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Texto: Maria Elena Martínez. Genealogical Fictions. Limpeza de Sangre, Religion, and Gender in Colonial México.

Stanford: Stanford University Press, 2008. Capítulo Um: A Emergência dos Estatutos de Limpeza de Sangue Espanhóis (p.25) O surgimento desses estatutos foi algo fragmentado e gradual, e que surgiu muito antes de ser implementado pela coroa. Durante o século XVI, numerosas instituições seculares e religiosas estabeleceram a exigência de limpeza de sangue e isso continuou a integrar a sociedade espanhola nos séculos seguintes. A autora lança a pergunta: “Quais as implicações da proliferação dos estatutos precisamente no momento da expansão ibérica para a sociedade colonial espanhola? Que influencias deixaram para os americanos?” Neste capítulo ela traça o desenvolvimento da ideologia de limpeza de sangue de seu aparecimento inicial na metade do século XV até sua cristalização um século depois, e sua subseqüente mistura com as noções de nobreza. O objetivo principal é discutir os desenvolvimentos sociais, religiosos e políticos em Castela que ajudam a explicar quando e porque a idéia de pureza de sangue adquiriu importância e as formas pelas quais isso foi relacionado a noções de genealogia e raça. As dimensões mais importantes eram: de que o sangue era um veículo através do qual todo tipo de características propensões religiosas fossem transmitidos; desenvolvimento e reificação das categorias de Cristão Velho e Novo; a confiança na sexualidade e reprodução masculina para a manutenção da ordem social; a ligação entre linhas de sangue e sistema de honras, e o estabelecimento do status de limpeza sobre os procedimentos jurídicos. Conversões em massa, antissemitismo, e o surgimento dos estatutos na Espanha no fim do período medieval. (p. 26)

Centralização política, militância cristã, e a fundação da Inquisição (p.30) O problema da conversão durante e após o reinado dos reis católicos (p.36) Conclusão (p.40) Capítulo Dois: Raça, Pureza e Gênero na Espanha do século XVI (p. 42) A propagação dos estatutos de limpeza de sangue (p. 43) Heresia, Sangue, e a essencialização da “raça” (p. 46) A produção da heresia pela Inquisição e a feminização da impureza (p.54) Conclusão (p.58) Capítulo Três: Ficções Jurídicas. A Certificação de pureza de sangue e a construção da memória comunal (p.61)

A questão da Pureza de Sangue no México do século XVII (p. 173) A Inquisição Mexicana e o Certificado Transatlântico de pureza (p. 200) A linha oficial: A Inquisição e a Coroa nas questões de Limpeza de Sangue (p. 84) Parte Dois: Religião. e Casta no início do México colonial Capítulo Sete: A Probanza de Limpeza de Sangue no espaço colonial transatlântico (p. e a expansão da categoria de impureza (p.175) Naturalidade. 238) Ficção crioula: pureza. (p. 224) Capítulo Nove: Contornos Cambiantes. memória comunal. 262) .190) Conclusão (p. e as ambigüidades do discurso colonial sobre pureza nativa (p. Genealogia. 228) O sistema de casta em fluxo e a proliferação de estatutos e manchas (p. Lei e Raça.Os procedimentos do Santo Ofício e a probanza de limpeza de sangue (p. 201) Idolatria.62) A Natureza probatória e instável da pureza de sangue (p. a virgem. e a instabilidade da limpeza de sangue (p.244) Conclusão (p.220) Conclusão (p. 198) Capítulo Oito: Religião. castas. e a ascensão de uma pátria católica mestiça (p. Heresia.77) Conclusão (p. “Limpeza de Sangue” na era da Razão. 180) Naturalidade crioula. classe e gênero (p. 207) Negros. pureza e historia no “Reino da Nova Espanha” (p. 70) Ficções teológicas (p. 227) Uma iconografia da mestiçagem: pinturas de casta e a interseção de raça.