SECAGEM DE MATERIAL VEGETAL EM FORNO DE MICROONDAS PARA DETERMINAÇÃO DE MATÉRIA SECA E ANÁLISES QUÍMICAS

LINDAMIR HERNANDEZ PASTORINI1 MARCOS ANTONIO BACARIN 2 CLAUDETE MIRANDA ABREU3
RESUMO – Conduziu-se este experimento visando à determinação da matéria seca e análises químicas de material vegetal seco em forno de microondas. Foram utilizadas plantas de feijão e milho coletadas após 30 dias de semeadura. O material vegetal foi seccionado em folhas, caule e raiz para feijão, e folhas, colmo e raiz para milho. Parte desse material foi colocada em estufa de ar forçado a 70ºC por 72 horas e a outra m etade foi colocada em placas de Petri e secas em forno de microondas em potência média. Após a secagem do material vegetal, foram realizadas análises para a quantificação dos teores de amido, açúcares redutores, carboidratos solúveis totais e aminoácidos. Em geral, verificou-se que em forno de microondas o material vegetal foi seco entre 3 a 4 minutos, e em estufa, após 48 horas, os valores permaneceram constantes. Não foram observadas diferenças significativas entre a matéria seca de plantas de milho e feijão secas em forno de microondas e em estufa. Em geral, verificou-se o efeito da secagem nas análises químicas, e o material seco em microondas apresentou maior teor de açúcares redutores, carboidratos solúveis totais, aminoácidos e amido.

TERMOS PARA INDEXAÇÃO: Estufa, microondas, secagem, análises químicas.

DRY MATTER AND CHEMICAL ANALYSIS IN PLANT MATERIAL DRIED IN MICROWAVE OVEN
ABSTRACT – Plants of bean and maize were colleted 30 days after sowing. The plant material was separate in leaf, stem and root for both species. Then, half of this organs was placed in forced-drought oven to 70°C by 72 hours and other half was placed in plate and dried in microwave oven at mean power. The plant material was dried, until constant mass, in 3 or 4 minutes under microwave oven, whereas a time of 48 h was required in stove. There was not observed significant difference between the dry matter of plants of maize and bean using microwave or forced-draught oven. In general, there was an effect of drying in chemical analysis showing a higher content of reducing sugars, total soluble carbohydrates, starch and amino acid in the dry matter obtained under microwave oven.

INDEX TERMS: Forced-draught oven, microwave, drying, analysis chemical.

INTRODUÇÃO A secagem de material vegetal é necessária para evitar a degradação e alterações químicas dos tecidos durante o armazenamento, além de ser necessária para determinação da matéria seca. Essencialmente, dois métodos são usados para a secagem de tecidos vegetais, secagem em estufa de ar

forçado e liofilização. A liofilização mantém a maioria das propriedades bioquímicas do tecido vegetal, mas tem a desvantagem de ser um procedimento que requer equipamento dispendioso. A secagem em estufa tem a desvantagem de que mudanças bioquímicas podem ocorrer no material e ter sua composição alterada, se comparado ao material fresco.

1. Biólogo, MSc. Fisiologia Vegetal, Departamento de Botânica, UFPel, Campus Universitário – 96010-900 – Pelotas, RS. 2. Engenheiro Agrônomo, Professor, Dr., Departamento de Botânica, UFPel.

1999). são facilmente infestadas por insetos e microorganismos. RS. Em intervalos regulares de 1 minuto. extratos aquosos. que contém alto teor de amido e proteína. após a emergência das plântulas. O procedimento para determinação do teor de aminoácidos solúveis totais ocorreu por reação colorimétrica com ninhidrina. 1956). A seguir. A substituição da liofilização pela secagem em forno de microondas de material vegetal foi sugerido. amostras de tecidos vegetais foram armazenadas em etanol 80% para determinações bioquímicas. Esses materiais. macerado e centrifugado a 3000 rpm por 5 minutos. Ciênc. nitrogênio total e glicinobetaina em Ananas comunus. foi adicionada solução nutritiva de Hoagland & Arnon (1938) na quantidade de 50 mL por vaso. p. a fim de que se possa obter uma alternativa mais rápida para secagem de material vegetal. Lavras. Bollons & Barraclough (1997) extraíram fósforo inorgânico (Pi) de folhas de Triticum aestivum L. utilizando o método de secagem em microondas. (1996) determinaram compostos orgânicos. havendo preservação dos níveis de Pi. o extrato foi dividido em duas partes que foram submetidas à evaporação por dois métodos distintos (placa aquecedora a ± 145°C e forno microondas). Professora do Departamento de Ciências Morfobiológicas.6. a determinação dos teores de amido ocorreu segundo McDready et al. comparado ao tecido fresco. o que foi observado por Das-LDV (1996). resultando em melhor aparência e qualidade do produto. e Zea mays L. quando secos em microondas. Semanalmente. a quantidade e qualidade de proteínas não foram afetadas. A secagem foi realizada até o m omento em que não houve alteração na massa seca do material vegetal. tem-se por objetivo comparar análises químicas do material seco de plantas de Phaseolus vulgaris L. a fim de evitar a fixação na superfície da placa. Com o resíduo final da centrifugação. foi coletado o material vegetal e seccionado em folhas. para obtenção do extrato que continha os compostos bioquímicos solúveis (carboidratos e aminoácidos). por Marur & Sodek (1995).26. inicialmente. O material armazenado foi.. caule e raiz para feijão e folhas. como açúcares. 5 minutos. entretanto. Aos 30 dias após a semeadura.. A utilização do forno de microondas mostrou ser o método mais eficaz para a determinação do conteúdo hídrico em diferentes culturas. sem influenciar na composição química do material seco (Horsten et al. (1950) e os teores de açúcares redutores foram determinados de acordo com o método de Somogy-Nelson (Nelson. Fisiologia Vegetal. os quais verificaram que o tempo de secagem pode interferir na germinação. MATERIAL E MÉTODOS Sementes de feijão e milho foram colocadas para germinar em vasos com capacidade de 3 L. n. Rio Grande. O uso de forno de microondas para estimação do peso seco foliar sem alteração do conteúdo de nitrogênio por unidade de peso seco em arroz foi relatado por Peng et al. verificando que os resultados obtidos foram semelhantes aos determinados no material seco por congelamento. Avicennia germinans e Acer pseudoplatanus.1253 3. As irrigações. O microondas utilizado foi da marca CCE. o que reduz seu valor e durabilidade. A quantificação de carboidratos solúveis totais realizou-se por reação com antrona (Clegg. Com o presente trabalho. foram determinados teores de amido pela reação de antrona (Clegg. FURG. Obtida a massa seca pelo dois métodos de secagem.. o material vegetal seco em forno de microondas foi desprendido da placa de Petri com uma espátula. Partes de plantas.. como colmos de bambu. Parte do material vegetal foi colocada em estufa de ar forçado a 70ºC. 1994). potência nominal de 900W e freqüência de operação de 2450 Mhz. 2002 . em estufa com ar forçado e forno de microondas. a partir de material seco em microondas. açúcares redutores e aminoácidos. Popp et al. 1944 e Hodge & Hofreiter. (1992). de acordo com a metodologia de Nelson (Bruening et al. entre outros. contendo areia lavada.. aminoácidos. 1956). Conkerton et al.1970). apresentaram melhor conservação da cor verde e durabilidade do que aquelas secos em estufa (Chang et al. utilizou-se o nível 5 ou 50% da capacidade do micrrondas. Análises sobre o efeito da secagem de sementes em microondas com relação ao teor de umidade e germinação foram realizadas por Martinez & Vidal (1988). A outra metade do material foi colocada em placas de Petri e secos em forno de microondas em potência média..1252-1258. obtendo-se. agrotec. colmo e raiz para milho. A utilização do microondas reduz o tempo de secagem e a contaminação bacteriana. quando necessárias. MSc. Da mesma forma. em geral./dez. 1962). (1991) e Shivhare et al. V. ou seja. nov. Biólogo. (1994). dessa forma. sendo pesada em intervalos de 24 horas. nos quais foram determinados os teores de carboidratos solúveis totais. foram realizadas com água de torneira..

pois verificou-se a combustão desse material vegetal. após análise de variância. foram verificadas apenas diferenças significativas para o teor de amido em folhas de feijão (Tabela 1). se devam à hidrólise de sacarose e proteína.1254 O experimento foi realizado em um delineamento inteiramente casualizado. observando uma redução da ordem de aproximadamente 50% quando na secagem em microondas. 2002 . açúcares redutores e aminoácidos.. Lavras. após 48 horas. 3). sob essa condição de secagem.26. RESULTADOS E DISCUSSÃO Verificou-se que em forno de microondas o material vegetal foi seco entre 3 a 4 minutos (Fig. 3 e 4).54 NS 12. não foram encontradas diferenças significativas entre os tipos de secagem do material vegetal sobre os teores de carboidratos solúveis totais. verificou-se o efeito do tipo de secagem sobre os teores de açúcares redutores e aminoácidos. açúcares redutores e aminoácidos. portanto. e para os teores de carboidratos solúveis totais. foi analisado apenas o efeito do tipo de secagem para obtenção de massa seca. e as médias comparadas. considerando o tipo de secagem para obtenção da matéria seca. Para as espécies e partes de plantas analisadas.06 a 21. tanto de feijão quanto de milho. induzida pelo uso da estufa. foram observados no material seco em estufa (Tabela 2). e os maiores teores.91 14. Dessa forma. 30 mg de amido. Peng (1994) verificou que a secagem em estufa a 70ºC por três dias não removeu completamente a umidade em folhas de arroz quando comparada à secagem em forno de microondas. V. os resultados foram analisados apenas para os efeitos do tipo de secagem para obtenção de massa seca. pelo teste de Tukey.1252-1258. não foram encontradas diferenças significativas entre o material seco em estufa e em forno de microondas. Em folhas de feijão. elevando os teores de açúcares redutores e de aminoácidos./dez. r ecomendada a utilização do forno de microondas para a obtenção de matéria seca de caule. Não foi possível obter a massa seca do caule.34 25. Tanto para feijão quanto para milho não foi observado efeito do tipo de evaporação (microondas ou placa aquecedora) no que se refere aos teores de carboidratos solúveis totais. de ambos os compostos. Em relação aos teores de carboidratos solúveis totais. agrotec. ao passo que em folhas de m ilho. TABELA 1 – Teor de amido em folhas e raízes de feijão e milho. não ocorrendo alterações na massa seca do material vegetal. E em estufa. 06 mg de amido.g -1 MS). com a secagem em forno de microondas.76 17. Para as raízes de feijão (Tabela 2). 1 e 2).82 28.36 18.4). secas em estufa. Porém. indicando a possibilidade do uso do forno de microondas para obtenção do extrato aquoso para determinações desses compostos. não se observaram-se alterações significativas na massa seca do material vegetal (Fig. e o material seco em microondas (28. analisaram-se os efeitos da secagem e evaporação dentro de cada espécie avaliada. nov. folhas e raízes de feijão. pelo teste de Tukey.6. talvez. Entretanto. Para os teores de amido. O mesmo fato foi observado por Marur & Sodek (1994). em folhas de feijão.g -1 MS) apresentou maior teor de amido que os teores determinados após a s ecagem em estufa (16.. foi observada maior perda nas primeiras 48 horas (Fig. permanecendo constantes os valores de massa seca após esse período.30 b 22. açúcares redutores e aminoácidos. p. não sendo. apresentaram grande perda da umidade em 24 horas de secagem (Fig. que observaram que os maiores teores de açúcares redutores e de aminoácidos encontrados no material seco em estufa.17 Espécie Feijão Tipo de Secagem Estufa Microondas F Estufa Microondas Milho Ciênc. n. Amido mg de amido g -1 massa seca Folha Raiz * 16. Não foram observadas diferenças significativas entre a massa seca de plantas de milho e feijão secas em forno de microondas e em estufa.

1255 F NS NS * Médias seguidas de letras iguais não diferem entre si. pelo teste de Tukey. nov. a 5%.1252-1258./dez.26. agrotec. 2002 . n. Lavras. 60 PORCENTAGEM 40 20 0 1 2 3 4 5 MINUTOS DE SECAGEM Ciênc. V. na coluna para o tipo de secagem. NS: teste F não-significativo... 60 PORCENTAGEM 40 20 0 1 2 3 4 5 MINUTOS DE SECAGEM FIGURA 1 – Porcentagem de perda de matéria seca de folhas (¢ ) e raízes (£ ) de feijão secas em forno de microondas.6. p.

1252-1258. nov. agrotec. 20 PORCENTAGEM 15 10 5 0 24 48 72 HORAS DE SECAGEM FIGURA 3 – Porcentagem de perda de matéria seca de folhas (¢ ) e raízes (£ ) de feijão secas em estufa.. 2002 ./dez. 40 PORCENTAGEM 30 20 10 0 24 48 72 HORAS DE SECAGEM Ciênc.26.1256 FIGURA 2 – Porcentagem de perda de matéria seca de folhas (¢ ) e raízes (£ ) de milho secas em forno de microondas. Lavras.. V. p. n.6.

64 82.29 * Média 29.04 32.08 Média 31.35 Açúcares Re. Marur & Sodek (1994) recomendam que para a análise de carboidratos e aminoácidos livres seja utilizado material obtido da secagem em microondas.27 3.13 3.11 2. milho e feijão.11 95. sendo os maiores valores obtidos no material seco em microondas. Tipo de Secagem pa.nmol de aa.79 NS * Médias seguidas de letras iguais não diferem entre si.06 29.54 52. Carboidratos Solúveis Totais mg glicose./dez.27 36. n.25 5.65 a 4.78 2. verifica-se que há maior preservação do material vegetal seco em forno de m icroondas.g -1 masmassa seca sa seca sa seca Folha Raiz Folha Raiz Folha Raiz Microondas Microondas 26.88 38. Desse modo.g -1 massa seca massa seca Folha Raiz Folha Raiz 1. Em folhas de milho (Tabela 3). açúcares redutores e aminoácidos em folhas e raízes de feijão. açúcares redutores e aminoácidos em folhas e raízes de milho.55 Placa 32. V.92 Estufa Microondas 30.Aminoácidos Sodutores lúveis Totais mg glicose.57 73. pois na secagem em estufa.82 105.44 2. Carboidratos Solúveis Aminoácidos Solúveis Açúcares Redutores Totais Totais mg glicose.6. agrotec.. como amido e carboidratos solúveis totais no material obtido da secagem em forno de microondas.26.60 7.18 4.g -1 mg glicose. Lavras.27 47.Tipo de Era Obtenção de Mas. ocorreu efeito da secagem apenas sobre os teores de carboidratos solúveis totais.95 b 69. pois há a tendência de maiores teores de compostos orgânicos.08 26.40 6.g -1 massa seca Folha Raiz 18. sendo encontrados os maiores valores no material seco em microondas (Tabela 3).08 6.41 86. de acordo com o tipo de secagem e evaporação do extrato.15 57.28 55. observam-se várias alterações. em raízes de milho.16 5.97 Placa 32.44 b 5..69 35. de acordo com o tipo de secagem e evaporação do extrato.21 NS 16. NS: teste F não-significativo. Entretanto. sendo os maiores efeitos sobre os níveis de sacarose e açúcares redutores em folhas de algodão. TABELA 2 – Teor de carboidratos solúveis totais. Considerando os teores de açúcares redutores e aminoácidos em folhas de milho.02 F NS NS 24.21 56.vaporação do sa Seca Extrato TABELA 3 – Teor de carboidratos solúveis totais. p.g -1 nmol de aa.76 33. não foram observadas diferenças significativas entre os tipos de secagem para obtenção de massa seca.64 28.g -1 mas. 2002 .39 a 64. nov.43 Tipo de Secagem para Obtenção de Massa Seca Microondas Tipo de Evaporação do Extrato Microondas Ciênc.1257 FIGURA 4 – Porcentagem de perda de matéria seca de folhas (¢ ) e raízes (£ ) de milho secas em estufa. observa-se o efeito da secagem sobre os teores de carboidratos solúveis totais. na coluna para o tipo de secagem. pelo teste de Tukey a 5%. açúcares redutores e aminoácidos.39 37.1252-1258.

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