1ª Edição Eletrônica

L P Baçan
Capa e Edição Eletrônica: L P Baçan

Novembro de 2003 Direitos exclusivos para língua portuguesa: Copyright © 2003 do Autor

Distribuição exclusiva através da Biblioteca Virtual "Cá Estamos Nós".

Autorizadas a reprodução e distribuição gratuita desde que sejam preservadas as características originais da obra. Divulgação "CÁ ESTAMOS NÓS" - Fundado em 15-07-98 Uma das maiores pontes literárias e de amizade entre Portugal e o Brasil COLABORE NA GRANDE BIBLIOTECA VIRTUAL "CÁ ESTAMOS NÓS"!

Portal "Cá Estamos Nós
Somos PRODUTORES e não Repassadores CARLOS LEITE RIBEIRO Marinha Grande ««»» PORTUGAL leiteribeiro@netcabo.pt

LOURIVALDO PEREZ BAÇAN
Nascimento: 08/01/50. Local: Uraí - Norte do Paraná - Brasil Formação: Pós-graduação em Literatura Brasileira

Atividades:
Professor de primeiro, segundo e terceiro graus Bancário aposentado Instrutor de Treinamento Profissional Escritor: poeta, contista e novelista Compositor letrista Tradutor Palestrante: Redação Criativa e O Processo Criativo

Publicações:
r

Publicou em 1996 a novela rural Sassarico, sobre o fim do ciclo do café, início da rotação de culturas (soja e trigo) e surgimento dos bóias-frias Publicou em 1998 o livro de poemas Alchimia e em 1999 o livro Redação Passo a Passo. Já escreveu aproximadamente 900 livros, publicados em sua maioria, sobre os mais diferentes assuntos, como: romances, erotismo, palavras cruzadas, charadas, passatempos, literatura infantil, passatempos infantis, horóscopos, esoterismo, simpatias populares, rezas, orações, intenções, anjos, fadas, gnomos, elementais, amuletos, talismãs, estresse, manuais práticos, religião e livros de bolso com os mais diversos temas, letras para músicas.

r

r

Oferecimento À Márcia, minha esposa e meu presente, um pouco do meu passado! Lourivaldo

LIVROS DE BOLSO
Desde 1975, tenho me dedicado a um ramo pouco conhecido, mas muito consumido, da literatura: a chamada paraliteratura, representada pelos livros de bolso que, até há alguns anos, eram devorados por leitores de todas as idades e de todas as classes. A crise financeira, a televisão, o videocassete e o computador acabaram por suplantar esse tipo de leitura, que teimou em resistir, mas acabou sucumbindo. Escrevi livros com histórias amor, faroeste, policial, espionagem, terror e sexo, além de textos sobre esoterismo e modismos que sempre vêm na esteira das novelas de sucesso hoje em dia. Já escrevi sobre horóscopos, ciganos, árabes, anjos, gnomos, fadas, orações, simpatias populares, rezas, rituais e tudo que se possa imaginar e que pode ser encontrado numa banca de revista. Pretensiosamente, vou aproveitar este espaço para ir mostrando um pouco desse trabalho insano de quase 30 anos. Um detalhe obrigatório na maioria dos livros de bolso que escrevi é que toda a ação se desenrolasse fora do Brasil. Os livros eróticos, desde a Ditadura e até a Democratização, foram pouco a pouco ousando em termos de linguagem.

L P Baçan

ESCRAVAS DO SEXO

Amanheceu. Jordan acordou sozinho numa cama desconhecido, num quarto desconhecido, numa casa desconhecida. Aliás, nem era uma casa. Era uma cabana feita com troncos de árvores e cobertas por folhas de palmeira trançadas. Móveis toscos mobiliavam o local. Uma mesa improvisada sustentava uma casca de madeira, contendo frutas maduras. Ele tentou se erguer e a cabeça latejou. Voltou a repousar no travesseiro barulhento, assim como o colchão. Pareciam feitos de lona de vela, recheado com folhas. Tentou pôr em ordem os pensamentos. Vieram-lhe à mente a lembrança da tempestade, do mastro do veleiro de arrebentando, as ondas enormes que varriam o convés, tornando impossível sua permanência no leme. Tentou travá-lo e caminhar até os camarotes, mas uma onda maior o jogou fora do barco. Depois disso não se lembrava de mais nada. Repentinamente, uma mulher entrou no quarto. Trazia uma espécie de comadre improvisada, feita de madeira. Ao vê-lo de olhos abertos, ficou surpresa, mas aliviada também. — Como se sente hoje? — indagou ela.

— Há quanto tempo estou aqui? — Há uma semana, por quê? — E o veleiro? — Deve ter se arrebentado na tempestade. Encontramos destroços na praia e você. Mais ninguém. — Onde estou? — Em Ma-laí, uma pequena ilha deserta, no arquipélago do Taiti. — Deserta? Como assim? — estranhou ele. — Vivemos apenas nós... Um grupo de mulheres. Jordan ficou sem entender. Ela o ajudou a se erguer e apoiar as costas na parede de troncos. Olhou-a com curiosidade. — O que faz um grupo de mulheres aqui, sozinhas? — Opção. Queríamos fugir do estresse e da agitação do mundo moderno. Escolhemos esta ilha. Um helicóptero nos trouxe para cá e virá nos buscar daqui a mais ou menos duas semanas. — Duas semanas? Terei que esperar duas semanas para voltar à civilização? — protestou ele. — Receio que sim. — Impossível. Vocês devem ter um rádio, um meio de comunicação qualquer... — Nada! — E se uma de vocês ficasse doente? E se fosse mordida por uma cobra? — Temos tudo de que precisamos para emergência. Há uma médica entre nós, inclusive.

— Eu não acredito. Isto aqui deve ser rota de algum navio... — Não. Escolhemos esta ilha justamente por ser uma das mais isoladas. Há muitos recifes e corais ao redor. Apenas barcos de pequeno calado podem navegar com tranqüilidade. — Duas semanas? — insistiu ele, desanimado. — Duas semanas e, já que vai ficar entre nós, é bom que saiba que todas nós temos tarefas específicas. Já que você chegou agora e as tarefas já estão distribuídas, verei com as outras o que poderá fazer para nos ajudar. — Mais esta ainda? Sou um náufrago, esqueceu-se? Mereço tratamento especial. — Esta é uma ilha e você agora é um de seus moradores. Temos regras, como temos leis no continente. A regra é essa. Se quiser comer e dormir abrigado, terá de seguí-las, entendeu? — disse ela, polida, mas seriamente. — Está bem. O que acha que posso fazer para ajudar? — Poderia começar pagando os cuidados que lhe dediquei nos últimos dias. — E como eu posso fazer isso? Estou fraco demais para qualquer tipo de trabalho. Ela o olhou demoradamente. O brilho em seus olhos traía suas intenções. — Você poderia me dar um pequeno adiantamento... — Como? Fiquei só com a roupa do corpo... — ia dizendo ele, mas interrompeu-se, percebendo que estava nu. — Não sobrou muita coisa de suas roupas. Vamos ter que improvisar algumas para você. Voltando à questão do adiantamento, há algo que nenhuma de nós pode fazer nem prover o grupo — disse ela, olhando-o gulosamente.

Jordan demorou um pouquinho para entender aquele olhar e aquela situação. O que um grupo de mulheres, que se ajudavam mutuamente, não poderia ter, a não ser com a presença de um homem? A resposta era óbvia. — Entendo seu estado e, no momento, eu só quero dar uma chupadinha no seu cacete. Depois posso esperar pelo restante do pagamento — explicou ela e seu tom de voz refletia o seu tesão. — Como é seu nome? — indagou ele. — Tessy! — respondeu ela e começou a erguer lentamente o vestido. Estava sem calcinha. Aproximou-se dele, instalando-se em pé, entre os joelhos dele. Jordan hesitou, olhando aquele rosto cheio de malícia e provocação. A situação era por demais insólita, mas não havia como não atender àquele pedido. Ela afastou um pouco mais as pernas e o perfume de sua chana chegou até ele, espicaçando-o. — Você fala mesmo sério? — duvidou ele. — Sim, nunca falei tão sério — respondeu ela e ele a abraçou pelas coxas, apertando sua bunda e trazendo para junto de seu rosto a região peluda e perfumada. Ele a chupou de imediato, enfiando a língua na buceta dela. Tessy sentiu-a resvalar pelos lábios vaginais, depois enterrar-se profundamente, buscando seu ponto G. Ela gemeu, sentindo tremores no corpo. Seus seios ficaram sensíveis e os biquinhos, duros e enrugados. Ela vibrou, gemendo de novo, enquanto a língua dele continuava aquela massagem especial, roçando seu ponto G. Ela se inclinou e tocou o caralho dele. Segurou e brindou-o com movimentos de mão, até que a glande se tornasse inflada. Ele esfregava com gosto o rosto nos pêlos fartos dela, estendendo a língua para lamber a pele perfumada. Ela estremecia de gozo. Seus joelhos fraquejavam. Ela foi se

ajoelhando lentamente diante dele. Segurou, então, o cacete entre seus dedos delicados. Inclinou a cabeça. Estendeu a língua e lambeu. Jordan a empurrou para trás, despindo-a rapidamente e fazendo-a se deitar no colchão barulhento. Montou nela, fazendo um sessenta e nove, enterrando sua língua na chana dela. O corpo de Tessy estremeceu, sentindo a língua dele mover-se atrevida e experiente, dentro de seu ponto mais sensível. Ele apertava suas nádegas, deslizando os dedos sobre a pele suave e aveludada, percorrendo o reguinho tentador, passando sobre o estreito buraquinho de seu cu. Ansiosa, ela buscou, com lábios famintos, o caralho intumescido. A língua dele continuava dentro dela, fazendo-a arfar e tremer continuamente. Ela deixou o caralho dele enterrar-se em sua boca. A língua alisou-o. Ela mamou-o e mascou-o deliciada. — Oh, Tessy! Que boca! Ele a deixou sugar, retribuindo com lambidas em sua xoxota, até que ambos estivessem em brasas. Ele se deitou de costas. — Vem, senta no meu caralho! — pediu ele. Ela fez o que ele pedia e Jordan guiou seu caralho direto à xoxota dela. Ao sentí-lo, ela rebolou. Ele esfregou o pau. Ela gostou e ficou brincando de esfregar-se no mastro quente e duro. — Ah, vem, põe seu caralho em mim agora! — murmurou ela, abaixando o corpo. A glande foi se amoldando ao formato do orifício estreito de sua buceta e entrando lentamente. Ela suspirou, quando a cabeça do pau entrou. Ficou imóvel, então, respirando forte, sentindo o tesão. — Está bom? — indagou ele. — Estou me sentindo enlouquecida de tesão — sussurrou ela, soltando o peso do corpo sobre ele.

— Que tesão de xoxota você tem, querida — murmurou, enlaçando-a pela cintura, subindo uma das mãos para massagear seus seios e descendo a outra em busca de seu clitóris para masturbá-la. — Que gostoso! É demais — confessou ela, soltando o corpo. A pica foi se enterrando lentamente em sua buceta apertada e ardente. — É bom! — murmurou ela, com a voz entrecortada. — Fique quieta só um pouquinho agora — pediu ele, beijando seu pescoço, alisando seus seios e massageando seu clitóris. Tessy contraiu o esfíncter, apertando ainda mais o pau enterrado nela. Gemeu e suspirou, depois começou a rebolar. O membro esfregava-se gostosamente em suas dobras vaginais. O calor era intenso, envolvente, alucinante. Ela dobrou o corpo para frente e começou a subir e a descer os quadris, fazendo o pau entrar e sair de sua xoxota. O membro se enterrava todo, até seus pêlos colarem-no uns nos outros. Tessy gemia e rebolava. Ele golpeava virilmente, atacando-a com golpes alucinantes e viris. — Mais! Quero tudo! Com força! Assim! — exclamava ela, com a voz entrecortada a cada nova estocada. Começou a estremecer, em espasmos convulsos. Seus gemidos eram sufocados, mas intensos e seu desejo era gritar todo o seu prazer. Ela se remexia toda, enquanto ele a fodia com gosto. Ela gozava mais e mais, arrepiando-se toda. Ele vibrava também. Nunca havia sentido seu caralho tão duro e tão inflado como dentro daquela chana. — Continue! Não pare! Estou gozando — murmurou ela, movendo-se de um lado para outro, rebolando, jogando os quadris contra os dele. — Ah, que tesão! Que gostosa é você! Que tesão de bucetinha você tem!

— Então me foda! Foda meu rabo! — Se é isso que quer, vai ter — prometeu ele, acariciando freneticamente os seios dela, beijando e mordendo sua nuca e seus ombros. Uma das mãos se mantinha junto ao clitóris dela, esfregando. A garota acariciava o próprio corpo. Punha suas mãos sobre as dele e imprimia mais vigor às carícias, enquanto gemia e suspirava, completamente alucinada pelo prazer. — Vou gozar! Vou gozar! — avisou ele, acelerando ainda mais seus movimentos. — Oh, sim! Goze! Goze, que eu já estou gozando há muito tempo! Estou me derretendo! — repetia ela. Ela se desfazia em gozo. Ele amassava seus seios com frenesi e volúpia, sentindo seu ventre arder em fogo. Ela estava entregue, quando ele deu as últimas estocadas e, gemendo profundamente, fez uma torrente de esperma inundar o corpo dela. Ambos gozaram interminavelmente. Ele a abraçou e beijou-a longa e apaixonadamente. Ela sorriu deliciada, ainda sentindo o pênis dele latejar dentro de seu corpo. Ela ergueu o corpo e permaneceu sentada nas coxas dele, alisando-lhe o ventre e o peito. Jordan levantou as mãos e acariciou o ventre dela, depois os seios rijos e empinados. — É um homem gostoso, Jordan — murmurou ela. — Estou feliz por têlo aqui conosco. Ela ergueu um pouco os quadris, deixando o pênis dele escapar de sua xoxota. Depois, após um instante de hesitação, roçou-o em seu ânus. Uma sensação nova e intensa, subiu pelo seu corpo ao sentir aquela coisa quente passar por cima de seu orifício. — Que tesão isso me dá! — exclamou ela, estremecendo. — Quero mais um adiantamento? — indagou ele.

— Sim, como eu quero. — Não fazem sexo seguro por aqui? — Não teremos esse tipo de preocupação. Colhemos amostras de seu sangue e sabemos que é saudável. O mesmo acontece com todas as mulheres da ilha. Tivemos esse cuidado para o caso de nós termos de nos relacionar, caso o tesão ficasse incontrolável. — Pensaram em tudo, não? — Sim, mas não calculamos o quanto um caralho e um homem nos fariam falta. — E o que vai acontecer, agora que estou aqui? Ela sorriu, sem responder, e começou a rebolar o corpo, esfregando sua bunda na pica dele. Jordan acariciou seus seios, estremecendo de tesão, sentindo o calor e a lubrificação da xoxota dela lambuzar seu pênis, já lambuzado de porra. — Acho que temos o trabalho certo para você, Jordan. É claro, se você concordar. — E que trabalho é esse? — Satisfazer todas as mulheres. — Quer dizer, deitar-me com elas e trepar com todas elas? — Sim, apenas isso. — Está brincando comigo, não? — Pelo contrário, jamais falei tão sério em minha vida. — Bom, não sei se aceito isso, se concordo ou não com você. Estou um tanto confuso para discutir esses detalhes. Gostaria de tomar um banho e conversarmos sobre negócios... — Há uma cascata aqui perto e a água é morna e deliciosa...

— Leve-me até lá. — Vista isso, então — pediu ela, estendendo uma velha bermuda jeans. Saíram para uma espécie de pátio, diante da casa. O local estava limpo e arrumado. Havia roupas estendidas num varal. Peixes salgados secavam ao sol. Um cacho de bananas amadurecia, pendurado numa árvore. Jordan não viu outras mulheres. O local parecia deserto e, a não ser pela palavra de Tessy, não tinha motivos para acreditar na presença de outras pessoas. Ela o observou banhar-se na cachoeira, depois o levou para casa, fazendo-o comer frutas e peixe assado. As forças retornavam gradativamente ao corpo dele. — Fiquei cansado — confessou ele. — Você esteve muito tempo deitado. É bom ir devagar. Se quiser dormir um pouco. — Sim, acho que vou descansar — concordou ele, indo para a cama barulhenta e adormecendo logo em seguida. Quando acordou, algumas horas mais tarde, o sol se punha, jogando um colorido todo especial no céu. As frutas haviam sido trocadas sobre a mesa. Ele olhou ao redor e encontrou o olhar perturbador e faminto de Tessy, parada na porta, olhando-o. Ele sorriu, retribuindo-lhe o olhar. — Quantas mulheres há na ilha? — Poucas, você dará conta delas. — E por que só essas tiveram resolveram vir? — Trabalhamos juntas ou somos vizinhas. Enquanto conversavam, os olhos dela se mantinha sobre ele, tensos.

— Venha cá! — ordenou ele. Despiu-se e despiu Tessy, depois fez com que ela se deitasse na cama. Com calma, acariciou ao redor dos bicos dos seios dela, depois em seu ventre e, finalmente, em sua xoxota. — Vejamos o que a deixa ligada — falou ele, beijando-a, depois deslizando os lábios até seus seios. Lambeu devagarinho ao redor deles, fazendo os biquinhos se arrepiaram continuamente. — Oh, isso é muito bom! — murmurou Tessy. A língua dele desceu até o ventre, lambendo provocantemente a pele arrepiada. Tessy começou a se remexer na cama. À medida em que ia excitando-a, Jordan sentia as reações de seu próprio corpo, aguçando seu apetite e aumentando seu tesão. Desceu ainda mais, chegando à vulva dela. O perfume da chana molhada era alucinador. Estendeu a língua, lambendo a xoxota. — Oh, isso é demais! — confessou Tessy, arqueando o corpo, cheia de tesão. Jordan lambeu de baixo para cima, de cima para baixo, depois enfiou a língua, buscando o sensível ponto G da mulher, que gozou quase que imediatamente. — Acho que posso fazer o mesmo — falou ela, erguendo o tronco, segurando Jordan pelos ombros e fazendo-o se deitar. Segurou com tesão e paixão o caralho dele, duro e ereto. — Vamos brincar de mamar — falou ela, ajoelhando-se entre as coxas dele. Segurou a base do caralho dele com as duas mãos, apertou com força, depois inclinou a cabeça. Lambeu a pela pele retesada. — Tem razão, isso é bom demais — reconheceu ele.

Ela continuou, agora abrindo os lábios e deixando o caralho deslizar sobre sua língua, avançando boca a dentro. Quando o teve dentro de si, fechou os lábios e recuou, retirando da pele todo o seu calor e seu sabor. — Isso foi sensacional — reconheceu ele, fazendo-a se deitar e virar de bruço. Lambeu ao longo da espinha dela, da nuca até o reguinho das nádegas. Ela estava todinha arrepiada. O tesão aumentava violentamente. Jordan sentia seu caralho latejar, de tanto desejo e de tanta paixão. Começou a lamber a nuca de Tessy, que se remexia inquietamente. Foi descendo, até chegar as nádegas. Enfiou a língua, lambendo o reguinho tentador. — Oh, isso é novo para mim! — reconheceu Tessy. — Vejamos isso, então — propôs ele, fazendo-a arrebitar a bunda ainda mais. Quando estendeu a língua e lambeu, Tessy foi à loucura. Girou o corpo e agarrou-o, beijando-o e sugando sua língua com ansiedade e uma fome de sexo que o entonteceu. Por seu turno, Jordan jamais sentira seu corpo reagir tão intensamente a uma provocação, como naquele momento. Tessy estava em ponto de bala, com tanto tesão que seus movimentos eram febris e ela gozava ao menor toque da mão dele. Dominou-a e penetrou-a numa estocada firme e viril, indo fundo no corpo dela. Tessy gemeu profunda e entrecortadamente, agarrando-se freneticamente nele. — Gosta disso? — indagou ele, começando a mover os quadris ritmadamente. — Oh, sim, adoro! — respondeu ela, correspondendo aos movimentos dele. — Vem, goze comigo! — pediu ele, aumentando o ritmo de suas estocadas viris e profundas.

— Sim, meu querido! Quero gozar com você! Goze em mim! Encha-me de porra. — Sim, só que agora no seu rabo. Vire-se — ordenou ele e ela o atendeu. Ele apoiou a ponta do caralho intumescido no buraquinho pregueado e foi empurrando lenta e firmemente. O caralho foi entrando lentamente, afundando-se no rabo ardente e apertado de Tessy, que rebolou e gemeu profundamente. Ele iniciou seus movimentos de macho e em breves instantes deliravam de prazer. Ele gozou, inundando o rabo dela de porra, fazendo transbordar e escorrer pelas coxas trêmulas dela.

Aquela prometia ser uma espera muito excitante e movimentada para Jordan, caso se confirmasse. Ser o amante exclusivo de um grupo selecionado de mulheres era um programa dos mais deliciosos e tentadores, fazendo-o esquecer-se logo de todo o pesadelo que fora o seu naufrágio. Tessy lhe deu uma boa amostra de como a vida poderia ser movimentada naquela ilha deserta. Treparam durante toda a noite, até que ela o deixou sozinho, de madrugada para descansar um pouco. Quando acordou, no dia seguinte, Jordan saiu e foi até a cascata tomar um banho. Estava com apetite e, por isso, levou algumas frutas, que ficou comendo enquanto se deliciava na água. Quando terminou, estendeu-se ao sol para secar o corpo. Ainda se sentia um pouco fraco, mas os músculos reagiam favoravelmente. Tessy

foram sensacional como enfermeira, cuidando muito bem dele e nisso precisava agradecê-la ainda mais. Se repente, algo sutil lhe chamou a atenção. Era um perfume de mulher, flutuando na brisa. Sentou-se e examinou os arredores. Junto ao tranco de uma árvore, coberto parcialmente por folhagens, ele divisou um vulto de mulher, imóvel, olhando-o. Ficou agradavelmente surpreso e ligeiramente excitado, pois a mulher não era Tessy, mas uma outra. Embora não pudesse vê-la claramente, os cabelos eram diferentes e, acima de tudo, o perfume definitivamente não era o mesmo. Estava nu e isso parecia não incomodar a mulher, por isso ele não ligou para esse detalhe. Fez um sinal, chamando-a para ele. Por momentos ela ficou imóvel, depois deixou seu esconderijo. Seus olhos se fixaram numa loura bem mais jovem que Tessy, possivelmente perto dos vinte anos, com um corpo proporcional, dentro de um conjunto de saia curta e blusa rendada, bem à vontade. Havia um tesão muito grande nos olhos dela. O mesmo tesão que ele vira nos olhos de Tessy. Sem nada dizer, ela caminhou na direção dele, sempre olhando-o nos olhos. Parou junto ao seu corpo. Ele se ajoelhou aos pés dela. A mulher suspirou de desejo e tesão, olhando-o com olhos brilhantes. — Espero não tê-lo assustado — disse ela, com a voz rouca de desejo. Jordan pensou em todo um ritual de apresentações, mas era óbvio o que a mulher desejava e o que ele deveria fazer para pagar sua estada na ilha. Assim, ao invés de falar, agiu. Estendeu uma das mãos e alisou um dos joelhos dela, avançando lentamente até a coxa. Seu toque foi provocador. Ela ficou olhando para ele, respirando fundo. — Que saudade disso! — murmurou ela, sentindo o toque sutil daquelas mãos em suas pernas. Isso a animou. Ela debruçou o corpo para tocar o tórax dele e deslizar a mão pelo ventre, até tocar o caralho já duro.

— Você é muito tesudo, sabia? — indagou ela, agarrando o membro endurecido. Ficou apertando-o e masturbando-o com deslumbramento. — Gosta de mim? — indagou ela e sua voz era rouca e sensual. — Estou adorando você... Ela estremeceu de tesão, apertando seu pau com força. — Deixe-me fazer amor com você — pediu ela. Ele sorriu, tomou-a pelas mãos e recuou até onde a relva era mais alta, deitando-se. Ela acariciou com volúpia suas coxas, chegar, maravilhada, ao caralho duro, com a glande avermelhada e as grossas veias intumescidas indicando sua potência e seu tesão. — É tão grosso! E tão longo! — sussurrou ela, com a voz rouca, apertando-o com as duas mãos. — Nunca experimentou um assim antes? — Não, o seu é o maior e mais gostoso de todos que já tive! Olhou-a. Estava trêmula e arrepiada. Parecia tão cheia de tesão quanto Tessy, por isso não teve pressa. Deixou-a brincar com seu caralho e ela não cessava de alisar, de apertar, de passar a mão e fazê-lo arrepiar de tesão com seu toque macio e voluptuoso. Ela o lambeu, depois o esfregou em seus cabelos, na testa, nos olhos, no nariz, nos lábios, na orelha. Em seguida no pescoço, entre os seios, retornando à boca para beijá-lo e lambê-lo com a pontinha da língua. — Quer uma trepada? — perguntou ele. — Oh, sim! Muito! — Então vou satisfazê-la, querida — falou ele, beijando-a.

Ela se enroscou toda nele, demonstrando todo o que ardia em seu corpo ansioso por prazer. — Você é muito gostoso — murmurou ela, apertando e alisando o caralho com as duas mãos, enquanto ele chupava seus seios e sugava os biquinhos salientes. Sua pele estava eriçada. A garota não parava de tremer. Sua voz estava rouca. Seu hálito mais perfumado. De sua racha subia o mais poderoso dos afrodisíacos. — Vem me fazer gozar de verdade. Estou cansada de me masturbar — suplicou ela, ofegante e fogosa. Ele aspirou seu perfume, roçando seu rosto no dela. Sentiu-a tremer. Cheirou seus cabelos. Ela fechou os olhos. Ele a beijou na orelha, no pescoço e nos ombros. Ela se remexia, esfregando-se, e sua respiração era apressada e excitada. Beijou-lhe o canto da boca, roçando seus lábios nos dela. Beijou-a com muito tesão. Abraçou-a, colando seu corpo ao dela, sentindo o volume de seus seios e a firmeza de suas coxas. Ela o abraçou, apertando-se contra ele. Gemeu quando ele enfiou sua língua entre seus lábios e provou sua saliva. Seu caralho continuava rijo, provocando-a. Ela o sentia e estremecia ao apertar o ventre contra ele. —Quero a sua buceta e a sua bunda — murmurou ele. — Eu dou. Enquanto ela falava, as mãos desceram pelas costas dele e foram apertar-lhe as nádegas com volúpia. Ele fez o mesmo, puxando-a para si, fazendo-a sentir toda a rigidez de sua pica. — Vou fodê-la — murmurou ele, trêmulo de desejo. — Oh, sim, foda-me! — rouquejou ela, esfregando-se nele com volúpia. Olhou-a demoradamente, depois despiu-a. Acariciou seus cabelos, caídos diante do corpo. Suas mãos tocaram os seios dela.

— Tesão! — murmurou ele, num sussurro apaixonado. Ela estremeceu. Ele acariciou as graciosas elevações e sentiu-lhes o formato. Eram redondos e rijos, com biquinhos salientes e desejáveis. A mulher estremeceu. Ofegou. Fechou os olhos e ficou imóvel diante dele. Estava carente. Ele queria tocá-la e sentir cada parte do seu corpo, das auréolas de seus seios ao formato de sua bundinha. — Você é tão tesuda — murmurou ao seu ouvido. Ela permaneceu trêmula e entregue. Estava se dando totalmente e arrepiava-se a cada toque. Ele percebia isso em sua pele, percebendo o quanto ela estava excitada. A umidade de sua racha melava suas coxas e o perfume subia até as narinas dele. Ficou doido de tesão e voltou a tocar seus seios, colhendo cada um em suas mãos, amassando-os suavemente, roçando os biquinhos salientes e enrugados. — São lindos! — murmurou, rouco e afogueado. Empurrou os cabelos dela para trás e beijou seu pescoço com provocação, lambendo a pele. Foi descendo os lábios, chupando as encostas tentadoras de seus seios. Ela não parava de se arrepiar. — É demais! — sussurrou ela, que se encolhia toda de tesão. Ele continuou mordendo as tetas, chupando os biquinhos, colhendo-os entre os dentes e mascando-os suavemente. Ela ofegava, inquieta. Ele continuou dando toda a sua atenção aos seios dela. O perfume de sua chana era demais agora. Ele desceu as mãos pelos quadris dela, sentindo sua pele arrepiada. De olhos abertos, maravilhava-se com toda a beleza daquele corpo, com cintura afunilada, coxas proporcionas e bunda tentadora. Dos seios ele desceu a boca para o ventre, beijando, chupando e mordendo. Suas mãos contornaram o corpo tentador e foram massagear a bunda rija e redonda. O perfume da xoxota mais e mais o convidava. Ele queria sentí-lo de

perto. Queria prová-lo. Queria experimentar seu sabor, bebendo-o na fonte. — Oh, que loucura! — sussurrou ela, quando ele a girou na relva e a pôs de pernas abertas, ajoelhando-se entre elas. — Abre as pernas um pouco mais — pediu, empurrando as coxas para os lados, enquanto se debruçava. — Sim! Sim! — repetiu a garota, atendendo-se. Subiu uma de suas mãos pela parte interna de sua coxa até a vulva. Ela suspirou e ofegou, abalando-se toda. Ele estendeu o dedo médio e o foi introduzindo na xoxota macia e molhada, tateando, procurando o ponto G. Quando o tocou, ela se incendiou. Suspirou. Gemeu. Contorceu-se, agarrando-o pelos cabelos e apertando-o contra o corpo, enquanto seus quadris se moviam ritmicamente, no compasso da massagem íntima que recebia em sua buceta. Ela gozou logo. Ele a sentia vibrar no toque de seu dedo. Quando ela parecia prestes a desfalecer, ele avançou os lábios e sentiu em sua boca a vagina estreita e seu sabor de mulher, bebendo seu néctar. Ela foi à loucura. Jordan a sentia gozar continuamente, com sua xoxota se dilatando em espasmos, enquanto ela estremecia e gemia. Ele insistiu naquela carícia que tanto a havia arrebatado. Sua língua não lhe deu tréguas. Enfiou com gosto. Sugou. Lambeu o botãozinho delicado de seu clitóris. Prendeu-o entre os dentes. Mordeu-o como havia mordiscado os biquinhos dos seios. Ela gozava continuamente. Ele pressionava a língua contra o grelinho, enquanto ela, em contrações e espasmos, gemia e soluçava de prazer. Jordan deslizou um dedo pelo reguinho tentador, até encontrar as preguinhas de seu rabo. Ela suspirou mais forte, rebolando inesperadamente a bunda. Ele acariciou com força o orifício e insistiu na massagem, enquanto ela se remexia, experimentando um violento prazer. Ela deixou que o dedo dele fosse entrando naturalmente, na medida em que ela rebolava a bunda.

Espasmos de gozo agitaram o corpo dela. — Oh, estou ficando tonta de tanto gozar! Continue! — pediu ela, em frenesi. Sua língua continuava entrando e saindo alucinadamente na chana dela. O dedo no cu dela iniciou uma nova sessão de carícias e ele a fez gozar incontáveis vezes, até que ela quase desfalecesse. — Estou gozando como uma louca! — Então aproveite — disse ele. — Nunca experimentei isso! — confessou ela, maravilhada, ofegante, com a voz entrecortada e rouca. — Ainda a farei gozar muito mais! — prometeu ele. Levantou-se e ergueu-a. Segurou-a pelos ombros, fazendo-a endireitar o corpo. Beijou-a ardentemente. Suas línguas se encontraram. A dela invadiu a boca dele, buscando a sua saliva e lambendo-a internamente. Sem perda de tempo, ele desceu a mão até o meio das coxas dela. — Continue gozando — murmurou ao seu ouvido, enterrando um dedo em sua racha. A garota vibrou. Ele massageou o clitóris e o ponto G ao mesmo tempo. Ficou esfregando, fazendo-a estremecer continuamente. — Quer que lhe dê todo prazer? — indagou ele. — Sim! — confirmou ela, com a voz entrecortada pelos novos espasmos de prazer provocados pelo dedo dele. Ela espalmou as mãos em seu peito, roçando, apertando, tocando, sentindo os pêlos entre seus dedos. Beijou-se no pescoço, depois no peito. Jordan sentiu os dentes dela mordiscando seus mamilos e se arrepiou de tesão. Continuou roçando-lhe a racha. A garota ora o mordia o peito ora ficava imóvel, apenas gozando e apertando o caralho endurecido.

— É tão duro! — constatou, num suspiro emocionado. Ficou eletrizada, apertando-o, masturbando-o, esfregando-o no rosto e nos lábios com volúpia. — É tão lindo! — sussurrou deslumbrada, tocando-o e apertando-o. — É todo seu, para o seu prazer! — Sim, nesta manhã ele é meu! Quero chupar e trepar com ele! Ele arregaçou a pele do cacete para baixo, deixando a cabeça totalmente descoberta. A jovem já se debruçara sobre ele. Sua língua deixou uma trilha de saliva brilhante na pele sensível, fazendo-o estremecer e arrepiando-o de tesão com seu hálito aquecendo-o. Ela beijou a ponta intumescida, esfregando-a nos lábios. Depois lentamente foi abrindo a boca para envolver a glande e sugá-la para dentro dela, fazendo o caralho deslizar pela sua boca ardente. A garota mamou-o demorada e gostosamente. Enquanto ela fazia isso, ele foi girando o corpo sob o dela, até sua cabeça ficar entre as coxas e ele ter a chana dela ao alcance de sua língua. Ficaram trocando carícias incendiárias. Ele a lambeu e a garota chupouo com tesão, fazendo-o delirar com manobras inesperadas de sua língua ao redor da glande. Ele continuou, dedicando-se totalmente ao grelinho intumescido, fazendo-a suspirar mais forte. Suas mãos buscaram-lhe as nádegas, apertando-as. Jordan a segurava pela bunda, enterrando a língua com vontade em sua vulva, alisando sem parar seu clitóris. A garota lambia e chupava sua pica em mamadas alucinantes. Ele sentiu que não precisaria se segurar muito. O tesão dela era grande demais. — O que você quer agora? — indagou ele. — Quero trepar com você!

Ele girou o corpo, ficando por cima dela. Abriu-lhe as coxas o máximo que pôde. Encostou seu pênis na rachinha molhada. A garota delirou, contorcendo-se, querendo ser logo penetrada. Ele se enterrou nela, numa estocada viril e potente, abraçando-a e apertando seu corpo, sentindo a xoxotinha lubrificada comprimir seu pau gostosamente. Ela ficou contraindo a vagina, acentuando-lhe o prazer. — Vem! — suplicou ela, gingando os quadris, movendo-os, iniciando movimentos. — Sim, meu tesão! — disse-lhe, começando a entrar e sair de dentro dela. — Sim! Mais! Com força! Mais! Aquela mulher era ardente e estava com fome de sexo. Ele a brindou com uma trepada inesquecível. Ela rebolou, suspirou, chorou, gritou e uivou de prazer. — Assim! Mais! Quero mais! Quero tudo! — continuava falando ela. Jordan se esmerou em seus golpes. Ela saltava e se contorcia na relva. Ele a segurava, mantendo-a firme sob ele, golpeando sem cessar, não permitindo que seu caralho escapasse de sua xoxota nem que seus corpos perdessem o ritmo. Ela gozou continuamente, enquanto ele usava toda a sua habilidade e a sua potência para satisfazê-la. A mulher já estava quase desfalecida de prazer, mas pedia mais. Tudo se tornou, então, frenético, desenfreado e alucinante. Foi uma trepada que ela jamais esqueceria. Quando ele gozou, a garota desfaleceu, imóvel ao sol, a vagina apertando sua pica e ele sentindo o pulsar dos jatos de esperma, inundando a bucetinha estreita, transbordando pelos lábios avermelhados e cobertos de néctar. Gemendo e sentindo esvair-se, ele caiu sobre o corpo dela e fechou os olhos.

— Oh, querido, que loucura! — murmurou ela, com o coração aos pinotes dentro do peito. — Você é demais. — Bondade sua, querida! Bondade sua! — murmurou ele, sentindo-se invadir por uma gostosa sonolência, com aquele corpo macio sob o seu e o sol aquecendo generosamente suas costas.

Tessy indicou a Jordan uma outra casa, um pouco afastada da primeira, onde se chagava por uma trilha aberta na floresta. A casa ficava à beira de um lago tranqüilo e era feita com um pouco mais de sofisticação do que aquela onde ele se abrigara. A porta estava aberta e ele entrou. Uma mulher o esperava na pequena sala. Ao vê-la, ele sorriu agradavelmente surpreso, enquanto a examinava com cuidado. Era uma mulher de uns trinta anos, muito atraente e interessante. — Soube que estava a minha espera — comentou ele. — Sim, não via a hora de conhecê-lo. Gostaria que me chamasse de Anne, por favor! Anne vestia-se elegantemente, com um vestido de rendas comprido, que lhe chegava aos pés e um generoso decote, que deixava ver as formas de seus seios. Os cabelos estavam presos no alto da cabeça e a maquilagem era discreta, realçando sua beleza. Seu rosto era expressivo e tentador, com lábios carnudos e provocantes. — Já almoçou?

— Não, ainda não! — Então faça-me companhia. Depois descansará um pouco. Esteve na cama por muito tempo. — Sinto-me bem, verdade! — enfatizou ele. — Sim, eu sei, mas quero extrair o máximo de você, se é que me entende — comentou ela, segurando-o pelo braço e levando-o até um outro cômodo, onde uma mesa estava servida com peixe e ave assados, uma salada, frutas e arroz. — O cheiro está ótimo! — comentou ele. — Espero que goste. Fiz especialmente para você — falou ela, depois fez mais algumas perguntas, enquanto seu olhar passeava pelo corpo dele. Jordan não estava no melhor de sua forma, más conservava muito de seus músculos ainda definidos. Ligeiramente bronzeado, seu corpo exibia um fascínio todo especial para aquela mulher carente e ansiosa por uma boa trepada. Naquele momento, para ela, Jordan era o protótipo do machão e, com certeza, o homem mais tesudo e bonito da face da terra. Além disso, ele era experiente o bastante para reconhecer, naquele olhar, o desejo, a volúpia, a tentação e a sensualidade contidas. — O que achou das mulheres daqui? — indagou ela, olhando-o com os cantos dos olhos. Ele a olhou com certa surpresa. — Excelentes e muito lindas. — Pode dizer o mesmo de mim? — Acho-a a mais linda de todas. Ela sorriu, corando. Jordan achou isso delicioso. Jordan examinou-a melhor, agora sentada diante dele. Ela se debruçou para apanhar uma travessa e seus seios ameaçaram pular fora do decote.

— É um galanteador, Jordan — observou ela, sorrindo lisonjeada. Começaram a comer. Jordan percebia claramente que aquela mulher transpirava sensualidade e parecia estar pronta para uma boa trepada. Cada movimento dela era pura sensualidade. Após o almoço, ela o levou até um quarto. — Descanse um pouco. Fique à vontade. Virei procurá-lo mais tarde. — Oh, sim, obrigado! Estarei a sua espera. — Estarei logo ao lado. Se precisar de qualquer coisa, estarei a sua disposição — disse ela, olhando-o com desejo reprimido. — Tenho certeza que sim! Jordan entrou e caminhou pelo quarto. Foi até a janela. O lago se estendia a sua frente, margeado por uma vegetação luxuriante. Despiu-se e foi para a cama. O colchão era macio e não fazia barulho. O travesseiro era acolhedor. Adormeceu logo. Quando acordou, algum tempo mais tarde, Anne estava em pé, ao lado da cama, com um copo de bebida nas mãos. Seu olhar cintilou desejo e ela ficou trêmula e tensa, olhando o corpo másculo e peludo, coberto por gotas brilhantes de suor. Sentiu tesão. Um tesão forte e devastador ardendo em suas entradas, enquanto o devorava com os olhos, desejando comê-lo desesperadamente. — Vim trazer um suco! Sua voz tremia e ele não segurou o seu tesão. Em movimentos firmes e constantes, seu membro foi endurecendo diante dos olhos extasiados de Anne, até ficar ereto e rijo. — É um homem muito potente, Jordan! — disse ela, num fio de voz. — Isso a agrada? — desafiou ele. — Muito.

— Há quanto tempo não dá uma boa trepada, Anne? — indagou ele, indo se estender na cama, numa pose convidativa, olhando-a nos olhos. — Parece que já faz um século. Esqueci até o sabor que tem um caralho endurecido! — Por que não vem sentir isso de novo? — Posso? — Por favor! Anne levou as mãos às costas e seu vestido farfalhou ao deslizar para seus pés. Seu corpo exuberante se exibiu diante do olhar de aprovação de Jordan. Ela subiu pela cama e se pôs de quatro sobre ele, com sua xoxota ao alcance da língua dele e o caralho dele ao alcance de sua boca. — Que coisinha mais delicada é sua bucetinha! E tão perfumada! — murmurou Jordan, passando os dedos com adoração na vulva graciosa e molhada. — Enfia a sua língua nela! — pediu ela, trêmula de desejo. Ele enterrou, então, sua língua na xoxota dela. A carícia foi intensa e prolongada, pondo Anne frenética e extasiada. Sua boca ardente buscou a ponta do cacete dele. A língua hábil e morna se estendeu, penetrando entre a glande e o prepúcio, girando. — Gostoso? — indagou ela e sua boca se abriu, sugando o caralho para o seu interior. A sucção e os movimentos de sua língua entonteceram-no. Ele se agarrou às coxas dela, sugando com ardor sua buceta, lambendo o clitóris, mordiscando-se cuidadosamente. Suas mãos escorregavam pelas pernas dela, numa carícia longa e vibrante. Anne gemia. Sua respiração entrecortada revelava toda a paixão que explodia em seu corpo, arrancada pela língua dele. Ela retribuía, sugando avidamente o caralho em sua boca.

Seus corpos se esfregavam. Lenta e habilmente ele penetrou seu dedo médio na xoxota dela, buscando o ponto mais sensível, até encontrá-lo. Quando massageou-lhe o ponto G, Anne sentiu o ar faltar em seus pulmões. — Oh, que delícia! O que você está fazendo comigo? — surpreendeuse ela, experimentando sensações que nunca havia sentido antes. Jordan se esmerava na chana dela, pondo-a frenética, aguçando seu tesão e sua sensibilidade a um ponto que pareceu a ela insuportável. — É muito bom! Você é muito bom, Jordan! — murmurou ela, mascando o cacete em sua boca gulosa. — Sim, querida. Quero que descubra isso em toda a sua plenitude — falou ele, num estremecimento de prazer. Uma das mãos foi acariciar o reguinho tentador das nádegas dela, buscando o cuzinho para uma carícia mais profunda. Ela rebolou, aceitando aquele dedo que forçava a passagem por entre suas pregas anais. Ela gemeu de puro prazer. Ele redobrou os beijos e chupadas no clitóris, enquanto o dedo médio continuava lá dentro, massageando aquele ponto sensível da chana de Anne, que logo começou a gozar incessantemente, com seu corpo tomado por contrações e espasmos. Enquanto ela o chupava, ele movia os quadris ritmicamente, fazendo o caralho entrar e sair da boca de Anne, cujos lábios apertavam-se contra a pele retesada de seu pênis. Seus movimentos foram se tornando frenéticos. Seu dedo não saía da xoxota dela, que se contorcia de prazer, gozando seguidamente e chupando seu caralho em desvario. Jordan gemeu rouca e prolongadamente, retesando o corpo abalado por espasmos. — Vou gozar! — avisou ele e ela ergueu o corpo, masturbando-o e vendo, deliciada, o esperma jorrar e escorrer por entre seus dedos, enquanto Jordan gemia e se esvaía de tanto gozo.

Aquela gozada inicial foi apenas uma pálida amostra do tesão acumulado no corpo de Anne. Ela o levou para o lago, onde rapidamente refrescaram seus corpos suados, retornando rapidamente para o quarto e para a cama. Jordan observou com mais calma e tesão o corpo escultural da mulher ao seu lado. Os biquinhos dos seios exibiam auréolas escuras e bicos rijos e excitados. Seu olhar fixou-se, então, na penugem que brotava abaixo do umbigo dela e ia se engrossando, na direção do monte-de-vênus, que era uma mancha escura e sedosa de fios encaracolados ao redor de sua vulva. — É uma mulher muito bonita — disse Jordan. — Aposto como vai dizer isso para todas as mulheres desta ilha — zombou ela. — Neste momento, esqueça-as. Estou com tanto tesão que nem sei por onde começar. Quero sentir seu caralho em minha xoxota agora. Foda-me inteirinha — pediu ela e Jordan imediatamente subiu nela, acomodando-se entre suas coxas, posicionando a ponta do seu membro na entrada lubrificada da xoxota perfumada e carente. Anne gemeu, quando Jordan moveu os quadris lentamente e foi se enterrando nela. — Que tesão! — murmurou ela, movendo os quadris no mesmo compasso dele, sentindo a cabeça do caralho esfregar o interior de sua buceta. Começou a gozar logo em seguida, com os primeiros movimentos dele. — Oh, como é bom! — exclamou ela e continuou gozando, mordendo os lábios para não gritar, sentindo aquele membro grosso alargar suas dobras vaginais e roçar seu ponto G numa experiência fantástica e prazerosa. Ela apertava e alisava o peito dele e os músculos do braço, gozando ininterruptamente, quase perdendo o fôlego naquela cavalgada alucinante. — Estou gozando! — gemeu ela, abraçando-o com força. — Eu também! Que gostoso! Que tesão de bucetinha! Como ela é apertadinha! Como você é tesuda! Ah, como é gostosa! — dizia ele, acelerando ao máximo seus movimentos.

— Vem! Vem comigo! Goze comigo! — pediu ela, beijando-o e lambendo-o alucinadamente. Jordan gemeu alto, apertando as nádegas dela, enquanto seu pinto pulsava, enchendo a buceta dela de esperma. Ficaram gemendo e suspirando, aproveitando cada espasmo de prazer, cada contração de seus ventres. Anne girou o corpo e ficou sentada na pica dele, rebolando os quadris e retirando daquele cacete ainda duro um resto de prazer. Ele se estendeu na cama, sob ela, extenuado. Ela continuou movendo o corpo, subindo e descendo, demonstrando toda a sua fome de sexo. Ele estremecia e apertava os lábios a cada vez que os quadris dela subiam, quase deixando escapar seu caralho. O rosto dela era de desejo e malícia. Ela estremecia, gozando aquele volume dentro de seu corpo. Seu tesão não cessava. Gradativamente foi acelerando os movimentos. A pica dele se mantinha em pé, deslizando com facilidade na xoxota lubrificada. A porra escorria pela base do membro, lambuzando seus pêlos. Ela se ergueu, então, deixando a cacete dele escapar de sua chana e guiando-o para o rego entre suas nádegas. — Agora eu quero aqui! — disse ela, com a voz rouca de tesão, soltando o peso do corpo sobre o membro dele. Jordan sentiu a glande avançar firmemente. Anne gingava a bunda de um lado para outro, oscilando o tronco, enquanto fazia a pica dele invadir seu cu apertado e ardente. O membro foi deslizando para dentro dela, que continuava rebolando. Jordan sentia seu pênis sendo sugado para dentro daquela bunda faminta. — Tesudo! — suspirou ela, numa pausa, gozando o pau quase inteiro em seu cu. — Tudo! Quero ir até o fim! Quero sentir todo o seu cu apertando a minha vara — pediu ele, trêmulo de tesão. — Enterra, então, tudo dentro de mim! — falou ela, movendo os quadris, até que o pau dele estivesse todo enterrado em seu rabo.

— É gostoso demais! — ofegou ele, sentindo seu caralho inteirinho dentro dela. — Que loucura! — arrematou ela, gemendo de prazer. Suas mãos subiram pelo corpo dela, indo bolinar seus seios. Ela continuou rebolando, subindo e descendo lentamente o corpo, aumentando aos poucos o ritmo. — Gostaria de trepar com você até saciar meu fogo todo! — Conte comigo, querida! Farei o que estiver ao meu alcance — murmurou ele, coordenando seus movimentos aos dela. O tesão aumentava violentamente. Ela começou a galopar sobre ele, com a pica entrando e saindo de seu rabo. Jordan correspondia, golpeandoa com força. Anne gozava com a vara enterrada dentro dela. Jordan dava tudo de si, até sentir seu caralho inflar-se ainda mais e todo o s eu corpo se agitar em convulsão. Ele gemeu alto, junto com ela, enquanto lhe apertava os seios. A mulher apertou com força a bunda contra o caralho dele e ficaram estremecendo e gozando, unidos num abraço frenético.

Jordan voltara para a cabana tarde da noite e totalmente extenuado. Caiu na cama e adormeceu. Na manhã seguinte, acordou com movimento no quarto. Sentou-se na cama, ainda sonolento, para verificar o que era. Uma garota sorriu quando o viu.

— Desculpe-me se o acordei. Quer que eu lhe prepare alguma coisa para comer? Tenho café, inclusive — disse ela. — Ah, vou adorar isso — respondeu ele, devolvendo o sorriso. — Eu vou tomar um banho, enquanto isso. Ele saiu da casa para ir até a cascata, mas não sem antes dar uma boa olhada na garota. Era apetitosa e sexy e isso o deixou com um tesão incrível. Imaginou como seria transar com ela. Mal podia esperar para tocála e amassar aquele corpo apetitoso. Ele tomou o banho e voltou, vestindo apenas um calção. Ela estava no quarto, dando os últimos retoques na carrinho, onde depositara um bule fumegante, frutas e bolachas. — O café já está servido — informou ela. Jordan examinou-a de novo. Era mesmo muito jovem, linda e tentadora. Sorriu provocantemente. — Você me acompanha? — indagou. — Oh, sim, claro! Aceito! — respondeu ela, sem pestanejar. Jordan a olhou. Aquela mulher estava ali para trepar com ele, e nem precisava seduzí-lo. A idéia era excitante. O tesão aumentou em seu corpo. — Você tem um belo corpo — elogiou. Ela levantou os olhos para ele e respirou fundo. Tremores abalaram seu corpo. Jordan caminhou lentamente até ela. Olhou-a nos olhos. Fascinada, ela parecia querer devorá-lo. Ele gostou ver isso nos olhos dela, que brilhavam intensamente, úmidos de tesão. — Quer que eu o sirva? — perguntou ela. Jordan aspirou o perfume de seu corpo. Sentiu o cheiro de sua buceta e podia jurar como já estava úmida.

— Está querendo me servir de outra forma, não é? A garota estremeceu. — Pode apostar que sim — devolveu ela, com a voz trêmula e ansiosa. — Acho que já está com a bucetinha toda molhada. — Por que não comprova isso? Jordan não perdeu tempo. Levou sua mão até a perna da garota. Era lisa e acetinada. Ela se arrepiou toda. Ele subiu lentamente os dedos, até a parte interna da coxa. Ela ofegou e estremeceu. A mão dele foi entrando pelo meio das pernas dela. Subiu. A garota ficou em suspense. Ele tocou sua xoxota e ela gemeu, encolhendo-se de tesão. — Acertei — afirmou, começando a esfregar a vulva delicada, procurando o botãozinho endurecido de seu clitóris. A garota estendeu a mão, enfiando-a pelo calção. Não precisou ir longe para encontrar o que procurava. Seus dedos enlaçaram um caralho endurecido. Com a outra mão ela empurrou o calção para baixo e o caralho surgiu diante dos olhos dela, que suspirou deslumbrada. A mão dele seguia, alisando sua vulva, fazendo-a estremecer e abalar-se. — É um homem potente — disse a garota. — Você sabe brincar com isso? — Claro que sei — murmurou ela. — Então mostre-me o que sabe fazer com ele — desafiou-a Jordan. Ela ofegou, tentada. Era uma garota jovem, voluptuosa e excitante, com seios delineados sob a blusa, cabelos compridos e ondulados, olhos azuis bem claros e uma boca enorme e carnuda, que o fez imaginá-la mamando seu caralho.

As coxas provocantes se exibiram, quando ela recuou até a cama, puxando-o pelo pinto. Sentou-se e deixou que ele enfiasse o caralho em sua boca. Mamou-o lenta e provocantemente. — Gostou? — quis saber ela. — Adorei. — E do meu corpo? — Também! — O que em especial? — Tudo, principalmente o que é mais perfumado. — Do que está falando? — Da sua bucetinha — explicou ele, levando a mão até o nariz e aspirando profundamente o perfume de chana. — Está me deixando muito excitada! — Espere-me até eu descobrir o seu ponto G — respondeu ele, enfiando a mão por entre as pernas dela, que foram se abrindo. Seu dedo médio alisou as bordas da chana lubrificada, depois foi entrando, tateando, massageando, até encontrar o ponto rugoso ali no interior. A garota estremeceu e ficou estática por instantes, depois saltou, como se uma corrente elétrica tivesse percorrido seu corpo. Seu rosto se transfigurou. — Isso é bom demais! — exclamou ela, num fio de voz. — Bom vai ficar quando eu puser aí meu caralho! — Não me faça espera! Por favor! Não me faça esperar! — suplicou ela, cheia de tesão.

O caralho estava em riste. Ela o segurou e arregaçou a pele dele, expondo a glande. Ficou olhando para ele com olhos brilhantes, cheia de excitação. — Dispa-se! — ordenou ele. Ela se levantou, então, e antes de mais nada agarrou-o com força. Deulhe um beijo chupado, voluptuoso, enquanto se esfregava nele. O cheiro de sua chana era intenso. Seu hálito era agradável. A garota tinha uma pele macia, aveludada e morna. Ele correspondeu ao beijo e seu cacete latejou, de encontro ao corpo dela. Ela suspirou, emocionada, descendo a mão pelo seu corpo e indo pousá-la em sua pica. Apertou-a com volúpia, enquanto enfiava a língua em sua boca. Ele ofegou, com o corpo todo arrepiado, quando subiu a mão por debaixo da saia dela e tocou sua xoxota umedecida. Esfregou o clitóris e a garota estremeceu. — Você é gostoso demais! — murmurou ela, enfiando a língua em seu ouvido e fazendo-o arrepiar-se. — Ainda não viu nada, meu tesão — respondeu, beijando suas tetinhas voluptuosas. Sentiu sua pele arrepiada. — Ah, que tesão! Posso gozar só com isto! — murmurou ela. — Tira a roupa, querida! — insistiu ele. A festa, naquela manhã, prometia ser completa. Enquanto ele observava a garota se despir junto à cama, Tessy entrou sorrateiramente atrás dele e despiu-se também. A primeira jovem estava nua, estendida na cama. Tinha um corpo realmente escultural, seios redondos e empinados, barriga lisa, achatada, coberta por uma penugem que refletia a luz do sol entrando pelas frestas da cabana.

A bucetinha era rodeada de pêlos graciosos e adoráveis, completando a beleza. A garota o olhava com uma expressão de luxúria no rosto. — Surpresa! — disse Tessy, surpreendendo-o ao agarrá-lo por trás e esfregar seus seios nas costas dele, enquanto as mãos iam se juntar sobre seu caralho. — Ei, isso é mais do que eu esperava — sorriu ele. — Aposto como vai gostar, querido — disse Tessy. — Vai poder comer duas bucetinhas ao mesmo tempo — acrescentou ela, deitando-se ao lado da primeira jovem. Jordan, apesar do inusitado da situação, se julgou um sujeito de sorte. Tinha ali duas mulheres tesudas, com corpos, perfeitos, cheios de formas e contornos bem talhados, formando uma dupla capaz de encher os olhos de qualquer homem. — Então vamos ao que interessa. Primeiro quero olhar vocês duas e decidir qual de vocês ele vou comer primeiro. — E como vamos fazer isso? — quis saber Tessy. — Quero ver quem é a mais tesuda e a mais carinhosa das duas. — Isso não é problema — argumentou Tessy, começando a beijar a jovem, por todo o corpo. A outra aceitou aqueles beijos com uma expressão de intensa volúpia no rosto. Não havia surpresa nela, dando a entender que eram íntimas. Jordan ficou se masturbando e olhando-as, esperando o momento de fazer a sua escolha. A jovem ofegava, remexendo-se, apertando os seios, enfiando a mão entre as coxas de Tessy, esfregando-a. — Não acho o tal do ponto G! — reclamava. — Vá com calma! Tente! Tessy encaixou seu corpo sobre o da jovem, com uma das pernas roçando a buceta dela. As duas se entregaram àquelas carícias,

esfregando-se com volúpia, rolando na cama. A garota ficou com a bunda arrebitada. Ali ao lado, com o caralho duro na mão, Jordan continha seu desejo de enrabar aquele cuzinho. A jovem permaneceu por cima de Tessy, beijando-a e alisando-a, com a perna encaixada entre as coxas dela. Jordan se aproximou um pouco mais e acariciou aquela bunda gostosa, que rebolou para ele. Molhou um dedo com saliva, depois deslizou-o pelo reguinho tentador, buscando o orifício pregueado do ânus. Enterrou seu dedo nele. A jovem ofegou. A jovem continuou beijando a pele arrepiada de Tessy, buscando seus seios sem pressa, lambendo e mordiscando, enquanto tocava-lhe sutilmente a xoxota, iniciando carícias sensíveis e eletrizantes. A jovem olhou para Jordan e com um movimento de convidou-o a participar da brincadeira. Ele pousou uma das mãos no seio da jovem e ficou acariciando. Arrepiou-se. Era uma tetinha durinha, com o bico saliente, todo enrugado de tesão. Fez o mesmo com sua outra mão, no outro seio, enquanto se debruçava para beijar Tessy com tesão. — Está gostoso? — indagou a jovem. — Ótimo! — respondeu ele, empolgado. Ajoelhado junto delas, ele foi espalhando beijos no pescoço de Tessy, enquanto brincava com as tetinhas rijas e pontudas da jovem, sentindo o sabor de pele em sua boca. Sutilmente ele aspirava o perfume distinto e convidativo das duas bucetas umedecidas. A jovem abriu espaço para que Jordan se deitasse sobre Tessy e agarrou-o por trás. Ele sentia os seios dela esfregando-se em suas costas. Sua buceta molhada e lubrificada roçava a bunda dele e Jordan sentia a umidade escorrer em sua pele, provocando-se arrepios de tesão. Ele deixou uma de suas mãos alisando os seios de Tessy e deslizou a outra mão pelo ventre dela, passando pelo triângulo peludo e indo tocar sua buceta.

Ela gemeu e suspirou, arqueando o corpo, quando ele a tocou ali. — Ah, que tesão! Não pare! — disse ela, remexendo-se toda na cama. — Eu também quero — repreendeu-se a jovem atrás dele, enlaçando-o pela cintura, agarrando seu caralho com as duas mãos, apertando-o e masturbando-o, fazendo-o estremecer de tesão. Ele suspirou de tesão, quando sentiu toda a umidade da xoxotinha de Tessy, esfregando-a, deslizando os dedos para cima e para baixo, percorrendo toda vulva, detendo-se no clitóris e brincando com o ponto G. Continuou beijando-a, alisando seus seios e acariciando sua xoxota. A garota se esfregava nele, masturbando-o. Tessy estava cada vez mais excitada. Gemia baixinho. Sua pele estava toda arrepiada. A jovem ofegava no pescoço dele, arrepiando-o e excitando-o. Seu dedo começou a esfregar mais rapidamente a xoxota de Tessy, acompanhando suas reações. — Oh, querido! Você é demais! — murmurou ela, o corpo todo sensibilizado. — Está gostando? Vai ficar melhor agora! Vou chupar sua chana, quer? — Oh, sim, chupe! Adoro isso! Vem! Enfia sua língua! Chupe! — pediu ela, contagiada por nova onda de empolgação. — Deixe-se fazer isso. Adoro o sabor da chana dela — pediu a garota. Antes que ele pudesse impedí-la, ela se ajoelhou entre as pernas de Tessy, afastando-lhe as coxas e instalando-se ali. Ele ficou observando o que ela ia fazer. Sua língua se estendeu, tocou embaixo da vulva da dona da casa e foi subindo lentamente, até o clitóris, onde lambeu avidamente. Retornou lá embaixo e começou tudo o novo, enquanto as mãos subiam pelas coxas dela, indo até os seios, apertando-os com volúpia, beliscando os biquinhos eriçados. — Está bom assim? — indagou a jovem.

— Sim! Sim. Não pare! — pediu Tessy, contorcendo-se. A garota recuou e Jordan foi ocupar seu posto. Lambeu com gosto e tesão a xoxota de Tessy. Introduziu a ponta da língua no buraquinho perfumado, girando e enfiando. Ela delirou. A jovem estava sobre ele, esfregando-se, enquanto ele punha Tessy fora de si, de tanto tesão. — Oh! Estou começando a gozar! Que tesão! Mais! Não pare! — suplicava ela, completamente fora de si. — Está gostoso? — perguntou a jovem. — Sim! Está ótimo — respondeu Tessy. — Quer que eu continue com a língua ou prefere outra coisa? — indagou Jordan, no auge da excitação. — Quero seu caralho! — Você o terá, querida — disse Jordan, erguendo-se e deitando a garota jovem, que sorriu de tesão e foi logo abrindo as pernas. — Mas antes deixe-me experimentar esta novidade — acrescentou, pincelando seu caralho na entrada lubrificada da bucetinha estreita da garota, que vibrava de tesão. Tessy, fascinada, abriu os lábios rosados da chana da garota, para que Jordan esfregasse o cacete endurecido ali. Ele delirou de tesão, tendo uma visão completa do buraquinho, onde seu caralho entraria. Encostou a ponta do cacete na abertura daquela chana apertada. A princípio parecia que não entraria. — Está gostoso! Muito gostoso! — disse a jovem, num sopro de voz, enquanto ele enterrava sua pica na bucetinha estreita e bem lubrificada. A expressão deslumbrada da garota cedeu lugar ao prazer mais intenso, quando ele começou suas bombadas vigorosas e ritmadas. — Oh, que gostoso! Não pare! Ah, que tesão! Meu corpo inteiro está gozando! Estou gozando!

Jordan acelerou seus movimentos, cada vez mais vigorosos, levando a garota ao delírio. Tessy, excitadíssima, mal podia esperar pela sua vez e ele não a fez esperar. Enquanto a primeira se desmanchava em gemidos e suspiros, ele retirou o caralho de sua chana, enfiando-o na bucetinha de Tessy, tão lubrificada e apertada quanto a da primeira. — Ah, que tesão! Estou me acabando! — começou a gemer ela, indo ao delírio, enquanto ele sentia todo o seu corpo se abalar. Jatos de esperma inundaram a buceta dela, quando ele gozou e continuou se movendo, fazendo-a gozar seguidamente. — Você é muito gostoso! — disse a jovem. — É o maior — acrescentou Tessy. — E o dia mal começou, garotas. O que acham de irmos tomar um banho na cascata, pegar um pouco de sol, colher frutas e conhecer os arredores? — Isso inclui fazer amor na praia? — indagou a garota. — E por que não? — Vamos adorar — responderam as duas, em uníssono.

Anoitecera, quando Jordan acordou, depois de um dia inteiro na companhia de Tessy e de sua amiguinha. Haviam feito as maiores loucuras na floresta, na praia, na cascata, onde lhes desse vontade. Aquela ilha paradisíaca, o sol e o calor provocava em seus corpos um desejo constante. A proximidade e a liberdade que gozavam completavam os

requisitos para tanto desejo e tanto tesão. Estava sozinho na cama, ouvindo o barulho da cascata e o cricrilar dos grilos. Não longe, o mar se arrebentava na praia. Eram ruídos agradáveis para quem gostava de navegar como ele. Estranhou estar só, mas isso foi por pouco tempo. Logo a porta da cabana se abriu e o vulto de uma mulher se recortou contra a claridade da lua. Levantou-se e ficou ao lado da cama. A garota passou as mãos por seus longos cabelos. Vestia uma saia curta e a blusa transparente. Os cabelos compridos desciam como uma cascata pelo seu corpo proporcional. Jordan a olhou com tesão. — Olá! — murmurou ela. — Olá! — respondeu ele, vendo-a se aproximar e, sem mas nenhuma palavra, aninhar-se junto ao seu peito. Era mais uma das moradoras da ilha. Desejou saber onde elas se escondiam durante o dia, mas isso ficou sem importância, quando ela começou a beijá-lo. Jordan cedeu ao apelo voraz e determinado daqueles lábios carnudos e macios que sugavam os seus com tesão e ardor. Suas mãos foram se enfiando por sob a saia dela, avançando até tocar sua calcinha. O tecido finíssimo estava molhado. Ele enfiou os dedos pelo elástico, tocando seus pêlos macios e fartos, indo em busca de sua xoxota. Resvalou a ponta do dedo no clitóris dela e a garota ofegou. Ele ficou bolinando seu grelinho por algum tempo, enquanto ela gemia, estremecendo continuamente. Depois Jordan avançou os dedos, alisando toda a sua vulva molhada, sentindo aquele calor gostoso da buceta excitada. O perfume da xoxota dela subiu até suas narinas, embriagando-o, fazendo-o perder a noção de tudo ao seu redor. Afastou um pouco mais as pernas dela e buscou a abertura de sua chana estreita. Ela ficou febril e ansiosa. Seus lábios buscaram os dele. Beijou-o sofregamente, enroscando

sua língua na dele, sugando a sua saliva, mordiscando-lhe os lábios. — Se soubesse o tesão que estou, depois de ouvir as outras falarem de você — murmurou ela, levando-o para a cama, onde se deitaram, trêmulos de tesão. — Quantas são vocês, afinal? — indagou ele, excitado. — Tessy não lhe disse nada? — Não. — É sinal que não devo dizer também. Encare isso como uma surpresa — falou ela e beijou-o gostosamente. Havia lascívia e volúpia naquele beijo incendiário, que o entonteceu ainda mais, de tão forte e gostoso. — Quer algo especial?— perguntou ele. — Não, só quero trepar mesmo!— afirmou ela e suas mãos desceram pelo corpo dele. Uma delas foi segurar seu caralho, apertando-se e esfregando-se com movimentos que lhe tiravam a coordenação, de tão gostosos que eram. Ela sabia manipular um cacete como poucas. Ele deslizou, então, as mãos pelas costas dela, até as nádegas, repuxando a saia para tocar e apertar aquelas graciosas e rijas elevações. Puxou-a ainda mais contra si, encaixando seu caralho entre suas coxas, esfregando-lhe a chana por debaixo da calcinha molhada. Apesar dos tecidos que separavam os dois, a sensação foi gostosa para ele, esfregando-se nela daquela forma. A garota também gostou, pois arrepiou-se todinha e voltou a beijá-lo ardentemente, sugando sua língua, devorando a sua boca. Ele a sentiu pegando fogo de tesão e desejo, quando avançou sobre ele, arranhandolhe o peito com suas unhas, beijando-lhe os mamilos. Ela gostou daquilo e continuou, contagiando-se, descendo na direção

do seu ventre. Jordan aproveitou para soltar os botões de sua blusa, tirandoa. Ao luar que entrava pelas frestas, seus seios surgiram, lindos e redondos, com auréolas escuras ao redor dos biquinhos. Colheu-os em suas mãos, sentindo a rigidez e o calor. Ela estremeceu de tesão. Os biquinhos estavam duros. Ele os beliscou, esfregando-os com as palmas das mãos, apertando-os com deslumbramento. A garota já estava ajoelhada entre suas pernas, esfregando o rosto no seu cacete. Seu hálito quente o fazia arrepiar continuamente. Ela beijava seu membro, apertando-o com verdadeira adoração. — É tão duro!— ofegou ela, segurando a pica com as duas mãos. Empurrou a pele para trás, descobrindo a glande. Lambeu. Depois beijou. Em seguida sugou. Tinha uma boca incrível. Ele a olhava, vendo todo o seu cacete enterrado naquela boca voraz, entrando e saindo. Era uma visão perturbadora e excitante. Enquanto ela chupava seu pau, ele alisava os seios dela, querendo mais de seu corpo. Segurou-a pelos ombros e a trouxe para junto de si. Beijou-a sofregamente. Ela estremeceu. Ele enfiou a mão por sua calcinha novamente, tocando seu clitóris numa carícia provocante que a encheu de tesão. Depois enfiou o dedo médio no interior da xoxota dela, buscando o ponto G. Ao tocá-la, ela pareceu ejacular, de tanta umidade que brotou de sua bucetinha excitada. — O que gostoso! — murmurou, ofegando. — Quer mais? — indagou ele, com a voz rouca de tanto desejo. — Quero mais — pediu ela, num apelo irresistível. Abraçou-a, beijando-a com ardor, despindo-a e fazendo-a se deitar na cama. Ficou deslumbrado, de tanto tesão. Era um corpo magnífico, com uma pele dourada, envolta num perfume sutil e afrodisíaco, ganhando uma tonalidade excitante ao luar.

Jordan entrou pelo meio das pernas dela. Afastou seus joelhos e ficou deslumbrado, olhando sua xoxota molhada, com seus pelinhos sedosos, enquanto aspirava seu perfume adocicado e inconfundível. Era uma visão deslumbrante, que o emocionou muito. Aquela garota fantástica naquela posição, com as pernas abertas, com a xoxota preciosa destilando o néctar dos deuses na sua frente, quase o levou ao gozo, de tanto tesão. Lambeu emocionado suas coxas, avançando na direção da fonte daquele perfume embriagador. Ele aspirava e entontecia, de tanto prazer. Roçou a língua no seu grelinho. Ela gemeu e incendiou-se. Apertou as coxas contra a sua cabeça e ficou tremendo. Gozava naquele momento e ele podia ver isso por seus olhos fechados e aquela expressão de êxtase em seu rosto. A garota ergueu os quadris, praticamente esfregando a chana na sua boca. Então ele a chupou. Bebeu seu líquido precioso. Depois enfiou sua língua numa profunda sondagem, entrando em seu buraquinho apertado, que se contraía e se lubrificava ainda mais com a sua saliva. Ela estremeceu de novo, segurando-o pelos cabelos e apertando-o contra a buceta. Ele a fez gozar com a sua língua, quando tocou o ponto G, numa fricção sutil. A garota foi ao delírio, enquanto ele a fazia gozar tanto que ela perdia o fôlego e a voz. Havia muito tesão para ser gozado naquele corpo. Ele queria vê-la desfalecida, esmerando-se nas carícias. Ela gemia, tombando o corpo para trás, apertando as coxas com força e estremecendo, num gozo contínuo e prolongado. O néctar de sua xoxota era tanto que transbordava. Ele estava trêmulo, com o gosto dela em sua boca e o seu caralho pulsando, ameaçando explodir de tanto tesão. Lentamente ela abriu as pernas de novo, olhando para ele com seu olhar mais mortiço e convidativo. Ele ficou olhando para ela, ofegante, avançando lentamente. Ela levantou o corpo preguiçosamente, segurou-o pelos ombros e o fez se

sentar. Ajoelhou-se diante dele e segurou-lhe o caralho com as duas mãos. — Quero gozá-lo ao máximo— murmurou ela, ainda ofegante e trêmula. — Então goze, querida— disse ele em resposta, sentindo a pressão deliciosa daqueles dedos ao redor da sua piroca. — Oh, sim! Nem precisava dizer isso— afirmou ela, caindo de língua e de boca no seu caralho. Ele quase foi ao delírio. Ela chupava com maestria e com arte. Uma das mãos mantinha a pele arregaçada para baixo e a glande experimentava, em sua boca, sensações inusitadas. — Que tesão!— murmurou ela, numa pausa, lambendo-lhe os testículos, enrolando a língua na base do pênis e subindo até a cabeça intumescida e maciça. Ele sentiu o prazer entrar em ebulição em seu ventre. Aquele calor intenso se acentuou e espasmos deliciosos percorreram o seu corpo. A glande inchou-se ainda mais, segregando o líquido lubrificante que a garota lambeu extasiada. Ele estava prestes a gozar em sua boca e ela percebeu isso. Parou de mamar o caralho dele e foi subindo pelo seu corpo, beijandolhe o ventre, os mamilos, o pescoço e, finalmente, a sua boca. Sua língua atrevida penetrou por entre os lábios dele, buscando a dele sofregamente. Ofegando, ela se sentou no colo dele, encaixando o caralho em sua chana e empurrando, fazendo-o penetrar até a raiz. Ele a abraçou comovido e cheio de tesão. Apertou seus seios. Beijou seu pescoço e seus ombros. Ela o manteve preso em sua buceta, contraindo o seu interior ritmicamente, proporcionando-lhe um prazer alucinante. O calor daquela vagina, a penetração, a sensação de estar sendo mascado por ela, tudo prometia arrancar dele o máximo do prazer. Sua xoxota sugava-o, pressionando gostosamente o pênis. — Que tesão! — ele disse, quase sem fôlego.

— Quer gozar agora? — Sim! Estou explodindo! — Então goze! Você me deixou louca — gemeu ela, começando a se mover. Ela galopou sobre seu colo, fazendo o caralho enterrar-se selvagemente em sua chana, com estocadas profundas e viris. Ele começou a gozar e continuou gozando, enquanto enchia a bucetinha dela de porra, fazendo transbordar com os movimentos selvagens daquela garota. Ficou apertando-a contra o seu corpo, enquanto ela enrijecia-se toda e ficava tremendo e respirando entrecortado. Depois foi relaxando, soltando o corpo suavemente sobre o dele. Sua pica permaneceu lá dentro dela, ainda dura, pedindo mais. — Quase enlouqueci, de tanto gozar — murmurou ela, levantando-se lentamente, deixando o cacete escapar de sua xoxota saciada. Ficaram algum tempo ali, abraçados. Depois, preguiçosamente, ele a arrastou para fora da casa. Foram abraçados até a cascada. O luar sobre a folhagem e sobre as águas dava um brilho intenso e mágico, quase irreal, à paisagem exuberante. A água morna reanimou seus corpos. A garota ficou de costas para ele, deixando-se abraçar e bolinar. O caralho de Jordan endureceu e entrou por entre suas nádegas, pressionando tentadoramente. Ela estremeceu de tesão. Pôs-se nas pontas dos pés e deixou que o caralho entrasse por debaixo de sua vulva e surgisse diante de suas coxas. Esfregou a cabeça intumescida com as mãos. Ele estendeu a língua e ficou lambendo o pescoço e a nuca da jovem. Mordiscou-lhe os ombros e beijou-a. Ela alisou seu pau mais algum tempo, até deixá-lo totalmente endurecido, depois se ajoelhou diante dele. Enlaçou a pica com seus dedos gentis e delicados. Sentiu a rigidez e a grossura do membro. Ficou brincando, puxando a pele para baixo, descobrindo a glande, lambendo-a e beijando-a com admiração e prazer.

Ele se inclinou e estendeu as mãos, colhendo em seus dedos seus seios rijos. Ficou brincando com os biquinhos, apertando-os. Ela continuou movendo os dedos em sua pica, com verdadeiro deslumbramento. Sua pele se mantinha arrepiada. Seus olhos olhavam fixamente a ponta maciça e rubra do cacete, coberto de gotículas de água da cascata. — Eu quero de novo!— murmurou ela. — Então vai ter de novo— ele disse. — Quero agora!— falou, apertando com sofreguidão a pica dele. Ela avançou a cabeça e começou a chupar o cacete dele, desta vez fazendo-a entrar até o fundo de sua boca. Ele se debruçou ainda mais e sua mão foi tocar a bucetinha em brasa, iniciando uma carícia em seu grelinho, depois no seu buraquinho. Ele sentia o quanto ela estava lubrificada de novo, pois seu dedo entrou com facilidade na chana. Ela ofegou e sugou com mais força seu caralho. — Não agüento esperar mais — falou. Jordan apoiou-se numa rocha. Ela se pôs nas pontas dos pés, ajeitou-o com a mão o caralho, depois ergueu uma das pernas. Jordan empurrou o caralho contra a buceta dela, fazendo-o penetrá-la profundamente. A garota ficou tremendo, com a pica dentro de sua chana, contraindo, enquanto gozava. — Oh, como é gostoso! Oh, como é bom! — ficou repetindo ela, alucinada, movendo os quadris, buscando desesperadamente o prazer que viria arrebatador e intenso.

— Quero uma coisa diferente — pediu ela, depois que voltaram à cabana e comeram um pouco de peixe assado que ela trouxera. — O que quer de diferente?— indagou à garota.

— Algo violento, forte, animal! — Como o que, por exemplo? Em resposta ela se virou e ficou esfregando a bunda no caralho dele. Jordan entendeu o pedido e o tesão abalou seu corpo, fazendo seu caralho endurecer rapidamente. — Deite-se na cama! — pediu ela. Ele a atendeu. Olhando-o com intensa volúpia, ela subiu nele e lentamente, coma provocação deliberada, foi movendo o corpo e acomodando o caralho dele no reguinho entre suas nádegas. Depois rebolou, provocando-o. Ele moveu os quadris, esfregando-se nela. — Isto é muito bom — murmurou ela, rouca de tesão, debruçando-se sobre ele. Ele a beijou no pescoço e nos ombros. A garota arrepiou-se imediatamente e suspirou, sentindo o corpo tornar-se extremamente sensível. Ele acomodou a ponta do caralho na bunda dela, esfregando para cima e para baixo, até encontrar o buraco do rabinho dela. A garota continuou arrepiando-se com aquela carícia. Ele ficou pressionando o buraquinho dela, enquanto continuava beijando. Ela delirou, estremecendo-se toda. — É isto que quer? — indagou ele, ansioso e cheio de tesão e de vontade de comer aquele rabinho. — Sim, quero isto — respondeu ela. — Então vamos ver se agüenta — disse ele. Jordan a virou de bruços, depois afastou um pouco mais as pernas dela e enfiou o cacete ali, continuando a esfregar. O néctar que lubrificava a xoxota dela molhou seu próprio cu, deixando-o pronto para a penetração. A garota levantou ainda mais os quadris. Sua bundinha ficou arrebitada, pronta para a receber o caralho nela. Ele segurou as nádegas rijas e empinadas com as mãos, afastando-as, enquanto guiava o pênis até o buraquinho cheio de pregas.

Foi empurrando. — É tão gostoso! — rouquejou ele, trêmulo de tesão. — Foda o meu rabo. Quero ser toda sua de todas as maneiras possíveis. — Está bom? — Está gostoso! — Posso pôr tudo? — Sim! — Até o fim? — Sim! — Se não gostar, avise que eu paro! — Pare de me torturar e enfia logo essa pica no meu rabo, Jordan. Estou ardendo de tesão— exigiu ela, rebolando, empurrando o corpo contra o membro dele. — Vou enfiar. Bem devagar — avisou ele, enfiando lenta mas firmemente. Sentiu a glande deslizar maciamente naquele buraquinho apertado, que foi se relaxando pouco a pouco, permitindo que ele penetrasse. A garota suspirou e gemeu baixinho, sentindo uma onda de calor penetrar seu ânus, juntamente com o membro dele. Uma violenta sensação de prazer seguiu-se à penetração. — Já estou gozando — murmurou ela, com a voz entrecortada. — Agora mexe um pouco — pediu ele, enquanto uma das mãos ia acariciar os peitinhos dela e a outra descia, procurando-lhe o grelinho para massageá-lo e levá-la à loucura.

A garota começou a rebolar lentamente, friccionando suas pregas na glande dele. Aquela fricção deixou-o trêmulo e numa tensão erótica insuportável, fazendo-o apressar-se. Começou a mover seu membro dentro dela. A garota gemeu. Ele continuou, num ritmo lento e gostoso. Ela continuou gemendo e suspirando. — Você gostosa demais, querida — afirmou ele e suas mãos colheram em cada uma um dos peitinhos para massageá-lo. A excitação aumentava violentamente. — Enterre tudo. É bom demais — pediu ela, empurrando ritmadamente a bunda arrebitada contra o cacete dele. Jordan foi acelerando seus movimentos, fodendo aquele cuzinho tentador com uma volúpia nova e abrasadora.

Foi uma noite alucinante. A garota era insaciável e consumiu as energias de Jordan, levando-o à exaustão. Acordou no meio da tarde do dia seguinte. Sobre a mesa estava uma refeição apetitosa, com peixe assado, ave frita, arroz com mariscos e ostras frescas. Comeu com apetite. A sensação de ser uma espécie de garanhão provocava-o, deixando-o constantemente excitado. Estava curioso para saber quantas garotas novas ainda teria de conhecer e quantas surpresas lhe estavam reservadas ainda. Foi até a janela, tentando decidir se ficava por ali mesmo ou se ia tomar

um banho na cascada. Estava ali, quando a porta se abriu e um vulto de mulher entrou. Jordan se voltou para encarar a mulher que acabara de entrar. Ficou perturbado, olhando aquela beleza angelical com brilho diabólico e tentador nos olhos. Ela usou as duas mãos para agitar os cabelos compridos e sedosos e uma onda suave e inebriante de perfume se espalhou após aquele movimento. Ela ficou ali, exibindo um corpo perfeito, tenro e na flor da sua juventude. — Quero você!— disse ela, com malícia e decisão. — Como as outras?— surpreendeu-se ele. — Sim, como as outras! Jordan a olhou deslumbrado, depois passeou o olhar pelo seu corpo. Era mesmo de tirar o fôlego. — E o que quer exatamente de mim? — provocou ele. — Quero fazer amor com você. Quero trepar. Quero foder. Quero fazer todo tipo de besteira gostosa com você — disse ela, soltando o primeiro botão da blusa que usava. Os contornos de seus seios se exibiram aos olhos gulosos de Jordan, que ficou alucinado. A garota desabotoou o segundo botão da blusa e ele não conseguiu pensar em mais nada. Aproximou-se. Acariciou seu rosto, seus cabelos e, quando deu por si, já estavam trocando beijos apaixonados e carícias incendiárias, que deixavam seus corpos em brasa. Jordan agarrou-a, apertando-a em seus braços. — Gostoso!— murmurou ela, beijando-o alucinadamente. Jordan tirou-lhe a blusa e estremeceu diante da beleza de formas e da rigidez daqueles seios jovens e oferecidos. — Vamos trepar logo — pediu ela.

— Como você quiser, querida — afirmou ele, esfregando-se nela e aspirando seu perfume. — Estou doida de tesão — balbuciou ela, beijando-o no pescoço e no rosto com uma fome incontrolável. Ele a levou para a cama, onde a depositou com gentileza. — Quero vê-la nua — pediu ele, inclinando-se e soltando o fecho da saia que ela vestia. Puxou delicadamente a peça, enquanto ela rebolava os quadris, facilitando-lhe o trabalho. Seu corpo era perfeito, com o ventre liso, coberto por uma penugem delicada, que descia para debaixo da calcinha, transformando-se num tufo escuro. A buceta molhada delineava-se na peça íntima, mostrando toda a sua excitação no perfume sutil e penetrante que dela emanava, embriagando-o. Cheio de tesão ele se inclinou. Seus dedos enroscaram-se no elástico da peça íntima, puxando-a lentamente. Ela facilitou-lhe o trabalho com seus movimentos de corpo. Quando a viu nua, Jordan suspirou, apertando a calcinha perfumada contra o nariz, aspirando aquele perfume inesquecível e enlouquecedor. — Fique pelado também! — pediu ela, com ansiedade. Jordan tirou o calção e seu corpo nu levou a garota ao delírio. O volume e a rigidez de seu membro indicava sua excitação. A jovem se adiantou e esfregou o rosto contra o cacete tentador, fazendo Jordan estremecer de tesão. — É tão duro — ofegou ela. As mãos dela subiram pela coxa dele, indo até as nádegas, numa carícia possessiva e febril. O cacete dele praticamente saltou para dentro da boca faminta da jovem, que sugou-o inteiro, enfiando sua língua por entre o prepúcio e a glande, alisando e chupando, enquanto as mãos se mantinham nas nádegas dele, apertando-as e beliscando-as com um desejo incontido.

Jordan vibrou com o fogo delicioso que ardia no corpo dela, desejando fodê-la o mais rápido possível. Ele a fez se deitar. Ela continuou mamando-se com sofreguidão e habilidade. Girando o corpo, ele teve as coxas dela ao seu alcance. O perfume da chana sob seu nariz convidava-o a beber o néctar direto na taça mais excitante e saborosa que conhecia. Seu hálito apaixonado lambeu a bucetinha molhada e a jovem suspirou, mascando com indizível prazer a pica em sua boca. A bucetinha atraiu-o inapelavelmente. Ele afastou as coxas dela o máximo que pôde para ter uma visão do paraíso. Era a buceta mais tesudinha de todas que ele já comera naquela terra esquisita. Sem poder se conter, lambeu o néctar na própria taça, afundando sua língua naquelas carnes quentes e saborosas. Foi fundo, tateando, procurando, até encontrar o ponto rugoso e sensível. Quando o tocou e massageou com a ponta de sua língua, o corpo da garota estremeceu convulsamente. — Oh, que maravilha! — exclamou ela, com a voz entrecortada e sumida. — É a delícia das delícias, querida — respondeu ele, insistindo na carícia e ela se derreteu, em gemidos e suspiros, sem soltar o cacete em sua boca. Ela ficou vibrando aquelas emoções deliciosas e desencontradas que fluíam em seu corpo com a impetuosidade de uma corrente caudalosa. Seus seios esfregavam-se nas coxas de Jordan, provocando uma sensação deliciosa. A boca faminta engolia seu pênis com luxúria, brincando com ele. — Estou gozando! — ficou murmurando ela, com a voz sumindo pouco a pouco e o corpo estremecendo, até que ficou imóvel, arfando, respirando com dificuldade e passando a língua pelos lábios ressequidos. Jordan interrompeu sua sessão especial de chupadas e foi apertá-la e beijá-la com lascívia, sentindo-a lânguida e entregue.

— Foi maravilhoso! E você ainda nem me fodeu — murmurou ela. — Sim, isso foi só para aquecer os motores, querida. Logo vou fodê-la de verdade — explicou ele. — Quero que seja bem gostoso! — Sim, será muito gostoso, eu prometo! — Temos tempo. Não precisamos — falou ela, apertando o cacete dele entre os dedos, fazendo as veias tornaram-se ainda mais intumescidas e ele mais rijo ainda. — Não seja por isso, minha querida! — disse ele, pondo-se deitado, com as costas apoiadas no travesseiro barulhento. — É um homem tão gostoso! — Então deixe-me lhe mostrar o que é realmente gostoso — pediu ele, contagiado pela sensualidade daquele corpo em flor. — Posso pedir uma coisa, então? — Sim, tudo que desejar. — Deixe-me chupá-lo de novo! — Fique à vontade! — Eu queria fazer isso até você gozar em minha boca. Ele não quis tirar dela esse prazer. Deixou que ela se pusesse de quatro entre suas pernas. Com um estremecimento de prazer, ele a viu inclinar-se sobre seu cacete. A língua morna úmida tocou sua glande e seu hálito ardente provocou arrepios na pele dele. As mãos delicadas subiram-lhe pelo ventre, indo acariciar seu peito e beliscar seus mamilos de um modo todo especial, que arrepiava ainda mais e dava prazer. — Quero que sinta o meu tesão — pediu ela, com a voz rouca

transbordando volúpia. Ele ficou apenas sentindo e gozando aquele momento de intensa intimidade. A sensação era deliciosa. A jovem continuava movendo a língua, acariciando-lhe o caralho gostosamente. — Que tesão! — Que bom que você está gostando — falou ela, continuando a lamber sem pressa o pinto dele. Jordan sentiu que todo o seu corpo ganhava uma extrema sensibilidade. — Está gostando? — indagou ela. — Oh, sim! Muito! A jovem avançou a cabeça, fazendo pressão com seus lábios sobre a glande, deixando-a abrir caminho por entre eles, roçar seus dentes e penetrar sua boca, avançando até sua garganta. Jordan se sentiu no paraíso. A língua dela não parava de girar, de esfregar, de alisar e de provocar sua glande sensível. A boca úmida e morna engolia totalmente seu cacete. Os lábios dela apertavam a pele intumescida. A língua atrevida brincava com ele. Ele sentiu tesão, vertigem, delírio, emoção, tudo junto, numa mescla de sensações que o assaltavam todas ao mesmo tempo. Ela começou a mover a cabeça. O ventre dele entrou em ebulição e ele desejou fodê-la sem demora, enterrando seu pau na bucetinha tão molhada que seu perfume agora já dominava todo o aposento. — Quero lamber sua bucetinha também— pediu ele. Ela se virou sobre a cama, o ventre apoiado no peito dele, oferecendolhe sua xoxotinha adorável. Jordan ficou admirando aquela paisagem que o enchia de volúpia, cheirando aquele perfume entontecedor. Estendeu novamente a língua e colheu o néctar, lambendo-a e sugandoa avidamente, buscando o ponto G para fazê-la estremecer e vibrar, quase sem fôlego.

— Oh, que gostoso!— ofegou ela, arqueando o corpo, empurrando a chana contra o rosto dele, ao mesmo tempo em que sugava o caralho dele como se desejasse engolí-lo. A língua dele avançou para dentro da xoxota dela, buscando sempre aquele ponto escondido, quase secreto. Ela gemia e se contorcia, suspirando com o cacete dele na boca. Jordan alisava as coxas dela, indo até as nádegas, que rebolavam de prazer. Deslizou, então, um dos dedos pelo reguinho entre as duas elevações. A jovem ofegou e rebolou. Ele lubrificou o dedo com saliva, depois buscou o botãozinho pregueado do cu dela, pressionando, girando, entrando lentamente. Ela arrebitou ainda mais a bunda, gemendo e chupando a pica dele. Jordan buscou um dos seios dela, apertando-o deliciado, gozando as formas sensuais e tentadoras daquele corpo desejável. — Está me fazendo derreter! — confessou ela, sentindo os biquinhos de seus seios tão sensíveis que poderia gozar só com aquela carícia. O dedo enterrado em seu ânus dava-lhe um prazer adicional, que se juntava violentamente ao que a boca e a língua dele produziam em sua buceta. Jordan também experimentava um nível incontrolável de excitação, sentindo que a qualquer momento ejacularia na boca tentadora e ardente da jovem. Ela, no entanto, estava tão excitada que se entregou às sensações que lhe tomavam o corpo de assalto. Soltou-lhe o caralho e ficou apenas gozando com as carícias com que ele a brindava. Seu ventre agitou-se inúmeras vezes e espasmos prolongados agitaram seu corpo, enquanto ela continuava gozando. — Que gostoso! Não paro de gozar! — murmurou ela, acariciando o rosto dele, olhando aquela língua incessante penetrar sua xoxota e arrebatála, de tanto prazer. Todo o seu ventre estava em ebulição. Sua buceta ardia, pedindo algo

que a preenchesse totalmente, que fosse até o fundo. — Quero seu caralho dentro de mim — pediu ela, escorregando sobre ele. A garota se esfregou no corpo dele. Suas formas tentadoras passaram pelo ventre de Jordan e foram pressionar seu caralho. Ele o sentiu deslizar por entre o reguinho das nádegas dela, até passar e surgir entre suas coxas inquietas e sedutoras. O membro ficou colado à vulva molhada da garota, que se ergueu um pouco e apenas o encaixou à entrada de sua lubrificada bucetinha. — Quero sentí-lo entrando assim! — murmurou ela, soltando lentamente o corpo. A glande se comprimiu à entrada do buraquinho estreito, lubrificado ao extremo. Sem dificuldades, apenas com um prazer quase insuportável, a glande foi distendendo as dobras a sua passagem, enquanto se comprimia toda para entrar. — Oh, que maravilha! — suspirou e gemeu a garota, quando a cabeça do pau entrou em sua chana. Jordan se esforçou para se controlar e não gozar naquele mesmo momento. — Ele está entrando! — disse ela, com a voz entrecortada, suspirando fundo. Deixou o corpo pesar sobre o dele e o mastro rijo e poderoso foi se enterrando nela gradativamente, enchendo-a, dando-lhe um prazer extra na penetração. Ela foi até o fim, pondo-o inteiro dentro dela. Jordan ficou sentindo o cacete enterrado naquela xoxota apertada, apenas gozando a sensação total de posse. A jovem ficou contraindo os músculos vaginais, apertando ainda mais o cacete dele, levando-se ao delírio.

— Que buceta! — murmurou ele. — Que pinto gostoso! Tira! Põe! Assim! Que tesão! Estou derretendo por dentro! — rouquejou ela, alterada de tanto prazer, abraçando-se e beijando-se com sofreguidão, enfiando sua língua entre os lábios dele, da mesma forma como ele enfiava o cacete em sua xoxota e habilmente explorava seu ponto G e a fazia gozar. — Vou gozar! — rouquejou ele. — Sim, goze! Goze dentro de mim! Estou gozando também! Mas não pare! Continue me fodendo! Foda-me! Foda-me! — Oh, sim! — concordou ele, louco de tesão e desejo. Seus corpos atingiram o clímax ao mesmo tempo. Num gemido prolongado, eles gozaram e o cheiro de porra de misturou ao daquela bucetinha em flor, tão estreita quanto deliciosa. — Que homem! — exclamou ela, tombando sobre ele, abraçando-o e apertando-o com força, beijando-o e sugando seus lábios com um desejo que não tinha limites. Ele correspondeu, abraçando-a e apertando-a contra o corpo, sentindo que seu caralho continuava duro, aproveitando cada segundo no interior daquele corpo escultural e tentador. Ela foi se aquietando sobre ele. Suspirou, depois adormeceu graciosamente, com o caralho ainda dentro dela, como uma criança cansada após uma boa e demorada mamada. Ele ficou ali, imóvel, abraçando-a e acariciando-a, olhando ao seu redor e pensando na loucura que era tudo aquilo. A jovem ronronou e murmurou alguma coisa. Ainda adormecida, ela começou a mover os quadris. O cacete de Jordan, ainda dentro da bucetinha dela, reagiu quase que imediatamente, endurecendo. Ela começou a mover lentamente os quadris, em círculos. Jordan ofegou. Suspirou. Gemeu. Agarrou-a. Beijou-a. Moveu seus quadris contra os dela, fodendo-a furiosamente. O gozo foi enorme e inesperado. Ofegantes, ficaram abraçados. Ela

apoiou a cabeça contra o peito dele. — Você é fantástica, garota! — disse ele, adorando a forma como ela o surpreendera. — Acha mesmo? O caralho dele continuava duro dentro dela. O tesão que havia em seus corpos não se esgotara. Ficaram abraçados, beijando-se. Ela contraía os músculos vaginais, provocando-o, enquanto se acariciavam mutuamente. Ele começou de novo mover lentamente os quadris, indo e vindo dentro da bucetinha lambuzada de porra. Com um carinho todo especial, Jordan brindou aquela bucetinha com o melhor de si, entregando à deliciosa tarefa de fodê-la.

— Que gostoso estar aqui com você— disse a garota, debruçando-se sobre Jordan. Ele girou o corpo na cama. Era madrugada e a lua brilhava lá fora. Antes que desse conta do que se passava, a garota já estava beijando-o apaixonadamente. Seu beijo tinha o sabor de pecado e de sexo. Ela ainda não estava satisfeita e queria mais. — Você vai acabar comigo — murmurou ele, desvencilhando-se dela e saindo da cabana. O barulho da cascata era um convite. Foi até lá e tomou um banho, refrescando-se. Quando retornou ao quarto da cabana, parou ao lado da cama. Ficou olhando-a provocá-lo. Seus cabelos se espalhavam pelo travesseiro. Os seios subiam e desciam apressadamente. — Venha! Vê-lo molhado assim me deixou com tesão de novo — confessou ela.

Ele se deitou junto dela. Beijou-a no canto da boca, sentindo seu corpo nu colado ao dele. Ela o abraçou com força, apertando-se contra ele. Suspirou quando ele enfiou a língua entre seus lábios e sorveu sua saliva adocicada. — Você é maluca, sabia? — murmurou ele, surpreso. — Tanto assim? — indagou ela. Ele não respondeu. Suas mãos desceram pelas costas dela e foram apertar as nádegas com volúpia. Ela fez o mesmo, esfregando-se nele, sentindo a rigidez de sua pica. Ela ofegou, excitada. Jordan suspirou e girou o corpo na cama, pondose à disposição dela. A jovem se debruçou sobre ele, segurando e apertando o membro com volúpia e provocação. Comprimiu a glande maciça entre os dedos, empurrando a mão para baixo, expondo-a totalmente. Jordan estremeceu de desejo e sentiu sensações intensas percorrendo seu corpo. A garota suspirou, sentindo o fogo brotar em sua chana, fazendoa molhar-se rapidamente. Ele deslizou a mão até a chana dela, tateando, penetrando, buscando o ponto G para massageá-lo. O rosto dela ficou ainda mais afogueado. Ela continuou brincando com a pica dele, masturbando-o. — Que gostoso! — murmurou ele. — E o que é mais gostoso? — Tudo é gostoso, quando se é acariciado por essa mãozinha de fada, quando se tem uma bucetinha tesuda e molhada e um cuzinho como o seu à disposição! Ela riu, cheia de tesão e continuou masturbando-o. Sua mão fina e sensível escorregava ao longo do cacete endurecido. Jordan tremia e gemia entrecortado a cada movimento em sua vara. — Quero chupá-la! — pediu ele.

A garota girou o corpo e ofereceu sua buceta para ele. Ele não a chupou de imediato. Enfiou o dedo médio e tocou o ponto mais sensível. Ela gemeu, sentindo tremores abalarem seu corpo. Seus seios ficaram extremamente sensíveis. Ela vibrou, gemendo, enquanto o dedo dele realizava prodígios dentro de sua chana. Em resposta ela acelerou os movimentos de mão, até que a glande se tornasse ainda mais inflada. Ela ficou, então, esfregando-o no rosto, estendendo a língua para lamber a pele retesada, subindo devagarinho, buscando novamente a glande intumescida. Lambeu-a. Deixou a ponta encaixar-se entre seus lábios. — Gostoso? — indagou ela. — Sim, uma delícia — respondeu ele, enterrando a língua na chana dela. O corpo dela arqueou-se como se ela tivesse levado um choque violento. Ela respirou fundo e estremeceu, sentindo a língua dele mover-se atrevida e experiente, dentro de seu ponto mais sensível. Em resposta ela abaixou a cabeça e deixou o pinto dele deslizar para dentro de sua boca. A língua alisou-o. Ela mamou e mascou aquela coisa grossa e quente entre seus lábios. — Oh, que boca! Mame! Assim! Posso gozar em sua boca! Jordan gemeu de prazer. Seu hálito varreu a buceta da garota, quente e provocante, arrepiando-a intensamente. Toda a pele dela arrepiou-se. Ele beijou toda a vulva dela, detendo-se, finalmente, no seu grelinho ereto. Prendeu-se entre os dentes, movendo-se de um lado para outro, enquanto friccionava sua língua nele. Ela ofegou e gozou, arqueando o corpo de tanto prazer, sugando o membro dele com avidez. Jordan enfiou sua língua lá dentro de novo, provando o sabor adocicado e intenso, embriagando-se em seu perfume de fêmea, tocando aquele ponto mágico que provocava um orgasmo vaginal intenso no corpo da garota.

— Oh, Jordan! Que língua e que caralho! — Quer mais? — indagou ele, molhando o dedo indicador e pondo-o na bunda da garota, deslizando à procura das pregas de seu cu. — Oh, você pensa em tudo — gemeu ela, com a voz entrecortada pelo prazer. Ele pressionou o dedo lambuzado de saliva no buraquinho dela. A garota rebolou, relaxando os músculos. O dedo penetrou e ficou se movendo, numa massagem interna alucinante. Jordan coordenou seus movimentos. Uma das mãos acariciava os peitinhos dela. A outra estava entre as nádegas. Sua língua fodia a chana, enquanto sua pica fodia a boca tentadora. — Eu estou gozando por todos os meus buracos — confessou ela. — Então continue gozando! — disse ele, girando o corpo com ela e dominando-a. Recuou, afastou as duas pernas dela e guiou seu membro até a porta daquela grutinha lubrificada e perfumada. Pressionou ligeiramente. — Agora você vai gozar gostoso! — disse ele, empurrando. — Quero sentí-lo! Assim! Vem! — murmurou ela, com a respiração entrecortada. Ele a atendeu. Sua glande alargou a delicada bucetinha e deslizou pelas dobras lubrificadas, comprimindo-se, para depois avançar lentamente. — Oh, querido, fique assim! — pediu ela, quando ele se enterrou todo dentro dela. Jordan ficou imóvel sobre ela, beijando-a, enfiando sua língua na boca voraz da garota, que ficou contraindo ritmadamente os músculos de sua xoxota, proporcionando um gozo adicional. — Vou gozar — disse ele.

— Então goze e me faça gozar, querido! — respondeu ela. Continuou a contrair a chana daquela forma, enquanto Jordan iniciava seus vigorosos movimentos de macho, sentindo seu corpo estremecer seguidamente. Os tremores foram aumentando de intensidade. Um calor intenso brotou em seu ventre, concentrando-se em seu pênis, que inchou ainda mais. Ele acelerou seus movimentos. A jovem estava transfigurada de tanto tesão. — Estou gozando! — gemeu ela, totalmente alucinada. Ele enrijeceu o corpo, percorrido por espasmos. Sua respiração interrompeu-se, depois ele gemeu convulsamente, sentindo o esperma jorrar dentro da buceta dela, em jatos ritmados. Ela continuou mexendo os quadris, fazendo o cacete roçar fortemente seu clitóris. Ainda gemendo de prazer, Jordan continuou golpeando o corpo dela com estocadas viris e profundas, beijando-a e acariciando suas tetinhas. Suspirado e gemendo, ela chegou ao clímax, agarrando-se a ele com frenesi, beijando-o, arranhando-o o mordendo-o. Eles rolaram na cama, até que ela ficou sentada na pica dele, rebolando os quadris e retirando do pinto ainda duro um resto de prazer. — Eu quase me acabei de tanto gozar — disse ele, estremecendo continuamente. Ela continuou movendo o corpo, subindo e descendo. Não parava. Continuava inquieta, ardendo de tesão, pois seu fogo não se apagava tão facilmente. — É muito tesão — murmurou ela, enquanto continuava movendo os quadris para cima e para baixo, com as mãos alisando o ventre e o peito dele. Jordan estremecia e apertava os seios dela, que continuou naqueles movimentos por um longo tempo, depois foi aumentando o ritmo. A pica dele se mantinha em pé, deslizando com facilidade na buceta

lubrificada. — Quero gozar mais — falou ela. — Goze tudo que quiser, querida? — Quero na bunda — disse ela, com a voz trêmula de tesão, guiando o caralho para o meio das nádegas.— Quero tomar no cu agora — acrescentou ela, com a voz rouca de desejo. Jordan virou-a de bruços e a segurou pelos quadris, fazendo-a erguer a bunda. Posicionou o cacete entre as nádegas dela. Puxou-a ao encontro de seu membro lenta e firmemente. A garota foi relaxando o esfíncter e facilitando-lhe o trabalho. Jordan sentiu as preguinhas se dilatando e a glande se comprimindo toda para encontrar o caminho e avançar. Ela gingava as nádegas de um lado para outro, movendo o tronco, enquanto fazia o membro invadir seu buraco apertado e ardente. A cabeça entrou, depois o resto do membro foi deslizando para dentro dela. Continuou rebolando. Jordan sentia um tesão enorme, com o pênis sendo sugado para dentro daquele cu faminto. — Está gostando? — indagou ela. — Oh, sim! É uma loucura! — Põe tudo dentro de mim! — falou ela, movendo os quadris, até que a pica dele estivesse toda enterrada em seu ânus. — É demais! — ofegou ele, sentindo a pica inteirinha dentro dela. Suas mãos avançaram pelo corpo da garota, indo bolinar suas tetinhas durinhas e empinadas. Ela continuou rebolando. Ele foi aumentando aos poucos o ritmo. — Sinta meu cuzinho! Sinta como ele é gostoso! — sussurrou ela, a voz entrecortada de gozo. Ele se arrepiou todo, coordenando seus movimentos aos dela, entrando

e saindo do cuzinho apertado, esfregando, sentindo seu ventre entrar em ebulição. Ela gemeu, suspirando, acelerando ainda mais os movimentos. Jordan jamais vira uma mulher incendiar-se tanto com uma rola no meio da bunda. Ela gemia, enquanto o corpo mantinha aquele balanço erótico e alucinante. Gemidos e murmúrios escapavam de suas gargantas. A excitação dela aumentava vertiginosamente. Jordan sentia a fome e o desejo daquela mulher contagiando-o. Queria acariciá-la por inteiro, tocando seus peitos, alisando sua pele, massageando suas coxas. — Sim! Isso! Não pare! Enfie com força — pediu ela, alucinada. Ele jogava seu quadril contra a bunda dela, enfiando profundamente seu caralho no orifício delicioso. A garota gemeu mais forte, com aquele caralho acariciando-a por dentro, enchendo-a de calor e levando-a à loucura. — Ah, eu estou gozando! Estou gozando! Não paro de gozar! — ficou repetindo ela, enquanto todo o seu corpo se arrepiava continuamente, abalando-se em espasmos de puro prazer. Ele acelerou ainda mais seus movimentos, sentindo próximo o próprio orgasmo. Ela se acabava sob ele. No auge do prazer, Jordan gemeu profundamente, entrecortadamente, depois esporreou generosamente, inundando o rabo dela de esperma. Ela tombou para o lado, ofegando, e ficou estendida, olhando para ele com uma expressão de satisfação e alegria no rosto feliz. Jordan se debruçou sobre ela, acariciando seu corpo jovem, suas formas rijas e bem delineadas. Ela fechou os olhos e ficou apenas sentindo o toque sutil e suave daquelas mãos. — Quero mais — pediu ela, com a voz rouca de tesão. — Até onde vai seu limite? — Estou atrasada, lembra-se? Tenho que transar todos os dias e fiquei muitos dias sem fazer isso. Estou seca, ansiosa, carente ao extremo.

— Pode acabar comigo, sabia? — Não acredito. Você é viril, potente e gostoso. Um homem assim não se deixa vencer facilmente. Aposto como ainda tem muito para me dar nesta noite — ronronou ela, enroscando-se nele. — Diabos, garota! Você tem toda razão — afirmou ele, apertando-a e deixando que o tesão conduzisse seus atos.

Jordan acordou cedo, apesar da noite movimentada. Estava sozinho no quarto, mas a mesa estava posta com o café da manhã. Antes de comer, foi até a cascata e tomou um banho. Depois comeu com apetite voraz e ficou esperando pela próxima mulher a visitá-lo. Ela não demorou a aparecer, enrolada num sarongue, com os cabelos úmidos e a pele fresca e perfumada. Sorriu provocantemente, olhando-o com olhos de malícia e de provocação. Num gesto espontâneo e natural, ela soltou o pano que enrolava seu corpo e exibiu seu corpo escultural. Os seios pontudos e perfeitos apontavam para frente. A cintura era afunilada e os quadris, proporcionais. Coxas sedutoras lhe davam movimentos felinos. Ela caminhou ao seu encontro. Jordan a devorou com os olhos, das coxas aos lábios carnudos, passando pelos seios e pelo ventre, descendo, acompanhando o triângulo peludo que descia rumo a sua vulva. Tudo nela era desejável e tentador. — Quem é você? — indagou ele, julgando-a a mais linda e a mais desejável de todas.

— Eu sou a última — murmurou ela, passando a língua pelos lábios, tornando-os brilhantes e tentadores. As mãos subiram pelo próprio corpo, deslizando cintura acima, até juntarem-se sobre os seios. Sua pele estava arrepiada. Os biquinhos estavam durinhos, demonstrando como ela estava excitada. — Estou tão cheio de tesão que mal posso esperar! — acrescentou ela. Jordan abriu os braços para recebê-la e apertá-la com força, fazendo-a sentir todo o seu tesão. Beijou seu rosto e seus lábios carnudos, enquanto suas mãos deslizavam pelo corpo dela, tocando a pele macia, descendo pelas costas e indo apertar com luxúria a bunda empinada e tentadora. Suas línguas se encontraram, trocando carícias loucas. Deitou-a ao seu lado, puxando-a para si, enfiando a pica entre suas coxas, sentindo o calor e a umidade de sua chana. — Você é tão gostoso. Fiquei com muito ciúme enquanto esperava — disse ela, enquanto ele a apertava e sugava seus lábios. — Agora quero brincar com você. Esperei muito por isso. Quero que me foda. O que quer comer primeiro? . — Sua bucetinha, que deve ser apertadinha e gostosa, tanto quanto sua bunda — disse ele, excitado. — Você sabe mesmo como provocar uma mulher e fazê-la se sentir uma prostituta — observou ela. — E isso a desagrada? — Oh, não neste clima, é o máximo, sabia? Não lhe dá tesão também? — É verdade. Olhando você, penso logo na sua bucetinha apertadinha e molhada. Isso desperta em mim um desejo irresistível de trepar com você, fodê-la até seu pau esfolar e todo o fogo que arde dentro de mim transbordar em porra na sua buceta! — disse ele, fazendo-a arrepiar. A garota estava adorando tudo aquilo. Enquanto ele falava, alisava sua chana. — Oh, querido! — murmurou ela, totalmente acesa agora, virando-se

sobre ele, esfregando seu corpo no dele, beijando-o como uma alucinada. Suas mãos ficaram livres para percorrer as formas perfeitas da jovem, enquanto ela ia deslizando o corpo para baixo, com a boca voraz beijando, roçando seus pêlos, até a base de seu cacete. Sua língua se enroscou na pele retesada, subindo, subindo, até que seus lábios roçassem a glande intumescida e sensível. Sugou-a para dentro de sua boca com avidez e aquela sensação de se sentir chupado por sua boca morna foi eletrizante para Jordan. Ela conservou o pênis em sua boca, mamando-o, fazendo-o estremecer, quando movia a língua ao redor da glande. — Você é mesmo muito gostosa — murmurou, entregue. — Vou lhe mostrar o que é ser gostosa — respondeu ela, continuando a sugar loucamente. Ele enfiou a mão por baixo dela e buscou sua xoxota molhada. Esfregou-a delicadamente, passando o dedo por toda a sua extensão, sentindo seu calor ardente. Depois avançou um dedo no interior morno e lubrificado, procurando o ponto G. Quando o tocou, a garota se eriçou inteira. Ela gemeu e ofegou, quase mordendo-lhe a pica de tanto tesão. Ele insistiu na carícia, buscando o botãozinho saliente de seu clitóris para acariciá-lo com a ponta do dedo. — Sabe como fazer isso, não? — desabafou ela. — Sim, principalmente quando encontro uma xoxotinha molhada como a sua. — Gosta de uma chupadinha? — indagou ela, girando a boca ao redor de glande, quase fazendo-o gozar. Jordan estremeceu e sentiu seu pinto latejar de tesão, por isso manteve o dedo em sua chana e esfregando-lhe o ponto G. A jovem continuou respirando fundo e entrecortado, sentindo o prazer fluir em ondas dentro dela. Ele continuou naquela carícia, vendo as coxas dela estremecerem e ela apertar os olhos, com a boca aberta, com falta de

ar. Os tremores aumentaram. Ela se enrolou toda e tombou no leito, alucinada. — O que você está fazendo comigo? — indagou ela, num fio de voz, esticando-se lentamente no leito. Jordan se pôs de lado para olhar seu corpo. Os olhos dela estavam semicerrados. Seu peito arfava deliciosamente. Seu ventre se contraía a cada respirada. — Vou lhe tudo que sei — falou ele, debruçando-se sobre ela. Primeiro lambeu e mordiscou seus seios pontudos, prendendo entre seus dentes os biquinhos rijos e salientes. Sua pele fresca e perfumada, ainda úmida, tinha um sabor todo especial. A excitação o punha trêmulo e ansioso. Ele gostava daquilo. Gostava de chegar naquele ponto onde todos os pensamentos falham e quando o ato começa torna-se impossível parar. Beijou o pescoço dela, seus ombros, retornando aos seios para lambêlos e mascar os biquinhos. A garota suspirava de tesão, o corpo abandonado na cama, as pernas abertas, de onde vinha o perfume intenso e perturbador de sua xoxota. Aquilo provocava nele reações selvagens e primitivas. Ele queria comer aquela mulher, lambê-la, penetrá-la, gozá-la de todas as formas. Escorregou pela cama, lambendo seu ventre, brincando com seu umbigo, afundando o rosto nos pêlos de sua vulva. A fonte daquele perfume estava cada vez mais próxima, deixando-o febril. Encaixou-se entre suas pernas. Fez com que ela flexionasse os joelhos, deixando-os penderem para os lados. A fenda tentadora e orvalhada, a fonte do perfume mais original e sutil do corpo de uma mulher, estava ali, diante de seus olhos, oferecida e convidativa. Estremeceu de tesão, olhando-a. A garota tinha uma xoxota incomparável, estreita, com lábios rosados e delicados. — Adorei sua bucetinha! — murmurou ele, a boca bem próxima dela para que seu hálito a acariciasse e a fizesse gozar. Ela ofegou, estremecendo-se toda. Ele pendeu a cabeça, atraído

inapelavelmente pelo perfume intenso. A garota arqueou o corpo, deixando escapar um gemido. A ponta da língua dele tocou o botãozinho delicado e sensível, pressionando-o. — Oh, querido! Que tesão! — murmurou ela, com a voz entrecortada e rouca, apertando a cabeça dele contra seu corpo. A língua dele passeou por toda a sua vulva e ela gemeu roucamente, com o corpo todo abalado por espasmos contínuos. — Está gozando antes de mim — observou ele. — Sim, estou. E vou gozar mais! Quero gozar mais, antes de ter sua pica em minha chana. Ele adorou ver como ela gozava, estremecendo, murmurando, gemendo, gritando às vezes, arranhando-o e beliscando-o. A língua dele ficou brincando com o clitóris, pressionando, esfregando, lambendo, provocando. A xoxota tornou-se ainda mais molhada, misturando saliva com néctar. Ele lambia aquele líquido precioso, sugando e beijando sua chana. Suas mãos estendiam-se sobre o corpo dela, buscando os seios para apertá-los com volúpia e tesão. Sua língua brincava continuamente à porta da vagina estreita e deliciosa. Arrepios cobriam a pele dela. A garota se contorcia. Ondas de prazer percorriam seu corpo. Suas reações o faziam insistir naquelas carícias que a punham num estado de orgasmo permanente. Mordiscou o clitóris, prendendo-o entre meus dentes. Depois lambeu incessantemente sua xoxota, esfregando a língua nos lábios rosados. Ela se contorcia e suspirava sem parar. Ele sentia seu perfume se acentuar, à medida que a excitação se transformava em satisfação. A garota já tivera vários orgasmos. Ele acompanhava suas reações, bebendo o suco de sua buceta, onde os lábios continuavam colados. As pernas dela tremiam. Seus dedos se enterravam nos cabelos dele, apertando-o com força na xoxota, onde, finalmente, ele enterrou a língua o mais profundo que conseguiu, brincando lá dentro com seus pontos

sensíveis, com suas dobras que em breve se dilatariam para receber toda a grossura rija e viril de sua vara. — Oh, querido! É demais! Estou desfalecendo! Mas não pare! Continue! Assim! Quero gozar tudo! — rouquejou ela, entre gemidos e espasmos incontroláveis. Como uma cobra insinuante, sua língua se movia dentro da buceta em fogo da garota, sorvendo seu néctar, misturando-o com saliva, lambendo-a em todas as direções e fodendo-a. Orgasmos mais intensos punham a garota prostrada agora, mas a língua não parava. Ele queria trepar nela, cavalgá-la, enterrar-lhe a pica, mas, ao mesmo tempo, queria gozá-la como não gozara nenhuma das mulheres anteriores. Era um desejo intenso e estranho, que o fazia dar tudo que pudesse para dar prazer àquela mulher em sua cama. — Vem, quero seu caralho. Agora! Vem! — pediu ela, totalmente fora de si Ele sentia que não poderia esperar mais também. Seu gozo estava às portas. Seu pênis doía. Seus testículos pareciam que iam explodir. Ele subiu nela, lambendo a pele, chegando aos seios, onde se deteve para beijar e sugar. Uma de suas mãos ficou entre as coxas dela, esfregando continuamente seu clitóris e a entrada de sua xoxota inundada. Os orgasmos foram intensos e contínuos. O corpo da garota não parava de estremecer. — Eu derreto de tanto gozar! — confessou ela, quase sem voz. — Continue gozando. Goze! Goze que vou enterrar minha pica na sua buceta agora — foi murmurando, enquanto subia por ela. Posicionou o cacete na entrada da chana lubrificada. Empurrou a pontinha, só para sentí-la. Depois começou a deslizar suavemente por entre os lábios rosados e lubrificados, mas ela não esperou. Jogou inesperadamente o quadril contra o dele, enterrando-o profundamente dentro dela.

Jordan ficou imóvel, apenas sentindo as contrações dos músculos vaginais, pressionando seu caralho na bucetinha estreita, buscando sutilmente um prazer que vinha lá de dentro de seu ventre como uma manada de cavalos selvagens em disparada. — Como é gostosa sua bucetinha! Aperte mais! Assim! — murmurou, sentindo que seu controle chegava ao seu limite máximo. Começou a se mover, fodendo aquela chana estreita e tesuda, enquanto a garota se acabava em suspiros e gemidos sob ele. Foi um dos orgasmos mais intenso de toda a sua vida. O cheiro de esperma misturou-se ao da xoxota dela, perfumando intensamente o quarto. Ela ficou imóvel por um longo tempo, até que sua respiração se normalizasse. Jordan ficou acariciando sua pele sensível e macia, percorrendo suas curvas e contornos. Concentrou-se na bunda arrebitada, durinha e tentadora. Ficou esfregando as unhas, passando o dedo pelo reguinho, deliciando-se em sentí-la arrepiando-se. — Agora que já o conheço, vou sentir ainda mais ciúme — confessou ela, com voz lânguida e cansada, sem se mover. — Se é para sentir ciúme depois, então trate de aproveitar tudo a que tem direito — recomendou ele. — Eu sei. — Sabe? — Sim, vamos nos revezar com você, sabia? — Como assim? — Depois de mim você volta a trepar com Tessy e com todas as outras, até chegar a mim de novo. — Vai esperar ansiosa?

— Oh, sim, muito ansiosa. Ele pensou por instantes, olhando para ela, vendo como seus olhos brilhavam cada vez mais, como a pele de seu rosto ficava corada e como os biquinhos dos seios dela se eriçavam espontaneamente. Ela começou a esfregar as mãos pelo próprio corpo e sua pele arrepiou-se todinha. — Estou tendo o maior tesão de minha vida, Jordan. Preciso de um macho para satisfazer-me agora — falou ela, debruçando-se sobre ele e fazendo-o se deitar. Ela sorriu e se deitou sobre ele. Segurou o caralho dele e enfiou-o entre suas coxas. Ficou esfregando a glande contra seu clitóris e contra a abertura molhada. — Gosta? — indagou ela. — Sim, é muito bom. — Sinta como estou molhada. — Muito. — Sinta como estou quente. — Demais. — Penetre-me, Jordan. — Como quer que eu faça? — Vá enterrando devagar, até que eu o sinta inteiro dentro de mim. Ele a atendeu, empurrando o quadril contra ela, enfiando lentamente seu caralho dentro da bucetinha estreita, sentindo-a se dilatar e pressionar seu membro gostosamente. Ficou assim or instantes, enquanto ela contraía os músculos, dando-lhe um prazer extra. — É uma sensação tão intensa — rouquejou ela, contendo a própria

empolgação. — Sim, demais, não? — Agora vá fazendo devagar. Ele a atendeu, jogando seus quadris contra os dela numa cadência prazerosa e lenta. — Vá aumentando o ritmo agora. Ele fez como ela havia pedido. Foi acelerando gradativamente. Enquanto fazia isso, a respiração dela se acelerava, acompanhando o ritmo dos golpes potentes e profundos que penetravam sua xoxota e a faziam estremecer de tesão e prazer. — Mais! — insistiu ela. — Assim? — perguntou ele, segurando-a pela bunda e começando a golpeá-la ferozmente. — Oh, amor! É demais! Não pare! Continue! Foda-me! Derreta-me! — suplicou ela, devastada pelas sensações de prazer que tomavam seu corpo de assalto e confundiam sua mente. Jordan se concentrou naquela bucetinha apertada, onde seu pinto entrava e saia deliciosamente, proporcionando uma sensação selvagem de prazer e liberdade ao mesmo tempo. A lua brilhava nas gotas de suor que cobriam o corpo da garota e dele. Abraçados, moveram seus corpos num ritmo desvairado, até que o prazer explodisse e se revelasse no cheiro de porra e xoxota que dominou o aposento e, depois, lentamente foi se diluindo numa brisa que soprava e trazia um perfume de flores e mato. Jordan se sentiu no paraíso.