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Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.claudetepessoa.

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DECRETO-LEI nº 220 DE 18 DE JULHO DE 1975.
ESTATUTO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS CIVIS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro. O Governador do Estado do Rio de Janeiro, no uso da atribuição que lhe confere o § 1º do art. 3º da Lei Complementar nº 20, de 1º de julho de 1974, DECRETA Art. 1º - Este Decreto-lei institui o regime jurídico dos funcionários públicos civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro. Parágrafo único - Para os efeitos deste Decreto-lei funcionário é a pessoa legalmente investida em cargo público estadual do Quadro I (Permanente). * Vide artigo 1º, § 1º, Decreto 2479/79 – Regulamento.

TÍTULO I DO PROVIMENTO, DO EXERCÍCIO E DA VACÂNCIA Art. 2º - A nomeação para cargo de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público. * Vide artigo 37, II, Constituição Federal e artigo 5º do Decreto–Lei 2479/79. § 1º - O concurso objetivará avaliar: 1) conhecimento e qualificação profissionais, mediante provas ou provas e títulos; 2) condições de sanidade físico-mental; e 3) desempenho das atividades do cargo, inclusive condições psicológicas, mediante estágio experimental, ressalvado o disposto no § 11 deste artigo. * Redação dada pela Lei nº 1820/1991. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 2º - Revogado. *Revogado pela Lei Complementar Estadual nº140 de 18 de março de 2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 3º - A designação prevista no parágrafo anterior observará a ordem de classificação nas provas e o limite das vagas a serem preenchidas, percebendo o estagiário retribuição correspondente a 80% (oitenta por cento) do vencimento do cargo, assegurada a diferença, se nomeado afinal. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.

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2 § 4º - O prazo de validade das provas será fixado nas instruções reguladoras do concurso, aprovadas pelo Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil do Estado e poderá ser prorrogado, uma vez, por período não excedente a 12 (doze) meses. * Vide artigo 37, III e IV da Constituição Federal e artigo 8º, IV do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 5º - O candidato que, ao ser designado para o estágio experimental, for ocupante, em caráter efetivo, de cargo ou emprego em órgão da Administração Estadual direta ou autárquica ficará dele afastado com a perda do vencimento ou salário e vantagens, observado o disposto no inciso IV do art. 20 e ressalvado o salário-família, continuando filiado à mesma instituição de previdência, sem alteração da base de contribuição. *Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 6º - O candidato não aprovado no estágio experimental será considerado inabilitado no concurso e voltará automaticamente ao cargo ou emprego de que se tenha afastado, na hipótese do parágrafo anterior. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 7º - O candidato aprovado permanecerá na situação de estagiário até a data da publicação do ato de nomeação, considerada a mesma data, para, todos os efeitos, início do exercício do cargo ressalvado o disposto no parágrafo terceiro antecedente e no artigo seguinte. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 8º - As atribuições inerentes ao cargo servirão de base para o estabelecimento dos requisitos a serem exigidos para inscrição no concurso, inclusive a limitação da idade, que não poderá ser inferior a 18 (dezoito) nem superior a 45 (quarenta e cinco) anos. * Vide artigo 8º, I do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 9º - Não ficará sujeito ao limite máximo de idade o servidor de órgão da administração pública, direta ou indireta. § 10 - Além dos requisitos de que trata o § 8º deste artigo, são exigíveis para inscrição em concurso público: 1) nacionalidade brasileira; * Vide artigo 37, I da Constituição Federal 2) pleno gozo dos direitos políticos; 3) quitação das obrigações militares. * Vide artigo 8º, § 3º do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 11 - A norma contida no item 3 do § 1º deste artigo não se aplica ao candidato habilitado nas provas para o preenchimento de cargo de professor ou de cargos destinados ao pessoal de apoio ao magistério. * Redação dada pela Lei nº 2289/1994. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. Art. 3º - O funcionário nomeado na forma do artigo anterior adquirirá estabilidade após 2 (dois) anos de efetivo exercício, computando-se, para esse efeito, o período de estágio experimental em que tenha sido aprovado.

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3 * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. Parágrafo único - O funcionário que se desvincular de um cargo público do Estado do Rio de Janeiro ou de suas autarquias para investir-se em outro conservará a estabilidade já adquirida. * Vide artigo 41, caput e § 1º da Constituição Federal e artigo 87 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. 4º - O funcionário estável poderá ser transferido da administração direta para a autárquica e reciprocamente, ou de um para outro Quadro de mesma entidade, desde que para cargo de retribuição equivalente, atendida a habilitação profissional; ou removido de uma Unidade Administrativa para outra do mesmo órgão ou entidade, desde que haja claro na lotação. * Vide artigo 37, II da Constituição Federal. Art. 5º - Invalidada a demissão do funcionário, será ele reintegrado e ressarcido. * Vide artigo 41, § 2º da Constituição Federal e artigos 40 a 44 do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 1º - Far-se-á a reintegração no cargo anteriormente ocupado; se alterado, no resultante da alteração; se extinto, noutro de vencimento equivalente, atendida a habilitação profissional. * Vide artigo 41, § 2º da Constituição Federal e artigo 41, caput do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 2º - Não ocorrendo qualquer das hipóteses previstas no parágrafo anterior, restabelecer-se-á o cargo anteriormente exercido, que ficará como excedente, e nele se fará a reintegração. * Vide artigo 41, p. único do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 3º - A reintegração ocorrerá, sempre, no sistema de classificação a que pertencia o funcionário. * Vide artigo 42 do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 4º - Reintegrado o funcionário, aquele que não ocuparia cargo de igual classe se não tivesse ocorrido o ato de demissão objeto da medida será exonerado ou reconduzido ao cargo anterior, sem direito a qualquer ressarcimento, se não estável; caso contrário, será ele provido em vaga existente ou permanecerá como excedente até a ocorrência da vaga. * Vide artigo 41, § 2º da Constituição Federal e artigo 43 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. 6º - O funcionário em disponibilidade poderá ser aproveitado em cargo de natureza e vencimento compatíveis com os do anteriormente ocupado. * Vide artigo 46 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. 7º - O funcionário estável fisicamente incapacitado para o pleno exercício do cargo poderá ser ajustado em outro de vencimento equivalente e compatível com suas aptidões e qualificações profissionais. * Vide artigos 49 a 51 do Decreto 2479/79 – Regulamento.

§ 3º . da qual se lavrará termo incluindo o compromisso de fiel cumprimento dos deveres da função pública. 8º. 2º. § 4º .A critério da administração. * Vide artigos 56 e 70 do Decreto 2479/79 – Regulamento.claudetepessoa. § 1º . nos casos de nomeação. * Vide artigo 17 do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 3º . 4) bons antecedentes. se iniciará no prazo de 30 (trinta) dias. * Vide artigo 15 do Decreto 2479/79 – Regulamento. ocorrendo motivo relevante. 5) prestação de fiança. II e V da Constituição Federal e artigos 14 e 22 do Decreto 2479/79 – Regulamento.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 2º e 1. * Vide artigo 16 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 3) habilitação em concurso público. contados da data da publicação do ato que o determinar. Art.A investidura em cargo de provimento efetivo ocorrerá com o exercício. . 10 .São requisitos essenciais para essa investidura. prazo de 5 (cinco) dias. e 7) inscrição no Cadastro de Pessoa Física (CPF). reintegração. função ou emprego. * Vide artigos 14 e 68 do Decreto 2479/79 – Regulamento. ou se percebe proventos de inatividade. 6 e 7 do § 1º do art. § 2º .com 4 Art. 8º . que.A prova dos requisitos a que se referem os itens 1 e 3 do § 10 do art. * Vide artigo 37. 2) declaração de bens. contado da publicação do ato de provimento. quando a natureza da função o exigir.A competência para dar posse será a indicada em legislação específica.Será tornada sem efeito a nomeação se o exercício não se verificar no prazo estabelecido.2º e 3 e 4 do parágrafo anterior não será exigida nos casos de reintegração e aproveitamento.Quando a investidura de que trata este artigo recair em pessoas estranhas ao serviço público.O funcionário que deva entrar em exercício em nova sede terá. 9º . 6) declaração sobre se detém outro cargo. os seguintes: * Vide artigo 18 do Decreto 2479/79 – Regulamento. será exigida a comprovação dos requisitos a que se referem os itens 1 a 3 do § 10 do art.A investidura em cargo em comissão ocorrerá com a posse. 4. § 1º . § 2º . verificada a subsistência dos previstos no § 10 do art. para esse efeito.O termo de posse consignará a apresentação de declaração de bens. 2. Art. transferência e aproveitamento. o prazo para o exercício poderá ser prorrogado. 1) habilitação em exame de sanidade e capacidade física realizada exclusivamente por órgão oficial do Estado.

da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.Considerar-se-á em efetivo exercício o funcionário afastado por motivo de: * Vide artigo 79 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.desempenho de cargo ou função de confiança na administração pública federal. dependerá. X . 14 .estudo no exterior ou em qualquer parte do território nacional desde que de interesse para a Administração e não ultrapasse o prazo de 12 (doze) meses. até 8 (oito) dias. XIV .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. VII . XII .missão oficial.licença para tratamento de saúde. exceto em gozo de férias ou licença.A substituição não poderá recair em possa estranha ao serviço público. I . II . a substituição será gratuita.As faltas do servidor por motivo de doença. III .O cargo ou função de confiança poderá ser exercido. salvo delegação de competência. VIII . acidente em serviço ou doença profissional. 12 . VI . IV . se absolvido afinal. se inocentado afinal.licença-prêmio. . * Renumerado pela Lei 214/1978. na hipótese de inexistência de órgão médico oficial do Estado na localidade. *Acrescentado Lei Complementar nº110 de 06 de dezembro de 2005. inclusive em pessoa da família. 11 . IX . serão abonadas mediante a apresentação de atestado ou laudo médico expedido pelo órgão médico oficial competente do Estado ou por outros aos quais ele transferir ou delegar atribuições. V . Art. * Redação dada pela Lei 214/1978. 13 .com 5 Art. júri e outros serviços obrigatórios por lei. Art.doença de notificação compulsória. Art. XI . § 1º . *Acrescentado Lei Complementar nº110 de 06 de dezembro de 2005. em substituição. de prévia autorização do Governador do Estado.prestação de prova ou exame em concurso público. salvo quando o afastamento exceder de 30 (trinta) dias. licença à gestante. estadual ou municipal.o estágio experimental.recolhimento à prisão.Ressalvada a hipótese prevista em regulamento. até o máximo de 03 (três) dias durante o mês. § 1º . § 2º . XIII .Admitir-se-á. § 2º .O afastamento para o exterior.suspensão preventiva.férias.convocação para serviço militar.claudetepessoa.casamento e luto. atestado expedido por órgão médico de outra entidade pública. * Redação dada pela Lei Complementar nº 110 de 06 de dezembro de 2005. hipótese em que a investidura independerá da posse.O afastamento do funcionário de sua unidade administrativa dar-se-á somente para desempenho de cargo ou função de confiança e com ônus para a unidade requisitante.trânsito para ter exercício em nova sede. eventualmente. dentre estes os Hospitais do IASERJ.

O funcionário gozará. quando extinta a punibilidade por prescrição e o funcionário não houver requerido a exoneração. § 3º da Constituição Federal e artigos 90 a 96 do Decreto 2479/79 – Regulamento. deste Estatuto. § 4º. 1) no caso de exercício de cargo ou função de confiança. I . poderá ser designado. * Vide artigo 41. parte final. *Vide artigo 298.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Parágrafo único . em face de imperiosa necessidade do serviço.A exoneração ou dispensa.Na vacância do cargo ou função. * Vide artigo 52. Parágrafo único . Art. * Vide artigo 39. II. 16 . Art. ocorrerá: * Vide artigo 54 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Incluído pela Lei 214/1978. § 1º .nos demais casos especificados em lei. II . * Vide artigos 52 e 53 do Decreto 2479/79 – Regulamento.Regulamento. * Redação dada pelo Decreto-Lei 363/77. 14. e até o seu provimento.Dar-se-á a vacância do cargo ou função na data do fato ou da publicação do ato que implique desinvestidura. responsável pelo expediente.claudetepessoa.Aplicar-se-á a exoneração ou dispensa ex-officio: * Vide artigo 54. II do Decreto 2479/79 . 18 . Art. 17 . V e § 1º e artigo 303. § 2º . § 1º do Decreto 2479/79 – Regulamento. 15 . da Constituição Federal. 5º. .Declarar-se-á a perda do cargo: * Vide artigo 41. * Revogado pela Lei Complementar n°121 de 11 de junho de 2008.ex-officio. por ano de exercício. § 1º e artigo 57. 2) no caso de abandono de cargo.a pedido. § 1º da Constituição Federal. 3) na hipótese prevista no art.É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. V. TÍTULO II DOS DIREITOS E DAS VANTAGENS Art. § 1º da Constituição Federal e artigo 55 do Decreto 2479/79 – Regulamento. pela autoridade imediatamente superior. 30 (trinta) dias consecutivos de férias. * Vide artigo 37.nas hipóteses previstas na legislação penal e II . I .Revogado.com 6 . que somente poderão ser acumuladas até o máximo de 2 (dois) períodos. aplicando-se à hipótese o disposto no art.

por motivo de doença em pessoa da família. com vencimento e vantagens. ao servidor da área da saúde. * Vide artigos 123 e 124 do Decreto 2479/79 – Regulamento. nos termos fixados em Lei. até o limite de 90 (noventa) dias. I . II . existindo. e. durante as licenças: *Vide artigo 129. se obedecido o que prevê o § 5º deste artigo.sem vencimentos. que for contratado por empresa ou aderir a cooperativa que administre hospitais públicos terceirizados. na localidade. VI . pelo prazo máximo de 24 (vinte e quatro) meses. unidade administrativa onde haja claro na lotação ou vaga. processar-se-á a movimentação cabível.para serviço militar. * Vide Lei 3693. a contagem de tempo de serviço para efeito de Licença-Prêmio. § 2º do Decreto 2479/79 . com vencimento e vantagens integrais nos primeiros 12 (doze) meses. pelo prazo de seis meses. prorrogável uma única vez. * Vide artigos 125 a 128 do Decreto 2479/79 – Regulamento.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. depois de cada quinquênio ininterrupto de efetivo exercício no serviço público estadual ou autárquico do Estado do Rio de Janeiro. no caso de aleitamento materno.sem vencimento.sem vencimento. para trato de interesses particulares. IX . .para tratamento de saúde.claudetepessoa. com vencimentos e vantagens. * Vide artigo 39 da Constituição Federal. * Vide artigos 110 a 116 do Decreto 2479/79 – Regulamento.No caso de inciso V.sem vencimento. servidor público ou com vínculo empregatício em empresa estadual ou particular. * Vide artigos 138 a 141 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Vide artigos 129 a 137 do Decreto 2479/79 – Regulamento. por outros 12 (doze) meses. prorrogável.Regulamento. a partir da data do referido laudo. V . * Vide artigos 117 a 119 do Decreto 2479/79 – Regulamento. no máximo.10. para acompanhar o cônjuge eleito para o Congresso Nacional ou mandado servir em outras localidades se militar. III . em cada caso. podendo retroagir sua prorrogação até 15 (quinze) dias.Regulamento. IV . * Incluído pela Lei 2878/97. VII . sendo-lhe garantida a contagem de tempo de serviço para fins de aposentadoria.com 7 Art. * Redação dada pela Lei 800/1984. na forma da legislação específica. mediante a apresentação de laudo médico circunstanciado emitido pelo serviço de perícia médica oficial do Estado. 19 . com vencimento e vantagens do cargo efetivo. * Incluído pela Lei 490/1981. pelo prazo de 3 (três) meses. 1) para tratamento de saúde. com dois terços. * Vide artigos 120 a 122 do Decreto 2479/79 – Regulamento.2001 – licença maternidade e paternidade por adoção.Suspender-se-á. por no mínimo trinta e no máximo noventa dias. § 1º . * Redação dada pela Lei Complementar n° 128 de 26 de junho de 2009. VIII . para desempenho de mandato eletivo. de 26.à gestante.a título de prêmio.Conceder-se-á licença: *Vide artigos 97 a 109 do Decreto 2479/79 . § 2º . pelo prazo de cinco anos.

com 8 2) por motivo de doença em pessoa da família e 3) por motivo de afastamento do cônjuge. ou seu desligamento da cooperativa a esse fim direcionada. devidamente comprovada. quando se afastar do exercício do cargo: *Vide artigos 142 a 148 do Decreto 2479/79 . por qualquer motivo. o servidor deverá retornar imediatamente ao serviço público. imediatamente após o término das mesmas. mediante requerimento da servidora. importará em imediata suspensão da licença sem vencimento. § 7º .Regulamento. * Incluído pela Lei 3862/2002. a extinção do contrato de trabalho ou o desligamento do cooperado que se encontrar licenciado do serviço público. de 26 de junho de 2009. * Incluído pela Lei 2878/97. obrigando o servidor a retornar ao serviço público ou a converter sua licença para uma das outras modalidades previstas neste Decreto-Lei. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. * Incluído pela Lei 2878/97. * Incluído pela Lei 2878/97. §9º A servidora pública em gozo da licença maternidade e ou aleitamento materno será concedida. corrigida no tempo em função e pelos mesmos percentuais dos reajustes gerais e da categoria. a licença à gestante de recém-nascidos pré-termo será acrescida do número de semanas equivalente à diferença entre o nascimento a termo – 37 semanas de idade gestacional – e a idade gestacional do recém-nascido.Na hipótese do parágrafo anterior. com base no valor da última remuneração recebida dos cofres públicos. do contrato de trabalho do servidor licenciado na forma do inciso IX deste artigo com a sociedade prestadora de serviços hospitalares terceirizados. § 6º . .Revogado. § 3º .A extinção.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.claudetepessoa. * Incluído pela LC n°128. * Incluído pela Lei 2878/97. no dia útil imediatamente posterior. § 4º . licença prêmio a que tiver direito.Expirado o prazo da licença a que se refere o inciso IX deste artigo.O funcionário deixará de receber vencimentos e vantagens. as cooperativas e as empresas de serviços hospitalares terceirizados deverão comunicar à Secretaria de Estado de Saúde. Art.Durante o período de licença a que se refere o inciso IX deste artigo o servidor deverá continuar contribuindo para o Instituto de Previdência do Estado do Rio de Janeiro IPERJ. exceto gratificação adicional por tempo de serviço. § 8º .No caso do inciso III. 20 . § 5º .

Art. II .um terço do vencimento e vantagens. II . * Incluído pela LC 96/2001. salvo por motivo de força maior devidamente comprovado. se deslocar eventualmente da sede. 23 . 24 .gratificação pela participação em órgão de deliberação coletiva.Regulamento.O vencimento e as vantagens pecuniárias do funcionário não serão objeto de penhora.de dívida para com a Fazenda Pública.indenização de representação de gabinete. Art.O funcionário deixará de receber: *Vide artigo 145 do Decreto 2479/79 . a juízo do Governador. *Vide artigo 148 do Decreto 2479/79 . V . ressalvando o direito à diferença em caso de arquivamento do inquérito. à Empresa Pública.As reposições e indenizações à Fazenda Pública far-se-ão em parcelas mensais não excedentes à décima parte do vencimento.prêmio por sugestões que visem ao aumento de produtividade e à redução de custos operacionais da Administração.O Poder Executivo disciplinará a concessão de: *Vide artigos 149 e 151 do Decreto 2479/79 . * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.dois terços do vencimento e vantagens.Regulamento.em decorrência de prisão administrativa. em objeto de serviço. salvo quando. salvo quando se tratar: *Vide artigo 147 do Decreto 2479/79 . I . durante o recolhimento à prisão por ordem judicial não decorrente de condenação definitiva. 21 .o vencimento e vantagens do dia em que não comparecer ao serviço. ressalvado o direito à diferença.claudetepessoa. hipótese em que não se admitirá parcelamento. 22 . III .ajuda de custo e transporte ao funcionário mandado servir em nova sede.Será dispensada a reposição nos casos em que a percepção indevida tiver ocorrido de entendimento expressamente aprovado pelo Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil ou pela Procuradoria Geral do Estado. e III . IV . Art. .para exercer cargo ou função de confiança. 59 o recebimento do vencimento e vantagens será proporcional ao tempo de serviço.de prestação de alimentos.com 9 I . I .para prestar serviço à União. Parágrafo único . se absolvido afinal. Art. a Município. Parágrafo único – Na hipótese do art. e II . III . durante o cumprimento. exceto na ocorrência de má fé. * Alterado pela LC 96/2001.Regulamento.diárias ao funcionário que.Regulamento. ressalvado o direito de opção legal. à Sociedade de Economia Mista. de pena privativa de liberdade. salvo se inocentado afinal. e IV . à Fundação ou à Organização Internacional. II . a outro Estado. I . reconhecido o afastamento como de interesse do Estado.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. sem perda do cargo.para estágio experimental.

* Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 Art.Revogado.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Revogado.Revogado.claudetepessoa. Art. será computado: * Nova Redação dada pela LC n° 121. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.º 20. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.Revogado.Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. ou municipal. na administração direta ou indireta. § 10 da Constituição Federal e artigo 80 do Decreto-Lei 2479/79 .com 10 VI . .gratificação pelo encargo de auxiliar ou membro de banca ou de comissão examinadora de concurso. e VII . ou pela atividade temporária de auxiliar ou professor de curso oficialmente instituído.Extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade. § 2º .adicional por tempo de serviço. 26 . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. I . 4º da Emenda Constitucional n. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. 28 .Regulamento. Art. * Incluído pela Lei 720/1981.Para efeito de aposentadoria.Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. Parágrafo único . o funcionário estável será posto em disponibilidade. VIII . Art. de 15 de dezembro de 1998.o tempo de serviço público civil federal. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. 29 . § 3º .gratificação de encargos especiais. * Vide artigo 40. e de disponibilidade.Revogado. 25 . 27 .Revogado. § 1º . § 4º .Revogado. § 3º da Constituição Federal e artigo 212 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Revogado pela LC°121 de 11 de junho de 2008 Parágrafo único . estadual. Art. observado o limite temporal estabelecido no art. * Vide artigo 41. de 11 de junho de 2008.

Parágrafo único . § 1º .O recurso não tem efeito suspensivo. seu provimento retroagirá à data do ato impugnado. também.Regulamento. IV . a qual se presumirá da publicação do ato.assistência médica.financiamento imobiliário.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. § 3º .O prazo de prescrição contar-se-á da data da ciência do interessado. de cassação de aposentadoria ou de disponibilidade e quanto às questões que envolvam direitos patrimoniais.O tempo de serviço a que se referem os incisos I e II deste artigo será.claudetepessoa. 33 . § 2º .É assegurado aos funcionários o direito de requerer ou representar.auxílio-doença.em 120 (cento e vinte) dias.com 11 * Vide artigo 40. compreendendo: I . 31 . TÍTULO III DA PREVIDÊNCIA E DA ASSISTÊNCIA Art. 32 .salário-família. § 3º . computado para concessão de adicional por tempo de serviço. Art. nos demais casos.Não correrá a prescrição enquanto o processo estiver em estudo. *Vide artigos 199 a 203 do Decreto 2479/79 .O recurso interrompe a prescrição até duas vezes. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. dentária e hospitalar. § 3º da Constituição Federal e artigos 233 e 266 do Decreto 2479/79.O direito de requerer prescreverá: *Vide artigo 204 do Decreto 2479/79 . II . § 1º . III .O Poder Executivo disciplinará a previdência e a assistência ao funcionário e à sua família. Art. ressalvados os previstos em leis especiais.o tempo de disponibilidade. * A Lei 1713/90 incluiu o inciso IV ao artigo 29 a Lei 1820/91 o suprimiu. § 9º da Constituição Federal. 30 .o tempo de serviço militar. I . II . III . quanto aos atos de demissão. vedada a acumulação daquele prestado concomitantemente.Regulamento. farmacêutica.O tempo de serviço computar-se-á somente uma vez para cada efeito.A prestação de serviço gratuito será excepcional e somente surtirá efeito honorífico.Regulamento. § 2º . * Vide artigo 39. Art. . II .Revogado.em 5 (cinco) anos.

com base no vencimento. dos Territórios. * Vide artigo 272 do Decreto 2479/79.claudetepessoa. jubilação ou reforma. 34 .Poderá o aposentado. VII . remuneração ou provento. ou IV .É vedada a acumulação remunerada de cargos e funções públicos. * Vide artigo 37. Parágrafo único . a acumulação somente será permitida quando houver correlação de matérias e compatibilidade de horários.Regulamento. 4) de proventos resultantes de cargos legalmente acumuláveis.dois cargos privativos de médico.um cargo de professor com outro técnico ou científico. doença profissional ou internação compulsória para tratamento psiquiátrico. . § 1º . exceto o de: * Vide artigo 37.A família do funcionário constitui-se dos dependentes que.pensão em caso de morte por acidente em serviço ou doença profissional. 3) de pensões com proventos de disponibilidade. remuneração ou salário. nos casos de acumulação legal.auxílio-moradia. I . VIII . X .Regulamento. 36 .auxílio-funeral.auxílio para a educação dos dependentes. 35 .dois cargos de professor. § 2º .tratamento por acidente em serviço. IX . bem como participar de órgão de deliberação coletiva. a percepção: 1) conjunta. exercer cargo ou função de confiança ou ser contratado para prestar serviços técnicos ou especializados. III .O regime de acumulação abrange cargos funções e empregos da União. do Distrito Federal e dos Municípios. e 5) de proventos com vencimento ou remuneração. desempenhar mandato eletivo. necessária e comprovadamente. * Redação dada pela Lei 252/1979.Regulamento. VI . nem exercer mais de uma função gratificada. dos Estados. § 3º .um cargo de juiz com outro de professor. sem prejuízo dos proventos. de pensões civis ou militares. § 10 da Constituição Federal e artigo 273 do Decreto 2479/79. aposentadoria.com 12 V . das Sociedades de Economia Mista e das Empresas Públicas. Art.Em qualquer dos casos. Art.plano de seguro compulsório para complementação de proventos e pensões.O funcionário não poderá participar de mais de um órgão de deliberação coletiva. XVI da Constituição Federal e artigos 271 a 284 do Decreto 2479/79 . TÍTULO IV DA ACUMULAÇÃO Art. com direito a remuneração. 2) de pensões com vencimento. II . bem como das Autarquias. nem está sujeita a quaisquer limites. vivam a suas expensas.Não se compreende na proibição de acumular.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.

prejudicar a eficiência do serviço ou causar dano à Administração Pública. XI .com 13 Art. obrigando-se. III . salvo justa causa. após o qual. I . se apurada má fé.O funcionário que não houver informado. no assentamento individual. ferir a disciplina e a hierarquia.guardar sigilo sobre a documentação e os assuntos de natureza reservada de que tenha conhecimento em razão do cargo ou função. Parágrafo único .submeter-se à inspeção médica determinada por autoridade competente. V . XIV . 38 . perderá os cargos envolvidos na situação cumulativa ou sofrerá a cassação da aposentadoria ou disponibilidade. II .claudetepessoa. ainda. VI . pelo órgão competente.São deveres do funcionário: * Vide artigo 285 do Decreto 2479/79 – Regulamento. X . CAPÍTULO II DOS DEVERES Art. 39 . exceto quando manifestamente ilegais.Considerada ilegítima. sujeitar. a restituir o que tiver percebido indevidamente.lealdade e respeito às instituições constitucionais e administrativas a que servir.Constitui infração disciplinar toda ação ou omissão do funcionário capaz de comprometer a dignidade e o decoro da função pública. * Vide artigo 282 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 37 .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.atender prontamente às requisições para defesa da Fazenda Pública e à expedição de certidões para defesa de direito. VII .obediência às ordens superiores. acumulação considerada ilegítima quando conhecida pela Administração.observância das normas legais e regulamentares. acumulação informada. pelo funcionário.boa conduta. XIII .pontualidade. oportunamente. IV . * Vide artigo 305 do Decreto 2479/79 – Regulamento.discrição. TÍTULO V DO REGIME DISCIPLINAR CAPÍTULO I INFRAÇÃO DISCIPLINAR Art. IX . XII . VIII . . oportunamente. sua declaração de família.urbanidade.providenciar para que esteja sempre em ordem. será este obrigado a optar por um dos cargos.se-á a inquérito administrativo.zelar pela economia e conservação do material que lhe for confiado.assiduidade.levar ao conhecimento de autoridade superior irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ou função.

valer-se do cargo ou função para lograr proveito pessoal em detrimento da dignidade da função pública. de que tenha ciência em razão do cargo ou função. até o segundo grau civil. XV . às autoridades e atos da Administração Pública. gerência. no âmbito do serviço público. permissionária ou concessionária de serviço público. quando regularmente intimado. VIII .fazer cobranças ou despesas em desacordo com o estabelecido na legislação fiscal e financeira. de empresa ou sociedade: 1) contratante. provento ou vantagem de parente. remuneração. nos locais e horas de trabalho.referir-se de modo depreciativo. ou censurá-los. 3) de consultoria técnica que execute projetos e estudos. IX .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.empregar material ou quaisquer bens do Estado em serviço particular. podendo. a qualquer órgão estadual. bem como apresentar documento falso com a mesma finalidade. XVI . junto aos órgãos estaduais.participar de diretoria. ou de alterar a verdade dos fatos. XIII . em trabalho assinado. solicitar ou receber propinas. em informação. inclusive de viabilidade. parecer ou despacho. como procurador ou intermediário. administração. XI .coagir ou aliciar subordinados com objetivo de natureza partidária.praticar a usura.revelar fato ou informação de natureza sigilosa. salvo quando autorizado por escrito pela autoridade competente. porém. do ponto de vista doutrinário ou da organização do serviço. o desempenho de encargo que lhe competir ou a seus subordinados. XIV . conselho técnico ou administrativo. VI . 2) fornecedora de equipamento ou material de qualquer natureza ou espécie.dedicar-se. salvo quando se tratar de depoimento em processo judicial. III . a palestras. X . consangüíneo ou afim. modificar ou substituir livro ou documento de órgão estadual. ou aceitar promessa de tais vantagens. XII .com 14 CAPÍTULO III DAS PROIBIÇÕES Art. para órgãos públicos. com o fim de criar direito ou obrigação.retirar objetos de órgãos estaduais. ou continuar a exercê-los sabendo-o indevidamente.exercer cargo ou função pública antes de atendido os requisitos legais. inclusive ao trato de interesses de natureza particular. comissões. I . pela imprensa ou qualquer outro órgão de divulgação pública.Ao funcionário é proibido: * Vide artigo 286 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 40 . .deixar de comparecer ao trabalho sem causa justificada. salvo quando se tratar de percepção de vencimento. IV . XVII .exigir. criticá-los.pleitear.cometer a pessoa estranha ao serviço do Estado. salvo nos casos previstos em lei. II . leituras ou quaisquer outras atividades estranhas ao serviço. V . policial ou administrativo.retirar.deixar de prestar declaração em inquérito administrativo. presentes ou vantagens de qualquer espécie em razão do cargo ou função. VII .claudetepessoa. em qualquer de suas formas.

I .destituição de função.claudetepessoa. 45 . poderá ser ressarcido mediante desconto em prestações mensais não excedentes da décima parte do vencimento ou remuneração à falta de outros bens que respondam pela indenização. penal e administrativamente. jubilação ou disponibilidade. 46 . Art. VII . sendo umas e outras independentes entre si. . * Vide artigo 290 do Decreto 2479/79 – Regulamento.A responsabilidade civil decorre de procedimento doloso ou culposo que importe em prejuízo da Fazenda Estadual ou de terceiros. penais e disciplinares poderão cumular-se. Art. 44 .As cominações civis. II . * Vide artigo 291 do Decreto 2479/79 – Regulamento.Tratando-se de dano causado a terceiros.repreensão. o prejuízo causado à Fazenda Estadual no que exceder os limites da fiança. * Vide artigo 289 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art.A responsabilidade administrativa resulta de atos praticados ou omissões ocorridas no desempenho do cargo ou função.cassação de aposentadoria.Pelo exercício irregular de suas atribuições. * Vide artigo 288 do Decreto 2479/79 – Regulamento.advertência.São penas disciplinares: * Vide artigo 292 do Decreto 2479/79 – Regulamento.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.suspensão. Art. o funcionário responde civil. § 2º . bem assim as instâncias civil.com 15 CAPÍTULO IV DA RESPONSABILIDADE Art. responderá o funcionário perante a Fazenda Estadual em ação regressiva proposta depois de transitar em julgado a decisão de última instância que houver condenado a Fazenda a indenizar o terceiro prejudicado. VI .demissão. III . IV . 41 . 22.Ressalvado o disposto no art. § 1º . 42 . 43 .A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputados ao funcionário nessa qualidade. penal e administrativa. V . CAPÍTULO V DAS PENALIDADES Art.multa. ou fora dele. * Vide artigo 287 do Decreto 2479/79 – Regulamento. quando comprometedores da dignidade e do decoro da função pública.

desrespeito a proibições que. III . pela sua natureza. bem como de reincidência específica em transgressão punível com pena de advertência. Parágrafo único .A pena de suspensão não poderá exceder a 180 (cento e oitenta) dias.A pena de demissão será aplicada nos casos de: * Vide artigo 298 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. por iniciativa do chefe imediato do funcionário. Art. a pena de suspensão. * Vide artigo 293 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Vide artigo 297 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Redação dada pela Lei Complementar nº 85/1996. VI . I . Art. § 2º . sem causa justificada.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. durante o período de 12 (doze) meses. III .As penas impostas ao funcionário serão registradas em seus assentamentos. interpoladamente. 40. Art. na base de 50% (cinqüenta por cento) por dia de vencimento ou remuneração. * Vide artigo 294 do Decreto 2479/79 – Regulamento. .abandono de cargo.com 16 Art. § 1º . a juízo da autoridade competente.O funcionário suspenso perderá todas as vantagens e direitos decorrentes do exercício do cargo.Na aplicação das penas disciplinares serão consideradas a natureza e a gravidade da infração. prática de jogos proibidos. poderá ser convertida em multa.incontinência pública e escandalosa.A pena de advertência será aplicada verbalmente em casos de negligência e comunicada ao órgão de pessoal. Art. e se comprovada má fé. 52 . quando de natureza grave.ofensa física em serviço. 48 . 49 . por (vinte) dias.falta grave.A pena de repreensão será aplicada por escrito em casos de desobediência ou falta de cumprimento dos deveres. 50 . * Vide artigo 295 do Decreto 2479/79 – Regulamento. II . II .ausência ao serviço. não ensejarem pena de demissão. I . os danos que dela provierem para o serviço público e os antecedentes funcionais do servidor. nesse caso. § 3º . 51 . o funcionário a permanecer no serviço durante o número de horas de trabalho normal.A destituição de função dar-se-á quando verificada falta de exação no cumprimento do dever. 47 . obrigado. IV .reincidência em falta já punida com repreensão. salvo em legítima defesa. V .Quando houver conveniência para o serviço.embriaguez habitual ou em serviço. contra funcionário ou particular.falta relacionada no art.A pena de suspensão será aplicada em casos de: * Vide artigo 296 do Decreto 2479/79 – Regulamento.claudetepessoa.

II . em inquérito administrativo.os Secretários de Estado e demais titulares de órgãos diretamente subordinados ao Governador em todos os casos. 56 . III .O ato de demissão mencionará sempre a causa da penalidade. exceto nos de competência privativa do Governador. § 1º . suspensão até 30 (trinta) dias e multa correspondente. privativamente. com caráter de habitualidade.praticou. que o aposentado ou disponível: * Vide artigo 301 do Decreto 2479/79 – Regulamento. cargo ou função pública. 57 . * Vide artigo 300 do Decreto 2479/79 – Regulamento.Entender-se-á por ausência ao serviço com justa causa a que assim for considerada após a devida comprovação em inquérito administrativo.aceitou. provada a má fé. Parágrafo único . quando ainda no exercício do cargo. I . § 2º .claudetepessoa. considera-se como abandono de cargo a que se refere o inciso V deste artigo. I . repreensão. Art.com 17 VII . VIII . Art.insubordinação grave em serviço. cassação de aposentadoria ou disponibilidade.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Conforme a gravidade da falta.São competentes para aplicação de penas disciplinares: * Vide artigo 302 do Decreto 2479/79 – Regulamento. o exercício do cargo ou função em que for aproveitado. § 1º . nos casos de penas de advertência. IX . a competência para decidir e para aplicá-la é do Secretário de Estado de Administração.A pena de cassação de aposentadoria ou de disponibilidade será aplicada se ficar provado. ilegalmente.Nos casos dos incisos II e III.perdeu a nacionalidade brasileira. * Redação dada pela Lei Complementar 85/1996.Será cassada a disponibilidade ao funcionário que não assumir. III .os dirigentes de unidades administrativas em geral.desídia no cumprimento dos deveres. no desempenho dos encargos de sua competência. no prazo legal. caso em que as faltas serão justificadas apenas para fins disciplinares. sempre que a pena decorrer de inquérito administrativo. * Vide artigo 299 do Decreto 2479/79 – Regulamento. II . 53 .Para fins exclusivamente disciplinares. 55 . a ausência ao serviço. § 2º .ineficiência comprovada. nos casos de demissão. sem justa causa. Art. a demissão poderá ser aplicada com a nota a bem do serviço público. Art. por 10 (dez) dias consecutivos.A aplicação da pena de destituição de função caberá à autoridade que houver feito a designação do funcionário. em qualquer caso e.Prescreverá: .o Governador. Art. falta suscetível de determinar demissão. 54 .

com 18 * Vide artigo 303 do Decreto 2479/79 – Regulamento. o distintivo. a falta sujeita às penas de advertência. poderá permanecer suspenso preventivamente.Revogado pela LC 96/2001. que mantenham mediante cautela. CAPÍTULO VII . * Redação dada pela LC 96/2001. Art. multa ou suspensão. § 2º . 58 – Revogado pela LC 96/2001. CAPÍTULO VI DA SUSPENSÃO PREVENTIVA * Intitulado pela LC 96/2001. * Incluído pela LC 96/2001. a critério da autoridade que determinar a abertura do respectivo inquérito. devidamente recolhidos. * Redação dada pela LC 96/2001. § 1º . a falta sujeita: 1) à pena de demissão ou destituição de função. repreensão.O curso da prescrição começa a fluir da data do evento punível disciplinarmente e interrompe-se pela abertura de inquérito administrativo.A suspensão de que trata este artigo poderá ser ordenada. I . alcance de dinheiro público ou infração de que possa resultar a pena de demissão. * Vide artigo 308 do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 2º .claudetepessoa. § 4º . 60 . no curso do inquérito administrativo pela autoridade competente para instaurá-lo e estendida até 90 (noventa) dias. caso tal providência ainda não tenha sido tomada. § 1º . Art. suspensos preventivamente. terão a arma. desde que o afastamento do funcionário seja necessário para que este não venha a influir na apuração da falta. até a decisão final do processo administrativo.Os policiais civis.em 2 (dois) anos.A falta também prevista como crime na lei penal prescreverá juntamente com este. * Redação dada pela LC 96/2001. a carteira funcional ou qualquer outro bem patrimonial.A suspensão preventiva é medida acautelatória e não constitui pena.A suspensão preventiva até 30 (trinta) dias será ordenada pelas autoridades mencionadas no art. * Vide artigo 309 do Decreto 2479/79 – Regulamento.O funcionário que responder por malversação. § 3º . Art. a qualquer tempo. 59 . II .em 5 (cinco) anos. 56.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 2) à cassação da aposentadoria ou disponibilidade.

a ocorrência de irregularidade.claudetepessoa. * Redação dada pela Lei 2945/98. quando chega a seu conhecimento. que poderá ser realizada por um único funcionário. Art. * Vide artigo 321 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. a instauração de inquérito. que solicitará. repreensão. suspensão até 30 (trinta) dias ou multa correspondente. sindicância ou mediante inquérito administrativo.A determinação de instauração de inquérito é da competência do Secretário de Estado de Administração.Já existir denúncia do Ministério Público: 2 . por meio de sindicância não ficará adstrita ao rito determinado para o inquérito administrativo. independentemente de qualquer comunicação. e 3 . por meio de sindicância.A apuração sumária. * Vide artigo 320 do Decreto 2479/79 – Regulamento. demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade. Parágrafo único . 64 . em quaisquer área do Poder Executivo Estadual.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. . * Vide artigo 313 do Decreto 2479/79 – Regulamento. de imediato. * Vide artigo 306 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. * Incluído pela Lei 386/1980. a apuração sumária. a instauração do inquérito administrativo.Tiver ocorrido prisão em flagrante. por meios sumários. destituição de função.Mesmo que seja outra a autoria de seu órgão competente para a apuração. sem a necessidade de sindicância sumária. Parágrafo único .O inquérito administrativo precederá sempre à aplicação das penas de suspensão por mais de 30 (trinta) dias.A autoridade promoverá a apuração da irregularidade diretamente por meio de inquérito administrativo. 61 . constituindo simples averiguação. de grave irregularidade de que tenha ciência no Serviço Público (artigo 40 e 52) e secretário de Estado de administração será sempre competente para determinar. pelos canais competentes. imediatamente. 62 . o responsável pela apuração comunicará o fato ao superior imediato. quando: 1 .A autoridade que tiver ciência de qualquer irregularidade no serviço público é obrigada a promover. 63 . inobservância de deveres ou infrações de proibições funcionais. 65 . inclusive em relação a servidores autárquicos.For apurar abandono de cargo ou função. inclusive em relação a servidores autárquicos.com 19 DA APURAÇÃO SUMÁRIA DA IRREGULARIDADE Art. CAPÍTULO VIII DO INQUÉRITO ADMINISTRATIVO Art.Se no curso da apuração sumária ficar evidenciada falta punível com pena superior à advertência.

contados a partir do dia em que os autos chegarem à Comissão.O inquérito deverá estar concluído no prazo de 90 (noventa) dias. * Redação dada pela Lei 1497/1989. será citado por edital. 68 . de imediato ou no curso do inquérito administrativo. Parágrafo único . inclusive requisição de técnicos e peritos. * Redação dada pela Lei 1497/1989. * Vide artigo 323 do Decreto 2479/79 – Regulamento. sob pena de responsabilidade de seus titulares.Os órgãos estaduais. Art.O prazo de defesa será contado a partir da última publicação do edital de citação. que será comum sendo mais de um indiciado.Se. ou com abuso de poder. Art. até o máximo de 180 (cento e oitenta) dias. atenderão com a máxima presteza às solicitações da Comissão. § 2º . no órgão oficial de divulgação do Estado por 3 (três) dias consecutivos. em caso de força maior a juízo do Secretário de Estado de Administração. 69 .claudetepessoa.Quando a autoridade policial tiver conhecimento de crime praticado por funcionário público com violação de dever inerente ao cargo. * Vide artigo 322 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Vide artigo 325 do Decreto 2479/79 – Regulamento. a autoridade instauradora ou o Presidente da Comissão a comunicará ao Ministério Público. . fará comunicação do fato à autoridade administrativa competente para a instauração do inquérito cabível. § 2º . 70 . sucessivamente. 66 . a juízo do Secretário de Estado de Administração. quando não se tratar de sobrestamento. importando. * Vide artigo 324 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Incluído pela Lei 1497/89. § 3º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Ultimada a instrução será feita no prazo de 3 (três) dias a citação do indiciado para apresentação de defesa no prazo de 10 (dez) dias. § 1º . em caso de força maior.O sobrestamento de inquérito administrativo só ocorrerá em caso de absoluta impossibilidade de prosseguimento.Estando o indiciado em lugar incerto. 67 . prorrogáveis por 2 (dois) períodos de 30 (trinta) dias cada um.com 20 Art. Art. Art. com vista dos autos na sede da Comissão. por períodos de 30 (trinta) dias. em responsabilidade administrativa dos membros da Comissão. * Vide artigo 329 do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 1º . porém.A não observância desses prazos não acarretará nulidade do processo.Em se tratando de abandono de cargo o inquérito deverá estar concluído no prazo de 60 dias. devendo comunicar prontamente a impossibilidade de atendimento.Promoverá o inquérito uma das Comissões Permanentes de Inquérito Administrativo da Secretaria de Estado de Administração. contados a partir da chegada dos autos à Comissão. a juízo do Secretário de Estado de Administração. ficar evidenciado que a irregularidade envolve crime. prorrogáveis.

não ficando.Concluída a defesa a Comissão opinará sobre a inocência ou a responsabilidade do indiciado em relatório circunstanciado que deverá ser concluído no prazo de 60 (sessenta) dias. Art. 75 . § 1º . no prazo de 8 (oito) dias. * Vide artigo 339 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 73 . 74 . ao Governador do Estado. § 3º .Em caso de revelia. o Secretário de Estado de Administração proferirá a decisão no prazo de 20 (vinte) dias. * Vide artigo 337 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. Art. Art. sob pena de perda de prova. no prazo máximo de 20 (vinte) dias. * Vide artigo 342 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 72 . 71 . a Comissão iniciará seu trabalho. vinculada às conclusões do relatório.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. todavia. de ofício.Em caso de abandono de cargo ou função. * Redação dada pela Lei 1497/1989. * Redação dada pela Lei 1497/1989. * Vide artigo 332 do Decreto 2479/79 – Regulamento. contados do encerramento da defesa. edital de chamada do acusado. um funcionário efetivo. determinará o reexame do inquérito pelo órgão competente. § 2º .claudetepessoa. Art. bacharel em Direito. * Vide artigo 336 do Decreto 2479/79 – Regulamento. o Presidente da Comissão designará. fazendo publicar. 76 .Se a autoridade julgadora entender que os fatos não foram apurados devidamente.A autoridade julgadora decidirá à vista dos fatos apurados pela Comissão.com 21 * Redação dada pela Lei 1497/1989. * Vide artigo 330 do Decreto 2479/79 – Regulamento.Nenhum acusado será julgado sem defesa que poderá ser produzida em causa própria.O funcionário só poderá ser exonerado a pedido após a conclusão do inquérito administrativo a que responder e do qual não resultar pena de demissão. ou o submeterá. para defender o indiciado. para que julgue nos 20 (vinte) dias seguintes ao seu recebimento. por 3 (três) vezes. Art. CAPÍTULO IX DA REVISÃO .Será permitido o acompanhamento do inquérito pelo funcionário acusado ou por seu defensor. Parágrafo único .Recebido o processo.As diligências e oitivas de testemunhas requeridas pela defesa ficarão a cargo do interessado e deverão ser concluídas no prazo de 10 (dez) dias.

83 . quando forem aduzidos fatos ainda não conhecidos.O julgamento caberá ao Governador. * Vide artigo 344 do Decreto 2479/79 – Regulamento. o Secretário de Estado de Administração determinar diligências. * Vide artigo 345 do Decreto 2479/79 – Regulamento.Poderá ser requerida a revisão do inquérito administrativo de que haja resultado pena disciplinar. antes. * Vide artigo 343 do Decreto 2479/79 – Regulamento.Julgada procedente a revisão.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.As disposições de natureza estatutária que se contiverem no Plano de Classificação de Cargos previsto no art. Art. * Vide artigo 348 do Decreto 2479/79 – Regulamento. nos termos do que vier a dispor o Plano de Classificação de Cargos do Estado do Rio de Janeiro. comprobatórios da inocência do funcionário punido.Contar-se-ão por dias corridos os prazos previstos neste Decreto-Lei. * Vide artigo 349 do Decreto 2479/79 – Regulamento. no prazo de 30 (trinta) dias. Parágrafo único . e que vier a lhe corresponder. desaparecido ou incapacitado de requerer. a revisão poderá ser solicitada por qualquer pessoa. Art. bem como no Plano de Retribuição. prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias. que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias. Art. 78 . restabelecendo-se todos os direitos por ela atingidos. podendo.claudetepessoa. de 1º de julho de 1974. devidamente instruído. concluídas as quais se renovará o prazo. a juízo do Secretário de Estado de Administração. integrar-seão para todos os efeitos. TÍTULO VI DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art.º 20. 82 . neste diploma legal. 77 . Art. Art. 80 .O requerimento.com 22 Art. . Art. o processo será encaminhado à Comissão Revisora.Não constitui fundamento para a revisão a simples alegação de injustiça da penalidade. será encaminhado ao Governador. enquanto não forem incluídos no Quadro I (Permanente). 18 da Lei Complementar n. Parágrafo único . bem como as vantagens pessoais de funcionários dos Quadros II e III (Suplementares) continuam em vigor no que não colidirem com as disposições deste Decreto-Lei e até posterior disciplinamento da matéria. Art. * Vide artigo 347 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 81 .Tratando-se de funcionário falecido. * Vide artigo 346 do Decreto 2479/79 – Regulamento. que decidirá sobre o pedido.Autorizada a revisão. 85 .As normas legais e regulamentares referentes à promoção e acesso. 84 . será tornada sem efeito a pena imposta. 79 .A revisão processar-se-á em apenso ao processo originário.

limitadas a duas.com 23 § 1º . 18 de julho de 1975.Este Decreto-lei entrará em vigor na data de sua publicação.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Floriano Faria Lima Ilmar Penna Marinho Júnior .claudetepessoa. 87 . salvo em funções de confiança.É vedada a subordinação imediata do funcionário ao cônjuge ou parente até segundo grau. * Vide Sumula Vinculante nº13 do Supremo Tribunal Federal.Na contagem dos prazos. Art. Rio de Janeiro. Art.Prorroga-se para o primeiro dia útil seguinte o prazo vincendo em dia em que não haja expediente. § 2º . Art. exclui-se o dia do começo e inclui-se o do vencimento. revogadas as disposições em contrário. 86 . 88 .O dia 28 de outubro é consagrado ao serviço público estadual. * Vide artigo 351 do Decreto 2479/79 – Regulamento.

da Constituição Estadual.Para os efeitos deste Regulamento.Aos servidores contratados no exercício de função gratificada. somente serão reconhecidos e concedidos os direitos e vantagens que expressamente lhes estejam assegurados por este Regulamento. revogadas as disposições em contrário. único. único e 232. REGULAMENTO DO ESTATUTO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS CIVIS DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO ÚNICO Art. * Vide artigo 1º.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 2º . Art. funcionário é a pessoa legalmente investida em cargo público estadual do Quadro I (Permanente). § 2º . de provimento efetivo ou em comissão. instituído pelo Decreto-Lei nº 220. deste Regulamento.Estatuto. . previsto no Plano de Cargos e Vencimentos do Estado do Rio de Janeiro.claudetepessoa. 70. fica disciplinado na forma deste Regulamento. decreta: Art. * Vide artigo 37.Fica aprovado o Regulamento do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro. 08 de março de 1979. 1º . inciso III. 1º . * Vide artigos 109.O regime jurídico dos funcionários públicos civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro. V da Constituição Federal. no uso da atribuição que lhe confere o art. p. que acompanha o presente decreto. com suspensão dos respectivos contratos de trabalho. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. 193. p. II.com 24 DECRETO Nº 2479 DE 08 DE MARÇO DE 1979 REGULAMENTO DO ESTATUTO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS CIVIS DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Aprova o regulamento do Estatuto dos funcionários públicos civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro. § 1º .Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação. Decreto-Lei 220/75 . O Governador do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. e aos estagiários. baixado pelo Decreto-Lei nº 220. de 18 de julho de 1975. de 18 de julho de 1975.

53 e 72. 4º . ser provido em outro cargo efetivo ou admitido como contratado. 7º . Art. II – as condições de sanidade físico-mental.claudetepessoa.Estatuto. 5º . programas. I e II da Constituição Federal e artigo 2º.O concurso de provas ou de provas e títulos para provimento de cargos por nomeação será sempre público.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.O ato de provimento deverá indicar necessariamente a existência de vaga. 6º . 3º . dependendo da natureza do cargo a ser provido. caput do Decreto-Lei 220/75 . V – outras formas determinadas em lei. DO EXERCÍCIO E DA VACÂNCIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.O funcionário não poderá. SEÇÃO I DO CONCURSO Art. Art. III – o desempenho das atividades do cargo. *Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. deste Regulamento. II – reintegração.O concurso objetivará avaliar: I – o conhecimento e a qualificação profissionais. III – aproveitamento. mediante estágio experimental. requisitos exigidos. sem prejuízo de seu cargo. Art. realização. Art.Os cargos públicos são providos por: I – nomeação. IV – readaptação. XVI da Constituição Federal e 271. que poderá variar de 18 (dezoito) anos completos até 45 (quarenta e cinco) incompletos.com 25 TÍTULO II DO PROVIMENTO. II e 41. * Vide artigo 52. * Vide artigo 37.Das instruções para o concurso constarão: I – o limite de idade dos candidatos. * Vide artigo 37. critérios de julgamento e tudo quanto disser respeito ao interesse dos possíveis candidatos. 2º . com todos os elementos capazes de identificá-la. §§ 2º e 3º da Constituição Federal. Art. salvo nos casos de acumulação legal. * Vide artigo 359. § 2º. dele se dando prévia e ampla publicidade da abertura de inscrições. deste Regulamento. inclusive as condições psicológicas do candidato. deste Regulamento. . 8º .A nomeação para cargo de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos. * Vide artigo 37. mediante provas ou provas e títulos.

Art. havendo motivos relevantes. ressalvados os casos em que. mediante ato de designação do Secretário de Estado.As instruções reguladoras do concurso serão aprovadas pelo Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil do Estado. a juízo do Secretário de Estado de Administração. § 4º do DecretoLei 220/75 . 3) quitação das obrigações militares. na forma da legislação federal pertinente. de 2 (dois) anos no máximo. quando for o caso. distribuído por especialização. titular de órgão integrante da Governadoria ou dirigente de autarquia. * Vide artigo 37. IV da Constituição Federal e artigo 12. contados da publicação da classificação geral. III e IV da Constituição Federal e artigo 2º. V – o prazo de duração do estágio experimental. deva ser fixado limite próprio pelas instruções especiais de cada concurso. a igualdade de direitos e obrigações civis.Encerradas as inscrições. . § 8º do Decreto-Lei 220/75 .claudetepessoa. pela tipicidade das tarefas ou atribuições de cada cargo. II – o grau de instrução exigível. * Vide artigo 37. § 1º .Estatuto. 9º . que não será inferior a 6 (seis) nem superior a 12 (doze) meses. deste Regulamento. I da Constituição Federal.Além dos requisitos de que trata este artigo. para concurso destinado ao provimento de qualquer cargo. § 5º . § 2º . ** Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. por período não excedente a 12 (doze) meses.O candidato habilitado nas provas e no exame de sanidade físico-mental será submetido a estágio experimental. § 3º . desde que reconhecida.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. regularmente processadas. § 10 do Decreto-Lei 220/75 .com 26 * Vide artigo 2º. 2) pleno gozo dos direitos políticos. desde que dentro do prazo de validade das provas. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.Independe de limite de idade a inscrição em concurso de servidores da Administração Direta ou Indireta. III – o número de vagas a ser preenchido. IV – o prazo de validade das provas. só prorrogável uma vez. são exigíveis para inscrição em concurso público: 1) nacionalidade brasileira ou portuguesa. a critério da Administração poderão ser designados para estágio candidatos habilitados. não se abrirão novas inscrições para a mesma categoria funcional antes da publicação da homologação do concurso.Estatuto. * Vide artigo 37. § 4º .Estatuto. * Vide artigo 2º. a ser comprovado mediante apresentação de documento hábil. § 3º. III e IV da Constituição Federal.Para as vagas que ocorrerem após a publicação das instruções reguladoras do concurso. * Vide artigo 37.

* Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. fará publicar sua imediata dispensa. ao ser designado para estágio experimental.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. a autoridade que tiver designado o estagiário comunicará ao órgão promotor do concurso o resultado do desempenho das atividades exercidas no cargo. conforme o fixado pelas respectivas instruções reguladoras do concurso. nem a base de contribuição. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 3º . percebendo o estagiário retribuição correspondente a 80% (oitenta por cento) do vencimento do cargo. 10 – A designação prevista no artigo anterior observará a ordem de classificação nas provas e o limite de vagas a serem preenchidas. assegurada a diferença se nomeado afinal. disciplina e eficiência. Art.O chefe imediato do estagiário encaminhará à autoridade referida neste artigo. . * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. concluindo pela aprovação ou não do candidato. se motivo relevante não justificar encaminhamento antes deste prazo.O candidato que. ressalvado o adicional por tempo de serviço. 12 – Expirado o prazo de duração do estágio experimental. 11 – O candidato não aprovado no estágio experimental será considerado inabilitado no concurso e retornará automaticamente ao cargo ou emprego de que se tenha afastado.Não se exigirá o afastamento referido no § 1º. Art. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 1º .com 27 Parágrafo único – O ato de designação indicará expressamente o prazo do estágio. relatório circunstanciado sobre o desempenho das atividades do interessado.Este afastamento não alterará a filiação ao sistema previdenciário do estagiário. das vantagens e do auxílio-moradia. ficará dele afastado com a perda do vencimento ou salário. Art. em caráter efetivo.Quando a autoridade competente para a avaliação concluir desfavoravelmente ao estagiário. § 2º . for ocupante.claudetepessoa. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. se o cargo efetivo for acumulável com o do objeto do concurso. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 1º . § 2º . se for o caso. de cargo ou emprego em órgão da Administração Estadual Direta ou Autárquica. assiduidade. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. nos 15 (quinze) dias anteriores ao término do estágio. inclusive suas condições psicológicas. idoneidade moral.

que se homologará por ato do Secretário de Estado de Administração.com 28 § 3º . ocorrerá com a posse. o início do exercício do cargo. deste Regulamento. além dos enumerados nos itens 1 a 3. § 5º . Em ambos os casos. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. por proposta do Secretário de Estado de Administração. se a posse ou o exercício não se verificar nos prazos estabelecidos. * Vide artigo 37. os candidatos habilitados. será publicada no órgão oficial a classificação final do concurso. em cargo em comissão. 15 – São requisitos para a posse. do § 3º. contados do término do prazo de que trata este artigo. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. II – declaração de bens. em até 60 (sessenta) dias. * Vide artigo 41 da Constituição Federal.Direção e Assistência Intermediária. § 2º . . I – habilitação em exame de sanidade físico-mental realizado exclusivamente por órgão oficial do Estado. salvo para a percepção da diferença de retribuição a que se refere o artigo 10 e para aquisição de estabilidade. II e V da Constituição Federal e artigos 8º e 10 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 22. quando se computará o período do estágio experimental.claudetepessoa.Será tornado sem efeito o ato de provimento. observada rigorosamente a classificação obtida. do Grupo III – Cargos Profissionais. § 3º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 283. integrante do Grupo II . com o exercício. Art. 13 – A data da publicação do ato de nomeação será considerada. SEÇÃO II DA INVESTIDURA Art. § 7º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 88. e em cargo de provimento efetivo.Enquanto não publicado o ato de nomeação a que se refere o parágrafo anterior. o candidato permanecerá na condição de estagiário. artigo 2º. o prazo para investidura poderá ser prorrogado ou revalidado. para todos os efeitos. 14 – A investidura em cargo em comissão.Mediante requerimento do interessado e ocorrendo motivo relevante. contados da publicação do ato de provimento ou de simples investidura.Recebidos pelo órgão promotor do concurso os resultados da avaliação de todos os estagiários. Art. a critério da Administração. deste Regulamento. integrante do Grupo I – Direção e Assessoramento Superiores – DAS. dentro do qual serão nomeados.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. do artigo 8º: * Vide artigo 10. contados de sua homologação. § 1º . § 4º . iniciar-se-á dentro do prazo de 30 (trinta) dias.O prazo de validade do concurso é de 90 (noventa) dias. deste Regulamento.

além do requisito estabelecido no item 2. V – inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda (CPF). 16 – Da posse se lavrará termo do qual constará compromisso de fiel cumprimento dos deveres da função pública. III – o Chefe do Gabinete Militar. II – os Secretários de Estados. quando se tratar de investidura em cargos de provimento efetivo. na Administração Direta ou Indireta de qualquer esfera de Poder Público. VI – atendimento às condições especiais previstas em lei ou regulamento para determinados cargos. 20 – A competência para dar posse e exercício poderá ser objeto de delegação. Parágrafo único – A comprovação dos requisitos a que se referem os itens 1 e 3. inclusive aos dirigentes de autarquias a estas vinculadas. bem como a prestação de fiança.com 29 III – bom procedimento. não será exigida nos casos de reintegração e aproveitamento. IV – os dirigentes de autarquias. o Procurador-Geral do Estado e o Procurador-Geral da Justiça. 17 – São competentes para dar posse: * Vide artigo 10. e o inciso III. § 2º . § 1º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. I – O Governador. ratificada pelo Secretário de Estado de Segurança Pública. do artigo 8º. Art. Art. incluídos os do seu cônjuge. comprovado por atestado de antecedentes expedido por órgão de identificação do Estado do domicílio do candidato à investidura ou mediante informação. . * Vide artigo 8º. § 2º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. do § 3º. do § 3º.Quando o funcionário efetivo for provido em cargo em comissão. do artigo 8º. se for o caso. Parágrafo único – Os termos de posse e as correspondentes declarações de bens serão arquivados nas Secretarias de lotação do servidor.claudetepessoa. Art. quando a natureza da função o exigir. este atenderá às exigências do artigo. em processo. aos ocupantes de cargo em comissão no âmbito dos respectivos órgãos. 18 – São requisitos para o exercício os mesmos estabelecidos para a posse. IV – declaração sobre se detém outro cargo. aos ocupantes de cargo em comissão das respectivas entidades. aos Secretários de Estado e demais autoridades que lhe sejam diretamente subordinadas. exceto os indicados nos incisos II e VI. não se exigirá a comprovação dos requisitos de que trata este artigo. Art. aos ocupantes de cargo em comissão no âmbito das respectivas Secretarias.Quando o provimento recair em inativo. e se consignará a apresentação de declaração de bens do empossado. § 1º . * Vide artigo 10. do artigo 15. 19 – É competente para dar exercício o Secretário de Estado de Administração.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. função ou emprego. § 1º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. ou se percebe proventos de inatividade.

O responsável por alcance ou desvio de material não ficará isento do procedimento administrativo e criminal que couber. * Vide artigo 37.com 30 SEÇÃO III DA FIANÇA Art. § 1º . CAPÍTULO II DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA SEÇÃO I DOS CARGOS EM COMISSÃO Art. Art.A fiança poderá ser prestada em: 1) dinheiro.Não poderá ser autorizado o levantamento da fiança. II e V da Constituição Federal e artigo 10 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 14. antes de tomadas as contas do funcionário. este optará pelo vencimento do cargo em comissão ou pela percepção do vencimento e vantagens do seu cargo efetivo acrescida de uma gratificação correspondente a 70% (setenta por cento) do valor fixado para o cargo em comissão. 3) apólices de seguro de fidelidade funcional. desde que reúna os requisitos necessários e a habilitação profissional para a respectiva investidura. 23 – Recaindo a nomeação em funcionário do Estado. 2) títulos de dívida pública da União ou do Estado. podendo esta recair em funcionário. deste Regulamento. § 3º . * Vide artigos 287 e 288. Parágrafo único – A competência e as atribuições dos cargos em comissão e de seus titulares serão definidas nos regimentos dos respectivos órgãos. não se dará investidura sem a prévia satisfação dessa exigência. .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. ainda que o valor da fiança seja superior ao prejuízo verificado. deste Regulamento. 21 – Quando o provimento em cargo ou função depender de prestação de fiança. em servidor regido pela legislação trabalhista ou em pessoa estranha ao serviço público. emitidas por instituição oficial ou legalmente autorizada para esse fim. § 2º . consulta ou assessoramento superiores.claudetepessoa. e é provido mediante livre escolha do Governador. 22 – O cargo em comissão se destina a atender a encargos de direção e de chefia.

26 – O inativo provido em cargo em comissão perceberá integralmente o vencimento para este fixado.O regime previdenciário dos servidores no exercício de cargo em comissão é o dos funcionários efetivos da Administração Direta. Art. Art.claudetepessoa. XVI da Constituição Federal. o vencimento para este fixado. § 10 da Constituição Federal. Cláudio Brandão de Oliveira. o Decreto 5952/82. 27 – A posse em cargo em comissão determinará o concomitante afastamento do funcionário do cargo efetivo de que for titular. que aceitar nomeação para cargo em comissão da estrutura da Administração Direta ou das autarquias. traz a seguinte redação: “Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação. desde que o funcionário tenha sido colocado à disposição do Governo Estadual sem ônus para a esfera do poder a que pertence. cumulativamente com o respectivo provento. enquanto durar o exercício do cargo em comissão. bem como nos registros relativos ao servidor. § 4º . 28 a 34 do Regulamento do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis – RJ. SEÇÃO II DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS1 1 Conforme nota de rodapé constante na obra do Exmo. § 2º . Parágrafo único – Na hipótese do artigo. 24 – O servidor contratado.Exonerado do cargo em comissão. que será calculado sobre o valor do cargo que ocupa em caráter efetivo. pelo exercício do cargo em comissão. ressalvados os casos de acumulação legal.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. terá suspenso seu contrato de trabalho. para o fim determinado. 25 – Somente após ter sido colocado à disposição do Poder Executivo do Estado. não podendo o servidor contratado exercer a opção prevista no artigo 23. observará o procedimento estabelecido no artigo 23. e suprimidos pelo respectivo texto as expressões função . § 13 da Constituição Federal.A retribuição pelo exercício de cargo em comissão será o valor do respectivo símbolo. caso contrário. * Vide artigo 37. § 1º . 133. em seu artigo 4º. Parágrafo único – A opção pelo vencimento do cargo em comissão não prejudicará o adicional por tempo de serviço devido ao funcionário. * Vide artigo 37. * Vide artigo 40. 156 e 157. revogadas as disposições em contrário. Art.O afastamento em virtude da condição temporária do exercício do cargo em comissão e o retorno à situação primitiva serão obrigatoriamente anotados na carteira profissional. § 3º . especialmente as dos arts. poderá o ato de nomeação recair em funcionário de outro Poder ou de outra esfera de Governo. deste Regulamento. o servidor reverterá imediatamente ao exercício do contrato. Dr.com 31 * Vide artigos 132. receberá. Art.

ou funções gratificadas. para atender a encargos de chefia. e a gratificação respectiva tem o caráter de vantagem acessória ao seu vencimento. salvo quando a designação recair em inativo ou em servidor regido pela legislação trabalhista. no âmbito das respectivas unidades administrativas. as autoridades referidas nos incisos II. bem como os símbolos e respectivas gratificações prefixadas em lei. p. Art. nos termos do Decreto-Lei nº 147. e dentre os servidores que lhes são mediata ou imediatamente subordinados. 2003. integrante do Grupo II – Chefia e Assistência Intermediárias – CAI. como gratificação suplementar temporária. secretariado. de 26 de junho de 1975. ao criar as funções gratificadas. de acordo com o Anexo II do Decreto-Lei nº 408. 34 – Compete à autoridade a que ficar subordinado o servidor designado para função gratificada dar-lhe exercício no prazo de 30 (trinta) dias. observará os recursos orçamentários existentes para esse fim. em níveis intermediário e inferior. do artigo 17. 2º e 4º. assessoramento e outros. 30 – O exercício da função gratificada. é a criada pelo Poder Executivo. Art. do artigo 22 e do artigo 24 e seus §§ 1º. * Vide artigo 37. III e IV.A retribuição pelo exercício de função gratificada corresponderá ao valor do respectivo símbolo.claudetepessoa. – Rio de Janeiro: Roma Victor.Aplicam-se à função gratificada as regras do § 2º. 28 – Função gratificada de preenchimento em confiança. guardará correspondência de atribuições com as do cargo efetivo exercido pelo funcionário designado. Art. de 02 de fevereiro de 1979. independentemente de posse.) . Art. Art.” (Estatuto do Funcionários Públicos Civis do Estado do Rio de Janeiro / Organização e notas Cláudio Brandão de Oliveira. 31 – Com exceção dos aposentados e dos ocupantes de empregos cujos contratos tenham sido suspensos. não constituindo emprego. 29 – O Poder Executivo.com 32 Art. Art. a que se acrescentará. com símbolo próprio. 32 – São competentes para designar e dispensar ocupantes de funções gratificadas. V da Constituição Federal. o valor correspondente ao que o servidor vinha percebendo no exercício do contrato suspenso.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.76. somente poderá ser designado para prover função gratificada funcionário efetivo do Estado. § 2º . § 1º . é indispensável a prévia concordância do dirigente desse órgão. 33 – Independe de exame de sanidade físico-mental a investidura em função gratificada. Parágrafo único – Quando a designação deva recair em servidor lotado em órgão diferente.

eventualmente. * Redação dada pelo Decreto 25. se existente. desde que a substituição seja superior a 30 dias. . § 2º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 1º . 1º deste Regulamento.A substituição. * Vide artigo 14 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 4º .Quando depender de ato e se a substituição for indispensável. Art.299/99.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. a proposta de designação do substituto deverá ser encaminhada ao Governador do Estado. do artigo 14. * Vide artigo 14. e até o seu provimento. * Redação dada pelo Decreto 25.claudetepessoa. 36 – A substituição não poderá recair em servidor contratado ou em pessoa estranha ao serviço público.A regra do parágrafo anterior não se aplica no caso de substituição automática. * Vide artigo 14. em substituição. regulamento ou regimento. que seja ocupante de cargo em comissão ou função de confiança de remuneração e/ou simbologia igual ou superior àquela atribuída ao cargo/função objeto da substituição. independe de posse. 35 – Os cargos em comissão ou funções gratificadas poderão ser exercidos.299/99.299/99.A substituição somente será exercida por funcionário estadual. Parágrafo único – Aplicam-se ao responsável pelo expediente as disposições desta Seção. fazendo jus o substituto somente à diferença de remuneração. * Redação dada pelo Decreto 25. § 5º .299/99. assim definido no §1º do art.A substituição automática é a estabelecida em lei. SEÇÃO III DA SUBSTITUIÇÃO Art. * Redação dada pelo Decreto 25. § 3º . § 2º . § 6º . poderão ser designados funcionários do Estado para responder pelo seu expediente.299/99. cargo em comissão ou função de confiança igual ou superior ao daquele que for substituído. Art. o substituto será designado pela autoridade imediatamente superior àquela substituída. em sua estrutura.Na hipótese de o órgão ou entidade não conter. 37 – Na vacância de cargo em comissão ou de funções gratificadas. * Redação dada pelo Decreto 25. que será automática ou dependerá de ato de designação. nos casos de impedimento legal e afastamento de seus titulares. § 2º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. e processar-se-á independentemente de ato.com 33 Parágrafo único – Aplica-se à função gratificada o disposto nos §§ 1º e 2º.

se extinto. 40 – A reintegração. § 2º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. que será restabelecido. se alterado. * Vide artigo 5º. § 3º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. Art. quando se tratar de cargo de classe singular ou de cargo de classe inicial de série de classes. observada a habilitação profissional. Parágrafo único – Não ocorrendo qualquer das hipóteses previstas nesse artigo. a ele ou a outro vago da mesma classe será reconduzido. * Vide artigo 37. no resultante da alteração. 42 – A reintegração ocorrerá sempre no sistema de classificação a que pertencia o funcionário.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art. quando se tratar de cargo que. ou.claudetepessoa. * Vide artigo 41. em qualquer das hipóteses sem direito à indenização. é o reingresso do funcionário exonerado ex officio ou demitido do serviço público estadual. recurso hierárquico ou revisão de processo. 38 – A nomeação será feita: I – em caráter efetivo. 41 – A reintegração será feita no cargo anteriormente ocupado. * Vide artigo 5º. II – em comissão. que decorrerá de decisão administrativa ou judicial. § 2º da Constituição Federal e artigo 5º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. SEÇÃO II DA REINTEGRAÇÃO Art. . assim deva ser provido. com ressarcimento do vencimento e vantagens e reconhecimento dos direitos ligados ao cargo. se exercia outro cargo e este estiver vago. Art. será exonerado de plano. § 1º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. em virtude de lei. quem lhe houver ocupado o lugar. noutro de vencimento equivalente.com 34 CAPÍTULO III DAS FORMAS DE PROVIMENTO SEÇÃO I DA NOMEAÇÃO Art. 39 – A nomeação em caráter efetivo obedecerá à ordem rigorosa de classificação dos candidatos habilitados em concurso. o funcionário será reintegrado no cargo extinto. IV da Constituição Federal. se não estável. * Vide artigo 5º. como excedente. Parágrafo único – A decisão administrativa que determinar a reintegração será sempre proferida em pedido de reconsideração. 43 – Reintegrado o funcionário.

Art. § 1º.com 35 Parágrafo único – Se estável.Restabelecido o cargo.claudetepessoa. § 2º da Constituição Federal e artigo 5º. § 1º. 45 – Aproveitamento é o retorno ao serviço público estadual do funcionário colocado em disponibilidade. ainda que modificada sua denominação. se o funcionário não entrar em exercício no prazo legal. I da Constituição Federal. deste Regulamento. Art. poderá nele ser aproveitado o funcionário posto em disponibilidade quando da sua extinção. Parágrafo único – Provada a incapacidade definitiva em inspeção médica. * Vide artigo 8º. terá preferência o de maior tempo de disponibilidade e. o de maior tempo de serviço público estadual.O aproveitamento dependerá de prova de sanidade físico-mental verificada mediante inspeção médica. 47 – Havendo mais de um concorrente à mesma vaga. SEÇÃO IV DA READAPTAÇÃO . § 4º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. §§ 2º e 3º da Constituição Federal e artigo 301. SEÇÃO III DO APROVEITAMENTO Art. 44 – O funcionário reintegrado será submetido à inspeção médica e aposentado se julgado incapaz. * Vide artigo 41. p. * Redação dada pelo Decreto 5952/82. Art. no caso de empate. 48 – Será tornado sem efeito o aproveitamento e cassada a disponibilidade. * Vide artigo 40. será decretada a aposentadoria. § 1º . * Vide artigo 6º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. deste Regulamento. * Vide artigo 41. salvo caso de doença comprovada em inspeção médica. 46 – O funcionário em disponibilidade poderá ser aproveitado em cargo de natureza e vencimento compatível com os do anteriormente ocupado. I da Constituição Federal. § 2º . Art. * Redação dada pelo Decreto 5952/82. único. ainda que necessária a sua criação. caput do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 68. como excedente ou não. o funcionário que houver ocupado o lugar do reintegrado será obrigatoriamente provido em igual cargo. * Vide artigo 40.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.

§ 1º . § 2º . deste Regulamento. 53 – A vacância decorrerá de: I – exoneração. I – a pedido. CAPÍTULO V DA VACÂNCIA Art. 50 – A readaptação de que trata o artigo anterior se fará por: I – redução ou cometimento de encargos diversos daqueles que o funcionário estiver exercendo. 54 – Dar-se-á exoneração ou dispensa: * Vide artigo 16 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. observados os requisitos de habilitação fixados para a classe respectiva. ou do cargo de classe singular de que for ocupante. . VIII – dispensa. respeitadas as atribuições da série de classes a que pertencer. II – provimento em outro cargo. Art. 49 – O funcionário estável poderá ser readaptado ex officio ou a pedido em função mais compatível. Art. III – transferência. para cargo vago.claudetepessoa. 51 – A readaptação será processada: I – quando provisória. VII – determinação em lei. II – demissão. * Vide artigo 7º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 69.com 36 Art. VI – perda do cargo. consideradas a hierarquia e as funções do seu cargo.A readaptação dependerá sempre de prévia inspeção realizada por junta médica do órgão oficial competente. * Vide artigo 15 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.A readaptação referida no inciso II deste artigo não acarretará descenso nem elevação de vencimento. II – quando definitiva. por motivo de saúde ou incapacidade física. V – falecimento.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 52 – Dar-se-á vacância do cargo ou da função na data do fato ou da publicação do ato que implique desinvestidura. Art. IV – aposentadoria. na mesma ou em outra unidade administrativa. mediante ato do Secretário de Estado de Administração. II – ex-officio. pela redução ou atribuição de novos encargos ao funcionário. Art. IX – destituição de função. por ato do Governador.

primeira parte. extinta a punibilidade administrativa por prescrição. § 1º da Constituição Federal e artigo 17 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 1) de exercício de cargo em comissão. quando em férias. II.No caso de cessação de freqüência do funcionário desistente. se for julgada de seu interesse a permanência do funcionário. TÍTULO III DA REMOÇÃO E DA TRANSFERÊNCIA CAPÍTULO I DA REMOÇÃO Art. deste Regulamento. * Vide artigo 41. * Vide artigo 37. V e § 1º e artigo 303. ficando o seu ocupante.A exoneração ou dispensa ex officio ocorrerá nas seguintes hipóteses: * Vide artigo 16. em disponibilidade. parte final. * Vide artigo 72.com 37 § 1º . deste Regulamento. II. salvo se a pedido. 84. § 1º. a Administração poderá deferi-la. deste Regulamento. § 1º . o funcionário não houver requerido exoneração. a pedido ou ex officio. único do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. I – em virtude de sentença judicial ou mediante processo administrativo disciplinar em que se lhe tenha assegurado ampla defesa. 56 – A remoção. § 3º . aceito pela Administração. se estável. V.claudetepessoa.O funcionário removido.Estatuto. *Vide artigo 298. § 1º da Constituição Federal. II – quando. 55 – O funcionário perderá o cargo: * Vide artigo 41. mediante manifestação do titular da Secretaria ou órgão equivalente a que ele pertencer. for extinto. . § 1º e artigo 57 do Decreto-Lei 220/75 .A remoção só poderá dar-se para lotação. § 2º . por despacho do Subchefe para Assuntos de Governo. 2) de abandono de cargo. é o deslocamento do funcionário de sua lotação para a de outra Secretaria de Estado ou órgão diretamente subordinado ao Governador. III – nos demais casos especificados em lei. 3) na prevista no artigo 43. § 2º – Em caso de desistência do pedido de exoneração ainda não acolhido. Art. quando. * Vide artigo 9º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigos 70 e 79. em que houver claro. p. XVIII. quando fixada definitivamente. aplicar-se-á o disposto no § 2º do art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. por ser desnecessário. não as interromperá. * Vide artigo 41. da Constituição Federal. § 2º da Constituição Federal. * Vide artigo 52.

Art.-Lei 408. 61 – A transferência poderá ser feita de cargo de Administração Direta para outro da autárquica. 60 – A transferência se fará à vista de comprovação competitiva de habilitação dos interessados para o exercício do novo cargo. realizada perante a Fundação Escola de Serviço Público do Estado do Rio de Janeiro. a habilitação será condicionada à prévia comprovação de que o interessado satisfaz às exigências para o exercício da profissão. 65 – No caso de transferência para cargo correspondente a atividade profissional regulamentada. e não a preenchimento por simples investidura. 66 – Não poderá ser transferido o funcionário que não tenha adquirido estabilidade. 59 – Transferência.07. 62 – Quando se tratar de cargo de classe inicial de série de classes. . Art.02. 63 – A transferência será feita a pedido do funcionário. 57 – A remoção por permuta será processada a pedido escrito de ambos os interessados.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.79. II da Constituição Federal. 64 – A transferência não interromperá o exercício para efeito de adicional por tempo de serviço. de 18. a transferência não poderá ser feita para cargo vago destinado a provimento por concurso já aberto.claudetepessoa. ou reciprocamente. e de um para outro cargo de quadros diferentes da mesma entidade. Art. quando não se trata da definida no art. 4º do Dec. Art.75. 58 – Cabe ao Secretário de Estado de Administração expedir os atos de remoção. Art. Art.com 38 * Vide artigos 90 a 96. deste Regulamento. após audiência dos titulares dos órgãos interessados. e no inciso IV. Art. alínea “c”. Art. é o ato de simples investidura do funcionário em outro cargo de denominação diversa e de retribuição equivalente. Parágrafo único – Quando se tratar de provimento de cargo em comissão. Art. * Vide artigo 37. a remoção decorrerá da publicação do respectivo ato de nomeação. atendidos o interesse e a conveniência da Administração. do art.-lei 220. 14 do Dec. de 02. CAPÍTULO II DA TRANSFERÊNCIA Art.

Art. § 2º . pelo titular da unidade administrativa em que estiver servindo o funcionário. § 1º .Quando em férias.claudetepessoa.com 39 TÍTULO IV DO TEMPO DE SERVIÇO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. a interrupção e o reinício do exercício serão registrados no assentamento individual do funcionário. II – da publicação do ato de reintegração. deste Regulamento. * Vide artigo 9º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigos 56 a 58. Art. esse prazo será contado a partir do término do impedimento. de transferência ou de aproveitamento. 69 – A transferência. § 2º . § 1º . . deste Regulamento. que é contado na nova classe a partir da validade do ato. 68 – O funcionário entrará em exercício no prazo de 30 (trinta) dias contados da data: * Vide artigo 8º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 14. deste Regulamento.O prazo referido no caput deste artigo poderá ser prorrogado. 67 – O início.O prazo a que se refere este artigo será considerado como período de trânsito. contados da data da publicação do respectivo ato. para reiniciar suas atividades. no máximo por igual período. 70 – O funcionário removido para outra unidade administrativa terá prazo de 5 (cinco) dias. § 3º . Art. por solicitação do interessado. deste Regulamento. a juízo da autoridade competente para darlhe exercício. III – da publicação do ato de provimento em função gratificada. * Vide artigo 79. * Vide artigo 49. 71 – O funcionário terá exercício na unidade administrativa para a qual for designado. a promoção e a readaptação por motivo de saúde não interrompem o exercício. XVIII. licenciado ou afastado legalmente de seu cargo. Art.Ao entrar em exercício o funcionário apresentará ao órgão competente os elementos necessários à abertura de seu assentamento individual.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. computável como de efetivo exercício para todos os efeitos. I – da publicação do ato de nomeação em cargo efetivo.O início do exercício e as alterações que nele ocorrerem serão comunicados ao órgão setorial de pessoal.

o exercício de função gratuita.claudetepessoa. devam ter exercício em cada órgão de Governo referido neste artigo. federal ou estadual. § 2º .O funcionário suspenso disciplinar ou preventivamente. § 2º . para qualquer efeito. 75 – Preso preventivamente. § 2º . 73 – O afastamento do funcionário de sua unidade administrativa. o funcionário será afastado do exercício do cargo. 76 – A apuração do tempo de serviço será feita em dias. será afastado do exercício do cargo. 72 – Haverá lotação única de funcionários em cada Secretaria de Estado ou órgão diretamente subordinado ao chefe do Poder Executivo. III – enquanto durar o mandato de Vereador. .Será. inclusive de ocupantes de funções de confiança. 74 – O funcionário será afastado do exercício de seu cargo: * Vide artigo 38 da Constituição Federal e artigo 138. nos casos de cálculo para aposentadoria. quando para desempenho de função de confiança no Estado. Art. segundo as necessidades. considerado o ano como de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. § 1º . ainda. até decisão transitada em julgado. pronunciado. deste Regulamento. se não existir compatibilidade de horário entre o seu exercício e o da função pública.Entende-se por lotação o número de funcionários de cada série de classes ou de classes singulares. II – enquanto durar o mandato de Prefeito ou Vice-Prefeito.O funcionário nomeado integrará lotação na qual houver claro. não considerado. os dias restantes até 182 (cento e oitenta e dois) não serão computados. arredondando-se para um ano quando exceder esse número. § 1º . ou preso administrativamente.Feita a conversão. I – enquanto durar o mandato legislativo ou executivo.O número de dias será convertido em anos.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. dar-se-á somente com ônus para a unidade requisitante. CAPÍTULO II DA APURAÇÃO Art. observando-se igual critério quanto às demais formas de provimento. Art. IV – durante o lapso de tempo que mediar entre o registro da candidatura eleitoral e o dia seguinte ao da eleição. * Vide artigo 40. Art. §§ 3º e 10 da Constituição Federal.com 40 Art. denunciado por crime funcional ou condenado por crime inafiançável em processo no qual não haja pronúncia. que. afastado o funcionário condenado por sentença definitiva à pena que não determine demissão. § 1º .

III – justificação judicial. . Art. até 8 (oito) dias. VIII – licença para tratamento de saúde. no serviço público do Estado do Rio de Janeiro. desde que de interesse para a Administração e não ultrapasse o prazo de 12 (doze) meses. as certidões a que se referem os I e II do caput deste artigo serão fornecidas ex officio pelo próprio órgão competente para processar a aposentadoria. empresas públicas e sociedades de economia mista. fornecida pelo órgão competente para a expedição do elemento a que se refere o anterior. I – férias. XII – missão oficial. V – estágio experimental. quando não forem apresentadas pelo requerente. quando o afastamento houver sido autorizado pelo Governador. 78 – Admitir-se-á como documentação própria comprobatória do tempo de serviço público: I – certidão de tempo de serviço.Sobre tempo de serviço comprovado mediante justificação judicial. no serviço público da União. empresas públicas e sociedades de economia mista. Art. X – acidente em serviço ou doença profissional. de provimento em comissão ou em substituição.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. VI – licença-prêmio. § 3º . inclusive respectivas autarquias. III – exercício de outro cargo ou função de governo ou de direção. § 1º . somente sendo admitido o posterior quando acompanhado de certidão negativa. II – certidão de freqüência. II – casamento e luto. de provimento em comissão ou em substituição. de outros Estados e dos Municípios. IX – licença por motivo de doença em pessoa da família. 79 – Será considerado como de efetivo exercício o afastamento por motivo de: * Vide artigo 11 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. extraída de folha de pagamento. será prévia e obrigatoriamente ouvida a Procuradoria-Geral do Estado. XIV – prestação de prova ou de exame em curso regular ou em concurso público.claudetepessoa. IV – exercício de outro cargo ou função de governo ou de direção. sem prejuízo do vencimento do funcionário. extraída de folha de ponto.Os elementos probantes indicados nos incisos acima são exigíveis na ordem direta de sua enumeração. desde que não exceda o prazo de 12 (doze) meses. ou serviço prestado à Presidência da República em virtude de requisição oficial. XIII – estudo no exterior ou em qualquer parte do território nacional.Quando se tratar de tempo de serviço prestado ao Estado. § 2º . XI – doença de notificação compulsória.com 41 Art. inclusive respectivas autarquias. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. VII – licença para repouso à gestante. 77 – Os dias de efetivo exercício serão computados à vista de documentação própria que comprove a freqüência.

XV – recolhimento à prisão. § 9º da Constituição Federal. Art. XX – candidatura a cargo eletivo. qualquer período de férias não gozado por ocupante de cargo em comissão – DAS. VII – em dobro. XIX – faltas por motivo de doença comprovada. III – o tempo de serviço prestado como extranumerário ou sob qualquer outra forma de admissão. I – o tempo de serviço público federal. federal ou estadual. 80 – Para efeito de aposentadoria. e outros casos de força maior. Art.claudetepessoa. até o máximo de 3 (três) durante o mês. inciso X do Decreto-Lei 220/1975. se inocentado afinal. ressalvado o direito à contagem de períodos anteriores para os amparados por legislação vigente até a edição do Decreto-Lei nº 363. exceto em gozo de férias ou licenças. de 15 de dezembro de 1998. § 10 da Constituição Federal e artigo 29 do Decreto 220/75 Estatuto. V – o período de trabalho prestado à instituição de caráter privado que tiver sido transformada em estabelecimento de serviço público. inclusive em pessoas da família. estadual e municipal. como de serviço público estadual. art. do artigo 74. 8º e 483/81. XVI – suspensão preventiva. observado o limite temporal estabelecido no art. o tempo de licença-prêmio não gozada. VIII – em dobro. e de disponibilidade. os períodos de férias não gozadas a partir do exercício de 1977. * Vide artigo 40. 1º). XXI – mandato legislativo ou executivo. nos termos do disposto no inciso III. II – o período de serviço ativo nas Forças Armadas. limitadas a 60 (sessenta) dias. do artigo 74. XXIII – mandato de Vereador. XXII – mandato de Prefeito ou Vice-Prefeito.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 81 – Ao funcionário será assegurada a contagem. conforme o disposto nos incisos IV e V.com 42 * Vide artigo 11. de 04 de outubro de 1977. IV – o tempo de serviço prestado em autarquia. 4º da Emenda Constitucional nº 20. qualquer que tenha sido o regime da relação empregatícia. empresa pública ou sociedade de economia mista. desde que remunerado pelos cofres públicos. A prova de imperiosa necessidade de serviço será feita por despacho do Secretário de Estado. do tempo prestado anteriormente à Administração Direta ou Indireta do Estado. IX – em dobro. computado pelo dobro o tempo em operações de guerra. será computado: *Nova Redação dada pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. Parágrafo único – O afastamento para o exterior. júri e outros serviços obrigatórios por lei. mediante iniciativa da autoridade a que estiver imediatamente subordinado o servidor. se absolvido afinal. dependerá de prévia autorização do Governador. XVIII – trânsito para ter exercício em nova sede. por imperiosa necessidade de serviço (Leis 423/81. XVII – convocação para serviço militar ou encargo da segurança nacional. VI – o tempo em que o funcionário esteve em disponibilidade ou aposentado. . art. inclusive quando prestado nas Forças Auxiliares e na Marinha Mercante. * Vide artigo 40.

O funcionário deverá permanecer em serviço durante as horas de trabalho ordinário e as do extraordinário. Art. 85 – O Governador.O abono e a justificação de faltas ao serviço serão da competência do chefe imediato do funcionário. religiosos ou desportistas. somente por determinação do Governador. poderão deixar de funcionar os serviços públicos ou ser suspensos os seus trabalhos. § 2º . XVI da Constituição Federal. 83 – A freqüência será apurada por meio de ponto. quando não discriminado em lei ou regulamento. no todo ou em parte. § 1º . para todos os efeitos. § 3º . 84 – É vedado dispensar o funcionário do registro do ponto. especialistas.Excepcionalmente e apenas para elidir efeitos disciplinares. concorrente ou simultaneamente. Art. poderá ser justificada falta ao serviço. § 3º da Constituição Federal. funções ou empregos em qualquer das hipóteses previstas no art.claudetepessoa. 80. Jornadas ou quaisquer outras formas de reunião de profissionais. § 1º . 82 – É vedada a acumulação de tempo de serviço prestado.com 43 Parágrafo único – O disposto neste artigo não se aplica para os efeitos de concessão de licença-prêmio. quando convocado. participarem de Congressos. bem como abonar faltas ao serviço. CAPÍTULO III DA FREQÜÊNCIA E DO HORÁRIO Art. * Vide artigo 79. XIX. . * Vide artigo 37. comprovadamente. § 1º . o número de horas diárias de trabalho dos órgãos e unidades administrativas do Estado e das várias categorias profissionais. Seminários. poderá dispensar do registro de ponto funcionários que. presença ao serviço.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. * Vide artigo 39. em dois ou mais cargos. 86 – O Governador determinará. § 2º .Nos dias úteis. § 2º . Art. diariamente. Art. mediante expediente submetido a sua apreciação pelo Secretário de Estado de Administração.Nos registros do ponto deverão ser lançados todos os elementos necessários à apuração da freqüência. as entradas e saídas do funcionário.Ponto é o registro pelo qual se verificarão. salvo nos casos expressamente previstos em lei ou regulamento. e quando assim considerar de interesse público. técnicos. deste Regulamento.A falta abonada é considerada.

* Vide artigo 41 da Constituição Federal e artigos 12. ao órgão de pessoal correspondente. Parágrafo único – O disposto neste artigo não se aplica aos ocupantes dos cargos em comissão. sem interrupção do exercício. que continuará subordinado. Art. 88 – A estabilidade será adquirida pelo funcionário. * Vide artigo 41 da Constituição Federal e artigo 3º do Decreto 220/75 Estatuto. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. maio a julho. depois de aprovado no estágio experimental. quando nomeado em caráter efetivo. para investir-se em outro. obedecido o interesse do serviço e tendo por base os trimestres de fevereiro a abril. * Vide artigo 41 da Constituição Federal e artigo 3º do Decreto 220/75 Estatuto. necessariamente.com 44 TÍTULO V DOS DIREITOS E DAS VANTAGENS CAPÍTULO I DA ESTABILIDADE Art. o funcionário desvincular-se de seu cargo estadual. obrigatoriamente. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. * Vide artigo 39. com antecedência mínima de sessenta dias em relação a cada desses trimestres. § 5º e 13. CAPÍTULO II DAS FÉRIAS Art. 90 – O funcionário gozará. . Art. agosto a outubro e novembro a janeiro. § 1º . deste Regulamento. § 3º da Constituição Federal e artigo 18 do Decreto 220/75 Estatuto. nos termos da legislação trabalhista.É de 2 (dois) anos de efetivo exercício o prazo aquisitivo da estabilidade. 87 – Estabilidade é o direito que adquire o funcionário de não ser demitido senão em virtude de sentença judicial ou processo administrativo disciplinar em que se lhe tenha assegurado ampla defesa.claudetepessoa. de acordo com escala respectiva. § 1º .As escalas de férias serão elaboradas pelas chefias imediatas. computando-se. o período e estágio experimental. encaminhando-as.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.As disposições deste Capítulo não se aplicam ao contratado ocupante de função gratificada. 30 (trinta) dias consecutivos de férias remuneradas por ano civil. § 2º . 89 – A estabilidade já adquirida será conservada se. ao regime de tempo de serviço a que estava vinculado. para esse efeito. inclusive autárquico.

caso comprovada a não-correspondência à realidade do declarado. . § 1º . como membro. § 2º . as respectivas férias serão gozadas. Art. inclusive as relativas ao ano da publicação do ato de aposentadoria. terá como termo inicial do seu prazo a data em que o funcionário voltar ao serviço.Excluído o pessoal da área do magistério. por memorando. a investidura decorrente. § 1º . § 7º .O funcionário aposentado que exerça cargo em comissão fará jus ao gozo das férias previstas neste artigo. nas duas situações funcionais. quando for o caso. 93 – Por motivo de provimento em outro cargo. se o período restante não se ajustar ao estabelecido nos itens do parágrafo anterior. § 4º . § 8º . § 2º . § 5º .Os ocupantes de cargo em comissão ou função gratificada farão jus a 30 (trinta) dias ininterruptos de férias. § 3º .claudetepessoa. deste Regulamento.O impedimento por imperiosa necessidade de serviço. ao respectivo órgão de pessoal. não será presumido. caso não utilizado o respectivo período.As férias parceladas poderão ser gozadas: 1) em períodos de 10 (dez) dias. devendo o seu chefe imediato comunicar o fato. 91 – Somente por absoluta necessidade de serviço o funcionário deixará de gozar as férias do período. Art. 92 – No absoluto interesse do serviço.com 45 § 2º . de órgão de deliberação coletiva. * Vide artigo 94. o funcionário em gozo de férias não será obrigado a interrompê-las. as quais corresponderão ao ano em que se completar esse período.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. as férias poderão ser interrompidas ou admitido o seu gozo parcelado. 2) em períodos de 15 (quinze) dias.Não serão concedidas férias com início em um exercício e término no seguinte. § 6º .É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao trabalho. fica vedada a possibilidade da concessão de férias coletivas ao funcionalismo público estadual. sujeitando-se às penalidades previstas neste Regulamento. responsabilizar-se-á pela declaração da imperiosa necessidade de serviço.A chefia imediata do funcionário impedido de gozar férias.Na hipótese de interrupção de férias. Art. ainda que o regime de seu cargo efetivo estabeleça período diverso. obrigatória e simultaneamente.Quando o ocupante de cargo efetivo participar.Somente depois do primeiro ano de efetivo exercício adquirirá o funcionário direito a férias. para o gozo de férias pelo funcionário. o prazo será contado para efeito da acumulação de que trata o artigo precedente.

I – para tratamento de saúde. gozarão obrigatoriamente férias remuneradas de 20 (vinte) dias consecutivos por semestre de atividade. III – para repouso à gestante. Art.Estatuto. na hipótese do § 5º do artigo 12. quando o funcionário for considerado recuperável. do art. que concluirá pela sua volta ao serviço. 97. 97. em ato próprio.Nas licenças dependentes de inspeção médica. II – por motivo de doença em pessoa da família.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. comunicará ao chefe imediato o seu endereço eventual. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. o funcionário será submetido a nova inspeção. Art. ou estejam em contato direto e permanente com portadores de doenças infecto-contagiosas. IV – para serviço militar. e aos estagiários. e pelo prazo indicado nos respectivos laudos. que operem diretamente com Raios X ou substâncias radioativas. 94 – Todos os servidores.Conceder-se-á licença: * Vide artigo 19 do Decreto 220/75 . V – para acompanhar o cônjuge. § 2º .claudetepessoa.Excetua-se do prazo estabelecido neste artigo a licença para tratamento de saúde. .com 46 Art. poderá estender o disposto no presente artigo aos servidores que lidem diretamente com outras substâncias consideradas altamente tóxicas ou insalubres. não parceláveis nem acumuláveis. a juízo da junta médica. § 1º . do artigo anterior. se for julgado definitivamente inválido para o serviço público em geral. CAPÍTULO III DAS LICENÇAS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. o funcionário não poderá permanecer em licença por prazo superior a 24 (vinte e quatro) meses. V e VII. na forma da legislação específica. Art. VII – para desempenho de mandato legislativo ou executivo. 95 – O funcionário. expirado o prazo deste artigo e ressalvada a hipótese referida no parágrafo anterior. Art. 99 – As licenças nos incisos I. Parágrafo único – O Secretário de Estado de Administração. ou pela aposentadoria. VI – a título de prêmio. serão concedidas pelo órgão médico oficial competente ou por outros aos quais aquele transferir ou delegar atribuições. 96 – As disposições deste Capítulo são extensivas aos contratados em exercício de função gratificada. II e III. pela readaptação. ao entrar em férias. 98 – Salvo os casos previstos nos incisos IV.

a qual será sempre publicada.Se da inspeção ficar constatada simulação do funcionário. o laudo ou atestado deverá ser encaminhado ao órgão médico competente. na hipótese do parágrafo anterior. 102 – Ressalvada a hipótese referida na primeira parte do inciso XIX.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. e o fato será comunicado ao órgão de pessoal para as providências disciplinares cabíveis. o funcionário reassumirá o exercício. ou pessoa de sua família. § 2º .Se. que será tida como de abono de faltas.O pedido de prorrogação deverá ser apresentado antes de findo o prazo da licença. sujeitos. poderá ser admitido laudo expedido por órgão médico de outra entidade pública e.com 47 § 1º . o funcionário será obrigado a reassumir o exercício do cargo dentro de 3 (três) dias contados da publicação do despacho denegatório. 100 – Terminada a licença.Será facultado ao órgão competente. 101 – A licença poderá ser prorrogada ex officio ou a pedido. com firma reconhecida. § 1º . se indeferido. que apurará e definirá responsabilidades. ressalvados os casos de prorrogação e o previsto no artigo 111.A licença concedida dentro de 60 (sessenta) dias contados do término da anterior será.Estando o funcionário. a não homologação decorrer de falsa afirmativa por parte do médico atestante. § 4º .Considerado apto. atestado passado por médico particular. no prazo máximo de 3 (três) dias contados da primeira falta ao serviço. considerada como sua prorrogação. § 5º . este comunicará o fato ao Ministério Público e ao Conselho Regional de Medicina. absolutamente impossibilitado de locomover-se e não havendo na localidade qualquer dos órgãos referidos neste artigo. a critério médico. Art. exigir nova inspeção por outro médico ou junta oficial. a licença respectiva somente será considerada concedida com a homologação do laudo ou atestado. do artigo 79. sob pena de serem computados como faltas os dias de ausência ao serviço. na falta. Art. em caso de dúvida razoável. por esse motivo. § 2º . o tempo necessário à inspeção médica será considerado como de licença.Nas hipóteses referidas no parágrafo anterior. Art. a processo administrativo disciplinar. em que seja inscrito.No caso do laudo ou atestado não ser homologado. contar-se-á como de licença o período compreendido entre a data do término e a da publicação oficial do despacho. § 1º . sendo considerados como de efetivo exercício os dias em que deixou de comparecer ao serviço. o funcionário reassumirá imediatamente o exercício. . os dias de ausência do funcionário serão tidos como faltas ao serviço. as ausências serão havidas como faltas ao serviço.claudetepessoa. um e outro. § 3º . § 2º . caso o médico atestante não esteja vinculado ao Estado para fins disciplinares.

§ 1º . não se concederão. 108 – O funcionário licenciado comunicará ao chefe imediato o local onde poderá ser encontrado. 109 – Os estagiários não gozarão. § 2º . nesta qualidade. o funcionário abster-se-á de qualquer atividade remunerada. nesta qualidade. Parágrafo único – Os dias correspondentes à perda de vencimento. 107 – No curso das licenças a que se referem os incisos I e II. até que reassuma o exercício do cargo. do artigo 97. as licenças referidas no artigo 97. exceto a decorrente de acidente em serviço ou de doença profissional. § 1º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. não impedirá a sua exoneração ou dispensa. a eliminação do concurso não prejudicará a percepção de sua retribuição. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. Art.claudetepessoa. VI e VII. com perda total do vencimento e demais vantagens.Aplica-se aos estagiários o disposto no artigo 246. a ocorrência de qualquer fato ou circunstância tipificadora daquelas licenças importará no seu imediato afastamento do estágio e eliminação do respectivo concurso. excetuada a regra estabelecida em seu § 1º. sob pena de interrupção da licença. Art. Art. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. Art. quando no exercício de função gratificada. Art. 106 – No processamento das licenças dependentes de inspeção médica. Art. V. serão considerados como faltas ao serviço. contrair doença profissional ou sofrer internação compulsória para tratamento psiquiátrico. do artigo 97. do artigo 97. 104 – A concessão de licença ao funcionário. quando esta se der em virtude do caráter precário ou temporário de seu provimento. com fundamento nos incisos I e II.com 48 Art. . conceder-se-ão apenas as licenças de que tratam os incisos I a III. 103 – Ao funcionário provido em comissão. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 2º . § 3º . 105 – A licença superior a 90 (noventa) dias. do artigo 97.Aos contratados.Aos providos em substituição não se concederão. nesta condição.As disposições do parágrafo precedente aplicam-se ao ocupante de cargo em comissão não detentor de cargo efetivo estadual. das licenças referidas no artigo 97. as licenças referidas nos incisos IV. que se fará até que o órgão médico oficial competente declare seu pleno restabelecimento. dependerá de inspeção por junta médica. será observado o devido sigilo sobre os respectivos laudos ou atestados. ou designado para função gratificada.Na hipótese do estagiário sofrer acidente em serviço. de que trata este artigo.

da capacidade física ou mental para o trabalho. I do Decreto 220/75 . como resultado da inspeção. provocando. 112 – Em caso de doença grave. serão tidos como faltas ao serviço. o respectivo atestado ou laudo médico concluirá pela volta ao serviço.claudetepessoa. ou prorrogada. Art. Parágrafo único – Os dias em que o funcionário. ex officio ou a pedido do funcionário ou de seu representante. direta ou indiretamente. 113 – O funcionário que se recusar à inspeção médica ficará impedido do exercício do seu cargo. esta circunstância se fará expressamente consignada. pela prorrogação da licença. bem como o dano resultante da agressão não provocada. sua imediata aposentadoria. 110 – A licença para tratamento de saúde será concedida. quando a licença concedida assim o tiver exigido. . Parágrafo único – A inspeção. ficar impedido do exercício do cargo. sempre que necessário.Estatuto.Em qualquer dos casos é indispensável a inspeção médica. deste Regulamento. Art. será realizada obrigatoriamente por uma junta composta de pelo menos 3 (três) médicos. 111 – O funcionário não reassumirá o exercício do cargo sem nova inspeção médica.com 49 SEÇÃO II DA LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE Art. contagiosa ou não. § 1º .Equipara-se ao acidente em serviço o ocorrido no deslocamento entre a residência e o local do trabalho. § 1º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. sofrida pelo funcionário no desempenho do cargo ou em razão dele. pela readaptação do funcionário ou pela sua aposentadoria. realizada essa nova inspeção. permanente ou temporária. * Vide artigo 19. até que se verifique a inspeção. Art. § 2º . no local onde se encontrar o funcionário. quando não possa ele fazê-lo. 114 – No curso da licença poderá o funcionário requerer inspeção médica. Art. a perda total ou parcial. se considerar o doente irrecuperável. poderá a junta médica. Art. determinar. caso se julgue em condições de reassumir o exercício ou de ser aposentado.Considera-se acidente em serviço todo aquele que se verifique pelo exercício das atribuições do cargo. sempre que este a solicitar. que será realizada. perturbação funcional ou doença que determine a morte. que imponha cuidados permanentes. para os efeitos deste artigo. * Vide artigo 102. lesão corporal. § 2º .Incumbe à chefia imediata promover a apresentação do funcionário à inspeção médica. 115 – Quando a licença para tratamento de saúde for concedida em decorrência de acidente em serviço ou de doença profissional. por força do disposto neste artigo.

Estatuto.Entende-se por doença profissional a que se deve atribuir. no caso de aleitamento materno. às condições inerentes ao serviço ou fatos nele ocorridos. prorrogável. * Vide artigo 19. 120 – À servidora pública gestante será concedida licença pelo prazo de seis meses. podendo retroagir sua prorrogação até 15 (quinze) dias. 119 – A licença de que trata esta Seção será concedida com vencimento e vantagens integrais nos primeiros 12 (doze) meses. * Vide artigo 79. Art. 117 – O funcionário poderá obter licença por motivo de doença na pessoa de ascendente. . no máximo.A prova pericial da relação de causa e efeito a que se refere o parágrafo anterior será produzida por junta médica oficial. a pedido do funcionário. cônjuge do qual não esteja legalmente separado. 8º da LC n°128 de 26/06/2009 . imediatamente após o término da licença concedida pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS. desde que prove ser indispensável sua assistência pessoal e esta não possa ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo. § 4º . II do Decreto 220/75 . colateral consangüíneo ou afim.claudetepessoa. SEÇÃO III DA LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA EM PESSOA DA FAMÍLIA Art. também às detentoras de empregos públicos junto à Administração Pública Estadual e às servidoras ocupantes de cargos em comissão. § 5º . e com 2/3 (dois terços) por outros 12 (doze) meses.A prova do acidente será feita em processo especial. ou prorrogada. de 26 de junho de 2009. 118 – A licença referida no artigo anterior será concedida. 2 Art.O disposto nesta Lei Complementar aplica-se.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.com 50 § 3º . IX. prorrogável por igual período. deste Regulamento. no prazo de 8 (oito) dias. 116 – A licença para tratamento de saúde será concedida sempre com vencimento e vantagens integrais. sem vínculo efetivo com o Estado. ou pessoa que vive a suas expensas e conste do respectivo assentamento individual. como relação de efeito e causa. mediante a apresentação de laudo médico circunstanciado emitido pelo serviço de perícia médica oficial do Estado. *Nova Redação dada pela LC n°128. SEÇÃO IV DA LICENÇA PARA REPOUSO À GESTANTE2 Art. quando as circunstâncias o exigirem. a partir da data do referido laudo. Art. descendente. mediante requerimento. até o 2º grau civil. Art. ficando sob a responsabilidade do Tesouro Estadual o pagamento do tempo restante. por no mínimo trinta e no máximo noventa dias.

Art. § 2º Em caso de atraso injustificado na emissão do laudo mencionado pelo caput deste artigo.A licença será concedida à vista do documento oficial que prove a incorporação ou convocação. do artigo 50. 102. a qual deverá retroagir à data do término do período inicial de licença. de 26 de junho de 2009. §2º deste Decreto.claudetepessoa. sendo militar ou servidor da Administração 3 Leia-se inciso I. § 3º . a licença será concedida a partir do oitavo mês de gestação.Do vencimento descontar-se-á a importância que o funcionário percebe na qualidade de incorporado. permanecer licenciada até o final deferimento da prorrogação solicitada. § 1º . o disposto no inciso I.com 51 § 1º Salvo prescrição médica em contrário.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. será concedida licença pelo prazo que durar a sua incorporação ou convocação. salvo se optar pelas vantagens do serviço militar. Art. sem perda do vencimento. 123 – Ao funcionário que for convocado para serviço militar ou outro encargo da segurança nacional. 121 – À funcionária gestante. 124 – Ao funcionário oficial da reserva das Forças Armadas será também concedida a licença referida no artigo anterior durante os estágios previstos pelos regulamentos militares.Estatuto. será permitido à servidora. de 26 de junho de 2009. SEÇÃO V DA LICENÇA PARA SERVIÇO MILITAR Art. 122 – A licença de que trata esta Seção será concedida com vencimento e vantagens integrais. Parágrafo único – Quando o estágio for remunerado.Ao funcionário desincorporado ou desconvocado conceder-se-á prazo não excedente de 30 (trinta) dias para que reassuma o exercício. III do Decreto – Lei 220/75 – Estatuto. a partir do quinto mês da gestação e até o início da licença de que trata o artigo anterior. SEÇÃO VI DA LICENÇA PARA ACOMPANHAR O CÔNJUGE Art. * Vide artigo 19. se aplicará. *Incluído pela LC n°128. § 2º .3 Art. IV do Decreto 220/75 . * Vide artigo 19. provisoriamente. quando em serviço incompatível com seu estado. 125 – O funcionário casado terá direito à licença sem vencimento quando se cônjuge for exercer mandato eletivo ou. . do artigo 58. *Incluído pela LC n°128. aplicando-se o disposto pelo art. assegurar-se-lhe-á o direito de opção.

que deverá ser renovado de 2 (dois) em 2 (dois) anos. a partir dos quais a sua ausência será computada como falta ao trabalho. SEÇÃO VII DA LICENÇA-PRÊMIO Art. 129 – Após cada qüinqüênio de efetivo exercício prestado ao Estado.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. havendo claro. não podendo. desde que haja impedimento legal ao casamento e convivência por mais de 5 (cinco) anos. a contagem de tempo de serviço para efeito de licença-prêmio. o funcionário nele será lotado.Estatuto. 3) gozado as licenças para tratamento de saúde. de autarquia. . Art. * Vide artigo 19. ou não havendo. nacional ou no exterior. deste Regulamento. renovar o pedido de licença senão depois de 2 (dois) anos da data da reassunção. do art. de empresa pública. Parágrafo único – Existindo no novo local de residência órgão estadual. salvo se abonada a falta. § 1º . por motivo de doença em pessoa da família e por motivo de afastamento do cônjuge. conceder-se-á licença-prêmio de 3 (três) meses. com todos os direitos e vantagens de seu cargo efetivo. no qüinqüênio correspondente: 1) sofrido pena de suspensão ou de multa. § 2º do Decreto 220/75 – Estatuto e artigo 183. 127 – Independentemente do regresso do cônjuge. 126 – A licença dependerá de pedido devidamente instruído. for mandado servir. de sociedade de economia mista ou de fundação instituída pelo Poder Público. 2) faltado ao serviço. do parágrafo anterior. VI do Decreto 220/75 . não prejudicará a contagem do tempo de serviço para efeito de licença-prêmio.Suspender-se-á. finda a sua causa. por prazo superior a 90 (noventa) dias. até o limite de 90 (noventa) dias. em caso de interesse da Administração. salvo se o cônjuge for transferido novamente. permissão de exercício.O gozo da licença prevista no inciso III. o funcionário poderá reassumir o exercício a qualquer tempo.Não será concedida a licença-prêmio se houver o funcionário.com 52 Direta. neste caso. § 2º. 97. Art. enquanto ali durar sua permanência. * Vide artigo 19. § 2º .claudetepessoa. § 3º . ou a suas autarquias. V do Decreto 220/75 . 128 – As normas desta Seção aplicam-se aos funcionários que vivem maritalmente. em cada uma das licenças referidas no item 3. em outro ponto do território estadual.Estatuto. em cada caso. ao funcionário que a requerer. ex officio. Art. o funcionário deverá reassumir o exercício dentro de 30 (trinta) dias. * Vide artigo 19. poderá ser-lhe concedida.

131 – A competência para a concessão de licença-prêmio é do Diretor da Divisão de Pessoal do Departamento de Administração de cada Secretaria de Estado ou de órgão diretamente subordinado ao Governador. condicionado o gozo dos dias restantes da licença à regra contida no artigo anterior. reassumir o exercício do seu cargo. inciso VII. a licença-prêmio será concedida em relação a cada um deles. ou em períodos de 1 (um) a 2 (dois) meses. 134 – Em caso de acumulação de cargos. Art. qualquer que seja ele. Art. Parágrafo único – Será independente o cômputo do qüinqüênio em relação a cada um dos cargos acumuláveis. deve ser observado intervalo obrigatório de 1 (um) ano entre o término de um período e o início de outro. imediatamente após o término das mesmas. quando do efetivo gozo da licença pelo funcionário. Art.com 53 § 4º . a qualquer tempo.Para apuração do qüinqüênio computar-se-á. mediante requerimento da servidora. Art. XVI da Constituição Federal. 132 – O funcionário investido em cargo de provimento em comissão ou função gratificada será licenciado com o vencimento e vantagens do cargo de que seja ocupante efetivo. * Vide artigo 37. . licença prêmio a que tiver direito. 133 – Quando o funcionário ocupar cargo em comissão ou função gratificada por mais de 5 (cinco) anos. importância igual à que venha percebendo pelo exercício do cargo em comissão ou da função gratificada. assegurar-se-lhe-á. nos termos do artigo 80. ficará insuscetível de gozo. apurados na forma do artigo 129. desde que entre um e outro não haja interrupção de exercício. § 5º A servidora pública em gozo da licença maternidade e ou aleitamento materno será concedida. Parágrafo único – Adquirido o direito à licença-prêmio de acordo com o estabelecido neste artigo. o tempo de serviço prestado anteriormente em outro cargo estadual. Art. 136 – O funcionário poderá. também. no gozo da licença. Parágrafo único – Se a licença for gozada em períodos parcelados. * Nova Redação dada pela LC n°128 de 26 de junho de 2009.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. sendo computável apenas para efeito de aposentadoria. a ulterior exoneração do cargo em comissão ou dispensa da função gratificada não prejudicará a forma de remuneração nele adotada. 135 – A licença-prêmio poderá ser gozada integralmente. Art. simultânea ou separadamente. 130 – O direito à licença-prêmio não tem prazo para ser exercitado. Parágrafo único – Se na interrupção da licença se verificar que o funcionário gozou período não conforme o disposto no artigo 135. Art.claudetepessoa. o prazo restante da licença referente ao mesmo qüinqüênio.

143 – Perderá o vencimento e vantagens do cargo efetivo o funcionário que se afastar: * Vide artigo 20 do Decreto 220/75 . ficará afastado do exercício do seu cargo sem percepção do vencimento e vantagens. * Vide artigo 38. 140 – Quando o funcionário exercer. ficará. salvo quando. inciso III da Constituição Federal. Art. a empresa pública. pela Justiça Eleitoral. 141 – Investido o funcionário no mandato de Vereador e havendo compatibilidade de horários. Parágrafo único – A licença a que se refere este artigo será concedida a partir da diplomação do eleito. * Vide artigo 19. até o término do mandato. para desempenho de mandato eletivo. reconhecido o afastamento como de interesse do Estado. salvo se inocentado afinal. a sociedade de economia mista. a outro Estado. VII do Decreto 220/75 – Estatuto e artigo 74. a Município.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. II – em decorrência de prisão administrativa. mandato executivo federal ou municipal. federal ou estadual. 137 – É vedado transformar em licença-prêmio faltas ao serviço ou qualquer outra licença concedida ao funcionário. a juízo do Governador.Estatuto. X e XI da Constituição Federal. licenciado sem vencimento e vantagens do seu cargo efetivo. Art. perceberá o vencimento e as vantagens do seu cargo sem prejuízo dos subsídios a que faz jus. correspondente à referência ou símbolo fixado em lei. a fundação instituída pelo Poder Público ou a Organização Internacional. deste Regulamento. IV. Art. 139 – O funcionário investido no mandato eletivo de Prefeito ou Vice-Prefeito ficará licenciado desde a diplomação pela Justiça Eleitoral. desde a posse. por nomeação.com 54 Art. * Vide artigo 38 da Constituição Federal. Art. I – para prestar serviço à União. SEÇÃO VIII DA LICENÇA PARA DESEMPENHO DE MANDATO LEGISLATIVO OU EXECUTIVO Art. * Vide artigo 37. 138 – O funcionário será licenciado sem vencimento ou vantagens de seu cargo efetivo. . inexistindo compatibilidade. 142 – Vencimento é a retribuição pelo efetivo exercício do cargo.claudetepessoa. CAPÍTULO IV O VENCIMENTO Art. ressalvado. sendo-lhe facultado optar pela percepção do vencimento e vantagens do seu cargo efetivo. o direito de opção pela remuneração do cargo efetivo. e perdurará pelo prazo do mandato. para o âmbito municipal.

Estatuto. ainda. Art. Parágrafo único – Os afastamentos de que tratam os incisos deste artigo não implicam suspensão de pagamento adicional por tempo de serviço. IV – vencimento e vantagens do dia. ou se o afastamento exceder o prazo de condenação definitiva. Art. . e se. I – enquanto durar o mandato eletivo. o vencimento e vantagens do seu cargo: * Vide artigo 38 da Constituição Federal. os sábados. federal ou estadual. ou retirar-se antes dos 60 minutos finais.com 55 III – para exercer cargo em comissão.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. para efeito de descontos. Art. II – dois terços do vencimento e vantagens. § 1º . III – vencimento e vantagens do dia em que não comparecer ao serviço. em cujo gozo se encontre o funcionário. II – enquanto durar o mandato executivo municipal. ausentar-se sem autorização por período inferior a 60 minutos. ainda. ressalvado o direito à diferença se absolvido afinal. de pena privativa de liberdade. feriados e pontos facultativos intercalados.claudetepessoa. dentro dos 60 minutos finais. os descontos acumuláveis havidos em um mesmo mês não serão convertidos em faltas para efeito de contagens de tempo de serviço. V – um terço do vencimento e vantagens do dia. ou.Na hipótese do inciso V. I – um terço do vencimento e vantagens. 146 – Nenhum funcionário poderá perceber menos do que o salário-mínimo vigente na capital do Estado. ou ainda. ressalvado o direito de opção e o de acumulação legal. do artigo 79. havendo incompatibilidade de horários com o exercício de seu cargo. IV – para estágio experimental. 145 – O funcionário deixará de receber: * Vide artigo 21 do Decreto 220/75 . se eleito Vereador. durante o afastamento por motivo de suspensão preventiva ou recolhimento à prisão por ordem judicial não decorrente de condenação definitiva. eletivo ou por nomeação. durante o cumprimento. dele ficar afastado. domingos. se comparecer ao serviço após os 60 minutos seguintes à hora inicial do expediente. salvo o direito de opção previsto nos artigos 139 e 140. se comparecer ao serviço dentro dos 60 minutos seguintes à hora inicial do expediente ou retirar-se sem autorização. III – quando estiver no efetivo exercício de seu mandato. 144 – O funcionário perderá. § 2º .No caso de faltas sucessivas serão computados. salvo o disposto no inciso XIX. sem perda do cargo. ausentar-se sem autorização por mais de 60 minutos.

SEÇÃO II DO ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO Art. hipótese em que não se admitirá parcelamento. nem será objeto de penhora. ou qualquer vantagem pecuniária não sofrerá descontos além dos previstos em lei. II – dívida para com a Fazenda Pública.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. § 2º . exceto na ocorrência de má fé.Estatuto. I – adicional por tempo de serviço. 147 – O vencimento. 150 – O adicional por tempo de serviço será objeto de disciplina própria a ser baixada.Será dispensada a reposição nos casos em que a percepção indevida tiver decorrido de entendimento expressamente aprovado pelo Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil ou pela Procuradoria-Geral do Estado. em parcelas mensais consecutivas. salvo quando se tratar de: * Vide artigo 23 do Decreto 220/75 .Estatuto. 148 – As reposições e indenizações devidas à Fazenda Estadual serão descontadas.claudetepessoa. de 20 de fevereiro de 1979. Art. se deslocar eventualmente da sede. 151 – Conceder-se-á gratificação: * Vide artigo 24 do Decreto 220/75 . II – gratificações. não excedentes da décima parte do vencimento ou provento. SEÇÃO III DAS GRATIFICAÇÕES SUBSEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. . demitido ou vier a falecer. e no § 6º do artigo 7º do Decreto-Lei nº 415. àquele que. I – prestação de alimentos determinada judicialmente. * Vide artigo 22 do Decreto 220/75 . em objeto de serviço. IV – diárias.com 56 Art. observado o disposto no artigo 19.Estatuto. CAPÍTULO V DAS VANTAGENS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.Quando o funcionário for exonerado. poderá o funcionário perceber as seguintes vantagens pecuniárias: * Vide artigo 24 do Decreto 220/75 . do Decreto-Lei nº 408. a quantia devida será inscrita como dívida ativa e cobrada judicialmente. o provento. III – ajuda de custo e transporte ao funcionário mandado servir em nova sede.Estatuto. de 02 de fevereiro de 1979. § 1º . 149 – Além do vencimento.

SUBSEÇÃO IV DA GRATIFICAÇÃO PELA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO . 156 – A gratificação pelo exercício de cargo em comissão equivale a 70% do valor fixado para o símbolo a ele correspondente. do artigo 79. segunda parte. V – de representação de Gabinete. 157 – À gratificação de que trata o artigo anterior.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. XIII. e a ela faz jus o funcionário que.com 57 I – de função. VII – pelo exercício: a) de encargos de auxiliar ou membro de banca ou comissão examinadora de concurso.claudetepessoa. VI – pela participação em órgão de deliberação coletiva. SUBSEÇÃO III DA GRATIFICAÇÃO PELO EXERCÍCIO DE CARGO EM COMISSÃO Art. 155 – Além do exercício de função gratificada regularmente instituída. Capítulo II. 154 – O exercício de função gratificada impede o recebimento da gratificação pela prestação de serviço extraordinário. aplica-se o disposto nos artigos 153 e 154. IV – de representação de Gabinete. Art. obedecer-se-á. exceto convocação para serviço militar. VII. Parágrafo único – Na hipótese do afastamento referido no inciso VI do artigo 79. Título II. II. Art. X. b) de atividade temporária de auxiliar ou professor de curso oficialmente instituído. Art. XVII. SUBSEÇÃO II DA GRATIFICAÇÃO DE FUNÇÃO Art. II – pelo exercício de cargo em comissão. vedado o seu recebimento cumulativo com as gratificações específicas das funções de confiança. conforme o estabelecido no artigo 23. 152 – Gratificação de função é a que corresponde ao exercício de função gratificada instituída e remunerada na forma do que dispõe a Seção II. poderá ser atribuída. XIV. e XIX. XII. VIII. na forma de regulamentação específica. XI. III – pela prestação de serviço extraordinário. 153 – A gratificação de função será mantida nos casos de afastamento previstos nos incisos I. ao disposto no artigo 133. haja optado pelo vencimento do seu cargo efetivo. no exercício desse cargo. quando for o caso. gratificação de função a funcionários que desempenhem atividades especiais ou excedentes às atribuições de seu cargo. Art.

a 50% (cinqüenta por cento) do valor do vencimento. Art. em cada mês. 161 – A gratificação pela prestação de serviço extraordinário será paga por hora de trabalho prorrogado ou antecipado. II – a prestação do serviço extraordinário decorrer de execução de atividade a ser retribuída pela gratificação: a) de representação de Gabinete. observado. ressalvados os casos previstos neste regulamento. 162 – Ao funcionário não se concederá gratificação por serviço extraordinário quando: I – no exercício de cargo em comissão ou função gratificada. empregos ou funções. no desempenho de seu cargo efetivo. III – em regime de acumulação de cargos. inundação e outros motivos de casos fortuitos ou de força maior. § 2º .O valor da hora extraordinária será obtido dividindo-se o valor do vencimento mensal por trinta vezes o número de horas da jornada normal. Art. respeitado o limite de duas horas diárias. para autorização. 159 – A duração normal do trabalho dos funcionários da Administração Direta poderá.A gratificação pela prestação de serviço extraordinário não poderá exceder. havendo concordância expressa do funcionário designado para a realização do serviço extraordinário.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 163 – Considerar-se-ão automaticamente autorizadas as horas extraordinárias ocorridas em virtude de acidente com o equipamento de trabalho. o disposto no artigo 161. aumentando-se 50%. caracterizar a natureza da medida e justificar a necessidade da prestação de serviço no horário pretendido. 164 – Não será submetido ao regime de serviço extraordinário: . Parágrafo único – Os limites a que se refere o artigo poderão ser ampliados. 160 – O acréscimo de horas extraordinárias será proposto pelos Secretários de Estado ou órgãos equivalentes ao Governador. Art.com 58 Art. Parágrafo único – A prestação de serviço extraordinário poderá dar-se em outro órgão que não o de lotação do funcionário. Art. § 1º . não se admitindo recusa por parte do funcionário em prestá-las. Parágrafo único – A proposta deverá indicar o horário normal e o extraordinário de cada servidor contemplado. excepcionalmente. incêndio. c) de atividade temporária de auxiliar ou professor de curso oficialmente instituído. b) de encargo de auxiliar ou membro de banca ou comissão examinadora de concurso. desde que se manifestem favoravelmente os respectivos dirigentes. Art. ser acrescida de horas extraordinárias. que será publicada no órgão oficial. 158 – A gratificação pela prestação de serviço extraordinário se destina a remunerar as atividades executadas fora do período normal de trabalho a que estiver sujeito o funcionário.claudetepessoa. porém. Art. Parágrafo único – As horas extraordinárias a que se refere este artigo poderão ser compensadas posteriormente por folga em período equivalente.

assim devam ser remunerados. 166 – A gratificação de representação de Gabinete é a que tem por fundamento a compensação de despesas de apresentação inerentes ao local do exercício ou a remuneração de encargos especiais. não gerando a sua percepção qualquer direito de incorporação ao vencimento ou provento de aposentadoria. II – o ocupante de cargo beneficiado por horário especial em virtude do exercício de atividades com risco de vida ou saúde.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. será aprovado pelo Governador. § 2º . 167 – A gratificação poderá ser concedida: I – aos funcionários em exercício nos Gabinetes dos Secretários de Estado. § 1º .claudetepessoa. II – Aos funcionários que. III – luto.O valor individual da gratificação será fixado em tabela aprovada pelos titulares dos órgãos referidos no inciso II deste artigo. VI – faltas.O valor global da gratificação de representação de Gabinete. inclusive quando em pessoa da família. ouvida a Secretaria de Planejamento e Coordenação Geral quanto aos aspectos orçamentários e financeiros. Art. Art. IV – júri e outros serviços obrigatórios por lei. 168 – A gratificação de representação de Gabinete não será suspensa nos afastamentos seguintes: I – férias. observado o disposto no parágrafo anterior. SUBSEÇÃO V DA GRATIFICAÇÃO DE REPRESENTAÇÃO DE GABINETE Art. SUBSEÇÃO VI DA GRATIFICAÇÃO PELA PARTICIPAÇÃO EM ÓRGÃO DE DELIBERAÇÃO COLETIVA . por motivo de doença comprovada pelo órgão competente. Parágrafo único – A representação dos funcionários ocupantes de cargo em comissão ou função gratificada é a fixada em lei. II – casamento. Parágrafo único – O desempenho de atividades em horas extraordinárias não será computado como tempo de serviço público para qualquer efeito. até o máximo de 3 (três) durante o mês. nos Gabinetes da Governadoria e nos da Procuradoria Geral do Estado e Procuradoria Geral da Justiça. a critério dos titulares dos órgãos referidos no inciso anterior. Art. sobre ela não incidindo o cálculo de qualquer vantagem.com 59 I – o funcionário em gozo de férias ou licenciado. V – licenças para tratamento de saúde e repouso à gestante. por Secretaria. 165 – A gratificação por serviço extraordinário tem caráter transitório. não podendo exceder a 50% (cinqüenta por cento) do vencimento do cargo efetivo do funcionário.

poderá optar pela gratificação de valor mais elevado. * Vide artigo 358. 175 – Somente funcionário do Estado poderá ser designado para exercer as atividades de auxiliar de banca ou comissão examinadora de concurso. 174 – Professor de curso oficialmente instituído é o designado pela autoridade competente.Não serão remuneradas as sessões que excederem ao número de doze por mês. ao funcionário será atribuída gratificação conforme o estabelecido nesta Subseção.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art. ou para a atividade temporária de auxiliar de curso oficialmente instituído. 170 – É vedada a participação do funcionário em mais de um órgão de deliberação coletiva. apenas o suplente perceberá a gratificação pela participação em órgão de deliberação coletiva. Art.claudetepessoa. 169 – A gratificação pela participação em órgão de deliberação coletiva destina-se a remunerar a presença dos componentes dos órgãos colegiados regularmente instituídos. por designação especial de autoridade competente. organização e aplicação de provas. 171 – A gratificação pela participação em órgão de deliberação coletiva é acumulável com quaisquer outras vantagens pecuniárias atribuídas ao funcionário. Art. Art. nos concursos. e paga por dia de presença às sessões do órgão colegiado. § 2º . até a classificação definitiva. quando eventualmente realizados pelos órgãos da Administração Direta do Estado para provimento de cargos. .A gratificação de que trata este artigo será fixada por decreto em base percentual calculada sobre o valor de símbolo de cargo em comissão ou função gratificada. preenchimento de empregos ou admissão a cursos oficialmente instituídos. revisão e decisão dos recursos interpostos. correção e apuração dos resultados. 172 – Pelo exercício de encargo de auxiliar ou membro de banca ou comissão examinadora de concurso ou de atividade temporária de auxiliar ou professor de curso oficialmente instituído. § 1º .com 60 Art. salvo quando na condição de membro nato. provas de seleção ou de habilitação. para exercer atividade temporária de magistérios nas áreas de treinamento e aperfeiçoamento de pessoal. no planejamento. Art. deste Regulamento. SUBSEÇÃO VII DA GRATIFICAÇÃO PELA PARTICIPAÇÃO EM BANCA EXAMINADORA DE CONCURSO OU EM CURSO OFICIALMENTE INSTITUÍDO Art. Parágrafo único – Durante os afastamentos legais do titular. 173 – Entende-se como encargo de membro de banca ou comissão examinadora de concurso a tarefa desempenhada. Parágrafo único – Quando o funcionário for membro nato de mais de um órgão de deliberação coletiva.

deixar ou reassumir o exercício do cargo. quando o seu ocupante não for também de cargo efetivo. o funcionário obrigado a permanecer fora da sede de sua unidade administrativa. 177 – As gratificações de que trata esta Subseção serão arbitradas. Parágrafo único – A ajuda de custo será calculada sobre o valor atribuído ao símbolo do cargo em comissão. Art. em razão de exercício em nova sede com caráter de permanência. a título de compensação das despesas de viagem. Art. II – ao funcionário posto a serviço de qualquer outra entidade de direito público.com 61 Art. SEÇÃO IV DA AJUDA DE CUSTO E DA INDENIZAÇÃO DE TRANSPORTE AO FUNCIONÁRIO MANDADO SERVIR EM NOVA SEDE SUBSEÇÃO I DA AJUDA DE CUSTO Art. Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. as despesas a serem por ele realizadas.claudetepessoa. efetivamente deslocar sua residência. III – quando a designação para a nova sede se der a pedido. por mais de 30 (trinta) dias. bem como as condições de vida no local do novo exercício ou no desempenho da missão. . salvo quando se tratar de missão no exterior. em cada caso. Art.Compete ao Governador arbitrar a ajuda de custo a ser paga ao funcionário designado para missão no exterior. mediante proposta fundamentada do órgão promotor do curso ou do concurso. 178 – A concessão das gratificações de que cuida esta Subseção não prejudicará a percepção cumulativa de outras vantagens pecuniárias atribuídas ao funcionário. pelo Governador. mudança e instalação. 176 – A gratificação pelo exercício de atividade temporária de auxiliar de professor de curso oficialmente instituído somente será atribuída ao funcionário se o trabalho for realizado além das horas de expediente a que está sujeito. ao funcionário que. 179 – Será concedida ajuda de custo. em virtude de mandato legislativo ou executivo. perceberá ajuda de custo correspondente a um mês do vencimento de seu cargo. 181 – Sem prejuízo das diárias que lhe couberem. 182 – Não se concederá ajuda de custo: I – ao funcionário que. § 1º .No arbitramento da ajuda de custo serão levados em conta o vencimento do cargo do funcionário designado para nova sede ou missão no exterior. Art. 180 – A ajuda de custo será arbitrada pelos Secretários de Estado ou dirigentes de órgãos diretamente subordinados ao Governador e não será inferior a uma nem superior a três vezes a importância correspondente ao vencimento do funcionário. em objeto de serviço. § 2º .

até o número de duas. 186 – São considerados dependentes do funcionário. 185 – Nos deslocamentos a que se refere o artigo 179. inclusive para seus dependentes. 184 – Independentemente da ajuda de custo concedida ao funcionário.A restituição é de exclusiva responsabilidade do funcionário e não poderá ser feita parceladamente. acrescida de 50% (cinqüenta por cento) do referido valor por dependente que o acompanhe. II – quando. viva sob a guarda e o sustento do funcionário. § 2º .Na hipótese do parágrafo anterior. nos prazos determinados.00m³ (três metros cúbicos) ou 900kg (novecentos quilogramas) por passagem adicional. até o máximo de 3 (três).Não haverá obrigação de restituir: 1) quando o regresso do funcionário for determinado ex officio ou decorrer de doença comprovada ou de motivo de força maior. § 2º . serão custeados pela Administração o transporte do mobiliário e bagagens do funcionário e de seus dependentes. § 1º . observado o limite máximo de 12. a este será assegurado transporte para a nova sede. ou de finda a missão. Art.O funcionário que utilizar condução própria no deslocamento para nova sede fará jus. . até o máximo de 3 (três). II – o filho de qualquer condição ou enteado. acrescida de 3. à percepção da importância integral correspondente ao valor da tarifa rodoviária no mesmo percurso. para indenização da despesa de transporte. SUBSEÇÃO II DA INDENIZAÇÃO DE TRANSPORTE AO FUNCIONÁRIO MANDADO SERVIR EM NOVA SEDE Art. bem assim o menor que. Art.com 62 Art. 2) quando o pedido de exoneração for apresentado após 90 (noventa) dias de exercício na nova sede ou local da missão. pedir exoneração ou abandonar o serviço. para efeitos desta Subseção: I – o cônjuge ou a companheira legalmente equiparada. regressar. mediante autorização judicial.O funcionário que houver percebido ajuda de custo não entrará em gozo de licença-prêmio antes de decorridos 90 (noventa) dias de exercício na nova sede. 183 – O funcionário restituirá a ajuda de custo: I – quando não se transportar para a nova sede ou local da missão.500kg (quatro mil e quinhentos quilogramas) por passagem inteira. a Administração fornecerá passagens para o transporte rodoviário dos dependentes que comprovadamente não viajem em companhia do funcionário. § 3º .claudetepessoa.00m³ (doze metros cúbicos) ou 4. § 1º . antes de decorridos 3 (três) meses do deslocamento ou do término da incumbência.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.

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63 III – os pais, sem economia própria, que vivam a expensas do funcionário; IV – 1 (um) empregado doméstico, desde que comprovada essa condição. § 1º - Atingida a maioridade, os referidos no inciso II deste artigo perdem a condição de dependente, exceto a filha que se conservar solteira e sem economia própria, o filho inválido e, até completar 24 (vinte e quatro) anos, quem for estudante, sem exercer qualquer atividade lucrativa. § 2º - Para efeito do disposto neste artigo, sem economia própria significa não perceber rendimento em importância igual ou superior ao valor do salário-mínimo vigente na região em que resida. Art. 187 – Em face da peculiaridade do serviço, poderá ser concedido o pagamento da indenização de despesa de transporte aos funcionários que tenham assegurado o direito ao uso individual de viaturas oficiais e que utilizarem veículo próprio no desempenho de suas funções, conforme faixas de remuneração a serem definidas em Resolução do Secretário de Estado de Administração. § 1º - Na Resolução a que se refere este artigo serão reservadas faixas próprias de indenização de despesa de transporte a serem atribuídas aos funcionários que, para o desempenho de seus cargos, tenham de se deslocar habitualmente pelo interior do Estado. § 2º - Os valores da indenização serão fixados de acordo com os índices apurados pela Superintendência de Transportes Oficiais e aprovados pelo Governador. Art. 188 – A autorização para a utilização da viatura de propriedade do funcionário a serviço do Estado será da competência do Secretário de Estado de Administração, por intermédio da Superintendência de Transportes Oficiais, ouvido o órgão interessado. Art. 189 – Concedida a autorização, o Estado não se responsabilizará por danos causados a terceiros, ou ao veículo, ainda que a ocorrência se verifique em serviço. Parágrafo único – Todas as despesas decorrentes do uso do veículo correrão por conta do usuário. Art. 190 – Quando convier, o Estado cancelará, em qualquer época, a atribuição da indenização de despesas de transporte, cuja concessão não gerará qualquer direito à continuidade da respectiva percepção. Art. 191 – É vedado o uso de viatura oficial por quem já seja portador de autorização para utilização de veículo particular a serviço do Estado. Parágrafo único – A infração do disposto neste artigo sujeita o funcionário às penalidades cabíveis, cancelando-se, ainda, a autorização concedida em seu favor. Art. 192 – Ao receber a autorização para utilização de viatura própria em serviço, o usuário assinará, na Superintendência de Transportes Oficiais, o competente “Termo de Compromisso”, submetendo-se aos preceitos regulamentares da matéria.

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64 SEÇÃO V DAS DIÁRIAS Art. 193 – Ao funcionário que se deslocar, temporariamente, em objeto de serviço, da localidade onde estiver sediada sua unidade administrativa, conceder-se-á, além de transporte, diária, a título de compensação das despesas de alimentação e pousada ou somente de alimentação. Parágrafo único – A vantagem de que trata este artigo poderá também ser concedida ao servidor contratado, no exercício de função gratificada, bem como ao estagiário. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. Art. 194 – Será concedida diária: I – de alimentação e pousada, nos deslocamentos superiores a 100km (cem quilômetros) de distância da sede, desde que o pernoite se realize por exigência do serviço; II – de alimentação, nos deslocamentos inferiores a 100km (cem quilômetros) e superiores a 50km (cinqüenta quilômetros) de distância da sede; III – em qualquer caso: a) de alimentação e pousada, quando o afastamento da sede exceder de 18 (dezoito) horas; b) de alimentação, quando o afastamento for inferior a 18 (dezoito) e superior a 8 (oito) horas. Art. 195 – O valor da diária resultará da incidência de percentuais sobre o valor básico da UFERJ, atendida a tabela que for expedida por ato do Governador, observados, em sua elaboração, a natureza, o local, as condições do serviço e o vencimento do funcionário. Art. 196 – Não se concederá diária: I – durante o período de trânsito; II – quando o deslocamento se constituir em exigência permanente do exercício do cargo ou da função; III – quando o município para o qual se deslocar o funcionário seja contíguo ao da sua sede, constituindo-se, em relação a este, em unidade urbana e apresentando facilidade de transporte, ressalvadas as hipóteses do inciso III do artigo 194; IV – quando as despesas do deslocamento correrem por conta de outras entidades subordinadas ou vinculadas à Administração Pública. Art. 197 – Ao regressar à sede, o funcionário restituirá, dentro do prazo de 48 (quarenta e oito) horas, as importâncias recebidas em excesso. Parágrafo único – O descumprimento do disposto neste artigo ocasionará o desconto em folha das importâncias recebidas em excesso pelo funcionário, sem prejuízo das sanções disciplinares aplicáveis à espécie. Art. 198 – A concessão indevida de diárias sujeitará a autoridade que as conceder à reposição de importância correspondente, aplicando-se-lhe, e ao funcionário que as receber, as cominações estatutárias pertinentes.

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CAPÍTULO VI DO DIREITO DE PETIÇÃO Art. 199 – É assegurado ao funcionário o direito de petição em toda a sua amplitude, assim como o de representar. *Vide artigo 31 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 200 – O requerimento será dirigido à autoridade competente para decidi-lo e encaminhado por intermédio daquela a quem estiver imediatamente subordinado o requerente. § 1º - O erro na indicação da autoridade não prejudicará a parte, devendo o processo ser encaminhado, por quem o detiver, à autoridade competente. § 2º - Do requerimento constará: 1) o nome, cargo, matrícula, unidade administrativa em que é lotado o funcionário, e sua residência; 2) os fundamentos, de fato e de direito, da pretenção; 3) o pedido, formulado com clareza. § 3º - Não será recebido, e se o for, não será despachado, sem a prévia satisfação da exigência, o requerimento que não contiver as indicações do item 1, do parágrafo anterior. § 4º - O requerimento será instruído com os documentos necessários, facultando-se ao funcionário, mediante petição fundamentada, a respectiva anexação no curso do processo. § 5º - Os documentos poderão ser apresentados por cópia, fotocópia, xerocópia ou reprodução permanente por processo análogo, autenticada em cartório ou conferida na apresentação pelo servidor que a receber. § 6º - Excetuam-se da disposição de que trata o parágrafo precedente as certidões de tempo de serviço, que serão apresentadas sempre em seus originais, e outros documentos que assim sejam exigidos pela Administração. § 7º - Nenhum documento será devolvido sem que dele fique, no processo, cópia ou reprodução autenticada pela repartição. Art. 201 – Da decisão que for prolatada caberá, sempre, pedido de reconsideração. § 1º - O pedido de reconsideração será diretamente encaminhado à autoridade que houver expedido o ato ou proferido a decisão, não podendo ser renovado. § 2º - O requerimento e o pedido de reconsideração terão prazo de 8 (oito) dias para sua

interrompem a prescrição até duas vezes. II – das decisões sobre os recursos sucessivamente interpostos. § 5º .O pedido de reconsideração e o recurso hierárquico. pela metade do prazo. 205 – Após despacho decisório. § 1º . II – em 120 (cento e vinte) dias. § 2º . *Vide artigo 32.com 66 instrução e encaminhamento. I – em 5 (cinco) anos. da data da ciência do interessado. poderá a Administração relevá-la caso seja ilegal o ato impugnado e não estiver exaurido o acesso à via judicial. ressalvados os previstos em leis especiais.Se consumada a prescrição administrativa.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. ao funcionário interessado ou a seu representante legal é assegurado o direito de vista do processo administrativo. a qual se presumirá da publicação do ato impugnado. § 1º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. no recinto do órgão competente e durante seu horário de expediente. *Vide artigo 32. . Art. § 2º . cassação de aposentadoria ou disponibilidade e quanto às questões que envolvam direitos patrimoniais. Art. § 4º .claudetepessoa. que deverá constar sempre do processo respectivo. § 2º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. *Vide artigo 32. à data do ato impugnado.No processamento do recurso observar-se-á o disposto no § 2º do artigo 201. sucessivamente. § 3º .Não correrá a prescrição enquanto o processo estiver em estudo. de 22 de maio de 1975.A autoridade que receber o pedido de reconsideração poderá processá-lo como recurso hierárquico. mas o que for provido retroagirá. 202 – Caberá recurso hierárquico: I – do indeferimento do pedido de reconsideração. salvo em caso que obrigue a realização de diligência ou de estudo especial. o recurso será decidido pela autoridade imediatamente superior àquela que tiver expedido o ato ou proferido a decisão. Art. ou quando este for de natureza reservada.A prescrição interrompida recomeça a correr.Os prazos de prescrição estabelecidos neste artigo contar-se-ão da data da ciência do interessado. quanto aos atos de demissão.Ressalvado o disposto no Decreto-Lei nº 114. encaminhando-o à autoridade superior. 204 – O direito de pleitear na esfera administrativa prescreverá: *Vide artigo 32 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. pelas demais autoridades. nos demais casos. ou do último ato do processo para a interromper. 203 – O pedido de reconsideração e o recurso hierárquico não têm efeito suspensivo. § 1º . § 3º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. da data do ato que a interrompeu. em escala ascendente. e serão decididos no prazo máximo de 30 (trinta) dias. em seus efeitos. § 3º . quando cabíveis.

Art.com 67 Art.claudetepessoa. a autoridade. 207 – A certidão deverá ser requerida com indicação de finalidade específica a que se destina. em que o aludido pronunciamento é obrigatório. Art. os documentos que o instruem ou sobre a maneira de atendê-lo. 211 – As certidões sobre matéria de pessoal só serão fornecidas pelo Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil. II – a matéria a certificar se referir a: a) assunto cuja divulgação afete a segurança pública. das autoridades do mesmo nível e dos presidentes das autarquias a quem estiver subordinada a autoridade incumbida de expedi-la. III – se a autoridade competente para autorizar a certidão tiver dúvidas sobre o requerimento. 206 – É assegurada a expedição de certidões de atos ou peças de processos administrativos. § 1º . à vista de dados e elementos constantes dos seus registros. b) pareceres ou informações.Se o requerimento for assinado por procurador. Art. salvo se a decisão proferida aos mesmos se reporte. podendo ser delegada. o tipo de ação. se a ação já tiver sido proposta. se o Estado for parte na ação em curso ou a ser proposta. 210 – Caberá o pronunciamento da Procuradoria Geral do Estado: I – nos pedidos de certidões formulados pelo Poder Judiciário.Quando a finalidade da certidão for instruir processo judicial. CAPÍTULO VII DA INATIVIDADE SEÇÃO I DA DISPONIBILIDADE . ao encaminhar o processo. o nome das partes e o respectivo juízo. deverá ser juntado o competente instrumento de mandato. deverão ser mencionados o direito em questão. § 2º . Parágrafo único – Nas hipóteses previstas nos incisos I e III.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. requeridas para defesa de direito do funcionário ou para esclarecimento de situações. c) processo sem decisão final da Administração. Art. deverá instruí-lo previamente com a minuta da certidão a ser expedida. 209 – O pedido de certidão será indeferido quando: I – o requerente não tiver interesse legítimo no processo. Art. 208 – A competência para decidir sobre o pedido de certidão é do Secretário de Estado. II – no caso de certidões para prova em juízo. a fim de que se possa verificar o legítimo interesse do requerente na sua obtenção.

O funcionário em disponibilidade perceberá provento proporcional ao tempo de serviço e poderá ser aproveitado em cargo de natureza e vencimento compatíveis com os do anteriormente ocupado. * Vide artigo 41. § 1º .com 68 Art. 214 – Revogado. poderá nele ser aproveitado o funcionário posto em disponibilidade. Art.claudetepessoa. SEÇÃO II DA APOSENTADORIA Art. Art. se estável. ainda que modificada a sua denominação. ressalvado o direito de optar por outro cargo em que já tenha sido aproveitado.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art. conforme o previsto no artigo 57. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 Parágrafo único – Revogado.Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 . colocado em disponibilidade. Art. 216 – Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. quando de sua extinção ou da declaração de sua desnecessidade. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 Art. será o funcionário. Art. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. 218 – A aposentadoria por invalidez será sempre precedida de licença por período não inferior a 24 (vinte e quatro) meses. por ato do Poder Executivo.Restabelecido o cargo. 213 – O funcionário em disponibilidade poderá ser aposentado. salvo quando ocorrer a hipótese prevista no artigo 112. 219 – Revogado. § 1º . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. ou declarada sua desnecessidade. 212 – Extinto o cargo. § 2º . 215 – Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 Parágrafo único – Revogado. 217 – Será aposentado o funcionário que for considerado inválido para o serviço e não puder ser readaptado. § 3º da Constituição Federal e artigo 25 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.

* Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art. 222 – Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 § 1º . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 § 2º .Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 § 4º . Art. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. 223 – Revogado. 221 – Revogado.Revogado.Revogado.com 69 § 2º . 220 – Revogado. § 3º . . Art. § 4º . § 5º . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 § 3º . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. § 1º . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. Art. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.Revogado. § 2º . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.Revogado.Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.claudetepessoa.Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. 224 – Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.Revogado. Parágrafo único – Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 Art.Revogado.

oficial. por conta do Estado.com 70 TÍTULO VI DAS CONCESSÕES CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. independentemente de vaga.Será. para os efeitos deste artigo. o funcionário poderá faltar ao serviço até (oito) dias consecutivos por motivo de: * Vide artigo 79.Os atos que deslocarem ex-offício os funcionários estudantes de uma para outra cidade ficarão suspensos. também. Art. será concedido transporte à conta dos cofres estaduais. na nova sede ou em localidade próxima. . direitos e vantagens. será demonstrada pela coabitação por prazo mínimo de 02 (dois) anos. § 1º .Estatuto. reconhecido ou equiparado àquele em que o interessado esteja matriculado.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Ao licenciado para tratamento de saúde em virtude de acidente em serviço ou doença profissional. Art. III. Art. mediante apresentação de atestado fornecido pelo respectivo estabelecimento.casamento.Ao funcionário estudante matriculado em estabelecimento de ensino de qualquer grau. companheiro ou companheira. para outro da nova residência.Computar-se-ão. fora da sede de seus trabalhos. * Vide artigo 11. concedido transporte à família do funcionário falecido no desempenho do serviço. II . que deva ser deslocado de sua sede para qualquer ponto do território nacional. as despesas com a remoção e com o sepultamento do funcionário falecido no desempenho do serviço. não existir estabelecimento congênere. desnecessária em havendo filho comum. § 2º . 228 . Art.Ao estudante que necessitar mudar de domicílio para passar a exercer cargo ou função pública. inclusive quando no exterior. domingos e feriados compreendidos no período. § 2º . os sábados. 229 . será assegurada transferência do estabelecimento de ensino que estiver cursando. se integrante do sistema estadual de ensino. § 1º.A qualidade de companheiro ou companheira. inclusive para um acompanhante.Sem prejuízo do vencimento.Correrão. 227 . onde será matriculado em qualquer época. 225 . filhos ou irmãos. X do Decreto 220/75 . será permitido faltar ao serviço. se. deste Regulamento. sem prejuízo do seu vencimento ou de quaisquer direitos e vantagens. I . nos dias de provas ou de exames. ainda.claudetepessoa. exclusivamente para esse efeito.falecimento do cônjuge. por exigência do laudo médico. pais. 226 . oficial ou reconhecido.

IV. as dos artigos 225 e 226 e as dos Capítulos IV. CAPÍTULO II DO SALÁRIO-FAMÍLIA Art. ou deixar de renovar sua matrícula. § 2º . IV – por filho estudante que freqüente curso médio ou superior e que não exerça atividade lucrativa. II . ser aproveitado em serviços cujo horário não colida com o relativo ao período das aulas. 233 – Salário-família é o auxílio pecuniário especial concedido pelo Estado ao funcionário ou inativo. perante o órgão setorial de pessoal a que esteja subordinado. que viva a expensas do funcionário.A locação se fará pelo aluguel que for fixado e mediante concorrência. Art.Sendo impossível o aproveitamento a que se refere o presente artigo. III – por filha solteira. Art. na locação de imóvel pertencente ao Estado. V – pelo ascendente. do Título VI. desde que a compense. 232 . que versará sobre as qualificações preferenciais dos candidatos.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.O funcionário terá preferência. iniciar o serviço uma hora depois do expediente ou dele se retirar uma hora antes do seu término. sempre que possível.Efetivar-se-á deslocamento se o funcionário concluir o curso. 231 .com 71 § 1º . do Título VI. sem rendimento próprio. Parágrafo único . prorrogando ou antecipando o expediente normal. para sua moradia. for reprovado. poderá o estudante. separada judicialmente ou divorciada sem economia própria. até a idade de 24 (vinte e quatro) anos.aos estagiários. III. que não exerça atividade remunerada. 230 . poderá. como contribuição ao custeio das despesas de manutenção de sua família. as constantes dos artigos 225. VI e VII. Art. § 3º da Constituição Federal e artigo 33 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. de que está matriculado. 226 e 227 e as dos Capítulos II.claudetepessoa.As concessões estabelecidas neste Título aplicam-se: I . 234 – Conceder-se-á salário-família: I – por filho menor de 21 (vinte e um) anos. remuneração e tempo de serviço público.O funcionário estudante matriculado em estabelecimento de ensino que não possua curso noturno. conforme o caso. * Vide artigo 39. relativas ao número de dependentes. Art.aos servidores contratados no exercício de função gratificada.Anualmente o interessado deverá fazer prova. com assentimento do respectivo chefe. VI e VII. Parágrafo único – A cada dependente relacionado no artigo seguinte corresponderá uma cota de salário-família. II – por filho inválido. Parágrafo único . .

ainda que de finalidades previdenciária e assistencial. nem ser objeto de transação ou consignação em folha de pagamento. tenham sob sua guarda e sustento os dependentes a que se refere o artigo 234.claudetepessoa. Art. 238 – O salário-família será pago independentemente de freqüência do funcionário e não poderá sofrer qualquer desconto. o salário-família será concedido exclusivamente ao pai. Parágrafo único – Se não viverem em comum. Art. desde que atendidos os requisitos necessários à concessão desse benefício. sujeito a qualquer imposto ou taxa. por motivo de invalidez permanente. os representantes legais dos incapazes ou os que. estadual ou municipal. 242 – O cancelamento do salário-família será feito de ofício nos casos de implemento da idade pelo dependente. o salário-família será pago somente em relação a um deles. Art. VII – pelo esposo que não exerça atividade remunerada. Art. Parágrafo único – O salário-família não está. ou presumida. Art. Art. 239 – O salário-família será pago mesmo nos casos em que o funcionário ou inativo deixar de receber o respectivo vencimento ou provento.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. nem servirá de base para qualquer contribuição. também. Art. a Administração. 240 – Nos casos de acumulação legal de cargos. assim conceituada na lei civil. o enteado. Parágrafo único – Se o funcionário ou inativo falecido não se houver habilitado ao salário-família. e viverem em comum. o adotivo e o menor que comprovadamente viva sob a guarda e o sustento do funcionário. apresentar comprovação de . VIII – pela companheira. mediante requerimento de seus beneficiários. salvo se o funcionário ou inativo. 235 – Quando pai e mãe forem funcionários ou inativos de qualquer órgão público federal. 236 – Ao pai e à mãe equiparam-se o padrasto e a madrasta e.com 72 VI – pela esposa que não exerça atividade remunerada. providenciará o seu pagamento. o salário-família continuará a ser pago aos seus beneficiários. se ambos os tiverem. 241 – Em caso de falecimento do funcionário ou inativo. no caso de filho estudante que não exerça atividade remunerada. Parágrafo único – Compreendem-se neste artigo o filho de qualquer condição. será concedido ao que tiver os dependentes sob sua guarda. na falta deste. Parágrafo único – A invalidez que caracteriza a dependência é a comprovada incapacidade total e permanente para o trabalho. 237 – A cota de salário-família por dependente inválido corresponderá ao triplo da cota normal. Art. mediante autorização judicial. em caso de ancianidade. de acordo com a distribuição dos dependentes.

§ 2º .claudetepessoa. correrá integralmente por conta dos cofres do Estado. § 1º . as despesas previstas neste artigo continuarão a correr pelos cofres do Estado. 245 – Após cada período de 12 (doze) meses consecutivos de licença para tratamento de saúde. falecimento. Art. Art. acometido de doença profissional ou internado compulsoriamente para tratamento psiquiátrico. relativo a cada dependente. até que atinja 24 (vinte e quatro) anos. embora ocorrido no primeiro dia do mês. 247 – O titular do órgão competente para a concessão de licenças médicas aos funcionários do Estado decidirá sobre os pedidos de pagamento do auxílio-doença e do tratamento a que se refere o artigo anterior. § 1º . casamento. 248 – Nos casos de acumulação legal de cargos.O auxílio-doença não sofrerá descontos de qualquer espécie. Art. respondendo o funcionário ou inativo. Parágrafo único – O cancelamento será feito.com 73 freqüência de curso secundário ou superior até 30 (trinta) dias antes de completar 21 (vinte e um) anos. a requerimento do interessado. Art. no mês seguinte ao em que se tenha verificado o ato ou fato que haja determinado a sua supressão. CAPÍTULO III DO AUXÍLIO-DOENÇA Art. o funcionário terá direito a um mês de vencimento. nos casos de exercício de atividade remunerada. civil. e será realizado. em estabelecimento estadual de assistência médica. separação judicial ou divórcio do dependente.Ainda que o funcionário venha a ser aposentado em decorrência de acidente em serviço. abandono de lar. ainda que para fins de previdência e assistência. sempre que possível. por ocasião da matrícula escolar. § 2º . Art. será devido a partir do mês em que tiver ocorrido o fato ou ato que lhe deu origem. relativo a cada dependente. penal e administrativamente pela omissão ou inexatidão de suas declarações. 246 – O tratamento do funcionário acidentado em serviço. o auxílio-doença devido será pago . embora verificado no último dia do mês. 243 – O salário-família.Nas hipóteses deste artigo não será devido ao funcionário o pagamento do auxíliodoença. 244 – Deixará de ser devido o salário-família. e anualmente. o auxílio-doença a que tiver feito jus será pago de acordo com as normas que regulam o pagamento de vencimento não recebido. a título de auxílio-doença.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. de doença profissional ou de internação compulsória para tratamento psiquiátrico.Quando ocorrer o falecimento do funcionário.

§ 2º . Art. 2) exercer mandato municipal e este importar no afastamento do funcionário do exercício de seu cargo. IV. § 2º . será suspenso nas hipóteses previstas nos incisos III. CAPÍTULO V DO AUXÍLIO-MORADIA Art. Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 253 – O pagamento do auxílio-moradia é devido a partir da data em que o funcionário passar a ter exercício na nova sede e cessará: I – quando completar 1 (um) ano de serviço na nova sede. 249 – À família do funcionário ou inativo falecido será concedido auxílio-funeral.com 74 somente em relação a um deles.claudetepessoa.O pagamento do auxílio-funeral obedecerá a processo sumaríssimo. e calculado sobre o de maior vencimento. incorrendo em pena de suspensão o responsável pelo retardamento. se ambos forem estaduais.A despesa com auxílio-funeral correrá à conta de dotação orçamentária própria. 251 – Será concedido auxílio-moradia ao funcionário que for designado ex officio para ter exercício definitivo em nova sede e nesta não vier a residir em imóvel pertencente ao Poder Público. Art. § 1º .Se as despesas do funeral não forem ocorridas por pessoa da família do funcionário ou inativo.O auxílio será pago no valor correspondente a 15 UFERJs. 254 – O auxílio-moradia. . 250 – Aplica-se ao auxílio-funeral a norma estabelecida no artigo 248. II – quando passar a residir em imóvel pertencente ao Poder Público. federal ou estadual. Art. 252 – O auxílio-moradia corresponderá a 20% (vinte por cento) do vencimentobase do funcionário. XVIII e XX do artigo 79. Art. pago mensalmente junto com vencimento do funcionário. Parágrafo único – Será ainda suspenso o pagamento do auxílio quando o funcionário: 1) exercer mandato legislativo ou executivo. § 1º . o respectivo auxílio será pago a quem as tiver comprovadamente realizado. 3) for convocado para prestação de serviço militar. 255 – O período de 1 (um) ano a que se refere o inciso I do artigo 253 começa a ser contado a partir da data em que o funcionário iniciar o exercício na nova sede. CAPÍTULO IV DO AUXÍLIO-FUNERAL Art. V. recomeçando a contagem do prazo a cada nova designação. concluído no prazo de 48 (quarenta e oito) horas da apresentação da certidão de óbito e documentos que comprovem a satisfação da despesa pelo requerente.

§ 3º . representantes das Secretarias de Governo. que indicará seu Presidente. de Planejamento e Coordenação Geral e de Fazenda e da Fundação Escola de Serviço Público do Estado do Rio de Janeiro. de sugestões e trabalhos que visem ao aumento da produtividade e à redução de custos operacionais do serviço público. 259 – O disposto neste Capítulo aplica-se. indicados pelos respectivos titulares. de reconhecida competência em técnicas de administração. é assegurada pensão mensal equivalente ao vencimento mais as vantagens percebidas em caráter permanente. por ocasião do óbito. § 2º . quando for o caso. 262 – Caberá a uma Comissão. a soma das pensões será inferior ao valor do salário-mínimo vigente na capital do Estado. 256 – Aos beneficiários do funcionário falecido em conseqüência de acidente ocorrido em serviço ou doença nele adquirida. Art.Anualmente será designada a Comissão por ato do Secretário de Estado de Administração. em importância a ser fixada pelo Governador. aos beneficiários do inativo. Art. avaliar e julgar os trabalhos recebidos. por parte de funcionários.Integrarão a Comissão. se necessário. nos termos de regulamentação própria a ser baixada pelo Secretário de Estado de Administração. Art. Parágrafo único – Em nenhuma hipótese. 260 – A Administração estimulará a apresentação.O julgamento da Comissão será irrecorrível. além do seu Presidente. composta de 5 (cinco) membros. destinado ao trabalho que melhor se ajustar às finalidades de sua instituição. de laudo médico-legal. 258 – Do valor da pensão concedida serão abatidas as importâncias correspondentes à pensão recebida do IPERJ. Art. . Art. 261 – Será estabelecido um prêmio anual.claudetepessoa. § 1º . quando o evento morte for conseqüência direta de acidente em serviço ou doença profissional. que se valerá. além da comprovação a que se refere o § 3º do artigo 115. CAPÍTULO VII DO PRÊMIO POR SUGESTÕES DE INTERESSE DA ADMINISTRAÇÃO Art. 257 – A prova das circunstâncias do falecimento será feita por junta médica oficial.com 75 CAPÍTULO VI DA PENSÃO ESPECIAL EM CASO DE MORTE POR ACIDENTE EM SERVIÇO OU DOENÇA PROFISSIONAL Art. também.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.

os equipamentos próprios exigidos pelas disposições específicas relativas à higiene e segurança do trabalho. Art.claudetepessoa. 265 – O Estado prestará assistência ao funcionário. fora das horas de trabalho. sob qualquer das formas. § 3º da Constituição Federal e artigo 33 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. II – a manutenção obrigatória dos sistemas previdenciários e de seguro social. do artigo 266. aplicam-se as disposições dos incisos IV. aperfeiçoamento e especialização profissional. . será prestada diretamente pelo Estado ou através de instituições próprias. Parágrafo único – Os equipamentos de que trata este artigo serão de uso obrigatório pelos servidores do Estado. V – financiamento para aquisição de imóvel destinado à residência. III – plano de seguro compulsório para complementação de proventos e pensões. Art. e aos estagiários. VIII – centros de aperfeiçoamento moral e cultural dos funcionários e suas famílias. 267 – A assistência. TÍTULO VII DA PREVIDÊNCIA E DA ASSISTÊNCIA CAPÍTULO ÚNICO Art. e as do artigo 269. 270 – Aos servidores contratados no exercício de função gratificada. 263 – Ao autor do trabalho premiado se reconhecerá a relevância do serviço e o respectivo prêmio será entregue em ato solene. VI – auxílio para a educação dos dependentes. Art. inclusive em sanatórios e creches. além de outras julgadas necessárias.com 76 Art. IV – assistência judiciária. às quais poderá o funcionário ou inativo ser obrigatoriamente filiado. Art. farmacêutica. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. criadas por lei. 266 – Entre as formas de assistência incluem-se: * Vide artigo 39. sob pena de suspensão. Art. ao inativo. este é obrigado a fornecer-lhes. dentária e hospitalar. 269 – Nos trabalhos insalubres executados pelos servidores do Estado. Art. e a suas famílias. 264 – Não será distribuído o prêmio no ano em que os trabalhos apresentados forem julgados insatisfatórios pela Comissão. 268 – Legislação especial estabelecerá os planos. Parágrafo único – Para execução do disposto neste artigo poderão ser celebrados convênios com entidades públicas ou privadas. bem como as condições de organização e funcionamento dos serviços assistenciais referidos neste Título. no dia 28 de outubro. em favor de todos os funcionários e inativos. VII e VIII. gratuitamente. I – assistência médica. VII – cursos e centros de treinamento.

do artigo 10. nos artigos 23 e 24. ainda. só é permitida quando haja correlação de matérias e compatibilidade de horários. seja qual for a natureza desta. * Vide artigo 37. aos servidores contratados quando no exercício de função gratificada. salvo nas hipóteses previstas no § 1º do artigo 10. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. único. e aos estagiários a que se refere o § 1º. o disposto neste artigo não se aplica ao aposentado compulsoriamente. com direito à remuneração. inclusive em sociedade de economia mista e empresas públicas. XVI da Constituição Federal e artigo 34 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 1º . Estadual ou Municipal. 271 – É vedada a acumulação remunerada de cargos e funções públicas. 272 – O funcionário não poderá participar de mais de um órgão de deliberação coletiva. o estabelecido nos incisos I e VI. funções de qualquer modalidade ou empregos no Poder Público Federal. § 2º . da Administração Centralizada ou Autárquica. não descaracteriza a proibição de acumular. XVII da Constituição Federal. nem ao aposentado por invalidez. § 10 da Constituição Federal e artigo 36 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. do artigo 266.claudetepessoa. se não cessadas as causas determinantes de sua aposentadoria.A supressão do pagamento relativo a um dos cargos. nem exercer mais de uma função gratificada. * Vide artigo 95. III – um cargo de professor com outro técnico ou científico IV – dois cargos privativos de médico. funções ou empregos referidos no parágrafo anterior.A acumulação. ou ao contrato para prestação de serviços técnicos ou especializados. * Vide artigo 35 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 273 – Fica excluído da proibição de acumular provento o aposentado quanto ao exercício de mandato eletivo. Art. cargo em comissão. em qualquer dos casos. Art. § 3º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. bem quanto à participação em órgão de deliberação coletiva. TÍTULO VIII DO REGIME DISCIPLINAR CAPÍTULO I DA ACUMULAÇÃO Art. .A proibição de acumular se estende a cargos. e no § 4º. exceto a de: * Vide artigo 37. I – um cargo de juiz com outro de magistério superior. I da Constituição Federal II – dois cargos de professor. p.com 77 Parágrafo único – Aplica-se. Parágrafo único – Exceto quanto ao exercício de mandato eletivo. * Vide artigo 37. do artigo 35. função gratificada.

Art. V – de provento. 276 – Cargo de Professor é o que tem como atribuição principal e permanente lecionar em qualquer grau ou ramo de ensino legalmente previsto. 278 – A correlação de matéria pressupõe a existência de relação íntima e recíproca entre os conhecimentos específicos. com vencimento ou salário. XVII da Constituição Federal. com vencimento nos casos de acumulação legal. aposentadoria. II – de pensões. como técnico ou científico: 1) o cargo para cujo exercício seja exigida habilitação em curso legalmente classificado como técnico. Parágrafo único – As atribuições do cargo. XVI. 279 – Para os efeitos deste Capítulo. Art. o cargo de direção privativo de professor. Art. mas terá de ficar provada mediante consulta a dados objetivos. cujo ensino ou aplicação constitua atribuição principal dos cargos acumuláveis. * Vide artigo 37. nem está sujeita a quaisquer limites. 274 – Não se compreende na proibição de acumular. 2) o cargo de direção. de pensões civis ou militares. serão consideradas na forma do parágrafo único do artigo 278. funções ou empregos referidos no § 2º do artigo 271. regulamentares ou regimentais do cargo. sem prejuízo do número regulamentar de horas de trabalhos determinado para cada um. III – de pensões. Parágrafo único – Tal relação não se haverá por presumida. 280 – A compatibilidade de horários será reconhecida quando houver possibilidade do exercício dos dois cargos. em horários diversos. 277 – A simples denominação de “técnico” ou “científico” não caracteriza como tal o cargo que não satisfizer às condições dos artigos 275 e 276. tais como os programas de ensino. Art. IV – de proventos resultantes de cargos legalmente acumuláveis.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. também. 275 – Cargo técnico ou científico é aquele para cujo exercício seja indispensável e predominante a aplicação de conhecimento científico ou artístico de nível superior de ensino. “b” da Constituição Federal.com 78 Art. Parágrafo único – Considera-se. de sorte que o exercício simultâneo favoreça o melhor desempenho de ambos os cargos. jubilação ou reforma. a expressão “cargo” compreende os cargos. com provento de disponibilidade. no caso de cargo técnico ou científico. e as atribuições legais.claudetepessoa. de segundo grau ou de nível superior de ensino. no caso de professor. Art. * Vide artigo 37. privativo de ocupante de cargo técnico ou científico. Art. da Constituição Federal. XVI. * Vide artigo 37. para efeito de reconhecimento de seu caráter técnico ou científico. também. Parágrafo único – Inclui-se. . a percepção: I – conjunta. para efeito de acumulação.

o ato de provimento do funcionário mencionará em qual das duas condições funcionais está sendo nomeado para que. § 1º . restituirá o que tiver percebido indevidamente pelo exercício do cargo que gerou a acumulação. Art. * Vide artigo 37 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. ainda.O tempo de serviço. § 2º . ressalvado o caso de ocorrer também sua extinção. ainda que um dos cargos integre os quadros de outra esfera de poder. Art. se o cargo gerador da acumulação proibida for de outra esfera de Poder Público.Apurada a má fé do inativo.Provada a má fé. em processo administrativo disciplinar. observado sempre o disposto no artigo anterior. com relação a um deles. de logo. continue no exercício de suas atribuições. que fará a apreciação de sua legalidade. em determinada situação. levar-se-á em conta a necessidade de tempo para a locomoção entre um e outro. são insuscetíveis de serem computados ou usufruídos em outras.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. ensejando. § 3º . 281 – O funcionário que ocupe dois cargos em regime de acumulação legal poderá ser investido em cargo em comissão.A verificação dessa compatibilidade far-se-á tendo em vista o horário do servidor na unidade administrativa em que estiver lotado.claudetepessoa. e provada a boa fé.com 79 § 1º . a acumulação proibida. § 2º . do artigo 15. além de perder ambos os cargos. este sofrerá a cassação de sua aposentadoria ou disponibilidade. § 3º . bem como quaisquer direitos ou vantagens adquiridos em função de determinada situação jurídica.Se computados na hipótese do parágrafo anterior. sem obrigação de restituir. 283 – A inexatidão das declarações feitas pelo funcionário no cumprimento da exigência constante do inciso IV. ou provento. seja observado o disposto neste artigo. o funcionário optará por um dos cargos. in fine. salvo se extinto seu fato gerador.Na hipótese do parágrafo anterior.No caso de cargos a serem exercidos no mesmo local ou em municípios diferentes. § 2º . Art. . a ela ficarão indissoluvelmente ligados. em relação ao outro cargo. constituirá presunção de má fé. 284 – As acumulações serão objeto de estudo e parecer individuais por parte do órgão estadual para esse fim criado. o funcionário restituirá o que houver percebido desde a acumulação ilegal. § 1º . a restituir o que tiver recebido indevidamente.Ocorrendo a hipótese. ainda que ocorra a hipótese de estar dela legalmente afastado. obrigado. desde que. a suspensão do pagamento do respectivo vencimento e vantagens. 282 – Verificada. Art.

inclusive de viabilidade. em trabalho assinado. permissionária ou concessionária de serviço público. de empresa ou sociedade: 1) contratante. 285 – São deveres do funcionário: * Vide artigo 39 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. XI – providenciar para que esteja sempre em ordem. 3) de consultoria técnica que execute projetos e estudos. I – assiduidade. III – valer-se do cargo ou função para lograr proveito pessoal em detrimento da dignidade da função pública. do ponto de vista doutrinário ou da organização do serviço. IX – levar ao conhecimento de autoridade superior irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ou função. pela imprensa ou qualquer outro órgão de divulgação pública. VI – lealdade e respeito às instituições constitucionais e administrativas a que servir. V – participar de diretoria. . porém. no assentamento individual. III – urbanidade. conselho técnico ou administrativo. a qualquer órgão estadual.claudetepessoa. XII – atender prontamente às requisições para defesa da Fazenda Pública e à expedição de certidões para defesa de direito. X – zelar pela economia e conservação do material que lhe for confiado. administração. criticá-los. VIII – observância às ordens superiores. XIII – guardar sigilo sobre a documentação e os assuntos de natureza reservada de que tenha conhecimento em razão do cargo ou função. modificar ou substituir livro ou documento de órgão estadual. para órgãos públicos. XIV – submeter-se à inspeção médica determinada por autoridade competente. IV – discrição. IV – coagir ou aliciar subordinados com objetivo de natureza partidária. 286 – Ao funcionário é proibido: * Vide artigo 40 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. podendo.com 80 CAPÍTULO II DOS DEVERES Art. CAPÍTULO III DAS PROIBIÇÕES Art. em informação. VII – observância das normas legais e regulamentares. 2) fornecedora de equipamento ou material de qualquer natureza ou espécie. II – pontualidade. exceto quando manifestamente ilegais. sua declaração de família. parecer ou despacho. às autoridades e atos da Administração Pública. ou censurá-los.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. II – retirar. ou de alterar a verdade dos fatos. salvo justa causa. gerência. I – referir-se de modo depreciativo. com o fim de criar direito ou obrigação. V – boa conduta. bem como apresentar documento falso com a mesma finalidade.

XIV – retirar objetos de órgãos estaduais. solicitar ou receber propinas. IX – revelar fato ou informação de natureza sigilosa. . CAPÍTULO IV DA RESPONSABILIDADE Art. XVII – exercer cargo ou função pública antes de atendidos os requisitos legais. presentes ou vantagens de qualquer espécie em razão do cargo ou função. sabendo-o indevidamente. consangüíneo ou afim. ou aceitar promessa de tais vantagens.Tratando-se de dano causado a terceiros. no âmbito do serviço público. comissões. inclusive ao trato de interesses de natureza particular. in fine.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. a palestras. salvo nos casos previstos em lei.claudetepessoa. junto aos órgãos estaduais. VIII – exigir. responderá o funcionário perante a Fazenda Estadual em ação regressiva proposta depois de transitar em julgado a decisão que houver condenado a Fazenda a indenizar o terceiro prejudicado. Art. no que exceder os limites da fiança. o funcionário responde civil. como procurador ou intermediário. policial ou administrativo. em qualquer de suas formas. XIII – empregar material ou quaisquer bens do Estado em serviço particular. * Vide artigo 21. XII – deixar de comparecer ao trabalho sem causa justificada. XV – fazer cobranças ou despesas em desacordo com o estabelecido na legislação fiscal e financeira. salvo quando se tratar de percepção de vencimento. * Vide artigo 41 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. nos locais e horas de trabalho. o prejuízo causado à Fazenda estadual.Ressalvado o disposto no artigo 148. 289 – A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputados ao funcionário nessa qualidade. 287 – Pelo exercício irregular de suas atribuições. § 2º . leituras ou quaisquer outras atividades estranhas ao serviço. de que tenha ciência em razão do cargo ou função. quando regularmente intimado. até o segundo grau civil. remuneração. deste Regulamento. X – cometer à pessoa estranha ao serviço do Estado. XVI – deixar de prestar declaração em processo administrativo disciplinar. provento ou vantagem de parente. Art. penal e administrativamente. § 1º . poderá ser ressarcido mediante desconto em prestações mensais não excedentes da décima parte do vencimento ou remuneração.com 81 VI – praticar a usura. ou continuar a exercê-lo. salvo quando autorizado por escrito pela autoridade competente. VII – pleitear. XI – dedicar-se. à falta de outros bens que respondam pela indenização. * Vide artigo 42 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 288 – A responsabilidade civil decorre de procedimento doloso ou culposo que importe em prejuízo da Fazenda Estadual ou de terceiros. * Vide artigo 43 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. o desempenho de encargo que lhe competir ou a seus subordinados. salvo quando se tratar de depoimento em processo judicial.

Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. não ensejarem pena de demissão. * Vide artigo 44 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. * Vide artigo 49 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. penal e administrativa. Art. Art. III – reincidência em falta já punida com repreensão. bem como de reincidência específica em transgressão punível com pena de advertência. 293 – Na aplicação das penas disciplinares serão consideradas a natureza e a gravidade da infração. 292 – São penas disciplinares: * Vide artigo 46 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. porém. Art. II – desrespeito a proibições que. . Art. embora afastada a qualificação do fato com crime. VI – demissão. a ação disciplinar ulterior à absolvição no juízo penal. a falta de cumprimento dos deveres será punida com pena de suspensão. 290 – A responsabilidade administrativa resulta de atos praticados ou omissões ocorridas no desempenho do cargo ou função. persista. 295 – A pena de repreensão será aplicada por escrito em casos de desobediência ou falta de cumprimento dos deveres. 294 – A pena de advertência será aplicada verbalmente em casos de negligência e comunicada ao órgão de pessoal. Parágrafo único – Havendo dolo ou má fé. * Vide artigo 48 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. VII – cassação de aposentadoria.com 82 Art. II – repreensão. bem assim as instâncias civil. sendo umas e outras independentes entre si. VI – multa. * Vide artigo 45 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. V – destituição de função. Art. 291 – As cominações civis.claudetepessoa. CAPÍTULO V DAS PENALIDADES Art. residualmente. falta disciplinar. I – falta grave. I – advertência. Parágrafo único – Só é admissível. os danos que dela provierem para o serviço público e os antecedentes funcionais do servidor. pela sua natureza. quando comprometedores da dignidade e do decoro da função pública. jubilação e disponibilidade. 296 – A pena de suspensão será aplicada nos casos de: * Vide artigo 50 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Parágrafo único – As penas impostas ao funcionário serão registradas em seus assentamentos. quando. ou fora dele. III – suspensão. penais e disciplinares poderão cumular-se. * Vide artigo 47 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.

poderá ser convertida em multa.Quando houver conveniência para o serviço. ocupante de cargo efetivo. * Redação dada pela Lei Complementar 85/96. por 20 (vinte) dias. IV – ofensa física. durante o período de 12 (doze) meses. § 1º . I – falta relacionada no art.O funcionário suspenso perderá todas as vantagens e direitos decorrentes do exercício do cargo.claudetepessoa. * Incluído pelo Decreto 15285/90. § 2º . § 3º . pelos elementos de comprovação de que dispuser. 286. também. 298 – A pena de demissão será aplicada nos casos de: * Vide artigo 52 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. VI – ausência ao serviço. independentemente de instauração de processo administrativo disciplinar. § 3º . VIII – ineficiência comprovada. com caráter de habitualidade. entenda haver ocorrido justa causa para a ausência do servidor. Art. salvo em legítima defesa. por 10 (dez) dias consecutivos.Considera-se abandono de cargo a ausência ao serviço. 297 – A destituição de função dar-se-á quando verificada falta de exação no cumprimento do dever. e se comprovada má fé. justificará as faltas apenas para fins disciplinares. Art. II – incontinência pública e escandalosa ou prática de jogos proibidos. * Vide artigo 51 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. na base de 50% (cinqüenta por cento) por dia de vencimento ou remuneração.com 83 § 1º . a juízo da autoridade competente. caso em que as faltas serão justificadas apenas para fins disciplinares. no desempenho dos encargos de sua competência. deste Regulamento.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.A pena de suspensão não poderá exceder a 180 (cento e oitenta) dias.Caso o Secretário de Estado de Administração. § 3º. por iniciativa do chefe imediato do funcionário. quando de natureza grave. habitual ou em serviço. VII – insubordinação grave em serviço. IX – desídia no cumprimento dos deveres. sem causa justificada. interpoladamente. nesse caso. obrigado. § 2º . * Vide artigo 84. V – abandono de cargo.Entender-se-á por ausência ao serviço. com justa causa. Parágrafo único – O disposto neste artigo não impede a aplicação da pena disciplinar cabível quando o destituído for. sem justa causa. a que assim for considerada após a devida comprovação em processo administrativo disciplinar. contra funcionário ou particular. a pena de suspensão. o funcionário a permanecer no serviço durante o número de horas de trabalho normal. III – embriaguez. em serviço. . * Redação dada pela Lei Complementar 85/96.

se português. nos casos de penas de advertência. a competência para decidir e para aplicá-la é do Secretário de Estado de Administração. nos termos da lei penal. quando ainda no exercício do cargo. ainda. deste Regulamento. exceto nos de competência privativa do Governador. ilegalmente. cassação de aposentadoria. suspensão até 30 (trinta) dias e multa correspondente. porém.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. for de declarada extinta a igualdade de direitos e obrigações civis e do gozo de direitos políticos. II – os Secretários de Estado e demais titulares de órgãos diretamente subordinados ao Governador em todos os casos. sempre que a pena decorrer de processo administrativo disciplinar. jubilação ou de disponibilidade será aplicada se ficar provado. * Renumerado pelo Decreto 15285/90. o exercício do cargo ou função em que for aproveitado. Art. III – perdeu a nacionalidade brasileira. 301 – A pena de cassação de aposentadoria. * Vide artigo 53 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Parágrafo único – Será cassada a disponibilidade do funcionário que não assumir. quando estas tiverem uma configuração penal típica. § 5º . jubilação ou disponibilidade. ou. § 1º . I – O Governador. nos casos de demissão. II – aceitou. III – os dirigentes de unidades administrativas em geral. 302 – São competentes para aplicação de penas disciplinares: * Vide artigo 56 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art.Será.com 84 § 4º . sem prejuízo. da ação disciplinar que couber. em processo administrativo disciplinar.Nos casos dos incisos II e III. * Vide artigo 45. repreensão. § 3º. 300 – Conforme a gravidade da falta.A demissão aplicada nas hipóteses previstas nos incisos I a IX. * Vide artigo 54 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. incorrer na pena acessória de perda da função pública.claudetepessoa. demitido o funcionário que. * Vide artigo 8º. se e quando o pronunciamento da Justiça for favorável ao indiciado. na forma do parágrafo único do artigo 291.A aplicação da pena de destituição de função caberá à autoridade que houver feito a designação do funcionário. que o aposentado ou disponível: * Vide artigo 55 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. I – praticou. Art. em qualquer caso e. privativamente. Art. falta suscetível de determinar demissão. . § 2º . 299 – O ato de demissão mencionará sempre a causa da penalidade. a demissão poderá ser aplicada com a nota “a bem do serviço público”. I. provada a má fé. * Renumerado pelo Decreto 15285/90. no prazo legal. deste Regulamento. será cancelada e o funcionário reintegrado administrativamente. cargo ou função pública.

§ 1º . I – em 2 (dois) anos.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. a falta sujeita às penas de advertência. 2) à cassação da aposentadoria.A falta também prevista como crime na lei penal prescreverá juntamente com este. 303 – Prescreverá: * Vide artigo 57 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.O curso da prescrição começa a fluir da data do evento punível disciplinarmente. TÍTULO IX DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR E DA SUA REVISÃO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. * Vide artigo 61 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. CAPÍTULO II DA PRISÃO ADMINISTRATIVA E DA SUSPENSÃO PREVENTIVA Art. LXI da Constituição Federal. nos devidos prazos. 307 – Cabe aos Secretários de Estado e demais dirigentes de órgãos diretamente subordinados ao Governador ordenar.A autoridade que ordenar a prisão comunicará imediatamente o fato à autoridade . * Vide artigo 5º. multa ou suspensão. desvio ou omissão em efetuar as entradas. a prisão administrativa do funcionário responsável pelo alcance. Art. fundamentalmente e por escrito. * Vide artigo 38 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. ou do seu conhecimento. 306 – A autoridade que tiver ciência de qualquer irregularidade no serviço público é obrigada a promover-lhe a apuração imediata. prejudicar a eficiência do serviço ou causar dano à Administração Pública. 305 – Constitui infração disciplinar toda ação ou omissão do funcionário capaz de comprometer a dignidade e o decoro da função pública. e interrompe-se pela abertura de processo administrativo disciplinar. 304 – Poder disciplinar é a faculdade conferida ao Administrador Público com o objetivo de possibilitar a prevenção e repressão de infrações funcionais de seus subordinados. ferir a disciplina e a hierarquia. de dinheiro ou valores pertencentes à Fazenda Estadual ou que se acharem sob a guarda desta. a falta sujeita: 1) à pena de demissão ou destituição de função.claudetepessoa. repreensão. no âmbito interno da Administração.com 85 Art. jubilação ou disponibilidade. por meios sumários ou mediante processo administrativo disciplinar. Art. II – em 5 (cinco) anos. § 1º . § 2º .

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86 judiciária competente e providenciará no sentido de ser realizado, com urgência, o processo de tomada de contas. § 2º - A prisão administrativa, que será cumprida em estabelecimento especial e não excederá de 90 (noventa) dias, será relaxada tão logo seja efetuada a reposição do quantum relativo ao alcance ou desfalque. § 3º - Não se ordenará a prisão administrativa quando o valor da fiança seja suficiente para garantir o ressarcimento de prejuízo causado à Fazenda Estadual, ou quando o responsável pela malversação, alcance ou desfalque haja oferecido as necessárias garantias de indenização. Art. 308 – A suspensão preventiva até 30 (trinta) dias será ordenada pelas autoridades mencionadas no artigo 308, desde que o afastamento do funcionário seja necessário para que este não venha a influir na apuração da falta. * Vide artigo 59 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 1º - A suspensão de que trata este artigo poderá, ainda, ser ordenada pelo Secretário de Estado de Administração, no ato de instauração de processo administrativo disciplinar, e estendida até 90 (noventa) dias, findos os quais cessarão automaticamente os efeitos da mesma, ainda que o processo não esteja concluído. * Vide artigo 59, § 1º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 2º - O funcionário suspenso preventivamente poderá ser administrativamente preso. § 3º - Não estando preso administrativamente, o funcionário que responder por malversação ou alcance de dinheiro ou valores públicos será sempre suspenso preventivamente, e seu afastamento se prolongará até a decisão final do processo administrativo disciplinar. * Vide artigo 59, § 3º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 309 – A prisão administrativa e a suspensão preventiva são medidas acautelatórias e não constituem pena. * Vide artigo 60 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 310 – O funcionário, afastado em decorrência das medidas acautelatórias referidas no artigo anterior, terá direito: I – à contagem de tempo de serviço relativo ao afastamento, desde que reconhecida sua inocência afinal; II – à contagem do tempo de serviço relativo à suspensão preventiva, se do processo resultar pena disciplinar de advertência ou repreensão; III – à contagem do período de afastamento que exceder do prazo da suspensão disciplinar aplicada. § 1º - O cômputo do tempo de serviço nos termos deste artigo implica o direito à percepção do vencimento e vantagens no período correspondente.

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87 § 2º - Será computado na duração da pena ou suspensão disciplinar imposta o período de afastamento decorrente de medida acautelatória. § 3º - Ocorrendo a hipótese do parágrafo anterior, o funcionário restituirá, na proporção do que houver recebido, o vencimento e vantagens percebidos na forma do disposto no inciso I, do artigo 145.

CAPÍTULO III DA APURAÇÃO SUMÁRIA DE IRREGULARIDADE Art. 311 – A apuração sumária por meio de sindicância não ficará adstrita ao rito determinado para o processo administrativo disciplinar, constituindo-se em simples averiguação. Parágrafo único – A critério da autoridade que a instaurar, e segundo a importância maior ou menor do evento, a sindicância poderá ser realizada por um único funcionário ou por uma Comissão de 3 (três) servidores, preferivelmente efetivos. Art. 312 – A instauração de sindicância não impede a adoção imediata, através de comunicação à autoridade competente, das medidas acautelatórias previstas no Capítulo II, deste Título. Art. 313 – Se, no curso da apuração sumária, ficar evidenciada falta punível com pena superior à de suspensão por mais de 30 (trinta) dias, ou multa correspondente, o responsável pela apuração comunicará o fato ao superior imediato que solicitará, pelos canais competentes, a instauração de processo administrativo disciplinar. * Vide artigo 63 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 314 – São competentes para determinar a apuração sumária de irregularidades, ocorridas no serviço público do Estado, os dirigentes de unidades administrativas até o nível de Chefe de Seção. § 1º - Se o fato envolver a pessoa do chefe da unidade administrativa, a abertura de sindicância caberá ao superior hierárquico imediato. § 2º - Em qualquer caso, a designação será feita por escrito. Art. 315 – O sindicante deverá colher todas as informações necessárias, ouvindo o denunciante, à autoridade que ordenou a sindicância, quando conveniente; o suspeito, se houver; os servidores e os estranhos eventualmente relacionados com o fato, bem como procedendo à juntada do expediente de instauração da sindicância e de quaisquer documentos capazes de bem esclarecer o ocorrido. Art. 316 – Por se tratar de apuração sumária, as declarações do servidor suspeito serão recebidas também como defesa, dispensada a citação para tal fim, assegurada, porém, a juntada pelo mesmo, no prazo de 5 (cinco) dias, de quaisquer documentos que considere úteis.

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88 Art. 317 – A sindicância não poderá exceder o prazo de 30 (trinta) dias, prorrogável uma única vez até 8 (oito) dias em caso de força maior, mediante justificativa à autoridade que houver determinado a sindicância. Art. 318 – Comprovada a existência ou inexistência de irregularidades deverá ser, de imediato, apresentado relatório de caráter expositivo, contendo, exclusivamente, de modo claro e ordenado, os elementos fáticos colhidos ao curso da sindicância, abstendose o relator de quaisquer observações ou conclusões de cunho jurídico, deixando à autoridade competente a capitulação das eventuais transgressões disciplinares verificadas. Art. 319 – O relatório a que se refere o artigo anterior será encaminhado à Assessoria Jurídica vinculada à autoridade que houver promovido a sindicância, a qual proporá imediatamente: * Redação dada pelo Decreto 15285/90. a) arquivamento da sindicância, no caso de verificação de inexistência de irregularidades ou de identificação de autoria; b) Aplicação das penas de advertência, repreensão e suspensão de até trinta dias e multa correspondente; c) Encaminhamento do expediente à Secretaria de Estado de Administração, no caso de entender cabível pena superior a trinta dias de suspensão. CAPÍTULO IV DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR Art. 320 – O processo administrativo disciplinar precederá sempre a aplicação das penas de suspensão por mais de 30 (trinta) dias, destituição de função, demissão, cassação de aposentadoria, jubilação ou disponibilidade. * Vide artigo 64 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 321 – A determinação de instauração do processo administrativo disciplinar é da competência do Secretário de Estado de Administração, inclusive em relação a servidores autárquicos. Parágrafo único – Excetua-se desta norma a instauração de processo disciplinar para apuração de ilícitos administrativos, cuja competência esteja atribuída por legislação específica a outra autoridade. * Vide artigo 65 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 322 – Promoverá o processo uma das Comissões Permanentes de Inquérito Administrativo da Secretaria de Estado de Administração. * Vide artigo 66 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Parágrafo único – Não se aplica a regra estabelecida neste artigo aos casos previstos no parágrafo único do artigo anterior. Art. 323 – Se, de imediato ou no curso do processo administrativo disciplinar, ficar evidenciado que a irregularidade envolve crime, a autoridade instauradora ou o Presidente da Comissão a comunicará ao Ministério Público.

quando não se tratar de sobrestamento. em responsabilidade administrativa dos membros da Comissão. § 1º . o sigilo necessário à elucidação do fato ou o exigido pelo interesse da Administração. § 4º . em caso de força maior e a juízo do Secretário de Estado de Administração. * Vide artigo 69 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.com 89 Parágrafo único – Quando a autoridade policial tiver conhecimento de crime praticado por funcionário público com violação de dever inerente ao cargo. contados da data em que os autos chegarem à Comissão prorrogáveis sucessivamente por períodos de 30 (trinta) dias.claudetepessoa. à destituição do cargo em comissão ou função gratificada do titular do órgão solicitado. até o máximo de 3 (três). § 2º . não podendo supri-lo a confissão do acusado. 324 – O processo administrativo disciplinar deverá estar concluído no prazo de 90 (noventa) dias. importando. no prazo máximo de sete dias.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. direta ou indireta. Parágrafo único – A autoridade julgadora não ficará adstrita ao laudo. § 1º . § 2º . no todo ou em parte.Aplicam-se estas disposições às Empresas Públicas. a expressão Comissão de Inquérito – Urgente – Sujeito a Prazo. podendo aceitálo ou rejeitá-lo. Art. Sociedades de Economia Mista e Fundações mantidas pelo Estado do Rio de Janeiro. ou.As solicitações e respectivas respostas não estão sujeitas a autuações e serão encaminhadas diretamente aos órgãos envolvidos. 327 – Quando a infração deixar vestígio. Art. 326 – A Comissão assegurará. quando se tratar de servidor do quadro permanente da administração estadual.A não observância desses prazos não acarretará nulidade do processo.Nos expedientes de solicitações de que trata este artigo. em letras vermelhas.O sobrestamento do processo administrativo disciplinar só ocorrerá em caso de absoluta impossibilidade de prosseguimento. será indispensável o exame pericial. devendo comunicar no prazo de 48 (quarenta e oito) horas a impossibilidade do atendimento no prazo estabelecido. no processo administrativo disciplinar. nos termos da legislação pertinente. Art. 325 – Os órgãos estaduais atenderão. inclusive requisições de Técnicos e Peritos. as solicitações das Comissões Permanentes de Inquérito Administrativo. * Vide artigo 68 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. porém. ou com abuso de poder. direto ou indireto.A inobservância do disposto acima dará lugar. constará. à aplicação da pena disciplinar cabível. § 3º . a juízo do Secretário de Estado de Administração. . fará comunicação do fato à autoridade administrativa competente para a instauração do processo disciplinar cabível. * Vide artigo 67 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. conforme o caso. devidamente justificada.

para que expliquem os pontos de divergência. que poderá ser produzida em causa própria. Art. reduzindo-se a termo o ato de acareação. 332 – Em caso de revelia. um funcionário efetivo. 330 – Nenhum acusado será julgado sem defesa.O defensor do acusado. o Presidente da Comissão designará. a todo tempo. * Vide artigo 70 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. na sede da Comissão. na hipótese da parte final do caput do artigo anterior. não poderá abandonar o processo senão por motivo imperioso. 331 – Sempre que o acusado requeira. ainda que provisoriamente ou para só o efeito do ato. § 1º . Art. será citado por edital. ainda que motivada. nomear outro de sua confiança ou a si mesmo. § 3º . bacharel em Direito. 333 – Para assistir pessoalmente aos atos processuais.claudetepessoa.Havendo dois ou mais indiciados.com 90 Art. Parágrafo único – Os acareados serão reperguntados. devendo o Presidente da Comissão designar substituto. a citação do indiciado para apresentação de defesa no prazo de 10 (dez) dias. ressalvado o seu direito de. no prazo de 3 (três) dias.A falta de comparecimento do defensor. para defender o indiciado. e poderá. § 1º . bacharel em Direito. 329 – Ultimada a instrução. sempre que divergirem em suas declarações sobre fatos ou circunstâncias relevantes. durante todo esse período. para promover-lhe a defesa. levantar contradita. de ofício. nas perícias apresentar assistente e formular quesitos cujas respostas integrarão o laudo. se assim o quiser. * Vide artigo 71 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. para diligências consideradas imprescindíveis. § 2º . quando designado pelo Presidente da Comissão.O prazo de defesa poderá ser prorrogado pelo dobro. contando-se o prazo de 10 (dez) dias para a defesa da última publicação. formular perguntas e reinquirir testemunhas. o acusado será sempre intimado. e fazer juntada de documentos em qualquer fase do processo.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. será feita. § 2º . se o acusado o indicar por ocasião do interrogatório. nas inquirições. será designado pelo Presidente da Comissão um funcionário estável. publicado 3 (três) vezes no órgão oficial de imprensa durante 15 (quinze) dias. entre acusados e testemunhas e entre testemunhas. não determinará o adiantamento de ato algum do processo.Estando o indiciado em lugar incerto. Art. Art. sob pena de responsabilidade. * Vide artigo 72 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. fazendo-se acompanhar de defensor. . Parágrafo único – A constituição de defensor independerá de instrumento de mandato. sendo-lhe facultada vista do processo. 328 – A acareação será admitida entre acusados. o prazo será comum e de 20 (vinte) dias.

não ficando. para que julgue nos 20 (vinte) dias seguintes ao seu recebimento. o prazo de julgamento será contado da data do novo recebimento do processo. o funcionário intimado a prestar declarações à Comissão poderá fazer-se acompanhar de advogado. . todavia. nessa fase. Parágrafo único – A autoridade julgadora decidirá à vista dos fatos apurados pela Comissão. § 1º . 334 – No interrogatório do acusado. determinará o reexame do processo. ao Governador. 336 – Concluída a defesa.claudetepessoa. qualquer diligência requerida. ou o submeterá.Verificado o caso tratado neste artigo. § 1º . § 2º . a Comissão remeterá o processo à autoridade competente. Art. que. seu defensor não poderá intervir de qualquer modo nas perguntas e nas respostas. Parágrafo único – Não se deferirá. Art. Art. com relatório onde será exposta a matéria de fato e de direito.O prazo para apresentação da defesa pelo acusado começará a correr da última publicação do edital no órgão oficial.As diligências determinadas na forma do parágrafo anterior serão cumpridas no prazo máximo de 30 (trinta) dias. que se desincumbirá do encargo no prazo de 15 (quinze) dias. no prazo de 8 (oito) dias. § 2º .com 91 Parágrafo único – Se. 335 – Antes de indiciado. no prazo máximo de 20 (vinte) dias.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 339 – Em caso de abandono de cargo ou função. § 3º . * Vide artigo 73 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. observará o disposto no artigo anterior. os autos retornarão à Comissão para cumprimento das diligências expressamente determinadas e consideradas indispensáveis à decisão da autoridade julgadora. as disposições legais que entender transgredidas e a pena que julgar cabível. * Vide artigo 75 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. concluindo pela inocência ou responsabilidade do indiciado. poderá oferecer observações escritas que serão examinadas no relatório final e na decisão. 337 – Recebido o processo. indicando. o assistente divergir dos resultados. por 3 (três) vezes. a Comissão iniciará seu trabalho fazendo publicar. Art.Na hipótese do artigo. * Vide artigo 74 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. edital de chamada do acusado. Art. contados da data de sua designação. serlhe-á designado pelo Presidente da Comissão defensor. Art.Findo o prazo do parágrafo anterior e não havendo manifestação do faltoso. no último caso. nas perícias. entretanto. vinculada às conclusões do relatório. 338 – Quando a autoridade julgadora entender que os fatos não foram apurados devidamente. o Secretário de Estado de Administração proferirá a decisão no prazo de 20 (vinte) dias.

349 – Julgada procedente a revisão. 346 – O requerimento devidamente instruído será encaminhado ao Governador que decidirá sobre o pedido. 340 – A Comissão. e não colidir com as deste. prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias. o processo será encaminhado à Comissão Revisora. antes. recebendo a defesa. desaparecido ou incapacitado de requerer. será tornada sem efeito a pena imposta. o Secretário de Estado de Administração determinar diligências. 341 – O processo administrativo disciplinar de abandono de cargo observará. Art. 342 – O funcionário só poderá ser exonerado a pedido após a conclusão do processo administrativo disciplinar a que responder e do qual não resultar pena de demissão. * Vide artigo 77 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. . Parágrafo único – No desenvolvimento de seus trabalhos a Comissão Revisora observará as disposições do Capítulo anterior. 343 – Poderá ser requerida a revisão do processo administrativo de que haja resultado pena disciplinar. CAPÍTULO V DA REVISÃO Art. propondo o arquivamento do processo ou a expedição do ato de demissão. * Vide artigo 76 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 348 – O julgamento caberá ao Governador. a revisão poderá ser solicitada por qualquer pessoa. no que couber. restabelecendo-se todos os direitos por ela atingidos. Art. no que couber. Art. no prazo de 30 (trinta) dias. * Vide artigo 81 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. * Vide artigo 79 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. podendo. Art. * Vide artigo 78 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. único do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 347 – Autorizada a revisão. quando forem aduzidos fatos ainda não conhecidos. 344 – A revisão processar-se-á em apenso ao processo originário. p. conforme o caso. a juízo do Secretário de Estado de Administração. concluídas as quais se renovará o prazo. * Vide artigo 81. que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias. Art.claudetepessoa. * Vide artigo 80 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 345 – Não constitui fundamento para a revisão a simples alegação de injustiça da penalidade. Art. as disposições deste Capítulo. Parágrafo único – Tratando-se de funcionário falecido. Art.com 92 Art. comprobatórios da inocência do funcionário punido.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. fará a sua apreciação sobre as alegações e encaminhará relatório à autoridade instauradora.

além do cônjuge e filhos. Art.claudetepessoa. feriado ou ponto facultativo. Art. 350 – O Secretário de Estado de Administração expedirá os atos complementares de natureza procedimental necessários à plena execução das disposições do presente Regulamento. não estiver definido de forma diversa. para efeitos específicos. 2) Excluir-se-á o dia do começo e incluir-se-á o do vencimento. quando. 354 – É vedado ao funcionário e ao contratado servir sob a direção imediata do cônjuge ou parente até o segundo grau. Art. TÍTULO X DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. fizerem jus a direitos e vantagens com a mesma finalidade. ressalvado o caso de acumulação legal. Art. 355 – A função de jornalista profissional é compatível com a de servidor público. 352 – Quando. Art. Domingo. . na forma de regulamentação própria. exceder de 2 (dois) o seu número. necessária e comprovadamente. VIII da Constituição Federal. ou por qualquer motivo não houver ou for suspenso o expediente nas repartições públicas. por força do regime especial a que se achem sujeitos. neste caso. quaisquer pessoas que. quando incidir em Sábado. consideram-se pertencentes à família do funcionário. Art. 351 – O dia 28 de outubro será consagrado ao Servidor Público do Estado.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. não podendo. desde que este não exerça aquela atividade no órgão onde trabalha e não incida em acumulação ilegal. o Estado promoverá o treinamento necessário. 356 – Aos servidores do Estado regidos por legislação especial não se reconhecerão direitos nem se deferirão vantagens pecuniárias previstos neste regulamento. Art. salvo em funções de confiança ou livre escolha. * Vide artigo 87 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. vivam a suas expensas e constem do seu assentamento individual. nem sofrer alteração em sua atividade funcional. * Vide artigo 5º. Art. nenhum servidor poderá ser privado de qualquer de seus direitos. prorrogando-se este para o primeiro dia útil seguinte. 357 – Por motivo de convicção filosófica. religiosa ou política. Parágrafo único – Na contagem dos prazos observar-se-á ainda: 1) Os prazos dependentes de publicação serão dilatados de tantos dias quantos forem os relativos ao atraso na circulação do órgão oficial.com 93 * Vide artigo 82 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 358 – Com a finalidade de elevar a produtividade dos servidores e ajustá-los às suas tarefas e ao seu meio de trabalho. 353 – Os prazos previstos neste Regulamento serão contados por dias corridos.

para cargos ou empregos especificados em lei. deva obedecer o modelo próprio. segundo modelo a ser aprovado pelo Secretário de Estado de Administração. pela natureza da atividade exercida. até que satisfaça essa exigência. Art.claudetepessoa. * Vide artigos 6º e 49. salvo os excepcionalmente prestados. Art. direitos ou vantagens em razão da deficiência física já existente ao tempo de sua admissão. deixar de atender a qualquer exigência para cujo cumprimento seja assinado prazo certo. VIII da Constituição Federal. não se concederão quaisquer benefícios. 359 – Mediante seleção e concurso adequados. poderão ser admitidos servidores de capacidade física reduzida. deste Regulamento. aos funcionários das autarquias estaduais. que surtirão apenas efeito honorífico. sem justa causa. integrarse-ão.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. carteira de identificação funcional. terá suspenso o pagamento do vencimento e vantagens. 362 – É vedada a prestação de serviços gratuitos. Art. salvo quando. Art. lavrado para cumprimento ao artigo 18 da Lei Complementar nº 20. * Vide artigo 37. Art. Art. 361 – Ao funcionário será fornecida. 363 – Este Regulamento é extensivo. .com 94 * Vide artigo 172. bem como do Plano de Vencimentos que lhe corresponde. gratuita e obrigatoriamente. sem prejuízo das sanções disciplinares cabíveis. neste Regulamento. 364 – As disposições regulamentares de natureza estatutária que decorrerem do Plano de Cargos. para todos os efeitos. deste Regulamento. inclusive os portadores de cegueira parcial ou total. Parágrafo único – Aos servidores admitidos na forma deste artigo. de 1º de julho de 1974. Parágrafo único – A carteira a que se refere este artigo será padronizada para todos os funcionários do Estado. no que lhes for aplicável. 360 – O funcionário que.