PRINCIPAIS DIMENSÕES DO PROCESSO DE INTERNACIONALIZAÇÃO

COMO ? (FORMAS DE OPERAÇÃO) Sub-contratação, Exportação, Filiais Comerciais, Filiais Produtivas, Cont. licença, Cont. Franchising ... O QUÊ ? (a) PRODUTOS (Bens, Serviços, Know-How ...) (b) ACTIVIDADES DA CADEIA DO VALOR (Operações, Logística, Marketing e Vendas, Serviço, I&D ...) ESTRUTURA ORGANIZACIONAL (Estrutura, Sistemas de Coordenação e Controlo, Formas de Harmonização de Comportamentos, Valores Comuns...)

ONDE ? (MERCADOS) (Proximidade geográfica e cultural, Aspectos políticos, Dimensão dos mercados ...)

CAPACIDADE DE GERIR RELAÇÕES COOPERATIVAS INTERNACIONAIS

ASPECTOS FINANCEIROS

COMPETÊNCIAS INTERNAS (Experiência, Recursos Humanos, Capacidades Acumuladas, Nível Tecnológico ...)

Fonte: Adaptado, com várias alterações, de R. Luostarinen e L. Welch, International Business Operations, Helsínquia, Helsínki School of Economics, 1990

DIMENSÕES DA EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL

• ESPAÇO • TEMPO • MODO

Estratégia Não Realizada

Estratégia Realizada

Estratégia Emergente

Fonte: Henry Mintzberg, “Opening Up the Definition of Strategy” in J. B. Quinn, H. Mintzberg e R. M. James, The Strategic Process, Prentice Hall, Englewood Cliffs, 1988, p. 15.

TIPOS DE ESTRATÉGIA E PROCESSO DE INTERNACIONALIZAÇÃO

Condicionantes Relacionais
A abertura à cooperação
Cooperação como “restrição de actuação Cooperação como alavancagem de capacidades Cooperação como alargamento das possibilidades de negócio

“Choques” de culturas e modos de actuar
Diferenças de culturas nacionais e empresariais exigem actuação cuidadosa
Gestão de Negócios Internacionais

Cap4.1

Condicionantes Externas
Quadro Juridico-Administrativo Diferente “Nacionalismo” do Mercado e Decisões de Compra/Adjudicação Condições de Actuação e Acesso a Recursos Quadros, Trabalhadores Especializados; Financiamento Diferenças Culturais

Gestão de Negócios Internacionais

Cap4.2

Condicionantes Internas à Empresa
Dimensão
Flexibilidade Sinergias

Experiência Internacional
O Caminho faz-se Caminhando Novas possibilidades de Aprendizagem e Relações Novas Referências

Identificação e “Transportabilidade” da Vantagem Competitiva
Aplicação no Estrangeiro das Capacidades Próprias

Sistemas de Coordenação e Controlo
Estrutura Organizacional Mecanismos de Coordenação Papel das Pessoas e Carreira IOnternacional

Recursos Humanos
Gestão de Negócios Internacionais

Cap4.3

PROCESSO DE DECISÃO DE INVESTIMENTO DIRECTO NO ESTRANGEIRO
A Empresa e a sua Vantagem Competitiva

1

Mudar a Vant. Competitiva

Explorar a Vant. Competitiva existente no Estrangeiro
2

Produção no País de Origem: Exportação

Produção no Estrangeiro
3

Formas Contratuais (Licença,. Franchising, C. Gestão)

Controlar Activos no Estrangeiro
4

Joint-venture

Wholly Owned Aff.

5

Investimento de Raiz (Greenfield Investment)

Aquisição de Empresas

Fonte: Construído a partir de Gunter Dufey e Rolf Mirus, Foreign Direct Investment: Theory and Strategic Considerations, doc. não publicado, 1985 e de M. Czinkota, I. Ronkainen e M. Moffet, International Business, 3rd ed., Dryden Press, Fort Worth, 1994

PROCESSO DE INTERNACIONALIZAÇÃO

“PROCESSO DE CRESCENTE ENVOLVIMENTO EM OPERAÇÕES INTERNACIONAIS”

(Luostarinen & Welch, 1990)

INTERNACIONALIZAÇÃO

PROCESSO PELO QUAL UMA EMPRESA REFORÇA A
SUA CAPACIDADE DE PENSAR INTERNACIONAL E AUMENTA O NÍVEL DAS SUAS ACTIVIDADES DE VALOR ACRESCENTADO FORA DO PAÍS DE ORIGEM

• CONDIÇÕES PRÉVIAS? • PAPEL DA GESTÃO DO TOPO? • IMPORTÂNCIA DA DIMENSÃO? • QUE GRADUALISMO?

MOTIVAÇÕES
• EXPLORAR COMPETÊNCIAS / VANTAGENS • EXPLORAR CAPACIDADES DE FABRICO • DIVERSIFICAÇÃO DE RISCOS • SEGUIR CLIENTES / REFORÇAR REDES • CICLO DE VIDA DO PRODUTO • ACESSO A “INPUTS” • REDUZIR CUSTOS DE PRODUÇÃO • CONCORRÊNCIA OLIGOPOLÍSTICA / RESPONDER A ATAQUES DOS CONCORRENTES • ACESSO A NOVOS CONHECIMENTOS

A INTERNACIONALIZAÇÃO COMO PROCESSO INCREMENTAL
PROCESSO EM ETAPAS, QUE COMEÇA EM REGRA
COM A EXPORTAÇÃO

INÍCIO

Decisão autónoma da empresa (Processo Racional de Pesquisa) ou Reacção a oportunidades/abordagens externas?

Impulsionadores Internos (Consciência/Percepção da estratégia vantagem competitiva; atitudes da gestão)

de

Impulsionadores Externos (outras empresas, agências governamentais, bancos...)

O MECANISMO BÁSICO DA INTERNACIONALIZAÇÃO (segundo Johanson & Vahlne)

CONHECIMENTO DO MERCADO

DECISÕES DE EMPENHAMENTO

EMPENHAMENTO NO MERCADO

ACTIVIDADES CORRENTES

FONTE: JOHANSON & VAHLNE (1977)

MODOS DE ENTRADA

• AQUISIÇÕES versus INVESTIMENTOS DE RAIZ • “ORGULHOSAMENTE SÓS” versus ALIANÇAS • AS VANTAGENS DA COOPERAÇÃO
- MELHOR COMPREENSÃO DO MERCADO LOCAL - ADAPTAÇÃO AOS CONDICIONALISMOS ESPECÍFICOS - ALAVANCAGEM DE CAPACIDADES - APROVEITAMENTO DE SINERGIAS - APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL, TECNOLÓGICA,
COMERCIAL E CULTURAL

TEORIAS DO INVESTIMENTO INTERNACIONAL

IMPERFEIÇÕES DO MERCADO:

HYMER-KINDLEBERGER

DIVERGÊNCIAS NO MERCADO DE CAPITAIS:
R. Z. ALIDER

CICLO DE VIDA DO PRODUTO:
R. VERNON

REACÇÃO OLIGOPOLÍSTICA:
KNICKERBOCKER

TEORIA JAPONESA: INTERNALIZAÇÃO:

K. KOJIMA

BUCKLEY & CASSON

TEORIA SINTÉTICA:

J. L. MUCCHIELLI

TEORIA ECLÉCTICA:

J. DUNNING

CICLO DE VIDA (Vernon)

HIPÓTESES DE BASE
(1) ALTERAÇÃO TEMPORAL DAS CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO E
COMERCIALIZAÇÃO DOS PRODUTOS

(2) CONHECIMENTO TECNOLÓGICO LIMITADO FORA DAS
FRONTEIRAS NACIONAIS

(3) EXISTÊNCIA DE ECONOMIAS DE ESCALA (4) OS GOSTOS VARIAM COM O RENDIMENTO E OS
PRODUTOS PODEM SER ESTANDARDIZADOS A VÁRIOS NÍVEIS DE RENDIMENTO

3 FASES NO CICLO
(1) PRODUTO NOVO (2) PRODUTO EM DESENVOLVIMENTO (3) PRODUTO ESTANDARDIZADO

PARADIGMA O.L.I.
OWNERSHIP
• • • DIREITOS DE PROPRIEDADE ACTIVOS INTANGÍVEIS VANTAGENS DA GESTÃO COMUM

INTERNALISATION
• • • CUSTOS DE TRANSACÇÃO ULTRAPASSAR A INTERVENÇÃO GOVERNAMENTAL INFLUÊNCIA NOS MERCADOS

LOCATION
• • • • • • • DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOS RECURSOS CUSTOS DE TRANSPORTE E COMUNICAÇÃO INCENTIVOS E DESINCENTIVOS AOS INVESTIMENTO INFRA-ESTRUTURAS DISTÂNCIA PSÍQUICA PROCURA CONDIÇÕES SOCIO-POLÍTICAS

TEORIA DA INTERNALIZAÇÃO (Buckley & Casson)
VANTAGENS
• CONTROLE E PLANEAMENTO DA PRODUÇÃO E
COMERCIALIZAÇÃO

EXPLORAÇÃO DO PODER DE MERCADO PELA PRÁTICA
DE PREÇOS DISCRIMINATÓRIOS

• •

EVITAR SITUAÇÕES DE MONOPÓLIO BILATERAL EVITAR OS PROBLEMAS DA TRANSFERÊNCIA DE
CONHECIMENTOS

EVITAR A INTERVENÇÃO GOVERNAMENTAL

A INFORMAÇÃO COMO BEM INTERMÉDIO

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