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Caminhando para a cadeira elétrica, com sua mente em uma mulher lindíssima que viu sentada na primeira fila

da plateia - sim meus caros ele era o show principal - Pensou em gritar "Não fui eu!!!" mas lembrou-se que já tivera feito isso no tribunal, lembrou também que teve um pequeno ataque de choro, que não comoveu nem um pouco o júri. Passados dois dias de sua prisão ele fora conduzido a prisão municipal, não reagiu à prisão, ficou tão espantado com as acusações que não teve tempo de reagir, ao perceber já estava no banco dos réus, sendo acusado de dois estupros seguido de duas belas mortes, imaginou que deveria dizer algo como, "Eu estava vendo TV no momento do crime" ou "Não tenho ligação nenhuma com isso!!!", mas disse apenas "Não fui eu!!! (em um único grande suspiro seguido de um berro e lágrimas)". Nesse dia ele fora indiciado, mesmo não tendo provas conclusivas a acusação foi vitoriosa, ele foi tão aclamado que quando a pena de morte foi decretada já estava quase acreditando ter cometido àquelas atrocidades. Foi tratado como um animal, ou pior. Seu melhor amigo já não agia mais como tal, era um dos presentes no dia em que culminaria no começo dessa história, a atual namorada cuspia a mais pura e quente saliva de desgosto e nojo que pudera, ele não percebeu, pois estava tão concentrado em escolher sua morte e pensava se aquilo ali era real ou não. Você pode imaginar que “ELE” é um otário ou algo do tipo, mas imagine-se na mesma situação, um dia comum e em poucas horas em uma cadeia, acusado por algo que não fazia sentido. Mesmo assim Jonathan Robinson fez algo, ou melhor, tornou-se a única coisa que era capaz, virou um “ser humano mentalmente são” e começou a pensar em tudo oque ocorrera em sua vida e lembrar-se dos melhores momentos. No primeiro dia de espera lembrou-se de pequenos flashes de uma infância a muito esquecida, do céu azul que passava enquanto estava correndo por uma praça, de uma garota com a qual brincava de pique, do seu primeiro beijo com uma linda garota loira que nunca soube o nome, a primeira vez que fez a barba com o pai, do primeiro porre com seu melhor amigo e de uma bola, incrivelmente lembrou-se dessa bola, não sabia o motivo porem sabia que a bola rolava para lá e para cá lindamente redonda e com uma perfeição em seu desenho nunca vista por nem um ser além dele, ela o deixara calmo. No segundo dia tentou enlouquecer, mas não era possível, sua mente o perturbava atirando belas imagens das meninas que nunca tinha visto até o dia do julgamento, por belas fotos de uma cena de horror com dois pequenos corpos estirados no chão. Robinson pensou em rezar, mas lembrou de que era ateu e suas convicções o levaram a ficar são até o terceiro e ultimo dia. Pouco antes de ser levado a seu berço recebeu um cardápio com vários pratos interessantes, com um bilhete escrito com poucas palavras logo no início: “De sua mãe” e ao final: “Por quê?”, mas por estar muito ansioso não pediu nada, nem comeu. Vinte minutos antes de ser encaminhado sua mente veio correndo com uma cara feliz e ao mesmo tempo um pouco perturbada, disse para Jon: -Anime-se, este é o seu dia! – Ela sorria incrivelmente feliz. -Sei que esperei por um bom tempo, mas será que não poderia ser de uma maneira diferente?

mas que para a época estava muito bem posta no meio do palco onde tinha uma parafernália incrivelmente bem posta ligada a um capacete. este será um dia inesquecível. Quando chegou perto o padre veio lhe dar a ultima benção: -Aceite o Sagrado Espirito Santo e se arrependa de todos os seus pecados. uma linda mulher (futuramente descobriria que era a mãe das crianças). gostaria de um ultimo gole de Uísque! -Podemos atender isso. .-Creio que isso já não importe tanto. e pode perceber um padre caminhando em sua direção. Afinal já tinham passados os 20 minutos e ele veio para levar Jon ao seu destino. -Já te disse anime-se e morra feliz.. estou certa? -Bem certamente.Jonathan Robinson sabe por que está nessa cadeira? -Sim! -Alguma ultimo desejo? -Sim. com uma iluminação muito ruim. o sacerdote espantado com a ação do homem. Agora estamos novamente no começo do fim. antes que finalizassem Jon perguntou algo importante: . assim sua alma poderá descansar em paz. – Virou e quando ia saindo foi interrompida por um guarda fardado. mas muito menor. como ia dizendo-lhes. a final é um desejo simples e não apresentou mau comportamento algum. – E ouviu apenas a seguinte frase vinda do ser repugnante e sorridente. ao fim dele. aproveite e peça uma ultima dose de Uísque além do mais. durante sua curta estadia conosco! – A plateia ficou um pouco alvoroçada com o consentimento porem acabou cedendo.. – Acenou com a cabeça para os outros dois guardas que fizeram o trabalho de praxe. foi servido um copo de metal com Uísque barato que Fank Lius escondia e Jon tomou com a maior satisfação do mundo engoliu aquilo. -Seu Deus falhou mais uma vez agora? Após o padre se retirar (e em outra história acabaria se tornando um pensador da ideia dos ateus). Com apenas um movimento de cabeça deu a cusparada mais satisfatória de sua vida. onde havia cadeiras dispostas em filas um corredor principal que corta as filas em duas. -Agora começaremos. seu melhor amigo acompanhado de uma garrafa mal escondida em um saco de papel. aproximou-se e disse em voz baixa: -Você é o ser mais repugnante da nossa existência. e uma poltrona meio ultrapassada para o nosso tempo. uma segunda voz é escutada por todos que ali estavam vinha do policial que o trouxera cumprindo com as ordens que lhe foram dadas. O ambiente onde Jon se encontrava era algo muito parecido com um teatro. ou melhor. eles não vão querer deixar o publico esperando.

perceber que ele estava invisível para todos ali presentes. sentindo-se o ser mais sortudo do universo por poder tocar aqueles lindos seios sem que ninguém se dissesse nada. já que ela é bem nova. -Cara você viu aquilo. agora podia perceber que estava do lado da linda mãe que por uma . Jon estava vendo um corpo muito parecido com o que estava acostumado a chamar de seu. O nome dela é Sasha Frigston e tem cerca de 2 ou 3 anos e o resto descobrirei com o tempo. viu seu corpo ser retirado do recinto. pareciam fogos de artificio. sua mente veio correndo saltando de felicidade e animação. -Oque faço agora? – Olhou para a mãe das garotas sentada ao lado como se ela fosse responder.. . pois estou vagando por uma cidade que Ela chama de Sidney e aparentemente. Não sabemos oque vai acontecer a seguir então. agora cale a boca e vamos terminar logo com isso. algo estranho acontecia. Tenho que confessar hoje acho que Jon deve ter esquecido essa mente aqui. – Agora ele podia ver uma mente livre. Porem Jon não queria saber mais de nada. era uma bola que deram de presente para ele aos seus 3 anos de idade. Agora podia ouvir melhor oque estava passando ali.. gritando com os guardas.. Mas agora não importava mais. vendo um homem de pé. aproveitemos a morte. era a lembrança mais antiga que tinha em sua memória. falando com ele. falando que estavam para cometer um grave erro. vou permanecer com Ela por mais alguns anos. foi magnifico.. viu uma luz e ouviu uma voz gritando pela sala. e colocaram-se a massagear a bela garota. Ouviu-se um estalo as luzes se apagaram por um instante e Jon se lembrou do porque da bola colorida. em uma cadeira... rolar para lá e para cá...-Gostaria de saber o nome de meu executor? -Alan Comarck. -Olha acho que o melhor a se fazer é aproveitar o quanto puder. podia tocar e sentir o cheiro dela sentia-se muito bem porem não conseguia ver suas pernas ou seus braços. o homem que estava de pé no centro da sala estava confessando. algo como “não aguentar mais a culpa” e “duas meninas”. Quando a luz da sala voltou. e no meio da plateia.

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