Norma

Código

Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
Processo Edição

SM01.00-00.002
Folha

Atendimento aos Clientes
Atividade Data

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HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição 2ª 3ª Data 25/01/2005 28/07/2005 Alterações em relação à edição anterior Padronização do barramento blindado e caixas plásticas. Padronização dos centros de medição CM6 e CM9, do Centro de Distribuição CD metálicos e adequação aos requisitos da NR10. Alteração do ramal de ligação em média tensão com apenas três condutores, estabelecimento da distância máxima de 40 m entre ponto de entrega/subestação e CDM, inclusão de reagrupamento de unidades consumidoras, exigência de projeto apenas a partir de seis unidades ou 75 kW, restrição do CM com caixas plásticas polifásicas para apenas seis unidades, exigência do prontuário de instalações elétricas e revisão de materiais se subestação abrigada. Adequação ao novo padrão de normativos no SGN; Alteração no limite de demanda máxima para atendimento em Baixa Tensão a Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras de 112,5 kVA para 225 kVA; Padronização de Subestação com Dupla Transformação; Recomendação do uso de DPS e DR; Padronização do fornecimento à unidade consumidora do Grupo A através de entrada de serviço distinta. Inclusão do item 4.9, que padroniza, para as unidades consumidoras do grupo B trifásicas, o medidor eletrônico, o qual permite medição de energia consumida ativa e reativa; definição das classes de faturamento para as quais a CELPE deve passar a faturar o consumo de energia elétrica ativa e reativa excedente, conforme resolução ANEEL 456/2000; alteração do limite máximo de 20 metros para até 40 metros entre o CDM e o limite de propriedade com a via pública, para as edificações de múltiplas unidades consumidoras atendidas a partir da rede de distribuição em baixa tensão da CELPE; limitação da distância máxima em 20 metros entre a subestação interna ao imóvel e o CDM.

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GRUPOS DE ACESSO Nome dos grupos Diretor-Presidente, Superintendentes, Gerentes, Gestores, Funcionários e Prestadores de Serviços.

NORMATIVOS ASSOCIADOS Nome dos normativos SM01.00-00.004 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Classe 15 kV. SM01.00-00.001 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a Edificações Individuais. SM01.00-00.006 Instalação de Geradores Particulares em Baixa Tensão. SM01.00-00.007 Paralelismo Momentâneo de Geradores Com Operação em Rampa, Com o Sistema de Distribuição. VR01.01-00.004 Especificação de Caixas para Medidores.

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Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo

ÍNDICE Página 1. OBJETIVO .....................................................................................................................................................4 2. RESPONSABILIDADES ................................................................................................................................4 3. DEFINIÇÕES..................................................................................................................................................4 4. CRITÉRIOS ....................................................................................................................................................6 5. REFERÊNCIAS ............................................................................................................................................28 6. APROVAÇÃO ..............................................................................................................................................29 ANEXO I - TABELAS..................................................................................................................................... 30 TABELA 06 – POTÊNCIA DOS APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS.......................................................30 TABELA 07 – ELOS FUSÍVEIS.......................................................................................................................35 TABELA 08 – POSTE PARTICULAR EM BAIXA TENSÃO ..........................................................................36 TABELA 09 – ESCOLHA DO TRANSFORMADOR E POSTE PARA SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO ........................................................................................................................................36 TABELA 10 – BARRAMENTO DE COBRE PARA O QDG ...........................................................................37 TABELA 11 – CONDUTORES PARA ATERRAMENTO................................................................................37 TABELA 12 – DEMANDA INDIVIDUAL DO APARTAMENTO EM FUNÇÃO DA ÁREA ÚTIL.....................38 TABELA 13 – FATOR DE DIVERSIDADE EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE APARTAMENTOS..................39 TABELA 14 – FATORES DE POTÊNCIA TÍPICOS .......................................................................................40 TABELA 15 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS .............................................40 TABELA 16 – DEMANDA DIVERSIFICADA EM KVA PARA MOTORES.....................................................41 TABELA 17 – DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO ........................................................42 TABELA 18 – FATORES DE DIVERSIDADE PARA CONDICIONADORES DE AR ....................................43 (EDIFÍCIOS COMERCIAIS) .............................................................................................................................43 TABELA 19 - FUSÍVEIS EM MÉDIA TENSÃO PARA CUBÍCULO MODULAR ............................................43 TABELA 20 – DISPOSITIVOS DE PARTIDA PARA MOTORES TRIFÁSICOS............................................44 TABELA 21 – QUADROS DE MEDIÇÃO EM EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO.....................................45 ANEXO II - DESENHOS DE REFERÊNCIA....................................................................................................46 DESENHO 01 – PADRÃO DE ENTRADA E PONTO DE ENTREGA EM BAIXA TENSÃO .........................46 DESENHO 02 – ENTRADA DE SERVIÇO E PONTO DE ENTREGA EM BAIXA TENSÃO .........................47 DESENHO 03 – ENTRADA DE SERVIÇO COM RAMAL DE ENTRADA EMBUTIDO NA PAREDE...........48 DESENHO 04 – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM BAIXA TENSÃO .........................................49 DESENHO 05 – LIGAÇÃO DE UNIDADES CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS LOCALIZADAS EM VIELAS ..........................................................................................................................................................................50 DESENHO 06 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS PARA REDES DE BAIXA E MÉDIA TENSÃO ....................51 DESENHO 07 – DETALHES CONSTRUTIVOS PARA CAIXA DE INSPEÇÃO DE BT ................................52 EM ALVENARIA ..............................................................................................................................................52 DESENHO 08 – CAIXA DE INSPEÇÃO METÁLICA BT (RAMAL DE ENTRADA APARENTE) ..................53 DESENHO 09 – CAIXA DE INSPEÇÃO METÁLICA (RAMAL DE LIGAÇÃO EM MT APARENTE) ............54 DESENHO 10 – CAIXA DE INSPEÇÃO EM ALVENARIA PARA MÉDIA TENSÃO .....................................55 DESENHO 11 – RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO EM MÉDIA TENSÃO..........................................56 RELAÇÃO DE MATERIAL PARA ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA EM MÉDIA TENSÃO.........57 DESENHO 12 – SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA DE RECUO DA EDIFICAÇÃO (DERIVAÇÃO DE RD COMPACTA) ........................................................................................58 RELAÇÃO DE MATERIAL PARA SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA DE RECUO DA EDIFICAÇÃO (DERIVAÇÃO DE RD COMPACTA)..............................................................59 DESENHO 13 – SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA DE RECUO DA EDIFICAÇÃO (DERIVAÇÃO DE RD CONVENCIONAL) ...............................................................................60 RELAÇÃO DE MATERIAL PARA SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA DE RECUO (DERIVAÇÃO DE RD CONVENCIONAL) ...................................................................................61 DESENHO 14 – CAIXA DE INSPEÇÃO E CONECTORES DE ATERRAMENTO PADRONIZADOS ..........62 DESENHO 15 – SISTEMA DE DRENAGEM E COLETA DE ÓLEO PARA SUBESTAÇÃO ABRIGADA....63 DESENHO 16 – CAIXA SELADA COM VISOR PARA GUARDA DA CHAVE DA SUBESTAÇÃO .............64 DESENHO 17 – PLACA DE ADVERTÊNCIA - PERIGO DE MORTE............................................................65 DESENHO 18 – PLACA DE ADVERTÊNCIA - BLOQUEIO DE EQUIPAMENTO.........................................66 DESENHO 19 – MODELO DE LIGAÇÃO DE CASAS GEMINADAS EM BAIXA TENSÃO .........................67 SM01.00-00.002 6ª Edição 19/12/2007 2 de 104

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DESENHO 20 – MODELO DE LIGAÇÃO PARA DUAS UNIDADES CONSUMIDORAS SITUADAS EM UM MESMO TERRENO SEM ÁREA DE USO COMUM .......................................................................................68 DESENHO 21 – QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL - QDG TIPO 1........................................................69 (BARRAMENTO DE COBRE NU) ...................................................................................................................69 DESENHO 22 – CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO (CD) COM BARRAMENTO BLINDADO .............................70 DESENHO 23 – CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO (CDM) COM CAIXAS DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS INDIVIDUAIS MONOFÁSICAS ..................................................................................................71 DESENHO 24 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO (CDM) COM CAIXAS DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS INDIVIDUAIS TRIFÁSICAS........................................................................................................72 DESENHO 25 - BARRAMENTO BLINDADO PARA O CENTRO DE MEDIÇÃO - CM .................................73 DESENHO 26 – TERMINAL DE PRESSÃO PARA CONEXÃO DOS CONDUTORES AO BARRAMENTO DO QDG ...........................................................................................................................................................74 DESENHO 27 – ARRANJOS PARA MONTAGEM DO CDM .........................................................................75 DESENHO 28 – CAIXAS DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS PADRONIZADAS .....................................................76 DESENHO 29 – AMARRAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DE CONDUTORES DO RAMAL DE ENTRADA........77 DESENHO 30 – MEDIÇÃO AGRUPADA EM MURETA.................................................................................78 DESENHO 31 – CAIXAS DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS PADRONIZADAS .....................................................79 DESENHO 32 – CENTRO DE MEDIÇÃO TIPO ARMÁRIO MODULAR (CM-6)............................................80 DESENHO 33 - CENTRO DE MEDIÇÃO TIPO ARMÁRIO MODULAR (CM-9).............................................81 DESENHO 34 – ATERRAMENTO DO QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL (QDG) E CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO (CDM) ..............................................................................................................82 DESENHO 35 – DIAGRAMAS UNIFILARES..................................................................................................83 DESENHO 36 – SUBESTAÇÃO PARA TRANSFORMADOR A PARTIR DE 500 KVA EQUIPADA COM CUBÍCULO MODULAR ...................................................................................................................................84 DESENHO 37 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO DE POTÊNCIA 500 KVA..........................85 DESENHO 38 – SUBESTAÇÃO ABRIGADA PARA DOIS TRANSFORMADORES DE 225 KVA ..............86 DESENHO 39 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO DE DOIS TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA 225 KVA .......................................................................................................................................87 DESENHO 40 – SUBESTAÇÃO COM BASE RESERVA PARA INSTALAÇÃO DE FUTURO TRANSFORMADOR (2BASES) ......................................................................................................................88 DESENHO 41 – SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM TRANSFORMADOR PARTICULAR (CONSUMIDOR DO GRUPO "A"LOCALIZADO EM EDIFICAÇÃO DE USO COLETIVO)......................................................89 DESENHO 42 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃ COM TRANSFORMADOR PARTICULAR .90 DESENHO 43 – SUBESTAÇÃO COM BASE RESERVA PARA INSTALAÇÃO DE FUTURO TRANSFORMADOR (3 BASES) .....................................................................................................................91 DESENHO 44 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM BASE RESERVA PARA INSTALAÇÃO DE FUTURO TRANSFORMADOR (3 BASES) ......................................................................92 DESENHO 45 – SUBESTAÇÃO COM QUATRO TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA 225 KVA ..........93 DESENHO 46 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO COM QUATRO TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA 225 KVA .......................................................................................................................................94 DESENHO 47 – SUBESTAÇÃO COM TRÊS TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA 500 KVA ................95 DESENHO 48 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO DE POTÊNCIA 1500 KVA........................96 DESENHO 49 - CANALETA E GRADE PARA SUBESTAÇÃO ABRIGADA ................................................97 DESENHO 50- CAIXA PARA PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ..........................................98 DESENHO 51 - QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL (QDG) TIPO 2 - OPCIONAL - BARRAMENTO DE COBRE NU.......................................................................................................................................................99 DESENHO 52 - QUADRO DE DISTRIBUIÇÀO GERAL - QDG - TIPO 2 - OPCIONAL ..............................100 (BARRAMENTO BLINDADO) .......................................................................................................................100 DESENHO 53 - CAIXA DE MEDIÇÃO TIPO F6 PARA MEDIÇÃO DO CONDOMÍNIO - OPCIONAL ........101 ANEXO III – MODELO DE REQUERIMENTO PARA ANÁLISE DE PROJETO..........................................102 ANEXO IV - MODELO DE REQUERIMENTO PARA INSPEÇÃO E LIGAÇÃO ..........................................103 ANEXO V - MODELO DE REQUERIMENTO DE PROTOCOLO DE ENTREGA DE DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO.......................................................................................................................................................104

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expressa em quilowatts (kW). possa prejudicar a qualidade do fornecimento a outros consumidores.3Aterramento Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra. e de conexão ou de adesão. de uso.8Circuito Alimentador Condutores instalados entre o Quadro de Distribuição Geral e o Centro de Distribuição e Medição. operação.11Cubículos Modulares Equipamentos de reduzidas dimensões.2Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL Autarquia em regime especial. da subestação do edifício ou de um Quadro de Distribuição Geral. construção.10Consumidor Pessoa física ou jurídica. 3. ligação. comercial e atendimento a clientes. SM01. 3. distribuição e comercialização da energia elétrica. conforme cada caso. 3.9Concessionária Agente titular de concessão ou permissão federal para prestar serviço público de energia elétrica. vinculada ao Ministério de Minas e Energia . com função específica de proteção e seccionamento. 3. 3. manutenção. 3.427 de 26/12/1996.1Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT Associação privada sem fins lucrativos responsável pela elaboração das normas no Brasil. cumprir o estabelecido neste instrumento normativo. 3. destinado à instalação dos equipamentos de medição de energia elétrica da concessionária. ou comunhão de fato ou de direito. em condições de entrar em funcionamento.6Centro de Distribuição e Medição Módulo constituído de proteção geral alimentado diretamente da rede de distribuição secundária.5Carga Instalada Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora. para aplicação em média tensão. que solicitar a CELPE o fornecimento de energia elétrica e assumir a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações fixadas pelas normas e regulamentos da ANEEL. 3.4Carga Especial Equipamento que. com a finalidade de regular e fiscalizar a geração.002 6ª Edição 19/12/2007 4 de 104 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 1. pelas suas características de funcionamento ou potência. 3.MME criada pela lei 9. segurança.OBJETIVO Padronizar as entradas de serviço e estabelecer as condições para o fornecimento de energia elétrica a unidades consumidoras localizadas em edificações de uso coletivo. assim como aos consumidores. legalmente representada. 3.00-00. independentes de outros equipamentos.RESPONSABILIDADES Competem aos órgãos de planejamento.DEFINIÇÕES 3. engenharia. 3. transmissão.7Centro de Medição Agrupamento de caixas de medição ou armário modular em chapa metálica. 2. suprimento. projeto. assim vinculando-se aos contratos de fornecimento.

transmitidas pela rede de distribuição) nas instalações elétricas da edificação.13Demanda Máxima Máxima potência elétrica. constituído portanto pelo ramal de ligação e o ramal de entrada. por entidade pública ou por seus delegados.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 3.20Grupo “B” Grupamento composto de unidades consumidoras com fornecimento em tensão inferior a 2. caracterizada pela estruturação tarifária monômia.002 6ª Edição 19/12/2007 5 de 104 .00-00.18Faixa de Servidão Área de terreno que permite à concessionária o direito real de gozo. 3. 3. 3. destinado a facilitar a passagem dos condutores e execução de emendas.3 kV e faturadas neste Grupo. 3. de natureza pública.17Entrada de Serviço Conjunto de componentes elétricos.21Limite de Propriedade Demarcação que determina o limite de uma área privada com a via pública no alinhamento designado pelos poderes públicos. com base em lei.16Edificação de Uso Coletivo Conjunto vertical ou horizontal com duas ou mais unidades consumidoras que ocupam o mesmo terreno privado.23Caixa de Inspeção Compartimento enterrado. atendidas em tensão superior a 2. permitindo sua inspeção e quando necessário.3kV.15Dispositivo de Proteção Diferencial-Residual .12Demanda Média das potências ativas ou reativas. 3. solicitada por uma unidade consumidora durante um período de tempo especificado. 3. ainda. 3. 3. solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora. ou.DR Dispositivo destinado a prover proteção contra correntes de fuga residuais nas instalações elétricas internas da unidade consumidora. equipamentos de medição e acessórios compreendidos entre a conexão com a rede da concessionária e o dispositivo de proteção da unidade consumidora. em favor de um serviço público ou de um bem afetado a fim de utilidade pública. caracterizada pela estruturação tarifária binômia.25Ponto de Medição Local de instalação dos equipamentos de medição de energia elétrica da concessionária.14Dispositivo de Proteção contra Surtos . caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento.22Padrão de Entrada Conjunto de condutores. atendidas em tensão inferior a 2. 3.3 kV. SM01. ainda. ou.DPS Dispositivo destinado a prover proteção contra sobretensões transitórias (de origem atmosférica ou surtos de manobra. 3. 3.19Grupo “A” Grupamento composto de unidades consumidoras com fornecimento em tensão igual ou superior a 2. 3.3 kV a partir de sistema subterrâneo de distribuição e faturadas neste Grupo. 3. compreendidos entre o ponto de derivação da rede de distribuição e o quadro de distribuição geral. instituído sobre imóvel de propriedade alheia. durante um intervalo de tempo específico. usado para aterramento. expressa em kVA.24Ponto de Entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da concessionária com as instalações elétricas da unidade consumidora.

geralmente instaladas na área de recuo da edificação.0 km em áreas livres (sem anteparos).28Ramal de Distribuição Conjunto de componentes elétricos compreendidos entre a medição e o quadro de distribuição. inclusive mudança de medição monofásica para trifásica. alimentadas por um mesmo ramal de ligação. 3. poeira e umidade. diretamente da rede de distribuição da CELPE. quando a potência instalada calculada para o transformador situar-se até o limite de 225 kVA e não possuírem unidades consumidoras do grupo A ou cargas especiais.0 km em áreas com anteparos naturais ou construções com alturas até 03 vezes a altura do poste.35Zona de Agressividade Industrial Deve ser considerada como zona de agressividade industrial. um círculo. 4.00-00. 4.002 6ª Edição 19/12/2007 6 de 104 . permitindo também a instalação do ramal de entrada e a medição. 3. isolados. dotada de um transformador instalado pela concessionária. cuja origem é o ponto gerador da poluição. alteração de carga. para atendimento exclusivo às unidades consumidoras em baixa tensão e outro transformador. instaláveis em áreas submersas. possuem contatos inacessíveis a animais. 3. com um raio de 500 m. que permitem fácil conexão ou desconexão.32Subestação Aérea com Dupla Transformação Conjunto formado por duas subestações aéreas. manobra e transformação de grandezas elétricas.26Poste Particular Poste situado na propriedade do consumidor. 3. 3. medição.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 3. 3. 3.36Zona de Agressividade Salina Deve ser considerada como zona de agressividade salina. com medição individualizada e correspondente a um único consumidor. com a finalidade de fixar.2As Edificações de Uso Coletivo são atendidas em tensão secundária.31Subestação Parte das instalações elétricas da unidade consumidora atendida em tensão primária de distribuição que agrupa os equipamentos condutores e acessórios destinados à proteção.CRITÉRIOS 4.34Unidade Consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega. instalado exclusivamente para atender unidade consumidora do grupo A ou carga especial.5 km em áreas com anteparos naturais ou construções com alturas superiores a 3 vezes a altura do poste. SM01.1Esta Norma se aplica às instalações novas.33Terminais Desconectáveis Dispositivos de conexão em média tensão tipo “plug-in”. b) Até 1.30Ramal de Ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da concessionária e o ponto de entrega. c) Até 3. reforma de instalações existentes. uma faixa compreendida entre o limite de preamar e uma linha imaginária em terra situada conforme abaixo: a) Até 0. 3. 3.27Quadro de Distribuição Geral Módulo de proteção geral e barramento de distribuição para os circuitos alimentadores dos centros de distribuição e medição. 3.29Ramal de Entrada Conjunto de condutores e acessórios compreendidos entre o ponto de entrega e o ponto de medição. elevar ou desviar o ramal de ligação.

entre o nível da rua que dá acesso à edificação e o andar onde está situada a subestação e desde que respeitado o comprimento máximo para o ramal de ligação.3A área de recuo ou o compartimento interno. com transformador exclusivo.7Consideram-se condições adequadas de acesso: 4.7. 4.1Para as unidades consumidoras do grupo B trifásicas. incluindo o condomínio. dispondo de condições adequadas de acesso.1Área de recuo ao nível da rua. 4. serviço público e residencial (subclasse condomínio) a CELPE deve faturar o consumo da energia elétrica ativa e reativa excedente.9.9O medidor utilizado para o faturamento de energia elétrica nas unidades consumidoras trifásicas do grupo B.002 6ª Edição 19/12/2007 7 de 104 . na freqüência de 60 Hz. iluminação pública.9. 4. 4. operação. iluminação e segurança para instalação. conforme prescreve a resolução ANEEL 456/2000. a CELPE deve faturar apenas o consumo da energia elétrica ativa.7. 01 (um) andar de desnível.00-00. 4. cadastradas sob as seguintes classes de faturamento: comercial. 4.3Para as unidades consumidoras do grupo B. depósito de óleo ou de qualquer outro produto combustível.5.9. cadastradas sob a classe de faturamento residencial normal. com os afastamentos mínimos previstos nesta norma. conforme prescreve a resolução ANEEL 456/2000.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 4. 4. instalada em área de recuo interna do imóvel. industrial.4 As Edificações de Uso Coletivo devem ser atendidas em tensão primária. com afastamento suficiente. que permite a medição da energia consumida ativa e reativa. SM01. Quando no subsolo ou área sujeita a inundação. de equipamentos de transformação. o investimento adicional necessário ao atendimento deve ficar a cargo do mesmo. optar por ser atendido em tensão primária ou ocorrer as condições previstas no item 4. quando a potência instalada calculada para o transformador situar-se acima de 225 kVA e abaixo de 500 kVA e que haja previsão de atendimento a unidades consumidoras do grupo A ou cargas especiais. atendidas com transformador exclusivo. 4. pela CELPE. Devem dispor de compartimento interno em condições adequadas de acesso. acesso direto e sem empecilhos à rede de distribuição em média tensão da CELPE.5Caso a edificação seja atendível em tensão secundária e haja previsão de ligação de unidade consumidora do grupo A. lixeira. deve ser previsto sistema de bombeamento d’água. no máximo.9. destinado à subestação.3As Edificações de Uso Coletivo devem ser atendidas em tensão primária. para instalação de subestação abrigada localizada a. possuírem unidades consumidoras do grupo A ou cargas especiais.2Compartimento interno. havendo viabilidade técnica. poder público. observando o disposto nos itens 4. visando a manutenção do fator de potência de referência no limite mínimo de 0.4. o atendimento deve ser através de subestação aérea com dupla transformação ou abrigada. através de subestação aérea com dupla transformação. em princípio atendível em tensão secundária. ventilação.6Caso o interessado ou responsável pela edificação. rural. 4. destinada à instalação de subestação aérea com dupla transformação.7. não pode estar contíguo a central de gás. quando a potência for igual ou superior a 500 kVA.4O faturamento da energia reativa para as unidades consumidoras com medição apropriada deve ser realizado a partir de fevereiro de 2008.2Recomenda-se às unidades consumidoras enquadradas nas classes de faturamento acima relacionadas providenciar as necessárias adaptações em suas instalações. 4. através de subestação abrigada. deve ser do tipo eletrônico. que possibilite a demarcação de uma área mínima exclusiva de 12 m² (4 m x 3 m). 4.3 e 4.92.8O fornecimento de energia elétrica a unidades consumidoras em edificações de uso coletivo é realizado em tensão secundária de distribuição de 380/220 V. 4. proteção e outros destinados ao suprimento de energia elétrica exclusivamente à edificação. exclusivamente através de ramal de ligação aéreo.

condomínio horizontal com agrupamento de medidores.2Em condomínio horizontal ou unidades consumidoras situadas em vielas. em poste particular ou nos bornes secundários do transformador de distribuição. havendo interesse do consumidor em ser atendido por ramal de entrada subterrâneo. não configurando. com carga instalada superior a 75 kW e demanda contratada ou estimada pelo interessado igual ou inferior a 2.1Nas edificações de uso coletivo ligadas em baixa tensão. 4.001 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a Edificações Individuais. 4. 4. na freqüência de 60 Hz. 4. 4. portanto. 4.10As unidades consumidoras em edificações de uso coletivo. 03 e 04 do ANEXO II.00-00.00-00. 4. no poste de derivação da rede de distribuição. Ponto de Entrega 4.4Nos casos de edificações de uso coletivo. 4.16.5No caso de unidade consumidora do grupo A ou carga especial com transformador particular ocupando área da subestação abrigada. o ponto de entrega para as unidades de baixa tensão situa-se na entrada do barramento geral. devendo ser ligadas direta e individualmente da rede de distribuição de baixa tensão da CELPE.16.500 kW são atendidas em tensão primária de distribuição. cuja transformação pertença à CELPE e esteja instalada no interior do imóvel. participar financeiramente nos termos da legislação vigente.004 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Classe 15 kV. § I da resolução 456/2000 da ANEEL.10. bem como operar e manter o sistema.3Em área servida por rede de distribuição aérea. conforme desenho 12 ou 13 do ANEXO II.13Até o ponto de entrega é responsabilidade da CELPE executar as obras necessárias ao fornecimento.002 6ª Edição 19/12/2007 8 de 104 .18A entrada de serviço para as Edificações de Uso Coletivo deve atender as seguintes condições: SM01. conforme abaixo: 4.16. 4. o ponto de entrega deve situar-se na conexão deste ramal com a rede aérea. a seu critério.16.15Caso haja previsão de ligação de unidade consumidora do grupo A ou carga especial. o ponto de entrega desta unidade consumidora situa-se na conexão do ramal de ligação em média tensão com a estrutura de seccionamento (chave fusível) localizada no poste da subestação. 4. em conformidade com o artigo 7º. formadas por unidades consumidoras contíguas ou geminadas e dispostas em alinhamento com a via pública e no limite desta.00-00.16. o ponto de entrega situa-se no limite de propriedade com a via pública.17Os ramais de ligação e de entrada em baixa tensão e a proteção constam da Tabela 01. deve ser prevista entrada de serviço adicional na edificação. aquelas sem área de uso comum. podendo ser na fachada.16O ponto de entrega é localizado em função do fornecimento adotado. 02. 4.16. conforme desenhos 01.11A CELPE pode. exclusiva para atendimento a essa unidade. conforme desenhos 23 e 24 do ANEXO II.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 4.14Cada edificação é ligada através de uma única entrada de serviço e um só ponto de entrega.6 No caso de unidade consumidora do grupo A ou carga especial com transformador particular ocupando espaço na subestação aérea com dupla transformação. o ponto de entrega para esta unidade consumidora situa-se na conexão do ramal de entrada em média tensão com a estrutura de seccionamento (chave fusível).12Não se caracterizam como edificações de uso coletivo. o ponto de entrega situa-se no limite da via interna com cada fração integrante do parcelamento (unidade consumidora). Entrada de Serviço 4. estabelecer tensão de fornecimento sem observar os limites de que trata o item 4. em conformidade com a norma SM01. conforme legislação em vigor e detalhe no desenho 05 do ANEXO II. em conformidade com a norma SM01.

derivando da rede existente. c) A demanda máxima da edificação deve ser calculada por método definido nesta norma.20.9<In<1.002 6ª Edição 19/12/2007 9 de 104 . de no máximo uma seção acima da indicada na tabela 01. considerar o Fator de Segurança Mínimo (Fr). Portanto. deve ser projetada área de transformador com um vão de rede de distribuição para cada lado da subestação transformadora. g) Para fins exclusivos de cálculo de coordenação da proteção. projetada para atender a edificação deve estar localizada no mesmo lado da via pública no qual está situada a edificação.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 4.5 kVA e 225 kVA.22A CELPE se reserva o direito de não efetuar ligação de unidade consumidora localizada em edificação que. visando atender às condições de segurança e operação da rede de distribuição. 4. f) As seções dos condutores são as mínimas exigidas. outros valores podem ser aceitos desde que justificados no projeto. a subestação transformadora de distribuição. a fim de atender a esta condição.20Caso a rede de distribuição secundária existente situe-se do mesmo lado da edificação. d) Em função de características específicas da instalação tais como modo de instalação dos condutores. a subestação transformadora deve ser projetada como exclusiva para a edificação. classe de encordoamento 2. ou quando detectada a existência de paredes. possuem relé de sobrecorrente ajustável.2. Os disjuntores a partir de 250 A. deve ser projetada e dimensionada a partir da demanda máxima da edificação (De). quando da realização da vistoria. na faixa de 0. deve-se executar uma extensão em média tensão. desde que mantido o disjuntor de proteção correspondente à faixa. Quando houver necessidade de estender a rede de distribuição secundária. 4. etc. para cada faixa de demanda. comprovadamente estiver situada dentro de faixa de servidão de linha de distribuição e/ou linha de transmissão. conforme a tabela 05.6/1kV. deve-se proceder conforme item 4. tipo de isolante dos condutores. tensão nominal 0. temperatura ambiente. janelas ou SM01. b) Os condutores devem ser de dupla isolação. distância para o quadro de distribuição geral. no dimensionamento da entrada de serviço. Permite-se uma tolerância. 4.19Caso a potência calculada para o transformador esteja no intervalo entre 112.18. para a última faixa da tabela 01 o ajuste recomendado para o relé é 0.1Quando destinada à ligação dos Centros de Distribuição e Medição.00-00. Tabela 01 – Dimensionamento da Entrada de Serviço DIMENSIONAMENTO DA ENTRADA DE SERVIÇOS DE EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO Demanda Máxima da Edificação (De) (kVA) Tensão 380/220 V De ≤ 26 26 < De ≤ 44 44 < De ≤ 58 58 < De ≤ 73 73 < De ≤ 88 88 < De ≤ 112 112 < De ≤ 136 136 < De ≤ 157 157 < De ≤ 242 Condutores de cobre Ramal de Entrada Subterrâneo Ramal de ou embutido ligação Aéreo Seção Duto PVC Duto Aço Seção (mm²) (mm²) φ (mm) φ (mm) 10 16 40 32 16 25 25 35 70 70 95 120 16 25 35 50 70 95 120 240 40 50 60 60 85 85 100 100 32 40 50 50 80 80 100 100 Corrente Disjuntor Máxima (A) (A) 60 68 89 111 134 171 207 239 369 60 ou 63 70 80 100 125 150 200 250 350 Notas: a) No dimensionamento acima foi considerado isolamento e cobertura dos cabos em XLPE 90 ° C. 4.9 In.21Caso a edificação situe-se no lado da via pública sem rede de distribuição.. e) Permite-se a instalação de disjuntor dotados de regulagem de corrente. Caso necessário.

janelas e sacadas conforme NBR 5434. c) 5.23.00 m em travessias de ferrovias (não eletrificadas ou não eletrificáveis).23.00 m em travessias de ferrovias (não eletrificadas ou não eletrificáveis). deve ser em cabo de cobre multiplexado. pontalete ou diretamente na fachada da edificação. alumínio nu ou protegido. e) 5.6Quando em baixa tensão.23. 4.50 m em locais exclusivos para pedestre.2Entrar pela frente do terreno.23.00 m em locais restritos a veículos.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo sacadas construídas sem obedecer aos afastamentos mínimos de segurança. conforme o padrão de rede de distribuição local e manter as seguintes distâncias mínimas para o solo na pior condição de trabalho: a) 9.1Ser em cabo de cobre unipolar 12/20 kV.2Quando radial.00 m em travessias de rodovias. d) 4. 4. 4. transcrito para o desenho 06 do ANEXO II. estaduais e federais. 4. isolado em polietileno reticulado XLPE. seção mínima 50 mm².7O ramal de ligação em baixa tensão deve manter as seguintes distâncias mínimas para o solo na pior condição de trabalho: a) 6. b) 8.00 m em travessias de rodovias.4Respeitar as legislações municipais.10O ramal deve obedecer às distâncias mínimas para paredes. medidos entre a caixa de inspeção junto ao poste e a 1ª caixa de inspeção dentro da subestação abrigada.23. ficando livre de obstáculos e visível em toda a sua extensão.23. medidos entre a caixa de inspeção junto ao poste e a 1ª caixa de inspeção dentro da subestação abrigada. 4. b) 6.50 m em ruas e avenidas.24. Ramal de ligação 4.5Não ter emendas nem derivações. c) 6. 4.23.1Não cruzar terreno de terceiros ou passar sobre ou sob área construída.00 m em ruas e avenidas. SM01. 4.23. 4.50 m em local de passagem de veículo (entradas particulares).23Condições Específicas do Ramal de Ligação Aéreo: 4.8O ramal de ligação em média tensão pode ser em cobre nu.9Quando existirem cercas.50 m em locais de circulação exclusiva de pedestres. fixado através de armação secundária dotada de isolador roldana ou olhal instalado em poste particular.24Condições específicas para o Ramal de Ligação Subterrâneo em Média Tensão: 4. Deve ser dimensionado de acordo com a demanda calculada. isolado em EPR. portões ou grades metálicas passando sob o ramal.23. Cada descida deve ser formada por três condutores e ter comprimento máximo de 40 m.24. 4.24. ser formado por três condutores com comprimento máximo de 40 m. em relação à rede de distribuição. 4.002 6ª Edição 19/12/2007 10 de 104 . especialmente quando atravessar vias públicas ou áreas preservadas. os mesmos devem ser seccionados e aterrados.23. e) 3. d) 6. 4. 4.00-00.3Ter comprimento máximo de 40 m.3Quando em anel. formado por duas descidas espaçadas em pelo menos um vão da rede aérea e devem convergir para única cabine de proteção e manobra.

8Ter obrigatoriamente caixas de inspeção. deve ser feito em cruzeta de concreto tipo T de 1200 mm.10Nas edificações em que o ramal de ligação seja instalado de forma aparente. pelo menos.24. conforme desenhos 02.15. utilizando-se massa de calafetar ou material similar. conforme desenho 04 do ANEXO II. que permitam raios de curvatura dos cabos de no mínimo 10 vezes seu diâmetro externo ou conforme a especificação do fabricante.00-00. no poste. 4.4Os condutores da descida devem ser protegidos por eletroduto de aço carbono galvanizado. fixados no poste por fitas de aço inoxidável. com a respectiva bucha. convenientemente instaladas a espaços regulares a fim de manter o eletroduto perfeitamente nivelado em relação ao teto. a uma altura mínima de 7 m. as caixas de inspeção devem ser construídas em chapas metálicas de ferro galvanizado nº 18 USG (mínimo).6Não cruzar terreno de terceiros. 4. As extremidades do eletroduto entre duas caixas devem ser fixadas às mesmas através de bucha e arruela de alumínio. diâmetro mínimo 100 mm (Φ4”). deve ser observado o valor máximo de queda de tensão admissível. fixados ao teto através de abraçadeiras metálicas. 4. permanecendo o eletroduto reserva vazio.24. utilizando curva 90 graus curta de Φ100 mm (Φ4”). 4. 4.7Devem ser construídas base e caixa de inspeção padronizadas para subida em poste. 03 e 04 do ANEXO II. sob o teto do pavimento subsolo. conforme desenho 11 do ANEXO II. nem vias públicas: 4. apresentar o nome CELPE em baixo relevo e ser instalada nos seguintes pontos: a) A uma distância de 500 mm.13O suporte de fixação das muflas terminais de 15 kV.27Para as edificações que por legislação devem ser atendidas em tensão secundária a partir de transformador instalado na via pública.24. deve ser de 25 m.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 4. Especificamente neste caso. exceto quando ocorrer as condições previstas no item 4. conforme desenho 10 do ANEXO II.75 mm.25Quando a edificação for atendida diretamente da rede secundária de baixa tensão. em relação à direção do ramal. A distância máxima entre caixas. SM01. conforme NBR 5410.24. A partir do ponto de entrega. altura mínima de 6 m em relação ao solo. Ramal de Entrada e Padrão de Entrada em Baixa Tensão 4. com dimensões mínimas internas de 600 mm x 600 mm x 500 mm e dotadas de tampas constando o nome CELPE em alto relevo. subterrâneo ou embutido em parede. o ramal e o padrão de entrada devem ser instalados pelo interessado obedecendo aos padrões da CELPE. dimensões e dimensionamento adequados. 4. podendo ser aéreo.24.24.002 6ª Edição 19/12/2007 11 de 104 . A caixa de inspeção deve ser dotada de tampa em concreto armado com duas alças.24. cabe ao mesmo a construção e manutenção do referido ramal. em trechos retilíneos. da face do poste de transição da rede aérea para subterrânea. A extremidade superior do eletroduto deve ser protegida contra penetração de água.5Ser instalado em banco formado por dois eletrodutos de PVC ou PEAD (Polietileno de Alta Densidade) corrugado com diâmetro mínimo de Φ100 mm. conforme desenho 09 do ANEXO II. conforme desenho 10 do ANEXO II.26O ramal de entrada deve ser único e individual para cada edificação. nas caixas localizadas nas extremidades do ramal. com dimensões mínimas de 1000 mm x 1000 mm x 1200 mm. 4.24. profundidade mínima de 800 mm. 4.11Os condutores do ramal de ligação devem estar protegidos por eletroduto de aço carbono galvanizado. espessura mínima 3. maior que 45 graus. b) Nos pontos onde houver curva de ângulo. 4. 4. ter fundo falso com pedra britada.24. o ponto de entrega localiza-se na conexão dos bornes secundários do transformador com o ramal de entrada.12As extremidades dos condutores devem ser protegidas por muflas terminais de forma. nas quais o consumidor manifeste o interesse de ser atendido através de ramal de entrada subterrâneo. Os condutores do ramal devem ser instalados em um mesmo eletroduto.9Os cabos devem ter comprimento reserva entre 1 e 2 m.24.

00-00. 4. conforme desenho 07 do ANEXO II. 4. classe de encordoamento 2. espessura mínima 3. convenientemente instaladas a espaços regulares a fim de manter o eletroduto perfeitamente nivelado em relação ao teto. 4. a seção dos condutores da unidade consumidora deve ser dimensionada a partir de sua carga instalada ou demanda máxima. do tipo pesado.41É vedado o uso de qualquer dispositivo de interrupção no condutor neutro.6/1 kV. 4. subtampa em chapa de ferro galvanizado nº 12 USG e chumbadores. isolados para 0. A distância máxima entre curvas é 3 m. fixados ao teto através de abraçadeiras metálicas.32Não é permitida a emenda de condutores do ramal de entrada dentro de eletrodutos.29O padrão de entrada tem no máximo três curvas de 90 graus.002 6ª Edição 19/12/2007 12 de 104 . para unidades consumidoras situadas em vias internas de condomínios horizontais ou vielas.28O poste particular do padrão de entrada. As extremidades do eletroduto entre duas caixas devem ser fixadas às mesmas através de bucha e arruela de alumínio. Para fins de lacre da CELPE. fixados ao poste por meio de fita de aço inoxidável. 4. A caixa de inspeção deve ser dotada de tampa em concreto armado com duas alças. com declividade mínima entre caixas de passagem de 1%. devem ser utilizados eletrodutos de PVC rígido ou PEAD.36No trecho subterrâneo. 4. conforme desenho 07 do ANEXO II. sendo dimensionado conforme tabela 08 do ANEXO I. 4. diâmetro mínimo de Φ40 mm. utilizando curva 90 graus.37Nas edificações em que o ramal de entrada seja instalado de forma aparente. 4. nas caixas localizadas nas extremidades do ramal.40Os cabos devem ter comprimento reserva entre 1 e 2 m.38Nesta condição. 4.001 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a Edificações Individuais.33Os eletrodutos e caixas de inspeção do ramal de entrada não podem ser utilizados para fins não elétricos. 4. a chapa deve dispor de 04 (quatro) furos e dois dos quatro chumbadores devem ter furo transversal SM01. os condutores do ramal de entrada devem estar protegidos por eletroduto de aço carbono galvanizado. deve situar-se no limite entre a unidade consumidora e a via interna. deve ser de 25 m.42As caixas de inspeção devem ser construídas em alvenaria com dimensões mínimas internas de 600 mm x 600 mm x 700 mm de modo que permitam raios de curvatura dos cabos de no mínimo 10 vezes seu diâmetro externo ou conforme a especificação do fabricante e ter fundo falso com pedra britada. junto ao centro de medição e onde houver curva com ângulo superior a 45 graus em relação à direção do ramal. pelo menos. sob o teto do pavimento subsolo.75 mm. 4. conforme a norma SM01. instalados a uma profundidade mínima de 300 mm.43As caixas de inspeção devem dispor de tampa de concreto armado. A distância máxima entre caixas.35Os condutores da descida vertical em poste devem ser protegidos exclusivamente por eletroduto de aço carbono galvanizado.39Devem ser construídas caixas de inspeção à distância de 500 mm do poste.31No caso de condomínios horizontais. não deve cruzar terrenos de terceiros nem vias públicas. 4.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 4. com isolação mínima para 750 V. conforme desenho 08 do ANEXO II. com dimensões mínimas internas de 400 mm x 400 mm x 300 mm e dotadas de tampas constando o nome CELPE em alto relevo e munidas de dispositivo para aplicação de lacre da CELPE. apresentando o nome CELPE em baixo relevo. com a respectiva bucha.30Os condutores para os ramais de entrada devem ser de cobre. 4. Deve ser construída base e caixa de inspeção padronizadas para subida em poste. 4.34Quando subterrâneo e derivando diretamente dos bornes secundários do transformador de distribuição. 4. Se subterrâneos ou embutidos devem ser cobertos em polietileno reticulado XLPE.00-00. em trechos retilíneos. as caixas de inspeção devem ser construídas em chapas metálicas de ferro galvanizado nº 18 USG (mínimo).

002 6ª Edição 19/12/2007 13 de 104 . 4. o número do código operativo do transformador que alimenta o respectivo centro. isolada. Esta área deve ser delimitada por no mínimo quatro piquetes interligados por corrente ou cordoalha. solidamente aterrado. deve ser pintado nos centros de medição. do tipo distribuição.44Circuitos medidos e não medidos não podem coexistir nos mesmos eletrodutos e nem nas mesmas caixas de inspeção. SM01. conforme desenho 07 do ANEXO II.58. 4.52Deve ser reservada uma área mínima de 12.48As potências padronizadas para transformadores de uso coletivo são 75.51Deve ser instalado um jogo de pára-raios classe 12 kV.47Em caso de subestação com mais de um transformador. visando não permitir o estacionamento de veículos. com o lado de menor esforço (gaveta) do poste voltado para a via pública. Subestação Condições Gerais 4. na área de recuo da edificação. instalada a uma distância mínima de 1. dimensionado e instalado pela mesma.49O transformador de 300 kVA está padronizado exclusivamente para fins de substituição do transformador de 225 kVA.54Deve ter localização e características construtivas que ofereçam boas condições de acessibilidade. no mínimo. 4. Subestação Aérea com Dupla Transformação 4.5. capacidade de interrupção mínima 10 kA. dos seguintes elementos: 4.00-00. não se deve utilizar materiais de fácil combustão. 4.0 m² (4 m x 3 m). 300 e 500 kVA.50No poste da CELPE do qual derivar o ramal de ligação aéreo ou subterrâneo deve ser instalado um jogo de chaves fusíveis.57Os pára-raios devem ser instalados solidamente aterrados no sistema de aterramento da subestação. 4. instalados nos vértices da referida área. e de 2 m para a lateral do terreno.50 m da base do poste. conforme desenhos 12 ou 13 do ANEXO II.45A área exclusiva e delimitada ou o compartimento destinado à subestação da CELPE não pode ser utilizado para outros fins diferentes da transformação. quando ocorrer eventual necessidade de aumento de potência para edificações existentes. 150. 4. 4. Devem ser instalados em disposição diagonal em relação à chapa. tendo capacidade de interrupção mínima de 10 kA. 4. 225. 4.46Na montagem da subestação. 4.58O sistema de aterramento da subestação aérea deve ser composto. 4. classe 15 kV. para permitir a instalação do lacre da CELPE.1Uma haste de aço cobreada de dimensões 2400 mm x 16 mm. operação e manutenção.55Deve estar localizada o mais próximo possível da via pública. observada uma distância mínima de 2 m do limite com a mesma.53Deve ser montada em 2 (dois) postes de concreto duplo T. operação e proteção da transformação. 4. e os elos fusíveis de acordo com a tabela 07 do ANEXO I. de forma legível. 4.56O transformador utilizado deve ser trifásico.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo na extremidade do mesmo. em todos os pontos onde houver transição da rede aérea para subterrânea ou vice-versa. dimensionados conforme tabela 09 do ANEXO I e instalado no centro da área reservada. 112.

58. A área mínima é 1 m². situada o mais próximo possível do teto da subestação. o teto da subestação deve ser em concreto armado e a cobertura acima do mesmo impermeável.69As paredes de alvenaria devem ter espessura não inferior a 0. Subestação Abrigada 4. 4.65No caso que não seja possível ventilação natural. neutro e carcaça do transformador à haste de aterramento. 4. 15 ºC de diferença de temperatura entre o ambiente interno e o externo da subestação. 4. tela com malha de 5 a 13 mm.67O piso da subestação deve ter uma inclinação de 2% na direção de pelo menos um dreno de água com diâmetro mínimo de Φ100 mm. em arame galvanizado bitola 12 BWG. 4. em chapa de ferro galvanizado nº 18 USG.3Conector haste-cabo.60A subestação deve ser dotada de iluminação artificial de acordo com os níveis de iluminamento previstos pela NBR 5413.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 4.61Caso a edificação possua sistema de iluminação de emergência. 4. 4. conforme desenho 14 do ANEXO II.2Cabo de cobre de seção dimensionada conforme tabela 11 do ANEXO I (seção mínima 25 mm² ou aço cobreado seção 2 AWG). com capacidade volumétrica mínima compatível com o volume de óleo dos transformadores. 4. protegido por eletroduto fixado ao poste ou embutido neste. no máximo. com malha de 5 a 13 mm. devidamente protegido contra intempéries e sinalizado conforme norma do Corpo de Bombeiros.4A conexão de aterramento deve estar acessível para efeito de inspeção e medição da resistência de terra. Sendo uma para entrada de ar situada a.15 m. SM01. na parte externa da subestação. tipo veneziana.002* P. tendo o menor lado 3 m. 4. 4.68Subestação com uma ou mais unidades transformadoras cujo volume de líquido isolante seja superior a 100 litros (que equivale aproximadamente ao volume de óleo contido em um transformador de 150 kVA) deve possuir sistema de drenagem com eletroduto de aço galvanizado diâmetro mínimo de 100 mm (Φ4”) e caixa de coleta de óleo. 4.66A área em [m²] para cada janela de ventilação deve ser calculada pela fórmula: A = 0. 4. deve ser feita a instalação de um sistema de exaustão que garanta.63A ventilação da subestação deve ser feita através de janelas protegidas por combogós. devidamente telados. e com acesso para o ar livre ou área adjacente com esse acesso. 0. interligando o ponto comum dos pára-raios. com uma área mínima de 12 m².002 6ª Edição 19/12/2007 14 de 104 . tipo TGC. em arame galvanizado.00-00. conforme desenho 14 do ANEXO II. conector de aterramento em bronze para conexões com duas porcas (grampo de aterramento tipo U) ou conector tipo cunha para aterramento. não sendo permitido escadas com mais de três degraus. a subestação deve ter um ponto de luz ligado ao mesmo.64As aberturas para ventilação natural devem ser no mínimo duas. onde P é a potência instalada no centro de transformação em kVA. próximo à porta de entrada.71As portas da subestação devem ser metálicas. no mínimo.58. para saída de ar.58. conforme desenho 15 do ANEXO II.50 m do piso exterior e outra.70Deve existir acesso à subestação que assegure a largura mínima para circulação de modo a permitir a fácil instalação ou retirada dos transformadores e equipamentos conforme tabela 02. 4.59Deve existir compartimento interno. 4.62Deve existir proteção contra incêndio através de extintor de CO2 de 12 kg. 4. possuírem trinco tipo ferrolho com cadeado e dispositivo que permita o lacre da CELPE. com duas folhas abrindo para fora. bitola 12 BWG.

78A base para instalação do transformador deve situar-se a pelo menos 0.5 m x 2.81O circuito de interligação entre os terminais de baixa tensão dos transformadores e a proteção geral do barramento deve ser dimensionado e construído de forma a suportar a demanda máxima prevista com a queda de tensão máxima de 1%.10 m Área de Circulação 1. para proteção e seccionamento de cada unidade transformadora. deve ser prevista base de reserva conforme tabela 04. no mínimo. deve ser prevista uma base reserva para instalação de cubículo modular.75Deve ser previsto um cubículo modular. 4.8 m Dimensões da Base 1. conforme tabela 19 do ANEXO I. 4.0 m x 1. 4.00-00.73Deve ser instalada.002 6ª Edição 19/12/2007 15 de 104 . Tabela 02 – Acesso. dotada de visor para guarda de uma chave reserva de abertura da porta em caso de emergência. uma caixa de dimensões 100 mm x 100 mm x 50 mm. 4. conforme desenho 36 do ANEXO II.5 m 1. na formação mínima e seções apresentadas na tabela 03.74A porta e a área de circulação no interior da subestação devem permitir a retirada dos equipamentos avariados independentemente de manuseio dos demais equipamentos. além de uma entrada de serviço adicional. 4.8 x 2.Dimensões mínimas DIMENSÕES VARIÁVEIS COM A POTÊNCIA DO TRANSFORMADOR Potência do Transformador Até 225 kVA 500 kVA Dimensões da Porta 1.50 m de qualquer parede. Os fusíveis de proteção devem ser dimensionados de acordo com a potência do transformador.20 m para operação das chaves e manuseio das terminações. 4.0 m 4. 4. em caso de edificações com cargas comerciais. com dimensões aproximadas de 1. 4.0 m de outra base. a uma altura mínima de 1.10 m 1.5 m 1. conforme desenho 16 do ANEXO II.80 m.83Além das recomendações acima.72Para garantir que a abertura da porta possa se processar a qualquer tempo devem ser instalados. conforme desenho 40 do ANEXO II.79O pé direito mínimo para subestação abrigada que utiliza cubículos modulares e transformadores com buchas para terminais desconectáveis isolados é 2. 4.0 m x 0.76Caso haja previsão de instalação de futura unidade consumidora do grupo A. Circulação e Base para Subestação Abrigada .82O número de unidades transformadoras previstas para uma subestação é função da demanda da edificação e da potência individual dessas unidades. Tabela 03 – Dimensionamento de cabos Dimensionamento dos Cabos de Saída dos Transformadores Potência do Tensão Condutor de BT Código Transformador Secundária Conector SM01. e a 1.80 m da porta da subestação.60 m x 1.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 4. deve existir espaço de pelo menos 1.80Os transformadores utilizados em subestação abrigada de uso coletivo devem ser trifásicos e ter buchas especiais para conexão com terminais desconectáveis de média tensão.60 m. pelo lado externo.77Na frente dos cubículos.5 x 2. 4. dois piquetes a pelo menos 0. pelo lado de fora da subestação.80 m.

04 hastes de aço cobreado de 2400 mm x 16 mm.90A subestação construída em pavimento superior deve ter sua malha de terra construída conforme itens 4. Tabela 04 – Número de bases Arranjos para Montagem de Subestações Abrigadas Número de Potência Máxima Número de Bases para Demanda da Instalação Transformadores do Transformador Transformadores Até 150 kVA 1 150 kVA 01 Acima de 150 até 225 kVA Acima de 225 até 450 kVA Acima de 450 até 900 kVA Acima de 900 kVA 1 2 3 ou 4 N 225 kVA 225 kVA 225 kVA 500 kVA 02 03 04 n +1 4. 4.2.84 e 4. no mínimo. carcaça do transformador. além do neutro do mesmo e a blindagem metálica dos cabos de média tensão devem ser interligadas à malha de terra existente através de cabo de cobre nu seção mínima 25 mm². Todas as conexões de condutores à malha devem ser feitas através dos conectores padronizados conforme desenho 14 do ANEXO II. A resistência de aterramento não deve superar 10 ohms. através de caixas de inspeção. dimensionada conforme tabela 11 do ANEXO I ou utilizando a fórmula constante no item 6.91Deve ser instalada uma placa de advertência. grades. dispostas retangularmente e interligadas com cabo de cobre nu de seção circular. janelas de ventilação.002 6ª Edição 19/12/2007 16 de 104 . não conectados à malha de aterramento da subestação. O esquema de aterramento adotado deve ser o TN-C.3. deve ser feito através de condutor e haste exclusivos.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 75 kVA 112. conforme desenhos 14 e 38 do ANEXO II. sendo no mínimo 25 mm².00-00. ou utilizando-se solda exotérmica. 4. com os dizeres "PERIGO DE MORTE" afixada na porta de acesso à subestação.3 da NBR 14039.88Todas as partes metálicas não energizadas da subestação. 4. 4.2 da citada norma. conforme desenho 17 do ANEXO II. em pelo menos quatro pontos.89O aterramento dos pára-raios. tais como portas.85Os pontos de conexão às hastes devem estar acessíveis para fins de inspeção e medição da resistência de terra.85 e interligada por condutor a uma malha de aterramento constituída de pelo menos duas hastes diretamente fincadas no solo e também interligadas entre si.5 kVA 150 kVA 225 kVA 500 kVA Dimensionamento dos Cabos de Saída dos Transformadores 1 x 95 mm² por fase + 1 x 380/220 V 2223029 95 mm² neutro 1 x 150 mm² por fase + 1 x 380/220 V 150 mm² neutro 2223036 1 x 150 mm² por fase + 1 x 380/220 V 150 mm² neutro 1 x 240 mm² por fase + 1 x 380/220 V 240 mm² neutro 2223009 3 x 240 mm² por fase 380/220 V + 2 x 240 mm² neutro - 2420167 2425149 4. 4. Os pontos de conexão devem estar disponíveis para fins de inspeção e medição da resistência de aterramento. instalados no poste da derivação. 4. nem nas conexões dos equipamentos existentes no interior da subestação. SM01. suportes.86Não devem existir partes vivas nos barramentos.87Os terminais de baixa tensão dos transformadores devem ser protegidos contra contato acidental através de fita ou manta isolante. conforme item 4.84A subestação abrigada deve possuir malha de terra com.4.

93A canaleta de passagem dos condutores de média e baixa tensão. interessadas em se instalar em Edificações de Uso Coletivo devem atender às prescrições da norma SM01. permite-se o paralelismo momentâneo de geradores com o sistema da mesma. conforme o caso. 4. conforme desenho 49 do ANEXO II.1As unidades consumidoras do grupo A.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 4.00-00.006 Instalação de Geradores Particulares em Baixa Tensão. ficando disponível para o cliente somente o acesso ao comando da chave reversível.101Em princípio. 4. ser lacrado o quadro de manobras.102Em situações excepcionais que sejam objeto de estudo a ser apresentado com subseqüente liberação da CELPE.100A existência de geradores particulares deve ser prevista em projeto que deve ser enviado para análise e inspeção da CELPE e a critério desta. SM01.007 Paralelismo Momentâneo de Geradores Com Operação em Rampa. Classe 15 kV. não é permitido o paralelismo entre gerador particular e o sistema elétrico da CELPE. é obrigatória a disponibilidade de geração própria (fonte de segurança) para as unidades consumidoras que prestam assistência à saúde.00-00. 4. em eletrodutos exclusivos.96A instalação de unidades consumidoras do grupo A em Edificações de Uso Coletivo deve obedecer às seguintes condições: 4. de modo a reverter o fornecimento. tais como hospitais. etc.96. Instalação de Unidades Consumidoras do Grupo A em Edificações de Uso Coletivo 4.95Nos desenhos 36 a 48 do ANEXO II.97É permitida a instalação de geradores particulares desde que seja instalada uma chave reversível de acionamento manual ou elétrico com intertravamento mecânico.92Deve estar disponível. Com o Sistema de Distribuição.002 6ª Edição 19/12/2007 17 de 104 .5 desta norma. 4. conforme o seguinte código de cores: a) Fase A – cor vermelha. no recinto da subestação. b) Fase B – cor branca. localizada no interior do recinto da subestação.4 e 4.3A participação financeira do consumidor deve ser calculada conforme resolução ANEEL nº 250/2007.96. Para evitar este paralelismo entre o sistema da CELPE e do consumidor. deve ser construída em alvenaria. 4.94Dentro da subestação e nos terminais. pela CELPE. centros e postos de saúde. clínicas. 4.004 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição. 4. separando os circuitos alimentadores.00-00. desde que atendam ao disposto na norma SM01. c) Fase C – cor marrom.99Os circuitos de emergência supridos por geradores particulares devem ser instalados independentemente dos demais circuitos. passíveis de serem vistoriados pela CELPE até a chave reversível. estão disponíveis os modelos de subestação e diagramas unifilares que devem orientar os projetos de subestações abrigadas para as diversas situações do sistema de distribuição. os condutores de alta e baixa tensão devem ser identificados através de fitas coloridas. bem como a tampa.3. do sistema da CELPE e do gerador particular. 4. 4. quando de realização de manutenção preventiva ou corretiva. 4. os projetos das instalações elétricas devem atender ao disposto na norma SM01.2A edificação deve disponibilizar espaço físico adequado à ampliação da subestação existente ou para construção de uma nova subestação e atender aos itens 4. d) Neutro – cor azul claro. conforme desenho 18 do ANEXO II. placa de aviso de sinalização do travamento ou bloqueio do cubículo de proteção modular. 4. Geradores Particulares 4.96.00-00.98Conforme disposto na NBR 13534.

104O dimensionamento. expressa através da Anotação de Responsabilidade Técnica . o qual se refere à instalação de Dispositivo de Proteção Diferencial-Residual (DR) de alta sensibilidade. As cotas indicadas são as mínimas exigidas.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo Edificação 4. especificação e construção das instalações elétricas internas das unidades consumidoras devem atender às prescrições da NBR 5410 da ABNT e da NR-10.002 6ª Edição 19/12/2007 18 de 104 .112Deve ser previsto. observando-se as recomendações quanto à coordenação e seletividade.2Do disposto nos itens 5.107Devem ser atendidas as recomendações dos fabricantes quanto aos aspectos de segurança e proteção dos equipamentos eletro-eletrônicos instalados nas unidades consumidoras. 4. conforme desenho 20 do ANEXO II. 4. Ressalte-se principalmente a necessidade de cumprimento: 4. no limite de propriedade com a via pública.2.104. conforme desenhos 21 e 22 do ANEXO II e instalado em local de fácil acesso e livre de inundação.4. em função da carga instalada ou demanda o projeto da edificação indicar a necessidade de instalação de Quadro de Distribuição Geral (QDG) de dimensões acima das mínimas exigidas. 4.105As instalações elétricas internas da edificação devem possuir sistema de aterramento compatível com a utilização do condutor terra de proteção.2 e 6.1.6 desta mesma norma.QDG com dispositivo de proteção e seccionamento.108Cada unidade consumidora deve ser alimentada por circuito exclusivo. emitida pelo CREA. o qual deve ser instalado após a medição de cada unidade consumidora. que ao todo ou em parte possuam locais de afluência de público. quadro metálico (QDG tipo 2) de dimensões conforme desenhos 51 e 52 do ANEXO II. bem como tomadas com o terceiro contato (pino) correspondente.00-00.2 e 6. 4.114No caso de edificações ligadas através de subestação deve estar localizado preferencialmente em parede próxima ou contígua à mesma.113 No caso de edificações ligadas diretamente da rede de distribuição de baixa tensão. sem área de uso comum não devem ser considerados de uso coletivo. um Quadro de Distribuição Geral . 4.337. devem atender aos requisitos da NBR 13570. SM01. constituído por um armário em chapa de ferro galvanizado nº 18 USG (parte externa) e 20 USG (parte interna).104. Quadro de Distribuição Geral e Centro de Distribuição e Medição Quadro de Distribuição Geral (QDG) 4.3. 4. no que se refere à instalação de Dispositivo de Proteção contra Surtos (DPS).3. a edificação deve ser considerada de uso coletivo. do Ministério do Trabalho e Emprego.109Casas geminadas devem ser consideradas edificações individuais se não possuírem área de uso comum.ART. 4. 4.106 A responsabilidade quanto ao dimensionamento.110Prédios de até duas unidades consumidoras situadas no mesmo terreno. no circuito interno de cada unidade consumidora. conforme estabelece a lei federal nº 11. conforme desenho 19 do ANEXO II.111A partir de duas unidades consumidoras com área de uso comum.1Do disposto nos itens 5.103As edificações.3. alternativamente. com a mesma projeção horizontal. deve estar localizado o mais próximo possível do ponto de entrega.5 da NBR 5410. 4. 4. permite-se utilizar. 4. para cada edificação de uso coletivo. de 26/09/2006. especificação e construção das instalações internas é exclusiva do responsável técnico. 4.115Quando.

cujos projetos devem atender às seguintes recomendações: 4. quando existir mais de um CDM a ser alimentado. que deve arcar com os custos dos mesmos. 4.117O dispositivo de proteção geral deve ser um disjuntor termomagnético tripolar dimensionado pela demanda máxima calculada para a edificação. com condutividade mínima de 95% IACS a 20° O corpo envolvente deve ser de material polimérico de alta resistência C.1Centro de Distribuição – CD.122O Centro de Distribuição e Medição – CDM se constitui de dois módulos: 4. Branca e Marrom. 4.3Serem identificados pelas cores Vermelha. 4.002 6ª Edição 19/12/2007 19 de 104 . observados os limites de queda de tensão para o ramal de entrada.121Os condutores de interligação do barramento do QDG aos Centros de Distribuição e Medição – CDM são instalados pelo consumidor.123. conforme desenho 25 do ANEXO II.120Na dificuldade do consumidor encontrar os barramentos blindados no mercado. além de disjuntor de proteção geral dos alimentadores dos centros de distribuição e medição fornecido pelo consumidor. deve-se utilizar. para as conexões. muro ou mureta.119.118O compartimento que abriga os barramentos deve possuir tampa cega de aço ou alumínio com dispositivo para permitir no mínimo a colocação de dois parafusos de segurança. Centro de Distribuição e Medição (CDM) 4.123Os medidores das unidades consumidoras são instalados em CDM projetados e instalados pelo interessado. As conexões devem ser feitas utilizando-se conector apropriado e especificado pela CELPE.00-00. 4. desde que solicitado formalmente pelo consumidor. 4. a CELPE pode fornecê-los.116O QDG deve prever dispositivo para selagem com parafusos de segurança padronizados e instalados pela CELPE. 4. conforme desenho 26 do ANEXO II.2Ser apropriados para permitir a conexão de condutores de cobre de seção entre 6 mm² e 50 mm² e corrente máxima de 300 A. conforme tabela 10 do ANEXO I. 4.122. sem violação do lacre. mecânica e às intempéries. aço inoxidável ou aço bicromatizado. para as edificações atendidas a partir da rede de distribuição em baixa tensão da CELPE. capaz de atuar com a corrente de curto-circuito do local e suportar a corrente de curto-circuito mínima de 10 kA. 4.119.119.2Centro de Medição – CM (agrupamento de caixas plásticas individuais ou CM6 e CM9 – armário modular metálico). da subestação do edifício ou interligado a esta através de um QDG.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 4.1Serem fabricados em liga de cobre estanhado com espessura mínima de 8 µm.119. conforme NBR NM 60898. o terminal de pressão padronizado conforme desenho 26 do ANEXO II. SM01. Nessa tampa deve estar pintado “USO EXCLUSIVO DA CELPE”. 4. A tampa deve abrir lateralmente e ser fixada através de dobradiças. Os barramentos blindados devem atender às seguintes exigências específicas: 4.122.119Os barramentos podem ser feitos em barras de cobre nu ou blindados. A alavanca de acionamento do disjuntor geral deve estar acessível para manobra. Quando construído em barras de cobre nu.123.4Serem fixados à caixa com parafusos de latão. sendo o neutro de cor Azul. 4. 4. localizado a uma distância máxima de até 40 (quarenta) metros em relação ao limite de propriedade com a via pública.1O CDM pode ser alimentado diretamente da rede de distribuição secundária.2O CDM deve ser instalado em parede.

70 m na pior condição.00-00.129Cada unidade consumidora deve possuir apenas 01 (um) ramal de distribuição e 01 (uma) única medição. conforme desenho 22 do ANEXO II. voltado para a via pública ou instalado no muro lateral da edificação.132O Centro de Distribuição – CD é alimentado a partir do QDG através de um circuito alimentador exclusivo.125O consumidor é responsável pela guarda do medidor de energia elétrica e dos equipamentos auxiliares mantidos sob lacre. classe de isolação 750 ou 0. dependendo do tipo de arranjo escolhido. As cotas indicadas são as mínimas exigidas.131Faz-se necessária a instalação de um QDG apenas quando o número de unidades consumidoras superar doze ou dezoito unidades. 4.002 6ª Edição 19/12/2007 20 de 104 . 4. Atingindo-se a ocupação máxima por arranjo.6/1 kV. o CDM deve ser instalado em parede. o CD é alimentado diretamente da rede de baixa tensão da CELPE ou da subestação da edificação. quando instalado em área externa. muro ou mureta. Centro de Distribuição (CD) 4. Esses condutores devem ser amarrados através de cinta plástica e identificados por anilhas com numeração correspondente ao número de identificação da unidade consumidora.4Os barramentos devem ser do tipo blindado para ramais de distribuição cuja seção não supere 50 mm². onde estão contidos os barramentos blindados e um disjuntor termomagnético tripolar.123. essa ligação também pode ser feita em cabo isolado de cobre tipo concêntrico. dimensionados pela demanda calculada para o agrupamento. Sempre que possível. No caso dela estar ocupada por outro quadro. 4. No caso de unidades consumidoras monofásicas.126Os centros de medição e seus acessórios são fornecidos e instalados pelo interessado.123. 4.124O CDM. à parede oposta.114. prevalecendo o disposto no item 4. deve ter proteção em alvenaria contra chuva. 4. Acima dessa seção o barramento deve ser de cobre nu.133O CD também pode ser montado utilizando-se uma caixa de derivação em material termoplástico onde devem ser alojados os barramentos blindados. 4. 4.70 m da face externa do quadro. conforme desenho 29 do ANEXO II. 4.6/1 kV. 4. Detalhes conforme desenho 27 do ANEXO II.3 Para as edificações atendidas por subestação exclusiva. localizado a uma distância máxima de até 20 (vinte) metros em relação à mesma. com classe de encordoamento 2 e de isolação 750 V ou 0. as unidades adicionais devem ser alojadas em novo agrupamento de medição.128Os CDM devem prever disjuntor geral e barramento para interligação dos circuitos alimentadores das unidades consumidoras individuais. do ANEXO II.127Os locais onde se situam os CDM devem permitir um espaço livre mínimo de circulação de 0. Caso não exista o QDG. O recinto onde se localiza os CDM deve ser dotado de ventilação adequada e iluminação artificial de acordo com os níveis de iluminamento previstos pela NBR 5413. o CDM deve ser construído no limite de propriedade.134A interligação do barramento até o medidor e disjuntor geral da unidade consumidora deve ser feita com condutores de cobre. em locais facilmente acessíveis aos leituristas e serem identificados por unidade consumidora através de placas. esse espaçamento deve ser de no mínimo 0. considerando as portas de ambos abertas. aérea com dupla transformação ou abrigada. 4. conforme desenho 28. caso esta parede esteja livre.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 4. Constitui-se de um armário montado em chapa metálica galvanizada nº 18 USG (parte externa) e 20 USG (parte interna). com as portas abertas. SM01. cabendo à CELPE instalar os medidores e demais equipamentos necessários à medição.130Os pontos de medição devem ser agrupados em um ou mais CDM. cuja tampa permita condições de lacre através do uso de dois parafusos de segurança e por uma caixa exclusiva para o disjuntor de proteção geral. 4.

4. cada unidade consumidora tem entrada de serviço distinta e não é necessária a instalação do CD. Alguns tipos de arranjos são mostrados no desenho 27 do ANEXO II. sem violação do lacre.150Os CM tipo armário modular metálico são padronizados para abrigar seis (CM-6) ou nove (CM-9) medidores monofásicos ou trifásicos indistintamente.002 6ª Edição 19/12/2007 21 de 104 . feitas através de “niple” ou de eletroduto de PVC rígido rosqueáveis.135Os condutores de interligação do barramento para os medidores são instalados pelo consumidor. 4. 4. 4.138Um CD pode atender até dois Centros de Medição (CM). 4. especificados conforme a NBR 6150. sem área de uso comum. A tampa deve abrir lateralmente e ser fixada através de dobradiças. conforme mostrado no desenho 30 do ANEXO II. em um mesmo terreno.70 m do nível do solo.149Os niples ou eletrodutos de interligação devem ser travados com buchas e arruelas de aço zincado.30 m do nível do solo e que a face superior da caixa mais alta não exceda 1. Caso o número de unidades seja superior a seis. 4.144Permite-se executar o centro de medição em arranjo de caixas plásticas até seis unidades quando a edificação possuir unidades consumidoras trifásicas. A alavanca de acionamento do disjuntor deve estar acessível para manobra.01-00. 4. recomenda-se que estas sejam dispostas em CM distintos. 4.136Os circuitos de alimentação das unidades consumidoras.139Na tampa interna deve estar pintado “USO EXCLUSIVO DA CELPE”. com exceção do condomínio.142Permite-se executar o centro de medição em arranjo de caixas plásticas de seis ou nove unidades quando a edificação possuir unidades consumidoras monofásicas. devem ser individuais para cada unidade consumidora a partir do barramento.145Caso a edificação possua unidades consumidoras monofásicas e trifásicas. um novo CM deve ser previsto. excetuando-se o condomínio. SM01. 4. 4.140Em situações onde existam até cinco unidades consumidoras monofásicas. Não se permitem arranjos mistos de caixas monofásicas e trifásicas em um mesmo CM. através de três buchas nº 8 com parafusos.004 Especificação de Caixas para Medidores. cuja tampa permita condições de lacre. 4. salvo na interligação da caixa com o centro de distribuição. a distância entre as caixas não deve ser superior à conseguida quando utilizado o niple.146As caixas plásticas individuais devem obedecer à norma VR01. conforme desenho 23 do ANEXO II. um novo CM deve ser previsto.137O CD deve ter compartimento para alojar o disjuntor e os barramentos.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 4. Centro de Medição (CM) 4.148Todas as interligações entre as caixas devem ser aparentes. incluindo os condutores neutros e de proteção.141O Centro de Medição – CM pode ser montado através de caixas de medição plásticas individuais justapostas e agrupadas ou através de armário modular metálico. através do uso de dois parafusos de segurança pela CELPE. pode-se utilizar a disposição em mureta de alvenaria.143No arranjo com caixas plásticas monofásicas. Quando for utilizado eletroduto. Devem ser construídos em chapa de ferro galvanizado nº 18 USG (parte externa) e 20 USG (parte interna). estas devem ser dispostas de modo que a face inferior da caixa mais baixa situe-se a partir de 0. conforme desenho 24 do ANEXO II. Neste caso. 24 e 28 do ANEXO II.147As caixas plásticas devem ser fixadas diretamente na parede. conforme modelos do desenho 31 do ANEXO II. Caso o número de unidades seja superior a nove.00-00. 4. 4. conforme desenhos 23. dotados de tampa com visor e parafuso de segurança com dispositivo para aplicação de lacre da CELPE. 4. conter em seu interior cubículos de medição individual.

23 e 34 do ANEXO II. para demanda superior a 75 kW. estando condicionada à apresentação de projeto à CELPE. padronizada pela CELPE. excepcionalmente neste caso.154As unidades consumidoras monofásicas devem possuir disjuntor termomagnético monopolar para proteção de sobrecorrente. no piso.6/1 kV.155As unidades consumidoras trifásicas devem possuir disjuntor termomagnético tripolar para proteção de sobrecorrente. Caso existam QDG e CDM instalados em um mesmo recinto. conforme prescreve a NBR 5410. 4. a medição do condomínio. a medição do condomínio pode ser individual por bloco ou geral para todos os blocos. No dimensionamento desses condutores deve ser observado o valor máximo de queda de tensão admissível.160Se o cálculo da demanda máxima do condomínio indicar uma seção do condutor de alimentação igual ou superior a 25 mm². 4. 4. dimensionado de acordo com a demanda máxima prevista. 4. todos os pontos de aterramento devem ser interligados com cabos de seção mínima 25 mm² dispostos longitudinalmente ao comprimento do CDM. Permite-se.161Em edificações constituídas por um único bloco e mais de um CDM instalado. 4.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo bem como suporte destinado à instalação da proteção individual de cada unidade consumidora. fossas.01-00. 4.163É obrigatório o aterramento do QDG e CDM.50 m deste e profundidade mínima de 0. e conector de aterramento padronizado pela CELPE. 4. dimensionado de acordo com a carga instalada. e isolados para 750 V ou 0. ou norma SM01. 4. SM01.152A instalação de CM tipo armário modular metálico está restrita às edificações que contenham no mínimo seis unidades consumidoras.164Junto à base do QDG ou CD.159Quando o centro de medição for do tipo armário modular metálico. 4.004 Especificação de Caixas para Medidores. destinada à passagem dos condutores do circuito alimentador dos mesmos. deve-se prever a instalação de caixa de medição plástica polifásica tipo 2 ou caixa metálica tipo F6.162QDG e CDM devem ter seus elementos neutros e massas conectados a uma malha de terra formada pelo menos por uma haste de aço cobreado de 16 mm x 2400 mm. conforme norma VR01.004 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 15 kV.158Em edificações constituídas por mais de um bloco.156Os condutores do ramal de distribuição das unidades consumidoras a partir do medidor também devem ser de classe de encordoamento 2 de acordo com a NBR NM 280. se em baixa tensão.00-00. a medição do condomínio deve ser derivada diretamente dos barramentos do QDG.50 m em relação ao solo. etc. a medição do condomínio deve ser instalada em caixa para medição individual. 4. para carga instalada até 75 kW.00-00.151Os CM tipo armário modular metálico devem ser instalados em base de alvenaria com altura mínima de 0. 4. Não são permitidas construções que impeçam ou inviabilizem a construção dessas caixas de inspeção. conforme desenhos 32 e 33 do ANEXO II. pode ser instalada em um dos cubículos existentes ou em caixa padronizada individual. conforme desenhos 14. que a caixa de inspeção do circuito de baixa tensão seja utilizada para instalação da haste de aterramento. a uma distância frontal de 0. 4.157Quando o CM for executado em agrupamento de caixas plásticas individuais.002 6ª Edição 19/12/2007 22 de 104 . tubulações de água ou de esgoto. deve existir obrigatoriamente uma caixa de inspeção em alvenaria.153No CM devem ser alojados os medidores e disjuntores de proteção individual de cada unidade consumidora. A tabela 21 do ANEXO I apresenta os modelos de caixas padronizadas para o condomínio. 4. 4.07 m. conforme desenho 53 do ANEXO II. tais como: caixas d'água.

3Escala 1:200 ou 1:500 planta de locação. 4. tipo e SM01. com iluminação e ventilação adequadas.173.174. como mercados públicos.174Os projetos devem ser apresentados com a seguinte documentação: 4.1Escala 1:25 ou 1:50 para cortes e plantas baixas. 4. de regulação.174. o CM deve ser instalado em recinto fechado.3Vistas e cortes da área ou compartimento exclusivo.00-00. 4.172Os projetos da subestação devem obedecer aos documentos de normalização dos órgãos de licenciamento ambiental.002 6ª Edição 19/12/2007 23 de 104 . proteção contra descargas atmosféricas. feiras livres e outros.169Cumulativamente. 4. Também se faz necessária a apresentação de projeto elétrico para as edificações que contemplem a partir de três unidades consumidoras trifásicas.166O reagrupamento de medição ocorre quando se unifica a medição de todas as unidades consumidoras de uma edificação. quando a entrada de serviço e a medição estão em conformidade com a norma SM01.001 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a Edificações Individuais.171Os projetos devem ser elaborados utilizando-se os padrões de desenhos e simbologia recomendados pela norma NBR 5444 da ABNT.167Permite-se o reagrupamento de unidades consumidoras atendidas em média tensão. locação. em uma única medição.173Os projetos devem ser apresentados em 03 (três) vias nas seguintes escalas mínimas: 4.170Para novas instalações. Reagrupamento de Unidades Consumidoras 4. da ABNT.173. Projeto Elétrico 4.174. independentemente da carga instalada ou demanda. 4. reforma de instalações existentes e reagrupamento de medição em edificações de uso coletivo. 4. deve ser apresentado projeto elétrico elaborado conforme as disposições desta norma. quando a entrada de serviço e a medição da edificação estão em conformidade com a norma SM01.2Escala 1:1000 ou 1:2000 para a planta de situação.1Memorial descritivo. quando for o caso. quando for o caso. conforme modelos do desenho 35 do ANEXO II. cortes.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 4. de uso e ocupação do solo. proteção e seccionamento em AT e BT. classificada como de Múltiplas Unidades Consumidoras.00-00.165Em edificações de uso coletivo pertencentes ao poder público. tais como equipamentos de transformação. confeccionado em prancha única. esquema vertical e plantas baixas. 4. com mais de cinco unidades consumidoras ou carga instalada superior a 75 kW.4Projeto civil do banco de eletrodutos entre o limite de propriedade e a subestação.168 Permite-se o reagrupamento de unidades consumidoras atendidas em baixa tensão.5Diagrama unifilar geral e dos CDM. do Corpo de Bombeiros e do Ministério do Trabalho e Emprego. alteração de carga. 4.174. 4. 4. destinado à subestação. 4.173. para que seja possível o reagrupamento.2Plantas de situação. 4. de forma que o acesso às caixas de medição seja controlado.004 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição – Classe 15 kV. 4.00-00. o proprietário ou responsável pela edificação deve atender ao disposto no artigo 14 da resolução 456 da ANEEL. destacando todos os elementos relevantes do circuito.174.

ligado). incluindo dispositivos de manobra.13O princípio funcional dos dispositivos de proteção.175.175. queimaduras e outros riscos adicionais.00-00..6Especificações do sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteção.175.175.174.10Descrição do sistema de identificação de circuitos elétricos e equipamentos. 4.175. 4. destinado à segurança das pessoas.175.8Especificação das características relativas à proteção contra choques elétricos.12Precauções aplicáveis em face das influências externas. dos condutores e os próprios equipamentos e estruturas. definindo como tais indicações devem ser aplicadas fisicamente nos componentes das instalações. 4.174. etc.6Proteção elétrica. desligado e vermelho – “L”. de intertravamento.174. 4.1Finalidade do Projeto.5) e especificações do sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteção (subitem 4.175.175. 4. 4. SM01.174. 4. 4. de proteção.11Recomendações de restrições e advertências quanto ao acesso de pessoas aos componentes das instalações.6).9Projeto e cálculo da malha de terra se a demanda máxima for igual ou superior a 1 MVA.7Medição.175.11Certificado de Licença Ambiental emitido pelo órgão de controle ambiental. assinada por engenheiro eletricista ou profissional habilitado pelo CONFEA/CREA. 4.174. constantes do projeto. 4.14Descrição da compatibilidade dos dispositivos de proteção com a instalação elétrica.4Carga a instalar e dimensionamento das instalações. 4. sistema de aterramento.10Anotação de Responsabilidade Técnica quitada referente ao projeto. 4. 4. 4. quando a edificação estiver situada em área de proteção ambiental ou a legislação exigir.174. formado pelo diagrama unifilar (subitem 4. entre o ponto de derivação na rede da CELPE e a medição.175. 4.176As edificações de uso coletivo devem constituir e manter o Prontuário de Instalações Elétricas. 4.9Indicação de posição dos dispositivos de manobra dos circuitos elétricos: (verde -“D”.7Quadros de cargas por quadro de distribuição. 4.175.175.174. 4. características do condutor e comprimento do ramal de ligação.2Localização do imóvel.174. 4. 4.3Derivação.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo seção dos condutores e barramentos. de controle.175No memorial descritivo devem constar os seguintes itens: 4.002 6ª Edição 19/12/2007 24 de 104 .8Projeto detalhado do sistema gerador de emergência.12Autorização do IBAMA em caso de obras com atividades de supressão vegetal. conforme recomendações da NR 10. geração própria (se houver).5Tipo da subestação. quando existente. 4.175.175. e 4.174.

Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 4. liberando-a para construção e a inspeção que antecede a energização final.3. conforme desenho 50 do ANEXO II. após a análise. caso não haja exigências.00-00. após a liberação do projeto. Ligação com Necessidade de Estudo 4.187São elaborados estudos. carimbada e assinada. Não é permitida a ligação de motor trifásico com carga superior a 40 cv.178Os desenhos referentes aos subitens 4. as duas vias restantes devem ser entregues. para verificar a necessidade de reforço de rede e evitar possíveis perturbações nos seguintes casos: a) Ligações com motor ou máquina de solda a motor superior a 3 cv por fase nas tensões de 380/220 V. no ato da entrega. 4. assinando. o interessado pode fornecer inicialmente apenas uma via do projeto e.182Opcionalmente. assinado pelo interessado. visível. acompanhada de carta de conformidade com as normas da CELPE e ABNT. diagrama unifilar e Anotação de Responsabilidade Técnica – ART quitado. com firma reconhecida em cartório. 4.189A demanda máxima da Edificação (De) para fins de projeto da instalação elétrica até o ponto de entrega é calculada por critério definido pela CELPE. b) Alteração no tipo de fornecimento (monofásica para trifásica ou vice-versa). ressalvada as modificações impostas pela legislação em vigor. que solicitem à CELPE: a) Alteração no número de unidades consumidoras. razão pela qual o interessado deve encaminhar três vias dos desenhos modificados e aguardar a devolução de uma via. o interessado recebe uma carta de não conformidade do projeto.184 A validade do projeto é de trinta e seis meses contados da data de conclusão de sua análise pela CELPE.185Quaisquer alterações que se fizerem necessárias.186É possível a apresentação de projeto simplificado. Demanda da Edificação 4.177O prontuário de instalações elétricas deve estar disponível em local abrigado.4 e 4. de edificações de uso coletivo já atendidas.181Após a análise. e c) Alteração de carga instalada. em tensão secundária de distribuição. b) Ligações com cargas especiais. assinada por profissional habilitado pelo CONFEA/CREA. máquinas de solda de qualquer potência em ligações monofásicas ou máquinas de solda a transformador com potência superior a 5 kVA em ligações trifásicas. uma via do projeto é devolvida ao interessado. constando o parecer.5 anteriores devem constar na mesma planta que é analisada e carimbada pela CELPE.174. 4. conforme tabela 20 do ANEXO I. 4.174. tipo raios X de qualquer potência. não devem ser executadas sem que sejam analisadas pela CELPE. constando de memorial descritivo sucinto.183Havendo alguma exigência. 4. 4. o interessado fornece as duas vias restantes. antes da ligação. um Protocolo de Entrega de Documentação de Projeto. não havendo exigências.180O projeto deve ser apresentado acompanhado do Requerimento para Análise de Projeto.179O dimensionamento da instalação elétrica da edificação deve atender às normas da ABNT e ser efetuado com base na demanda máxima prevista para a carga instalada. para fins de análise pela CELPE. 4. conforme ANEXO III.188A ligação de motores trifásicos está condicionada à aplicação de dispositivos de limitação da corrente de partida. conforme ANEXO V. 4.002 6ª Edição 19/12/2007 25 de 104 . 4. para complementação do processo de conformidade. de fácil acesso e acondicionado em caixa exclusiva.174. 4. não havendo exigências. 4. Após efetuadas as devidas correções o mesmo deve apresentar uma via corrigida do projeto e. SM01.

a seção do ramal de distribuição e a corrente nominal do disjuntor de proteção por faixa de carga instalada (unidade consumidora monofásica) ou demanda (unidade consumidora trifásica). como sugestão. 4. 4.195A demanda individual em kVA dos apartamentos é calculada em função da área útil. aquecedores.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 4.199Assume-se a demanda residencial (Dr) igual a 26 kVA como o valor mínimo da demanda quando os cálculos acima forem inferiores a este valor.192O cálculo da demanda total da edificação para edifícios residenciais constitui-se das seguintes etapas: 4. Edificações de Uso Residencial . determina-se o fator de diversidade.192. A tabela 17 do ANEXO I apresenta.200A demanda da área de serviço (Ds) deve ser calculada pelo critério da potência instalada.193A carga instalada para consumidores monofásicos ou demanda para consumidores trifásicos é calculada com base na potência nominal dos equipamentos declarados pelo consumidor ou conforme tabela 06 do ANEXO I. individualmente. a instalação elétrica deve ser dimensionada pelo responsável técnico obedecendo às exigências da NBR 5410 em sua última versão. tais como iluminação. 4.2Determinação da demanda do condomínio.2Cargas de tomadas.201. pelo fator de diversidade em função do número total de apartamentos residenciais da edificação.201A demanda do condomínio é determinada considerando-se. tomadas de uso geral. Determinação da demanda do condomínio 4. deve-se considerar a queda de tensão máxima admissível a partir do CDM.Determinação da demanda dos apartamentos 4. equipamentos de piscina. 4. Tal medida tem como objetivo dotar o sistema de proteção das instalações internas da edificação de seletividade mínima necessária.192. Edifícios Residenciais 4. em função do número de apartamentos residenciais da edificação com base na tabela 13 do ANEXO I. 4. 4. SM01. já estão incluídas as cargas específicas.194Para fins de dimensionamento do ramal de distribuição de cada unidade consumidora. 4.1Determinação da demanda dos apartamentos. etc. etc.196Para edificações onde existam unidades consumidoras com diferentes áreas úteis. 4.3Motores de elevadores e bombas d’água. 4. 4.197Em seguida. Neste método. 4. conforme tabela 12 do ANEXO I.00-00.191O método recomendado para cálculo da demanda da edificação considera a diferença entre as curvas de carga para áreas residencial e comercial. aparelhos de ar condicionado. portões automáticos. tais como saunas. garantindo que a proteção de cada unidade consumidora tenha capacidade de corrente inferior à da proteção geral.198Multiplica-se a demanda individual obtida.1Cargas de iluminação. as seguintes cargas: 4.192.002 6ª Edição 19/12/2007 26 de 104 .201.190A partir do ponto de entrega. chuveiros elétricos. 4.4Outras cargas.3Determinação da demanda total do edifício através da adição da demanda dos apartamentos com a demanda do condomínio. 4.201. determina-se a área útil através da média ponderada das áreas envolvidas.201.

conforme abaixo: De = Dr. etc. banheiras de hidromassagem. 4. tais como portões automáticos. definidas no projeto. para os grupos de motores de elevadores e de bombas d’água. 4. na falta desta. calculado pelo método da área útil. monofásicas ou trifásicas. Ds= demanda do condomínio. Estas cargas devem ser analisadas em particular. deve ser aplicado o fator de potência igual a 1.202A potência instalada. Determinação da demanda total do edifício residencial 4. 4.0 (um).204.0 para este grupo. aplicando-se às mesmas.205A demanda total do edifício é determinada pela soma das demandas dos apartamentos mais a demanda do condomínio. Tabela 05 – Fator de Segurança Mínimo SM01. fatores de diversidade que são função de suas características particulares de utilização..206Os fatores de segurança mínimos constam da tabela 05. Para estas cargas devem ser aplicados fatores de potência específicos.3A terceira parcela (c) representa a parcela referente a outras cargas motrizes.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo 4. tais como saunas. adotando-se o fator de diversidade 1.2A segunda parcela (b) representa a parcela de demanda referente a elevadores e bombas d’água.4A parcela (d) representa a demanda de outros tipos de cargas. 4. devendo ser utilizados os fatores da tabela 16 do ANEXO I separadamente. conforme definido no projeto.002 6ª Edição 19/12/2007 27 de 104 . Ao valor encontrado em kW. em kW. deve ser aplicado o fator de potência específico apresentado na tabela 14 do ANEXO I.1A primeira parcela (a) representa a soma das demandas referentes à iluminação e tomadas das áreas não residenciais (serviço) da edificação. centrais de ar condicionado. devendo ser utilizados os fatores da tabela 16 do ANEXO I para cada tipo de carga. 4.204.204.204. equipamentos de piscina. Cálculo da parcela de demanda referente às cargas de iluminação: a) 100% para os primeiros 10 kW. adotando-se o fator de diversidade 1. Cálculo da parcela de demanda referente às cargas de tomadas de uso geral: c) 20% aplicado sobre a carga total em kW. aquecedores.204O cálculo da demanda pelo critério da potência instalada utiliza a seguinte fórmula: Ds = a + b + c + d 4. é calculada com base na potência nominal dos equipamentos declarados pelo consumidor ou. Ao valor encontrado em kW.00-00. calculada pelo método da potência instalada. Fr= fator de segurança mínimo.203A potência em kVA é calculada com base nos fatores de potência típicos apresentados na tabela 14 do ANEXO I. conforme tabela 06 do ANEXO I.Fr + Ds Onde: De= demanda total da edificação Dr= demanda total dos apartamentos residenciais. b) 25% para o que exceder a 10 kW. 4. etc.0 para este grupo.

quando o projeto da edificação contemplar aparelhos de ar condicionado individuais. portanto utilizando a mesma fórmula e mesmas tabelas utilizadas no cálculo da demanda da área de serviço.) Dr ≤ 26kVA 26kVA<Dr ≤ 50kVA 50kVA<Dr ≤ 100kVA Dr > 100kVA Fr mínimo 1. 5. b) 70% da potência do segundo maior aparelho.1As parcelas a. c e d correspondem às mesmas parcelas do cálculo da demanda da área de serviço (Ds). deve-se aplicar a tabela 18 do ANEXO I. Dc = demanda das cargas comerciais.3 1. c) 40% da potência do terceiro maior aparelho. para determinação do fator (a).002 6ª Edição 19/12/2007 28 de 104 .207.208A demanda total da edificação deve ser calculada aplicando-se a fórmula: De = Dr. Fr = fator de segurança mínimo.207.209Com base na Demanda Máxima da edificação (De) calculada acima. calculado pelo método da área útil. 4.207A demanda dos edifícios comerciais (Dc) é calculada pelo método da potência instalada. Dc = a + b + c + d + e + f 4.207. os Centros de Distribuição e Medição e seus respectivos circuitos alimentadores.Fr + Ds + Dc Onde: De = demanda total da edificação Dr = demanda total dos apartamentos residenciais. em especial as listadas a seguir: GS01. devem ser utilizados os fatores de demanda constantes na tabela 15 do ANEXO I. resoluções dos órgãos regulamentadores oficiais.REFERÊNCIAS Os equipamentos e as instalações de consumidor devem atender às exigências da última revisão das normas da ABNT. calculada pelo critério da potência instalada. b) 10% da potência dos demais aparelhos.207. 4.2 1.03-02.3A parcela (e) representa a demanda das máquinas de solda a transformador. calculada da seguinte forma: a) 100% da potência do maior aparelho. calculada conforme seguinte critério: a) 100% da potência do primeiro maior aparelho.00-00. supra.0 Edifícios comerciais ou mistos 4. b. os transformadores e configurado o arranjo da subestação. Ds = demanda do condomínio calculada pelo método da potência instalada.2Dentro da parcela “d”.4 1. Aptos.001 Emissão de Instrumentos Normativos NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão NBR 5413 – Iluminância de interiores SM01. para determinação da demanda dessas cargas. 4. deve ser considerado o fator de diversidade unitário. 4.4A parcela (f) representa a demanda dos aparelhos de raios X. d) 30% da potência dos demais aparelhos. 4. Neste caso. devem ser dimensionados o circuito alimentador do Quadro de Distribuição Geral. Para centrais de ar condicionado.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo Dr (Dem.

Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo NBR 5434 – Redes de Distribuição Aérea Urbana de Energia Elétrica NBR 5444 .2 kV NBR ISO 9001-Sistemas de Gestão da Qualidade NBR NM 280 – Condutores de cabos isolados (IEC 60228) NBR NM 60898 – Disjuntores para proteção de sobrecargas para instalações domésticas e similares NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade Na ausência de normas específicas da ABNT ou em casos de omissão das mesmas. 6.American National Standard Institute.Símbolos Gráficos para Instalações Elétricas Prediais NBR 6233 – Eletroduto de PVC Rígido e Respectiva Junta .Verificação da Estanqueidade à Pressão Interna NBR 13570 – Instalações Elétricas em locais de afluência de público – requisitos específicos NBR 14039 – Instalações elétricas de média tensão de 1.National Electrical Code IEEE .0 a 36.00-00.APROVAÇÃO BRUNO DA SILVEIRA LOBO Departamento de Planejamento de Investimentos .International Electrotechnical Commission. inclusive o National electric Safety Code (NESC). devem ser observados os requisitos das últimas edições das normas e recomendações das seguintes instituições: ANSI .002 6ª Edição 19/12/2007 29 de 104 .EPI SM01.National Electrical Manufacturers Association NEC .Institute of Electrical and Electronics Engineers IEC . NEMA .

002 .5 CV BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO)1/4 CV 6ª Edição 19/12/2007 POTÊNCIA W 890 200 50 30 45 500 2000 1500 800 900 950 1000 1100 1200 1300 1400 1600 1800 1950 2350 2400 2850 3200 2240 750 1000 500 20 1000 500 6600 1800 50 100 200 1000 184 245 368 552 736 1472 2208 3680 5520 184 30 de 104 SM01.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo ANEXO I.PARABOLICA APARELHO DE ENDOSCOPIA APARELHO DE ULTRASSONOGRAFIA AQUECEDOR DE ÁGUA (200 L) AQUECEDOR DE ÁGUA ( 50 A 175 L) ARCONDICIONADO 6000 BTUS ARCONDICIONADO 7000 BTUS ARCONDICIONADO 7500 BTUS ARCONDICIONADO 8000 BTUS ARCONDICIONADO 9000 BTUS ARCONDICIONADO 10000 BTUS ARCONDICIONADO 11000 BTUS ARCONDICIONADO 12000 BTUS ARCONDICIONADO 14000 BTUS ARCONDICIONADO 15000 BTUS ARCONDICIONADO 16000 BTUS ARCONDICIONADO 18000 BTUS ARCONDICIONADO 21000 BTUS ARCONDICIONADO 26000 BTUS ARCONDICIONADO 30000 BTUS ASPIRADOR DE PO COMERCIAL ASPIRADOR DE PO RESIDENCIAL ASSADEIRA GRANDE ASSADEIRA PEQUENA BALANÇA ELÉTRICA BALCÃO FRIGORÍFICO GRANDE BALCÃO FRIGORÍFICO PEQUENO BANHEIRA DE HIDROMASSAGEM BANHO MARIA ( RESTAURANTE ) BARBEADOR ELÉTRICO BATEDEIRA DE BOLO BEBEDOURO BETONEIRA BOMBA D’AGUA (PISCINA)1/4 CV BOMBA D’AGUA (PISCINA)1/3 CV BOMBA D’AGUA (PISCINA)1/2 CV BOMBA D’AGUA (PISCINA)3/4 CV BOMBA D’AGUA (PISCINA)1 CV BOMBA D’AGUA (PISCINA)2 CV BOMBA D’AGUA (PISCINA)3 CV BOMBA D’AGUA (PISCINA)5 CV BOMBA D’AGUA (PISCINA)7. TABELAS TABELA 06 – POTÊNCIA DOS APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS ITEM 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 TIPO AMACIADOR DE CARNE AMALGAMADOR AMPLIFICADOR DE SOM AMPLIFICADOR/CODIFICADOR .00-00.

Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo ITEM 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 TIPO BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO)1/3 CV BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO)1/2 CV BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO)3/4 CV BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO) 1 CV BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO) 2 CV BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO) 3 CV BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO) 5 CV BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO) 7.00-00.5 CV BOMBA D’AGUA 1/3 HP BOMBA D’AGUA ¼ HP BOMBA D’AGUA 2 HP COND=3HS BOMBA D’AGUA ½ HP BOMBA D’AGUA 3 HP BOMBA DE AR P/ AQUARIO BOMBA DE COMBUSTÍVEL CADEIRA DE DENTISTA CAFETEIRA ELÉTRICA .MED. CARREGADOR DE BATERIA CARREGADOR DE TELEFONE CELULAR CENTRAL DE AR TRANE XE 1000 (MONOF.PARA CARGA 6ª Edição 19/12/2007 POTÊNCIA W 245 368 552 736 1472 2208 3680 5520 245 184 1472 368 2208 65 740 190 500 750 1200 5 170 5060 1200 1700 30 2500 4400 6500 2200 30 370 250 500 100 1600 30 736 1472 2208 250 50 10300 1472 2208 400 2200 250 150 1470 31 de 104 SM01. CAFETEIRA ELÉTRICA .PEQ.002 . COMPUTADOR DOMÉSTICO CONJ SOM PROFISSIONAL CONJ SOM RESIDENCIAL CORTADOR DE GRAMA DECK (TOCA FITAS) DEPENADOR DE GALINHA 1CV DEPENADOR DE GALINHA 2CV DEPENADOR DE GALINHA 3CV DESCASCADOR DE BATATAS EQUIPAMENTO DE DVD ELEVADOR GRANDE (CONDOMINIO = 3HS) ELEVADOR DE CARRO 2CV ELEVADOR DE CARRO 3CV ENCERADEIRA RESID.) CENTRAL DE AR TRANE XE (MONOFASICA) CENTRAL DE AR HITACHI (MONOFASICA) CENTRAL DE AR ( 1 TR ) =12000BTU CENTRAL TELEFÔNICA CHUVEIRO ELÉTRICO CHUVEIRO ELÉTRICO (DUCHA CORONA) CHUVEIRO 4 ESTAÇÕES CILINDRO (PADARIA) COMPACT DISC PLAYER COMPRESSOR .PEQ. ESMERIL ESPREMEDOR DE LARANJA (ALTO) ESPREMEDOR DE LARANJA (BAIXO) ESTEIRA ROLANTE .

HIPER VULCÃO C/ 4 CÂMARA FORNO ELÉT. CURITIBA FORNO ELÉT. UNIVERSAL C/ 2 CÂMARAS FORNO GRANDE PARA CERÂMICA FORNO MÉDIO PARA CERÂMICA FORNO PEQUENO PARA CERÂMICA FORRAGEIRA FOTOCOLORÍMETRO FREEZER EXPOSITOR FREEZER HORIZONTAL 170L 1-PORTA FREEZER HORIZONTAL 220L . ELETRO GRANT C/ 3 CÂMARA FORNO ELÉT. MAG FORNO C/ 2 CÂMARAS FORNO ELÉT. ITAL BRAS C/ 2 CÂMARAS FORNO ELÉT. OLIMPIO C/ 2 CÂMARAS FORNO ELÉT. PASTELAR ITAL BRAS FORNO ELÉT.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo ITEM 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 TIPO ESTERILIZADOR ESTUFA ESTUFA DE DENTISTA ETIQUETADORA EXAUSTOR GRANDE EXAUSTOR PEQUENO EXAUSTOR PARA FOGAO FACA ELÉTRICA FATIADOR PARA FRIOS FAX FERRO DE SOLDA GRANDE FERRO DE SOLDA MÉDIO FERRO DE SOLDA PEQUENO FERRO ELÉTRICO FERRO ELÉTRICO AUTOMÁTICO FLIPERAMA FOGÃO COMUM COM ACENDEDOR FOGÃO ELÉTRICO FORNO DE MICRO ONDAS FORNO ELÉT. TUBOS LISBOA C/ 1 CÂMARA FORNO ELÉT. CAPITAL C/ 2 CÂMARAS FORNO ELÉT. UNIVERSAL C/ 2 CÂMARAS FORNO ELÉT. METALCONTE C/ 1 CÂMARA FORNO ELÉT.00-00. ABC C/ 1 CÂMARA FORNO ELÉT. SUPERFECTA C/ 2 CÂMARAS FORNO ELÉT.002 . SIRE C/ 1 CÂMARA FORNO ELÉT. ESPECIAL C/ 2 CÂMARAS FORNO ELÉT.1-PORTA FREEZER HORIZONTAL 330L 2-PORTAS FREEZER HORIZONTAL 480L 2 e 3-PORTAS FREEZER HORIZONTAL 600L 4-PORTAS FREEZER VERTICAL 120L FREEZER VERTICAL 180L FREEZER VERTICAL 280L 6ª Edição 19/12/2007 POTÊNCIA W 1000 1000 1000 70 400 200 100 140 740 240 600 400 100 550 1000 90 90 2000 1150 2000 10000 38000 24400 30000 22000 25000 21600 3000 52200 16500 3000 28000 28000 35000 36000 8500 6000 2000 1200 550 250 150 170 200 280 280 130 150 200 32 de 104 SM01.

MEDIA FRITADEIRA DE BATATA .GRANDE FURADEIRA GRANDE FURADEIRA PEQUENA GELADEIRA GELADEIRA COMUM 253L GELADEIRA COMUM 280L GELADEIRA COMUM 310L GELADEIRA DUPLEX 430L GELADEIRA TRIPLEX 430L GELAGUA GRELHA ELÉTRICA GRANDE GRELHA ELÉTRICA PEQUENA GRILL IMPRESSORA COMUM IMPRESSORA LASER IOGURTEIRA .RESID.P.002 . LIQUIDIFICADOR DOMESTICO LIQUIDIFICADOR INDUSTRIAL LIXADEIRA GRANDE LIXADEIRA PEQUENA MÁQUINA ARTSUL A RESISTENCIA MÁQUINA CAÇA BRINDE (PIG LIG) MÁQUINA COLAR SACO MÁQUINA CORTAR TECIDO MANUAL MÁQUINA DE CALCULAR MÁQUINA DE CARTÃO DE CRÉDITO .O .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo ITEM 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 TIPO FRIGOBAR FRITADEIRA DE BATATA .PEQUENA FRITADEIRA DE BATATA .S MÁQUINA DE CHOPE MÁQUINA DE CORTAR CABELO MÁQUINA DE COSTURA MÁQUINA ESCREVER ELÉTRICA MÁQUINA DE JOGO DE BICHO MÁQUINA LAVA JATO MÁQUINA LAVAR PRATOS MÁQUINA LAVAR ROUPAS MÁQUINA LAVAR ARNO MÁQUINA LAVAR DAKO MÁQUINA DE OVERLOCK INDUSTRIAL MÁQUINA DE PLASTIFICAÇÃO MÁQUINA DE RASPAR COCO 2CV MÁQUINA DE RASPAR COCO 3CV MÁQUINA DE REFRIGERANTE MÁQUINA DE SORVETE MÁQUINA DE SOLDA .00-00.PEQUENA MÁQUINA DE VULCANIZAR MÁQUINA DE XEROX GRANDE MÁQUINA DE XEROX PEQUENA 6ª Edição 19/12/2007 POTÊNCIA W 80 2500 3000 5000 1000 350 150 155 160 190 380 380 125 1500 500 1200 90 900 26 320 1000 1000 850 730 200 280 370 10 60 900 200 105 140 60 1700 1200 1500 500 180 370 320 1472 2208 910 2200 1000 400 2000 1500 33 de 104 SM01.

00-00.002 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo ITEM 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 TIPO MÁQUINA INJETORA C/ MOTOR ELETRICO MÁQUINA DE FATIAR PAO MÁQUINA DE MOER FARINHA ROSCA MÁQUINA MEXEDEIRA (PADARIA) MÁQUINA POLICORTE MASSEIRA (PADARIA) MICRO COMPUTADOR MICRO FORNO ELETRICO MICROSCOPIO ELETRONICO MINE COOLER MIX WALITA MODELADORA (PADARIA) MOEDOR DE CAFÉ MOEDOR DE CARNE MOINHO PARA DIVERSOS GRÃOS MULTI CORTE ORGAO ELETRICO PANELA ELETRICA PIPOQUEIRA RESIDENCIAL PISTOLA DE SOLDA PLACA LUMINOSA POLIDORA POST MIX PRENSA HIDRÁULICA PROCESSADOR / CENTRIFUGA PROJETOR/RETROPROJETOR RADIO RELOGIO DIGITAL RADIO TRANSISTORIZADO RADIOLA DE FICHA RADIOLA DE FICHA CD RAIO X (DENTISTA) RAIO X (HOSPITAL) REBOBINADOR DE FITA VHS RECEPTOR DE SATELITE (PARABÓLICA) REFLETOR PARA ILUMINAÇÃO DIVERSA REFLETOR ODONTOLOGICO REFRESQUEIRA REGISTRADORA ELETRICA SANDUICHEIRA SAUNA COMERCIAL SAUNA RESIDENCIAL SCANNER SECADOR DE CABELOS GRANDE SECADOR DE CABELOS PEQUENO SECADORA DE ROUPA COMERCIAL SECADORA DE ROUPA RESIDENCIAL SECADORA DE ROUPA ENXUTA SECRETARIA ELETRONICA SERRA DE CARNE 6ª Edição 19/12/2007 POTÊNCIA W 5500 320 1104 600 1000 2200 250 1000 40 220 80 490 370 320 600 180 30 1200 80 100 220 50 280 1100 460 210 40 30 300 120 1090 12100 15 110 500 150 370 100 640 12000 4500 50 1250 700 5000 1100 2430 20 1000 34 de 104 SM01.

002 6ª Edição 19/12/2007 35 de 104 .5 150 225 300 POTÊNCIA W 1000 600 240 20 400 40 200 10 50 100 150 200 90 30 2000 1820 800 700 200 50 300 50 250 70 250 200 40 1000 30 10 200 ELO FUSÍVEL (A) 5H 6K 8K 10K 15K SM01.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo ITEM 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 TIPO SERRA ELETRICA SERRA TICO TICO GRANDE SERRA TICO TICO PEQUENA SORVETEIRA CASEIRA STERILAIR SUPERZON OU SIMILAR SUGGAR TELEFONE SEM FIO TELEVISOR 05 A 10 POLEGADAS TELEVISOR 12 A 20 POLEGADAS TELEVISOR 28 A 30 POLEGADAS TELEVISOR ACIMA 30 POLEGADAS TELEVISOR PRETO E BRANCO TOCA DISCOS TORNEIRA ELETRICA TORNO DE BANCADA TORRADEIRA DE PÃO TOUCA TERMICA TURBO CIRCULADOR ENGEL TV AM / FM VAPORIZADOR (VAPORETTO) VENTILADOR MALLORY COLUNA VENTILADOR CICLONE VENTILADOR 30 CM VENTILADOR GRANDE 50 CM VENTILADOR MEDIO 40 CM VENTILADOR PEQUENO 20 CM VIBRADOR PARA CONCRETO VIDEO CASSETE VIDEO GAME VIDEO POKER TABELA 07 – ELOS FUSÍVEIS POTÊNCIA DO TRANSFORMADOR (kVA) 75 112.00-00.

de forma a atender a demanda.00-00. Quando o ramal de ligação passar sobre acesso de garagem e/ou entrada de veículos.daN) Ramal de ligação (Cabo Cobre Isolado) 10 3 x 10 + 1 x 10 mm² 3 x 16 + 1 x 16mm² 3 x 25 + 1 x 25mm² 3 X 35 + 1 X 35mm² 3 x 70 + 1 x 70 mm² 3 x 95 + 1 x 70 mm² 3 x 120 + 1 x 70 mm² 75 75 75 100 Com travessia de rua (Comprimento mínimo 7 m) Extensão do vão (m) 20 75 100 100 200 30 100 200 200 300 35 200 200 300 300 40 200 300 300 300 10 75 75 75 100 300 300 400 Sem travessia de rua (Comprimento mínimo 5 m) Extensão do vão (m) 20 75 100 100 200 30 100 200 200 300 35 200 200 300 300 40 200 300 300 300 OBS.5 150 225 2 TRAFOS(*) 2 X 600/11 3300010 POSTE CONCRETO DUPLO T (Esforço/altura mínimos) CÓDIGO (*) Combinação de potência dos transformadores padronizados. Os postes devem ser instalados com sua face lisa perpendicular ao ramal de ligação. mesmo que a unidade consumidora esteja localizada no mesmo lado da rede de distribuição (sem travessia de rua). recomenda-se utilizar poste particular com altura mínima de 7 m.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo TABELA 08 – POSTE PARTICULAR EM BAIXA TENSÃO POSTE PARTICULAR PARA RAMAL TRIFÁSICO Poste concreto DT (Esforço mínimo . SM01. TABELA 09 – ESCOLHA DO TRANSFORMADOR E POSTE PARA SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO DEMANDA MÁXIMA DA EDIFICAÇÃO (kVA) 52 < De <= 97 97 < De <= 146 146 < De <= 195 195 < De <= 292 292 < De <= 575 POTÊNCIA DA SUBESTAÇÃO (kVA) 75 112. 2.: 1.002 6ª Edição 19/12/2007 36 de 104 . desde que não exceda 500 kVA.

(*) – Refere-se à soma total dos condutores utilizados.00-00.002 6ª Edição 19/12/2007 37 de 104 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo TABELA 10 – BARRAMENTO DE COBRE PARA O QDG BARRA RETANGULAR (DIMENSÕES) (MM) 19 x 3 mm 25 x 3 mm 25 x 5 mm 30 x 5 mm 40 x 5 mm 50 x 5 mm 40 x 10 mm 50 x 10 mm 60 x 10 mm 80 x 10 mm 100 x 10 mm 120 x 10 mm (POL) ¾ x 1/8 1 x 1/8 1 x 3/16 1 ¼ x 3/16 1 ½ x 3/16 2 x 3/16 208 250 340 449 460 595 994 1312 1640 1968 2625 3281 DEMANDA MÁXIMA CALCULADA (kVA) Até 40 41 a 74 75 a 104 105 a 207 208 a 259 260 a 346 347 a 432 433 a 519 520 a 605 606 a 778 779 a 951 952 a 1211 CORRENTE (A) TABELA 11 – CONDUTORES PARA ATERRAMENTO SECÇÃO CONDUTOR FASE (mm²)* 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 400 500 600 800 1000 SECÇÃO CONDUTOR TERRA (mm²) 25 25 25 35 50 70 95 95 120 150 185 240 300 400 500 Para diâmetros maiores. SM01. usar a metade do diâmetro de fase para dimensionar o diâmetro do condutor de aterramento.

002 6ª Edição 19/12/2007 38 de 104 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo TABELA 12 – DEMANDA INDIVIDUAL DO APARTAMENTO EM FUNÇÃO DA ÁREA ÚTIL SM01.00-00.

002 6ª Edição 19/12/2007 39 de 104 .00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo TABELA 13 – FATOR DE DIVERSIDADE EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE APARTAMENTOS SM01.

Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo TABELA 14 – FATORES DE POTÊNCIA TÍPICOS TIPO DE EQUIPAMENTO Lâmpadas incandescentes Chuveiro. de fator 0.00 Sem comp.40 para os primeiros 50 kVA 0. salões e semelhantes Bancos. vapor de sódio ou mercúrio e outros através de descargas de gases Motores de Indução de 1 CV Motores de Indução de 2 CV Motores de Indução de 3 CV Motores de Indução de 5 CV Motores de Indução de 7. de fator 0.92 0.73 0. torneira.86 0. fogão e outros com resistência de aquecimento Lâmpadas fluorescentes. aquecedor.002 6ª Edição 19/12/2007 40 de 104 . néon. salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes Escolas e semelhantes Escritórios Garagens comerciais e semelhantes Hospitais e semelhantes Hotéis e semelhantes Igrejas e semelhantes Restaurantes e semelhantes FATOR DE DEMANDA (%) 100 100 100 100 100 para os primeiros 12 kVA 50 para o que exceder de 12 kVA 100 para os primeiros 20 kVA 70 para o que exceder de 20 kVA 100 0. ferro.67 0.5 CV Motores de Indução de 25 CV Motores de Indução de 30 CV Motores de Indução de 40 CV Motores de Indução de 50 CV Motores de Indução de 60 a 125CV Motores de Indução de 150 CV Motores de Indução de 200CV Máquina de Solda a arco Máquina de Solda a resistência Aparelhos Eletrodomésticos a motor (1 CV) FATOR DE POTÊNCIA 1.85 0.94 0.87 0.00 1.85 0.50 0.91 0.20 para o que exceder de 50 kVA 50 para os primeiros 20 kVA 40 para os seguintes 80 kVA 30 para o que exceder de 100 kVA 100 100 SM01.83 0.93 0.89 0.80 0. lojas e semelhantes Barbearias.80 0.00-00.67 Nota: Os valores de fator de potência para motores são médios para 75% da carga nominal TABELA 15 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DESCRIÇÃO Auditório.50 Com comp.

61 73.23 4.21 7.05 2.58 15.56 49.12 13.98 33.95 2.83 30.67 66.02 49.73 3.57 3.21 4.75 45.43 Monofásicos 1.13 2.55 31.73 9.19 100.96 45.37 37.31 21.78 59.10 0.03 154.51 91.26 66.74 119.44 13.95 59.02 5.50 4.49 128.52 4.64 14.91 204.54 2.02 8.90 23.55 9.53 15.41 25.90 3.9 2.24 2.24 92.52 1.35 2.40 91.63 33.24 1.87 21.02 4.29 10.2 2.63 6.54 31.15 33.53 3.45 6.16 4.61 2.12 4.10 4.46 1.69 7.25 1.91 5.91 9.02 34.99 70.17 16.71 3.38 1.60 5.06 7.26 4.22 6.46 22.16 8.62 38.89 4.36 25.43 14.75 71.18 166.46 5.26 1.52 29.14 21.26 17.17 31.13 25.73 0.18 3.99 5.34 1.97 4.19 160.96 49.33 14.68 5.10 8.47 17.87 3.08 3.34 3.03 12.75 8.94 16.93 8.54 9.95 28.76 19.89 2.62 23.98 1.10 25.46 5.28 36.65 0.70 4.55 9.00-00.49 85.06 92.11 11.34 1.98 2.77 32.15 1.61 4.81 175.03 41.09 16.78 1.08 9.29 8.98 9 3.99 57.63 18.41 41.05 7.77 3.50 1.46 10.38 9.83 59.87 1.33 23.98 17.16 11.59 112.41 38.03 59.72 7.29 6.18 69.40 3.18 1.77 2.36 40.91 9.51 2.66 0.76 1.41 69.64 6.74 46.72 31.15 SM01.19 38.002 6ª Edição 19/12/2007 41 de 104 .24 2.99 190.93 26.94 2 1.74 45.90 62.29 44.82 2.05 6.34 7.79 20.31 1.16 7.54 3.59 4.57 146.56 100.86 6.86 26.11 9.15 2.51 7.5 0.95 64.6 Trifásicos 1.40 6.39 4.99 50.30 119.08 2.55 3.92 33.30 53.16 34.66 2.33 48.67 2.72 109.93 79.9 2.95 54.82 55.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo TABELA 16 – DEMANDA DIVERSIFICADA EM KVA PARA MOTORES Potência [cv] 1/3 1/2 3/4 1 1½ 2 3 4 5 7½ 10 12 ½ 15 20 25 30 40 50 1/4 1/3 1/2 3/4 1 1½ 2 3 5 7½ 10 12 ½ 15 1 1 0.3 3.39 58.94 41.17 2.68 9.14 24.74 50.33 44.01 54.12 48.21 13.91 12.84 11.22 131.74 77.82 22.7 3 3.93 92.04 42.65 2.27 46.58 15.83 8.31 2.90 60.39 34.48 45.33 22.80 10.47 4.41 Quantidade de motores para uma mesma instalação 3 4 5 6 7 8 Fator de diversidade 1.3 2.87 12.39 2.77 2.15 5.04 5.24 13.07 10 4.85 16.47 59.78 32.40 107.67 6.93 96.99 1.20 82.54 26.56 11.34 16.60 13.13 6.69 16.35 2.00 4.65 11.17 16.57 13.99 12.65 11.30 72.56 5.78 4.50 50.54 14.18 2.03 131.52 2.76 14.02 8.82 108.77 1.87 24.28 3.09 25.25 18.03 6.43 33.56 2.90 23.61 4.11 11.77 31.14 143.48 20.67 16.01 2.44 19.97 21.12 26.77 2.86 19.65 5.65 22.87 75.89 3.36 10.95 5.52 39.81 5.96 3.13 34.42 4.

1 .75 16 16 25 35 35 50 40 40 40 50 50 50 40 60 ou 63 70 80 100 125 Nota: Para fins de dimensionamento do ramal de distribuição.0 (um) e o fator de potência igual a 0. considerar o fator de demanda igual a 1.8 8.1 .37 37.15 6 6 6 10 25 25 25 25 15 ou 16 30 ou 32 40 50 70 16 25 25 RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO TRIFÁSICO Ramal de distribuição Condutor cobre (mm²) Eletroduto (D) Aço carbono (mm) 32 32 32 40 40 40 Demanda (kVA) (Ver nota) PVC (mm) Disjuntor (A) (Corrente Nominal) Até 24 24.42 42.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo TABELA 17 – DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO MONOFÁSICO Ramal de distribuição Carga Instalada (kW) Eletroduto (D) Disjuntor (A) (Corrente Nominal) Condutor cobre (mm²) PVC (mm) Aço carbono (mm) 25 25 25 25 0-3 3.48 48. SM01.60 60.1 .1 .00-00.1 .10 10.1 .1 .92 para o cálculo da demanda individual da unidade consumidora.002 6ª Edição 19/12/2007 42 de 104 .1 .1 .6 6.

: Disponibilizar um conjunto reserva de 3 (três) fusíveis no recinto da subestação. Considerar fator de diversidade 1.00 para central de ar condicionado.002 6ª Edição 19/12/2007 43 de 104 . TABELA 19 .80 0.5 150 225 500 FUSÍVEL (A) 10 10 16 25 40 DESCRIÇÃO FUSIVEL HH 17KV 10A 508MM INT FUSIVEL HH 17KV 10A 508MM INT FUSIVEL HH 17KV 16A 508MM INT FUSIVEL HH 17KV 25A 508MM INT FUSIVEL HH 17KV 40A 508MM INT CÓDIGO 2623002 2623002 2623003 2623006 2623041 OBS.FUSÍVEIS EM MÉDIA TENSÃO PARA CUBÍCULO MODULAR POTÊNCIA DO TRANSFORMADOR (KVA) 75 112.00-00.70 OBS. SM01.00 0.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo TABELA 18 – FATORES DE DIVERSIDADE PARA CONDICIONADORES DE AR (EDIFÍCIOS COMERCIAIS) NÚMERO DE UNIDADES 01 a 30 31 a 100 Acima de 100 FATOR DE DIVERSIDADE 1.

00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo TABELA 20 – DISPOSITIVOS DE PARTIDA PARA MOTORES TRIFÁSICOS SM01.002 6ª Edição 19/12/2007 44 de 104 .

Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo TABELA 21 – QUADROS DE MEDIÇÃO EM EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO MEDIÇÃO EM EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO Modelo de caixa Centro de Arranjo ou agrupamento da medição do Demanda (D) Medição (CM) condomínio UC 1Ø UC 3Ø Arranjo de caixas padronizadas Armário Módular Metálico Polifásica 1 6 ou 9 caixas 6 caixas Polifásica 2 F6 Metálica CM-6 e CM-9 F3 F4 D<42 42<=D<75 42<=D<75 75<=D<=150 150<D<=300 Observações: 1. O medidor do condomínio pode ser instalado em um dos cubículos dentro do CM tipo armário modular metálico. SM01.002 6ª Edição 19/12/2007 45 de 104 .00-00. Caso contrário deve ser instalado em caixa individual. havendo disponibilidade de espaço e a seção do condutor do ramal seja no máximo 16 mm².

002 6ª Edição 19/12/2007 46 de 104 .Edifício de Múltiplas Unidades Consumidoras SM01.DESENHOS DE REFERÊNCIA DESENHO 01 – PADRÃO DE ENTRADA E PONTO DE ENTREGA EM BAIXA TENSÃO CONECTOR PARALELO PARA DERIVAÇÃO 1 FITA ISOL.6/1kV ARMAÇÃO SECUNDÁRIA + ISOLADOR ROLDANA + PARAFUSO + PORCA 1 ALÇA PREFORMADA SERVIÇO AS Al 0.00-00.6/1kV OU SAPATILHA GALV.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo ANEXO II . TIPO "L" 38X38X5X2000mm 2 1 CABO MULTIPLEXADO AS Al 0.5 mm 1 2 OLHAL PARAFUSO 500 daN OU 2 CONECTOR PARALELO PARA DERIVAÇÃO 2 FITA ISOLANTE EPR AUTO FUSÃO OU 1 FORNECIMENTO DA CELPE 2 FORNECIMENTO DO CONSUMIDOR VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO 01 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA PDE Trifásico . PARA CABO DE AÇO 9. EPR AUTO FUSÃO 1 2 BENGALA PARA ELETRODUTO 2 CANTONEIRA AÇO GALV.

60x0.00-00.) = RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO CAIXA DE INSPEÇÃO (0.60x0.Edif. de Múltiplas Unidades Consumidoras Derivação de Rede Secundária Aérea Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo MURETA EM ALVENARIA E COBERTURA COM INCLINAÇÃO P/ PROTEÇÃO CONTRA CHUVA CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO .70) EM ALVENARIA OBS: B = RAMAL DE LIGAÇÃO (FORNECIDO PELA CONCESSIONÁRIA) = ENTRADA DE SERVIÇO = RAMAL DE ENTRADA (FORNECIDO PELO CONSUM.002 6ª Edição 19/12/2007 47 de 104 ESCALA: S/ESCALA VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 RUA E= L + 0.70) EM ALVENARIA CAIXA DE INSPEÇÃO (0.60x0.SM01.60x0.60x0.CDM D C CAIXA DE INSPEÇÃO (0.70) EM ALVENARIA E= ENGASTAMENTO DO POSTE L= COMPRIMENTO DO POSTE COTAS EM METRO .60 10 A A B C C C D DESENHO 02 APROVADO: EPI A DESENHO 02 – ENTRADA DE SERVIÇO E PONTO DE ENTREGA EM BAIXA TENSÃO B PONTO DE ENTREGA Norma Entrada de Serviço .60x0.

50 48 de 104 .002 6ª Edição 19/12/2007 VAI ATÉ O CDM PASSEIO MÍNIMO 3.50 RUA PASSEIO MÍNIMO 5.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 03 – ENTRADA DE SERVIÇO COM RAMAL DE ENTRADA EMBUTIDO NA PAREDE CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO .CDM EDIFÍCIO RAMAL DE ENTRADA EMBUTIDO C PONTO DE ENTREGA PONTO DE ENTREGA RAMAL DE ENTRADA AÉREO RAMAL DE ENTRADA EMBUTIDO EDIFÍCIO VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO 03 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA RAMAL DE ENTRADA AÉREO EM B. RAMAL DE ENTRADA EMBUTIDO NA PAREDE SM01.00-00.T.

DISTÂNCIA MÍNIMA DO POSTE :1500 CAIXA DE INSPEÇÃO BT (600x600x700) EM ALVENARIA.00-00.002 6ª Edição 19/12/2007 49 de 104 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 04 – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM BAIXA TENSÃO TRANSFORMADOR CELPE DISTRIBUIÇÃO PONTO DE ENTREGA EDIFÍCIO DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS MURETA EM ALVENARIA E COBERTURA COM INCLINAÇÃO P/ PROTEÇÃO CONTRA CHUVA CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO . COM SUBTAMPA METÁLICA COTAS EM MILÍMETROS DESENHO 04 VERSÃO: 1 DATA: 18/07/2007 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Ramal de Entrada Subterrâneo em Baixa Tensão SM01.CDM 500 CAIXA DE INSPEÇÃO (250x250x300) EM ALVENARIA.

2. 9º da resolução 456 da ANEEL).Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 05 – LIGAÇÃO DE UNIDADES CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS LOCALIZADAS EM VIELAS Notas: 1.(Art. o ponto de entrega deve situar-se no limite da via interna com cada fração integrante do parcelamento.002 6ª Edição 19/12/2007 50 de 104 . SM01. Em caso de condomínios horizontais. Cada unidade consumidora deve ser atendida através de ligação individual.00-00. A CELPE deve construir rede secundária na via interna.

000 1.Se os afastamentos verticais das Figuras "b" e "c" não puderem ser mantidos. se necessário.mm PRIMÁRIO (15kV) SECUND. para as Figuras "d". exigem-se os afastamentos horizontais das das Figuras "e" e "f".000 500 --3.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 06 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS PARA REDES DE BAIXA E MÉDIA TENSÃO A A B B C B D a Afastamento vertical e horizontal entre muro e os condutores b Afastamento vertical entre o piso da sacada. VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO 06 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Afastamentos Minimos para Redes de Baixa e Media Tensão SM01. b) .500 1.000 500 2.000 -2. Nº a b c d e f AFASTAMENTOS MÍNIMOS . não se exige o afastamento horizontal da borda da sacada das Figuras "e" e "f".00-00.500 3. "e" e "f".000 -1.Para se obter o valor de B.500 -1. terrenos e janelas dos edifícios FIG.500 -1. terraço ou janela e os condutores c A A A B B B d Afastamento horizontal entre os condutores e a parede dos edifícios e f Afastamento horizontal entre os condutores e as sacadas. (380/220V) A C B D 1. porém o afastamento da Figura "d" deve ser mantido.002 6ª Edição 19/12/2007 A 51 de 104 .200 -- NOTAS: a) .000 -1. deve ser usado afastador de armação secundária. c) .200 --1.Se o afastamento vertical entre os condutores e as sacadas exceder as dimensões das Figuras "b" e "c".

7 ( 1/2") 900 100 790 Ø 20 .PAREDE EM ALVENARIA COM REVESTIMENTO INTERNO (CHAPISCO E EMBOÇO) .7 (1/2") 4 CHUMBADORES Ø12.00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 07 – DETALHES CONSTRUTIVOS PARA CAIXA DE INSPEÇÃO DE BT EM ALVENARIA 50 790 DETALHE DA FERRAGEM Ø 4.CHUMBADORES: FURO PRÓXIMO A EXTREMIDADE PARA INSTALAÇÃO DE LACRE PELA CELPE 590 55 700 55 55 COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO 07 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Caixa de Inspeção de Baixa Tensão SM01.TAMPA EM CONCRETO ARMADO 700 55 .TAMPA INTERNA E CHUMBADORES GALVANIZADOS .7 (3/16") 50 50 50 600 50 50 50 700 790 150 600 150 80 Ø 12.FUNDO DE BRITA .002 6ª Edição 19/12/2007 790 790 52 de 104 .

00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 08 – CAIXA DE INSPEÇÃO METÁLICA BT (RAMAL DE ENTRADA APARENTE) CELPE DIMENSÕES MÍNIMAS DESENHO 08 COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Caixa de Inspeção Metálica de Baixa Tensão SM01.002 6ª Edição 19/12/2007 53 de 104 .

Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 09 – CAIXA DE INSPEÇÃO METÁLICA (RAMAL DE LIGAÇÃO EM MT APARENTE) CELPE DIMENSÕES MÍNIMAS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO 09 COTAS EM MILÍMETROS APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Caixa de Inspeção Metálica Para Ramal de Ligação em Média Tensão SM01.002 6ª Edição 19/12/2007 54 de 104 .00-00.

002 6ª Edição 19/12/2007 1000 55 de 104 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 10 – CAIXA DE INSPEÇÃO EM ALVENARIA PARA MÉDIA TENSÃO 50 120 60 800 CORTE AA 1000 1200 ALÇAS A TAMPA EM CONCRETO ARMADO (VISTA DE TOPO) VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA DESENHO 10 CAIXA DE INSPEÇÃO PARA MÉDIA TENSÃO SM01.00-00.

2.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 11 – RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO EM MÉDIA TENSÃO Projetado e Executado pela CELPE Cruzeta de Concreto 1.00-00.000mín. 800min.002 6ª Edição 19/12/2007 56 de 104 . 1.60 Quando houver tráfego de veículo. Eletroduto de PVC ou PEAD Ø 100mm e=L/10+0. envelopar com concreto. Mufla uso externo Poste da CELPE SUBESTAÇÃO ABRIGADA 7.000 x 1.200 Caixa de inspeção 1500 DESENHO 11 COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Entrada de Serviço Subterrânea em Média Tensão SM01.000 min.000 x 1.200 mm 700min.600 min. CUBÍCULOS 500 300 800min. 6.

Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo RELAÇÃO DE MATERIAL PARA ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA EM MÉDIA TENSÃO Ref. 01 01 03 03 03 Variável SM01.900 mm Chave fus. 15 kV – 100 A– Base tipo C–10 kA Pára-raios RD 12 kV – 10 kA Isolador pino polimérico rosca 25mm-15kV Unid.002 6ª Edição 19/12/2007 57 de 104 . pç pç pç pç pç Qde.00-00.GERAL Descrição Cruzeta tipo T 1. R-1-2 R-1-1 E-12 E-29 I-2 Desenho 3310-C1 3310-C2 0530-C3 0400-C2 2312-C37 Código 3310014 3310021 0530010 0400025 2312000 RELAÇÃO DE MATERIAL .200 mm Cruzeta de concreto armado T 1.

13.00-00.8 kV (Derivação de Rede Compacta) SM01.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 12 – SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA DE RECUO DA EDIFICAÇÃO (DERIVAÇÃO DE RD COMPACTA) RAMAL DE ENTRADA (VAI AO QDG) 600/11 600 CAIXA DE INSPEÇÃO (250x250x300) EM ALVENARIA PVC Ø3/4" 500 CAIXA DE INSPEÇÃO BT (600x600x700) EM ALVENARIA CAIXA DE INSPEÇÃO BT (600x600x700) EM ALVENARIA 600/11 2000 COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO 12 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Subestação Aérea Com Dupla Transformação .002 6ª Edição 19/12/2007 LIMITE DE PROPRIEDADE 500 2500 58 de 104 .

FUNÇÃO DO POSTE Ref.0mm2 Gancho olhal galvanizado 5000dan Manilha sapatilha aço 5000dan Sapatilha cabo 9.00 Gancho olhal galvanizado 5.5mm Alça preformada estai 7. Desenho 3480-C2 3480-C2 Código Descrição Paraf.5 B-3 B-4. Qde.000 daN Pino isolador reto curto aço 15kV Suporte instalação de equipamento Transformador trifásico distribuição Cabo pot CU 0. Galv. (**) Potência definida conforme projeto. SM01. Cab.6/1kV Chav. Quad. Desenho Código Descrição Unid.00-00. Quad.quadrada galv m-16 x150mm Fita isol EPR autofusão preta 19mm x 10m Fita isolante preta comum Conector impact al protegido Estribo para braço tipo L Espaçador losangular Braço anti balanço Conector Conector estribo al protegido Grampo linha viva Br 95/50 Parafuso Cabeça abaulada aço 16x45mm Pç Pç Pç Pç Pç m Pç Pç Pç Pç Pç Pç kg Pç Pç Pç Pç m Pç Pç Pç Pç Pç Pç Pç Pç Pç M M Pç Pç Pç pç Pç Pç Pç 11 06 01 03 02 16 06 01 02 01 08 02 5 02 06 03 06 12 03 03 01 01 03 01 03 04 03 Transformador 0530010 3412030 2414034 2401006 3310021 2206000 3470070 2312000 3454001 3412027 2223030 3423030 3420090 3421010 3430350 3412020 2322005 3486040 3480300 2660000 2660001 3412015 3412000 2415000 3480270 Condutor Opcional 03 01 01 01 03 03 01 Condutor 2461-C1 3412-C64 3412-C1 3412-C57 2460-C1 2415-C1 3480-C1 Condutor RELAÇÃO DE MATERIAL . M-16 Unid.9mm Grampo de ancoragem cunha Braço C Isolador suspensão polimérico 15kV Olhal parafuso 5000 dan Parafuso cab. Pç Pç Qde. Variável 3493-C1 3423-C2 3428-C30 3419-C31 0210-C1 2223-C2 0530-C3 3412-C58 2414-C30 2401-C17 2412-C1 3310-C2 2206-C1 3470-C1 2312-C37 3454-C1 3412-C5 2223-C1 3423-C2 3420-C1 3421-C1 3430-C16 3422-C4 3412-C59 2223-C31 3486-C4 3480-C2 3493315 3423030 3480085 3419014 Arruela quadrada aço 38 F18. Cab.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo RELAÇÃO DE MATERIAL PARA SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA DE RECUO DA EDIFICAÇÃO (DERIVAÇÃO DE RD COMPACTA) RELAÇÃO DE MATERIAL PARA SUBESTAÇÃO AÉREA SUPRIDA A PARTIR DE REDE COMPACTA Ref. M-16 Paraf. Fus. 15kV 100A 10kA base C Braço suporte tipo L Conector de aterramento 16mmx25/35mm2 Conector cunha est branco vermelho Conector perfurante Cruzeta de concreto armado tipo “T” 1900mm Cabo aço cobreado 2 AWG Haste terra cobre 16x2400mm Isolador de pino polimérico rosca 25mm 15kV Arruela presilha aterramento aço F18. 06 08 B 200 300 Comprimento (mm) Poste Tipo B-1.5 250 300 350 300 350 400 B-6 350 450 (*) Comprimento e diâmetro especificados pelo projeto.002 6ª Edição 19/12/2007 59 de 104 .0 Anel de amarração elastomérico Cabo pot 1kv cu 1x35. Galv.

13.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 13 – SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA DE RECUO DA EDIFICAÇÃO (DERIVAÇÃO DE RD CONVENCIONAL) RAMAL DE ENTRADA (VAI AO QDG) 600/11 600 CAIXA DE INSPEÇÃO (250x250x300) EM ALVENARIA PVC Ø3/4" 500 CAIXA DE INSPEÇÃO BT (600x600x700) EM ALVENARIA CAIXA DE INSPEÇÃO BT (600x600x700) EM ALVENARIA 600/11 2000 COTAS EM MILÍMETROS DESENHO 13 VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 Subestação Aérea Com Dupla Transformação .002 6ª Edição 19/12/2007 LIMITE DE PROPRIEDADE 500 2500 60 de 104 .8 kV Derivação de Rede Convencional APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA SM01.00-00.

Pç Pç Pç Pç Pç Pç M kg Pç Pç Pç Pç Pç M Pç Pç Pç Pç Pç Pç Qde.00 Pára-raio RD 12 kV 10 kA Chav.400 mm Conector aterramento tipo TGC Fita aço inoxidável 0. M. Desenho 3310-C2 3300-C6 2312-C37 3428-C5 3460-C1 3464-C3 2223-C1 2203-C1 3464-C2 3464-C5 3419-C31 3470-C1 2414-C30 5040-C54 0210-C1 2400-C2 3493-C1 0400-C2 0530-C3 Código 3310021 Tabela 09 2312000 3428220 Descrição Cruzeta concreto tipo T 1.FUNÇÃO DO POSTE Comprimento (mm) Descrição Unid.5 350 400 B-6 350 450 (*) Comprimento e diâmetro especificados pelo projeto.0 kV. Poste Tipo BB B-3 1.Pç 04 300 300 350 16 B4. SM01. 13. Cab. Quad.800/380/220V (**) Conector impacto cobre Arruela quadrada aço 38 F18. Fus.00 mm Selo fita aço 0.00-00. classe 2 (*) Cabo cobre nu meio duro Bucha alumínio para eletroduto ferro galv. 15kV 100A 10kA base C Unid.Pç 08 200 250 300 16 Paraf. Quad. Galv. Desenh o Código 3480-C2 3480-C2 RELAÇÃO DE MATERIAL .5x19mm Transformador trifás.900 mm Poste concreto duplo T Isolador pino polimérico 15 kV Pino para isolador polimérico 15 kV Eletroduto ferro galvanizado pesado (vara 3m) Luva eletroduto aço Cabo cobre isolado 1. 06 02 18 18 05 09 Variável Potência da SE Tabela 11 3470070 2414029 5040025 5040035 3493315 0400025 0530010 09 08 02 02 02 06 06 02 06 24 06 06 Potência da SE Potência da SE Potência da SE Potência da SE Potência da SE Potência da SE Potência da SE Potência da SE condutor Ref. Cab. (**) Potência definida conforme projeto. Distrib.002 6ª Edição 19/12/2007 61 de 104 . M. Curva ferro galvanizado pesado 90º curta Suporte para fixação de transformador Haste de terra aço cobreado 16 x 2.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo RELAÇÃO DE MATERIAL PARA SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA DE RECUO (DERIVAÇÃO DE RD CONVENCIONAL) RELAÇÃO DE MATERIAL PARA SUBESTAÇÃO AÉREA SUPRIDA A PARTIR DE REDE CONVENCIONAL Ref. Galv.5 Paraf. Qde.5 x 19.

250 x 250 x 300 VER DETALHE "A" TUBO PVC Ø 150 HASTE DE ATERRAMENTO 16 X 2400 DETALHE "A" 1 .0400 CONETOR CUNHA ATERRAMENTO CONETOR TIPO TGC (CABO-HASTE) CONETOR TIPO "U" (CABO-HASTE) OBS: .00-00. DESENHO 14 COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 APROVADO: EIEB ESCALA: S/ESCALA Sistema de Aterramento em Caixa de Concreto ou Tubo PVC SM01.QUANDO A CAIXA DE CONCRETO FOR UTILIZADA PARA PASSAGEM DO CABO DE ATERRAMENTO A DIMENSÃO DA MESMA DEVE SER DE 300x300x400mm.002 6ª Edição 19/12/2007 300 62 de 104 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 14 – CAIXA DE INSPEÇÃO E CONECTORES DE ATERRAMENTO PADRONIZADOS CAPUZ EM PVC TAMPA DE CONCRETO 100 (MÍNIMO) 70 CAIXA DE ATER.

002 6ª Edição 19/12/2007 63 de 104 .A' CONCRETO IMPERMEÁVEL PARA EVITAR INFILTRAÇÃO A 300 POÇO DE DESCARGA VOLUME IGUAL AO ÓLEO EXISTENTE NO TRAFO A' PLANTA BAIXA COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO 15 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Dreno Para Óleo do Transformador SM01.00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 15 – SISTEMA DE DRENAGEM E COLETA DE ÓLEO PARA SUBESTAÇÃO ABRIGADA COLOCAR PEDRA BRITADA TUBO DE AÇO GALVANIZADO Ø 4" CORTE A .

002 6ª Edição 19/12/2007 64 de 104 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 16 – CAIXA SELADA COM VISOR PARA GUARDA DA CHAVE DA SUBESTAÇÃO 100 50 100 100 CAIXA METÁLICA VEDADA COM VIDRO TRANSPARENTE COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO 16 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Caixa selada para guarda da chave da subestação SM01.00-00.

670 x 470 mm VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO 17 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Placa de Advertência SM01.002 6ª Edição 19/12/2007 65 de 104 .00-00. PVC ou acrílico Dimensões: A .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 17 – PLACA DE ADVERTÊNCIA .PERIGO DE MORTE Chapa metálica.470 x 340 mm B .

Sinalização de Travamento ou Bloqueio SM01.470 x 340 mm DESENHO 18 VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Placa de Advertência .002 6ª Edição 19/12/2007 66 de 104 .BLOQUEIO DE EQUIPAMENTO EQUIPAMENTO BLOQUEADO Chapa metálica.00-00. PVC ou acrílico Dimensões: A .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 18 – PLACA DE ADVERTÊNCIA .

Devem ser previstos 2 ramais monofásicos distintos para o mesmo ponto de derivação. As caixas de medição devem preferencialmente situar-se na parede limite com a via pública. 3. SM01. devem ser independentes. Os padrões das unidades consumidoras incluindo eletrodutos.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 19 – MODELO DE LIGAÇÃO DE CASAS GEMINADAS EM BAIXA TENSÃO Notas: 1.00-00. 2.002 6ª Edição 19/12/2007 67 de 104 .

Devem ser previstos 2 ramais monofásicos distintos para o mesmo ponto de derivação.002 6ª Edição 19/12/2007 68 de 104 . As caixas de medição devem situar-se na parede limite com a via pública. 3. Os padrões das unidades consumidoras incluindo eletrodutos devem ser independentes.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 20 – MODELO DE LIGAÇÃO PARA DUAS UNIDADES CONSUMIDORAS SITUADAS EM UM MESMO TERRENO SEM ÁREA DE USO COMUM Notas 1.00-00. 2. SM01.

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo

DESENHO 21 – QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL - QDG TIPO 1 (BARRAMENTO DE COBRE NU)

Ø65

100

100

100

CORTE A - A B

250

CORTE B - B

650

1.380

A 120

A

650

COTAS MÍNIMAS EXIGIDAS
VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007
DESENHO 21

B

COTAS EM MILÍMETROS

APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA

QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL (QDG) - TIPO 1 (Barramento de Cobre nu)

SM01.00-00.002

6ª Edição

19/12/2007

1.380

69 de 104

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo

DESENHO 22 – CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO (CD) COM BARRAMENTO BLINDADO

Ø65

CORTE A - A B

250

CORTE B - B

1.380

A

A

650

DIMENSÕES MÍNIMAS
VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007
DESENHO 22

B

COTAS EM MILÍMETROS

APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA

Centro de Distribuição (CD)

SM01.00-00.002

6ª Edição

19/12/2007

1.380

70 de 104

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo

DESENHO 23 – CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO (CDM) COM CAIXAS DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS INDIVIDUAIS MONOFÁSICAS

CD
650

CM
1.000

A

B

C

NEUTRO

1380

HASTE DE ATERRAMENTO

PONTO DE ENTREGA (PARA EDIFICAÇÃO COM SUBESTAÇÃO PERTENCENTE À CELPE)

OBS.: A ALTURA DA CAIXA MAIS ALTA NÃO DEVE SUPERAR 1.700 mm EM RELAÇÃO AO NÍVEL DO SOLO

COTAS MÍNIMAS EXIGIDAS
VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007
DESENHO 23

COTAS EM MILÍMETROS

APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA

Detalhe da Montagem do CDM com Caixas Plásticas

SM01.00-00.002

6ª Edição

19/12/2007

300

1400

71 de 104

000 1380 HASTE DE ATERRAMENTO PONTO DE ENTREGA (PARA EDIFICAÇÃO COM SUBESTAÇÃO PERTENCENTE À CELPE) OBS.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 24 .002 6ª Edição 19/12/2007 500 1600 72 de 104 .600 mm EM RELAÇÃO AO NÍVEL DO SOLO PARA O CD: COTAS MÍNIMAS EXIGIDAS PARA O CM: COTAS MÁXIMAS PERMITIDAS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO 24 COTAS EM MILÍMETROS APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Detalhe da Montagem do CDM com Caixa Plástica Polifásica tipo 1 SM01.: A ALTURA DA CAIXA MAIS ALTA NÃO DEVE SUPERAR 1.CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO (CDM) COM CAIXAS DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS INDIVIDUAIS TRIFÁSICAS CD 650 CM A B C NEUTRO 1.00-00.

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo

DESENHO 25 - BARRAMENTO BLINDADO PARA O CENTRO DE MEDIÇÃO - CM

CORRENTE MÁXIMA: 300 A CONDUTOR MÁXIMO: 50 mm²

CÓDIGO: 3404004

VERSÃO: 2

DATA: 15/07/2007

DESENHO 25

APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA

BARRAMENTO BLINDADO

SM01.00-00.002

6ª Edição

19/12/2007

73 de 104

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo

DESENHO 26 – TERMINAL DE PRESSÃO PARA CONEXÃO DOS CONDUTORES AO BARRAMENTO DO QDG

COTAS EM MILÍMETROS
DESENHO 26

VERSÃO: 2

DATA: 15/07/2007

APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA

Terminal de pressão para barramento de cobre nu

SM01.00-00.002

6ª Edição

19/12/2007

74 de 104

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo

DESENHO 27 – ARRANJOS PARA MONTAGEM DO CDM

1 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO PARA 9 MEDIDORES

QD 2 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO PARA 12 MEDIDORES

QD 3 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO PARA 15 MEDIDORES

QD 4 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO PARA 18 MEDIDORES CAIXA DE MEDIÇÃO INDIVIDUAL PARA CONDOMÍNIO

QD

QD OPÇÃO 2 ELETRODUTO DE FERRO GALVANIZADO

OPÇÃO 1

VERSÃO: 2

DATA: 15/07/2007

DESENHO 27

APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA

Arranjos de montagem de CDM

SM01.00-00.002

6ª Edição

19/12/2007

75 de 104

Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 28 – CAIXAS DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS PADRONIZADAS CD CM 1.: A ALTURA DA CAIXA MAIS ALTA NÃO DEVE SUPERAR 1.002 6ª Edição 19/12/2007 1.700 mm EM RELAÇÃO AO NÍVEL DO SOLO COTAS EM MILÍMETROS APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA CDM COM CAIXA DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS MONOFÁSICAS E CAIXA PLÁSTICA SM01.00-00.000 Caixa Plástica Disjuntor Eletroduto de Aterramento Eletroduto da Entrada de Serviço 300 HASTE DE ATERRAMENTO COTAS MÍNIMAS EXIGIDAS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO Nº 28 OBS.400 76 de 104 .

002 6ª Edição 19/12/2007 77 de 104 . Marcador de PVC para a identificação dos condutores por unidade consumidora.00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 29 – AMARRAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DE CONDUTORES DO RAMAL DE ENTRADA Abraçadeira de nylon para amarração dos condutores para a unidade consumidora. SM01.

00-00.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 30 – MEDIÇÃO AGRUPADA EM MURETA 1.600 Diâmetro min. eletroduto: 40 mm Permitido apenas para medição monofásica COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO 30 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Medição em muro ou mureta SM01.002 6ª Edição 19/12/2007 78 de 104 .

Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 31 – CAIXAS DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS PADRONIZADAS 203 144 Caixa de Medição Monofásica 308 259 215 282.5 228 395 Caixa de Medição Polifásica 01 Caixa de Medição Polifásica 02 203 222 108 532.00-00.5 Caixa Disjuntor Monofásico Caixa Disjuntor Polifásico COTAS EM MILÍMETROS DESENHO 31 VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 APROVADO: EIEB ESCALA: S/ESCALA Caixas para Medidores e Disjuntores Monofásicos e Polifásicos SM01.002 6ª Edição 19/12/2007 170 79 de 104 .

002 6ª Edição 19/12/2007 VISTA FRONTAL 830 VISTA INTERIOR CORTE "A-A" 250 80 de 104 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 32 – CENTRO DE MEDIÇÃO TIPO ARMÁRIO MODULAR (CM-6) 9 FUROS Ø 32 DISJUNTOR A A 1380 DESENHO 32 COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Centro de Medição para seis medidores (CM-6) SM01.00-00.

Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 33 .002 6ª Edição 19/12/2007 VISTA FRONTAL 1200 VISTA INTERIOR CORTE "A-A" 250 81 de 104 .CENTRO DE MEDIÇÃO TIPO ARMÁRIO MODULAR (CM-9) 9 FUROS Ø 32 DISJUNTOR 1 76 A A 1380 COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO 33 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Centro de Medição para Nove Medidores (CM-9) SM01.00-00.

Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 34 – ATERRAMENTO DO QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL (QDG) E CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO (CDM) CENTRO DE MEDIÇÃO CONECTOR DE PRESSÃO HASTE DE ATERRAMENTO COTAS EM MILÍMETROS DESENHO 34 VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Aterramento para centro de distribuição e medição (CDM) SM01.00-00.002 6ª Edição 19/12/2007 82 de 104 .

00-00.MEDIÇÃO DISTRIBUÍDA PARA 2 OU MAIS CDM E PARA O CONDOMÍNIO A PARTIR DE UM QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL .002 6ª Edição 19/12/2007 83 de 104 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 35 – DIAGRAMAS UNIFILARES 1.QDG 380/220V DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO OU DE SUBESTAÇÃO QDG CDM I CDM II M M M M M M M M M CONDOMÍNIO DESENHO 35 VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Diagramas unifilares do CDM e QDG SM01.MEDIÇÃO CONCENTRADA EM UM ÚNICO CENTRO DE MEDIÇÃO E DISTRIBUIÇÃO 380/220V DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO OU DE SUBESTAÇÃO CDM M M M M CONDOMÍNIO 2.

00-00.002 6ª Edição 19/12/2007 84 de 104 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 36 – SUBESTAÇÃO PARA TRANSFORMADOR A PARTIR DE 500 KVA EQUIPADA COM CUBÍCULO MODULAR Janela de ventilação 500 50 12 Cubículo de proteção 15kV Terminal desconectável 1500 POÇO DE ÓLEO BT Trafo Janela de ventilação CANALETA 400 x 400 14 2500 1000 500 1000 AT A Porta de acesso Caixinha para chave reserva da SE Extintor CO2 . AÉREA 3 # 50mm² 15/20 kV (cobre isolado) DIMENSÕES MÍNIMAS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO Nº 36 COTAS EM MILÍMETROS APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA SUBESTAÇÃO PARA TRANSFORMADOR COM POTÊNCIA A PARTIR DE 500 kVA COM CUBICULO MODULAR SM01.G VEM DA DERIV.12 kg A' CORTE A-A' ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL 12 Janela de ventilação Cubículo de proteção 15kV TRAFO TIPO PLUG-IN 6 2600 4 1800 2 VAI AO Q.D.

002 6ª Edição 19/12/2007 85 de 104 . DESCRIÇÃO DOS MATERIAIS Terminação 12/20 kV 50 mm² Ext Cabo Pot CU 12/20 kV 50 mm² KIT – Terminal Desconectável cabo 50 mm². 12. 11.8 PLUG IN CÓDIGO 2441096 2225017 2444014 2444003 2203016 2410011 2660003 2660005 2660008 3460025 5040025 1210019 3465255 0210211 QUAN. 13.0 m 3. 14. 03pc 90m 03pC 06pc 12kg 18pc 3.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 37 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO DE POTÊNCIA 500 KVA MATERIAL BÁSICO DA SUBESTAÇÃO ITEM 1.00-00. 9.0 mm Branca Fita Isol PVC 19. 8. 5. 10. 2.0 mm Marrom Eletroduto aço ø100 mm 03 m Fita aço inoxidável 19 mm x 25 m Cubículo 15kV 400A Extensível Proteção Curva esgoto PVC 90˚ ø100mm Transformador 3F 500 kVA 13.0 mm Azul Fita Isol PVC 19. 7.0 m 3. 4. 6. 3.0 m 02pc 3. Terminal Desc 25kV 50 90G Cabo Nu Cobre 35mm² Conector paraf Br 70/70 Fita Isol PVC 19.0 m 01pc 01pc 01pc SM01.

000X1.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 38 – SUBESTAÇÃO ABRIGADA PARA DOIS TRANSFORMADORES DE 225 KVA 1000 1000 1000 1000 500 250 Ventilação 1.000X1.500 x 2.00m² Cubículo AT proteção 10 12 10 4 4 10 1500 400 1500 Cubículo AT proteção Caixa 1.00 m² Porta 1.00-00.200 Trafo até 225kVA Trafo até 225kVA 2 VEM DA DERIV.12 kg Caixinha para chave reserva da SE DIMENSÕES MÍNIMAS DESENHO Nº 38 COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA SUBESTAÇÃO ABRIG. AÉREA 3 # 50mm² 15/20 kV (cobre isolado) Haste de terra Canaleta BT 400x400 Malha de terra Ventilação: área 1.100 Extintor CO2 . PARA DOIS TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA 225 kVA SM01.002 6ª Edição 19/12/2007 250 500 Canaleta AT 400 X 400 86 de 104 .

12. 10.0 mm Azul Fita Isol PVC 19. 3.8-PLUG IN CÓDIGO 2441096 2225017 2444014 2444003 2203016 2410011 2660003 2660005 2660008 3460025 5040025 1210019 3465255 0210213 QUAN.0 m 3. Terminal Desc 25kV 50 90G Cabo Nu Cobre 35mm² Conector paraf Br 70/70 Fita Isol PVC 19. 13.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 39 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO DE DOIS TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA 225 KVA MATERIAL BÁSICO DA SUBESTAÇÃO ITEM 1. 11.0 m 01pc 01pc 01pc SM01. 2.0 mm Marrom Eletroduto aço ø100mm 03 m Fita aço inoxidável 19mm x 25m Cubículo 15kV 400A Extensível Proteção Curva esgoto PVC 90˚ ø100mm Transformador 3F 225 kVA 13.0 mm Branca Fita Isol PVC 19. 14. 03pc 100m 03pC 06pc 12kg 18pc 3. 4. 7.0 m 02pc 3. DESCRIÇÃO DOS MATERIAIS Terminação 12/20 kV 50 mm² Cabo Pot CU 12/20 kV 50 mm² KIT – Terminal Desconectável cabo 50 mm². 8. 5.002 6ª Edição 19/12/2007 87 de 104 .0 m 3. 6. 9.00-00.

500 BASE DE RESERVA 1.500 600 VEM DA DERIV.00-00.002 6ª Edição 19/12/2007 88 de 104 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 40 – SUBESTAÇÃO COM BASE RESERVA PARA INSTALAÇÃO DE FUTURO TRANSFORMADOR (2BASES) 2.500 400 1.G DIMENSÕES MÍNIMAS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO Nº 40 COTAS EM MILÍMETROS APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA SUBESTAÇÃO COM BASE RESERVA PARA FUTURO TRANSFORMADOR (2 BASES) SM01.200 1.D.600 TRANSFORMADOR TIPO PLUG-IN 2.200 BASE RESERVA 1. AÉREA 3#50mm² 15/20 kV (cobre isolado) VAI AO Q.12 kg 400 CANALETA A' JANELA DE VENTILAÇÃO CORTE A-A' ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL VENTILAÇÃO CUBÍCULO 15 kV P/ FUTURO TRANSFORMADOR 2.500 1.500 TRAFO BT 600 RESERVA CUBÍCULO PROTEÇÃO CABO RESERVA A PORTA DE ACESSO Caixinha para chave da SE Extintor CO2 .

EM EDIF. DE MUC) SM01.000 BT 500 400 1.000 500 VEM DA DERIV.200 CUBÍCULO PROTEÇÃO CUBÍCULO PROTEÇÃO CABO RESERVA 1.000 1.200 A PORTA DE ACESSO JANELA DE VENTILAÇÃO 400 CANALETA A' CORTE A-A' ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL VENTILAÇÃO CUBÍCULO 15 kV 2.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 41 – SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM TRANSFORMADOR PARTICULAR (CONSUMIDOR DO GRUPO "A"LOCALIZADO EM EDIFICAÇÃO DE USO COLETIVO) 2. "A" LOC.000 400 1.002 6ª Edição 19/12/2007 89 de 104 .600 TRAFO PARTICULAR TIPO PLUG-IN TRAFO CONCESSIONÁRIA TIPO PLUG-IN 2.00-00.D.G COTAS EM MILÍMETROS DIMENSÕES MÍNIMAS DESENHO Nº 41 VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA SUBESTAÇÃO COM TRANSFORMADOR PARTICULAR (CONSUMIDOR DO GR. AÉREA 3#50mm² 15/20 kV (cobre isolado) VAI AO Q.200 1.

9. 4. 14. 12.8.0 m 02pc 3.0 mm Azul Fita Isol PVC 19. 2. 10. 13.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 42 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃ COM TRANSFORMADOR PARTICULAR MATERIAL BÁSICO DA SUBESTAÇÃO ITEM 1. 8. 5.PLUG IN CÓDIGO 2441096 2225017 2444014 2444003 2203016 2410011 2660003 2660005 2660008 3460025 5040025 1210020 3465255 QUAN.00-00.0 m 01pc 01pc 01pc SM01. 6.0 mm Marrom Eletroduto aço 90˚ ø100mm 03 m Fita aço inoxidável 19mm x 25m Cubículo 15kV 400A Extensível Proteção Curva esgoto PVC 90˚ ø100mm Transformador 3F 13.0 m 3.0 m 3. 03pc 90m 03pC 06pc 12kg 18pc 3. 3.002 6ª Edição 19/12/2007 90 de 104 . 7.0 mm Branca Fita Isol PVC 19. 11. Terminal Desc 25kV 50 90G Cabo Nu Cobre 35mm² Conector paraf Br 70/70 Fita Isol PVC 19. DESCRIÇÃO DOS MATERIAIS Terminação 12/20 kV 50 mm² Cabo Pot CU 12/20 kV 50 mm² KIT – Terminal Desconectável cabo 50 mm².

500 BASE RESERVA A' ELETROD.3 BASES SM01.200 1. 1.200 1.12 kg CORTE A-A' ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL VENTILAÇÃO CUBÍCULO 15 kV 2. AÉREA 3#50mm² 15/20 kV (cobre isolado) DIMENSÕES MÍNIMAS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO Nº 43 COTAS EM MILÍMETROS APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA SUBESTAÇÃO COM BASE RESERVA PARA INSTALAÇÃO DE FUTURO TRANSFORMADOR .000 VAI AO Q.200 1.000 1. BT 1.000 500 A 1.000 CABO RESERVA TRAFO PART.00-00.G VEM DA DERIV.500 CAIXA SELADA BT MALHA DE TERRA HASTE DE TERRA PORTA DE ACESSO Caixinha para chave da SE JANELA DE VENTILAÇÃO QUADRO DE MEDIÇÃO Extintor CO2 . SELADA BT BT 500 1.000 1.600 TRAFO PARTICULAR TIPO PLUG-IN TRAFO CONCESSIONÁRIA TIPO PLUG-IN BASE RESERVA 2.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 43 – SUBESTAÇÃO COM BASE RESERVA PARA INSTALAÇÃO DE FUTURO TRANSFORMADOR (3 BASES) JANELA DE VENTILAÇÃO JANELA DE VENTILAÇÃO CANALETA RESERVA CX.002 6ª Edição 19/12/2007 91 de 104 . 1.000 1.000 CUBÍCULO PROTEÇÃO CUBÍCULO PROTEÇÃO 1.D.000 TRAFO CONCES.

9.0 mm Azul Fita Isol PVC 19. DESCRIÇÃO DOS MATERIAIS Terminação 12/20 kV 50 mm² Cabo Pot CU 12/20 kV 50 mm² KIT – Terminal Desconectável cabo 50 mm².0 mm Branca Fita Isol PVC 19. 7.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 44 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM BASE RESERVA PARA INSTALAÇÃO DE FUTURO TRANSFORMADOR (3 BASES) MATERIAL BÁSICO DA SUBESTAÇÃO ITEM 1. 11. 3. Terminal Desc 25kV 50 90G Cabo Nu Cobre 35mm² Conector paraf Br 70/70 Fita Isol PVC 19.002 6ª Edição 19/12/2007 92 de 104 . 4. 10.0 m 02pc 3. 12. 14.0 m 01pc 01pc 01pc SM01. 2. 6.00-00. 8.8-PLUG IN CÓDIGO 2441096 2225017 2444014 2444003 2203016 2410011 2660003 2660005 2660008 3460025 5040025 1210020 3465255 QUAN. 03pc 100m 03pC 06pc 12kg 18pc 3.0 m 3. 5.0 m 3. 13.0 mm Marrom Eletroduto aço 90˚ ø100 mm 03 m Fita aço inoxidável 19mm x 25m Cubículo 15kV 400A Extensível Proteção Curva esgoto PVC 90˚ ø100mm Transformador 3F 13.

Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 45 – SUBESTAÇÃO COM QUATRO TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA 225 KVA Janela de Ventilação Cubículo AT proteção Canaleta AT 400x400 Cubículo AT proteção 1500 500 Trafo 225kVA 1000 1000 Trafo 225kVA Cubículo AT proteção 1000 500 Eletroduto PVC BT Ø100 Cubículo AT proteção 1200 Eletroduto PVC BT Ø100 400 Trafo 225kVA 1500 2200 Trafo 225kVA Canaleta AT 400x400 500 A Caixinha para chave da SE Porta de acesso Extintor CO2 .D.G VEM DA DERIV. AÉREA 3 # 50mm² 15 / 20 kV (cabo isolado) DIMENSÕES MÍNIMAS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO Nº 45 COTAS EM MILÍMETROS APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM QUATRO TRAFOS DE POTÊNCIA ATÉ 225 kVA SM01.12 kg A' CORTE A .002 6ª Edição 19/12/2007 93 de 104 .A' ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL Janela de Ventilação 2600 1000 VAI AO Q.00-00.

Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 46 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO COM QUATRO TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA 225 KVA MATERIAL BÁSICO DA SUBESTAÇÃO ITEM 1.0 m 04pc 3.00-00.0 mm Branca Fita Isol PVC 19.002 6ª Edição 19/12/2007 94 de 104 . DESCRIÇÃO DOS MATERIAIS Terminação 12/20 kV 50 mm² Cabo Pot CU 12/20 kV 50 mm² KIT – Terminal Desconectável cabo 50 mm². 4. 2. 15. 03pc 120m 03pC 24pc 12kg 18pc 3.0 m 3. 12. Terminal Desc 25kV 50 90G Cabo Nu Cobre 35mm² Conector paraf Br 70/70 Fita Isol PVC 19. 5.0 m 03pc 01pc 01pc 04pc SM01. 13.0 m 3. 6. 9. 8. 10.0 mm Azul Fita Isol PVC 19. 11. 3. 14.8-PLUG IN CÓDIGO 2441096 2225017 2444014 2444003 2203016 2410011 2660003 2660005 2660008 3460025 5040025 1210024 1210020 3465255 0210213 QUAN.0 mm Marrom Eletroduto aço 90˚ ø100mm 03 m Fita aço inoxidável 19mm x 25m Cubículo 15kV 400A Extensível Proteção Cubículo 15kV 400A Extensível Proteção Curva esgoto PVC 90˚ ø100mm Transformador 3F 225 kVA 13. 7.

800 X 2100 HASTE DE TERRA 1.002 6ª Edição 19/12/2007 95 de 104 .000 1.500 BT 1.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 47 – SUBESTAÇÃO COM TRÊS TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA 500 KVA JANELA DE VENTILAÇÃO JANELA DE VENTILAÇÃO CANALETA DE ALTA TENSÃO CUBÍCULO PROTEÇÃO CUBÍCULO PROTEÇÃO CUBÍCULO PROTEÇÃO 1. AÉREA 3 # 50 mm² 15 / 20 kV (cobre isolado) DIMENSÕES MÍNIMAS DESENHO Nº 47 COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM TRÊS TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA 500 kVA SM01.000 VAI AO Q.500 1.000 500 kVA MALHA DE TERRA POÇO COLETOR A 1.200 1.600 TRANSFORMADOR TIPO PLUG-IN 500 kVA TRANSFORMADOR TIPO PLUG-IN 500 kVA TRANSFORMADOR TIPO PLUG-IN 500 kVA 2.200 BT 1.12 kg JANELA DE VENTILAÇÃO CORTE A-A' ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL VENTILAÇÃO CUBÍCULO 15 kV 2.000 BT 1.G VEM DA DERIV.00-00.500 600 CABO RESERVA 500 kVA POÇO COLETOR DE ÓLEO 500 kVA 2.800 CANALETA DE BAIXA TENSÃO 400 X 400 DE ÓLEO A' PORTA DE ACESSO Caixinha para chave da SE Extintor CO2 .000 1.D.

8-PLUG IN 2225017 2444014 2444003 2203016 2410011 2660003 2660005 2660008 3460025 5040025 1210024 1210020 3465255 0210211 120m 03pC 18pc 12kg 18pc 3. 13. 8. 2.0 m 02pc 3. 10. 14. 3. 4. Terminal Desc 25kV 50 90G Cabo Nu Cobre 35mm² Conector paraf Br 70/70 Fita Isol PVC 19.002 6ª Edição 19/12/2007 96 de 104 . 9.0 m 02pc 01pc 01pc 03pc SM01.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 48 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO DE POTÊNCIA 1500 KVA MATERIAL BÁSICO DA SUBESTAÇÃO ITEM 1.0 m 3.0 mm Azul Fita Isol PVC 19.00-00. 03pc Cabo Pot CU 12/20 kV 50 mm² KIT – Terminal Desconectável cabo 50 mm². 6. DESCRIÇÃO DOS MATERIAIS Terminação 12/20 kV 50 mm² CÓDIGO 2441096 QUAN. 7. 12.0 m 3. 15. 5. 11.0 mm Branca Fita Isol PVC 19.0 mm Marrom Eletroduto aço 90˚ ø100mm 03 m Fita aço inoxidável 19mm x 25 m Cubículo 15kV 400A Extensível Proteção Cubículo 15kV 400A Extensível Proteção Curva esgoto PVC 90˚ ø100mm Transformador 3F 500 kVA 13.

7 (3/16") 50 50 400 50 OBS: .GRADE EM CONCRETO ARMADO C/ MALHA RETANGULAR: DIAGONAL MÁXIMA DE 100 MM .7 (3/16") COTAS EM MILÍMETROS DESENHO 49 VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Detalhes da canaleta e grade de média e baixa tensão SM01.A GRADE DEVE SUPORTAR O PESO E RESISTIR À MOVIMENTAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS.CANALETA E GRADE PARA SUBESTAÇÃO ABRIGADA 500 VISTA EM CORTE DA GRADE DETALHE DA FERRAGEM Ø 4.002 6ª Edição 19/12/2007 500 97 de 104 . 300 150 400 150 VISTA EM CORTE DA CANALETA 800 VISTA SUPERIOR DA GRADE DE CONCRETO DETALHE DA GRELHA COM FERRAGEM Ø4.00-00.PAREDE DA CANALETA EM ALVENARIA COM REVESTIMENTO INTERNO (CHAPISCO E EMBOÇO) .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 49 .

Visor em vidro ou acrílico transparente 3 .CAIXA PARA PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 80 PRONTUÁRIO ELÉTRICO NR .10 350 250 1 .00-00.Fechadura tipo cadeado 4 .Instalação em local abrigado.Fixação através de bucha e parafuso ou embutida na parede 5 .Quadro em chapa metálica.002 6ª Edição 19/12/2007 1400 98 de 104 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 50. plástico ou madeira 2 . visível e de fácil acesso COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO 50 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA Modelo de caixa para Prontuário de Instalações Elétricas SM01.

002 6ª Edição 19/12/2007 1.QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL (QDG) TIPO 2 .00-00.OPCIONAL .380 A A 950 B COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO 51 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL (QDG) .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 51 .BARRAMENTO DE COBRE NU Ø65 100 100 100 CORTE A .380 99 de 104 .B 1.A B 250 CORTE B .Tipo 2 (com barrramento de cobre nu) SM01.

Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 52 .380 A A 950 B COTAS EM MILÍMETROS VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007 DESENHO 52 APROVADO: EPI ESCALA: S/ESCALA QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL (QDG) .380 100 de 104 .A 250 CORTE B .B B 1.OPCIONAL (BARRAMENTO BLINDADO) Ø65 CORTE A .002 6ª Edição 19/12/2007 1.Tipo 2 (Com Barrramento Blindado) SM01.QUADRO DE DISTRIBUIÇÀO GERAL .00-00.QDG .TIPO 2 .

1/2" E 2".OPCIONAL 600 30 540 30 250 90 30 30 50 100 180 25 270 FECHO TRIANGULAR 600 360 540 360 324 NOTA 02 270 60 66 44 66 60 147 43 340 70 60 VISTA FRONTAL VISTA LATERAL 30 90 120 30 60 CORTE "B-B" 50 100 120 CORTE "C-C" VISTA FRONTAL NOTA 02 VISTA FRONTAL CORTE "A-A" CORTE "D-D" NOTA: 1 . 1.OS PARAFUSOS PARA FIXAÇÃO DAS CHAPAS DEVEM SER SOLDADOS.CAIXA DE MEDIÇÃO TIPO F6 PARA MEDIÇÃO DO CONDOMÍNIO . 2 .002 6ª Edição 19/12/2007 101 de 104 .00-00. COTAS EM MILÍMETROS DESENHO 53 VERSÃO: 1 ESCALA: APROVADO: DATA: 15/07/2007 S/ ESCALA EPI CAIXA MODELO F6 .USO INTERNO MEDIÇÃO DE CONDOMÍNIO SM01.PRÉ-ESTAMPAS DE 1".Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo DESENHO 53 .

para atender ao empreendimento abaixo discriminado: NOME DO EMPRENDIMENTO: ENDEREÇO DE LIGAÇÃO: CEP: BAIRRO: NOME OU RAZÃO SOCIAL DO CLIENTE: ENDEREÇO: CEP: CPF/CNPJ: CARGA PREVISTA: DEMANDA CALCULADA: PREVISÃO(*): RESPONSÁVEL TÉCNICO: CNPJ/MF: CPF: Nº DO CONTRATO(**): CIDADE: BAIRRO: CIDADE: kW: kVA: Atenciosamente ______________________________________ PROPRIETÁRIO (*) – Tempo de duração da obra para a subestação provisória ou de ligação da obra para subestação definitiva.Da ligação provisória ou do prédio vizinho.00-00. Sas a análise de conformidade do projeto elétrico em ANEXO.CELPE NESTA Prezados Senhores __________________________________ vem. (**). pela presente. SM01.002 6ª Edição 19/12/2007 102 de 104 .Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo ANEXO III – MODELO DE REQUERIMENTO PARA ANÁLISE DE PROJETO A COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO . solicitar a V.

Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo ANEXO IV . Anotação de Responsabilidade Técnica – ART – registrada no CREA-PE nº________.MODELO DE REQUERIMENTO PARA INSPEÇÃO E LIGAÇÃO A COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO – CELPE NESTA _____________________________________vem. aprovado por esta Companhia em ___________. pelo presente. Sas.00-00. sito à __________________________. ____de __________de_______ ______________________ Proprietário Nome: Endereço: Telefone: Declaração: Declaro que as instalações elétricas acima mencionadas foram executadas e estão em condições de serem ligadas ao sistema da CELPE. construída conforme detalhamentos apresentados no projeto contido no processo nº ___________. ______________.002 6ª Edição 19/12/2007 103 de 104 . município de _______________________________. A inspeção e posterior ligação das instalações elétricas do edifício_______________________________. solicitar a V. _________________________ Técnico Responsável Nome: Endereço: Telefone: SM01.

emitida em _____/_____/_____. referente à análise do Processo nº ________ / _____.002 6ª Edição 19/12/2007 104 de 104 .: Reconhecer Firma SM01. enviada por essa empresa CELPE.00-00. para fins de nova análise de conformidade. ____________________.Norma Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo ANEXO V .MODELO DE REQUERIMENTO DE PROTOCOLO DE ENTREGA DE DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO PROTOCOLO DE ENTREGA DE DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO A ___________ / CELPE Eu _____________________________________________________________________ (nome do Interessado ou Responsável Técnico) CPF nº __________________ / ____ RG nº __________________ / ÓRGÃO EMISSOR _________ / _____ REGISTRO NO CREA nº __________________ Conforme Carta de Notificação de Não-Conformidade nº_________/____. ____ / _____ / _____ (Município) (data) ___________________________________ (assinatura do Proprietário ou Responsável Técnico) OBS. estou devolvendo _____ vias do projeto com as devidas correções solicitadas e efetuadas.

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