Venerador de Mulheres A MÃE DE MEU GRANDE AMIGO * Por venerador de Mulheres

Alícia é uma daquelas mulheres que foi mãe bem cedo e que ao invés de se entregar aos caprichos de um marido mandão e se esconder atrás de um fogão, foi à luta, trabalhou e cuidou de seu corpo, chegando aos 40 anos com carinha e corpinho de uma ninfeta deliciosa.

Eu morei num prédio em que havia alguns bons moradores, tipo daqueles que paravam ainda para bater papo no playground, era o caso de Emanuel de 25 anos, um estudante advogado de primeira linha, filho de Alícia.

Emanuel e Alícia moravam juntos; ela se tornara viúva aos 34 anos e depois disso, poucas vezes vimos pessoas chegando ao prédio para procurá-la; ela tornou-se uma profissional competente em sua área, a medicina e passou a dedicar-se as pesquisas, sem deixar de malhar muito e nos finais de semana exibir seu corpinho delicioso num biquíni pra lá de sensual na piscina do condomínio. A gata balzaquiana é dona de um belíssimo par de seios pequenos, de uma bunda exageradamente convidativa e pelo desenho de sua bucetinha, esta estará sempre em meus sonhos. Seu rosto é delicadamente fino com cabelos lisos e negros; sua pele é invejavelmente límpida e branquinha.

Tudo isso sempre me deixou muito excitado; confesso ter me masturbado e sonhado algumas vezes com Alícia na mesma cama que eu, mas este sonho jamais havia se concretizado. Quando ela chegava ao prédio ou quando eu descia até a piscina e a encontrava, sempre tomei o maior cuidado para que ela não observasse que meu pênis estava ereto, querendo sair de minha roupa. Nossa relação sempre foi a mais agradável possível, mas sem nenhuma intimidade além de poucos papos e sorrisos de saudação.

Certo dia Emanuel me convidou para seu casamento; mandou-me um convite para a cerimônia e para a festa e me contou que estava de mudança para seu próprio apartamento.

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Venerador de Mulheres Conversamos muito sobre isso e ele me disse que sua mãe ficaria sozinha e esta era sua maior preocupação. Eu lhe disse que não ficasse preocupado, afinal de contas Alícia tinha vida própria e jamais foi refém dos cuidados dele. Rimos um pouco e nos despedimos.

Meses depois de Emanuel já ter se casado, cheguei ao prédio e descobri que as chaves de meu apartamento haviam ficado em minha mesa de trabalho, distante cerca de 25 km Dalí; tratei de ligar para o seguro e solicitar um chaveiro de emergência; eu estava exausto e não queria retornar para buscar as tais chaves. Desci até a garagem para apanhar alguma coisa no carro, foi quando estava chegando Alícia, que eu já não via desde a festa de casamento do filho.

Comentei sobre o que ocorrera comigo e ela me disse para aguardar o chaveiro em seu apartamento; aceitei o convite e lá fomos conversando e rindo de alguns comentários da festa do Emanuel. Alícia me pediu licença para trocar de roupas, livrando-se das vestimentas de médica e voltou já tomada banho e vestindo uma calça leg hiper justa com uma camisa longa por cima; de cara dava pra ver que ela não estava usando sutiã, mas nada escandaloso; apenas o necessário para deixar minha mente libidinosa em riste e meu pau querendo apontar para as estrelas.

Enquanto eu esperava a assistência do chaveiro, Alícia preparou um café e ficamos na sala vendo um DVD; o papo estava em torno de Emanuel, mas em certo momento eu puxei assuntos pessoais, a elogiei delicadamente e logo estávamos falando de coisas como romance, paixões e futuro a dois; até aquele momento, cada um falando de suas perspectivas.

O chaveiro chegou, para minha infelicidade; subi até o andar de cima, onde eu moro e ao chegar lá o chaveiro me disse que teria que voltar, pois a minha fechadura exigia outra tecnologia. Alícia ouviu e me disse para que eu voltasse a conversar com ela; sem pestanejar, aceitei. Durante o papo eu a convidei a ir a meu escritório, como forma rudimentar de passeio para buscar minhas chaves e caso ela aceitasse, eu dispensaria o chaveiro; ela aceitou.

Entramos no carro, apanhamos as chaves e paramos num barzinho típico de nossa cidade para um chopp; Alícia disse estar tarde e me pediu para levá-la para casa; disse-me também que tomasse algo em seu apartamento junto com ela, confesso ter estranhado, mas aceitei e já fiquei novamente excitado. Já em seu apartamento abrimos um vinho e quando nossos

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Venerador de Mulheres olhares se cruzaram de forma mais romântica, não deu outra; lá estávamos nos beijando e rolando pelo tapete da sala feito dois adolescentes apaixonados.

Acariciamos-nos por alguns bons e deliciosos minutos; Alícia esfregava sua buceta, ainda vestida, por sobre meu pau duro. Aquele esfrega-esfrega doía meu pau e excitava claramente a balzaquiana gostosa. Não tínhamos condições de falar nada, apenas de agir; nosso tempo era precioso e tínhamos pouco tempo para saciar nossa fome de sexo.

Alícia tirou meu pau para fora e ao notar que estava embebido no mais puro esperma preliminar, colocou-o o que pode dentro da boca e pagou um delicioso boquete; aquilo estava me matando, me deixando louco com mais tesão; aquela situação quase me fez gozar. Por mais que eu tivesse me masturbado e sonhado com aquele momento, eu jamais pensei que um dia fosse ocorrer. A gata passava levemente a língua pela glande, como se estivesse me provocando, querendo me sacanear e me deixar crucificado no chão como um cavalo no cio.

A cabeça de meu pau estava latejando e vermelha, parecia um sinalizador militar, piscando e querendo gozar, mas ela sabia como controlá-lo; desceu até meus testículos e um por vez colocou-os na boca, sugando como se quisesse engoli-los inteiros. Sua língua deliciosa percorria toda a minha genitália; minhas mãos estavam pregadas no tapete e deixaram marcas profundas no tecido, tamanha era minha excitação.

Após algum tempo Alícia tirou nossas roupas; obrigou-me a ficar deitado, enquanto levantouse e posicionou a mais bela buceta do mundo inteira em minha boca; ela queria escovar todo o meu rosto com seu sexo maduro e delicioso. Ela escorria tesão por cada poro, principalmente pelos lábios vaginais. Certo momento ela arreganhou o lindo cuzinho e por gravidade o posicionou no meio de minha língua; neste momento Alícia se contorcia e equilibrava-se para não sentar em meu rosto.

Já sem a medida exata de nosso tesão, ambos inebriados pelo sexo gostoso, passamos a nos preparar para a penetração tradicional; ela é uma acrobata e me deixou deitado; levantou-se e centímetro a centímetro baixou sua vulva cheirosa na minha glande; sem nenhum esforço fez a acoplagem e desceu até meus ovos; iniciava ali um movimento de vai e vem tão sacana que eu não suportei e inundei a buceta da gata com muito esperma, muito mesmo!

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Ela saiu da posição e passou a sugar mais uma vez meu pau melado de “porra”; Alícia bebeu cada gota que sobrou do derrame em sua buceta; meus olhos reviravam e eu queria mais, muito mais.

Em poucos minutos estávamos novamente numa deliciosa metida e ela me disse que era sua vez que explodir em gozo; Alícia ficou de quatro, debruçada em seu sofá e me pediu para meter com força; enquanto eu metia por trás da gata deliciosa e explodindo de tesão, ela alisava com uma das mãos os lábios vaginais, auxiliando nosso prazer; ora massageava a sua buceta, ora tentava acariciar o meu pau. Alguns minutos nesta posição ela soltou um gritinho mágico que nos fez gozar juntos; ela me pediu para não parar; era quase impossível, tamanho era minha exaustão, mas obedeci e ela soltou um gozo duplo, triplo, sei lá!

Naquela noite eu dormi na cama de Alícia e ainda tive o prazer de encontrá-la pela manhã de baby doll sensual na cozinha; beijamos-nos e para a despedida do dia ser ainda mais prazerosa, transamos mais uma vez, ali mesmo na cozinha; ela queria café com esperma e teve!

Fui tomar banho em minha casa e depois fui ao trabalho com a cara mais alegre do mundo. Encontrei Emanuel que me disse estar adorado a vida de casado; ele também me sugeriu casar ou conseguir alguém para dividir as noites eternas; eu somente sorri e o disse que pensaria muito a respeito...!

Até pouco tempo eu dava um jeitinho de voltar a encontrar Alícia, mas no último ano, soube que ela estava namorando fixo um “carinha” da cidade e deixei de ligar ou procurá-la, apenas em respeito a sua condição atual, mas confesso que adoraria voltar a transar com aquela deusa sensacional.

Todos sabem que eu amo as mulheres mais maduras, caso específico de Alícia de outras grandes amigas com que tive o prazer de passar momentos de puro tesão!

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