UNIÃO

1) Natureza Dúplice Ente federativo central, mencionado de forma bastante explicita no artigo 18 da C.F. Trata-se de pessoa jurídica de direito público de natureza dúplice. Tal natureza deriva da óptica por que se enxerga tal ente. Natureza Externa, vemos que a União representa o estado brasileiro perante as outras nações. Daí deriva a natureza soberana do estado. Natureza Interna, análise da União em suas relações com os demais entes federativos. Nesse caso, a soberania dá lugar à autonomia e capacidade política, ou seja, tem poder de produção legislativa. Tal autonomia é, obviamente, limitada e determinada pela constituição através da distribuição de competências. Trata-se de uma relação de coordenação e não de subordinação. OBS: Lembrar a distinção entre autonomia e soberania da aula passada. 2) Competências

Questões que devem ser tratadas de maneira uniforme em todo país devem ser tratadas pelas União. Quando são questões que exigem tratamento especifico devem ser tratadas pelo ente representativo. A Constituição delimita as competências da União de maneira expressa. Em seguida, diz que as questões locais serão tratadas pelos municípios e o que sobrar, ou seja, os resíduos, são de competência estadual.

2.1- Administrativas

Competências de execução das normas gerais e abstratas formuladas pelas competências legislativas. Dividem-se em:  Privativas São competências privativas da União, ou seja, não podem ser tratadas pelos outros entes federeativos. (Enunciadas no artigo 21 C.F.)  Comuns

todos os entes podem fazer. Em casos de conflito entre normas. não há competência residual dos estados. Normas serão produzidas pelo Congresso Nacional (Câmara e Senado). como ocorre. Concorrentes entre a União. como não se trata de revogação e sim de suspensão. ou seja. Em caso de inexistência de normas gerais de origem da União. os Estados e o Distrito Federal.) Composto por competências legislativas exclusivas da União. via de regra. (Enunciadas nos artigo 23 C.2.São competências gerais. Há um parágrafo único ressalvando que uma lei complementar dar união poderá autorizar a produção de normas específicas sobre as matérias enunciadas nesse artigo. Caso haja impostos não previstos nos itens enumerados.F. quando a União vier a legislar sobre tal matéria. permite-se uma certa descentralização. a lei estadual suspensa volta a viger. Com isso. a União deve criar as normas gerais e os estados devem criar normas específicas e suplementar as lacunas eventualmente deixadas pela União.Tributárias Nesse caso. Assim.  Privativas (artigo 22 C. ( parágrafos 1º e 2º).) Concorrentes entre todos os entes da federação.F. legislar plenamente.3.F. A União poderá instituir impostos em casos . Nesses casos. (parágrafo 3º). aplica-se o disposto no parágrafos de 1º a 4º do artigo 24. todos os entes federativos tem competências enumeradas. suspende a eficácia da lei criada pelo estado no caso do parágrafo 3º (parágrafo 4º). os resíduos são competência da União (artigo 154). excluem-se os municípios. ou seja. 2. Nesse caso.) 2.Legislativas Competências para elaboração das normas gerais e abstratas (pois não se referem a um fato nem mesmo a uma pessoa em específico).  Concorrentes (artigo 24 C. os estados devem legislar em caráter geral. caso a lei federal posterior seja revogada. competência tributária. ou seja. ou seja. Revela o caráter pouco centralizado de nossa federação.

a União poderá invadir a esfera de outros entes nesses casos. ou seja. não previstos em sua esfera de competência. .excepcionais. como de guerra.

°¾sj ¯ff¾n¯½ y°nf¾ fD°j ¯f° f ½ ¾¾f ¯¾ – f    f¾ ¾µ ¾nf¾¾ jff f¾½ ¾¯°n½¾  ¾ f ¾ ©f ¾ ¾ ¾  ¾j n¯½ y°nf ¾f f      ¯°¾ff¾   .

¯½ y°nf¾   nsj f¾°¯f¾– f¾ f ¾ff¾€¯f f¾½ f¾ n¯½ y°nf¾ –¾ff¾  ¯ ¾  ¯   O 9ff¾  jn¯½ y°nf¾½ff¾ fD°j ¾ ©f °j½ ¯¾ ff f¾ ½ ¾¾ ° ¾€  f¾ %°°nf f¾°f–.

 %  O .

¯°¾ .

 jn¯½ y°nf¾– f¾ ¾ ©f  ¾¾ ° ¾½ ¯€f   %°°nf f¾°¾f–.

 %     –¾ff¾  .

¯½ y°nf¾½ff f fsj f¾°¯f¾– f¾ f ¾ff¾%½¾°j¾  €  ¯f ¯€f° ¯¯ ¾¯f¯f½ ¾¾f ¯ ¾½ n€n%   O 9ff¾%f–.

 %  .

¯½¾½n¯½ y°nf¾ –¾ff¾ n¾f¾ fD°j   f nfh ½nn °ff  °¾¾f€ fsj -¯f¾¾ j ½  f¾½ .

°– ¾¾-fn°f%.

i¯ff  °f %   h¯½fh–f€°n ¾¾ff°  ¯f n¯½ ¯ °f f °j½ hfff½ sj °¯f¾ ¾½ n€nf¾¾  f¾ ¯fxf¾ °°nf f¾° ¾¾ f– .

¯¾¾ ½ ¯ ¾ ¯fn f ¾n °ffsj   O .

°n ° ¾%f–.

 %  .

°n ° ¾ °  ¾¾ ° ¾ f€ fsj .

°n ° ¾ ° f D°j ¾¾f ¾ ¾ f ¾ ©f  n ¯ ¾ ¾ ¯°n½¾ ¯nf¾¾ n°€ ° °¯f¾ f½nf ¾  ¾½¾° ½fh–f€¾ f f– - ¾¾ nf¾ fD°j  nff¾ °¯f¾– f¾ ¾ ¾f ¾  ¯nf°¯f¾ ¾½ n€nf¾  ¾½ ¯ °ff¾fn°f¾  °f¯ °  f f¾½ fD°j % ½fh–f€¾ % ¯nf¾ ° ¾y°nf °¯f¾– f¾  – ¯ fD°j ¾ ¾f ¾  ¯ –¾f ¯nfh – f ¾ ©f   –¾f½ °f¯ ° %½fh–f€% - ¾¾ ¾nf¾¾ f° fD°j  f –¾f¾  f¯fxf ¾¾½ ° f €nhnf f nf f½  ¾f °nf¾ ½fh–f€%½fh–f€% ¾¾¯ n¯°j¾  ff  –fsj ¾¯ ¾¾½ °¾j nf¾f € f½¾ ¾ ©f  –f f f  ¾f f¾¾½ °¾fff–       @ hf¾   - ¾¾ nf¾  ¾¾ ° ¾€ f¾ ¯n¯½ y°nf¾ °¯ f f¾ °jh n¯½ y°nf ¾ f ¾ ¾f ¾ n¯n f  –f n¯½ y°nf hf  .

f¾f©f¯½¾¾°j½ ¾¾°¾ °¾ °¯ f ¾ ¾ ©f ¾ ¾ ¾¾j n¯½ y°nf fD°j%f–% D°j½ h°¾¯½¾¾ ¯nf¾¾ .

n ½n°f¾ n¯ – f °j½ ¾¾ ¯¾f ¾€ f n¯½ y°nf ¾ ©f f D°j½ h°f f ¾€ f ¾ ° ¾° ¾¾ ¾nf¾¾             .