2002/2003

Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 1
2º Aula
2º Aula
ANÁLI SE
ANÁLI SE
MAT EMÁT I CA I
MAT EMÁT I CA I
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 2
Pr ogr ama da Disciplina:
Pr ogr ama da Disciplina:
1
1. .
Revis
Revis
ã
ã
o de conceit os f undament ais
o de conceit os f undament ais
1.1. 1.1. Conj unt os de n Conj unt os de nú úmer os. mer os.
1.2. 1.2. Pr opr iedades dos n Pr opr iedades dos nú úmer os r eais. mer os r eais.
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 3
Bibliogr af ia Pr incipal:
Bibliogr af ia Pr incipal:
[ 1]
[ 1]
Piskounov
Piskounov
, N.
, N.
C
C
á
á
lculo dif er encial e int egr al
lculo dif er encial e int egr al
volume I , Lopes da Silva.
volume I , Lopes da Silva.
[ 2] Silva, J. C.,
[ 2] Silva, J. C.,
Pr inc
Pr inc
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise
lise
Mat em
Mat em
á
á
t ica Aplicada
t ica Aplicada
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hill
Hill
.
.
[ 3] Silva, J. C., L eal, C. F.,
[ 3] Silva, J. C., L eal, C. F.,
An
An
á
á
lise Mat em
lise Mat em
á
á
t ica
t ica
Aplicada, Exer c
Aplicada, Exer c
í
í
cios
cios
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hill
Hill
.
.
[ 4]
[ 4]
Ant on, H.,
Ant on, H.,
Calculu
Calculu
s, Wiley.
s, Wiley.
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 4
O que
O que
é
é
o C
o C
á
á
lculo ?
lculo ?
I nvent ado no XVI I como inst r ument o
I nvent ado no XVI I como inst r ument o
par a a r esolu
par a a r esolu
çã
çã
o de pr oblemas que
o de pr oblemas que
envolviam
envolviam
moviment o
moviment o
.
.
A geomet r ia, a
A geomet r ia, a
á
á
lgebr a e a t r igonomet r ia
lgebr a e a t r igonomet r ia
s
s
ã
ã
o aplicadas apenas a obj ect os
o aplicadas apenas a obj ect os
est
est
á
á
t icos ou que se movem com
t icos ou que se movem com
velocidade const ant e...
velocidade const ant e...
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 5
O que
O que
é
é
o C
o C
á
á
lculo ?
lculo ?
Envolve o conceit o de
Envolve o conceit o de
der ivada
der ivada
,
,
int egr al def inido
int egr al def inido
e
e
limit e,
limit e,
conceit os est es
conceit os est es
f undament ais
f undament ais
em diver sas
em diver sas
á
á
r eas da ci
r eas da ci
ê
ê
ncia,
ncia,
desde a f
desde a f
í
í
sica
sica
à
à
economia
economia
passando pela qu
passando pela qu
í
í
mica,
mica,
biologia...
biologia...
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 6
O que
O que
é
é
o C
o C
á
á
lculo ?
lculo ?


Conceit o de der ivada
Conceit o de der ivada


associado ao
associado ao
cálculo de t axas de var iação, det er minação de
cálculo de t axas de var iação, det er minação de
máximos e mínimos...
máximos e mínimos...


Conceit o de int egr al def inido
Conceit o de int egr al def inido


associado
associado
ao cálculo compr iment o de cur vas, de ár eas de
ao cálculo compr iment o de cur vas, de ár eas de
super f ícies e volumes...
super f ícies e volumes...


Conceit o de limit e
Conceit o de limit e


separ a o cálculo das
separ a o cálculo das
par t es mais element ar es da mat emát ica;
par t es mais element ar es da mat emát ica;
associado à expr essão de der ivada e int egr al
associado à expr essão de der ivada e int egr al
def inido.
def inido.
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 7
Conj unt os
Conj unt os
Um
Um
conj unt o
conj unt o
pode ser encar ado como uma
pode ser encar ado como uma
colecção de obj ect os
colecção de obj ect os
de qualquer nat ur eza. Os
de qualquer nat ur eza. Os
obj ect os são os
obj ect os são os
element os
element os
do conj unt o.
do conj unt o.
Se
Se
S
S
é um conj unt o e
é um conj unt o e
a
a


S
S
signif ica que
signif ica que
a
a
é
é
element o de
element o de
S.
S.
Se t odo o element o de um conj unt o
Se t odo o element o de um conj unt o
S
S
é
é
t amb
t amb
é
é
m element o de um conj unt o
m element o de um conj unt o
T
T
, diz
, diz
-
-
se
se
que
que
S
S
é
é
um
um
sub
sub
-
-
conj unt o
conj unt o
de
de
T .
T .
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 8
Conj unt os de n
Conj unt os de n
ú
ú
mer os
mer os

• N Nú úmeros Naturais meros Naturais – – soma do soma do real real 1 a si mesmo 1 a si mesmo
sucessivamente; O conjunto dos sucessivamente; O conjunto dos n nú úmeros naturais meros naturais é é
designado por designado por N N ; ; Ex. Ex. : 1, 2, 3, : 1, 2, 3,... ...

• N Nú úmeros Inteiros meros Inteiros – – Zero e todos os n Zero e todos os nú úmeros inteiros meros inteiros
positivos e negativos; O conjunto dos positivos e negativos; O conjunto dos n nú úmeros inteiros meros inteiros é é
designado por designado por Z Z ; ; Ex. Ex. : : - -3, 3,- -2, 2,- -1,0,1,2 1,0,1,2 ... ...

• N Nú úmeros Racionais meros Racionais – – N Nú úmeros que podem ser expressos meros que podem ser expressos
como um quociente como um quociente a/b a/b, onde , onde a a e e b b s sã ão inteiros, o inteiros, b b ≠ ≠ 0. 0. O O
conjunto dos conjunto dos n nú úmeros racionais meros racionais é é designado por designado por Q Q; ; Ex. Ex. : : - -
3, 3, - -2, 2, - -1, 0, 2/3, 1, 5/4, 2 1, 0, 2/3, 1, 5/4, 2 ... ...

• N Nú úmero irracional mero irracional – – N Nú úmero mero real n real nã ão racional o racional (p.e (p.e π π, , √ √ 2); 2);
π π = 3,141592664 = 3,141592664 ≠ ≠ m / n, onde m / n, onde m m e e n n inteiros. inteiros.
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 9
Conj unt os de n
Conj unt os de n
ú
ú
mer os
mer os
O conjunto dos
O conjunto dos
números reais
números reais
será designado
será designado
por
por
R
R
;
;
Ex.
Ex.
:
:
-
-
3, 0, 1,
3, 0, 1,
¼
¼
,
,
ð
ð...
...
ANÁLI SE
ANÁLI SE
MAT EMÁT I CA
MAT EMÁT I CA
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 10
Propriedades dos n
Propriedades dos n
ú
ú
meros reais
meros reais
Adição Adição
Associativa : Associativa :
Elemento Elemento
neutro : neutro :
Elemento Elemento
Simétrico : Simétrico :
Comutativa : Comutativa :
) ( ) ( , , , c b a c b a c b a + + = + + ℜ ∈ ∀
a a a a = + = + ℜ ∈ ∀ 0 0 ,
0 ) ( ) ( , = + − = − + ℜ ∈ ∀ a a a a a
a b b a b a + = + ℜ ∈ ∀ , ,
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 11
Propriedades dos n
Propriedades dos n
ú
ú
meros reais
meros reais
Multiplicação Multiplicação
Associativa : Associativa :
Elemento Elemento
neutro : neutro :
Elemento Elemento
Simétrico : Simétrico :
Comutativa : Comutativa :
Distributiva : Distributiva :
) ( ) ( , , , c b a c b a c b a × × = × × ℜ ∈ ∀
a a a a = × = × ℜ ∈ ∀ 1 1 ,
1 , 0
1 1
= × = × ℜ ∈ ≠ ∀
− −
a a a a a
a b b a b a × = × ℜ ∈ ∀ , ,
c a b a c b a c b a × + × = + × ℜ ∈ ∀ ) ( , , ,
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 12
Pr opr iedades dos n
Pr opr iedades dos n
ú
ú
mer os r eais
mer os r eais

 O conj unt o de nº O conj unt o de nº r eais posit ivos r eais posit ivos é é f echado f echado em em
r elação à r elação à adição adição e à e à mult iplicação mult iplicação: :
Se Se a a e e b b são posit ivos ent ão t ambém a sua soma são posit ivos ent ão t ambém a sua soma
( ( a+ b a+ b) e o seu pr odut o ( ) e o seu pr odut o ( ab ab); );

 Se Se a a e e b b são r eais e são r eais e a a - - b b é posit ivo dizemos que é posit ivo dizemos que
a a é maior que é maior que b b (a > b); (a > b);
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 13
Pr opr iedades dos n Pr opr iedades dos nú úmer os r eais mer os r eais


Se
Se
a
a
>
>
b
b
e
e
b
b
>
>
c
c
, ent ão
, ent ão
a
a
>
>
c
c
;
;


Se
Se
a
a
>
>
b
b
, ent ão
, ent ão
a
a
+
+
c
c
>
>
b
b
+
+
c
c
;
;


Se
Se
a
a
>
>
b
b
e
e
c
c
>
>
0
0
, ent ão
, ent ão
ac
ac
>
>
bc
bc
;
;


Se
Se
a
a
>
>
b
b
e
e
c
c
<
<
0
0
, ent ão
, ent ão
ac
ac
<
<
bc
bc
;
;
1.1 1.1
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 14
Pr opr iedades dos n
Pr opr iedades dos n
ú
ú
mer os r eais
mer os r eais
Valor absolut o de um n Valor absolut o de um nº º r eal r eal


Se
Se
a
a
é um númer o r eal, ent ão
é um númer o r eal, ent ão
a
a
é a
é a
coor denada de um pont o
coor denada de um pont o
A
A
da r ect a
da r ect a
coor denada; usa
coor denada; usa
-
-
se o símbolo
se o símbolo
|
|
a
a
|
|
par a indicar
par a indicar
o númer o de unidades (ou a dist ância) ent r e
o númer o de unidades (ou a dist ância) ent r e
A
A
e a or igem
e a or igem
O
O
independent ement e do sent ido.
independent ement e do sent ido.


O númer o não
O númer o não
-
-
negat ivo
negat ivo
|
|
a
a
|
|
é
é
chamado o
chamado o
valor absolut o
valor absolut o
de
de
a.
a.
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 15
Pr opr iedades dos n
Pr opr iedades dos n
ú
ú
mer os r eais
mer os r eais
|
|
a
a
| =
| =
Ex
Ex
:
:
det
det
. |
. |
-
-
10| e |11|
10| e |11|
Por Por 1.2 1.2, | , |- -10| = 10| = - - ( (- -10) = 10 e |11| = 11 10) = 10 e |11| = 11
a se a
a se a


0
0
-
-
a se a
a se a
< 0
< 0
1.2 1.2
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 16
Pr opr iedades dos n
Pr opr iedades dos n
ú
ú
mer os r eais
mer os r eais
1.3 1.3
Pode Pode- -se demost r ar que, par a quaisquer r eais se demost r ar que, par a quaisquer r eais a a e e b b: :
| |a a| = | | = |- -a a| |
| |ab ab| = | | = |a a|| ||b b| |
- -| |a a| | ≤ ≤ a a ≤ ≤ | |a a| |
Pode Pode- -se t ambém pr ovar que, se se t ambém pr ovar que, se b b é um númer o é um númer o r eal r eal
posit ivo posit ivo qualquer , ent ão qualquer , ent ão : :
| |a a| < | < b b se e só se se e só se – – b b < < a a < < b b
| |a a|> |> b b se e só se se e só se a a > > b b ou ou a a < < - - b b
| |a a|= |= b b se e só se se e só se a a = = b b ou ou a a = = - - b b
1.4 1.4
Se Se b b é posit ivo, ent ão | é posit ivo, ent ão |a a| | ≤ ≤ b b signif ica signif ica – – b b ≤ ≤ a a ≤ ≤ b b. .
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 17
Pr opr iedades dos n
Pr opr iedades dos n
ú
ú
mer os r eais
mer os r eais
1.5 1.5
Pode Pode- -se demost r ar que, par a quaisquer r eais se demost r ar que, par a quaisquer r eais a a e e b b: :
Se Se a a e e b b são r eais, ent ão: são r eais, ent ão:
| |a a + + b b| | ≤ ≤ | |a a| + | | + |b b| |
De De 1.3 1.3, , - -| |a a| | ≤ ≤ a a ≤ ≤ | |a a| e | e - - | |b b| | ≤ ≤ b b ≤ ≤ | |b b|. Somando |. Somando
membr o a membr o, membr o a membr o,
(| (|a a| + | | + |b b|) |) ≤ ≤ a a + + b b ≤ ≤ | |a a| + | | + |b b| |
e da e daí í , por , por 1.4 1.4: :
| |a a + + b b| | ≤ ≤ | |a a| + | | + |b b| |
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 18
É possível associar os númer os r eais aos
É possível associar os númer os r eais aos
pont os de uma r ect a
pont os de uma r ect a
l
l
de t al modo que a cada
de t al modo que a cada
númer o r eal
númer o r eal
a
a
cor r esponda um único pont o e,
cor r esponda um único pont o e,
r ecipr ocament e, a cada pont o
r ecipr ocament e, a cada pont o
P
P
cor r esponda
cor r esponda
pr ecisament e um único númer o r eal
pr ecisament e um único númer o r eal


cor r espondência
cor r espondência
biunívoca
biunívoca
.
.
ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν
O O
- -1/2 1/2 - -1 1
1 1
√ √
2 2
B B
A A - -2 2
b b a a
Pr opr iedades dos n
Pr opr iedades dos n
ú
ú
mer os r eais
mer os r eais
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 19
Nº r eais negat ivos Nº r eais negat ivos
Nº r eais posit ivos Nº r eais posit ivos
Coor denada de Coor denada de A A
ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν
O O
- -1/2 1/2 - -1 1 1 1
√ √
2 2
B B
A A
- -2 2 b b a a 0 0
l l
Pr opr iedades dos n
Pr opr iedades dos n
ú
ú
mer os r eais
mer os r eais
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 20
Conj unt o de pont os Conj unt o de pont os
sit uados ent r e : sit uados ent r e :
a a - -
ε
ε e e a + a +
ε
ε
a a
a a - -
ε
ε
a + a +
ε
ε
-
-
ε
ε < x < x - - a < a <
ε
ε
a a
-
-
ε
ε < x < < x <
ε
ε+ a + a
ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν ν
O O
b b a a
l l
Pr opr iedades dos n
Pr opr iedades dos n
ú
ú
mer os r eais
mer os r eais
or igem or igem
a > b > 0 a > b > 0
|a |a – – b| b|
|x |x – – a| < a| <
ε
ε
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 21
I nt er valos (subconj unt os em
I nt er valos (subconj unt os em
R
R
)
)
Se Se a < b a < b designa designa- -se por se por (a,b) (a,b) o conj unt o de t odos os o conj unt o de t odos os
númer os r eais ent r e númer os r eais ent r e a a e e b b: :
(a,b) = x: a < x < b (a,b) = x: a < x < b
O conj unt o (a,b) é designado por O conj unt o (a,b) é designado por int er valo aber t o int er valo aber t o ] a, b [ ] a, b [
I nt er valo f echado I nt er valo f echado ser á : ser á :
[ a,b] [ a,b] = x: a = x: a ≤ ≤ x x ≤ ≤ b b
a a
b b
a a
b b
ϒ ϒ ϒ ϒ
Pr opr iedades dos n
Pr opr iedades dos n
ú
ú
mer os r eais
mer os r eais
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 22
I nt er valos (subconj unt os em
I nt er valos (subconj unt os em
R
R
)
)
I nt er valo semi
I nt er valo semi
-
-
aber t o
aber t o
ser á:
ser á:
[ a,b[ = x: a
[ a,b[ = x: a


x
x
<
<
b
b
ou ou
] a,b] = x: a
] a,b] = x: a
<
<
x
x


b
b
a a
b b
ϒ ϒ
a a
b b
ϒ ϒ
Pr opr iedades dos n
Pr opr iedades dos n
ú
ú
mer os r eais
mer os r eais
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 23
I nt er valos (subconj unt os em R)
I nt er valos (subconj unt os em R)
Os int er valos inf init os são def inidos como:
Os int er valos inf init os são def inidos como:
] a , + ] a , + • • [ [ = x: x > a = x: x > a
[ a , + [ a , + • • [ [ = x: x = x: x ≥ ≥ a a
] ] - -• • , a , a[ [ = x: x = x: x < < a a
] ] - -• • , a] , a] = x: x = x: x ≤ ≤ a a
] ] - -• • , + , + • • [ [ = R = R
Pr opr iedades dos n
Pr opr iedades dos n
ú
ú
mer os r eais
mer os r eais
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 24
Máximos e Mínimos
Máximos e Mínimos
A = Conj unt o f init o de númer os r eais = a A = Conj unt o f init o de númer os r eais = a
1 1
, ... , ... a a
n n
Pr opr iedades dos n
Pr opr iedades dos n
ú
ú
mer os r eais
mer os r eais
Se um element o
Se um element o


que t odos os out r os
que t odos os out r os


M
M
á
á
ximo do
ximo do
CONJUNT O
CONJUNT O
M
M
á
á
ximo =
ximo =
max
max
(
(
a
a
1 1
, ... A
, ... A
n n
)
)
Se um element o
Se um element o


que t odos os out r os
que t odos os out r os


M
M
í
í
nimo do
nimo do
CONJUNT O
CONJUNT O
M
M
í
í
nimo = min (
nimo = min (
a
a
1 1
, ... A
, ... A
n n
)
)
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 25
Máximos e Mínimos
Máximos e Mínimos
B = Conj unt o inf init o de númer os r eais B = Conj unt o inf init o de númer os r eais – – pode não haver pode não haver
máximo ou mínimo máximo ou mínimo
Pr opr iedades dos n
Pr opr iedades dos n
ú
ú
mer os r eais
mer os r eais
B = x: x > 0 = >
B = x: x > 0 = > não t em mínimo nem máximo não t em mínimo nem máximo
Ou
Ou
B = x: 0 < x < 1 = >
B = x: 0 < x < 1 = > não t em mínimo nem máximo não t em mínimo nem máximo
2002/2003
Álvro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 26
Máximos e Mínimos
Máximos e Mínimos
E ...
E ...
Pr opr iedades dos n
Pr opr iedades dos n
ú
ú
mer os r eais
mer os r eais
B = x: x > 0 = >
B = x: x > 0 = > ] 0, + ] 0, + • • [ [ é é limit ado inf er ior ment e limit ado inf er ior ment e
Ou
Ou
B = x: 0 < x < 1 = >
B = x: 0 < x < 1 = > ] 0, 1 ] 0, 1 [ [ é é limit ado limit ado
inf er ior ment e e super ior ment e inf er ior ment e e super ior ment e
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 1
3º Aula
3º Aula
ANÁLI SE
ANÁLI SE
MAT EMÁT I CA I
MAT EMÁT I CA I
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 2
Pr ogr ama da Disciplina:
Pr ogr ama da Disciplina:
1 1. . Revis Revisã ão de conceit os f undament ais ( o de conceit os f undament ais (cont cont .) .)
1.3. 1.3. Fun Funçõ ções. es.
1.3.1. 1.3.1. Def ini Def ini çã ção. o.
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 3
Bibliogr af ia Pr incipal:
Bibliogr af ia Pr incipal:
[ 1]
[ 1]
Piskounov
Piskounov
, N.
, N.
C
C
á
á
lculo dif er encial e int egr al
lculo dif er encial e int egr al
volume I , Lopes da Silva.
volume I , Lopes da Silva.
[ 2] Silva, J. C.,
[ 2] Silva, J. C.,
Pr inc
Pr inc
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise
lise
Mat em
Mat em
á
á
t ica Aplicada
t ica Aplicada
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hill
Hill
.
.
[ 3] Silva, J. C., L eal, C. F.,
[ 3] Silva, J. C., L eal, C. F.,
An
An
á
á
lise Mat em
lise Mat em
á
á
t ica
t ica
Aplicada, Exer c
Aplicada, Exer c
í
í
cios
cios
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hill
Hill
.
.
[ 4]
[ 4]
Ant on, H.,
Ant on, H.,
Calculu
Calculu
s, Wiley.
s, Wiley.
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 4
Fun
Fun
çõ
çõ
es
es
Uma
Uma
f unção
f unção
f
f
def inida num conj unt o
def inida num conj unt o
X
X
e
e
t omando valor es em
t omando valor es em
Y
Y
é uma
é uma
cor r espondência que associa a cada
cor r espondência que associa a cada
element o
element o
x
x
de
de
X
X
um único element o de
um único element o de
y
y
de
de
Y
Y
. O element o
. O element o
y
y
é chamado
é chamado
imagem
imagem
de
de
x
x
por
por
f
f
e designa
e designa
-
-
se
se
f (x).
f (x).
O conj unt o
O conj unt o
X
X
é o
é o
domínio
domínio
da f unção. O
da f unção. O
cont r adomínio
cont r adomínio
da f unção consist e em t odas
da f unção consist e em t odas
as imagens dos element os de
as imagens dos element os de
X.
X.
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 5
Fun
Fun
çõ
çõ
es
es
X X
Y Y
w w
z z
x x
a a
f (w) f (w)
f (z) f (z)
f (x) f (x)
f (a) f (a)
Element os de Element os de Y Y
associados pela f unção associados pela f unção f f
aos element os de aos element os de X X
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 6
Fun
Fun
çõ
çõ
es
es
Var i
Var i
á
á
veis independent es e dependent es
veis independent es e dependent es
A =
A =
π
π
r
r
2 2
Det er mina a
Det er mina a
á
á
r ea A de um cir culo de r aio
r ea A de um cir culo de r aio
r
r
associando a cada r eal posit ivo
associando a cada r eal posit ivo
r
r
um
um
ú
ú
nico
nico
valor de
valor de
A
A
det er minando assim uma f un
det er minando assim uma f un
çã
çã
o
o
f ,
f ,
t al que
t al que
f (r ) =
f (r ) =
π
π
r
r
2 2
. A let r a
. A let r a
r
r
é
é
designada
designada
com
com
var i
var i
á
á
vel independent e
vel independent e
. A let r a
. A let r a
A
A
, que
, que
é
é
um n
um n
ú
ú
mer o do
mer o do
cont r adom
cont r adom
í
í
nio
nio
de f ,
de f ,
é
é
a
a
var i
var i
á
á
vel dependent e
vel dependent e
. O seu valor depende do
. O seu valor depende do
n
n
ú
ú
mer o at r ibu
mer o at r ibu
í
í
do a
do a
r
r
. Assim,
. Assim,
A
A
é
é
f un
f un
çã
çã
o de
o de
r
r
.
.
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 7
Fun
Fun
çõ
çõ
es
es
Domínio Domínio duma f unção de var iável r eal é o conj unt o de duma f unção de var iável r eal é o conj unt o de
valor es r eais que se podem at r ibuir à var iável valor es r eais que se podem at r ibuir à var iável
independent e de f or ma que r esult em par a a var iável independent e de f or ma que r esult em par a a var iável
dependent e valor es soment e r eais. dependent e valor es soment e r eais.
A det er minação do domínio baseia-se na nat ur eza da
f unção e t endo em at enção que não podem at r ibuir -
se valor es à var iável independent e par a os quais
r esult am par a a var iável dependent e:

 valor es imaginár ios valor es imaginár ios

 símbolos de impossibilidade símbolos de impossibilidade

 símbolos de símbolos de indet er minação indet er minação
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 8
T ambém se pode def inir uma f unção com
T ambém se pode def inir uma f unção com
domínio
domínio
X
X
como um conj unt o
como um conj unt o
w
w
de
de
par es
par es
or denados
or denados
, t ais que, a cada
, t ais que, a cada
x
x
de
de
X
X
,
,
cor r esponde exact ament e um
cor r esponde exact ament e um
par or denado
par or denado
(x,y)
(x,y)
em
em
W
W
, t endo
, t endo
x
x
na pr imeir a posição.
na pr imeir a posição.
O gr áf ico de
O gr áf ico de
f
f
é o conj unt o de t odos os pont os
é o conj unt o de t odos os pont os
P(x,y)
P(x,y)
, t ais que
, t ais que
y= f (x)
y= f (x)
; e se
; e se
P(x,y)
P(x,y)
per t ence ao
per t ence ao
gr áf ico de
gr áf ico de
f
f
, ent ão a or denada
, ent ão a or denada
y
y
é o valor
é o valor
f uncional
f uncional
f (x)
f (x)
.
.
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 9
Funções
Funções
Algébr icas Algébr icas
Racionais Racionais
I r r acionais I r r acionais
( (
D= f (x) D= f (x)≥ ≥0) 0)
I nt eir as I nt eir as
(D= R) (D= R)
Fr accionár ias Fr accionár ias
(D=R \valores que anulem o
denominador)
T r anscendent es T r anscendent es
Exponencial Exponencial
(D= R) (D= R)
L ogar ít mica L ogar ít mica
(y= f (x); D= f (x)> 0) (y= f (x); D= f (x)> 0)
Cir cular Cir cular
Hiper bólica Hiper bólica
) (x f y= Se índice ímpar D= R; com
excep. das f r ac.
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 10
Det er mine o maior subconj unt o de
Det er mine o maior subconj unt o de
R
R
que
que
pode ser vir de domínio da f unção f :
pode ser vir de domínio da f unção f :
5 3 ) ( − = x x f
x x f 2 7 ) ( − =
2
4 ) ( x x f − =
x x
x
x f
9
1
) (
3

+
=
5 13 6
7 4
) (
2
− −
+
=
x x
x
x f
[ [ +∞ ,
3
5
] ]
2
7
, ∞ −
[ ] 2 , 2 −
} 3 , 0 , 3 { \ − ℜ
{ }
2
5
,
3
1
\ − ℜ
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 11
Det er mine o maior subconj unt o de
Det er mine o maior subconj unt o de
R
R
que
que
pode ser vir de domínio da f unção f :
pode ser vir de domínio da f unção f :
3
2 ) ( − = x x f
3
2
3
) (


=
x
x
x f
x x
x
e x f
9
1
3
) (

+
=








=
1
2
log ) (
x
x
x f
] [ +∞ ∞ − ,
} 2 { \ ℜ
} 3 , 0 , 3 { \ − ℜ
] [ 2 , 1
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 1
4º Aula
4º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 2
Programa da Disciplina:
Programa da Disciplina:
1 1. . Revis Revisã ão de conceitos fundamentais ( o de conceitos fundamentais (cont cont.) .)
1.3. 1.3. Fun Funçõ ções. es.
1.3.2. 1.3.2. Fun Funçã ção o sobrejectiva sobrejectiva, injectiva e , injectiva e bijectiva bijectiva. .
1.3.3. 1.3.3. Fun Funçã ção inversa. o inversa.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 3
Bibliografia Principal:
Bibliografia Principal:
[1]
[1]
Piskounov
Piskounov
, N.
, N.
C
C
á
á
lculo diferencial e integral
lculo diferencial e integral
volume I, Lopes da Silva.
volume I, Lopes da Silva.
[2] Silva, J. C.,
[2] Silva, J. C.,
Princ
Princ
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada
Aplicada,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
An
An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada, Exerc
Aplicada, Exerc
í
í
cios
cios,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[4]
[4]
Anton, H.,
Anton, H.,
Calculu
Calculus, Wiley.
s, Wiley.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 4
Fun
Fun
çõ
çõ
es
es
A= A=Df Df
B B
w w
z z
x x
a a
f(w) f(w)
f(z) f(z)
f(x) f(x)
f(a) f(a)
Elementos de Elementos de B B associados associados
pela função pela função f f aos elementos aos elementos
de de A A
f(A)= f(A)=D’ f D’ f
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 5
Fun
Fun
çõ
çõ
es
es
Uma
Uma
função
função
f
f
definida num conjunto
definida num conjunto
A
A
e
e
tomando valores em
tomando valores em
B
B
é
é
uma correspondência que associa a cada
uma correspondência que associa a cada
elemento
elemento
x
x
de
de
A
A
um único elemento de
um único elemento de
y
y
de
de
B
B
. O elemento
. O elemento
y
y
é chamado
é chamado
imagem
imagem
de
de
x
x
por
por
f
f
e designa
e designa
-
-
se
se
f(x).
f(x).
O conjunto
O conjunto
A
A
é o
é o
domínio
domínio
da função. O
da função. O
contradomínio
contradomínio
da função consiste em todas as
da função consiste em todas as
imagens dos elementos de
imagens dos elementos de
A.
A.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 6
Uma aplicação diz
Uma aplicação diz
-
-
se
se
injectiva
injectiva
quando, a valores
quando, a valores
diferentes de x
diferentes de x


A, correspondem valores
A, correspondem valores
diferentes de y
diferentes de y


B.
B.
Fun
Fun
çã
çã
o injectiva
o injectiva
2 1 2 1
2 1 2 1 2 1
) ( ) (
) ( ) ( : ,
x x x f x f
ou
x f x f x x Df x x
= ⇒ =
≠ ⇒ ≠ ∈ ∀
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 7
Fun
Fun
çã
çã
o
o
sobrejectiva
sobrejectiva
Se f(A)=B, isto é, se o
Se f(A)=B, isto é, se o
contradomínio coincide
contradomínio coincide
com o conjunto de chegada
com o conjunto de chegada
).
).
f é uma função
f é uma função
sobrejectiva
sobrejectiva
se :
se :
) ( : : : ) ( x f y A x B y A f B = ∈ ∃ ∈ ∀ =
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 8
0
1
2
3
4
5
-3 -2 -1 0 1 2 3
não não sobrejectiva sobrejectiva
Por exemplo: f( Por exemplo: f(- -1) =1 e f(1) =1 1) =1 e f(1) =1 – – não injectiva não injectiva
Injectividade Injectividade? ?
Sobrejectividade Sobrejectividade? ?
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 9
Fun
Fun
çõ
çõ
es
es
Fun
Fun
çã
çã
o
o
biun
biun
í
í
voca
voca
(
(
bijectiva
bijectiva
)
)
Uma função
Uma função
f
f
de
de
A
A
em
em
B
B
diz
diz
-
-
se
se
biunívoca
biunívoca
se,
se,
para todo
para todo
x
x
1 1

≠ x
x
2 2
em
em
A
A
, se tem
, se tem
f(x
f(x
1 1
)
)

≠ f(x
f(x
2 2
)
)
em
em
B
B
.
.
Isto
Isto
é
é
, se
, se
f
f
é
é
biun
biun
í
í
voca
voca
, ent
, ent
ã
ã
o cada
o cada
f(x)
f(x)
do
do
contradom
contradom
í
í
nio
nio
é
é
imagem de um
imagem de um
x
x
em
em
A
A
.
.
Se o contradom
Se o contradom
í
í
nio de
nio de
f
f
é
é
B
B
e
e
f
f
é
é
biun
biun
í
í
voca
voca
,
,
ent
ent
ã
ã
o dizemos que os conjuntos
o dizemos que os conjuntos
A
A
e
e
B
B
est
est
ã
ã
o em
o em
correspond
correspond
ê
ê
ncia
ncia
biun
biun
í
í
voca
voca
.
.
) ( : : x f y A x B y = ∈ ∃ ∈ ∀
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 10
É
É
biun
biun
í
í
voca
voca
?
?
X X
Y Y
w w
z z
x x
a a
f(w) f(w)
f(z) f(z)
f(x) f(x)
f(a) f(a)
Elementos de Elementos de Y Y associados associados
pela função pela função f f aos elementos aos elementos
de de X X
NÃO ! NÃO !
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 11
Fun
Fun
çã
çã
o inversa
o inversa
Se
Se
f
f
é
é
biunívoca
biunívoca
com domínio
com domínio
A
A
e contradomínio
e contradomínio
B
B
, então uma função
, então uma função
g
g
com domínio
com domínio
B
B
e
e
contradomínio
contradomínio
A
A
denomina
denomina
-
-
se função inversa de
se função inversa de
f
f
se,
se,
f(g(
f(g(
x
x
)) =
)) =
x
x
para todo
para todo
x
x
em
em
B
B
g(f(
g(f(
x
x
))=
))=
x
x
para todo
para todo
x
x
em
em
A
A
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 12
Fun
Fun
çã
çã
o inversa
o inversa
Seja,
Seja,
y x f x
B A
= →

) (
Diz
Diz
-
-
se que,
se que,
f
f
- -1 1
(x)
(x)
é a
é a
função inversa
função inversa
da função
da função
f
f
e define
e define
-
-
se por:
se por:
[ ] x x f f
y f x y
A f D f
=
= →




) (
) (
' :
1
1
1
Injectiva Injectiva
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 13
Determine a equação da função inversa das
Determine a equação da função inversa das
seguintes funções:
seguintes funções:
3 − = x y
1 2
1 3

+
=
x
x
y
3 + = x y
3 2
1

+
=
x
x
y
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 14
Determine a função inversa das seguintes funções:
Determine a função inversa das seguintes funções:
1
3
+ = x y
[ ] 2 , 0
2
) ( x x f =
3
1 − = x y
x y + =
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 15
Contradom
Contradom
í
í
nio
nio
Chama
Chama
-
-
se
se
contradomínio
contradomínio
de uma função
de uma função
f
f
ao
ao
conjunto de valores reais que resultam para a
conjunto de valores reais que resultam para a
variável
variável
dependente
dependente
quando a
quando a
independente
independente
percorre o seu domínio.
percorre o seu domínio.

 Se for possível determinar a função inversa,
Se for possível determinar a função inversa,
o contradomínio é o domínio da função inversa;
o contradomínio é o domínio da função inversa;

 recorrendo à representação gráfica
recorrendo à representação gráfica


projectando a função no eixo das ordenadas.
projectando a função no eixo das ordenadas.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 16
Determine o contradomínio de f:
Determine o contradomínio de f:
5 7 ) ( − = x x f
3 ) ( − = x x f
3
) ( x x f =

+

0

2 ) (
2
+ = x x f [ [ +∞ , 2
1 3 ) ( − − = x x f
] ] 3 , ∞ −
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 17
Determine o contradomínio de f:
Determine o contradomínio de f:
3 ) (
2
− = x x f
-4
-3
-2
-1
0
1
2
-3 -2 -1 0 1 2 3
x -2 -1 0 1 2
y 1 -2 -3 -2 1
Projectando a parábola no eixo dos Projectando a parábola no eixo dos yy yy: :
[ [ +∞ − , 3
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 18
Determine graficamente o contradomínio de f:
Determine graficamente o contradomínio de f:
0
2
4
6
8
10
12
-4 -2 0 2 4
[ [ +∞ , 2
D’
D’
f
f
=
=
2 ) (
2
+ = x x f
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 19
Determine graficamente o contradomínio de f:
Determine graficamente o contradomínio de f:
D’
D’
f
f
=
=
-6
-4
-2
0
2
4
0 10 20 30 40 50 60
1 3 ) ( − − = x x f
] ] 3 , ∞ −
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 20
Opera
Opera
çõ
çõ
es
es
1 5 ) (
2
+ + = x x x h
Se
Se
podemos
podemos
considerar h(x) como uma soma de valores
considerar h(x) como uma soma de valores
das funções mais simples,
das funções mais simples,
f
f e
e
g
g, definidas
, definidas
por e
por e
Então podemos dizer que
Então podemos dizer que
h
h é a soma de
é a soma de
f
f e
e
g
g.
.
2
) ( x x f = 1 5 ) ( + = x x g
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 21
Opera
Opera
çõ
çõ
es
es
De modo mais geral, se
De modo mais geral, se
f
f e
e
g
g são funções
são funções
quaisquer e
quaisquer e
D
D
é a
é a
intersecção dos seus
intersecção dos seus
domínios
domínios
, então a soma de
, então a soma de
f
f e
e
g
g é a função
é a função
s
s definida por:
definida por:
Com
Com
x
x
pertencente a
pertencente a
D
D
.
.
) ( ) ( ) ( x g x f x s + =
g f g f
D D D ∩ =
+
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 22
Opera
Opera
çõ
çõ
es
es
Analogamente, a diferença
Analogamente, a diferença
f
f
-
-
g
g e o produto
e o produto
fg
fg de
de
f
f e
e
g
g definem
definem
-
-
se como,
se como,
e
e
Com
Com
x
x
pertencente a
pertencente a
D
D
.
.
) ( ) ( ) )( ( x g x f x g f − = −
) ( ) ( ) )( ( x g x f x fg =
g f fg
D D D ∩ =
g f g f
D D D ∩ =

2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 23
Opera
Opera
çõ
çõ
es
es
-
-
Potencia
Potencia
çã
çã
o
o
Caso particular do tipo,
Caso particular do tipo,
[ ]
n
x f
x f x f x f
x f f f
) (
) ( * ... * ) ( * ) (
) )( * ... * * (

≡ ≡

2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 24
Opera
Opera
çõ
çõ
es
es


Combina
Combina
çã
çã
o linear
o linear
) ( * ) )( . (
) (
x g c x g c
c x f

=
) ( ... ) ( ) (
) )( ... (
2 2 1 1
2 2 1 1
x f c x f c x f c
x f c f c f c
n n
n n
+ + + ≡
≡ + + +
Combinação linear de n funções: Combinação linear de n funções:
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 25
Opera
Opera
çõ
çõ
es
es
Finalmente, o quociente
Finalmente, o quociente
f/g
f/g
de
de
f
f
por
por
g
g
é
é
dado por,
dado por,
Com
Com
x
x
em
em
D
D
e
e
g(x)
g(x)

≠0
0
) (
) (
) )( (
x g
x f
x
g
f
=
{ } 0 ) ( : ≠ ℜ ∈ ∩ ∩ = x g x D D D
g f
g
f
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 26
Fun
Fun
çã
çã
o Limitada
o Limitada (contradom
(contradom
í
í
nio Limitado)
nio Limitado)
f(x)| f(x)|
A A
é é limitada superiormente limitada superiormente se existir um nº real se existir um nº real M M tal tal
que, que,
A x M x f ∈ ∀ ≤ , ) (
f(x)| f(x)|
A A
é é limitada inferiormente limitada inferiormente se existir um nº real se existir um nº real m m tal tal
que, que,
A x m x f ∈ ∀ ≥ , ) (
f(x)| f(x)|
A A
é limitada se, é limitada se,
A x M x f m ∈ ∀ ≤ ≤ , ) (
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 27
Monotonia
Monotonia
Numa parte, Numa parte,
I x x Df I ∈ ∀ ⊂
2 1
, ,
f(x) é monótona f(x) é monótona
Crescente Crescente
Não Não- -decrescente decrescente
Decrescente Decrescente
Não Não- -crescente crescente
) ( ) (
1 2 1 2
x f x f x x > ⇒ >
) ( ) (
1 2 1 2
x f x f x x ≥ ⇒ >
) ( ) (
1 2 1 2
x f x f x x < ⇒ >
) ( ) (
1 2 1 2
x f x f x x ≤ ⇒ >
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 28
Monotonia
Monotonia
De outra forma, De outra forma, crescente crescente ser será á: :
0
) ( ) (
1 2
1 2
>


x x
x f x f
Decrescente Decrescente será: será:
0
) ( ) (
1 2
1 2
<


x x
x f x f
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 29
Fun
Fun
çõ
çõ
es pares e
es pares e
í
í
mpares
mpares
A função h é uma função par se e só se existem
A função h é uma função par se e só se existem
h(x) e h(
h(x) e h(
-
-
x) e h(
x) e h(
-
-
x)=h(x),
x)=h(x),

∀x
x

∈ D
D
h h
Ex
Ex
: x
: x
2 2
, cos(x)
, cos(x)
A função h é uma função ímpar se e só se
A função h é uma função ímpar se e só se
existem
existem
h(x) e h(
h(x) e h(
-
-
x) e h(
x) e h(
-
-
x)=
x)=
-
-
h(x),
h(x),

∀x
x

∈ D
D
h h
Ex
Ex
: x
: x
3 3
, sen(x)
, sen(x)
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 30
Fun
Fun
çõ
çõ
es pares e
es pares e
í
í
mpares
mpares
Função par.
Função par.
Ex
Ex
: x
: x
2 2
0
2
4
6
8
10
-4 -2 0 2 4
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 31
Fun
Fun
çõ
çõ
es pares e
es pares e
í
í
mpares
mpares
Função ímpar.
Função ímpar.
Ex
Ex
: x
: x
3 3
-30
-20
-10
0
10
20
30
-4 -2 0 2 4
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 1
5º Aula
5º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 2
Programa da Disciplina:
Programa da Disciplina:
1 1. . Revis Revisã ão de conceitos fundamentais ( o de conceitos fundamentais (cont cont.) .)
1.3. 1.3. Fun Funçõ ções. es.
1.3.8. 1.3.8. Algumas fun Algumas funçõ ções importantes. es importantes.
Exerc Exercí ícios de aplica cios de aplicaçã ção o
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 3
Bibliografia Principal:
Bibliografia Principal:
[1] Piskounov, N.
[1] Piskounov, N.
C
C
á
á
lculo diferencial e integral
lculo diferencial e integral
volume I, Lopes da Silva.
volume I, Lopes da Silva.
[2] Silva, J. C.,
[2] Silva, J. C.,
Princ
Princ
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada
Aplicada,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
An
An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada, Exerc
Aplicada, Exerc
í
í
cios
cios,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[4]
[4]
Anton, H.,
Anton, H.,
Calculu
Calculus, Wiley.
s, Wiley.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 4
Relembrando....
Relembrando....
Se em vez de um
Se em vez de um
conjunto de
conjunto de
números reais
números reais
(pontos de uma recta) definirmos
(pontos de uma recta) definirmos
pares de números reais
pares de números reais
, passamos a ter uma
, passamos a ter uma
sistema de coordenadas susceptível de
sistema de coordenadas susceptível de
representação num sistema de eixos
representação num sistema de eixos
bidireccional....
bidireccional....
Algumas fun
Algumas fun
çõ
çõ
es importantes
es importantes
(0,b) (0,b)
(a,0) (a,0)
(a,b) (a,b)
Função : Função :
(x, f(x))
(x, f(x))
x x
y y
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 5
a) Funções polinomiais
a) Funções polinomiais
Algumas fun
Algumas fun
çõ
çõ
es importantes
es importantes
f(x)= a
f(x)= a
0 0
x
x
n n
+
+
a
a
1 1
x
x
n n- -1 1
+
+
...+ a
...+ a
n n- -1 1
x +
x +
a
a
n n
Onde, Onde,
a
a
0 0
, a
, a
1 1
, ...,
, ...,
a
a
n n

– nº reais constantes ( nº reais constantes (coef coef. do polinómio . do polinómio) )
n n – – nº inteiro positivo ( nº inteiro positivo (grau do polinómio grau do polinómio) )
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 6
a1)
a1)
Funções lineares
Funções lineares
Algumas fun
Algumas fun
çõ
çõ
es importantes
es importantes
f(x)= f(x)= ax ax+b ( +b (recta recta) )
a e b a e b – – nº reais nº reais
x x
y y
(0,0) (0,0)
(0,b) (0,b)
( (- -b/a,0) b/a,0)
f(x)= f(x)=ax ax+b +b
f(x)= f(x)=ax ax
f(x)=b f(x)=b
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 7
a2)
a2)
Funções quadráticas ou polinomiais de 2º grau
Funções quadráticas ou polinomiais de 2º grau
Algumas fun
Algumas fun
çõ
çõ
es importantes
es importantes
f(x)= ax
f(x)= ax
2 2
+
+
bx
bx
+ c (
+ c (
parábola
parábola
)
)
a, b e c
a, b e c


nº reais
nº reais
a > 0 a > 0 a < 0 a < 0
raiz raiz
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 8
a3)
a3)
Função potência (expoente natural)
Função potência (expoente natural)
Algumas fun
Algumas fun
çõ
çõ
es importantes
es importantes
f(x)=
f(x)=
x
x
n n
n
n


nº inteiro positivo
nº inteiro positivo
x x
2 2
= f(x) = f(x)
x x
3 3
= f(x) = f(x)
(1,1) (1,1)
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 9
b)
b)
Função racional
Função racional
Algumas fun
Algumas fun
çõ
çõ
es importantes
es importantes
f(x)= P(x) / Q(x)
f(x)= P(x) / Q(x)
P(x) e Q(x) P(x) e Q(x) – – Funções polinomiais Funções polinomiais
Q(x) Q(x)

≠ 0 0
P(x) P(x) • •
1 e Q(x) 1 e Q(x) • •
x x
n n
f(x) = 1/ f(x) = 1/x x
n n
(1,1) (1,1)
Se n=1 => f(x) = 1/x | Se n=1 => f(x) = 1/x |
R R \ \ 0 0
( (- -1, 1,- -1) 1)
Se n=2 => f(x) = 1/x Se n=2 => f(x) = 1/x
2 2
| |
R R \ \ 0 0
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 10
2. Considere a função real de variável real definida por: 2. Considere a função real de variável real definida por:
1
3
) (

=
x
x
x f
a) a) Determine o seu domínio Determine o seu domínio
b) b) Verifique que é injectiva Verifique que é injectiva
c) c) Determine a função f Determine a função f
- -1 1
(x) (x)
1. Determine o domínio das seguintes funções: 1. Determine o domínio das seguintes funções:
x
x
x f a

+
=
3
1
) ( )
4
2
4
16 6
) ( )
x
x x
x f c

− −
=
2 8
1
) ( )
− − −
=
x x
x f b
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 1
6º Aula
6º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 2
Programa da Disciplina:
Programa da Disciplina:
1 1. . Revis Revisã ão de conceitos fundamentais ( o de conceitos fundamentais (cont cont.) .)
1.3. 1.3. Fun Funçõ ções. es.
1.3.8. 1.3.8. Algumas fun Algumas funçõ ções importantes ( es importantes (cont cont.). .).
Exerc Exercí ícios de aplica cios de aplicaçã ção o
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 3
Bibliografia Principal:
Bibliografia Principal:
[1] Piskounov, N.
[1] Piskounov, N.
C
C
á
á
lculo diferencial e integral
lculo diferencial e integral
volume I, Lopes da Silva.
volume I, Lopes da Silva.
[2] Silva, J. C.,
[2] Silva, J. C.,
Princ
Princ
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada
Aplicada,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
An
An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada, Exerc
Aplicada, Exerc
í
í
cios
cios,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[4]
[4]
Anton, H.,
Anton, H.,
Calculu
Calculus, Wiley.
s, Wiley.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 4
Outras fun
Outras fun
çõ
çõ
es simples
es simples
i)
i)
Função exponencial
Função exponencial
f(x)=
f(x)=
a
a
x x
,
,
a
a
-
-
nº real
nº real
constante e positivo
constante e positivo
f(x) sempre positiva ( f(x) sempre positiva (contradomíno contradomíno é é
um conjunto de nº positivos) um conjunto de nº positivos)
Bases mais usadas: Bases mais usadas:
a = 10 a = 10
a = e (função exponencial natural) a = e (função exponencial natural)
q
p q
p
p
p
xy y x
y x y x
a a
a
a
a a
a a a
=
=
=
=

+
1
) (
Recorde... Recorde...
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 5
Outras fun
Outras fun
çõ
çõ
es simples
es simples
i)
i)
Função exponencial
Função exponencial
f(x) = f(x) = a a
x x
, ,
0 < a < 1 0 < a < 1
f(x) = f(x) = a a
x x
, ,
a > 1 a > 1
D D
f f
= R = R
D’ D’
f f
= R = R
+ +
(0,1) (0,1)
Monótona dec. Monótona dec.
Monótona Monótona cres cres. .
f(x) f(x)
x x
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 6
Outras fun
Outras fun
çõ
çõ
es simples
es simples
i)
i)
Função exponencial
Função exponencial
-
-
Exemplo
Exemplo
x
x f

− =
2
7 1 ) (
Determine o seu domínio e contradomínio. Determine o seu domínio e contradomínio.
1. Seja, 1. Seja,
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 7
Outras fun
Outras fun
çõ
çõ
es simples
es simples
ii)
ii)
Função logarítmica (função exponencial inversa)
Função logarítmica (função exponencial inversa)
Base Base a a
f(x) = f(x) = log log
a a
(x), a > 0 e a (x), a > 0 e a
≠ ≠ 1 1
D D
f f
= R = R
+ +
(contradomínio da função exponencial) (contradomínio da função exponencial)
Logaritmo de um Logaritmo de um nº positivo x nº positivo xna na base a base a é o número a é o número a
que se deve que se deve elevar a base elevar a base para para obter x obter x
y
a
a x x y x f = ⇔ = = ) ( log ) (
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 8
Outras fun
Outras fun
çõ
çõ
es simples
es simples
i)
i)
Função logarítmica
Função logarítmica
f(x) = f(x) = log log
a a
(x), a > 1 (x), a > 1
D D
f f
= R = R
+ +
D’ D’
f f
= R = R
(0,1) (0,1)
f(x) f(x)
Bases mais usadas: Bases mais usadas:
a = 10 a = 10
a = e a = e (função exponencial (função exponencial
natural) natural)
f(x) = f(x) = log log
a a
(x), 0 < a < 1 (x), 0 < a < 1
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 9
Outras fun
Outras fun
çõ
çõ
es simples
es simples
ii)
ii)
Função logarítmica
Função logarítmica
-
-
Propriedades operatórias Propriedades operatórias
{ }
{ }
{ }
{ } 1 \ b , , log * log log
1 \ , , log log
1 \ , , x log log ) / ( log
1 \ , , x log log ) * ( log

+ +
+ +
+ +
+ +
ℜ ∈ ∀ ℜ ∈ ∀ =
ℜ ∈ ∀ ℜ ∈ ∀ ℜ ∈ ∀ =
ℜ ∈ ∀ ℜ ∈ ∀ − =
ℜ ∈ ∀ ℜ ∈ ∀ + =
a x a x x
a x p x p x
a y y x y x
a y y x y x
b a b
a
p
a
a a a
a a a
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 10
Outras fun
Outras fun
çõ
çõ
es simples
es simples
ii)
ii)
Função logarítmica
Função logarítmica
-
-
exemplo exemplo
2. Considere a seguinte função:
2. Considere a seguinte função:
f(x) = 5
f(x) = 5
-
-
log
log
3 3
(2+3x)
(2+3x)
Determine
Determine
Df
Df
e
e
D’f
D’f
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 11
3. Seja:
3. Seja:
x
x
x x f
6
3 ) (
+
− =
a)
a)
Determine o seu domínio.
Determine o seu domínio.
b)
b)
Determine os valores de x que tornam
Determine os valores de x que tornam
verdadeira a inequação f(x) < 2.
verdadeira a inequação f(x) < 2.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 12
4. Determine o contradomínio de f:
4. Determine o contradomínio de f:
1 ) ( )
3
+ = x x f a
2 ) ( + =
x
e x f b)
) 1 ( log 3 ) ( ) − − = x x f c

] [ ∞ + , 2

1 3 ) ( ) − + = x x f d
[ [ ∞ + , 3
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 13
5. Determine o contradomínio de f:
5. Determine o contradomínio de f:
3 ) ( − = x x f
Projectando a função no eixo dos Projectando a função no eixo dos yy yy: D’ : D’
f f
= =
+

0
0
0.5
1
1.5
2
2.5
3
0 2 4 6 8 10 12
X 3 5 10
Y 0 1.41 2.65
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 1
7º Aula
7º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 2
Programa da Disciplina:
Programa da Disciplina:
1 1. . Revis Revisã ão de conceitos fundamentais ( o de conceitos fundamentais (cont cont.) .)
1.3. 1.3. Fun Funçõ ções. es.
1.3.8. 1.3.8. Algumas fun Algumas funçõ ções importantes ( es importantes (cont cont.). .).
Exerc Exercí ícios de aplica cios de aplicaçã ção o
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 3
Bibliografia Principal:
Bibliografia Principal:
[1] Piskounov, N.
[1] Piskounov, N.
C
C
á
á
lculo diferencial e integral
lculo diferencial e integral
volume I, Lopes da Silva.
volume I, Lopes da Silva.
[2] Silva, J. C.,
[2] Silva, J. C.,
Princ
Princ
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada
Aplicada,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
An
An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada, Exerc
Aplicada, Exerc
í
í
cios
cios,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[4]
[4]
Anton, H.,
Anton, H.,
Calculu
Calculus, Wiley.
s, Wiley.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 4
Outras fun
Outras fun
çõ
çõ
es simples
es simples
i)
i)
Funções trigonométricas
Funções trigonométricas
Ângulos Ângulos
Lado inicial Lado inicial Ângulo positivo Ângulo positivo
Ângulo negativo Ângulo negativo
Medida do ângulo: Medida do ângulo: graus graus ou ou radianos radianos
1 1
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 5
i)
i)
Funções trigonométricas
Funções trigonométricas
0° / 360° 0° / 360°
Perímetro da Perímetro da
circunferência : circunferência :
Radianos Radianos: comprimento de : comprimento de
um arco definido pelo um arco definido pelo
ângulo ( r = 1 ). ângulo ( r = 1 ).
1 “volta”, arco = 1 “volta”, arco =
¼ ¼ “volta”, arco = “volta”, arco = ¼ ¼ x x
90° 90°
180° 180°
270° 270°
2
π
r 2π
2 π =
π 2
2

π
π 2
π 2
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 6
i)
i)
Funções trigonométricas
Funções trigonométricas
θ θ
y y
x x
r r
r
y
hipotenusa
a oposto lado
sen = =
θ
θ

) (
r
x
hipotenusa
ente a lado adjac
= =
θ
θ

) ( cos
x
y
adjacente lado
a oposto lado
tg = =
θ
θ
θ


) (
y
x
a oposto lado
adjacente lado
g = =
θ
θ
θ


) ( cot
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 7
i)
i)
Funções trigonométricas
Funções trigonométricas
45 45° °
1 1
1 1
2
2
2
1
) 45 ( = =
o
sen
2
2
) 45 ( cos =
ο
1
1
1
) 45 ( = =
ο
tg
1
1
1
) 45 ( cot = =
ο
g
45 45° °
θ θ
= 45 = 45° °= =
2
4 π
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 8
i)
i)
Funções trigonométricas
Funções trigonométricas
30 30° °
1 1
60 60° ° 2 2
2
1
) 30 ( =
ο
sen
2
3
) 30 ( cos =
ο
3
3
) 30 ( =
ο
tg
3 ) 30 ( cot =
ο
g
θ θ
= 30 = 30° °= =
2
3
) 60 ( =
ο
sen
2
1
) 60 ( cos =
ο
3 ) 60 ( =
ο
tg
3
3
) 60 ( cot =
ο
g
θ θ
= 60 = 60° °= =
3
6 π
4 π
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 9
i)
i)
Funções trigonométricas
Funções trigonométricas
θ θ
y y
x x
r r
r
y
sen = ) ( θ
r
x
= ) ( cos θ
x
y
tg = ) ( θ
y
x
g = ) ( cot θ
Sistema de coordenadas rectangulares Sistema de coordenadas rectangulares
Se Se r = 1 r = 1 => =>
)
cos
) cot
) cos
)
)
) cos , ) (



sen ( è
) ( è
g ( è ,
( è
sen ( è
tg ( è
e
( è x sen y
= =
= = θ
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 10
i)
i)
Funções trigonométricas
Funções trigonométricas
θ θ
=150 =150° °
1 1
- -1 1
1 1
- -1 1
1. Calcule o valor da função 1. Calcule o valor da função
trigonométrica para trigonométrica para θ θ
=150 =150° °. .
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 11
i)
i)
Funções trigonométricas
Funções trigonométricas
Função impar: Função impar:
f(x) = f(x) = - - f( f(- -x) x)
Função par: Função par:
f(x) = f(x) = - - f(x) f(x)
Monótonas em parte do seu domínio Monótonas em parte do seu domínio
Funções periódicas de período Funções periódicas de período 2 2 π π
Df Df = =
] [ ∞ + ∞ − ,
Df Df = =
] [ ∞ + ∞ − ,
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 12
i)
i)
Funções trigonométricas
Funções trigonométricas
A partir das funções anteriores podem definir A partir das funções anteriores podem definir- -se mais se mais
4 funções, de entre as quais: 4 funções, de entre as quais:






+ ± ℜ
≡ =
2
) 1 2 ( \
) cos(
) (
) ( ) (
π
k
x
x sen
x tg x f


2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 13
i)
i)
Funções trigonométricas
Funções trigonométricas
A partir das funções anteriores podem definir A partir das funções anteriores podem definir- -se mais se mais
4 funções, de entre as quais: 4 funções, de entre as quais:
{ } π k
x sen
x
x tg
x g x f
± ℜ
≡ ≡ =
\
) (
) cos(
) (
1
) ( cot ) (

2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 14
i)
i)
Funções trigonométricas inversas
Funções trigonométricas inversas
) ( cot ) (
) ( ) (
) arccos( ) (
) ( ) (
x g arc x f
x arctg x f
x x f
x arcsen x f
=
=
=
=
Só é possível
Só é possível
determinar a
determinar a
inversa
inversa
se se efectuar
se se efectuar
restrições ao domínio
restrições ao domínio
por forma a a
por forma a a
tornar
tornar
injectiva
injectiva
a função
a função
nessas restrições
nessas restrições
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 15
i)
i)
Funções trigonométricas inversas
Funções trigonométricas inversas
Principais restrições
Principais restrições
f(x) = sen (x) | f(x) = sen (x) |
[ [ - - π π / 2, / 2, π π/ 2 ] / 2 ]
- - π π
/ 2 / 2
π π
/ 2 / 2
f f
- -1 1
(x) = (x) = arcsen arcsen (x) | (x) |
[ [ - -1, 1 ] 1, 1 ]
- -1 1 1 1
π π
/ 2 / 2
- - π π
/ 2 / 2
f f
- -1 1
(x) (x)
x x
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 16
i)
i)
Funções trigonométricas inversas
Funções trigonométricas inversas
Principais restrições
Principais restrições
f(x) = cos (x) | f(x) = cos (x) |
[ 0, [ 0, π π ] ]
π π
/ 2 / 2
f f
- -1 1
(x) = arcos (x) | (x) = arcos (x) |
[ [ - -1, 1 ] 1, 1 ]
π π
/ 2 / 2
π π
1 1 - -1 1
f f
- -1 1
(x) (x)
x x
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 17
i)
i)
Funções trigonométricas inversas
Funções trigonométricas inversas
Principais restrições
Principais restrições
f(x) = f(x) = tg tg(x)| (x)|
] ] - - π π / 2, / 2, π π / 2 [ / 2 [
f f
- -1 1
(x) = (x) = arctg arctg(x) (x)
π
π
/2 /2
-
- π
π
/2 /2
f f
- -1 1
(x) (x)
x x
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 18
i)
i)
Funções trigonométricas inversas
Funções trigonométricas inversas
Principais restrições
Principais restrições
f(x) = f(x) = cotg cotg(x)| (x)|
] ] 0, 0, π π [ [
f f
- -1 1
(x) = (x) = arcotg arcotg(x) (x)
f f
- -1 1
(x) (x)
x x
π π/2 /2
π
π
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 1
8º Aula
8º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 2
Exerc
Exerc
í
í
cios de aplica
cios de aplica
çã
çã
o
o
-
-
Folha 1
Folha 1
Objectivos da aula:
Objectivos da aula:
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 3
Bibliografia Principal:
Bibliografia Principal:
[1]
[1]
Piskounov
Piskounov
, N.
, N.
C
C
á
á
lculo diferencial e integral
lculo diferencial e integral
volume I, Lopes da Silva.
volume I, Lopes da Silva.
[2] Silva, J. C.,
[2] Silva, J. C.,
Princ
Princ
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada
Aplicada,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
An
An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada, Exerc
Aplicada, Exerc
í
í
cios
cios,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[4]
[4]
Anton, H.,
Anton, H.,
Calculu
Calculus, Wiley.
s, Wiley.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 4
1. Calcule, com intervalos de n 1. Calcule, com intervalos de nú úmeros reais, o dom meros reais, o domí ínio nio
das fun das funçõ ções definidas em es definidas em ℜ ℜ por: por:
a) a)
b) b)
2 2 ) (
2
+ − = x x x f
FOLHA Nº 1
FOLHA Nº 1
2 6
5
) (
2
+
=
x
x f
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 5
1. ( 1. (Cont Cont.) .)
c) c)
d) d)
e) e)
4
2
) (
2

=
x
x
x f
2 2
) (
2

=
x
x
x h
x x x
x x
x g
3 4
1 3
) (
2 3
2
+ −
+ −
=
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 6
2. 2. Defina, como intervalos de n Defina, como intervalos de nú úmeros reais, o meros reais, o
dom domí ínio das fun nio das funçõ ções reais de vari es reais de variá ável real vel real
seguintes: seguintes:
a) a)
b) b)
2 3 ) (
2
+ = x x g
4
4 ) ( + = x x h
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 7
2. 2. ( (cont cont.) .)
c) c)
d) d)
e) e)
x x f 2 1 ) ( − =
x
x x
x g

− + −
=
4
5 3
) (
8
2
1
) (
x
x h

=
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 8
3. 3. Com intervalos de n Com intervalos de nú úmeros reais represente o meros reais represente o
contradom contradomí ínio de cada uma das fun nio de cada uma das funçõ ções definidas, em es definidas, em
ℜ ℜ por: por:
5 )
2
− = x y a
1 3 1 )
2
+ + = x y b
2 2 ) + − = x y c
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 9
4. Verifique se as seguintes fun 4. Verifique se as seguintes funçõ ções s es sã ão pares ou o pares ou
í ímpares: mpares:
) ( ) ( ) x sen x f a =
) 2 ( cos ) ( ) π + = x x h c
2
) 1 ( ) ( ) − = x x g b
1
1
) ( )
3

=
x
x i d
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 10
5. Calcule, com intervalos de n 5. Calcule, com intervalos de nº º reais, o dom reais, o domí ínio das nio das
das fun das funçõ ções definidas em R por: es definidas em R por:
x
x
x x
- e)
xe d) y x x c) y
e
b) y
e
y a
5 3
) ln(
4 1
5
1
1
1
)
2
2 2
=
= =
+
= +
+
=


y


2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 11
6. Determine os valores de x que satisfazem a: 6. Determine os valores de x que satisfazem a:
2 2 )
2 3
=
+ x
a
0 3 )
2
= +
x x
xe e x b
1 2
2 3 ) (

− =
x
x f
4
11
) ( = x f
7. 7. Considere a fun Considere a funçã ção real de vari o real de variá ável real: vel real:
a) a) Determine o dom Determine o domí ínio e o contradom nio e o contradomí ínio da fun nio da funçã ção. o.
b) b) Resolva em R a condi Resolva em R a condiçã ção: o:
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 12
8. Determine o conjunto solu 8. Determine o conjunto soluçã ção de: o de:
a) a) b) b)
9. 9. Considere a fun Considere a funçã ção real de vari o real de variá ável real: vel real:
a) a) Determine o seu dom Determine o seu domí ínio e contradom nio e contradomí ínio. nio.
b) Calcule, se existirem, os seus zeros. b) Calcule, se existirem, os seus zeros.
c) c) Defina Defina
6 ) 2 ( log
2
= + x
2
3
3 log − =
x
) 3 ( log 2 ) (
5
− − = x x f
1 −
f
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 13
0 3 ) ( 2 ) = + x sen a
0 )) cotg( 3 3 )).( ( 4 2 ( ) = + + x x sen b
0 ) cos( ) 2 cos( ) = + x x c
0 1 ) cos( 3 ) ( cos 2 )
2
= + − x x d
10. 10. Resolva as seguintes equa Resolva as seguintes equaçõ ções trigonom es trigonomé étricas: tricas:
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 14
11. Considere a fun 11. Considere a funçã ção: o:
a) a) Calcule e Calcule e
b) b) Determine o dom Determine o domí ínio e o contradom nio e o contradomí ínio de g. nio de g.
c) c) Defina a fun Defina a funçã ção inversa de g. o inversa de g.
) 1 2 (
2
1
) ( + = x arcsen x g
) 1 (− g 






2
1
g
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 1
9º Aula
9º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 2
2.
2.
Fun
Fun
çõ
çõ
es reais de vari
es reais de vari
á
á
vel real
vel real
2.1. Limites.
2.1. Limites.
2.1.1. Conceito de limite de uma fun
2.1.1. Conceito de limite de uma fun
çã
çã
o.
o.
Objectivos da aula:
Objectivos da aula:
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 3
Bibliografia Principal:
Bibliografia Principal:
[1]
[1]
Piskounov
Piskounov
, N.
, N.
C
C
á
á
lculo diferencial e integral
lculo diferencial e integral
volume I, Lopes da Silva.
volume I, Lopes da Silva.
[2] Silva, J. C.,
[2] Silva, J. C.,
Princ
Princ
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada
Aplicada,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
An
An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada, Exerc
Aplicada, Exerc
í
í
cios
cios,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[4]
[4]
Anton, H.,
Anton, H.,
Calculu
Calculus, Wiley.
s, Wiley.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 4
Concei t o de l i mi t e de uma f un
Concei t o de l i mi t e de uma f un
çã
çã
o
o
Seja Seja f f uma função definida num intervalo aberto uma função definida num intervalo aberto
contendo contendo a a (ou excepto possivelmente o próprio (ou excepto possivelmente o próprio a a) e seja ) e seja
L L um número real. A afirmação um número real. A afirmação
L x f
a x
=

) (
lim
Significa que, para Significa que, para todo todo ε ε > 0 > 0 existe existe um um δ δ > 0, > 0, tal que tal que
Se Se 0 0 < | < |x x - - a|< a|< δ δ, , ent entã ão o |f( |f(x x) ) – – L| < L| < ε ε
Se Se x x está no intervalo aberto está no intervalo aberto (a (a- - δ δ, a+ , a+ δ δ) ) e e x x ≠ ≠ a, a, ent entã ão o
f(x) f(x) est está á no intervalo aberto no intervalo aberto (L (L- - ε ε, L+ , L+ ε ε). ).
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 5
Concei t o de l i mi t e de uma f un
Concei t o de l i mi t e de uma f un
çã
çã
o
o
Como
Como
ε
ε
pode tornar
pode tornar
-
-
se arbitrariamente
se arbitrariamente
pequeno, a defini
pequeno, a defini
çã
çã
o anterior pode ser
o anterior pode ser
reformulada
reformulada
f(x)
f(x)
pode tornar
pode tornar
-
-
se arbitrariamente
se arbitrariamente
próxima de
próxima de
L
L
escolhendo
escolhendo
-
-
se
se
x
x
suficientemente próximo de
suficientemente próximo de
a.
a.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 6
Conceito de limite de uma fun
Conceito de limite de uma fun
çã
çã
o
o
Para
Para
ε
ε
> 0
> 0
arbitr
arbitr
á
á
rio, considere o intervalo
rio, considere o intervalo
aberto
aberto
(L
(L
-
-
ε
ε
, L+
, L+
ε
ε
)
)
L x f
a x
=

) (
lim
a a l l L L l l’ ’
L L- -
ε
ε
L+ L+
ε
ε
] ]
[ [
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 7
Conceito de limite de uma fun
Conceito de limite de uma fun
çã
çã
o
o
L L l l’ ’
L L- -
ε
ε
L+ L+
ε
ε
] ]
[ [
a a l l’ ’
a a - -
δ
δ
] ]
[ [
a + a +
δ
δ
| |
x x
| |
f(x) f(x)
Deve ficar claro que o n Deve ficar claro que o nú úmero mero
δ δ na defini na definiçã ção de limite n o de limite nã ão o
é é ú único, pois, encontrado um nico, pois, encontrado um
δ δ espec especí ífico, qualquer fico, qualquer
δ δ’ ’
positivo menor que positivo menor que
δ δ servir servirá á. .
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 8
Conceito de limite de uma fun
Conceito de limite de uma fun
çã
çã
o
o
Gr Grá áfico de uma fun fico de uma funçã ção o
f f
onde, para qualquer onde, para qualquer
x x no no
dom domí ínio nio
f f, ,
f(x) f(x) é é a ordenada a ordenada
do ponto do gr do ponto do grá áfico de fico de
abcissa abcissa
x x. Dado . Dado
ε ε > 0 > 0
arbitr arbitrá ário, consideramos o rio, consideramos o
intervalo aberto intervalo aberto (L (L- -
ε ε, L+ , L+
ε ε) )
no eixo dos no eixo dos yy yy e as rectas e as rectas
horizontais horizontais y=L y=L
± ± ε ε
Se existe um intervalo Se existe um intervalo
aberto aberto (a (a - -
δ δ, a + , a +
δ δ), ), tal que tal que
para todo o para todo o x x em em (a (a - -
δ δ, a + , a +
δ δ), ), o ponto o ponto P(x, f(x)) esteja P(x, f(x)) esteja
entre as duas rectas entre as duas rectas
horizontais. horizontais.
Y=L+ Y=L+
ε ε
Y=L Y=L - -
ε ε
L+ L+
ε ε
L L - -
ε ε
P(x,f(x)) P(x,f(x))


• •
a a
a a - -
δ δ
a + a +
δ δ
y y
x x
L x f
a x
=

) (
lim
• •
L L
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 9
Conceito de limite de uma fun
Conceito de limite de uma fun
çã
çã
o
o
A express A expressã ão o “ “achar achar “ “ significa significa “ “achar um achar um
n nú úmero mero L L, tal que: , tal que:
) (
lim
x f
a x→
L x f
a x
=

) (
lim
Se Se n nã ão existe o existe tal n tal nú úmero mero L L, dizemos que: , dizemos que:
) (
lim
x f
a x→
n nã ão existe o existe. .
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 10
Conceito de limite de uma fun
Conceito de limite de uma fun
çã
çã
o
o
Matematicamente : Matematicamente :
ε δ
ε δ ε
< − ⇒ < − < ∀
> ∃ > ∀


L x f a x x ) ( 0 ,
: 0 ) ( , 0
VIZINHANÇA de VIZINHANÇA de
a a
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 11
Teoremas sobre limites
Teoremas sobre limites
Se Se a a e e c c s sã ão reais quaisquer, ent o reais quaisquer, entã ão o
c c
a x
=

lim
Se Se a a, , b b e e m m s sã ão reais quaisquer, ent o reais quaisquer, entã ão o
b ma b mx
a x
+ = +

) (
lim
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 12
Teoremas sobre limites
Teoremas sobre limites
Se e
Se e
ent
ent
ã
ã
o:
o:
L x f
a x
=

) (
lim
M x g
a x
=

) (
lim
M L x g x f
a x
+ = +

)] ( ) ( [
lim
(i)
(i)
(
(
ii
ii
)
)
M L x g x f
a x
. )] ( ). ( [
lim
=

(
(
iii
iii
)
)
M
L
x g
x f
a x
=

]
) (
) (
[
lim
Desde que Desde que
M M
≠ ≠ 0 0
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 13
Teoremas sobre limites
Teoremas sobre limites
n
a x
n
a x
x f x f )] ( )] ( [
[lim
lim


=
)] ( .[ )] ( . [
lim lim
x f c x f c
a x a x → →
=
n n
a x
n
a x
ca x cx
c
= =
→ →
lim lim
(
(
iv
iv
)
)
(v)
(v)
(vi)
(vi)
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 14
Teoremas sobre limites
Teoremas sobre limites
) ( ) (
lim
a f x f
a x
=

) ( ) (
lim
lim
x f
n
x f
a x
n
a x


=
Se Se f f é é uma fun uma funçã ção polinomial, ent o polinomial, entã ão o
Para todo o n Para todo o nú úmero real mero real a a
Se Se uma fun uma funçã ção o f f tem limite quando tem limite quando x x tende para tende para a a, ent , entã ão o
Desde que n seja ou inteiro positivo Desde que n seja ou inteiro positivo í ímpar ou inteiro mpar ou inteiro
positivo par e positivo par e
0 ) (
lim


x f
a x
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 15
T eor emas s obr e l i mi t es
T eor emas s obr e l i mi t es
n n
a x
a x =

lim
Se a > 0 e n inteiro positivo Se a > 0 e n inteiro positivo, ou se a , ou se a ≤ ≤
0 e n 0 e n é é um um
inteiro inteiro í ímpar positivo, ent mpar positivo, entã ão o
Se m e n inteiros positivos e a > 0, então Se m e n inteiros positivos e a > 0, então
( )
m
n
m
n
a x
m
n
a x
a x x ) ( ) (
lim lim
= =
→ →
Também Também
n
m
n
m
a x
a x =

lim
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 16
2. Determine: 2. Determine:
7 5
4 3
)
lim
2
+
+

x
x
b
x
( ) 2 10 )
lim
2
+

x a
x
7 6
1 2 5
)
2
3
lim

+ −

x
x x
c
x

) 7 3 ( )
4
2
lim
x x d
x
+
− →

)
16
( 4
3
)
3
2
8
lim
x
x x
e
x

+


3 2
5
9 4 3 )
lim
+ −

x x f
x

1. Prove, usando a definição de limite, que : 1. Prove, usando a definição de limite, que :
( ) 7 1 3
lim
2
= +

x
x
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 1
11º Aula
11º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 2
Objectivos da aula:
Objectivos da aula:
2. 2. Fun Funçõ ções reais de vari es reais de variá ável real ( vel real (cont cont.) .)
2.1. 2.1. Limites. Limites.
2.1.4. 2.1.4. Propriedades dos limites de fun Propriedades dos limites de funçõ ções. es.
2.1.5. Indetermina 2.1.5. Indeterminaçõ ções. es.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 3
Bibliografia Principal:
Bibliografia Principal:
[1] Piskounov, N.
[1] Piskounov, N.
C
C
á
á
lculo diferencial e integral
lculo diferencial e integral
volume I, Lopes da Silva.
volume I, Lopes da Silva.
[2] Silva, J. C.,
[2] Silva, J. C.,
Princ
Princ
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada
Aplicada,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
An
An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada, Exerc
Aplicada, Exerc
í
í
cios
cios,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[4]
[4]
Anton, H.,
Anton, H.,
Calculu
Calculus, Wiley.
s, Wiley.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 4
Gener alização das pr opr iedades dos limit es aos limit es Gener alização das pr opr iedades dos limit es aos limit es
inf init os: inf init os:
SOMA
SOMA
Se f(x)
tende
para
L L L + ∞ - ∞ + ∞
E g(x)
para
M + ∞ - ∞ + ∞ - ∞ - ∞
f(x)+g(x)
tende
para
L+M + ∞ - ∞ + ∞ - ∞
Indeterminação
+∞ - ∞
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 5
Gener alização das pr opr iedades dos limit es aos limit es Gener alização das pr opr iedades dos limit es aos limit es
inf init os: inf init os:
PRODUTO PRODUTO
Se f(x)
Tende
para
L L > 0
L = 0 L < 0
+ ∞
e g(x)
para
M
+ ∞ - ∞ ± ∞ + ∞ - ∞ + ∞ - ∞
f(x) . g(x)
tende
para
L * M
+ ∞ - ∞
Indeterminação
± ∞ . 0
- ∞ + ∞ + ∞ - ∞
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 6
Gener alização das pr opr iedades dos limit es aos limit es Gener alização das pr opr iedades dos limit es aos limit es
inf init os: inf init os:
QUOCIENTE QUOCIENTE
Se f(x)
Tende
para
L
+ ∞
- ∞
L
L
0

e g(x)
para
M •0 M > 0 M = 0 M < 0 M > 0 M = 0 M < 0 0 + ∞
- ∞
0

f(x) / g(x)
tende
para
L / M
+ ∞
+ ∞
- ∞
- ∞
- ∞
+ ∞
- ∞
+ ∞
+ ∞
- ∞
0
IND. IND.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 7
A APL I CAÇÃO DAS PROPRI EDADES DOS LI MI T ES PODE I MPLI CAR A APL I CAÇÃO DAS PROPRI EDADES DOS LI MI T ES PODE I MPLI CAR
O APARECI MENT O DE I NDET ERMI NAÇÕES DO T I PO: O APARECI MENT O DE I NDET ERMI NAÇÕES DO T I PO:
I ndet er minações I ndet er minações
∞ − ∞ +
∞ . 0
0
0


Implica levantar a
Implica levantar a
indeterminação
indeterminação
...
...
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 8
1. Cal cul ar os s egui nt es l i mi t es cas o exi s t am 1. Cal cul ar os s egui nt es l i mi t es cas o exi s t am
x x
x x x
a
x
2 5
2 3
)
2
2 3
0
lim
+
+ −


6
2 9 3
)
3
2 3
2
lim
− −
− − +

x x
x x x
b
x

x x
x x x
c
x
2 3
2 7
)
2
2 3
0
lim
+
+ −


x
x
d
x
1 1
)
lim
0
− +


2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 9
2. Cal cul ar os s egui nt es l i mi t es cas o exi s t am 2. Cal cul ar os s egui nt es l i mi t es cas o exi s t am
2
2 3
5
3
)
lim
x
x x x
a
x
+ −
+∞ →
6
9 4
)
2
2
lim
+ +

+∞ →
x x
x x
b
x
2 2 3
1 2 7
)
3
2
lim
+ −
+ −
+∞ →
x x
x x
c
x
x x
x x x
d
x
2 5
2 3
)
2
2 3
lim
+
+ −
−∞ →
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT 10
3. Cal cul ar os s egui nt es l i mi t es cas o exi s t am 3. Cal cul ar os s egui nt es l i mi t es cas o exi s t am
h
x h x
a
h
3 3
0
) (
)
lim
− +











3
1
1
3
1
1
)
lim
x x
b
x
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 1
12º Aula
12º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 2
Objectivos da aula:
Objectivos da aula:
2. 2. Fun Funçõ ções reais de vari es reais de variá ável real ( vel real (cont cont.) .)
2.2. 2.2. Cont i nui dade. Cont i nui dade.
2.2.1. 2.2.1. Def i ni Def i ni çã ção de f un o de f unçã ção cont o cont í í nua. nua.
2.2.2. 2.2.2. Cont i nui dade Cont i nui dade à à di r ei t a e di r ei t a e à à es quer da es quer da
num pont o do dom num pont o do domí í ni o. ni o.
2.2.3. 2.2.3. P r opr i edades das f un P r opr i edades das f unçõ ções cont es cont í í nuas nuas
num pont o. num pont o.
2.2.4. 2.2.4. F un F unçõ ções cont es cont í í nuas num i nt er val o. nuas num i nt er val o.
2.2.5 T eor emas s obr e f un 2.2.5 T eor emas s obr e f unçõ ções cont es cont í í nuas nuas
num i nt er val o. num i nt er val o.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 3
Bibliografia Principal:
Bibliografia Principal:
[1] Piskounov, N.
[1] Piskounov, N.
C
C
á
á
lculo diferencial e integral
lculo diferencial e integral
volume I, Lopes da Silva.
volume I, Lopes da Silva.
[2] Silva, J. C.,
[2] Silva, J. C.,
Princ
Princ
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada
Aplicada,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
An
An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada, Exerc
Aplicada, Exerc
í
í
cios
cios,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[4]
[4]
Anton, H.,
Anton, H.,
Calculu
Calculus, Wiley.
s, Wiley.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 4
F un
F un
çõ
çõ
es r eai s de var i
es r eai s de var i
á
á
vel r eal
vel r eal
-
-
Cont i nui dade
Cont i nui dade
Uma f unção
Uma f unção
f
f
é cont inua num
é cont inua num
pont o
pont o
a
a
se
se
são sat isf eit as as condições seguint es:
são sat isf eit as as condições seguint es:


f (a)
f (a)
exist e (é f init o);
exist e (é f init o);


exist e
exist e


) (
lim
x f
a x→
) ( ) (
lim
a f x f
a x
=

2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 5
Def i ni
Def i ni
çã
çã
o de f un
o de f un
çã
çã
o cont
o cont
í
í
nua
nua
A definição matemática de continuidade utiliza a definição A definição matemática de continuidade utiliza a definição
matemática de limite de uma função, isto é, matemática de limite de uma função, isto é, f(x) é contínua f(x) é contínua
em em x=a x=a se, se,
ε δ δ ε < − ⇒ < − ∀ > ∃ > ∀ ) ( ) ( , : 0 , 0 a f x f a x x
ε < = − ⇒ = 0 ) ( ) ( a f x f a x SEMPRE... SEMPRE...
O intervalo de valores em torno de O intervalo de valores em torno de L L deverá conter todas deverá conter todas
as imagens incluindo a de as imagens incluindo a de a. a.
Se a Se a condição falsa condição falsa ⇒ ⇒
f(x) diz f(x) diz- -se se descont descontí ínua nua para para x=a x=a
Ponto
Ponto
x=a
x=a


Ponto de
Ponto de
descontinuidade
descontinuidade
da fun
da fun
çã
çã
o
o
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 6
) (
lim
x f
a x→
Descont ínua
Descont ínua
f
f
não é def inida em
não é def inida em
a
a
.
.
Descont ínua
Descont ínua
Não exist e
Não exist e
F un
F un
çõ
çõ
es r eai s de var i
es r eai s de var i
á
á
vel r eal
vel r eal
-
-
Cont i nui dade
Cont i nui dade
a a
f (x) f (x)
x x
) (
lim
x f
a x →
a a
x x
f (x) f (x)
L L
2 2
L L
1 1
= f(a) = f(a)
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 7
−∞ =
+

) (
lim
x f
a x
Descont ínua
Descont ínua
Não exist e
Não exist e
F un
F un
çõ
çõ
es r eai s de var i
es r eai s de var i
á
á
vel r eal
vel r eal
-
-
Cont i nui dade
Cont i nui dade
Três tipos de
Três tipos de
descontinuidades
descontinuidades
:
:
i) i) Descontinuidade Descontinuidade infinita infinita
∞ + =




) (
lim
x f
a x
a a
f (x) f (x)
x x
) (
lim
x f
a x →
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 8
) (
lim
x f
a x →
) (
lim
x f
a x →
Descont ínua
Descont ínua
Não existe Não existe
F un
F un
çõ
çõ
es r eai s de var i
es r eai s de var i
á
á
vel r eal
vel r eal
-
-
Cont i nui dade
Cont i nui dade
Três tipos de
Três tipos de
descontinuidades
descontinuidades
:
:
ii ii) ) Descontinuidade Descontinuidade finita finita
a a
x x
f (x) f (x)
L L
2 2
L L
1 1
a a
x x
f (x) f (x)
L L
1 1
L L
2 2
= f(a) = f(a)
Descont ínua
Descont ínua
Não existe Não existe
Mas Mas
) ( ) (
2
lim
a f L x f
a x
= =
+

2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 9
) (
lim
x f
a x →
Descont ínua
Descont ínua
Não existe Não existe
Mas Mas
F un
F un
çõ
çõ
es r eai s de var i
es r eai s de var i
á
á
vel r eal
vel r eal
-
-
Cont i nui dade
Cont i nui dade
Três tipos de
Três tipos de
descontinuidades
descontinuidades
:
:
ii ii) ) Descontinuidade Descontinuidade finita finita
a a
x x
f (x) f (x)
L L
2 2
L L
1 1
= f(a) = f(a)
) ( ) (
1
lim
a f L x f
a x
= =


a a
x x
f (x) f (x)
L L
2 2
L L
1 1
f(a) f(a)
Descont ínua
Descont ínua
Não existe Não existe
) (
lim
x f
a x→
) ( ) ( ) (
lim lim
a f x f x f
a x a x
≠ ≠
+ −
→ →
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 10
) ( ) (
lim
a f x f
a x


e
e
f (a)
f (a)
não exist e ou
não exist e ou
F un
F un
çõ
çõ
es r eai s de var i
es r eai s de var i
á
á
vel r eal
vel r eal
-
-
Cont i nui dade
Cont i nui dade
Três tipos de
Três tipos de
descontinuidades
descontinuidades
:
:
iii iii) ) Descontinuidade Descontinuidade removível para x=a removível para x=a
a a
f (x) f (x)
x x
L L
) ( ) ( ) (
lim lim

a f x f x f
a x a x
≠ =
+ −
→ →
a a
f (x) f (x)
x x
L L
f (a) f (a)
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 11
F un
F un
çõ
çõ
es r eai s de var i
es r eai s de var i
á
á
vel r eal
vel r eal
-
-
Cont i nui dade
Cont i nui dade
Três tipos de
Três tipos de
descontinuidades
descontinuidades
:
:
iii iii) ) Descontinuidade Descontinuidade removível para x=a removível para x=a ( (cont cont.) .)
É possível definir uma nova função: É possível definir uma nova função:





=


a x x f
a x x f
x g
a x


), (
), (
) (
lim
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 12
F un
F un
çõ
çõ
es r eai s de var i
es r eai s de var i
á
á
vel r eal
vel r eal
-
-
Cont i nui dade
Cont i nui dade
Três tipos de
Três tipos de
descontinuidades
descontinuidades
:
:
iii iii) ) Descontinuidade Descontinuidade removível para x=a removível para x=a ( (cont cont.) .)
É possível definir uma nova função: É possível definir uma nova função:





=


a x x f
a x x f
x g
a x


), (
), (
) (
lim
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 13
) ( ) (
lim
a f x f
a x
=
+

) ( ) (
lim
a f x f
a x
=


f
f
é cont ínua à dir eit a e à esquer da de
é cont ínua à dir eit a e à esquer da de
a
a
Cont i nui dade
Cont i nui dade
à
à
di r ei t a
di r ei t a
e
e
à
à
es quer da
es quer da
num
num
pont o
pont o
do dom
do dom
í
í
ni o:
ni o:
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 14
) ( ) ( ) ( ) (
lim lim
a g x g a f x f
a x a x
= ∧ =
→ →

T eor ema 2.1
T eor ema 2.1
S ej am f ( x) , g( x) duas f un
S ej am f ( x) , g( x) duas f un
çõ
çõ
es
es
cont
cont
í
í
nuas
nuas
par a
par a
x= a
x= a
, i s t o
, i s t o
é
é
:
:
Ent ão t ambém
Ent ão t ambém
o são
o são
a sua soma
a sua soma
f + g
f + g
, a
, a
sua dif er ença
sua dif er ença
f
f
-
-
g
g
, o seu pr odut o,
, o seu pr odut o,
f g
f g
;
;
desde que
desde que
g(a)
g(a)
sej a dif er ent e de 0
sej a dif er ent e de 0
,
,
t amb
t amb
é
é
m o quocient e
m o quocient e
f /g
f /g
é
é
cont
cont
í
í
nuo em
nuo em
a
a
.
.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 15
Se Se f f e e g g são f unções, t ais que são f unções, t ais que e se e se f f é é
cont ínua em cont ínua em b b, ent ão : , ent ão :
b x g
a x
=

) ( lim
)) ( lim ( ) ( )) ( ( lim x g f b f x g f
a x a x → →
= =
Se Se g g é cont ínua em é cont ínua em a a e e f f é cont ínua em é cont ínua em b= g(a) b= g(a) ent ão: ent ão:
)) ( ( )) ( lim ( )) ( ( lim a g f x g f x g f
a x a x
= =
→ →
A f unção compost a de
A f unção compost a de
f
f
por
por
g
g
é cont ínua em
é cont ínua em
a
a
.
.
T eor ema 2.2
T eor ema 2.2
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 16
Se uma f unção
Se uma f unção
f
f
é def inida num
é def inida num
int er valo
int er valo
f echado
f echado
[ a, b ]
[ a, b ]
, ent ão
, ent ão
f
f
é cont ínua em
é cont ínua em
[ a, b]
[ a, b]
se é cont inua em
se é cont inua em
] a, b [
] a, b [
e se, além disso:
e se, além disso:
) ( ) (
lim
a f x f
a x
=
+

) ( ) (
lim
b f x f
b x
=


f
f
é cont ínua à dir eit a em
é cont ínua à dir eit a em
a
a
ou
ou
f
f
é cont ínua à esquer da em
é cont ínua à esquer da em
b
b
F un
F un
çõ
çõ
es r eai s de var i
es r eai s de var i
á
á
vel r eal
vel r eal
-
-
Cont i nui dade
Cont i nui dade
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 17
T eor ema de
T eor ema de
Bolzano
Bolzano
-
-
Cauchy
Cauchy
Se uma f unção Se uma f unção f f é cont ínua no int er valo aber t o é cont ínua no int er valo aber t o ] a,b [ ] a,b [ e e
se se f (a) f or dif er ent e de f (a) f or dif er ent e de f (b) f (b) , ent , ent ã ão o f f t oma t odos os t oma t odos os
valor es ent r e valor es ent r e f (a) f (a) e e f (b) f (b) no int er valo no int er valo ] a,b [ ] a,b [ . .
a a
b b
c c
P P w w
f (a) f (a)
f (b) f (b)
Se
Se
w
w
é um
é um
nº ent r e
nº ent r e
f (a)
f (a)
e
e
f (b)
f (b)
, ent ão
, ent ão
exist e um nº
exist e um nº
c
c
ent r e
ent r e
a
a
e
e
b
b
, t al que
, t al que
f (c)= w
f (c)= w
.
.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 18
T eor ema de
T eor ema de
Weier st r ass
Weier st r ass
Se uma f unção
Se uma f unção
f
f
é cont ínua e
é cont ínua e
def inida no int er valo f echado
def inida no int er valo f echado
[ a,b]
[ a,b]
t em nesse int er valo pelo
t em nesse int er valo pelo
menos um
menos um
máximo
máximo
e um
e um
mínimo
mínimo
.
.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 19
1 . Se 1 . Se esboce o gr áf ico de f e pr ove que f esboce o gr áf ico de f e pr ove que f
é cont ínua no int er valo f echado [ é cont ínua no int er valo f echado [ - -3,3] . 3,3] .
2
9 ) ( x x f − =
0
0.5
1
1.5
2
2.5
3
3.5
-4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4
F un
F un
çõ
çõ
es r eai s de var i
es r eai s de var i
á
á
vel r eal
vel r eal
-
-
Cont i nui dade
Cont i nui dade
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 20
T em limit e e T em limit e e ? ?
) ( 9 9 ) (
2 2
lim lim
a f a x x f
a x a x
= − = − = =
→ →
) ( ) (
lim
a f x f
a x
=

Ver if icar os ext r emos do int er valo Ver if icar os ext r emos do int er valo
) 3 ( 0 9 9 9 ) (
2
3 3
lim lim
− = = − = − =
+ +
− → − →
f x x f
x x
) 3 ( 0 9 9 9 ) (
2
3 3
lim lim
f x x f
x x
= = − = − =
− −
→ →
f
f
é cont ínua no int er valo
é cont ínua no int er valo
[
[
-
-
3,3]
3,3]
F un
F un
çõ
çõ
es r eai s de var i
es r eai s de var i
á
á
vel r eal
vel r eal
-
-
Cont i nui dade
Cont i nui dade
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
UFP - FCT Aula nº 12 21
F un F unçõ ções r eai s de var i es r eai s de var i á ável r eal vel r eal - - Cont i nui dade Cont i nui dade
2. Est ude a f unção quant o à cont inuidade no pont o x= 2 2. Est ude a f unção quant o à cont inuidade no pont o x= 2
x -10.0 -6.0 -4.0 -3.0 -2.0 -1.0 -0.5 -0.3 -0.2 -0.1 0.0 0.1 0.2 0.3 0.5 1.0 1.2 1.3 1.7 2.0 2.5 3.0 4.0 6.0 10.0
y 0.9 0.9 0.8 0.8 0.8 0.7 0.6 0.6 0.5 0.5 0.5 0.5 0.5 0.4 0.3 0.0 -0.3 -0.4 -2.3 3.0 2.0 1.5 1.3 1.1
-3.0
-2.0
-1.0
0.0
1.0
2.0
3.0
4.0
-10.
0
-8.0 -6.0 -4.0 -2.0 0.0 2.0 4.0 6.0 8.0 10.0
2
1
) (


=
x
x
x f
2002/2003
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UFP - FCT Aula nº 12 22
F un F unçõ ções r eai s de var i es r eai s de var i á ável r eal vel r eal - - Cont i nui dade Cont i nui dade
3. Est ude a f unção quant o à cont inuidade no pont o x= 2 3. Est ude a f unção quant o à cont inuidade no pont o x= 2
1
1
) (
+

=
x
x
x f
-10.0 -6.0 -4.0 -3.0 -2.0 -1.0 -0.5 -0.3 -0.2 -0.1 0.0 0.1 0.2 0.3 0.5 1.0 1.2 1.3 1.7 2.0 2.5 3.0 4.0 6.0 10.0
1.2 1.4 1.7 2.0 3.0 -3.0 -1.7 -1.4 -1.1 -1.0 -0.9 -0.7 -0.6 -0.3 0.0 0.1 0.1 0.3 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8
-4.0
-3.0
-2.0
-1.0
0.0
1.0
2.0
3.0
4.0
-10.
0
-8.0 -6.0 -4.0 -2.0 0.0 2.0 4.0 6.0 8.0 10.0
2002/2003
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UFP - FCT Aula nº 12 23
F un F unçõ ções r eai s de var i es r eai s de var i á ável r eal vel r eal - - Cont i nui dade Cont i nui dade
4. Est ude a f unção quant o à cont inuidade no pont o x= 2 4. Est ude a f unção quant o à cont inuidade no pont o x= 2
x -2.0 -1.0 -0.5 -0.3 -0.2 -0.1 0.0 0.1 0.2 0.3 0.5 1.0 1.2 1.3 1.7 2.0 2.5 3.0 4.0 6.0 10.0
y 3.0 0.0 -0.8 -0.9 -1.0 -1.0 -1.0 -1.0 -1.0 -0.9 -0.8 0.0 0.4 0.7 1.9 3.0 1.5 1.0 0.0 -2.0 -6.0
-7.0
-6.0
-5.0
-4.0
-3.0
-2.0
-1.0
0.0
1.0
2.0
3.0
4.0
-10.
0
-8.0 -6.0 -4.0 -2.0 0.0 2.0 4.0 6.0 8.0 10.0
2 4
2 x 1
) (
2
> −
≤ −
x x
x
x f
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UFP - FCT Aula nº 12 24
F un F unçõ ções r eai s de var i es r eai s de var i á ável r eal vel r eal - - Cont i nui dade Cont i nui dade
5. Est ude a f unção quant o à cont inuidade no pont o x= 1 5. Est ude a f unção quant o à cont inuidade no pont o x= 1
3 2 ) (
3
+ + = x x x f
6. A f unção |x 6. A f unção |x- -3| é cont inua no pont o x= 3 ? 3| é cont inua no pont o x= 3 ?
7. Diga se f (x) é cont inua par a x= 1 7. Diga se f (x) é cont inua par a x= 1
1 3
1 x 1 2
) (
2
> −
≤ + −
x x
x x
x f
8. Det er mine os pont os de 8. Det er mine os pont os de descont inuidade descont inuidade de: de:
4
5
2 ) (

+
+ − =
x
x
x x f
2002/2003
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UFP - FCT Aula nº 12 25
F un F unçõ ções r eai s de var i es r eai s de var i á ável r eal vel r eal - - Cont i nui dade Cont i nui dade
9. Discut a a cont inuidade de 9. Discut a a cont inuidade de f f se: se:
4
9
) (
2


=
x
x
x f
10. Discut a a cont inuidade de 10. Discut a a cont inuidade de f f no int er valo [ no int er valo [ - -3,3] : 3,3] :
2
9 ) ( x x f − =
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 1
13º Aula Parte 1
13º Aula Parte 1
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 2
Objectivos da aula:
Objectivos da aula:
2. 2. Fun Funçõ ções reais de vari es reais de variá ável real ( vel real (cont cont.) .)
2.3. 2.3. Der i vabi l i dade. Der i vabi l i dade.
2.3. 2.3. 1 1. . Def i ni Def i ni çã ção de der i vada de uma f un o de der i vada de uma f unçã ção num pont o. o num pont o.
2.3.2. 2.3.2. I nt er pr et a I nt er pr et açã ção geom o geomé ét r i ca da der i vada de uma f un t r i ca da der i vada de uma f unçã ção o
num pont o. num pont o.
2.3.3. 2.3.3. Der i vadas l at er ai s . Der i vadas l at er ai s .
2.3.4. 2.3.4. F un F unçã ção der i vada. o der i vada.
2.3.5. 2.3.5. Der i vadas de or dem s uper i or . Der i vadas de or dem s uper i or .
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 3
Bibliografia Principal:
Bibliografia Principal:
[1] Piskounov, N.
[1] Piskounov, N.
C
C
á
á
lculo diferencial e integral
lculo diferencial e integral
volume I, Lopes da Silva.
volume I, Lopes da Silva.
[2] Silva, J. C.,
[2] Silva, J. C.,
Princ
Princ
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada
Aplicada,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
An
An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada, Exerc
Aplicada, Exerc
í
í
cios
cios,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[4]
[4]
Anton, H.,
Anton, H.,
Calculu
Calculus, Wiley.
s, Wiley.
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 4
Defini
Defini
çã
çã
o de derivada
o de derivada
f (a) f (a)
f (a+h) f (a+h)
P P
Q Q
a
a
a + h
a + h
h
h
f

(
a
+
h
)

f

(
a
+
h
)

– –
f

(
a
)
f

(
a
)
h
a f h
Declive
) ( ) − +
=
f(a

h
h


0
0 ⇒

Q
Q


P
P
Secante
Secante
PQ
PQ
passa a
passa a
Tangente
Tangente
em
em
P
P
h
f(a) h) f(a
a f
h
− +
=

lim
0
) ( '

Derivada da função Derivada da função
no ponto no ponto x=a x=a
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 5
I nt er pr et a I nt er pr et açã ção geom o geomé ét r i ca da der i vada pel a t angent e t r i ca da der i vada pel a t angent e
ϕ tg
x
=

∆y
) ( '
lim
lim
0
0
x f
x
y
tg tg
x
x
=


=
= =
→ ∆
→ ∆


ϕ α
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 6
R es umi ndo:
R es umi ndo:
A f unção f (x)
A f unção f (x)
dir
dir
-
-
se
se
-
-
à der ivável par a
à der ivável par a
x= a
x= a
se
se
exist ir o
exist ir o
. Est e limit e, se exist ir é
. Est e limit e, se exist ir é
not ado por
not ado por
f ’(a)
f ’(a)
e é chamado
e é chamado
der ivada
der ivada
da
da
f unção
f unção
f (x)
f (x)
par a
par a
x= a
x= a
:
:
h
f(a) h) f(a
h
− +

lim
0
h
f(a) h) f(a
a f
h
− +


lim ) ( '
0
A função f(x) diz
A função f(x) diz
-
-
se
se
derivável
derivável
se for derivável
se for derivável
em
em
todos
todos
os pontos do seu
os pontos do seu
domínio
domínio
.
.
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AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 7
Seja a função f(x) = x
2
Calcule a sua derivada
h
f(a) h) f(a
f'(a)
h
− +


lim
0
a
h
h) a h(
h
a h ah a
h
a h) (a

h h
h
2
2 2
lim lim
lim
0
2 2 2
0
2 2
0
=
+
=
− + +
=
− +
=
→ →

2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 8
Notação de Leibniz:
Derivada de Derivada de f(x) f(x)
em ordem a em ordem a x x
Operador de derivação Operador de derivação
A derivada da função no ponto A derivada da função no ponto x=a x=a, segundo esta notação será: , segundo esta notação será:
a x a x
dx
df(x)
f'(a) ou
dx
df(x)
f'(a)
= =
=







dx
dy
f(x)
dx
d
dx
df(x)
f'(x) = = ≡
x
dx
x d
x f(x) 2
) (
:
2
2
= =
Ex Ex: :
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 9
Der i vadas l at er ai s
Der i vadas l at er ai s
Por que se t r at a de
Por que se t r at a de
um limit e
um limit e
, ao
, ao
det er minar a der ivada de uma f unção
det er minar a der ivada de uma f unção
f (x)
f (x)
num
num
pont o
pont o
a
a
, pode t er que se r ecor r er a
, pode t er que se r ecor r er a
limit es
limit es
lat er ais
lat er ais


semi
semi
-
-
t angent es
t angent es
à cur va no pont o
à cur va no pont o
a;
a;
der ivada à dir eit a de
der ivada à dir eit a de
a
a
(f ’ (a
(f ’ (a
+ +
))
))
e à esquer da de
e à esquer da de
a (f ’(a
a (f ’(a
- -
));
));
h
f(a) h) f(a
) f' (a
h
− +
=
+

+
lim
0
h
a f h a f
a f
h
) ( ) (
) ( '
lim
0
− +
=




Se Se f ’(a f ’(a
+ +
) = f ’ ) = f ’ (a (a
- -
) ) , exist e der ivada da f unção no pont o , exist e der ivada da f unção no pont o a a
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 10
Der i vadas l at er ai s
Der i vadas l at er ai s
O mesmo t ipo de cálculo pode ser ef ect uado
O mesmo t ipo de cálculo pode ser ef ect uado
r ecor r endo a
r ecor r endo a
ª
ª
como r az
como r az
ã
ã
o incr ement al:
o incr ement al:
Da mesma f or ma, Da mesma f or ma,
Se Se f ’(a f ’(a
+ +
) = f ’ ) = f ’ (a (a
- -
) ) , exist e der ivada da f unção no pont o , exist e der ivada da f unção no pont o a a
ε
ε
ε
) ( ) (
) ( '
lim
0
a f a f
a f
− +
=

+
ε
ε
ε

− −
=


) ( ) (
) ( '
lim
0
a f a f
a f
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 11
Der i vadas l at er ai s
Der i vadas l at er ai s
0
0
2
>

=
x x
x x
f(x)


Calcular a der ivada da f unção no pont o x= 0. Calcular a der ivada da f unção no pont o x= 0.
f(x) f(x) f’(x) f’(x)
1 1
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 12
T eor ema:
T eor ema:
S e a f un
S e a f un
çã
çã
o
o
f ( x)
f ( x)
f
f
ô
ô
r
r
der i v
der i v
á
á
vel
vel
par a
par a
x= a
x= a
,
,
ent
ent
ã
ã
o
o
f ( x)
f ( x)
é
é
cont
cont
í
í
nua
nua
em
em
a
a
) ( ) (
lim
a f x f (a) ' f
a x
= ⇒

existe
Mas ser
Mas ser
contínua no ponto
contínua no ponto
não implica ser
não implica ser
derivável no ponto
derivável no ponto
...
...
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 13
F un F unçã ção der i vada o der i vada
S e f é a f unção cons t ant e def i ni da f ( x) = c, ent ão
f ’( x) = 0
1
) ( ) ( ) (
) ( '
lim lim lim
0 0 0
= =
− +
=
− +
=
→ → →
h
h
h
x h x
h
x f h x f
x f
h h h
S e f ( x) = x, ent ão f ’( x) = 1
0 0
) ( ) (
) ( '
lim lim lim
0 0 0
= =

=
− +
=
→ → → h h h
h
c c
h
x f h x f
x f
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 14
F un F unçã ção der i vada o der i vada
S e f ( x) = kx, a s ua der i vada é a pr ópr i a cons t ant e.
k
h
kx kh kx
h
x k h x k
x f
h h
=
− +
=
− +
=
→ →
lim lim
0 0
) ( ) (
) ( '
Der i vada da s oma de f un Der i vada da s oma de f unçõ ções es
S e f ( x) = g( x) + m( x) , a s ua der i vada é a s oma al gébr i ca
das der i vadas
) ( ' ) ( '
) ( ) ( ) ( ) (
) ( ) ( ) ( ) (
) ( '
lim lim
lim
0 0
0
x m x g
h
x m h x m
h
x g h x g
h
x m x g h x m h x g
x f
h h
h
+ =
− +
+
− +
=
=
− − + + +
=
→ →

2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 15
Der i vada do pr odut o de f un Der i vada do pr odut o de f unçõ ções es
S e f ( x) = g( x) . m( x)
u v v u y v u y ' . ' . ' . + = =
Der i vada do quoci ent e de f un Der i vada do quoci ent e de f unçõ ções es
S e f ( x) = g( x) / m( x) ,
2
' . ' .
'
v
u v v u
y
v
u
y

= =
f ’( x) = g’( x) . m( x) + g( x) .m’( x)
ou
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 13 Parte 1
UFP - FCT 16
Der i vada da f un Der i vada da f unçã ção compos t a o compos t a
A der i vada de uma f unção compos t a é i gual ao
pr odut o da der i vada des t a f unção em r el ação à
var i ável i nt er medi ár i a u pel a der i vada em r el ação a
x da var i ável i nt er medi ár i a.
S ej a y= f ( x) uma f unção compos t a:
(x) ), ( ϕ = = u u F y Ou ainda Ou ainda )] ( [ x F y ϕ =
x u x
u y y ' . ' ' =
( f ( g( x) ) ) ’= f ’( g( x) ) . g’( x)
ou
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 1
14ª aula (13º Aula Parte 2)
14ª aula (13º Aula Parte 2)
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 2
Objectivos da aula:
Objectivos da aula:
2. 2. Fun Funçõ ções reais de vari es reais de variá ável real ( vel real (cont cont.) .)
2.3.4. 2.3.4. F un F unçã ção der i vada. o der i vada.
2.3.5. 2.3.5. Der i vadas de or dem s uper i or . Der i vadas de or dem s uper i or .
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 3
Bibliografia Principal:
Bibliografia Principal:
[1] Piskounov, N.
[1] Piskounov, N.
C
C
á
á
lculo diferencial e integral
lculo diferencial e integral
volume I, Lopes da Silva.
volume I, Lopes da Silva.
[2] Silva, J. C.,
[2] Silva, J. C.,
Princ
Princ
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada
Aplicada,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
An
An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada, Exerc
Aplicada, Exerc
í
í
cios
cios,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[4]
[4]
Anton, H.,
Anton, H.,
Calculu
Calculus, Wiley.
s, Wiley.
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 4
Out r a Der i vada Out r a Der i vada
( ) ( ) ( ) ) ( ) ( ) (
| 1
|
x f x f m x f
m m
× × =

Exemplo: Exemplo:
3 6 ) (
2
+ + = x x x f
? )) ( (
|
= x f
( ) =






+ + =
|
2 1
2 |
3 6 ) ( x x x f
( ) ( )
( ) ( ) = + + + × =
= + + + + ×


6 2 3 6
2
1
3 6 3 6
2
1
2 1
2
|
2
1 2 1
2
x x x
x x x x
...
3 6 2
6 2
2
=
+ +
+
=
x x
x
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 5
Der i vada da f un Der i vada da f unçã ção i nver s a o i nver s a
S ej a y= f ( x) uma f unção i nj ect i va, der i vável num
dado i nt er val o e y= f
-1
( x) a s ua f unção i nver s a.
Ou s ej a, f
-1
( f ( x) ) = x
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 6
Der i vada da f un Der i vada da f unçã ção i nver s a o i nver s a
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 7
Der i vada da f un Der i vada da f unçã ção i nver s a o i nver s a
( ) =

) (
| 1
b f
( ) ) (
1
1 |
b f f

( ) 0 e existe ) (
1 |


b f f
( ) b x x f =

para derivável é ) (
| 1
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 8
Der i vada da f un Der i vada da f unçã ção i nver s a o i nver s a
( )
5 | 1
) ( se ? ) ( x x f x f = =

E xempl o:
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 9
Der i vada das f un Der i vada das f unçõ ções t r i gonom es t r i gonomé ét r i cas t r i cas
u' . u cosec - y' u cotg y
u' u. tg . u s y' u sec
u.u' cotg . u -cosec y' u cos
u' . u s y' u
u' . u -sen y' u cos
u' . u c y' u
2
2
= =
= =
= =
= =
= =
= =
ec y
ec y
ec tg y
y
os sen y
2002/2003
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AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 10
Der i vada das f un Der i vada das f unçõ ções t r i gonom es t r i gonomé ét r i cas t r i cas – – um um
exempl o par a a f un exempl o par a a f unçã ção o s en( s en( x x) )
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 11
Der i vada das f un Der i vada das f unçõ ções t r i gonom es t r i gonomé ét r i cas i nver s as t r i cas i nver s as
2
2
2
2
x 1
1
- y' x cot
1
1
y' x
1
1
y' x arccos
1
1
y' x
+
= =
+
= =

− = =

= =
g arc y
x
arctg y
x
y
x
arcsen y
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 12
Der i vada das f un Der i vada das f unçõ ções t r i gonom es t r i gonomé ét r i cas i nver s as t r i cas i nver s as
– – um exempl o um exempl o
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 13
Der i vada das f un Der i vada das f unçõ ções l ogar es l ogar í í t mi ca, pot t mi ca, pot ê ênci a e exponenci al nci a e exponenci al
x x
n
a a
e e y
nx y
e
x
y
= =
= =
= =

y'
y' x
) ( log
1
y' (x) log
1 n
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 14
Der i vada de or dem s uper i or
Der i vada de or dem s uper i or
Chama
Chama
-
-
se der ivada de or dem
se der ivada de or dem
n
n
da f unção
da f unção
f (x)
f (x)
à der ivada (de
à der ivada (de
pr imeir a or dem) da der ivada de
pr imeir a or dem) da der ivada de
or dem
or dem
n
n
-
-
1
1
; designa
; designa
-
-
se pelo
se pelo
símbolo
símbolo
y
y
(n) (n)
ou
ou
f
f
(n) (n)
(x)
(x)
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 15
1 x x - 3
1 x 1
) (
2
>
≤ +
=
x
x f
I . Calcular a der ivada da f unção no pont o x= 1: I . Calcular a der ivada da f unção no pont o x= 1:
Not a: Not a:
- - Ver if ique se é cont inua no pont o; Ver if ique se é cont inua no pont o;
- - Calcule as der ivadas lat er ais e ver if ique se são iguais. Calcule as der ivadas lat er ais e ver if ique se são iguais.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 16
5 x 3 5 - 2x
3 x 0 1
≤ <
≤ ≤ + −
=
2
) 3 (
) (
x
x f
I I I . Most r e que a f unção f def inida por : I I I . Most r e que a f unção f def inida por :
É cont inua no pont o x= 3 mas não t em der ivada É cont inua no pont o x= 3 mas não t em der ivada
nesse pont o; nesse pont o;
3
2 ) ( − = x x f
I I . Calcular a der ivada da f unção no pont o x= 2. I I . Calcular a der ivada da f unção no pont o x= 2.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 13 Parte 2
UFP - FCT 17
I V. Cal cul ar as der i vadas das s egui nt es f un I V. Cal cul ar as der i vadas das s egui nt es f unçõ ções es
x x y + =
) cos( 1
) (
x
x sen
y
+
=
1º 1º
2º 2º
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 15
UFP - FCT 1
15º Aula
15º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 15
UFP - FCT 2
Objectivos da aula:
Objectivos da aula:
2.4. 2.4. T eor emas s obr e f un T eor emas s obr e f unçõ ções di f er enci es di f er enci á ávei s . vei s .
2.4. 1. 2.4. 1. T eor ema de R ol l e. T eor ema de R ol l e.
2.4. 2. 2.4. 2. T eor ema ( da m T eor ema ( da mé édi a) de L agr ange. di a) de L agr ange.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 15
UFP - FCT 3
Bibliografia Principal:
Bibliografia Principal:
[1] Piskounov, N.
[1] Piskounov, N.
C
C
á
á
lculo diferencial e integral
lculo diferencial e integral
volume I, Lopes da Silva.
volume I, Lopes da Silva.
[2] Silva, J. C.,
[2] Silva, J. C.,
Princ
Princ
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada
Aplicada,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
An
An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada, Exerc
Aplicada, Exerc
í
í
cios
cios,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[4]
[4]
Anton, H.,
Anton, H.,
Calculu
Calculus, Wiley.
s, Wiley.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 15
UFP - FCT 4
T eor ema de Rol l e
Se
Se

•a f unção
a f unção
f (x)
f (x)
é cont ínua no int er valo
é cont ínua no int er valo
[ a,b]
[ a,b]
;
;

•der ivável em qualquer pont o
der ivável em qualquer pont o
int er ior
int er ior
do
do
int er valo;
int er valo;

•f (a)= f (b).
f (a)= f (b).
Ent ão
Ent ão
exist e pelo menos um pont o int er mediár io
exist e pelo menos um pont o int er mediár io
x= c, a < c < b
x= c, a < c < b
, em que a der ivada
, em que a der ivada
f ’(x)
f ’(x)
se
se
anula, ist o é,
anula, ist o é,
f ’(c)= 0
f ’(c)= 0
(
(
c
c
é a
é a
r aiz
r aiz
da f unção).
da f unção).
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 15
UFP - FCT 5
T eor ema de Rol l e
Demonst r ação
Demonst r ação


A f unção
A f unção
f (x)
f (x)
sendo
sendo
cont ínua em
cont ínua em
[ a,b] ,
[ a,b] ,
at inge pelo menos
at inge pelo menos
uma vez nest e segment o o seu
uma vez nest e segment o o seu
limit e
limit e
super ior
super ior
M
M
e o seu
e o seu
limit e inf er ior
limit e inf er ior
m
m
.
.
Se
Se
M= m
M= m
, a f unção
, a f unção
f (x)
f (x)
é const ant e,
é const ant e,
ist o é, par a t odos os valor es de
ist o é, par a t odos os valor es de
x
x
a
a
f unção t em um valor const ant e
f unção t em um valor const ant e
f (x)= m
f (x)= m
. Ent ão, em qualquer pont o do
. Ent ão, em qualquer pont o do
segment o, t er emos
segment o, t er emos
f ’(x)= 0
f ’(x)= 0
,
,
f ica
f ica
demost r ado o t eor ema.
demost r ado o t eor ema.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 15
UFP - FCT 6
T eor ema de Rol l e
Cur va cont ínua
Cur va cont ínua
t endo uma
t endo uma
t angent e em cada
t angent e em cada
pont o, com
pont o, com
f (a)= f (b), exist e
f (a)= f (b), exist e
sobr e est a cur va
sobr e est a cur va
pelo menos um
pelo menos um
pont o de abcissa
pont o de abcissa
c
c
,
,
a < c < b
a < c < b
, t al que a
, t al que a
t angent e nesse
t angent e nesse
pont o
pont o
é par alela
é par alela
ao
ao
eixo
eixo
Ox
Ox
.
.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 15
UFP - FCT 7
T eor ema de Rol l e
1 . Ver if ique se o t eor ema de Rolle se aplica às f unções 1 . Ver if ique se o t eor ema de Rolle se aplica às f unções
seguint es: seguint es:
[ ] 0,2 x com , 2 ) (
2
∈ − = x x x f
[ ] 0,2 x com ,
1
1 2
) (
2



=
x
x
x f
[ ] 0,2 x com , ) 1 ( ) (
3
2
∈ − = x x f
a) a)
b) b)
c) c)
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 15
UFP - FCT 8
T eor ema de Rol l e
2. Most r e que a a f unção f (x) = 1 2. Most r e que a a f unção f (x) = 1- -x x
2 2
sat isf az as sat isf az as
condições do t eor ema de Rolle no int er valo [ condições do t eor ema de Rolle no int er valo [ - -1,1] . 1,1] .
Det er mine um pont o Det er mine um pont o c c onde f ’(c) = 0 onde f ’(c) = 0
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 15
UFP - FCT 9
T eor ema de Lagr ange
Se a função Se a função f(x) f(x) é uma função é uma função
contínua no contínua no [a,b] [a,b] derivável em derivável em
qualquer ponto qualquer ponto interior interior do do
intervalo, existe, então, pelo intervalo, existe, então, pelo
menos um ponto menos um ponto c c, ,
a < c <b a < c <b, tal que : , tal que :
f(b) f(b)- -f(a) = f’(c)(b f(a) = f’(c)(b- -a) a). .
Pontos para os quais a Pontos para os quais a
tangente tangente à curva é à curva é
paralela paralela à linha que à linha que
une une (a,f(a)) e (b,f(b)) (a,f(a)) e (b,f(b))
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 15
UFP - FCT 10
Cor ol ár i os do T eor ema de Lagr ange
i) i) f’(x) > 0 f’(x) > 0 para todos os valores de para todos os valores de x x num intervalo num intervalo
=> => f(x) crescente nesse intervalo f(x) crescente nesse intervalo
ii) ii) f’(x) < 0 f’(x) < 0 para todos os valores de para todos os valores de x x num intervalo num intervalo
=> => f(x) decrescente nesse intervalo f(x) decrescente nesse intervalo
iii) iii) f’(x) = 0 f’(x) = 0 para todos os valores de para todos os valores de x x num intervalo num intervalo
=> => f(x) constante nesse intervalo f(x) constante nesse intervalo
f(x) f(x)
0
) ( ) (
) ( ' >


=
a b
a f b f
x f
crescente


> ⇒ > − ) ( ) ( 0 a f b f a b
a a b b
f’(x) > 0 f’(x) > 0
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 15
UFP - FCT 11
Cor ol ár i os do T eor ema de Lagr ange
Análise do comportamento do gráfico num Análise do comportamento do gráfico num dado dado
ponto crítico f’(c)=0
ponto crítico f’(c)=0
f(x) f(x)
c c
f

(
x
)

>

0
f

(
x
)

>

0
f

(
x
)

<

0
f

(
x
)

<

0
f(x) f(x)
c c
f

(
x
)

<

0
f

(
x
)

<

0
f

(
x
)

>

0
f

(
x
)

>

0
Máximo local Máximo local
Mínimo local Mínimo local
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 15
UFP - FCT 12
Cor ol ár i os do T eor ema de Lagr ange
Análise do comportamento do gráfico num Análise do comportamento do gráfico num dado dado
ponto crítico f’(c)=0 ponto crítico f’(c)=0
Derivada com o mesmo sinal Derivada com o mesmo sinal – – não é máximo nem mínimo não é máximo nem mínimo
f(x) f(x)
c c
f

(
x
)

>

0
f

(
x
)

>

0
f

(
x
)

>

0
f

(
x
)

>

0
f(x) f(x)
c c
f

(
x
)

<

0
f

(
x
)

<

0
f

(
x
)

<
0
f

(
x
)

<
0
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 15
UFP - FCT 13
T eor ema de Lagr ange
[ ] 1,4 x com ,
1
) ( ∈
+
=
x
x
x f
Consider e a f unção, f (x) Consider e a f unção, f (x)
Pr ove que f (x) é sempr e cr escent e. Pr ove que f (x) é sempr e cr escent e.
Diga se a f unção Diga se a f unção
[ ] 1,3 x com , 1 2 ) (
3
∈ + − = x x x f
Ver if ica o T eor ema de Lagr ange Ver if ica o T eor ema de Lagr ange
4º 4º
5º 5º
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 17
UFP - FCT 1
17º Aula
17º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 17
UFP - FCT 2
Objectivos da aula:
Objectivos da aula:
2.4. 2.4. T eor emas s obr e f un T eor emas s obr e f unçõ ções di f er enci es di f er enci á ávei s . vei s .
2.4.3 T eor ema de Cauchy e r egr a de L ´Hôpi t al .
E xer c E xer cí í ci os da f ol ha n ci os da f ol ha nº º 3 3
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 17
UFP - FCT 3
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
[ 1] P i s kounov, N.
[ 1] P i s kounov, N. C
C
á
á
l cul o di f er enci al e
l cul o di f er enci al e
i nt egr al
i nt egr al
vol ume I , L opes da S i l va.
vol ume I , L opes da S i l va.
[ 2] S i l va, J. C.,
[ 2] S i l va, J. C., P r i nc
P r i nc
í
í
pi os de An
pi os de An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada
t i ca Apl i cada
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F .,
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F ., An
An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada, E xer c
t i ca Apl i cada, E xer c
í
í
ci os
ci os
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
[ 4]
[ 4]
Ant on, H.,
Ant on, H., Cal cul u
Cal cul u
s , Wi l ey.
s , Wi l ey.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 17
UFP - FCT 4
T eor ema de Cauchy
Sej am
Sej am
f (x)
f (x)
e
e
ϕ
ϕ
(x)
(x)
duas f un
duas f un
çõ
çõ
es
es
cont
cont
í
í
nuas sobr e o int er valo
nuas sobr e o int er valo
[ a,b] ,
[ a,b] ,
der iv
der iv
á
á
veis em
veis em
[ a,b]
[ a,b]
e sej a
e sej a
ϕ
ϕ
(x)
(x)
t al que
t al que
ϕ
ϕ


(x)
(x)
n
n
ã
ã
o se anule em nenhum pont o de
o se anule em nenhum pont o de
[ a,b]
[ a,b]
; exist e, ent
; exist e, ent
ã
ã
o, um pont o
o, um pont o
x= c
x= c
no
no
int er ior de
int er ior de
] a,b[
] a,b[
,
,
a < c < b
a < c < b
, t al que:
, t al que:
) ( '
) ( '
) ( ) (
) ( ) (
c
c f
a b
a f b f
ϕ ϕ ϕ
=


0 ) ( '
) ( ) (


c
e a b Se


ϕ
ϕ ϕ
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 17
UFP - FCT 5
T eor ema (r egr a) de L’Hôpi tal
Sej am
Sej am
f (x)
f (x)
e
e
ϕ
ϕ
(x)
(x)
duas f un
duas f un
çõ
çõ
es que
es que
sat isf azem o t eor ema de Cauchy sobr e um
sat isf azem o t eor ema de Cauchy sobr e um
cer t o segment o
cer t o segment o
[ a,b]
[ a,b]
e anulando
e anulando
-
-
se no
se no
pont o
pont o
x= a,
x= a,
ist o
ist o
é
é
f (a)=
f (a)=
ϕ
ϕ
(a)= 0
(a)= 0
. Se al
. Se al
é
é
m
m
disso, exist e, ent
disso, exist e, ent
ã
ã
o
o
exist e e:
exist e e:
) ( '
) ( '
) (
) (
lim lim
x
x f
x
x f
a x a x


ϕ ϕ
→ →
=
) ( '
) ( '
lim
x
x f
a x ϕ →
) (
) (
lim
x
x f
a x ϕ →
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 17
UFP - FCT 6
Cal cul ar os s egui nt es l i mi t es
x
x
x
) sen(
lim
0 →
2
0
) cos( 1
lim
x
x
x


1º 1º
2º 2º
) cotg(
) log(
lim
0
x
x
x→
3º 3º
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 17
UFP - FCT 7
I ndet er mi nação 0 x

0
0
) (
1
) (
0/0 em ação indetermin a
g(a) e 0 f(a)
: é
0 ) ( ) (
lim
lim lim
lim
=

∞ = =
∞ × = ×

→ →

x g
x f
se Transforma
isto
x g x f
a x
a x a x
a x
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 17
UFP - FCT 8
I ndet er mi nação

-

0
0
) (
1
) (
1
) (
1
) (
1
) (
1
1
) (
1
1
)) ( ) ( (
0/0 em ação indetermin a
g(a) e f(a)
: é
)) ( ) ( (
lim lim lim
lim lim
lim
=












×

=












− = −

∞ = ∞ =
∞ − ∞ = −
→ → →
→ →

x g x f
x f x g
x g x f
x g x f
se Transforma
isto
x g x f
a x a x a x
a x a x
a x
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 17
UFP - FCT 9
I ndet er mi nação 1

; 0
0
;

0
( )


=












=

∞ =





ou
x g
x f
e x f
se a Transforma
x f
a x
x f x g
x g
a x
x g
a x
a x
0
0
) (
1
)) ( ln(
) (
: ação indetermin
ou 0 ou 1 ) (
lim
lim
lim
) ( ln ). (
) (
0 0 ) (
lim
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 17
UFP - FCT 10
) log(
lim
0
x x
x
+

4º 4º








senx x
x
1 1
lim
0
5º 5º









x
x
x
1
0
)) (cos(
lim
6º 6º
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 17
UFP - FCT 11
Folha nº 3
II Considere a função real de variável real.
a) Mostre que a função no intervalo
verifica as condições do Teorema
de Rolle.
b) Calcule um .
( ) 3 8 2
2
+ − = x x x f
1, 3 [ ]
c

1, 3
] [
: f
|
(c)
=
0
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 17
UFP - FCT 12
Folha nº 3
III
Calcule a derivada das seguintes funções:
a) b) (a=cons.)
c) d)
( )
) cos( ) (
) cos( ) (
x x sen
x x sen
x f

+
=

1







+
=
ax
a x
tg y
( )
) (
1 cos
1
x tg
x
y +
+
= ( ) ) (
4 2
x g cot x tg y + =
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 1
18/19º Aula
18/19º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 2
Objectivos da aula:
Objectivos da aula:
2.4. 2.4. T eor emas s obr e f un T eor emas s obr e f unçõ ções di f er enci es di f er enci á ávei s . vei s .
2.4.3 T eor ema de Cauchy e r egr a de L ´Hôpi t al ( cont . )
2.5. R epr es ent ação gr áf i ca de f unções r eai s de
var i ável r eal .
2.5.1. Máxi mos e Mí ni mos . I nt er val os de
cr es ci ment o e decr es ci ment o.
2.5.2. P ont os de I nf l exão. Concavi dades .
E xer c E xer cí í ci os da f ol ha n ci os da f ol ha nº º 3 3
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 3
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
[ 1] P i s kounov, N.
[ 1] P i s kounov, N. C
C
á
á
l cul o di f er enci al e
l cul o di f er enci al e
i nt egr al
i nt egr al
vol ume I , L opes da S i l va.
vol ume I , L opes da S i l va.
[ 2] S i l va, J. C.,
[ 2] S i l va, J. C., P r i nc
P r i nc
í
í
pi os de An
pi os de An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada
t i ca Apl i cada
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F .,
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F ., An
An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada, E xer c
t i ca Apl i cada, E xer c
í
í
ci os
ci os
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
[ 4]
[ 4]
Ant on, H.,
Ant on, H., Cal cul u
Cal cul u
s , Wi l ey.
s , Wi l ey.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 4
I ndet er mi nação 0 x

0
0
) (
1
) (
0/0 em ação indetermin a
g(a) e 0 f(a)
: é
0 ) ( ) (
lim
lim
=

∞ = =
∞ × = ×


x g
x f
se Transforma
isto
x g x f
a x
a x
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 5
I ndet er mi nação

-

0
0
) (
1
) (
1
) (
1
) (
1
) (
1
1
) (
1
1
)) ( ) ( (
0/0 em ação indetermin a
g(a) e f(a)
: é
)) ( ) ( (
lim lim lim
lim
=












×

=












− = −

∞ = ∞ =
∞ − ∞ = −
→ → →

x g x f
x f x g
x g x f
x g x f
se Transforma
isto
x g x f
a x a x a x
a x
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 6
I ndet er mi nação 1

; 0
0
;

0
( )


=












= =

∞ =
→ →



ou
x g
x f
e x f
ação er se a in Transforma
x f
a x
x f x g
x g
a x
x g
a x
a x
0
0
) (
1
)) ( ln(
lim
) (
: min det
1 ) (
lim lim
lim
) ( ln ). (
) (
0 ) (
ou 0 ou
0
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 7
x x
x
ln
lim
0
+

1º 1º








senx x
x
1 1
lim
0
2º 2º









x
x
x
1
0
cos
lim
3º 3º
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 8
Folha nº 3
II Considere a função real de variável real.
a) Mostre que a função no intervalo
verifica as condições do Teorema
de Rolle.
b) Calcule um .
( ) 3 8 2
2
+ − = x x x f
1, 3 [ ]
c

1, 3
] [
: f
|
(c)
=
0
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 9
Folha nº 3
III
Calcule a derivada das seguintes funções:
a) b) (a=cons.)
c) d)
( )
) cos( ) (
) cos( ) (
x x sen
x x sen
x f

+
=

1







+
=
ax
a x
tg y
( )
) (
1 cos
1
x tg
x
y +
+
= ( ) ) (
4 2
x g cot x tg y + =
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 10
R epr es ent ação gr áf i ca de f unções r eai s de var i ável r eal
Pontos críticos de uma função Pontos críticos de uma função – – Máximos e Mínimos Máximos e Mínimos
Teorema: Se: Teorema: Se: f(x) f(x) definida em definida em ] a,b [, ] a,b [, c c é um máximo (ou mínimo é um máximo (ou mínimo
local); local); f’(c ) se existe é = 0 f’(c ) se existe é = 0
Análise do comportamento do gráfico num Análise do comportamento do gráfico num dado ponto crítico f’(c)=0 dado ponto crítico f’(c)=0
f(x) f(x)
c c
f

(
x
)

>

0
f

(
x
)

>

0
f

(
x
)

<

0
f

(
x
)

<

0
f(x) f(x)
c c
f

(
x
)

<

0
f

(
x
)

<

0
f

(
x
)

>

0
f

(
x
)

>

0
Máximo local Máximo local Mínimo local Mínimo local
Derivadas Derivadas
laterais laterais
existem e existem e
são são
iguais iguais
a a b b
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 11
Pont o anguloso Pont o anguloso – – a f unção não admit e der ivada no pont o: a f unção não admit e der ivada no pont o:
Pont o de Pont o de r ever são r ever são – – a f unção não admit e der ivada no pont o a f unção não admit e der ivada no pont o – – t angent e t angent e
ver t ical ver t ical
a a b b
c c
Ser máximo (ou mínimo) Ser máximo (ou mínimo) não implica não implica a existência a existência
de f ’(c ) = 0 de f ’(c ) = 0
f(x) f(x)
Derivada com o mesmo sinal Derivada com o mesmo sinal – – não é máximo nem mínimo não é máximo nem mínimo
x x
f(x) f(x)
c c
f

(
x
)

>

0
f

(
x
)

>

0
f

(
x
)

>

0
f

(
x
)

>

0
f(x) f(x)
c c
f

(
x
)

<

0
f

(
x
)

<

0
f

(
x
)

<
0
f

(
x
)

<
0
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 12
Var i ação de uma f unção
Cr escent e num pont o Cr escent e num pont o
a a b b
c c d d
e e
- -

+ +

o o
a a b b
c c d d
e e
- -

+ +

o o
Em qualquer pont o Em qualquer pont o
do int er valo a do int er valo a
der ivada der ivada é é posit iva posit iva
Decr escent e num pont o Decr escent e num pont o
Em qualquer pont o Em qualquer pont o
do int er valo a do int er valo a
der ivada der ivada é é negat iva negat iva
E se a der ivada f or nula ?
E se a der ivada f or nula ?
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 13
Pontos de inflexão: Concavidades e convexidade Pontos de inflexão: Concavidades e convexidade
Secante acima da curva : Secante acima da curva :
f(x) diz f(x) diz- -se se convexa convexa
Secante abaixo da curva : Secante abaixo da curva :
f(x) diz f(x) diz- -se se côncava côncava
a a
b b
f(x) f(x)
b b
a a
f(x) f(x)
No gráfico de f(x) No gráfico de f(x)
Convexa Convexa - -> Côncava > Côncava
Côncava Côncava - -> Convexa > Convexa
Ponto de Ponto de
Inflexão Inflexão
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 14
Pontos de inflexão: Concavidades e convexidade Pontos de inflexão: Concavidades e convexidade
f(x) convexa f(x) convexa f(x) convexa f(x) convexa
f(x) côncava f(x) côncava
f’’(x) tem sinais diferentes imediatamente à esquerda e à direit f’’(x) tem sinais diferentes imediatamente à esquerda e à direit a do PI a do PI
PI PI
PI PI
Mas, Mas,
f’’(x) = 0 não implica a existência de um ponto de inflexão f’’(x) = 0 não implica a existência de um ponto de inflexão
f ’(x) crescente f ’(x) crescente
f ’(x) decrescente f ’(x) decrescente
f ’(x) crescente f ’(x) crescente
(f ’(x))’ > 0 (f ’(x))’ > 0
f ‘’(x) < 0 f ‘’(x) < 0
f ‘’(x) > 0 f ‘’(x) > 0
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 15
CONCAVI DADE S E I NF L E XÕE S
Sej a, y= f (x), uma f unção cont ínua num
Sej a, y= f (x), uma f unção cont ínua num
pont o x= a. Se num pont o de um int er valo
pont o x= a. Se num pont o de um int er valo
ou se em qualquer pont o de um int er valo:
ou se em qualquer pont o de um int er valo:
1.
1.
A
A
segunda der ivada é
segunda der ivada é
negat iva
negat iva
, a
, a
cur va t em a concavidade volt ada
cur va t em a concavidade volt ada
par a
par a
baixo
baixo
;
;
2.
2.
A
A
segunda der ivada é
segunda der ivada é
posit iva
posit iva
, a
, a
cur va t em a concavidade volt ada
cur va t em a concavidade volt ada
par a
par a
cima
cima
;
;
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 16
Pontos de inflexão: Concavidades e convexidade
Pontos de inflexão: Concavidades e convexidade
Podem existir pontos de inflexão em funções que não Podem existir pontos de inflexão em funções que não
sejam continuamente deriváveis sejam continuamente deriváveis
a) f(x) = a) f(x) = x x
m m/n /n
m e n inteiros ímpares e m < n (x m e n inteiros ímpares e m < n (x
1/3 1/3
; x ; x
1/5 1/5
…) …)
f(x) f(x)
f’ (x) f’ (x)
f’’ (x) f’’ (x)
x = 0 x = 0
Situações de ponto de inflexão onde f’’(x) não existe nesse pont Situações de ponto de inflexão onde f’’(x) não existe nesse pont o… o…
F(x) é contínua
As funções derivadas não são
contínuas no domínio de f(x)
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 17
Pontos de inflexão: Concavidades e convexidade
Pontos de inflexão: Concavidades e convexidade
Podem existir pontos de inflexão em funções que não Podem existir pontos de inflexão em funções que não
sejam continuamente deriváveis sejam continuamente deriváveis
b) f(x) = b) f(x) = x x
m m/n /n
m e n inteiros ímpares e n > 1 e m > n (x m e n inteiros ímpares e n > 1 e m > n (x
5/3 5/3
; x ; x
7/5 7/5
…) …)
f(x) f(x)
f’ (x) f’ (x)
f’’ (x) f’’ (x)
x = 0 x = 0
Descontínua para x = 0; a
partir desta todas são
descontínuas no ponto 0
Situações de ponto de inflexão onde f’’(x) não existe nesse pont Situações de ponto de inflexão onde f’’(x) não existe nesse pont o… o…
F(x) é contínua
As funções derivadas não são
contínuas no domínio de f(x)
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 18
CONCAVI DADE S E I NF L E XÕE S
Sej a, y= f (x), uma f unção cont ínua
Sej a, y= f (x), uma f unção cont ínua
num pont o x= a,
num pont o x= a,
f ’’(a)= 0
f ’’(a)= 0
ou
ou
f ’’(a) não exist e (inf init o)
f ’’(a) não exist e (inf init o)
na
na
vizinhan
vizinhan
ç
ç
a de x= a
a de x= a
,
,
Se a segunda der ivada t iver
Se a segunda der ivada t iver
sinais
sinais
cont r
cont r
á
á
r ios
r ios
, a f un
, a f un
çã
çã
o t em no
o t em no
pont o x= a um
pont o x= a um
PONT O DE
PONT O DE
I NFL EX
I NFL EX
Ã
Ã
O.
O.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 19
CONCAVI DADE S E I NF L E XÕE S
a a
a a
a a
F’’(a) < 0 F’’(a) < 0
F’’(a) > 0 F’’(a) > 0
f ’’(a) = f ’’(a) = 0 0 V V
f ’’(a) não f ’’(a) não
exist e exist e
(inf init o) (inf init o)
E, se na E, se na
vizinhança de vizinhança de
x= a, x= a, f ’’ f ’’ t iver t iver
sinais sinais cont r ár ios cont r ár ios
Pont o de inf lexão Pont o de inf lexão
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aulas 18/19
UFP - FCT 20
Determine os intervalos de convexidade e concavidade da curva: Determine os intervalos de convexidade e concavidade da curva:
2
2 ) ( x x f − =
Calcule os pontos de inflexão das curvas: Calcule os pontos de inflexão das curvas:
3
1
4
1) - (x y )
) ( )
=
=
b
x x f a
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 21
UFP - FCT 1
21º Aula
21º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
Nota: Aula nº20 = Nota: Aula nº20 =
resolução de exercícios resolução de exercícios
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 21
UFP - FCT 2
Objectivos da aula:
Objectivos da aula:
2.5. R epr es ent ação gr áf i ca de f unções r eai s de
var i ável r eal .
2.5.1. Máxi mos e Mí ni mos . I nt er val os de
cr es ci ment o e decr es ci ment o.
2.5.2. P ont os de I nf l exão. Concavi dades .
2.5.3. As s í mpt ot as .
E xer c E xer cí í ci os da f ol ha n ci os da f ol ha nº º 3 3
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 21
UFP - FCT 3
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
[ 1] P i s kounov, N.
[ 1] P i s kounov, N. C
C
á
á
l cul o di f er enci al e
l cul o di f er enci al e
i nt egr al
i nt egr al
vol ume I , L opes da S i l va.
vol ume I , L opes da S i l va.
[ 2] S i l va, J. C.,
[ 2] S i l va, J. C., P r i nc
P r i nc
í
í
pi os de An
pi os de An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada
t i ca Apl i cada
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F .,
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F ., An
An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada, E xer c
t i ca Apl i cada, E xer c
í
í
ci os
ci os
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
[ 4]
[ 4]
Ant on, H.,
Ant on, H., Cal cul u
Cal cul u
s , Wi l ey.
s , Wi l ey.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 21
UFP - FCT 4
( ) 1
2 3
lim
2
1

+ −

x sen
x x
x













+
+∞ →
x
x
ln
x
x
ln
x 2
1
lim
d) d)
a) a)
c) c)
b) b)
X X
Calcule o valor dos seguintes limites utilizando a regra de Cauc Calcule o valor dos seguintes limites utilizando a regra de Cauchy hy
ou de ou de l l’ ’H Hô ôpital pital (sendo aplic (sendo aplicá áveis): veis):
e) e)
) (
1
1
lim
x ln
) + x (
x +∞ →









+

2
0
3
) (
1
lim
x
x sen
x
) (

lim
0
x sen
x
x
+

2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 21
UFP - FCT 5
As s í mpt ot as do gr áf i co de uma f unção
Uma recta é uma assímptota de uma curva quando fazemos
“tender para infinito” um ponto variável P de uma curva e a
distância äentre P e a rectatender para zero.
Assímptota vertical
(descontinuidade infinita no ponto a)
Assímptota oblíqua
P P
ä ä
P P
ä ä
f(x) f(x)
x x
a a
f(x) f(x)
x x
P P
ä ää ä
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 21
UFP - FCT 6
As s í mpt ot as do gr áf i co de uma f unção
Assímptotas
Assímptotas
Verticais Verticais
Não Verticais Não Verticais
Oblíquas Oblíquas
Horizontais Horizontais
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 21
UFP - FCT 7
As s í mpt ot as do gr áf i co de uma f unção
Assímpt oda Assímpt oda ver t ical ver t ical – – Diz-se que, x=a, é uma
assímptoda vertical se :
∞ =

) (
lim
x f
a x
Isto é, sempre que
um ou ambos
um ou ambos os limites
laterais de f(x) forem infinitos.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 21
UFP - FCT 8
Diz Diz- -se que a r ect a se que a r ect a r r , def inida por , def inida por y= y= mx mx+ b + b é uma é uma
assímpt ot a assímpt ot a da cur va da cur va y= f (x), y= f (x), se quando, se quando, x x t ende t ende
par a par a ou , a dist ância de um pont o ou , a dist ância de um pont o P P da da
cur va à r ect a t ende par a zer o. cur va à r ect a t ende par a zer o.
∞ +
∞ −
Assímpt ot a Assímpt ot a não ver t ical não ver t ical – – det er minação de det er minação de m m e e b b
x
x f
m
x
) (
lim
±∞ →
=
] ) ( [
lim
mx x f b
x
− =
±∞ →
As s í mpt ot as do gr áf i co de uma f unção
Assímpt ot a Assímpt ot a não ver t ical não ver t ical
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 21
UFP - FCT 9
Calcule as Calcule as assímpt ot as assímpt ot as
x
x
x f
1
) (
2
+
=
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 21
UFP - FCT 10
1. Determina-se o domínio da função e os zeros da função (f(x)=0);
2. Cálculo dos pontos pontos críticos; f ’(x)=0 e o valor da função nos
mesmos;
3. Análise do sinal de f ’(x) nas zonas entre os pontos críticos. Intervalos
de crescimento e decrescimento. Máximos e Mínimos;
4. Determinação da segunda derivada;
5. Calcula-se os zeros da segunda derivada (possíveis pontos de
inflexão);
6. Se a função não for regular, determinar os pontos de inflexão, pontos
de reversão, pontos angulosos e pontos cuja a 2º derivada é infinita;
7. Colocam-se os zeros da segunda derivada, os pontos de
descontinuidade (se os houver), pontos de reversão e angulosos(se os
houver), os pontos e pontos cuja a 2º derivada é infinita, por ordem
crescente;
As s í mptotas do gr áfi co de uma função - r es umo
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 21
UFP - FCT 11
8. Escolhe-se arbitrariamente um ponto de cada um dos intervalos;
9. Se nesse ponto a 2º derivada for positiva => concavidade voltadapara
cima; se for negativa => concavidade voltada para baixo em todo o
intervalo;
10. Quando na vizinhança de um possível ponto de inflexão há mudança
no sentido da concavidade, esse é um ponto de INFLEXÃO.
11. Análise do comportamento de f(x) na vizinhança dos pontos para os
quais a função não está definida, i.e. assímptotas verticais;
12. Análise do comportamento de f(x) para x→+∞ e x→-∞ , i.e. assímptotas
oblíquas;
13. Verificar se a função é par ou ímpar;
14. Esboço do gráfico;
As s í mptotas do gr áfi co de uma função - r es umo
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 24
UFP - FCT 1
24º Aula
24º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
Nota: Aulas nº22,23 = Nota: Aulas nº22,23 =
resolução de exercícios resolução de exercícios
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 24
UFP - FCT 2
Obj ect i vo da aul a:
Obj ect i vo da aul a:
2.6. T eor ema de T ayl or
2.6.1. Def i ni ção.
2.6.2. S ér i es de T ayl or e de Macl aur i n.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 24
UFP - FCT 3
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
[ 1] P i s kounov, N.
[ 1] P i s kounov, N. C
C
á
á
l cul o di f er enci al e
l cul o di f er enci al e
i nt egr al
i nt egr al
vol ume I , L opes da S i l va.
vol ume I , L opes da S i l va.
[ 2] S i l va, J. C.,
[ 2] S i l va, J. C., P r i nc
P r i nc
í
í
pi os de An
pi os de An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada
t i ca Apl i cada
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F .,
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F ., An
An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada, E xer c
t i ca Apl i cada, E xer c
í
í
ci os
ci os
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
[ 4]
[ 4]
Ant on, H.,
Ant on, H., Cal cul u
Cal cul u
s , Wi l ey.
s , Wi l ey.
2002/2003
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AM I - Aula 24
UFP - FCT 4
S ej a f(x)= e
x
,
x=0 f(0) =f
(k)
(0)=
Seja o polinómio linear g(x) = 1 + x g(x) = 1 + x
Com q(x) podemos esperar Com q(x) podemos esperar uma uma
melhor aproximação da f(x) = melhor aproximação da f(x) = e e
x x
= 1, k = 1, …, n
g(0) = 1, g’(0) = 1 coincide com f e a sua f’ com x = 0
Seja o polinómio quadrático q(x) = 1+ x + ½ x q(x) = 1+ x + ½ x
2 2
q(0) = 1, q’(0)= q’’(0) =1 coincide com f e a sua f’ e f’’ em x=0
2002/2003
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AM I - Aula 24
UFP - FCT 5
1 1
- -1 1 1 1
Y = 1 + x Y = 1 + x
Y = 1 + x + Y = 1 + x + ½ ½x x
2 2
Y = Y = e e
x x
y y
x x
Aproximações
Aproximações
polinomiais
polinomiais
para a curva
para a curva
e
e
x x
nas
nas
proximidades
proximidades
do ponto (0,1)
do ponto (0,1)
2002/2003
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AM I - Aula 24
UFP - FCT 6
SE
Aumentar grau do polinómio, usando polinómios que coincidem com
f(0), f
(k)
(0), ou seja, “polinómios do tipo”,
!
...
! 2
1
!
) (
2
0
n
x x
x
k
x
x P
n
n
k
k
+ + + + = = ∑
=
A precisão aumenta!!!
De uma forma geral, y = f(x) derivável até à ordem (n+1) para x = a
y = P(x) polinómio de grau ≤ n
2002/2003
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AM I - Aula 24
UFP - FCT 7
P ol i n
P ol i n
ó
ó
mi o de
mi o de
T ayl or
T ayl or
Cons i der emos o pol i n
Cons i der emos o pol i n
ó
ó
mi o i nt ei r o em x
mi o i nt ei r o em x
de gr au n N
de gr au n N

n
n n
x a x a x a x a a x P + + + + + = ... ) (
3
3
2
2 1 0
Det er minando as suas der ivadas sucessivas at é à Det er minando as suas der ivadas sucessivas at é à
or dem n t er emos: or dem n t er emos:
Pode ser definido um polinómio de grau n n cujas n primeiras n primeiras
derivadas da função f(x) no ponto x = a x = a são iguais às da
função f (x). Esse é o
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 24
UFP - FCT 8
P ol i n
P ol i n
ó
ó
mi o de
mi o de
T ayl or
T ayl or
n
n
n
n
n
n
n
n
n
n
n
n
a n x P
x a n a x P
x a n x a a x P
x na x a x a a x P
! .... .......... .......... .......... .......... ) (
2) - 1)(n - (n . ...... ! 3 .... .......... .......... ) (
1) - (n . ... 2 . 3 2 ... .......... ) (
... 3 2 ....... ) (
3
3
' ' '
2
3 2
' '
1 2
3 2 1
'
=
+ + =
+ + + =
+ + + + =



Fazendo em
Fazendo em
P
P
n n
(x)
(x)
e nas der ivadas,
e nas der ivadas,
x= 0
x= 0
vem:
vem:
2002/2003
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AM I - Aula 24
UFP - FCT 9
P ol i n
P ol i n
ó
ó
mi o de
mi o de
T ayl or
T ayl or
) 0 ( ! ) 0 (
(...)
) 0 ( ! 3 ) 0 (
) 0 ( 2 ) 0 (
) 0 ( ) 0 (
) 0 ( ) 0 (
) (
) 3 (
3
' ' '
) 2 (
2
' '
) 1 (
1
'
0
n
n
n
n
n
n
n
n
f a n P
f a P
f a P
f a P
f a P
= =
= =
= =
= =
= =
) 0 (
!
1
(...)
) 0 (
! 3
1
) 0 (
! 2
1
) 0 (
) 0 (
) (
) 3 (
3
) 2 (
2
) 1 (
1
0
n
n
f
n
a
f a
f a
f a
f a
=
=
= =
=
=
Subst it uindo em Subst it uindo em
n
n n
x a x a x a x a a x P + + + + + = ... ) (
3
3
2
2 1 0
2002/2003
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UFP - FCT 10
P ol i n
P ol i n
ó
ó
mi o de
mi o de
T ayl or
T ayl or
Subst it uindo em Subst it uindo em
n
n n
x a x a x a x a a x P + + + + + = ... ) (
3
3
2
2 1 0
n
n
n
x
n
f
x
f
x
f
x f f x P
!
) 0 (
...
! 3
) 0 (
! 2
) 0 (
) 0 ( ) 0 ( ) (
) (
3
) 3 (
2
) 2 (
) 1 (
+ + + + + =
n
n
n
a x
n
a f
a x
a f
a x
a f
a x a f a f x P
) (
!
) (
...
... ) (
! 3
) (
) (
! 2
) (
) )( ( ) ( ) (
) (
3
) 3 (
2
) 2 (
) 1 (
− +
+ − + − + − + =
Em (x Em (x- -a) vem: a) vem:
2002/2003
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AM I - Aula 24
UFP - FCT 11
P ol i n
P ol i n
ó
ó
mi o de
mi o de
T ayl or
T ayl or
Consider e o polinómio, Consider e o polinómio,
4
) 1 2 ( ) ( − = x x f
Desenvolva Desenvolva- -o em pot ências de x e em pot ências de (x o em pot ências de x e em pot ências de (x- -1) 1)
ou ou
Det er mine o polinómio de Det er mine o polinómio de T aylor T aylor desenvolvido em r edor desenvolvido em r edor
do pont o 0 e t ambém o desenvolvido em r edor do pont o 1 do pont o 0 e t ambém o desenvolvido em r edor do pont o 1
2002/2003
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UFP - FCT 12
F
F
ó
ó
r mul a de
r mul a de
T ayl or
T ayl or
Suponhamos que as der ivadas da f unção Suponhamos que as der ivadas da f unção y= f (x) y= f (x)
exist em at é à or dem exist em at é à or dem (n+ 1) (n+ 1) inclusivament e numa dada inclusivament e numa dada
vizinhança do pont o vizinhança do pont o x= a x= a. .
Pr ocur ando um polinómio Pr ocur ando um polinómio y= y= P P
n n
(x) (x) de gr au não super ior de gr au não super ior
a a n n, cuj o valor no pont o , cuj o valor no pont o x= a x= a das der ivadas sucessivas das der ivadas sucessivas
at é à or dem at é à or dem n n inclusa são r espect ivament e iguais aos inclusa são r espect ivament e iguais aos
valor es nest e pont o das der ivadas cor r espondent es da valor es nest e pont o das der ivadas cor r espondent es da
f unção f unção f (x) f (x) (e igual par a ambas as f unções) (e igual par a ambas as f unções)
) ( ) ( ...
; .. . ); ( ) ( ); ( ) ( ); ( ) (
n
n
' '
' '
n
'
'
n
a f a P
a f a P a f a P a f a P
n
n
=
= = =
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 24
UFP - FCT 13
F
F
ó
ó
r mul a de
r mul a de
T ayl or
T ayl or
Pode Pode- -se esper ar que o polinómio ant er ior , se esper ar que o polinómio ant er ior , P P
n n
(x) (x) , ,
sej a de sej a de
“alguma maneir a”, pr óximo da f unção “alguma maneir a”, pr óximo da f unção f (x). f (x).
Se designar mos por Se designar mos por R R
n n
(x) (x)
a dif er ença ent r e a f unção a dif er ença ent r e a f unção
f (x) f (x)
e o polinómio e o polinómio P P
n n
(x), (x), t emos: t emos:
) ( ) ( ) (
n
x P x f x R
n
− =
) ( ) ( ) (
n
x R x P x f
n
+ =
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 24
UFP - FCT 14
F
F
ó
ó
r mul a de
r mul a de
T ayl or
T ayl or
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 24
UFP - FCT 15
F
F
ó
ó
r mul a de
r mul a de
T ayl or
T ayl or
De uma f or ma mais explícit a: De uma f or ma mais explícit a:
) ( ) (
!
) (
...
... ) (
! 2
) (
) )( ( ) ( ) (
2
' '
'
x R a x
n
a f
a x
a f
a x a f a f x f
n
n
n
+ − +
+ − + − + =
Onde R Onde R
n n
é um valor complement ar ou r est o é um valor complement ar ou r est o
Desde que o r est o sej a um valor pequeno o Desde que o r est o sej a um valor pequeno o P P
n n
(x) é (x) é
uma boa apr oximação de f (x) uma boa apr oximação de f (x)
n n → → ∞ ∞ ⇒ ⇒
resto resto → →
0 0
2002/2003
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AM I - Aula 24
UFP - FCT 16
F
F
ó
ó
r mul a de
r mul a de
Macl aur i n
Macl aur i n
Se na f ór mula de Se na f ór mula de T aylor T aylor a= 0 a= 0 t emos: t emos:
) 0 (
!
) 0 (
...
...
! 2
) 0 (
) 0 ( ) 0 ( ) (
2
' '
'
n
n
n
R x
n
f
x
f
x f f x f
+ +
+ + + =
Est e caso
Est e caso
par t icular da f ór mula de
par t icular da f ór mula de
T aylor
T aylor
é
é
conhecida como
conhecida como
f ór mula de
f ór mula de
Maclaur in
Maclaur in
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 24
UFP - FCT 17
S
S
é
é
r i es de
r i es de
T ayl or
T ayl or
e
e
Macl aur i n
Macl aur i n
Sej a f (x) uma f unção r egular num int er valo Sej a f (x) uma f unção r egular num int er valo A A, com , com a A a A
e sempr e der ivável nesse int er valo, ent ão, das f ór mulas e sempr e der ivável nesse int er valo, ent ão, das f ór mulas
ant er ior es : ant er ior es :
....
!
) 0 ( ......
! 2
) 0 ( ) 0 ( ) 0 ( ) (
2
' ' '
+ + + + + =
n
x
f
x
f x f f x f
n
n
....
!
) (
) ( ......
! 2
) (
) ( ) )( ( ) ( ) (
2
' ' '
+

+ +

+ − + =
n
a x
a f
a x
a f a x a f a f x f
n
n
T aylor T aylor
Maclaur in Maclaur in


∞ +
=

=
0
) (
!
) (
) ( ) (
k
k
k
k
a x
a f x f

∞ +
=
=
0
) (
!
) (
) 0 ( ) (
k
k
k
k
x
f x f
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 31
UFP - FCT 1
31º Aula
31º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
29ª aula = exer c. 29ª aula = exer c.
30ª aula = pr ova 30ª aula = pr ova
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 31
UFP - FCT 2
Objectivo da aula:
Objectivo da aula:
3. Integrais e Primitivas (cont.).
3.1. Integral indefinido ou primitiva.
3.1.4. Integração por partes.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 31
UFP - FCT 3
Bibliografia Principal:
Bibliografia Principal:
[1] Piskounov, N.
[1] Piskounov, N.
C
C
á
á
lculo diferencial e integral
lculo diferencial e integral
volume I, Lopes da Silva.
volume I, Lopes da Silva.
[2] Silva, J. C.,
[2] Silva, J. C.,
Princ
Princ
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada
Aplicada,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
An
An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada, Exerc
Aplicada, Exerc
í
í
cios
cios,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[4]
[4]
Anton, H.,
Anton, H.,
Calculu
Calculus, Wiley.
s, Wiley.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 31
UFP - FCT 4
Integração por partes
Se u e v designam duas fun Se u e v designam duas funçõ ções deriv es derivá áveis de x, veis de x,
sabe sabe- -se que o diferencial do produto se que o diferencial do produto uv uv é é: :
Integrando Integrando
vdu udv uv d + = ) (
∫ ∫
+ = vdu udv uv
ou ou
∫ ∫
− = vdu uv udv
F Fó órmula de integra rmula de integraçã ção por partes o por partes
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 31
UFP - FCT 5
Integração por partes
Utiliza
Utiliza
-
-
se geralmente esta f
se geralmente esta f
ó
ó
rmula
rmula
para a integra
para a integra
çã
çã
o das express
o das express
õ
õ
es que
es que
podem ser colocadas sob a forma de
podem ser colocadas sob a forma de
dois factores
dois factores
u
u
e
e
dv
dv
, tais que a
, tais que a
procura da fun
procura da fun
çã
çã
o
o
v
v
a partir do seu
a partir do seu
diferencial
diferencial
dv
dv
e do c
e do c
á
á
lculo do integral
lculo do integral
de
de
vdu
vdu
constituem um problema mais
constituem um problema mais
simples que o c
simples que o c
á
á
lculo directo do
lculo directo do
integral
integral
udv
udv
.
.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 31
UFP - FCT 6
Integração por partes
De outra forma,
De outra forma,





=
dx x f x G x f x G
dx x g x F x g x F
dx x g x f
) ( ' ) ( ) ( ) (
) ( ' ) ( ) ( ) (
) ( ) (
Devem usar a op
Devem usar a op
çã
çã
o mais f
o mais f
á
á
cil...
cil...
an
an
á
á
lise caso a caso
lise caso a caso
∫ ∫
− = vdu uv udv
Compara
Compara
çã
çã
o
o
....
....
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 31
UFP - FCT 7
Exemplos :
1.
1.

dx xe
x
2.
2.

dx x xsen ) (
3.
3.
dx x

) ln(
4.
4.
dx x sen e
x
) (

5.
5.
dx
x
x

) ln(

dx x
2
) ln( 6.
6.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 31
UFP - FCT 8
Calcule os seguintes integrais :
1.
1.
2.
2.

dx x arctg ) (
3.
3.
dx e x
x

2
4.
4.
dx x x x ) 2 cos( ) 5 7 (
2
− +

dx x a


2 2
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 34
UFP - FCT 1
34º Aula
34º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
32ª aula = exer c. 32ª aula = exer c.
33ª aula = exer c. 33ª aula = exer c.
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 34
UFP - FCT 2
Objectivo da aula:
Objectivo da aula:
3. Integrais e Primitivas (cont.).
3.1. Integral indefinido ou primitiva.
3.1.4. Fórmula de redução.
3.1.6. Integração de funções racionais.
3.1.6.1. Decomposição de fracções
racionais em elementos simples.
3.1.6.2. Integração.
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 34
UFP - FCT 3
Bibliografia Principal:
Bibliografia Principal:
[1] Piskounov, N.
[1] Piskounov, N.
C
C
á
á
lculo diferencial e integral
lculo diferencial e integral
volume I, Lopes da Silva.
volume I, Lopes da Silva.
[2] Silva, J. C.,
[2] Silva, J. C.,
Princ
Princ
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada
Aplicada,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
An
An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada, Exerc
Aplicada, Exerc
í
í
cios
cios,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[4]
[4]
Anton, H.,
Anton, H.,
Calculu
Calculus, Wiley.
s, Wiley.
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 34
UFP - FCT 4
Fórmula de Redução (Breve Referência)
dx e x n e x
dx e nx e x
dx e x I
x n x n
x n x n
x n
n





− =
− =
=
1
1

I I
n n- -1 1
1 −
− =
n
x n
n
nI e x I
F Fó órmula de rmula de
Redu Reduçã ção o
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 34
UFP - FCT 5
Integração de Funções Racionais
dx
x x x
x

− +
+
6
1
2 3
Por exemplo:
?
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 34
UFP - FCT 6
Integração de Funções Racionais
Objectivo:
Objectivo: transformar a função
complexa a integrar numa soma de
funções mais simples...
Decomposição de fracções
racionais em elementos
simples ou fracções parciais
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 34
UFP - FCT 7
Integração de Funções Racionais
Decomposição de fracções racionais em elementos
simples ou fracções parciais
Polin Polinó ómios mios – – Todo o polinómio P P
n n
(x) (x) de coeficientes reais
pode ser decomposto como um produto de potências de
factores lineares do tipo (x (x- -x x
0 0
), ), correspondentes às raízes
reais de P P
n n
(x) (x) e de potências de factores quadráticos do tipo
(x (x
2 2
+ +bx bx+c), +c), correspondentes às raízes complexas
conjugadas (b (b
2 2
- - 4c < 0). 4c < 0).
... * ) ( * ) ...(
... ) )( ( ) ...( ) (
3 2 2
2
2 1 0
e dx x c bx x
x x x x x x x P
n
+ + + +
− − − =
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 34
UFP - FCT 8
Integração de funções racionais
n n
n n
m m
m m
n
m
a x a x a x a
b x b x b x b
x P
x Q
+ + + +
+ + + +
=




1
1
1 0
1
1
1 0
...
...
) (
) (
função racional (Q
m
(x), P. dividendo e P
n
(x), P. divisor):
Grau do numerador < que do denominador => Grau do numerador < que do denominador => F. regular F. regular
Grau do numerador Grau do numerador ≥ ≥ que do denominador => que do denominador => F. irregular F. irregular
É É poss possí ível representar uma frac vel representar uma fracçã ção o irregular irregular como a como a
soma soma de um de um polin polinó ómio mio e uma frac e uma fracçã ção o regular regular. .
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 34
UFP - FCT 9
Se a Se a
fracção é
fracção é
irregular
irregular, dividindo o numerador , dividindo o numerador
pelo denominador, pode pelo denominador, pode- -se representar a fracção inicial se representar a fracção inicial
como a soma de um como a soma de um polinómio polinómio e uma fracção e uma fracção regular regular: :
) (
) (
) (
) (
) (
x P
x R
x M
x P
x Q
n
v
n m
n
m
+ =

Polinómio Polinómio Fracção regular Fracção regular
4 2
3
2
4
+ +

x x
x
Represente a seguinte fracção
irregular como uma soma de um
polinómio e uma fracção regular
n v c < /
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 34
UFP - FCT 10
Decomposição das fracções racionais em elementos simples Decomposição das fracções racionais em elementos simples
Qualquer fracção racional regular fracção racional regular pode ser decomposta numa
soma de Elementos Simples Elementos Simples ou fracções parciais do tipo:
I I
II II
III III
IV IV
0
x x
A

2 int
) (
0


eiro k
x x
A
k
,
2 int 0 4
) (
2
2
eiro e e k c c/ b
c bx x
N Mx
k
≥ < −
+ −
+
,
0 4
2
2
< −
+ −
+
c c/ b
c bx x
N Mx
,
A, B, C, D A, B, C, D
M, N, P, Q M, N, P, Q
Coef Coef. .
Decomp Decomp. .
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 34
UFP - FCT 11
Cálculo dos coeficientes da decomposição em elementos Cálculo dos coeficientes da decomposição em elementos
simples da fracção racional regular R(x) / P(x) simples da fracção racional regular R(x) / P(x)
a) a) Verificar se é uma fracção regular Verificar se é uma fracção regular
b) b) Determinação de todas as raízes reais e os pares Determinação de todas as raízes reais e os pares
de raízes complexas conjugados para P(x) de raízes complexas conjugados para P(x)
c) c) Decompor em fracção simples Decompor em fracção simples
d) d) Reduzir ao mesmo denominador Reduzir ao mesmo denominador
e) e) Igualar os coeficientes das potências de x dos Igualar os coeficientes das potências de x dos
polinómios (numerador) e calcular os coeficientes polinómios (numerador) e calcular os coeficientes
A, B, C, M, N, P, Q ... A, B, C, M, N, P, Q ...
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 34
UFP - FCT 12
Decomponha: Decomponha:
x x x
x
6
1
2 3
− +
+
Decomposição das fracções racionais em Decomposição das fracções racionais em
elementos simples elementos simples
2 2
2 3
4
− − + x x x
x
2 2
) 1 )( 1 )( 1 (
2
+ + −
+
x x x
x
1. 1.
2. 2.
3. 3.
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 36
UFP - FCT 1
36º Aula
36º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 36
UFP - FCT 2
Objectivo da aula:
Objectivo da aula:
3. Integrais e Primitivas (cont.).
3.1. Integral indefinido ou primitiva.
3.1.6.2. Integração.
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 36
UFP - FCT 3
Bibliografia Principal:
Bibliografia Principal:
[1]
[1]
Piskounov
Piskounov
, N.
, N.
C
C
á
á
lculo diferencial e integral
lculo diferencial e integral
volume I, Lopes da Silva.
volume I, Lopes da Silva.
[2] Silva, J. C.,
[2] Silva, J. C.,
Princ
Princ
í
í
pios de An
pios de An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada
Aplicada,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
[3] Silva, J. C., Leal, C. F.,
An
An
á
á
lise Matem
lise Matem
á
á
tica
tica
Aplicada, Exerc
Aplicada, Exerc
í
í
cios
cios,
,
McGraw
McGraw
-
-
Hill
Hill
.
.
[4]
[4]
Anton, H.,
Anton, H.,
Calculu
Calculus, Wiley.
s, Wiley.
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 36
UFP - FCT 4
I nt egr ação de f unções r aci onai s
a x
A

Consider emos as f r acções r egular es do t ipo: Consider emos as f r acções r egular es do t ipo:
( )
) 2 int º , ( ≥

positivo eiro n k
a x
A
k
I I
I I I I
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 36
UFP - FCT 5
I nt egr ação de f unções r aci onai s
Consider emos as f r acções r egular es do t ipo: Consider emos as f r acções r egular es do t ipo:
) , 0
4
p
(
2
2
complexas raízes q
q px x
B Ax
< −
+ +
+
( )
) , 2 inteiro (
2
complexas raízes k
q px x
B Ax
k

+ +
+
I I I I I I
I V I V
Element os simples do t ipo I , I I , I I I e I V Element os simples do t ipo I , I I , I I I e I V
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 36
UFP - FCT 6
I nt egr ação de el ement os s i mpl es
C a x Log A dx
a x
A
+ − =



( )
( )
( )
( )( )
C
a x k
A
C
k
a x
A
dx a x A dx
a x
A
k
k
k
k
+
− −
= +
+ −

=
= − =


+ −

∫ ∫
1
1
1
1

I I
I I I I
2001/2002
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AM I - Aula 36
UFP - FCT 7
I nt egr ação de el ement os s i mpl es
C
p q
p x
arctg
p q
Ap B
q px x Ln d
q px x
B Ax
+

+


+
+ + + =
+ +
+

2 2
2
2
4
2
4
2

2
A
x
I I I I I I
2001/2002
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AM I - Aula 36
UFP - FCT 8
I nt egr ação de el ement os s i mpl es
( )
2
2
2
4
, ,
2
1 1
dx
m
p
q dt dx t
p
x
C
m
arctg
m
q px x
B Ax
k
= − = = +
+ =
+ +
+

I V I V
Ver dedução Ver dedução pp pp 387, 387, r ef r ef . [ 1] . [ 1]
2001/2002
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AM I - Aula 36
UFP - FCT 9
Recor de que :
Recor de que :
Grau do numerador < que do denominador => Grau do numerador < que do denominador => F. regular F. regular
Grau do numerador Grau do numerador ≥ ≥ que do denominador => que do denominador => F. irregular F. irregular
Se a fracção é Se a fracção é irregular irregular, dividindo o numerador pelo denominador, pode , dividindo o numerador pelo denominador, pode- -se se
representar a fracção inicial como a soma de um representar a fracção inicial como a soma de um polinómio polinómio e uma fracção e uma fracção
regular regular: :
) (
) (
) (
) (
) (
x P
x R
x M
x P
x Q
n
v
n m
n
m
+ =

Polinómio Polinómio Fracção regular Fracção regular
n v c < /
2001/2002
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AM I - Aula 36
UFP - FCT 10
Recor de que :
Recor de que :
Se a Se a f r acção é r egular f r acção é r egular , det er mina , det er mina- -se as r aízes de se as r aízes de P(x) P(x) e e
seguidament e decompõem seguidament e decompõem- -se se P(x) P(x) em f act or es linear es se as em f act or es linear es se as
r aízes são r eais e f act or es do 2º gr au (soma de quadr ados) se as r aízes são r eais e f act or es do 2º gr au (soma de quadr ados) se as
r aízes são imaginár ias. r aízes são imaginár ias.
Quat r o sit uações: Quat r o sit uações:
1.
1. P(x) admit e soment e r aízes r eais e t odas dif er ent es; P(x) admit e soment e r aízes r eais e t odas dif er ent es;
2.
2. P(x) admit e soment e r aízes r eais, algumas ou t odas múlt iplas; P(x) admit e soment e r aízes r eais, algumas ou t odas múlt iplas;
3.
3. P(x) admit e r aízes imaginár ias dif er ent es podendo t ambém P(x) admit e r aízes imaginár ias dif er ent es podendo t ambém
admit ir r aízes r eais (dif . ou múlt iplas); admit ir r aízes r eais (dif . ou múlt iplas);
4.
4. P(x) admit e r aízes imaginár ias múlt iplas podendo t ambém P(x) admit e r aízes imaginár ias múlt iplas podendo t ambém
admit ir quaisquer out r as r aízes (r eais ou imaginár ias); admit ir quaisquer out r as r aízes (r eais ou imaginár ias);
2001/2002
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AM I - Aula 36
UFP - FCT 11
Decomposição das f r acções r acionais em element os simples Decomposição das f r acções r acionais em element os simples
1.
1. P(x) admit e soment e r aízes r eais e t odas dif er ent es; P(x) admit e soment e r aízes r eais e t odas dif er ent es;
Sej a: Sej a:
n
n n
a x a x a x P + + + =

... ) (
1
1 0
Cuj as as r aízes, x Cuj as as r aízes, x
1 1
, x , x
2, ..., 2, ...,
x x
n n
são t odas r eais e dif er ent es; são t odas r eais e dif er ent es;
) ( ... ) )( ( ) (
2 1 0 n
x x x x x x a x P − + + − − =
2001/2002
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AM I - Aula 36
UFP - FCT 12
Decomposição das f r acções r acionais em element os simples Decomposição das f r acções r acionais em element os simples
1.
1. d(x) admit e soment e r aízes r eais e t odas dif er ent es; d(x) admit e soment e r aízes r eais e t odas dif er ent es;
) (
) (
x P
x r
Decompõe Decompõe- -se em n f r acções (t ant as quant o as se em n f r acções (t ant as quant o as
r aízes) cuj os numer ador es são const ant es a r aízes) cuj os numer ador es são const ant es a
det er minar e cuj os denominador es são cada det er minar e cuj os denominador es são cada
um dos f act or es da decomposição: um dos f act or es da decomposição:







+ +

+

=
− + + − −
n
n
n
x x
A
x x
A
x x
A
a x x x x x x a
x r
...
1
) ( ... ) )( (
) (
2
2
1
1
0 2 1 0
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 36
UFP - FCT 13
Decomposição das f r acções r acionais em element os simples Decomposição das f r acções r acionais em element os simples
2.
2. d(x) admit e soment e r aízes r eais, algumas ou t odas d(x) admit e soment e r aízes r eais, algumas ou t odas
múlt iplas; múlt iplas;
Sej a: Sej a:
n
n n
a x a x a x P + + + =

... ) (
1
1 0
Cuj as as r aízes: Cuj as as r aízes:
x x
1 1
– – r aiz simples r aiz simples
x x
2 2
– – r aiz dupla r aiz dupla
x x
3 3
– – r aiz t r ipla r aiz t r ipla
x x
p p
– – r aiz cuj o gr au de mult iplicidade p r aiz cuj o gr au de mult iplicidade p
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 36
UFP - FCT 14
Decomposição das f r acções r acionais em element os simples Decomposição das f r acções r acionais em element os simples
n p
x x x x x x x x a x P
p
p
= + + + +
− − − − =
... 3 2 1
) ...( ) ( ) )( ( ) (
3
3
2
2 1 0
A f r acção decompõe A f r acção decompõe- -se em n f r acções, cada f act or r epet ido p vezes se em n f r acções, cada f act or r epet ido p vezes
dá or igem a p f r acções: dá or igem a p f r acções:
) (
...
) ( ) (
1
2 1
p
p
p
p
p
p
x x
A
x x
A
x x
A

+ +

+


2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 36
UFP - FCT 15
Decomposição das f r acções r acionais em element os simples Decomposição das f r acções r acionais em element os simples
Det er mine: Det er mine:
dx
x
x

16
1
2 ∫

+
dx
x
x

) 1 (
1
3
2


+
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 37
UFP - FCT 1
37º Aula
37º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 37
UFP - FCT 2
Objectivo da aula:
Objectivo da aula:
3. Integrais e Primitivas (cont.).
3.1. Integral indefinido ou primitiva.
3.1.6.2. Integração.
3.1.7 Integração de funções trigonométricas.
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 37
UFP - FCT 3
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
[ 1]
[ 1]
P i s kounov
P i s kounov
, N.
, N. C
C
á
á
l cul o di f er enci al e
l cul o di f er enci al e
i nt egr al
i nt egr al
vol ume I , L opes da S i l va.
vol ume I , L opes da S i l va.
[ 2] S i l va, J. C.,
[ 2] S i l va, J. C., P r i nc
P r i nc
í
í
pi os de An
pi os de An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada
t i ca Apl i cada
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F .,
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F ., An
An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada, E xer c
t i ca Apl i cada, E xer c
í
í
ci os
ci os
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 37
UFP - FCT 4
3.
3. P(x) admit e r aízes imaginár ias dif er ent es podendo P(x) admit e r aízes imaginár ias dif er ent es podendo
t ambém admit ir r aízes r eais ( t ambém admit ir r aízes r eais (dif dif . ou múlt iplas); . ou múlt iplas);
Sej a: Sej a:
n
n n
a x a x a x P + + + =

... ) (
1
1 0
Cuj as as r aízes: Cuj as as r aízes:
x x
1 1
– – r aiz r eal de gr au de mult iplicidade 1 r aiz r eal de gr au de mult iplicidade 1
x x
2 2
– – r aiz r eal de gr au de mult iplicidade r aiz r eal de gr au de mult iplicidade α α
x x
3 3
– – r aiz r eal de gr au de mult iplicidade r aiz r eal de gr au de mult iplicidade β β
x x
4 4
– – r aiz imaginár ia, (m+ r aiz imaginár ia, (m+ ni ni ) )
x x
5 5
– – r aiz imaginár ia, (m r aiz imaginár ia, (m- -ni ni ) )
2001/2002
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AM I - Aula 37
UFP - FCT 5
Assim t emos:
Assim t emos:
( ) [ ] ( ) [ ]
( )
n
n m x x x x x x x x P
ni m x ni m x x x x x x x x P
= + + +






+ − − − − =
− − + − − − − =
2 1
) ( ) )( ( ) (
) ( ) )( ( ) (
2
2
3 2 1
3 2 1
β α
β α
β α
T endo em cont a que: T endo em cont a que:
Se um polinómio do 2º gr au Se um polinómio do 2º gr au ax ax
2 2
+ + bx bx+ c + c é t al que é t al que ∆ ∆
< 0 < 0
as suas r a as suas r aí í zes s zes sã ão o x x
1 1
= m+ = m+ ni ni e e x x
2 2
= m = m- -ni ni . O . O polinómio polinómio
decomp decompõ õe e- -se numa soma de quadr ados do t ipo : se numa soma de quadr ados do t ipo :
ax ax
2 2
+ + bx bx+ c = a[ (x + c = a[ (x- -m) m)
2 2
+ n + n
2 2
] ]
2001/2002
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AM I - Aula 37
UFP - FCT 6
Na decomposição de uma f r acção em f r acções simples, Na decomposição de uma f r acção em f r acções simples,
a cada par de r aízes imaginár ias da f or ma a cada par de r aízes imaginár ias da f or ma m m± ±ni ni , ,
cor r esponde um cor r esponde um polinómio do 2º gr au decomponível polinómio do 2º gr au decomponível
numa soma de quadr ados. numa soma de quadr ados.
Por sua vez, Por sua vez, (x (x- -m) m)
2 2
+ n + n
2 2
pode ser t r ansf or mada numa pode ser t r ansf or mada numa
f r acção da f or ma : f r acção da f or ma :
2 2
) ( n m x
N Mx
+ −
+
2001/2002
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AM I - Aula 37
UFP - FCT 7
Se t iver mos uma f r acção r acional r (x)/P(x) t al que P(x) Se t iver mos uma f r acção r acional r (x)/P(x) t al que P(x)
admit e as r aízes: admit e as r aízes:
a a – – r aiz r eal de gr au de mult iplicidade 1 r aiz r eal de gr au de mult iplicidade 1
b b – – r aiz r eal de gr au de mult iplicidade 3 r aiz r eal de gr au de mult iplicidade 3
m m± ±ni ni r a r aí í zes imagin zes imaginá ár ias r ias
r r ± ±si r a si r aí í zes imagin zes imaginá ár ias r ias
T emos: T emos:
[ ][ ]
( )
( ) ( )
( )
2 2 2 2
3
2
2
3
1
2 2 2 2 3
) ( ) (
) ( ) ( ) )( (
) (
s r x
S Rx
n m x
N Mx
b x
B
b x
B
b x
B
a x
A
s r x n m x b x a x
x r
+ −
+
+
+ −
+
+

+

+

+

=
=
+ − + − − −
T emos que det er minar os coef icient es T emos que det er minar os coef icient es A, B A, B
1 1
, B , B
2 2
, B , B
3 3
, M, N, R, S , M, N, R, S
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 37
UFP - FCT 8
4.
4. P(x) admit e r aízes imaginár ias múlt iplas podendo P(x) admit e r aízes imaginár ias múlt iplas podendo
t ambém admit ir quaisquer out r as r aízes (r eais ou t ambém admit ir quaisquer out r as r aízes (r eais ou
imaginár ias) imaginár ias)
Sej a: Sej a:
( ) [ ]( ) [ ]
3
2
2
2
2
2
) )( ( ) ( q p x n m x b x a x x P + − + − − − =
Se t iver mos uma f r acção r acional r (x)/P(x) t al que P(x) Se t iver mos uma f r acção r acional r (x)/P(x) t al que P(x)
admit e as r aízes: admit e as r aízes:
x x = a = a - - r aiz r eal simples r aiz r eal simples
x = b x = b - - r aiz r eal dupla r aiz r eal dupla
x = m x = m± ±ni ni , (r aízes imaginár ias simples) , (r aízes imaginár ias simples)
x = p x = p± ±qi qi , (r aízes imaginár ias de gr au de mult iplicidade 3) , (r aízes imaginár ias de gr au de mult iplicidade 3)
2001/2002
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AM I - Aula 37
UFP - FCT 9
T emos: T emos:
[ ][ ]
( )
( )
( )
[ ]
[ ]
2 2
1 1
2
2 2
2 2
3
2 2
3 3
2 2
1
2
2
3
2 2 2 2 2
) (
) (
) (
) (
) ( ) ( ) )( (
) (
q p x
Q x P
q p x
Q x P
q p x
Q x P
n m x
N Mx
b x
B
b x
B
a x
A
q p x n m x b x a x
x r
+ −
+
+
+ −
+
+
+
+ −
+
+
+ −
+
+

+

+

=
=
+ − + − − −
T emos que det er minar os coef icient es T emos que det er minar os coef icient es A, B A, B
1 1
, B , B
2 2
, M, N, P, Q , M, N, P, Q
2001/2002
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AM I - Aula 37
UFP - FCT 10
?
) (
=

x sen
dx
( )

+
2
) cos( 1 x
dx
I NT EGRAÇÃO DE
I NT EGRAÇÃO DE
FUNÇÕES
FUNÇÕES
T RI GONOMÉT RI CAS
T RI GONOMÉT RI CAS
2001/2002
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UFP - FCT 11
FUNÇÕES T RI GONOMÉT RI CAS
FUNÇÕES T RI GONOMÉT RI CAS
Funções do t ipo f (sen x, cos x)
Funções do t ipo f (sen x, cos x)
( )






+


















=












=
2
cos
2
2
cos *
2
2
1
2
cos *
2
2

2 2
x x
sen
x x
sen
x x
sen
x sen
T oda a f unção t r igonomét r ica pode ser expr essa em T oda a f unção t r igonomét r ica pode ser expr essa em
t er mos de senos e cosenos. t er mos de senos e cosenos.
( )






+



















=













=
2
cos
2
2 2
cos
1
2 2
cos
os
2 2
2 2 2 2
x x
sen
x
sen
x x
sen
x
x c
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FUNÇÕES T RI GONOMÉT RI CAS
FUNÇÕES T RI GONOMÉT RI CAS
Funções do t ipo f (sen x, cos x)
Funções do t ipo f (sen x, cos x)
( )






+






=
2
1
2
2

2
x
tg
x
tg
x sen
Usa Usa- -se a subst it uição se a subst it uição
t g
t g
(x/2) = t
(x/2) = t que vai per mit ir que vai per mit ir
expr imir o expr imir o sen (x) sen (x) e o e o cos (x) cos (x) em em
f unções
f unções
r acionais
r acionais de de t t . Sabendo que: . Sabendo que:
( )






+







=
2
1
2
1
os
2
2
x
tg
x
tg
x c
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 37
UFP - FCT 13
FUNÇÕES T RI GONOMÉT RI CAS
FUNÇÕES T RI GONOMÉT RI CAS
Funções do t ipo
Funções do t ipo
sen
sen
x,
x,
cos
cos
x
x
( )
2
1
2

t
t
x sen
+
=
Assim: Assim:
( )
2
2
1
1
os
t
t
x c
+

=
De, , vem , logo: De, , vem , logo:
2
1
2
t dt
dx
+
=
t tg =






2
x

) (
2
x
t arctg =






2
1
2
t
dt
dx
+
=
2001/2002
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 37
UFP - FCT 14
Calcule:
Calcule:

) (x sen
dx
( )

+
2
) cos( 1 x
dx
dx
x
x

+ ) cos( 1
) cos(
1. 1.
3. 3.
2. 2.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 39
UFP - FCT 1
39º Aula
39º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
38ª = exercícios
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 39
UFP - FCT 2
Obj ect i vo da aul a:
Obj ect i vo da aul a:
3.2. Integral definido
3.2.1. Conceito de partições e funções escada.
Integral de funções escada.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 39
UFP - FCT 3
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
[ 1] P i s kounov, N.
[ 1] P i s kounov, N. C
C
á
á
l cul o di f er enci al e
l cul o di f er enci al e
i nt egr al
i nt egr al
vol ume I , L opes da S i l va.
vol ume I , L opes da S i l va.
[ 2] S i l va, J. C.,
[ 2] S i l va, J. C., P r i nc
P r i nc
í
í
pi os de An
pi os de An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada
t i ca Apl i cada
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F .,
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F ., An
An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada, E xer c
t i ca Apl i cada, E xer c
í
í
ci os
ci os
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 39
UFP - FCT 4
I nt egr al Def i ni do I nt egr al Def i ni do
P ar t i P ar t i çã ção e f un o e f unçã ção em es cada; I nt egr al de f un o em es cada; I nt egr al de f unçã ção em es cada o em es cada
Função em escada Função em escada
Constante em cada Constante em cada sub sub intervalo intervalo
Partição P Partição P de de [a,b] [a,b] = P = x = P = x
0 0
, x , x
1, 1,
… … x x
n n
N subintervalos [x N subintervalos [x
0 0
,x ,x
1 1
], … [ ], … [x x
k k- -1 1
, ,x x
k k
] ]
Sub Sub intervalo intervalo
fechado de ordem fechado de ordem
k k de de P P
x x
n n
x x
0 0
a a
x x
1 1
x x
2 2
x x
k k- -1 1
x x
k k
x x
n n- -1 1
b b
f f
1 1
f f
2 2
f f
k k
x x
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 39
UFP - FCT 5
I nt egr al de uma f un
I nt egr al de uma f un
çã
çã
o em es cada
o em es cada
( )
1
1
) (

=
− =


k k
n
k
k
b
a
x x f dx x f
x x
0 0
x x
1 1
x x
2 2
x x
3 3
f f
1 1
f f
2 2
f f
3 3
x x
Ex. Ex.
n=3 n=3
x x
1 1
=2 =2
x x
2 2
=5 =5
x x
3 3
=7 =7
( ) ... ) (
0 1 1
+ − =

x x f dx x f
b
a
Área dos Área dos
rectângulos rectângulos
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 39
UFP - FCT 6
Área do rectângulo Área do rectângulo
? ) (
6
1
=

dx x f
a a
x x
1 1
x x
2 2
x x
k k
b b
c c
x x
) ( ) ( ) (
) (
1
1
a b c x x c dx x f
b x a c x f
n
k
k k
b
a
− = − =
< < =


=

f(x) f(x)
1 1 2 2
3 3 4 4
1 1
2 2
3 3
x x
4 45 5 6 6
Ex. Ex.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 39
UFP - FCT 7
P r opr i edade
P r opr i edade
homog
homog
é
é
nea
nea
∫ ∫
=
b
a
b
a
dx x f c dx x f c ) ( . ) ( .
P r opr i edade
P r opr i edade
adi t i va
adi t i va
[ ]
∫ ∫

+
= +
b
a
b
a
b
a
dx x g dx x f
dx x g x f
) ( ) (
) ( ) (
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 39
UFP - FCT 8
T eor ema da
T eor ema da
compar a
compar a
çã
çã
o
o
[ ]
∫ ∫
<
⇒ ∈ ∀ <
b
a
b
a
dx x g dx x f
b a x x g x f
) ( ) (
, ), ( ) (
P r opr i edade
P r opr i edade
da
da
l i near i dade
l i near i dade
[ ]
∫ ∫

+
= +
b
a
b
a
b
a
dx x g c dx x f c
dx x g c x f c
) ( ) (
) ( ) (
2 1
2 1
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 39
UFP - FCT 9
T eor ema da
T eor ema da
i nvar i
i nvar i
â
â
nci a
nci a
s ob
s ob
t r ans l a
t r ans l a
çã
çã
o
o
∫ ∫
+
+
− =
c b
c a
b
a
dx c x f dx x f ) ( ) (
T eor ema da
T eor ema da
adi t i vi dade
adi t i vi dade
c/
c/
r es pei t o a um
r es pei t o a um
i nt er val o da
i nt er val o da
f un
f un
çã
çã
o
o
∫ ∫ ∫
= +
b
a
b
c
c
a
dx x f dx x f dx x f ) ( ) ( ) (
Se: a < c < b Se: a < c < b
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 1
40ª Aula
40ª Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 2
Obj ect i vo da aul a:
Obj ect i vo da aul a:
3.2. Integral definido
3.2.2. Definição de integral definido. Propriedades.
3.2.3. Teorema fundamental do Cálculo.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 3
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
[ 1] P i s kounov, N.
[ 1] P i s kounov, N. C
C
á
á
l cul o di f er enci al e
l cul o di f er enci al e
i nt egr al
i nt egr al
vol ume I , L opes da S i l va.
vol ume I , L opes da S i l va.
[ 2] S i l va, J. C.,
[ 2] S i l va, J. C., P r i nc
P r i nc
í
í
pi os de An
pi os de An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada
t i ca Apl i cada
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F .,
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F ., An
An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada, E xer c
t i ca Apl i cada, E xer c
í
í
ci os
ci os
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 4
Foi abordado o integral definido de uma função em escada. Foi abordado o integral definido de uma função em escada.
E como calcular o
E como calcular o
integral de uma função
integral de uma função
qualquer?
qualquer?
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 5
t(x) t(x)
s(x) s(x)
b b a a
f(x) f(x)
t(x) t(x) e e s(x), s(x), são funções em escada e são funções em escada e
∫ ∫
<
b
a
b
a
dx x t dx x s ) ( ) (
f(x) definida e limitada em f(x) definida e limitada em [a,b] [a,b]
Sejam Sejam s(x) s(x) e e t(x) t(x) duas funções arbitrárias definidas em duas funções arbitrárias definidas em [a,b] [a,b] e tais e tais
que que s(x) s(x) ≤ ≤ f(x) f(x) ≤ ≤ t(x), t(x),
[ ] b a x , ∈ ∀
Se existir um e um só número Se existir um e um só número I I, tal que, , tal que,
∫ ∫
≤ ≤
b
a
b
a
dx x t I dx x s ) ( ) (
I = integral de f(x) de I = integral de f(x) de a a a a b b = =
f(x) diz f(x) diz- -se integral definido em [a,b] se integral definido em [a,b]

b
a
dx x f ) (
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 6
1º Em que condições 1º Em que condições f(x) f(x) é integrável em é integrável em [a,b] [a,b]? ?
Teorema 3.1: Teorema 3.1: Se a função Se a função f(x) f(x) for contínua em for contínua em [a,b], [a,b],
então então f(x) f(x) é com certeza integrável em é com certeza integrável em [a,b], [a,b], isto é, isto é,
existe existe

b
a
dx x f ) (
Caso seja f(x) seja descontínua em [a,b] pode ou Caso seja f(x) seja descontínua em [a,b] pode ou
não ser integrável. não ser integrável.
Teorema 3.2: Teorema 3.2: Se a função Se a função f(x) f(x) for limitada com um for limitada com um
número finito de pontos de número finito de pontos de descontínuidade descontínuidade em em [a,b], [a,b],
então então f(x) f(x) é integrável em é integrável em [a,b]. [a,b].
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 7
2º Se for integrável, como calcular o integral? 2º Se for integrável, como calcular o integral?
b b
a a
f(x) f(x)
Ex. de função Ex. de função
descontínua descontínua
integrável em [a,b] integrável em [a,b]
x x
A resposta dentro de momentos... A resposta dentro de momentos...
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 8
I nt egr al Def i ni do
I nt egr al Def i ni do
-
- P r opr i edades P r opr i edades
I I I I – – Se t r ocar mos os limit es de int egr ação o int egr al muda de sinal Se t r ocar mos os limit es de int egr ação o int egr al muda de sinal : :
) ( - ) (
∫ ∫
=
a
b
b
a
dx x f dx x f
I I I I I I – –
∫ ∫ ∫
+ =
b
c
c
a
b
a
dx x f dx x f dx x f ) ( ) ( ) (
I I – – Se o limit e inf er ior coincidir com o limit e super ior de int egr a Se o limit e inf er ior coincidir com o limit e super ior de int egr ação ção
o valor do int egr al é nulo: o valor do int egr al é nulo:
0 ) ( =

a
a
dx x f
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 9
I nt egr al Def i ni do
I nt egr al Def i ni do
-
-
P r opr i edades P r opr i edades
I V I V – – Sendo o int egr al uma soma inf init a de par celas pode Sendo o int egr al uma soma inf init a de par celas pode- -se pôr se pôr
em t odas as par celas o f act or comum K em evidência: em t odas as par celas o f act or comum K em evidência:
) ( K ) (
∫ ∫
=
b
a
b
a
dx x f dx x Kf
Caso particular: Caso particular:
) ( - ) ( e , ) ( - ) (
∫ ∫ ∫ ∫
− = = −
b
a
b
a
b
a
b
a
dx x f dx x f dx x f dx x f
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 10
I nt egr al Def i ni do I nt egr al Def i ni do


I nt er pr et a I nt er pr et açã ção geom o geomé ét r i ca t r i ca
I I – – Não int er cept a o eixo dos Não int er cept a o eixo dos xx xx ent r e a e b: ent r e a e b:
) (

=
b
a
dx x f Área
Y= f (x) Y= f (x)
a a b b
f(x) > 0, a < b f(x) > 0, a < b
) (

− =
b
a
dx x f Área
Y= f (x) Y= f (x)
b b a a
f(x) > 0, a > b f(x) > 0, a > b
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 11
I nt egr al Def i ni do I nt egr al Def i ni do


I nt er pr et a I nt er pr et açã ção geom o geomé ét r i ca t r i ca
I I – – Não int er cept a o eixo dos Não int er cept a o eixo dos xx xx ent r e a e b: ent r e a e b:
) (

− =
b
a
dx x f Área
Y= f (x) Y= f (x)
a a
b b
f(x) < 0, a < b f(x) < 0, a < b
) (

=
b
a
dx x f Área
Y= f (x) Y= f (x)
a a
b b
f(x) < 0, a > b f(x) < 0, a > b
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 12
I nt egr al Def i ni do I nt egr al Def i ni do


I nt er pr et a I nt er pr et açã ção geom o geomé ét r i ca t r i ca
I I – – I nt er cept a o eixo dos I nt er cept a o eixo dos xx xx ent r e a e b: ent r e a e b:
área(-) - ) área( ) ( + =

b
a
dx x f
f (x) f (x)
a a b b
a < b a < b
-
-
-
-
+ +
+ +
área(-) - ) área( ) ( + =

b
a
dx x f
f (x) f (x)
b b a a
a > b a > b
+
+
+
+
- -
- -
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 13
T eor ema 3.3 T eor ema 3.3 da Est imat iva de I nt egr ais Def inidos: Se da Est imat iva de I nt egr ais Def inidos: Se
f (x) f or int egr ável no [ a,b] , com a < b e m f (x) f or int egr ável no [ a,b] , com a < b e m • • f (x) f (x) • • M M
, ent , ent ã ão o
[ ] b a x , ∈ ∀

− ≤ ≤ −
b
a
a b M dx x f a b m ) ( ) ( ) (
m m
M M
A área correspondente ao A área correspondente ao
integral está compreendida integral está compreendida
entre os dois rectângulos entre os dois rectângulos
a a b b
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 14
Consequências: Consequências:
[ ]
[ ] dx x g dx x f b a x x g x f
b a
x g
x f
iii
dx x f M x f ii
dx x f m x f i
b
a
b
a
b
a
b
a
∫ ∫


≥ ⇒ ∈ ∀ ≥



≤ ⇒ = → ≤
≥ ⇒ = → ≥
) ( ) ( , ) ( ) (
, em s integrávei
) (
) (
)
0 ) ( 0 0 ) ( )
0 ) ( 0 0 ) ( )
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 15
T eor ema f undament al do cálculo:
T eor ema f undament al do cálculo:
) (

b
a
dx x f
Sendo, Sendo,
Se for alterado o limite superior Se for alterado o limite superior b b, teremos uma nova , teremos uma nova
função, função,
) ( ) (

=
x
a
dt t f x φ
Duas propriedades fundamentais: Duas propriedades fundamentais:
i) i) f(t) integrável f(t) integrável ⇒ ⇒ φ φ
(x) (x) é é cont contí ínua nua
ii) ii) f(t) contínua f(t) contínua ⇒ ⇒ φ φ
(x) (x) é é deriv derivá ável e vel e φ φ
‘ ‘(x) = f(x) (x) = f(x)
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 16
T eor ema f undament al do cálculo: T eor ema f undament al do cálculo:
F(a) - F(b) ) ( =

b
a
dx x f
Se f(x) for uma função contínua no intervalo fechado [a,b] e se Se f(x) for uma função contínua no intervalo fechado [a,b] e se F(x) for F(x) for
uma primitiva de f(x), isto é, se F’(x) = f(x), então: uma primitiva de f(x), isto é, se F’(x) = f(x), então:
Demonstração: Demonstração:
φ φ
’ ’(x) = f(x) (x) = f(x)
F F’ ’(x) = f(x) (x) = f(x)
φ φ
(x) = F(x)+C (x) = F(x)+C
x=a, x=a, φ φ(a) = F(a)+C, de acordo com a propriedade, (a) = F(a)+C, de acordo com a propriedade,
F(a) = F(a) = - -C C
ent entã ão, o,

= =
a
a
0 f(t)dt (a) φ
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 17
T eor ema f undament al do cálculo: T eor ema f undament al do cálculo:

− = ⇒ − =
=
b
a
) ( ) ( F f(t)dt ) ( ) ( (x) a F b a F x F
b x
φ
[ ]
b
a
b
a
x F x F a F b ) ( ) ( ) ( ) ( F f(x)dx
b
a
= = − =

O int egr al def inido é
O int egr al def inido é
igual à dif er ença
igual à dif er ença
dos valor es que t oma uma pr imit iva
dos valor es que t oma uma pr imit iva
F(x) da f unção f (x), quando nela se
F(x) da f unção f (x), quando nela se
f az x= b e x= a.
f az x= b e x= a.
Ex. Ex.

b
a
) ( s dx x en
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 18
Integração por partes:
Integração por partes:
[ ]
[ ]












b
a
b
a
b
a
b
a
b
a
(x)G(x)dx f f(x)G(x)
x F(x)g'(x)d F(x)g(x)
f(x)g(x)dx
'

dx xe
x

1
0
Ex Ex: :
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 40
UFP - FCT 19
Integração por substituição ou mudança de variável Integração por substituição ou mudança de variável
[ ]
)) ( ( )) ( (
) ( ) ( ) ( ' )) ( ( (
) ( '
) (
) ( ) ( ' )) ( ( (
) (
) (
) (
) (
a g F b g F
u F du u f dx x g x g f
gx x g du
x g u
du u f dx x g x g f
b g
a g
b g
a g
b
a
− =
= =
=
=
=
∫ ∫
∫ ∫
dx x x sen
b
a
) cos( ) (
5
∫ dx x tg ) (
4
0

π

b
a
x x
dx
) ln(


+
1
1
2
4 x
dx
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 41
UFP - FCT 1
41º Aula
41º Aula
ANÁLISE
ANÁLISE
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA I
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 41
UFP - FCT 2
Obj ect i vo da aul a:
Obj ect i vo da aul a:
3.3. Integrais impróprios
3.3.1. Definição.
3.3.2. Intervalo de integração infinito.
3.3.3. Função integranda ilimitada.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 41
UFP - FCT 3
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
[ 1]
[ 1]
P i s kounov
P i s kounov
, N.
, N. C
C
á
á
l cul o di f er enci al e
l cul o di f er enci al e
i nt egr al
i nt egr al
vol ume I , L opes da S i l va.
vol ume I , L opes da S i l va.
[ 2] S i l va, J. C.,
[ 2] S i l va, J. C., P r i nc
P r i nc
í
í
pi os de An
pi os de An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada
t i ca Apl i cada
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F .,
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F ., An
An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada, E xer c
t i ca Apl i cada, E xer c
í
í
ci os
ci os
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 41
UFP - FCT 4
I nt egr ai s def i ni dos pos s uem l i mi t es de
I nt egr ai s def i ni dos pos s uem l i mi t es de
i nt egr a
i nt egr a
çã
çã
o cons t ant es ...
o cons t ant es ...
I nt egr ai s def i ni dos , na mai or i a das
I nt egr ai s def i ni dos , na mai or i a das
s i t ua
s i t ua
çõ
çõ
es , s
es , s
ã
ã
o cal cul ados s obr e f un
o cal cul ados s obr e f un
çõ
çõ
es
es
cont
cont
í
í
nuas . ..em ( a,b)
nuas . ..em ( a,b)
E S E N
E S E N
Ã
Ã
O F OR AS S I M?
O F OR AS S I M?
2002/2003
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UFP - FCT 5
Integrais impr
Integrais impr
ó
ó
prios
prios
Intervalo de integra Intervalo de integraçã ção infinito o infinito
(1 (1º º esp espé écie) cie)
Fun Funçã ção o integranda integranda tem limite infinito num tem limite infinito num
ponto do intervalo de integra ponto do intervalo de integraçã ção o
(2 (2º º esp espé écie) cie)

+∞
1
xdx


3
1
1
dx
x
E
x
e
m
p
l
o
s
:
E
x
e
m
p
l
o
s
:
2002/2003
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UFP - FCT 6
I nt egr ai s i mpr
I nt egr ai s i mpr
ó
ó
pr i os
pr i os
-
-
1º espécie
1º espécie
Vamos consider ar a f unção
Vamos consider ar a f unção
y= f (x),
y= f (x),
cont ínua no int er valo
cont ínua no int er valo
[ a,+
[ a,+


[
[
e
e
pr et ende
pr et ende
-
-
se det er minar o
se det er minar o

+∞
a
dx x f ) (
a a
+ + • •
b b
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I nt egr ai s i mpr
I nt egr ai s i mpr
ó
ó
pr i os
pr i os
-
-
1º espécie
1º espécie
[ ] [ ] ) ( ) ( ) (
) ( ) (
lim lim
lim
a F b F x F
dx x f dx x f
b
b
a
b
b
a
b
a
− = =
= =
+∞ → +∞ →
+∞ →
+∞
∫ ∫
Se est e limit e exist e e f or
Se est e limit e exist e e f or
f init o
f init o
diz
diz
-
-
se que o
se que o
int egr al é
int egr al é
conver gent e
conver gent e
(exist e ár ea se f (x)> = 0);
(exist e ár ea se f (x)> = 0);
caso
caso
cont r ár io
cont r ár io
diz
diz
-
-
se que o int egr al é
se que o int egr al é
diver gent e.
diver gent e.
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UFP - FCT 8
I nt egr ai s i mpr
I nt egr ai s i mpr
ó
ó
pr i os
pr i os
-
-
1º espécie
1º espécie
[ ] [ ] ) ( ) ( ) (
) ( ) (
lim lim
lim
a F b F x F
dx x f dx x f
a
b
a
a
b
a
a
b
− = =
= =
−∞ → −∞ →
−∞ →
∞ −
∫ ∫
Limit e inf er ior inf init o :
Limit e inf er ior inf init o :
2002/2003
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I nt egr ai s i mpr
I nt egr ai s i mpr
ó
ó
pr i os
pr i os
-
-
1º espécie
1º espécie
) 0 (
) ( ) (
) ( ) ( ) (
lim lim
=
+ =
= + =
∫ ∫
∫ ∫ ∫
+∞ → −∞ →
+∞
∞ −
+∞
∞ −
c
dx x f dx x f
dx x f dx x f dx x f
b
c
b
c
a
a
c
c
Ambos os limit es inf init os :
Ambos os limit es inf init os :
A
m
b
o
s

o
s

l
i
m
i
t
e
s

t
ê
m

d
e

A
m
b
o
s

o
s

l
i
m
i
t
e
s

t
ê
m

d
e

e
x
i
s
t
i
r

e
x
i
s
t
i
r

2002/2003
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UFP - FCT 10
I nt egr ai s i mpr
I nt egr ai s i mpr
ó
ó
pr i os
pr i os
-
-
1º espécie
1º espécie

+∞
1
x
dx

+∞
2
2
x
dx

+∞
∞ −
+
2
1 x
dx
Calcular :
Calcular :
2002/2003
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UFP - FCT 11
I nt egr ai s i mpr
I nt egr ai s i mpr
ó
ó
pr i os
pr i os
-
-
2º espécie
2º espécie
Cons i der e
Cons i der e
-
-
s e o i nt egr al
s e o i nt egr al
e s ej a,
e s ej a,
a
a


c
c


b
b
, t al que
, t al que
, t r at a
, t r at a
-
-
s e
s e
de um
de um
i nt egr al i mpr
i nt egr al i mpr
ó
ó
pr i o de 2
pr i o de 2
º
º
es p
es p
é
é
ci e
ci e
.
.
dx x f
b
a

) (
∞ =

) (
lim
x f
c x
a a b b
c c
2002/2003
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UFP - FCT 12
I nt egr ai s i mpr
I nt egr ai s i mpr
ó
ó
pr i os
pr i os
-
-
2º espécie
2º espécie
?
1
5
0
=

dx
x
5 5
x
x f
1
) ( =
(0, 5) (0, 5)
y y
x x
Existe um Existe um [ [ ε
ε
, 5], , 5], ε ε
> 0, > 0, onde onde
f(x) f(x) é é cont contí ínua, logo nua, logo é é
poss possí ível calcular o integral vel calcular o integral
DEFINIDO entre 5 e DEFINIDO entre 5 e
ε
ε


0. 0.
Não é contínua Não é contínua
[ ] [ ] 5 2 2 5 2 2
1
lim lim lim
0
5
0
5
0
= − = =
+ + +
→ → →

ε
ε
ε
ε
ε
ε
x dx
x
2002/2003
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UFP - FCT 13
I nt egr ai s i mpr
I nt egr ai s i mpr
ó
ó
pr i os
pr i os
-
-
2º espécie
2º espécie
Seja Seja f(x) f(x) uma função definida no uma função definida no ]a,b], ]a,b], não limitada nesse intervalo, não limitada nesse intervalo,
mas integrável em qualquer mas integrável em qualquer [ a+ [ a+ε ε, b ] , b ] com com 0< 0< ε ε< b < b- -a a. .
Se existir Se existir ent entã ão dizemos que o integral o dizemos que o integral
impr impró óprio prio é é convergente e que convergente e que
L dx x f
b
a
=

+

+
ε
ε
) (
lim
0
dx x f
b
a

) (
L dx x f
b
a
=

) (
] ] dx x f dx x f b a
b
a
b
a
∫ ∫
+

+
=
ε
ε
) ( ) ( ,
lim
0
[ [ dx x f dx x f b a
b
a
b
a
∫ ∫


+
=
ε
ε
) ( ) ( ,
lim
0
[ ] ] ] b a b a , , < + ε
[ ] [ [ b a b a , , < − ε
2002/2003
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UFP - FCT 14
I nt egr ai s i mpr
I nt egr ai s i mpr
ó
ó
pr i os
pr i os
-
-
2º espécie
2º espécie
[ ] [ ]
b
c
c
a
b
c
c
a
b
c
c
a
b
a
x F x F
dx x f dx x f dx x f dx x f dx x f
ε
ε
ε
ε
ε
ε
ε
ε
+



+



+
= + = + =
∫ ∫ ∫ ∫ ∫
) ( ) (
) ( ) ( ) ( ) ( ) (
lim lim
lim lim
0 0
0 0
Se est es
Se est es
limit es exist ir em
limit es exist ir em
e f or em
e f or em
f init os
f init os
dizemos que o int egr al é
dizemos que o int egr al é
conver gent e
conver gent e
; caso
; caso
cont r ár io o int egr al é
cont r ár io o int egr al é
diver gent e
diver gent e
.
.
[ ] { } [ [ ] ] b c c a c b a , , \ , ∪ =
2002/2003
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AM I - Aula 41
UFP - FCT 15
I nt egr ai s i mpr
I nt egr ai s i mpr
ó
ó
pr i os
pr i os
-
-
2º espécie
2º espécie
dx x tg

2
0
) (
π
Calcular :
Calcular :


1
1
3
x
dx
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 46
UFP - FCT 1
46º Aul a
46º Aul a
ANÁL I S E
ANÁL I S E
MAT E MÁT I CA I
MAT E MÁT I CA I
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 46
UFP - FCT 2
Obj ect i vo da aul a:
Obj ect i vo da aul a:
4. Números complexos
4.1. Interpretação geométrica. Módulo e Argumento.
4.2. Exponenciais Complexas.
2002/2003
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AM I - Aula 46
UFP - FCT 3
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
B i bl i ogr af i a P r i nci pal :
[ 1] P i s kounov, N.
[ 1] P i s kounov, N. C
C
á
á
l cul o di f er enci al e
l cul o di f er enci al e
i nt egr al
i nt egr al
vol ume I , L opes da S i l va.
vol ume I , L opes da S i l va.
[ 2] S i l va, J. C.,
[ 2] S i l va, J. C., P r i nc
P r i nc
í
í
pi os de An
pi os de An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada
t i ca Apl i cada
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F .,
[ 3] S i l va, J. C., L eal , C. F ., An
An
á
á
l i s e
l i s e
Mat em
Mat em
á
á
t i ca Apl i cada, E xer c
t i ca Apl i cada, E xer c
í
í
ci os
ci os
,
,
McGr aw
McGr aw
-
-
Hi l l
Hi l l
.
.
2002/2003
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AM I - Aula 46
UFP - FCT 4
N
N
ú
ú
mer os compl exos
mer os compl exos
Def inição
Def inição
bi a +
T oda a expr essão da f or ma:
T oda a expr essão da f or ma:
Onde Onde a a e e b b são númer os r eais e são númer os r eais e i i a unidade a unidade
imaginár ia def inida pela r elação: imaginár ia def inida pela r elação:
1 1 − = − =
2
i ou i
2002/2003
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UFP - FCT 5
N
N
ú
ú
mer os compl exos
mer os compl exos
Def inição
Def inição
bi a +
São complexos conj ugados São complexos conj ugados
a real número 0 b Se
bi 0
⇒ =
+ = , , 0 puro imaginário a Se
bi a −
2002/2003
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N
N
ú
ú
mer os compl exos
mer os compl exos
Repr esent ação geomét r ica dos nº
Repr esent ação geomét r ica dos nº
complexos
complexos
a a
b b
r r
ϕ ϕ
a= r cos a= r cos ϕ ϕ
; b= r sen ; b= r sen ϕ ϕ
1. 1. For ma t r igonomét r ica dos For ma t r igonomét r ica dos
númer os complexos: númer os complexos:
2. 2. T odo o númer o complexo pode T odo o númer o complexo pode
ser post o sob a f ór mula: ser post o sob a f ór mula:
) (cos ϕ ϕ isen r bi a + = +
As quant idades r e As quant idades r e ϕ ϕ
expr imem expr imem- -se em f un se em f unçã ção de o de a a e e
b b pelas f pelas f ó ór mulas: r mulas:
A(a,b) A(a,b)
2002/2003
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UFP - FCT 7
N
N
ú
ú
mer os compl exos
mer os compl exos
Repr esent ação geomét r ica dos nº
Repr esent ação geomét r ica dos nº
complexos
complexos
)
a
b
arctg(
2 2
= + = ϕ b a r
As quant idades As quant idades r r e e ϕ ϕ
expr imem expr imem- -se em f un se em f unçã ção de o de a a e e b b
pelas f pelas f ó ór mulas: r mulas:
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 46
UFP - FCT 8
N
N
ú
ú
mer os compl exos
mer os compl exos
Oper ações com númer os complexos
Oper ações com númer os complexos
i b b a a i b a i b a ) ( ) ( ) ( ) (
2 1 2 1 2 2 1 1
+ + + = + + +
Adição Adição com númer os complexos: com númer os complexos:
Subt r acção Subt r acção com númer os complexos: com númer os complexos:
i b b a a i b a i b a ) ( ) ( ) ( ) (
2 1 2 1 2 2 1 1
− + − = + − +
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
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UFP - FCT 9
N
N
ú
ú
mer os compl exos
mer os compl exos
Oper ações com númer os complexos
Oper ações com númer os complexos
2
2 1 1 2 2 1 2 1 2 2 1 1
) )( ( i b b i a b i a b a a i b a i b a + + + = + +
Mult iplicação Mult iplicação com númer os complexos: com númer os complexos:
Se os númer os complexos são dados sob a f or ma Se os númer os complexos são dados sob a f or ma
t r igonomét r ica: t r igonomét r ica:
[ ] ) ( ) ( cos ) cos ( ) (cos
2
1
2
1
2 1
2
2 1
1
1
ϕ ϕ ϕ ϕ ϕ ϕ ϕ ϕ + + + = + +

2

2
isen r r isen r sen i r
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 46
UFP - FCT 10
N
N
ú
ú
mer os compl exos
mer os compl exos
Oper ações com númer os complexos
Oper ações com númer os complexos
yi x
i b a
i b a
+ =
+
+
) (
) (
2 2
1 1
Divisão Divisão com númer os complexos: com númer os complexos:
Mult iplica Mult iplica- -se o dividendo e o divisor pelo númer o se o dividendo e o divisor pelo númer o
complexo conj ugado do divisor complexo conj ugado do divisor
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 46
UFP - FCT 11
N
N
ú
ú
mer os compl exos
mer os compl exos
Oper ações com númer os complexos
Oper ações com númer os complexos
Divisão Divisão com númer os complexos (caso t r igonomét r ico): com númer os complexos (caso t r igonomét r ico):
[ ] ) ( ) ( cos
) cos (
) (cos
2
1
2
1
2
1
2
2
1
1
1
ϕ ϕ ϕ ϕ
ϕ ϕ
ϕ ϕ
− + − =
+
+

2




2
isen
r
r
isen r
sen i r
2002/2003
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AM I - Aula 46
UFP - FCT 12
N
N
ú
ú
mer os compl exos
mer os compl exos
Elevação a uma pot ência Elevação a uma pot ência
[ ] ) (cos ) (cos ϕ ϕ ϕ ϕ n sen i n r sen i r
n
n
+ = +
Fór mula de Fór mula de Moivr e Moivr e
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 46
UFP - FCT 13
N
N
ú
ú
mer os compl exos
mer os compl exos
Função exponencial de expoent e complexo Função exponencial de expoent e complexo
) (cos iseny y e e
x iy x
+ =
+
Diz Diz- -se que se que w w é uma f unção da var iável complexa é uma f unção da var iável complexa z z se a se a
cada valor da var iável cada valor da var iável z (z= x+ z (z= x+ yi yi ) ) , t omada num cer t o , t omada num cer t o
domínio do plano da var iável complexa, cor r esponde domínio do plano da var iável complexa, cor r esponde
um valor bem def inido da var iável complexa w um valor bem def inido da var iável complexa w
( ( w= f (z)). w= f (z)).
Def inir os valor es complexos da f unção w Def inir os valor es complexos da f unção w
iy x
z
e w
e w
+
=
=
) (cos ) ( iseny y e z w
x
+ =
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 46
UFP - FCT 14
N
N
ú
ú
mer os compl exos
mer os compl exos
Função exponencial de expoent e complexo Função exponencial de expoent e complexo
Pr opr iedades Pr opr iedades
2 1 2 1

z z z z
e e e =
+


2
1
2 1
z
z
z z
e
e
e =

mz m
z
e e = ) (
2002/2003
Álvaro Monteiro / Nelson Barros
AM I - Aula 46
UFP - FCT 15
Cons i der e os compl exos z= - 2+ 2i e z’= 1+ i
a) a) R epr es ent e z e z R epr es ent e z e z ’ ’ geomet r i cament e. geomet r i cament e.
b) b) E s cr eva z e z E s cr eva z e z ’ ’ na f or ma t r i gonom na f or ma t r i gonomé ét r i ca t r i ca
c) c) Cal cul e 2z + z Cal cul e 2z + z ’ ’
UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA
Faculdade de Ciência e Tecnologia
Análise Matemática I

Ficha de Trabalho n.º 1
2002/2003



1. Calcule, com intervalos de números reais, o domínio das funções definidas em ℜ por:

a) 2 2
2
+ − x x
b)
2 6
5
2
+ x

c)
4
2
2
− x
x

d)
2 2
2
− x
x

e)
x x
x x x
2
3 2
3 1
4 3
− +
− +


2. Defina, como intervalos de números reais, o domínio das funções reais de variável real seguintes:

a) 3 2
2
x +
b) x + 4
4

c) 1 2 − x
d)
x x
x
− + −

3 5
4

e)
1
2
8
− x

3. Com intervalos de números reais represente o contradomínio de cada uma das funções definidas, em ℜ por:

a) y x = −
2
5
b) y x = + + 1 3 1
2

c) 2 2 + − = x y



4. Verifique se as seguintes funções são pares ou ímpares:

1
1
) ( ) 2 ( cos ) (
) 1 ( ) ( ) ( ) (
3
2

= + =
− = =
x
x i x x h
x x g x sen x f
π


5. Calcule, com intervalos de nº reais, o domínio das das funções definidas em R por:

x x
x x
- e) xe d) y x c) x
e
b) y
e
y a 5 3 ) ln(
4 1
5
1
1
1
)
2
2 2



=
+
= +
+
=

6. Determine os valores de x que satisfazem a:

a) 2 2
2 3
=
+ x
b) 0 3
2
= +
x x
xe e x

7. Considere a função real de variável real:
1 2
2 3 ) (

− =
x
x f

a) Determide o domínio e o contradomínio da função.
b) Resolva em R a condição:
4
11
) ( = x f

8. Determine o conjunto solução de:

c) 6 ) 2 ( log
2
= + x b)
2
3
3 log − =
x


9. Considere a função real de variável real: ) 3 ( log 2 ) (
5
− − = x x f

a) Determine o seu domínio e contradomínio.
b) Calcule, se existirem, os seus zeros.
c) Defina
1 −
f .


10. Resolva as seguintes equações trigonométricas:

a) 0 3 ) ( 2 = + x sen
b) 0 )) cotg( 3 3 )).( ( 4 2 ( = + + x x sen
c) 0 ) cos( ) 2 cos( = + x x
d) 0 1 ) cos( 3 ) ( cos 2
2
= + − x x

11. Considere a função: ) 1 2 (
2
1
) ( + = x arcsen x g

a) calcule ) 1 (− g e 






2
1
g .
b) Determine o domínio e o contradomínio de g.
c) Defina a função inversa de g.

UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA
Faculdade de Ciência e Tecnologia
Análise Matemática I

Ficha de Trabalho n.º 2
2002/2003


I
Calcule o valor dos seguintes limites:

a) lim
x
x
x x


− −
4
2
4
12


b) lim
x
x
x



3
3
2
27
9
c) lim
x
x x
x x
→+∞
+ +
− −
6 2 1
5 3 4
2
2



II

Calcule o valor dos seguintes limites:

a) lim
x
x
x

+ − −
8
5
6 5 4
b) lim
x
x
x →−


+ 1
4 3
1

c) lim
x
x x
x x

+


0
3 2

d) lim
x
x
x
x x


+
+






0
2
2
4 3
3



III
Calcule o valor dos seguintes limites:

a) lim
x
x
x
x

+
0
2
1
2 1
b) lim
x
x
x
x
x


+

1
2
1
2
1

c) lim
x
x x
→−
+


+






2
2
1
4
1
2
d) lim
x
x x
x x
→+∞
+
+ +
2 5
3 2
2
2



IV

Calcule o valor dos seguintes limites:

a) lim
( )
x
x
x

+

1
2
1
b) lim
( )
x
x
x


− 1
2
1

c) lim
x
x


0
1
2 d) lim
x
x

+
0
1
2




V


Calcule o valor dos seguintes limites:

a) lim
x
x x
x
→−∞
+ −

2
3
2
4 1
b) lim
x
x
x
→−
− +
+
3
1 4
3

c) lim
x
x
x
→−∞
+
2
1
3
2
d) lim ( )
x
x
x x
→−

+ ⋅
+ +

¸

1
]
1
3
2
3
5
9 6




VI

Considere a função real, de variável real, definida por:

f x x x ( ) · − + 2 5 4
3

a) Calcule f ( ) 0 , f ( ) 1 e f ( ) −2 .
b) É verdadeira ou falsa a proposição: [ ] ∃ ∈ · x f x 0 1 2 , : ( ) ? justifique.
c) Prove que a função admite pelo menos um zero no intervalo [ ] − 2 0 , .


VII

Dada a função g, real de variável real,

g x
x se x
x
se x
( ) ·
+ >

¹
'
¹
¹
¹
1 2
2
2


a) Calcule g( ) 0 e g( ) 3 .
b) Mostre que : [ ] ∀ ∈ ≠ x g x 0 3 2 , : ( ) . Isto contradiz o teorema de Bolzano? Justifique.
c) Prove que a restrição de g ao intervalo [ ] 0 2 , tem nesse intervalo um máximo e um mínimo.

VIII

Mostre que a função:

f x
x x se x
x
x
se x
( ) ·
− ≤

>
¹
'
¹
¹
¹
2
3 1
2 4
1

tem um máximo e um mínimo no intervalo [ ] − 2 2 , .
UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA
Faculdade de Ciência e Tecnologia
Análise Matemática I

Ficha de Trabalho n.º 3
2002/2003

I
Calcule a derivada das seguintes funções:
a)
( ) ( )
4
3 2
2
3


=
x
x
x f
b) ( )
1 3
1 2
+

=
x
x
x f c)
( )
2
1
+ +
=
z z
z f
d)
( ) 1
3
2
2
1
x
y
+
=

II
Considere a função real de variável real ( ) 3 8 2
2
+ − = x x x f .
a) Mostre que a função no intervalo 1, 3 [ ] verifica as condições do Teorema de Rolle.
b) Calcule um c ∈ 1, 3 ] [: f
|
(c) = 0.
III
Calcule a derivada das seguintes funções:
a) ( )
) cos( ) (
) cos( ) (
x x sen
x x sen
x f

+
= b)

1







+
=
ax
a x
tg y
(a =constante)
c)
( )
) (
1 cos
1
x tg
x
y +
+
=
d) ( ) ) (
4 2
x g x tg y cot + =
IV
Calcule a derivada das seguintes funções:
a)
( ) 1 3
2
− = x arcsen y
b)
[ ( ) ] 1
2
+ = x sen arctg y

c) [ ( ) ] x x sen y 2 3 arccos 2 + = d) ( ) ) ( cos x g cot arc y =
V
Determine os seguintes limites:
a)
) (
) (
lim
0 x g cot
x ln
x→
b)
6 7
2 2
lim
3
2 3
1 + −
+ − −
→ x x
x x x
x
c) [ ]
2
3
0
) 2 cos(
lim
x
x
x

d) ( ) ) ( ) cos( 1
lim
0
x g cot x
x



e)









− → ) (
1
1
lim
1 x ln x
x
x
f)
x
x
x
lim
0
+

g)
x
x
x
1
ln
lim
0
+

h)
) ln(
) 2 ln(
lim
3
2
x
x x
x

+∞ →

i)
x
x
x
) 2 1 ln( 2 3
lim
− −
−∞ →
j)










4
2
2
0
1
lim
x
x sen
x x
k)
x
x x
x
2
lim
2

+∞ →
l)
x
x x
x
1 1
lim
2
0
− + +




m)
x x
x x
x e e
e e


+∞ → −
+
lim
n)
3
) ln(
lim
x
x
x +∞ →
o)
1
) ln(
lim
1 − → x
x
x
p)
)) 1 ln( ) (ln(
lim
1


x x
x

q)
) 1 ln(
1
) 1 (
lim
+
+∞ →
x
x
r)
x x
x e e
x tg

→ −
) (
lim
0

VI
Calcule a derivada das seguintes funções:
a)
x
e y
1

=
b)
( )
2
x
x y − = 2 c)
( )
1
1 3
+
− =
2
x
x y d)
x
x log
x log x y
) (
) (
10
10
+ =

e)
( ) [ ]
2
x ln ln y =
f) ( )
2
x ln - ln(x) x y =
VII
Dada a função real de variável real
( )
1 3
2
+ −
=
x x
e x f .
a) Verifique se a função no intervalo 0, 3 [ ] a função satisfaz as condições do Teorema de Rolle.
b) Prove que a tangente ao gráfico da função no ponto de abcissa
3
2
é uma recta horizontal.
VIII
Considere a função real de variável real
( ) 1 3
2
+ = x x f
.
a) Verifique que a função no intervalo
[ ] 2 , 1 −
cumpre as condições do Teorema de Lagrange.
b) Determine o ponto c a que se refere o teorema de Lagrange, no intervalo considerado.
IX
Calcule o valor dos seguintes limites utilizando a regra de Cauchy ou de l’Hôpital (sendo aplicáveis):
a)
) 3 (
3 5 2
lim
2
3
x sen
x x
x

− −

b)





 −





 +
+∞ →
x
x
x
x
x
2
1
lim
ln
ln
c)
3
lim
x
x
e
x +∞ →
d)
) 2 (
1
lim
0
x tg
e
x
x



e)
3
) ( ) cos(
lim
x
x sen x x
x

−∞ →
f)
x
e x
x

+∞ →
3
lim g)










2
0
3
) (
1
lim
x x sen x
h)
) (

lim
0
x sen
x
x
+


i)
) (
1
1
lim
x ln
) + x (
x +∞ →
j)
5 2
3
) (
lim
x x
x x sen e
x
x +

+∞ →
k)
) (
) 3 (
lim
2
x tg
x tg
x
π


l)
3
0
) (
lim
x
x x sen
x




UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA
Faculdade de Ciência e Tecnologia
Análise Matemática I

Ficha de Trabalho n.º 4
2002/2003





I

Estude e represente graficamente as seguintes funções reais, de variável real:

a)
4
2
2

=
x
x
y f) 1
2
+ = x x y
b) y e
x
=

2
g)
2 4
18 ) ( x x x h − =
c) y
x
x
=
ln( )
2
h)
1
1 2
) (
2

− +
=
x
x x
x f
d) 1
1
1
+
+
=
x
e
y i) ) ln(
2 2
x x y =
e) 2 ) 2 ( + − = x e y
x






II

Encontre o desenvolvimento em série de Taylor das seguintes funções:

a) f x x a ( ) ln( ), = + = 1 0
b) f x e a
x
( ) , = =
2
2

c) 2 ,
2
), ( ) ( = = = n a x sen x f
π


d) 3 2 5 3 2
2 3
= = + + − = , n , a x x x f(x)

e) 2 ,
1
1
=

= x n ordem , de
x
f(x)

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Faculdade de Ciência e Tecnologia
Análise Matemática I

Ficha de Trabalho n.º 5
2002/2003


I
Calcule, por substituição, os seguintes integrais:
a) sen(x)cos(x)dx

b) x
2
e
x
3

dx c)
dx
x ln(x)


d) x 1 − x
2

dx e)
dx
5x − 2

f)
dx
2
cos (x) tg(x) −1


II
Calcule, por partes, os seguintes integrais:
a) x arctg(x)dx

b) sen ln(x) ( )

dx
c) e
x

cos(x)dx d) ln x + x
2
+ 1
( )
dx


III
Calcule os integrais das seguintes funções racionais:
a)
dx
x
3
−1

b)
dx
x
2
+ 7x + 6


c)
x
4
− 2x
3
+ 3x
2
− x + 3
x
3
− 2x
2
+ 3x

dx
IV
Utilizando em cada caso a substituição apropriada, calcule as seguintes primitivas:
a)
dx
5 + 3cos(x)

b)
dx
sen(2x) + cos(2x)


c)
x
2
+ 1
x
2

dx d)
dx
1 + sen
2
(x)


V
Calcule os seguintes integrais:
a)
x
2
dx
1 + x
3

b)
x +
2
ln (x)
x

dx
c)
x + 2
x +1

dx d)
3x
3
− 4x
2
+ 3x
x
2
+1

dx
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Faculdade de Ciência e Tecnologia
Análise Matemática I

Ficha de Trabalho n.º 6
2002/2003

I

Determine o valor dos seguintes integrais definidos:

a) Cos Ln x
dx
x
e
( ( ))
1

b)
Cos x dx
Sen x
( )
( ) 2 3
0
2
+

π

c)
e dx
e
x
x
1
2
0
1
+

d)
Sen x dx
Cos x
( )
( )
2
1
2
0
2
+

π

e) ArcSen x dx ( )
0
1

f) Ln x dx
e
( )
2
0
1 +


g) x ArcTg x dx ( )
2
0
1

h)
dx
x x
3
1
2
+



II

Determine a convergência ou divergência dos seguintes integrais impróprios:

a)
xdx
x 1
2
0
1


b) e Sen x dx
x −
+∞

( )
0


c) Ln x dx ( )
0
1

d) x Sen x dx ( )
0
+∞



e)
dx
x x
2
2 2 + +
−∞
+∞

f)
Cos x dx
Sen x
( )
( ) 1
0
2


π


III

Calcule a área das seguintes regiões:

a) Região delimitada pela curva y x =
3
, a recta y = 8 e o eixo dos yy.
b) Região delimitada pelas curvas y x =
3
, y x = 2 e y x = .
c) Região delimitada pela curva y Cos x = ( ) e o eixo dos xx no intervalo [ ] − π π ,2 .

Pr ogr ama da Disciplina:
1 . R evis ão de conceit os f undament ais
1.1. Conj unt os de n ú mer os. 1.2. Pr opr iedades dos n ú mer os r eais.

2002/2003

Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT

2

B ibliogr af ia Pr incipal:
[ 1] P iskounov, N. Cálculo dif er encial e int egr al volume I , L opes da S ilva. [ 2] S ilva, J. C., P r incí pios de An álise Mat emát ica Aplicada, McGr aw -Hill . [ 3] S ilva, J. C., L eal, C. F., An álise Mat emát ica Aplicada, Exer cí cios , McGr aw -Hill . [ 4] Ant on, H., Calculu s, W iley.
Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT

2002/2003

3

O que é o Cálculo ?
I nvent ado no XVI I como inst r ument o par a a r esolu ção de pr oblemas que envolviam moviment o. A geomet r ia, a álgebr a e a t r igonomet r ia s ão aplicadas apenas a obj ect os est át icos ou que se movem com velocidade const ant e...
Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT

2002/2003

4

O que é o Cálculo ? Envolve o conceit o de der ivada, int egr al def inido e limit e, conceit os est es f undament ais em diver sas ár eas da ci ência, desde a f í sica à economia passando pela qu í mica, biologia...
2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT 5

O que é o Cálculo ?
• Conceit o de der ivada – associado ao cálculo de t axas de var iação, det er minação de máximos e mínimos... • Conceit o de int egr al definido – associado ao cálculo compr iment o de cur vas, de ár eas de super f ícies e volumes... • Conceit o de limit e – separ a o cálculo das par t es mais element ar es da mat emát ica; associado à expr essão de der ivada e int egr al def inido.
2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT 6

Conj unt os
Um conj unt o pode ser encar ado como uma
colecção de obj ect os de qualquer nat ur eza. Os obj ect os são os element os do conj unt o. S e S é um conj unt o e a element o de S .

S signif ica que a é

S e t odo o element o de um conj unt o S é t ambém element o de um conj unt o T , diz -se que S é um sub-conj unt o de T .
2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT 7

• Número irracional – Número real não racional (p..-1. O conjunto dos números inteiros é designado por Z . 2 . • Números Inteiros – Zero e todos os números inteiros • Números Racionais – Números que podem ser expressos positivos e negativos.e π. 5/4. Ex.-2. 2. -2.. 2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP . : 1.. -1. onde m e n inteiros. b ≠ 0. como um quociente a/b. √ 2). Ex. 0. Ex.141592664 ≠ m / n.. onde a e b são inteiros.0. π = 3.1.. 2/3. O conjunto dos números racionais é designado por Q.2 ...Conj unt os de n ú mer os • Números Naturais – soma do real 1 a si mesmo sucessivamente.FCT 8 . 3. : -3. O conjunto dos números naturais é designado por N . : 3. 1.

1. Ex. : -3.Conj unt os de n ú mer os O conjunto dos números reais será designado por R.. ANÁL I S E MAT EMÁT I CA 2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 9 . ¼. ð . 0..

a + 0 = 0 + a = a ∀a ∈ ℜ. a + (−a) = (−a) + a = 0 ∀a. b ∈ ℜ.Propriedades dos números reais Adição Associativa : Elemento neutro Elemento Simétrico : : ∀a.FCT Comutativa : 2002/2003 10 . b. a + b = b + a Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP . c ∈ ℜ. (a + b) + c = a + (b + c) ∀a ∈ ℜ.

a × 1 = 1 × a = a ∀a ≠ 0 ∈ ℜ.FCT 11 Comutativa : Distributiva : 2002/2003 . b ∈ ℜ. a × (b + c) = a × b + a × c Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP . b. a × b = b × a ∀a. (a × b) × c = a × (b × c) ∀a ∈ ℜ.Propriedades dos números reais Multiplicação Associativa : Elemento neutro Elemento Simétrico : : ∀a. c ∈ ℜ. c ∈ ℜ. b. a × a −1 = a −1 × a = 1 ∀a.

b é posit ivo dizemos que a é maior que b (a > b).  S e a e b são r eais e a .Pr opr iedades dos n ú mer os r eais  O conj unt o de nº r eais posit ivos é f echado em fechado r elação à adição e à mult iplicação: S e a e b são posit ivos ent ão t ambém a sua soma ( a+ b) e o seu pr odut o ( ab). 2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 12 .

Pr opr iedades dos n ú mer os r eais     S e a > b e b > c. ent ão ac < bc . ent ão a > c .FCT 13 . ent ão ac > bc . ent ão a + c > b + c. 1. S e a > b.1 2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP . S e a > b e c > 0 . S e a > b e c < 0 .

2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP . ent ão a é a coor denada de um pont o A da r ect a coor denada.Pr opr iedades dos n ú mer os r eais Valor absolut o de um n º r eal  S e a é um númer o r eal. usa-se o símbolo | a| par a indicar o númer o de unidades (ou a dist ância) ent r e A e a or igem O independent ement e do sent ido.FCT | a| 14 é .  O númer o não-negat ivo chamado o valor absolut o de a.

2 .a se a < 0 1.Pr opr iedades dos n ú mer os r eais a se a ≥ 0 | a| = . | -10| e |11| Por 1. | -10| = .2 Ex : det .( -10) = 10 e |11| = 11 2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 15 .

b S e b é posit ivo.Pr opr iedades dos n ú mer os r eais Pode-se demost r ar que.b | a|= b se e só se a = b ou a = . ent ão | a| ≤ b signif ica – b ≤ a ≤ b. se b é um númer o r eal posit ivo qualquer . 2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP . par a quaisquer r eais a e b: | a| = | -a| | ab| = |a|| b| -| a| ≤ a ≤ | a| Pode-se t ambém pr ovar que.3 1. ent ão : | a| < b se e só se – b < a < b | a|> b se e só se a > b ou a < .4 .FCT 16 1.

ent ão: | a + b| ≤ | a| + | b| 1.| b| ≤ b ≤ | b|.4 : | a + b| ≤ | a| + | b| 2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP .Pr opr iedades dos n ú mer os r eais Pode-se demost r ar que.FCT 17 . par a quaisquer r eais a e b: S e a e b são r eais. -|a| ≤ a ≤ |a| e . por 1.5 De 1. S omando membr o a membr o.3 . (| a| + | b|) ≤ a + b ≤ | a| + | b| e daí .

-2 ν ν -1 ν -1/ 2 ν O ν 1 ν ν B ν A ν √2 2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT b a 18 . r ecipr ocament e.Pr opr iedades dos n ú mer os r eais É possível associar os númer os r eais aos pont os de uma r ect a l de t al modo que a cada númer o r eal a cor r esponda um único pont o e. a cada pont o P cor r esponda pr ecisament e um único númer o r eal – cor r espondência biunívoca.

FCT 19 .Pr opr iedades dos n ú mer os r eais B ν ν ν l O ν ν ν ν ν A ν -2 -1 -1/ 2 0 1 √2 b a Coor denada de A Nº r eais negat ivos Nº r eais posit ivos 2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP .

Pr opr iedades dos n ú mer os r eais l O ν ν ν ν ν or igem ν ν |a – b| ν ν a> b> 0 |x – a| < b a .FCT .ε < x .a< a- ε ε a- ε ε a a+ ε Conj unt o de pont os sit uados ent r e : ae a+ ε < x < ε+ a ε 20 2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP .

Pr opr iedades dos n ú mer os r eais I nt er valos (subconj unt os em R ) S e a < b designa-se por (a.b) = x: a < x < b ϒ a ϒ b O conj unt o (a.FCT b 21 2002/2003 . b [ I nt er valo f echado ser á : [ a.b) é designado por int er valo aber t o ] a.b] = x: a ≤ x ≤ b a Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP .b) o conj unt o de t odos os númer os r eais ent r e a e b: (a.

Pr opr iedades dos n ú mer os r eais I nt er valos (subconj unt os em R ) I nt er valo semi -aber t o ser á: [ a.b[ = ou x: a ≤ x < b a ϒ b ] a.FCT ϒ a b 22 .b] = 2002/2003 x: a < x ≤ b Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP .

a[ = ] -• . a] = x: x > a x: x ≥ a x: x < a x: x ≤ a R Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP .Pr opr iedades dos n ú mer os r eais I nt er valos (subconj unt os em R ) Os int er valos inf init os são def inidos como: ]a .FCT 23 ] -• . + • [ = 2002/2003 . + • [ = [a . + • [ = ] -• .

an S e um element o ≥ que t odos os out r os – Máximo do CONJUNT O Máximo = max ( a1 . An) 2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP .Pr opr iedades dos n ú mer os r eais Máximos e Mínimos A = Conj unt o f init o de númer os r eais = a1 . .. ..FCT 24 ... An) S e um element o ≤ que t odos os out r os – Mí nimo do CONJUNT O Mí nimo = min ( a1 . ...

FCT 25 .Pr opr iedades dos n ú mer os r eais Máximos e Mínimos B = Conj unt o inf init o de númer os r eais – pode não haver máximo ou mínimo B = x: x > 0 = > não t em mínimo nem máximo Ou B = x: 0 < x < 1 = > não t em mínimo nem máximo 2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP .

+ • [ é limit ado infer ior ment e inf er Ou B = x: 0 < x < 1 = > ] 0..FCT 26 .. B = x: x > 0 = > ] 0. 1 [ é limit ado infer ior ment e e super ior ment e 2002/2003 Álvro Monteiro / Nelson Barros UFP .Pr opr iedades dos n ú mer os r eais Máximos e Mínimos E .

ANÁL I S E MAT EMÁT I CA I 3º Aula 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 1 .

FCT 2 .) 1.1.3.Pr ogr ama da Disciplina: 1 . Def ini ção.3. 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . R evis ão de conceit os fundament ais ( cont . Fun ções. 1.

. N. W iley.B ibliogr af ia Pr incipal: [ 1] P iskounov. C. McGr aw -Hill ... F. J. McGr aw -Hill . An álise Mat emát ica Aplicada. J. Cálculo dif er encial e int egr al volume I . Calculu s. [ 4] Ant on. P r incí pios de An álise Mat emát ica Aplicada.FCT 2001/2002 3 . Exer cí cios . L opes da S ilva. [ 2] S ilva. L eal.. C. [ 3] S ilva. C. Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . H.

Fun ções Uma f unção f def inida num conj unt o X e t omando valor es em Y é uma cor r espondência que associa a cada element o x de X um único element o de y de Y . O conj unt o X é o domínio da f unção.FCT 4 . 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . O cont r adomínio da f unção consist e em t odas as imagens dos element os de X. O element o y é chamado imagem de x por f e designa-se f (x).

Fun ções X w z x a f (w) f(w) f (z) f(z) f (x) f(x) f (a) f(a) Y Element os de Y associados pela f unção f função aos element os de X 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 5 .

A é f un ção de r .FCT 6 . t al que f (r ) = πr 2 . A let r a r é designada com var i ável independent e. A let r a A. Assim. 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . que é um n ú mer o do cont r adomí nio de f . O seu valor depende do n ú mer o at r ibu í do a r . é a var i ável dependent e.Fun ções A = πr 2 Var i áveis independent es e dependent es Det er mina a ár ea A de um cir culo de r aio r associando a cada r eal posit ivo r um ú nico valor de A det er minando assim uma f un ção f .

A det er minação do domínio baseia-se na nat ur eza da f unção e t endo em at enção que não podem at r ibuir se valor es à var iável independent e par a os quais r esult am par a a var iável dependent e:    valor es imaginár ios símbolos de impossibilidade símbolos de indet er minação Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .Fun ções Domínio duma f unção de var iável r eal é o conj unt o de valor es r eais que se podem at r ibuir à var iável independent e de for ma que r esult em par a a var iável dependent e valor es soment e r eais.FCT 7 2001/2002 .

O gr áf ico de f é o conj unt o de t odos os pont os P(x. ent ão a or denada y é o valor f uncional f (x) .y) em W . a cada x de X. t ais que y= f (x) .y) .T ambém se pode def inir uma f unção com domínio X como um conj unt o w de par es or denados .y) per t ence ao gr áf ico de f . e se P (x. t endo x na pr imeir a posição.FCT 8 . t ais que. cor r esponde exact ament e um par or denado (x. 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

das f r ac.R acionais Algébr icas I r r acionais ( y = f (x) I nt eir as (D= R ) F r accionár ias Fr (D= R \valores que anulem o denominador) F unções D= f(x) ≥0) S e índice ímpar D= R . Exponencial (D= R ) L ogar ít mica T r anscendent es (y= f (x).FCT 9 .com excep. D= f (x)> 0) Cir cular Hiper bólica 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

Det er mine o maior subconj unt o de R que pode ser vir de domínio da f unção f : f ( x) = 3x − 5 f ( x) = 7 − 2 x f ( x) = 4 − x 2 f ( x) = x +1 x3 − 9x [5 3 .0.5 3 2 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .2] ℜ \ {−3. 7 2] [− 2.FCT { } 10 .+∞[ ]− ∞.3} 4x + 7 f ( x) = 2 6 x − 13x − 5 2001/2002 ℜ\ − 1 .

3} 2− x f ( x) = log   x −1  2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .0.FCT ]1.Det er mine o maior subconj unt o de R que pode ser vir de domínio da f unção f : f ( x) = 3 x − 2 f ( x) = 3 f ( x) = e x−3 x−2 x +1 x 3 −9 x ]− ∞.2[ 11 .+∞[ ℜ \ {2} ℜ \ {−3.

ANÁLISE MATEMÁTICA I 4º Aula 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 1 .

injectiva e bijectiva.3. 1. 1. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .2. Função inversa.3.Programa da Disciplina: 1.3.3. Revisão de conceitos fundamentais (cont.) 1.FCT 2 . Funções. Função sobrejectiva.

Princípios de Análise Matemática Aplicada.. F. N. Aplicada. [4] Anton. Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . H. Calculus. [2] Silva. Calculus. J.FCT 2002/2003 3 . Análise Matemática Aplicada. cios.. C. J. Leal. Wiley.. Lopes da Silva. Exercícios..Bibliografia Principal: [1] Piskounov. McGraw-Hill. [3] Silva. C. McGraw-Hill. Cálculo diferencial e integral volume I. C.

FCT 4 .Funções A=Df w z x a f(w) f(z) f(x) f(a) f(A)=D’ f B Elementos de B associados pela função f aos elementos de A 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

O conjunto A é o domínio da função. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 5 . O elemento y é chamado imagem de x por f e designa-se f(x). O contradomínio da função consiste em todas as imagens dos elementos de A.Funções Uma função f definida num conjunto A e tomando valores em B é uma correspondência que associa a cada elemento x de A um único elemento de y de B.

∀x1 . correspondem valores diferentes de y ∈ B. x 2 ∈ Df : x1 ≠ x 2 ⇒ f ( x1 ) ≠ f ( x 2 ) ou f ( x1 ) = f ( x 2 ) ⇒ x1 = x 2 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 6 . a valores diferentes de x ∈ A.Função injectiva Uma aplicação diz-se injectiva quando.

FCT 7 .Função sobrejectiva Se f(A)=B. se o contradomínio coincide com o conjunto de chegada). isto é. f é uma função sobrejectiva se : B = f ( A) : ∀y ∈ B : ∃x ∈ A : y = f ( x) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

FCT 2002/2003 8 .5 4 3 2 1 0 -3 -2 -1 0 1 2 3 Injectividade? Sobrejectividade? não sobrejectiva Por exemplo: f(-1) =1 e f(1) =1 – não injectiva Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .Funções Função biunívoca (bijectiva) Uma função f de A em B diz-se biunívoca se. então dizemos que os conjuntos A e B estão em correspondência biunívoca. se f é biunívoca. então cada f(x) do contradomínio é imagem de um x em A.FCT 9 . Isto é. para todo x1 ≠ x2 em A. ∀y ∈ B : ∃x ∈ A : y = f (x) Se o contradomínio de f é B e f é biunívoca. se tem f(x1) ≠ f(x2) em B.

É biunívoca ? X w z x a f(w) f(z) f(x) f(a) Y NÃO ! 2002/2003 Elementos de Y associados pela função f aos elementos de X Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 10 .

f(g(x)) =x para todo x em B g(f(x))=x para todo x em A 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 11 . então uma função g com domínio B e contradomínio A denomina-se função inversa de f se.Função inversa Se f é biunívoca com domínio A e contradomínio B.

Função inversa Seja. f-1(x) é a função inversa da função f e define-se por: f − 1 : D ' f x = f → −1 A ( y ) x 12 y → f 2002/2003 −1 [f ( x ) ]= Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT . A → x → B f ( x ) = y Injectiva Diz-se que.

FCT 13 .Determine a equação da função inversa das seguintes funções: y = x−3 3x + 1 y= 2x − 1 y = x +3 x +1 y= 2x − 3 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

Determine a função inversa das seguintes funções: y = x +1 3 y = x −1 y =+ x 3 f ( x) = x 2 [0 .FCT 14 . 2 ] 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

FCT 15 . o contradomínio é o domínio da função inversa. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .Contradomínio Chama-se contradomínio de uma função f ao conjunto de valores reais que resultam para a variável dependente quando a independente percorre o seu domínio.   Se for possível determinar a função inversa. recorrendo à representação gráfica – projectando a função no eixo das ordenadas.

+∞[ ]− ∞.Determine o contradomínio de f: f ( x) = 7 x − 5 f ( x) = x − 3 f ( x) = x 3 f ( x) = x 2 + 2 f ( x) = 3 − x − 1 ℜ + ℜ0 ℜ [2.FCT 2002/2003 16 .3] Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

+∞[ 17 .FCT [− 3.Determine o contradomínio de f: f ( x) = x 2 − 3 2 1 0 -3 -2 -1 -1 0 -2 -3 -4 1 2 3 x y -2 1 -1 -2 0 -3 1 -2 2 1 Projectando a parábola no eixo dos yy: 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

+∞[ 18 .Determine graficamente o contradomínio de f: 2 f ( x) = x + 2 12 10 8 6 4 2 0 -4 -2 0 2 4 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT D’ f= [2.

FCT D’ f= − ∞.3 ] ] 19 .Determine graficamente o contradomínio de f: f ( x) = 3 − x − 1 4 2 0 -2 -4 -6 0 10 20 30 40 50 60 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

Operações Se h( x ) = x + 5 x + 1 2 podemos considerar h(x) como uma soma de valores das funções mais simples. f e g. definidas por g. Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT f ( x) = x 2 e g ( x) = 5 x + 1 Então podemos dizer que h é a soma de f e 2002/2003 20 .

então a soma de f e g é a função s definida por: s ( x) = f ( x) + g ( x) Com x pertencente a D.Operações De modo mais geral. Df +g = Df ∩ D g 21 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT . se f e g são funções quaisquer e D é a intersecção dos seus domínios.

FCT .Operações Analogamente. ( f − g )( x) = f ( x) − g ( x) e ( fg )( x) = f ( x) g ( x) D f −g = D f ∩ D g 2002/2003 Com x pertencente a D. D fg = D f ∩ D g 22 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . a diferença f-g e o produto fg de f e g definem-se como.

FCT 23 . * f )(x ) ≡ ≡ f ( x ) * f ( x ) * ..Potenciação Caso particular do tipo. (f * f * . * f ( x ) ≡ ≡ [f ( x )] 2002/2003 n Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP ....Operações .

g )( x) ≡ c * g ( x) Combinação linear de n funções: (c1 f 1 + c 2 f 2 + ..FCT 24 . + c n f n ( x) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP ..Operações – Combinação linear f ( x) = c (c. + c n f n )( x) ≡ ≡ c1 f1 ( x) + c 2 f 2 ( x) + ...

f f ( x) ( )( x) = g g ( x) Com x em D e g(x)≠0 D f = D f ∩ D g ∩ {x ∈ ℜ : g ( x ) ≠ 0} g 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .Operações Finalmente. o quociente f/g de f por g é dado por.FCT 25 .

FCT 26 . ∀x ∈ A f(x)|A é limitada se. f ( x) ≤ M . ∀x ∈ A f(x)|A é limitada inferiormente se existir um nº real m tal que.Função Limitada (contradomínio Limitado) f(x)|A é limitada superiormente se existir um nº real M tal que. ∀x ∈ A 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . f ( x) ≥ m. m ≤ f ( x) ≤ M .

∀x1 .FCT 27 . I ⊂ Df .Monotonia Numa parte. x 2 ∈ I Crescente f(x) é monótona Decrescente x 2 > x1 ⇒ f ( x 2 ) > f ( x1 ) Não-decrescente x 2 > x1 ⇒ f ( x 2 ) ≥ f ( x1 ) x 2 > x1 ⇒ f ( x 2 ) < f ( x1 ) Não-crescente x 2 > x1 ⇒ f ( x 2 ) ≤ f ( x1 ) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

crescente será: f ( x 2 ) − f ( x1 ) >0 x 2 − x1 Decrescente será: f ( x 2 ) − f ( x1 ) <0 x 2 − x1 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .Monotonia De outra forma.FCT 28 .

Funções pares e ímpares A função h é uma função par se e só se existem h(x) e h(-x) e h(-x)=h(x). ∀x ∈ Dh Ex: x2. sen(x) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 29 . cos(x) A função h é uma função ímpar se e só se existem h(x) e h(-x) e h(-x)=-h(x). ∀x ∈ Dh Ex: x3.

Ex: x2 10 8 6 4 2 0 -4 2002/2003 -2 0 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 2 4 30 .Funções pares e ímpares Função par.

Funções pares e ímpares Função ímpar. Ex: x3 30 20 10 0 -4 -2 -10 0 -20 -30 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 2 4 2002/2003 31 .

ANÁLISE MATEMÁTICA I 5º Aula 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 1 .

Funções. Exercícios de aplicação 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .3.FCT 2 . 1. Algumas funções importantes. Revisão de conceitos fundamentais (cont.3.8.Programa da Disciplina: 1.) 1.

. [3] Silva. Leal. Calculus. Wiley. Análise Matemática Aplicada. Princípios de Análise Matemática Aplicada. Lopes da Silva. N. McGraw-Hill.. [2] Silva. Cálculo diferencial e integral volume I. Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . C.FCT 2002/2003 3 . F.. C. J. C. [4] Anton. McGraw-Hill.Bibliografia Principal: [1] Piskounov. Aplicada. J. H.. Calculus. cios. Exercícios.

passamos a ter uma sistema de coordenadas susceptível de representação num sistema de eixos y bidireccional..0) 2002/2003 (x.FCT 4 .b) Função : x (a....Se em vez de um conjunto de números reais (pontos de uma recta) definirmos pares de números reais.b) (a..Algumas funções importantes Relembrando.. f(x)) Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . (0.

.. a1. ...FCT 5 . an – nº reais constantes (coef..+ an-1x + an Onde. do polinómio) n – nº inteiro positivo (grau do polinómio) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .Algumas funções importantes a) Funções polinomiais f(x)= a0xn + a1xn-1 + . a0.

0) (0.b) (-b/a.0) f(x)=b x 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 6 .Algumas funções importantes a1) Funções lineares f(x)= ax+b (recta) a e b – nº reais f(x)=ax+b y f(x)=ax (0.

b e c – nº reais a>0 a<0 raiz 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 7 .Algumas funções importantes a2) Funções quadráticas ou polinomiais de 2º grau f(x)= ax2+bx + c (parábola) a.

1) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .Algumas funções importantes a3) Função potência (expoente natural) f(x)= xn x3 = f(x) n – nº inteiro positivo x2 = f(x) (1.FCT 8 .

1) 0 f(x) = 1/xn Se n=2 => f(x) = 1/x2 | R \ 0 (-1.Algumas funções importantes b) Função racional P(x) e Q(x) – Funções polinomiais Q(x) ≠ 0 f(x)= P(x) / Q(x) P(x) • 1 e Q(x) • xn Se n=1 => f(x) = 1/x | R \ (1.-1) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 9 .

1. Considere a função real de variável real definida por: 3x f ( x) = x −1 a) Determine o seu domínio b) Verifique que é injectiva c) Determine a função f-1(x) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . Determine o domínio das seguintes funções: x +1 a) f ( x) = 3− x b) f ( x ) = 1 8−x − x −2 c) f ( x) = 4 x 2 − 6 x − 16 4− x 2.FCT 10 .

ANÁLISE MATEMÁTICA I 6º Aula 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 1 .

3.FCT 2 . Exercícios de aplicação 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .) 1. Revisão de conceitos fundamentais (cont.Programa da Disciplina: 1. Funções. Algumas funções importantes (cont.8.).3. 1.

Aplicada... [4] Anton. Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . Calculus. Princípios de Análise Matemática Aplicada. J. H. F. Leal. McGraw-Hill.. Wiley.Bibliografia Principal: [1] Piskounov. N. C. C. Exercícios.. J.FCT 2002/2003 3 . [2] Silva. Lopes da Silva. [3] Silva. cios. C. Cálculo diferencial e integral volume I. Análise Matemática Aplicada. McGraw-Hill. Calculus.

a xa (a x ) a a − p y y = a = a 1 a p q x+ y xy Bases mais usadas: a = 10 a = e (função exponencial natural) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP ...Outras funções simples i) Função exponencial f(x)=ax.nº real constante e positivo f(x) sempre positiva (contradomíno é um conjunto de nº positivos) Recorde.FCT = = p q a p 4 . a .

(0.1) f(x) f(x) = ax. a>1 Monótona cres.FCT 5 .Outras funções simples i) Função exponencial f(x) = ax. x Df = R D’f = R+ 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . 0<a<1 Monótona dec.

Exemplo 1. f ( x) = 1 − 7 2− x Determine o seu domínio e contradomínio. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .Outras funções simples i) Função exponencial .FCT 6 . Seja.

FCT y 7 . a > 0 e a ≠ 1 Df = R+ (contradomínio da função exponencial) Logaritmo de um nº positivo x na base a é o número a que se deve elevar a base para obter x f ( x) = y = log a ( x) ⇔ x = a 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .Outras funções simples ii) Função logarítmica (função exponencial inversa) Base a f(x) = loga(x).

a > 1 (0.FCT 8 .Outras funções simples i) Função logarítmica f(x) f(x) = loga (x).1) Bases mais usadas: a = 10 a = e (função exponencial natural) 2002/2003 Df = R+ D’ f = R f(x) = loga (x). 0 < a < 1 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

∀a. ∀a ∈ℜ+ \ {1 } ∀ x. ∀ x ∈ℜ+ . ∀a ∈ℜ+ \ {1 } ∀ x ∈ℜ+ . y ∈ℜ+ .FCT 9 .Outras funções simples ii) Função logarítmica . b ∈ℜ+ \ {1 } ∀ p ∈ℜ. ∀a ∈ℜ+ \ {1 } 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .Propriedades operatórias log a(x * y ) = log a x + log a y loga (x / y ) = log a x − log a y log a x p = p log a x log b x = log a x * log b a ∀ x. y ∈ℜ+ .

Outras funções simples ii) Função logarítmica .exemplo 2.FCT 10 .log3 (2+3x) Determine Df e D’f 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . Considere a seguinte função: f(x) = 5 .

2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .3.FCT 11 . b) Determine os valores de x que tornam verdadeira a inequação f(x) < 2. Seja: x+6 f ( x) = 3 x − x a) Determine o seu domínio.

FCT 2002/2003 12 . + ∞ [ Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . Determine o contradomínio de f: a) f ( x) = x 3 + 1 b) f ( x) = e x + 2 ℜ ] 2. + ∞ [ ℜ c) f ( x) = 3 − log ( x − 1) d ) f ( x) = 3 + x − 1 [ 3.4.

5. Determine o contradomínio de f:
f ( x) = x − 3
3 2.5 2 1.5 1 0.5 0 0 2 4 6 8 10 12

X Y

3 0

5 1.41

10 2.65

Projectando a função no eixo dos yy: D’ f = ℜ 0 +
2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT 13

ANÁLISE MATEMÁTICA I
7º Aula
2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT 1

Programa da Disciplina:
1. Revisão de conceitos fundamentais (cont.)

1.3. Funções.
1.3.8. Algumas funções importantes (cont.). Exercícios de aplicação

2002/2003

Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT

2

Bibliografia Principal:
[1] Piskounov, N. Cálculo diferencial e integral volume I, Lopes da Silva. [2] Silva, J. C., Princípios de Análise Matemática Aplicada, McGraw-Hill. Aplicada, [3] Silva, J. C., Leal, C. F., Análise Matemática Aplicada, Exercícios, McGraw-Hill. cios, [4] Anton, H., Calculus, Wiley. Calculus,
Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT

2002/2003

3

Outras funções simples
i) Funções trigonométricas
Ângulos
Ângulo negativo Lado inicial Ângulo positivo

Medida do ângulo: graus ou radianos
1

2002/2003

Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT

4

i) Funções trigonométricas

π 2

90°

Perímetro da circunferência :

2π r

Radianos: comprimento de um arco definido pelo ângulo ( r = 1 ). 0° / 360°

180°

π


1 “volta”, arco =

¼ “volta”, arco = ¼ x

2π = π 2
5

2002/2003

3π 2

270° Monteiro / Nelson Barros Álvaro
UFP - FCT

i) Funções trigonométricas
lado oposto a θ y sen ( θ ) = = hipotenusa r lado adjacente a θ x cos ( θ ) = = hipotenusa r lado oposto a θ y tg ( θ ) = = lado adjacente θ x lado adjacente θ cot g ( θ ) = lado oposto a θ
2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT

r θ x

y

x = y
6

FCT 1 ) = =1 1 7 .i) Funções trigonométricas 2 45° 1 θ = 45° = o π 4 1 45° sen ( 45 ) = 1 2 = 2 2 cos ( 45 ο 2 )= 2 tg ( 45 ο 1 ) = =1 1 ο cot g ( 45 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

FCT .i) Funções trigonométricas 2 30° 60° θ = 30° = π 6 1 )= 2 1 sen (30 ο 3 θ = 60° = π ο 4 tg ( 60 ο 3 cos ( 30 ) = 2 3 ο tg ( 30 ) = 3 ο 3 sen (60 ) = 2 1 ο cos ( 60 ) = 2 2002/2003 )= 3 ο cot g ( 30 ο )= 3 cot g ( 60 3 )= 3 8 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

FCT 9 2002/2003 . cot g ( è ) = cos ( è) sen ( è ) Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .i) Funções trigonométricas Sistema de coordenadas rectangulares r y sen ( θ ) = r θ y x cos ( θ ) = r x cot g ( θ ) = y x y tg ( θ ) = x y = sen ( θ ) . x = cos ( è ) Se r = 1 => e cos ( è ) sen ( è) tg ( è) = .

θ =150° -1 1 -1 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . Calcule o valor da função trigonométrica para θ =150° .i) Funções trigonométricas 1 1.FCT 10 .

FCT ] +∞ 11 [ . + ∞ [ Função par: f(x) = .f(-x) Df = ] − ∞.i) Funções trigonométricas Funções periódicas de período 2 π Função impar: f(x) = . Monótonas em parte do seu domínio 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .f(x) Df = − ∞.

FCT 12 . de entre as quais: sen ( x ) f ( x) = tg( x) ≡ cos( x ) ℜ\ ±( 2k +1)π     2 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .i) Funções trigonométricas A partir das funções anteriores podem definir-se mais 4 funções.

i) Funções trigonométricas A partir das funções anteriores podem definir-se mais 4 funções.FCT 13 . de entre as quais: 1 cos( x ) ≡ tg ( x ) sen ( x ) f ( x ) = cot g ( x ) ≡ ℜ \ {± k π } 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

i) Funções trigonométricas inversas f ( x ) = arcsen ( x ) f ( x ) = arccos( x ) f ( x ) = arctg ( x ) f ( x ) = arc cot g ( x ) Só é possível determinar a inversa se se efectuar restrições ao domínio por forma a a tornar injectiva a função nessas restrições 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 14 .

π / 2. π/ 2 ] f-1(x) = arcsen (x) | [ -1.i) Funções trigonométricas inversas Principais restrições f(x) = sen (x) | [ .FCT π/2 1 x -π/2 2002/2003 15 . 1 ] f-1(x) π/2 -1 -π/2 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

i) Funções trigonométricas inversas Principais restrições f(x) = cos (x) | [ 0. π] f-1(x) = arcos (x) | [ -1.FCT 1 16 x . 1 ] f -1(x) π π/2 π/2 -1 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

π / 2 [ f-1(x) = arctg(x) f-1(x) π/2 x .π / 2.FCT 17 .i) Funções trigonométricas inversas Principais restrições f(x) = tg(x)| ] .π/2 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

π [ f-1(x) = arcotg(x) f-1(x) π π/2 x 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .i) Funções trigonométricas inversas Principais restrições f(x) = cotg(x)| ] 0.FCT 18 .

ANÁLISE MATEMÁTICA I 8º Aula 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 1 .

Objectivos da aula: Exercícios de aplicação .Folha 1 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 2 .

Calculus. J. H. F.Bibliografia Principal: [1] Piskounov. C. Aplicada. Princípios de Análise Matemática Aplicada. Leal. [3] Silva. Cálculo diferencial e integral volume I.. McGraw-Hill. Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . C. N. Wiley.. Análise Matemática Aplicada. [4] Anton. Lopes da Silva. [2] Silva. C. cios. J. Calculus.. Exercícios. McGraw-Hill.FCT 2002/2003 3 ..

FCT 4 . o domínio das funções definidas em ℜ por: a) f ( x) = x − 2 x + 2 2 b) 5 f ( x) = 2 6x + 2 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . Calcule.FOLHA Nº 1 1. com intervalos de números reais.

) c) 2x f ( x) = 2 x −4 x h( x ) = 2x − 2 x − 3x + 1 g ( x) = 3 2 x − 4 x + 3x 2 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . (Cont.1.FCT 5 2 d) e) .

o domínio das funções reais de variável real seguintes: a) g ( x) = 3 x + 2 2 b) h( x ) = x + 4 4 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . como intervalos de números reais.2. Defina.FCT 6 2002/2003 .

(cont.) c) f ( x) = 1 − 2 x g ( x) = x−3 + 5− x 4−x d) e) 2002/2003 h( x ) = 8 1 2− x Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 7 .2.

FCT 8 .3. em ℜ por: a) y = x − 5 2 b) y = 1 + 3 x + 1 2 c) y = 2 − x + 2 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . Com intervalos de números reais represente o contradomínio de cada uma das funções definidas.

Verifique se as seguintes funções são pares ou ímpares: a ) f ( x) = sen( x) b) g ( x) = ( x − 1) 2 c) h( x ) = cos( x + 2π ) 1 d ) i ( x) = 3 x −1 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 9 .4.

o domínio das das funções definidas em R por: 1 5 + 1 b) y = a) y = x −x 1+ e 1 + 4e c) y = x ln( x ) 2 2 d) y = xe − x2 e) y = 3-5 2002/2003 x Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 10 .5. com intervalos de nº reais. Calcule.

6. b) Resolva em R a condição: 2002/2003 11 f ( x) = 4 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 11 . Determine os valores de x que satisfazem a: a) 2 3x+2 = 2 2 x −1 b) x e + 3xe = 0 2 x x 7. Considere a função real de variável real: f ( x) = 3 − 2 a) Determine o domínio e o contradomínio da função.

Considere a função real de variável real: f ( x) = 2 − log5 ( x − 3) a) Determine o seu domínio e contradomínio. os seus zeros.8. c) Defina 2002/2003 f −1 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . b) Calcule. se existirem. Determine o conjunto solução de: a) log 2 ( x + 2) = 6 b) log x 3 3=− 2 9.FCT 12 .

FCT 13 .10.(3 + 3 cotg( x )) = 0 c ) cos( 2 x ) + cos( x ) = 0 d ) 2 cos ( x) − 3 cos( x ) + 1 = 0 2 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . Resolva as seguintes equações trigonométricas: a ) 2 sen ( x ) + 3 = 0 b) ( 2 + 4 sen( x )).

11. Considere a função: 1 g ( x ) = arcsen (2 x + 1) 2 a) b) c) g (−1 Calcule )  1 g − e   2 Determine o domínio e o contradomínio de g.FCT 2002/2003 14 . Defina a função inversa de g. Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

FCT 1 .ANÁLISE MATEMÁTICA I 9º Aula 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

Objectivos da aula: 2. Funções reais de variável real 2.1. Limites. 2.1.1. Conceito de limite de uma função.

2002/2003

Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT

2

Bibliografia Principal:
[1] Piskounov, N. Cálculo diferencial e integral volume I, Lopes da Silva. [2] Silva, J. C., Princípios de Análise Matemática Aplicada, McGraw-Hill. Aplicada, [3] Silva, J. C., Leal, C. F., Análise Matemática Aplicada, Exercícios, McGraw-Hill. cios, [4] Anton, H., Calculus, Wiley. Calculus,
Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT

2002/2003

3

Con cei t o de l i m i t e de u m a f u n ção
Seja f uma função definida num intervalo aberto contendo a (ou excepto possivelmente o próprio a) e seja L um número real. A afirmação

f ( x) = L lim
x→a

Significa que, para todo ε > 0 existe um δ > 0, tal que Se 0 < |x - a|< δ, então |f(x) – L| < ε Se x está no intervalo aberto (a- δ, a+ δ) e x ≠ a, então f(x) está no intervalo aberto (L- ε, L+ ε).
2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT 4

Con cei t o de l i m i t e de u m a f u n ção Como ε pode tornar-se arbitrariamente pequeno, a definição anterior pode ser reformulada f(x) pode tornar-se arbitrariamente próxima de L escolhendo-se x suficientemente próximo de a.

2002/2003

Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT

5

Conceito de limite de uma função

lim f ( x) = L
x→a

Para ε > 0 arbitrário, considere o intervalo aberto (L- ε, L+ ε)
] L- ε [ L+ ε

a

l

L

l’

2002/2003

Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT

6

Conceito de limite de uma função

a-δ

] | x a

[ a+δ

l’

] | L- ε

f(x) L

[ L+ ε

l’

Deve ficar claro que o número δ na definição de limite não é único, pois, encontrado um δ específico, qualquer δ’ positivo menor que δ servirá.
2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT 7

Conceito de limite de uma função
Gráfico de uma função f onde, para qualquer x no domínio f, f(x) é a ordenada y do ponto do gráfico de abcissa x. Dado ε > 0 L+ ε arbitrário, consideramos o intervalo aberto (L- ε, L+ ε) L• no eixo dos yy e as rectas horizontais y=L ± ε L-ε Se existe um intervalo aberto (a - δ, a + δ), tal que para todo o x em (a - δ, a + δ), o ponto P(x, f(x)) esteja entre as duas rectas horizontais.
2002/2003

P(x,f(x))

Y=L+ ε


a-δ

Y=L - ε

• a

a+δ

x

lim f ( x) = L
x →a
8

Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT

2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .Conceito de limite de uma função A expressão “achar número L.FCT 9 . tal que: lim f ( x) x→ a “ significa “achar um lim f ( x) = L x →a Se não existe tal número L. dizemos que: x→a lim f (x ) não existe.

FCT 2002/2003 10 .0 < x − a < δ ⇒ f ( x) − L < ε VIZINHANÇA de a Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .Conceito de limite de uma função Matematicamente : ∀ε > 0. ∃δ (ε ) > 0 : ∀x.

então lim c = c x→a Se a.FCT 11 . b e m são reais quaisquer.Teoremas sobre limites Se a e c são reais quaisquer. então lim (mx + b) = ma + b x→a 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

FCT Desde que M≠0 2002/2003 12 .g ( x)] = L.M x→a x→a f ( x) L lim[ g ( x) ] = M x →a Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .Teoremas sobre limites Se (i) (ii) (iii) lim f ( x) = L e lim g ( x) = M x →a x →a então: lim[ f ( x) + g ( x)] = L + M lim[ f ( x).

FCT n 2002/2003 13 . f ( x)] = c.Teoremas sobre limites (iv) lim[ f ( x)] = [lim f ( x)] n x→a x →a x →a x →a n (v) lim[c.[lim f ( x)] lim cx x→a n (vi) = c lim x = ca n x →a Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

FCT x →a lim f ( x) 2002/2003 14 . então lim f ( x) = x→a f (a) Para todo o número real a Se uma função f tem limite quando x tende para a. então lim x→a n f ( x) = n Desde que n seja ou inteiro positivo ímpar ou inteiro positivo par e lim f ( x ) ≥ 0 x →a Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .Teoremas sobre limites Se f é uma função polinomial.

T eor em as s obr e l i m i t es Se a > 0 e n inteiro positivo.FCT 15 . ou se a ≤ 0 e n é um inteiro ímpar positivo. então lim ( x ) n x→a = (lim x ) = ( a ) x→a m n Também lim x x→a 2002/2003 =a m n Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . então lim x→a m n x= a n n m n m Se m e n inteiros positivos e a > 0.

Prove. Determine: x →2 lim (3x + 1) = 7 a ) lim 10x + 2 x→ ( 2 ) d ) lim (3x + 7 x) 4 x → −2 3x + 4 b) lim x →2 5x + 7 5x − 2 x + 1 c) lim 6x − 7 x →3 2 2002/2003 e) lim x →8 3 x +3 x 4 − (16 ) x 3 2 2 f ) lim 3 x − 4 x + 9 x →5 16 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .1.FCT . usando a definição de limite. que : 2.

ANÁLISE MATEMÁTICA I 11º Aula 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 1 .

Limites. Funções reais de variável real (cont.5.1.FCT 2 . Indeterminações.1.4. 2.1. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . 2. Propriedades dos limites de funções.) 2.Objectivos da aula: 2.

Calculus. Leal.. F.. Calculus.. Exercícios. cios. [3] Silva. Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . Wiley. McGraw-Hill. C. Cálculo diferencial e integral volume I.FCT 2002/2003 3 . Princípios de Análise Matemática Aplicada.. Análise Matemática Aplicada. [2] Silva. N. McGraw-Hill. [4] Anton. J. Aplicada. J. C. H. Lopes da Silva. C.Bibliografia Principal: [1] Piskounov.

∞ 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 4 .Gener alização das pr opr iedades dos limit es aos limit es infinit os: SOMA Se f(x) tende para E g(x) para f(x)+g(x) tende para L M L+M L +∞ +∞ L -∞ -∞ +∞ +∞ +∞ -∞ -∞ -∞ +∞ -∞ Indeterminação +∞ .

0 .FCT 5 .Gener alização das pr opr iedades dos limit es aos limit es infinit os: PRODUTO Se f(x) Tende para e g(x) para f(x) .∞ +∞ -∞ L*M +∞ -∞ Indeterminação ±∞. g(x) tende para L L>0 L=0 L<0 +∞ M +∞ -∞ ±∞ +∞ .∞ +∞ +∞ -∞ 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

M •0 0 +∞ -∞ 0 L/M +∞ +∞ -∞ -∞ -∞ +∞ -∞ +∞ +∞ -∞ 0 IND.Gener alização das pr opr iedades dos limit es aos limit es infinit os: QUOCIENTE Se f(x) Tende para e g(x) para f(x) / g(x) tende para L +∞ M>0 M=0 M<0 M>0 -∞ M=0 M<0 L L 0 ∞ ∞ IND. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT 6 .

A APL I CAÇÃO DAS PR OPR I EDADES DOS L I MI T ES PODE I MPL I CAR O APAR ECI MENT O DE I NDET ER MI NAÇÕES DO T I PO: +∞−∞ 0.∞ I ndet er minações 0 0 ∞ ∞ Implica levantar a indeterminação..FCT 7 .. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

1 .FCT . Calcu l ar os s egu i n t es l i m it es cas o ex iis t am s it 3x − 2 x + x a ) lim 2 5x + 2x x →0 3 2 7x − 2x + x c) lim 2 3x + 2 x x →0 3 2 x + 3x − 9 x − 2 b) lim 3 x − x−6 x→2 3 2 d ) lim x →0 1+ x −1 x 8 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

2 .FCT 9 . Calcu l ar os s egu i n t es l i m it es cas o ex iis t am s it 3x 3 − x 2 + x a ) lim 2 5x x → +∞ 4x − 9x b) lim 2 x → +∞ x + x + 6 2 7x 2 − 2x + 1 c) lim 3 x → +∞ 3 x − 2 x + 2 3x − 2 x + x d ) lim 2 5x + 2x x → −∞ 3 2 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

FCT 2002/2003 10 . Calcu l ar os s egu i n t es l i m it es cas o ex iis t am s it x + h) 3 − x 3 ( a ) lim h h →0 3   1 b) lim  − 3  1− x  x →1  1 − x Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .3 .

FCT Aula nº 12 1 .ANÁLISE MATEMÁTICA I 12º Aula 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .

2 . 2 .2 .1 . F u n çõ es con t í n u as n u m i n t er val o. 2 .2 .3 . 2 .FCT Aula nº 12 2002/2003 2 . 2 . Funções reais de variável real (cont.2 .4 . P r opr i edades das f u n çõ es con t í n u as n u m pon t o.5 T eor em as s obr e f u n çõ es con t í n u as n u m i n t er val o.2 . Con t i n u i dade. Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .2 .Objectivos da aula: 2. 2 . D ef i n i ção de f u n ção con t í n u a.2 . Con t i n u i dade à di r ei t a e à es qu er da n u m pon t o do dom í n i o.) 2 .

Bibliografia Principal:
[1] Piskounov, N. Cálculo diferencial e integral volume I, Lopes da Silva. [2] Silva, J. C., Princípios de Análise Matemática Aplicada, McGraw-Hill. Aplicada, [3] Silva, J. C., Leal, C. F., Análise Matemática Aplicada, Exercícios, McGraw-Hill. cios, [4] Anton, H., Calculus, Wiley. Calculus,
Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT Aula nº 12

2002/2003

3

F u n çõ es r eais de var i ável r eal - Con t in u idade

Uma f unção f é cont inua num pont o a se são sat isf eit as as condições seguint es:

• f (a) exist e • •
2002/2003

(é f init o); exist e

lim f ( x)
x→ a

lim f ( x) =
x→ a

f (a)
4

Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT Aula nº 12

D ef i n i ção de f u n ção con t í n u a
A definição matemática de continuidade utiliza a definição matemática de limite de uma função, isto é, f(x) é contínua em x=a se,

∀ε > 0, ∃δ > 0 : ∀x, x − a < δ ⇒ f ( x) − f (a ) < ε x = a ⇒ f ( x) − f (a ) = 0 < ε
SEMPRE...

O intervalo de valores em torno de L deverá conter todas as imagens incluindo a de a. Se a condição falsa ⇒ f(x) diz-se descontínua para x=a

Ponto x=a • Ponto de descontinuidade da função
2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT Aula nº 12 5

F u n çõ es r eais de var i ável r eal - Con t in u idade
f (x)

lim f ( x)
x→ a

f (x) f(x)
L2 L1 = f(a)

a

x

a

x

Descont ínua f não é def inida em a.
2002/2003

Descont ínua Não exist e

lim f ( x)
x→ a
6

Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT Aula nº 12

F u n çõ es r eais de var i ável r eal - Con t in u idade

Três tipos de descontinuidades:
i) Descontinuidade infinita f (x)

lim f ( x) = + ∞
x→ a −

a

x

lim f ( x) = −∞
x→ a +

Descont ínua Não exist e
2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT Aula nº 12

lim f ( x)
x→ a
7

F u n çõ es r eais de var i ável r eal - Con t in u idade

Três tipos de descontinuidades:
ii) Descontinuidade finita f (x)
L2 L1

f(x) f (x)
L2 = f(a) L1

a

a x

Descont ínua
Não existe
2002/2003

Descont ínua
Não existe Mas
Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT Aula nº 12
x→ a

x

lim f ( x)
x→ a

lim f ( x)
2

lim f ( x) = L
x→ a +

= f (a)
8

F u n çõ es r eais de var i ável r eal - Con t in u idade

Três tipos de descontinuidades:
ii) Descontinuidade finita f (x)
L2 L1 = f(a)

f(x)
L2 f(a) L1

Descont ínua
Não existe Mas
x→ a

a

a x

x

Descont ínua
Não existe
x→ a −

lim
x→ a

f ( x)
1

lim f ( x) = L

= f (a)

lim f ( x) lim f ( x) ≠ lim f ( x) ≠ f (a)
x→ a
x→ a +

2002/2003

Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP - FCT Aula nº 12

9

Con t in u idade Três tipos de descontinuidades: iii) Descontinuidade removível para x=a f (x) L f(x) L f(a) a x a x e f (a) não exist e ou lim f ( x) ≠ f (a) x→ a 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT Aula nº 12 x→ a lim − f ( x ) = lim + f ( x ) ≠ f (a ) x→ a 10 .F u n çõ es r eais de var i ável r eal .

Con t in u idade Três tipos de descontinuidades: iii) Descontinuidade removível para x=a (cont. x = a lim  x→a Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .F u n çõ es r eais de var i ável r eal .FCT Aula nº 12 2002/2003 11 .) É possível definir uma nova função: x≠a  f ( x).  g ( x) f ( x).

x = a lim  x→a Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .) É possível definir uma nova função: x≠a  f ( x).FCT Aula nº 12 2002/2003 12 .  g ( x) f ( x).Con t i n u idade Três tipos de descontinuidades: iii) Descontinuidade removível para x=a (cont.F u n çõ es r eais de var i ável r eal .

Con t in u idade à dir ei t a e à es qu er da n u m pon t o do dom í n i o: lim x→ a + x→ a − f ( x) = f (a ) f (a) lim f ( x) = f é cont ínua à dir eit a e à esquer da de a Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT Aula nº 12 2002/2003 13 .

desde que g(a) seja difer ent e de 0 . f g. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . is t o é: lim f ( x) = x→ a f (a) ∧ lim g ( x) = g (a) x→ a Ent ão t ambém o são a sua soma f + g. a sua difer ença f -g.FCT Aula nº 12 14 . g( x ) du as f u n çõ es con t í n u as par a x = a. t ambém o quocient e f / g é cont í nuo em a. o seu pr odut o.1 S ej am f ( x ) .T eor em a 2 .

T eor em a 2 . ent ão : lim g ( x) = b x →a e se f é lim f ( g ( x)) = f (b) = f (lim g ( x)) x→a x→a S e g é cont ínua em a e f é cont ínua em b= g(a) ent ão: lim f ( g ( x)) = f (lim g ( x)) = f ( g (a )) x→a x→a A f unção compost a de f por g é cont ínua em a. t ais que cont ínua em b.FCT Aula nº 12 15 . 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .2 S e f e g são f unções.

b] se é cont inua em ] a. ent ão f é cont ínua em [ a. além disso: lim f ( x) = f (a) x→ a + 2002/2003 lim x→ b− f ( x) = f (b) f é cont ínua à dir eit a em a ou f é cont ínua à esquer da em b Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . b ] .FCT Aula nº 12 16 .Con t in u idade S e uma f unção f é def inida num int er valo f echado [ a. b [ e se.F u n çõ es r eais de var i ável r eal .

17 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .b [ e se f (a) f or dif er ent e de f(b) .Cauchy S e uma f unção f é cont ínua no int er valo aber t o ] a. t al que f (c)= w . ent ão exist e um nº c ent r e a e b.T eor ema de B olzano .FCT Aula nº 12 . ent ão f t oma t odos os difer valor es ent r e f (a) e f(b) no int er valo ] a. f (b) w f (a) a 2002/2003 P c b S e w é um nº ent r e f (a) e f (b) .b [ .

b] t em nesse int er valo pelo menos um máximo e um mínimo. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT Aula nº 12 18 .T eor ema de W eier st r ass S e uma f unção f é cont ínua e def inida no int er valo f echado [ a.

S e f ( x) = 9 − x 2 esboce o gr áfico de f e pr ove que f áf ico é cont ínua no int er valo fechado [ -3.5 1 0.Con t in u idade 1 .5 2 1.3] .FCT Aula nº 12 19 .F u n çõ es r eais de var i ável r eal .5 0 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . 3.5 3 2.

Con t in u idade T em limit e e lim f ( x) = x→a f (a) ? lim f ( x) = lim = x →a x→a 9 − x = 9 − a = f (a) 2 2 Ver if icar os ext r emos do int er valo x → −3 x →3 lim + f ( x ) = lim x →3 x → −3+ 9 − x 2 = 9 − 9 = 0 = f (−3) f ( x ) = lim − 9 − x 2 = 9 − 9 = 0 = f (3) lim − Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .FCT Aula nº 12 f é cont ínua no int er valo [ -3.3] 2002/2003 20 .F u n çõ es r eais de var i ável r eal .

0 2.6 0.5 0.0 -1.3 3.0 0.0 0.9 0.4 0.0 -2.2 0.0 -0.4 -2.0 4.1 0.0 -6.0 0 -2.0 -4.9 0.FCT Aula nº 12 21 .5 0.0 x y -10.2 1.5 3.0 -2.0 0.0 -4.0 -3.0 -6.1 0.8 0.5 0.0 10.7 0.F u n çõ es r eai s de var i ável r eal .8 0.0 2.0 2.0 1. -8.8 0.0 1.0 1.1 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP . Est ude a f unção quant o à cont inuidade no pont o x= 2 x −1 f ( x) = x−2 4.0 10.3 -0.0 0.0 -1.0 -10.5 0.0 8.0 3.0 -0.0 6.0 6.Con t i n u i dade 2.3 0.6 0.0 -3.3 1.0 4.5 0.3 1.5 1.5 1.0 2.3 -0.5 -0.3 0.7 2.2 -0.

3 -0.0 4.9 -0.8 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .7 2.0 10.0 -3.4 0.2 1.0 3.7 -0.0 -3.5 -0.1 0.F u n çõ es r eai s de var i ável r eal .7 2.2 0.7 -1.0 -0.0 1. -8.6 0.0 0.2 1.0 8.3 0.FCT Aula nº 12 22 .3 0.0 -4.0 -10.0 1.0 0.1 0.7 0.0 4.0 -1.0 -6.0 6.3 0.Con t i n u i dade 3.4 1.5 0.5 1.2 -0.0 1.3 0.6 -0.0 -1.0 -3.0 -6.0 0.3 1.5 3.0 0 -2.1 0.0 -4.4 -1.1 -1.0 -2.0 3.0 -2.0 -4.0 2.0 2.0 -0.0 10.1 0.0 0.0 -10.0 6.0 -1. Est ude a f unção quant o à cont inuidade no pont o x= 2 x −1 f ( x) = x +1 4.0 2.

5 1.0 -1.0 -1.1 0.0 -4.0 3.0 4.0 4.2 -0.F u n çõ es r eai s de var i ável r eal .0 -0.0 10.0 0.0 -2.0 -5.5 1.7 2.9 3.0 3.2 1.Con t i n u i dade 4.0 -2.7 1.9 -0.0 -6.0 -1.0 -1.1 0.0 -6.3 0.2 0.8 -0. Est ude a f unção quant o à cont inuidade no pont o x= 2 x −1 x ≤ 2 f ( x) 4− x x > 2 2 4.5 -0.0 8.0 0.0 2.8 0.0 0.0 10.0 1.0 -7.0 1.0 2.0 1.FCT Aula nº 12 2.0 0 -3.9 -1.0 -6.0 6.0 -1.0 Álvaro Monteiro / Nelson Barros 2002/2003 UFP .0 -10.0 -4.0 6.0 0. -8.0 x y -2.0 23 .5 3.3 1.0 0.4 0.0 -1.0 -2.0 -0.3 -0.0 -0.0 0.

F u n çõ es r eai s de var i ável r eal . A f unção |x -3| é cont inua no pont o x= 3 ? 7. Diga se f (x) é cont inua par a x= 1 f(x) 2x − x + 1 x ≤ 1 f ( x) 3− x x >1 2 8.FCT Aula nº 12 x+5 f ( x) = x − 2 + x−4 24 . Est ude a f unção quant o à cont inuidade no pont o x= 1 f ( x) = x + 2 x + 3 3 6. Det er mine os pont os de descont inuidade de: 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .Con t i n u i dade 5.

Discut a a cont inuidade de f no int er valo [ -3. Discut a a cont inuidade de f se: f ( x) = x −9 x−4 2 10.Con t i n u i dade 9.3] : f ( x) = 9 − x 2002/2003 2 Álvaro Monteiro / Nelson Barros UFP .F u n çõ es r eai s de var i ável r eal .FCT Aula nº 12 25 .

Aula 13 Parte 1 UFP .ANÁLISE MATEMÁTICA I 13º Aula Parte 1 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 1 .

2 .3 . 2 .Aula 13 Parte 1 UFP . I n t er pr et ação geom ét r i ca da der ivada de u m a f u n ção i vada n u m pon t o.Objectivos da aula: 2.) 2 .4 . D er ivadas l at er ai s . D ef in i ção de der i vada de u m a f u n ção n u m pon t o. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 2 .3 . 1. F u n ção der i vada. 2 . D er ivabi l idade.3 .2 . 2 . D er ivadas de or dem s u per ior .3 . Funções reais de variável real (cont.3 .3 .5 .3 . 2 .

J. Aplicada. Leal. Wiley.. N. Calculus. Calculus.Aula 13 Parte 1 UFP .FCT 2002/2003 3 . cios. Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Bibliografia Principal: [1] Piskounov. Cálculo diferencial e integral volume I. McGraw-Hill... C. Exercícios. [3] Silva. Lopes da Silva. J. H. McGraw-Hill. C. C.. Princípios de Análise Matemática Aplicada. [4] Anton. F. [2] Silva. Análise Matemática Aplicada.

FCT Derivada da função no ponto x=a 4 .Definição de derivada f (a+h) Q f (a+h) – f (a) f(a + h) − f (a ) Declive = h h • 0⇒Q • P Secante PQ passa a Tangente em P f ' (a ) = lim h→0 f (a) P h a a+h f(a + h) − f(a) h 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 13 Parte 1 UFP .

I n t er pr et ação geom ét r i ca da der i vada pel a t an gen t e ∆y = tgϕ ∆x tgα = lim tgϕ = ∆x → 0 ∆y = lim = f ' ( x) ∆x → 0 ∆x 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 5 .Aula 13 Parte 1 UFP .

R es u m in do:
A f unção f (x) dir -se-à der ivável par a x= a se exist ir o lim
h→0

f(a + h) − f(a) h

. Est e limit e, se exist ir é

not ado por f ’(a) e é chamado der ivada da f unção f (x) par a x= a:

f '(a)≡lim
h→0

f(a + h) − f(a) h

A função f(x) diz-se derivável se for derivável em todos os pontos do seu domínio.
2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I - Aula 13 Parte 1 UFP - FCT 6

Seja a função f(x) = x2
Calcule a sua derivada

f(a + h) − f(a) f'(a) ≡ lim h h →0

= lim

h→0

(a + h) 2 − a 2 h

a 2 + 2 ah + h 2 − a 2 h( 2 a + h) = lim = lim = 2a h h h→0 h→0

2002/2003

Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I - Aula 13 Parte 1 UFP - FCT

7

Notação de Leibniz:

df(x) d dy f'(x) ≡ f(x) = = dx dx dx
Ex:

Derivada de f(x) em ordem a x

d (x ) f(x) = x : = 2x dx
2

2

Operador de derivação

A derivada da função no ponto x=a, segundo esta notação será:

 df(x)  f'(a) ≡    dx  x = a
2002/2003

ou

df(x) f'(a) = dx x = a
8

Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I - Aula 13 Parte 1 UFP - FCT

D er ivadas lat er ais

Por que se t r at a de um limit e, ao det er minar a der ivada de uma f unção f (x) num pont o a, pode t er que se r ecor r er a limit es lat er ais – semi -t angent es à cur va no pont o a; der ivada à dir eit a de a (f ’ (a+ )) e à esquer da de a (f ’(a-));
f ' ( a ) = lim
− h → 0−

f ( a + h) − f ( a ) h

f'(a ) = lim
+ h→ 0+

f(a + h) − f(a) h

S e f ’(a+ ) = f ’ (a-) , exist e der ivada da função no pont o a
2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I - Aula 13 Parte 1 UFP - FCT 9

D er ivadas lat er ais
O mesmo t ipo de cálculo pode ser ef ect uado r ecor r endo a ª como r az ão incr ement al:
f ' ( a ) = lim
+

ε →0

f (a + ε ) − f (a) ε

f ' ( a ) = lim

ε →0

f (a − ε ) − f (a) −ε

Da mesma f or ma, S e f ’(a+ ) = f ’ (a-) , exist e der ivada da função no pont o a

2002/2003

Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I - Aula 13 Parte 1 UFP - FCT

10

D er ivadas lat er ais
Calcular a der ivada da função no pont o x= 0.

f(x) =
f(x)

x x

2

x≤0 x>0
f’(x) 1

2002/2003

Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I - Aula 13 Parte 1 UFP - FCT

11

T eor em a: S e a f u n ção f ( x ) f ô r der i v ável par a x = a, en t ão f ( x ) é con t í n u a em a

f ' existe ⇒ lim f ( x) = f (a ) (a)
x→ a

Mas ser contínua no ponto não implica ser derivável no ponto...

2002/2003

Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I - Aula 13 Parte 1 UFP - FCT

12

en t ão f ’( x ) = 1 ( f 'x) = lim h →0 2002/2003 ( x + h) − x f ( x + h) − f ( x ) h = lim = lim = 1 h h h →0 h →0 h Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 13 .Aula 13 Parte 1 UFP .F u n ção der ivada S e f é a f u n ção con s t an t e def i n i da f ( x ) = c. en t ão f ’( x ) = 0 ( f 'x) = lim h →0 f ( x + h) − f ( x ) c−c = lim = lim 0 = 0 h h h →0 h →0 S e f ( x ) = x .

k ( x + h) − k ( x ) kx + kh − kx ( = lim =k f 'x) = lim h h h →0 h →0 D er ivada da s om a de f u n çõ es S e f ( x ) = g( x ) + m ( x ) . a s u a der i vada é a s om a al gébr i ca das der i vadas g ( x + h ) + m( x + h ) − g ( x ) − m( x ) ( = f 'x) = lim h h →0 g ( x + h) − g ( x ) m( x + h) − m( x ) ( ( = lim + lim = g 'x) + m'x) h h h →0 h →0 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . a s u a der i vada é a pr ópr i a con s t an t e.Aula 13 Parte 1 UFP .F u n ção der ivada S e f ( x ) = kx .FCT 14 .

m ( x ) + g( x ) . v u = y' 2 v 15 .D er ivada do pr odu t o de f u n çõ es S e f ( x ) = g( x ) . m ( x ) f ’ ( x ) = g’ ( x ) .v ou y ' u '. u = v D er ivada do qu oci en t e de f u n çõ es S e f ( x ) = g( x ) / m ( x ) .FCT u '.+ v'.m ’ ( x ) y = u.Aula 13 Parte 1 UFP . y=u 2002/2003 v Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .− v'.

g’ ( x ) 2002/2003 Ou ainda y = F [ϕ ( x)] Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 16 . S ej a y= f ( x ) u m a f u n ção com pos t a: y = F (u ).u ' x u x ou ( f ( g( x ) ) ) ’ = f ’ ( g( x ) ) . u = ϕ (x) y '= y '.D er ivada da f u n ção com pos t a A der i vada de u m a f u n ção com pos t a é i gu al ao pr odu t o da der i vada des t a f u n ção em r el ação à var i ável in t er m ediár i a u pel a der i vada em r el ação a x da var i ável i n t er m edi ár i a.Aula 13 Parte 1 UFP .

ANÁLISE MATEMÁTICA I 14ª aula (13º Aula Parte 2) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 13 Parte 2 UFP .FCT 1 .

D er ivadas de or dem s u per ior .5 . 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . Funções reais de variável real (cont.3 .4 . 2 .3 . F u n ção der i vada.FCT 2 .Aula 13 Parte 2 UFP .Objectivos da aula: 2.) 2 .

[4] Anton. Calculus.Bibliografia Principal: [1] Piskounov. N.. Análise Matemática Aplicada.. Lopes da Silva. Leal. Cálculo diferencial e integral volume I. Aplicada. Wiley. cios.. McGraw-Hill.FCT 2002/2003 3 . C. Exercícios. [2] Silva. F. H. Calculus. J.Aula 13 Parte 2 UFP . J.. C. [3] Silva. Princípios de Análise Matemática Aplicada. Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . McGraw-Hill. C.

FCT 4 .Ou t r a D er ivada (f m (x ) = m × f 2 ) | ( m −1 (x ) × f (x ) )( ) | Exemplo: f (x ) = x + 6x + 3 f (x ) =  x 2 + 6x + 3   | (f ( x ))| = ? ( ) 1 2 | 2002/2003 1 2−1 2 | 1 2 x + 6x + 3 =  = × x + 6x + 3 2  −1 2 1 2 (2x + 6) = = × x + 6x + 3 2 2x + 6 = = ..Aula 13 Parte 2 2 x ( ( ) ( ) ) UFP . Álvaro Monteiro / Nelson Barros 2 + 6x + 3 AM I ..

D er ivada da f u n ção i n ver s a S ej a y= f ( x ) u m a f u n ção i n j ect i va. f -1 ( f ( x ) ) = x 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . Ou s ej a. der i vável n u m dado i n t er val o e y= f -1 ( x ) a s u a f u n ção i n ver s a.Aula 13 Parte 2 UFP .FCT 5 .

D er ivada da f u n ção i n ver s a 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 13 Parte 2 UFP .FCT 6 .

FCT 7 .Aula 13 Parte 2 UFP .D er ivada da f u n ção i n ver s a (f ) (b) = −1 | f f f f | −1 ( 1 (b ) ) | −1 ( (b) existe e ≠ 0 ) (f ) (x ) é derivável para x = b −1 | 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

Aula 13 Parte 2 UFP .D er ivada da f u n ção i n ver s a E x em pl o: (f ) (x ) = ? −1 | se f ( x ) = x 5 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 8 .

tg u.u' y' = sec u .D er ivada das f u n çõ es t r igon om ét r iicas cas y = sen u y = cos u y = tg u y = cos ec u y = sec u y = cotg u 2002/2003 y' = cos u .Aula 13 Parte 2 UFP . u' y' = -cosec u . cotg u.cosec u . u' y' = sec u . u' 2 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . u' y' = -sen u .FCT 9 . u' 2 y' = .

Aula 13 Parte 2 UFP .FCT 10 .D er ivada das f u n çõ es t r igon om ét r iicas – u m cas ex em plo par a a f u n ção s en ( x ) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

D er ivada das f u n çõ es t r igon om ét r iicas in ver s as cas y = arcsen x y = arccos x y = arctg x y = arc cot g x 2002/2003 = y' = y' − 1 1− x 1 2 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 1− x 1 = y' 2 1+ x 1 = y' 2 1+ x 2 11 .Aula 13 Parte 2 UFP .

D er ivada das f u n çõ es t r igon om ét r iicas in ver s as cas – u m ex em plo 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 13 Parte 2 UFP .FCT 12 .

pot ên cia e ex pon en ci al y = log a (x) y=x y =e n x 1 y' log a (e ) = x y' nx = y' e = x n −1 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 13 Parte 2 UFP .D er i vada das f u n çõ es l ogar í t m i ca.FCT 13 .

designa-se pelo símbolo y(n) ou f (n) (x) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .D er i vada de or dem s u per i or Chama-se der ivada de or dem n da f unção f(x) à der ivada (de pr imeir a or dem) da der ivada de or dem n -1 .Aula 13 Parte 2 UFP .FCT 14 .

Ver ifique se é cont inua no pont o.FCT x ≤1 x >1 2002/2003 15 . .Calcule as der ivadas lat er ais e ver ifique se são iguais.I .x 2 Not a: . Calcular a der ivada da função no pont o x= 1: x +1 f ( x) = 3.Aula 13 Parte 2 UFP . Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

Most r e que a função f definida por : def inida f ( x) = ( x − 3) + 1 2 0 ≤x ≤3 3 < x ≤5 2x .I I .FCT 16 . 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . Calcular a der ivada da função no pont o x= 2.Aula 13 Parte 2 UFP .5 É cont inua no pont o x= 3 mas não t em der ivada nesse pont o. f ( x) = x − 2 3 I I I .

Calcu lar as der ivadas das s egu in t es f u n çõ es 1º y = x+ x sen( x ) y= 1 + cos( x ) Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 2º 2002/2003 17 .Aula 13 Parte 2 UFP .I V.

ANÁLISE MATEMÁTICA I 15º Aula 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 1 .Aula 15 UFP .

T eor em a ( da m édia) de L agr an ge. T eor em a de R oll e.4 . 2 . 2 .4 .Objectivos da aula: 2 .4 .1 .FCT 2 . 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 15 UFP . T eor em as s obr e f u n çõ es dif er en ci ávei s .2 .

C. F. McGraw-Hill. N. Wiley. Leal. cios.FCT 2002/2003 3 . Calculus. [4] Anton. C. Exercícios. J. [3] Silva. J. McGraw-Hill... Aplicada. H. Análise Matemática Aplicada.Bibliografia Principal: [1] Piskounov. Princípios de Análise Matemática Aplicada.. C.Aula 15 UFP . [2] Silva. Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . Calculus. Cálculo diferencial e integral volume I.. Lopes da Silva.

Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . em que a der ivada f ’(x) se anula. • der ivável em qualquer pont o int er ior do int er valo. a < c < b.Aula 15 UFP .T eor ema de Rolle Se • a f unção f (x) é cont ínua no int er valo [ a. ist o é.FCT 2002/2003 4 . f ’(c)= 0 ( c é a r aiz da f unção). Ent ão exist e pelo menos um pont o int er mediár io x= c.b] . • f (a)= f (b).

em qualquer pont o do segment o.T eor ema de Rolle Demonst r ação – A f unção f (x) sendo cont ínua em [ a. S e M= m. ist o é. a f unção f (x) é const ant e. t er emos f ’(x)= 0 .FCT 5 . f ica demost r ado o t eor ema. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 15 UFP . par a t odos os valor es de x a f unção t em um valor const ant e f (x)= m.b] . at inge pelo menos uma vez nest e segment o o seu limit e super ior M e o seu limit e inf er ior m. Ent ão.

exist e sobr e est a cur va pelo menos um pont o de abcissa c. a < c < b.T eor ema de Rolle Cur va cont ínua t endo uma t angent e em cada pont o. AM I .FCT 6 2002/2003 .Aula 15 UFP . t al que a t angent e nesse pont o é par alela ao Álvaro Monteiro / Nelson Barros eixo Ox . com f (a)= f (b).

2] 2 b) 2x − 1 f ( x) = 2 . com x ∈ [0.2] x −1 f ( x) = ( x − 1) .2] 3 2 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 15 UFP . com x ∈ [0.FCT 7 c) .T eor ema de Rolle 1 . Ver if ique se o t eor ema de R olle se aplica às funções seguint es: a) f ( x) = x − 2 x. com x ∈ [0.

1] .T eor ema de Rolle 2.FCT 8 .Aula 15 UFP . Det er mine um pont o c onde f’(c) = 0 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . Most r e que a a função f(x) = 1 -x 2 sat isf az as isfaz condições do t eor ema de R olle no int er valo [ -1.

Pontos para os quais a tangente à curva é paralela à linha que une (a. tal que : f(b)-f(a) = f’(c)(b-a).f(a)) e (b.T eor ema de Lagr ange Se a função f(x) é uma função contínua no [a. então. existe.Aula 15 UFP . a < c <b.b] derivável em qualquer ponto interior do intervalo.FCT 9 .f(b)) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . pelo menos um ponto c.

FCT .Aula 15 UFP .Cor olár ios do T eor ema de Lagr ange i) f’(x) > 0 para todos os valores de x num intervalo => f(x) crescente nesse intervalo ii) f’(x) < 0 para todos os valores de x num intervalo => f(x) decrescente nesse intervalo iii) f’(x) = 0 para todos os valores de x num intervalo => f(x) constante nesse intervalo f(x) f’(x) > 0 b − a > 0 ⇒ f (b ) > f ( a ) a 2002/2003 f (b) − f (a ) f ' ( x) = >0 b−a b → crescente 10 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

FCT 11 .Aula 15 UFP .Cor olár ios do T eor ema de Lagr ange Análise do comportamento do gráfico num dado ponto crítico f’(c)=0 f’ (x )< 0 f(x) >0 ) f’ (x f(x) f’ ( x) < 0 > x) f’ ( 0 c c Máximo local Mínimo local 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

FCT 12 .Aula 15 UFP .Cor olár ios do T eor ema de Lagr ange Análise do comportamento do gráfico num dado ponto crítico f’(c)=0 f(x) 0 )> f’ (x c > x) f’ ( 0 f(x) f’ ( x) < <0 <0 x) x) f( f’’( 0 c Derivada com o mesmo sinal – não é máximo nem mínimo 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

FCT 13 . f(x) 4º x f ( x) = .3] 3 Ver if ica o T eor ema de L agr ange 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . f(x) Diga se a f unção 5º f ( x) = x − 2 x + 1. com x ∈ [1. com x ∈ [ ] 1.T eor ema de Lagr ange Consider e a f unção.4 x +1 Pr ove que f (x) é sempr e cr escent e.Aula 15 UFP .

Aula 17 UFP .ANÁLISE MATEMÁTICA I 17º Aula 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 1 .

Objectivos da aula: 2 .3 T eor em a de Cau ch y e r egr a de L ´H ôpi t al .4 .Aula 17 UFP . dif 2 .4 . E x er cí cios da f olh a n º 3 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 2 . T eor em as s obr e f u n çõ es di f er en ci ávei s .

[ 3 ] S i l va. C. McGr aw . An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada. C. J. N . H .H i l l . J.. Cal cu l u s .B i bl i ogr af i a P r i n ci pal : [ 1 ] P i s kou n ov.. McGr aw . [ 4 ] An t on .. W i l ey. [ 2 ] S i l va. C. F . P r i n cí pi os de An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada.FCT 3 . L opes da S i l va. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 17 UFP . L eal . E x er cí ci os . Cál cu l o di f er en ci al e i n t egr al vol u m e I ..H i l l .

T eor ema de Cauchy S ej am f (x) e ϕ(x) duas f un ções cont í nuas sobr e o int er valo [ a.Aula 17 UFP . um pont o x= c no int er ior de ] a.b[ . der iváveis em [ a. ent ão.b] . t al que: f (b) − f (a ) f ' (c) = ϕ (b) − ϕ (a ) ϕ ' (c) Se ϕ (b) ≠ ϕ (a ) e ϕ ' (c ) ≠ 0 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .b] e sej a ϕ(x) t al que ϕ’(x) n ão se anule em nenhum pont o de [ a.b] .FCT 4 . a < c < b. exist e.

xlima ϕf '(xx)) exist e. S e al ém ( disso. ist o é f (a)= ϕ (a)= 0 .Aula 17 UFP .T eor ema (r egr a) de L’Hôpital S ej am f (x) e ϕ(x) duas f un ções que sat isf azem o t eor ema de Cauchy sobr e um cer t o segment o [ a. ent ão → ' f (x ) lim x →a ϕ ( x ) exist e e: f ( x) f 'x) ( lim ϕ ( x) = lim ϕ 'x) ( x→a x →a 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .b] e anulando-se no pont o x= a.FCT 5 .

Cal cu l ar os s egu i n t es l i m i t es 1º sen( x ) lim x x →0 x →0 2º lim 1 − cos( x ) x 2 3º 2002/2003 log( x ) lim x→0 cotg( x ) Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 17 UFP .FCT 6 .

I n det er m i n ação 0 x x →a • lim f ( x ) × g ( x ) = 0 × ∞ isto é : lim f(a) = 0 e lim g(a) = ∞ x →a x →a Transforma − se a indeterminação em 0/0 f (x ) 0 = lim 0 x →a 1 g (x ) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 17 UFP .FCT 7 .

I n det er m i n ação lim (f ( x ) − g ( x )) = ∞ − ∞ • - • x →a isto é : lim f(a) = ∞ e lim g(a) = ∞ x →a x →a Transforma − se a indeterminação em 0/0 1     1 −      1 − 1  = lim  g ( x ) f ( x )  = 0 lim (f ( x ) − g ( x )) = lim 1  x →a  1 1  0 x →a x →a  1 ×     f (x ) g (x )  f (x ) g (x )    Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 17 UFP .FCT 2002/2003 8 .

FCT 9 . • 0 lim f ( x ) g (x ) = 1∞ ou 0 0 ou ∞ 0 Transforma − se a indeterminação : lim (g ( x ).I n det er m i n ação x →a 1• .Aula 17 UFP . 0 0. ln f ( x ) ) g (x ) x →a =e lim f ( x ) x →a      ln(f ( x ))  = 0 ou ∞ lim 1  0 ∞ x →a     g (x )  2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

4º x →0 lim + x log( x ) 5º 1  1 lim  x − senx   x →0  1   (cos( x )) x  lim  x →0    6º 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 17 UFP .FCT 10 .

Folha nº 3 II Considere a função real de variável real.3[: f (c) = 0 .FCT 11 f (x ) = 2 x − 8 x + 3 2 .Aula 17 UFP . 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . | b) Calcule um c ∈ ]1.3] verifica as condições do Teorema de Rolle. a) Mostre que a função no intervalo [1.

FCT 12 .) ( ) d) y = tg x + cotg ( x) 2 4 ( ) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 17 UFP .Folha nº 3 III Calcule a derivada das seguintes funções:  x+a  sen( x) + cos( x)  a) f (x ) = b) y = tg   1 − ax  sen( x) − cos( x) c) 1 y= + tg ( x ) cos x + 1 (a=cons.

Aulas 18/19 UFP .FCT 1 .ANÁLISE MATEMÁTICA I 18/19º Aula 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

P on t os de I n f l ex ão. R epr es en t ação gr áf i ca de f u n ções r eai s de var i ável r eal . Máx i m os e Mí n i m os . E x er cí ci os da f ol h a n º 3 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 2 .1 .5 .5 . Con cavi dades . I n t er val os de cr es ci m en t o e decr es cim en t o.4 .5 .) 2 .Aulas 18/19 UFP .3 T eor em a de Cau ch y e r egr a de L ´H ôpi t al ( con t .4 .2 . 2 . 2 . 2 . T eor em as s obr e f u n çõ es di f er en ci ávei s .Objectivos da aula: 2 .

. C. Cal cu l u s . L opes da S i l va. An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada.. [ 3 ] S i l va.. L eal . [ 4 ] An t on .FCT 3 .B i bl i ogr af i a P r i n ci pal : [ 1 ] P i s kou n ov.. C. W i l ey. N .H i l l . C. F . 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .H i l l . McGr aw . H . Cál cu l o di f er en ci al e i n t egr al vol u m e I . McGr aw . J. E x er cí ci os . [ 2 ] S i l va. P r i n cí pi os de An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada.Aulas 18/19 UFP . J.

I n det er m i n ação 0 x x→a • lim f ( x) × g ( x) = 0 × ∞ isto é : f(a) = 0 e g(a) = ∞ Transforma − se a indeterminação em 0/0 f ( x) 0 lim 1 = 0 x→a g ( x) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 4 .Aulas 18/19 UFP .

I n det er m i n ação • - • lim ( f ( x) − g ( x)) = ∞ − ∞ x →a isto é : f(a) = ∞ e g(a) = ∞ Transforma − se a indeterminação em 0/0 1     1 −      1 − 1 =  g ( x) f ( x)  = 0 lim ( f ( x) − g ( x)) = lim  1 1  lim  1 1  0 x →a x→a x→a ×     f ( x) g ( x)  f ( x) g ( x)    Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aulas 18/19 UFP .FCT 2002/2003 5 .

0 0.Aulas 18/19 UFP . • 0 lim x→a f ( x) g ( x ) = 1∞ ou 0 0 ou ∞ 0 Transforma − se a in det er min ação : lim(g ( x ). ln f ( x ) ) x→a      ln( f ( x))  = 0 ou ∞ = lim   0 1 ∞ x→a    g ( x)  lim x→a f ( x) g ( x ) = e 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 6 .I n det er m i n ação 1• .

Aulas 18/19 UFP .1º lim x ln x x →0 + 2º 1  1 lim  x − senx   x →0  1    cos x x  lim   x →0   3º 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 7 .

3[: f (c) = 0 . 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .3] verifica as condições do Teorema de Rolle. | b) Calcule um c ∈ ]1.Folha nº 3 II Considere a função real de variável real. a) Mostre que a função no intervalo [1.FCT 8 f (x ) = 2 x − 8 x + 3 2 .Aulas 18/19 UFP .

) ( ) d) y = tg x + cotg ( x) 2 4 ( ) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aulas 18/19 UFP .Folha nº 3 III Calcule a derivada das seguintes funções:  x+a  sen( x) + cos( x)  a) f (x ) = b) y = tg   1 − ax  sen( x) − cos( x) c) 1 y= + tg ( x ) cos x + 1 (a=cons.FCT 9 .

FCT Mínimo local 2002/2003 10 .R epr es en t ação gr áf ica de f u n ções r eai s de var i ável r eal Pontos críticos de uma função – Máximos e Mínimos Teorema: Se: f(x) definida em ] a.Aulas 18/19 UFP .b [. f’(c ) se existe é = 0 Análise do comportamento do gráfico num dado ponto crítico f’(c)=0 f(x) f’ ( x) < >0 x) f’ ( f(x) 0 a c b Derivadas laterais existem e são iguais f’ ( x) < 0 > x) f’ ( 0 c Máximo local Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . c é um máximo (ou mínimo local).

Pont o anguloso – a função não admit e der ivada no pont o: f(x) Ser máximo (ou mínimo) não implica a existência de f ’(c ) = 0 b f(x) a f(x) c ) ’ (x f >0 x )> x f’ ( 0 f’ ( x) < <0 <0 x) x) f( f’’( 0 Derivada com o mesmo sinal – não é máximo nem mínimo Pont o de r ever são – a função não admit e der ivada no pont o – t angent e ver t ical Álvaro Monteiro / Nelson Barros 2002/2003 AM I .FCT 11 c c .Aulas 18/19 UFP .

Aulas 18/19 UFP .Var i ação de u m a f u n ção -• c o a b d e + • Decr escent e num pont o Em qualquer pont o do int er valo a der ivada é negat iva Cr escent e num pont o Em qualquer pont o do int er valo a der ivada é posit iva E se a der ivada f or nula ? 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 12 .

Aulas 18/19 UFP .Pontos de inflexão: Concavidades e convexidade f(x) f(x) b Secante acima da curva : f(x) diz-se convexa a b Secante abaixo da curva : f(x) diz-se côncava Convexa -> Côncava a No gráfico de f(x) Côncava -> Convexa Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT Ponto de Inflexão 2002/2003 13 .

FCT 2002/2003 14 .Aulas 18/19 UFP .Pontos de inflexão: Concavidades e convexidade f(x) convexa f ’(x) crescente f(x) côncava (f ’(x))’ > 0 PI f ’(x) decrescente f ‘’(x) < 0 PI f ‘’(x) > 0 f(x) convexa f ’(x) crescente f’’(x) tem sinais diferentes imediatamente à esquerda e à direit a do PI Mas. f’’(x) = 0 não implica a existência de um ponto de inflexão Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

uma f unção cont ínua num pont o x= a. a cur va t em a concavidade volt ada par a cima. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 15 . a cur va t em a concavidade volt ada par a baixo. A segunda der ivada é posit iva. 2. A segunda der ivada é negat iva. S e num pont o de um int er valo ou se em qualquer pont o de um int er valo: 1.Aulas 18/19 UFP . y= f (x).CON CAVI D AD E S E I N F L E XÕE S S ej a.

FCT 16 .Pontos de inflexão: Concavidades e convexidade Podem existir pontos de inflexão em funções que não sejam continuamente deriváveis Situações de ponto de inflexão onde f’’(x) não existe nesse pont o… a) f(x) = xm/n m e n inteiros ímpares e m < n (x1/3. x1/5 …) x=0 f(x) f’ (x) f’’ (x) F(x) é contínua As funções derivadas não são contínuas no domínio de f(x) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aulas 18/19 UFP .

x7/5 …) x=0 f(x) f’ (x) f’’ (x) F(x) é contínua As funções derivadas não são contínuas no domínio de f(x) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . a partir desta todas são descontínuas no ponto 0 17 .FCT Descontínua para x = 0.Aulas 18/19 UFP .Pontos de inflexão: Concavidades e convexidade Podem existir pontos de inflexão em funções que não sejam continuamente deriváveis Situações de ponto de inflexão onde f’’(x) não existe nesse pont o… b) f(x) = xm/n m e n inteiros ímpares e n > 1 e m > n (x5/3.

a f un ção t em no pont o x= a um PONT O DE I NFL EXÃO.Aulas 18/19 UFP . S e a segunda der ivada t iver sinais cont r ár ios . 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 18 . uma função cont ínua num pont o x= a.CON CAVI D AD E S E I N F L E XÕE S S eja. f’’(a)= 0 ou f ’’(a) não exist e (inf init o) na vizinhan ça de x= a. y= f (x).

FCT a E.CON CAVI D AD E S E I N F L E XÕE S F’’(a) < 0 F ’’(a) F ’’(a) > 0 F’’(a) a f’’(a) = 0 V f’’(a) não exist e (infinit o) a Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . f ’’ t iver f’’ sinais cont r ár ios Pont o de inf lexão inflexão 19 2002/2003 .Aulas 18/19 UFP . se na vizinhança de x= a.

Determine os intervalos de convexidade e concavidade da curva: f ( x) = 2 − x a ) f ( x) = x 4 b) y = (x .Aulas 18/19 UFP .1) 1 3 2 Calcule os pontos de inflexão das curvas: 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 20 .

ANÁLISE MATEMÁTICA I 21º Aula 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT Nota: Aula nº20 = resolução de exercícios 1 .Aula 21 UFP .

5 .2 .Objectivos da aula: 2 . P on t os de I n f l ex ão.Aula 21 UFP .3 .5 .1 .FCT 2 . E x er cí ci os da f ol h a n º 3 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . 2 . As s ím pt ot as . Con cavi dades .5 . 2 . Máx i m os e Mí n i m os .5 . I n t er val os de cr es ci m en t o e decr es cim en t o. 2 . R epr es en t ação gr áf i ca de f u n ções r eai s de var i ável r eal .

P r i n cí pi os de An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada. Cal cu l u s . C..Aula 21 UFP . Cál cu l o di f er en ci al e i n t egr al vol u m e I ...H i l l . C.B i bl i ogr af i a P r i n ci pal : [ 1 ] P i s kou n ov. McGr aw .. An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .H i l l . J. N . W i l ey. J. C.FCT 3 . McGr aw . H . L eal . F . [ 2 ] S i l va. E x er cí ci os . L opes da S i l va. [ 4 ] An t on . [ 3 ] S i l va.

X Calcule o valor dos seguintes limites utilizando a regra de Cauchy ou de l’Hôpital (sendo aplicáveis): a)  1 3  lim+   sen( x ) − 2   x →0  x  1 ln( x) b) x→0+ lim x sen( x) c) x → +∞ lim ( x + 1 ) d) x − 3x + 2 lim x →1 sen(x − 1) 2 e)  x +1 ln   x  lim x → +∞  x−2 ln   x  2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 21 UFP .FCT 4 .

FCT 5 .As s ím pt ot as do gr áf ico de u m a f u n ção Uma recta é uma assímptota de uma curva quando fazemos “tender para infinito” um ponto variável P de uma curva e a distância ä entre P e a recta tender para zero.Aula 21 UFP . f(x) f(x) P P P ä ä ä ä ä ä P x x Assímptota oblíqua a Assímptota vertical (descontinuidade infinita no ponto a) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

As s ím pt ot as do gr áf ico de u m a f u n ção Verticais Assímptotas Oblíquas Não Verticais Horizontais 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 21 UFP .FCT 6 .

FCT 7 . x= a.Aula 21 UFP . sempre que um ou ambos os limites laterais de f(x) forem infinitos. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .As s ím pt ot as do gr áf ico de u m a f u n ção Assímpt oda ver t ical – assímptoda vertical se : Diz-se que. é uma lim f ( x) = ∞ x→a Isto é.

definida por y= mx + b é uma assímpt ot a da cur va y= f(x).Assímpt ot a não ver t ical Diz -se que a r ect a r .FCT 8 . Assímpt ot a não ver t ical – det er minação de m e b As s ím pt ot as do gr áf ico de u m a f u n ção m = lim x → ±∞ x → ±∞ f ( x) x b = lim [ f ( x) − mx] 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . a dist ância de um pont o P da par a cur va à r ect a t ende par a zer o. x t ende + ∞ ou − ∞ .Aula 21 UFP . se quando.

FCT 9 .Calcule as assímpt ot as x +1 f ( x) = x 2 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 21 UFP .

Determinação da segunda derivada. f ’(x)=0 e o valor da função nos mesmos. 6. Álvaro Monteiro / Nelson Barros 2002/2003 AM I . Cálculo dos pontos pontos críticos.Aula 21 UFP . Calcula-se os zeros da segunda derivada (possíveis pontos de inflexão). 7. por ordem crescente. Análise do sinal de f ’(x) nas zonas entre os pontos críticos. Intervalos de crescimento e decrescimento. Determina-se o domínio da função e os zeros da função (f(x)=0). pontos de reversão. os pontos e pontos cuja a 2º derivada é infinita. 4. 5. Máximos e Mínimos.FCT 10 . pontos de reversão e angulosos(se os houver). 3. 2.r es umo 1.As s ímptotas do gr áfico de uma função . pontos angulosos e pontos cuja a 2º derivada é infinita. Colocam-se os zeros da segunda derivada. os pontos de descontinuidade (se os houver). Se a função não for regular. determinar os pontos de inflexão.

Esboço do gráfico. 12.As s ímptotas do gr áfico de uma função . Análise do comportamento de f(x) para x→+∞ e x→-∞ .r es umo 8. esse é um ponto de INFLEXÃO.Aula 21 UFP . assímptotas verticais. Escolhe-se arbitrariamente um ponto de cada um dos intervalos. 13. Verificar se a função é par ou ímpar. 14.FCT 2002/2003 11 . Quando na vizinhança de um possível ponto de inflexão há mudança no sentido da concavidade.e. assímptotas oblíquas.e. Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . 9. Análise do comportamento de f(x) na vizinhança dos pontos para os quais a função não está definida. 11. i. i. 10. se for negativa => concavidade voltada para baixo em todo o intervalo. Se nesse ponto a 2º derivada for positiva => concavidade voltada para cima.

FCT Nota: Aulas nº22.Aula 24 UFP .ANÁLISE MATEMÁTICA I 24º Aula 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .23 = resolução de exercícios 1 .

6 .FCT 2 . S ér i es de T aylor e de Macl au r i n . 2 .1 . T eor em a de T ayl or D ef i n ição. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .2 .Aula 24 UFP .Obj ect i vo da au l a: 2 . 2 .6 .6 .

N . L opes da S i l va. C.. H . 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . Cal cu l u s . McGr aw .FCT 3 . C. [ 3 ] S i l va. F . J.. W i l ey. McGr aw . C. J.H i l l . An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada. [ 4 ] An t on .Aula 24 UFP . P r i n cí pi os de An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada.. L eal . [ 2 ] S i l va. Cál cu l o di f er en ci al e i n t egr al vol u m e I .H i l l .B i bl i ogr af i a P r i n ci pal : [ 1 ] P i s kou n ov.. E x er cí ci os .

q’(0)= q’’(0) =1 coincide com f e a sua f’ e f’’ em x=0 Com q(x) podemos esperar uma melhor aproximação da f(x) = ex 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 24 UFP . k = 1. Seja o polinómio quadrático q(0) = 1.FCT 4 . ….S ej a f(x )= ex . n = g’(0) = 1 coincide com f e a sua f’ com x = 0 q(x) = 1+ x + ½ x2 Seja o polinómio linear g(x) = 1 + x g(0) = 1. x =0 f(0) =f(k)(0)= 1.

FCT 5 .Aula 24 UFP .y Y = ex Y = 1 + x + ½ x2 1 Y=1+x Aproximações polinomiais para a curva ex nas proximidades do ponto (0.1) x -1 1 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

. “polinómios do tipo”.Aula 24 UFP . ou seja. f(k) (0).. usando polinómios que coincidem com f(0). y = f(x) derivável até à ordem (n+1) para x = a y = P(x) polinómio de grau ≤ n 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . xk x2 xn = 1+ x + + . + P (x ) = ∑ n! 2! k =0 k! n A precisão aumenta!!! De uma forma geral.FCT 6 .SE Aumentar grau do polinómio.

Aula 24 UFP ..FCT 2002/2003 7 .. + a n x n Det er minando as suas der ivadas sucessivas at é à or dem n t er emos: Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . Esse é o P ol i n ó m i o de T ayl or Con s i der em os o pol i n ó m i o i n t ei r o em x de gr au n ∈ N Pn ( x) = a 0 + a1 x + a 2 x 2 + a3 x 3 + .Pode ser definido um polinómio de grau n cujas n primeiras derivadas da função f(x) no ponto x = a são iguais às da função f (x).

a1 + 2a 2 x + 3a 3 x 2 + ...............2)a n x n −3 P n n ( x ) = ....2a 2 + 3 ............. + n ........n !a n Fazendo em P n(x) e nas der ivadas..................FCT 8 . (n .3 !a 3 + ... x= 0 vem: 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I ....P ol i n ó m i o de T ayl or P ' n ( x ) = ... 2a 3 x + .................1)a n x n −2 P ''' n ( x ) = .... + n .....1)(n ....Aula 24 UFP .... + na n x n −1 P '' n ( x ) = ..... (n .

FCT 9 ..) (.Aula 24 UFP ..) P n n (0) = n !a n = f (n ) (0) 1 (n ) a n = f (0) n! Pn ( x) = a 0 + a1 x + a 2 x 2 + a3 x 3 + ... + a n x n S ubst it uindo em 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I ...P ol i n ó m i o de T ayl or Pn (0) = a 0 = f (0) P ' (0) = a1 = f (1) (0) n a 0 = f ( 0) a1 = f (1) (0) 1 ( 2) a 2 = f ( 0) = ' 2! P ' (0) = 2a 2 = f ( 2) (0) n 1 (3) ' ' ' (3) a 3 = f ( 0) P n (0) = 3 !a 3 = f (0) 3! (.

.. + (x − a) n n! 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I ..FCT 10 .Aula 24 UFP .. + x 2! 3! n! Em (x -a) vem: f ( 2) (a ) f (3) (a ) (x − a) 2 + ( x − a ) 3 + .. + a n x n S ubst it uindo em f ( 2) (0) 2 f (3) (0) 3 f ( n ) ( 0) n Pn ( x ) = f (0) + f (1) (0) x + x + x + ... Pn ( x ) = f (a ) + f (1) (a )( x − a ) + 2! 3! f (n ) (a ) .P ol i n ó m i o de T ayl or Pn ( x) = a 0 + a1 x + a 2 x 2 + a3 x 3 + ..

Aula 24 UFP .FCT 11 . f ( x ) = (2 x − 1) 4 Desenvolva-o em pot ências de x e em pot ências de (x -1) ou Det er mine o polinómio de T aylor desenvolvido em r edor do pont o 0 e t ambém o desenvolvido em r edor do pont o 1 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .P ol i n ó m i o de T ayl or Consider e o polinómio.

F ó r m u l a de T ayl or S uponhamos que as der ivadas da função y= f(x) f unção exist em at é à or dem (n+ 1) inclusivament e numa dada vizinhança do pont o x= a.. . Pn (a ) = f (a ). Pr ocur ando um polinómio y= P n(x) de gr au não super ior a n .FCT 12 n .Aula 24 UFP . . cuj o valor no pont o x= a das der ivadas sucessivas at é à or dem n inclusa são r espect ivament e iguais aos valor es nest e pont o das der ivadas cor r espondent es da f unção f (x) (e igual par a ambas as f unções) funções) Pn (a ) = f (a ). Pn (a ) = f (a ).. Pn (a ) = f n (a ) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I ... ' ' ' ' ' ' .

S e designar mos por R n(x) a dif er ença ent r e a f unção difer função f (x) e o polinómio P n(x). sej a de “alguma maneir a”. pr óximo da função f(x). t emos: Rn ( x) = f ( x) − Pn ( x) f ( x) = Pn ( x) + Rn ( x) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . f (x).F ó r m u l a de T ayl or Pode-se esper ar que o polinómio ant er ior .FCT 13 .Aula 24 UFP . P n(x) .

FCT 14 .F ó r m u l a de T ayl or 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 24 UFP .

2! n f (a ) n . + ( x − a ) + Rn ( x ) n! Onde R n é um valor complement ar ou r est o Desde que o r est o sej a um valor pequeno o P n(x) é uma boa apr oximação de f(x) f (x) n → ∞ ⇒ resto → 0 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .F ó r m u l a de T ayl or De uma for ma mais explícit a: ' f '(a ) ' 2 f ( x) = f (a ) + f (a )( x − a ) + ( x − a ) + ...FCT 15 .Aula 24 UFP ...

Aula 24 UFP . + x + R n ( 0) n! ' ' ' Est e caso par t icular da f ór mula de T aylor é conhecida como f ór mula de Maclaur in 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 16 ..... 2! n f ( 0) n .F ó r m u l a de Macl au r i n S e na f ór mula de T aylor a= 0 t emos: fór f (0) 2 f ( x ) = f ( 0) + f ( 0) x + x + .

com a ∈A e sempr e der ivável nesse int er valo...Aula 24 UFP ...... ent ão. 2! n! ' ' ' S ér i es de T ayl or e Macl au r i n T aylor f (x ) = ∑ f k =0 +∞ (k ) (x − a) k (a ) k! x2 xn ' ' ' n + .S ej a f (x) uma f unção r egular num int er valo A..FCT 17 ..... das fór mulas f ór ant er ior es : ( x − a) 2 ( x − a) n n f ( x) = f (a ) + f (a )( x − a ) + f ( a ) + . f ( x ) = f ( 0) + f ( 0) x + f ( 0) 2! n! k f (x ) = ∑ f k =0 2002/2003 Maclaur in +∞ (k ) (x ) (0) k! Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . + f (0) + ... + f (a ) + ...

ANÁLISE MATEMÁTICA I 31º Aula 29ª aula = exer c.Aula 31 UFP .FCT 2002/2003 1 . 30ª aula = pr ova Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

). 3.1. 3. Integração por partes.FCT 2 . Integral indefinido ou primitiva.Aula 31 UFP .4. Integrais e Primitivas (cont.Objectivo da aula: 3.1. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

Calculus. C.FCT 2002/2003 3 . McGraw-Hill. Wiley. Exercícios.. cios. H. Cálculo diferencial e integral volume I... Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Bibliografia Principal: [1] Piskounov. [4] Anton.Aula 31 UFP . Princípios de Análise Matemática Aplicada. [2] Silva. Análise Matemática Aplicada. McGraw-Hill. Aplicada. C.. Leal. Lopes da Silva. J. F. J. [3] Silva. C. N. Calculus.

FCT 4 2002/2003 . sabe-se que o diferencial do produto uv é: d (uv) = udv + vdu Integrando ou uv = ∫ udv + ∫ vdu ∫ udv = uv − ∫ vdu Fórmula de integração por partes Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Integração por partes Se u e v designam duas funções deriváveis de x.Aula 31 UFP .

tais que a procura da função v a partir do seu diferencial dv e do cálculo do integral de vdu constituem um problema mais simples que o cálculo directo do integral udv.Integração por partes Utiliza-se geralmente esta fórmula para a integração das expressões que podem ser colocadas sob a forma de dois factores u e dv.Aula 31 UFP . 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 5 .

. ∫ udv = uv − ∫ vdu Comparação.Aula 31 UFP . F ( x )g ( x ) − ∫ F ( x )g ' ( x )dx ∫ f ( x )g ( x )dx = G ( x )f ( x ) − ∫ G ( x )f ' ( x )dx Devem usar a opção mais fácil.. análise caso a caso 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 6 ...Integração por partes De outra forma..

FCT 7 . 4.Exemplos : 1. ∫e x sen( x)dx 2 ∫ xsen( x)dx ln( x)dx ∫ ln( x) dx ∫ x 6. ∫ xe dx x 5.Aula 31 UFP . 3. 2. ln( x) dx ∫ 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

∫ ( x 2 2002/2003 .FCT 8 x 4. ∫ arctg ( x )dx 3.Aula 31 UFP . ∫ a − x dx 2 2 2.Calcule os seguintes integrais : 1. ∫x 2 e dx + 7 x − 5) cos(2 x )dx Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

33ª aula = exer c. Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 2001/2002 1 .ANÁLISE MATEMÁTICA I 34º Aula 32ª aula = exer c.Aula 34 UFP .

1.1.6. 3. Integração.6. Integral indefinido ou primitiva. 3. 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 2 .2.4.6. Decomposição de fracções racionais em elementos simples. 3. 3.).1. Fórmula de redução.1. Integrais e Primitivas (cont.1. Integração de funções racionais.Objectivo da aula: 3. 3.Aula 34 UFP .1.

[4] Anton. Aplicada. Lopes da Silva. F. Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . C. [3] Silva. Cálculo diferencial e integral volume I. [2] Silva. McGraw-Hill. J.Bibliografia Principal: [1] Piskounov. Exercícios.Aula 34 UFP .FCT 2001/2002 3 . N. Wiley. J. C. H.. Leal. Calculus. C. Princípios de Análise Matemática Aplicada. Análise Matemática Aplicada. cios. McGraw-Hill. Calculus....

FCT Fórmula de Redução 4 .Aula 34 UFP .Fórmula de Redução (Breve Referência) I n = ∫ x e dx n x = x e − ∫ nx n x n −1 x e dx = x e − n∫ x n x n x n −1 x e dx In-1 I n = x e − nI n −1 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

FCT .Integração de Funções Racionais Por exemplo: ∫ 3 x +1 2 x + x − 6x dx ? 5 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 34 UFP .

. Decomposição de fracções racionais em elementos simples ou fracções parciais Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 34 UFP .Integração de Funções Racionais transformar a função Objectivo: complexa a integrar numa soma de funções mais simples.FCT 2001/2002 6 ..

correspondentes às raízes complexas conjugadas (b2.Integração de Funções Racionais Decomposição de fracções racionais em elementos simples ou fracções parciais Polinómios – Todo o polinómio Pn(x) de coeficientes reais pode ser decomposto como um produto de potências de factores lineares do tipo (x-x0). correspondentes às raízes reais de Pn(x) e de potências de factores quadráticos do tipo (x2+bx+c).....4c < 0).Aula 34 UFP .. ..( x − x 0 ) ( x − x1 )( x − x 2 ) .FCT 7 2 2 2 3 . Pn ( x ) = ...( x + bx + c ) * ( x + dx + e ) * . 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

+ a n −1 x + a n m Grau do numerador < que do denominador => F.. P. + bm −1 x + bm = n n −1 Pn ( x) a 0 x + a1 x + .. dividendo e Pn(x). 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . regular Grau do numerador ≥ que do denominador => F. irregular m −1 É possível representar uma fracção irregular como a soma de um polinómio e uma fracção regular.Aula 34 UFP . divisor): Qm ( x) b0 x + b1 x + ..FCT 8 . P..Integração de funções racionais função racional (Qm(x).

Aula 34 UFP . pode-se representar a fracção inicial como a soma de um polinómio e uma fracção regular: Qm ( x ) Rv ( x ) = M m − n ( x) + Pn ( x) Pn ( x) Polinómio Represente a seguinte fracção irregular como uma soma de um polinómio e uma fracção regular c/v < n Fracção regular x −3 2 x + 2x + 4 4 9 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Se a fracção é irregular.FCT . dividindo o numerador pelo denominador.

c/ b 2 − 4c < 0 x 2 − bx + c A. Mx + N . Decomp. c/ b 2 − 4c < 0 e k int eiro e ≥ 2 IV ( x 2 − bx + c) k 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . N. D M. C. k int eiro ≥ 2 k ( x − x0 ) Mx + N . Q Coef.Aula 34 UFP .Decomposição das fracções racionais em elementos simples Qualquer fracção racional regular pode ser decomposta numa soma de Elementos Simples ou fracções parciais do tipo: A I x − x0 II III A . B.FCT 10 . P.

.. Q . 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 34 UFP . N.Cálculo dos coeficientes da decomposição em elementos simples da fracção racional regular R(x) / P(x) a) Verificar se é uma fracção regular b) Determinação de todas as raízes reais e os pares de raízes complexas conjugados para P(x) c) Decompor em fracção simples d) Reduzir ao mesmo denominador e) Igualar os coeficientes das potências de x dos polinómios (numerador) e calcular os coeficientes A. M.FCT 11 . C. B. P.

FCT 2001/2002 12 .Aula 34 UFP . x3 + 2x 2 − x − 2 x+2 3. 3 x + x 2 − 6x x4 2. ( x − 1)( x + 1)( x 2 + 1) 2 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Decomposição das fracções racionais em Decomponha: elementos simples x +1 1.

ANÁLISE MATEMÁTICA I 36º Aula 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 1 .Aula 36 UFP .

2.1.FCT 2 . 3. 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . 3. Integrais e Primitivas (cont. Integração. Integral indefinido ou primitiva.).6.Objectivo da aula: 3.Aula 36 UFP .1.

Análise Matemática Aplicada.Aula 36 UFP .. C. McGraw-Hill.. C. J. [4] Anton. Calculus. Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . Cálculo diferencial e integral volume I. [2] Silva.FCT 2001/2002 3 .. Wiley. Princípios de Análise Matemática Aplicada. [3] Silva. C. Lopes da Silva.Bibliografia Principal: [1] Piskounov. Aplicada. F. McGraw-Hill. H.. N. cios. J. Leal. Calculus. Exercícios.

FCT 4 .Aula 36 UFP . n º int eiro positivo ≥ 2) 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .I n t egr ação de f u n ções r acion ais Consider emos as fr acções r egular es do t ipo: I A x−a II (x − a ) A k (k .

Aula 36 UFP . I I I e I V 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .I n t egr ação de f u n ções r acion ais Consider emos as fr acções r egular es do t ipo: III Ax + B p2 ( − q < 0. raízes complexas) 2 x + px + q 4 IV (x Ax + B 2 + px + q ) k (k inteiro ≥ 2. I I . raízes complexas ) Element os simples do t ipo I .FCT 5 .

I n t egr ação de elem en t os s im ples I A ∫ x − a dx = A Log x − a + C II (x − a ) =A 2001/2002 ∫ (x − a ) A k dx = A∫ (x − a ) dx = − k +1 −k − k +1 +C = Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT (1 − k )(x − a ) A k −1 +C 6 .Aula 36 UFP .

I n t egr ação de elem en t os s im ples III A 2 dx = Ln x + px + q + ∫ 2 2 x + px + q 2B − Ap 2x + p + +C arctg 2 2 4q − p 4q − p Ax + B 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 36 UFP .FCT 7 .

r ef . [ 1] Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 2001/2002 8 . 2 dx = dt .Aula 36 UFP .I n t egr ação de elem en t os s im ples IV ∫ (x Ax + B 2 + px + q ) k 1 1 dx = arctg + C m m p 2 =m q− 4 2 p x + = t. Ver dedução pp 387.

R ecor de que : Grau do numerador < que do denominador => F. irregular Se a fracção é irregular. pode-se representar a fracção inicial como a soma de um polinómio e uma fracção regular: Qm ( x ) Rv ( x ) = M m − n ( x) + Pn ( x) Pn ( x) Polinómio Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . dividindo o numerador pelo denominador.FCT c/v < n Fracção regular 2001/2002 9 .Aula 36 UFP . regular Grau do numerador ≥ que do denominador => F.

Aula 36 UFP . 3. P(x) admit e soment e r aízes r eais. 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . 2.R ecor de que : S e a f r acção é r egular . Quat r o sit uações: 1. P(x) admit e r aízes imaginár ias múlt iplas podendo t ambém admit ir quaisquer out r as r aízes (r eais ou imaginár ias). det er mina-se as r aízes de P(x) e seguidament e decompõem-se P(x) em f act or es linear es se as r aízes são r eais e f act or es do 2º gr au (soma de quadr ados) se as r aízes são imaginár ias. 4. algumas ou t odas múlt iplas.FCT 10 . P(x) admit e soment e r aízes r eais e t odas dif er ent es. P(x) admit e r aízes imaginár ias difer ent es podendo t ambém admit ir r aízes r eais (dif. ou múlt iplas).

. P(x) admit e soment e r aízes r eais e t odas dif er ent es.... + a n Cuj as as r aízes.. x 2. dif er P ( x ) = a 0 ( x − x1 )( x − x 2 ) + . x 1 ..Aula 36 UFP . + ( x − x n ) 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .. x n são t odas r eais e difer ent es.Decomposição das f r acções r acionais em element os simples 1.. S ej a: P ( x ) = a 0 x + a1 x n n −1 + .FCT 11 .

.FCT 12 .Decomposição das f r acções r acionais em element os simples 1.. d(x) admit e soment e r aízes r eais e t odas dif er ent es. + ( x − x n ) a 0  x − x1 x − x 2 x − xn  2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . +   a 0 ( x − x1 )( x − x 2 ) + .Aula 36 UFP ... r (x ) Decompõe-se em n fr acções (t ant as quant o as P (x ) r aízes) cuj os numer ador es são const ant es a det er minar e cuj os denominador es são cada um dos f act or es da decomposição: An  A2 r ( x) 1  A1 = + + .

. + a n x p – r aiz cuj o gr au de mult iplicidade p Álvaro Monteiro / Nelson Barros 2001/2002 AM I .Decomposição das f r acções r acionais em element os simples 2. d(x) admit e soment e r aízes r eais. S ej a: P ( x ) = a 0 x + a1 x Cuj as as r aízes: x 1 – r aiz simples x 2 – r aiz dupla x 3 – r aiz t r ipla n n −1 + .Aula 36 UFP ..FCT 13 . algumas ou t odas múlt iplas.

.FCT 14 . + p p −1 (x − x p ) (x − x p ) (x − x p ) 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .....( x − x p ) 1 + 2 + 3 + . + p = n 2 3 p A f r acção decompõe-se em n f r acções..Decomposição das f r acções r acionais em element os simples P ( x ) = a 0 ( x − x1 )( x − x 2 ) ( x − x 3 ) .Aula 36 UFP . cada f act or r epet ido p vezes dá or igem a p f r acções: Ap A1 A2 + + .

Aula 36 UFP .FCT 15 .Decomposição das f r acções r acionais em element os simples Det er mine: x +1 ∫ x 2 − 16 dx x2 +1 ∫ ( x − 1)3 dx 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

Aula 37 UFP .ANÁLISE MATEMÁTICA I 37º Aula 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 1 .

7 Integração de funções trigonométricas. Integrais e Primitivas (cont. 3. 3.1.6.1.Objectivo da aula: 3.Aula 37 UFP . 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .1.). 3. Integral indefinido ou primitiva. Integração.FCT 2 .2.

F . An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada.B i bl i ogr af i a P r i n ci pal : [ 1 ] P i s kou n ov . C.. McGr aw ..H i l l .FCT 3 . C. J.H i l l . [ 3 ] S i l va. L opes da S i l va. P r i n cí pi os de An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada. Cál cu l o di f er en ci al e i n t egr al vol u m e I . [ 2 ] S i l va. McGr aw . C. L eal . 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . J. E x er cí ci os . N .Aula 37 UFP ..

3. (m+ ni ) x 5 – r aiz imaginár ia.Aula 37 UFP . S ej a: P( x) = a0 x n + a1 x n −1 + . (m-ni ) 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I ... + an Cuj as as r aízes: x 1 – r aiz r eal de gr au de mult iplicidade 1 x 2 – r aiz r eal de gr au de mult iplicidade α x 3 – r aiz r eal de gr au de mult iplicidade β x 4 – r aiz imaginár ia.FCT 4 . ou múlt iplas). P(x) admit e r aízes imaginár ias dif er ent es podendo t ambém admit ir r aízes r eais ( dif .

Assim t emos: P ( x ) = ( x − x1 )( x − x 2 )α ( x − x 3 ) β [x − (m + ni )][x − (m − ni )] P ( x ) = ( x − x1 )( x − x 2 ) ( x − x 3 )  x − m   1+α + β + 2 = n α β ( ) 2 + n2    T endo em cont a que: S e um polinómio do 2º gr au ax 2 + bx + c é t al que ∆ < 0 as suas r aí zes s ão x 1 = m+ ni e x 2 = m-ni .FCT 2001/2002 5 . O polinómio decompõe-se numa soma de quadr ados do t ipo : ax 2 + bx + c = a[ (x -m) 2 + n 2 ] Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 37 UFP .

f or cor r esponde um polinómio do 2º gr au decomponível numa soma de quadr ados.Aula 37 UFP .Na decomposição de uma fr acção em fr acções simples. Por sua vez. a cada par de r aízes imaginár ias da for ma m±ni . (x -m) 2 + n 2 pode ser t r ansfor mada numa ansf or fr acção da f or ma : Mx + N 2 2 ( x − m) + n 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 6 .

M. B 1 . S 2001/2002 AM I . B 2 . N.S e t iver mos uma f r acção r acional r (x)/ P(x) t al que P (x) admit e as r aízes: a – r aiz r eal de gr au de mult iplicidade 1 b – r aiz r eal de gr au de mult iplicidade 3 m±ni r aí zes imagin ár ias r ±si r aí zes imagin ár ias T emos: r ( x) = 3 2 2 2 2 ( x − a )( x − b) ( x − m) + n ( x − r ) + s B3 B1 B2 A Mx + N Rx + S = + + + + + 3 2 2 2 (x − a ) (x − b ) (x − b ) (x − b ) ( x − m) + n ( x − r ) 2 + s 2 [ ][ ] Álvaro coef Nelson Barros T emos que det er minar osMonteiro / icient es A. B 3 . R .Aula 37 UFP .FCT 7 .

(r aízes imaginár ias simples) x = p±qi . P(x) admit e r aízes imaginár ias múlt iplas podendo t ambém admit ir quaisquer out r as r aízes (r eais ou imaginár ias) 2 S ej a: P ( x) = ( x − a )( x − b) [(x − m) + n ][(x − p ) + q ] 2 2 2 2 3 S e t iver mos uma f r acção r acional r (x)/ P(x) t al que P (x) admit e as r aízes: x = a .4. (r aízes imaginár ias de gr au de mult iplicidade 3) 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 8 .Aula 37 UFP .r aiz r eal dupla x = m±ni .r aiz r eal simples x = b .

N. B 2 . P.FCT 9 .Aula 37 UFP . M. Q 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . B 1 .T emos: ( x − a )( x − b) ( x − m) + n ( x − p ) + q P3 x + Q3 B2 B1 A Mx + N = + + + + 2 2 2 (x − a ) (x − b ) (x − b ) ( x − m) + n ( x − p) 2 + q 2 P2 x + Q2 P1 x + Q1 + + 2 2 2 ( x − p) 2 + q 2 ( x − p) + q 2 2 2 2 [ r ( x) ][ 2 3 ] = [ ] 3 + [ ] T emos que det er minar os coef icient es A.

FCT dx ∫ (1 + cos( x))2 10 .dx =? ∫ sen( x ) I NT EGR AÇÃO DE F UNÇÕES T R I GONOMÉT R I CAS 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 37 UFP .

Aula 37 UFP .FCT 11 . cos x) T oda a f unção t r igonomét r ica pode ser expr essa em t er mos de senos e cosenos.F UNÇÕES T R I GONOMÉT R I CAS F unções do t ipo f(sen x.  x  x x  x 2 sen  * cos  2 sen  * cos  2 2 = 2 2 sen (x ) = 1 x  x sen 2   + cos 2   2 2  x 2 x  2 x  2 x  cos   − sen   cos   − sen   2 2 = 2 2 cos (x ) = 1 2 x  2 x  sen   + cos   2 2 2 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

F UNÇÕES T R I GONOMÉT R I CAS F unções do t ipo f(sen x. cos x) Usa-se a subst it uição t g (x/ 2) = t que vai per mit ir expr imir o sen (x) e o cos (x) em f unções r acionais de t .FCT 12 . S abendo que:  x 2 x  2tg   1 − tg   2 2 sen (x ) = cos (x ) = 2 x  2 x  1 + tg   1 + tg   2 2 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 37 UFP .

FCT 13 . cos x Assim: 2t sen (x ) = 2 1+ t 2 2 x De. vem   = arctg (t ) . logo:     1− t cos (x ) = 2 1+ t 2 dx 2 = 2 dt 1 + t 2001/2002 2dt dx = 2 1+ t Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .F UNÇÕES T R I GONOMÉT R I CAS F unções do t ipo sen x.Aula 37 UFP . tg  x  = t .

dx ∫ sen(x) 3.Aula 37 UFP .FCT 14 . cos( x) dx ∫ 1 + cos( x) 2001/2002 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Calcule: 1. dx ∫ (1 + cos( x))2 2.

Aula 39 UFP .ANÁLISE MATEMÁTICA I 39º Aula 38ª = exercícios 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 1 .

FCT 2 .Obj ect i vo da au l a: 3. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . Integral de funções escada. Integral definido 3. Conceito de partições e funções escada.Aula 39 UFP .1.2.2.

McGr aw . L eal .Aula 39 UFP .FCT 3 . P r i n cí pi os de An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada.B i bl i ogr af i a P r i n ci pal : [ 1 ] P i s kou n ov. F .H i l l . L opes da S i l va. C. [ 3 ] S i l va. J. J. Cál cu l o di f er en ci al e i n t egr al vol u m e I . An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada. C.. [ 2 ] S i l va.. N .H i l l .. McGr aw . E x er cí ci os . 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . C.

xk] 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .I n t egr al D ef in ido P ar t i ção e f u n ção em es cada. I n t egr al de f u n ção em es cada fk f2 f1 a x0 x1 x2 xk-1 xk xn-1 b xn Função em escada Constante em cada sub intervalo x x0.Aula 39 UFP .b] = P = N subintervalos [x0.… xn Sub intervalo fechado de ordem k de P 4 Partição P de [a. x1. … [xk-1.FCT .x1].

2002/2003 .FCT 5 ∫ f ( x)dx = f (x 1 a b 1 − x0 ) + . f3 f2 f1 x0 x1 x2 x3 Área dos rectângulos n=3 x1=2 x2=5 x3=7 x Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .I n t egr al de u m a f u n ção em es cada ∫ a b f ( x)dx =∑ f k (xk − xk −1 ) k =1 n Ex..Aula 39 UFP ..

Aula 39 UFP .FCT . 3 2 1 ∫ f ( x)dx = ? 1 1 2 3 4 5 4 6 6 x 6 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .f(x) f ( x) = c b a< x<b n k =1 k c a x1 x2 xk ∫ f ( x)dx = c∑ ( x a − xk −1 ) = c(b − a) Área do rectângulo b x Ex.

P r opr i edade adi t i va ∫ [ f ( x) + g ( x)]dx = a b ∫ f ( x)dx + ∫ g ( x)dx a a b b P r opr i edade h om og én ea ∫ c.FCT 7 b b 2002/2003 . f ( x)dx = c.∫ f ( x)dx a a Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 39 UFP .

∀x ∈ [a.FCT . b] ⇒ ∫ a b f ( x)dx < ∫ g ( x)dx a 8 b 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .P r opr i edade da l i n ear i dade ∫ [c f ( x) + c g ( x)]dx = 1 2 a b c1 ∫ f ( x)dx +c2 ∫ g ( x)dx a a b b T eor em a da com par ação f ( x) < g ( x).Aula 39 UFP .

T eor em a da adi t i vi dade c/ r es pei t o a u m i n t er val o da f u n ção ∫ f ( x)dx + ∫ f ( x)dx = ∫ f ( x)dx a c a c b b Se: a < c < b T eor em a da i n var i ân ci a s ob t r an s l ação 2002/2003 ∫ f ( x)dx = ∫ f ( x − c)dx a a+c Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 9 b b+c .Aula 39 UFP .

Aula 40 UFP .ANÁLISE MATEMÁTICA I 40ª Aula 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 1 .

3.Obj ect i vo da au l a: 3. Teorema fundamental do Cálculo.2.2. Integral definido 3.2. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 40 UFP . Definição de integral definido.3. Propriedades.2.FCT 2 .

J. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . [ 2 ] S i l va. An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada. C.FCT 3 .. P r i n cí pi os de An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada. McGr aw . C.Aula 40 UFP . Cál cu l o di f er en ci al e i n t egr al vol u m e I . L eal ..H i l l . J. [ 3 ] S i l va. L opes da S i l va. E x er cí ci os . C.H i l l . McGr aw .. N . F .B i bl i ogr af i a P r i n ci pal : [ 1 ] P i s kou n ov.

FCT 2002/2003 4 . E como calcular o integral de uma função qualquer? Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Foi abordado o integral definido de uma função em escada.Aula 40 UFP .

b] ∫ s( x)dx < ∫ t ( x)dx a a b b b Sejam s(x) e t(x) duas funções arbitrárias definidas em [a. b] Se existir um e um só número I.Aula 40 UFP . I = integral de f(x) de a a b = ∫ f ( x)dx a b ∫ s( x)dx ≤ I ≤ ∫ t ( x)dx a a b b f(x) diz-se integral definido em [a.t(x) f(x) s(x) a t(x) e s(x).b] e tais que s(x) ≤ f(x) ≤ t(x). são funções em escada e f(x) definida e limitada em [a.b] 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 5 . tal que. ∀x ∈ [a.

b] pode ou não ser integrável.b].b]. isto é.FCT 6 . b existe ∫ f ( x)dx a Caso seja f(x) seja descontínua em [a. então f(x) é integrável em [a.b].Aula 40 UFP .b]? Teorema 3.1: Se a função f(x) for contínua em [a. Teorema 3.2: Se a função f(x) for limitada com um número finito de pontos de descontínuidade em [a.1º Em que condições f(x) é integrável em [a. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . então f(x) é com certeza integrável em [a.b].

.f(x) Ex. de função descontínua integrável em [a.FCT 7 . 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 40 UFP . como calcular o integral? A resposta dentro de momentos..b] b x a 2º Se for integrável.

Aula 40 UFP .∫ f ( x)dx b b III – ∫ a 2002/2003 b f ( x)dx = ∫ a c f ( x)dx + ∫ f ( x)dx c 8 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT .I n t egr al D ef i n i do - P r opr i edades I – S e o limit e inf er ior coincidir com o limit e super ior de int egr ação o valor do int egr al é nulo: a ∫ f ( x)dx a = 0 I I – S e t r ocar mos os limit es de int egr ação o int egr al muda de sinal : b a ∫ f ( x)dx a = .

Aula 40 UFP .∫ f ( x)dx .∫ − f ( x)dx a Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 9 . e a b ∫ f ( x)dx a = .I n t egr al D ef i n iido do b b P r opr iedades I V – S endo o int egr al uma soma inf init a de par celas pode-se pôr em t odas as par celas o fact or comum K em evidência: ∫ Kf ( x)dx a = K ∫ f ( x)dx a b b Caso particular: ∫ − f ( x)dx a 2002/2003 b = .

FCT f(x) > 0.Aula 40 UFP . a < b Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . a > b 2002/2003 10 .I n t egr al D ef i n ido – I n t er pr et ação geom ét r ica I – Não int er cept a o eixo dos xx ent r e a e b: Y= f (x) Y= f (x) Área = ∫ f ( x)dx a b Área = − ∫ f ( x)dx a b a b b a f(x) > 0.

I n t egr al D ef i n ido – I n t er pr et ação geom ét r ica I – Não int er cept a o eixo dos xx ent r e a e b: a b b a b b Área = − ∫ f ( x)dx a Área = ∫ f ( x)dx a Y= f (x) Y= f (x) f(x) < 0. a < b f(x) < 0.Aula 40 UFP . a > b Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 2002/2003 11 .

I n t egr al D ef i n ido – I n t er pr et ação geom ét r ica I – I nt er cept a o eixo dos xx ent r e a e b: f (x) f (x) + a .área(-) ∫ f ( x)dx = área(+) .Aula 40 UFP .área(-) a 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .a<b + b b b ++ a>b a ∫ a b f ( x)dx = área(+) .FCT 12 .

Aula 40 UFP .FCT 13 2002/2003 . ent ão m(b − a) ≤ f ( x)dx ≤ M (b − a ) ∫ a b M m A área correspondente ao integral está compreendida entre os dois rectângulos a b Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .3 da Est imat iva de I nt egr ais Def inidos: S e Definidos: f(x) f or int egr ável no [ a.T eor ema 3.b] . com a < b e m • f(x) • M ∀x ∈ [a. b] .

b] ⇒ ∫ f ( x)dx ≥ ∫ g ( x)dx a a Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Consequências: i ) f ( x) ≥ 0 → m = 0 ⇒ ∫ f ( x)dx ≥ 0 a b ii ) f ( x) ≤ 0 → M = 0 ⇒ ∫ f ( x)dx ≤ 0 a b f ( x) iii )  integráveis em [a. b] g ( x)  f ( x) ≥ g ( x) ∀x ∈ [a.Aula 40 UFP .FCT b b 2002/2003 14 .

Aula 40 UFP . φ ( x) = ∫ f (t )dt a x Duas propriedades fundamentais: i) f(t) integrável ⇒ φ (x) é contínua ii) f(t) contínua ⇒ φ (x) é derivável e φ ‘(x) = f(x) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . ∫ f ( x)dx a b Se for alterado o limite superior b.T eor ema fundament al do cálculo: S endo. teremos uma nova função.FCT 15 .

de acordo com a propriedade.F(a) a b Demonstração: φ’(x) = f(x) F’(x) = f(x) F(a) = -C então.T eor ema fundament al do cálculo: Se f(x) for uma função contínua no intervalo fechado [a. então: ∫ f ( x)dx = F(b) .FCT 16 φ(x) = F(x)+C a x=a. φ(a) = F(a)+C. isto é.Aula 40 UFP . 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .b] e se F(x) for uma primitiva de f(x). φ (a) = ∫ f(t)dt = 0 a . se F’(x) = f(x).

Ex. quando nela se f az x= b e x= a.T eor ema fundament al do cálculo: φ (x) = F ( x ) − F (a ) ⇒ ∫ f(t)dt = F(b) − F (a ) a b a b f(x)dx = F(b) − F (a ) = [F ( x )] a = F ( x ) ∫ b a x =b b O int egr al def inido é igual à dif er ença dos valor es que t oma uma pr imit iva F(x) da f unção f (x). Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT ∫ sen( x)dx a 17 b 2002/2003 .Aula 40 UFP .

FCT 18 1 .Aula 40 UFP .Integração por partes: b  b [F(x)g(x)] a − ∫ F(x)g'(x)dx b  a ∫ f(x)g(x)dx  b a b [f(x)G(x)] − ∫ f ' (x)G(x)dx a  a  Ex: ∫ xe dx x 0 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

Integração por substituição ou mudança de variável ∫ (f (g ( x ))g ' ( x )dx = ∫ f (u )du u = g (x ) du = g ' ( x )gx b a ∫ (f (g ( x ))g ' ( x )dx = ∫ f (u )du = F (u ) g (a ) g (a ) g (b ) [ ]g (b) = F (g (b)) − F (g (a )) ∫ sen ( x) cos( x)dx 5 a b π ∫ tg ( x)dx 0 4 dx ∫ x ln( x) a b dx ∫1 x 2 + 4 − 1 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 19 .Aula 40 UFP .

ANÁLISE MATEMÁTICA I 41º Aula 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 1 .Aula 41 UFP .

3.3.2.3.Aula 41 UFP .3. 3. Intervalo de integração infinito.Obj ect i vo da au l a: 3. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .1.FCT 2 . 3.3. Função integranda ilimitada. 3. Integrais impróprios Definição.

[ 2 ] S i l va. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . Cál cu l o di f er en ci al e i n t egr al vol u m e I .B i bl i ogr af i a P r i n ci pal : [ 1 ] P i s kou n ov . E x er cí ci os . McGr aw . C. N .. McGr aw ..H i l l . J. L eal . [ 3 ] S i l va. C. An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada. P r i n cí pi os de An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada. L opes da S i l va.Aula 41 UFP . F .. J.FCT 3 . C.H i l l .

b) E S E N Ã O F OR AS S I M? Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . I n t egr ai s def i n i dos ..Aula 41 UFP .em ( a. n a m ai or i a das s i t u açõ es ...FCT 2002/2003 4 .I n t egr ai s def i n i dos pos s u em l i m i t es de i n t egr ação con s t an t es . s ão cal cu l ados s obr e f u n çõ es con t í n u as ..

Aula 41 UFP .FCT 5 .Integrais impróprios +∞ Intervalo de integração infinito (1º espécie) ∫ xdx 1 Função integranda tem limite infinito num ponto do intervalo de integração (2º espécie) s: s: po pllo em em Ex Ex 1 ∫1 x dx − 3 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

cont ínua no int er valo [ a.+ • [ e pr et ende-se det er minar o +∞ ∫ a f ( x)dx a b +• 6 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 41 UFP .I n t egr ai s i m pr ó pr i os - 1º espécie Vamos consider ar a f unção y= f(x).FCT .

AM I .I n t egr ai s i m pr ó pr i os +∞ 1º espécie ∫ a f ( x)dx = lim ∫ f ( x)dx = b → +∞ a b a b → +∞ b → +∞ b = lim [F ( x)] = lim [F (b) − F (a )] S e est e limit e exist e e f or f init o diz -se que o int egr al é conver gent e (exist e ár ea se f (x)> = 0).FCT 7 . caso cont r ár io diz -se que o int egr al é Álvaro Monteiro / Nelson Barros diverAula 41 e.gent 2002/2003 UFP .

FCT 8 .Aula 41 UFP .I n t egr ai s i m pr ó pr i os L imit e inf er ior inf init o : 1º espécie b = lim [F ( x )] = lim [F (b) − F (a )] a →−∞ b a a →−∞ −∞ ∫ f ( x )dx = lim ∫ f ( x )dx = a →−∞ a b 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

Aula 41 UFP .FCT .I n t egr ai s i m pr ó pr i os Ambos os limit es inf init os : +∞ c +∞ 1º espécie −∞ ∫ f ( x)dx = ∫ f ( x)dx + ∫ f ( x)dx = −∞ c c b a → −∞ a = lim ∫ f ( x)dx + lim ∫ f ( x)dx (c = 0) 2002/2003 de têm b → +∞ c ites m s li tir… o os exis mb A 9 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

I n t egr ai s i m pr ó pr i os Calcular : +∞ 1º espécie dx ∫x 1 +∞ dx ∫ x2 2 dx ∫∞1 + x 2 − 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 10 +∞ .Aula 41 UFP .

Aula 41 UFP .I n t egr ai s i m pr ó pr i os b 2º espécie e s ej a. Con s i der e. a 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .s e de u m i n t egr al i m pr ó pr i o de 2 º es p éci e.s e o i n t egr al x →c ∫ f ( x)dx a a ≤ c ≤ b .FCT c b 11 . t al qu e lim f ( x) = ∞ . t r at a.

lim ∫ ε →0 + ε 2002/2003 5 5 1 dx = lim 2 x ε = lim 2 5 − 2 ε = 2 5 x ε →0 + ε →0 + Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . 5) Não é contínua f ( x) = 1 ∫ x x 0 5 1 dx = ? x 5 Existe um [ ε. onde f(x) é contínua.I n t egr ai s i m pr ó pr i os y 2º espécie (0.Aula 41 UFP . logo é possível calcular o integral DEFINIDO entre 5 e ε ≠ 0. ε > 0. 5].FCT [ ] [ ] 12 .

b [ ∫ f ( x)dx = lim ∫ f ( x)dx ε →0 a + b b −ε a 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 41 UFP . não limitada nesse intervalo. b] < ]a. mas integrável em qualquer [ a+ε. b] [a . b ] com 0< ε< b-a.FCT . Se existir lim ∫ f ( x)dx = L impróprio b ∫ a b ε →0 + a +ε então dizemos que o integral f ( x)dx é convergente e que b ∫ f ( x)dx = L a b ]a.I n t egr ai s i m pr ó pr i os b 2º espécie Seja f(x) uma função definida no ]a. b] ∫ f ( x)dx = lim ∫ f ( x)dx ε →0 a + a +ε [a + ε . b[ 13 [a.b]. b − ε ] < [a.

FCT 14 . b]\ {c}= [a.I n t egr ai s i m pr ó pr i os - [a. caso cont r ár io o int egr al é diver gent e. b] c b a c 2º espécie ∫ f ( x)dx = ∫ f ( x)dx + ∫ f ( x)dx = lim ∫ f ( x)dx + lim ∫ f ( x)dx = a b c −ε b ε →0 a ε →0 c + ε [F ( x)]ca−ε + lim [F ( x)]b+ε c lim ε →0 ε →0 S e est es limit es exist ir em e f or em f init os dizemos que o int egr al é conver gent e.Aula 41 UFP . c[∪ ]c. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

FCT 15 1 .I n t egr ai s i m pr ó pr i os Calcular : π 2º espécie ∫ tg ( x)dx 0 2 dx ∫1 3 x − 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 41 UFP .

FCT 1 .Aula 46 UFP .AN ÁL I S E MAT E MÁT I CA I 4 6 º Au l a 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

1.Obj ect i vo da au l a: 4.Aula 46 UFP .2. 4. Números complexos 4. Módulo e Argumento.FCT 2 . Exponenciais Complexas. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I . Interpretação geométrica.

C.H i l l . E x er cí ci os . F . [ 2 ] S i l va. An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada.. McGr aw . L eal .FCT 3 . P r i n cí pi os de An ál i s e Mat em át i ca Apl i cada. C. [ 3 ] S i l va. 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .. J. McGr aw .B i bl i ogr af i a P r i n ci pal : [ 1 ] P i s kou n ov. Cál cu l o di f er en ci al e i n t egr al vol u m e I .H i l l . J. N . L opes da S i l va.Aula 46 UFP .. C.

Aula 46 UFP .FCT i = −1 4 2 .N ú m er os com pl ex os Def inição T oda a expr essão da f or ma: a + bi Onde a e b são númer os r eais e i a unidade imaginár ia definida pela r elação: i = −1 2002/2003 ou Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

imaginário puro. 0 + bi Se b = 0 ⇒ número real a 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .FCT 5 .Aula 46 UFP .N ú m er os com pl ex os Def inição a + bi Se a − bi S ão complexos conj ugados a = 0.

T odo o númer o complexo pode ser post o sob a fór mula: f ór a + bi = r (cos ϕ + isenϕ ) As quant idades r e ϕ expr imem-se em fun ção de a e b pelas f ór mulas: 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .b) r ϕ a b 1.N ú m er os com pl ex os R epr esent ação geomét r ica dos nº complexos a= r cos ϕ . b= r sen ϕ A(a.FCT 6 .Aula 46 UFP . F or ma t r igonomét r ica dos númer os complexos: 2.

FCT 7 .N ú m er os com pl ex os R epr esent ação geomét r ica dos nº complexos As quant idades r e ϕ expr imem-se em fun ção de a e b pelas f ór mulas: r = a +b 2 2 b ϕ = arctg( ) a 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 46 UFP .

FCT 8 .N ú m er os com pl ex os Oper ações com númer os complexos Adição com númer os complexos: (a1 + b1i ) + (a 2 + b2 i ) = (a1 + a 2 ) + (b1 + b2 ) i S ubt r acção com númer os complexos: (a1 + b1i ) − (a 2 + b2 i ) = (a1 − a 2 ) + (b1 − b2 ) i 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 46 UFP .

FCT 9 .Aula 46 UFP .N ú m er os com pl ex os Oper ações com númer os complexos Mult iplicação com númer os complexos: (a1 + b1i )(a 2 + b 2 i ) = a1a 2 + b1a 2 i + b 2 a1i + b1b 2 i 2 S e os númer os complexos são dados sob a for ma f or t r igonomét r ica: r1 (cos ϕ 1 + i senϕ 1) r2 ( cos ϕ 2 + isenϕ 2 ) = r12 r2 cos (ϕ [ 1 + ϕ 2 ) + isen (ϕ ] 1 + ϕ2 ) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

FCT 2002/2003 10 .Aula 46 UFP .N ú m er os com pl ex os Oper ações com númer os complexos Divisão com númer os complexos: (a1 + b1i ) = x + yi (a 2 + b 2 i ) Mult iplica-se o dividendo e o divisor pelo númer o complexo conj ugado do divisor Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

N ú m er os com pl ex os Oper ações com númer os complexos Divisão com númer os complexos (caso t r igonomét r ico): r1 (cos ϕ r2 ( cos ϕ 1 + i senϕ 1) 2 + isenϕ 2 ) = r12 r2 [cos (ϕ 1 − ϕ 2 ) + isen (ϕ ] 1 − ϕ2 ) 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 46 UFP .FCT 11 .

FCT 12 .Aula 46 UFP .N ú m er os com pl ex os Elevação a uma pot ência [r (cos ϕ + i senϕ )]n = r n (cos nϕ + i sen nϕ ) F ór mula de Moivr e 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .

F unção exponencial de expoent e complexo Diz -se que w é uma função da var iável complexa z se a cada valor da var iável z (z= x+ yi ) . Def inir os valor es complexos da função w f unção N ú m er os com pl ex os w = ez w = e x +iy e x +iy = e x (cos y + iseny ) 2002/2003 w( z ) = e x (cos y + iseny ) 13 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 46 UFP . t omada num cer t o domínio do plano da var iável complexa. cor r esponde um valor bem definido da var iável complexa w ( w= f (z)).FCT .

FCT .N ú m er os com pl ex os F unção exponencial de expoent e complexo Pr opr iedades e z1 + z 2 =e m z1 e mz z2 e z1 − z 2 (e ) = e 2002/2003 z e = z2 e 14 z1 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .Aula 46 UFP .

cam b) E s cr eva z e z ’ n a f or m a t r i gon om ét r ica c) Calcu le 2 z + z ’ 2002/2003 Álvaro Monteiro / Nelson Barros AM I .2+ 2i e z’= 1+ i a) R epr es en t e z e z ’ geom et r iicam en t e.FCT 15 .Aula 46 UFP .Cons ider e os complex os z= .

º 1 2002/2003 1. Defina.UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Faculdade de Ciência e Tecnologia Análise Matemática I Ficha de Trabalho n. Verifique se as seguintes funções são pares ou ímpares: g ( x) = ( x − 1) 2 1 h( x) = cos( x + 2π ) i ( x) = 3 x −1 f ( x) = sen( x) . o domínio das funções definidas em ℜ por: a) b) c) d) e) x2 − 2 x + 2 5 2 6x + 2 2x 2 x −4 x2 2x − 2 x 2 − 3x + 1 x 3 − 4 x 2 + 3x 2. 3x 2 + 2 4 x+4 1 − 2x x − 3 + 5− x 4−x 1 8 2−x y = x2 − 5 y = 1 + 3 x2 + 1 y = 2− x+2 Com intervalos de números reais represente o contradomínio de cada uma das funções definidas. em ℜ por: a) b) c) 4. Calcule. o domínio das funções reais de variável real seguintes: a) b) c) d) e) 3. como intervalos de números reais. com intervalos de números reais.

b) Calcule.(3 + 2 cos 2 ( x) − 3 cos( x) + 1 = 0 g ( x) = 1 arcsen(2 x + 1) 2 11. b) Resolva em R a condição: 8. f ( x) = log 2 ( x + 2) = 6 b) log x 3 = − 3 2 Considere a função real de variável real: f ( x) = 2 − log 5 ( x − 3) a) Determine o seu domínio e contradomínio. 1 5 + 1 b) y = x 1+ e 1 + 4e − x c) x 2 ln( x 2 ) d) y = xe− x 2 e) 3-5 x Determine os valores de x que satisfazem a: a) 23 x+2 = 2 b) x 2e x + 3 xe x = 0 f ( x) = 3 − 22 x −1 11 4 7. 10.5. Determine o conjunto solução de: c) 9. os seus zeros.  2 . Calcule. c) Defina a função inversa de g. com intervalos de nº reais. se existirem. Resolva as seguintes equações trigonométricas: a) 2 sen( x) + 3 = 0 3 cotg( x)) = 0 c) cos(2 x) + cos( x) = 0 d) b) ( 2 + 4 sen( x )). Considere a função: a) calcule b) Determine o domínio e o contradomínio de g. o domínio das das funções definidas em R por: a) y = 6. c) Defina f −1 . Considere a função real de variável real: a) Determide o domínio e o contradomínio da função.  1 g (−1) e g  −  .

UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Faculdade de Ciência e Tecnologia Análise Matemática I Ficha de Trabalho n.º 2 2002/2003 I Calcule o valor dos seguintes limites: x−4 x → 4 x − x − 12 x 3 − 27 b) lim 2 x→3 x − 9 a) lim 2 c) 6x 2 + 2 x + 1 2 x →+∞ 5x − 3x − 4 lim II Calcule o valor dos seguintes limites: a) c) x → 8+ lim 5x 6 − 5x − 4 x− x x3 − x2 lim x →0 + 4x − 3 x →−1 x + 1  2 4x + 3  d) lim x ⋅ 2 x→0  x + 3x   b) lim− Calcule o valor dos seguintes limites: III 1 x a) lim 2x + 1 x→0 x2 1   1 c) lim  2 − x + 2  x→ −2+  4 − x x 1− x b) lim x →1 x + 2 x2 − 1 2 x 2 + 5x d) lim 2 x →+∞ x + 3 x + 2 IV Calcule o valor dos seguintes limites: a) c) x → 1+ lim x ( x − 1) 2 1 x b) d) x →1 lim − x ( x − 1) 2 1 x →0 lim 2 − x →0 lim 2 x + .

1]: f ( x ) = 2 ? justifique. definida por: f (x ) = 2 x 3 − 5x + 4 a) Calcule ∃x ∈ [0. f (1) e f ( −2) . a) Calcule c) Prove que a restrição de g ao intervalo [0. b) Mostre que : ∀x ∈ [0. real de variável real. VIII Mostre que a função:  x 2 − 3x se x ≤ 1  f ( x) =  2 − 4 x se x > 1   x tem um máximo e um mínimo no intervalo [− 2.2] tem nesse intervalo um máximo e um mínimo.2] . b) É verdadeira ou falsa a proposição: VII Dada a função g. de variável real.  x + 1 se x > 2  g( x ) =  x se x ≤ 2   2 g(0) e g( 3) . .V Calcule o valor dos seguintes limites: x2 + x − 2 3 x →−∞ 4 x − 1 2 x3 c) lim 2 x → −∞ x + 1 a) lim 1− x + 4 x →−3 x+3 5   d) lim− ( x + 3) ⋅ 2 x →−3  9 + x + 6x   b) lim VI Considere a função real. f (0) .0] .3]: g ( x ) ≠ 2. Isto contradiz o teorema de Bolzano? Justifique. c) Prove que a função admite pelo menos um zero no intervalo [− 2 .

º 3 2002/2003 I f (z ) = 1 2 d) y = z+ z+2 ( 1+ x 3 1 2 Calcule a derivada das seguintes funções: a) f (x ) = ( 2 x −3 2 x −4 ) 3 b) f (x ) = 2x − 1 3x + 1 c) ) II Considere a função real de variável real f (x ) = 2 x − 8 x + 3 .3] verifica as condições do Teorema de Rolle. a) Mostre que a função no intervalo [1.UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Faculdade de Ciência e Tecnologia Análise Matemática I Ficha de Trabalho n. | Calcule a derivada das seguintes funções: a) III f (x ) = y= sen( x ) + cos( x ) sen( x ) − cos( x ) b)  x +a  y = tg    1 − ax  2 4 y = tg ( x ( a =constante) c) 1 + tg ( x ) cos x + 1 ( ) d) ) + cotg (x ) IV Calcule a derivada das seguintes funções: a) c) y = 3arcsen( x2 −1 ) b) 2 y = arctg[ sen x + 1 ( )] ) y = 2 sen[ arccos(3x ) ]+ 2 x d) y = cos( arccotg ( x) V Determine os seguintes limites: a) lim ln( x) x → 0 cotg ( x ) b) x3 − 2 x 2 − x + 2 lim x →1 x3 − 7 x + 6 c) 2 lim [cos(2 x)]x x→0 3 d) lim (1 − cos( x) )cotg ( x) x →0  x 1  x e) lim   x − 1 − ln( x)  f) lim x  x →1   x →0 + 2 3 − 2 ln(1 − 2 x) j) lim  1 − sen x   2  i) lim  x →0 x x4    x → −∞ x g) x →0 + lim ln x 1 x h) ln( x 2 − 2 x) x → +∞ ln( x 3 ) lim lim x →0 k) x2 − 2x x → +∞ x lim l) x 2 + x +1 −1 x .3[: f (c) = 0 . 2 b) Calcule um c ∈ ]1.

2 VIII Considere a função real de variável real f (x ) = 3x + 1 . no intervalo considerado. b) Prove que a tangente ao gráfico da função no ponto de abcissa f (x ) = e . IX Calcule o valor dos seguintes limites utilizando a regra de Cauchy ou de l’Hôpital (sendo aplicáveis): 2 x 2 − 5x − 3 a) lim x → 3 sen (3 − x )  x +1 ln   x  b) lim x → +∞  x − 2  ln   x  f) 3 − x lim x e c) x → +∞ x 3 lim ex d) x → 0 tg ( 2 x ) lim e x −1 e) x → −∞ lim x cos( x ) − sen( x ) x3 1 ln( x) x → +∞ g)  1 3 sen( x) lim   sen( x) − x 2  h) lim x  x →0   x →0 + tg (3 x) tg ( x) sen( x) − x x3 i) x → +∞ lim ( x + 1 ) j) e x sen( x) − x lim x → +∞ 3x 2 + x 5 k) lim x→ π 2 l) lim x →0 . 3 é uma recta horizontal.2] cumpre as condições do Teorema de Lagrange.ln(x 2 ) VII x 2 − 3 x +1 Dada a função real de variável real a) Verifique se a função no intervalo [ 0. 2 b) Determine o ponto c a que se refere o teorema de Lagrange.m) e x + e−x lim x −x x → +∞ e − e lim ( x + 1) 1 ln(1) n) ln( x) x → +∞ 3 x lim lim tg ( x) −x x x →0 e − e o) lim x→1 ln( x) x −1 p) lim (ln( x) ln( x − 1)) x→1 q) x → +∞ r) Calcule a derivada das seguintes funções: VI 1 a) y = e x − e) b) x2 y = (2 − x ) f) c) x 2 +1 y = (3 x − 1) d) y = x log10 ( x ) + log 10 ( x) x y = ln ln x 2 [ ( )] y = xln(x) .3] a função satisfaz as condições do Teorema de Rolle. a) Verifique que a função no intervalo [− 1.

n = 3 f(x) = 1 .n = 2 f ( x ) = sen( x). de ordem n. x = 2 x −1 . a = π f(x) = x 3 − 2 x 2 + 3 x + 5. x 2 a=0 a=2 2 .UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Faculdade de Ciência e Tecnologia Análise Matemática I Ficha de Trabalho n. de variável real: a) b) c) d) e) y= y y y y 2x x −4 2 = e− x ln( x ) = 2 x 1 = +1 1 + ex = e x ( x − 2) + 2 2 f) g) h) i) y = x2 x + 1 h( x) = x 4 − 18 x 2 f ( x) = x2 + 2x − 1 x −1 y = x 2 ln( x 2 ) II Encontre o desenvolvimento em série de Taylor das seguintes funções: a) b) c) d) e) f ( x ) = ln(1 + x ). a = 2 .º 4 2002/2003 I Estude e represente graficamente as seguintes funções reais. f ( x) = e .

UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Faculdade de Ciência e Tecnologia Análise Matemática I Ficha de Trabalho n. por substituição. os seguintes integrais: a) I 3 ∫ ∫ sen(x)cos(x)dx x 1 − x dx 2 b) 2 x ∫ x e dx c) ∫ ∫ dx x ln(x) dx cos (x) tg(x) − 1 2 d) e) ∫ dx 5x − 2 II b) f) Calcule.º 5 2002/2003 Calcule. calcule as seguintes primitivas: a) ∫ 5 + 3cos(x) ∫ x2 + 1 dx 2 x dx b) ∫ sen(2x) + cos(2x) d) dx c) ∫ 1 + sen (x) 2 dx Calcule os seguintes integrais: a) V ∫ ∫ x 2 dx 3 1+ x x+2 dx x +1 b) ∫ d) x + ln 2 (x) dx x c) ∫ 3x 3 − 4x 2 + 3x dx 2 x +1 . os seguintes integrais: a) ∫ x arctg(x)dx ∫ e cos(x)dx x ∫ sen(ln(x))dx x 2 + 1 dx c) d) ∫ ln (x + ) Calcule os integrais das seguintes funções racionais: a) III b) ∫x ∫ 3 dx −1 ∫x 2 dx + 7x + 6 c) x 4 − 2x 3 + 3x 2 − x + 3 dx 3 2 x − 2x + 3x IV Utilizando em cada caso a substituição apropriada. por partes.

a) Região delimitada pela curva .UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Faculdade de Ciência e Tecnologia Análise Matemática I Ficha de Trabalho n. a recta y = 8 e o eixo dos yy.º 6 2002/2003 I Determine o valor dos seguintes integrais definidos: e a) ∫ Cos( Ln(x )) 1 1 dx x b) ∫ 2Sen( x) + 3 ∫ 0 e 0 0 π 2 π 2 Cos( x )dx c) ex dx ∫ 1 + e2 x 0 d) Sen ( 2 x ) dx 1 + Cos2 ( x ) 2 e) ∫ 0 1 0 1 ArcSen ( x ) dx f) ∫ Ln(x ∫x 1 2 3 + 1) dx g) ∫ x ArcTg ( x 2 )dx II h) dx +x Determine a convergência ou divergência dos seguintes integrais impróprios: a) ∫ 0 1 1 xdx 1− x 2 +∞ b) ∫e 0 −x Sen ( x )dx c) ∫ Ln(x )dx 0 +∞ +∞ d) ∫ x Sen(x ) dx 0 e) −∞ ∫x 2 dx + 2x + 2 III f) ∫ 0 π 2 Cos( x ) dx 1 − Sen ( x ) Calcule a área das seguintes regiões: y = x 3 . c) Região delimitada pela curva y = Cos( x ) e o eixo dos xx no intervalo [− π . 3 b) Região delimitada pelas curvas y = x .2π ] . y = 2 x e y = x .

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