You are on page 1of 55

FCO

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste
Programação para 2011
2ª Edição – Julho de 2011 – Atualizada até 20.07.2011 Aprovada pela Resolução Condel/FCO n.° 410, de 14.1 2.2010, e alterada pelas Resoluções Condel/FCO n.º 413 a 429, de 2011.

Administradores
Ministério da Integração Nacional Conselho Deliberativo do Fundo – Condel/FCO Banco do Brasil

Índice

Título I – Introdução Título II – Programação Orçamentária Título III – Condições Gerais de Financiamento Título IV – Programa de FCO Empresarial de Apoio aos Empreendedores Individuais – EI e às Micro e Pequenas Empresas – MPE
Subtítulo I – Condições de Financiamento Subtítulo II – Linhas de Financiamento

3 5 8 13
13 15

Título V – Programa de FCO Empresarial para Médias e Grandes Empresas – MGE
Subtítulo I – Condições de Financiamento Subtítulo II – Linhas de Financiamento

19
19 21

Título VI – Programa de FCO Rural
Subtítulo I – Condições de Financiamento Subtítulo II – Linhas de Financiamento

25
25 29

Título VII – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf Título VIII – Programas de FCO para Repasse
Subtítulo I – Programa de FCO Empresarial para Repasse Subtítulo II – Programa de FCO Rural para Repasse

40 41
41 42

Anexo I – Modelo de Carta-Consulta Anexo II – Tipologia dos Municípios definida pelo Ministério da Integração Nacional Anexo III – Municípios da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno – RIDE Anexo IV – Municípios da Mesorregião de Águas Emendadas Anexo V – Municípios da Faixa de Fronteira

43 45 53 54 55

2

Título I – Introdução
Apresentação O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste – FCO foi criado pela Lei n.° 7.827, de 27.09.1989, que regulamentou o art. 159, inciso I, alínea “c”, da Constituição Federal, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento econômico e social da Região, mediante a execução de programas de financiamento aos setores produtivos. A Programação do FCO para 2011 foi elaborada pelo Banco do Brasil e aprovada pelo Conselho Deliberativo do Fundo – Condel/FCO, em consonância com as diretrizes estabelecidas no art. 3° da Lei n.° 7.827; as diretrizes e as orientações ge rais estabelecidas pelo Ministério da Integração Nacional (Portaria n.° 571, de 12.07.2010, publicad a no DOU de 13.07.2010); as diretrizes e as prioridades estabelecidas pelo Conselho Deliberativo do Fundo – Condel/FCO (Resolução n.° 406, de 31.08.2010, publicada no DOU de 22.09.2010), a Política Nacional de Desenvolvimento Regional – PNDR; o Plano de Desenvolvimento do Centro-Oeste – PDCO; e as contribuições dos Conselhos de Desenvolvimento dos Estados e do Distrito Federal – CDE. Com a Programação para 2011, o BB renova o propósito de apoiar os investimentos dos setores produtivos e, assim, contribuir para o crescimento econômico e o desenvolvimento social da Região Centro-Oeste. Prioridades Para efeito da aplicação dos recursos do FCO, serão consideradas prioritárias as atividades assim estabelecidas pelo Ministério da Integração Nacional – MI, com base nas sugestões das Unidades Federativas, e aprovadas pelo Conselho Deliberativo do Fundo – Condel/FCO (Resolução n.° 406, de 31.08.2010, publicada no DOU de 22.09.2010), conforme relacionadas a seguir: a) Prioridades Gerais: projetos de apoio à agricultura familiar, incluídos os beneficiários da Política de Reforma Agrária, aos mini e pequenos produtores rurais e às micro e pequenas empresas, suas cooperativas e associações; projetos com alto grau de geração de emprego e renda e/ou da economia solidária que contribuam para a dinamização do mercado local; projetos voltados para a preservação e recuperação do meio ambiente, em especial, para reflorestamento/recomposição de matas ciliares e recuperação de áreas degradadas; e projetos que utilizam tecnologias inovadoras e/ou contribuam para a geração e difusão de novas tecnologias nos setores empresarial e agropecuário. Prioridades Setoriais: projetos voltados para a industrialização e/ou beneficiamento de matérias-primas, commodities e produtos primários produzidos na Região; turismo em suas diversas modalidades, especialmente os projetos para implantação, expansão e modernização de empreendimentos turísticos nas cidades-sedes da Copa do Mundo de Futebol de 2014 e áreas de influência; projetos dos setores previstos nas Linhas de Financiamento de Infraestrutura Econômica para MPE e para MGE; recursos naturais: recuperação de áreas degradadas e em degradação, no conceito de microbacias hidrográficas; conservação e correção do solo; recuperação, renovação e manejo de pastagens; projetos agropecuários de produção integrada (aviários e outros); projetos de exploração de culturas permanentes e de florestamento e reflorestamento; empreendimentos dos setores de saúde, indústrias gráficas e de Tecnologia da Informação e Comunicação; projetos de integração lavoura-pecuária-floresta e de sistemas agroflorestais; e projetos de integração agroindustrial.

b)

3

Título I – Introdução
c) Prioridades Espaciais: projetos que contribuam para a redução das desigualdades regionais, sobretudo os estruturantes e os vinculados a arranjos produtivos locais, nas seguintes áreas: 1) de menor nível de desenvolvimento, com indicadores sociais e econômicos abaixo da média da Região, segundo os critérios da PNDR; 2) de fronteiras com países limítrofes, vulneráveis do ponto de vista econômico, social e ambiental, em especial na cidade de Ponta Porã (MS); 3) estagnadas ou com problemas de declínio das atividades econômicas; e 4) potencialmente dinâmicas ou com vantagens potenciais inexploradas. financiamentos de projetos localizados na Mesorregião de Águas Emendadas e na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno – RIDE, exceto os municípios localizados no Estado de Minas Gerais, que não são beneficiários dos recursos do FCO.

Programas de Financiamento A Programação está segmentada por setores produtivos (empresarial e rural), sendo os recursos aplicados no âmbito dos seguintes programas: a) b) c) d) e) f) Programa de FCO Empresarial de Apoio aos Empreendedores Individuais – EI e às Micro e Pequenas Empresas – MPE; Programa de FCO Empresarial para Médias e Grandes Empresas – MGE; Programa de FCO Rural; Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf; Programa de FCO Empresarial para Repasse; e Programa de FCO Rural para Repasse.

O Banco do Brasil está à disposição dos interessados para quaisquer informações sobre os programas de financiamento do FCO. Os endereços e os telefones de suas agências podem ser obtidos no site www.bb.com.br. O Ministério da Integração Nacional e o Banco do Brasil manterão atualizada em seus sites (www.mi.gov.br e www.bb.com.br) a presente Programação.

4

Título II – Programação Orçamentária
Origem dos Recursos De acordo com o disposto no art. 6° da Lei n.° 7.82 7, de 27.09.1989, as principais fontes de recursos do FCO correspondem aos repasses do Tesouro Nacional, provenientes da arrecadação do IR e do IPI, aos retornos e resultados das suas aplicações e ao resultado da remuneração dos recursos momentaneamente não aplicados. Para a execução orçamentária do exercício de 2011 está previsto o montante de R$ 4.797,3 milhões, com origem nas fontes a seguir discriminadas: Recursos previstos para 2011 (R$ milhões)
Origem de Recursos (1) Repasses do Tesouro Nacional Retornos de Financiamentos (2) Resultado Operacional (3) Disponibilidades ao final do Exercício Anterior (4) Recursos comprometidos com parcelas a liberar de operações contratadas em exercícios anteriores Total Valor 1.762,5 2.444,2 103,7 879,0 (392,1) 4.797,3

Notas: (1) O valor dos repasses do Tesouro Nacional corresponde à projeção da Secretaria do Tesouro Nacional. (2) O resultado operacional refere-se à previsão de receitas e despesas do Fundo para o exercício. (3) Corresponde ao somatório das disponibilidades existentes nos orçamentos das Unidades Federativas em 31.12.2010. (4) Os recursos comprometidos referem-se às parcelas de operações contratadas em exercícios anteriores, ainda pendentes de liberação.

5

A partir do segundo trimestre. em cada Unidade Federativa. A assistência para a Linha de Financiamento de Desenvolvimento dos Setores Comercial e de Serviços fica limitada a 20% dos recursos previstos para o exercício de 2011. fica limitada. No âmbito de cada instituição operadora dos Programas de FCO para Repasse. definidos pelos Conselhos de Desenvolvimento dos Estados – CDE. e de aquisição de insumos e/ou matéria-prima e formação de estoques para vendas. II. excetuados a Linha de Financiamento de Conservação da Natureza e o Pronaf. a assistência para a Linha de Financiamento de Desenvolvimento dos Setores Comercial e de Serviços fica limitada a 20% do saldo disponível no exercício do limite de crédito deferido pelo Banco do Brasil para a instituição.50 14.80 GO 29. nas Linhas de Financiamento do Programa de FCO Empresarial para MGE. 6 . multiplicada por nove.50 MS 23. Para o primeiro trimestre do ano.00 15. FCO Rural: em cada Unidade Federativa. A assistência a médias e grandes empresas para o financiamento de aquisição de insumos e/ou matériaprima e formação de estoques para vendas.00 55. será observado como limite de contratação o valor calculado com base na média mensal das contratações de investimento observadas no período de junho a novembro do ano anterior.70 44. respeitados os percentuais de distribuição por Unidade Federativa.Título II – Programação Orçamentária Distribuição dos Recursos A distribuição percentual dos recursos do FCO previstos para o exercício de 2011 obedecerá aos seguintes critérios: Previsão de alocação dos recursos por UF e setor (%) UF Setor (1) Recursos distribuídos (2) FCO Empresarial (3) FCO Rural Notas: DF 19. respeitado o teto de 30% dos recursos previstos para o exercício. será observado como limite de contratação três vezes o valor acumulado dos investimentos contratados no exercício. em cada Unidade Federativa. nas Linhas de Financiamento do FCO Rural. nas Linhas de Financiamento do FCO Empresarial. os recursos serão distribuídos no âmbito das Linhas de Financiamento do FCO Empresarial. Os percentuais de distribuição entre os setores rural e empresarial. de acordo com a demanda que efetivamente se verificar. III.50 MT 29. A assistência aos empreendedores individuais e mini/micro e pequenos tomadores de financiamento de custeio. os recursos serão distribuídos no âmbito das Linhas de Financiamento do FCO Rural. respeitados os percentuais de distribuição por Unidade Federativa.00 11.50 14. DF 80% 20% 100% GO 50% 50% 100% MT 50% 50% 100% MS 50% 50% 100% (5) (6) As informações de que tratam as observações I e II serão inseridas mensalmente no Caderno de Informações Gerenciais. fica limitada a 5% dos recursos previstos para o exercício. são os seguintes: UF Setor FCO Empresarial FCO Rural Total IV.00 14.00 14. b) (2) (3) (4) FCO Empresarial: em cada Unidade Federativa.50 Região 100. a três vezes o montante contratado de financiamentos de investimentos com esse segmento de empreendedores individuais e mini/micro e pequenos tomadores.30 (1) Recursos distribuídos: a) os recursos previstos para o FCO Rural e FCO Empresarial poderão ser remanejados no âmbito da Unidade Federativa.50 11. os recursos distribuídos para o Distrito Federal serão aplicados na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno – RIDE (exceto nos municípios localizados no Estado de Minas Gerais). dando-se ciência à Secretaria Executiva.20 3. Observações: I.

688.636. publicada no DOU de 22.69 68.323.383.198.360.001.518.146.886.36 35.545.21 4.955.847.608.856.486.19 89.903.12 2.857.29 141.759.975.52 121.288.807.29 270.10 91.148.705.88 695.350.046.º 406.289.903.85 196.518.851.2010).243. (6) A estimativa de repasse de recursos a outras instituições é de 7% dos recursos previstos para o exercício de 2011.362.754.45 1.351.368.562.309.891.644.487.336.76 1.470.95 53.658.38 17.55 35.83 281.42 212.945.18 28.041.22 14.327.36 258.09 200.42 212.471.470.93 354.948.69 959.903.27 91.51 278.2010.876.606.959.606.169. até o percentual estabelecido pelo art.930.05 681.671.948.327.40 390.565.350. 7º da Lei n.167.946.544.751. (4) A previsão de aplicação na Mesorregião de Águas Emendadas.56 27.759.89 98.851.78 1.470.855.039.07.973.418.680.037.288.18 151.857.79 53.2010) e os percentuais de distribuição por setor/linha definidos por cada Unidade Federativa.213.617.74 69.00 FCO Empresarial Industrial Infra-Estrutura Turismo Comércio e Serviços FCO Rural Total 357.969.613.75 206.69 695.168.35 91.125.58 740.103.169.65 325.34 155.91 2.139.591.562.116.116.023.49 174.692.105.68 89.901.413.847.482.328.383.384.05 340.79 106.756.10 681.061.964. Micro e Pequenos Tomadores 371.213.288.3 milhões em financiamentos aos setores produtivos da Região.677.182.58 91.273.45 443.187.672.338. existentes em 30 de setembro de cada ano.42 69.795.606.98 911.16 33.424.702.077.964.606.148.83 281.386.921.27 424.400.891.31 168.360.° 197/2003 e 215/2004.838.557.71 49.928.73 2.797.721.446.393.557.157.482.28 33.475.744.451.675.191.33 340.962. as diretrizes e as prioridades estabelecidas pelo Conselho Deliberativo do Fundo – Condel/FCO (Resolução n.391.484.754.88 695.67 695.841.98 354.945.98 253.694. correspondentes à totalidade de recursos previstos para o período.56 91.00 100.705.69 171.386.931.11 1.57 141.846.694.58 69.351.599.73 68.759.597. de 12.2010.1 milhões.327.84 218.539.243.° 571.807. é de R$ 277.259.78 1.09.45 1.203.089.512.69 91.05 122.88 551.242.07.148. as diretrizes e as orienta ções gerais estabelecidas pelo Ministério da Integração Nacional (Portaria n.797.487.482.91 709.51 220.66 562.227.031.923. respeitado o limite de crédito deferido pelo Banco do Brasil para cada uma delas.487.209.98 512.23 35.964.084.11 1.36 1.563.347.824. publicada no DOU de 13.05 340.37 84.70 833.083.47 37.27 20.182. ouvidos os Estados e o Distrito Federal.67 278. os recursos serão direcionados às linhas de financiamento de acordo com a demanda que efetivamente se verificar.233.588.11.251.595.19 19.21 2. de 10.475.708.97 464.858.719.688.69 446.039.23 369.328.702.66 709.59 51.07 447.65 325.520.613.400.822.351.735.636.53 343.337.393.971.41 22.44 92. serão redistribuídas às Unidades Federativas de acordo com os percentuais definidos na Programação.209.00 Notas: (1) A previsão de aplicação para 2011 foi elaborada considerando-se as disposições das Resoluções Condel/FCO n.482.864.923.855.29 21.07 182.940.838.35 98. Previsão de aplicação de recursos em 2011 (R$) Programas DF GO MT MS Região % FCO Empresarial Industrial Infra-Estrutura Turismo Comércio e Serviços FCO Rural Pronaf-RA e Pronaf Demais Demais Rurais Total Empreendedores Individuais e Mini.759.1995.22 136.213.421.732.59 175.08.213.847.70 278.551.365.36 121.14 110.31 454.296.838.391.901.83 354.41 68.838.421.25 482.01 55.44 Médios e Grandes Tomadores 340.° 9.823.705.482.072.765.427.45 270.901.28 150.325.050.302.627.14 110.670.487. (5) Redistribuição de Recursos: as disponibilidades do Fundo.00 FCO Empresarial Industrial Infra-Estrutura Turismo Comércio e Serviços FCO Rural Pronaf-RA e Pronaf Demais Demais Rurais Total Resumo Geral 729.76 84.975.30 740.896.073. em 2011.Título II – Programação Orçamentária Aplicação dos Recursos Para o exercício de 2011.973.150.296.654.350.456.591.88 551.126.10 28.169. estima-se uma aplicação na ordem de R$ 4.25 540.74 441.677.05 182.978. de 31.964. (2) Os valores previstos em cada Unidade Federativa para o Pronaf – Reforma Agrária serão aplicados de acordo com a demanda apresentada no Programa.75 91. 7 .242.376.00 127.99 44.815.847.991.337.56 175. (3) Observada a limitação legal estabelecida para a Linha de Financiamento de Desenvolvimento dos Setores Comercial e de Serviços.368.83 354.692.457.795.76 1.885.281. respeitados os valores dos projetos aprovados e em fase de contratação.735.351.316.

até o limite de R$ 500. 3) caminhões novos e usados com até 4 anos. terras e terrenos. exclusivamente para efeito de contrapartida de recursos próprios. de Infraestrutura Econômica e de Desenvolvimento dos Setores Comercial e de Serviços – pás carregadeiras. Admite-se considerar. Ficam vedados financiamentos a empresas transportadoras. rolos compactadores e vibro acabadoras. desde que: 1) o empreendimento esteja desativado há mais de 180 dias. até o sexto mês anterior à entrada da proposta no Banco. novos e usados com até 4 anos. 5) na Linha de Financiamento de Desenvolvimento dos Setores Comercial e de Serviços para MPE – ônibus. d) aquisição de: I.000. exceto consultoria em inovação e tecnologia. 8 . c) recuperação de capitais já investidos ou pagamento de dívidas efetivadas antes da apresentação da proposta de financiamento ao Banco. empilhadeiras.00 (um milhão de reais) no setor Rural e de R$ 1. exceto nos segmentos industrial e de turismo (meio de hospedagem). tratores agrícolas.00 (um milhão e quinhentos mil reais) no setor Empresarial. III.00 (quinhentos mil reais) por tomador. cuja matriz esteja sediada no Estado alvo do financiamento. Obs. 2. novos e usados com até 4 anos. vans e outros veículos adequados ao transporte turístico. até o limite de R$ 250 mil por tomador.500.: as empresas beneficiárias devem estar habilitadas perante os órgãos de turismo e/ou de regulação do transporte. e II.: as empresas beneficiárias devem estar habilitadas perante os órgãos de regulação do transporte. pequeno e médio portes. veículos automotores. b) gastos gerais de administração de forma isolada. exceto: 1) na Linha de Financiamento de Desenvolvimento do Turismo Regional – ônibus. exceto às de micro. isotérmicos ou graneleiros. se referirem a itens financiáveis integrantes do orçamento vinculado ao projeto. podendo ser elevado a até R$ 500 mil no caso de veículos movidos a biocombustível ou outra fonte renovável.000. 2) nas Linhas de Financiamento de Desenvolvimento Industrial. compreendendo o Distrito Federal e os Estados de Goiás. unidades já construídas ou em construção.000. ÁREA DE ATUAÇÃO: Região Centro-Oeste. associados a projetos e limitado a uma operação por beneficiário a critério dos Estados e do Distrito Federal.Título III – Condições Gerais de Financiamento 1. RESTRIÇÕES: 2. 2) o projeto não tenha sido financiado anteriormente. retroescavadeiras. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.000. vans e outros veículos adequados ao transporte escolar. tratores. Obs. inclusive frigoríficos. implementos e equipamentos associados.1. pulverizadores autopropelidos. ITENS NÃO FINANCIÁVEIS: não constitui objetivo do FCO financiar: a) encargos financeiros. até o limite por tomador de R$ 1. II. colheitadeiras. 4) nas Linhas de Financiamento do FCO Rural. motoniveladoras. tiverem sido efetuados e pagos. comprovadamente. os gastos ou compromissos que: I.

exceto os financiamentos destinados a: I. ultraleve. mini e pequenos produtores rurais. exceto nos casos em que o produtor rural detiver a outorga da Agência Nacional de Águas ou da autoridade competente. II. pista de pouso. hotel-residência (apart-hotel) e boate. seja o projeto considerado prioritário e de relevante interesse para o desenvolvimento da região em que está localizado. loteamento. venda. médios e grandes produtores rurais enquadrados em Programas e Projetos Oficiais de controle sanitário. 3) 4) e) f) g) h) i) j) k) l) 2. salvo se incorporados a empreendimentos turísticos já existentes ou a novos projetos turísticos. tais como: sede própria. c) intermediação financeira. jet-ski. g) produção e comercialização de armas. b) cerâmicas. e 5) seja subtraído do preço final dos bens a serem adquiridos o valor relativo ao terreno onde se localiza o empreendimento. incorporação. i) comercialização de fumo. em especial no caso de equídeos contaminados pela Anemia Infecciosa Equina . de padrão novilho precoce. com área superior a 100m2. máquinas e equipamentos. exceto aviões de fabricação nacional para pulverização agrícola.: admite-se o financiamento de: I. lanchas e similares. d) jogos eletrônicos ou de azar de qualquer espécie. e II. f) comercialização de madeiras nativas não contempladas em licenciamento e planos de manejo sustentável. não contempladas em licenciamento e planos de manejo sustentável. pivô central. 9 . exceto quando se tratar: 1) de animais.2. limitado a uma operação por beneficiário.Título III – Condições Gerais de Financiamento o financiamento não se caracterize como recuperação de capital. ATIVIDADES NÃO FINANCIÁVEIS: não constitui objetivo do FCO financiar atividades ou empresas ligadas a: a) produção de gusa a carvão vegetal oriundo de mata nativa. serrarias e outros empreendimentos que utilizem madeiras oriundas de matas nativas. e) sauna. de bovinos. construção de estacionamento rotativo. motocross. a aquisição de bens e serviços de empresa constituída exatamente pelos mesmos sócios da empresa tomadora do financiamento. imóveis destinados à comercialização ou locação. motel. Obs. termas e boate.AIE. instalações. 2) de matrizes ou reprodutores. helicópteros e aviões. em substituição aos animais abatidos e/ou sacrificados. objetivando o uso de recursos hídricos para captação de água. Tais bens e serviços poderão ser admitidos como contrapartida de recursos próprios. empresas voltadas às atividades de compra. asa delta. aviões para empresa aérea regional de transporte regular de passageiros e aviões e helicópteros para empresa de táxi aéreo homologada pela ANAC para transporte de passageiros enfermos. quando contemplar itens relativos ao funcionamento da empresa. barcos de lazer. IV. construção e administração de imóveis. animais de serviços. exclusivamente. construção e/ou reforma de casa sede e de administrador. machos e fêmeas. h) comercialização de bebidas alcoólicas.

É vedada a contratação de financiamento com pessoas físicas ou jurídicas que mantenham ou tenham mantido trabalhadores em condições degradantes de trabalho ou análogas ao trabalho escravo. restaurantes e lojas de materiais esportivos. b) excepcionalmente. observado o disposto na alínea seguinte.° 540. Obs. II. nos moldes sugeridos pelos Conselhos de Desenvolvimento dos Estados e do Distrito Federal – CDE e acordados com o Banco do Brasil. fica dispensado o encaminhamento ao referido Conselho. no caso de financiamento de valor inferior a R$ 100 mil nos Programas do FCO Rural e a R$ 200 mil nos Programas do FCO Empresarial. ao abrigo das Linhas de Financiamento de Desenvolvimento dos Setores Comercial e de Serviços para EI. c) os Conselhos de Desenvolvimento poderão identificar e priorizar ao Banco do Brasil. Por exemplo. observada a Portaria n. a Instituição Financeira. do Ministério da Integração Nacional – MI. IV. III. observado que: I.: esses parâmetros são aplicáveis a todos os Programas do FCO.: a anuência do CDE não implica obrigatoriedade na concessão do crédito pelo Agente Financeiro. MPE e MGE. nos termos preconizados pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama. que fica condicionada à análise da viabilidade técnica e econômica do projeto e à disponibilidade de recursos. Obs. b) mediante carta-consulta a ser entregue na agência operadora – concomitante à apresentação da proposta –. supermercados. Obs. quando a venda destes itens não for a principal fonte de receita da empresa. de 18. exceto Pronaf. contados da data da aprovação da carta-consulta pelos CDE. julgadas compatíveis com as diretrizes do FCO pela Secretaria Executiva do Condel/FCO. conforme Tipologia definida pelo Ministério da Integração Nacional. 2. FORMA DE APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS: a) mediante proposta simplificada. deverão ser seguidas pelo Agente Financeiro. fabricação e comercialização de cimento em municípios de alta renda.Título III – Condições Gerais de Financiamento j) k) comercialização de combustível. casas de materiais de construção. inscritas no Cadastro de Empregadores instituído pela Portaria n. os CDE podem elevar os parâmetros acima indicados ou dispensar a anuência prévia de carta-consulta em sua área de abrangência. poderá considerar canceladas as cartas-consultas cujos documentos necessários à análise da operação não forem apresentados pelos interessados no prazo máximo de 120 (cento e vinte) dias. 3. quando se tratar de empreendimento amparado por Programa Oficial Específico de Desenvolvimento dos Governos Estaduais ou do Distrito Federal aprovado pelo Condel/FCO.10.11.: a) admite-se o financiamento de empresas que comercializem os produtos mencionados nas alíneas de “g” a “k”. d) as deliberações ou restrições tomadas pelos CDE.3. do Ministério do T rabalho e Emprego – MTE. observadas as normas constantes desta Programação.150. 10 . quando se tratar de financiamento de valor igual ou superior aos indicados na alínea “a” acima. de 15.2004.° 1.2003. admite-se o financiamento de investimentos fixos e semifixos exclusivamente para a adequação ambiental de instalações de empresas com atuação na revenda de combustíveis e lubrificantes para veículos. em consonância com os Conselhos de Desenvolvimento dos Estados e do Distrito Federal – CDE. as cartas-consultas devem ser submetidas previamente à anuência dos CDE. os setores que devam ser assistidos preferencialmente nos casos de propostas dispensadas de anuência prévia.

TETO: R$ 20 milhões por tomador. para projetos considerados de alta relevância e estruturantes. por intermédio de sua Secretaria Executiva. o limite de 51% fixado na Resolução n. deve abranger aspectos técnicos. grupo empresarial ou grupo agropecuário.: I. o teto por empreendedor individual é de R$ 15 mil. contábil. II. grupo empresarial ou grupo agropecuário. de planejamento ou de qualquer outra natureza –. Esses financiamentos não impactam o teto de excepcionalidade de R$ 200 milhões de que trata o inciso anterior. conceder anuência prévia em cartasconsultas de valores superiores a R$ 20 milhões. preferencialmente localizados em regiões de economia estagnada definidas pelos CDE.: I. de mercado e de comercialização. 8. financeiros. com base nos termos de acordos celebrados pelos Governos do Distrito Federal e dos Estados. CONDIÇÕES ESPECIAIS: a) os Programas Oficiais Específicos de Desenvolvimento. devem ser apresentados ao Conselho Deliberativo do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste Condel/FCO. e para empreendimentos turísticos nas cidades-sedes da Copa do Mundo de 2014 e áreas de influência. PROJETO TÉCNICO: o projeto. por empreendedor individual. desde que considerada necessária pelo Banco por ocasião da análise dos projetos/planos/propostas de financiamento. de capacidade gerencial. ao final. os Conselhos de Desenvolvimento dos Estados e do Distrito Federal poderão. inclusive quando se tratar de grupo empresarial. especialmente aquelas de controle e preservação do meio ambiente e equilíbrio ecológico. Obs. os empreendimentos devem contar com assistência técnica – gerencial. grupo agropecuário. com representação nos CDE. preferencialmente localizados em regiões de economia estagnada definidas pelos CDE. . dos Programas para Repasse e das Linhas Especiais e Emergenciais estão definidos em cada um deles.° 197. estabelecendo. os indicadores relativos à viabilidade econômica e financeira do empreendimento.06. para projetos considerados de alta relevância e estruturantes. cooperativa de produção ou associação de produtores rurais. além dos relativos ao cumprimento de exigências legais. em caráter de excepcionalidade. organizacionais. e a previsão de disponibilidade de recursos orçamentários de cada Unidade Federativa.2003. 4. 7. administrativos. por intermédio de seus prepostos formalmente qualificados junto ao Agente Financeiro. respeitada a assistência máxima global permitida com recursos do Fundo. a assistência máxima global com recursos do Fundo está limitada a R$ 15 mil. em caráter de excepcionalidade. os tetos do Pronaf.Título III – Condições Gerais de Financiamento e) as Secretarias dos Governos dos Estados e do Distrito Federal. por cliente. quando exigido. econômicos. e para empreendimentos turísticos nas cidades-sedes da Copa do Mundo de 2014 e áreas de influência. aprovados por Lei Estadual ou do Distrito Federal e/ou definidos em Resoluções dos Conselhos de Desenvolvimento Estaduais e do Distrito Federal. Obs. por cliente. poderão acompanhar o andamento de cartas-consultas e a execução de projetos financiados pelo FCO. ASSISTÊNCIA MÁXIMA PERMITIDA PELO FUNDO: a assistência máxima global com recursos do Fundo está limitada a R$ 20 milhões. respeitados o teto máximo de R$ 200 milhões. II. 6. tecnológica. financiamentos na modalidade de Project Finance a serem concedidos a Sociedades de Propósito Específico (SPE) ficam limitados ao teto máximo de até R$ 100 milhões. para que sejam 11 5. ASSISTÊNCIA TÉCNICA: durante a vigência dos financiamentos. de 20. III.

12 10. é vedado ao Agente Financeiro exigir. da Secretaria de Desenvolvimento do Centro-Oeste e do Banco do Brasil ou da Instituição Operadora do Programa de FCO para Repasse.br). projeto técnico. serão estabelecidos pela Instituição Financeira. b) de afixar plaqueta ou adesivo em veículos. aí incluídas as Resoluções do Conselho Monetário Nacional e o Manual de Crédito Rural do Banco Central do Brasil. 2) quando o financiamento for destinado a empreendedores individuais e a mini. . as seguintes obrigações do tomador: a) de confecção e manutenção de placa. conforme modelo disponível nos sites do Ministério da Integração Nacional e do Banco do Brasil (www. da qual conste a expressão “Aqui tem investimento do Governo Federal” e os nomes do Ministério da Integração Nacional.com. à regularidade da situação junto à Comissão de Valores Mobiliários – CVM e aos citados fundos de incentivo. exceto quando se tratar de integração de projetos. assistência técnica. fiscalização. Os aspectos operacionais. tratores.gov. conforme modelo disponível nos sites do Ministério da Integração Nacional e do Banco do Brasil (www. À exceção dos itens 10 e 11. da Secretaria de Desenvolvimento do Centro-Oeste e do Banco do Brasil ou da Instituição Operadora do Programa de FCO para Repasse. 11. correspondente a sua participação nos gastos orçados – recursos próprios. b) c) d) 9. Excetuam-se dessa vedação as situações previstas na legislação aplicável às operações de crédito no âmbito do sistema financeiro nacional. reciprocidades aos proponentes de financiamento com recursos do FCO.mi. micro e pequenos tomadores para aquisição de insumos e/ou matéria-prima ou para formação de estoques para vendas. de beneficiários ainda não assistidos pelo Fundo.: não será exigida a colocação de placas. como “flat”.mi. máquinas e equipamentos. Se constatado que um comprovante de despesa não é idôneo. nas contas vinculadas ao financiamento. o proponente deve cumprir a legislação ambiental em vigor e as condições estabelecidas pelo Banco do Brasil relativas ao meio ambiente. no local do projeto. nas Linhas de Financiamento do FCO Empresarial. plaquetas ou adesivos: 1) no caso da alínea “a”.br e www. 12. caminhões. as presentes condições não se aplicam ao Pronaf e ao Pronaf – Reforma Agrária. no caso de produtores e empresas beneficiárias de fundos de incentivos regionais ou setoriais. II. à existência de disponibilidade financeira do proponente. nos instrumentos de crédito.br). estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional. a concessão do crédito condiciona-se: I.gov. Obs. o Agente Financeiro deverá dar conhecimento do fato aos órgãos fazendários competentes. primeiramente. quando o financiamento for de valor inferior a R$ 110 mil. O Banco do Brasil deverá incluir. tais como garantias. bem como cobrar quaisquer valores a título de rubricas.br e www. III. ao atendimento. durante a vigência do financiamento.com. como de lei. após análise de sua compatibilidade com as diretrizes do FCO.Título III – Condições Gerais de Financiamento repassados ao Banco do Brasil. que seguem regras específicas. ou para custeio agropecuário nas Linhas de Financiamento do FCO Rural.bb. nos quais conste a expressão “Aqui tem investimento do Governo Federal” e os nomes do Ministério da Integração Nacional. em qualquer hipótese. forma de pagamento e encargos de inadimplemento.bb.

observados os parâmetros a seguir: a) empreendedor individual: até R$ 36 mil (conforme Lei Complementar n. empresa de pequeno porte: 8. REPROGRAMAÇÃO DE DÍVIDAS: o Agente Financeiro poderá aplicar.400 mil. no caso de empresas em instalação. a prerrogativa de reprogramação de dívida no âmbito do FCO Empresarial. b) microempresa: até R$ 240 mil. Obs. obedecidos o teto de financiamento e a assistência máxima permitida pelo Fundo. para mais ou para menos. limitados à variação percentual da TJLP no período.: sobre os parâmetros constantes das alíneas “b” e “c” não se aplica o limite indicado na alínea “a” acima. ENCARGOS FINANCEIROS: a) taxa fixa de juros estabelecida de acordo com o porte do financiado. a definição do porte acompanhará a classificação do grupo empresarial a que pertença. proporcional ao valor amortizado ou liquidado. o Poder Executivo poderá. isoladamente. quando a proponente fizer parte de grupo empresarial. b) capital de giro associado: para empreendedores individuais. variação acumulada superior a 30% (trinta por cento). de forma parcial ou integral. até 100% do valor financiado pelo FCO para investimento. financeira ou administrativa entre si. mesmo que a empresa. III. mediante pagamento direto ao fornecedor ou apresentação pelo beneficiário de nota fiscal de compra: até R$ 5 mil para empreendedores individuais. e sempre que a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) apresentar. até R$ 90 mil para microempresas e até R$ 270 mil para pequenas empresas. sendo: I. até a data do respectivo vencimento. desde que se comprove a 13 2. . LIMITE FINANCIÁVEL: a) investimento: até 100% do valor total dos itens financiáveis. Obs. em janeiro. 3. e.75% ao ano.25% ao ano. considera-se grupo empresarial o conjunto de empresas com personalidades jurídicas distintas submetidas a controle único ou com interdependência econômica. ou do saldo devedor do financiamento.º 128. seja de porte inferior. de 19.: no caso de mutuário integrante de grupo empresarial. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO PORTE: com base no faturamento bruto apurado no último exercício fiscal das empresas/grupos. c) bônus de adimplência: aos mutuários que efetuarem o pagamento de parcela de dívida.: I. no caso de desvio na aplicação dos recursos. Sem prejuízo das medidas judiciais cabíveis. Obs. caso a caso. relativo ao bônus de adimplência. até 30% do valor financiado pelo FCO para investimento. c) pequena empresa: acima de R$ 240 mil até R$ 2. inclusive de juros no período de carência. empreendedor individual e microempresa: 6. II. será concedido desconto correspondente a 15% sobre os juros. para micro e pequenas empresas. à perda de todo e qualquer benefício financeiro. c) aquisição de insumos e matéria-prima e formação de estoques para vendas. determinar ajustes na taxa de juros pactuada. d) inadimplemento: os adotados pelo Banco. será considerada a previsão de faturamento no primeiro ano de produção efetiva do projeto. o mutuário fica sujeito. b) revisão de encargos financeiros: anualmente. 4. por proposta conjunta dos Ministérios da Integração Nacional e da Fazenda. será atribuída a taxa de juros correspondente ao porte do grupo empresarial a que pertença. com os mesmos encargos financeiros antes pactuados no instrumento de crédito.Título IV – Programa de FCO Empresarial de Apoio aos EI e às MPE Subtítulo I – Condições de Financiamento 1. inclusive de natureza executória.12.2008). II.

06. 14 . observadas.2007) e por uma única vez. de 29.° 310. Obs. bem como deverá constar dos Relatórios de Prestação de Contas Semestral e Anual a avaliação dos efeitos dessas reprogramações nas disponibilidades do Fundo. Excepcionalmente. b) os prazos de carência e de reposição da operação original poderão ser ampliados respeitados os prazos máximos definidos em cada Programa. ainda. a partir de 05. decorrente de fatores alheios à sua gestão. as seguintes condições: a) o cronograma de reembolso deverá ser readequado à nova capacidade de pagamento. nos casos em que a medida for imprescindível à recuperação do crédito. o prazo de reposição poderá.07.2007 (data da publicação da Resolução n. contado a partir da data da reprogramação. ser ampliado em até 50% do prazo máximo definido em cada Programa.Título IV – Programa de FCO Empresarial de Apoio aos EI e às MPE Subtítulo I – Condições de Financiamento incapacidade de pagamento do mutuário em consequência de dificuldade de produção e/ou comercialização dos seus produtos e/ou serviços.: os números relacionados às operações reprogramadas com base na presente autorização deverão ser incluídos nos relatórios de Informações Gerenciais e de Prestação de Contas (semestral e anual).

admite-se o financiamento desde que o projeto: a) seja auto-suficiente na geração de energia elétrica demandada por seu programa de produção. classificados conforme a Lei Complementar n.1 das Condições Gerais de Financiamento. bem como capital de giro associado.Título IV – Programa de FCO Empresarial de Apoio aos EI e às MPE Subtítulo II – Linhas de Financiamento CAPÍTULO 1 – LINHA DE FINANCIAMENTO PARA EMPREENDEDORES INDIVIDUAIS – EI 1. FINALIDADE: financiar investimentos destinados à atividade dos empreendedores individuais (EI). exceto os listados no subitem 2. ampliação. 5. aquisição de insumos e matéria-prima e formação de estoques para vendas. b) capital de giro associado: até 36 meses. incluído o período de carência de até 2 anos.º 128. 2. modernização. c) aquisição de insumos e matéria-prima e formação de estoques para vendas: até 18 meses. 4. capital de giro associado e aquisição de insumos e matériaprima. PRAZO: a) investimento: até 12 anos. FINALIDADE: financiar todos os bens e serviços necessários à implantação. OUTRAS CONDIÇÕES: o Agente Financeiro poderá suspender novas contratações nos municípios em que o índice de inadimplência atingir 5. BENEFICIÁRIOS: empreendedores individuais. incluído o período de carência de até 3 meses. de 19. d) caminhões: até 6 anos. Obs. 3. incluído o período de carência de até 3 meses. adequação ambiental e sanitária ou relocalização de empreendimentos industriais e agroindustriais. incluído o período de carência de até 3 meses. incluído o período de carência de até 1 ano.0%. PRAZO: a) investimento: até 36 meses. exceto os listados no subitem 2. ITENS FINANCIÁVEIS: o que for necessário à implementação do projeto. FINALIDADE: financiar todos os bens e serviços necessários à implantação. BENEFICIÁRIOS: pessoas jurídicas de direito privado. ampliação. ITENS FINANCIÁVEIS: o que for necessário à implementação do projeto. CAPÍTULO 3 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE INFRAESTRUTURA ECONÔMICA PARA MPE 1. incluído o período de carência de até 6 meses. 4.: no caso de produção de álcool e fabricação e refinamento de açúcar. e b) esteja inserido em Programa de Desenvolvimento dos Governos Estaduais ou do Distrito Federal. 2. modernização e reforma de infraestrutura econômica. agroindustrial e mineral. CAPÍTULO 2 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL PARA MPE 1.2008. c) aquisição de insumos e matéria-prima: até 24 meses.1 das Condições Gerais de Financiamento.12. capital de giro associado e aquisição de insumos. 3. b) capital de giro associado: até 3 anos. nos setores de: 15 . desde que se dediquem à atividade produtiva nos setores industrial. incluído o período de carência de até 3 anos.

transporte. k) casas de espetáculos/equipamentos de animação turística. BENEFICIÁRIOS: pessoas jurídicas de direito privado e empresas públicas não dependentes de transferências financeiras do Poder Público.1 das Condições Gerais de Financiamento. exceto os listados no subitem 2. FINALIDADE: financiar todos os bens e serviços necessários à implantação. PRAZO: a) investimento: até 15 anos. e m) prestadoras especializadas em segmentos turísticos. ampliação e modernização de empreendimentos turísticos. abastecimento de água.Título IV – Programa de FCO Empresarial de Apoio aos EI e às MPE Subtítulo II – Linhas de Financiamento a) b) c) d) e) f) transporte rodoviário – estradas vicinais e coletoras. ITENS FINANCIÁVEIS: o que for necessário à implementação do projeto. comunicação e energia. usinas de compostagem/aterros sanitários. até 20 anos. . tais como: a) meios de hospedagem. PRAZO: a) investimento: até 12 anos. h) parques aquáticos. i) empreendimentos dotados de equipamentos de entretenimento e lazer. c) aquisição de insumos: até 24 meses. 4. desde que prestem serviços turísticos remunerados e exerçam atividades econômicas na cadeia produtiva do turismo. 2. 3. incluído o período de carência de até 6 meses. d) parques temáticos. g) centros de convenções. armazenagem – unidades de armazenagem coletora. 3. 16 2. d) caminhões: até 6 anos. b) capital de giro associado: até 3 anos. j) estruturas de apoio ao turismo náutico. BENEFICIÁRIOS: pessoas jurídicas de direito privado. CAPÍTULO 4 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO TURISMO REGIONAL PARA MPE 1. bares e similares. exceto os listados no subitem 2. e) acampamentos turísticos. l) prestadoras de serviços de infraestrutura para eventos. b) agências de turismo. atividades integradas de logística de armazenagem. capital de giro associado e aquisição de insumos. 4. incluído o período de carência de até 5 anos. c) organizadoras de eventos. f) restaurantes. esgotamento sanitário. incluído o período de carência de até 3 anos e. no caso de meios de hospedagem. incluído o período de carência de até 1 ano.1 das Condições Gerais de Financiamento. incluído o período de carência de até 5 anos. intermediária e terminal. cadastradas no Ministério do Turismo. ITENS FINANCIÁVEIS: o que for necessário à implementação do projeto. incluído o período de carência de até 2 anos. cafeterias.

b) capital de giro associado: até 3 anos. c) o financiamento está restrito a empreendimentos já existentes e demandantes de regularização à legislação ambiental. 4. ainda. e b) no caso de financiamentos para adequação das instalações das empresas às normas ambientais.2011. capital de giro associado. BENEFICIÁRIOS: pessoas jurídicas de direito privado. tanques e conexões. PRAZO: a) investimento: até 12 anos.° 273/2000. incluído o período de carência de até 3 anos. OUTRAS CONDIÇÕES: os financiamentos para a adequação das instalações às normas ambientais deverão obedecer. FINALIDADE: a) à exceção do disposto na alínea “b”. aquisição de insumos: até 24 meses. e b) excepcionalmente. TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA MPE 1.Título IV – Programa de FCO Empresarial de Apoio aos EI e às MPE Subtítulo II – Linhas de Financiamento b) c) d) capital de giro associado: até 3 anos. nos termos da Resolução Conama n.12. CAPÍTULO 6 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE CIÊNCIA. obras civis e componentes do sistema de controle ambiental: bombas. 3.1 das Condições Gerais de Financiamento. aquisição de insumos e formação de estoques para vendas. incluído o período de carência de até 2 anos. 5. modernização ou relocalização de empreendimentos dos setores comercial e de serviços. empresas que atuam na revenda varejista de combustíveis e lubrificantes para veículos automotivos (postos revendedores. Não são financiáveis despesas e componentes que forem disponibilizados pelas empresas distribuidoras de combustíveis e a formação de estoques. c) aquisição de insumos e formação de estoques para vendas: até 24 meses. caminhões: até 6 anos. incluído o período de carência de até 6 meses. incluído o período de carência de até 1 ano. financiar todos os bens e serviços necessários à implantação. ITENS FINANCIÁVEIS: a) o que for necessário à implementação do projeto. ampliação. excepcionalmente. 17 . incluído o período de carência de até 2 anos. OBJETIVOS: a) contribuir para a construção de um ambiente favorável à inovação no segmento empresarial visando à expansão do emprego e do valor agregado nas diversas etapas da produção. 2. CAPÍTULO 5 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DOS SETORES COMERCIAL E DE SERVIÇOS PARA MPE 1. exceto os listados no subitem 2. às seguintes condições: a) teto financiável: R$ 600 mil por tomador/grupo econômico. financiar investimentos exclusivamente para a adequação ambiental de instalações de empresas com atuação na revenda de combustíveis e lubrificantes para veículos. b) prazo para contratação: até 31. desde que se dediquem a atividades nos setores comercial e de serviços e. incluído o período de carência de até 6 meses. incluído o período de carência de até 1 ano. postos de atendimento e sistema retalhista). d) caminhões: até 6 anos.

c) aquisição de insumos e matéria-prima: até 24 meses. e promover a difusão. Programa Nuclear. capital de giro associado e aquisição de insumos e matéria-prima. incluído o período de carência de até 1 ano. podendo ser elevado a até 20 anos no caso de empreendimentos considerados de alta relevância em setores estratégicos para o desenvolvimento econômico e social da Região Centro-Oeste. preferencialmente na Faixa de Fronteira. incentivar a criação e consolidação de empresas intensivas em tecnologia. Gás e Carvão Mineral. desenvolvimento e inovação tecnológica por pesquisadores. estimular a melhoria da qualidade. Nanotecnologia.1 das Condições Gerais de Financiamento. Geotecnologia. ampliação e modernização de empreendimentos. exceto os listados no subitem 2. 5. desde que devidamente justificado no projeto. incluído o período de carência de até 6 meses. e Defesa Nacional e Segurança Pública. serviços e processos tecnológicos que busquem. Meteorologia e mudanças climáticas. 18 . incluído o período de carência de até 5 anos. Energia Elétrica. apoiar a Pesquisa e Desenvolvimento aplicados à segurança alimentar e nutricional com vistas ao desenvolvimento. do valor agregado e competitividade dos produtos. Fármaco-cosmético-química. 4. propiciar condições para expansão de Processo de Pesquisa. Petróleo. BENEFICIÁRIOS: pessoas jurídicas de direito privado que se dediquem a atividades produtivas. Biodiversidade e Recursos Naturais. com foco nos mercados regional. Agronegócio. apoiar o desenvolvimento de técnicas de prevenção e mitigação de desastres. a informação e a extensão tecnológicas na forma de acesso a máquinas e equipamentos para P&D. Hidrogênio e Energia Renováveis. ITENS FINANCIÁVEIS: o que for necessário à implementação do projeto. b) capital de giro associado: até 3 anos. FINALIDADE: financiar todos os bens e serviços necessários à implantação. PRAZO: a) investimento: até 15 anos. apoiando parques tecnológicos e incentivando a criação e expansão de capitais empreendedores. Programa Aeronáutico e Espacial. Agricultura Orgânica. a redução de custos e de consumo de energia e recursos naturais no setor produtivo. voltadas à defesa civil. Biocombustíveis. nacional e internacional. Insumos e Equipamentos para Saúde. D & I) em áreas de Biotecnologia. d) e) f) g) h) i) 2. e a geração de emprego e renda. financiar a realização de atividades de pesquisa. Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). preferencialmente. titulados como mestres ou doutores. Desenvolvimento e Inovação (P.Título IV – Programa de FCO Empresarial de Apoio aos EI e às MPE Subtítulo II – Linhas de Financiamento b) c) difundir a cultura da absorção do conhecimento técnico e científico e estimular a cooperação entre empresas e Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs). 3.

: no caso de mutuário integrante de grupo empresarial. será concedido desconto correspondente a 15% sobre os juros. 3. no caso de desvio na aplicação dos recursos. 2) para o financiamento de empreendimento desenvolvido em mais de um município. variação acumulada superior a 30% (trinta por cento). b) grande: acima de R$ 35 milhões. o mutuário fica sujeito. à perda de todo e qualquer benefício financeiro.Título V – Programa de FCO Empresarial para MGE Subtítulo I – Condições de Financiamento 1. LIMITE FINANCIÁVEL: a) investimento: sobre o valor total dos itens financiáveis serão aplicados os percentuais a seguir indicados: Mesorregião de Águas Emendadas e Faixa de Fronteira (Anexos IV e V) Estagnada Dinâmica Alta Renda Até Até Até 95% 95% 90% 90% 90% 80% Demais Municípios 2. de forma parcial ou integral.: I. inclusive de juros no período de carência. d) inadimplemento: os adotados pelo Banco. considera-se grupo empresarial o conjunto de empresas com personalidades jurídicas distintas submetidas a controle único ou com interdependência econômica. até a data do respectivo vencimento. será aplicado o percentual correspondente ao município em que localizada a parte do empreendimento que receberá o maior volume de recursos. ou do saldo devedor do financiamento. financeira ou administrativa entre si. relativo ao bônus de adimplência. proporcional ao valor amortizado ou liquidado. observada a Tipologia definida pelo Ministério da Integração Nacional (Anexo II). mediante pagamento direto ao fornecedor ou apresentação pelo beneficiário de nota fiscal de 19 . será considerada a previsão de faturamento no primeiro ano de produção efetiva do projeto. Obs. em janeiro. conforme Tipologia definida pelo Ministério da Integração Nacional (Anexo II). seja de porte inferior. inclusive de natureza executória. b) revisão de encargos financeiros: anualmente. Obs. ENCARGOS FINANCEIROS: a) taxa fixa de juros estabelecida de acordo com o porte do financiado. será considerado o município de localização do empreendimento. limitados à variação percentual da TJLP no período.400 mil até R$ 35 milhões. no caso de empresas em instalação. quando a proponente fizer parte de grupo empresarial. empresa de grande porte: 10. sendo: I.00% ao ano. determinar ajustes na taxa de juros pactuada. por proposta conjunta dos Ministérios da Integração Nacional e da Fazenda. e sempre que a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) apresentar. II. mesmo que a empresa. a definição do porte acompanhará a classificação do grupo empresarial a que pertença. b) c) capital de giro associado: 30% do valor financiado pelo FCO para investimento. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO PORTE: com base no faturamento bruto apurado no último exercício fiscal das empresas/grupos. isoladamente. III. Sem prejuízo das medidas judiciais cabíveis. Regiões Estagnada Dinâmica Alta Renda Porte Até Até Até Média 90% 90% 85% Grande 80% 80% 70% Notas: 1) para enquadramento no limite financiável. II. o Poder Executivo poderá. para mais ou para menos. aquisição de insumos e matéria-prima e formação de estoques para vendas. c) bônus de adimplência: aos mutuários que efetuarem o pagamento de parcela de dívida.50% ao ano. será atribuída a taxa de juros correspondente ao porte do grupo empresarial a que pertença. observados os parâmetros a seguir: a) média: acima de R$ 2. empresa de médio porte: 9.

ser ampliado em até 50% do prazo máximo definido em cada Programa. decorrente de fatores alheios à sua gestão. de 29.06. as seguintes condições: a) o cronograma de reembolso deverá ser readequado à nova capacidade de pagamento. b) os prazos de carência e de reposição da operação original poderão ser ampliados respeitados os prazos máximos definidos em cada Programa. Obs. nos casos em que a medida for imprescindível à recuperação do crédito.2007) e por uma única vez.: os números relacionados às operações reprogramadas com base na presente autorização deverão ser incluídos nos relatórios de Informações Gerenciais e de Prestação de Contas (semestral e anual). contado a partir da data da reprogramação. a partir de 05. 4. desde que se comprove a incapacidade de pagamento do mutuário em consequência de dificuldade de produção e/ou comercialização dos seus produtos e/ou serviços. a prerrogativa de reprogramação de dívida no âmbito do FCO Empresarial.Título V – Programa de FCO Empresarial para MGE Subtítulo I – Condições de Financiamento compra: até R$ 400 mil para médias empresas e até R$ 800 mil para grandes empresas. Obs.: sobre os parâmetros constantes das alíneas “b” e “c” não se aplicam os limites indicados na alínea “a” acima. obedecidos o teto de financiamento e a assistência máxima permitida pelo Fundo. bem como deverá constar dos Relatórios de Prestação de Contas Semestral e Anual a avaliação dos efeitos dessas reprogramações nas disponibilidades do Fundo. ainda. observadas.2007 (data da publicação da Resolução n. REPROGRAMAÇÃO DE DÍVIDAS: o Agente Financeiro poderá aplicar. caso a caso. o prazo de reposição poderá. 20 .° 310. Excepcionalmente. com os mesmos encargos financeiros antes pactuados no instrumento de crédito.07.

ampliação. térmica. j) atividades integradas de logística de armazenagem.1 das Condições Gerais de Financiamento. desde que se dediquem à atividade produtiva nos setores industrial.Título V – Programa de FCO Empresarial para MGE Subtítulo II – Linhas de Financiamento CAPÍTULO 1 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL PARA MGE 1. ampliação. f) usinas de compostagem/aterros sanitários. 21 . IV. III.: no caso de produção de álcool e fabricação e refinamento de açúcar. h) produção de gás. nos setores de: a) energia – produção. 3. PRAZO: a) investimento: até 12 anos. c) aquisição de insumos e matéria-prima: até 18 meses. com ou sem capital de giro associado e aquisição de insumos. admite-se o financiamento desde que o projeto: a) seja auto-suficiente na geração de energia elétrica demandada por seu programa de produção. intermediária e terminal. d) abastecimento de água. 4. FINALIDADE: financiar todos os bens e serviços necessários à implantação. eólica. exceto os listados no subitem 2. adequação ambiental e sanitária ou relocalização de empreendimentos industriais e agroindustriais. BENEFICIÁRIOS: pessoas jurídicas de direito privado. modernização. aeroviário. 2. com ou sem capital de giro associado e aquisição de insumos e matéria-prima. II. k) telecomunicações. solar e outras. e) esgotamento sanitário. modernização e reforma de infraestrutura econômica. CAPÍTULO 2 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE INFRAESTRUTURA ECONÔMICA PARA MGE 1. Obs. ITENS FINANCIÁVEIS: o que for necessário à implementação do projeto. b) transporte: I. incluído o período de carência de até 6 meses. incluído o período de carência de até 2 anos. i) distribuição de gás canalizado. g) instalação de gasoduto. ferroviário. comunicação e energia. incluído o período de carência de até 3 anos. agroindustrial e mineral. FINALIDADE: financiar todos os bens e serviços necessários à implantação. b) capital de giro associado: até 3 anos. incluído o período de carência de até 1 ano. hidroviário – instalações portuárias e equipamentos de navegação fluvial. rodoviário – estradas vicinais e coletoras. c) armazenagem – unidades de armazenagem coletora. transmissão e distribuição de energia elétrica de origem hidráulica. d) caminhões: até 6 anos. transporte. e b) esteja inserido em Programa de Desenvolvimento dos Governos Estaduais ou do Distrito Federal.

BENEFICIÁRIOS: pessoas jurídicas de direito privado. c) aquisição de insumos: até 18 meses.1 das Condições Gerais de Financiamento. incluído o período de carência de até 2 anos. l) prestadoras de serviços de infraestrutura para eventos. c) aquisição de insumos: até 18 meses. exceto os listados no subitem 2. 22 2. b) agências de turismo. e m) prestadoras especializadas em segmentos turísticos. b) capital de giro associado: até 3 anos. incluído o período de carência de até 6 meses. c) organizadoras de eventos. BENEFICIÁRIOS: pessoas jurídicas de direito privado. ITENS FINANCIÁVEIS: o que for necessário à implementação do projeto. ITENS FINANCIÁVEIS: o que for necessário à implementação do projeto. incluído o período de carência de até 1 ano. i) empreendimentos dotados de equipamentos de entretenimento e lazer. com ou sem capital de giro associado e aquisição de insumos. empresas públicas não dependentes de transferências financeiras do Poder Público e Parcerias Público-Privadas.Título V – Programa de FCO Empresarial para MGE Subtítulo II – Linhas de Financiamento Obs. g) centros de convenções. podendo ser elevado a até 20 anos no caso de empreendimentos estruturantes de grande vulto considerados de alta relevância em setores considerados estratégicos para o desenvolvimento econômico e social da Região Centro-Oeste. j) estruturas de apoio ao turismo náutico. incluído o período de carência de até 5 anos. 4. 4. CAPÍTULO 3 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO TURISMO REGIONAL PARA MGE 1.1 das Condições Gerais de Financiamento. f) restaurantes. incluído o período de carência de até 5 anos. FINALIDADE: financiar todos os bens e serviços necessários à implantação.: fica admitido o financiamento de empreendimentos no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC nos setores acima. incluído o período de carência de até 1 ano. b) capital de giro associado: até 3 anos. 3. incluído o período de carência de até 6 meses. d) caminhões: até 6 anos. tais como: a) meios de hospedagem. até 20 anos. d) parques temáticos. incluído o período de carência de até 3 anos e. exceto os listados no subitem 2. 3. desde que prestem serviços turísticos remunerados e exerçam atividades econômicas na cadeia produtiva do turismo. no caso de meios de hospedagem. ampliação e modernização de empreendimentos turísticos. 2. desde que devidamente justificado no projeto. bares e similares. cadastradas no Ministério do Turismo. . PRAZO: a) investimento: até 12 anos. k) casas de espetáculos/equipamentos de animação turística. e) acampamentos turísticos. PRAZO: a) investimento: até 15 anos. h) parques aquáticos. cafeterias.

incluído o período de carência de até 2 anos. financiar investimentos exclusivamente para a adequação ambiental de instalações de empresas com atuação na revenda de combustíveis e lubrificantes para veículos. OUTRAS CONDIÇÕES: os financiamentos para a adequação das instalações às normas ambientais deverão obedecer. OBJETIVOS: a) contribuir para a construção de um ambiente favorável à inovação no segmento empresarial visando à expansão do emprego e do valor agregado nas diversas etapas da produção. 2. desde que se dediquem a atividades nos setores comercial e de serviços e. obras civis e componentes do sistema de controle ambiental: bombas. incluído o período de carência de até 2 anos. e b) excepcionalmente.12.2011. incluído o período de carência de até 3 anos. ampliação. excepcionalmente. d) caminhões: até 6 anos. exceto os listados no subitem 2. nos termos da Resolução Conama n. incluído o período de carência de até 6 meses. 3.Título V – Programa de FCO Empresarial para MGE Subtítulo II – Linhas de Financiamento d) caminhões: até 6 anos. incluído o período de carência de até 1 ano.1 das Condições Gerais de Financiamento. CAPÍTULO 4 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DOS SETORES COMERCIAL E DE SERVIÇOS PARA MGE 1. modernização ou relocalização de empreendimentos dos setores comercial e de serviços. Não são financiáveis despesas e componentes que forem disponibilizados pelas empresas distribuidoras de combustíveis e a formação de estoques. b) difundir a cultura da absorção do conhecimento técnico e científico e estimular a cooperação entre empresas e Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs). b) prazo para contratação: até 31. c) o financiamento está restrito a empreendimentos já existentes e demandantes de regularização à legislação ambiental. TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA MGE 1. ITENS FINANCIÁVEIS: a) o que for necessário à implementação do projeto. e b) no caso de financiamentos para adequação das instalações das empresas às normas ambientais. 23 . b) capital de giro associado: até 3 anos. aquisição de insumos e formação de estoques para vendas. c) aquisição de insumos e matéria-prima: até 18 meses. postos de atendimento e sistema retalhista). com ou sem capital de giro associado. ainda. PRAZO: a) investimento: até 12 anos. às seguintes condições: a) teto financiável: R$ 600 mil por tomador/grupo econômico. FINALIDADE: a) à exceção do disposto na alínea “b”. empresas que atuam na revenda varejista de combustíveis e lubrificantes para veículos automotivos (postos revendedores. CAPÍTULO 5 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE CIÊNCIA. 5. 4. BENEFICIÁRIOS: pessoas jurídicas de direito privado. tanques e conexões. financiar todos os bens e serviços necessários à implantação.° 273/2000.

apoiar a Pesquisa e Desenvolvimento aplicados à segurança alimentar e nutricional com vistas ao desenvolvimento. 5. Biodiversidade e Recursos Naturais. desenvolvimento e inovação tecnológica por pesquisadores. desde que devidamente justificado no projeto. Nanotecnologia. voltadas à defesa civil. nacional e internacional. 24 . Programa Nuclear. BENEFICIÁRIOS: pessoas jurídicas de direito privado que se dediquem a atividades produtivas e Parcerias Público-Privadas. titulados como mestres ou doutores. apoiar o desenvolvimento de técnicas de prevenção e mitigação de desastres. com foco nos mercados regional. Agronegócio. a informação e a extensão tecnológicas na forma de acesso a máquinas e equipamentos para P&D. Programa Aeronáutico e Espacial. Geotecnologia.1 das Condições Gerais de Financiamento. Meteorologia e mudanças climáticas. e a geração de emprego e renda. e promover a difusão. ampliação e modernização de empreendimentos. Insumos e Equipamentos para Saúde. Biocombustíveis. apoiando parques tecnológicos e incentivando a criação e expansão de capitais empreendedores. D & I) em áreas de Biotecnologia. d) e) f) g) h) i) 2. Agricultura Orgânica. Petróleo. Gás e Carvão Mineral. c) aquisição de insumos e matéria-prima: até 18 meses. financiar a realização de atividades de pesquisa. propiciar condições para expansão de Processo de Pesquisa. ITENS FINANCIÁVEIS: o que for necessário à implementação do projeto. podendo ser elevado a até 20 anos no caso de empreendimentos estruturantes de grande vulto considerados de alta relevância em setores estratégicos para o desenvolvimento econômico e social da Região Centro-Oeste. incluído o período de carência de até 5 anos. 3. exceto os listados no subitem 2. preferencialmente na Faixa de Fronteira. do valor agregado e competitividade dos produtos. Hidrogênio e Energia Renováveis. Fármaco-cosmético-química. incluído o período de carência de até 1 ano. Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). estimular a melhoria da qualidade. Desenvolvimento e Inovação (P.Título V – Programa de FCO Empresarial para MGE Subtítulo II – Linhas de Financiamento c) incentivar a criação e consolidação de empresas intensivas em tecnologia. PRAZO: a) investimento: até 15 anos. capital de giro associado e aquisição de insumos e matéria-prima. serviços e processos tecnológicos que busquem. incluído o período de carência de até 6 meses. FINALIDADE: financiar todos os bens e serviços necessários à implantação. a redução de custos e de consumo de energia e recursos naturais no setor produtivo. 4. Energia Elétrica. b) capital de giro associado: até 3 anos. e Defesa Nacional e Segurança Pública. preferencialmente.

mini: até R$ 150 mil. respectivamente. II. excetuando-se os rendimentos provenientes de atividade assalariada. no mínimo. IV. que operam em regime de condomínio ou que desenvolvem suas atividades em conjunto. VI.900 mil. a renda bruta será apurada mediante a aplicação de rebate de 30% e 20%. considerada a renda bruta agropecuária anual prevista para o período de 1 (um) ano de produção normal. financeira ou administrativa entre si.900 mil. e da olericultura. tenham seu quadro social ativo constituído por pelo menos 70% de mini e pequenos produtores. V. a classificação como mini e pequeno produtor fica condicionada a que. 2) considera-se grupo agropecuário o conjunto de produtores rurais. de médios produtores rurais: aquelas que. b) associações e cooperativas: I. pecuária leiteira. a apuração da renda bruta terá por base o preço mínimo fixado no Plano de Safra divulgado anualmente pelo Ministério da Agricultura. submetidas a controle único ou 25 . a renda bruta proveniente da avicultura e suinocultura não integradas. III. No caso de associações. pelo preço de mercado. previamente à aplicação dos parâmetros mencionados na alínea “a” retro. englobando todas as atividades agropecuárias exploradas pelo produtor. Tratando-se de produção florestal. No caso de associações. vigente na data da apresentação da proposta. não sendo cooperativas ou associações de miniprodutores. apurada pela Instituição Financeira. Pecuária e Abastecimento. os 30% restantes do quadro devem ser compostos exclusivamente por pequenos produtores. no caso dos produtores integrados em avicultura e suinocultura. II. quando o proponente fizer parte de grupo empresarial ou agropecuário. tenham seu quadro social ativo constituído por pelo menos 70% de mini. sobre o preço corrente pago pela integradora em função do contrato de integração. II. considera-se como renda agropecuária bruta anual a prevista para o próximo período de 1 (um) ano de produção normal. piscicultura e sericicultura deve ser rebatida em 50%. No caso de associações. considera-se como renda agropecuária bruta anual prevista o valor resultante da divisão da receita estimada pelo número de anos previstos até a sua efetivação. é vedada a concessão de crédito à entidade de cujo quadro social participe associado classificado como grande produtor. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO PORTE: a) produtores rurais e extrativistas. na sua falta. grande: acima de R$ 1. III. de miniprodutores rurais: aquelas com pelo menos 70% do quadro social ativo constituído de miniprodutores. c) critérios a serem observados na classificação do porte do produtor rural: I. III. 80% de sua renda bruta anual seja proveniente da atividade rural. os 30% restantes do quadro devem ser compostos exclusivamente por médios produtores.Título VI – Programa de FCO Rural Subtítulo I – Condições de Financiamento 1. médio: acima de R$ 500 mil até R$ 1. pessoas físicas e/ou jurídicas. IV. pequeno: acima de R$ 150 mil até R$ 500 mil. não sendo cooperativas ou associações de mini ou pequenos produtores. portanto sem a incidência de qualquer evento adverso prejudicial ao desenvolvimento da atividade: I. pequenos e médios produtores. ou. a definição do porte acompanhará a classificação do grupo empresarial ou agropecuário a que pertença: 1) considera-se grupo empresarial o conjunto de empresas com personalidades jurídicas distintas submetidas a controle único ou com interdependência econômica. de pequenos produtores rurais: aquelas que.

no caso de desvio na aplicação dos recursos. A existência de relacionamento entre produtores rurais caracteriza-se pela ocorrência de uma ou mais das seguintes situações: compartilhamento de fatores de produção (imóveis. por proposta conjunta dos Ministérios da Integração Nacional e da Fazenda. existência de interesses comuns por parentesco.Título VI – Programa de FCO Rural Subtítulo I – Condições de Financiamento com interdependência econômica. e) inadimplemento: os adotados pelo Banco. equipamentos. limitados à variação percentual da TJLP no período. e da liquidação do financiamento. relativo ao bônus de adimplência. Sem prejuízo das medidas judiciais cabíveis. III. IV. médio: 7. ou do saldo devedor do financiamento. de forma parcial ou integral. constituição formal como grupo. o mutuário fica sujeito. d) bônus de adimplência: aos mutuários que efetuarem o pagamento de parcela de dívida.00% ao ano.75% ao ano. proporcional ao valor amortizado ou liquidado. e sempre que a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) apresentar. grande: 8. conforme abaixo: I. inclusive de natureza executória. pequeno: 6.50% ao ano. exceto nas operações florestais de que trata a alínea “b” deste item. será concedido desconto correspondente a 15% sobre os juros. realização de operações de crédito. c) revisão de encargos financeiros: anualmente. em janeiro. b) operações florestais destinadas à regularização e recuperação de áreas de reserva legal degradadas: 4. ainda que em caráter informal. mini: 5. 2. da capacidade de pagamento do empreendimento. máquinas. proporcionalmente ao valor amortizado. cooperativa ou associação. ou outros vínculos entre os componentes de mesma família. . até a data do respectivo vencimento.: na Linha de Financiamento de Conservação da Natureza.00% ao ano. em conjunto com outros mutuários. II. à perda de todo e qualquer benefício financeiro. determinar ajustes na taxa de juros pactuada. ENCARGOS FINANCEIROS: a) taxa fixa de juros estabelecida de acordo com o porte do produtor. poderá ser pactuado o pagamento no período de carência dos juros capitalizados nesse período. LIMITE FINANCIÁVEL: a) investimento fixo e semifixo: sobre o valor total dos itens financiáveis serão aplicados os percentuais a seguir indicados: Regiões Porte Mini/Pequeno Média Grande Mesorregião de Águas Emendadas e Faixa de Fronteira (Anexos IV e V) Estagnada Dinâmica Alta Renda Até Até Até 100% 100% 100% 95% 95% 90% 90% 90% 80% 26 Demais Municípios Estagnada Até 100% 90% 80% Dinâmica Até 100% 90% 80% Alta Renda Até 100% 85% 70% 3. ou por ocasião das amortizações de capital. pelo Banco do Brasil.25% ao ano. Obs. dependendo da análise. o Poder Executivo poderá. coletivo ou grupal. para mais ou para menos. estrutura de transporte e armazenamento) onde a maior parte dos bens pertença a uma pessoa física ou jurídica ou a um grupo delas. financeira ou administrativa. inclusive de juros no período de carência. variação acumulada superior a 30% (trinta por cento).

: I. inclusive no caso de terceirização da atividade. II. pecuário. 2) para o financiamento de empreendimento desenvolvido em mais de um município. conforme Tipologia definida pelo Ministério da Integração Nacional (Anexo II). Capítulo 3. observada a Tipologia definida pelo Ministério da Integração Nacional (Anexo II). limitada a 1. 27 . b) c) d) e) f) g) h) aquisição de matrizes bovinas. ao amparo da Linha de Financiamento de Retenção de Matrizes na Planície Pantaneira: até 100% do valor de mercado inerente a até 1.000 (mil) cabeças por beneficiário. II. ao amparo da Linha de Financiamento de Apoio ao Desenvolvimento da Pesca: até 100%.2). Seção 2.Título VI – Programa de FCO Rural Subtítulo I – Condições de Financiamento Notas: 1) para enquadramento no limite financiável. obedecidos o teto de financiamento e a assistência máxima permitida pelo Fundo. machos e fêmeas. machos e fêmeas. padrão precoce a serem terminados. ao amparo da Linha de Financiamento de Integração Lavoura-Pecuária: até 1. ao amparo da Linha de Integração Lavoura-Pecuária: permitida somente durante a fase de maturação do projeto. IV.000 animais. plano simples ou proposta de financiamento. Obs. agrícola e pecuário. ao amparo da Linha de Financiamento de Apoio ao Desenvolvimento da Pesca: até 100% do projeto técnico. VI. isolado. isolado. isolado. pela Embrapa – Gado de Corte. ao amparo das Linhas de Financiamento de Desenvolvimento Rural e de Desenvolvimento de Sistema de Integração Rural – Convir: até R$ 600 mil por beneficiário. para confinamento de bovinos e bubalinos: até 5. IV e V. aquisição de bovinos. V.500 fêmeas por beneficiário. será considerado o município de localização do empreendimento. em forma conjunta. ao amparo da Linha de Financiamento de Desenvolvimento Rural: até 1. plano simples ou proposta de financiamento. retenção de fêmeas bovinas. associado a projeto de investimento: até 30% (trinta por cento) do valor financiado pelo FCO para investimento. será aplicado o percentual correspondente ao município em que localizada a parte do empreendimento que receberá o maior volume de recursos.000 (mil) cabeças por beneficiário e respeitada a capacidade de suporte da área objeto do financiamento do investimento.5 milhões por tomador.000 (mil) cabeças por beneficiário. ao amparo das Linhas de Financiamento de Conservação da Natureza e de Apoio ao Desenvolvimento da Aquicultura: aplicam-se os limites indicados na alínea “a” retro. não se aplicam os limites indicados na alínea “a” acima. sobre os parâmetros constantes das alíneas “b” a “h”. ao amparo das Linhas de Financiamento de Desenvolvimento Rural (exceto o disposto no inciso VII) e de Desenvolvimento de Sistema de Integração Rural – Convir: os limites são os estabelecidos pelo Manual de Crédito Rural do Banco Central do Brasil. pelas Agências Estaduais de Defesa Sanitária Animal e Vegetal de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. custeio: I. pelo Banco do Brasil e pelos Governos dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. para operações de custeio ao amparo de recursos controlados do crédito rural (MCR 6. aquisição de matrizes bovinas e ovinas. desde que devidamente justificado no projeto técnico. padrão precoce a serem terminados. respeitado o teto de R$ 2. ao amparo da Linha Especial de Financiamento para Adequação do Sistema de Produção Pecuário na Região de Fronteira: limites definidos. incisos I. aquisição de bovinos. investimento. III.

Título VI – Programa de FCO Rural Subtítulo I – Condições de Financiamento II. o Banco do Brasil poderá aplicar a prerrogativa de prorrogação de dívida no âmbito do FCO Rural.000 cabeças (alíneas “b”. as operações “em ser” de responsabilidade do beneficiário. 5. estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional – CMN. para a mesma finalidade. que seguem regras específicas. para efeito do limite de até 1. PRORROGAÇÃO DE DÍVIDAS: nos termos do Manual de Crédito Rural – MCR. “d” e “e”).: os números relacionados às operações prorrogadas com base na presente autorização deverão ser incluídos nos relatórios de Informações Gerenciais e de Prestação de Contas (semestral e anual). as presentes condições não se aplicam ao Pronaf e ao Pronaf – Reforma Agrária. Obs. desde que se comprove incapacidade de pagamento do mutuário em consequência de dificuldade de comercialização dos produtos. com os mesmos encargos financeiros antes pactuados no instrumento de crédito. ao amparo do Fundo. consideram-se. À exceção do item 4. ou de eventuais ocorrências prejudiciais ao desenvolvimento das explorações. sessão 6. 4. 28 . de frustração de safras por fatores adversos. capítulo 2. bem como deverá constar dos Relatórios de Prestação de Contas Semestral e Anual a avaliação dos efeitos dessas prorrogações nas disponibilidades do Fundo.

OBJETIVO: incentivar a interiorização do desenvolvimento e ampliar as oportunidades de emprego. canola. ITENS FINANCIÁVEIS: os bens e serviços necessários ao empreendimento. arroz. 3. incluído o período de carência de até 1 ano. maquinaria: até 10 anos. demais: até 12 anos. produção artesanal de produtos desenvolvidos por mini e pequenos produtores rurais. seção 2). o reembolso poderá ser alongado e reprogramado para até 4 (quatro) parcelas mensais. tais como doces. custeio agrícola: até 2 anos. café. iogurtes. mediante solicitação do mutuário até a data fixada para o vencimento. financiar empreendimentos destinados ao beneficiamento e transformação de matéria-prima regional in natura. desde que se dediquem à atividade produtiva no setor rural. geléias. incluído o período de carência de até 3 anos. Admite-se. incluído o período de carência de até 6 meses. 29 . III. demais: até 6 anos. cevada. II. quando a operação de crédito destinar-se ao custeio das lavouras de algodão.: quando o investimento se destinar à implantação de pomares de frutíferas cítricas e goiaba. queijos. compreendendo: I. machos e fêmeas. suas cooperativas de produção e associações. na condição de pessoas físicas e jurídicas. trigo e triticale. b) financiamento de custeio. de forma a proporcionar melhoria de renda e de produtividade. incluído o período de carência de até 2 anos. PRAZO: a) investimento fixo: I. soja. de forma isolada ou em grupo. aquisição de bovinos. aveia. os prazos de carência dos financiamentos para adubação e correção do solo e para os demais investimentos poderão ser. observada a vida útil do bem financiado. BENEFICIÁRIOS: produtores rurais. 5. II. II.Título VI – Programa de FCO Rural Subtítulo II – Linhas de Financiamento CAPÍTULO 1 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE DESENVOLVIMENTO RURAL 1. b) investimento semifixo: I. iguais e sucessivas. incluído o período de carência de até 3 anos. Obs. FINALIDADE: a) financiamento de investimentos fixo e semifixo e de custeio associado a projeto de investimento. biscoitos. padrão precoce a serem terminados: até 18 meses. c) custeio associado a projeto de investimento: até 3 anos. pães. implantação. ampliação e modernização de agroindústria conduzida por produtores rurais de forma isolada ou reunidos em cooperativas ou associações. III. a critério do projeto técnico. de até 4 anos. custeio pecuário: até 1 ano. ainda. capítulo 3. sorgo. adubação e correção do solo e formação e reforma de pastagens: até 6 anos. d) custeio: de acordo com o fluxo de receitas do empreendimento. milho. 4. vencendo a primeira até 60 (sessenta) dias após a data prevista para a colheita (Manual de Crédito Rural do Bacen. incluído o período de carência de até 2 anos. II. cestas e artigos de couro. com a utilização de tecnologias mais avançadas. limitado a: I. de origem agropecuária de produção preponderantemente própria. 2.

433.771/65). e possuir Anotação de Responsabilidade Técnica – ART no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – CREA. A implantação das obras também deverá ser acompanhada por técnico e possuir ART no CREA. equipamentos de irrigação novos e usados. eletricidade. ampliação e modernização de atividades conduzidas no processo produtivo e que estejam direcionados às necessidades da agricultura irrigada. incluído o período de carência de até 3 anos. CAPÍTULO 2 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DE IRRIGAÇÃO E DRENAGEM 1. entende-se o escoamento de águas de irrigação. II.Título VI – Programa de FCO Rural Subtítulo II – Linhas de Financiamento IV.: pelo termo drenagem agrícola. . quando a operação se destinar ao custeio pecuário para confinamento de bovinos e bubalinos. BENEFICIÁRIOS: produtores rurais. OBJETIVO: desenvolver a agricultura irrigada no Centro-Oeste. suas cooperativas de produção e associações. 3. e b) a fim de prevenir rodízio (passeio) de animais entre criadores da mesma região. obras de arte.: faz parte do investimento fixo: sistema de infraestrutura hídrica – obras civis e hidráulicas como barragens. incluído o período de carência de até 1 ano. vertedouros de terra ou de concreto. Obs. drenos. obras civis e hidráulicas. Obs. incluído o período de carência de até 3 anos. bem como reformas e remodelagem de equipamentos destinados à implantação. ITENS FINANCIÁVEIS: os bens e serviços necessários aos empreendimentos relativos à irrigação e à drenagem agrícolas. bem como Legislação Ambiental. PRAZO: a) investimento fixo: até 15 anos. 2° e 3° do Código Fl orestal – Lei n. empreendimentos em infraestrutura hídrica como barragens. exceto nos casos de financiamento a cooperativas e associações de produtores. A outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos é regida pela Lei n. financiando a irrigação e a drenagem agrícolas de forma a garantir produção nos períodos de safra e entressafra. devese estimular a aquisição de matrizes bovinas procedentes de outras regiões do País. 30 2. dissipadores de energia. FINALIDADE: financiamento de serviços como projetos básicos e executivos de irrigação e drenagem. 5.° 4. 6. comercialização oportuna e sustentabilidade ambiental dos empreendimentos financiados pelo Fundo. As áreas de banhado e águas alagadas de baixadas são consideradas Áreas de Proteção Permanente – APP e não podem ser drenadas para posterior implantação de projeto de irrigação (arts. diques. canais. projetos básicos e executivos associados aos investimentos: até 3 anos. maquinaria: até 10 anos.: os projetos básicos e executivos deverão estar obrigatoriamente em conformidade com a Política Federal e Estadual de Recursos Hídricos. obtenção de produtos de qualidade. o prazo de reembolso será de até 180 (cento e oitenta) dias. Obs. a construção está restrita ao nível de imóvel rural. bueiros e pontes. tubulações de fundo (de sucção e drenagem). 4. entre outros.° 9. b) investimento semifixo: I. observada a vida útil do bem financiado. OUTRAS CONDIÇÕES: a) no caso de crédito à armazenagem. na condição de pessoas físicas e jurídicas.

incluído o período de carência de até 2 anos. custeio agrícola: até 2 anos. CAPÍTULO 3 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE INTEGRAÇÃO RURAL – CONVIR 1. café. II. ASSISTÊNCIA TÉCNICA: obrigatória em todas as operações. PRAZO: a) investimento fixo: I. OBJETIVO: estimular a parceria entre produtores e unidades integradoras. e financiamento de custeio. incluído o período de carência de até 1 ano. incluído o período de carência de até 3 anos. d) custeio: de acordo com o fluxo de receitas do empreendimento. machos e fêmeas. observada a vida útil do bem financiado. com ônus para o produtor rural. incluído o período de carência de até 1 ano. mediante solicitação do mutuário até a data fixada para o vencimento. aveia. iguais e sucessivas. c) custeio associado a projeto de investimento: até 3 anos. 5.Título VI – Programa de FCO Rural Subtítulo II – Linhas de Financiamento c) custeio e serviços associados a projeto de investimento: até 3 anos. incluído o período de carência de até 2 anos. 6. FINALIDADE: financiamento de empreendimentos destinados à implantação. 4. II. III. trigo e triticale. 3. 6. 31 . 7. OUTRAS CONDIÇÕES: o método de irrigação a ser adotado pelo beneficiário deve obedecer ao critério de ecoeficiência. vencendo a primeira até 60 (sessenta) dias após a data prevista para a colheita (Manual de Crédito Rural do Bacen. II. 2. BENEFICIÁRIOS: produtores rurais. capítulo 3. canola. custeio pecuário: até 1 ano. soja. limitado a: I. a melhor forma de irrigar sem desperdícios de energia ou água. b) investimento semifixo: I. cevada. de forma a garantir a comercialização da produção oriunda dos empreendimentos integrados financiados pelo FCO. arroz. III. seção 2). ampliação e modernização de atividades conduzidas em regime de integração. incluído o período de carência de até 6 meses. ITENS FINANCIÁVEIS: os bens e serviços necessários ao empreendimento. adubação e correção do solo e formação e reforma de pastagens: até 6 anos. podendo ser financiada. sem ônus para os tomadores e para o Banco. aquisição de bovinos. desde que se dediquem à atividade produtiva no sistema de integração rural. o reembolso poderá ser alongado e reprogramado para até 4 (quatro) parcelas mensais. padrão precoce a serem terminados: até 18 meses. demais: até 6 anos. quando a operação de crédito destinar-se ao custeio das lavouras de algodão. ou seja. na condição de pessoas físicas e jurídicas. cujo processo produtivo esteja direcionado às necessidades de unidade integradora. sorgo. milho. incluído o período de carência de até 3 anos. ASSISTÊNCIA TÉCNICA: obrigatória em todas as operações até a implantação do empreendimento. maquinaria: até 10 anos. demais: até 12 anos.

OBJETIVOS1: a) intensificar o uso da terra em áreas já desmatadas. c) plantio de lavouras. pela redução do teor da matéria orgânica do solo e outros. tais como: a) preparo do solo. e) aquisição de máquinas e equipamentos para a agricultura e/ou pecuária. trazendo benefícios tanto para a agricultura quanto para a pecuária e proporcionando ganhos ambientais e econômicos. ITENS FINANCIÁVEIS: os bens e serviços necessários ao empreendimento. f) adequação ambiental da propriedade rural à legislação vigente.Título VI – Programa de FCO Rural Subtítulo II – Linhas de Financiamento 7. 4. a oferta interna e a exportação de carnes. PRAZO: a) investimento fixo: 2. pela erosão. sêmen e embriões de bovinos e ovinos. pastagens e de culturas de cobertura do solo. BENEFICIÁRIOS: produtores rurais. grãos. construção de terraços e realocação de estradas. 1 Conceito: a expressão “integração lavoura-pecuária” é usada para designar sistemas de produção que integrem atividades de agricultura e pecuária realizadas em rotação. reduzindo problemas ambientais causados pela utilização da prática de queimadas. d) construção e modernização de benfeitorias e instalações destinadas à produção no sistema de integração. 3. c) aumentar a produção agropecuária em áreas já desmatadas. fibras e oleaginosas. aquisição. b) aquisição de sementes e mudas. na condição de pessoas física ou jurídica. j) custeio associado ao investimento. produtos lácteos. 32 . e) diversificar a renda do produtor rural. suas cooperativas de produção e associações de produtores. consorciação e/ou sucessão sobre uma mesma área. desde que se dediquem à atividade produtiva no setor rural. i) aquisição de bovinos. FINALIDADE: financiamento de itens de investimento fixo e semifixo e de custeio associado. transporte. OUTRAS CONDIÇÕES: a integradora deve garantir a aquisição da produção dos integrados durante a vigência dos financiamentos. d) estimular a adoção do plantio direto. com a finalidade de intensificar e diversificar o uso da terra. g) aquisição de matrizes bovinas e ovinas para reprodução. 5. g) assegurar condições para o uso racional e sustentável das áreas agrícolas e de pastagens. padrão precoce a serem terminados. machos e fêmeas. por meio da disseminação de sistemas de produção sustentáveis e que integrem agricultura e pecuária. associados ao projeto de integração objeto do financiamento. pela monocultura. f) estimular a adoção de sistemas de produção sustentáveis do ponto de vista econômico e ambiental. h) diminuir a pressão por desmatamento de novas áreas. h) aquisição de reprodutores. vinculados a projeto de adoção de sistemas de integração de agricultura com pecuária. b) disponibilizar recursos para investimentos necessários à implantação de sistemas de integração de agricultura com pecuária. aplicação e incorporação de corretivos agrícolas (calcário e outros). CAPÍTULO 4 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA 1.

c) incentivar a recuperação da área de reserva legal. OBJETIVOS: a) incentivar projetos que visem à conservação e à proteção do meio ambiente. padrão precoce a serem terminados: até 18 meses. com anuência da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (ou órgão correspondente) ou do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama. b) c) 6. matas ciliares e de preservação ambiental. com fixação do cronograma de reembolso às épocas de obtenção das respectivas receitas. f) apoiar. . aquisição de bovinos. investimento semifixo: I. de custeio associado a projeto de investimento e de serviços e custos relacionados à regularização ambiental dos imóveis rurais destinados a: a) possibilitar o aproveitamento de áreas degradadas ou alteradas. máquinas e equipamentos: até 10 anos. II. incluído o período de carência de até 3 anos. e) o proponente deverá comprovar o cumprimento das exigências relacionadas à defesa sanitária do rebanho. à recuperação de áreas degradadas ou alteradas e ao desenvolvimento de atividades sustentáveis. b) a assistência técnica ao empreendimento será obrigatória. com a utilização de espécies nativas ou exóticas adaptadas. c) o proponente deverá comprovar a existência física das reservas legais e áreas de preservação permanente previstas na legislação ou apresentar plano de adequação à legislação ambiental. d) propiciar condições para expansão da atividade orgânica. b) apoiar a adaptação dos processos produtivos a tecnologias apropriadas às condições ambientais da região. I. incluído o período de carência de até 1 ano. custeio associado ao projeto de investimento: até 3 anos.Título VI – Programa de FCO Rural Subtítulo II – Linhas de Financiamento adubação. mediante: 33 2. CAPÍTULO 5 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA 1. demais: até 6 anos. machos e fêmeas. conforme legislação em vigor. incluído o período de carência de até 2 anos. bem como dados para subsidiar a análise da capacidade de pagamento. correção do solo e formação e reforma de pastagens: até 8 anos. observada a vida útil do bem financiado. demais: até 12 anos. III. incluído o período de carência de até 3 anos. e) incentivar a implantação de empreendimentos florestais. OUTRAS CONDIÇÕES: a) o proponente deverá apresentar plano técnico detalhado e específico para a finalidade de integração. a viabilização de projetos que contemplem sequestro de carbono e redução de emissão de gases de efeito estufa. com foco na geração de empregos e renda. incluído o período de carência de até 3 anos. até a maturação do projeto. FINALIDADE: financiamento de investimentos. também. de custeio agrícola. d) não será financiado empreendimento em áreas que venham a ser desmatadas após a entrada em vigor desta Linha. II. indicando a(s) característica(s) da(s) área(s) e do sistema de integração lavoura-pecuária que se pretende implantar. incluído o período de carência de até 6 meses. no mínimo.

II. implantação de sistemas agroflorestais e florestais. faveiro (Dimorphandra mollis). ITENS FINANCIÁVEIS: os bens e serviços necessários ao empreendimento. entre outros). implantação e certificação de sistemas de gestão ambiental. florestamento e reflorestamento. desde que se dediquem à atividade produtiva no setor rural. para aproveitamento de fontes alternativas de energia. caigata (Eugenia desynterica). 4. sementes. controle biológico). de redução de emissão de gases de efeito estufa e projetos florestais. tais como biodefensivos.09. implantação de viveiros regionais para fornecimento de mudas. baru (Dypterix alata). PRAZO: a) investimentos fixos: I. para fins energéticos e madeireiros. inspeção e manutenção. incluído o período de carência de até 10 anos. produção de alimentos associados a práticas ecologicamente sustentáveis (produção orgânica.Título VI – Programa de FCO Rural Subtítulo II – Linhas de Financiamento I. integrados ou não. na condição de pessoas físicas e jurídicas. e regularização e recuperação de áreas de reserva legal e de preservação permanente degradadas (art. implantação de culturas oleaginosas alternativas para produção de biodiesel. nascentes e mananciais. equipara-se a produtor rural a pessoa jurídica que se dedique a atividades florestais e que conste em seu contrato social a descrição dessa atividade. serviços e insumos inerentes à fase de transição da agricultura convencional para a orgânica. e suas cooperativas de produção e associações. 2) essências para fins energéticos: até 15 anos. florestamento e reflorestamento: 1) essências para serraria e laminação: até 20 anos. implantação de sistemas agroflorestais. 5. para aproveitamento fitoretápico e alimentar. III. araticum (Anonna crassiflora). b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) 3. biofertilizantes.775. V. erva-mate. implantação de culturas permanentes de seringueira. implantação de culturas permanentes de espécies vegetais nativas do cerrado. inscrição.° 11. Obs. por meio de exploração florestal madeireira ou não-madeireira: até 20 anos. incluído o período de carência de até 8 anos. tais como: mangaba (Hancornia speciosa). dentre outras. inclusive as relativas à certificação (inscrição. certificação. compostos orgânicos. tratamento de efluentes oriundos de atividades agropecuárias.: para efeito de enquadramento na Linha de Financiamento de Conservação da Natureza. conservação e recuperação de microbacias. 34 . incluído o período de carência de até 12 anos. de 17. BENEFICIÁRIOS: produtores rurais. implantação de manejo florestal sustentado de baixo impacto em florestas. IV. entre outros. produção de insumos orgânicos. 3) projetos de regularização e recuperação de áreas de reserva legal e de preservação permanente degradadas. 44 da Lei n. pequi e castanha do Brasil. inspeção e manutenção de projetos de sequestro de carbono.200 8).

incluído o período de carência de até 8 anos. incluído o período de carência de até 2 anos. custeio associado a projeto de investimento: até 3 anos. Pecuária e Abastecimento. III.: até que a estrutura prevista nas referidas Instruções Normativas esteja em normal operacionalização. mediante solicitação do mutuário até a data fixada para o vencimento. o financiamento para custeio pode ser incluído como verba de investimento. das verbas inerentes ao custeio associado.2004. do Ministério da Agricultura. b) c) d) 6. vencendo a primeira até 60 (sessenta) dias após a data prevista para a colheita (Manual de Crédito Rural do Bacen. admite-se que os prazos de que trata esta alínea sejam considerados a partir da data prevista para liberação/utilização. III.: nos casos de florestamento e reflorestamento. seja apresentada ao Banco pelo Colegiado Estadual para a Produção Orgânica – CEPORG. pequi e castanha do Brasil: até 15 anos. demais: até 6 anos. na Região. incluído o período de carência de até 1 ano. o reembolso poderá ser alongado e reprogramado para até 4 (quatro) parcelas mensais.05. b) os projetos de recuperação de áreas degradadas ou alteradas devem ter anuência de órgão oficial. Obs. no empreendimento. café. seja reconhecida em países que são consumidores de produtos orgânicos.° 07 e 16. investimentos semifixos: I. II. milho. III. erva-mate. como instituição que atende aos requisitos estabelecidos pelo MAPA para as certificadoras de produtos orgânicos. a comprovação da condição de produtor orgânico será efetuada mediante certificado emitido por instituição que atenda a um dos seguintes critérios: I. soja. quando se tratar de primeiro custeio em projeto de transição da agricultura convencional para a agroecológica. incluído o período de carência de até 3 anos. II. II. custeio agrícola: I. canola.06. aveia. 35 . arroz. OUTRAS CONDIÇÕES: a) os sistemas financiados devem ser testados e validados. observado o prazo máximo de até 6 anos. Obs. por meio de exploração florestal. incluído o período de carência de até 3 anos. seja acreditada pela Federação Internacional de Movimentos de Agricultura Orgânica – IFOAM. quando a operação de crédito destinar-se ao custeio das lavouras orgânicas de algodão.1999 e 11. limitado o lapso ao prazo do financiamento e da linha de crédito. de 17. máquinas e equipamentos: até 10 anos. II. seção 2). até 2 anos. c) a transição da agricultura convencional para a orgânica somente poderá ser financiada se obedecidas as Instruções Normativas n. demais: até 12 anos. trigo e triticale.Título VI – Programa de FCO Rural Subtítulo II – Linhas de Financiamento implantação de sistemas agroflorestais e de culturas permanentes de seringueira. por Instituições Oficiais dos Governos Federal e/ou das Unidades Federativas da Região CentroOeste. d) no caso de projetos de regularização e recuperação de áreas de reserva legal e de preservação permanente degradadas. o plano de manejo deve ser aprovado pelo órgão competente. sorgo. capítulo 3. cevada. iguais e sucessivas.

em especial: I. na condição de pessoas físicas ou jurídicas. comercialização e armazenamento da produção. bem como financiamento da cadeia produtiva da aquicultura. b) financiamento de custeio associado de itens necessários à atividade aquícola. implantação. 3. FINALIDADE: a) financiamento de investimentos fixos. c) estejam integradas a projetos de capacitação técnica e gerencial. b) induzir a articulação dos diversos elos da cadeia produtiva da aquicultura. FINALIDADE: financiamento para a retenção de fêmeas bovinas. BENEFICIÁRIOS: a) aquicultores. 50% de suas áreas utilizáveis sejam constituídas de pastagens nativas. por meio do fortalecimento e da modernização da infraestrutura produtiva dos empreendimentos aquícolas. Obs. diretamente ou por intermédio de suas cooperativas de produção. modernização e reforma de empreendimentos aquícolas. b) cooperativas e associações de aquicultores. ITENS FINANCIÁVEIS: os bens e serviços necessários ao empreendimento.: os beneficiários enquadrados no Pronaf serão atendidos nas condições daquele Programa. 5. BENEFICIÁRIOS: produtores rurais cujas propriedades preencham as seguintes condições básicas: a) estejam localizadas na planície pantaneira. OBJETIVO: incentivar. beneficiamento. com potencial que permita a evolução da atividade. sazonalmente inundável.Título VI – Programa de FCO Rural Subtítulo II – Linhas de Financiamento CAPÍTULO 6 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE RETENÇÃO DE MATRIZES NA PLANÍCIE PANTANEIRA 1. estimulando a competitividade e sustentabilidade de toda cadeia produtiva. ampliação. 3. 4. semifixos e de custeio compreendendo. viabilizar e/ou consolidar o desenvolvimento da bovinocultura de corte na Planície Pantaneira. implantação. 4. PRAZO: até 8 anos. 2. 36 . e d) detenham áreas de pastagens. conforme disposto na legislação vigente. OBJETIVOS: a) fomentar o desenvolvimento da aquicultura na Região Centro-Oeste. CAPÍTULO 7 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DA AQUICULTURA 1. incluído o período de carência de até 4 anos. modernização e reforma de empreendimentos destinados à produção de insumos. que assegurem compromissos com a melhoria do manejo e dos índices zootécnicos dos imóveis beneficiados. 2. ITENS FINANCIÁVEIS: fêmeas bovinas com idade de 12 a 72 meses. II. desde que se dediquem ao cultivo de organismos que tenham na água seu normal ou mais frequente meio de vida. b) no mínimo. ampliação.

b) cooperativas ou associações de pescadores artesanais. cujo custo poderá ser financiado pelo FCO. b) reconversão da atividade extrativa. com meios de produção próprios. individualmente ou em regime de economia familiar ou. diretamente ou por intermédio de suas cooperativas. 37 2. para investimento na melhoria das condições de produção. Obs. a critério do Banco do Brasil. b) induzir a articulação dos diversos elos da cadeia produtiva da pesca. ASSISTÊNCIA TÉCNICA: quando necessária. 6. a critério do Banco do Brasil. beneficiamento e comercialização do pescado. para custeio da atividade de pesca. a assistência técnica deve ser prestada por entidades credenciadas pelo Banco e pelo Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA. estimulando a organização da produção e comercialização com vistas a maior competitividade. BENEFICIÁRIOS: a) pescadores artesanais. sem vínculo empregatício. a assistência técnica deve ser prestada por entidades credenciadas pelo Banco e pelo Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA. Esta modalidade será estreitamente vinculada à política de ordenamento e gestão dos recursos pesqueiros do Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA. ITENS FINANCIÁVEIS: os bens e serviços necessários ao empreendimento. ainda. exercem sua atividade de forma autônoma. sendo o financiamento direcionado. OUTRAS CONDIÇÕES: Desenvolvimento Rural. CAPÍTULO 8 – LINHA DE FINANCIAMENTO DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DA PESCA 1. com auxílio eventual de outros parceiros. entendido como aqueles que. com agregação de valor. FINALIDADE: a) financiamento de investimento a pescadores artesanais. ASSISTÊNCIA TÉCNICA: quando necessária. 7. social e ambiental da atividade. cujo custo poderá ser financiado pelo FCO. 3. OBJETIVO GERAL: promover a inclusão social e o desenvolvimento da atividade dos pescadores artesanais do Centro-Oeste. MODALIDADES: a) incremento e modernização da produção extrativa. nas áreas em saturação dos estoques pesqueiros. sustentabilidade. com agregação de valor.Título VI – Programa de FCO Rural Subtítulo II – Linhas de Financiamento 5. gerando ocupação e renda com base na sustentabilidade econômica. armazenamento. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: a) apoiar o fortalecimento e a modernização da pesca artesanal da Região Centro-Oeste.: os beneficiários enquadrados no Pronaf serão atendidos nas condições daquele Programa. beneficiários do financiamento acima descrito. 5. associando compromisso do uso sustentável dos recursos pesqueiros. b) financiamento a pescadores artesanais. geração de emprego e inserção social. 4. A assistência técnica deverá ser executada preferencialmente de forma grupal. nas áreas com possibilidades de expansão sustentável da atividade. para a pesca. às comunidades que atuam em áreas ribeirinhas com potencial ou efetiva saturação de recursos pesqueiros. as mesmas previstas na Linha de Financiamento de 6. . bem como associações de pescadores artesanais. prioritariamente. isoladamente ou por meio de suas cooperativas.

pela Embrapa – Gado de Corte. inclusive no que se refere à identificação individual dos animais. OUTRAS CONDIÇÕES: a) o proponente deverá comprovar o cumprimento das exigências relacionadas à defesa sanitária do rebanho. OUTRAS CONDIÇÕES: as mesmas previstas na Linha de Financiamento de Desenvolvimento Rural. BENEFICIÁRIOS: produtores rurais. em fase de implantação. II. OBJETIVO: assegurar sustentabilidade à exploração da pecuária e renda aos produtores rurais nos municípios abrangidos pela Zona de Alta Vigilância Sanitária com o Paraguai e a Bolívia.Título VI – Programa de FCO Rural Subtítulo II – Linhas de Financiamento 8. b) custeio para retenção de bezerros/as desmamados e novilhos/as para recria e/ou terminação. c) o produtor poderá assegurar sua contrapartida no projeto também em forma de investimentos fixos. 3. a exemplo do abastecimento de água. ouvidos os órgãos ambientais competentes. suas cooperativas de produção e associação de produtores. desde que se dediquem à atividade produtiva rural na Zona de Alta Vigilância Sanitária com o Paraguai e a Bolívia. CAPÍTULO 9 – LINHA ESPECIAL DE FINANCIAMENTO PARA ADEQUAÇÃO DO SISTEMA DE PRODUÇÃO PECUÁRIO NA REGIÃO DE FRONTEIRA 1. bezerros/as desmamados: até 3 anos. ITENS FINANCIÁVEIS: os bens e serviços necessários ao empreendimento. novilhos e novilhas: até 2 anos. 4. pelas Agências Estaduais de Defesa Sanitária Animal e Vegetal de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. implementos a serem utilizados no processo de alimentação do rebanho. FINALIDADE: financiamento de investimentos semifixos e de custeio. 8. para a adequação das propriedades à adoção das medidas sanitárias preconizadas pelos órgãos oficiais. distribuição de energia e outros. em forma conjunta.500 animais para recria e/ou terminação por beneficiário. compreendendo basicamente a retenção de bovinos. pelo Banco do Brasil e pelos Governos dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. 5. conforme legislação vigente e a ser definida. 38 . TETO: o necessário à manutenção de até 1. desde que contemplados no projeto técnico. b) localização do projeto em regiões pesqueiras definidas de acordo com a política de ordenamento e gestão dos recursos pesqueiros do Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA. incluído o período de carência de até 3 anos. 2. LIMITE FINANCIÁVEL E TETO POR BENEFICIÁRIO: as atividades e os valores dos itens a serem financiados deverão ser definidos. bem como: a) apresentação de carteira de Pescador Profissional na Pesca Artesanal. equipamentos. 6. b) custeio para retenção de animais para a recria e a terminação: I. 7. b) a assistência técnica ao empreendimento é obrigatória. na condição de pessoas física ou jurídica. tais como: a) aquisição de máquinas. PRAZO: a) investimentos semifixos: até 4 anos.

2. Os financiamentos serão concedidos à égide do Programa de FCO Rural nas Linhas de Financiamento de Desenvolvimento Rural e de Desenvolvimento do Sistema de Integração Rural – Convir. Capítulo 3. Seção 2. respeitada a distribuição percentual de recursos para cada Unidade Federativa. a R$ 750 milhões.Título VI – Programa de FCO Rural Subtítulo II – Linhas de Financiamento CAPÍTULO 10 – LINHA ESPECIAL DE FINANCIAMENTO PARA CUSTEIO AGROPECUÁRIO PARA MÉDIOS E GRANDES PRODUTORES RURAIS 1. As demais condições seguem as normas aplicáveis à Linha de Financiamento de Desenvolvimento Rural do Programa de FCO Rural. 39 . 3. sendo admitido crédito de custeio agropecuário para médios e grandes produtores rurais.2). Os tetos de financiamento e os prazos de vencimento são os estabelecidos pelo Manual de Crédito Rural do Banco Central do Brasil. Os financiamentos da espécie ficam limitados. inclusive para aqueles que não possuam financiamento de investimento “em ser” ao amparo do Fundo. no exercício de 2011. 4. para operações de custeio ao amparo de recursos controlados do crédito rural (MCR 6.

estabelecidas por Resoluções do Conselho Monetário Nacional – CMN e demais normativos do Banco Central do Brasil. Este Programa será operacionalizado de acordo com as normas disciplinadas no Manual de Crédito Rural – MCR 10.Título VII – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf CAPÍTULO 1 – PROGRAMA NACIONAL DE FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR – PRONAF 1. Este Programa será operacionalizado de acordo com as normas disciplinadas no Manual de Crédito Rural – MCR 10. estabelecidas por Resoluções do Conselho Monetário Nacional – CMN e demais normativos do Banco Central do Brasil. CAPÍTULO 2 – PROGRAMA NACIONAL DE FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR – PRONAF – REFORMA AGRÁRIA (PLANTA BRASIL) 1. O Agente Financeiro colocará as instruções deste Programa à disposição dos beneficiários. 40 . 2. 2. O Agente Financeiro colocará as instruções deste Programa à disposição dos beneficiários.

Obs. OUTRAS CONDIÇÕES DE FINANCIAMENTO: as previstas no Subtítulo I – Condições de Financiamento do Título IV – Programa de FCO Empresarial de Apoio aos Empreendedores Individuais – EI e às Micro e Pequenas Empresas – MPE. Tecnologia e Inovação para MPE. e f) Linha de Financiamento de Ciência. BENEFICIÁRIOS: empreendedores individuais e micro e pequenas empresas. inclusive quando se tratar de grupo empresarial. LINHAS DE FINANCIAMENTO: a) Linha de Financiamento para Empreendedores Individuais – EI. c) Linha de Financiamento de Infraestrutura Econômica para MPE. 3. 4. b) Linha de Financiamento de Desenvolvimento Industrial para MPE. d) Linha de Financiamento de Desenvolvimento do Turismo Regional para MPE.Título VIII – Programas de FCO para Repasse Subtítulo I – Programa de FCO Empresarial para Repasse 1. 2. 41 .: devem ser observadas as condições constantes do Subtítulo II – Linhas de Financiamento do Título IV – Programa de FCO Empresarial de Apoio aos Empreendedores Individuais – EI e às Micro e Pequenas Empresas – MPE. e) Linha de Financiamento de Desenvolvimento dos Setores Comercial e de Serviços para MPE. TETO: R$ 2 milhões por tomador.

grupo empresarial ou grupo agropecuário. 4. 2. inclusive quando se tratar de associação. BENEFICIÁRIOS: mini e pequenos produtores rurais.Título VIII – Programas de FCO para Repasse Subtítulo II – Programa de FCO Rural para Repasse 1. exclusivamente para mini e pequenos tomadores. d) Linha de Financiamento de Integração Lavoura-Pecuária. TETO: R$ 2 milhões por tomador. suas associações e cooperativas. na condição de pessoas físicas e jurídicas. OUTRAS CONDIÇÕES DE FINANCIAMENTO: as previstas no Subtítulo I – Condições de Financiamento do Título VI – Programa de FCO Rural. e h) Linha de Financiamento de Apoio ao Desenvolvimento da Pesca. c) Linha de Financiamento de Desenvolvimento de Sistema de Integração Rural – Convir. e) Linha de Financiamento de Conservação da Natureza. exclusivamente para mini e pequenos tomadores. cooperativa. f) Linha de Financiamento de Retenção de Matrizes na Planície Pantaneira.: devem ser observadas as condições constantes do Subtítulo II – Linhas de Financiamento do Título VI – Programa de FCO Rural. LINHAS DE FINANCIAMENTO: a) Linha de Financiamento de Desenvolvimento Rural. 42 . g) Linha de Financiamento de Apoio ao Desenvolvimento da Aquicultura. b) Linha de Financiamento de Desenvolvimento de Irrigação e Drenagem. 3. Obs.

b) informar a distância média (km) dos principais fornecedores para o empreendimento.Indicar: a) os principais locais onde serão comercializados os produtos (indicar percentual). IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE (nome. c) vantagens competitivas do projeto em relação aos concorrentes (preço da matériaprima. capital de giro e custeio associado a projeto de investimento). c) máquinas e equipamentos nacionais. . proximidade do centro fornecedor de matéria-prima e do mercado consumidor etc. 5. investimento semifixo. VALOR TOTAL DO PROJETO . 8. 11. b) benefícios sociais e econômicos a serem alcançados com a implantação do projeto (quantificar 5 anos). f) outros (especificar). separadamente). custeio e capital de giro dissociado. b) os principais concorrentes já instalados na área de atuação do projeto a ser financiado e percentual do mercado a ser coberto pelo proponente. 10. custeio ou capital de giro dissociado. ENQUADRAMENTO EM PROGRAMA OFICIAL (Informar se o empreendimento está amparado em Programa Oficial Específico de Desenvolvimento aprovado por lei estadual ou do Distrito Federal e/ou definido em resoluções dos Conselhos de Desenvolvimento Estaduais ou do Distrito Federal. MATÉRIA-PRIMA: a) esclarecer se existe a possibilidade local ou regional de fornecimento da matéria-prima em nível requerido pelo empreendimento financiado.Anexo I – Modelo de Carta-Consulta PARTE I (a ser preenchida pelo proponente) 1. e) custeio/capital de giro. 9.). a saber: a) aquisição de terreno. separando por finalidade do crédito: investimento fixo. d) máquinas e equipamentos importados. composição societária). VALOR DO FINANCIAMENTO SOLICITADO (Discriminar FCO e outras fontes. 4. OBJETIVO(S) DO EMPREENDIMENTO PROPOSTO. 43 2. JUSTIFICATIVAS: a) considerações sobre a prioridade e a importância do projeto para o desenvolvimento do município e da Região. c) capacidade de estimular o desenvolvimento de outros setores da economia. identificando o programa em caso afirmativo). MERCADO A ATINGIR (interno e/ou externo) . ESTIMATIVA DE CRIAÇÃO DE EMPREGOS EM NÍVEL LOCAL E REGIONAL E TIPO DE ESPECIALIZAÇÃO (diretos e indiretos.Apresentar síntese dos investimentos totais necessários à implantação do projeto. inclusive capital próprio. agrupando-os em: investimento fixo. endereço e telefone. semifixo. 6. capital de giro ou custeio associado a projeto de investimento). b) construções civis. LOCALIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO (endereço). 7. ITENS A FINANCIAR (Informar o valor de cada item. 3. CNPJ/CPF.

13. PARECER DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO . PARECER DA SUPERINTENDÊNCIA . indicando o nome do Programa. conforme o caso. 14. a situação do financiamento e a UF onde localizado o empreendimento). VALOR ESTIMADO DOS PRINCIPAIS IMPOSTOS E TAXAS A SEREM GERADOS (5 anos). PROGRAMA. com considerações sobre os aspectos que. OUTRAS INFORMAÇÕES. INFORMAÇÕES ADICIONAIS SOB A ÓTICA ESTADUAL – Assinalar. 44 . 17. saldo devedor atualizado. sob a ótica do desenvolvimento regional. PARTE III (a ser preenchida pelos Conselhos de Desenvolvimento) 21. c) margem. PRODUÇÃO E RECEITA TOTAL DO EMPREENDIMENTO (5 anos): a) Produção e Receita atuais. a(s) ação(ões) do Governo Federal abaixo a que o empreendimento tenha aderência: ( ) Projeto considerado estruturante pelo Conselho de Desenvolvimento. o ano. PARTE II (a ser preenchida pelo Banco do Brasil) 16. AGÊNCIA DO BANCO DO BRASIL PARA CONTATO. 20. Tecnologia e Inovação. b) Produção e Receita estimadas. ( ) Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Bioma Cerrado (PPCerrado). recomendem a aprovação da Carta-Consulta. TETO DO PROGRAMA: a) teto. ( ) Apoio à Copa do Mundo de Futebol de 2014. 22. 18.Anexo I – Modelo de Carta-Consulta 12. ( ) Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). ( ) Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC). valor nominal.Apresentar análise sobre a atividade objeto do financiamento e comentários sucintos sobre as perspectivas de êxito do empreendimento. PORTE DO PROPONENTE. d) financiamento proposto com recursos do FCO. a situação do financiamento e a UF onde localizado o empreendimento). ASSISTÊNCIA GLOBAL DO FCO (Informar a assistência prestada em todos os Programas. valor nominal. 19. ( ) Projeto de Ciência.Apresentar parecer fundamentado e conclusivo. b) créditos já concedidos no Programa (Informar o ano. saldo devedor atualizado. 15.

Dinâmica inclui baixa e média rendas dinâmicas. UF DF GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO Microrregião Brasília Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anápolis Anicuns Anicuns Anicuns Anicuns Anicuns Anicuns Anicuns Anicuns Anicuns Anicuns Anicuns Anicuns Anicuns Aragarças Aragarças Aragarças Aragarças Aragarças Aragarças Aragarças Catalão Catalão Catalão Catalão Catalão Catalão Município Brasília Anápolis Araçu Brazabrantes Campo Limpo de Goiás Caturaí Damolândia Heitoraí Inhumas Itaberaí Itaguari Itaguaru Itauçu Jaraguá Jesúpolis Nova Veneza Ouro Verde de Goiás Petrolina de Goiás Santa Rosa de Goiás São Francisco de Goiás Taquaral de Goiás Adelândia Americano do Brasil Anicuns Aurilândia Avelinópolis Buriti de Goiás Firminópolis Mossâmedes Nazário Sanclerlândia Santa Bárbara de Goiás São Luís de Montes Belos Turvânia Aragarças Arenópolis Baliza Bom Jardim de Goiás Diorama Montes Claros de Goiás Piranhas Anhanguera Campo Alegre de Goiás Catalão Corumbaíba Cumari Davinópolis 45 Tipologia Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda . Para efeito de enquadramento de proposta no Limite Financiável.Baixa Renda inclui apenas a baixa renda estagnada (na Região Centro-Oeste não existe município com esta classificação).Estagnada inclui apenas a média renda estagnada. Observação: I. . nas situações previstas nesta Programação. .Anexo II – Tipologia dos Municípios definida pelo Ministério da Integração Nacional 1. tipologias: .Alta Renda . será considerada a Tipologia do município de localização do empreendimento. conforme definições do Ministério da Integração Nacional constantes do quadro abaixo.

Anexo II – Tipologia dos Municípios definida pelo Ministério da Integração Nacional GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO Catalão Catalão Catalão Catalão Catalão Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Ceres Chapada dos Veadeiros Chapada dos Veadeiros Chapada dos Veadeiros Chapada dos Veadeiros Chapada dos Veadeiros Chapada dos Veadeiros Chapada dos Veadeiros Chapada dos Veadeiros Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Entorno de Brasília Goiânia Goiânia Goiânia Goiânia Goiânia Goiânia Goiânia Goiânia Goiânia Goiânia Goiandira Ipameri Nova Aurora Ouvidor Três Ranchos Barro Alto Carmo do Rio Verde Ceres Goianésia Guaraíta Guarinos Hidrolina Ipiranga de Goiás Itapaci Itapuranga Morro Agudo de Goiás Nova América Nova Glória Pilar de Goiás Rialma Rianápolis Rubiataba Santa Isabel Santa Rita do Novo Destino São Luíz do Norte São Patrício Uruana Alto Paraíso de Goiás Campos Belos Cavalcante Colinas do Sul Monte Alegre de Goiás Nova Roma São João d'Aliança Teresina de Goiás Abadiânia Água Fria de Goiás Águas Lindas de Goiás Alexânia Cabeceiras Cidade Ocidental Cocalzinho de Goiás Corumbá de Goiás Cristalina Formosa Luziânia Mimoso de Goiás Novo Gama Padre Bernardo Pirenópolis Planaltina Santo Antônio do Descoberto Valparaíso de Goiás Vila Boa Vila Propício Abadia de Goiás Aparecida de Goiânia Aragoiânia Bela Vista de Goiás Bonfinópolis Caldazinha Goianápolis Goiânia Goianira Guapó 46 Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda .

Anexo II – Tipologia dos Municípios definida pelo Ministério da Integração Nacional GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO Goiânia Goiânia Goiânia Goiânia Goiânia Goiânia Goiânia Iporá Iporá Iporá Iporá Iporá Iporá Iporá Iporá Iporá Iporá Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Meia Ponte Pires do Rio Pires do Rio Pires do Rio Pires do Rio Pires do Rio Pires do Rio Pires do Rio Pires do Rio Pires do Rio Pires do Rio Porangatu Porangatu Porangatu Porangatu Porangatu Porangatu Porangatu Porangatu Porangatu Porangatu Porangatu Porangatu Porangatu Porangatu Porangatu Porangatu Porangatu Hidrolândia Leopoldo de Bulhões Nerópolis Santo Antônio de Goiás Senador Canedo Terezópolis de Goiás Trindade Amorinópolis Cachoeira de Goiás Córrego do Ouro Fazenda Nova Iporá Israelândia Ivolândia Jaupaci Moiporá Novo Brasil Água Limpa Aloândia Bom Jesus de Goiás Buriti Alegre Cachoeira Dourada Caldas Novas Cromínia Goiatuba Inaciolândia Itumbiara Joviânia Mairipotaba Marzagão Morrinhos Panamá Piracanjuba Pontalina Porteirão Professor Jamil Rio Quente Vicentinópolis Cristianópolis Gameleira de Goiás Orizona Palmelo Pires do Rio Santa Cruz de Goiás São Miguel do Passa Quatro Silvânia Urutaí Vianópolis Alto Horizonte Amaralina Bonópolis Campinaçu Campinorte Campos Verdes Estrela do Norte Formoso Mara Rosa Minaçu Montividiu do Norte Mutunópolis Niquelândia Nova Iguaçu de Goiás Porangatu Santa Tereza de Goiás Santa Terezinha de Goiás 47 Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada .

Anexo II – Tipologia dos Municípios definida pelo Ministério da Integração Nacional GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO Porangatu Porangatu Quirinópolis Quirinópolis Quirinópolis Quirinópolis Quirinópolis Quirinópolis Quirinópolis Quirinópolis Quirinópolis Rio Vermelho Rio Vermelho Rio Vermelho Rio Vermelho Rio Vermelho Rio Vermelho Rio Vermelho Rio Vermelho Rio Vermelho São Miguel do Araguaia São Miguel do Araguaia São Miguel do Araguaia São Miguel do Araguaia São Miguel do Araguaia São Miguel do Araguaia São Miguel do Araguaia Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Sudoeste de Goiás Vale do Rio dos Bois Vale do Rio dos Bois Vale do Rio dos Bois Vale do Rio dos Bois Vale do Rio dos Bois Vale do Rio dos Bois Vale do Rio dos Bois Vale do Rio dos Bois Vale do Rio dos Bois Vale do Rio dos Bois Vale do Rio dos Bois Vale do Rio dos Bois Vale do Rio dos Bois Vão do Paranã Vão do Paranã Vão do Paranã Vão do Paranã Vão do Paranã Vão do Paranã Vão do Paranã Trombas Uruaçu Cachoeira Alta Caçu Gouvelândia Itajá Itarumã Lagoa Santa Paranaiguara Quirinópolis São Simão Araguapaz Aruanã Britânia Faina Goiás Itapirapuã Jussara Matrinchã Santa Fé de Goiás Crixás Mozarlândia Mundo Novo Nova Crixás Novo Planalto São Miguel do Araguaia Uirapuru Aparecida do Rio Doce Aporé Caiapônia Castelândia Chapadão do Céu Doverlândia Jataí Maurilândia Mineiros Montividiu Palestina de Goiás Perolândia Portelândia Rio Verde Santa Helena de Goiás Santa Rita do Araguaia Santo Antônio da Barra Serranópolis Acreúna Campestre de Goiás Cezarina Edealina Edéia Indiara Jandaia Palmeiras de Goiás Palminópolis Paraúna São João da Paraúna Turvelândia Varjão Alvorada do Norte Buritinópolis Damianópolis Divinópolis de Goiás Flores de Goiás Guarani de Goiás Iaciara 48 Estagnada Estagnada Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica .

Anexo II – Tipologia dos Municípios definida pelo Ministério da Integração Nacional GO GO GO GO GO MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS Vão do Paranã Vão do Paranã Vão do Paranã Vão do Paranã Vão do Paranã Alto Taquari Alto Taquari Alto Taquari Alto Taquari Alto Taquari Alto Taquari Alto Taquari Alto Taquari Aquidauana Aquidauana Aquidauana Aquidauana Baixo Pantanal Baixo Pantanal Baixo Pantanal Bodoquena Bodoquena Bodoquena Bodoquena Bodoquena Bodoquena Bodoquena Campo Grande Campo Grande Campo Grande Campo Grande Campo Grande Campo Grande Campo Grande Campo Grande Cassilândia Cassilândia Cassilândia Dourados Dourados Dourados Dourados Dourados Dourados Dourados Dourados Dourados Dourados Dourados Dourados Dourados Dourados Dourados Iguatemi Iguatemi Iguatemi Iguatemi Iguatemi Iguatemi Iguatemi Iguatemi Iguatemi Iguatemi Iguatemi Iguatemi Mambaí Posse São Domingos Simolândia Sítio d'Abadia Alcinópolis Camapuã Coxim Figueirão Pedro Gomes Rio Verde de Mato Grosso São Gabriel do Oeste Sonora Anastácio Aquidauana Dois Irmãos do Buriti Miranda Corumbá Ladário Porto Murtinho Bela Vista Bodoquena Bonito Caracol Guia Lopes da Laguna Jardim Nioaque Bandeirantes Campo Grande Corguinho Jaraguari Rio Negro Rochedo Sidrolândia Terenos Cassilândia Chapadão do Sul Costa Rica Amambaí Antônio João Aral Moreira Caarapó Douradina Dourados Fátima do Sul Itaporã Juti Laguna Carapã Maracaju Nova Alvorada do Sul Ponta Porã Rio Brilhante Vicentina Angélica Coronel Sapucaia Deodápolis Eldorado Glória de Dourados Iguatemi Itaquiraí Ivinhema Japorã Jateí Mundo Novo Naviraí 49 Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica .

Anexo II – Tipologia dos Municípios definida pelo Ministério da Integração Nacional MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT Iguatemi Iguatemi Iguatemi Iguatemi Nova Andradina Nova Andradina Nova Andradina Nova Andradina Nova Andradina Paranaíba Paranaíba Paranaíba Paranaíba Três Lagoas Três Lagoas Três Lagoas Três Lagoas Três Lagoas Alta Floresta Alta Floresta Alta Floresta Alta Floresta Alta Floresta Alta Floresta Alto Araguaia Alto Araguaia Alto Araguaia Alto Guaporé Alto Guaporé Alto Guaporé Alto Guaporé Alto Guaporé Alto Pantanal Alto Pantanal Alto Pantanal Alto Pantanal Alto Paraguai Alto Paraguai Alto Paraguai Alto Paraguai Alto Paraguai Alto Teles Pires Alto Teles Pires Alto Teles Pires Alto Teles Pires Alto Teles Pires Alto Teles Pires Alto Teles Pires Alto Teles Pires Alto Teles Pires Arinos Arinos Arinos Arinos Arinos Arinos Aripuanã Aripuanã Aripuanã Aripuanã Aripuanã Aripuanã Aripuanã Aripuanã Canarana Novo Horizonte do Sul Paranhos Sete Quedas Tacuru Anaurilândia Bataguassu Batayporã Nova Andradina Taquarussu Aparecida do Taboado Inocência Paranaíba Selvíria Água Clara Brasilândia Ribas do Rio Pardo Santa Rita do Pardo Três Lagoas Alta Floresta Apiacás Carlinda Nova Bandeirantes Nova Monte Verde Paranaíta Alto Araguaia Alto Garças Alto Taquari Conquista D'Oeste Nova Lacerda Pontes e Lacerda Vale de São Domingos Vila Bela da Santíssima Trindade Barão de Melgaço Cáceres Curvelândia Poconé Alto Paraguai Arenápolis Nortelândia Nova Marilândia Santo Afonso Ipiranga do Norte Itanhangá Lucas do Rio Verde Nobres Nova Mutum Nova Ubiratã Santa Rita do Trivelato Sorriso Tapurah Juara Nova Maringá Novo Horizonte do Norte Porto dos Gaúchos São José do Rio Claro Tabaporã Aripuanã Brasnorte Castanheira Colniza Cotriguaçu Juína Juruena Rondolândia Água Boa 50 Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Dinâmica .

Anexo II – Tipologia dos Municípios definida pelo Ministério da Integração Nacional MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT Canarana Canarana Canarana Canarana Canarana Canarana Canarana Colíder Colíder Colíder Colíder Colíder Colíder Colíder Colíder Cuiabá Cuiabá Cuiabá Cuiabá Cuiabá Jauru Jauru Jauru Jauru Jauru Jauru Jauru Jauru Jauru Jauru Jauru Jauru Médio Araguaia Médio Araguaia Médio Araguaia Norte Araguaia Norte Araguaia Norte Araguaia Norte Araguaia Norte Araguaia Norte Araguaia Norte Araguaia Norte Araguaia Norte Araguaia Norte Araguaia Norte Araguaia Norte Araguaia Norte Araguaia Norte Araguaia Paranatinga Paranatinga Paranatinga Paranatinga Parecis Parecis Parecis Parecis Parecis Primavera do Leste Primavera do Leste Rondonópolis Rondonópolis Rondonópolis Rondonópolis Rondonópolis Campinápolis Canarana Nova Nazaré Nova Xavantina Novo São Joaquim Querência Santo Antônio do Leste Colíder Guarantã do Norte Matupá Nova Canaã do Norte Nova Guarita Novo Mundo Peixoto de Azevedo Terra Nova do Norte Chapada dos Guimarães Cuiabá Nossa Senhora do Livramento Santo Antônio do Leverger Várzea Grande Araputanga Figueirópolis D'Oeste Glória D'Oeste Indiavaí Jauru Lambari D'Oeste Mirassol d'Oeste Porto Esperidião Reserva do Cabaçal Rio Branco Salto do Céu São José dos Quatro Marcos Araguaiana Barra do Garças Cocalinho Alto Boa Vista Bom Jesus do Araguaia Canabrava do Norte Confresa Luciára Novo Santo Antônio Porto Alegre do Norte Ribeirão Cascalheira Santa Cruz do Xingu Santa Terezinha São Félix do Araguaia São José do Xingu Serra Nova Dourada Vila Rica Gaúcha do Norte Nova Brasilândia Paranatinga Planalto da Serra Campo Novo do Parecis Campos de Júlio Comodoro Diamantino Sapezal Campo Verde Primavera do Leste Dom Aquino Itiquira Jaciara Juscimeira Pedra Preta 51 Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada .

Anexo II – Tipologia dos Municípios definida pelo Ministério da Integração Nacional MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT Rondonópolis Rondonópolis Rondonópolis Rosário Oeste Rosário Oeste Rosário Oeste Sinop Sinop Sinop Sinop Sinop Sinop Sinop Sinop Sinop Tangará da Serra Tangará da Serra Tangará da Serra Tangará da Serra Tangará da Serra Tesouro Tesouro Tesouro Tesouro Tesouro Tesouro Tesouro Tesouro Tesouro Rondonópolis São José do Povo São Pedro da Cipa Acorizal Jangada Rosário Oeste Cláudia Feliz Natal Itaúba Marcelândia Nova Santa Helena Santa Carmem Sinop União do Sul Vera Barra do Bugres Denise Nova Olímpia Porto Estrela Tangará da Serra Araguainha General Carneiro Guiratinga Pontal do Araguaia Ponte Branca Poxoréo Ribeirãozinho Tesouro Torixoréu Estagnada Estagnada Estagnada Dinâmica Dinâmica Dinâmica Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Alta Renda Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Estagnada Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica 52 .

Anexo III – Municípios da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno – RIDE A Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno – RIDE é constituída pelo Distrito Federal e pelos seguintes municípios (exceto os municípios do Estado de Minas Gerais): Nr. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 UF GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO Abadiânia Água Fria de Goiás Águas Lindas de Goiás Alexânia Cabeceiras Cidade Ocidental Cocalzinho de Goiás Corumbá de Goiás Cristalina Formosa Luziânia Mimoso de Goiás Novo Gama Padre Bernardo Pirenópolis Planaltina Santo Antônio do Descoberto Valparaíso de Goiás Vila Boa Municípios 53 .

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 UF GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO Abadiânia Água Fria de Goiás Águas Lindas de Goiás Alexânia Alto Paraíso de Goiás Alvorada do Norte Barro Alto Buritinópolis Cabeceiras Campinaçu Campinorte Campo Alegre de Goiás Campos Belos Carmo do Rio Verde Catalão Cavalcante Ceres Cidade Ocidental Cocalzinho de Goiás Colinas do Sul Corumbá de Goiás Cristalina Damianópolis Davinópolis Divinópolis de Goiás Flores de Goiás Formosa Goianésia Guaraíta Guarani de Goiás Heitoraí Hidrolina Iaciara Ipiranga de Goiás Itaberaí Itaguari Itaguaru Itapaci Itapuranga Município 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO Jaraguá Jesúpolis Luziânia Mambaí Mimoso de Goiás Minaçu Monte Alegre de Goiás Morro Agudo de Goiás Niquelândia Nova América Nova Glória Nova Roma Novo Gama Ouvidor Padre Bernardo Pirenópolis Planaltina Posse Rialma Rianápolis Rubiataba Santa Isabel Santa Rita do Novo Destino Santo Antônio do Descoberto São Domingos São Francisco de Goiás São João d'Aliança São Luíz do Norte São Patrício Simolândia Sítio d'Abadia Teresina de Goiás Três Ranchos Uruaçu Uruana Valparaíso de Goiás Vila Boa Vila Propício 54 .Anexo IV – Municípios da Mesorregião de Águas Emendadas A Mesorregião de Águas Emendadas da Região Centro-Oeste é constituída pelos seguintes municípios: Nr.

Anexo V – Municípios da Faixa de Fronteira A Faixa de Fronteira da Região Centro-Oeste é constituída pelos seguintes municípios: Nr. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 UF MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS MS Amambaí Anastácio Antônio João Aquidauana Aral Moreira Bela Vista Bodoquena Bonito Caarapó Caracol Coronel Sapucaia Corumbá Deodápolis Dois Irmãos do Buriti Douradina Dourados Eldorado Fátima do Sul Glória de Dourados Guia Lopes da Laguna Iguatemi Itaporã Itaquiraí Japorã Jardim Jateí Juti Ladário Laguna Carapã Maracaju Miranda Mundo Novo Naviraí Nioaque Novo Horizonte do Sul Paranhos Municípios 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 MS MS MS MS MS MS MS MS MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT MT Ponta Porã Porto Murtinho Rio Brilhante Sete Quedas Sidrolândia Tacuru Taquarussu Vicentina Araputanga Barão de Melgaço Barra do Bugres Cáceres Campos de Júlio Comodoro Conquista D'Oeste Curvelândia Figueirópolis D'Oeste Glória D'Oeste Indiavaí Jauru Lambari D'Oeste Mirassol d'Oeste Nossa Senhora do Livramento Nova Lacerda Poconé Pontes e Lacerda Porto Esperidião Porto Estrela Reserva do Cabaçal Rio Branco Salto do Céu São José dos Quatro Marcos Sapezal Tangará da Serra Vale de São Domingos Vila Bela da Santíssima Trindade 55 .