Ioanne Maria Pinna. Decreto diei 3 Iulii, R R . PP. DD. de turno negative respondent ad utraque capita et acta in archivo reponi iubent. • XLIII. N. N. - Nullitatis Matrimonii, ob mulieris impotentiam, coram R. P. D. Henrico Caiazzo. Cum per annum nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 8 Iulii, causam peremptam declarat et acta in archivo reponi iubet. XLIV. M e d i o l a n e n . - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, Novae causae propositionis, coram R. P. D. Iosepho Pasquazi. Decreto diei 8 Iulii, R R . PP. DD. de turno respondent non esse conce dendum beneficium novae audientiae et acta in archivo reponi iubent.

356

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

XLV. N o v a r i e n , s e u T a u r i n e n . - Reiectionis libelli, coram R. P. D. Dino Staffa. Decreto diei 9 Iulii, RR. PP. DD. de turno respondent libellum esse admittendum et acta in archivo reponi iubent. XL VI. M e d i o l a n e n . - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel meum, ob exclusum bonum prolis, coram R. P. D. Emmanuele Bonet. Cum per annum et ultra nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 20 Iulii, appellationem desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. XL VII. T a r v i s i n a - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, coram R. P. D. Petro Mattioli. Cum pars conventa acquieverit denegationi gratuiti patrocinii, pro ulteriore causae propositione, R. P. D. Ponens, decreto diei 22 Iulii, causam finitam declarat et acta in archivo reponi iubet. XLVIII. C a m a r a c e n . - Solutionis, coram R. P. D. Dino Staffa. Cum nullus actus processualis, quin aliquod impedimentum obstaret, positus fuerit per annum a die quo appellatio ad S. R. Rotam pervenit, R. P. D. Ponens, decreto diei 22 Iulii, appellationem desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. XLIX. R o m a n a - Nullitatis Matrimonii, Reiectionis libelli, coram R. P. D. Ioanne Maria Pinna. Decreto diei 4 Augusti, RR. PP. DD. de turno declarant libellum non esse admittendum et acta in archivo reponi iubent. L. B a i o n e n . - Nullitatis Matrimonii, Reiectionis libelli, Competentiae, coram R. P. D. Guillelmo Heard. Decreto diei 7 Augusti, RR. PP. DD. de turno declarant appellationem admittendam esse et ad Curiam Baionen, ut videat an ipsa in casu compe tens sit, ideoque acta in archivo reponi iubent. LI. A u g u s t a n a s e u T a u r i n e n . - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, coram R. P. D. Iosepho Pasquazi. Cum per annum et ultra nullus positus fuerit actus processualis, R. P. D. Ponens, decreto diei 24 Septembris, causam desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. LII. T a u r i n e n . - Nullitatis Matrimonii, ob vim et metum, ob simulationem consensus, ob exclusum bonum prolis, coram R. P. D. Guillelmo Heard. Cum per annum nullus actus processualis positus sit, R. P. D. Ponens, decreto diei 2 Octobris, causam desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. LIII. M e x i c a n a - Nullitatis Matrimonii, ob impedimentum ligaminis, coram R. P. D. Emmanuele Bonet. RR. PP. DD. de turno, decreto diei 11 Octobris, declarant novam causae propositionem admittendam non esse et acta in archivo reponi iubent. LIV. T a n r i n e n . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum prolis, coram R. P. D. Guillelmo Heard.

Sacra

Romana

Rota

357

Cum nullus actus processualis per annum positus sit, R. P. D. Ponens, decreto diei 14 Octobris, causam desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. LV. V i n d o b o n b n . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum prolis, coram R. P. D. Guillelmo Heard. Cum per annum nullus actus processualis positus sit, R. P. D. Ponens, decreto diei 14 Octobris, causam desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. LVI. N. N. - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, ob impedimentum publicae honestatis, coram R. P. D. Guillelmo Heard. Cum per annum nullus actus processualis positus sit, R. P. D. Ponens, decreto diei 14 Octobris, causam declarat desertam et acta in archivo reponi iubet. LVII. R o m a n a - Nullitatis Matrimonii. Reiectionis libelli et Gratuiti patrocinii concedendi, coram R. P. D. Pericle Felici. R R . P P . DD. de turno, decreto diei 19 Octobris, declarant recursum esse reiciendum et acta in archivo reponi iubent. LVIII. R o m a n a - Nullitatis Matrimonii, Incidentis de revocatione beneficii expensarum vivarum, coram R. P. D. Pericle Felici. Decreto diei 21 Octobris, R. P. D. Ponens mandat ut pars actrix suam actionem prosequatur penes primi gradus Tribunal et ideo acta in archivo reponi iubet. LIX. R o m a n a - Iurium, coram R. P . D. Augusto Fidecicchi. Attenta compositione inter partes inita, R. P. D. Ponens, decreto diei 22 Octobris, litem finitam declarat et acta in archivo reponi iubet. LX. S a v o n e n . e t N a u l e n . - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, coram R. P. D. Pericle Felici. Cum per plus quam annum nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 28 Octobris, causam desertam declarat et acta in archivo reponi iubet. LXI. N. N. - Nullitatis Matrimonii, ob impotentiam viri, coram R. P. D. Pericle Felici. Cum per plus quam annum nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 28 Octobris, causam perempta declarat et acta in archivo reponi iubet. LXII. N. N. - Nullitatis Matrimonii, ob impotentiam viri, coram R. P. D. Raymundo Lamas. Viso Motu Proprio Per Apostolica Litteras, Excnius D. Decanus, decreto diei 3 Novembris, iubet acta remitti ad Tribunal Vicariatus Urbis. LXIII. P o r t I í A N d e n . i n O r e g o n - Nullitatis Matrimonii, ob conditiones appositas, ob exclusionem boni prolis et boni sacramenti, coram R. P. D. Petro Mattioli. Cum per annum et ultra nullus actus processualis positus fuerit, R. P,

358

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

D. Ponens, decreto diei 5 Novembris, causam peremptam declarat et acta in archivo reponi iubet. LXIV. P A R I S I E N . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum sacramenti, coram R. P. D. Petro Mattioli. Cum per annum et ultra nullus actus processualis positus fuerit et pars actrix ne suam quidem actualem residentiam notificaverit, R. P. D. Ponens, decreto diei 5 Novembris, causam desertam declarat et acta in archivo reponi iubet.
L X Y . S O U T H W A R C E N . - Reiectionis libelli, coram R. P. D. Emmanuel Bonet. RR. PP. DD. de turno, decreto diei 10 Novembris, declarant libellum esse admittendum et acta in archivo reponi iubent.

LXVI. I A N U E N . - Nullitatis Matrimonii, Reiectionis libelli, coram R. P. D. Petro Mattioli. RR. PP. DD. de turno, decreto diei 10 Novembris, declarant reiectionem a Tribunale primae instantiae datam confirmandam esse et acta in archivo reponi iubent. LXVII. R O M A N A - Nullitatis Matrimonii, ob amentiam mulieris, ob exclusum bonum prolis, coram R. P. D. Petro Mattioli. Decreto diei 11 Novembris, Excmus D. Decanus mandat ut acta ad Tribunal Vicariatus Urbis mittantur. LXVIII. T A U R I N E N . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum prolis, coram R. P. D. Guillelmo Heard. Cum per annum nullus actus processualis positus sit, R. P. D. Ponens, decreto diei 26 Novembris, appellationem desertam declarat et acta in archivo reponi iubet.
L X I X . R O M A N A - Nullitatis Matrimonii, ob simulationem matrimonii eas utraque parte, coram R. P. D. Dino Staffa. Viso Motu Proprio Per Apostolicas Litteras, R. P. D. Ponens, decreto diei 29 Novembris, acta remitti iubet ad Tribunal Appellationis Vicariatus Urbis.

LXX. P A T A V I N A - Nullitatis Matrimonii, coram R. P. D. Petro Mattioli. Cum Summus Pontifex facultatem « aperitionis oris » non concedendam retinuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 9 Decembris, quaestionem finitam declarat actaque in archivo reponi iubet. LXXI. R O M A N A - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, coram R. P. D. Emmanuel Bonet. Decreto diei 11 Decembris, R. P. D. Ponens, viso Rescripto Pontificio Per Apostolicas Litteras, acta remitti iubet ad Tribunal Vicariatus Urbis. LXXII. N. N. - Nullitatis Matrimonii, ob impotentiam viri, coram R. P. D. Dino Staffa. Viso Rescripto Pontificio Per Apostolicas Litteras, R. P. D. Ponens, decreto diei 12 Decembris, acta remitti iubet ad Tribunal Appellationis Vicariatus Urbis.

Sacra

Romana

Rota

359

LXXIII. V E N E T I A R U M - Nullitatis Matrimonii, Reiectionis libelli, coram R. P. D. Petro Mattioli. RR. PP. DD. de turno, decreto diei 15 Decembris, declarant libellum esse reiciendum. LXXIV. V E N E T I A R U M - Nullitatis Matrimonii, ob vim vel metum, coram R. P. D. Ioanne Maria Pinna. Cum per annum et ultra nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 20 Decembris, causam peremptam declarat et acta in archivo reponi iubet. LXXV. A R G E N T I N E M . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum sacramenti, coram R. P. D. Ioanne Maria Pinna. Cum per annum et ultra nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 22 Decembris, causam declarat peremptam et acta in archivo reponenda iubet. LXXVI. B R U K L I N I E N . - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum prolis, coram R. P. D. Ioanne Maria Pinna. Attenta renuntiatione facta ab actore, R. P. D. Ponens, decreto diei 22 Decembris, renuntiationem ipsam admittit et acta in archivo reponenda iubet. LXXVII. R O M A N A - Nullitatis Matrimonii, parte actrice appellante quoad inconsummationem, coram R. P. D. Ioanne Maria Pinna. Cum per annum et ultra nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 22 Decembris, causam peremptam declarat et acta in archivo reponenda iubet. LXXVIII. R O M A N A - Nullitatis Matrimonii, ob exclusum bonum prolis, coram R. P. D. Ioanne Maria Pinna. Cum per annum et ultra nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 22 Decembris, causam peremptam declarat et acta in archivo reponi iubet. LXXIX. O S T U N E N . - Nullitatis Matrimonii, de nova admittenda instructoria, coram R. P. D. Petro Mattioli. Decreto diei 29 Decembris, R. P. D. Ponens iubet in archivo reponi. LXXX. A E S I N A - Iurium, coram R. P. D. Pericle Felici. Cum a duobus annis nullus actus processualis positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 30 Decembris, causam declarat peremptam et acta in archivo reponi iubet. LXXXI. T O L O S A N A - Nullitatis Matrimonii, ob errorem in personam, coram R. P. D. Pericle Felici. Cum per plus quam annum nullus actus processualis ab actore positus fuerit, R. P. D. Ponens, decreto diei 30 Decembris, causam desertam declarat et acta in archivo reponi iubet.

360

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

III

Citatio edictalis
MONTISVIDEI
N U L L I T A T I S MATRIMONII (SORALUCE-URIA)

Cum ignoretur locus actualis commorationis Dominae Esther Mariae Uria, in causa conventae, eandem citamus ad comparendum, sive per se sive per procuratorem legitime constitutum, in Sede Tribunalis S. R. Rotae (Roma, Palazzo della Cancelleria) die 12 Iulii 1955, hora 11, ad concordandum de dubio disputando, vel infrascripto subscribendum et ad diem designandam, qua habebitur Turnus Rotalis pro causae definitione. An constet de matrimonii nullitate, in casu. Ordinarii locorum, parochi, sacerdotes et fideles quicumque notitiam habentes de loco commorationis praedictae Dominae Esther Mariae Uria curare debent, ut de hac edictali citatione ipsa moneatur. * Iosephus Pasquazi, Ponens Ex Cancellaria Tribunalis S. R. Rotae, die 18 Aprilis 1955. E. Fiore, Notarius

* Etant inconnu le lieu de la demeure actuelle de Mme Esther Marie Uria, défenderesse en cette cause, nous la citons à comparaître, par propre personne ou par un procureur légitimement constitué, au siège du Tribunal de la S. Rote Romaine (Roma, Palazzo della Cancelleria) le 12 juillet 1955, à 11 heures, pour concorder ou souscrire le doute ci-dessous rapporté, et fixer le jour de la décision de la cause devant la Rote. Conste-t-il de la nullité du mariage dans le cas? Les Ordinaires des lieux, les curés, les prêtres, les fidèles ayant connaissance du lieu de la résidence de la dite Esther Marie Uria devront, dans la mesure du possible, l'avertir de la présente citation.

Diarium

Romanae

Curiae

361

DIARIUM ROMANAE CURIAE
V e n e r d ì , 25 m a r z o 1955, il Santo P a d r e ha r i c e v u t o in solenne U d i e n z a il Presidente della K e p u b b l i c a del L i b a n o , Sua Eccellenza il Dott. C a m i l l o C h a m o u n c o n l ' E c c m a Consorte.

SEGRETERIA DI STATO
NOMINE Con Biglietti della Segreteria di Stato, il Santo Padre Pio XII, felicemente regnante, si è degnato di nominare : 22 marzo 1955. I Revmi Padri Rutten Pietro, dei Crocigeri, Gomez Stefano, e Berutti Cristoforo, dei Frati Predicatori, e Agatangelo da Langasco, dei Frati Minori Cappuccini, Consultori della Sacra Congregazione della Disciplina dei Sacramenti. » Il Revmo Padre Damboriena Prudentio, della Compagnia di Gesù, Consultore della Sacra Congregazione del Concilio. » S. E. Revma Monsig. Di Jorio Alberto, Delegato per l'Amministrazione speciale della Santa Sede. » S. Eíñza Revma il Sig. Cardinale Aloisi Masella Benedetto, Membro del Supremo Tribunale della Segnatura Apostolica. » Gli Emi Signori Cardinali Aloisi Masella Benedetto, Cicognani Gaetano, Valeri Valerio e Ottaviani Alfredo, Membri della Sacra Congregazione Cerimoniale.

28

»

1 2

aprile »

19

»

Parimente con Biglietti della Segreteria di Stato, il Santo Padre Pio XII, felicemente regnante, si è degnato di nominare: Assistenti al Soglio Pontificio : %ì novembre 1953. S. E Revma Monsig. Ortiz Arrieta Ottavio, Vescovo di Chachapoyas. 14 maggio 1954. S. E. Revma Monsig. de Miranda Vilas Boas Mario, Arcivescovo di Belém do Para. ». » » ... S. E. Revma Monsig. Gomes Oliveira Emanuele, Arcivescovo di Goiás.

362

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

13 novembre 1954. S. E. Revma Monsig. Willinger Luigi Giuseppe, Vescovo di Monterey-Fresno. 6 marzo 1955. S. E. Revma Monsig. Meysing Ermanno Giuseppe, Arcivevescovo tit. di Derco. Protonotari Apostolici ad instar participantium : 28 gennaio 1954. Monsig. Geyer Bernardo, dell'arcidiocesi di Colonia. » » Monsig. de Arruda Cámara Alfredo, dell'arcidiocesi di Olinda e Recife. » 18 maggio Monsig. Moura Luigi Gonzaga, della diocesi di Campinas. » 14 giugno Monsig. Savard Luciano, della diocesi di Amos. » 7 agosto Monsig. Dumenil Giorgio, della diocesi di Autun. » » 18 Monsig. Van den Gheyn Gabriele E. G., della diocesi di Gand. 13 settembre » ^ Monsig. Cianci Carlo, della diocesi di Paterson. » » Monsig. Louis Guglielmo, della medesima diocesi. » » » Monsig. McDonald Edoardo, della medesima diocesi. » » » Monsig. Sheerin Giovanni, della medesima diocesi. » » » Monsig. Wrzeciono Giacomo, della medesima diocesi. » 13 ottobre Monsig. Eaton Tommaso, della diocesi di Lancaster. 26 febbraio 1955. Monsig. Cafferata Giovanni Battista, della diocesi di La Spezia. 17 marzo Monsig. Boeri Giuseppe Orazio, della diocesi di Albenga. » » 29 Monsig. Più Mario, dell'arcidiocesi di Cagliari. Prelati Domestici di Sua Santità : 26 dicembre 1949. Monsig. Scauda Raffaele, dell'arcidiocesi di Napoli. 17 marzo 1950. Monsig. Merkel Bertoldo, della diocesi di Limburgo. » » » Monsig. Pappert Guglielmo, della medesima diocesi. 29 aprile 1951. Monsig. Feekes Carlo, dell'arcidiocesi di Colonia. 26 maggio 1952. Monsig. Hengsbach Francesco, dell'arcidiocesi di Paderborna. » 1.0 agosto Monsig. Schneider Federico, della diocesi di Hildesheim. 15 dicembre 1953. Monsig. Becker Francesco, dell'arcidiocesi di Colonia. 18 marzo 1954. Monsig. Chazelles Giovanni, della diocesi di Costantina. » » 30 Monsig. Araujo Pires Giovanni, della diocesi di Pesqueira. » » » Monsig. Carvalho Urbano, della medesima diocesi. » 23 aprile Monsig. Carrier Pietro, della diocesi di Tournai. » » Monsig. Cerfaux Luciano, della medesima diocesi. » » » Monsig. Thomas Giuseppe, della medesima diocesi. » 10 maggio Monsig. Costa Lourdes, della diocesi di El Paso. » » Monsig. Gaynor Lorenzo, della medesima diocesi. » » » Monsig. Geary Eugenio, della medesima diocesi. » » » Monsig. Quinn Ugo, della medesima diocesi. » » 15 Monsig. Méjecaze Francesco, dell'arcidiocesi di Parigi. » 18 » Monsig. Loschi Giovanni A. della diocesi di Campinas. » » » Monsig. Salim Emilio Giuseppe, della medesima diocesi. » » 24 Monsig. Brunelle Giuseppe A., della diocesi di Alexandria (Canada).

Diarium

Romanae

Curiae

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1954. Monsig. Goulet Giuseppe A., della medesima diocesi. » Monsig. MacDonald Giuseppe, della medesima diocesi. » Monsig. Cadotte Adriano, della diocesi di Mont-Laurier. » Monsig. Latour Giuseppe, della medesima diocesi. » » » Monsig. Mercure Rodolfo, della medesima diocesi. » » » Monsig. Mondou Arturo, della medesima diocesi. » Monsig. Noiseux Salomone, della medesima diocesi. » » » Monsig. Villeneuve Omer, della medesima diocesi. » » » Monsig. Gelineau Giuseppe N., delParcidiocesi di Ottawa. » » Monsig. Pavesio Giovanni, delParcidiocesi di S. Paolo 5 » . del Brasile. 14 Monsig. Cormier Vittorio, della diocesi di Amos. Monsig. Forest Gaspare, della medesima diocesi. » » Monsig. Lafrenière Alfonso, della medesima diocesi. 25 Monsig. Balestrazzi Andrea, delParcidiocesi di Bologna. » Monsig. Bartoli Mario, della medesima arcidiocesi. » Monsig. De Maria Filippo, della medesima arcidiocesi. » » Monsig. Musolesi Giacomo, della medesima arcidiocesi. Monsig. Serrazanetti Mario, della medesima arcidiocesi. Monsig. Bouchard Mederico, della diocesi di Golfo S. Lorenzo. » » Monsig. Lévesque Edilberto, della medesima diocesi. 3 luglio Monsig. Cassese Pasquale, della diocesi di Santos. 6 )) Monsig. Fröhner Giacomo, della 'diocesi di Treviri. » Monsig. Junker Uberto, della medesima diocesi. )) Monsig. Weins Pietro, della medesima diocesi. » Monsig. Fiol Castillo Giuseppe Raffaele, della diocesi di Barquisimeto. Monsig. Figueroa Ortega, delParcidiocesi di Angelopoli. » 10 Monsig. Woitalla Lodovico, della diocesi di Viedma. » 16 Monsig. Correa Antonio, delParcidiocesi di Guadalajara. » 26 Monsig. Ruelas Sánchez Beniamino, della medesima ar)) » cidiocesi. Monsig. Barrette Francesco Saverio, delParcidiocesi di 31 > Ottawa. )) Monsig. Armstrong Alberto E., della medesima arcidiocesi. Monsig. Desrosiers Gustavo, della medesima arcidiocesi. )) Monsig. Falardeau Adriano, delParcidiocesi di Québec. » Monsig. Badiola Carlo, della diocesi di Legaspi. 24 agosto Monsig. Escandor Massimo, della medesima diocesi. Monsig. Rempis Vidal, della medesima diocesi. Monsig. Surtida Mariano, della medesima diocesi. » » Monsig. Teixeira Olivio, della diocesi di Aracaju. 27 Monsig. Percevaux Giovanni, delParcidiocesi di Cham30 béry. Monsig. Coyne Filippo, della diocesi di Paterson. 13 settembre Monsig. Kowalczyk Francesco, della medesima diocesi. » » Monsig. Lange Edvino, della medesima diocesi. » » Monsig. Stefan Andrea, della medesima diocesi. » » Monsig. Tracy Giovanni, della medesima diocesi. » » 24 maggio » » giugno 1

364

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

13 settembre 1954. Monsig. Zolzer Enrico, della medesima diocesi. 18 » » Monsig. Pai va Giovanni de Matha, dell'arcidiocesi di Natal. 24 » » Monsig. Toranzos Pia Carlo, della diocesi di Catamarca. 29 » » Monsig. Burns Bernardo, dell'are, di Santa Fé (St. U.). » » » Monsig. Lommé Uberto Cristiano, della medesima arcidiocesi. » » » Monsig. Reinberg Francesco, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Smith Glynn, P. A., della medesima arcidioeesi. 13 ottobre » Monsig. Brimley Riccardo Osvaldo, della diocesi di Lancaster. 17 » » Monsig. Hoffmann Tebaldo, della diocesi di Troyes. 30 » » Monsig. Aubertin Alberto, della .diocesi di Springfield Mass. » » » Monsig. Desautels Silvio, della medesima diocesi. » » » Monsig. Donahue Giorgio, della medesima diocesi. » » » Monsig. Donahue Giovanni, della medesima diocesi. » » » Monsig. Fenton Giuseppe, della medesima diocesi. » » » Monsig. Fitz Gibbon Giacomo, della medesima diocesi. » » » Monsig. Fortin Carlo, della medesima diocesi. » » » Monsig. Johnson Giuseppe, della medesima diocesi. » » » Monsig. Smith Giuseppe, della medesima diocesi. » » » Monsig. Wieloch Giovanni, della medesima diocesi. 4 novembre » Monsig. Steininger Giuseppe, dell'arcidiocesi di Monaco e Frisinga. » » » Monsig. Brown Giacomo, dell'arcidiocesi di San Francisco. » » » Monsig. Byrne Tommaso, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Connolly Nicola, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Maher Leo, della medesima arcidioeesi. » ,. » » Monsig. McCarthy Vincenzo, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. McKenna Clemente, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. O'Connor Guglielmo, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Powleson Leo, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Reilly Guglielmo, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Scahill Tommaso, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Tappe Walter, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Boyd Carlo Tommaso, della diocesi di S. Giovanni nel Canada. » » » Monsig. O'Brien Michele, della medesima diocesi. 13 » » Monsig. Blaufuss Antonio, dell'arcidiocesi di Kansas City in Kansas. » » » Monsig. Christ Giorgio A., della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Hauber Luigi, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Koch Ermanno, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. O'Connor Tommaso, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Selting Giuseppe F,, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Stimac Carlo, della medesima arcidioeesi. » » » Monsig. Towle Giorgio, della medesima arcidioeesi.

Diarium

Romanae

Curiae

365

22 novembre 1954. Monsig. Roa Domenico, della diocesi di S. Cristoforo di Venezuela. » » 23 Monsig. O'Flynn Bernardo, delParcidiocesi di San Luigi. » 27 Monsig. Block Leo, della diocesi di Superior. » » » Monsig. Kalandyk Ladislao, della medesima diocesi. 9 dicembre Monsig. Conti Diego, della diocesi di Lucena. » » » Monsig. Pedernal Goffredo, della medesima diocesi. » Monisg. Rapiñan Giovanni, della medesima diocesi. » » 17 Monsig. Cantono Alessandro, della diocesi di Biella. » » » Monsig. Carisi Dino, della diocesi di Fidenza. 15 gennaio 1955. Monsig. Bandas Rodolfo, delParcidiocesi di San Paolo di Minnesota. » » 24 Monsig. Maldonado Lodovico, delParcidiocesi di Angelopoli. » » 25 Monsig. Abbaile Germinio, della diocesi di Civita Castellana. » 5 febbraio Monsig. Solari Luigi, della diocesi di Chiavari. » » » Monsig. Glorieux Achille, della diocesi di Lilla. » » 16 Monsig. Rosina Marcello, della diocesi di Adria. » » 21 Monsig. Gaffuri Felice, della diocesi di Como. » » » Monsig. Vacca Raffaele, della diocesi di Bitonto. » » 26 Monsig. Mansión Agostino, della diocesi di Gaud. » » » Monsig. Noceti Ernesto, della diocesi di Sarzana. » 8 marzo Monsig. Fernandez Dositeo, delParcidiocesi di Messico. » » 11 Monsig. D'Ambrosio Giuseppe, della diocesi di Nola. » » 23 Monsig. Milani Giovanni, delParcidiocesi di Milano. » » » Monsig. Bortolotti Giovanni, delParcidiocesi di Trento. » 29 Monsig. Lai Pedroni Giuseppe, delParcidiocesi di Cagliari. » » » Monsig. Sitzia Elvio, della medesima arcidiocesi. » » 30 Monsig. Livraghi Carlo, della diocesi di Lodi. » » » Monsig. Saletta Domenico, della medesima diocesi. » » 31 Monsig. Felici Giovanni, della diocesi di Segni. » 4 aprile Monsig. Rabee Leone, delParcidiocesi di Parigi. Camerieri segreti soprannumerari à}i Sua Santità : 1952. Monsig. Zimmer Nicola, della diocesi di Treviri. 1953. Monsig. Silva Labbé Ippolito, delParcidiocesi di Santiago del Chile. » 2 agosto Monsig. San Martin Juaristi Giuseppe, della diocesi di San Sebastiano. » » 28 Monsig. Krautscbeidt Giuseppe, delParcidiocesi di CoIonia. < 18 settembre » Monsig. Barbosa Aguiar Ottavio, della diocesi di Nazaré. » » » Monsig. Diniz Barreto Gentile, della medesima diocesi. » » Monsig. Ferreira Lima Luigi, della medesima diocesi. 4 novembre » Monsig. Fassbender Ermanno Giuseppe, delParcidiocesi di Colonia. » 11 Monsig. Grüneis Alfonso, della diocesi di Passavia. » » Monsig. Härtel Alfonso, della diocesi di Rottemburgo. 10 21 agosto luglio

366

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

11 novembre 1953. Monsig. Anker Carlo, della medesima diocesi. » » » Monsig. Sauter Alfonso, della medesima diocesi. 17. » Monsig. Broscb Ermanno Giuseppe, della diocesi di Aqui» sgrana. » » Monsig. Broscb Giuseppe, della medesima diocesi. » » Monsig. Hünermann Giuseppe, della medesima diocesi. » » 1 Monsig. Pereira Diniz Giuseppe, dell'arcidiocesi di Paraiba. 16 gennaio 1954. Monsig. Kiega Lugo Tommaso, della diocesi di Coro. » » » Monsig. Rivero Reyes Francesco, della medesima diocesi. » 20 Monsig. Ohernhumer Giovanni, della diocesi di Linz. » » » Monsig. Vieboeck Francesco, della medesima diocesi. » » Monsig. Bisson Giacomo, della diocesi di Spira. » » 21 Monsig. Bussmam Guglielmo, dell'arcidiocesi di Colonia. » » Monsig. Kleff Guglielmo, della medesima arcidioeesi. » » Monsig. Kremers Guglielmo, della medesima arcidioeesi. » » Monsig. Nuesselein Enrico Rodolfo, della medesima arcidioeesi. 29 » Monsig. Ferreira de Souza Gustavo, della diocesi di Montesclaros. » » » Monsig. Florisual Mont'Alvào Giovanni, della medesima diocesi. » » Monsig. Goems Bueno Giovanni, della medesima diocesi. » 1 febbraio Monsig. Teufel Antonio, della diocesi di S. Ippolito. » » 1.8 Monsig. Tegel Goffredo Giuseppe, della diocesi di Secovia. » » 20 Monsig. Saier Giuseppe, dell'arcidiocesi di Friburgo in Brisgovia. » » » Monsig. Steblin Alberto, della medesima arcidioeesi. Monsig. Gillmann Guglielmo, della diocesi di Muenster. » » » » 27 » Monsig. Estrada Gesù Maria, della diocesi di Pereira. » Monsig. Vosspohl Guglielmo, dell'arcidiocesi di Colonia. 3 marzo » » 30 Monsig. Van der Grinten Federico, della medesima arcidiocesi. » » Monsig. Carvalho Augusto, della diocesi di Pesqueira. » » li aprile Monsig. Di Pelino Salomone (Roma). » 5 maggio Monsig. Voelkl Lodovico, della diocesi di Passavia. » » 10 Monsig. Schlüter Guglielmo, della 'diocesi di Muenster. » » Monsig. Maesterrena Etulain Alessandro, della diocesi di 15 Pamplona. » » 21 Monsig. Van Teeffelen Antonio Teodoro, della diocesi di 's-Hertogenbosch. » 6 luglio Monsig. Held Michele, della diocesi di Treviri. » » » Monsig. Thees Giovanni, della medesima diocesi. » » Monsig. Pacheco Emilio Cesare, della diocesi di Barqui8 simeto. Monsig. Almeida Adalberto, della diocesi di Chihuahua. » 10 » Monsig. Delgado Francesco, della medesima diocesi. » » » » 16 Monsig. Betancourt Giuseppe, della diocesi di Tamaulipàs. » » » Monsig. Garcia Rivera Davide, della medesima diocesi.

Diarium

Romanae

Curiae

367

16
»

luglio
» » » » »

1954. Monsig. Gonzalez de Lara Pasquale, della medesima dio»

26
»

»
» » » »

13 settembre
»

23
»
»

Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig.

»
»
» » »

24
» »

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24 14 ottobre
»

3 novembre » 4 18
»

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»

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»
» » » » » » »

22 23
» »

Monsig. Monsig. » Monsig. 25 gennaio 1955. Monsig. 5 febbraio Monsig. », » » » Monsig. » » 16 Monsig. » » » Monsig. » » Monsig. 26 » 4 marzo Monsig. » 8 » Monsig. Monsig. 23 » » Monsig. » » » Monsig. » » Monsig.
»
»
»

25
»

» »
» » » »

28 30
» »

»

» » »

31
»

»

Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig. Monsig.

cesi. Martínez Giacomo, della medesima diocesi. Prem Michele, della diocesi di Ratisbona. Thaller Michele, della medesima diocesi. Hayes Dionigi, della diocesi di Paterson. Looney Guglielmo, della medesima diocesi Scully Edoardo, della medesima diocesi. Bellera Vittorio Giulio, della diocesi di Valencia nel Venezuela. Rotondaro Luigi, della medesima diocesi. Bepre Rinaldo, della diocesi di Catamarca. Herrera Agostino, della medesima diocesi. Valera Mose, della medesima diocesi. Messing Federico, della diocesi di Treviri. Feltmann Antonio, della diocesi di Osnabrück. Helming Teodoro, della medesima diocesi. Zama Antonio, delParcidiocesi di Napoli. Mair Giovanni, delParcidiocesi di Monaco e Frisinga. Harvey Alessandro, delParcidiocesi di Kansas City in Kansas. Horvat Giovanni, della medesima arcidiocesi. Sand ovai Giuseppe Teodosio, della diocesi di S. Cristoforo di Venezuela. Flavin Cornelio, delParcidiocesi di San Luigi. Flood Giovanni, della medesima arcidiocesi. Forst Marion, della medesima arcidiocesi. Fanti Giorgio, della diocesi di Orte. Jurilli Michele, delParcidiocesi di Bari. Dejardin Emilio, della diocesi di Liegi. Bessone Mario, della diocesi di Cuneo. Potentini Raniero, delParcidiocesi di Fermo. Iovane Andrea, delParcidiocesi di Amalfi. Kilpatrick Samuele, delParcidiocesi di Glasgow. Raimondi Pietro, delParcidiocesi di Bologna. Taffetani Giulio, della diocesi di Macerata. Tufarelli Quintino, delParcidiocesi di Napoli. Bearzotti Antonio, delParcidiocesi di Udine. Facci Giovanni Battista, della medesima arcidiocesi. Vicario Luigi, della medesima arcidiocesi. Uhaö Giuseppe, della diocesi di Fiume. Magnoni Antonio, delParcidiocesi di Modena. Frazzano Vincenzo (Roma). Siboni Domenico, della diocesi di Lodi. Commissari Giuseppe, della medesima diocesi. Brambilla Aniceto, della medesima diocesi. Boccardelli Vincenzo, della diocesi di Segni. Coluzzi Guglielmo, della medesima diocesi.

368

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

31 »

marzo »

1955. Monsig. (Mosso Giovanni Battista, della diocesi di Tortona. » Monsig. Ferreri Giuseppe, della medesima diocesi.

Camerieri segreti soprannumerari di Spada e Cappa di Sua Santità: 21 maggio 1950. Il Conte de Hoensbroeck Kellenberg Eugenio, dell'arcidiocesi di Colonia. 4 marzo 1955. Il Barone Pennisi di Fioristella Agostino, della diocesi di Acireale. Camerieri d'onore in adito paonazzo M Sua Santità : 3 agosto 1953. Monsig. Gaspers Giuseppe, della diocesi di Aquisgrana. 25 ottobre » Monsig. Fog Egidio, della medesima diocesi. 17 novembre » Monsig. Harnacke Francesco, della medesima diocesi. » Monsig. Hostenkamp Enrico, della medesima diocesi. » Monsig. Selhorst Enrico, della medesima diocesi. » Monsig. Stephany Enrico, della medesima diocesi. » Monsig. Selhorst Enrico, della medesima diocesi. » Monsig. Stephany Erico, della medesima diocesi. » Monsig. Thelen Guglielmo, della medesima diocesi. » Monsig. Wäckers Antonio, della medesima diocesi. 20 gennaio 1954. Monsig. Klostermann Ferdinando, della diocesi di Linz. » » » Monsig. Pleiffer Ermanno, (d'ella medesima diocesi. » Monsig. Reitshamer Giovanni, della medesima diocesi. » » » Monsig. Schwarzbauer Eugeberto, della medesima diocesi. » » Monsig. Glück Ambrogio, dell'arcidiocesi di Vienna. » Monsig. Kosch Francesco, della medesima arcidioeesi. » » Monsig. Kostka Giovanni, della medesima arcidioeesi. 23 marzo » » Monsig. Schuckert Federico, della medesima arcidioeesi. » 10 maggio » Monsig. Liener Giuseppe, della medesima arcidioeesi. 28 gennaio 1955. Monsig. Dattero Felice, della diocesi di Muro Lucano. » » » Monsig. Gallucci Luigi, della medesima diocesi. » » » Monsig. Luongo Vito, della medesima diocesi. 26 febbraio » Monsig. Botto Manlio, della diocesi di La Spezia. Cappellani segreti d'onore di Sua Santità: 28 gennaio 1953. Monsig. Fuchs Francesco, dell'arcidiocesi di Salisburgo. 5 » 1955. Monsig. Barbato Desiderio, del patriarcato di Venezia.

An. et vol. XXXXV1I

25 Iunii 1955

(Ser. II, v. XXII) - N. 8

ACTA APOSTOLICAE SEDIS
C O M M E N T A R I U M O F F I C I A L E

ACTA PIT PP. XÍI
CONSTITUTIONES APOSTOLICAE I
DE RHODESIA MERIDIONALI
IN REGIONE RHODESIAE MERIDIONALIS ORDO DIOECESIUM ET EPISCOPORUM

INSTITUITUR.

PIUS

EPISCOPUS

S E R V U S S E R V O R U M DEI AD P E R P E T U A M REI M E M O R I A M

Quod Christus pronuntiavit, fore videlicet ut caelorum regnum, quod est Ecclesia, fines suos ita proferret ut omnes populos christiana veritate imbutos suo amplexu exciperet ac materno amore foveret, quem ad modum fere ubique gentium, ita felici successu apud populos Rhodesiae Meridionalis late evenisse comperimus ; adeo ut, eorundem populorum necessitatibus providendi gratia, deceat ibidem novam rerum religiosarum facere ordinationem. Qua de re, cum venerabilis Frater Caelestinus Iosephus Damiano, Archiepiscopus titulo Mcopolîtanus in Epiro, et in Africa Meridionali Apostolicus Delegatus, poposcerit ut ordo Ecclesiarum et Episcoporum, id est sacra Hierarchia, in regione Rhodesiae Meridionalis constitueretur : magnam enim spem esse ibidem terrarum christianam fidem valde augeri posse; cumque id consilii et sententiae venerabiles Fratres Nostri S. R. E. Cardinales S. Congregationi Fidei Propagandae praepositi probaverint; Nos quod iidem decrevere confirmantes, post auditos .quorum hoc negotium intersit, remque magna consideratione in animo
24 - ACTA, vol. XXII, n. 8. — 25-6-1955.

370

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

revolntam; eorum denique consensum supplentes qui in hoc aliquid iuris sese habere arbitrentur, yel habeant; de apostolica Nostra potestate ea quae sequuntur statuimus et decernimus. Quae regio Rhodesia Meridionalis cognominato, in ea Ecclesiasticam Provinciam condimus Rhode siae Meridionalis appellandam Quae his quae sequuntur territoriis constabit : Ecclesia Salisburiensi, quam per has Litteras ex gradu Vicariatus Apostolici, qui de Salisbury vocabatur, ad metropolitanae Sedis dignitatem evehimus; dioecesibus Bulauaiensi et Guelensi, quae ad hodiernum diem Vicariatus Apostolici fuere, quorum primae appellatio inerat Vicariatus Apostolicus de Bulawayo, alterae vero Vicariatus Apostolicus Arcis Victoriae. Harum autem Ecclesiarum Episcopi in iis urbibus domicilium habebunt a quibus ipsae nomen capiunt; cathedram vero in eo templo collocabunt quod princeps hucusque in unoquoque Vicariatu Apostolico est habitum. Censemus insuper ut Apostolicae Praefecturae quorum sunt nomina populari lingua XJmtali et Wankie, quamvis nondum evectae ad gradum dioecesium, sed solummodo novae Sedi metropolitanae Salisburiensi aggregatae, quod ad conventus episcopales attinet, hanc Sedem adeant. Est Nobis praeterea voluntas ut omnes quas memoravimus Ecclesiae S. Congregationi Fidei Propagandae iurisdictioni obnoxiae esse pergant, sicut adhuc fuerunt ; eorumque Ordinarii a sua cuiusque titulari Sede ad cathedrales Ecclesias transferantur, nunc constitutas, videlicet : ut venerabilis Frater Aston Chichester, S. I., ab Ecclesia titulo Ubazensi ad Sedem archiepiscopalem Salisburiensem; ut venerabilis Frater Adolf us Gregorius Schmitt, C. M. M., ab Ecclesia titulo Nasaitensi ad episcopalem Sedem Bulauaiensem; ut denique venerabilis Frater Aloisius Haene, S. M. B., a sua Sede titulo Neptensi ad episcopalem Ecclesiam Guelensem transferatur. Ut par est, sive metropolitanae archidioecesi Salisburiensi, ad tantam dignitatem et honorem evectae, sive Sedibus Bulauaiensi et Guelensi, quas per has Litteras dioecesium honore condecoravimus, omnia iura et privilegia tribuimus quae sunt uniuscuiusque propria ex Iuris Canonici praescriptis. Earum vero Praesules iis omnibus fruentur iuribus et privilegiis, iisque obligationibus tenebuntur, quae ceteris sacrorum Antistitibus tum Metropolitis tum Episcopis concedi et imponi solent. Ad Archiepiscopum autem Salisburiensem quod attinet, facultatem facimus, sicut et ceteris eiusdem dignitatis Praesulibus, in suae dicionis finibus sive Crucem ante se ferendi dum sacri ritus peraguntur, sive pallio uti in caeremoniis celebrandis, postquam tamen illud in publico Consistorio postulaverit et obtinuerit.

Acta

Pii

Pp.

XII

371

Curabunt venerabiles Fratres, cui Ecclesiae contigerunt gubernandae, quas modo condidimus, ut unaquaeque earum ad normas Iuris iuxtaque latas a S. Congregatione Fidei Propagandae leges, seminarium saltem elementarium habeat, quo bonae spei pueri ad sacerdotii munus benigne a Deo vocati, recte educentur. Unde, cum in Bulauaiensi dioecesi nullum exstet, volumus ut quam primum ibidem condatur; quod in Guelensi iam est, reficiatur idemque, si opus fuerit, augeatur; quod vero archidioecesis Salisburiensis habet, eo utantur Episcopi totius Provinciae Rhodesiae Meridionalis suarum dioecesium pueris natu maioribus excipiendis, iisque philosophia atque theologia sane imbuendis. Mensas episcopales ea bona constituent, quae iisdem Vicariatibus Apostolicis erant, ex quibus novae Sedes originem ducunt; sive pecunia quam S. Congregatio de Propaganda Fide mittere solet; sive stipes oblata a fidelibus christianis sive Curiarum emolumenta. Tum in archidioecesi Salisburiensi, cum in duobus novis dioecesibus, promovenda Dei cultui itemque iuvando Praesuli in suis maioribus negotiis obeundis, Canonicorum Collegium condatur : quod si fieri statim nequeat,, concedimus ut eorum loco Consultores dioecesani, qui dicuntur, eligantur, qui statim a suo munere cessabunt ac Canonici creati fuerint. Quas' normas vel iussa Codex Iuris Canonici habet de Vicarii Capitularis electione, Sede vacante, vel de cleri et populi iuribus et obligationibus, vel denique de regimine et administratione cuiuscumque Ecclesiae per orbem, eadem volumus omnino servari etiam ad novas Ecclesias quod attinet. Harum vero Litterarum praescripta et decreta exsequenda curabit venerabilis Frater Caelestibus Iosephus Damiano, quem memoravimus, vel ille qui eo tempore quo res ad effectum deducenda erit, eidem Delegationi in Africa Meridionali praeerit. Cui vero contigerit negotium perficiendum, ei omnes potestates facimus quae sint ad idem persolvendum necessariae, quas poterit etiam subdelegare cuilibet viro dummodo in ecclesiastica dignitate constituto. Idem venerabilis Frater documenta exaranda curabit, eaque sinceris exemplis ad S. Congregationem Fidei Propagandae quam primum mittenda. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria, praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac-

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Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderetur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum Romae, apud S. Petrum, die primo mensis Ianuarii, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quinto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CELSUS Card. COSTANTINI
S. R. E. Cancellarius

PETRUS Card. FUMASONI BIONDI
S. Congr. de Propaganda Fide Praefectus

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

Bernardus De Felicis, Proton. Apost. Albertus Serafini, Proton. Apost.
L o c o hB P l u m b i In Cane. Ap. tao., vol. LXXXIX, n. 92.

II
DE OGOJA. (OGOGIAENSIS)
APOSTOLICA PRAEFECTURA DE OGOJA, IN NIGERIA, AD G R A D U M E V E H I T U R DIOE-

C E S I S , I I S D E M SERVATIS F I N I B U S ET IN P O S T E R U M (( O G O G I A E N S I S )) N U N CUPATAE.

PIUS
AD

E P I S C O P U S
REI MEMORIAM

S E R V U S S E R V O R U M DEI PERPETUAM

Apostolicum, quo divinitus fungimur, officium Nos movet in primis ut catholicae rei gubernationi atque administrationi per terrarum orbem qua aptiore potest ratione consulamus. Quapropter Apostolicam Praefecturam de Ogoja, in Nigeria, ad dioecesis perducere gradum censemus, cum pietate et industria Sodalium Societatis a S. Patricio pro Missionibus, qui-

Acta

Pii

Pp.

XII

373

bus concredita est, tanta in dies susceperit incrementa ut id veluti expostulare videatur. Qua de re, post auditum quid venerabilis Frater Iacobus Robertus Knox, Archiepiscopus titulo Melitenaeus et in Africa Orientali et Occidentali Britannica Apostolicus Delegatus, de hoc sentiret negotio ; ratum pariter habentes et confirmantes quod venerabiles Fratres Nostri S. R. E. Cardinales Sacrae Congregationi Christiano Nomini Propagando praepositi censuerunt faciendum ; re attento animo considerata atque eorum consensum supplentes, qui in hoc negotio aliquid iuris sese habere arbitrentur, certa scientia eorum quae decreturi sumus, de Nostra summa et apostolica potestate haec quae sequuntur decernimus ac statuimus. Apostolicam de Ogoja Praefecturam, iisdem servatis finibus, ad dioecesis dignitatem evehimus, Ogogiaensis posthac appellandae, quam curis committimus Sodalium eiusdem Societatis a S. Patricio pro Missionibus, ad Nostrum tamen et Apostolicae Sedis nutum. Ogogiaensis praeterea Ecclesia metropolitanae Onitshaensi Sedi suffraganea erit, cuius Metropolitis Ogogiaenses pro tempore Episcopi optimo subicientur iure. Qui sacrorum Antistites sedem ac domicilium in principe urbe Ogoja, a qua nova dioecesis suum mutuatur nomen, habebunt atque episcopalem cathedram in eiusdem urbis templo collocabunt, quod aptius iis videbitur. Huic Ecclesiae eiusque Pastori ea omnia iura et privilegia tribuimus, quibus ceterae episcopales Sedes ceterique per orbem eiusdem dignitatis Praesules decorari solent ; hi vero iisdem oneribus tenebuntur. Quod autem attinet ad Canonicorum Collegium, Ogogiaensis Episcopus onus habebit istiusmodi coetus constituendi ; at usque dum rerum locorumve difficultates id impediant, concedimus ut eorum loco dioecesani eligantur Consultores, qui Episcopo prudenti consilio et alacri opera fideliter assint. Praecipimus etiam ut seminarium saltem elementarium in eadem Sede condatur pueris excipiendis et educandis, quos Deus ad sacerdotium vocaverit. Episcopalem autem mensam, quae dicitur, ea constituent bona, si qua sint, quae Apostolicae Praefecturae de Ogoja accedebant ; vel emolumenta quae ad episcopalem Curiam pervenient, vel denique pecuniae a Sacra Congregatione Fidei Propagandae et a christifidelibus offerendae. Quod ad regimen et administrationem novae huius dioecesis attinet, vel ad electionem Vicarii Capitularis, sede vacante, vel ad cleri populique iura et onera, ea serventur quae Codex Iuris Canonici praecipit. Ut autem ea quae Nostris his Litteris praecipimus efficiantur, venerabilem Fratrem Iacobum Robertum Knox, quem supra diximus, deligimus vel eum qui eo tempore quo haec decreta ad rem adducentur, Apostolicae in Africa Orientali et Occidentali Britannica praeerit Delegationi; cui vero

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Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

contigerit hoc exsequendum negotium, illi necessarias ad id potestates facimus, cuilibet subdelegandas, si opus fuerit, viro, qui ecclesiastica dignitate polleat. Iubemus pariter ut idem venerabilis Frater hoc confectum negotium in tabulas referat, quarum fide digna exempla ad S. Consilium de Propaganda Fide quam primum transmittet. Has vero Litteras nunc et in xDosteruni efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderentur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum Romae, apud S. Petrum, die primo mensis Ianuarii, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quinto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CELSUS Card. COSTANTINI
S. R. E. Cancellarius

PETRUS Card. FUMASONI BIONDI
S. Congr. de Propaganda Fide Praefectus

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

f Alfonsus Carinci, Archiep. tit. Seleuc, Decanus Prot. Apost. Franciscus Hannibal Ferretti, Proton. Apost.
Loco ffi Plumbi In Cane. Ap. tab., vol. LXXXIX, n. 98.

Acta

PU

Pp.

XII

375

III
NORVEGTAE SEPTEMTRIONALIS
APOSTOLICA PRAEFECTURA NORVEGIAE SEPTEMTRIONALIS FINIBUS AD GRADUM PERDU-

CITUR APOSTOLICI VICARIATUS,

IISDEM

AC NOMINE

SERVATIS.

PIUS

EPISCOPUS
SERVORUM DEI MEMORIAM

SERVUS

A D P E R P E T U A M REI

Quoniam arcana Dei voluntate universam christianorum familiam sacro regimus imperio ac paterna sollicitudine fovemus, nihil habemus antiquius quam ut « Ecclesia Dei vivi, columna et firmamentum veritatis )) (I Tim. 3, 15) in omnibus terrarum orbis populis vivida ac feracissima floreat atque secura in amplitudinem crescat; ea enim, in hac misera temporum morumque inclinatione, supernae veritatis splendore homines una illuminare potest eorumque saluti una consulere. Quam ob rem, cum in Norvegia Septentrionali catholicum nomen tam laeto auspicio profecerit, prorsus esse tempus censemus ut in ea aptior Ecclesiae administratio disponatur, atque idcirco Apostolica Praefectura inibi exsistens ad Apostolici Vicariatus gradum perducatur. Hoc praeterea suadere videntur praeclara virtutis ac sollertiae documenta, sive a sacerdotibus sive a fidelibus eiusdem Praefecturae data, digna profecto quae merito existimationis testimonio donentur. Audito igitur consilio S. Congregationis Fidei Propagandae, re attento studio considerata, atque consensu eorum suppleto, qui in hoc negotio sua quomodocumque interesse arbitrentur, de summa Nostra potestate, qua pollemus in universam Ecclesiam, haec quae sequuntur decernimus atque statuimus. Apostolicam Norvegiae Septemtrionalis Praefecturam ad Apostolici Vicariatus gradum ac dignitatem evehimus, eodem nomine iisdemque finibus servatis : cui propterea eiusque pro tempore Praesuli ea omnia iura atque honores tribuimus, quibus ceteri per terrarum orbem Vicariatus eorumque sacrorum Antistites honestari solent ; Praesuli vero eadem imponimus officia et onera, quibus ceteri Apostolici Vicarii tenentur. Quem modo condidimus Vicariatum Norvegiae Septemtrionalis curis concredimus Sodalium Congregationis Missionariorum a S. Familia, ad Nostrum tamen et Apostolicae Sedis nutum; bona scilicet spe fore ut ipsi, quem ad modum adhuc optime animis quaerendis

376

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

servandisque ibidem adlaboraverunt, ita et in posterum sua studia atque curas in continentem catholicae religionis progressum omnibus posthabitis impendant. Volumus denique ut is, qui haec Nostra iussa curaverit exsequenda, acti negotii documenta exaret, eorumque fide digna exempla ad S. Congregationem de Fide Propaganda quam primum mittat. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderentur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detrectaverit, sciat se poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum Romae, apud S. Petrum, die duodevicesimo mensis Februarii, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quinto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CELSUS Card. COSTANTINI
Ä. R. E. Cancellarius

PETRUS Card. FUMASONI BIONDI
S. Congr. de Propaganda Fide Praefectus

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

Bernardus De Felicis, Proton. Apost. Caesar Federici, Proton. Apost.
L o c o £& P l u m b i

In

Ap.

Cane,

tab.,

vol.

LXXXX,

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U R B I S BENINENSIS - K A D U N A E N S I S - DE O T U R K P O (DE KABBA)

E DIOECESIBUS URBIS BENINENSIS ET KADUNAENSIS ATQUE EX APOSTOLICA PRAEF E C T U R A D E O T U R K P O Q U A E D A M TERRITORIA D I S T R A H A N T U R ^ Q U A E I N N O V A M DISPONUNTUR APOSTOLICAM PRAEFECTURAM, (( DE KABBA )) NOMINANDAM.

PIUS

E P I S C O P U S
S E R V O R U M DEI REI M E M O R I A M

SERVUS

AD P E R P E T U A M

Illa suavissimae spei verba, quibus Christus multos praedixit ab oriente et occidente venturos atque cum Abraham et Isaac et Iacob in caelorum regno consessuros (cfr. Mt. 8, 11), dum summa Nos afficiunt laetitia, continentem faustumque animadvertentes rei christianae progressum, Nos pariter arcano movent instinctu, ut insomni labore ac sollicitudine aptiores in dies universis terrae gentibus aditus patefaciamus ad Ecclesiam sanctam, superni illius regni imaginem atque praenuntiam. Quo ducti consilio, preces libentissime probamus venerabilis Fratris Iacobi Roberti Knox, Archiepiscopi titulo Melitenaei atque in Africa Orientali et Occidentali Britannica Apostolici Delegati, quibus ipse a Romana Sede postulavit ut in Nigeria, in regione scilicet iam virtute et operibus insigni, alia Apostolica erigeretur Praefectura : compertum enim habemus, ubi plures suppeditent sacerdotes et sacra multiplicentur incepta, inibi catholicam religionem uberrime florere atque commodius animos ad Christum duci. Ratum igitur habentes quid venerabiles Fratres Nostri S. R. E. Cardinales S. Consilio Fidei Propagandae praepositi hoc in negotio faciendum arbitrati sint ; post rem

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attentissime, sicuti decebat, consideratam atque eorum consensum suppletum, qui aliquid iuris in ea quomodocumque habeant; de summa Nostra potestate haec quae sequuntur decernimus ac iubemus. E dioecesibus Urbis Beninensis et Kadunaensi atque ab Apostolica Praefectura de Oturkpo, in Nigeria, eas separamus partes, quae civilem Provinciam de Kabba efficiunt ; ex iisque, ita in unum redactis, Apostolicam condimus Praefecturam, a principe eiusdem provinciae urbe de Kabba nominandam. Quam Praefecturam Sodalibus Nobis dilectissimis Congregationis a S. Spiritu curandam et administrandam tradimus, ad Nostrum tamen et Romanae Sedis nutum ; bona cum spe eos esse quam sollertissime in eodem allaboraturos, ut et fideles in fide confirment et eos, qui adhuc in superstitionum tenebris miseri iacent, in supernae gratiae vindicent libertatem. Novam igitur de Kabba Praefecturam eiusque pro tempore Ordinarium omnibus decoramus honoribus iuribusque, quibus ceterae per terrarum orbem Praefecturae earumque Praesules fruuntur ; hos tamen et oneribus astringimus, quae Ius Canonicum Apostolicis Praefectis imponit. Volumus denique ut haec Nostra decreta exsequenda curet venerabilis Frater Iacobus Robertus Knox, quem supra diximus, vel is qui, eo tempore quo eadem Nostra iussa ad rem adducentur, Apostolicae in Africa Orientali et Occidentali Britannica Delegationi praeerit ; ei vero, cui omne opus contigerit efficiendum, ad id necessarias potestates facimus, cuilibet viro, si opus fuerit, subdelegandas, ecclesiastica tamen dignitate pollenti. Qui autem rem egerit, effecti negotii documenta exarabit eorumque fide digna exempla ad S. Congregationem Fidei Propagandae quam primum mittet. Has vero Litteras nunc et in posterum efficaces esse et fore volumus ; ita quidem ut quae per eas decreta sunt ab iis quorum res est religiose serventur, atque igitur vim suam obtineant. Quarum Litterarum efficacitati nulla, cuiusvis generis, contraria praescripta officere poterunt, cum per has Litteras iisdem derogemus omnibus. Quapropter si quis, quavis praeditus auctoritate, sive sciens sive insciens contra egerit ac Nos ediximus, id prorsus irritum atque inane haberi iubemus. Nemini praeterea haec voluntatis Nostrae documenta vel scindere vel corrumpere liceat ; quin immo harum Litterarum exemplis et locis, sive typis impressis sive manu exaratis, quae sigillum viri praeferant in ecclesiastica dignitate constituti simulque ab aliquo publico tabellione sint subscripta, eadem omnino habenda erit fides, quae hisce haberetur, si ostenderentur. Quae Nostra decreta in universum si quis vel spreverit vel quoquo modo detreetaverit, sciat se

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poenas esse subiturum iis iure statutas, qui Summorum Pontificum iussa non fecerint. Datum Romae apud S. Petrum, die uno et vicesimo mensis Februarii, anno Domini millesimo nongentesimo quinquagesimo quinto, Pontificatus Nostri sexto decimo. CELSUS Card. COSTANTINI
8. R. E. Cancellarius

PETRUS Card. FUMASONI BIONDI
S. Congr. de Propaganda Fide Praefectus

Hamletus Tondini
Apostolicam Cancellariam Regens

f Alfonsus Carinci, Archiep, tit. Seleuc, Decanus Proton. Apost. Albertus Serafini, Proton. Apost.
Loco In © Plumbi Ap. tab. vol. LXXXX, n. 28.

Cane.

L I T T E R A E APOSTOLICAE I
B E A T A M A R I A V . ( ( D O M I N A NOSTRA A G R A T I I S I N P O L G A R I A ) ) P R A E C I P U A C A E L E S T I S PATRONA E L I G I T U R O M N I U M S O L E I S O B L O N G I S PER N I V E S PROLABENT I U M EX ITALIA, QUI ( ( SCIATORI ) ) VULGO APPELLANTUR.

PIUS PP. XIÍ Ad perpetuam rei memoriam. — Quae « abiit in montana » (Cf. L u c , I, 39), castis visceribus portans Divinum Redemptorem, Beatae Mariae Virginis honori recte constituta sunt editis in iugis vel alpinis camporum spatiis domicilia religionis, unde etiam utilitates maximae solent in homines manare, qui hisce temporibus voluptatis causa montes conscendunt atque, ut corpora exerceant, oblongis soléis per ni ves delabuntur. Efficitur enim, ut, dum in hac ludiera versantur arte vel huiuscemodi certamine ad victoriam contendunt, ad res quoque divinas revocentur et, auspice Alma Deipara, ad pariendum sibi in christianae vitae agone bravium compellantur. Praesit ergo iis, qui hac lusoria oblectantur exercitatione, Augusta Virgo ; eam, quae est « candida si-

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cut n i x » , iidem sibi proponant ad imitandum, adeo ut morum integritatem nusquam non consectentur ; ea duce, ad fastigium nitantur virtutum christianarum. In locis autem, ubi ludi per nives soléis oblongis prolabentium potissimum fiunt, annumeranda est regio venusta, in dorso montis, intra Tridentinae archidioecesis fines, porrecta, quam « Folgaria )) vulgo appellant. Aedem ibi Beatae Mariae Virgini, opiferae sacram homines, qui ita exercentur, ac gens alpina praecipue consueverunt celebrare, Caelorum ut Reginae debitos praestent honores submissasque preces adhibeant. Quae animorum alacritas amplis est aucta incrementis Mariano, qui proxime praeteriit, Anno ; quo vertente Deiparae Imago eo in Templo exculta, auctoritate Petriani Canonicorum Collegii, per Dilectum Filium Nostrum Angelum Iosephum Sanctae Romanae Ecclesiae Presbyterum Cardinalem Roncalli, Venetiarum Patriarcham, aurea est diademate redimita. Vota igitur eorum, apud quos haec insignis Aedes tam est religiosa, depromens, dilectus filius Minister Generalis Ordinis Fratrum Minorum Capulatorum, quibus idem Templum montanum creditum est, Nos enixe rogavit, ut Beatam Mariam Virginem, nomine <( Dominae Nostrae a gratiis in Folgária » invocatam, omnium ex Italia soléis oblongis per nives prolabentium caelestem apud Deum Patronam renuntiaremus. Nos autem, cupientes, ut Christifidelium vita omnis atque etiam, quibus exercerentur, artes ad religionis pietatisque rationes conformarentur, et ad Deiparae cultum, in tanto temporum ac rerum discrimine, impensius illi provocarentur, preces huiusmodi, Venerabilis Fratris Caroli De Ferrari, Archiepiscopi Tridentini, ampla commendatione suffultas, libenti animo censuimus excipiendas. Quae cum ita sint, Nos, ex Sacrae Rituum Congregationis consulto, certa scientia ac matura deliberatione Nostra deque Apostolicae potestatis plenitudine, harum Litterarum vi perpetuumque in modum Beatam Mariam Virginem, titulo « Dominae Nostrae a gratiis in Folgaria » insignem, omnium per nives oblongis soléis prolabentium ex Italia, « sciatori » vulgo appellatorum, praecipuam apud Deum Patronam constituimus ac declaramus, cunctis adiectis honoribus ac privilegiis liturgicis, quae principalibus coetuum sive ordinum Patronis rite competunt. Contrariis quibuslibet nihil obstantibus. Haec edicimus, statuimus, decernentes praesentes Litteras firmas, validas atque efficaces iugiter exstare ac permanere ; suosque plenos atque integros effectus sortiri et obtinere ; illisque, ad quos spectant seu spectare poterunt, nunc et in posterum plenissime suffragari; sicque rite iudicandum esse ac definiendum; irritumque ex nunc et inane fieri, si quidquam secus,

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super his, a quovis, auctoritate qualibet, scienter sive ignoranter attentari contigerit. Datum Romae, apud Sanctum Petrum, sub anulo Piscatoris, die v i i mensis Ianuarii, anno m d c c c c l v , Pontificatus Nostri sexto decimo. PIUS PP. XII

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V E N E R A B I L E S D E I F A M U L I L E O I G N A T I U S M A N G I N E T P A U L U S D E N N , SACERDOTES S O C I E T A T I S I E S U ; P E T R U S T C H O U , VIR L A I C U S ; ANNA W A N G , P U E L L A V I R G O SAECULARIS ET SOCII L I I , BEATI R E N U N T I A N T U R . SACERDOTES A T Q U E C H R I S T I F I D E L E S , MARTYRES,

PIUS PP. XII Ad perpetuam rei memoriam. — Scisso e Corde Iesu nata Ecclesia (cfr. Hymnum ad Vesperas festi Ssmi Cordis Iesu), cruciatus doloresque Divini Redemptoris per labentia tempora solita est renovare, ut quam nominis christiani hostes omni vexationis genere multotiens exagitent. Immanissima vero procella hoc ineunte saeculo, cum hominum genus universum per Leonem Pp. XIII, imm. mem., Decessorem Nostrum, eidem Sacratissimo Cordi esset devotum, in candidarti hanc Servatoris Sponsam est apud Sinenses concitata. Sed, ut in hostiles insectationes olim habitas, ita in huiusmodi tumultum recte cadunt verba Sancti Augustini, Doctoris incliti : « Nam quid fecit mare saeviendo, nisi diem, quem hodie celebramus? Martyres occidit, semina sanguinis sparsit, seges Ecclesiae pullulavit » (Enarr. in ps. LAXXVIII; PL, XXXVII, 1126). Iuvat igitur Nos hoc augusto tempore sanctisque gaudiis referto, quo Christi de morte inferisque triumphantis memoria recolitur, non paucos numero viros et feminas, religionis causa in Sinis enecatos, rutilo agmini eorum inserere, qui ex acerrimus tormentis laureati victores in eiusdem aeterni Regis aulam abierunt; scilicet tanto honore quattuor decorare sacerdotes e Societate Iesu, Evangelii apud eam gentem praecones, et quinquaginta duos fideles ex ordine laicorum, quibus illi illorumve sodales fuerunt duces ad eximiam virtutem. Per oves, sanguine fuso Christum testatas, ingentem sibi peperit laudem catholicus Sinarum populus, per pastores, qui veritatis nuntium morte confirmavere, illustratur Loyolana Familia, quae ab ipso suo initio impense studuit, ut

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easdem orientis solis partes ad Iesu Regnum adiungeret. Praeclarus enim Fidei propagator, Sanctus Franciscus Xaverius, Patris Legiferi aequalis, cum inter permultas Asiae gentes verbum divinum disseminasset, e Iaponia profectus est, ut ad Sinarum litus navem appellerei. Tamen indefatigatus miles Christi, dignus iam qui ad Dominum referret tropaea, in Sanciano insula, paene in conspectu regionis, quo crucis signum erat illaturus, morte interceptus est. Quod autem hic infiammato animo vir appetiverat, eius postea sodales alacres perfecerunt. Qui, ex urbe Macao in immensa eius imperii spatia penetrantes, fructum ceperunt non modicum laborum. Tamen temporum iniquitate factum est, ut segetes « albae iam ad messem » ( 7 o I V , 35) attererentur ipsique operarii apostolici cogerentur discedere. Qui post annum millesimum octingentesimum quadragesimum secundum hoc piae industriae suae quasi theatrum repetivere, sedem praecipuam ea in provincia collocaturi, cui vulgatum olim nomen Ce-li, nunc vero Hopeh. Ibi, in Vicariatu Apostolico de Ge-li meridio-orientali, quod deletum erat, restituendum naviter curaverunt, quod elanguerat, refovendum, adeo ut, anno millesimo nongentesimo, Christianorum quinquaginta fere milia recenserentur, ubi, regionem eam attingentes, vix novem milia illi invenissent. Verum eodem anno calamitosa, quam diximus, oborta est tempestas repentinaque exstitit vis nefastis machinationibus eorum, quos a pugno concordiae et iustitiae Sinenses appellabant, Angli autem suo sermone Boxers. Hi enim, vetere superstitione imbuti, occultis impliciti factionibus odioque vesano in advenas Europaeos incensi, religionem christianam infensissime oppugnabant, quam ut everterent, quam ut plane tollerent, summa erat consiliorum. Accessit ut eorum coniurationi faveret Tse-Esi, vafro et multiplici ingenio Sinarum imperatrix, quae die prima mensis Iulii, anno millesimo nongentesimo, edictum proposuit de extrudendis Europaeis atque nomine catholico delendo. Quo in turbine viri, feminae, pueri, puellae, lingua saepe moribusque dissimiles, uno tamen amore coniuncti pro Christo vitam profuderunt, eiusque Sponsam inaestimabili quasi ornaverunt purpura. Dum igitur consceleratus crucis osorum debacchatur furor, circiter centum milia hominum christianam religionem professorum occubuere. In quibus numerum obtinent quattuor, ut supra dictum est, sacrorum administri et quinquaginta duo fideles Sinenses, qui ex ingenti multitudine,selecti sunt, quo Causa de Beatorum Caelitum honoribus tribuendis expeditius pertractantur ; 1. L e o I g n a t i u s M a n g i n , patruus praefecti exercitus Gallici, die tricésima mensis Iulii, anno millesimo octingentesimo quinquagesimo
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septimo, in oppido Verny, intra Metensis dioecesis fines, natus, non gentis suae exemplo stipendia fecit, sed sacram militiam Ignatianam capessivit. Cuius sacramentum animo servavit forti, cum ingrueret proelium. Urgentibus hostium turbis pagum, cui appellatio Tchou-Jcia-ho, quoplurimi Christifideles quasi in praesidium salutis confugerant, intrepidus sacerdos eum locum, quem publicae rei praepositis auctoribus ante muniverat, aliquot dies contra inimicorum assultus defendit. Tamen nimiae multitudini, quae tormentis bellicis castrum verberabat, cedendum fuit. Quotquot fugae se non commiserant, confluxere in templum ; ubi Famulus Dei precationes fecit, astantium animos erexit, admissorum sordibus expiavit, dum caedis cupidae catervae irrumpunt. Plumbeis glandibus perfossus suoque purpuratus sanguine ante sacrificalo, aram, Leo Ignatius Mangin die vicesima mensis Iulii, eodem anno, et Fidei testis exstitit invictus et Deo grata victima. 2. P a u l u s D e n n , . sacerdos ex Ignatiana Societate, die prima mensis Aprilis, anno millesimo octingentesimo quadragesimo septimo, Insulae in lucem susceptus, cum Leone Ignatio Mangin coram stipante Christifidelium multitudine pio munere ad aram functus, gloriosi eiusdem certaminis consors effectus est et victoriae. 3. R e m i g i u s I s o r é , Loyolani Ordinis alumnus, in oppido Bambecque, intra Insulensis dioecesis fines, die vicesima secunda mensis Ianuarii, anno millesimo octingentesimo quinquagesimo secundo, ortus, quasi superno quodam consilio actus, in vicum, cui nomen Ou-7, venerat ; ibi die undevicesima mensis Iunii, cum genibus nisus in sacra aede Deo supplicaret, ab irruentium militum turba necatus,, pius sacerdos martyrii palmam, diu expetitam, adeptus est. 4. M o d e s t u s A n d l a u e r , qui die vicesima secunda mensis Maii, anno millesimo octingentesimo quadragesimo septimo, in pago Rosheim in Alsatia vitae lumen adierat, non saeculo sed Deo victurus, cum Remigio Isoré, religionis sodale ac triumphi socio, ferro peremptus, ad beatam concessit immortalitatem. 5. M a r i a T c h o u - O u - C h e u , mulier vere fortis, cum Christifideles in templo pagi Tcliou-kia-foo ad internecionem caederentur, procurrit, ut suo corpore Leonem Ignatium Mangin, sacrorum administrum, ab hostibus petitum, obtegeret ; neque inde dimota est donec mortiferis icta vulneribus concidit. Aedes vero, post acerbissimam editam stragem, incendio absumpta est. 6. P e t r u s T c h o u - J e u - S i n n , eiusdem loci incola, Leonis Ignatii discipulus, eximia pulchritudine, animo et viribus par, cum ei praefectus persuadere vellet, ut a christiana religione descisceret, se Deum procreatorem mundi eiurare posse negavit ; quam ob rem caput eius praecisum. 7. I o a n n e s B a p t i s t a T c h o u - O u - J o e i ^ .
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adulescens eiusdemque Leonis Ignatii Mangin disciplinae alumnus, pro> pe pagum TcJiou-Ma-ho comprehensus, se Christianum aperte professus est. Mulcatus parte membrorum et securi percussus, e vita victor excessit. 8. M a r i a F o u , quae, moribus suavibus vitaeque probitate insignis, magistrae munus in catholicis obibat ludis, apud ethnicam familiam non procul a villa Ou-Y delituit. At dolose prodita, rapta est ad supplicium. 9. B a r b a r a T s ' o e i - L i e n - C h e u , filii mater a Christianorum vexatoribus interfecti, singularis exempli femina, dum noctu una cum necessariis salutem fuga quaerit, in hostium devenit manus ; a quibus saevissime dilaniata, sempiternam consecuta est salutem. 1 0 . I o s e p h u s M a T ' i e n - C h o u n n , quamvis ex eius familia ceteri omnes a Fide defecissent, ipse tamen maluit sanguinis sui pignore Christum testari. 1 1 . 1 2 . 1 3 .
14. Lucia Wang-Tcheng, Maria Fan-K/ounn, Maria Ts'i-U, Maria

puellae, in pupi Horum hospitio loci Wang-La-Kia ad christiana instituta educatae, gaudentes iunctisque inter se manibus quasi ad nuptias eo progressae sunt, ubi casus corporibus ferrum reciperent.
Tcheng-Su,

mater sacerdotis e Societate Iesu, e fuga redux nolensque fidem Christo datam prodere, cervicem gladio forti animo subiecit. 1 6 . 1 7 . M a g d a l e n a T o u - F o n g - K i u , M a r i a T o u - T ' i e n C h e u , haec mater, illa filia, ex arundineto, quo se abdiderant, inter ignivomae manuballistae emissiones extractae, in pago Tou-Kia-T' ounn religionis causa morte affectae sunt. Magdalena adhuc spirans coniecta in sepulcrum. 1 8 . 1 9 . 20. P a u l u s O u - K i u - N a n , I o a n n e s B a p t i s t a O u M a n - T ' a n g , eius filius, P a u l u s O u - W a n - C h o u , nepos, in pago BiaoLui-i eodem die trucidati, quod Christianos se confessi essent, eandem participavere gloriam. 2 1 . 2 2 . R a i m u n d u s et P e t r u s L i - T s ^ u a n , fratres, per vulnera et mortem Regi suo Christo praeclarum testimonium dederunt; prior ad ethnicorum templum deductus est, ut commenticia numina excoleret ; quod cum facere strenue recusasset, mulcato foede corpore occubuit; alter non dissimili crudelitate interemptus. 2 3 . 2 4 . P e t r u s et I o a n n e s B a p t i s t a T c h a o - M i n g , germani, cum, suae salutis immemores, fugientes feminas puerosque tuerentur, comprehensi, necati sunt. 2 5 . 2 6 . T h e r e s i a T c h ' e n n - K i n n - T s i e et R o s a T c h ' e n n - K a i - T s i e , sorores, ut virginitatis decus Fidemque servarent, corruptelae atque barbarae immanitati fortiter obnisae sunt; lancearum ictibus transfossae, duplicem coronam promeruerunt. 2 7 . P e t r u s W a n g - T s o u o - L o u n g , christianae religionis cultor assiduus, in idoleum ductus est, ut Fidem eiuraret. Quod scelus nullo pacto admittere volens, palo ita suspensus est, ut caesaries cutisque a sincipite seiungerentur et corpus suo pondere in
15. M a r i a T o u - T c h a o - C h e u ,

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terram decideret; neque moriens, intrepidus athleta Christi, huius se asseclam esse desiit confiteri. 2 8 . M a r i a K q u o - L i - C h e u , altera quasi mater Machabaeorum, novem e necessariis suis in locum supplicii comitata, ad animi constantiam confirmavit. Petiit, ut ceteri antea caederentur; denique, quos ad caelum praemiserat, eos eximia femina est subsecuta. 2 9 . I o a n n e s O u - W e n n - Y i n n . catecheseos christianae magister in pago Tong-Keou, cum noluisset ad ethnicos deficere, capitis damnatus est. 3 0 . T c h a n g - H o a i - L o u , catechumenus, conantibus quibusdam ipsum servare, quod Christianus non esset, palam pronuntiavit : « Christianus sum », atque ilico ferro traiectus, sanguinis sui lavacro Ecclesiae coetui est aggregatus. 3 1 . M a r c u s K i - T ' i e n - S i a n g , e loco Ye-tchoang-tfeou, triginta annos ab Eucharistico convivio prohibitus erat, quod noxio opii usu noluerat abstinere. Tamen statas Deo adhibere preces piumque vitae exitum implorare haud intermisit. In iudicium vocatus, Fidei constanti animo haesit atque, martyrio purgatus, ad regias Agni dapes vocatus est. 3 2 . 3 3 . 3 4 . 3 5 . A n n a N a n - S i n n - C h e u , M a r i a N a n - K o u o C h e u , A n n a N a n - T s i a o - C h e u , M a r i a N a n , quae et L i n g - H o a , quattuor ex eodem genere feminae, pagi Tchai-iieow-seu incolae, cum nullo modo adduci potuissent, ut ad impietatem fierent transf ugae, cruenta caede prost ratae sunt. Ex quibus Maria Nan, virgo annos nata quinque et viginti, praecipuo religionis studio commendabatur. 3 6 . P a u l u s L i o u - T s i n n - T e i , vir provecta aetate, quamvis ceteri pagi Lang-Tze-kiao cives nominis catholici fugissent, ipse tamen solus permansit, altum, quo praestabat, animum ad martyrium componens. Nova igitur indutus veste, Marialem coronam precumque librum manu tenens, insectatoribus obviam prodiit eosque christiano more salutavit. A quibus ilico interfectus, ad supernum convivium, nuptiali veste decorus, introivit. 3 7 . 3 8 . I o s e p h u s W a n g K ' o e i - T s u , I o a n n e s W a n g - K ' o e i - S i n n , necessitudine coniuncti, oblatam facultatem levi mendacio vitam servandi aspernati, huic gloriosam pro Christo mortem anteposuerunt. 3 9 . T h e r e s i a T c h a n g - H e u e - C h e u , ad ethnicorum numinum aedem rapta, iis reverentiam praestare noluit; quare una cum duobus filiis hastae cuspide est transfixa. 40. 4 1 . L a n g Y a n g - C h e u eiusque filius P a u l u s L a n g - E u l l magno animo spiritum Deo impenderunt; mater enim, catechumena, Christianam se impavide professa, post multas acceptas plagas in domus suae incendium, a percussoribus excitatum, quasi in rogum una cum parvulo iniecta est. 4 2 . 4 3 . E l i s a b e t h a et S i m o n T s i n n , eius filius, e vico Pei-lao, non minoris virtutis exemplo insatiabilem vicerunt hostium crudelitatem, et, quos vita coniunxerat, neque pia mors separavit. 4 4 . P e t r u s L i o u - T z e u - U ,
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n. 8. — 2S-6-1955.

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vir religione conspicuus, contra amicorum conatus mansit in fide. Qui postquam gladio traiectus martyr occubuit, propter sanctimoniae famam deprecate est habitus apud Deum. 4 5 . 4 6 . 4 7 . 4 8 . A n n a W a n g ,
Iosephus Wang-Jou-Mei, Lucia Wang-Wang-Oheu, Andreas Wang-

Luciae filius novem annorum, e vico Ma-Ma-tcJioang, simul internecioni dati sunt. Ex quibus summis laudibus celebratur Anna Wang, quam Sinensium Agnetem non perperam appellant. Lectissima enim puella, annos nata quattuordecim, eique « desponsata cui Angeli serviunt » (Off. S. Agnet.), condicionem uxoriam, a parentibus sibi praestitutam, moriendo fugit et ad caelestes nuptias, virginitatis et martyrii diademate redimita, properavit. Non eam remorari potuit noverca, quae veram religionem deseruerat, sed cupiente animo adulescentula processit ad supplicium. Quod cum instaret, Anna, « ut matrona Christi » (Pass. SS. Perpet. et Felicita c. 1 8 ) , iussit carnifiees paulum cohibere manus, ut cum agonis sociis preces funderet. Tandem voti compotem sponsam Sponsus divinus complexu recepit. 4 9 . M a r i a W a n g - L i - C h e u , e pago Tchoung-ying, cum ethnici quidam, misericordia moti, eius saluti consulere vellent negantes eam esse Christianam, se Iesu famulam aperte dixit et statim occisa est. 50 K ' i - T c h o u - T z e u , catechumenus, religionem catholicam propter familiam, verae doctrinae expertem, occulte coluit. Coorto tumultu, cum Christi sectatorem se perhibuisset, vulneribus plurimis concisus est et ita sanguine effuso in laureatos Ecclesiae filios relatus. 5 1 . 5 2 . 5 3 . M a r i a T c h a o - K o u ò - C h e u eiusque filiae R o s a et M a r i a , cum in locum Y ou-Famg-tcTvaoMa, quem habitabant, armatorum impetus fieret et incursio, in puteum ipsae se proiecerunt, ne a lasciva caterva vis sibi inferretur. Inde extractae, diem supremum piissime confecerunt. 5 4 . I o s e p h u s Y u a n g - K e n g - Y i n n , institor, vitae probitate illustris, martyrio illustrior, thesauros caelestes lucratus est. 5 5 . P a u l u s K e u e - T ' i n g - T c h o u , Christifidelium princeps in pago Si-Siao-t'ounn, particulatim excarnificatus, ceteris exemplo ad constantiam praefulsit. 5 6 . R o s a W a n g - H o e l , cum vitam ad omnem virtutis legem exegisset, vulneribus confossa et in flumen adhuc vivens deiecta, bene factorum laborumque praemium tulit inenarrabile. Praeclarissimis hisce Christi testibus ut Beatorum Caelitum honores decernerentur, Societas Iesu, post ordinarios, quos dicunt, processus rite absolutos, quaestionem de eorundem martyrio atque martyrii causa proposuit, apud Sacram Rituum Congregationem agendam. Commissionem autem introductionis Causae Nos die undetricesima mensis Maii, anno millesimo nongentesimo duodequinquagesimo, propria obsiTien-K'ing,

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gnavimus manu. Perfectis deinde omnibus, quae ex Sacri eiusdem Consilii institutis cognoscenda fuerant ac pertractanda, coactisque de more coetibus, quorum generalis coram Nobis die vicesima secunda mensis Februarii, hoc anno, celebratus est, Nos, decreto eodem die expedito, de horum Venerabilium Famulorum Dei martyrio et martyrii causa tam manifesto constare ediximus, ut, concessa a signis seu miraculis omnique alia opportuna dispensatione, ad reliqua procedi posset. Id unum supererat discutiendum, num, stante approbatione martyrii martyriique causae ac dispensatione a signis seu miraculis, tuto procedi posset ad sollemnem eorundem sex et quinquaginta Famulorum Dei Beatificationem. Quod plane factum est. Omnes enim Purpurati Patres Sacris tuendis Ritibus praepositi, Praelati Officiales Patresque Consultores id fieri posse cunctis sententiis affirmaverunt. Quorum exceptis suffragiis, Nos die decima mensis Aprilis, hoc anno, ad quinquaginta sex Venerabilium Servorum Dei, quos diximus, sollemnem Beatificationem tuto procedi posse ediximus. Quae cum ita sint, Nos, vota Societatis Iesu, cleri populique catholici Sinensis explentes, Apostolica Nostra auctoritate, harum Litterarum vi perpetuumque in modum facultatem facimus, ut Venerabiles Dei Famuli Leo Ignatius Mangin eiusque quinquaginta quinque Socii, quos memoravimus, Martyres, Beati in posterum nuncupentur, eorumque reliquiae, si exstent, non tamen in sollemnibus supplicationibus deferendae, publicae Christifidelium venerationi proponantur, eorundemque Servorum Dei imagines radiis decorentur. Praeterea, eadem Nostra auctoritate concedimus ut de illis quotannis recitetur Officium de Communi plurimorum Martyrum cum Lectionibus propriis per Nos approbatis, et Missa de eodem Communi cum orationibus propriis approbatis celebretur, iuxta Missalis et Breviarii Romani rubricas. Eiusmodi vero Officii recitationem et Missae celebrationem fieri dumtaxat largimur in dioecesibus, ubi unusquisque horum Famulorum Dei natus est et, martyrio affectus, e vita migravit ; itemque in omnibus templis ac sacellis, ubique terrarum sitis, quibus Societas Iesu utitur, ab omnibus fidelibus, qui horas canonicas recitare teneantur, et, quod ad Missas attinet, ab omnibus presbyteris tam e saeculari quam e religioso clero ad templa sive sacella, in quibus eorundem Beatorum festum agatur, convenientibus. Largimur denique ut sollemnia Beatificationis horum Famulorum Dei, servatis servandis, in dioecesibus, quas diximus, atque in templis et sacellis, quae item memoravimus, die per Ordinarios, ad quos pertinet, designando, celebrentur, intra annum postquam sollemnia eadem in Sacrosancta Patriarchali Basilica Vaticana rite fuerint

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peracta. Non obstantibus Constitutionibus et Ordinationibus Apostolicis atque Decretis de non cultu editis, ceterisque quibusvis contrariis. Volumus autem ut harum Litterarum exemplis, etiam impressis, dummodo manu Secretarii Sacrae Rituum Congregationis subscripta sint atque eiusdem Congregationis sigillo munita, in disceptationibus etiam iudicialibus eadem prorsus fides adhibeatur, quae Nostrae voluntatis significatione hisce ostensis Litteris, haberetur. Datum Romae, apud Sanctum Petrum, sub anulo Piscatoris, die X V I I mensis Aprilis, Dominica in Albis, anno m d c c c c l v , Pontificatus Nostri septimo decimo. De speciali mandato Sanctissimi Pro Domino Cardinali a publicis Ecclesiae negotiis
Gildo P r u g n o l a

a Brevibus Apostolicis

EPISTULAE I
A D E M U M P . D . C A R O L U M M A R I A M S . R . E . CARDINALEM D E L A TORRE, A R C H I E PISCOPUM RISTICUM QUITENSEM, NATIONALEM QUEM E LEGATUM MITTIT IN AD CONVENTUM CAPITE S. EUCHAIOSEPHI

TOTA

COSTARICA

URBE

HABENDUM.

PIUS PP. XII Dilecte Fili Noster, salutem et Apostolicam Benedictionem. — Perlatum nuper est Nobis, quod haud sine paterni Nostri animi oblectatione percipimus, Eucharisticum ex universa Costaricensi natione apparari Conventum. Quem sacrorum rituum nitore, magna exspectato populi frequentia, fidei studio tam magnificum et fructuosum exitum assecuturum esse prospicitur, ut is in ecclesiasticis illius gentis annalibus perpetua memoria dignus inscribatur. Nos, quibus nihil potest contingere gratius, quam vehementiorem usque alere Hammam precipuae religiosae observantiae, quae tanto Sacramento debetur, utpote Servatoris nostri Dei caritatis monumento summo et felicitatis pignori aeternae, salutariter capto gaudemus consilio atque plurimum optamus, ut inde

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multa seges virtutum succrescat. Votis autem concedentes S. Iosephi in Costarica Archiepiscopi, ut sertum allaturi laetitiae sanctae per aliquem Purpuratum Patrem qui Nostram gerat personam tam sollemnibus celebritatibus intersimus, te, dilecte Fili Noster, Legatum Nostrum hasce per Litteras deligimus et renuntiamus, qui Nostra auctoritate religiosis caerimoniis illis praesideas, et, quasi effectus os Nostrum, iis <iui, augusto et venerando altarium sacramento illic obsequium exhibituri sunt, verba proferas, quae ex Nostris labiis promeremus, si non tantummodo animo, sed etiam corpore praesentes pientissimae in unum eonventurae filiorum multitudini adessemus. Contentione et cura, qua cum optimis certent, colant ipsi caelestis Panis et pretiosi Sanguinis mysterium et, vescentes alimonio vitae, Christo scilicet sub eucharisticis velis delitescente, in illum quem sumunt, adsiduae transeant imitationis conatu et « qualis caelestis, tales et caelestes » effecti, in suos referant mores imaginem Filii Dei, a quo redempti sunt et a quo prae ceteris honor abile mutuati sunt nomen. Quin etiam, inde liberali caelestis gratiae derivata vena, in civium communitate et societate ii assidue contemplandam secum ferant praecelsam christianae virtutis formam, ex qua in sentiendo et agendo desumpta sibi norma ita se gerant, ut, malo exciso cupiditatis aestus in mutuis rebus ac rationibus semper regina sit veritas, lex caritas, modus aeternitas. Quapropter optamus, ut omnes flagranti desiderio et singulari cultu erga Novae Legis Sacramentum mirabile afficiantur, S. Augustini adhortationem quasi sibi adhibitam crebro iterantes : « O sacramentum pietatis, o signum unitatis, o vinculum caritatis : qui vult vivere, habet ubi vivat, habet unde vivat... haereat corpori, vivat Deo de Deo : nunc laboret in terra, ut postea regnet in caelo » . Haec ex animo ominati, ut stata sollemnia piorum fructuum maiorem copiam progignant, dum tibi valde percupimus, ut Legati Nostri commissum tibi munus omni cum laude et cumulatis cum meritis solaciisque persolvas, id tibi facultatis libenter damus, ut, sacro pontificali ritu peracto, adstantibus cristifidelibus nomine Nostro Nostraque auctoritate benedicat, plenariam iis proponens indulgentiam, suetis Ecclesiae condicionibus lucrandam. Supernorum interea donorum auspicem, Apostolicam Benedictionem tibi, dilecte Fili Noster, et sollertissimo Antistiti urbis, ubi status Eucharisticus celebrabitur Conventus, itemque pontificali aut sacerdotali insignitis honore, magistratibus quo1 2

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i" Cor. X V , 48.
S. AUG., III Iohannis Evang. t r a c t . X X V I , 0.

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que et fidelium multitudini eo conventurae peramanter in Domino impertimus. . . • Datum Romae apud Sanctum Petrum, die x x v i mensis Decembris, anno m d c c o c l i v , Pontificatus Nostri sexto decimo. PIUS PP. XII

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AD REVMUM D. SEPHUM H E R M A N N U M I O S E P H U M SCHMITT' ET AD CLARUM VIRUM IODELEGATOS A SODALITATE (( FÉDÉRATION OB INTERNATIOEIUSDEM GOCKELN,

N A L E DES M O U V E M E N T S

OUVRIERS C H R É T I E N S ))

CONVENTUM

FOEDERATIONIS IN URBE DÜSSELDORF H A B E N D U M .

Es bat Unsere besondere Aufmerksamkeit erregt, aus Ihrem Schreiben vom 30. April d. J. zu entnehmen, dass die « Fédération Internationale des Mouvements Ouvriers chrétiens » in Düsseldorf einen Internationalen Kongress, den ersten nach dem zweiten Weltkrieg, veranstalten will. Nicht anders als Unser Vorgänger Pius XI. verehrungswürdigen Andenkens begrüssen Wir das Wirken der nationalen Vereinigungen Katholischer Arbeiter auf internationaler Ebene; Wir können nur wünschen, die Tagung in Düsseldorf möge die Notwendigkeit und Nützlichkeit dieses Zusammenarbeitens noch lebendiger und allgemeiner zum Bewusstsein bringen. Der internationale Zusammenschluss auf den verschiedensten Gebieten nimmt teils durch das Vorangehen der Regierungen, teils durch die private Initiative immer weitere Ausmasse an. Auch wer, nicht ohne Grund, auf diesem Gebiete die Gefahr eines Überwucherns des Organisatorischen bemerken zu können glaubt, wird immer darauf bedacht sein müssen, dass der Einfluss christlichen Denkens und Handelns möglichst stark sei. Hier liegt also eine notwendig zu lösende Aufgabe, die zum Besten der Kirche und des christlichen schaffenden Volkes direkt oder indirekt in den Gremien amtlicher und nichtamtlicher internationaler Zusammenschlüsse wahrzunehmen Ihnen obliegt. Es kommt dazu, dass es nur durch die internationale Zusammenarbeit der katholischen Arbeitervereinigungen möglich ist, ein zuverlässiges Bild von der Lage und den Bedürfnissen des Christen bzw. Katholiken zu gewinnen, der in abhängiger Arbeit steht. Denn es ist kein Zweifel,

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dass jenes Bild — verglichen mit den Zeiten der Enzyklika « Berum novarum » — sehr viel mannigfaltiger und unterschiedlicher geworden ist. Der Grund liegt, wie Sie wissen, vor allem im Unterschied der wirtschatlichen Entwicklung der einzelnen Länder, besonders auf industriellem, aber auch auf agrarischem Gebiet. Ihre « Internationale Vereinigung » mag also durch Mitteilungsaustausch, dann durch eigene Studien zur Klärung jenes Bildes beitragen und damit auch der Kirche dienen, deren Soziallehre ja nicht nur dauernd die Praxis orientieren, sondern auch von der Praxis orientiert wird. Für die zeitgemässe Seelsorge liegt es nicht anders. Die Notwendigkeit, von der Sie selbst in Ihrem Schreiben sprechen, an das schaffende Volk in den sogenannten unentwickelten Ländern zu denken, liegt zweifellos schon jetzt und für die nächste Zukunft vor. Ihre internationale Arbeit wird Sie instandsetzen, wirksam zu helfen, dass dort die Sache der katholischen Arbeiterschaft nicht minder berücksichtigt oder gar eine Beute unchristlicher Bestrebungen werde. Wir denken da nicht nur an materielle Hilfe, sondern auch an die Bereitstellung von fähigen Führungskräften, an die Beratung der Bischöfe sowie an die Förderung geeigneter Priester und Laien in jenen Ländern. Wir wünschen gerade diesen Ihren Bemühungen die gütige Leitung der Göttlichen Vorsehung, die Ihre Arbeit mit allen in Frage kommenden Stellen erleichtern und zu einem guten Erfolg führen wolle. Wo aber nicht gerade eine Notwendigkeit Ihres internationalen Zusammenschlusses vorliegt, wird er immer wenigstens von grossem Nutzen sein. Das Bild einer auf internationalem Feld geeinten katholischen Arbeiterschaft mag vor allem Ihre Jugend anziehen und begeistern. Aus nicht wenigen Ländern kommen Klagen, dass der junge Mensch, gerade wenn seine engsten persönlichen, meist materiellen Interessen einigermassen gesichert sind, für die Fragen und Notwendigkeiten der Allgemeinheit wenig aufgeschlossen ist. Er hält sich von ihnen fern. Indes kann es doch nicht sein, dass er nicht ansprechbar wäre. Er darf nicht versagen gerade ' jetzt, wo vielfach lang gehegte Bestrebungen der Arbeiterschaft im gesellschaftlichen Leben Wirklichkeit werden. Ihr internationaler Zusammenschluss möge den Eifer des jungen Arbeiters für die katholische Sache und ihre Ausstrahlung in das ganze Dasein anspornen; sie möge Wege und Mittel finden, dass er seinen geistigen Horizont erweitere. Wir sehen in Ihrem internationalen Zusammenschluss die Gewähr, •dass in weiten Kreisen des schaffenden katholischen Volks eine einheit-

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liehe Linie wirksam wird, den Staat und die Gesellschaft zu gestalten. Gerechtigkeit und Liebe in den persönlichen Beziehungen der Menschen leiden fast überall, weil man, und das gerade im Namen der Gerechtigkeit und Liebe, zu viel oder am falschen Platz organisiert hat. Der Soziallehre der Kirche entspricht dies nicht. Man soll das Gewissen, die persönliche Verantwortung nicht wegorganisieren ; man soll die kleineren Lebenskreise erhalten oder wieder anregen, man soll von unten her der Verantwortlichkeit der Menschen für ihre gemeinsamen Ziele wieder Baum schaffen. Dann wird auch der Staat auf Bürger zählen können, die von ihrem Stimmrecht guten Gebrauch zu machen wissen, und auf Volksvertreter, die niefit wie Schilfrohr im Winde zufälliger und unsachlicher Interessen sind. Wenn sie mit Ihrer internationalen Vereinigung einheitlich in dieser Richtung vorstossen, so hat die Kirche und mit ihr die menschliche Gesellschaft viel gewonnen. Sie arbeiten dann nach einem praktischen Programm, das an Gottes Ordnung orientiert ist und nicht auf der Linie eines diesseitigen Humanismus oder Sozialismus liegt, wie immer sie sich nennen oder tarnen mögen. Wir rufen auf Ihre Tagung, auf deren Beratungen und Entschliessungen Gottes Huld und Gnade herab und erteilen als deren Unterpfand Ihnen allen aus der Fülle des Herzens den erbetenen Apostolichen Segen. Aus dem Vatikan, den 8. Mai 1955. PIUS PF. XII

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A D E L E C T A M M U L I E R E M E L I S A B E T H A M M L E I N E K , PRAESIDEM SODALITATIS DOCENTIUM , CATHOLICARUM GERMANIAE, OB CONVENTUM EIUSDEM SODALI-

T A T I S L X X A B H I N C ANNOS CONDITAE, PADERBORNENSI I N U R B E I N D I C T U M .

Das Gelöbnis unverbrüchlicher Treue, das Sie im Namen der vom Verein katholischer deutscher Lehrerinnen umfassten « fast 12.000 lehrenden Frauen aller Schularten » Uns aussprachen, haben Wir mit Genugtuung und Freude entgegengenommen. Wir beantworten es mit herzlichen väterlichen Wünschen zu Ihrer Jahrestagung in Paderborn,, die ja zugleich der Feier des 70jährigen Bestehens Ihres Bundes gilt. Auf diese 70 Jahre können Sie nur mit tiefem Dank gegen Gott zurückschauen. Mit Dank für die Lebenskraft, die Ihr Verein bewiesen hat,.

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auch durch schwere Stürme hindurch. Mit Dank gegen Gott, und nächst Gott gegen die heutige Ehrenvorsitzende Ihres Vereins Maria Schmitz, dafür, dass er sein katholiches Banner immer aufrecht und in allen Ehren getragen hat. Mit Dank für sein von der Göttlichen Vorsehung sichtbar geleitetes fruchtbares Wirken : sein Wirken zum wirtschaftlichen und sozialen Besten der eigenen Mitglieder; zu deren beruflicher, geistiger und religiöser Weiter-und Höherführung. Es muss für Sie Grundsatz sein : wir katholischen Lehrerinnen lassen uns an kultureller Höhe von keiner Schicht der Lehrerschaft, übertreffen. Mit Dank gegen Gott für das Wirken des Vereins an der Jugend, der weiblichen vor allem, und damit an der Frau, der Mutter und der Familie. Wir hegen eine hohe Auffassung von der Bildungs- und Erziehungsarbeit, durch die der katholische Lehrer und die katholische Lehrerin sehr wesentlich — heute, wie Sie alle wissen, oft mehr als das elterliche Heim, mitbeteiligt sind, das Kind durch die Jahre der Entwicklung hindurch zur Reife des jungen, lebenstüchtigen, in seiner religiösen Überzeugung und seinem sittlichen Wollen gefestigten Menschen zu formen. Sie mögen aber immer im Auge behalten, dass die belebende Atmosphäre dieser Formungsarbeit das persönliche Beispiel der echt und tief frommen, an ihren Beruf und die Kinder hingegebenen Lehrerin ist. Ihr Verein bekennt sich zu den Grundsätzen, die Unser verehrungswürdiger Vorgänger Pius XL in seiner Erziehungs-Enzyklika « Divini illius Magistri » kundgegeben hat. Bleiben Sie Ihrem Ideal treu, um so treuer, je heftiger es umkämpft wird. Auf die Schule des eigenen Bekenntnisses und die Ausbildung seiner Lehrkräfte eindeutig im Sinne des katholischen Glaubens und Weltbildes wird die katholische Kirche jedenfalls freiwillig nie verzichten. Wir rufen die gnadenvolle Liebe Jesu Christi und den mächtigen Schutz der Jungfrau und Gottesmutter Maria auf Ihre Paderborner Tagung wie Ihren gesamten Verein herab und erteilen Ihnen allen, im besonderen Ihrer verdienten hochbetagten Seniorin Albertine Badenberg, in väterlichem Wohlwollen den erbetenen Apostolichen Segen. Aus dem Vatikan, den 13. Mai 1955. PIUS PP. XII

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ALLOCUTIONES I
Ad Exofhos Pont. Academiae Scientiarum Socios, adstantibus Emis PP. Cardinalibus ac Eœcmis Viris ceterarum Nationum Legatis. * Au moment où Nous vous adressons la bienvenue dans cette maison, dont les portes ont toujours été largement ouvertes à ceux qui cultivent les arts et les sciences, Nous voulons vous exprimer Notre vive satisfaction à vous tous, Excellentissimes Messieurs, membres de Notre Académie. Votre vie, consacrée à l'étude des phénomènes naturels, vous permet d'observer chaque jour de plus près et d'interpréter les merveilles, que le Très Haut a inscrites dans la réalité des choses. Oui, vraiment, le monde créé est une manifestation de la sagesse et de la bonté de Dieu, parce que toutes choses ont reçu de Lui l'existence et reflètent sa grandeur. Chacune d'elles est comme une de ses paroles et porte la marque de ce que Nous pourrions appeler l'alphabet fondamental, ces lois naturelles et universelles, dérivées de lois et d'harmonies encore plus hautes, dont le travail de la pensée s'efforce de découvrir toute l'ampleur et le caractère d'absolu. Les créatures sont des paroles de vérité, qui en soi, dans leur être, ne renferment ni contradictions ni confusions, toujours cohérentes entre elles, souvent difficiles à comprendre à cause de leur profondeur, mais conformes toujours, quand elles sont clairement connues, aux exigences supérieures de la raison. La nature s'ouvre devant vous comme un livre mystérieux, mais étonnant, qui demande à être feuilleté page à page et lu avec ordre, dans le souci de progresser sans cesse ; de la sorte tout pas en avant continue les précédents, les redresse, et monte sans arrêt vers la lumière d'une plus profonde compréhension. La mission qui vous a été confiée compte ainsi parmi les plus nobles, •car vous devez être, en un certain sens, les découvreurs des intentions de Dieu. Il vous appartient d'interpréter le livre de la nature, d'en exposer le contenu et d'en tirer les conséquences pour le bien commun. Tout d'abord, vous êtes les interprètes du livre de la nature. Il est
* D a t u s die 24 A p r i l i s mensis a. 1955.

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donc nécessaire que vous fixiez le regard sur chacune de ses lignes et restiez bien attentifs à n'en passer aucun détail. Ecartez toute prévention personnelle et pliez-vous avec docilité à tous les indices de vérité qui s'y font jour. Nous savons l'importance exceptionnelle de l'époque que traverse la science à l'heure actuelle, importance dont tous ne parviennent pas à se rendre compte. En effet, devant les problèmes scientifiques, on trouve trois attitudes différentes. Certains, et c'est le grand nombre, se contentent d'admirer les résultats extraordinaires obtenus dans le domaine technique et croient, semble-t-il, que ces résultats constituent le but exclusif ou du moins principal poursuivi par les sciences. D'autres, plus cultivés, sont capables d'apprécier la méthode et les efforts qu'impose la recherche scientifique. Ils peuvent ainsi en suivre et en comprendre les progrès géniaux, les angoisses et les joies, les succès et les arrêts : ils observent avec intérêt l'incessant perfectionnement des instruments mathématiques, des appareils; assistent avec passion à l'élaboration des hypothèses, à l'établissement des conclusions, au labeur de l'intelligence pour harmoniser les données selon certains schèmes, modifier les considérations antérieures et formuler les théories nouvelles qu'on s'efforcera de vérifier. Ces multiples aspects sont bien compris de tous ceux qui, pour divers motifs, s'intéressent au travail des savants. Quant aux problèmes les plus essentiels du savoir scientifique, ou dont l'ampleur intéresse tout son domaine, les esprits, qui les perçoivent, demeurent, Nous semble-t-il, relativement peu nombreux, et Nous Nous réjouissons à la pensée que vous êtes parmi eux. La science n'en est-elle pas arrivée au point d'exiger que le regard pénètre aisément les réalités les plus profondes et s'élève jusqu'à une vue complète et harmonieuse des ensembles? 1. — Il y a un peu plus d'un siècle et demi, en partant de bases rationnelles, on formulait les premières hypothèses sur la structure discontinue de la matière et sur l'existence des plus petites particules, considérées comme les ultimes constituants des corps. Et depuis lors jusqu'à nos jours, on a compté, pesé, analysé les molécules ; puis l'atome, qui passait d'abord pour indivisible, fut divisé en ses éléments, examiné, attaqué dans ses structures les plus profondes ; on détermina la charge électrique élémentaire, la masse du proton; le neutron, les mésons, le positron et bien d'autres particules élémentaires furent identifiés et leurs caractéristiques précisées. On a trouvé le moyen de guider ces particules, de les accélérer et de les lancer comme il faut contre les noyaux

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atomiques, mais c'est spécialement en utilisant les neutrons que l'on a réussi à produire la radioactive artificielle, la fission des noyaux, la transformation d'un élément en d'autres éléments, la production d'énormes quantités d'énergie. Des théories et de géniales représentations du monde ont vu le jour ; on a créé de nouveaux instruments mathématique et des géométrie» de conception originale. Nous ne pouvons que citer la relativité restreinte et la relativité généralisée, les quanta, la mécanique ondulatoire, la mécanique quantique, les idées récentes sur la nature des forces nucléaires, les théories sur le origines des rayon cosmiques, les hypothèses sur la source de l'énergie stellaire. Tout ceci permet d'entrevoir à quelle profondeur la science se meut et l'on devine aisément les problèmes d'ordre intellectuel qui vont surgir. Qu'on veuille bien considérer en outre que, si l'audacieuse milice des conquérants ouvre toujours de nouvelles brèches dans la citadelle de la nature, le reste de l'armée se répand en d'innombrables autres champs du savoir : et voici le point de vue de Vextension, qui s'ajoute à celui de la profondeur. On souhaiterait, comme le hardi grimpeur parvenu au sommet de la montagne, pouvoir embrasser d'un seul coup d'œil toute l'étendue du panorama. S'il Nous était possible. Nous voudrions vous montrer les points les plus avancés des divers secteurs de la science, pour qu'apparaisse à vos yeux l'ensemble de la situation présente. Voyez l'astronomie qui, au moyen d'instruments entrés depuis peu en service, réussit à dévoiler dans les cieux des mystères entièrement nouveaux et qui, aidée par les sciences physiques, s'est engagée sur la voie qui la conduira peut-être à expliquer l'origine des énergies stellaires; voici la géologie qui détermine l'âge absolu des roches par les méthodes de la radioactivité et des rapports isotopiques : l'âge même de la terre commence à être déterminé; en minéralogie, les structures cristallines révèlent leurs secrets aux analyses puissantes exécutées à l'aide de radiations très courtes ; la chimie inorganique et organique résout les problèmes complexes de la structure des macromolécules; elle réussit à construire des chaînes moléculaires très grandes et transforme, par les applications qui en dérivent, des secteurs entiers de l'industrie; la radiotechnique est arrivée à produire des ondes électromagnétiques, qui touchent la limite des radiations lumineuses de plus grande longueur d'onde ; on fouille la terre pour en découvrir les trésors cachés, on explore les couches les plus élevées de l'atmosphère ; la génétique découvre,

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dans certains complexes cellulaires particuliers, des aspects nouveaux de la puissance de la vie ; la physiologie et la biologie, partant des positions conquises par la chimie, la physicochimie et la physique, rencontrent chaque jour des merveilles insoupçonnées et, chaque jour, interprètent, expliquent, prévoient et réalisent des faits nouveaux ; le monde des virus cède aux assauts du microscope électronique et de la technique de la diffraction électronique, le spectographe de masse, les compteurs de Geiger, les isotopes radioactifs, tous ces instruments facilitent l'avance des sciences qui affrontent la plus grande énigme de toute la •création sensible : le problème de la vie. Dans cette synthèse de tout le savoir, la philosophie vient préciser, avec l'étendue de ses conceptions-, les traits distinctifs des faits vitaux, le caractère nécessaire du principe substantiel d'unification, la source interne de l'agir, de la croissance, de la multiplication, l'unité vraie de l'être vivant. Elle montre aussi ce que doit être la matière, dans certains de ses aspects fondamentaux, pour que puissent ensuite se réaliser «dans l'être vivant les propriétés caractéristiques qui le constituent. Telles sont, sans doute, les domaines qui donneront le plus de travail à la science de demain. 2. — Mais le sentiment d'euphorie qui saisit l'esprit en face de tels résultats, est contrarié par une impression de désarroi et d'angoisse chez ceux, qui suivent, en responsables, le déroulement des faits. Angoisse et 'désarroi à comprendre au sens le plus élevé, comme signe d'une aspiration vers une organisation toujours plus parfaite de la pensée, vers une clarté toujours plus grande dans les perspectives. Car les triomphes de la science sont eux-mêmes à l'origine des deux exigences, auxquelles Nous avons fait allusion plus haut. a) Il s'agit avant tout de pénétrer la structure intime des êtres matériels et de regarder les problèmes qui intéressent les fondements substantiels de leur être et de leur action. Alors se pose la question : a La science expérimentale peut-elle par elle-même résoudre ces problèmes? Sont-ils •de son ressort et tombent-ils dans le champ d'application de ses méthodes de recherche?». Il faut répondre que non. La science procède à partir des sensations, qui sont externes par nature, et, par elles, à travers le processus de l'intelligence, elle descend toujours plus profondément dans les replis cachés des choses; mais elle doit s'arrêter à un certain point, quand surgissent des questions qu'il est impossible de trancher par le moyen de l'observation sensible. Quand le savant interprète les données expérimentales et s'attache à

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expliquer des phénomènes qui ont pour siège la nature matérielle en tant que telle, il a besoin d'une lumière qui procède par voie inverse, de l'absolu au relatif, du nécessaire au contingent, et qui soit capable de lui révéler cette vérité que la science n'est pas en mesure d'atteindre par ses propres méthodes, parce qu'elle échappe totalement aux sens : cette lumière, c'est la philosophie, c'est-à-dire la science des lois générales, qui valent pour tout être, et donc aussi pour le domaine des sciences naturelles, au delà des lois connues empiriquement. o) La seconde exigence jaillit de la nature même de l'esprit humain, qui veut avoir une vue cohérente et unifiée de la vérité. Si l'on se contente de juxtaposer les diverses disciplines et leurs ramifications comme une sorte de mosaïque, on obtient une composition anatomique du savoir, d'où la vie semble s'être enfuie. L'homme exige qu'un souffle d'unité vivante anime ses connaissances : c'est ainsi que la science devient féconde et que la culture engendre une doctrine organique. De là naît une seconde question : « La science peut-elle effectuer, avec les seul moyens qui lui sont caractéristiques, cette synthèse universelle de la pensée? Et en tout cas, étant donné que le savoir est fractionné en d'innombrables secteurs, quelle est, parmi tant de sciences, celle qui pourrait la réaliser?». Nous croyons, ici encore, que la nature de la science ne lui permet pas de mener à bien une synthèse aussi universelle. Cette synthèse demande un fondement solide et très profond, d'où elle tire son unité et qui serve de base aux vérités les plus générales. Les diverses parties de l'édifice ainsi unifié doivent trouver en ce fondement les éléments qui les constituent dans leur essence. Une force supérieure est requise ici : unifiante par son universalité, claire dans sa profondeur, solide par son caractère d'absolu, efficace par sa nécessité. Encore une fois, cette force c'est la philosophie. 3. — Hélas! depuis un certain temps la science et la philosophie se sont séparées. Il serait difficile d'établir les causes et les responsabilités d'un fait aussi dommageable. Il est certain que la cause de ce divorce n'est pas à chercher dans la nature même des deux voies qui conduisent à la vérité, mais dans les contingences historiques et dans les personnes, qui ne possédaient pas toujours la bonne volonté et la compétence qui eussent été nécessaires. Les hommes de science ont cru, à un moment donné, que la philosophie naturelle était un poids inutile et ils ont refusé de se laisser orienter par elle. D'autre part, les philosophes n'ont plus suivi les progrès de la science, et se sont attardés sur des positions formelles qu'ils auraient pu

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abandonner. Mais à l'heure où, comme Nous Pavons montré, s'est imposée la nécessité inéluctable d'un travail sérieux d'interprétation, ainsi que de l'élaboration d'une synthèse unifiante, les savants ont subi l'influence des philosophies que les circonstances du moment mettaient à leur disposition. Beaucoup d'entre eux, peut-être, ne se sont même pas aperçus nettement que leurs investigations scientifiques se ressentaient de tendances philosophiques particulières. Ainsi, par exemple, la pensée mécaniste a guidé pendant longtemps l'interprétation scientifique des phénomènes observés. Les tenants de cette position à caractère philosophique croyaient que tout phénomène naturel se ramenait à un ensemble de forces physiques, chimiques et mécaniques, dans lequel le changement et l'action résultaient uniquement d'une disposition différente des particules dans l'espace et des forces ou déplacements, auxquels chacune d'elles était soumise. Il s'ensuivait que, théoriquement, on pouvait prévoir avec certitude un effet futur quelconque, à condition de connaître, au départ, toutes les données géométriques et mécaniques. Selon cette doctrine, le monde ne serait qu'une énorme machine, composée d'une série innombrable d'autres machines unies entre elles. Les progrès ultérieurs de la recherche expérimentale ont montré cependant l'inexactitude de ces hypothèses. La mécanique déduite des faits du macrocosme est incapable d'expliquer et d'interpréter tous les phénomènes du microcosme : d'autres éléments entrent en jeu qui échappent à toute explication de nature mécaniste. Qu'on prenne, par exemple, l'histoire des théories sur la structure de l'atome. Au début, elles se basaient essentiellement sur une interprétation mécaniste, qui représentait l'atome comme un système planétaire minuscule, constitué par des électrons tournant autour du noyau selon des lois entièrement analogues à celles de l'astronomie. La théorie des quanta imposa ensuite la révision complète des ces conceptions et suscita des interprétations géniales, certes, mais aussi indiscutablement étranges. On conçut en effet un type d'atome qui, sans éliminer l'aspect mécaniste, mettait en évidence celui des quanta. On se représenta donc différemment la façon de se comporter des corpuscules : des électrons, qui, bien que tournant autour du noyau, ne rayonnaient pas d'énergie — alors que, selon les lois de l'électro-dynamique, ils auraient dû en rayonner —; des orbites qui ne pouvaient varier de façon continué, mais seulement par sauts; des émissions d'énergie qui se réalisaient uniquement à l'occasion du passage de l'élec-

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tron d'un état quantique à un autre, produisant aussi des photons d'une fréquence particulière, fixée par la différence des niveaux d'énergie. Ces hypothèses de départ furent ensuite précisées, lorsque naquit la mécanique ondulatoire, qui les encadra dans une perspective mathématique et intellectuelle plus générale et plus cohérente, d'où les concepts mécanistes traditionnels ont disparu. Alors, spontanément, on se pose la question : « Comment se fait-il que le monde macroscopique, bien que constitué d'éléments qui appartiennent tous au monde microscopique, obéisse cependant à des lois différentes? ». La science répond avant tout par cette remarque : quand le nombre des éléments en jeu est très grand (des milliards de milliards de particules), les lois statistiques dérivant du comportement des divers éléments pris dans leur ensemble, sont celles que l'on considère comme rigoureuses dans le monde directement observable. Mais si la méthode fait voir aussi combien ques, qui s'arrêtaient à daient arbitrairement à statistique satisfait aux fins de la science, elle fausses étaient certaines hypothèses philosophides constatations externes sensibles et les étentout le cosmos.

On trouve confirmation de ceci dans les théories de la physique nucléaire moderne. En effet, les forces qui tiennent unis les noyaux sont différentes de celles que l'on a découvertes en étudiant le macrocosmi. Pour les interpréter, il faut même changer la façon habituelle de concevoir la particule corpusculaire, l'onde, la valeur exacte de l'énergie et la localisation rigoureusement précise d'un corpuscule, comme aussi le caractère prévisible d'un événement futur. L'insuccès de la théorie mécaniste a conduit des penseurs à des hypothèses entièrement différentes, empreintes plutôt d'une espèce d'idéalisme scientifique, dans lequel la considération du sujet agissant tient le rôle principal. Par exemple, la mécanique des quanta et son principe fondamental d'indétermination, avec la critique du principe de causalité qu'il suppose, apparaissent comme des hypothèses scientifiques influencées par des courants de pensée philosophique. Mais parce que ces hypothèses elles-mêmes ne comblent pas le désir d'une entière clarté, beaucoup de penseurs illustres en sont réduits au scepticisme en face des problèmes de philosophie des sciences. Ils prétendent qu'il faut se contenter de simples constatations de faits, et tenter de les fair entrer dans des représentations formelles synthétiques et simples, afin de prévoir les développements possibles d'un système physique à partir du donné initial. Cet état d'esprit signifie qu'on renonce à l'introspection conceptuelle et qu'on perd l'espoir d'accomplir

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des synthèses géniales universelles. Nous ne croyons cependant pas qu'un tel pessimisme soit justifié : Nous estimons plutôt que les sciences naturelles, en conctat permanent avec une philosophie du réalisme critique qui fut toujours celui de la « philosophia perennis » chez ses représentants les plus émïnents, peuvent arriver à une vision d'ensemble du monde visible, qui satisfasse en quelque manière la recherche et le désir ardent la vérité. Mais il est nécessaire de souligner un autre point : si la science a le devoir de chercher sa cohérence et de s'inspirer de la saine philosophie, jamais celle-ci ne doit prétendre à déterminer les vérités, qui relèvent uniquement de l'expérience et de la méthode scientifique. Seule en effet l'expérience, entendue au sens le plus large, peut indiquer quelles sont, dans l'infinie variété des grandeurs et des lois matérielles possibles, celles que le Créateur a voulu vraiment réaliser. Interprètes autorisés de la nature, soyez aussi les maîtres qui expliquent à leurs frères les merveilles qui se déploient dans l'univers, et que, mieux que les autres, vous voyez rassemblées en un seul livre. En effet, la majorité des hommes ne peut guère se consacrer à la contemplation de la nature ; ils ne tirent des faits sensibles que des impressions superficielles. Vous, qui interprétez la création, devenez des maîtres avides d'en divulguer la beauté, la puissance et la perfection et de les faire goûter à d'autres. Enseignez à regarder, à comprendre, à aimer le monde créé, pour que l'admiration de splendeurs aussi sublimes fasse plier le genou et invite les esprits à l'adoration. Ne trahissez jamais ces aspirations, ces espérances. Malheur à ceux qui se servent de la science exposée faussement pour faire sortir les hommes du droit sentier! Ils ressemblent à des pierres jetées par malveillance sur le chemin çlu genre humain : ils sont l'achoppement sur lequel vont trébucher les esprits en quête de vérité. Vous avez en main un puissant instrument pour faire le bien. Kendez-vous compte des joies indicibles que vous procurez aux autres, quand vous leur dévoilez les mystères de la nature et leur en faites saisir les harmonies secrètes : les cœurs et les regards de ceux qui vous écoutent, sont comme suspendus à votre parole, prêts à chanter un hymne de louange et d'action de grâces.

26 - ACTA, vol. XXII, n. 8. h- 25-6-1955.

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IL Ad adscriptos Societatibus Christianis Operariorum Italicorum (A. C. L. /.), ex Italiae Dioecesibus Romae coadunatos. * Poco più di dieci anni or sono, TU Marzo 1945, in un momento delicato della storia della Nazione italiana, e specialmente della classe lavoratrice, Noi ricevemmo per la prima volta, in Udienza le Acli. Sappiamo, diletti figli e figlie, che voi tenete in grande onore quel giorno, in cui aveste il pubblico riconoscimento della Chiesa, la quale, nel lungo corso della sua storia, è sempre stata premurosa di corrispondere alle necessità dei tempi, ispirando ai fedeli il pensiero e il proposito di unirsi in particolari Associazioni a tale scopo. Così le Acli entrarono in scena, con l'approvazione e la benedizione del Vicario di Cristo. Fin dalle origini Noi mettemmo le, vostre Associazioni sotto il potente patrocinio di S. Giuseppe. Non vi potrebbe essere infatti miglior protettore per aiutarvi a far penetrare nella vostra vita lo spirito del Vangelo. Come invero allora dicemmo, dal Cuore dell'Uomo-Dio, Salvatore del mondo, questo spirito affluisce in voi e in tutti gli uomini; ma è pur certo che nessun lavoratore ne fu mai tanto perfettamente e profondamente penetrato quanto il Padre putativo di Gesù, che visse con Lui nella più stretta intimità e comunanza di famiglia e di lavoro. Così, se voi volete esser vicini a Cristo, Noi anche oggi vi ripetiamo « Ite ad Ioseph » : Andate da Giuseppe! Le Acli- dunque debbono far sentire' la presenza di Cristo ai loro propri membri, alle loro famiglie e a tutti quelli che vivono nel mondo del lavoro. Non vogliate mai dimenticare che la vostra prima cura è di conservare e di accrescere la vita cristiana nel lavoratore. A tal fine non basta che sodisfacciate e esortiate a sodisfare gli obblighi religiosi ; occorre anche che approfondiate la vostra conoscenza della dottrina della fede, e che comprendiate sempre meglio ciò che importa l'ordine morale del mondo, stabilito da Dio, insegnato e interpretato dalla Chiesa, in ciò che concerne i diritti e i doveri del lavoratore di oggi. Noi quindi benediciamo questi vostri sforzi, e specialmente i corsi e le lezioni che opportunamente organizzate, non meno che i sacerdoti e
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* H a b i t a die I
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M a i i m e n s i s a . 1955. e Radiomessaggi, vol. VII, pag. 10.

Cfr. Gen.

Discorsi 41, 55.

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i laici che vi prestano l'opera loro come insegnanti. Non si farà mai abbastanza in questo campo; tanto grande è il bisogno di una formazione metodica, attraente e sempre adattata alle circostanze locali. Si eviti con ogni premura che il felice esito del lavoro generoso, speso per stabilire ed estendere il regno di Dio, venga intralciato o fatto naufragare col cedere ad ambizioni personali o a rivalità di gruppi particolari. Sappiano le Acli che avranno sempre il Nostro appoggio, finché si atterranno a queste norme e daranno alle altre organizzazioni l'esempio di uno zelo disinteressato nel servizio della causa cattolica. Da lungo tempo pur troppo il nemico di Cristo semina zizzania nel popolo italiano, senza incontrare sempre e dappertutto una sufficiente resistenza da parte dei cattolici. Specialmente nel ceto dei lavoratori esso ha fatto e fa di tutto per diffondere false idee sull'uomo e il mondo, sulla storia, sulla struttura della società e della economia. Non è raro il caso in cui l'operaio cattolico, per mancanza di una solida formazione religiosa, si trova disarmato, quando gli si propongono simili teorie; non è capace di rispondere, e talvolta persino si lascia contaminare dal veleno dell'errore. Questa formazione le Acli debbono dunque sempre più migliorare, persuase come sono che esercitano in tal guisa quell'apostolato del lavoratore fra i lavoratori, che il Nostro Predecessore Pio XI di f. m. auspicava nella sua Enciclica « Quadragesimo anno » . La formazione religiosa del cristiano, e specialmente del lavoratore, è uno degli onici principali dell'azione pastorale moderna. Come gl'interessi vitali della Chiesa e delle anime hanno imposto la istituzione di scuole cattoliche per i fanciulli cattolici, così anche la vera e profonda istruzione religiosa degli adulti è una necessità di primo ordine. In tal modo voi siete sulla buona via; continuate con coraggio e perseveranza, e non lasciatevi sviare da erronei principi. Poiché questi erronei principi sono all'opera! — Quante volte Noi abbiamo affermato e spiegato l'amore della Chiesa verso gli operai! Eppure si propaga largamente l'atroce calunnia che « la Chiesa è alleata del capitalismo contro i lavoratori » ! Essa, madre e maestra di tutti, è sempre particolarmente sollecita verso i figli che si trovano in più diffìcili condizioni, e anche di fatto ha validamente contribuito al conseguimento degli onesti progressi già ottenuti da varie categorie di lavoratori. Noi stessi nel Radiomessaggio natalizio del 1942 dicevamo :
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C f r . Acta Aß. Sedis, vol. X X I I I p a g . 226.

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(( Mossa sempre da motivi religiosi, la Chiesa condannò i vari sistemi del socialismo marxista, e li condanna anche oggi, com'è suo dovere e diritto permanente di preservare gli uomini da correnti e influssi, che ne mettono a repentaglio la salvezza eterna. Ma la Chiesa non può ignorare o non vedere che l'operaio, nello sforzo di migliorare la sua condizione, si urta contro qualche congegno, che, lungi dall'essere conforme alla natura, contrasta con l'ordine di Dio e con lo scopo che Egli ha assegnato per i beni terreni. Per quanto fossero e siano false, condannabili e pericolose le vie, che si seguirono; chi, e soprattutto qual sacerdote o cristiano, potrebbe restar sordo al grido, che si solleva dal profondo, e il quale in un mondo di un Dio giusto invoca giustizia e spirito di fratellanza? » .
4

Gesù Cristo non attende che Gli si apra il cammino per penetrare le realtà sociali, con sistemi che non derivano da Lui, si chiamino essi « umanesimo laico )> o « socialismo purgato dal materialismo ». Il suo regno divino di verità e di giustizia è presente anche nelle regioni ove l'opposizione fra le classi minaccia incessantemente di avere il sopravvento. Perciò la Chiesa non si restringe ad invocare questo più giusto ordine sociale, ma ne indica i principi fondamentali, sollecitando i reggitori dei popoli, i legislatori, i datori di lavoro e i direttori delle imprese di metterli ad esecuzione. Ma il Nostro discorso si volge ora particolarmente ai cosiddetti « delusi » fra i cattolici italiani. Non mancano essi infatti, soprattutto fra giovani anche di ottime intenzioni, i quali avrebbero aspettato di più dall'azione delle forze cattoliche nella vita publica del Paese. Noi non parliamo qui di coloro, il cui entusiasmo non è sempre accompagnato da un calmo e sicuro senso pratico riguardo a fatti pressenti e futuri e alle debolezze dell'uomo comune. Ci riferiamo piuttosto a quelli', i quali riconoscono bensì i notevoli progressi conseguiti nonostante la difficile condizione del Paese, ma risentono dolorosamente che le loro possibilità e capacità, di cui hanno piena consapevolezza, non trovano campo per essere messe in valore. Senza dubbio essi avrebbero una risposta al loro lamento, se leggessero attentamente il programma delle Acli, che esige la partecipazione effettiva del lavoro subordinato nella elaborazione della vita economica e sociale della Nazione e chiede che nell'interno delle imprese ognuno sia realmente riconosciuto come un vero collaboratore.

* Discorsi e Radiomessaggi,

vol.

IV

pag.

336-337.

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Non abbiamo bisogno d'insistere su questo argomento, da Noi stessi già sufficientemente trattato in altre occasioni. Ma vorremmo richiamare l'attenzione di quei delusi sul fatto che nè nuove leggi nè .nuove istituzioni sono bastevoli per dare al singolo la sicurezza di essere al riparo da ogni costrizione abusiva e di potersi liberamente evolvere nella società. Tutto sarà vano, se l'uomo comune vive nel timore di subire l'arbitrio e non perviene ad affrancarsi dal sentimento che egli sia soggetto al buono o cattivo volere di coloro che applicano le leggi o che come pubblici ufficiali dirigono le istituzioni e le organizzazioni; se si accorge che nella vita quotidiana tutto dipende da relazioni che egli forse non ha, a differenza di altri ; se sospetta che, dietro la facciata di quel che si chiama Stato, si cela il giuoco di potenti gruppi organizzati. L'azione delle forze cristiane nella vita pubblica importa dunque certamente che si promuova la promulgazione di buone leggi e la formazione di istruzioni adatte ai tempi; ma significa anche più che si bandisca il dominio delle frasi vuote e delle parole ingannatrici, e che l'uomo comune si senta appoggiato e sostenuto nelle sue legittime esigenze ed attese. Occorre formare una opinione pubblica che, senza cercare lo scandalo, indichi con franchezza e coraggio le persone e le circostanze, che non sono conformi alle giuste leggi ed istituzioni, o che nascondono slealmente ciò che è vero. Non basta per procurare l'influsso al semplice cittadino il mettergli in mano la scheda di voto o altri simili mezzi. Se egli vuol essere associato alle classi dirigenti, se vuole, per il bene di tutti, porre talvolta rimedio alla mancanza di idee profìcue e vincerne l'egoismo invadente, deve possedere egli stesso le intime energie necessarie e la fervida volontà di contribuire ad infondere una sana morale in tutto l'ordinamento pubblico. Ecco il fondamento della speranza che Noi esprimevamo alle Acli or sono dieci anni e che ripetiamo oggi con raddoppiata fiducia dinanzi a voi. Nel movimento operaio possono subire reali delusioni soltanto coloro, che dirigono il loro sguardo unicamente all'aspetto politico immediato, al giuoco delle maggioranze. L'opera vostra si svolge nello stadio preparatorio — e così essenziale — della politica. Per voi si tratta di educare ed avviare il vero lavoratore cristiano mediante la vostra (( formazione sociale » alla vita sindacale e politica e di sostenere e facilitare tutta la sua condotta per mezzo della vostra « azione sociale )) e del vostro « servizio sociale ». Continuate dunque senza debolezze l'opera finora prestata; in tal guisa aprirete a Cristo un adito immediato nel mondo operaio, e mediatamente poi anche negli altri gruppi

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sociali. È questa 1'« apertura » fondamentale, senza la quale ogni altra « apertura » in qualunque senso non sarebbe che una capitolazione delle forze che si dicono cristiane. Diletti figli e figlie, presenti in questa sacra Piazza ; e voi lavoratori e lavoratrici del mondo tutto, che Noi teneramente abbracciamo con paterno affetto, simile a quello con cui Gesù avvinceva a sè le moltitudini fameliche di verità e di giustizia ; siate certi che in ogni occorrenza avrete al vostro fianco una guida, un difensore, un padre. DiteCi apertamente, sotto questo libero cielo di Roma : Saprete voi riconoscere, tra tante voci discordi e ammalianti a voi rivolte da varie parti, alcune per insidiare le vostre anime, altre per umiliarvi come uomini, o per defraudarvi dei legittimi vostri diritti come lavoratori, saprete riconoscere chi è e sarà sempre la vostra sicura guida, chi il fedele vostro difensore, chi il sincero vostro Padre? Sì diletti lavoratori ; il Papa e la Chiesa non possono sottrarsi alla divina missione di guidare, proteggere, amare soprattutto i sofferenti, tanto più cari, quanto più bisognosi di difesa e di aiuto, siano essi operai o altri figli del popolo. Questo dovere ed impegno Noi, Vicario di Cristo, desideriamo di altamente riaffermare, qui, in questo giorno del I Maggio, che il mondo del lavoro ha aggiudicato a sè, come propria festa, con l'intento che da tutti si riconosca la dignità del lavoro, e che questa ispiri la vita sociale e le leggi, fondate sull'equa ripartizione di diritti e di doveri.^ In tal modo accolto dai lavoratori cristiani, e quasi ricevendo il crisma cristiano, il I Maggio, ben lungi dall'essere risveglio di discordie, di odio e di violenza, è e sarà un ricorrente invito alla moderna società per compiere ciò che ancora manca alla pace sociale. Festa cristiana, dunque; cioè, giorno di giubilo per il concreto e progressivo trionfo degli ideali cristiani della grande famiglia del lavoro. Affinchè vi sia presente questo significato, e in certo modo quale immediato contraccambio per i numerosi e preziosi doni, arrecatici da ogni regione d'Italia, amiamo di annunziarvi la Nostra determinazione d'istituire — come di fatto istituiamo — la festa liturgica di S. Giuseppe artigiano, assegnando ad essa precisamente il giorno 1° Maggio. Gradite diletti lavoratori e lavoratrici, questo Nostro dono? Siamo certi che sì, perchè l'umile artigiano di Nazareth non solo impersona presso Dio e la S. Chiesa la dignità del lavoratore del braccio, ma è anche sempre il provvido custode vostro e delle vostre famiglie. Con tale augurio sulle labbra e nel cuore, diletti figli e figlie, e con la
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certezza che ricorderete questa giornata così densa di santi propositi, così fulgida di buone speranze, così promettente per quanto è stato compiuto, invochiamo dall'Altissimo le più elette benedizioni su di voi, sui vostri congiunti, sui degenti negli ospedali e nei sanatori, sui campi e le officine, sulle vostre Acli e sulla loro grande e nobile attività, sui datori di lavoro, sulla diletta Italia e sul mondo tutto del lavoro, a Noi sempre caro. Discenda dai cieli sulla terra, da voi lavorata e fecondata in ossequio al primordiale divino precetto, la Nostra paterna Apostolica Benedizione!

NUNTIUS RADIOPHONICUS
C H R I S T I F I D E L I B U S E COSTARICA OB C O N V E N T U M E U C H A R I S T I C U M N A T I O N A L E M IN URBE CAPITE SANCTI I O S E P H I COADUNATIS. *

Venerables Hermanos y amados hijos que, en estos momentos, clausuráis vuestro segundo Congresso Eucaristico Nacional : — Ha permitido ]a divina Providencia que, a pesar de no ser ya escasos los lustros que desde esta Silla de Pedro hemos visto desfilar, y a pesar igualmente de haber sido tan numerosas las veces que hemos podido enviar Nuestra palabra a ese mundo americano de lengua española, tan rico en promesas para la Iglesia, hasta hoy no se haya ofrecido una ocasión propicia para dirigirnos a vuestra patria amadíssima. Y eso, que se trataba de la Costa Rica feliz, cuyo sólo nombre evoca ya prosperidades y maravillas legendarias; de un país, mirador sonriente abierto a dos mares, perla engastada en esa espina dorsal de las América s que son los Andes, tierra de posición privilegiada en un auténtico nudo vital entre dos mundos, entre dos océanos, entre las dos partes de un continente inmenso ; paisajes soñadores de cimas que se esfuman en las nubes, de volcanes rugidores y humeantes, de amenas y verdes planicies que descienden, onduladas y serenas,, hasta las bien oreadas playas. La histórica Costa Rica de la cuarta y última navegación colombina; la del gran Vázquez Coronado y tantos otros heroicos descubridores. Se trataba, sobre todo, de la catolicísima Nación que recuerda siempre a su primer Obispo Llórente Lafuente, verdadera gloria nacional ; que no olvida nunca lo que debe al que fué fundador de su futura Universidad, el Prelado Nicolás García ; y en cuyos oídos no
* D a t u s d i e 28 A p r i l i s m e n s i s a. 1955.

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sé'han extinguido aún los elocuentes acentos de aquel gran tribuno que fué el ilustre sacerdote D. Florencio del Castillo. Lo quiso así Quien todo lo rige, para que los tiempos madurasen al calor de la oración y de los piadosos deseos; fué la Santísima Virgen de los Angeles, vuestra dulce patrona, quien lo hizo, para que ante sus altares os preparaseis mejor a lo largo de todo el Año Mariano ; ha sido, podéis pensar, una fineza más de aquel Corazón divino, fuente de todo consuelo y refugio seguro para todos los atribulados, de manera que hoy, como quien pone fin a un período histórico, olvidando cuestiones y dejando a un lado querellas, cerrando definitivamente las heridas y sin mirar las recientes cicatrices, pacificados los espíritus y depuesta toda hostilidad, podáis reuniros tranquilos ante las Sagradas aras, adorando esa Hostia divina y aclamándola como « signum unitatis x> y « vinculum charitatis ». ¡ Símbolo de la unidad! Luego, basta ya de divisiones, principio de destrucción y de ruina, basta de odios y de enemistades que secan los corazones y arman las manos airadas de los hermanos. ¡ Vínculo de caridad ! lazo de amor que una a todos, fuente de gracia donde podáis beber unidos las linfas vitales que refresquen en vuestros pechos todo recelo y toda rivalidad y enciendan en cambio las llamas del fraternal amor. Pero en realidad el tema de vuestro Congreso va más allá, porque se propone « la santificación de la familia cristiana per medio de la Eucaristía ». Y difícilmente hubiera podido escogerse una solución mejor para todos los problemas que afligen al mundo, puesto que, por encima de los remedios puramente exteriores, se impone la exigencia de una reforma interior de los espíritus, la vuelta a la observancia integral de la ley cristiana ; y Nos sabemos perfectamente que esa reforma ha de actuarse sobre todo en el santuario familiar.
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i Defended, amados hijos de Costa Rica, defended vuestros hogares, para que sigan siendo jardín donde broten y florezcan las más hermosas virtudes cristianas; pero para obtenerlo estad bien ciertos de que difícilmente hallaréis medio más adecuado que la piedad eucaristica y, más en especial, la comunión frecuente, que da luz a las almas y fuerza a las voluntades, que forma las conciencias en la sinceridad y en la verdad, que sirve de freno en las posibles desviaciones y une entre sí a los miembros de la familia en el hogar, a las familias en la nación, y a las naciones
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S. Aug. in I o . 2 6 , 1 3 - MIGNE PL, t. 35 col. 1 6 1 3 .

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en ei universo mundo, con un abrazo más poderoso que todas las codicias, más estrecho que todas las ambiciones y más duradero que todas las ansias de poder y de grandeza! Os habéis reunido en esa magnífica ciudad de San José, que, en medio del risueño valle deí Abra, heredera de las glorias de la vieja Cartago, por la suavidad de su clima y la esplendidez de su cielo, es considerada como una de las más hermosas de América. No olvidéis en estos días una visita más a la amable <( Villita », al primitivo y humilde local dedicado al glorioso Patriarca, para encomendar allí vuestras familias al que fué cabeza y jefe de la más santa que la tierra ha visto. Quiso ya celebrarse vuestro Congreso en 1950, recordando el centenario de la erección canónica de la diócesis de Costa Rica; como la Asamblea que le antecedió, primera en la serie, había conmemorado el Jubileo del Edicto de Milán, que d i o la paz a la Iglesia. Pedid, pues, ahora para esta misma Santa Madre Iglesia la incolumidad, el respeto y la paz ; amad siempre a esta buena Madre, que tanta parte tuvo en la formación de vuestra nacionalidad. Esa Cruz imponente, que se levanta tras el altar, acaso os recuerde el calvario de vuestra amada patria en estos últimos tiempos. Una oración ante ella por el triunfo definitivo de la caridad, de la fraternidad y de la concordia cristiana. Están ahí con vosotros, amadísimos hijos costarriqueños, los representantes de todas las Antillas y de toda América. Que esta cordialidad sea un símbolo de la que imploréis para todo vuestro continente y para todo el mundo. Un alma grande, la de vuestro inolvidable Arzobispo Sanabria y Martínez, deseó ardientemente ver este día, que previo y preparó. Desde el cielo se gozará ahora contemplándolo y recibiendo vuestro piadoso recuerdo. Que sobre todo ello — ansias de paz, pasadas heridas y anhelos de renovación — descienda, como rocío bienhechor, la Bendición de lo alto, de la que quiere ser prenda la Bendición Nuestra : Bendición para Nuestro dignísimo Legado, para el celosísimo Pastor de esa Arqüidiócesis, para todos Nuestros Hermanos en el Episcopado, con sus cleros y fieles, para las autoridades presentes, para cuantos han cooperado en la preparación del Congreso, para los que de cualquier manera oyen Nuestra voz y para toda la amadísima Nación costarriqueña, a la que el Padre común desea todos los bienes y, muy en especial, la tranquilidad y la paz.

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Acta Apostolicae Sedis - Commentarium Officiale

ACTA SS. CONGREGATIONUM

SACRA CONGREGATIO CONSISTORIALIS

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NETENSIS - S Y R A C U S A N A E e t RAGUSIENSIS DECRETUM
DE MUTATIONE F I N I U M DIOECESIUM

Excmus P. D. Angelus Calabretta, Episcopus Netensis, et Excmus P. D. Hector Baranzini, Archiepiscopus Syraeusanus et Episcopus Ragusiensis, mutuo consentientes, nuper ab Apostolica Sede petierunt ut territorium vulgo « Contrada S. Giacomo », hactenus ad dioecesim Netensem pertinens, ad eosdem in ecclesiasticis ac civilibus circumscribendos fines, ad dioecesim Ragusiensem aggregaretur. Sacra igitur Consistorialis Congregatio, rei opportunitate perspecta, vigore specialium facultatum sibi a Ssmo Domino Nostro Pio Divina Providentia PP. XII tributarum, ac suppleto, quatenus opus sit, eorum interesse habentium vel habere praesumentium consensu, vi praesentis Consistorialis Decreti, perinde valituri ac si Apostolicae sub plumbo Litterae datae forent, statuit ut supra nominatum territorium a dioecesi Netensi dismembretur et dioecesi Ragusiensi adiungatur, mutatis, hac ratione, utriusque dioecesis finibus. Ad haec autem perficienda eadem Sacra Congregatio Consistorialis deputat Excmum P. D. Hectorem Baranzini, Archiepiscopum Syracusanum et Episcopum Ragusiensem, eidem tribuens facultates ad id necessarias et opportunas, etiam subdelegandi, ad effectum de quo agitur, quemlibet virum in ecclesiastica dignitate constitutum, facto onere

Sacra Congregatio Consistorialis

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mittendi quam primum ad ipsam Sacram Congregationem authenticum exemplar actus peractae exsecutionis. Contrariis quibusvis minime obstantibus. Datum Romae, ex Aedibus Sacrae Congregationis Consistorialis, die 16 Novembris anno Mariali 1954. 133 Fr. A. I. Card. PIAZZA, Ep. Sabinen, et Mandelen., a Secretis L. © S. Iosephus Ferretto, Adsessor

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GRATIANOPOLITANAE - LUGDUNENSIS DECRETUM
DE MUTATIONE F I N I U M DIOECESIUM

Uberiori animarum bono prospicientes, Emus P. D. Petrus Maria S. R. E. Cardinalis Gerlier, Archiepiscopus Lugdunensis et Excmus P. D. Alexander Caillot, Episcopus Gratianopolitanus, ab Apostolica Sede enixe postulaverunt ut territorium vicariatus foranei Villeurbanne nuncupati a dioecesi Gratianopolitana dismembraretur et archidioecesi Lugdunensi adnecteretur. Ssmus Dominus Noster Pius Divina Providentia PP. XII, praehabito favorabili voto Excmi P. D. Pauli Marella, Archiepiscopi tit. Docleensis et in Gallia Nuntii Apostolici, de consilio infrascripti Cardinalis Sacrae Congregationis Consistorialis Secretarii, ratus huiusmodi finium immutationem Christifidelium, in memorato vicariatu foraneo degentium, spirituali utilitati valde profuturam, porrectas preces benigne censuit excipiendas. Quapropter, suppleto, quatenus opus sit, quorum intersit vel eorum qui sua interesse praesumant consensu, de plenitudine Apostolicae potestatis, praesenti Consistoriali Decreto territorium vicariatus foranei vulgo Villeurbanne cum duodecim paroeciis : La Nativité, Les Charpennes, Le St. Curé d'Ars, La Sainte Famille de Croix-Luizet, Saint Julien de Çusset, Sainte Thérèse de VEnfant Jésus, Saint Fons, Vaux-en Velin, Vénissieux, Sainte Jeanne d'Arc de Farilly-V énissieux, Br on, Immaculée Conception du Moulin à vent, atque tribus ecclesiis filialibus : La Poudrette, Les Essards, Les Clochettes, a dioecesi Gratianopolitana separat

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una cum omnibus ecclesiasticis bonis ad praefatas paroecias pertineo tibus, atque archidioecesi Lugdunensi, mutatis utriusque dioeceseos finibus, perpetuo adnectit. Mandat insuper Sanctitas Sua ut acta et documenta easdem paroecias respicientia a Curia Gratianopolitana ad Curiam Lugdunensem, quam primum, transmittantur. Ad haec omnia perficienda Ssñius Dominus Noster praefatum Excmum P. D. Paulum Marella deputare dignatus est, necessarias et opportunas ei tribuens facultates etiam subdelegandi ad effectum de quo agitur quemlibet virum in ecclesiastica dignitate constitutum, onere imposito ad Sacram Congregationem Consistorialem, cum primum fas erit, remittendi authenticum exemplar actus peractae exsecutionis. Quibus super rebus praesens edi iussit Consistoriale Decretum perinde valiturum ac si Apostolicae sub plumbo Litterae datae fuissent. Datum Romae, ex Aedibus Sacrae Congregationis Consistorialis, die 26 Novembris anno Mariali 1 9 5 4 .
IQ3

Fr. A. I. Card. P i a z z a , Ep. Sabinen, et Mandelen., a Secretis Iosephus Ferretto, Adsessor

L. © S.

III
DECLARATIO Cum postremis hisce temporibus in Republica Argentina multis modis in Ecclesiae iura in vasum sit et in ipsas ecclesiasticas personas sit impetitum ; novissime autem quidam nedum manus iniicere in Excmum P. D. Emmanuelem Tato, Episcopum titularem Aulonensem, Auxiliarem et Vicarium Generalem archidioecesis Bonaèrensis, sed et Illum ab exercitio suae iurisdictionis impedire et ab ipsa Ditione Argentina expeliere ausi sint, Sacra Congregatio Consistorialis declarat ac monet eos omnes qui huiusmodi delicta patraverunt, sive mandantes cuiuscumque generis et gradus, sive complices quos praefata delicta sua natura postularunt, sive illos qui ad delictorum consummationem induxerunt, si tamen sine eorum auxilio delictum non fuisset commissum, excommunicationem latae sententiae speciali modo Apostolicae Sedi reservatam, ad tramitem cann. 2343 § 3 , 2334 n. 2, 2209 § 1 ,

Sacra

Congregatio

Consistorialis

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2, 3 C. I. C, contraxisse ceterasque poenas pro qualitate delinquentium incurrisse, ad normam sacrorum canonum. Datum Romae, ex Aedibus S. Congregationis Consistorialis, die 16 Iunii 1955.

i J Fr. A. I. Card. £3
L. © S.

Piazza,

Ep. Sabinen, et Mandelen., a Secretis Iosephus Ferretto, Adsessor

SACKA CONGREGATIO CONCILII

RESCRIPTUM Beatissime Pater,

Aliqui Episcopi dioecesani in Polonia contulerunt Sacerdotibus beneficia ecclesiastica, in actu provisionis declarantes se canonicam missionem in possessionem, seu institutionem corporalem, in posterum esse expleturos. Attamen sunt Episcopi, qui ob varias rationes in exercenda iurisdictione impediuntur. Ideo imploratur a Sanctitate Tua benigna dispensatio a lege quae in canone 1144 § 1 dictam institutionem corporalem praescribit; eo vel magis quod aliqui Sacerdotes in possessione pacifica beneficii iam per integrum triennium, quinquennium vel etiam septennium maneant. Quae cum ita sint, ne dedignetur Sanctitas Tua imploratam gratiam dispensationis concedere, cum omnibus effectibus iuridicis, etiam in tempus praeteritum validis, supplendo quemcumque defectum legis. Sacra Congregatio Concilii, de mandato Ssmi Domini Nostri Pii PP. XII, attentis peculiaribus rerum "adiunctis, iisque perdurantibus, gratiam in omnibus iuxta preces benigne impertita est. Datum Romae, die 7 Februarii 1955. P. Card. L. © S. Franciscus Roberti, a Secretis
Ciri act,

Praefectus

414

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

SACKA CONGREGATIO RITUUM i
FORMULA BENEDICTIONIS MARIS

Ant. Vox Domini super aquas. Ps. 28. Tribúite Dómino, filii Dei, * tribúite Dómino gloriam et potentiam ! Tribúite Dómino gloriam nominis ejus * adorate Dominum in ornatu sacro. Vox Domini super aquas ! Deus majestatis intónuit : * Dominus super aquas multas! Vox Domini cum potentia! * vox Domini cum magnificentia! Vox Domini confríngit cedros, * Dominus confríngit cedros Libani. Facit subsilire, ut vítulum, Libanum, * et Sárion, ut pullum bubalórum. Vox Domini élicit flammas ignis, vox Domini cóncutit desertum, * Dominus cóncutit desertum Cades. Vox Domini contórquet quercus et decórticat silvas : * et in templo ejus omnes dicunt: Gloria! Dominus super dilùvium sedit, * et Dominus sedébit rex in aeternum. Dominus fortitudinem pópulo suo dabit, * Dominus benedícet pópulo suo cum pace. Gloria Patri. Ant. Vox Domini super aquas! Deus majestátis intónuit; Dominus super aquas multas. Kyrie eleison - Christe eleison - Kyrie eleison. Pater noster (secreto). y. Et ne nos inducas in tentationem. 1$. Sed libera nos a malo. y. Benedicite fontes Dómino. 1$. Benedicite maria et flumina Dómino. y. Adjutórium nostrum in nomine Domini. 0. Qui fecit caelum et terram. y. Dómine exaudi orationem meam. T$. Et clamor meus ad te veniat. y. Dominus vobiscum. 1$. Et cum spiritu tuo.

8a#ra

Congregatio

Rituum

415

Oremus Omnipotens aetérne Deus, Pater immensae maiestatis, cujus invisibilis potentia per ea quae facta sunt intellecta conspicitur, Deus cujus Spiritus super aquas in mundi primordiis ferebatur, tribue nobis famulis tuis ut quoties aquarum magnitudinem ad caelum extolléntium fragórem suum oculis corporis intuemur, ad tua contemplánda rapiámur arcana atque dignis laudibus Nomen Sanctum tuum invocémus et gloriflcémus, Tibique, cujus imperio omnes subduntur creaturae, mentium nostrarum obsequium, ea qua par est humilitate ac devotione reddamus. Per Christum Dominum nostrum. 1$. Amen. Dómine Jesu Christe, qui super mare ambulasti, et saeva exorta tempestate imperasti ventis et mari factaque est illico tranquillitas magna, réspice propitius ad nos fámulos tuos in tot praesentis vitae periculis costitutos et praesta ut, virtute tuae bene©dictiónis super hoc mare infusa spiritales nequítiae ab eo repellantur, aereárum discedat malignitas tempestatum, et omnes maritimum iter arripientes, per intercessionem Immaculatae Virginis Genitricis Tuae, quo tendunt prospere perveniant ac demum incólumes ad propria revertantur. Qui vivis et regnas. I#. Amen. Dómine qui dixisti: in sudóre vultus tui vescéris pane, adésto propitius invocationibus nostris et béne£gdic mari isti, ut omnes qui ad quotidianum victum sibi suisque comparandum has aquas ingrediantur, de donis tuis ditáti, gratiarum Tibi débitas referant actiones. Per Christum Dominum nostrum. 1$. Amen. (Demum aspergatur mare aqua benedicta). URBIS e t ORBIS Sacra Rituum Congregatio, vigore peculiarium facultatum sibi a Sanctissimo Domino nostro Pio Divina Providentia Papa XII tributarum, formulam benedictionis maris, prout in adnexo prostat exemplari, adprobavit eamque in Rituale Romanum inserendam mandavit. Contrariis non obstantibus quibuscumque. Die 27 Aprilis 1955. C. Card. L £R S * f A. Carinci, Archiep. Seleucien., a Secretis.
Cicognani,

Praefectus

f

416

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

II LUGDUNEN.
B E A T I F I C A T I O N I S E T C A N O N I Z A T I O N I S V E N E R A B I L I S SERVI DEI M A R C E L L I N I I O SEPHI BENEDICTI CHAMPA GNAT, SACERDOTIS, FUNDATORIS INTITUTI PAR-

VULORUM FRATRUM MARIAE.

SUPER

DUBIO

An et de quibus miraculis constet in casu et ad effectum de quo agitur Sapienter Ecclesia ut ad Servorum Dei beatificationem et ad beatorum canonizationem procedat, non solum testium depositiones, qui eorum heroicas virtutes comprobant, sed etiam miracula requirit, utpote divinae voluntatis signa in eorum gloriam celebrandam, quasi divinum testimonium eorum sanctitatem confirmans. Quoniam autem haec quoque signa hominum testimonio necesse est comprobari, non unum tantum seu pro beatificatione, seu pro canonizatione, sed duo aut plura miracula sacri canones pro re nata ut tutius de divino nutu constet praecipiunt esse probanda. Iamvero, ut beatificationis honoribus eorum legifer et Pater, Venerabilis Marcellinus Iosephus Benedictus Champagnat, honestari posset, Parvuli Fratres Mariae, optime de iuventae educatione, in locis quoque missionum, meriti, approbatis a Benedicto Papa XV, fel. r e c , per Sacrae huius Congregationis decretum die 11 Iulii anno 1920 editum, heroicis eius virtutibus, Remissoriales obtinuerunt litteras, quarum vi Vicarius Apostolicus de Antsirabé in insula Madagascar, et Episcopus Portlandensis in Foederatis Americae Septentrionalis Statibus, Apostolica auctoritate canonicas inquisitiones de duabus miris sanationibus huius Venerabilis patrocinio obtentis, peragerent, quas breviter attingimus. I. Adulescens Ioannes Amatus Ranaivo, qui apud Parvulos Fratres in loco vulgo dicto Betafo, in insula Madagascar, morabatur, Novembri mense anno 1941 a meningite acuta cerebro-spinali meningococcica gravissima fuit attàetus. Infaustam medentes prognosim ediderunt. Die 13 eiusdem mensis aeger in extremis versabatur, adeo ut morientium sacramentis fuerit munitus. Ferventibus precibus Parvuli Mariae Fratres pro Ioanne Amato Deum sunt obtestati, Venerabilis sui fundatoris patrocinio unice interposito. Eodem die aeger extemplo perfecteque, mirantibus omnibus, con valuit atque exinde bona gavisus est valetudine.

Sacra

Congregatio

Rituum

417

Diagnosim, prognosim, sanationis constantiam, unanimi sententia ex officio periti nostraeque Congregationis medicum Collegium approbant; banc autem sanationem naturae leges praetergredi conclamant. II. In urbe Winslow Maine, in Foederatis Statibus Americae Septentrionalis, Georgiana Grondin gravissimo morbo fuit affecta, ob quem die 5 Septembris anni 1939 chirurgicae actioni fuit subiecta. Abdomine aperto, cancer est inventus qui e pancreate per métastases iecur aliaque viscera adeo invaserai, ut chirurgus ab ulteriori actione abstinuerit. Georgiana, a morbi initio, antecedente anno, quotidie Venerabilem Marcellinum invocabat, ardentius vero quum magis saeviebat morbus. Paucis diebus post, cancer disparuit omnino, viresque corporis paullatim receptae, nullo morbi permanente indicio, ut periti physici anno 1948 testantur. Officiales periti medicumque nostrae Congregationis Collegium medentium depositiones atque authentica documenta pensantes, nullimode sanationem naturae viribus tribui posse asseverant. De utraque sanatione in Praeparatoria Congregatione die 16 Novembris 1954 disceptatum est, atque die 3 Maii anni huius in Generali coram Sanctissimo Domino nostro Pio Papa XII, in qua Revmus Cardinalis Benedictus Aloisi Masella, Episcopus Praenestinus, Causae huius ponens seu Relator, dubium proposuit : An et de quibus miraculis constet in casu et ad effectum de quo agitur. Revmi Cardinales, Officiales Praelati Patresque Consultores suam quisque affirmativam protulit sententiam, quam Beatissimus Pater attente auscultavit, ratamque habuit. Quare, Sacrosanto oblato Sacrificio, edixit : Constare de instantánea perfectaque sanatione cum Ioannis Amati Ranaivo a meningite acuta eerebro-spinali meningococcica, tum Georgianas Grondin a cancro in capite pancreatis cum metastasibus multiplicibus in abdomine. Hoc autem decretum promulgari et in acta S. Rituum Congregationis referri mandavit. Datum Romae, die 3 Maii anno 1955.

C. Card.
h.

Cicognani,

Praefectus

© s.
t A. Carinci, Archiep. Seleuc, Secretarius

27 - ACTA, vol. XXII, n. 8. — 25-6-1955.

418

Acta Apostolicae Sedis - Commentarium Officiale*

III
DUBIA
C I R C A I N T E R P R E T A T I O N E M D E C R E T I S. R. C. D I E I 23 M A R T I I 1955 (( DE R U B R I C I S

A D S I M P L I C I O R E M F O R M A M REDIGENDIS )).

Edito Decreto generali « De Rubricis ad simpliciorem formam redigendis » diei 23 Martii 1955, ad Sacram Rituum Congregationem pro opportuna solutione insequentia dubia delata sunt; nimirum: 1. Utrum diebus a 2 ad 5 Ianuarii, et a 7 ad 12 eiusdem mensis in choro Missa defunctorum celebrari possit? 2. Utrum diebus suppressae octavae Epiphaniae, in officio feriali, antiphonae ad Benedictus et ad Magnificat dicendae sint quae singulis diebus infra octavam notantur? 3. In Dominicis olim infra octavas Ascensionis, Corporis Christi et Ss. Cordis Iesu, iuxta tit. II, 19, officium dicitur « prouti nunc ». Quaeritur : a) quinam sit color paramentorum? 6) quaenam dicenda sit praefatio? 4. Utrum numerus commemorationum, de quo tit. III, 4, a, b, c, ita intelligendus sit ut commemorationes admissae semper sint « praeter et post » commemorationes nunquam omittendae? 5. Utrum festa commemorata, iuxta tit. III, 5 adhuc gaudeant in officio lectione IX historica vel evangelica? 6. Utrum festum cuiusvis tituli vel mysterii Domini occurrens in Dominicam acquirat primas Vesperas? 7. Quoad officium S. Mariae in Sabbato, quaeritur : utrum reducatur ad commemorationem? 8. Quaenam antiphona dicenda est ad Vesperas Feriae V I , tempore paschali, quando die sequenti fit de S. Maria vel de festo quod caret primis Vesperis? 9. Quoad Missas votivas sollemnes quaeritur : utrum maneant rubricae praescribentes earum commemorationem faciendam esse sub unica conclusione cum oratione diei, cum celebrari impediuntur? 10. Utrum, iuxta tit. V, 4, collectae ab Ordinario simpliciter imperatae omittantur quando orationes dicendae numerum ternarium attigerint?

Sacra

Congregatio

Rituum.

419

Et Sacra Rituum Congregatio, audita sententia Specialis Commissionis, reque sedulo perpensa respondendum censuit : ^ Ad I. Negative. Ad II. Affirmative. Ad III. In Dominica infra octavam suppressam Ascensionis color paramentorum erit albus, et praefatio Ascensionis; in Dominicis infra octavas suppressas Corporis Christi et Ss. Cordis Iesu, color paramentorum erit viridis, et praefatio de Trinitate. Ad IV. Negative, iuxta n. 3, tit. III, de ternario orationum numero non excedendo. Ad V. Negative. Ad V I . Affirmative, quia tenet locum Dominicae. Ad V I I . Negative. Ad VIII. Dicenda est antiphona II Vesperarum Dominicae praecedentis. Ad IX. Affirmative, si oratio praescribatur sub praecepto ; Negative, si oratio permittatur dicenda ad libitum. In supplicatione vero XL Horarum, aut occasione expositionum quae forte fiunt per annum, oratio Ssmi Sacramenti semper est dicenda in omnibus Missis, quae celebrantur in altari expositionis tantum. Ad X. Collectae ab Ordinario simpliciter imperatae omittuntur quando orationes, una cum collectis, numerum ternarium attigerint. Atque ita rescripsit, declaravit et servari mandavit, die 2 Iunii 1955. C. Card. L £R S '
Cicognani,

Praefectus

f A. Carinci, Archiep. Seleuc, Secretarius

S C A C N R G TO D SEMINARIIS AR O GE AI E ET S U I R M UNIVERSITATIBUS T DO U
DECRETUM
UNIVERSITAS CATHOLICA QUITENSIS CANONICE ERIGITUR IN URBE METROPO-

LITANA R E I P U B L I C A E AEQUATORIANAE.

Liberalium artium omniumque scientiarum studia Catholica Ecclesia continenti cura provehenda fovit, quo plenius penitiusque hominum mens, naturali veritate illustrata, adeo divinae revelationi fide adhaereat,

42

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

ut in aeterna veritate obtutum tandem Agat. Munus quidem « docendi omnes Gentes » ius officiumque plane postulat iuventae rite erudiendae ; unde a catholicis viris excitatae scholae ubique terrarum vigent atque florent, quibus, nihil antiquius est quam spem messis in semine tueri, adulescentes religiosa civilique institutione recte imbuendo, qua novarum generationum vita coram Deo et hominibus undequaque ditescat. Quod ut assequerentur, Aequatorianis praeeuntibus Episcopis, delecti Societatis Iesu sodales anno Domini m c m x l v i , in metropolitana urbe Aequatoris, Americae Meridionalis Reipublicae, annuente civium Magistratu, Iuris disciplinae tradendae una cum socialibus doctrinis instaurarunt Facultatem, quae maximo omnium plausu excepta est. Studiorum hoc domicilium clarissimi magistri crebrioresque in dies discipuli dum celebrant, nonnulla collegia in quibus philosophicae humanioresque disciplinae excoluntur ei aggregata sunt, adiecto quoque Instituto altioris Culturae Socialis mulieribus impertiendae. Superius insuper Paedagogiae Institutum nunc exorditur, quod initium exhibet integrae Philosophiae et Litterarum constituendae in posterum Facultatis, cui proxime Civilium Machinariorum Facultas addenda speratur. Quae probe seduloque perpendens, Sacra Congregatio de Seminariis et studiorum Universitatibus merito adprobat et laudat, atque, perlibenter Eminentissimi P. Domini Caroli Mariae S. R. E. Cardinalis de la Torre optatis obsecundans, auctoritate a Ssmo D. N. Pio Div. Prov. Pp. XII sibi facta, in Dei O. M. gloriam, in Sanctae Ecclesiae decus et incrementum, in christiani populi salutem, ad normam can. 1376 C. I. C, constituit erigit atque erectam declarat Catholicam Studiorum Universitatem Quitensem, cui omnia agnoscit confert tribuitque iura, officia, privilegia, quae huiusmodi catholicis Athenaeis de more insunt atque pertinent, Archiepiscopo Quitensi, Magno Cancellario, legitime moderante, cunctis praescriptis sane firmis quae tum canonicis cum peculiaribus legibus praecipiuntur. Romae, ex Aedibus Sancti Callisti, d. xvi m. Iulii, in festo Beatissimae Mariae de Monte Carmelo, anno Domini m c m l i v , eidem Deiparae Virgini colendae sacro.

£B I. Card.
L. © S.

Pizzardo,

Ep. Albanen., Praefectus

f C. Gonfalonieri, Archiep. Mcopolitan., a Secretis

Sacra

Paenitentiaria

Apostolica

421

ACTA TRIBUNALIUM
SACRA PAENITENTIARIA APOSTOLICA
(OFFICIUM DE INDULGENTIIS)

PEEOES A SUMMO PONTIFICE PIO XII EXARATAE ATQUE SACRIS INDULGENTIIS DITATAE I
ORATIO A D M A R I A M R E G I N A M

Dal profondo di questa terra di lacrime, ove l'umanità dolorante penosamente si trascina ; tra i flutti di questo nostro mare perennemente agitato dai venti delle passioni, eleviamo gli occhi a voi, o Maria, Madre amatissima, per riconfortarci contemplando la vostra gloria, e per salutarvi Regina e Signora dei Cieli e della terra, Regina e Signora nostra. Questa vostra regalità vogliamo esaltare con legittimo orgoglio di figli e riconoscerla come la somma eccellenza di tutto il vostro essere, o dolcissima e vera Madre di Colui che è Re per diritto proprio, per eredità, per conquista. Regnate, o Madre e Signora, mostrandoci il cammino della santità, dirigendoci e assistendoci, affinchè non ce ne allontaniamo giammai. Come nell'alto del cielo voi esercitate il vostro primato sopra le schiere degli Angeli, che vi acclamano loro Sovrana ; sopra le legioni dei Santi, che si dilettano nella contemplazione della vostra fulgida bellezza ; così regnate sopra l'intero genere umano, soprattutto aprendo i sentieri della fede a quanti ancora non conoscono il vostro Figlio. Regnate sulla Chiesa, che professa e festeggia il vostro soave dominio e a voi ricorre come a sicuro rifugio in mezzo alle calamità dei nostri tempi. Ma specialmente regnate su quella porzione della Chiesa, che è perseguitata ed oppressa, dandole la fortezza per sopportare le avversità, la costanza per non piegarsi sotto le ingiuste pressioni, la luce per non cadere nelle insidie nemiche, la fermezza per resistere agli attacchi palesi, e in ogni momento la incrollabile fedeltà al vostro Regno. Regnate sulle intelligenze, affinchè cerchino soltanto il vero ; sulle

422

Acta,

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

volontà, affinchè segnano solamente il bene ; sui cuori, affinchè amino unicamente ciò che voi stessa amate. Regnate sugli individui e sulle famiglie, come sulle società e le nazioni; sulle assemblee dei potenti, sui consigli dei savi, come sulle semplici aspirazioni degli umili. Regnate nelle vie e nelle piazze, nelle città e nei villaggi, nelle valli e nei monti, nell'aria, nella terra e nel mare ; e accogliete la pia preghiera di quanti sanno che il vostro è regno di misericordia, ove ogni supplica trova ascolto, ogni dolore conforto, ogni sventura sollievo, ogni infermità salute, e dove quasi al cenno delle vostre soavissime mani, dalla stessa morte risorge sorridente la vita. Otteneteci che coloro i quali ora in tutte le parti del mondo vi acclamano e vi riconoscono Regina e Signora, possano un giorno nel cielo fruire della pienezza del vostro Regno, nella visione del vostro Figlio, il quale col Padre e con lo Spirito Santo vive e regna nei secoli dei secoli. Così sia ! Die 15 Martii 1955 Ssmus Dominus Noster Pius div. Prov. Pp. XII benigne tribuere dignatus est partialem Indulgentiam quingentarum dierum, a christifidelibus saltem contritis lucrandam, quoties supra relatam orationem devote recitaverint. Contrariis quibuslibet non obstantibus. N. Card. L. © S. S. Luzio, Regens
Canali,

Paenitentiarius Maior

II
ORATIO A I U R I S P E R I T I S RECITANDA

O Dio grande e onnipotente, da cui tutte le cose, come dalla loro fonte naturale, soavemente e ordinatamente emanano, accogli benignamente noi qui prostrati, che, coltivando e professando la scienza del diritto, sperimentiamo in modo speciale il bisogno del tuo aiuto per seguire sempre quella retta via, ove ad ognuno si attribuisce ciò che è suo, senza deviazioni nè errori. Illumina i nostri deboli occhi, affinchè, in ogni momento e in ogni caso, sappiamo riconoscere ciò che è giusto : dà alla nostra intelligenza la penetrazione neccessaria per poter scorgere in tutte le cose l'orma della

Sacra

Paenitentiaria

Apostolica

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tua santissima volontà ; e fa che non veniamo mai meno nell'applicarla alle norme che debbono regolare l'attività personale degli uomini, il cammino della società e l'armonico concerto delle nazioni. Ci assista in modo particolare la virtù della tua grazia, quando dobbiamo solennemente decidere in tuo nome ed in quello della umana società, acciocché il bene riceva il meritato premio e la malvagità il giusto castigo. Se come giuristi vogliamo pubblicamente riconoscere in te il principio e la fonte di ogni diritto, prima e al di sopra di ogni volontà puramente umana o di ogni ordinamento sociale; come cristiani professiamo la intima relazione e dipendenza tra il diritto e la morale, tra il diritto e la religione, e come figli della Chiesa ammettiamo ed accettiamo il suo supremo magistero e la pienezza di suoi sacri diritti. Signore ! In questo secolo tormentato, che sembra avanzare nei sentieri della storia come un cieco, che non sa ove porre il piede per sentirsi sicuro, ma pur anela alla luce e alla vita; ricorriamo a te pieni di fiducia ed imploriamo la forza di cooperare all'equilibrio, alla tranquillità e alla pace del mondo, lavorando alla diffusione del diritto e della giustizia: in guisa che, partendo dalle norme puramente umane, sappiamo salire ed elevarci sino a te, per ridiscendere poi con più ardente brama che finalmente regni sulla terra la tua volontà e la tua legge, che regni tu stesso, o Signore, come trionfi e regni nel più alto dei cieli e regnerai sempre per tutti i secoli dei secoli. Così sia !

Die 2k Maii 1955 Ssmus D. N. Pius div. Prov. Pp. XII benigne tribuere dignatus est Indulgentiam partialem quingentorum dierum a iuris peritis saltem corde contrito lucrandam, quoties supra relatam orationem devote recitaverint. Contrariis non obstantibus quibuslibet.

N.

Card.

Canali,

Paenitentiarius Maior S. Luzio, Regens

L. © S,

424

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

SACRA ROMANA ROTA

Citatio edictalis
S. G A L L I
NULLITATIS MATRIMONII (FREY-MÜLLER)

Cum ignoretur locus actualis commorationis Domini Aemilii Müller, in causa conventi, (olim degentis in « Kantonale Strafanstalt, St. Gallen-Helvetia » ) , eundem citamus ad comparendum, sive per se sive per procuratorem legitime constitutum, in Sede Tribunalis Sacrae Romanae Rotae (Roma, Palazzo della Cancelleria) die 29 Iulii 1955, hora undecima ad concordandum de dubio disputando, vel infrascripto subscribendum et ad diem designandam, qua habebitur turnus Rotalis pro causae definitione. An constet ole nullitate matrimonii, in casu. Ordinarii locorum, parochi, sacerdotes et fideles quicumque notitiam habentes de loco commorationis praedicti domini Aemilii Müller curare debent, ut de hac edictali citatione ipse moneatur. * Dinus Staffa, Ponens Ex Cancellaria Tribunalis S. R. Rotae, die 13 Maii 1955. E. Fiore, Notarius * Etant inconnu le lieu de la demeure actuelle de Mr Emile Müller défendeur en cette cause, nous le citons à comparaître, par propre personne ou par un procureur légitimement constitué, au siège du Tribunal de la S. Rote Romaine (Roma, Palazzo della Cancelleria) le 29 juillet 1955, à 11 heures, pour concorder ou souscrire le doute ci-dessous rapporté, et fixer le jour de la décision de la cause devant la Rote. Gonste-t-il oie la nullité du mariage dans le cas? Les Ordinaires des lieux, les curés, les prêtres, les fidèles ayant connaissance du lieu de la résidence du dit Mr Emile Müller devront, dans la mesure du possible, l'avertir de la présente citation.

Diarium

Romanae

Curiae

425

DIARIUM ROMANAE CURIAE
S E G R E T E R I A DI STATO
NOMINE Con Brevi Apostolici, il Santo Padre Pio XII, felicemente regnante, si è degnato di nominare : 27 settembre 1954. S. E. Revma Monsig. Sigismondi Pietro, Arcivescovo tit. di Neapoli di Pisidia, Segretario della Sacra Congregazione de Propaganda Fide. 19 ottobre » S. E. Revma Monsig. Pignedoli Sergio, Arcivescovo tit. d'Iconio, Nunzio Apostolico nella Repubblica del Venezuela. 15 novembre » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Cicognani Gaetano, Protettore delle « Hermanitas de los Pobres de Maiquetia (Caracas). 11 gennaio 1955. L'Emo e Revmo Signor Cardinale Aloisi Masella Benedetto, Protettore delle « Piccole Missionarie di Maria Immacolata » di San José dos Campos (Brasile). » » » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Cicognani Gaetano, Protettore delle «Serve del SSmo Sacramento » (Caracas). 21 » » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Micara Clemente, Protettore delle « Figlie del Calvario » (Città del Messico). 18 febbraio » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Cicognani Gaetano, Protettore dell'Arciconfraternita dei SS. Giovanni Evangelista e Petronio dei Bolognesi (Roma). 24 » » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Cicognani Gaetano, Protettore delle Figlie di Maria Religiose Scolopie du Figueras (Barcellona). 25 » » L'Elmo e Revmo Signor Cardinale Siri Giuseppe, Protettore delle Suore Oblate di San Luigi Gonzaga (Alba). 2 marzo » S. E. Revma Monsig. De Jonghe D'Ardoye Giorgio, Arcivescovo tit. di Mistia, Internunzio Apostolico in Egitto. » » » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Aloisi Masella Benedetto, Protettore delle Suore Benedettine della Divina Provvidenza di Voghera (Tortona).

426

Acta

Apostolicae

Sedis

-

Commentarium

Officiale

21

marzo

1

aprile

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2

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5

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1955. L'Emo e Revmo Signor Cardinale Pizzardo Giuseppe, Protettore del Collegio Lituano « San Casimiro »,(Roma). » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Valeri Valerio, Protettore delle Suore della Carità dell'Hôtel-Dieu (San Giacinto). » L'Emo e Revmo Signor Cardinale Valeri Valerio, Protettore delle Suore Grigie di Santa Elisabetta a Reinbek-Amburgo (Osnabrück). » L'Elmo e Revmo Signor Cardinale Ottaviani Alfredo, Protettore delle Suore Francescane Angeline (Torino). » S. E. il sig. prof. Herbert Best Charles, di Toronto (Canada), Docente di Endocrinologia, Socio della Pontificia Accademia delle Scienze. » S. E. il sig. prof. Brück Hermann Alexander, di Dublino (Irlanda) Docente di Astronomia, Socio della medesima Accademia. » S. É. il sig. prof. De Karman Theodore, di Pasadena, Cal. (U. S. A.), Docente di Aerodinamica, Socio della medesima Accademia. * » S. E. il sig. prof. Garcia Otero Cesar Julio, di Montevideo (Uruguay), Docente di Biologia, Socio della medesima Accademia. » S. E. il sig. prof. Hahn Otto, di Gottinga (Germania;, Docente di Fisica, Socio della medesima Accademia. » S. E. il sig. prof. Heisenberg Werner Karl, di Gottinga (Germania), Docente di Fisica, Socio della medesima Accademia. » S. E. il sig. Hess Walter Rudolf, di Zurigo (Svizzera), Docente di Fisiologia, Socio della medesima Accademia. » S. E. il sig. prof. Julia Gaston, di Parigi (Francia), Docente di Matematica, Socio della medesima Accademia. » S. E. il sig. prof. ìsTiehans Paul, di Vevey (Svizzera), Docente di Terapia cellulare, Socio della medesima Accademia. » S. E. il sig. prof. Tiselius Arne, di Upsala (Svezia), Docente di Biochimica, Socio della medesima Accademia. » S. E. il sig. prof. Virtanen Arturi J.y di Helsinki (Finlandia), Docente di Chimica, Socio della medesima Accademia. » S. E. il sig. prof. Von Laue Max, di Gottinga (Germania), Docente di Cristallografia, Socio della medesima Accademia. » S. E. il sig. prof. De Broglie Louis, di Parigi (Francia)

Diarium

Romanae

Curiae

427

5 29 5 11

Docente di Fisica, Socio della medesima Accademia. aprile 1955. S. E. il sig. prof. Weyl Hermann, di Zurigo (Svizzera), Docente di Fisica Matematica, Socio della medesima Accademia. » » L'Illmo e Revmo Monsig. Trezzi Giuseppe, Prelato Votante Soprannumerario del Supremo Tribunale della Segnatura-Apostolica. maggio » Il Revmo Padre