PROJETO AMIGOS DE DEUS

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Conforme orienta o Projeto Amigos de Deus, as campanhas para motivar os servos dos Grupos de Oração deverão ser realizadas a partir do mês de julho nas reuniões de servos. Todas as campanhas terão um subsídio que apresentará as sugestões de ações a serem realizadas para motivar os servos a vivenciar as práticas espirituais de cada campanha. Porém, os responsáveis pelo Projeto no Grupo de Oração devem ficar livres para criar outras ações que possam ajudar a motivar os servos. O importante é que a motivação seja realizada em todas as semanas durante as Reuniões de Servos ou, se o Grupo de Oração não tiver Reunião de Servos semanais, a motivação poderá ser realizada no final da Reunião de Oração, mas apenas para os servos. Portanto, para esta motivação deverá ser realizada uma breve reunião de servos quando encerrar a Reunião de Oração.

“Boa coisa é a oração acompanhada de jejum... Eu sou o anjo Rafael, um dos sete que assistimos na presença de Deus”. (Tb. 12,8a; 15)

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2ª CAMPANHA: ORAÇÃO PESSOAL e ROSÁRIO

1ª Semana a) Decorar a sala onde acontecerá a Reunião de Servos com cartazes e/ou faixas informando que está iniciando a segunda campanha do Projeto Amigos de Deus. b) Também poder-se-ia colar cartazes nas paredes com mensagens sobre o Rosário e sobre a Oração Pessoal. Preparar um altar para expor a imagem de Nossa Senhora adornando-a com flores (rosas se possível) em número suficiente para que no final da Reunião cada servo receba uma. c) Fazer uma dinâmica na Reunião de Servos mostrando que a Leitura Orante da Palavra de Deus e o Jejum que estamos praticando devem ser acompanhados de nossa oração pessoal e da meditação do Santo Rosário para que a nossa vida se transforme.

Dinâmica: PALAVRA QUE TRANSFORMA Objetivos: Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas. Que a vida pessoal de oração nos faz absorver aquilo que a Palavra de Deus tem para realizar em nós. Material: Uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água. Descrição: 1. Se explica que a água é a Palavra de Deus e que o objeto somos nós. 2. Depois se coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor. 3. Após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois o vidro de remédio e por último a esponja.

“Boa coisa é a oração acompanhada de jejum... Eu sou o anjo Rafael, um dos sete que assistimos na presença de Deus”. (Tb. 12,8a; 15)

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Como Fazer: 1. Dê um objeto para cada pessoa. 2. Colocar primeiro a bolinha de isopor na água. Refletir: o isopor não afunda e nem absorve a água. a) Como nós absorvemos a Palavra de Deus? b) Somos também impermeáveis? 3. Mergulhar o giz na água. Refletir: o giz retém a água só para si, sem repartir. a) E nós? 4. Encher de água o vidrinho de remédio. Despejar toda a água que ele se encheu. Refletir : o vidrinho tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo. a) E nós? 5. Mergulhar a esponja e espremer a água. Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada. Assim acontece conosco quando praticamos o Jejum e a Lectio Divina e temos a prática constante da oração pessoal. Iluminação Bíblica: "Lembrai-vos de Moisés, servo do Senhor: Amalec, que confiava em sua força, em seu poder, em seu exército, em seus escudos, em seus carros e cavaleiros, foi derrotado por ele, não com a força das armas, mas com o poder da santa oração". (Jt 4,13)
“Boa coisa é a oração acompanhada de jejum... Eu sou o anjo Rafael, um dos sete que assistimos na presença de Deus”. (Tb. 12,8a; 15)

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Encerrar com um momento de oração pedindo a intercessão de Nossa Senhora por toda a RCC e pelos servos do Grupo de Oração, para que sejamos perseverantes no exercício das práticas espirituais. Entregar uma rosa e, se possível um terço para cada servo, enquanto se canta uma música em honra a Nossa Senhora.
2ª Semana Preparar um ensino para motivar os servos a refletirem sobre a necessidade da meditação do Rosário. Este ensino deve ser breve (15 a 20 minutos) e deve ser ministrado na reunião de servos do Grupo de Oração. Podem utilizar um dos seguintes conteúdos: Sugestão 1)

A importância de meditar o Rosário 1 - Meditar é a mesma coisa que pensar com o afeto da vontade na verdade e no bem que encerram os Mistérios do Rosário. Aqui meditar é a mesma coisa que contemplar embora o significado destas duas palavras, em si, seja um pouco diferente. Meditar exige que nós nos esforcemos por pensar e conhecer qualquer coisa discorrendo ou refletindo sobre ela. Porém, contemplar é pensar e conhecer por intuição ou simples olhar da - nossa inteligência, mas sem discorrer ou refletir. 2 - Com efeito, a verdade e o bem são-nos necessários, pois são o objeto da nossa inteligência e da nossa vontade, cuja tendência é possuí-los e gozá-los. De nada aproveitam se não os conhecemos, se não pensamos ou meditamos neles. Todos os cristãos recebem no dia do seu Batismo a luz e o dom da fé. Mas quantos infelizmente, sem deixarem de crer, vivem como se não tivessem a fé que para eles é morta. Acreditam nas verdades religiosas, mas não as vivem, não as põem em prática, não fazem delas caminho para a vida eterna. De pouco vale acreditar nessas verdades que a fé nos apresenta envolvidas em véus sem a meditação dessas verdades. O Rosário é, em primeiro lugar, oração vocal e deve ser acima de tudo, oração de meditação que nos leva a penetrar os Mistérios que a fé nos propõe para crer.
“Boa coisa é a oração acompanhada de jejum... Eu sou o anjo Rafael, um dos sete que assistimos na presença de Deus”. (Tb. 12,8a; 15)

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3 - A meditação não pode rasgar, por si, os véus em que a fé nos apresenta as verdades da nossa religião. O homem, pela fé, está em presença dos grandes Mistérios divinos que jorram da fonte infinita da verdade, do bem e da vida, que é Deus. Essa fonte é, portanto, a Divindade-Deus uno na Trindade de Pessoas que se aproximam de nós por Jesus Cristo, Filho de Deus feito Homem. Como Jesus dizia, a vida eterna consiste em conhecê-Lo a Ele e, por meio dEle, conhecer a Deus Pai. Enquanto estamos no mundo, de passagem para a eternidade, não podemos ter a visão da glória do Céu, onde a nossa alma verá satisfeita todas as suas aspirações de Luz, de Bem, de Vida e Felicidade. As insondáveis riquezas de Deus estão encerradas em Jesus, Deus Humanado, cuja vida neste mundo, sem deixar de ser divina, foi humana como a nossa, mas toda cheia de Deus. O Rosário, que é oração de meditação, levanos a copiar e a viver essa vida de Jesus, tornando a nossa divina como a dEle. O Rosário contém, através dos seus 20 Mistérios, o Livro da Vida que é Jesus Cristo. Com razão S. Luis Grignon de Montfort, grande apóstolo do Rosário, escreveu que o Rosário «divide a vida de Jesus e a de Maria em 20 Mistérios, que nos representam as suas virtudes e ações como em 20 quadros, cujos traços devem servir-nos de regra e exemplo para a orientação da nossa vida. São 20 archotes a guiar-nos neste mundo, 20 focos brilhantes para nos conhecermos a nós mesmos e para atear o fogo do seu amor em nossos corações, 20 fogueiras para nos consumirem completamente em suas chamas. (Cf. O Segredo admirável, 3ª dezena) 4 - Os frutos desta vivência são todos os que são próprios do Rosário, como veremos noutra ocasião. Porque a meditação, como já se disse, é a parte mais importante na sua recitação. Porque as vidas de Jesus e de Maria estão 'intimamente associadas, ao meditar os seus Mistérios, aparece-nos neles a graça de Jesus, que nos é dada por Maria. A fé e o amor que abrasam a alma nessa meditação são eficazes para determinarem a influência divinizadora de Jesus e de Maria e levam-nos a um maior conhecimento e amor divinos: acrescentam em nós essa vida divina. Quem medita bem o Rosário, recebe como diz S. Tomás, o efeito principal da meditação, isto é, a graça da devoção que é a vontade e o afeto com que servimos a Deus, como resultado natural da consideração da verdade e do bem divinos que se encerram nos Mistérios do Rosário.
(Livro - Manual do Rosário - Ed. do Secretariado Nacional do Rosário - Fátima - Portugal. P. 520 e 521)
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Sugestão 2) O Rosário O Santo Rosário é considerado a oração perfeita porque junto com ele está a majestosa históriá de nossa salvação. Com o rosário, meditamos os mistérios de gozo, de Luz, de dor e de glória de Jesus e Maria. É uma oração simples e humilde, como Maria. A Virgem sempre nos dá o que pedimos. Ela une sua oração à nossa. Portanto, esta é mais poderosa, porque Maria recebe o que ela pede, Jesus nunca diz não ao que Sua Mãe lhe pede. Em cada uma de suas aparições, nos convida a rezar o Rosário como uma arma poderosa contra o maligno, para nos trazer a verdadeira paz. É uma oração bíblica. Não só a vida de Cristo, como também as orações que o compõem são bíblicas. A começar pelo Pai-Nosso, ensinado pelo próprio Nosso Senhor Jesus Cristo aos Apóstolos, quando estes pediram: "Ensinai-nos a rezar" (Lucas 11). O Divino Redentor pronunciou as palavras do Pai-Nosso, indicando-nos o meio de glorificar a Deus. É claro que Ele não deixará de ouvir-nos, uma vez que suplicamos com as próprias palavras que Ele nos ensinou. A Ave-Maria foi ensinada por Deus Pai, através do anjo Gabriel (Lucas 1,28) e pelo Espírito Santo, através da boca de Isabel (Lucas 1,42). Sem dúvida, uma das mais belas orações é a Ave-Maria, composta com a saudação do Arcanjo São Gabriel, "Ave, ó cheia de graça, o Senhor é contigo"; com as palavras de Santa Isabel, "Bendita sois Vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre"; e com o acréscimo inserido pela Igreja no ano de 429 (Papa Celestino I), "Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém". Quando rezamos a Ave-Maria, realizamos hoje a profecia do Magnificat: “Todas as gerações me chamarão de bendita" (Lucas 1,48). Em poucas palavras essa oração encerra as principais grandezas de Nossa Senhora O Credo é o símbolo dos Apóstolos, composto com os dogmas da Igreja. O Glória é uma glorificação à Santíssima Trindade. A Salve-Rainha é uma saudação amorosa que fazemos a mãe de Jesus e nossa Mãe. São Luís diz que os hereges têm horror à Ave-Maria. Eles podem até aprender a recitar o Pai-Nosso, mas nunca a Ave-Maria: " Prefeririam carregar sobre si uma serpente antes que um rosário”.
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Não há graças que Deus não nos possa alcançar por meio de Maria a quem peça por meio do Rosário. No entanto é bom lembrar que devemos nos preparar para alcançar as graças que tanto pedimos. Disse o Papa Pio X: “O Rosário é a mais bela e a mais preciosa de todas as orações e interventor de todas as graças: é a prece que mais toca o coração da Mãe Deus. Rezai-o todos os dias". João Paulo II: "O Rosário, lentamente recitado e meditado em família, em comunidade ou pessoalmente, vos fará, penetrar pouco a pouco nos sentimentos de Jesus Cristo e de sua Mãe, evocando todos os acontecimentos que são a chave de nossa salvação". As virtudes e os Mistérios do Santo Rosário Mistérios Gozosos 1 - A Anunciação à Nossa Senhora. A humildade. 2- A Visitação à Sta. Isabel. A virtude da Caridade. 3- O Nascimento de Nosso Senhor. O desapego ao material. 4- A Apresentação do Menino. O oferecimento de nosso ser ao Pai. 5- A perda no Templo. O zelo apostólico. Mistérios Luminosos 1- Batismo de Jesus por João Batista, no rio Jordão. Renovação da graça do Batismo. 2- Auto-revelação de Cristo nas bodas de Caná. Fidelidade na família. 3- Anúncio do Reino e convite à conversão. Fervor apostólico. 4- Transfiguração de Cristo. Conversão. 5- Instituição da Santíssima Eucaristia por Jesus. Amor reparador. Mistérios Dolorosos 1 - A Oração no Horto. A Opção pelo sacrifício. 2- A Flagelação do Senhor. O domínio corporal. 3- A Coroação de espinhos. A retidão mental. 4- Jesus carregando a Cruz. A Paciência. 5- A Morte de Nosso Senhor. A aceitação da Vontade Divina.

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Mistérios Gloriosos l- A Ressurreição de Jesus. A virtude da Fé. 2- A Ascensão do Senhor. A virtude da Esperança. 3- O envio do Espírito Santo. O Amor Divino. 4- A Assunção de Maria Santíssima. A Boa Morte. 5- A Coroação de Nossa Senhora. A intercessão de Nossa Mãe. Benefícios do Rosário 1. Nos eleva gradualmente ao perfeito conhecimento de Jesus Cristo. 2. Purifica nossas almas do pecado. 3. Permite-nos vencer nossos inimigos. 4. Facilita-nos a prática das virtudes. 5. Inflama-nos do amor de Jesus Cristo. 6. Obtém-nos de Deus toda classe de graças. 7. Proporciona a nós com o que pagar todas as nossas dívidas com Deus e com os homens. Bênçãos do Rosário 1. Os pecadores obtêm o perdão. 2. As almas sedentas são saciadas. 3. Os que estão atados vêem seus nós desatados. 4. Os que choram encontram alegria. 5. Os que são tentados encontram tranqüilidade. 6. Os pobres são socorridos. 7. Os religiosos são reformados.
“Boa coisa é a oração acompanhada de jejum... Eu sou o anjo Rafael, um dos sete que assistimos na presença de Deus”. (Tb. 12,8a; 15)

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8. Os ignorantes são instruídos. 9. Os vivos triunfam sobre a vaidade. 10. Os mortos alcançam a misericórdia por via de sufrágios.
(Fonte: www.rosarioperpetuo.com.br)

3ª Semana a) Preparar lembrancinhas que motivem as vivência da Lectio Divina, do Jejum, da Oração Pessoal e do Santo Rosário e entregar para os servos no final da Reunião de Servos ou no final da Reunião de Oração. b) Orientar para que se faça uma partilha sobre os resultados da vivência das práticas espirituais na vida dos servos. Seria interessante selecionar antecipadamente alguns servos que tenham algum testemunho relacionado à vivência das práticas espirituais para partilhar na reunião de servos.

4ª Semana Ministrar um breve ensino sobre a Oração Pessoal. Sugerimos o conteúdo a seguir:

Oração Pessoal
A oração pessoal é um momento de intimidade com Deus, um diálogo sincero essencial de amor, um encontro espontâneo no sentido do ser. São características necessárias à oração: um tempo reservado, fidelidade e a perseverança. Este tipo de oração pode ser Vocal ou Mental, devendo ser observados alguns aspectos práticos, como o lugar onde se vai rezar, ter um ambiente acolhedor, um horário, uma postura corporal e um diário espiritual para anotar as inspirações do Senhor.

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A oração pessoal é um dos meios, mais eficazes de crescimento espiritual, visto que é uma necessidade natural do fiel, tanto quanto comer e o respirar, devendo desta forma, ser natural e agradável. Jesus nos ensina a orar Jesus, O Filho de Deus aprendeu a rezar segundo o seu coração de homem. Aprendeu a orar com sua mãe, Maria, que conservava todas as "Grandes Coisas" do Todo-Poderoso e as meditava em seu coração. (Lc 1,49) Jesus sempre orou antes dos momentos decisivos de sua missão: • Antes de o Pai dar testemunho dEle por ocasião do Batismo. (Lc 3,21) • Antes da Transfiguração. (Lc 9,28) • Antes de realizar por sua Paixão o plano de Deus. (Lc 22,41) • Antes de escolher os doze apóstolos. (Lc 6,12) • Antes que Pedro o confesse como o Cristo de Deus. (Lc 9,18ss) • Pede para que a fé do chefe da Igreja não desfaleça. (Lc 22,32) Jesus ao orar, nos ensina como devemos fazer nossa oração. O caminho da nossa oração é a oração a seu Pai. Como pedagogo, ele nos toma onde estamos e nos conduz ao Pai. Abaixo veremos alguns exemplos dados por Jesus: • Reconciliação com o irmão. (Mt 5,23-24) • Amor e oração aos inimigos. (Mt 5,44-45) • Orar ao Pai em segredo. (Mt 6,6) • Não Multiplicar palavras. (Mt 6,7) • Perdoar do fundo do coração. (Mt 6,14-15) • A pureza de coração e a buscar do reino. (Mt 6,21-25) A fé é um elemento essencial para oração. • Audácia na Oração. (Mc 11,24) • Força da oração. (Mc 9,23) • Fé que não se hesita. (Mt 21,22) • Jesus admira a fé. (Mt 8,10, Mt 15,28)

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Três parábolas principais sobre a oração nos são transmitidas segundo são Lucas. São elas.

• Oração persistente – Lc 11,5-13 • Qualidade da oração – Lc 18,1-8 • Humildade na oração – Lc 19,9-14 As Formas de Oração A oração pode acontecer de diversas formas, de acordo com as intenções, sentimentos e necessidades do orante e, também, com as moções do Espírito Santo. São elas: • Oração de Louvor • Oração de Ação de Graças • Oração de Adoração • Oração em línguas • Oração de Escuta • Oração de Súplica • Oração de Entrega • Oração de Intercessão • Oração de Cura São muitas as formas de se orar, todas elas necessárias ao crescimento espiritual do fiel, no entanto, é mesmo Espírito que move o orante no momento certo, para que este receba e viva a graça de uma caminhada de oração em busca da santidade.
(Fonte: www.rccjovem.com)

Para refletir: Como vai a sua vida de oração pessoal? Se você ainda não faz oração pessoal, escolha um horário, combine com o Senhor este encontro diário e peça ao Espírito Santo que lhe torne fiel e perseverante a ele.

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Sugestão: Entregar para cada servo ou orientar para que adquiram um diário espiritual para ser utilizado no momento de sua oração pessoal. 5ª Semana Durante a Reunião de Servos ou no final da Reunião de Oração, motivar os servos para continuar a vivenciar as práticas espirituais da Lectio Divina, do Jejum, da Oração Pessoal e da Meditação do Rosário. Dividir os servos em duplas e orientar para que durante a semana um motive o outro a realizar as práticas espirituais.

6ª Semana a) Na reunião de servos ou no final da reunião de oração (Grupo de Oração), o responsável pelo Projeto Amigos de Deus no Grupo de Oração deve perguntar aos servos se todos conseguiram praticar nas semanas anteriores o jejum e a Lectio Divina, a Oração Pessoal e a Meditação do Rosário. Identificar as dificuldades. b) Preparar frases (em forma de lembrancinhas) motivacionais sobre o jejum e a Lectio Divina, a Oração Pessoal e a Meditação do Rosário e entregar para os servos após a reunião de servos ou reunião de oração. c) As duplas poderiam enviar mensagem para o celular dos servos durante a semana, lembrando-os do jejum da próxima sexta-feira e incentivando-os e continuarem as demais práticas espirituais.

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7ª Semana É muito importante que todos os servos já tenham iniciado as práticas espirituais do Jejum (com exceção daqueles que tem restrição de saúde), da Lectio Divina, da Oração Pessoal e do Rosário. Por isso é fundamental que haja um acompanhamento bastante metódico, de forma que os responsáveis pelo Projeto Amigos de Deus no Grupo de Oração possam ajudar aqueles que ainda não conseguiram iniciar. Nesta sétima semana da segunda campanha, sugerimos que durante a Reunião de Servos incentivem-se todos a partilhar as suas experiências e testemunhos durante este período de vivência destas práticas espirituais. Após a partilha, pode-se conduzir um momento de oração clamando a ajuda do Espírito Santo para que nos mantenhamos fieis e perseverantes nesta disciplina espiritual. Pode-se sugerir que, em duplas, um servo ore pelo outro clamando o Batismo no Espírito Santo. Após a reunião pode-se entregar aos servos lembrancinhas com frases motivando a vivência do jejum, a Lectio Divina, a Oração Pessoal e o Rosário. 8ª Semana Nesta semana sugerimos reforçar a necessidade da vivência das práticas espirituais abordadas na primeira campanha. Para isso orientamos que o responsável pelo Projeto Amigos de Deus ou algum outro servo ministre nestas duas semanas um breve ensino para relembrar os conceitos da Lectio Divina e do Jejum. Sugerimos o seguinte conteúdo: Lectio Divina – Modelo de Oração A busca e o encontro pessoal com Deus se verificam no diálogo. O verdadeiro Deus, que fala e com quem se pode falar. Nisto consiste a oração ao Pai. Para a tradição cristã primitiva, o dialogo com Deus tem dois tempos: a leitura e a oração. Santo Agostinho, já dizia: “Tua oração é um colóquio com Deus. Quando lês, te fala Deus; quando oras, tu falas a Deus”.
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A Lectio Divina é a leitura crente e orante da Palavra de Deus, feita a partir da fé em Jesus, isto é, Leitura de Deus ou mesmo Leitura Divina. São requisitos e disposições para a Lectio Divina: • Um ambiente favorável • Pureza de coração • Desprendimento e docilidade • Espírito de Oração O método da Lectio Divina consiste em quatro degraus: Leitura, meditação, Oração e Contemplação. Trata-se aqui, de um processo dinâmico de leitura, em que várias etapas nascem uma da outra, onde estas quatro fases existem e atuam juntas durante todo o processo. Leitura – É o primeiro passo para se conhecer e amar a Palavra de Deus, devendo ser perseverante e diária, sendo assim o ponto de partida para a oração. A leitura responde a questão: O que diz o texto? Meditação – É o que o texto diz para mim. É o esforço que se faz para se situar no texto lido e trazê-lo para nossa realidade de vida tanto pessoal como social. Oração – A atitude de oração está presente desde o começo do processo. Mas deve-se haver momento especial, próprio, para falarmos com Deus de acordo com a inspiração do momento. (louvor, Súplica, Entrega, etc.) Contemplação – É enxergar, saborear e depois agir. É o último degrau, porém este se torna patamar para um novo começo. Neste momento recria a alma fatigada; nutre quem tem fome; sacia-se a sede, a aridez. Em resumo é a capacidade de perceber a presença de Deus na nossa realidade de vida. Com certeza a Lectio Divina poderá nos trazer muito frutos. Além dos frutos citados em Gálatas 5, 22-23, poderemos observar: O fervor espiritual, mentalidade Bíblica, vida de oração e uma felicidade verdadeira. No final da Reunião deve-se fazer motivação para o exercício do Jejum, da Lectio Divina, da Oração Pessoal e da Meditação do Rosário.

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9ª Semana Continuando com a motivação das práticas espirituais abordadas na primeira campanha, orientamos para a realização de um breve ensino relembrando alguns conceitos sobre o Jejum. Sugerimos o seguinte conteúdo:

A IMPORTÂNCIA DO JEJUM E ORAÇÃO

Um cristão deve jejuar? Claro que sim! O próprio Senhor Jesus jejuava – em Mateus 4:2 lemos que Ele passou em jejum um período de quarenta dias. O mesmo Senhor incluiu o jejum em suas recomendações no Sermão da Montanha (Mateus 6:16-18) e garantiu que o jejum praticado com a correta motivação trará resultados: “e teu Pai, que vêm em secreto, te recompensará” (Mateus 6:18). Sobre o jejum, em Lucas 5:35, Jesus afirmou que após a sua partida os seus discípulos teriam a necessidade de jejuar. O mesmo texto mostra que os discípulos de João Batista faziam freqüentes jejuns. Também o jejum foi citado por Jesus na explicação que deu aos discípulos que não conseguiram lidar com o menino que era atormentado por um espírito demoníaco: “esta casta não pode sair senão por meio de oração e jejum” (Marcos 9:29). O livro dos Atos dos Apóstolos relata a prática do jejum pela liderança da Igreja em Antioquia: “E servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram.” (Atos 13:2 e 3). No mesmo livro dos Atos, no relato acerca da primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé, lemos que antes de escolherem os presbíteros para as Igrejas, os apóstolos promoviam jejuns e orações (Atos 14:23). Além destes apóstolos, a Bíblia nos apresenta uma galeria de homens e mulheres de Deus que praticaram jejuns e orações: Moisés (Êxodo 34:28;
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Deuteronômio 9:9, 18), Davi (2 Samuel 12:16), Esdras (Esdras 8:21-23), Neemias (Neemias 1:4), Ester (Ester 4:16), Daniel (Daniel 9:3), Ana (Lucas 2:37), dentre outros. Por tudo isto não resta dúvidas que o jejum, junto com a oração, é prática necessária para os crentes poderem crescer espiritualmente e para que a Igreja alcance excelência no exercício de seus ministérios. Uma coisa é clara: a teologia do jejum é uma teologia de prioridades na qual os crentes têm a oportunidade de se expressar em uma devoção intensa e por completo ao Senhor e às preocupações da vida espiritual. Os seguidores de Cristo vão poder expressar essa devoção quando escolhem abster-se por um curto período de tempo das coisas boas e normais, tais como comida e bebida, para que possam então gozar de um tempo de comunhão com o Senhor sem nenhuma interrupção. “Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus” (Hebreus 10:19), quer seja jejuando ou não, é uma das coisas maravilhosas que podemos experimentar em nossa caminhada espiritual e que é nossa em Cristo. Oração e jejum não devem ser um fardo ou um tarefa, mas sim uma celebração consagrada da bondade de Deus e de Sua misericórdia para com Seus filhos. A Igreja reconhece o valor e o significado profundo do jejum para a espiritualidade cristã. O quinto mandamento da Igreja nos orienta a “Jejuar e abster-se de carne, conforme manda a Santa Mãe Igreja” (Catecismo, 2043). Entre os chamados Padres da Igreja, os primeiros teólogos das origens cristãs, Santo Agostinho reconhece o valor espiritual e moral do jejum: “a abstinência purifica a alma, eleva a mente, subordina a carne ao espírito, cria um coração humilde e contrito, espalha as nuvens da concupiscência, extingue o fogo da luxúria e acende a verdadeira luz da castidade” (Sermão sobre a oração e o jejum). Em nosso tempo, a Igreja ainda recomenda a prática do jejum. O jejum é citado no Catecismo da Igreja Católica em 9 parágrafos específicos. Os parágrafos são: 575, 1387, 1430, 1434, 1438, 1755, 1969, 2043 e 2742. Síntese desse ensinamento é a mensagem de que os gestos exteriores (saco e cinzas, jejuns e mortificações) não devem ser vazios, mas devem ser acompanhados da conversão do coração ou da penitência interior: é por essa razão que o jejum é associado ao Sacramento da Reconciliação.
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Além do jejum, a oração e a esmola aparecem como as principais formas de expressão da penitência interior. Assim, o jejum, a oração e a esmola representam a conversão em relação a si mesmo, a Deus e aos outros (Catecismo, 1434). Como afirmou o Papa Bento XVI, na homilia da celebração da Quarta-Feira de Cinzas, deste ano, “em relação harmoniosa com a oração, também o jejum e a esmola podem ser considerados lugares de aprendizagem e prática da esperança cristã”. O Concílio Vaticano II assim nos ensina: “A penitência do tempo quaresmal não deve ser somente interna e individual, mas também externa e social. Fomente-se a prática penitencial de acordo com as possibilidades de nosso tempo, dos diversos países e da condição dos fiéis (...). Tenha-se como sagrado o jejum pascal que há de celebrar-se em todos os lugares na Sextafeira da Paixão e Morte do Senhor e ainda estender-se segundo as circunstancias, ao Sábado Santo, para que deste modo cheguemos à alegria do Domingo da Ressurreição com ânimo elevado e grande entusiasmo” (Sacrosanctum Concilium, n. 110). Para o Papa Bento XVI, “jejuar significa aceitar um aspecto essencial da vida cristã. É necessário redescobrir também o aspecto corporal da fé, a abstinência do alimento é um desses aspectos” (Joseph Ratzinger, no livro A Fé em crise?). 10ª Semana Nesta semana sugerimos que na Reunião de Servos ou no final da Reunião de Oração, seja reforçada a necessidade da vivencia das práticas espirituais do Jejum, da Lectio Divina, da Meditação do Rosário e da Oração Pessoal. Sugerimos recomendar aos servos a utilização de um diário pessoal para acompanhar o progresso da vivencia das práticas espirituais. Dia/mês Jejum Lectio Divina Oração Rosário

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PROJETO AMIGOS DE DEUS
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11ª Semana a) Reservar um momento da Reunião de Servos para que se faça uma motivação para que todos os servos continuem firmes no exercício das práticas espirituais. b) Após a motivação sugerir que cada participante partilhe com o grupo as suas experiências no exercício das práticas espirituais. Deve-se partilhar também as dificuldades que estão enfrentando. c) Motivar os servos para partilhar o seu testemunho relacionado a algo que Deus já fez em suas vidas e que foi atribuído ao exercício das práticas espirituais. d) Preparar frases (em forma de lembrancinhas) motivacionais sobre a oração e a meditação do Rosário e entregar para os servos no final da reunião. 12ª Semana Nesta última semana da segunda campanha é muito importante que se faça um esclarecimento no sentido de que todos os servos compreendam que é necessário continuar a praticar a Lectio Divina o Jejum, a Oração Pessoal e a Meditação do Rosário. É importante também fazer motivação para a vivência das práticas espirituais da terceira campanha (Confissão e Adoração) que vai iniciar na próxima semana nos meses de Abril a Junho de 2011. Preparar frases (em forma de lembrancinhas) motivacionais sobre a Confissão e a Adoração e entregar para os servos no final da reunião. Fazer uma breve formação sobre a Adoração. Podem utilizar o conteúdo a seguir:

“Boa coisa é a oração acompanhada de jejum... Eu sou o anjo Rafael, um dos sete que assistimos na presença de Deus”. (Tb. 12,8a; 15)

PROJETO AMIGOS DE DEUS
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Adoração
Adorarás o Senhor, teu Deus, e só a Ele prestarás culto (Lc 4,8). A adoração é o primeiro ato da virtude da religião. Adorar a Deus é reconhecêlo como Deus, como o Criador e o Salvador, o Senhor e o Mestre de tudo o que existe, o Amor infinito e misericordioso. Mas para vivenciar esse momento plenamente, é necessário entender o que é adorar e o porquê de adorar... O que é Adorar? A adoração exige amor extremo, sem reservas, fazendo com que a pessoa, seja levada a reverenciar a Deus com orações, devoção e honra. "Adorar a Deus é, no respeito e na submissão absoluta, reconhecer 'o nada da criatura', que não existe a não ser por Deus. Adorar a Deus é, como Maria no Magnificat, louvá-lo, exaltá-lo e humilhar-se a si mesmo, confessando com gratidão que ele fez grandes coisas e que seu nome é santo. Adoração do Deus único liberta o homem de se fechar em si mesmo, da escravidão do pecado e da idolatria do mundo." (CIC 2096, 2097). Porque adorar? A adoração é o primeiro ato da virtude da religião. Adorar a Deus é reconhecêlo como Deus, como o Criador e o Salvador, o Senhor e o Mestre de Tudo o que existe, o Amor infinito e misericordioso. “Adorarás o senhor teu Deus, e só a ele prestarás culto” (Lc 4,8), diz Jesus, citando o Deuteronômio (6,13). Toda vez que estivermos perante o Santíssimo esteja Ele exposto ou no sacrário devemos nos colocar numa atitude de despojamento e professarmos a fé na sua presença no pão e no vinho que para nós são Corpo e Sangue de Cristo. E devemos fazê-lo de forma espontânea e com todo o coração. Como adorar? Quando estamos em adoração estamos reconhecendo a Jesus como nosso único Senhor e Salvador. Estar em adoração é despojar-se de si e se entregar a Ele. É se fazer humilde, como os três reis magos e entregar a Jesus tudo o que temos de mais valor. É dizer sempre "Onde está o Rei ... viemos adorá-lo"
“Boa coisa é a oração acompanhada de jejum... Eu sou o anjo Rafael, um dos sete que assistimos na presença de Deus”. (Tb. 12,8a; 15)

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(Mt 2,2). É assumir ser pecador e dizer para Ele: "Jesus, filho de Davi, tem compaixão de mim!" (Mc 10,47) e confiar em sua misericórdia. É louvar a Deus por todas as graças que Ele derrama em nossa vida: “Hosana ao filho de Davi! Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!” (Mt 21,9). A adoração a Cristo exprime-se nas diversas formas de devoção eucarística:

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Na Santa Missa: no momento da transubstanciação (mudança da substância do pão e vinho na substância do corpo e sangue de Jesus Cristo no ato da consagração) e da elevação; Na exposição do Santíssimo Sacramento: quando o corpo de Cristo (Eucaristia) é exposta em um hostensório; Na visita ao Sacrário: nos momentos em que a Igreja está aberta, visitar Jesus no sacrário para adoração; Na genuflexão (ato de ajoelhar) diante do Sacrário: dobrar o joelho até ao chão ao passar em frente ao Santíssimo Sacramento quando estiver exposto ou no sacrário;

Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Equipe Nacional do Projeto Amigos de Deus. Informações: rccpr@rccpr.com.br ou pelo fone 41-3222-9211.

“Boa coisa é a oração acompanhada de jejum... Eu sou o anjo Rafael, um dos sete que assistimos na presença de Deus”. (Tb. 12,8a; 15)

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