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BOTÂNICA I Carga Horária: 60 h Ementa: Organização do corpo da planta. Célula: componentes protoplasmáticos. Tecidos meristemáticos e permanentes. Organografia e anatomia dos órgãos vegetativos e reprodutivos dos fanerógamos.

Bibliografia: RAVEN, P. H. ; R. F. EVERT & S. E. EICHHORN 2001 BIOLOGIA VEGETAL. Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 906p. FERRI, M.G. Glosário Ilustrado de Botânica. São Paulo :Bio-Ciência Ltda, 1992. FERRI, Mario G. Botânica: Morfologia Externa das Plantas. (organografia) 15 ed. São Paulo :Nobel, 1981 JOLY, A.B. Botânica : Introdução à taxonomia vegetal. São Paulo :Nacional, 1995. _____. Gêneros de algas de água doce da cidade de São Paulo e arredores. Rickia,

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INTRODUÇÃO AO PAISAGISMO E JARDINAGEM Carga Horária: 30 h Ementa: Introdução à floricultura; Multiplicação e propagação de plantas floríferas e ornamentais; Instalação de campos, viveiros ou casas-de-vegetação para a produção; de flores de corte, plantas ornamentais ou mudas; Colheita,

embalagem, armazenamento, transporte, comércio e mercado; Cultura das principais flores de corte e de plantas floríferas ou ornamentais cultivadas e comercializadas em vasos ou em mudas; Paisagismo Introdução e histórico; Estilos de jardins; Os elementos e suas características; Bibliografia:

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ECOLOGIA Carga Horária: 30 h Ementa: Estudos relacionados a: fluxo da energia e ciclo da matéria nos ecossistemas, equilíbrio da biosfera e dinâmica da população humana. Análise crítica dos efeitos da tecnologia sobre a biosfera. Elaboração de proposições para controle e preservação dos recursos naturais. Bibliografia: PINTO-COELHO, Ricardo M.. Fundamentos em Ecologia. Porto Alegre. Ed. Artes Médicas, 2000. DAJOZ, Roger. Ecologia Geral. Petrópolis. Ed. Vozes. DORST, Jean. Antes que a Natureza Morra. São Paulo. Ed. Edgard Blücher. ESTEVES, Francisco de Assis. Fundamentos de Limnologia. Rio de Janeiro. Ed. Interciência. 1988. SCHÄFER, Alois. Fundamentos de Ecologia e Biogeografia das Águas Continentais. Porto Alegre. Ed.da Universidade/UFRGS, 1985. MARGALEF, Ramon. Ecología . Barcelona. Ed.Omega.

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MICROPAISAGISMO E MACROPAISAGISMO Carga Horária: 45 h Ementa: micropaisagismo e macropaisagismo conceitos características, elementos de composição dimensionamento e espaços das micropaisagens. aspectos

ecologicos e paisagisticos rincipais escalas empregadas

Bibliografia: JONHSON, H. Las Artes del Jardin. Madrid: Ed. Blume, 1981. BLOSSFELD, H. Jardinagem. São Paulo: Ed. Melhoramentos COUTANCEAU, Encyclopedie des Jardins. Paris: Ed. Du Moniteur, 1978. HANNEBAUM, L. Landscape Operations Management. U.S.A. LOUIS BOYER, H. Le Jardin Sur Mesure. Paris: Ed. Du Moniteur, 1978. GRAF, A. B. Tropica-Color Cyclopkedia of Exotic Plants and Trees. USA: Rhoerhcs Company, 1977. CUISANCE, M.P. Les Plantes D’Appartment. Paris : Ed. Larrousse, 1971. DEL BO. El Huerto y El Jardim. Madrid : Ed. Vecchi, 1978. BOTELHO, G. Seleção de Plantas Aquáticas. São Paulo : Ed. Nobel, 1977. MOTTET, S. Arboles y Arbustos ornamentales. Madrid : Ed. Mundi-Prensa, 1982. FESHKENIAN, F. Guia Breve de Jardineria. Madrid: Ed. Vecchi, 1985. VILARNAU. Jardineria. Buenos Ayres : Ed. Albatros De ONIS, J. Cultivos Ornamentales. Madrid: Ed. Aedos, 1986. BIANCHINI, F. Tudo Verde. São Paulo : Ed. Melhoramentos, 1974. HERWIG, R. Viva o Verde. São Paulo : Ed. Círculo do Livro, 1973. CHANEDOT, S. El Jardim. Madrid : Ed. CEAG, 1982. PROUDLEY V. e B. Indoor Plants. London : 1980. ROMARIZ, D. Aspectos da Vegetação do Brasil. Brasil : 1977. HESSAYON, D. G. Flores de Jardin – Manual de Cultivo y Conservacion. Madrid, 1985. LORENZI, H. Árvores Brasileiras. São Paulo: Ed. Plantarum, 1992.

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Philip e ROBERTS. Barcelona. 1973 ANASAGASTI. FAU/USP. Stebven – O Processo de Projeto e o Computador. Perspectivas. Convenções. Teodoro – Perspectiva Artística. Rio de Janeiro. Betty – Desenhando Com o Lado Direito do Cérebro. São Paulo. Barcelona. Construções geométricas. Projeções. 1989 5 . Bibliografia: MONTENEGRO. Instrumentos e aparelhos de desenhar. Cortes.H. R. Regras básicas de cotagem de tamanho e posição. Processos de reprodução de desenhos. Júlio Roberto –Considerações Sobre Ensino de Desenho Técnico. Vistas. Fayga – Universos da Arte. Fayga – Criatividade e Processos de Criação. Editora Edgard Blucher. CARDOSO. São Paulo. Realidade que Interagem Virtualmente. Florianópolis. 1984 KATINSKY. Rio de Janeiro. Armando – Sombras e Perspectivas. 1993 PANOFSKY. Normas técnicas. Maria Lúcia . São Paulo. Leitura de desenhos. 1992 MALARD. I Congresso Internacional de Engenharia Gráfica nas Artes e no Desenho e 120 Simpósio Nacional de Geometria descritiva e Desenho Técnico. Editorial Labor S. Livraria Bertrand DAY. A. Rio de Janeiro. Erwin – A Perspectiva Como Forma Simbólica. 1996 OSTROWER. José Olympio. Tecnoprint. 1977 OSTROWER. Editora Campus.. – Psicologia da Percepção. Gildo – “A Perspectiva dos Profissionais”. Imago. Portugal. Tusquets Editor. RHODES. 1979 EDWARDS.UNIVERSIDADE DO CONTESTADO-UnC CURSO: PAISAGISMO E JARDINAGEM EMENTÁRIO DESENHO TÉCNICO Carga Horária: 60 h Ementa: Materiais. Planificação.

1986:79-107. Jardins no Brasil.. In Paisagem e Ambiente nº 10. Quadro do Paisagismo no Brasil. René J. Euler. Euler . 1983 SANDEVILLE JR. Companhia das Letras. Melhoramentos / EDUSP.. 1990 MACEDO. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Universos da Arte. 1981 GARRET. p 97-166 SANDEVILLE JR. Euler. 1999. F. 1997 DUBOS. As sombras da floresta. Simon. A Linguagem Moderna da Arquitetura. ABAP. Eckbo. 1997. Eliane. Anatoções para uma história do paisagismo moderno em São Paulo: elaboração da linguagem e conceituação de um campo entre arquitetos. planejamento paisagístico. Um panorama do paisagismo contemporâneo no Brasil. FAUUSP. Tese de Doutoramento. São Paulo. Campus. SEGAWA. Guilherme Mazza (org).o espaço/ação de uma nova sensibilidade. Namorando a Terra (1980). Urban Landscape Design. São Paulo. Catharina Cordeiro. Lisboa. GUARALDO.98101 SANDEVILLE JR. p. OSTROWER. Mac Graw Hill. 1964.UNIVERSIDADE DO CONTESTADO-UnC CURSO: PAISAGISMO E JARDINAGEM EMENTÁRIO PAISAGISMO E COMPOSIÇÃO ESTÉTICA Carga Horária: 45 h Ementa: Noções gerais de composição artística. 1999. 3. Vegetação. 1996. 75. LIMA. Euler. Studio Nobel. São Paulo. B. São Paulo. In Revista AU ano 12. 1988 ZEVI.. São Paulo. Mudanças de atitudes em relação às plantas e aos animais (1500-1800) (1983). 1984 6 . execução do projeto Bibliografia: DOURADO. representação gráfica e memorial descritivo do projeto estético de paisagismo.. Visões da paisagem. do Ecletismo ao Moderno. Arquitetura Paisagística e a Cidade. Relatório de Pesquisa _ FAUUSP. paisagem e cultura no Brasil. n. Paisagem e memória. 1998. 2a. São Paulo. O homem e o mundo natural. Silvio Soares. ed SANDEVILLE JR. Companhia das Letras. 1996 THOMAS. Rio de Janeiro. Paisagem Ambiente Ensaios n. São Paulo. Arte e ambiente numa condição contemporânea . Desafios do paisagismo contemporâneo brasileiro. São Paulo. Ao amor do público. Hugo. Publicações Dom Quixote. SCHAMA. Keith. São Paulo.

Métodos de pesquisa em ciências sociais. 4. São Paulo:Harbra. Metodologia científica. Metodologias qualitativas na sociologia.: EDUSP. M. F. KERLINGER.P.U. O Método científico: teoria e prática. Análise de conteúdo.16-22. Petrópolis: Vozes. Rio de Janeiro : Tempo Brasileiro. KIENTZ. BECKER. T. 1991. São Paulo: Atlas. Metodologia da pesquisa em ciências sociais : um tratamento conceitual. GALLIANO. Bibliografia: BARDIN.. Necessidade da produção científica na Universidade. A.ed.M. e ampl.ed. A. rev. São Paulo: E. Rio de Janeiro: Mc Graw-Hill. C. 70. A.ed. 2. A. métodos científicos.F. Fundamentos de metodologia científica: 3. N. ed. Pesquisa e construção de conhecimento: metodologia científica no caminho de Habermas. 1983. e ampl. P. 1996. 3. Conceituação de Metodologia Científica.ed.UNIVERSIDADE DO CONTESTADO-UnC CURSO: PAISAGISMO E JARDINAGEM EMENTÁRIO METODOLOGIA CIENTIFICA Carga Horária: 30 h Ementa: Conceito e concepção de ciência. 7 . L. Como elaborar projetos de pesquisa. hipóteses e variáveis. São Paulo : Atlas. HAGUETTE. _____. DEMO. 1999. MARCONI.. 1991. _____. São Paulo: Hucitec.BERVIAN. Comunicação de massa : análise de conteúdo. p. Rio de Janeiro : Eldorado. 1973. A. rev. Metodologia científica: ciência e conhecimento científico. LAKATOS. ed. GIL. São Paulo : Atlas. 5. São Paulo: Atlas. A. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas. _____. H. 1979. 1992. 1999.ed. Métodos e técnicas de pesquisa social. para uso dos estudantes universitários. 1991. M. 3. teoria. P. CERVO. 1983. E. L. Passos do encaminhamento e da elaboração de projetos. 1991. G. Lisboa: 1977.

Paisagem e memória. 1984 8 . Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Jardins no Brasil. paisagem e cultura no Brasil. B. Universos da Arte. René J. Arte e ambiente numa condição contemporânea . ABAP. São Paulo. Quadro do Paisagismo no Brasil. São Paulo. SCHAMA. Eliane. F. São Paulo.. 1988 ZEVI. Mudanças de atitudes em relação às plantas e aos animais (1500-1800) (1983). Desafios do paisagismo contemporâneo brasileiro. Euler. As sombras da floresta. Urban Landscape Design. Companhia das Letras.UNIVERSIDADE DO CONTESTADO-UnC CURSO: PAISAGISMO E JARDINAGEM EMENTÁRIO PRINCIPIOS DE PAISAGISMO Carga Horária: 60 h Ementa: Elementos básicos do paisagismo. 1981 GARRET.. Namorando a Terra (1980). GUARALDO. O homem e o mundo natural. São Paulo. Guilherme Mazza (org). Silvio Soares.. do Ecletismo ao Moderno. Catharina Cordeiro. Lisboa. Publicações Dom Quixote. Arquitetura Paisagística e a Cidade. Paisagem Ambiente Ensaios n. 1964. 3.. 1997 DUBOS. Ao amor do público.98101 SANDEVILLE JR.o espaço/ação de uma nova sensibilidade. São Paulo. São Paulo. 1997. 1996. Simon. 1990 MACEDO. OSTROWER. Bibliografia: DOURADO. Mac Graw Hill. In Paisagem e Ambiente nº 10. Campus. SEGAWA. Eckbo. 1999. Rio de Janeiro. Anotações para uma história do paisagismo moderno em São Paulo: elaboração da linguagem e conceituação de um campo entre arquitetos. Studio Nobel. histórico composição – paisagismoclassificação dos paisagismos tipos e elementos. São Paulo. p 97-166 SANDEVILLE JR. conceitos. LIMA. 75. ed SANDEVILLE JR. Relatório de Pesquisa _ FAUUSP. 1996 THOMAS. Vegetação. Companhia das Letras. São Paulo. São Paulo. 2a. 1986:79-107. FAUUSP. p. 1998. A Linguagem Moderna da Arquitetura. In Revista AU ano 12. Keith. 1999. Melhoramentos/EDUSP. Hugo. Tese de Doutoramento. Euler . n. Euler. Euler. 1983 SANDEVILLE JR. Um panorama do paisagismo contemporâneo no Brasil. Visões da paisagem. planejamento da área paisagística.

São Paulo :Nobel. Inc. _____. São Paulo :FUNBEC. C. C. & MIMS.E. LEE.. Ser. . FERRI. caracterização e importância econômica das divisões do Reino Plantae avasculares : Algae. Glosário Ilustrado de Botânica. Englewood Cliffs :Prentice-Hall. 1970. 1963.E. 228 pp. Bolm. BOLD.C. C. BICUDO. (Suplementar 1) p. R. Introductory Micology. 613 pp. 1979.. Botânica : Introdução à taxonomia vegetal.B.S. 1972. A.M. M. 1992. O Reino Vegetal. O grande mundo dos fungos. LACAZ.E. Botânica : Morfologia Externa das Plantas. São Paulo :Edgard Bücher/EDUSP. Ciênc. (organografia) 15 ed. & BICUDO. 21. Morfologia. ciclo de vida.G. 9 . da USP.J. 478 pp. Inc. São Paulo. struture and reproduction. Botânico. _____. R.S. 1970.J. & WYNNEM.:1 -288.. C.E. 1965. P. Algas de águas continentais brasileiras. Introduction to the algae. 1985.C. 1981 JOLY. Gêneros de algas de água doce da cidade de São Paulo e arredores. BOLD A.M.UNIVERSIDADE DO CONTESTADO-UnC CURSO: PAISAGISMO E JARDINAGEM EMENTÁRIO BOTÂNICA II Carga Horária: 45 h Ementa: Morfologia e sistemática das criptógamas. Lichen. Rickia. M. New York :Jonh Wiley & Sons. FERRI. vol. A. MINAMI.Chave ilustrada para identificação de gêneros. Bibliografia: ALEXOPOULOS. C. São Paulo :Nacional. Flora Marinha do litoral norte do Estado de São Paulo e regiões circunvizinhas. 1995. 1980. 255 pp. 706 pp. Filos. Phychology. Mario G. São Paulo :EDUSP. 189 pp.T. Fac. & MEMS. Cambrige: University Press. Fungi e Briophyta. 393 pp. São Paulo :Bio-Ciência Ltda. ecologia.

A. Atlas de Botânica. SCHÄFER. The biology of seaweeds.J. 1985.. 1982. SCHULTZ. A. RAVEN.UNIVERSIDADE DO CONTESTADO-UnC CURSO: PAISAGISMO E JARDINAGEM EMENTÁRIO LOBAN. C. São Paulo: Bio-Ciência Ltda. Porto Alegre :Sagra. 1. 2 ed. SMITH. 1981. Botânica : Taxonomia e Organografia das angiospermas e chaves para identificação de famílias.V.1978. Fundamentos de Ecologia e Biogeografia das águas Continentais.H. São Paulo :NOBEL. MORANDINI. C. F. V. Rio de Janeiro :Interamericana. 10 . C. Biologia das Algas. 724 pp. P. G. ROUND. Rio de Janeiro :Guabara Dois. 2 volumes.E. Botânica Criptogâmica. Introdução à Botânica Sistemática. PEREIRA. Biologia Vegetal. 263 pp.S. 6 ed. 1990. . Rio de Janeiro : Guanabara Dois. Algas e Fungos. 2 ed. et alii. Oxford :Blackwell Scientific Publications. 532 pp. 1976. & WINNIE. F. Porto Alegre :EDUNI-SUL. 1985.M. M. 786 pp. e AGAREZ.

2000 FURASTE.UNIVERSIDADE DO CONTESTADO-UnC CURSO: PAISAGISMO E JARDINAGEM EMENTÁRIO METODOLOGIA DA PESQUISA Carga Horária: 30 h Ementa: Elaboração e desenvolvimento de Projeto de Pesquisa. Introdução ao Método Científico: conteúdo e forma do conhecimento.). São Paulo: Atlas. 3 ed. Bibliografia: JOHANN. São Paulo: Atlas. Porto Alegre: Dáctilo-Plus. Porto Alegre: Dáctilo-Plus. J. Canoas: ULBRA. 2002.. R. GIL. 1986. A. Acesso à realidade: técnicas de pesquisa e construção do conhecimento. THUMS. P. U. FURASTE. J. GIL. Normas técnicas para o trabalho científico: explicitação das normas da ABNT. Como se faz uma tese. Apresentação formal dos produtos da Pesquisa. Análise e interpretação dos dados obtidos. ECO. A. ed. Como elaborar projetos de pesquisa. ed. São Paulo: Perspectiva. C. 3 ed. 1993. Normas técnicas para o trabalho científico: explicitação das normas da ABNT. C. A. P. 11. 11 . 1993. A. Como elaborar projetos de pesquisa.ed. 2. 2002. (org. 1997. Porto Alegre: Sulina/ULBRA. 11.

Reconhecimento e avaliação de micropaisagen. Rio de Janeiro. Universos da Arte. Euler .. São Paulo. Desafios do paisagismo contemporâneo brasileiro. Flora. OSTROWER. 12 . n. In Revista AU ano 12. Avaliação da potencialidade do projeto. F. Projetos de microaisagem em áreas especiais. Campus. Morfologia e escala da micropaisagem.. 1999. Adequação de espécies ao solo. Arquitetura Paisagística e a Cidade. do Ecletismo ao Moderno.98101. 1983 SANDEVILLE JR. Eliane. Implantação e manutenção de projetos micropaisagísticos.UNIVERSIDADE DO CONTESTADO-UnC CURSO: PAISAGISMO E JARDINAGEM EMENTÁRIO PROJETO PAISAGISTICO I – MICRO PAISAGISMO Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução ao micropaisagismo. GUARALDO. Bibliografia: GARRET. Relatório de Pesquisa _ FAUUSP. Quadro do Paisagismo no Brasil. clima e solos. LIMA. p. São Paulo. 75. clima e micropaisagem. Catharina Cordeiro. São Paulo. Eckbo. Mac Graw Hill. 1998. 1964. 1990 MACEDO. Urban Landscape Design. Silvio Soares. FAUUSP.

K. Elementos de meteorologia dinâmica . o vento. balanço de calor. Prentice Hall. 13 . 1989: The atmosphere: an introduction to Meteorology. Umidade. e Hobbs. J. J.principais parâmetros meteorológicos.constante solar. Lutgens. M.. Wallence. 1977: Atmospherec science: an introdutory survey. Circulação global Estrutura da atmosfera terrestre . Academic Press. V.UNIVERSIDADE DO CONTESTADO-UnC CURSO: PAISAGISMO E JARDINAGEM EMENTÁRIO METEOROLOGIA E CLIMATOLOGIA Carga Horária: 45 h Ementa: Introdução à Meteorologia. Morgan.noções gerais. equilíbrio radiativo. J. Elementos de radiação atmosféricas . Elementos de termodinâmica da atmosfera . nuvens e precipitação. forças atuantes. parâmetros de umidade..Temperatura. E. condensação e estabilidade atmosférica. 1989: Meteorology: The atmosphere and the science of weather. F. Bibliografia: Moran. condensação. P.Radiação solar e terrestre. M. Mac millan. Pressão atmosférica.equação de estado. D. e Tarbuck. e M.

ESAL. J. London. Journal of Plant Nutrition.. 360p. Microbiologia do Solo. Periódicos: Agronomy Journal: Communications in Soil Science and Plant Analysis. significância do equilíbrio biológico na qualidade do meio ambiente. principais grupos de macro. 1988.. microrganismo e agroquímicos do solo.B. E.A. meso e microrganismos do solo. Bibliografia: ALEXANDER.M. 1992. P e S no sistema produtivo.J. M. FAEPE ABEAS.. S.O. NEVES.P. Jonh Wiley & Sons. importância dos microrganismos nas transformações da matéria orgânica e inorgânica do solo.N. Brasília. M. N. CARDOSO. Plant and Soil.A. microrganismos e os ciclos dos nutrientes: C.UNIVERSIDADE DO CONTESTADO-UnC CURSO: PAISAGISMO E JARDINAGEM EMENTÁRIO SOLOS I Carga Horária: 60 h Ementa: Solo como meio de crescimento para os organismos. SIQUEIRA. 14 . MEC. TSAI. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo/ Campinas. interação planta. 350p. Introduction to Soil Microbiology.C. Revista Brasileira de Ciência do Solo. 1961. FRANCO. Biotecnologia do Solo: Fundamentos e Perspectivas.

CERES 1978 GRAZIANO NETO. Proteção Florestal.P Manual de ecologia dos insetos. UFV 1969 SOARES. resistência ambiental. F.J.controle biológico natural e artificial. H. controle silvicultural. resistência da planta dinâmica da população e tabela de vida. S.P 1a. avaliação dano. Entomologia Florestal. técnicas de criação de insetos. Principais pragas florestais brasileiras potencial reprodutivo. ED. CERES 1978 SILVEIRA NETO. avaliação de densidade populacional. et al S. manejo integrado de pragas. ED. ED.UNIVERSIDADE DO CONTESTADO-UnC CURSO: PAISAGISMO E JARDINAGEM EMENTÁRIO ENTOMOLOGIA Carga Horária: 30 h Ementa: Introdução aos insetos: morfologia.P 1a.B.) S. ED. VICOSA 1a. CURITIBA 1a. D. nível de dano econômico e nível de controle. Manual de entomologia agrícola. fisiologia e desenvolvimento.Uso de agrotóxicos e o receituário agronômico. V. (COORD. e H. controle legislativo e preventivo. técnicas de amostragem. como obter identificação de insetos no Brasil. ED. controle químico.classificação dos insetos. R. AGROEDICOES 1978 NEW YORK 5a. UFPR 1971 GALLO. HIEKKENEN entomology MCGRAW HILL 1980 BRUGNONI. Principles of florest 15 . et al S. Bibliografia: KNIGHT. C. F.

M.UNIVERSIDADE DO CONTESTADO-UnC CURSO: PAISAGISMO E JARDINAGEM EMENTÁRIO ECOFISIOLOGIA Carga Horária: 45 h Ementa: Aspectos estruturais e morfológicos e do desenvolvimento. & Jones.www. expressão gênica e Bibliografia: J. J. Hopkins . 1993 W.edu/biology/courses/bio455_555/atlab/ppjm1. Gruissem. W. Plant Physiol. 2000 J.jmu. Aspectos moleculares da morfogênese: determinação celular.csm. Nicholls e S.edu/Plant_Physiology/schedule. D. C. G. fluxo de vapor d'água no sistema soloplanta. Sinauer. desenvolvimento diferenciação.edu/BioLinks. Anderson e J.harvard. Molecular Activities of Plant Cells: An Introduction to Plant Biochemistry. Fotossíntese. Lidel J.com/~house/pltphys. Metabolismo Fotossintético do Carbono. Blackwell.http://mcb.ecsu.html . Reguladores de crescimento: metabolismo e mecanismo de ação.hoflink. W. J. bioquímico e hormonal. 1977 BUCHANAN. M. John Wiley & Sons.html . (1997).ctstateu. Fotomorfogênese e fitocromo.. Beardall. interno do crescimento. 1999.. M. Azcon-Bieto e M. Academic.plantphys. Soc. B. 1992 W. Inc. Controle Morfogênese. Contreiras. Ferguson.html . Becker. R. 2002 L. Talón. 2001 Páginas web . 1991 ARRACAÇA. Zeiger. 3ª ed. fotorespiração e respiração.atmosfera. Introduction to Plant Physiology. InterAmericana McGraw-Hill. Halpern ed.net . Taiz e E. índices bioclimáticos. Plant Physiology. Bioenergetics 3.html 16 . Lippincott. em Bioquímica.. Energy and the Living Cell.. B. Fisiologia e Bioquímica da Respiração das Plantas Superiores. G. Fundação Calouste Gulbenkian. Am. Controle ambiental do desenvolvimento: energia radiante. L. Fisiologia y Bioquímica Vegetal.. Biochemistry and Molecular Biology of Plants.koning.www. desenvolvimento: genético.

NEW YORK E SONS 1957 KEMPTHORNE.testes de duncan e scheffe experimentação intensiva e extensiva o -princípios de modelo matemático . F. NEW YORK 3a. P. Curso de Estatística Experimental. O. ED. Experimental Designs J. PIRACICABA SP USP 1966 COCHRAN. The design and analysis of experiments. Bibliografia: GOMES. 17 . J.graus de liberdade .contrastes - experimentos inteiramente casualizados . WILEY 3a.experimentos em blocos e experimento fatoriais . WILEY E SONS 1962 2a.UNIVERSIDADE DO CONTESTADO-UnC CURSO: PAISAGISMO E JARDINAGEM EMENTÁRIO ESTATISTICA E EXPERIMENTAÇÃO Carga Horária: 60 h Ementa: Aleatoriedade . WILLIAN G. ED.utilização de computadores na area de experimentos. ED.

83 p.B. N.E. M. NEPUT. N. 355p. A.S. LARACH.I. Manual de Fertilidade do Solo. Vocabulário de Ciência do Solo. J. Notas de Aula. Pedologia e Fertilidade do Solo: interações e aplicações. Pedologia: base para distinção de ambientes. ANDA/POTAFOS. A. J. LOPES. & FONTES. DCS/UFLA. & LOMBARDI NETO.P. São Paulo. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo. RESENDE.. S. RESENDE. Tradução e Adaptação. F. Solos e Fertilizantes.F. Brasília. CURI. N. 150 p 18 .F. 90p. Viçosa. 1989. 1993. MONIZ. Conservação do solo. 2a edição. L. & CORRÊA. KAMPF. 367 p. MEC/ESAL/POTAFOS. Revista e ampliada. REZENDE.S. & SANTANA. Fertilidade do Solo e Conservação do Solo. 1990. 155P. Bibliografia: BERTONI. J. D.. G. SILVA. CURI. 1988. CURI.. Morfologia e Classificação de Solos. 1995.C. São Paulo: Ícone. 1997. N.B. Campinas. M.UNIVERSIDADE DO CONTESTADO-UnC CURSO: PAISAGISMO E JARDINAGEM EMENTÁRIO SOLOS II Carga Horária: 60 h Ementa: Serão abordados assuntos relativos à área da Ciência do Solo: Gênese. da.O.

TAIZ. Plantas matrizes. HARTMANN.. enxertia e mergulhia. 833p.T. Poliembrionia e apomixia. Prentice Hall Intern. e Zeiger.UNIVERSIDADE DO CONTESTADO-UnC CURSO: PAISAGISMO E JARDINAGEM EMENTÁRIO PROPAGAÇÃO DE PLANTAS ORNAMENTAIS Carga Horária: 45 h Ementa: Dormência e regulação da germinação. Nova Agricultura: A Fascinante Arte De Cultivar Com Os Plásticos..J. 559 p. 6 ª Ed. Clones e propagação vegetativa. Plant Hormones: Physiology. F. Petroquímica Triunfo. Avaliação gené tica e sanitária.. Bases anatômicas e fisiológicas da estaquia. 1991. Corp. 1987.. Davies. Bibliografia: DAVIES. SGANZERLA. Geneve. Sementes e mudas genéticas e básicas. Seleção e fixação de ganho genético em clones.E.T. Multiplicação por estruturas vegetativas especializadas. The benjamin Cummings Publishing Company Inc. Kluwer Academic Publishers. L.Jr. 1997. E. Plant Physiology. P. H. Tecnologia e normas de produção de sementes e mudas. 19 . E. Plant Propagation: Principles and Practices. 1995. 297p. L.R. 770p. D. Kester. Propriedade intelectual e patentes. Biochemistry and Molecular Biology.

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