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Apresentação

“Muda a forma de trabalhar, agir, sentir, pensar na chamada sociedade do conhecimento. “ Peter Drucker

O ingresso na sociedade da informação exige mudanças profundas em todos os perfis profissionais, especialmente naqueles diretamente envolvidos na produção, coleta, disseminação e uso da informação.

OBJETIVO  Fornecer informações sobre riscos de acidentes em alturas e possíveis contatos com redes elétricas e prover aos participantes um aumento da conscientização quanto a prevenção destes acidentes. TRABALHOS EM TORRES E PORTES Riscos mais graves encontrados durante a execução de serviços:  Quedas de altura  Choque elétrico Escada tipo “Marinheiro” Em escadas, com altura superior a 2m, o Ministério do Trabalho exige uso de trava-quedas (NR 6.3). Ao lado, apresentamos um exemplo de montagem com instalação permanente do cabo de aço, distanciado cerca de 10cm dos degraus. Na figura 3 temos detalhes do suporte superior, feito de perfil L 3” x 3” x ¼", galvanizado a fogo. O cabo de aço possui terminal

exaustores e equipamentos industriais. veja mais informações no nosso informativo técnico: SAIBA USAR CABO DE AÇO). Segura movimentação em escadas de marinheiro. visando reduzir as oscilações do cabo de aço. 2. Segura movimentação em escadas móveis. 4Tubulares e Torres Andaimes .tipo SUPERLAÇO (oferece segurança máxima. para limpeza. Na figura 4 mostramos detalhes do suporte intermediário que deve ser usado a cada 10m. manutenção de luminárias. 3. Segura movimentação em andaimes tubulares. Na figura 5 mostramos o suporte inferior com o esticador de cabo de que deve ser ajustado com as mãos. sem uso de ferramentas . aço APLICAÇÕES 1.

O aparelho poderá ter seus eixos lubrificados com algumas gotas de óleo tipo máquina de costura. Não deverá ser usado aparelho com peças gastas. Trava quedas Aplicações 1) Escada tipo marinheiro Em escadas. Não usá-lo sujo e pegajoso. o Ministério do Trabalho exige uso de travaquedas (NR 6. é utilizado trava-queda para corda (XN) com acessórios que possibilitem rápida mudança do ponto de ancoragem da corda. 2) Puxe o cinto para cima até que o aparelho desloque-se alguns centímetros para cima.3). 2) Escada com desvio lateral . apresentamos um exemplo de montagem básica muito usada no exterior. Não usar aparelho cuja alça que prende o cinto tenha dificuldade de movimentar-se pela simples ação da mola e travar-se imediatamente no cabo. Para isso: 1) Coloque o aparelho com cinto no cabo vertical. com altura superior a 2m. Manutenção Manter o aparelho limpo e desengraxado. Nota: Cada aparelho deve proteger uma só pessoa. O cabo de ligação entre a pessoa e o aparelho (talabarte) é constituído de dois mosquetões e no máximo seis elos de corrente. Veja detalhes no item 10 do nosso site. Após o serviço recomenda-se mergulhar o aparelho em solvente para fácil limpeza no dia seguinte. 3) Só use o aparelho após constatar que o mesmo trava-se imediatamente no cabo vertical após o cinto deixar de ser puxado para cima. na figura 1.Geralmente. tortas ou com aparência duvidosa. Instrução de uso Antes de vestir o cinto não se esqueça de testar o aparelho.

3) Escada com desvio frontal Na figura apresentamos um exemplo de montagem do trilho inox com desvio frontal.Na figura mostramos uma contínua movimentação vertical mesmo sendo intercalado por um trecho horizontal (desvio). . caixas d’água. Outra vantagem do trava-queda XT sobre os trava-quedas para cabo de aço é seu perfeito desempenho de frenagem no entalhe do trilho. tanques. chaminés e torres. mesmo na presença de óleos e graxas. forma de montagem comum em silos. comum nas instalações industriais. O trava-queda XT possibilita percorrer escadas separadas por desvio com toda segurança ao contrário dos travaquedas para cabo de aço que precisam ser desconectados nos desvios.

São 6 pernas com 19 arames cada. são de construção 6x19. galvanizados. torcidas em torno de uma alma que pode ser de fibra ou aço (fig. Os cabos de aço utilizados nas cadeiras suspensas. guinchos e trava-quedas.2) . Medição do diâmetro: o diâmetro do cabo de aço é aquele da sua circunferência máxima (fig. INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO DO CABO DE AÇO USO: 1.USO. 2.1).

. Importante: mesmo sem o lacre e a sapatilha protetora. podendo causar graves acidentes. de máxima segurança. inviolável por lacre prensado industrialmente e com sapatilha protetora. a fim de não ser estragado facilmente por deformações permanentes e formação de nós fechados (fig. Superlaço: os cabos de aço utilizados em nossos produtos. o olhal já suporta uma carga superior à carga de trabalho do cabo (fig. posição 2). enrolado ou desenrolado sem girar o rolo ou o carretel. em decorrência de manuseio incorreto.4).3.3). o cabo já estará estragado e precisará ser substituído ou cortado no local. 4. conforme a capacidade garantida. o cabo nunca pode render serviço máximo. Importante: mesmo que um nó esteja aparentemente endireitado. o cabo ficará torcido e formará laço. Manuseio do cabo de aço: o cabo de aço deve ser enrolado e desenrolado corretamente (fig. são fornecidos com olhal tipo superlaço. o cabo de aço deve ser inteiramente inspecionado quanto aos seguintes problemas: 1. A construção deste superlaço é detalhado na fig.6.6.3. O uso de um cabo com este defeito torna-se perigoso. INSPEÇÃO: Antes de cada uso. Se o cabo for manuseado de forma errada (fig. posição 5). Formação de nó fechado.5). Com o laço fechado (fig. ou seja.

para fácil manuseio. tiver 6 arames rompidos ou se. Corrosão: quando se verificar a incidência de corrosão na galvanização.2. ele pode ser cortado e usado. o cabo deve ser substituído. em uma única perna. abrasivos e cantos afiados. A inspeção visual de um cabo se sobrepõe a qualquer norma ou método de substituição dos mesmos.8 mm de diâmetro: deve ser inspecionado em trechos de 3 cm de comprimento e substituído se. b) Ao se observar um cabo de aço. por meio de carretel. Olhal com grampos: os cabos de aço poderão ter olhal confeccionado com grampos de aço galvanizado (fig. 2. MANUTENÇÃO: 1. sem torção estrutural. Importante: a) Havendo problemas em todo o cabo. ou até mesmo sem ter nenhum arame rompido. em um trecho. em uma única perna. tiver 6 arames rompidos ou se. em um trecho. 3. • Cabo de aço com 8 mm de diâmetro: deve ser inspecionado em trechos de 5 cm de comprimento e substituído se. Número de arames rompidos: • Cabo de aço com 4. .8 mm. 3. tiver 3 arames rompidos. ele deve ser aposentado. Armazená-lo: em local seco. usa-se 3 grampos 3/16” com espaçamento entre si de 29 mm. tiver 3 arames rompidos. se for encontrado algum outro defeito considerado grave. mesmo que o número admissível de arames rompidos não tenha atingido o limite encontrado na tabela. Mantê-lo: afastado de produtos químicos nocivos (ácidos).7). Havendo problemas localizados. conforme tabela abaixo: • Para cabo de aço com diâmetro de 4.

24. podendo provocar graves acidentes. ainda. Importante: uso de corda diferente da acima especificada é de inteira responsabilidade do usuário. como elemento de ligação deste ao cabo-guia. f) Construção dos trançados em máquina com 16. b) Trançado externo em multifilamento de poliamida. deverão obedecer as seguintes especificações do Ministério do Trabalho e Emprego: a) Deve ser constituído de trançado triplo e alma central. h) Densidade linear 95 + 5 KTEX (igual a 95 + 5 g/m). Importante: os grampos devem ser montados de maneira correta (fig. j) Carga de ruptura mínima de segurança sem o trançado externo 15 kN. g) Número de referência: 12 (diâmetro nominal em mm). INSPEÇÃO: .• Para cabo de aço com diâmetro de 8 mm. USO. d) Trançado interno em multifilamento de poliamida. i) Carga de ruptura mínima 20 kN. 32 ou 36 fusos. não podendo ultrapassar 10% da densidade linear. usa-se 3 grampos 5/16” com espaçamento entre si de 48 mm. 7-c) e reapertados após o início de uso do cabo de aço. c) Trançado intermediário e o alerta visual de cor amarela em multifilamento de polipropileno ou poliamida na cor amarela com o mínimo de 50% de identificação. e) Alma central torcida em multifilamento de poliamida. INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORDAS DE SEGURANÇA USO: As cordas utilizadas para sustentação da cadeira suspensa ou como cabo-guia para fixação do trava-queda e cinturão de segurança tipo pára-quedista ou.

. afastada de produtos químicos nocivos (ácidos). Mantê-la: limpa. a vida útil da corda não pode ser preestabelecida. Nunca use detergente. Lavá-la: com sabão neutro. terra e pó penetram nas fibras e causam grande desgaste dos fios durante o uso. Aposentá-la: nossas cordas são fabricadas em poliamida. água com temperatura de até 30° e escova com cerdas macias (plásticas). à sombra. Jamais pisá-la com sapatos sujos: partículas de areia. dependendo muito da freqüência e cuidados durante o uso. Importante: havendo problemas em toda a corda. sem cortes. Inspeção externa: a capa da corda deve estar perfeita. Havendo problemas localizados. ela pode ser cortada e usada. emagrecimento da alma (parte interna). mesmo sem serem usadas. 4. Deixar secar ao ar livre. Inspeção interna: palpando-a em todo o comprimento. sem torção estrutural. sem contato com piso de cimento. longe da luz solar. inconsistência à dobra. produtos químicos. fios partidos. diâmetro constante. Teoricamente. a corda deve ser inteiramente inspecionada. produto que envelhece naturalmente em contato com o ar. 3. movimentação ou folga entre capa e alma. ela deve ser aposentada. MANUTENÇÃO: A corda de segurança deve ser usada por um único trabalhador que é responsável pelos seguintes cuidados: 1. cantos afiados e piso das obras. Recomenda-se armazenar a corda em carretel para fácil manuseio. sem desgastes significativos por abrasão e sem suspeita de contaminação por produto químico nocivo à sua estrutura. 2. grau de exposição a produtos químicos. a corda não deve apresentar caroço. partes queimadas. abrasivos ou cortantes. elementos abrasivos e luz solar. fontes de calor. Armazená-la: em local seco.Antes de cada uso.

5 mm. o cabo se ajustará normalmente. 3. adota-se uma vida útil de. no mínimo. Nota: nunca aumentar o comprimento da ligação entre o aparelho e o cinturão. Só deve ser usado trava-queda com os componentes (cinturão e talabarte) especificados no CA. no máximo. A carga de ruptura da linha flexível deve ser de. seis elos de diâmetro 6. no máximo. Em situações bastante severas de trabalho. no máximo. um mosquetão e. costuma-se aposentá-la após um ano de uso. USO. d) Verificar se o aparelho ficou colocado na posição correta (seta para cima). INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO DOS TRAVA-QUEDAS EM LINHA FLEXÍVEL USO: 1. b) Girar o aparelho na horizontal e introduzir o cabo na sua abertura intermediária. no mínimo. 15 kN e a extremidade inferior mantida livre ou esticada por peso (NBR 14626). . 4. 2. para as cordas de poliamida. Os trava-quedas modelos XA (para cabo de aço 8 mm) e XN (para corda de segurança 12 mm) devem ser usados somente com talabarte em aço constituído de. quatro anos após sua fabricação. Colocação dos trava-quedas XA e XN na linha flexível: a) Retirar o mosquetão e mover as alavancas para cima.000 UFIRs por trabalhador (Portaria nº. Importante: a utilização de componentes diferentes dos especificados no CA acarreta multa de até 6.Praticamente. no máximo. no mínimo. interligados por corrente com. 31 de 20/12/01 do MTE). A linha flexível deve estar ancorada superiormente em ponto que resista a. dois mosquetões. usar seis elos de corrente. c) Recolocar o aparelho na vertical. 5. 15 kN para cabo de aço ou 20 kN para corda de segurança (NBR 14626).

. tortas ou de aparência duvidosa. peças gastas. Em linha flexível com movimentação vertical (ex. inspecionar: 1. até que o aparelho se desloque alguns centímetros para cima. 8. à argola das costas (ligação dorsal) ou às alças do peito ( ligação frontal) do cinturão pára-quedista. Em linha flexível com movimentação horizontal sem risco de queda livre (ex. 6. 7. obrigatoriamente. INSPEÇÃO: Antes de cada uso. b) Só use o aparelho após constatar que o mesmo trava-se imediatamente no cabo vertical após o mosquetão deixar de ser puxado para cima.recolocar o mosquetão e apertar sua porca de segurança.: escada de marinheiro) o talabarte deve ser ligado. Nota: inutilizar o aparelho que apresentar algum dos problemas acima.: talude e telhado) o talabarte pode ser ligado às alças da cintura. Os trava-quedas não devem ter rebites frouxos. Importante: antes de usar o aparelho faça o teste inicial de funcionamento: a) Puxe o mosquetão que se liga ao cinturão para cima.

15 kN (NBR 14627). movendo totalmente as alavancas para cima. no máximo. um mosquetão e. INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO DOS TRAVA-QUEDAS EM LINHA RÍGIDA USO: 1. para voltar a ter perfeita mobilidade. dois mosquetões interligados por corrente com. Importante: a utilização de componentes diferentes dos especificados no CA acarreta multa de até 6. MANUTENÇÃO: 1. Linha rígida é constituída de perfil rígido ou cabo de aço preso nas duas extremidades. devem apresentar perfeita mobilidade das alavancas. . 31 de 20/12/01 do MTE). sem o mosquetão. verificar orientação em Manutenção.2.5 mm. usar seis elos de corrente. 3. no máximo. isto é. Nota: continuando a ter má mobilidade. afastados de produtos químicos nocivos ao aço inox e protegidos das intempéries em local seco. seis elos com diâmetro de 6. Os trava-quedas. USO. o aparelho deve ser inutilizado. Só deve ser usado trava-queda com os componentes (cinturão e talabarte) especificados no CA. elas devem retornar totalmente e rapidamente à sua posição original. no mínimo. no mínimo. no máximo. tendo carga de ruptura de. O trava-queda modelo XA (para cabo de aço 8 mm) deve ser usado somente com talabarte em aço constituído de. 3. Nota: havendo problema de mobilidade. O cabo de aço deve ter inspeção e manutenção. Nota: nunca aumentar o comprimento da ligação entre o aparelho e o cinturão. Os aparelhos podem ficar mergulhados em solventes para limpeza e ter seus eixos lubrificados com óleo tipo "máquina de costura". 2. Manter os trava-quedas limpos.000 UFIRs por trabalhador (Portaria n°. 2.

d) Verificar se o aparelho ficou colocado na posição correta (seta para cima). Os trava-quedas não devem ter rebites frouxos. Colocação do trava-queda XA na linha rígida: a) Retirar o mosquetão e mover as alavancas para cima. tortas ou de aparência duvidosa. Nota: inutilizar o aparelho que apresentar algum dos problemas acima. até que o aparelho se desloque alguns centímetros para cima. Importante: antes de usar o aparelho faça o teste inicial de funcionamento: a) Puxe o mosquetão que se liga ao cinturão para cima. c) Recolocar o aparelho na vertical. 6. b) Girar o aparelho na horizontal e introduzir o cabo na sua abertura intermediária. por meio de dois mosquetões. recolocar o mosquetão e apertar sua porca de segurança. peças gastas. inspecionar: 1.4. INSPEÇÃO: Antes de cada uso. 5. . o cabo se ajustará normalmente. O trava-queda modelo XT (para trilho metálico) deve ser ligado às alças do peito do cinturão. b) Só use o aparelho após constatar que o mesmo trava-se imediatamente no cabo vertical após o mosquetão deixar de ser puxado para cima.

INSPEÇÃO: Todos os pontos de ancoragem devem ter resistência de. devem ser verificados os seguintes itens : . elas devem retornar totalmente e rapidamente à sua posição original. Importante: antes de usar o aparelho faça o teste inicial de funcionamento: a) Puxe o mosquetão que se liga ao cinturão para cima. afastados de produtos químicos nocivos ao aço inox e protegidos das intempéries em local seco. para voltar a ter perfeita mobilidade. até que o aparelho se desloque alguns centímetros para cima.2. sem o mosquetão. 1500 kg. Os trava-quedas. isto é. verificar orientação em Manutenção. com inteira responsabilidade do empregador. O cabo de aço deve ter inspeção e manutenção conforme Informativo Técnico item 16 e o cinturão pelo item 21. Deve ser feita verificação estrutural do prédio por profissional habilitado. devem apresentar perfeita mobilidade das alavancas. MANUTENÇÃO: 1. 6. IMPORTANTE: A utilização de SPCQ constituído de componentes diferentes dos especificados no CA. 3. Manter os trava-quedas limpos. Os aparelhos poderão ficar mergulhados em solventes para limpeza e ter seus eixos lubrificados com óleo tipo "máquina de costura". b) Só use o aparelho após constatar que o mesmo trava-se imediatamente no cabo vertical após o mosquetão deixar de ser puxado para cima. no mínimo. movendo totalmente as alavancas para cima. pode ocasionar graves acidentes. Nota: havendo problema de mobilidade. 2. Antes de cada trabalho.

gravada no aparelho. Os suportes com estabilidade garantida por contrapesos têm a quantidade correta de lastro e os contrapesos estão devidamente conectados à estrutura do suporte ? 6. costuras sem desfiamentos ou descosturadas. está em perfeito estado de uso. O cabo de aço (ou corrente). mosquetão. constate se a corda utilizada é de nylon. desfiamentos. sem cortes. após deixar de ser puxada. sem cortes. 7. Para o trava-queda modelo XA. mosquetão. isto é. modelo R-2. As correntes do ¨espaçador¨ estão devidamente conectadas aos pontos de ancoragem ? 5. Os trava-quedas para linhas de segurança flexíveis estão em perfeito estado de funcionamento ? Estão limpos e desengraxados? Antes de usar. corrente ou manilha em perfeito estado?). Os cabos de aço e cordas estão em perfeito estado de uso 8. corrente ou manilha em perfeito estado?). furos. rupturas. O cinto de segurança. constate se o aparelho trava-se automaticamente na linha vertical. com 3 trançados independentes e 12 mm de diâmetro. O trava-queda retrátil. fita de nylon perfeita. está voltada para cima. cadarços perfeitos. 2. Os cabos de aço de sustentação dos equipamentos estão ligados de forma correta ao suporte ? (olhal. desfiamentos. Para o trava-queda modelo XN. costuras sem desfiamentos ou descosturadas. verifique se a seta. rupturas. formação 6x19. . O sistema de sustentação está em perfeito estado de conservação ? 3. verifique o imediato travamento da fita. constate se o cabo de aço utilizado é de 8 mm de diâmetro. tipo pára-quedista. 10. partes metálicas sem ferrugem e nem amassadas 9. partes metálicas sem ferrugem e nem amassadas ? Antes de usar. com proteção flexível para a quina. isto é. A amarração do cabo de aço ao ponto de ancoragem está correta ? (olhal correto.1. furos. após ser puxada com força para fora e o retorno integral da fita. está em perfeito estado de uso. é independente do cabo do equipamento ? 4. assim que se deixa de ser puxado para cima.

O trava-queda retrátil . anualmente ou quando tiver rompido o lacre de segurança. . após ser puxado com força para fora e o retorno integral do cabo retrátil. 5 kg ? Importante: anualmente. R-20 ou R-20R. isto é. a cadeira suspensa deve ser inspecionada pelo fabricante.11. A cadeira suspensa manual apresenta sinais de ferrugem em sua estrutura ? As travas manuais funcionam perfeitamente. modelo R-10. o lacre de segurança não está danificado ou rompido. mantêm a cadeira suspensa imóvel no mesmo ponto do cabo de aço ? Todas as engrenagens e roldanas não apresentam sinais de desgaste ? O cabo de sustentação da cadeira suspensa CS-3 está esticado por meio de um peso de. 12. perfeito estado do cabo de aço. isto é. imediato travamento do cabo. está em perfeito estado de uso. aproximadamente. após deixar de ser puxado ? Importante: o trava-queda retrátil deve ser inspecionado pelo fabricante.

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