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Pit da oxidação e bombas DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO O Pit da Oxidação, A1-856, consiste em um tanque de aço pré-fabricado num molde

de concreto, coberto com um gradeamento. O tanque tem dimensões de 6,6m x 6,6m x 4,2m, e uma capacidade volumétrica total de 1183m³. As Bombas de Efluente da Oxidação G1-857A/B são bombas centrífugas submersas localizadas no Pit da Oxidação, cada uma capaz de bombear 150m³/h a uma pressão de descarga de 10 barg. Uma bomba operará continuamente reciclando para o pit durante períodos de baixa demanda, mas as duas bombas podem operar em paralelo em condições extremas. As condições de projeto do Pit são: pressão atmosférica (pit aberto), temperatura de até 100ºC e capacidade de operação em torno de 111m3. As condições de projeto das Bombas são: pressão 10 barg e temperatura de até 100ºC. FILOSOFIA DE OPERAÇÃO As canaletas da Planta de Oxidação são drenados para o Pit desta área. Espera-se que o efluente das canaletas esteja contaminado com CTA, ácido acético e soda cáustica, portanto, o efluente precisa ser transferido para os Buffer Tanks para um posterior tratamento. Durante períodos de baixa demanda, uma bomba opera com reciclo para o Pit através de um bocal tipo jet mixer, projetado para aumentar a agitação e prevenir a deposição de sólidos na sucção das Bombas. Ambas as Bombas podem operar em paralelo durante períodos de alta demanda (parada de Planta, chuva intensa). Durante períodos de chuva intensa, uma comporta de bypass pode ser operada para direcionar a água diretamente para o dreno pluvial, evitando sobrecarga hidráulica na ETE. Um suprimento de ar de Planta é direcionado para o Pit para prover agitação se requerido. Além disso, uma solução cáustica a 50% pode ser utilizada para limpeza de acúmulo de sólidos. Pit da purificação e bombas DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO O Pit da Purificação, A1-854, consiste em dois tanques pré-fabricados em aço num molde de concreto, cobertos com um gradeamento. Os tanques tem dimensões de 7,9.0m x 7.9m x 4.2m e 4,0m x 2,0 x 4.2m e são conectados por uma comporta 1 metro acima da base. Esta comporta é normalmente aberta, permitindo que o efluente transborde do tanque maior para o menor. O tamanho do pit é ditado pela necessidade de receber blowdown dos Cristalizadores, com um volume suficiente para permitir a deposição dos sólidos antes da descarga do efluente. O tanque maior provê um volume para deposição onde o efluente pode resfriar e os sólidos depositarem, enquanto que no tanque menor há a uma pequena descarga do efluente pelas Bombas G1-855A/B.

É esperado que o sistema esteja contaminado com PTA. cada. como num blowdown dos cristalizadores. da maior para a menor seção. Adicionalmente. A1-858. que provê um volume pulmão onde o efluente pode resfriar e os sólidos depositarem. As condições de projeto dos tanques são: pressão atmosférica (pit aberto). As linhas de blowdown dos Cristalizadores de PTA também são direcionadas para este pit. uma linha de bypass pode ser operada para direcionar a água da chuva diretamente para o dreno pluvial. Durante estes períodos de chuvas intensas. Durante períodos de baixa demanda. G1-859A/B. consiste em um tanque de aço pré-fabricado num molde de concreto. se requerido. Ambas as Bombas podem operar em paralelo durante períodos de alta vazão de efluentes. permitindo que todos os efluentes sejam capturados e os sólidos depositados. As condições de projeto das bombas são: pressão de no máximo 10 barg e temperatura de até 100ºC. Uma bomba irá operar continuamente com reciclo durante períodos de baixa demanda. com a ajuda da adição de água bruta. são bombas centrífugas submersas localizadas no Pit e projetadas para bombear 150m³/h a uma pressão de 10 barg. Durante momentos de alta descarga de sólidos. As Bombas de Efluente da Purificação fazem a sucção da seção menor. a comporta pode ser fechada para isolar a seção de deposição da seção de sucção da bomba. Um suprimento de ar para o Pit provê uma agitação se requerido e uma solução cáustica a 50% pode ser usada para limpeza do mesmo. O Pit pode ser esvaziado de sólidos pela abertura do reciclo para a seção maior. As Bombas de Efluente do ROVAC. com o objetivo de aumentar a agitação.7m x 6. está disponível uma operação manual de reciclo.7m x 4. melhorando a agitação e prevenindo a deposição de sólidos na região de sucção das Bombas. Uma . o que corresponde a um volume total de 188m³. O efluente alimenta a seção maior do Pit. no entanto. temperatura de até 100ºC e a capacidade de operação em torno de 171m3. Pit do Rovac e bombas DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO O Pit do ROVAC. o efluente deve ser transferido pelas Bombas G1-855A/B para o Buffer Tanks.2m.As Bombas G1-855A/B são bombas centrífugas submersas localizadas na seção menor do Pit da Purificação. coberto com um gradeamento. para um posterior tratamento na ETE. evitando sobrecarga hidráulica da ETE. mantendo os sólidos na seção maior. portanto. uma bomba opera com reciclo para o pit através de um bocal tipo jet mixer. Cada uma destas bombas é capaz de bombear 135m³/h a uma pressão de 10 barg. FILOSOFIA DE OPERAÇÃO O sistema de canaletas da área da Purificação alimenta o Pit de Efluente desta área. ambas podem operar em paralelo em condições extremas. O tanque tem dimensões de 6. como numa parada de planta ou numa chuva intensa.

uma bomba opera com reciclo para o Pit através de um bocal tipo jet mixer. projetado para aumentar a agitação e prevenir a deposição de sólidos na sucção das Bombas. FILOSOFIA DE OPERAÇÃO As canaletas da área do Rovac são drenados para o Pit desta área. A1-860. Espera-se que o efluente das canaletas esteja contaminado e portanto. coberto com um gradeamento. Durante períodos de chuva intensa. Ambas as Bombas podem operar em paralelo durante períodos de alta demanda (parada de Planta. A Bomba de Efluente da área dos Batch Tanks G1-861 é uma bomba centrífuga submersa.4m x 4. A bomba operará continuamente reciclando para o pit durante períodos de baixa demanda.9 barA. mas as duas bombas podem operar em paralelo em condições extremas. As condições de projeto do Pit são atmosféricas (pit aberto) e 100ºC. o efluente precisa ser transferido para os Buffer Tanks para um posterior tratamento. uma comporta de bypass pode ser operada para direcionar a água diretamente para o . As condições de projeto das Bombas são 10 barg e 100ºC. consiste em um tanque de aço pré-fabricado num molde de concreto. Pressão: Atmosférica. Capacidade de operação: 115m3. projetado para aumentar a agitação e prevenir a deposição de sólidos na sucção das Bombas.2m. Temperatura: 100°C. Pressão: 10 barg Temperatura: 100°C. FILOSOFIA DE OPERAÇÃO As canaletas da área dos Batch Tanks são drenadas para o Pit desta área. localizada no Pit A1-860. capaz de bombear 135m³/h a uma pressão de descarga de ~7.bomba operará continuamente reciclando para o pit durante períodos de baixa demanda. o efluente precisa ser transferido para os Buffer Tanks para um posterior tratamento. Durante períodos de chuva intensa. portanto. CONDIÇÕES DE PROJETO DO PIT. O tanque tem dimensões de 5. o que corresponde a um volume total de 102m³. Durante períodos de baixa demanda. chuva intensa). CONDIÇÕES DE PROJETO DAS BOMBAS.5m x 4. Pit dos Batch tanks DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO O Pit da Área dos Batch Tanks. Durante períodos de baixa demanda. uma linha de bypass pode ser operada para direcionar a água diretamente para o Pit interceptor do ROVAC. Espera-se que o efluente das canaletas esteja contaminado com ácido acético e soda cáustica. a bomba opera com reciclo para o Pit através de um bocal tipo jet mixer. evitando sobrecarga hidráulica na ETE.

CONDIÇÕES DE PROJETO DO PIT. chuva intensa). portanto. Pressão: 10 barG Temperatura: 100°C. coberto com um gradeamento. Ambas podem operar em paralelo durante períodos de alta demanda (parada de Planta.4m³. evitando sobrecarga hidráulica na ETE.5 barA. Pressão: Atmosférica. cada. uma comporta de bypass pode ser operada para direcionar a água diretamente para o dreno pluvial. o que corresponde a um volume total de 85m³. Esperase que o efluente das canaletas esteja contaminado com ácido acético e soda cáustica.7m.5m x 4. evitando sobrecarga hidráulica na ETE. projetado para aumentar a agitação e prevenir a deposição de sólidos na sucção das Bombas. o que corresponde a um volume total de 125. Pit da recuperação de solvente DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO O Pit da Recuperação de Solvente. CONDIÇÕES DE PROJETO DO PIT. Temperatura: 100°C. mas as duas bombas podem operar em paralelo em condições extremas.2m.dreno pluvial. FILOSOFIA DE OPERAÇÃO As canaletas da área da Recuperação de Solvente são drenadas para o Pit desta área. Uma bomba operará continuamente reciclando para o pit durante períodos de baixa demanda. G1-865. Pressão: Atmosférica.6 barA. Pit de efluentes da área K DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO O Pit de efluentes da Área K. uma bomba opera com reciclo para o Pit através de um bocal tipo jet mixer. o efluente precisa ser transferido para os Buffer Tanks para um posterior tratamento. consiste em um tanque de aço pré-fabricado num molde de concreto. A1-862. localizada no Pit A1-864. Esta bomba não será utilizada frequentemente. As Bombas de Efluente da Recuperação de Solvente. consiste em um tanque de aço pré-fabricado num molde de concreto. G1-863A/B. é uma bomba centrífuga submersa. Durante períodos de chuva intensa. Durante períodos de baixa demanda. CONDIÇÕES DE PROJETO DA BOMBA.5m x 4 m x 5. coberto com um gradeamento.5m x 4. Um suprimento de ar de Planta é direcionado para o Pit para prover agitação se requerido. A Bomba de Efluente da Área K. . A1-864. são bombas centrífugas submersas localizadas no Pit e projetadas para bombear 150m³/h a uma pressão de 7. capaz de bombear 33m³/h a uma pressão de descarga de ~7. O tanque tem dimensões de 5. O tanque tem dimensões de 4.

Espera-se que o efluente das canaletas esteja contaminado.8m x 4. Pressão: Atmosférica. CONDIÇÕES DE PROJETO DA BOMBA. evitando sobrecarga hidráulica na ETE. O tanque tem dimensões de 15. Pressão: 10 barG Temperatura: 100°C. Durante períodos de chuva intensa. o efluente precisa ser transferido para os Buffer Tanks para um posterior tratamento. são bombas centrífugas submersas. FILOSOFIA DE OPERAÇÃO O efluente das canaletas da Área K é drenado para o Pit desta área. CONDIÇÕES DE PROJETO DA BOMBA.2m³. consiste em um tanque de concreto com flocos de vidro. portanto. O tanque tem dimensões de 5. A1-866. Temperatura: 100°C. A1-868. o que corresponde a um volume total de 1022m³. .6m x 4.6m x 15. Pressão: 10 barG Temperatura: 100°C.3 m x 5. combina a função tanto de PIT de efluente como de PIT de Interceptação. Esta bomba não será utilizada frequentemente. Pit interceptor ISBL DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO O Pit Interceptor ISBL. coberto com um gradeamento. As Bombas de Efluente da Área M.7m. capaz de bombear 33m³/h a uma pressão de descarga de ~7. o efluente precisa ser transferido para os Buffer Tanks para um posterior tratamento. uma comporta de bypass pode ser operada para direcionar a água diretamente para Pit Interceptor do Rovac A1870. Espera-se que o efluente das canaletas esteja contaminado. O PIT de efluente da área ‘M’. CONDIÇÕES DE PROJETO DO PIT. Pit de efluentes da área M DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO O Pit de efluentes da Área M. G1-867A/B. Durante períodos de chuva intensa.6 barA. evitando sobrecarga hidráulica na ETE.Temperatura: 100°C. portanto. consiste em um tanque de aço pré-fabricado num molde de concreto. A1-866. coberto com um gradeamento. localizadas no Pit A1-866. FILOSOFIA DE OPERAÇÃO O efluente das canaletas da Área M é drenado para o Pit desta área. uma comporta de bypass pode ser operada para direcionar a água diretamente para os drenos de água de tempestade. o que corresponde a um volume total de 142.2m.

Pressão: 6 barG Temperatura: 50°C. CONDIÇÕES DE PROJETO DA BOMBA. Bem como podem enviar água limpa para o sistema de água de .2m. Temperatura: 50°C. CONDIÇÕES DE PROJETO DO PIT.0 barA. Pressão: 6. FILOSOFIA DE OPERAÇÃO O by-pass e a drenagem de transbordo dos Pits de efluentes da purificação. Pressão: Atmosférica. são bombas centrífugas submersas localizadas no Pit e projetadas para bombear 100m³/h a uma pressão de ~6. Área dos Batch Tanks e Recuperação de Solventes A1-854. A1-856.9barG Temperatura: 100°C. Bem como podem enviar água limpa para o sistema de água de tempestade. A duração para o escoamento para a água da chuva é de 16 minutos. As bombas do Pit podem mandar água de tempestade contaminada ou para os Buffer Tanks A1-2500A-D ou para os Tanques de Equalização na ETE. CONDIÇÕES DE PROJETO DO PIT. As bombas do Pit podem mandar água de tempestade contaminada ou para os Buffer Tanks A1-2500A-D ou para os Tanques de Equalização na ETE F1-2504A/B. As bombas operarão sob um recurso de auto-partida. As Bombas. A1-860 e A1 862 são direcionados para o Pit de Interceptação A1-868. As bombas operarão sob um recurso de auto-partida. CONDIÇÕES DE PROJETO DA BOMBA. oxidação. F1-2504A/B. O tanque tem dimensões de 10m x 10m x 4. são bombas centrífugas submersas localizadas no Pit e projetadas para bombear 330m³/h a uma pressão de ~7. cada. Este Pit possui ainda um transbordo para dentro do sistema de água de tempestade. A1-870. cada. consiste em um tanque de concreto com flocos de vidro. coberto com um gradeamento. o que corresponde a um volume total de 420m³. FILOSOFIA DE OPERAÇÃO O by-pass e a drenagem de transbordo dos Pits de efluentes do Rovac A1-858 e da Área K A1864 são direcionados para o Pit de Interceptação A1-870.As Bombas. G1-871A/B. Temperatura: 60°C. Pit interceptor do rovac DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO O Pit Interceptor do Rovac. Pressão: Atmosférica. A duração para o escoamento para a água da chuva é de 12 minutos.0 barA. G1-869A/B.

Geralmente.Prover uma estocagem para reciclo de efluente fora de especificação.5.Amortecer variações de vazão e composição dos efluentes. Cada tanque é equipado com dois agitadores projetados para promover uma eficiente circulação no mesmo. . caso haja algum problema na ETE. Abaixo seguem sugestões de filosofia de operação do sistema descrito acima: Tanque A – Todos os efluentes ácidos descarregados da Planta continuamente e o blow down alcalino do Sistema de Lavagem de Offgas devem ser descarregados no Tanque A. como. As Bombas de Transferência estão em grupos de dois que são: Bombas A e B podem bombear a partir do Tanque A ou B. de forma a atingir um pH de 6. .Bombear o conteúdo dos Buffer Tanks (A1-2500 A/B/C/D) para a ETE. G1-2501A-D. .Prover uma estocagem pulmão. . baseando-se em parada total da planta. Bombas C e D podem bombear a partir do Tanque C ou D. uma parada de planta. Buffer tanks e bombas DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO Os Buffer Tanks A1-2500A-D são tanques de concreto idênticos com capacidade individual de 3750 m³. Cristalizador e Secador. Estas possuem uma pressão e temperatura de projeto de 5. o que corresponde a uma capacidade total de 15000 m³.Prover um suprimento de efluente para a ETE se a planta de PTA parar.Reciclar o conteúdo dos Tanques para prover agitação.Neutralização primária do efluente antes de alimentar a ETE.Transferir o conteúdo de um tanque para outro através das linhas de recirculação.Segregar os efluentes com alta e baixa DQO e prover uma vazão constante para a seção de neutralização. As Bombas de Transferência dos Buffer Tanks.Prover uma estocagem para lavagens do Reator. FILOSOFIA DE OPERAÇÃO Os Buffer Tanks A1-2500A-D são projetados para realizar as seguintes tarefas: .26 barA. . . são projetadas para: . por exemplo. A neutralização primária é realizada misturando-se as correntes alcalinas de efluentes e solução cáustica. deve ser de 3 meses. . As Bombas dos Buffer Tanks G1-2501A-D são centrífugas e projetadas para bombear 426 m³/h a uma pressão de descarga de aproximadamente 5. .tempestade. O material excedente poderá ser então processado pela ETE a uma maior carga para re-estabelecer os níveis operacionais normais. . Este Pit possui ainda um transbordo para dentro do sistema de água de tempestade. os Buffer Tanks devem operar de forma a manter um "espaço vazio" disponível para descargas eventuais. O tempo máximo antecipado requerido para processar o material extra.1 barg e 65ºC.

Todas as vazõesde líquido são descarregadas através de uma tubulação submersa para auxiliar a agitação. em condições anormais.O Tanque B permanecerá normalmente vazio e disponível para receber afluentes que iriam para o Tanque A/C/D. Tanque D – O Tanque D irá receber material com alta DQO (maior que 11 000 ppm m/m) e normalmente operará com níveis baixos. Tanque B .O Tanque A deverá ser utilizado como tanque primário de alimentação da ETE e deve operar normalmente com 80% de nível. pode ser necessário adicionar soda para corrigir o pH (caso em que alguma descarga ácida ocorra). Espera-se que a dosagem principal de soda seja feita no Tanque A. O Tanque B será usado também caso outro tanque esteja sendo limpo ou reparado. A maior parte dos sólidos que alimenta o sistema dos Buffer Tanks é provinda da linha de efluentes contínuos. No entanto. Está disponível uma instalação para permitir a adição de soda cáustica a partir do tanque de dosagem diretamente para os Buffer Tanks. com controle de adição a partir de medição do pH. . também sendo possível o bombeio de material entre os Tanques. As Bombas também possuem uma linha de reciclo para permitir a operação a baixas cargas. As Bombas na descarga dos Tanques permitem que o material de quaisquer um dos tanques seja misturado e alimentado a ETE. podendo ser feita no Tanque B se o A estiver offline. Agitadores devidamente projetados estão disponíveis para manter os sólidos em suspensão durante a neutralização e a dissolução. Todos os tanques são equipados com duas sondas de pH e com válvulas automáticas de dosagem de soda. As tubulações de entrada são montadas de tal forma que qualquer uma delas (três para as vazões contínuas. Tanque C – O Tanque C irá receber efluentes com baixa a moderada DQO (menos que 11 000 ppm m/m) e normalmente operará com níveis baixos. Os materiais nos Tanques C e D serão geralmente alcalinos. através das válvulas manuais apropriadas. uma para a vazão intermitente dos Pits e uma para o blowdown do scrubber) possa ser direcionada para qualquer um dos tanques.