Diseño en Palermo. Encuentro Latinoamericano de Diseño.

Titulo

Habitáculo veicular: percepções de design e ergonomia
Autor Talita Muniz Ribeiro, Jairo José Drummond Câmara y Rita Castro Engler

Introdução Este artigo tem como objetivo informar e verificar particularidades da prática do design automotivo em relação ao atendimento das necessidades e anseios dos usuários de veículos, através de dados históricos dos temas pertencentes a uma pesquisa de Iniciação Científica visando à análise do interior do automóvel sob a ótica de Design. Através de uma revisão da história do automóvel a partir do modelo T de Ford, serão abordados com o olhar da ergonomia diversos pontos que devem ser observados no projeto de um habitáculo veicular. O homem se encontra em uma permanente busca por novos meios de transportar pessoas e cargas. O automóvel é um objeto que evoca liberdade, desejo e conforto, é considerado um dos maiores inventos da modernidade. A forma dos automóveis deve corresponder a um compromisso entre o ideal, o viável, o desejável e o economicamente possível. Esse compromisso deve ser assumido por uma equipe de profissionais e não é mais responsabilidade única dos engenheiros e designers. O automóvel tem afetado profundamente não somente o desenvolvimento econômico e as transformações dos meios produtivos, mas também o modo de vida da sociedade, o meio ambiente e a configuração da arquitetura e dos espaços urbanos. Trata-se de um elemento emblemático que relaciona os referências culturais dos indivíduos e grupos sociais. Muito mais que utilitário, de uma maneira geral, o automóvel passou a ser um objeto de desejo do homem, que vê nele um símbolo de status e poder. Mais que um meio de transporte, o carro é hoje fundamental no lazer.

História do desenvolvimento do interior automotivo No começo do século XX os automóveis eram basicamente conjuntos de maquinaria rudimentar unidos sem qualquer preocupação estética, nos quais os passageiros viajavam sem conforto, expostos à poeira e às intempéries do tempo. Atualmente, os automóveis mudaram tão radicalmente quanto o seu impacto na sociedade. O desenho dos automóveis é resultado de múltiplas influências: desde os ditames da moda até ao progresso tecnológico, que aumentaram a eficiência e reduziram o tamanho dos veículos; dos primitivos processos de fabricação até à aerodinâmica, do rigor da legislação, sem esquecer do controle de gastos até a satisfação dos anseios de cada nova geração de consumidores de automóveis. O automóvel moderno é resultado de um processo evolutivo, no qual seu antecessor era a carruagem, o carro puxado a cavalos, onde foi inserido um motor a vapor. Ele é o resultado de progressos e retrocessos, tendências e limitações desenvolvidas por técnicos, designers e legisladores.

Actas de Diseño. Facultad de Diseño y Comunicación. Universidad de Palermo. ISSN 1850-2032

amortecedores. em 1917. converteu-se num benefício para milhões de pessoas. Desde o seu nascimento. que eram adaptáveis à traseira do automóvel. surgiu a mala para acondicionar as bagagens. No final de 20 os automóveis tornaram-se mais baixos. O automóvel foi criado na Europa e aperfeiçoado nos Estados Unidos e durante os dezenove anos da produção do modelo T. Foi nesta mesma época que o volante começou a substituir a barra guiadora. e os consumidores. Actas de Diseño.Diseño en Palermo. no qual surgiu o Renault Panhard. os automóveis tenham passado a oferecer aos seus ocupantes uma proteção completa contra as más condições atmosféricas. Encuentro Latinoamericano de Diseño. Na Europa. ISSN 1850-2032 . os velocímetros. por exemplo. se tornando um marco na história do século XX. pois os consumidores estavam ávidos por mais conforto. as luzes elétricas e os motores de arranque. por volta de 1922. quando os automóveis fechados se tornaram mais numerosos que os abertos. os americanos deslocaram o freio de mão e a manopla para o centro do automóvel. em virtude do trânsito cada vez mais intenso. usado com freqüência sobre o tanque da gasolina. O ano de 1908 foi marcado pelo primeiro carro produzido em linhas de montagem no mundo. foram adaptados os bancos reguláveis para o motorista e. na sua maioria. Inicialmente eram usadas grades extras. o Tin Lizzie. Com o tempo estas inovações foram introduzidas na Europa. Os projetistas na época perceberam que o estilo moderno ansiava por uma forma mais alongada e baixa. consistia inicialmente num objeto de diversão ao alcance apenas das classes abastadas. a indústria americana percebeu a importância de melhorar o automóvel. com pouca carroçaria à sua volta. Nessa época. A distância entre os eixos foi aumentada e os bancos de trás foram deslocados mais para frente. tornando-se desta forma mais cômodos. a partir de experiências casuais de pequenos grupos de inventores. alguns dos poucos automóveis fechados já dispunham de aquecimento. Em 1914. e num meio de locomoção essencial. em substituição das antigas linhas perpendiculares. os automóveis já apresentavam. o modelo T da Ford. Esforços foram desenvolvidos para tornar os veículos mais confortáveis e confiáveis. já não exigiam um espaço interior com tão grande altura. o motorista e os passageiros viajavam sobre a maquinaria. No início dos anos 20. os pára-choques eram já robustos nos Estados Unidos. A mudança automática de luzes surgiu pela primeira vez em 1921. Os mecanismos para abrir e fechar os vidros das janelas surgiram em 1925. Os primeiros automóveis eram altos. também surgiram melhoramentos. e. As medidas destinadas ao bagageiro aumentavam proporcionalmente ao aumento das distâncias percorridas pelos condutores. Em 1930. exceto os de automóveis de luxo. Universidad de Palermo. Facultad de Diseño y Comunicación. Renault construiu um automóvel com carroçaria fechada. embora apenas quinze anos mais tarde. para que estes não obstruíssem a porta do motorista. num modelo americano. um indicador do nível de gasolina. para que os passageiros não tivessem de suportar todos os incômodos movimentos do eixo posterior situado precisamente sob os assentos. As primeiras mudanças importantes relacionadas ao interior ocorreram mais antes da passagem do século XIX para o XX no ano de 1898. porém foram postos à disposição do público como acessórios.

produziram novos automóveis. foi percebida a diferença dos seus antecessores. sem que se formem correntes de ar. Encuentro Latinoamericano de Diseño. Houve melhorias no que se refere ao aquecimento e ventilação. o compartimento destinado aos ocupantes do veículo tornava-se praticamente todo fechado ao mesmo tempo em que a atmosfera no seu interior ficava irrespirável. Tornou-se possível também deslocar mais para frente o compartimento dos ocupantes do veículo.Diseño en Palermo.um para o motor. o automóvel aberto começou a ser descartado. sendo a Volkswagen o primeiro fabricante a produzir um milhão de automóveis num ano – 1962. A suspensão dianteira independente modificou a forma do automóvel. Nos anos 20. À medida que as carroçarias eram aperfeiçoadas. o que resultou em maior estabilidade e comodidade. Em 1943 foram fabricados por toda a indústria britânica apenas 1600 automóveis. visava à fabricação de automóveis fechados. as malas passaram a ser montadas em suportes atrás do assento traseiro. A produção em série. Surgiram sistemas de ventilação que permitem a renovação do ar no interior do compartimento e evitam a condensação do vapor de água nos vidros. O período decorrido até ao aparecimento dos primeiros modelos autênticos do pósguerra foi mais longo que o que se seguiu a I Guerra. A condução tornou-se muito mais fácil e confortável. projetado pelo alemão Ferdinand Porsche e apadrinhado por Adolf Hitler. A II Guerra Mundial reduziu ao mínimo a produção de automóveis para utilização particular. No início dos anos 30 surgiu o Volkswagen. Mesmo atualmente é rara a produção em série de automóveis abertos. Posteriormente. outro para os ocupantes do veículo e outro para a bagagem. O espaço adicional sobre o eixo de trás passou a ser aproveitado para um bagageiro mais amplo. Apresentava-se constituído por três compartimentos . Actas de Diseño. Universidad de Palermo. era comum e mais barato construir à mão um automóvel com teto em lona e resguardos laterais. aumentando a sua comodidade e estabilidade. “O carro do povo”. A história do automóvel do pós-guerra traduz-se num notável e contínuo aperfeiçoamento. ISSN 1850-2032 . o compartimento dos ocupantes do automóvel podia ser rebaixado sem redução da altura interior. finalmente. O desaparecimento do eixo dianteiro permitiu montar o motor ainda mais à frente e a um nível mais baixo. Na ausência do eixo dianteiro. Com o advento da produção em série e o aparecimento das carroçarias constituídas em aço. Os motores eram mais potentes e as carroçarias mais leves. contudo. Ao longo da década de 1960 o automóvel procurava proporcionar o maior espaço interior possível dentro de formas exteriores compactas. até que o compartimento para as bagagens se tornou parte integrante da carroçaria. Quando. Em pouco tempo se transformou no automóvel de maior sucesso na Europa entre os produzidos em série. além da utilização da suspensão dianteira independente tornou possível que a facilidade de manobra acompanhasse a contínua escalada peso-potência. Facultad de Diseño y Comunicación. que podiam ser erguidos rapidamente ao menor sinal de mau tempo.

O projeto veicular deve transmitir ao automobilista confiabilidade. estilo. o conforto dos bancos. Antes do sistema monobloco construía-se a cabine separadamente. passando a dialogar com a casa e o espaço de trabalho. para garantir a proteção dos passageiros. É indispensável resguardar o interior da cabine contra choques. criando. Actas de Diseño. o isolamento acústico. determinando o momento de substituição de alguns componentes. antes de passá-los a linha de montagem. O automóvel deixou de ser apenas um meio de locomoção. A indeformabilidade do habitáculo não funcionará corretamente se a estrutura interna não conter a capacidade de deformação progressiva. visibilidade. garantindo que o veículo e seus componentes comportem-se de acordo com as especificações do seu funcionamento. definido como o espaço reservado ao piloto de avião. Por motivos de segurança. o sentido da palavra é mais amplo estendendo-se a todo o espaço habitável do veículo. para depois monta-la sobre o chassi. para amortecer os choques externos. Cabine automotiva A cabine é a parte da estrutura de um veículo destinada basicamente à direção e a acomodação dos passageiros. conforto. Uma das características da cabine de um automóvel é sua habitabilidade. de forma a torná-los confiáveis. o espaço à disposição do motorista e dos passageiros em seu interior. Contribui para o desenvolvimento do interior do automóvel a combinação inteligente das variações de qualidade e possibilidades. entre outros fatores. circundada por uma estrutura de formação progressiva. a prevenção de danos motivados pelo desgaste. Fatores que influenciam no projeto do habitáculo Na construção de um veículo. Cada montadora possui um setor de controle de qualidade. torna-se também necessária a praticidade dos comandos. No caso do motorista. O termo é de origem aeronáutica. ISSN 1850-2032 . multiplicidade de uso. segurança. ou seja. textura. Nome dado também à estrutura do habitáculo: sob esse aspecto. No campo automotivo. entre outros valores. Universidad de Palermo. dado pelo aumento das distâncias e do tempo que as pessoas permanecem dentro dos veículos. vários fatores são considerados pelos projetistas para dar maior conforto ao motorista e aos passageiros. a cabine compreende não só o espaço interno mas também a toda a carroçaria a ela circunscrita. a praticidade dos controles.Diseño en Palermo. no qual a função é examinar os componentes do veículo e analisar a sua fidelidade às especificações do projeto. Esse espaço é expresso não só pelo volume do habitáculo. A redução dos desgastes ocorridos ao acaso. além da aplicação de materiais que sejam adequados ao caráter da habitabilidade evocando uma síntese mais homogênea de diversas características do “estar” em um veículo: o espaço interno livre. é preciso pensar em um projeto que considere o conforto. pois além da máxima comodidade. os problemas são mais complexos. mas principalmente pela disposição dos elementos internos. para garantir a absorção dos choques. a segurança e a ergonomia. Encuentro Latinoamericano de Diseño. Segundo Larica (2003). Facultad de Diseño y Comunicación. tais como: forma. prevendo-se inclusive solicitações incomuns. uma atmosfera interior mais agradável. a cabine deve ser rígida e indeformável. assim.

Ergonomia e design “A ergonomia é o conjunto de conhecimentos científicos relativos ao homem e necessários à concepção de instrumentos. sua função específica no carro. por exemplo. Outras perturbações. etc. máquinas e dispositivos que possam ser utilizados com o máximo de conforto e eficácia” (Wisner. essas vibrações transmitem-se necessariamente à carroçeria. os solavancos.Diseño en Palermo. diminuindo o conforto. Facultad de Diseño y Comunicación. Atualmente. as vibrações da direção e de outros comandos. que às vezes leva a graves acidentes. O motorista percebe também. os ângulos assumidos pelas várias partes do corpo. procura-se aumentar sua segurança e eficiência. A posição ideal de dirigir é a que oferece ao motorista as melhores condições de visibilidade e de acesso aos comandos. Actas de Diseño. de modo a permitir que os ângulos formados pelos membros se aproximem o mais possível do ideal. principalmente a zona lombar e o trecho cervical. no caso de um banco fixo. os comandos tornam-se cada vez mais sofisticados. Além de preencher essas condições básicas. não escorregadios. além dos materiais esponjosos. que ficam em posição mais relaxada do que quem dirige. afim de evitar um estreitamento das faixas vertebrais. Os fatores que mais influem no conforto de um carro são: as vibrações. tais como volantes. do assento do encosto. As irregularidades das ruas e estradas produzem vibrações geradas sobre as suspensões do veículo. pedais. inicialmente. o alto nível de ruído. o que ainda é insuficiente. o uso de materiais esponjosos de densidade variável consegue resultados mais eficientes no amortecimento de oscilações. A climatização e o nível de ruído da cabine também são fatores importantes para o conforto. além de ser incômodo. ISSN 1850-2032 . revestimentos com boa elasticidade. que permitam boa transpiração. 1972). O banco do motorista. Nos veículos modernos. são objeto de estudos ergonômicos e de avaliações técnicas sobre sua disposição e periculosidade em caso de acidente. que são provenientes das peças mecânicas. No projeto do banco deve-se levar em consideração. Na construção do banco devem ser adotados também.. também incomodam os viajantes do veículo. os bancos geralmente possuem encosto regulável. Estuda-se o banco do ponto de vista da fisiologia humana: as várias partes do corpo devem formar ângulos que evitem o cansaço. os valores do curso dos comandos. provoca. Para isso. Encuentro Latinoamericano de Diseño. Assim. nas longas viagens. e a climatização. do ângulo de inclinação das guias. O estudo dessa posição comporta também a definição do curso do banco. o banco deve alojar de forma correta a coluna vertebral. O banco é um dos componentes fundamentais no que se refere ao conforto interno do veículo. Universidad de Palermo. o “embotamento” dos reflexos. devem obedecer a um estudo ergonômico. deve necessariamente ser diferente dos passageiros. o que exigirá um esforço maior do sistema nervoso. O ruído. Esse problema pode ser solucionado usando-se materiais anti-ruído e anti-vibração. O conforto do motorista apresenta-se ainda mais complicado: a posição dos comandos.

é de fundamental importância à realização desse artigo que visa apresentar informações sobre a máquina que mais influenciou a humanidade: o automóvel. “A visão do designer é a visão do pássaro. nos últimos dez anos. sem dúvida. Para o usuário. globalizado e competitivo. a capacidade de percepção dos sinais. espaçamento interno . qualidade dos materiais utilizados. funcionalidade. a função de transportar deixou de ser a principal. segurança. as montadoras investiram em inovações tecnológicas no interior dos veículos que resultaram em melhorias no desempenho. Segundo a Associação Brasileira de Engenharia Automotiva . mas. acessórios. liberdade no ajuste dos bancos e a presença de acessórios diversos. o interior dos veículos passou por mudanças marcantes baseadas em estudos que comprovam o crescimento da influência do design interno na decisão de compra dos consumidores. dado o aumento das distâncias percorridas e pelo intenso fluxo de veículos nas grandes vias públicas.acomodação. segurança. Segundo Larica. os fatores humanos que podem orientar as opções de projeto do interior do veículo não são só os aspectos antropométricos e dimensionais do corpo humano. Toda essa evolução surgiu em resposta às manifestações do mercado. Actas de Diseño. mais crítico. visibilidade. independente e exigente. forma. ergonomia.Diseño en Palermo. aspectos visuais no design do interior. circulação. A ambientação é fundamental porque. versatilidade de utilização. Este. Encuentro Latinoamericano de Diseño. Atualmente. Na última década. acústica. ISSN 1850-2032 . Pois. sobretudo. a ergonomia é a ciência que estuda a interação homemmáquinae sua relação com o ambiente. projeto dos bancos do veículo. estilo. Facultad de Diseño y Comunicación. mas. padronização de controles/ tarefas. o design é uma ferramenta estratégica no mercado automotivo. a elaboração do reconhecimento de situações e as respostas decisórias que prontificam a ação. neste caso. ele deve ter a percepção visual crítica do observador privilegiado que consegue ver em conjunto todos os elementos do sistema homem-máquina-ambiente” (Larica. os veículos são um meio de comunicação entre o usuário e o ambiente. O designer deve colocar-se no lugar do motorista. É preciso encontrar estratégias de convencimento para o novo consumidor que emergiu com os anos 1980-1990. o usuário espera obter plena satisfação e controle do produto/ sistema em que se insere. mais assediado e com maiores possibilidades de escolhas. O automóvel tornou-se uma extensão dos lares. como: conforto. também. O Designer de Interiores de veículos deve levar sempre em conta para o desenvolvimento e/ou adaptação de um projeto: espaço. entre outras características. projeto do conjunto do volante. além de segurança e conforto. as pessoas desprendem mais tempo em seus veículos do que no passado.AEA (2005). Larica (2003) enumera os itens básicos para o estudo do layout do interior automotivo: modelagem das interfaces entre o homem e o automóvel. etc. Portanto. ele procura novos valores. para poder analisar sua real interação com o habitáculo do automóvel. facilidade na interpretação das funções dispostas no painel. cores e materiais adequados. Universidad de Palermo. Na análise em questão. No atual contexto industrial. entrada e saída. 2003: 63). primordial no momento da escolha do modelo.

Wisner.volume 5. Alain. R. Editora Abril.Site da Associação Brasileira de Ergonomia. Fomento: FAPEMIG Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais. J. D. J.aea. Com este artigo procurou. também. Disponível em: <http://www.abergo. conhecer os fatores que interferem nos projetos mundiais: sociedade. Editora Abril. Por dentro do trabalho: ergonomia.85018/97. cultura. Rio de Janeiro. Conhecer as variáveis que constituem o cenário da indústria automotiva apresenta-se como um grande diferencial. . guia prático para o desenvolvimento de novos produtos. Neville Jordan. ISSN 1850-2032 . Belo Horizonte – MG.Enciclopédia do automóvel . A Multiplicidade na Utilização Adequada de um Sport-Utility . Universidad de Palermo. entre outros. página 256 . Design de Transportes: Arte em função da mobilidade.Site da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva.htm > Acesso em: 14/02/2007.Diseño en Palermo.Enciclopédia do automóvel . Editora Abril. 2AB / PUC-Rio. O. Relatório Técnico Final de Pesquisa de Iniciação Científica. 1995. Referências bibliográficas .Lipovetsky. Botelho. . São Paulo: FTD Oboé.. Actas de Diseño. economia. ECT al. J. indústria. 1987. C. método e técnica.volume 3. Conclusões No campo do design automotivo.Câmara.Enciclopédia do automóvel . São Paulo. 1º ed.. . página 1204 . São Paulo: Companhia das Letras ..volume 2. Encuentro Latinoamericano de Diseño. São Paulo. Projeto de produto. D. A. página 1556 -. 2000. 1974.asp> Acesso em: 18/02/2007. 1974.Baxter. Disponível em: http://www. abordar a importância do habitáculo ou cabine automotiva como peça chave para o sucesso do desenvolvimento de projetos automotivos.Enciclopédia do automóvel .O Luxo Eterno. Editora Abril. câmara TEC . 1974.volume 7.Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design e Ergonomia (ED-UEMG). página 550 .org. ABERGO .AEA .br / oqueeergonomia. Facultad de Diseño y Comunicación. 2003. Silva. C. Edgard Blücher. São Paulo. são dificuldades a serem superadas. São Paulo: Ed. Da idade do sagrado ao tempo das marcas. .Larica. este artigo vem explicitar a importância do design na concepção de projetos do habitáculo veicular e de produtos automotivos. Tendo como referência o contexto apresentado. Amaral. 129p . Mike. CPqD .br/ br/default. 2005 . 1974 / São Paulo.Projeto Ária. Gilles.org.

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