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Incubadoras Incubadoras são ambientes de trabalho planejados para apoiar empreendimentos nascentes com grande potencial inovador.

Elas capacitam e auxiliam essas iniciativas em seus primeiros passos no mercado, através de suporte e consultoria em diversos segmentos. Segundo dados do SEBRAE, 80% das instituições não resistem ao primeiro ano de atividades. Quando passam pelo processo de incubação, essa proporção se inverte: 80% delas sobrevivem. Empreendimentos com potencial inovador se estabelecem nas incubadoras e recebem assessoria e infraestruturar nos serviços compartilhados. Esse suporte aumenta as chances de sucesso dos empreendimentos, auxiliando o desenvolvimento econômico de uma região. As Incubadoras Rio Criativo oferecerão em até 18 meses os seguintes benefícios aos empreendimentos selecionados:  Consultoria e orientação para planejamento estratégico, gestão de planos de negócios e plano de marketing;  Sala de uso privativo para sediar o empreendimento;  Serviços de assessoria jurídica, assessoria de imprensa, programação visual, marketing e seleção de recursos humanos;  Rede de negócios entre empreendedores culturais, clientes e parceiros;  Espaço físico e serviços de infraestrutura para uso compartilhado entre os empreendimentos: salas de reuniões e auditório, serviços de manutenção predial, de segurança patrimonial e suporte de rede;  Serviços de apoio para a legalização do empreendimento;  Acompanhamento do empreendimento.

Apresentação O Banda Larga (Programa de Atualização para Bandas de Música do Estado do Rio de Janeiro) é um projeto que visa à preservação e ao desenvolvimento de um patrimônio cultural do território fluminense: as bandas civis. Para tanto, busca incrementar a formação dos músicos que as compõem, por meio de oficinas que acontecem em diferentes municípios. São cursos intensivos e gratuitos de atualização musical e oficinas de manutenção e reparo de instrumentos, que oferecem os conhecimentos teóricos e práticos fundamentais para o bom desempenho dos conjuntos. As ações são patrocinadas pela Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e realizadas em convênio com a Associação de Bandas de Música do Estado do Rio de Janeiro (Asbam-RJ). Contam ainda com a parceria das prefeituras municipais e com o apoio da Sala Cecília Meireles, da Escola de Música Villa-Lobos e do Instituto VivaMúsica!. O projeto leva em conta que a banda de música marcial – também chamada de “comunitária” – é um símbolo cultural do Brasil, e que representa uma autêntica vocação fluminense. Pois, apesar de o nome “banda” ter conquistado acepções mais abrangentes no vocabulário contemporâneo, as bandas civis ainda resistem à moda antiga. São conjuntos musicais compostos por sopros e percussão, geralmente formados por músicos amadores, que transmitem de pai para filho os conhecimentos musicais. No Banda Larga, professores renomados ministram oficinas que contemplam todas as modalidades presentes numa banda: regência e prática de conjunto, clarineta e clarone, trompete, tuba e bombardino, trombone, flauta e flautim, percussão e bateria e saxofone. Há ainda um nono tema, essencial para a preservação dos grupos musicais: aulas de manutenção e reparo de instrumentos. Catálogo As oficinas duram em média uma semana, e baseiam-se em farto e sólido material didático, que inclui apostilas, catálogos e vídeoaulas. Além disso, o projeto possibilitou a edição e a circulação de um catálogo sobre as bandas de música fluminenses. A obra lança luz a algumas pérolas da tradição musical fluminense, como a mais antiga banda do estado: a Sociedade Musical Beneficente Euterpe Friburguense, fundada em 1863. Ao todo, o estado do Rio de Janeiro tem cerca de cem bandas marciais, algumas delas centenárias. A maioria dos mestres e instrumentistas, porém, é autodidatas ou tem formação musical incompleta. Por isso é tão importante estimular a capacitação dos integrantes – o que, além de promover a melhora qualitativa das bandas já existentes, também pode ajudar na formação de novos músicos, por meio do sistema de transmissão de conhecimento. Assim, o Banda Larga garante a revitalização e preservação desta forma de expressão artística, reconhecida como patrimônio imaterial e parte importante da identidade sócio-cultural do estado e do país.

do qual citamos alguns trechos: .Alemanha O Brasil. definido pelos critérios acima. 43.Estados Unidos. bem como da Professora Irene Tinaglia. O desenvolvimento de regiões. Este é o caminho a ser trilhado tanto por países desenvolvidos. dentre outras. apresenta os seguintes países no “ranking” de 10 posições na publicação “The Flight of the Creative Class”: 1. Polônia. a imaginação e a inovação. Índia e México. obtidas através de pesquisas. à frente tão somente do Peru e da România. figura na posição no. imaginação e inovações constantes. nessa classificação.Suíça. o percentual da população com formação superior. Interessante é o cruzamento dos resultados deste estudo com os resultados da pesquisa de produtividade elaborada pela FIESP e publicada pelo jornal Folha de São Paulo em 23 de setembro de 2005. os Estados Unidos lideram com folga com 307 patentes por milhão de habitantes (ppmh).11% (Nova Zelândia) para o máximo de 4. cidades e nações remete ao crescimento da chamada “Economia Criativa” e. A Economia Criativa. entre outros. Marcas Comerciais e Design. atrás do Uruguai. Argentina. o número de cientistas. contou com a sua participação. Considerando o fato de que cada organização ou país desenvolve diferentes amplitudes para o tema. do Professor Richard Florida. Nas vinte primeiras posições do “ranking”. Chile.Finlândia. ao focar a criatividade. em abril de 2005. não se limitando. novas tecnologias e outros decorrentes da criatividade. quanto às patentes. primordialmente.Dinamarca. Três Rios (de 25 a 30/10). Suíça (196 ppmh) e Suécia (196 ppmh).Islândia. quanto pelo número de patentes por milhão de habitantes. Suécia. numa relação de 45 países. do número de talentos empregados por essa economia. O Índice Global de Criatividade. apenas. a aceitação. às chamadas “Indústrias Criativas” ou “Indústrias Culturais”. no índice de Talentos. não se restringindo aos conceitos originais de Direitos Autorais. onde se mede. ambos da Carnegie Mellon University em Pittsburgh. Estados Unidos. realizada entre outubro e dezembro de 2010 em cinco municípios do Rio de Janeiro considerados polos regionais: São João de Meriti (de 18 a 23/10). Cordeiro (de 08 a 13/11). portanto. em artigo de Marcelo Billi. Os 20 primeiros países no “ranking” de Talentos possuem mais de 20% da população dedicando-se a atividades relacionadas à “Economia Criativa”. PA. doutores etc.Japão. pela sociedade. China. novos processos. serviços e tecnologias. Turquia.A estimativa é de que mil músicos dos 92 municípios do estado participem da segunda edição do Banda Larga. seguido do Japão (261 ppmh). No que tange ao índice de inovação ou Tecnologia. medido tanto pelo percentual de investimento em pesquisa e desenvolvimento. nossa visão é de que “Economia Criativa” deve obrigatoriamente incluir todos os produtos e serviços relacionados ao conhecimento e à capacidade intelectual. Macaé (de 22 a 27/11) e Miracema (de 29/11 a 04/12).Holanda. a percentagem de P&D varia de o mínimo de 1. englobando também processos. Patentes. Tecnologia e Tolerância. Economia criativa Fatores competitivos intrínsecos. Este é o motivo pelo qual a aplicação desses conceitos – incluídos na definição da Economia Criativa – a empresas e aos negócios em geral. modelos de negócios e modelos de gestão. o estudo envolve avaliações mais subjetivas.Noruega. conseqüentemente. Também são computados. quanto por países em desenvolvimento. A pesquisa publicada em “The Flight of the Creative Class”. Florida estabeleceu o que ele denominou os três “T’s” da Criatividade: Talentos. Resumidamente. não se restringe a produtos. é um requisito fundamental para sair do lugar comum da competição predatória por participação de mercado em produtos e serviços existentes. somente podem ser superados pela inteligência de novos modelos de negócios. das chamadas minorias étnicas e religiosas. como o baixo custo de mão-de-obra ou avanços específicos na tecnologia da informação. Sob o aspecto do terceiro “T" – Tolerância. Quem nos ajuda a identificar essa correlação é o autor americano Richard Florida que recentemente publicou o “ranking” dos países segundo o critério de medição do seu índice de criatividade.27% do PIB (Suécia).

mostra estudo divulgado pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Não é mera coincidência! Existe uma relação direta entre o grau de educação – elo principal da chamada “Economia Criativa”. Rússia e Argentina têm competitividade média. com o índice de produtividade de uma economia. O Brasil ficou quase na lanterninha. a outros fatores. Curiosamente. no 12º lugar. o primeiro do ranking. na 39ª posição do ranking elaborado pela Fiesp. Finlândia. o grupo do qual faz parte o Brasil inclui países como Chile (34º lugar) e México (36º). Países como Itália.Estados Unidos. Estados Unidos e Suíça. naturalmente. pela ordem:. juntos. China. lidera o grupo considerado de competitividade satisfatória. os cinco primeiros no “ranking de criatividade” são: Suécia. O de produtividade elevada é liderado por EUA. Suécia.“A competitividade brasileira continua baixa. Os 43 países foram divididos em quatro grupos. representam 95% da economia mundial. Japão. . Suíça. A pesquisa analisou os dados de 43 países que. a pesquisa aponta. aliado. Portugal. Por fim. A Dinamarca. Japão e Singapura.” Analisando os cinco países mais bem colocados em produtividade.

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