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Porque os clientes da Bancoop são VÍTIMAS!

Informativo para profissionais que atuam no caso Bancoop. O FALSO COOPERATIVISMO DA BANCOOP GEROU MILHARES DE VÍTIMAS!

Cenário em 30/11/2013
SECCIONAIS – 34 analisadas Numero Famílias Vítimas Unidades não feitas Nos 14 Sem escrituras

14 Condomínios Inacabados (pg3) parte das vítimas reside e parte não) Com problemas nos documentos e cobranças indevidas, condenadas pela Justiça Em 20 Condomínios finalizados (pg4) tiveram/tem problemas com documentos e cobranças indevidas, condenadas pela Justiça. Condomínios/ Todas as unidades transferidas para construtoras, a preço de mercado (até mesmo as unidades já prontas e pagas) A Bancoop afirma que 1220 `cooperados” já tem escritura (em 15 anos) Cooperados não vinculados a seccional alguma (Seriam vítimas que, ao constatar a não construção, desistiram e não receberam o dinheiro de volta?) Lançamentos descontinuados e terrenos vendidos Valor Aplicado na construtora dos diretores (2001 a 2004) Divida interna da Bancoop em 10/2010

14 Seccionais (5 transf.)
20 Seccionais analisadas 05 Seccionais

3110

1903
1201 +702 Pg. 20

3110 (todas)

3182

1981
3182-1201 = 1981

986

702

1220

11 mil
Dado fornecido pela Bancoop

18 89 milhões 90 milhões
Famílias Vítimas Acabados e inacabados Unidades não construídas Sem escritura São:

6292 V13-30/11/2013

1903

5091 1

CONTEÚDO

Pg 01 Pg 02 Pg.03 Pg.04 Pg.05

Capa Conteúdo
14 Prédios Inacabados lançados pela Bancoop. (3110 vitimas. 1903 não concluídas)

20 Prédios lançados pela Bancoop com Problemas documentais e fiscais (sofreram cobranças extras irregulares, condenadas pela justiça). Integrante do MPSP (Procuradora Dra. Dora Bussab) comenta caso Bancoop em ação do Solar De Santana 2º instancia (990.10.116474-4), original (CLIQUE AQUI) Empresas de dirigentes da Bancoop (Ban, Germany, Mirante) Ata Notarial comprova impedimento de vitimas da Bancoop em Assembléia Geral Tentando fazer a transferência de obrigações para a OAS, juiz condena. 14 Seccionais inacabadas 3110 famílias vitimas de prédios inacabados 986 vítimas em prédios - transferidos para construtora comercial 3182 famílias - VÍTIMAS EM SECCIONAIS CONCLUÍDAS, VITIMADAS POR
FALTA DE DOCUMENTAÇÃO E COBRANÇA INDEVIDA, CONDENADA PELA JUSTIÇA

Pg.09 Pg. 10 Pg.11 Pg.13 Pg.16 Pg.17

Pg.20 Pg.21 Pg.22 Pg.26 Pg.27 Pg.28 Pg.29 Pg. 30

Dois grupos prejudicados sem unidades – São 1903 famílias Bancoop oferece a penhora terreno já vendido. Bens indo à penhora (aptos, carros, computadores, máquinas) Relatório numérico Painel do Judiciário 3 pareceres judiciais em destaque 3 Gestões na Bancoop Linha do TEMPO (acontecimentos caso Bancoop)
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14 PRÉDIOS INACABADOS
(vários terrenos em nome de terceiros) BELA CINTRA CASA VERDE COLINA PARK ANALIA FRANCO

LIBERTY

V.CLEMENTINO

PENHA

VILA INGLESA

ALTOS DO BUTANTA

MAISON PIAGET

ILHAS ITALIA

MAR CANTABRICO

TORRES DA MOOCA

SAINT PAUL

Fórum Central Cível João Mendes Júnior - Processo nº: 583.00.2007.144181-4

Ademais, não podem os cooperados ser penalizados pela má gestão, eventual desvio de recursos e imposição acéfala que marcou durante longos anos a administração da cooperativa, mais do que isso, a autora se mudou, está morando em outro Estado, e não pode aguardar, 3 evidentemente, a mera boa vontade da requerida em lhe restituir aquilo que lhe fora pago. Juiz: 42ª. Vara Cível/ Carlos Henrique Abrão

20 SECCIONAIS FINALIZADAS E COM PROBLEMAS NA DOCUMENTAÇÃO SOFRERAM COBRANÇAS EXTRAS, PENALIZANDO VÍTIMAS QUE FICAM SEM ESCRITURA.

H.FLORESTAL

MORADA INGLESA

MANDAQUI

CACHOEIRA

SAINT FELIPE

SOLAR SANTANA

VILAGE PALMAS

PIRITUBA

PRAIA GRANDE

UBATUBA

SWISS GARDEN

VILA MARIANA

JABAQUARA

ORQUIDEAS

TATUAPE

VILA AUGUSTA

RES. MOEMA

RES. PESSEGO

VILA FORMOSA

VILA MAZZEI

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O FALSO COOPERATIVISMO DA BANCOOP.
São 17 anos de existência desta entidade, que se autodenomina Cooperativa Habitacional. Na voz de dezenas de juízes ela pratica o FALSO COOPERATIVISMO, vitimou centenas de famílias durante sua existência, onde fez rodízio entre os dirigentes do Sindicato dos Bancários na sua direção, o que facilitou transações financeiras entre as duas entidades, sob cláusula de sigilo. Iniciamos a apresentação do FALSO COOPERATIVISMO, citando o trabalho de análise de uma integrante do MPSP, em recente manifestação no processo da Associação SOLAR DE SANTANA. A Dra. Dora Bussab (procuradora de justiça, integrante do MPSP) comentou as atividades da Bancoop após sua análise do caso: São Paulo, 27 de abril de 2010. Eminentes Desembargadores 0167644-52.2006.8.26.0100 (990.10.116474-4) Dra. Dora Bussab diz, sobre a direção da Bancoop. Com efeito, a BANCOOP lançou, até 2004, 46 empreendimentos habitacionais, tendo conseguido amealhar 14.157 “cooperados”. São conhecidos de todos, no entanto, os problemas que gerou e vêm gerando à enorme massa destes consumidores, que não têm conseguido obter a finalização das obras prometidas, e/ou a outorga da escritura definitiva de seus imóveis, apesar de já terem pago todo o preço inicialmente ajustado no contrato. Quer se considere a BANCOOP uma cooperativa verdadeira, quer não, o que analisaremos mais abaixo, não há nenhuma dúvida de que causou um enorme estrago social , deixando inúmeros consumidores em situação de extrema dificuldade, havendo fortíssimos indícios de fraude e desvio de dinheiro dos consumidores, seja para o benefício de seus dirigentes, seja para campanhas eleitorais de políticos. No caso da BANCOOP, verifica-se que quem a conduz são as pessoas que ocupam cargos em sua Diretoria, e não os “cooperados”, circunstância esta que pode ser constatada desde logo, pela leitura de seus estatutos sociais, em que se outorgou à Diretoria poderes amplos, de decidir o que, no sistema cooperativista, somente a Assembléia de associados poderia fazer. Assim, por exemplo, pode a Diretoria da BANCOOP, segundo seus estatutos, “lançar empreendimentos”, “supervisionar, coordenar e dirigir as atividades da cooperativa”, “assinar contratos”, etc Tendo-se em vista possuir a BANCOOP 46 empreendimentos de grande porte, com mais de 4.000 “cooperados”, seria absolutamente necessário descentralizar a tomada de decisões, em Assembléias Seccionais, o que, muito embora tenha sido previsto em seus estatutos, o foi de forma a lhe retirar qualquer poder de efetiva decisão. Com efeito, os estatutos sociais da BANCOOP atribuíram às Assembléias Seccionais, um poder de decisão meramente residual, equivalendo a um nada ou quase nada, na medida em que lhe atribuiu o poder de deliberar sobre tudo aquilo que já não estivesse previsto nos seus estatutos, em seu Regimento Interno, no Termo de Adesão (todos unilateralmente e previamente elaborados pela BANCOOP), e desde que não se tratasse de competência da Diretoria ou do Conselho Fiscal (art.49, II, fls.110).
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Ora, a lei das Cooperativas determinou justamente o contrário, ou seja, que a Assembléia fosse o seu órgão supremo, responsável pela sua tomada de decisões, garantindo-se ao cooperado o direito de voto, em igualdade de condições com os demais, independentemente da quantidade de cotas partes que cada um possua no capital social. Mas não é só pela análise dos estatutos sociais da BANCOOP, que se chega à conclusão de que ela não se trata de verdadeira cooperativa. Encontra-se devidamente comprovado nos autos, por documentos incontestados e pela confissão dada própria Apelante, que ela tomava decisões sobre os empreendimentos, sem consultar previamente a Assembléia de cooperados, impondo a estes as suas deliberações , como o fazem os empresários fornecedores em geral, no mercado de consumo. Tanto que, em tais cartas, nenhuma referência foi feita à prévia aprovação em Assembléia, de valores a mais que estavam sendo cobrados dos “cooperados”, como condição para que lhes fosse outorgada a escritura definitiva . Em contestação, a BANCOOP chega ao absurdo de tentar convencer, a respeito da desnecessidade de aprovação em Assembléia, de suas deliberações a respeito da cobrança de valores a título de “apuração final”, tendo confessado a falta de aprovação prévia em Assembléia, das cobranças noticiadas nesta ação. Alega a BANCOOP, que tal aprovação prévia seria desnecessária, porque já previsto no contrato e nos estatutos, a possibilidade de vir a cobrar um valor final de seus consumidores, além das parcelas inicialmente estipuladas no contrato. Ocorre que a se aceitar esta argumentação, nada mais restaria à Assembléia decidir, porque tudo, absolutamente tudo, já se encontraria previsto nos estatutos, no regimento interno, ou no termo de adesão da Apelante. Ocorre que em uma verdadeira cooperativa, as decisões não são impostas unilateralmente por um grupo de empresários, mas sim discutidas e aprovadas previamente em Assembléia, para a qual são regularmente convocados todos os cooperados. Realmente, a título de exemplo, examina se a Ata da Assembléia Geral Ordinária, realizada em 24.02.2005. Dela se pode verificar uma aprovação meramente genérica de contas da Diretoria, por supostos 72 cooperados presentes, relativamente a todos os 46 empreendimentos. Não consta que existissem Delegados representando as Seccionais, como permite a Lei nº 5.764/71, nem que Assembléias eram realizadas de forma descentralizada, tudo sendo genérica e sumariamente decidido em Assembléia única, dirigida por um pequeno grupo de pessoas, e da qual não se faziam presentes cooperados em número suficiente a garantir alguma legitimidade às decisões tomadas. Realmente, o comparecimento de supostos 72 cooperados à Assembléia em questão, frente ao número muitíssimo mais elevado de cooperados (mais de 4.000 - fls.843), torna evidente que não havia efetiva participação dos cooperados nas Assembléias, não sendo estas divulgadas de forma eficiente a mobilizá-los. E mais, assuntos de extrema importância, relativos a pagamentos extras, ao andamento das obras, à realização de contratos, etc, não eram submetidos à Assembléia, mas sim decididos pela própria Diretora, como uma verdadeira empresa.
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Eventuais Assembleias Seccionais realizadas, além de raras, quando aconteciam, tinham por objetivo, apenas, informar o consumidor sobre o que seria ou fora decidido pela Diretoria, não funcionando, portanto, como órgão de aprovação e deliberação Mas além do fato de os “cooperados” não participarem da condução da cooperativa, sendo esta efetivamente conduzida por um grupo de pessoas, o que já bastaria, por si só, para descaracterizála como verdadeira cooperativa habitacional, outros fatores existem, ainda, a desfigurá-la como tal. É que a cooperativa não pode ter objetivo de lucro (art.3º da Lei nº 5.764/71), podendo se tornar associado apenas a pessoa efetivamente interessada nos serviços que ela se propõe a executar (art.29, “caput”, da Lei nº 5.764/71), estando o exercício das funções de Diretoria e Conselho Fiscal restritas a associados (artigos 47 e 56 da Lei nº 5.764/71). Ademais, não podem ingressar “no quadro das cooperativas os agentes de comércio e empresários que operem no mesmo campo econômico da sociedade.” (art.29, § 4º, da Lei nº 5.764/71), porque, evidentemente, possuem interesses contrários aos interesses da cooperativa (art.52 da Lei nº 5.764/71). Neste caso, verifica-se que a BANCOOP foi fundada por Ricardo Berzoini, inicialmente dirigida por Luiz Eduardo Saeger Malheiro , e em seguida por João Vaccari Neto . Segundo afirmou a Apelada na inicial, com base em documentos que juntou aos autos, várias empresas contratadas pela BANCOOP, seja de construção, venda, intermediação, publicidade, corretagem ou incorporação, pertenciam a pessoas que ocupavam cargos na Diretoria, no Conselho de Administração ou no Conselho Fiscal da BANCOOP, recebendo, portanto, dos cofres da cooperativa . Portanto, os dirigentes da BANCOOP eram empresários, que operavam no mesmo campo econômico da cooperativa, e que, assim, possuíam interesses antagônicos ao dela, não podendo ingressar em seus quadros, nos termos da lei. Não se vislumbra, portanto, tendo em vista estas circunstâncias, como se possa aceitar a alegação de que a BANCOOP não visasse o lucro. 4.III. Mas existe ainda um outro fator, a descaracterizar a BANCOOP, como verdadeira cooperativa habitacional. É que a cooperativa, para ser considerada como tal, deve ter neutralidade política (art.4º, IX, da Lei nº 5.764/71). Não é o que se verifica no caso da BANCOOP, em que além de ter sido fundada por Ricardo Berzoini, então Presidente do Partido dos Trabalhadores, quando também assumiu a Diretoria Financeira da “cooperativa”, foi dirigida por Luiz Eduardo Saeger Malheiro, de 1996 a 2004, Presidente do PT de Praia Grande e que concorreu ao cargo de vice-prefeito de Praia Grande, posteriormente vindo a ser dirigida por João Vaccari Neto, Diretor Nacional do Partido dos Trabalhadores, e 2º Suplente do Senador Aloísio Mercadante. O contido na Ata da Assembléia Seccional realizada em 15.06.1998, dá bem a idéia da confusão existente entre a BANCOOP e o mundo político, pois Ricardo Berzoini informa que iria se dedicar prioritariamente, à sua candidatura a Deputado Federal, sem se afastar de seu cargo de Diretor da BANCOOP, tendo sido indicado a tanto, por dezenas de dirigentes sindicais e de associações de bancários. Outra prova desta falta de neutralidade política, é a doação feita por empresas prestadoras de serviços a BANCOOP, para a campanha política de candidatos a cargos eletivos.
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Resta evidente, assim, que a BANCOOP, neste caso, visando burlar o cumprimento da lei, criou a fachada de cooperativa habitacional, para poder praticar atividade de incorporação imobiliária, sem o cumprimento dos requisitos legais. Quanto ao fato de as unidades habitacionais já terem sido entregues neste caso aos consumidores, faltando a regularização de seus títulos de propriedade, nem por isso se torna desnecessário o registro da incorporação, e tudo o mais que for necessário, nos termos da Lei nº 4.591/64, para se garantir aos consumidores que já pagaram as prestações previstas no contrato, o recebimento das escrituras definitivas de suas unidades habitacionais. A cláusula 16ª do contrato padrão firmado entre a Apelante e os consumidores é nula de pleno direito, quer sob o ponto de vista do CDC, quer sob o ponto de vista do Código Civil. Primeiro, porque ela foi redigida de forma a gerar dúvidas de interpretação, não ficando claro o seu conteúdo e alcance . Trata-se, na realidade, de cláusula que prevê uma condição potestativa, pois submete uma parte ao puro arbítrio da outra, o que, desde 1916, já era considerado nulo e ilícito, nos termos do art.116 do CC então vigente, assim tendo continuado a se considerar, nos termos do art.122 do CC atual. Tal cláusula contratual é nula, ainda, por implicar em renúncia, pelo consumidor, de direito que possui, de não vir a ser submetido à variação do preço de forma unilateral (art.51, I e X do CDC e 424 do CC). E tanto tal cláusula é nula e contrária à boa fé que, com base nela, vem a BANCOOP praticando graves abusos contra o consumidor. Estas cobranças não foram submetidas à prévia aprovação dos consumidores, nem devidamente justificadas e comprovadas, violando, assim, de forma flagrante, o princípio da boa fé e a função social do contrato, constituindo-se, ainda, em prática abusiva, por implicar na exigência, do consumidor, de vantagem manifestamente excessiva, já que não previstas tais cobranças no plano de pagamento geral do contrato, (art.421 e 422 do CC, e 39, V do CDC). Correta, portanto, a r.sentença “a quo”, ao condenar a Apelante a tomar as providências necessárias para a outorga das escrituras definitivas das unidades habitacionais, independentemente do pagamento de resíduos (vide tutela antecipada de fls709, confirmada pela r.sentença “a quo” A jurisprudência deste E.Tribunal de Justiça vem, sistematicamente, dando ganho de causa ao consumidor ou à Associação dos Consumidores, em hipóteses análogas à presente, quer reconhecendo a existência de relação de consumo entre a BANCOOP e os seus “cooperados”, quer considerando que se trata de efetiva atividade de incorporação imobiliária, quer considerando abusivas as cobranças de resíduos a título de apuração final do custo do empreendimento
(Embargos de Declaração nº 994.08.039854-2/50001, julgados em 25.02.2010, pela 4ª Câmara de Direito Privado; Apelação Cível nº 990.10.035494-9, julgada pela 6ª Câmara de Direito Privado, em 08.04.2010; Apelação Cível nº 994.09.336.810-6, julgada pela 4ª Câmara de Direito Privado, em 25.03.2010; Apelação Cível nº 994.09.341322-3, julgada pela 3ª Câmara de Direito Privado, em 23.03.2010; Apelação Cível nº 994.08.018648-0, julgada pela 4ª Câmara de Direito Privado, em 11.03.2010, e Outros).

Assim sendo, por todas as razões expostas, opina esta Procuradoria de Justiça seja negado provimento ao recurso de apelação da BANCOOP, mantendo-se a r.sentença de Primeira Instância, em toda a sua integridade, por medida de Justiça. São Paulo, 27 de abril de 2010. (grifos acima são de nossa autoria, vitimas da Bancoop) DORA BUSSAB - Procuradora de Justiça - Procuradoria de Justiça de Interesses Difusos e Coletivos (MPSP) Trechos em destaque abaixo, o parecer completo esta no LINK: http://es.scribd.com/doc/51071712/Dora-Bussab-solar-santana-bancoop
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O que a Bancoop e sua direção fizeram?
Iniciaram as operações da Bancoop em 1996 dentro do sindicato dos bancários, na mesma sede. Lá funcionou por 2 anos a Bancoop e seus escritórios, dentro do sindicato dos bancários. O sindicato dava visibilidade à cooperativa entre seus integrantes, o aval e o destaque eram feitos pelo sindicato. Como o ramo habitacional é alvo de grande interesse pelas pessoas que desejam obter a casa própria, a Bancoop teve grande sucesso de procura, até porque as promessas eram feitas para obtenção do apto em prazo curto e a custos menores que o mercado. O COOPERATIVISMO iria então entregar unidades habitacionais a custo baixo e sem problemas, essa era a promessa. Com o sucesso de procura veio também a grande movimentação financeira, e seus dirigentes resolveram CRIAR a ADMINISTRADORA DE CONDOMINIOS BAN, para abocanhar uma parcela de lucros e controle. A BAN (por cláusula contratual) era a administradora que deveria cuidar por 2 anos do PREDIO ENTREGUE, não podia ser mudada. Ao ser entregue o prédio seria obrigatoriamente administrado pela BAN . Para construir os prédios os dirigentes (CITADOS LOGO ABAIXO) montaram a sua construtora particular, que “serviria” a BANCOOP, de onde eles eram os diretores. CRIARAM A GERMANY para fazer os prédios, chegando ao ponto de CRIAR também (os mesmos dirigentes) a MIRANTE, fábrica de blocos para atender a demanda de sua própria construtora que “servia” a Bancoop. Estava pronto o complexo, tinham a “cooperativa”, a construtora e a fábrica de blocos.

Veja a composição destas empresas citadas e a participação dos dirigentes:

EMPRESA

SOCIOS % participação

FUNDAÇÃO
22/08/1996

BANCOOP - A COOPERATIVA

FUNDADORES : luiz Eduardo Saeger Malheiro,Ricardo J. Berzoini, Andre Luiz Rodrigues, Adozinda Praça de Almeida, Ana Tercia Sanches, Jose Osmar Boldo, Jose Maercio de Mello, Eduardo Guerino Rondino, Jose Pinheiro de Miranda, João Vaccari Neto.

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BAN CNPJ 03.173.752/0001-42

Bancoop 98%, Tomaz Botelho Fraga 2% - Depois Marcelo Rinaldo 50% e Helena da Conceição P. Lage 50%. Luiz Eduardo Saeger Malheiro, Tomaz Edson Botelho Fraga, Alessandro Robson Bernardino, Marcelo Rinaldo. Tomaz Edson Botelho Fraga 23%, Alessandro Robson Bernardino 23%, Luiz Eduardo Saeger Malheiro 23%, Marcelo Rinaldo 23%, Fabio Luiz Silveira 8%.

24/05/1999

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GERMANY COM. e EMP. DE OBRAS LTD CNPJ
04.538.766/0001-85

31/05/2001

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MIRANTE /MIZU Fabrica BLOCOS

23/07/2002

Em manifestação na CPI BANCOOP (10/2010), o Promotor de Justiça Dr. Jose Carlos Blat, disse que esta construtora GERMANY(dos diretores da Bancoop) faturou em 3.5 anos

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89 milhões de reais dos cofres da Bancoop.

Bancoop impede os ditos sócios de entrar em Assembléia GERAL.

A Bancoop usa o expediente de não deixar as vitimas participarem de assembleias. Dizem que os inoportunos cooperados são “inadimplentes”, mesmo sabendo que pela lei do cooperativismo em vigor, isso é uma afronta ao direito dos cooperados, que não passam de clientes da empresa Bancoop, que reveza sempre os mesmos dirigentes nos quadros principais. Em duas ocasiões as vitimas contrataram um NOTÁRIO, que lavrou 2 atas comprovando o impedimento, além do mesmo ter flagrado pessoas entrando no local das assembleias sem passar pela triagem. Datas registradas: 15/09/2009 e 10/02/2011 As atas originais estão no link: ATA 1 : http://www.scribd.com/doc/21117397/Ata-Notarial-Bancoop-1 ATA 2 : http://es.scribd.com/doc/51595482/Ata-Notarial-Bancoop-10-02-2011
ATA 1: ATA 2

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TRANSFERINDO O PROBLEMA PARA OS CLIENTES E CRIANDO NOVOS CUSTOS

JUIZ Condena Transferência da Bancoop para OAS (Butantã) A Bancoop, para se livrar do problema que ela mesma causou, vem desligando suas seccionais/vitimas, dos prédios inacabados, o que parece inicialmente ser uma SOLUÇÃO. Mas a forma usada é a violação de direitos! Sepultando o cooperativismo da Bancoop, entra uma construtora e transforma o valor das unidades em VALOR DE MERCADO (atual), alterando o custo inicialmente combinado, gerando NOVO custo a ser pago. Mesmo quem já honrou o contrato inicial acaba por receber nova dívida, mesmo já tendo quitado o acordado 7 ou 8 anos antes. Hoje, com a sua notória incapacidade, a Bancoop esta desligando as seccionais não finalizadas e para isso cobra multa de desligamento (PASMEM!). Fato: para a seccional se desligar da cooperativa e tocar sua vida, juntamente com seus prejuízos, as vitimas tem que PAGAR para sair. A Bancoop não concluiu, mas são as vítimas as penalizadas, com pagamento de multa para sair da Bancoop! Como exemplo prático do CAOS, citamos o BUTANTA, com 2 torres prontas e habitadas e outras duas por fazer. A Bancoop não entregava as obras, as pessoas já haviam pago o combinado, e nada da finalização. Mesmo assim a Bancoop qualificava as pessoas de inadimplentes, numa clara inversão proposital de CULPAS. Veja a prova!

Original no link: http://es.scribd.com/doc/18345024/Butanta-e-Oas-Resumo

Num caso individual, no BUTANTA, o juiz condenou a transferência para outra construtora (OAS) CRIANDO NOVOS CUSTOS PARA A VÍTIMA. A solução da Bancoop é contra a lei!

Fórum Central Cível João Mendes Júnior - Processo nº: 583.00.2010.155128-8 Requerido BANCOOP Requerido OAS EMPREENDIMENTOS S/A

Analisando os termos do termo de acordo firmado entre as corres, constato que o mesmo tem por objetivo a assunção, pela OAS, da continuidade do empreendimento iniciado pela BANCOOP. Não há, em princípio, qualquer irregularidade em a BANCOOP, na qualidade de responsável pelo empreendimento Altos do Butantã, transferir a responsabilidade por sua conclusão a terceiros.
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Ocorre, contudo, que as partes – OAS e BANCOOP -, ao negociarem as condições de transferência da responsabilidade pela realização do empreendimento acima referido, passaram a disciplinar a forma como seriam tratados os cooperados desta última, em relação à primeira. E, é justamente nessa parte que o autor alega que houve violação de seus direitos A disciplina das rés (bancoop e OAS) quanto ao efeito dos termos de acordo por elas formalizado em face de terceiros – cooperados – parece, em análise preliminar e não exauriente, em cognição sumária, tratar-se de disposição estranha, uma vez que não deixaram aos cooperados que não solicitarem sua demissão da BANCOOP outra alternativa que não a de serem automaticamente eliminados dela. A existência de contrato de compra e venda de unidade autônoma firmado pela BANCOOP com cooperado deve ser considerado pelas rés ao firmarem acordo de transferência da responsabilidade pela conclusão do empreendimento, visto que tal contrato consiste em ato jurídico perfeito, cujo respeito está assegurado no art. 5º, XXXVI, da Constituição Federal. Em outras palavras, em análise preliminar e não exauriente, parece verossímil a alegação de que a transferência da responsabilidade da conclusão do empreendimento em análise da BANCOOP para a OAS não consiste em hipótese de rescisão do contrato de compra e venda firmado com cooperados, anteriormente, o qual deverá ser respeitado pela OAS. Ora, a cessão de empreendimentos e, conseqüentemente dos direitos e obrigações dele decorrentes, dentre os quais os direitos e obrigações assumidos em contratos de compra e venda anteriormente firmados, são disciplinados pelo art. 286 e seguintes do CC: “Art. 286. O credor pode ceder o seu crédito, se a isso não se opuser a natureza da obrigação, a lei, ou a convenção com o devedor; a cláusula proibitiva da cessão não poderá ser oposta ao cessionário de boa-fé, se não constar do instrumento da obrigação.” A intenção de a BANCOOP e a OAS disciplinarem direitos e obrigações da primeira em face de seus cooperados está evidente em termo de acordo acima analisado. Isso porque, do contrário, não teriam se preocupado em incluir no mesmo dispositivo prevendo a conduta que deveria ser adotada em face dos cooperados que firmaram compromisso de compra e venda com a BANCOOP. Esse dispositivo evidencia que as rés reconhecem que os direitos dos cooperados devem ser considerados ao longo do processo de transferência do empreendimento, por conta de instrumentos contratuais anterior ente firmados. Assim, em análise preliminar e não exauriente, parece razoável concluir que a cessão de posição contratual importa em cessão de crédito e não em constituição de novas relações contratuais, desconsiderando aquelas anteriormente travadas. Há risco, portanto, de o autor poder perder seus direitos assegurados em contrato de compra e venda.Em face do acima exposto, DEFIRO pedido de antecipação dos efeitos da tutela para determinar às rés (Bancoop e OAS) que respeitem imediatamente os termos do Termo de Adesão e Compromisso de Participação, firmado entre o autor e a BANCOOP, relativo ao apartamento nº 41 da Torre B do empreendimento Conjunto dos Bancários Alto do Butantã, não negociando com qualquer terceiro à unidade imobiliária compromissada ao autor, sob pena de multa de R$ 145.000,00 (cento e quarenta e cinco mil reais). Oficie-se, expedindo-se o necessário. Para apreciar pedido de outorga de escritura pública, em sede de antecipação dos efeitos da tutela, traga o autor, em 05 (cinco) dias, cópia da matrícula de seu imóvel
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PORQUE OUTROS TAMBEM SÃO VÍTIMAS?
14 Seccionais incompletas – Obras paradas há ANOS VÍTIMAS SÃO 3110
TODOS FORAM ALVO DE APORTE FINANCEIRO DE VACCARI NETO EM 2006
SECCIONAL 1

PORQUE SÃO VITIMAS ?
Totalmente parado há anos e feito parcialmente, dono do terreno tem 70 unidades. Porque são vitimas? Esta inacabado, não podem tirar escritura, unidades não tem matrículas, possíveis custos extras para finalização, dezenas sem unidades. O TERRENO AINDA ESTÁ EM NOME DE TERCEIROS!!!!!

VITIMAS

Bela Cintra

208

2

Casa Verde

Totalmente parado há anos – feito parcialmente, terreno em nome de terceiros Porque são vitimas? Esta inacabado, e não podem tirar escritura, unidades não tem matriculas, possíveis custos extras para finalização, dezenas sem unidades. TERRENO EM NOME DE TERCEIROS!!!!

336

TODOS FORAM ALVO DE APORTE INEXIGÍVEL
3

Colina Park

Totalmente parado há anos e feito parcialmente Porque são vitimas? Está inacabado, não podem tirar escritura, unidades não tem matriculas, possíveis custos extras para finalização, dezenas sem unidades. Aporte sugerido em 2011 é de 200 mil reais para cada vitima.

145

4

Jardim Anália Franco

Obras andaram um pouco nos últimos anos; feito parcialmente, não tem matrículas, obra não finalizada. Porque são 264 vitimas? Esta inacabado, 50% não receberam as unidades. Quem é morador não tem documentação do cartório e não podem tirar escritura, as unidades entregues não tem matricula imobiliária. Possíveis custos extras para finalização e deveria ter sido entregue em 2006.

264

13

TODOS FORAM ALVO DE APORTE INEXIGÍVEL

5

Liberty Boulevard

Totalmente parado há anos – feito parcialmente Porque são vitimas? Esta inacabado, não podem tirar escritura, unidades não tem matrículas, possíveis custos extras para finalização, dezenas sem unidades.

288

Terreno em nome de terceiros, que tem a receber 78 unidades, 39 em cada torre. Aporte sugerido individualmente é de 120 mil reais.

6

Torres da Mooca

Totalmente parado há anos e feito parcialmente Porque são vitimas? Está inacabado, não podem tirar escritura, unidades não tem matriculas, possíveis custos extras para finalização, dezenas sem unidades.

252

TODOS FORAM ALVO DE APORTE INEXIGÍVEL

7

Vila Clementino

Totalmente parado há anos e feito parcialmente, Porque são vitimas? Esta inacabado, não podem tirar escritura, unidades não tem matriculas, possíveis custos extras para finalização, dezenas sem unidades.

188

TODOS FORAM ALVO DE APORTE INEXIGÍVEL

8

Vilas da Penha

Totalmente parado há anos e feito parcialmente Porque são vitimas? Esta inacabado, não podem tirar escritura, unidades não tem matriculas, possíveis custos extras para finalização, dezenas sem unidades. TERRENO EM NOME DE TERCEIROS

256

TODOS FORAM ALVO DE APORTE INEXIGÍVEL
9

Vila Inglesa

Totalmente parado há anos – feito parcialmente, sem matriculas nas unidades já feitas, seccional inacabada. Porque são vitimas? Esta inacabado, não podem tirar escritura, unidades não tem matriculas, possíveis custos extras para finalização, dezenas sem unidades.

187

14

TODOS FORAM ALVO DE APORTE INEXIGÍVEL

10

Butantã
Parado- transferido para outra construtora (contrato com Bancoop alterado) A transferência vem sendo condenada no judiciário, já que onerou vitimas que aguardava a unidade há anos, cooperativismo sepultado nesse caso. Porque são vitimas? Sofreram transferência para OAS, com adição de custos de mercado, não foi entregue no prazo.

402

11

Maison Piaget
Parado- transferido para outra construtora (contrato com Bancoop alterado) novos custos para finalização, cooperativismo sepultado. Porque são vitimas? Sofreram transferência para MSM, com adição de custos de mercado, ALEM DA ESPERA, não foi entregue no prazo.

64

12

Ilhas de Itália

Parado- transferido para outra construtora (contrato com Bancoop alterado) Porque são vitimas? Esta inacabado, não podem tirar escritura, unidades não tem matriculas, possíveis custos extras para finalização, dezenas sem unidades.

216

TODOS FORAM ALVO DE APORTE
13

Mar Cantabrico

Parado- transferido para outra construtora (contrato com Bancoop alterado) Porque são vitimas? Esta inacabado, não pode tirar escritura, sem matriculas, possíveis custos extras para finalização dezenas sem unidades, transferido para OAS, alterando contrato inicial.

112

TODOS FORAM ALVO DE APORTE
14

Saint Paul
Transferido para outra construtora (contrato com Bancoop alterado) Sofreram transferência para construtora TARJAB, valores recalculados, contrato inicial alterado.

192

15

Total

Total de famílias que sofrem em obras incompletas

3110

A TRANSFERÊNCIA PARA CONSTRUTORAS COMERCIAIS
PARA SE DESLIGAR DA BANCOOP É NECESSARIO: QUE VÍTIMAS PAGUEM PARA SAIR (10% E 15%), E RECEBEM UM NOVO CUSTO DA CONSTRUTORA. O QUE ERA UM SUPOSTO COOPERATIVISMO SE TRANSFORMA EM TRANSAÇÃO COMERCIAL LUCRATIVA SEPULTANDO O COOPERATIVISMO DA BANCOOP. NAS SECCIONAIS ABAIXO, ENTRARAM CONSTRUTORAS COM FINS LUCRATIVOS SAIU A BANCOOP SEM TER CUMPRIDO O OBJETIVO SOCIAL SECCIONAL PROBLEMA MATRÍCULAS Das unidades Vitimas DA ELIMINAÇÃO DO COOPERATIVISMO 402 VITIMAS TIVERAM CONTRATO COM A BANCOOP ALTERADO E CUSTOS ALTERADOS SIM

BUTANTA

FALTAM 2 TORRES FALTAM 3 TORRES FALTA FINALIZAR 1 TORRE FALTAM 2 TORRES FALTA 1 TORRE

NAO

SAINT PAUL

NAO

192

SIM

MAISON PIAGET

NAO

64

SIM

ILHAS D ITALIA MAR CANTÁBRICO TOTAL VÍTIMAS DOS NOVOS CUSTOS

NAO

216

SIM

NAO

112

SIM

986

Grupo de Vítimas que hoje existe, fruto da transferência da construção para outra incorporadora,OAS, TARJAB,MSM - alterando-se o contrato inicial com a Bancoop

total de famílias afetadas neste caso : 986
Transferência com NOVOS CUSTOS já estudada e condenada pelo judiciário VEJA http://bancoop.forumotion.com/t5450-28-vitimas-bancoop-vencem-a-oas
16

FAMILIAS VÍTIMAS EM SECCIONAIS CONCLUÍDAS, VITIMADAS POR FALTA DE DOCUMENTAÇÃO E COBRANÇA INDEVIDA = 3182
SECCIONAL PROBLEMA MATRICULAS Das unidades TERRENO AÇÃO Vitimas Do aporte Impossível tirar escritura sim

Horto Florestal

1º TORRE ENTREGUE EM 2001 ATE HOJE FALTAM 60 VAGAS DE GARAGEM E AREA DE LAZER Entregue em 2004/2006

Não existem matriculas individualizadas

ESTA EM NOME DE TERCEIROS

Liminar para não pagar rateio Processo coletivo

240 Famílias

Morada Inglesa

Bancoop se nega dar chaves, vendeu unidades de cooperados que considerou “inadimplentes”

Existe Liminar para Bancoop dar chaves – processo coletivo

100 famílias

não

Parque Mandaqui e Cachoeira

Entregue em 2000/2003

Existiram por ação judicial PROBLEMAS COM IPTU , DEVIDO A FALTA DE DOCUMENTOS

BANCOOP COBRA QUEM TEM ESCRITURA

Inexigibilidade de débitos , as vitimas com escritura são cobradas (resíduo inexigível)

288 famílias Penhora De unidades

NAO

Saint Phillipe

Entregue em 2005

SIM. POR DETERMINAÇÃO JUDICIAL

Inexigibilidade de débitos – processo coletivo

80 unidades

NAO

Solar de Santana

Entregue em 2000/2004

Sem matrículas individuais

TERRENO Em nome de terceiros

Inexigibilidade de débitos, processo coletivo

196 famílias

Sim

17

Vilage Palmas

2004/2005

Sem matriculas 6 ANOS HABITADO E NÃO TEM HABITE-SE MULTA AMBIENTAL POR DEVASTAÇÃO FLORESTAL Matriculas bloqueadas judicialmente

Inexigibilidade de débitos , tem processo coletivo Contra a Bancoop.

106 famílias

Sim

Vila Mariana

2002/2003

128 famílias Inexigibilidade de débitosprocesso coletivo

não

Torres de Pirituba

1999/2002

Bancoop cobrou quem tinha escritura (?) DESEMBARGAD OR MANDOU A BANCOOP DEVOLVER O DINHEIRO Judiciário condenou cobrança Processo coletivo

224 famílias

Não

Recanto das Orquídeas

2000/2005

320 famílias

Praia Grande-aviação

1999/2002

INEXIGIBILIDAD E DE DEBITOS APRESENTADOS

299 famílias

Praias de UBATUBA

2001/2004

Sem escrituras

Faltam documentos Um grupo criou uma comissão,e assumiu débitos da bancoop, agora teve a conta penhorada.

96 famílias

Sim

18

SECCIONAL

lançado

MATRICULAS Das unidades

TERRENO

AÇÃO

Vitimas Do aporte

Impossível tirar escritura

Mirante Tatuapé

1999

SIM, EXISTEM

Ação coletiva contra Bancoop

168

Não

Portal Jabaquara

1997

Cobrado 5 mil de rateio

333

Não

Swiss Garden

2002

Faltam documentos. 3 rateios foram feitos .

88

Sim

Vila Augusta

1998

2 rateios foram feitos

96

Não

Residencial Pessego

2001

Tem processo coletivo

152

Vila Formosa

1998

Tem processo coletivo

168

Residencial Moema Vila Mazzei

2001 2002

76 24

TOTAL

3182

19

Situação em 14/05/2011 - GRUPO 1)

A BANCOOP deve

e não finalizou 1201 unidades/são 20 torres
GRUPO 1
01 02 03 04 05 07 08 09 10 TOTAL

Seccional
Bela Cintra Casa Verde Anália Franco Liberty boulevard Vila Clementino Villas da Penha Vila Inglesa Torres da Mooca Colina Park casas FALTANTE

Lançada
2001 2001 2001 2002 2000 2001 1999 2000 2002

torres
2 3 4 2 3 0 3 3 0 20

Feitas
1 2 2 1 2 0 2 2 0

Tot unid.
208 336 264 288 188 256 c 187 252 40+37+68

falta 104 224 132 144 132 128c 64 168 105 1201

PRESIDENTE
L. Malheiro L. Malheiro L. Malheiro L. Malheiro L. Malheiro L. Malheiro L. Malheiro L. Malheiro L. Malheiro

GRUPO 2) JÁ TRANSFERIDAS PARA OUTRAS CONSTRUTORAS ONERANDO VITIMAS. SÃO 986 UNIDADES. Deste grupo, 702 não foram finalizadas pela Bancoop.
GRUPO 2
01 02 03 04 05
TOTAL DE VITIMAS ONERADAS TOTALIDE DE UNIDADES FALTANTES

Seccional
Altos do Butantã Maison Piaget Ilhas d' Itália Mar Cantábrico Saint Paul

Lançada torres Feitas Tot unid.
2000 2002 2002 2003 2003 4 1 3 2 3 2 0 1 1 402 64 216 112 192

falta

PRESIDENTE
L. Malheiro L. Malheiro L. Malheiro L. Malheiro L. Malheiro

Situação
OAS ASSUMIU MSM ASSUMIU OAS ASSUMIU OAS ASSUMIU TARJAB ASSUMIU

204 64 72 112 250

986
Falta

702

Temos 2 grupos: TOTAL de UNIDADES NÃO FEITAS PELA BANCOOP

1903

1 grupo ) Nas Seccionais inacabadas temos 1201 unidades NÃO feitas/ construídas 2º grupo) temos 702 já transferidas para outras construtoras onerando vitimas, nesse grupo que já foi transferido, o total de vitimas do grupo 2 é de 986 famílias, já que : quem mora também tem NOVO debito imputado, (mesmo já tendo quitado) nestes casos é alterado o contrato inicial, JUIZES COMEÇAM A CONDENAR A 20 TRANSFERENCIA QUE GERA NOVOS CUSTOS. Devemos pesar neste momento o GRANDE numero de pessoas que obteve a rescisão contratual e se desvinculou da unidade, ficando unidades a disposição da Bancoop, mesmo ela não estando construída, dinheiro não esta sendo devolvido para as vitimas.

PENHORAS – BANCOOP OFERECE A PENHORA TERRENO JÁ VENDIDO
A Bancoop para satisfazer suas dividas vem dando a penhora até mesmo terreno onde já existe obra concluída (MORADORES não tem documentação) neste caso abaixo, terreno foi dado a penhora , mas já existem 106 famílias morando, veja o absurdo:

Veja abaixo a Seleção de algumas unidades vitimadas por penhoras em ações trabalhistas não pagas, as unidades ainda estão em nome da Bancoop, que se nega a outorgar as escrituras. As pessoas já moram e as unidades sofreram penhora para pagamento de dívidas trabalhistas da Bancoop, 5013 famílias correm este perigo! (3110 EM SECCIONAIS INACABADAS E 1903 EM SECCIONAIS ACABADAS)
PENHORAS NO CASO BANCOOP – VITIMAS QUE MORAM, SÃO PENALIZADAS.

São penhoras motivadas por ações trabalhistas contra empresas que prestaram serviços a Bancoop. A cooperativa em muitos casos aparece como solidária nos pagamentos. Como muitas unidades estão em nome da Bancoop, as vitimas são afetadas com as penhoras, vão a penhora bens da cooperativa, terrenos de seccionais e as vítimas amargam a penhora 21 de seus apartamentos.

Sofreram penhora para pagamento de dívidas trabalhistas da Bancoop.
90ª VARA DO TRT-SP Nº: 627/2006 - Mand/Int./Not. Nº: 1006/2008 CPF/CNPJ: 1395962000150 Reclamante: Sandra C Reclamado: Bancoop - Cooperativa Habitacional dos Bancários

9 ª VARA DO TRT-SP Nº: 70/2005 Mand/Int./Not. Nº: 11/2010 Reclamante: EDIMILSON GOMES DE OLIVEIRA / Reclamado: GERMANY CONST E INCORP SE LTDA/ Bancoop

32ª VARA DO TRT-SP Nº: 2613/2004 Mandado Nº: 492/2010 Reclamante: Jose Aparecido Silva da Mata / Reclamado: BANCOP COOP HABITACIONAL DOS BANCARIOS DE SÃO PAULO

42ª VARA DO TRT-SP Nº: 2241/2006 - Mand/Int./Not. Nº: 154/2009 Reclamante: Darci Pereira da Costa / Reclamado: Pyramon Projetos e Construções LTDA (BANCOOP SOLIDARIA) VEJA NO LINK 37ª VARA DO TRT-SP Nº: 583/2009 - Mand/Int./Not. Nº: 29023/2009 Reclamante: Ivonaldo Justino da Silva Reclamado: Bancoop -Cooperativa Habitacional Bancários S.Paulo

68ª VARA DO TRT-SP Nº: 1690/2005 Mand/Int./Not. Nº: 828/2009 Reclamante: Jailson Ferreira dos Santos Reclamado: Bancoop Cooperativa Habitacional dos Bancários de

16ª VARA DO TRT-SP (PENHA TERRENO) Nº: 1937/2005 Mand/Int./Not. Nº: 1182/2009 Reclamante: Narciso da Conceição Silva Reclamado: Bancoop Cooperativa Habitacional dos Bancários de

TRT-SP Vara: 73ª APTO CACHOEIRA 231 Número Único: 02676007220085020073 (02676200807302002) Reclamante: Nailton Francisco Vasconcelos / Reclamado: FORMA EMPREITEIRA DE MÃO DE OBRA LTDA E COOPERATIVA HABIT.BANCÁRIOS(BANCOOP)

070ª VARA DO TRT-SP Nº: 01924200507002006 Mand/Int./Not. Nº: 01235/2009 Reclamante: LUCIANO DE JESUS MATOS Reclamado: BANCOOP COOPERATIVA HABITACIONAL

29ª VARA TRT-SP Nº: 1202/2005 Mand/Int./Not. Nº: 184/2009 Reclamante: Fábio da Silva Reclamado: Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo

22

78ª VARA DO TRT-SP - Nº: 1782/2005 Mand/Int./Not. Nº: 309/2010 Reclamante: Reginaldo Luiz da Cruz Reclamado: Bancoop Cooperativa Habit dos Bancários de São Paulo

7ª VARA DO TRT-SP - Nº: 1783/2005 Mand/Int./Not. Nº: 730/2010 Reclamante: Luiz Soares da Silva Reclamado: COOPERATIVA HABITACIONAL DOS BANCÁRIOS DE SÃO PAULO

7ª VARA DO TRT-SP Nº: 1828/2005 Mand/Int./Not. Nº: 731/2010

Reclamante: Apolinário Rodrigues de Carvalho Reclamado: COOPERATIVA HABITACIONAL DOS BANCÁRIOS DE SÃO PAULO

64ª VARA TRT-SP Nº: 1546/2004 Mand/Int./Not. Nº: 713/2009 Reclamante: RAIMUNDO DE LIMA MACHADO Reclamado: BANCOOP COOPERATIVA HABITACIONAL

01ª VARA DO TRT-SP Mand/Int./Not.: 0073/2011 Reclamante: Everaldo Pedro dos Santos Reclamado: Bancoop Cooperativa Habitacional de Bancários de S

72ª VARA DO TRT-SP Nº: 320/2006 = Mand/Int./Not. Nº: 285/2008 Reclamante: Francisco Gomes de Melo Reclamado: Bancoop Cooperativa Habitacional dos Bancários

42ª VARA DO . TRT-SP Nº: 2477/2005 - Mand/Int./Not. Nº: 238/2008 Reclamante: Juracy Barbosa de Aquino Reclamado: Bancoop Cooperativa Habitacional dos Bancários 16ª VARA DO TRT-SP Nº: 1937/2005 Mand/Int./Not. Nº: 1182/2009 Reclamante: Narciso da Conceição Silva Reclamado: Bancoop Cooperativa Habitacional dos Bancários de

47ª VARA DO TRT-SP Nº: 1738/2005 Mand/Int./Not. Nº: 104/2009 Reclamante: Cícero Romualdo da Silva Filho Reclamado: Forma Empreiteira de Mão de Obra LTDA

87ª VARA DO TRT-SP Nº: 3535/2006 Mand/Int./Not. Nº: 525/2010 Reclamante: Paulo Maria Trazillo Reclamado: Germany Construtora e Incorporadora LTDA / Bancoop Cooperativa Habitacional dos Bancários

23

RELATÓRIO DA BANCOOP DIZ QUE SÃO 11 MIL AS PESSOAS SEM VÍNCULO COM UNIDADES, QUEM SÃO E QUANTO APLICARAM? QUANTOS COMPRARAM UNIDADES E NÃO AS RECEBERAM POR TEREM SIMPLESMENTE DESISTIDO DE ESPERAR?

Unidades entregues (segundo dados da Bancoop)

5697 1461

Unidades (já prontas) em Condomínios inacabados

Unidades em Condomínios acabados

4236 3402

Unidades (Prontas) que podem tirar escritura (só que para isso a Bancoop cobra uma divida Inexigível, desde 2006) Estas pessoas estão reféns da Bancoop, como exemplo, nas Palmas a NOVA cobrança (já condenada no judiciário) é de R$ 220 mil por pessoa.

Cooperados que lavraram as escrituras – pagaram o aporte INEXIGÍVEL (Desembargador manda devolver o aporte já pago) n° 990.10.128425-1

1.220

VITIMAS REFENS DA COBRANÇA INEXIGÍVEL (34 seccionais analisadas) (Seccionais Inacabadas + Seccionais finalizadas) 3110 + 3182

6292 1903

Unidades NÃO concluídas pela Bancoop, dentro do seu cooperativismo:

pagina 20

18

Seccionais descontinuadas ( TERRENOS VENDIDOS – OU DEVOLVIDOS)

1) Brooklin Tower 2) Campos de Vila Matilde 3) Canto Verde 4) Chateau de Vilandry 5) Cité dês Arts 6) Diana Tower 7) Edifício Gamboa 8) Fausto Residence 9) Guadalupe 10) Guarapiranga Park 24 11) Imperial Liberdade 12) Guarapiranga Park 13) Mar do Caribe 14) Moema Tower 15) Piazza di Roma 16) Piemontês 17) Quintas do Sol 18) Trancoso

PAINEL DO JUDICIARIO – CASO BANCOOP

Clique nas frases em AZUL para ter acesso ao documento (use a versão DIGITAL).

1) 1090 SENTENÇAS CONTRA A BANCOOP - 1º INSTÂNCIA 2) 1561 DECISÕES FAVORAVEIS AOS COOPERADOS EM 2º INSTÂNCIA 3) 670 APELAÇÕES DA BANCOOP NEGADAS EM 2º INSTÂNCIA 4) 360 COBRANÇAS NEGADAS DA BANCOOP 5) COMPUTADORES PENHORADOS NA SEDE da BANCOOP 6) SEDE DA BANCOOP PENHORADA 7) MAQUINAS DAS OBRAS (paradas) e ELEVADORES PENHORADOS 8) CARROS DA BANCOOP PENHORADOS 9) CONTA PARTICULAR DE DIRETORES SOFREU BLOQUEIO DE ATIVOS 10) APARTAMENTOS EM POSSE DAS VITIMAS SOFRENDO PENHORAS 11) TERRENOS EM NOME DA BANCOOP SOFRENDO PENHORAS 12) SEGUNDO A DIRETORA FINANCEIRA - 90 MILHÕES EM DIVIDAS 13) DIRIGENTES DENUNCIADOS CRIMINALMENTE PELO MPSP 14) NA AÇÃO CIVEL PUBLICA DO MPSP – PROMOTOR (J. Lopes) em apelação após sentença PEDE PARA DIRIGENTES DA BANCOOP SEREM RESPONSABILIZADOS. 15) 50 CASAS DA PENHA PENHORADAS

Bancoop cobrou as vitimas via judiciário. Só no fórum Santana já são 360 sentenças contra a cobrança, CRIADA para dar sustentação aparente e superficial às dividas contraídas pelos dirigentes, para poder dizer que tem a receber das vitimas sendo credores e não devedores. Na maioria esmagadora de sentenças, é decretada a INEXIGIBILIDADE DOS DÉBITOS APONTADOS. Sendo assim a Bancoop NÃO tem dinheiro a receber. Os supostos créditos são virtuais. Outras 1000 sentenças marcam a má gestão da Bancoop em 1º instancia, e mais de 650 apelações da Bancoop em 2º instancia já foram negadas

VEJA
http://bancoop.forumotion.com/c4-juizes-falam-sobre-a-bancoop

25

DECISÕES JUDICIAIS EM DESTAQUE: A) Fórum Central Cível João Mendes Júnior - Processo nº 162991/2006 Não há verdadeiramente ato cooperativo, nos moldes das determinações da Lei 5.764/71. Não houve prévio agrupamento de pessoas com a intenção de constituição e realização de objetivo comum mediante esforço conjunto de seus associados ou cooperados. Por conseguinte, não há que se falar em ato societário ou cooperativo, mas sim em fornecimento de crédito – contrato de prestação de serviços, mesmo

porque, efetivada a construção, não há mais a finalidade para a continuidade do “sócio” ou “cooperado” (leia-se cliente) na referida sociedade ou cooperativa. Há, portanto, uma relação de consumo. Caberia à ré, portanto, comprovar que há valor passível de cobrança, diante do alegado prejuízo e necessidade, por não haver cobertura nos pagamentos efetivados do custo e preço de construção. Não há nos elementos coligidos aos autos, nenhum que permita aferição de efetiva existência de custo não proporcionalmente rateado entre os “cooperados”. Somente situações excepcionais permitem que, entregue o bem e transferida a posse, possa haver cobrança ulterior. No presente caso, contudo, não se justifica o comportamento da ré.(BANCOOP) Impõe-se, portanto, a procedência.
B) Fórum Central Cível João Mendes Júnior - Processo nº: 583.00.2007.187236-6

O atraso nas obras é manifesto e de resto foi confessado pela ré em sua contestação, na qual surpreendentemente informou que sua anterior gestão praticou o que denomina de “empréstimo solidário” entre empreendimentos, desviando os recursos aportados pelos cooperados de um empreendimento para outro, a fim de viabilizar as obras mais adiantadas. Cuida-se de verdadeira confissão de ilicitude e de total desprezo pelos direitos e interesses dos cooperados, revelando, por parte da cooperativa ré, prática intensamente abusiva. C) Fórum Central Cível João Mendes Júnior - Processo nº: 583.00.2007.144181-4 A matéria ganhou inclusive conotação da mídia, no sentido de se proteger aos interesses dos mutuários mediante ação civil pública. No caso concreto, a Bancoop passou por cima de regras elementares do sistema cooperativo, não informou com transparência os cooperados e deixou de lado o interesse coletivo, incrédula ainda a sua proposta de querer desapossar o mutuário do valor e não devolver o numerário, o mínimo que se esperaria dentro dos princípios da ética e da honestidade. Bem por tudo isso, deve responder os administradores da cooperativa pelos atos praticados em desvio, abuso e excesso de poder, inclusive na esfera criminal, porquanto o número de pessoas atingidas supera a expectativa e provoca explosão de demandas engessando a atividade jurisdicional, de há muito complicada. Enfim, por qualquer ângulo que se analise, se enxergará a desrazão da cooperativa, motivação injustificada para afastar seu grau de culpa, não se podendo cogitar do empreendimento fosse frustrado, conforme alega, pela inconstância dos cooperados ou por falta de recursos, se houvesse justamente a falta de adesão necessária em 02 anos e meio, o mínimo decente a ser feito é realizar assembléia, devolver o numerário ou promover opção ao cooperado, enfim, a péssima administração chega às raias do descalabro e revela o descaso em relação à destinação do numerário dos cooperados.
26

Outras 50 no link : http://bancoop.forumotion.com/f171-sentencas-curiosas-contra-abancoop

AS GESTÕES NA BANCOOP.

A Bancoop teve 3 gestões : MALHEIRO/VACCARI/(hoje)VAGNER CASTRO

Na 1º gestão , Sr.Malheiro e equipe de dirigentes, juntamente com TOMAS BOTELHO FRAGA montaram a GERMANY CONSTRUTORA, para trabalhar para a Bancoop de onde eles mesmos eram os dirigentes. Segundo o promotor de justiça Dr. Jose C. Blat, foi injetado nessa empresa em 3.5 anos o valor de 89 milhões de reais, Vaccari e Berzoini eram do departamento financeiro na época. A fábrica de blocos Mirante, foi criada pelos diretores da GERMANY. Na 2º gestão: Em 2004/05 João Vaccari assumiu e em 2010 a Bancoop, sem nada construir, tinha outros 90 milhões (FRUTO DE EMPRÉSTIMOS CONTRAIDOS E OUTRAS DIVIDAS). Logo em 2006 fez uma cobrança generalizada entre as vitimas da Bancoop, almejava ratear 165 milhões de reais. Após centenas de decisões na justiça, viu-se que a cobrança é INEXIGÍVEL. Na 3º gestão: Vitimas, ou [sócios] se preferir, foram impedidos de entrar na assembléia para formar o grupo diretivo da Bancoop, (novamente) – ata notarial NA FOLHA 10 DESTE DOCUMENTO comprovando. Temos, resumidamente:
5 mil famílias sem escrituras e reféns de cobrança inexigível. Destas, 1.9 mil famílias não tem as unidades. Das 1.9 mil, temos 1044 transferidas para outras construtoras a preço de MERCADO (fugindo do cooperativismo com obra a preço de custo, inicialmente contratado). As 1260 restantes não fazem idéia de como obter a unidade já paga, são famílias penalizadas pela má gestão. 89 milhões direcionados para empresa de diretores nos anos de 2001 a 2004. Entre 2005 / 2010 - Gestão Vaccari, aparecem novas dívidas, a gerente financeira, Ana Érnica, cita na CPI BANCOOP haver uma dívida interna de 90 milhões, e vítimas continuam sem apartamentos e escrituras. Quem paga os débitos e como a Bancoop vai 27 construir? Se até agora não o fez é simples: não vai construir!

CASO BANCOOP – linha do tempo e fatos ocorridos
CLIQUE NAS FRASES EM AZUL PARA LER A MATÉRIA ORIGINAL
ATUALIZADO EM - 23/11/2013 05/04/1995 01/05/1996 18/06/1996 18/06/1996 20/03/1997 25/05/1999 31/05/2001 29/04/2002

23/07/02 10/03/03 06/05/03 28/01/04 22/06/04 24/06/04 11/08/04 21/09/04 12/11/04 05/05/05 01/08/05 14/04/06 21/05/06 31/05/06 06/06/06 12/06/06 07/06/06 07/06/06 31/07/06 22/09/06 24/11/06 30/11/06 15/12/06 09/03/07 11/04/07 15/04/07 09/05/07 09/05/07 06/08/07 16/08/07 17/08/07 22/08/07 09/09/07

Carta com pesquisa feita pelo sindicato objetivando criar uma cooperativa habitacional Folder original venda aptos PIRITUBA Reunião dos dirigentes do Sindicato Bancários para criar a Cooperativa Bancoop. Fundada a Bancoop por dirigentes do Sindicato dos Bancários SP. Assembleia da Bancoop - 1° prestação de contas Fundada a BAN pela Bancoop e um dirigente. Fundada a construtora GERMANY dos dirigentes da Bancoop, construía para a Bancoop. Fundação do pesqueiro MASTER FISH – Germany e dirigentes bancoop Fundada a Mirante/ ex-Mizu fabrica de blocos dos dirigentes da Bancoop. Sai da GERMANY (Luis E. S. Malheiro, Tomaz E. Botelho Fraga) Bancoop faz 1º TAC como MPSP – Contratos deveriam constar claros que eram regidos pela lei do cooperativismo. Fundada a NOVA ERA - recrutamento Fazenda agrícola bebedouro do vale – dos dirigentes Bancoop Seminário FIDC – Berzoini e Alessandro Bernardino da Bancoop Fundada a VITA ADMINISTRADORA – (Henir e advogada da Bancoop) Alteração societária na GERMANY (sai da sociedade Alessandro R. Bernardino) Morte de 3 dirigentes da Bancoop em Petrolina. (Malheiro, Alessandro, Marcelo) Jornais publicam inicio das reclamações na Bancoop 2005 Revista EPOCA edita matéria: Cooperativa dos Companheiros. Associação de vitimas MOOCA se manifesta no MPSP. Revista ISTOÉ edita matéria: Moradia do BAN(do)COOP Procuradoria de justiça SP envia representação contra Bancoop ao MPSP Dra. Deborah Pierre remete reclamações a 6º promotoria Justiça. Dr. Ademir Perez – na 6º promotoria entra no caso. (vídeo) Dra. Deborah Pierre REMETE COPIAS ao Procurador Geral Dr. Rodrigo C. R. Pinho.
Informe sobre o inquérito Civil n.º 14.161.446/06 - Bancoop desconsideração Personalidade.

Dr. Ademir Peres faz reunião com vitimas e Bancoop no MPSP. ESTADO DE SP: MP investiga cooperativa criada por presidente do PT Policia FEDERAL apura ligação telefônica de Vaccari. Ligado a Berzoini, Vaccari vira alvo da PF. Promoção de arquivamento submetido ao CSMP. Sai a sentença da Associação de vitimas Vila Mariana Justiça condena Bancoop a arcar com custo maior em obra – VILA MARIANA Policia abre inquérito criminal - Bancoop. (JORNAL ESTADO SP) Vitimas da Bancoop são atendidas por Deputado Capez na ALESP Vitimas da Bancoop são atendidas por Deputado Capez na ALESP (vídeo) Especialista em CDC do Ministério Publico de SP, o Dr.Marco A. Zanellato emite voto a favor de Ação Cível Publica x Bancoop (com vários pedidos em destaque) O caso Bancoop mereceu atenção especial do colegiado (CSMP) que, por 9 votos a 1, impediu o arquivamento e mandou abrir ação civil pública, seguindo manifestação do procurador Marco Antonio Zanellato, conselheiro-relator. Conselho superior do MPSP manda abrir processo contra Bancoop. 28 Justiça quebra sigilo bancário da Bancoop. Bancoop é cooperativa de fachada, diz promotor!

10/09/07 10/09/07 30/10/07 05/11/07 28/03/08 01/04/08 17/04/08 20/05/08 07/06/08 08/06/08 09/06/08 09/06/08 10/06/08 10/06/08 10/06/08 10/06/08 10/06/08 10/06/08 11/06/08 11/06/08 26/06/08 29/06/08 30/06/08 02/07/08 25/08/08 16/09/08 17/09/08 25/09/08 16/12/08 20/02/09 05/03/09 07/03/09 16/04/09 16/07/09 23/09/09 09/10/09 13/11/09 19/11/09 30/11/09 06/03/10 06/03/10 06/03/10

Bancoop também atraiu companheiros (JB) Esquema investigado envolve aloprados. Promotor João l. Guimarães elabora petição inicial contra a BANCOOP (ACP MPSP) Sai sentença da Associação de vitimas Pirituba Bancoop é suspeita de arrecadação para caixa 2 do PT . Bancoop deu apoio a Lula, diz engenheiro da Bancoop ao promotor Blat. Comissão de defesa do direito dos consumidores (ALESP) quer dados do caso Bancoop. Promotor João L. Guimarães assina TAC com a Bancoop Irmão de ex-presidente do Bancoop revela desvio para PT. MPSP vai apurar morte de ex-presidente da Bancoop. Vitimas da Bancoop fazem ato de apoio às investigações. Planilha gera suspeita de doação ilegal a petistas. MPE envia à PF cópia do inquérito sobre a Bancoop. Solicitação ao CSMP por advogada de vitimas (explicação sobre acordo do MP x Bancoop) Empresa ligada a Bancoop doou ao PT. Bancoop quer processar acusadores. Comissão de defesa dos consumidores na ALESP reúne 400 clientes da Bancoop. (vídeo) Promotoria envia a Policia Federal inquérito do caso Bancoop. Para promotor Blat, Bancoop é uma 'organização criminosa Revista ISTO E – publica: O Laranja da Bancoop. Relatório do MPSP aponta graves crimes da cúpula da Bancoop. Policia Federal vai investigar venda de títulos Bancoop. Sai sentença do SOLAR SANTANA Cooperados requerem no MPSP uma intervenção na Bancoop. Promotor da área cível do MPSP, da explicação referente ao TAC Após 3 horas de debates, o Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo decidiu não intervir no acordo firmado pelo promotor de Justiça João Lopes Guimarães Júnior com a Cooperativa Habitacional dos Bancários. Ministério Público confirma acordo com Bancoop em ação cível publica - 2ª TAC Associações reclamam no Conselho Nacional do Ministério Publico (CNMP) sobre acordo feito por promotor da área cível com a Bancoop (TAC) Bancoop revela auditoria ao contrario – é condenada. Sai sentença associação ORQUIDEAS Sai sentença da ação MPSP x Bancoop – área cível. Assembleia da Bancoop vai parar na delegacia. (vitimas foram impedidas de entrar) Promotor quer condenação de responsáveis por Bancoop - João Lopes Guimarães Júnior, em apelação à 37ª Vara Cível, em que pede a condenação dos responsáveis pela Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo. Sai sentença da associação ANALIA FRANCO Novamente a Bancoop impede vitimas de entrar em assembleia. Procurador do MPSP, o Dr. Rossini Lopes Jota pede cancelamento de acordo feito entre promotor da área cível do MPSP com a Bancoop, o chamado TAC.(associações já haviam protestado) . Procurador pede processo contra diretores da Bancoop - O procurador de Justiça Dr. Rossini Lopes Jota recomendou abertura de processo contra os dirigentes da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop). Sai Sentença Residencial Pêssego. Sai sentença do - Vila Clementino MP investiga transações bancárias entre Bancoop e PT. Bancoop diz que suspeita de desvio de verba é fantasiosa e nega esquema. Promotor afirma que Vaccari Neto está diretamente envolvido.

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07/03/10 07/03/10 08/03/10 09/03/10 09/03/10 09/03/10 10/03/10 10/03/10 10/03/10 10/03/10 10/03/10 10/03/10 10/03/10 10/03/10 10/03/10 11/03/10 11/03/10 11/03/10 11/03/10 11/03/10 11/03/10 11/03/10

Tesoureiro do PT é investigado por suposto desvio de recursos na Bancoop. Solicitada a quebra de sigilo de João Vaccari Neto. Promotor Blat, quer dados de fundo. Promotor calcula em R$ 100 milhões desvio na Bancoop. Assembleia de São Paulo instala CPI da Bancoop. PT diz que vai processar 'Estado', 'Veja' e promotor Blat. Revista VEJA publica na CAPA : CAIU A CASA DO TESOUREIRO DO PT Ato que cria CPI da Bancoop é publicado no Diário Oficial. Segurança relata escolta para saques da Bancoop e reuniões de Vaccari com presidente da cooperativa. Promotor Blat, estuda oferecer delação premiada a ex-diretores da cooperativa. Vaccari culpa cooperados por obras paradas. Cooperados pedem o fim da Bancoop. Construtora OAS assumiu obra da Bancoop em prédio de Lula (Mar Cantábrico) Justiça já decidiu 575 vezes contra Bancoop 36% dos prédios que a Bancoop lançou não saíram do papel Promotor pedirá indiciamento de tesoureiro do PT por estelionato. Desembargador nega recurso Bancoop – Orquídeas – e da uma aula de analise! Cooperados Bancoop vão ao Senado para audiência Publica – Comissão mista Advogado da Bancoop quer processar promotor José Carlos Blat. Bancoop atrasa tríplex de LULA em 5 anos. Bancoop (novamente) barra associados em assembleia. Cooperados recorrem ao Ministério Público - Dezoito líderes de cooperados que alegam ser
vítimas de fraudes e estelionato da Bancoop foram buscar ajuda na sede da Procuradoria-Geral de Justiça em São Paulo. Foram recebidos por um grupo de promotores especialistas em desvendar desfalques no patrimônio público, eles relataram por cerca de uma hora o tormento que vivem desde que depositaram suas economias e a confiança nos projetos da cooperativa que um núcleo do PT fundou em 1996. (dentro do sindicato dos bancários)

12/03/10 12/03/10 12/03/10 13/03/10 13/03/10 14/03/10 14/03/10 15/03/10 16/03/10 17/03/10 17/03/10 17/03/10 16/03/10 18/03/10 18/03/10 19/03/10 21/03/10 23/03/10 23/03/10 30/03/10

Justiça autoriza devassa em fundo da Bancoop (Fidc Bancoop 1). Juiz Carlos Eduardo Lora Franco, pede complementação de dados ao Promotor Blat, antes de decidir
por quebra de sigilo solicitada.

Bancoop é suspeita de superfaturar contrato com Freud Godoy da empresa Caso Sistemas de segurança. Vaccari, envolvido no caso Bancoop, também arrecadava dinheiro para o caixa do mensalão, diz 'Veja' Cooperados insistem em bloqueio de contas da Bancoop . Procuradoria investiga tesoureiro do PT por cobrança de propina, diz "Veja"Vaccari arrecadava para mensalão diz a revista VEJA. Bancoop pagou adesivos de LULA em 2002. Pericia vê problemas contábeis na Bancoop. Revista VEJA publica na CAPA: Ele cobra 12% de comissão para o partido Vítimas da Bancoop se reúnem com Senadores em Brasília na CDH. TCU fará auditorias sobre aplicações de fundos de pensão na Bancoop Bancoop não atua como cooperativa dizem Desembargadores (CAO cível do MPSP) Senado chama tesoureiro do PT (João Vaccari Neto) para depor. Inquérito Bancoop trava na justiça Federal CPI das ONGS em Brasília convoca João Vaccari Neto. Fundos de pensão arriscaram dinheiro na Bancoop. Revista VEJA publica: O PT continua dando e ombros (Bancoop) Blat diz ao Senado que Bancoop é 'organização criminosa' Tesoureiro do PT presta depoimento ao Senado sobre caso Bancoop 30

31/03/10 06/04/10 07/04/10 07/04/10 13/04/10 21/04/10

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CPI da Bancoop elege presidente e vice INICIO DA CPI BANCOOP NA ALESP Eleitos presidente e vice-presidente da CPI do Bancoop CPI da Bancoop define relator e cronograma de trabalho Revista VEJA publica: Então vocês se encontraram? CPI da Bancoop adia convocação de depoentes Juiz quebra sigilo fiscal e bancário da Bancoop - O juiz da 6.ª Vara Federal Criminal em São Paulo, Fausto Martin De Sanctis, determinou a quebra do sigilo fiscal e bancário da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) e do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC Bancoop 1 ), que tinha como cotistas os fundos de pensão da Petrobrás (Petros), e do Banco do Brasil (Previ). Sai Sentença de INEXIGIBILIDADE da Associação Cachoeira CPI da Bancoop aprova requerimentos de convocação Doleiro acusa tesoureiro do PT de mentir sobre encontros – João Vaccari Neto, tem uma "relação umbilical" com o grupo Schahin, grupo investigado pelo MP. (DOC 2) PF vê indício de plano para desviar recursos de fundo da Bancoop - Polícia Federal vê indícios de que administradores de fundos de pensão de estatais planejavam desviar recursos aplicados no fundo de investimento criado pela Bancoop. Vaccari depõe na CPI das ONGs no Senado Federal Cooperados prestam depoimento na CPI da Bancoop em São Paulo Comissão aprova discutir elo do mensalão com Bancoop. CPI ouve cooperada que alega ter sido prejudicada pela Bancoop CPI da Bancoop aprova convocação de Vaccari e de Blat. Comissão de Fiscalização Financeira e Controle realiza audiência pública com cooperados para discutir eventuais prejuízo da Bancoop.( Brasília - Câmara Federal) Matéria da Câmara dos Deputados Federais sobre a BANCOOP Justiça suspende assembleia que elegeu Vaccari CPI da Bancoop ouve mais quatro cooperados Bancoop pediu votos para Lula, revela CPI. Segurança da Bancoop cita desvios para o PT - (CPI Bancoop). Veja (AQUI) taquigrafia do depoimento. CAO CIVEL MPSP – informa promotores e procuradores: Impossibilidade da cooperativa,
anos após a entrega das obras, pleitear elevado resíduo sem comprovação cabal do descompasso entre o custo do empreendimento e do preço pago pelos adquirentes. Apelação 994.08.018648-0.

04/05/10 04/05/10 05/05/10 11/05/10 11/05/10 11/05/10 11/05/10 17/05/10 18/05/10 19/05/10 25/05/10
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01/06/10 02/06/10 07/06/10 08/06/10 09/06/10 09/06/10 17/06/10 22/06/10 23/06/10 30/06/10 10/08/10 13/08/10 16/08/10 17/08/10 18/08/10 24/08/10 25/08/10 14/09/10

CPI da Bancoop ouve irmão de ex-presidente da Bancoop e vitima do Ed. Cachoeira. Testemunha cita desvio para PT na CPI da Bancoop - CPI Planilha mostra doações de empresa fachada da Bancoop ao PT Empreiteiro confirma na CPI que emitiu notas frias. PT impede votação de quebra de sigilo no caso Bancoop - CPI Freud Godoy e Vaccari se contradizem em CPIs. Membros da CPI Bancoop visitam esqueletos inacabados. Engenheiro Bancoop aponta falhas graves em compra de terrenos. Conta da Bancoop virou uma incógnita, diz engenheiro CPI da Bancoop abre sigilo de 7 empresas e 8 pessoas ligadas a Bancoop. CPI ouve Sr. Tomás Edson B. Fraga (fundador da Bancoop). Berzoini, o corvo (ISTO É) STF manda Receita Federal abrir dados à CPI da Bancoop. CPI rastreia contratos de empresas com a Bancoop Justiça bloqueia ativos financeiros de tesoureiro do PT (João Vaccari Neto) CPI ouve Manoel Castanho Blanco e Sra. Ana Maria Érnica (funcionaria da Bancoop) Dívidas da Bancoop são de R$ 90 milhões, diz diretora financeira da Bancoop. CPI ouve Sr. Wagner de Castro – (Presidente da Bancoop)

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29/09/10 07/10/10 19/10/10 19/10/10 19/10/10 25/10/10 27/10/10 27/10/10 28/10/10

Penhora da sede Bancoop confirmada em 2 ° instancia. AGU vai ao Supremo contra liberação de dados fiscais para CPI BANCOOP Promotor (Blat/MPSP) do Caso Bancoop oferece denúncia contra Vaccari e mais cinco. Tesoureiro do PT (João Vaccari Neto) é denunciado por formação de quadrilha pelo MPSP.
CPI ouve promotor, Dr. Jose Carlos Blat, durante 3 horas (denuncia criminal feita) e explicada.

30/11/10 03/01/11 07/01/11 22/01/11 01/02/11 07/02/11 10/02/11 20/02/11 22/02/11 28/02/11 24/03/11 23/04/11 26/04/11 27/04/11 03/05/11 04/05/11 05/05/11 17/05/11 16/06/11 21/06/11 21/06/11

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Sai Relatório final da CPI Bancoop. Diário oficial publica relatório final da CPI Bancoop Depoimentos na CPI BANCOOP Juíza recebe denuncia criminal do promotor Blat - A juíza Patrícia Inigo Funnes, da 5ª Vara Criminal de São Paulo, recebeu a denúncia formulada pelo promotor de Justiça José Carlos Blat contra seis dirigentes e ex-dirigentes da Cooperativa Habitacional dos Bancários. Réus da Bancoop entram com MANDADO DE SEGURANÇA contra decisão da juíza criminal (liminar negada em 30/11/10 pelo TJSP) Novo pedido dos réus - Pediram reconsideração de Liminar no MANDADO DE SEGURANÇA - solicitação (novamente) negada em 03/01/11 pelo TJSP. TJ mantém quebra de sigilo bancário de tesoureiro do PT Diário oficial cita cpi Bancoop e obras paradas Justiça nega direito de resposta a Bancoop em ação contra a revista VEJA. Cooperativa ligada ao PT paga dívida com computadores – (Penhorados) Bancoop impede cooperados de entrar em assembleia Geral. Justiça decide penhorar sede da Bancoop em São Paulo. Mandado segurança DENEGADO 22/02/11 para réus da Bancoop – votação unânime Bancoop tenta embargar sentença favorável a revista VEJA (recurso Bancoop negado) Confirmada sentença no ANALIA – inexigibilidade (2 instancia votação unânime) Deputado (R. Berzoini) ameaça revelar verdades do caso Bancoop – (VEJA) Em carta, cooperados da Bancoop pedem que Berzoini revele o que sabe. A carta das vitimas a Berzoini. (enviada ao gabinete - Brasília). Relator do Conselho Superior MPSP VOTA por ação de intervenção na direção Bancoop. 653 decisões contra recursos da Bancoop em 2º instancia Sai relatório com 193 apelações da Bancoop negadas em 2º instancia (cível). Na reunião do Conselho do MPSP, fixaram a data de 30/08/11 para decisão final, sobre o VOTO dado para ação de intervenção pelo MPSP. Terreno do ANALIA tem matricula bloqueada judicialmente (2° instancia) Desembargadores mandam dar escritura no Mandaqui (unânime) Descoberta penhora em unidades da Bancoop, após decisão de juiz em ação cível! Em ação condenatória de ressarcimento, juiz manda penhorar apto para quitar dividas. (embargos foram feitos e aceitos no mês 12 de 2011) Recurso Bancoop negado ANALIA – 2 º instancia Desembargadores confirmam INEXIGIBILIDADE DA ASSOCIACAO PESSEGO Inicio da organização do evento na ALESP (formulário e ônibus) Associação HORTO obtém sentença INEXIGIBILIDADE (sentença com 91 paginas) Membros do Conselho Superior do MPSP recebem convite para audiência PUBLICA! STJ nega Mandado de Segurança de integrantes da Bancoop – com intuito de suspender a quebra do sigilo bancário. 32 Realizada audiência Publica na ALESP (presença Dep. F. Capez e Promotor Blat) Advogado ( Dr. Waldir Ramos e vitimas se reúnem com Dr. Edgar M. da Silva para entrega de documentos e DVD da audiência Publica. (todo conselho recebeu copias idênticas) – entregue NOVO apanhado de seccionais inacabadas.

30/08/11 30/08/11 30/08/11 11/09/11 18/10/11 19/10/11 24/11/11 24/11/11 29/11/11 19/12/11 19/12/11 20/12/11 25/12/11 18/01/12 09/02/12 11/02/12 16/02/12 23/02/12 23/02/12 23/02/12 29/02/12 07/03/12 13/03/12 13/03/12 13/03/12 19/03/12 02/04/12 05/04/12 20/04/12 21/04/12 10/05/12 11/05/12 15/05/12 18/05/12 21/05/12 22/05/12 30/05/12 02/06/12 05/06/12 05/06/12 05/06/12 12/06/12 21/06/12 21/06/12 21/06/12

MPSP decide não atender pedido da Bancoop de SOBRESTAMENTO – (votação 10 a zero) MPSP decide por unanimidade entrar com ação de intervenção na Bancoop (por 10 a zero) Parecer do Dr. Edgard Moreira sobre a Bancoop – aprovado pelo conselho VOTO Publicado na internet vídeos da audiência publica das vitimas da Bancoop - Alesp Atualização de decisões em 2° instância – 772 recursos negados sendo 265 apelações negadas Bancoop impede vitimas em assembleia do COLINA PARK Membro do Conselho Superior participa de reunião com vitimas – dentro do MPSP - Vídeo Taquigrafia ENTREVISTA com Dr. Edgar M da Silva (reunião feita no MPSP) Entregue de PLACA homenagem ao Conselho Superior do MPSP - foto Juiz manda Bancoop devolver dinheiro de APORTE/ANALIA Vitimas se reúnem no MPSP com Promotor Jose Carlos Blat – na sede MPSP Barra Funda Diário OFICIAL de SP - Publica texto de vitimas Bancoop ao Conselho do MPSP Nova pesquisa no TJSP – Bancoop perde 831 recursos sendo 293 apelações (2° instancia) Desembargador nega efeito suspensivo e mantem anulação assembleia do COLINA PARK Reunião com Promotor Jose Carlos Blat no MPSP (Anália/Cachoeira/Mooca/Vila Inglesa/Palmas/Horto) Criado o BLOG (https://verdadesbancoop.wordpress.com/) das vitimas da Bancoop Publicada a Transcrição da entrevista com Dr. Edgard Moreira da Silva do MPSP Elaborado relatório após analise 106 ações contra Bancoop revela divida de 18 milhões da Bancoop para com algumas vitimas. Elaborado informativo (É hora de acordo com a Bancoop?) Associação VILAGE Palmas obtém sentença de INEXIGIBILIDADE Elaborado Informativo – Combatendo conceitos errados em Seccionais Bancoop. Sai sentença da ASSOCIAÇÃO VILAGE PALMAS - INEXIGIBILIDADE Desembargadores confirmam DESCONSIDERACAO PERSONALIDADE BANCOOP Acordão da 10°camara – unanimidade em DESCONSIDERAR PERSONALIDADE BANCOOP Desembargador condena gestão da Bancoop na PENHA. OAS vai ter que dar escritura no Butantã sem cobrar – sentença (PATRICIA) Acordo Bancoop x MPSP – sem utilidade na pratica O INUTIL acordo Bancoop x MPSP – Área cível. Jornal das vitimas Bancoop: AÇÃO DE INTERVENÇÃO A CAMINHO! Nova pesquisa no TJSP – Bancoop perde 953 recursos sendo 368 apelações (2° instancia) OAB cita trabalho escravo na ex seccional Bancoop/ ILHAS DE ITALIA/ OAS (TV) Juiz da BRONCA na Bancoop que a 6 anos não paga 19 mil ! Desembargadores responsabilizam Bancoop e Sindicato, na PENHA! Oficial de justiça não encontra nenhum diretor na Bancoop – veja processo AQUI JORNAL FOLHA Publica: Tesoureiro do PT terá que pagar dívida da Bancoop Bancoop tenta EMBARGAR derrota em ação do MPSP e perde ! Bancoop não devolve 29 mil e juiz corrige para 147 mil. Bancoop lança relatório financeiro e revela que tem 85 milhões em dividas. DESEMBARGADOR condena Bancoop a restituir vitima do BELA CINTRA NOVA Associação do ANALIA erra e entra contra vitimas- Juiz condena. Inexigibilidade na Praia Grande- e má fé da Bancoop, diz juiz! Desembargadores CONFIRMAM que assembleia COLINA PARK é NULA. Mandaqui – grupo obtém inexigibilidade de débitos. 33 Ministério Público de São Paulo entra com pedido de INTERVENÇÃO JUDICIAL na Bancoop Petição inicial do MPSP – Intervenção- num: 583.00.2012.159572-6 (veja aqui)

22/06/12 26/06/12 29/06/12 08/07/12 13/07/12 16/07/12 18/07/12 26/07/12 31/07/12 01/08/12 01/08/12 01/08/12 15/08/12 25/08/12 02/08/12 08/08/12 09/08/12 09/08/12 09/08/12 14/08/12 14/08/12 14/08/12 16/08/12 21/08/12 22/08/12 22/08/12 23/08/12 24/08/12 25/08/12 25/08/12 27/08/12 28/08/12 28/08/12 10/09/12 19/09/12 21/09/12 24/09/12 25/09/12 27/09/12 27/09/12 30/09/12 02/10/12 03/10/12 03/10/12 03/10/12 22/10/12 24/10/12 07/11/12

JORNAL ESTADO comenta ação do MPSP pedindo INTERVENÇÃO NA BANCOOP Justiça não da LIMINAR no processo de INTERVENÇÃO! Nova vitória de vitima no ANALIA – INEXIGIBILIDADE E ESCRITURA
Jornal das TARDE cita caso Bancoop. Como 28 integrantes do MPSP ajudam vitimas da Bancoop!

Atas revelam ENVOLVIMENTO politico na Bancoop ! Sede da Bancoop é avaliada em 1 milhão e vai a penhora! Bancoop faz acordo e não devolve na MOOCA. Saint Felipe – cobrança da Bancoop negada (ação individual) Bancoop já tem 1042 recursos negados e 410 apelações negadas (2° instância) Veja como as CAMARAS estão decidindo no caso Bancoop.
Desembargador chama Bancoop de atrapalhada e desorganizada. Vitima do MAISON PIAGET sem dinheiro e unidade por 8 anos.

Mais 4 vitimas de seccionais diferentes obtém INEXIGIBILIDADE. ATA da criação do FGQ Bancoop. Bancoop vende terreno no VILANDRY e não devolve dinheiro. Mpsp recorre e não obtém LIMINAR de INTERVENÇÃO. Novo grupo do ANALIA obtém INEXIGIBILIDADE (2° INSTANCIA) Juiz diz que Bancoop esta INSOLVENTE. Desembargadores corrigem sentença ruim no SOLAR DE SANTANA Desembargadores criticam a Bancoop na PENHA Morada Inglesa- Desembargadores mandam dar Chaves e dizem - APORTE NULO. Desembargador manda Bancoop pagar 3.5 milhão no CLEMENTINO Conta Bancoop penhorada para garantir vitima do GUADALUPE. Bancoop confessa Não ter 140 livros contábeis. Desembargador qualifica Bancoop de FALSA. Bancoop não paga 21 mil agora é executada em 663 mil (palmas) Bancoop paga no CASA VERDE e leilão da SEDE BANCOOP é suspenso! Como se defender nos INACABADOS BANCOOP? Regulamento do FGQ Bancoop. Juiz manda Bancoop pagar 1 milhão em 1 ação. (dirigentes pagarem) Novas vitórias Pêssego e Ubatuba Assembleia suspensa no COLINA PARK – recurso Bancoop negado! Bancoop condenada a devolver 90 mil e multada por ma-fé. Desembargador fala em INEXIGIBILIDADE NO CASA VERDE.
Vitimas em INACABADOS podem usar o artigo 299 para se livrar de cobranças. Juiz manda devolver DEPOSITO EM JUIZO no ANALIA. A importância do TERMO DE ADESÃO.

Juiz manda devolver 274 mil no ANALIA. O atraso em seccionais Bancoop. Juízes forçam a Bancoop pagar 2.1 milhões judicialmente em 20 ações. (Bancoop pagou) Juiz penhora terreno das vitimas do COLINA PARK (por falta de pgto. da Bancoop) Juiz do acordo MPSP x Bancoop NÃO ACEITA o próprio acordo que ele homologou! Desembargadores falam e GOLPE IMOBILIARIO, NOVA ENCOL, E FALSA. Desembargadores mandam Bancoop pagar aluguéis de vítima! Juíza cita AUDITORIA NA BANCOOP – sem advogado cooperado ganha! (Daniel) ASSOCIAÇÃO CACHOEIRA obtém vitória final na 2ª instância do TJSP (FESTA) Vitima da Bancoop vence a OAS no ILHAS DE ITÁLIA (Nourimar)

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14/11/12 14/11/12 27/11/12 02/12/12 03/12/12 28/11/12 19/12/12 19/12/12 10/01/13 25/01/13 29/01/13 06/02/13 06/02/13 07/02/13 08/02/13 19/02/13 21/02/13 21/02/13 23/02/13 27/02/13 08/03/13 18/03/13 19/03/13 15/05/13

OAS sucessora da Bancoop tem cobrança condenada (2ª inst.) no BUTANTÃ - Suely Juiz da causa ganha para vitima que não usou advogado! (Micivaldo) Desembargadores falam em situação ABERRANTE no HORTO e mandam escriturar!
JORNAL VÍTIMAS BANCOOP - INACABADOS

Ex-assessora (Rosemary) pediu favores financeiros a VACCARI NETO
Bancoop/OAS não devolve dinheiro no GUARAPIRANGA PARK

Juiz manda escriturar no MORADA INGLESA (Edgard) Desembargador diz que nada deve ser pago no SOLAR SANTANA - GRUPO DISFARÇADO! Bancoop queria 1.2 milhão no HORTO pra não fazer nada! Novo JORNAL para vitimas Bancoop CASA VERDE Respostas para vítimas Bancoop CASA VERDE Juíza CRIMINAL convoca testemunhas (Caso Bancoop) - O processo VEJA parte da denúncia criminal – caso Bancoop Programa GENTE QUE FALA (Aborda o FALSO COOPERATIVISMO) - AQUI 'Sumido', tesoureiro do PT é intimado à revelia Desembargador reverte sentença ruim de vitima Bancoop na PENHA Juiz manda a OAS escriturar sem custos – ILHAS ITALIA REGIANE Bancoop entra cobrando, sai tendo que ESCRITURAR (Casa VERDE Marcia) Construtora OAS tenta DESPEJAR vitimas Bancoop Juiz : OAS não pode despejar vitima Bancoop - Decretada má fé processual - AQUI JORNAL VITIMAS BANCOOP – OAS não pode nada! Vitima Bancoop corrige BLOG JOSE DIRCEU (que publica correção) Desembargador manda OAS escriturar no Butantã - Dante Desembargador manda ESCRITURAR Praia Grande. 04 03 13 Desembargador diz que BANCOOP não cumpre acordo feito com MPSP

13/08/13

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