SEGUEM ALGUMAS DINÂMICAS: DESCUBRA A SENHA

Como Fazer: 1. Dá-se um tema (exemplo: Pic-nic). 2. O líder pede aos participantes que citem palavras relacionadas ao tema, mas que ao mesmo tempo deverá obedecer aos critérios de uma senha conhecida apenas pelo líder. 3. O líder deverá limitar-se a dizer se a palavra tem ou não relação com o tema/senha, até que os participantes descubram qual a senha (por exemplo: palavras trissílabas).

DE QUEM SERÁ O PRESENTE?
Material: Um presente (pode ser bombons com mensagens, ou outra lembrancinha, mas que tenha uma para cada pessoa. Deve estar em uma caixa bonita de presente, que desperte a curiosidade de todos.). Como Fazer: a) Pensar em pessoas que sejam organizadas, felizes, meigas, extrovertidas, corajosa, inteligente, simpáticas, dinâmicas, solidárias, alegres, elegantes, bonitas, transmite paz. (Se quiser pode acrescentar mais algum, de acordo com o grupo) b) Comece fazendo o sorteio entre todos os participantes, sorteando uma pessoa. 1. Parabéns!! Você tem muita sorte, foi sorteado com este presente. Ele simboliza a compreensão, a confraternização e a amizade que temos e ampliaremos. Mas o presente não será seu. Observe os amigos e aquele que considera mais organizado será o ganhador dele. 2. A organização é algo de grande valor e você é possuidor desta virtude, irá levantar-se para entregar este presente ao amigo que você achar mais feliz. 3. Você é feliz, construa sempre a sua felicidade em bases sólidas. A felicidade não depende dos outros, mas de todos nós mesmos, mas o presente ainda não será seu. Entregue-o para uma pessoa que na sua opinião é muito meiga. 4. A meiguice é algo muito raro, e você a possui, parabéns. mas o presente ainda não será seu. E você com jeito amigo não vai fazer questão de entregá-lo a quem você acha mais extrovertida. 5. Por ter este jeito tão extrovertido é que você está sendo escolhido para receber este presente, mas infelizmente ele é seu, passe-o para quem você considera muito corajoso. 6. Você foi contemplada com este presente, e agora demonstrando a virtude da coragem pela qual você foi escolhida para recebe-lo, entregue-o para quem você acha mais inteligente. 7. A inteligência nos foi dada por Deus, parabéns por ter encontrado espaço para demonstrar este talento, pois muitos de nossos irmãos são inteligentes, mas a sociedade muitas vezes os impede que desenvolvam sua inteligência. Agora passe o presente para quem você acha mais simpático. 8.Para comemorar a escolha distribua largos sorrisos aos amigos, o mundo está tão amargo e para melhorar um pouco necessitamos de pessoas simpáticas como você. Parabéns pela simpatia, não fique triste, o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais dinâmica. 9. Dinamismo é a fortaleza, coragem, compromisso e energia. Seja sempre agente multiplicador de boas idéias e boas ações em seu meio. Precisamos de pessoas como você, parabéns, mas passe o presente a quem você acha mais solidário. 10. Solidariedade é a coisa rara no mundo em que vivemos, de pessoas egocêntricas. Você está de parabéns por ser solidário com seus colegas, mas o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais alegre. 11. Alegria!!! Você nessa reunião poderá fazer renascer em muitos corações a alegria de viver, pessoas alegres como você transmitem otimismo e alto astral. Com sua alegria passe o presente a quem você acha mais elegante. 12. Parabéns a elegância completa a citação humana e sua presença se torna mais marcante, mas o presente não será seu, passe-o para aquele amigo que você acha mais bonito. 13. Que bom!!! Você foi escolhido o amigo mais bonito entre o grupo, por isso mostre desfilando para todos observarem o quanto você é bonito. Mas o presente não será seu, passe-o para quem lhe transmite paz. 14. O mundo inteiro clama por paz e você gratuitamente transmite esta tão riqueza, parabéns!!! Você está fazendo falta as grandes potências do mundo, responsáveis por tantos conflitos entre a humanidade. O presente é seu!!! Pode abri-lo. (espere a pessoa começar a abrir o presente e antes de completar, pede para esperar um pouco e continua lendo). Com muita paz, abra o presente e passe-o a todos os seus amigos e deseje-lhes em nome de todos nós, muita paz.

FAZENDO FEIRA

Objetivo: Essa brincadeira visa integração, ao contar uma história, a criança se desinibe diante do grupo, além de desenvolver criatividade, coordenação motora e rapidez de raciocínio. Material: Com antecedência, o catequista deve preparar crachás coloridos com cores de frutas (amarela, laranja, roxa, vermelha, verde etc.), escrever o nome dos catequizandos e entregar no início do encontro. Como Fazer: Os catequizandos devem estar sentados em círculo. O catequista em pé, no meio da roda, explica a brincadeira: a história que vou contar é sobre uma feira. Mas atenção! Quando eu disser o nome da fruta, aquele que estiver com o crachá da cor dessa fruta deve levantar-se, rodopiar em volta de sua cadeira e voltar a sentar. Quando eu disser a palavra SACOLA, todos fazem a feira e mudam de cadeira. O catequista senta-se numa das cadeiras, para que um dos catequizandos fique sobrando e tenha que continuar a história.

LOCOMOTIVA
Objetivo: De forma divertida, podemos memorizar os cinco Mandamentos da Igreja. Cada vagão da locomotiva representará um mandamento, e a locomotiva será o cristão. A locomotiva só poderá partir assim que todos os vagões estiverem ligados a ela. O catequizando só será capaz de percorrer os trilhos da evangelização se transportar com a sua vida os cinco Mandamentos, ou seja, as cinco dicas que o tornarão um verdadeiro cristão. Como Fazer: Trace duas linhas paralelas á distância de 10m, uma partida outra para chegada. Dividida seu grupo de catequizandos e forme duas fileiras distantes uma da outra. Um dos jogadores de cada equipe ficará atrás da linha de chegada, ele será a locomotiva. Os demais jogadores representarão os vagões e ficarão em posição.

AMARELINHA
Objetivo: Assimilar os Dez Mandamentos da lei de Deus. Conscientizar o catequizando de que seguir os Dez Mandamentos o aproximará ainda mais de Deus. Material: Giz de lousa para riscar a amarelinha no chão. Tampinha de garrafa ou um objeto com que se possa marcar a casa da amarelinha. Como Fazer: Com um giz, risque no chão os desenhos da amarelinha. tire a sorte para ver quem começa. De fora da amarelinha, jogue uma tampinha, que deverá cair na casa de número1. Antes de pular diga o Primeiro Mandamento e depois, com um pé, comece a pular, seguindo a ordem dos números. Não pise a casa onde está a tampinha. Só coloque os dois pés no chão quando houver uma casa ao lado da outra. Vá pulando até chegar ao numero 2, abaixe-se, mantendo-se num pé só, pegue a tampinha e pule por cima da casa de número 1. Faça o mesmo com as outras casas. OBS: a brincadeira da amarelinha poderá ser usada para trabalhar os sacramentos também, nesse caso deve-se riscar o desenho com apenas sete casas.

CRUELDADE
Objetivos: Ao mesmo tempo em que as pessoas se descontraem, observar a importância do respeito ao outro. Material: Papel e lápis para todos. Como Fazer: 1- O coordenador da dinâmica explica que cada um terá que elaborar uma prova ridícula e aborrecida para um dos companheiros do grupo. 2- Explica que tipo de coisas podem ser propostas. 3- Uma vez escritas as provas, o líder recolherá os papéis e, muito "cruelmente", anunciará que foi modificado o regulamento do jogo, sendo que cada um terá que realizar a própria prova. Observação: O coordenador da dinâmica poderá substituir a realização das provas por uma análise de como cada um se sentiu ao saber que havia sido alterado o regulamento.

DINÂMICA DO CASTIGO
Material: Papel e caneta.

Como Fazer: 1- Distribui-se um pedaço de papel para cada pessoa. 2- Diz a todos o seguinte: Somos todos irmãos não é? Portanto, ninguém aqui vai ficar chateado se receber um castigo do irmão. Então vocês vão escolher uma pessoa, e dar um castigo à ela. 3- Isso será feito da seguinte forma: no papel deverá ser escrito o nome de quem vai dar o castigo, o castigo em si e o nome de quem vai realizar o castigo. 4- Após recolher todos os papéis o animador fala o desfecho da dinâmica: Acontece que o feitiço virou contra o feiticeiro, portanto quem deu o castigo é que vai realizá-lo. Observação: Caso a pessoa não queira realizar o castigo ela receberá um castigo do grupo todo. Conclusão: Nesta dinâmica a mensagem que passa é: O que não queremos para nós, não desejamos para os outros.

DINÂMICA DO TUBARÃO
Material: Um local espaçoso. Como Fazer: 1- O animador explica a dinâmica: imaginem que agora estamos dentro de um navio, e neste navio existem apenas botes salva-vidas para um determinado número de pessoas, quando for dita a frase "Tá afundando", os participantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, e quem ficar fora do grupo será "devorado" pelo tubarão (deve ser escolhida uma pessoa com antecedência). 2- O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado, dependendo do número de pessoas. Conclusão: Responde-se às seguintes perguntas: 1) Quem são os tubarões nos dias de hoje? 2) Quem é o barco? 3) Quem são os botes? 4) Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?

ACENDER E APAGAR
Material: Uma caixa de fósforos e dez velas para cada equipe, latas de conserva cheias de areia para se colocar as velas, um apito ou sino para o animador. Como Fazer: 1- O animador divide o grupo em duas equipes, que se organizam em filas paralelas, atrás da linha de partida. 2- Em frente a cada equipe, colocam-se as velas, cobrindo o percurso que vai desde a linha de partida até a meta (15 metros). 3- O primeiro integrante de cada fila recebe uma caixa de fósforos. A um sinal do animador, correm a acender as velas. 4- Acendida a última, cada qual volta para sua fila e toca no ombro do segundo participante. Este corre a apagar as velas. 5- Ao terminar, volta para sua fila e toca no ombro do terceiro. Este corre e faz o mesmo que o primeiro participante. 6- O exercício continua assim até que a fila inteira participe. Ganha a equipe que terminar primeiro. Conclusão: Para meditar: Para que serviu a experiência?

CARTA DE DESPEDIDA
Objetivos: Avaliar o momento concreto que esta sendo vivido pelo grupo através da verbalização das emoções. Material: Papel e caneta para cada um. Como Fazer: 1- Cada participante escreverá numa folha uma carta de despedida do grupo. 2- Nessa carta, deve comentar: a) o como está se sentindo em relação ao grupo,

b) o que estava sendo o mais importante, c) se estava gostando ou não, d) do que não estava gostando, e) se vai sentir saudade... por quê? 3- O que mais quiser acrescentar. 4- Depois, as cartas são lidas em voz alta, pela própria pessoa que escreveu ou então, trocando-se os leitores. 5- Lidas todas as cartas, pode-se conversar sobre o rumo que se deve dar ao grupo para resolver o problema que se está enfrentando.

TERREMOTO
Objetivos: Pensar coletivamente, não ser egoísta. Participantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 ( 7x3 = 21, sobra um) Material: Espaço livre para que as pessoas possam se movimentar, mas quanto menor o espaço mais trombadas. Como Fazer: 1- Dividir em grupos de três pessoas, lembre-se que deverá sobrar um. 2- Cada grupo terá 2 paredes e 1 morador. 3- As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa Junina), o morador deverá ficar entre as duas paredes. 4- A pessoa que sobrar deverá gritar uma das tres opções abaixo: a) MORADOR!!! - Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. As paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa. b) PAREDE!!! - Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredes devem trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém. c) TERREMOTO!!! - Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. 5- Repetir até cansar. Observação: NUNCA dois moradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem morador. Conclusão: 1- Como se sentiram os que ficaram sem casa? 2- Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava no meio? 3- Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo? Na Escola? No Trabalho? Na Sociedade?

ROMANCE
Objetivos: Oferecer um momento de descontração e, ao mesmo tempo, trabalhar a criatividade dos participantes. Material: Lápis e papel para cada um e a lista de perguntas para o coordenador da dinâmica. Como Fazer: a) Cada participante receberá um pedaço de papel a lápis. b) A todos se pedirá que escrevam, em ordem, o seguinte (é bom que se escreva o número de cada pergunta): 1. um nome 2. um lugar diferente 3. uma idéia 4. um espaço determinado 5. um desejo 6. um número 7. sim ou não 8. uma cor qualquer 9. uma medida 10. um hábito 11. uma certa soma de dinheiro 12. uma virtude

d) À pergunta 1. quanto tempo namoraram? 5. 1. vai eqüivaler o que estiver escrito na primeira linha da parte do exercício. pedir que se expressem descrevendo o que viram. então. nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos. b) Depois de um minuto de observação silenciosa. é convencido(a)? 8. que número de sapato calça? 10. nome de uma cidade c) Assim que todos tiverem terminado esta parte. quanto dinheiro tem para gastar com ele? 12. onde se encontraram pela primeira vez? 3. pedido de perdão. preces. c) Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro. quase sempre. qual é o seu pior defeito? 11.3-11 e Salmos 6 MAnCHA OU PONTO Objetivo: Oração. mostrando o seu desenho explicado-o. as perspectivas que têm. sem nenhuma comunicação. quantas declaração de amor você recebeu? 7. qual é a sua maior virtude? 13. MEUS SENTIMENTOS Objetivo: Apresentação e entrosamento Material: : Papel e lápis de cor Como Fazer: a) Cada um deve retratar num desenho os sentimentos. Pedir. que canção você gostaria de escutar no seu casamento? 14. que tirem conclusões práticas. dependendo do tipo de participantes. e) Pode-se também fazer um grupão onde cada um apresenta mostrando e comentando o seu desenho. Palavra: Fl.. c) Num segundo momento as pessoas se reúnem em subgrupos e se apresentam dizendo o nome. Palavra: 1Cor 3. o líder começará a fazer as seguintes perguntas a cada participante. d) O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu símbolo apresentando-o e justificando. de onde vem. que idade ele(a) tem? 4. Como Fazer: a) Mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro. onde vocês vão passar a lua de mel? Observações: Esta lista pode ser aumentada ou modificada. Material: Símbolos da natureza. revisão de vida..13. papel e caneta. qual é o nome do seu noivo(a) 2. quais são os seus propósitos? 6. . b) Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio. esquecendonos do seu lado luminoso que. uma canção 14. é maior. das pessoas. e) Perguntas: 1.1-4 e Salmos 51 IDENTIFICAÇÃO PESSOAL COM A NATUREZA Objetivo: Auto conhecimento e preces. bem no centro da mesa. Exemplo: Em geral. qual a cor dos seus olhos? 9. Material: Uma folha branca com um ponto escuro ou mancha.

como grupo.Como cada um se sentiu ao se comunicar? .E depois da dinâmica? Palavra: Gênese 1. fazendo uma prece. obedecendo ao ritmo um dos outros. formar grupos para partilhar. Repita a ordem várias vezes. Houve desistência no meio do caminho? 6. Surgiram animadores??? Palavra: 1Cor 12.Como atuo para chegar no que quero? c) Terminada a reflexão pessoal.. Repete-se a ordem várias vezes. pede ao grupo que recomece. qualidades e defeitos). Análise da realidade. os que querem ser alguém? b) Escrever numa folha: . da forma mais rápida possível e mais eficiente. Cada um procura um elemento na natureza que mais lhe chama a atenção e reflete: Porque o escolhi? O que ele me diz? b) Formação de pequenos grupos para partilha. Como Fazer: a) Refletir individualmente: . muita atenção para a ordem que vai ser dada e que sejam rigorosamente fieis a ela. c) A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar. os seus objetivos e ilusões). d) O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida. d) Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo.O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida. ..Quem mais correu ou empurrou? 4. atingir o outro lado da sala. d) Avaliação: . Palavra: Gênese 1. De que forma as lideranças foram se manifestando??? 5. Processo de comunhão e união.) dificultando a passagem. Material: Papel e caneta. pedindo que haja silêncio.Somente a vivem os que lutam. (Não dizer o objetivo da dinâmica) Como Fazer: a) O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando toda parede.12-27 e Salmos 133 ESPELHO Objetivo: Partilha dos sentimentos. b) Pede silêncio absoluto. Comentários: 1.Quem sou eu? (enumerar seus valores. Ele (o coordenador) considerará a tarefa cumprida quando julgar que o grupo se aproximou do ideal alcançando o outro lado unido. c) Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. Como cada um se sentiu? 2. . Quem se sentiu esmagado e desrespeitado? 3.A vida merece ser vivida? .1-25 QUEM SOU EU? (2) Objetivo: Conhecimento pessoal. .Como Fazer: a) Contemplação da natureza. O grupo escolhe um como símbolo e formula uma prece. tendo incluindo todos na travessia. NOTA: É bom que haja obstáculos pelo meio da sala (cadeiras. Deve manter silêncio durante a dinâmica.26-31 e Salmos 139 O OUTRO LADO Objetivo: Ver o objetivo comum do grupo.

olha a tampa e volta em silêncio para seu lugar. alguém que se ama de verdade. c) Apaga-se a vela gasta e acenda a nova.Material: Uma caixa e um espelho. Palavra: Lc 15. d) A vela passa de mão em mão e cada um completa a frase: Eu. Poderia ser feita em minha existência e deixar de fazer. Somos únicos e irrepetíveis perante ao outro. c) Depois da interiorização deve dizer: Vamos viajar porque aquela cidade fica distante (atitude de quem viaja no mar). c) Entrar em contato com essa pessoa e pensar os motivos que os tornam tão amada. g) Depois se faz a partilha dos próprios sentimentos. b) Dada a ordem.26-27 e Salmos 127 SENSAÇÕES DE VIDA OU MORTE Objetivo: Analisar a pratica e revisão de vida. vai passando de mão em mão). b) Por um instante analisar a importância daquela profissão. a quem gostaria da atenção em todos os momentos.. d) Deixar tempo para interiorização. .. c) Comentam-se as conclusões tiradas. Como Fazer: a) Cada participante recebe um número que não deve ser mostrado para ninguém..1-3 e Salmos 131 NÚMEROS Objetivo: Conhecimentos pessoais. Material: Duas velas uma nova e outra velha. Material: Cartões com números diferentes. f) Cada um em silêncio profundo se dirige até a caixa.. Como Fazer: a) O ambiente deve ser silencioso. Palavra: Lc 12. b) Cada um deve pensar em alguém que lhe seja muito importante. das reflexões e conclusões de cada um.. tenho a vida inteira pela frente e o que eu posso fazer e desejo é .3-7 e Salmos 8 CONSTRUÇÃO DE UMA CIDADE Objetivo: Reflexão sobre a realidade. b) Eu. e) Analisar a dinâmica e os sentimentos.ROSA E BOMBA Objetivo: Celebração penitencial e compromisso. Como Fazer: a) Grupo em círculo e ambiente escuro. cada um vai procurar o número igual e não acha. Material: Fichas com nomes de profissões. Ilumina-se o ambiente.. acesa.(a vela gasta. Como Fazer: a) Cada participante recebe uma ficha com o nome de uma profissão e deve encarná-la. e) Agora cada um vai encontrar a pessoa que lhe tem um grande significado.. d) Depois dizer: o navio vai afundar só há um bote que pode salvar sete pessoas.. tenho apenas cinco minutos de vida. f) Analisar profundamente e iluminar com um texto bíblico. que merece todo cuidado... e) O grupo deverá decidir quais as profissões mais urgentes que devem ser salvas. Palavra: Mt 7. Palavra: Mt 6.19-24 e Salmos 1 PERFUME .

dois lápis sem ponta. d) Só no final da dinâmica. Material: Uma maleta chaveada. d) Só no final todos retiram o papel e vão ler o que os colegas acrescentaram. não estimulando o compromisso solidário. c) Um dos participantes pega inicialmente o vidro de perfume. b) A uma equipe entrega-se a maleta chaveada. d) O coordenador pede que as duas equipes negociem entre si o material necessário para cumprimento da tarefa que é a seguinte: Ambas deverão escrever: "Eu tenho Pão e Trabalho". 7-12 e Salmos 101 VALORES Objetivo: Reconhecer os valores e qualidades.Material: Não há material. alguns guardam para si. a rosa e a bomba. b) Deixar um momento para a reflexão pessoal. anotam na folha colocando o seu nome. Como Fazer: a) O grupo deve estar em círculo. faz o que quiser com ele e passa para o colega do lado. Como Fazer: a) Forma-se duas equipes. outros souberam reconhecer este valor em outra pessoa. usar a imaginação. d) Faz-se o mesmo com a rosa e por último com a bomba. E se reconhece no grupo alguém que tem o mesmo valor. outros até dividem o cartão com quem tem o mesmo valor. c) Em seguida prendem a folha com alfinete nas costas e andam pela sala. estão o perfume. c) A outra equipe entrega-se a chave da maleta e dois apontadores iguais. Como Fazer: a) Cada participante recebe uma folha em branco. canetas e alfinetes. c) Depois cada um vai dizer se considera ter mesmo este valor ou não. 6-9 e Salmos 146 VIRAR PELO AVESSO . b) Colocados. dois apontadores iguais. 46-55 VALORES II Objetivo: Ressaltar o positivo do grupo. Como Fazer: a) Cada pessoa recebe um cartão com um valor que ela possua.4-11 e Lucas 1. dois lápis sem ponta e duas folhas de papel em branco dentro da maleta. 1-16 e Salmos 111 A MALETA Objetivo: Conscientização sobre a estrutura da sociedade que reforça a defesa dos interesses particulares. 12. Material: Cartões com valores escritos. Material: Folhas. chave da maleta. Palavra: 2Cor 9. imaginariamente sobre a mesa. b) Depois de refletirem um momento sobre suas qualidades. Palavra: Ef 4. Palavra: 1Cor. e) A equipe vencedora será a que escrever primeiro e entregar a frase para o coordenador. um lendo os valores dos outros e acrescentando valores que reconhecem no companheiro. Palavra: Mt 7. duas folhas de papel em branco. f) A frase deve ser anotada no quadro ou em cartaz em letra grande e legível.

nuvens. Material: Lápis e papel. Como Fazer: a) O coordenador explica os objetivos do exercício. Foi fácil encontrar a saída? Porquê? 3. subgrupos de 5 pessoas. TUDO FICA FORA DO LUGAR. c) O grupo deverá buscar alternativas. Comentários: 1. escolhendo as seis pessoas de sua preferência. nariz e boca. Por que ficarmos sozinhos se temos um ombro amigo do nosso lado? ARTISTA Objetivo: Mostra a todos que se não tivermos Deus em nossa vida tudo fica fora do lugar. O que viam? Como se sentiram? 2. O que isto tem a ver com o nosso dia a dia? 5. Deus é única luz.Por fim peça para escreverem a seguinte frase: SEM A LUZ DE DEUS PAI. . Como Fazer: a) O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apoiem em um pé só. onde deverão dar um pulo para frente sem colocar o outro pé no chão. DIFICULDADE Objetivo: Esclarecer valores e conceitos morais. c) Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição dos desenhos passando de um por um. c) Organizar. dar uma rodadinha. . toda obra sai imperfeita. b) A seguir distribuirá uma cópia do "abrigo subterrâneo" a todos os participantes. a fim de demonstrar sua dificuldade. . Nossa sociedade precisa ser transformada? 6. . para que cada subgrupo possa relatar o resultado da . Como Fazer: a) Formar um círculo. d) Forma-se novamente o grupo maior.Uma pessoa com olhos. todos de mãos dadas. O que nós podemos fazer? Palavra: Ex 18.Desenhe um jardim cercando a casa.Objetivo: Despertar o grupo para a importância da organização. O grupo. DEUS FILHO. procurando-se alcançar um consenso. voltando a estar como antes. b) Peça a cada participante que desenhe com os olhos fechados uma: . uma abaixada e etc. até conseguir o objetivo.Casa . um pulo para a direita outro para esquerda. todos deverão ficar voltados para fora. Comentário: Sem a luz e a presença do Pai. para que façam uma decisão individual. Provocar um exercício de consenso. sol. principalmente quando os valores e conceitos morais estão em jogo. Mensagem: Não podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair e não ter força para levantar. Sem ela só há trevas. sem soltar as mãos. o grupo deverá desvirar. Se alguém já conhece a dinâmica deve ficar de fora observando ou não dar pistas nenhuma. b) O coordenador propõe o grupo um desafio. Alguém desanimou? Porquê? 4. a seguir.Nessa casa coloque janelas e portas. de costas para o centro do círculo. d) depois de conseguir virar pelo avesso. 13-27 e Salmos 114 APOIO Objetivo: Mostrar-lhes a importância de se apoiar no irmão.Ao lado da casa desenhe uma arvore. Como Fazer: a) O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos. para realizar a decisão grupal. DEUS ESPÍRITO SANTO. aves voando.

as dificuldades aumentaram. e) Pegaremos essa folha. para que assumamos a responsabilidade de realizar a vida. com 21 anos de idade. Como Fazer: a) Entregar uma folha de papel ofício para os participantes. Uma menina com 12 anos e baixo QI. PESSOAS BALÕES Objetivo: Reflexão sobre a vivência comunitária. narcótico viciado. Material: Um balão cheio e um alfinete. basta que alguém os provoque com alguma ofensa para que (neste momento estoura-se um balão com um alfinete) "estourem". Um sacerdote. nossa alegria daqui pra frente dentro da catequese. torcendo o centro da folha. formará uma flor. verificando que não existe a sintonia alegre. nessa construção de uma humanidade nova? Cheia de esperança e realizações.decisão grupal. ABRIGO SUBTERRÂNEO Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. e voltaremos a movimentar a folha.Por fim. atritos etc. com 47 anos de idade. colocando-a no centro da mão e fechando a mão.Alguns estão aparentemente cheios de vida. agora só resta silêncio. Um deficiente mental. Uma prostituta. Um declamador fanático.Outros parecem ter opinião própria. com 20 anos de idade. e quando iniciam alguma atividade estaremos alegres e com isso teremos coragem de enfrentar tudo. com 34 anos de idade. Palavra: Mc 3. que sofre de ataques epilépticos. reclamações. com a idade de setenta e cinco anos. Um advogado. com 28 anos de idade. ou fora dele. 31 . Um violinista. Um ateu. todos juntos. ficamos desmotivados por causa das fofocas. Com isso surgem as dificuldades. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo. Um homossexual. Um físico. Como Fazer: a) O coordenador deve explicar aos participantes porque certas pessoas em determinados momentos de sua vida. b) Pedir que todos dêem sua opinião e falem sobre suas dificuldades em superar críticas e ofensas. que acaba de sair do manicômio. SER IGREJA Objetivo: Realçar a importância de cada um de nós na comunidade cristã. A mulher do advogado. f) Essa flor será nossa motivação. Comentário: É um convite para uma esperança. prestes a explodir. alguns vivem como se fossem balões cheios. onde essa sintonia significa nossa caminhada na catequese. movimentar as folhas e observar. . mas se deixam levar pela mais suave brisa. todos unidos formarão uma sintonia alegre. quando catequizar é nossa salvação. Faça sua escolha. . Todos nós apenas uma parcela pessoal e social. com 40 anos de idade. Há doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. c) Mas no decorrer do tempo. b) Pedir para todos ao mesmo tempo. com 25 anos de idade. Segue-se um debate sobre a experiência vivida. com 32 anos de idade. Uma universitária que fez voto de castidade.35 . reflexão sobre as dificuldades em se superar críticas ou ofensas recebidas. autor de vários assassinatos. os descontentamentos. Material: Uma folha em branco para cada um. mas por dentro nada mais têm do que ar. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. se parecem com os balões: . que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma. com 24 anos de idade. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisão imediata. d) Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque. destacando seis somente.

Me dê um apoio.. e esta nossa vida nós podemos representar como um barco que navega em alto mar. vestir a camisa de Cristo. mas em muitos momentos nós navegamos por entre tempestades que quase nos leva à naufragar. 3. ler os bilhetes dos colegas e atendê-los. precisamos tirar mais alguma coisa deste barco. Avaliação: O que facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? Como esta dinâmica se reproduz no cotidiano? Sugestões de Bilhetes: Sugira um filme para eu ver?... fósforo ou isqueiro. 23 . inveja. Me elogie. Ex: Ambição. Quantos anos você me dá?. Sorria para mim. esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa jornada.. (fazer o barco de papel). Veja se estou com febre. falta de oração. conscientizar o ser missionário de cada um. Material: Uma folha em branco para cada um. Deste lado do barco está pesando: egoísmo. Chore no meu ombro. Sou muito carente. voltados para o lado de dentro do mesmo. Estou com falta de ar. O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente..27 BILHETES Objetivo: Exercitar a comunicação entre os integrantes e identificar seus fatores. 7. 5. etc.. 6.. (Cortar a ponta de cima do barco e colocar em algum lugar visível) g) Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou. os outros integrantes devem auxiliá-lo com dicas. (Cortar a ponta do lado esquerdo do barco) f) Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta para cima: é a nossa fé em Jesus que nós queremos ter sempre dentro do nosso barco. todos devem voltar a posição original.. c) O barco pesa do lado direito. . pedaços de papel. Estou dormindo. Para não corrermos o risco de naufragar precisamos equilibrar bem o peso de nosso barco. (Cortar a ponta do lado direito do barco) e) Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora é que está pesado. Todos devem atender ao maior número possível de bilhetes. 4. durex ou barbante. Após algum tempo. e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco. Me faça uma careta?.O BARCO Objetivo: Aumentar a fé em Jesus. desamor. Então cada integrante deve dizer o que está escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão. Me ensine a pular. sem dizer o que está escrito no bilhete. etc. lápis ou caneta. me acorde!. Material: Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva. LUZ DO MUNDO Material: Uma vela para cada participante. Como Fazer: a) Somos chamados por Deus à vida.. 2. Cante uma música para mim?. Me cumprimente. b) Há momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo.. e cada integrante deve tentar adivinhar o que está escrito em seu bilhete. Me descreva um jacaré. Caso não tenha descoberto. (Abrindo parece uma camisa) Comentário: Palavra: Mt 8. d) Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre novamente. lado a lado. Me ajude!. Tem uma barata em minhas costas!. Terminado o processo inicial.. impaciência. Tenho piolhos. Me leve à janela. os integrantes devem circular pela sala. drogas. Dance comigo. Gosto quando me aplaudem.. infidelidade. Como Fazer: 1. Os integrantes devem ser dispostos em um círculo. ambiente escuro (ideal se for feito à noite ou em sala que possa ter as janelas fechadas). São as influências do mundo. Dobre a minha manga. televisão.

dizendo algo como: "Cristo te ama" ou "Jesus quer que você seja Luz do Mundo". também. dobrar bem devagar para a frente. sem descolar os corpos. só para um abraço. O coordenador levanta e dá a cada participante uma vela.). 10. enquanto isso apague as luzes do ambiente. Como Fazer: 1. por que? O que falta? .E o que Cristo diz desta luz. despertando-o e criando maior disposição para os trabalhos grupais. cm as mãos coladas. Pedir que falem sobre o que pensaram e sugerir uma atividade para levar a luz de Cristo para outros. falando uma frase diferente. 7.O que nós devemos fazer com esta luz? Conclusão: Deixar um momento de reflexão e oração. Segurando as mãos. uma frase significativa (pode ser versículo bíblico. o que eles fazem quando acaba a luz. COSTA COM COSTA Objetivo: Desencadear no grupo o processo de descontração. um pensamento. 3. Perguntas: . claro com a luz de Cristo. de modo que a frase fique dividida. por alguns minutos. 4. Cada participante deve fazer o mesmo. O coordenador sugere que cada um acenda a vela do seu vizinho dizendo algo sobre Cristo e ele começa colocando a chama de sua vela na do vizinho do lado. com o vizinho ao lado. Conclusão: Todo esse ritual. acender as luzes da sala e apagar as velas. 5. lentamente. de sua morte na cruz. 9. bem devagar. sem descolar.. de forma que os dois de cada dupla fiquem frente a frente.E se cada um de nós tivesse uma vela. como? Através de sua Palavra.Cristo disse que ele era a luz do mundo. forçando para a frente (forças opostas). Ir abrindo os braços. b) Escrever em cada cartela. de que luz ele está falando? . 2. por cima. 11. de modo a ficarem bem esticados os braços. Sentados em círculo. Começar a virar. 14-16. 6. se é confortável ficar assim sentado no escuro. Efetuar cada movimento ais de uma vez (pelo menos três). facilitar o entrosamento e alongar o corpo. 4. parte de uma música. 6. Formar duplas. 8. ficaria mais claro? 5. Soltar as mãos. Cada dupla deve ficar posicionada costa com costa. 7. ficando em forma de cruz (braços abertos). sugerir que fechem os olhos e façam uma oração silenciosa. Deslizar as mãos e fechar os braços em torno do corpo do companheiro.O que quer dizer este texto? Adianta eu acender esta vela e colocá-la atrás de mim? (coloque a vela acesa atrás de você) . Que bom! "Aproveite e abrace tantas pessoas quantas você queira e possa. 2. c) Cortar as cartelas ao meio.Como Fazer: 1. abraçando-o. Pegar as mãos um do outro. de modo a não faltar para ninguém. 10.Ele quer iluminar os cantos escuros do mundo.. 3. bem juntinhos. Perguntas: . em número suficiente. Perguntas: ." MINHA METADE ESTÁ EM VOCÊ Objetivo: Promover a aproximação das pessoas do grupo e incentivar o diálogo e novas amizades. palma com palma. Agora ficou mais claro o nosso ambiente. Comentar sobre a escuridão do ambiente. bem juntinha. 8. tamanho aproximadamente de 10 x 5 cm. . Dobrar para a direita e para a esquerda. 9. O coordenador acende uma vela e lê o texto de Mateus 5. etc. ela deve ficar escondida? .Ficou mais claro? Não.Melhora se eu colocar a vela a minha frente e mais para o alto? (mostre a vela). Juntar as mãos. de seu amor. . mas não acende. Preparação: a) Recortar cartelas de cores variadas. ficando com o corpo do parceiro sobre as costas.

como foi o encontro. 4. . que favoreça o encontro não-verbal. Abraçam-se e cada uma irá se colocar no lugar da outra. onde já existe um certo grau de afinidade e empatia. suavemente. EM BUSCA DO OLHAR Objetivo: Trabalhar o aprofundamento da integração no grupo e exercitar a comunicação não-verbal. Cabe ao facilitador ter sensibilidade para a condução de troca de experiências não verbais. podendo. essa experiência é de uma riqueza extraordinária.Confiou plenamente? . mais ou menos. pede-se que a pessoas se concentrem e busquem olhar para todos no círculo. Em seguida. 2. procurará um lugar para conversar: o ponto de partida é a frase escrita na cartela. cada pessoa fazer seus encontros com quantas pessoas sinta vontade. Material: Folhas de papel e lápis. 4. ainda. passando umas pelas outras. Depois de alguns minutos. braços esticados e colados às pernas. O do meio deve.Como Fazer: 1.). tudo isso sem que se diga uma palavra. indo se encontrar no centro do grupo. até sintonizar numa pessoa cujo olhar lhe foi significativo. jogar o corpo inteiro . o facilitador solicita que algumas duplas falem sobre a experiência (o que sentiram. de olhos fechados (preferencialmente). Estabelecer um tempo para as pessoas procurarem as suas metades. O PÊNDULO Objetivo: Estabelecer um clima de confiança e segurança entre as pessoas. 6.para frente e para trás. Dois devem ficar em pé. Essa dinâmica também é excelente para encerramentos de atividades grupais em que as pessoas passaram algum tempo juntas. revezar. pedidos de perdão são feitos. 3. devagar.Teve dificuldade de se entregar totalmente? Por quê? EU SOU ALGUÉM Objetivos: Perceber os valores pessoais. até que os três tenham participado do exercício. Pedir que as pessoas caminhem. Desse modo. perceber-se como ser único e diferente dos demais. 5. Barreiras são quebradas. 4. O exercício prossegue. etc. e as mãos espalmadas. É mais apropriado para grupos que já estão convivendo há algum tempo. as pessoas se deslocam lentamente umas para as outras.não flexionar apenas da cintura para cima. O do meio deve ficar bem ereto. olhando-se. é o corpo inteiro mesmo! . formando um pêndulo. 2. bem firmes. Ao encontro desses olhares. 3. Os outros dois devem se posicionar com uma das pernas um pouco atrás. 2. em posição de apoio.Acreditou que poderia cair? . Após dez minutos. tendo o cuidado para que todos recebam. A dinâmica inicia-se com a distribuição das duas metades. a pessoa que estiver no centro deve pender para todos os lados. À proporção que cada dupla se encontrar. O facilitador poderá escolher uma música sentimental. leve. Conclusão: . 5. Como Fazer: 1. 7. 3.Como foi estar no meio? . Conclusão: Normalmente. Variação da Dinâmica: Os mesmos procedimentos podem ser aplicados para subgrupos maiores (entre cinco e sete participantes). até que todos tenham se deslocado em busca de alguém. 6. pernas juntas. O facilitador solicita ao grupo que todos fiquem de pé em círculo a uma distância razoável. frente a frente e o terceiro ficará entre os dois (de frente para um e de costas para o outro).Você teve medo? . Como Fazer: 1. Formar subgrupos de três participantes.O riso (se tiver acontecido) dos que estavam segurando lhe deixou inseguro? .

Grupo espalhado pela sala. cabendo a cada qual ler em voz alta a folha que recebeu. permitindo-lhes a reflexão e a expressão dos sentimentos referentes a si próprios. alguns dados de sua vida. durante 7 minutos. 2 . sentados. justificando a indicação da pessoa. pedindo que liste no mínimo dez características próprias. olhando as fotos e escolhem duas fotos que tenham ligação entre si. uma por uma. Como Fazer: 1. Material: Fichas de trabalho. Explicar ao grupo que a bandeira geralmente representa um país e significa algo da história desse país. redistribuindo-as.Em subgrupos. Pedir que respondam a cada pergunta por intermédio de um desenho ou de um símbolo na área adequada. Nesta atividade cada um vai construir sua própria bandeira a partir de seis perguntas feitas pelo coordenador. Objetivos: Olhando para as fotos sobre a realidade que se vive. Sentados.A seguir. Dar tempo. . mas o coordenador deve procurar incentivar a expressão pelo desenho.Como Fazer: 1 . Distribuir o material de desenho pela sala.A consciência de si mesmo constitui-se no ponto inicial para cada um se conscientizar do que lhe é próprio e das suas características. 5 . Material: Lápis e uma folha de papel em branco para todos os participantes. O restante do grupo pode questionar a ligação dos fatos entre si e fazer umas duas perguntas para clarear melhor as afirmações. Como Fazer: Os participantes passeiam pela sala.O facilitador explicita o objetivo e a dinâmica do exercício. pede que cada um escreva. 3 . seguem-se os comentários e a avaliação do exercício.O que descobriu sobre você mesmo.Solicitar que virem a folha. 3.Distribuir uma folha para cada um. realizando a atividade? Comentários: 1 . fazendo isso anonimamente e com letra de fôrma. Material: Fotos de jornais e revistas espalhadas por toda a sala.Após um espaço de discussão sobre alguns aspectos da autobiografia de cada um. Os que não quiserem desenhar poderão escrever uma frase ou algumas palavras. 4 . ou a quem se refere o conteúdo que acaba de ser lido. Avaliação: Qual o lado que pesou mais? . Dar tempo. borrachas. Depois. lápis preto. 2. levando para isso seis a sete minutos. Com este trabalho é possível ajudar aos participantes a se perceberem. 2 .Caberá ao grupo descobrir de quem é. na folha em branco. Dar a cada participante uma ficha de trabalho. DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO Objetivos: Oportunizar um maior conhecimento de si mesmo e facilitar melhor relacionamento e integração interpessoal. aprender a ligar dois ou mais fatos e ter uma opinião sobre eles.Em continuação.Em círculo. 2 .Deve ser utilizada em grupos menores. 3 . Como Fazer: 1 . o facilitador recolhe as folhas. pensam nas seguintes questões: a) Que realidade me revelam? b) Qual a ligação entre elas? c) Por que me identifiquei com elas? Refletir: Cada um apresenta as fotos e as conclusões às quais chegou.COMUNICAÇÃO MINHA BANDEIRA PESSOAL Objetivos: Possibilitar aos participantes a identificação das suas habilidades e limitações. partilhar as próprias conclusões. FOTOLINGUAGEM . 4 . cerca de vinte participantes. lápis de cor. colocando de um lado as que facilitam sua vida e do outro as que dificultam. dividam-na ao meio e classifiquem as características listadas.

Fazer um grande painel afixando os desenhos e abrindo para que todos possam comentar. facilitando as escolhas que precisa fazer na vida. Feita dessa forma.Qual a pessoa que você mais admira? . para os pontos periféricos. Tomar consciência das suas habilidades e limitações propicia um conhecimento mais aprofundado sobre si mesmo. c) <--> Flecha em duplo sentido: a relação com esta pessoa é mutuamente respondida. a reflexão torna-se prazerosa. ou que gostam de mim.-> Flecha interrompida: relação cortada. Como Fazer: 1. d) <. Como Fazer: 1 . levando-o a refletir sobre o que ele considera mais importante em sua vida. f) <-#-> Flecha interrompida por muro: relação com um bloqueio que impede o seu pleno êxito. você. Comentários: 1. com letras grandes (de maneira que todos possam ler) algumas frases que expressem uma atitude diante da vida ou um valor. significando cada pessoa com quem você tenha relação. Todos recebem uma folha em branco e marcam um ponto bem no centro dela. Responder: a) Ficou fora do meu desenho algum parente mais próximo? b) As relações que me influenciam estão me ajudando? c) As relações que possuem barreiras ou que estão interrompidas podem ser restauradas? Seria importante? d) Nosso grupo está nestes desenhos? 5. 5. 6. Ex. suas habilidades. dividir o grupo em subgrupos e pedir que compartilhem suas bandeiras.O que mais valoriza na vida? .Flecha com a ponta para dentro: pessoas que me influenciam.: . seja boa ou má.Quais as dificuldades ou facilidades para se trabalhar em grupo? Dar cerca de vinte minutos para que a bandeira seja confeccionada. 3. indicando a área onde devem ser respondidas: . No fechamento do encontro. É um trabalho leve e ao mesmo tempo profundo. Em grupos de três ou quatro pessoas. Quando todos tiverem terminado. 6. Traçar flechas do ponto central. Permite que o grupo possa entrar em reflexões como a escolha profissional.O que gostaria de mudar em você? . Abrir o plenário para comentar o que mais chamou a atenção de cada um em sua própria bandeira e na dos companheiros. 2.Escrever no papel manilha ou no quadro negro. pessoas que você influencia ou que influenciam você (pode-se escrever junto o nome ou as iniciais). Desenhar diversos pontos nas extremidades da folha. 2. Material: Papel manilha ou quadro negro. Contar o que descobriu sobre si mesmo e sobre o grupo.Para ir a uma festa Carlos não hesitou em gastar as economias que tinha para comprar uma calça nova.Em que atividade você se considera muito bom? . evitando resistências. caneta hidrográfica ou giz.Qual o seu maior sucesso individual? . Avaliar se a dinâmica acrescentou algo de bem em minha vida e na vida do grupo. cada participante diz como se sente após ter compartilhado com o grupo sua história pessoal. segundo o código que segue: a) --> Flecha com a ponta para fora: pessoas que influencio ou que aprecio. 4. Descobri algo? ESCALA DE VALORES Objetivos: Colocar o adolescente em contato com seus próprios valores.4. Este ponto representa o desenhista.a importância do Ter) . 7. O coordenador faz as seguintes perguntas. Material: Papel em branco e caneta para todos os participantes. e) <-/-> Flecha interrompida por uma barra: relação através de intermediários. CONSTELAÇÃO DE AMIGOS Objetivos: Conhecer mais nossas relações com as pessoas e perceber qual a influência delas sobre nossa vida. papel-ofício. partilhar sobre o que tentou expressar com o seu desenho. as pessoas que estão em sua volta. (valor subtendido . canetas ou lápis. b) <-.

A diferença entre uma escala e outra.Que tipo de sociedade e vida em grupos os valores apresentados tendem a construir. em ordem de importância as atitudes que fazem parte da sua maneira de agir no cotidiano.. 4 . o participante escreva: quando eu era criança.A escala de valores do grupo (através da verificação de quais valores aparecem mais em primeiro lugar.solidariedade. para mim as coisas mais importantes eram. Passos: 1. sua ordenação de valores.Estudar para uma prova . 6 . 10 . de maneira que eles terão um lado direito e outro esquerdo.Entrar em contato com a realidade.Depois todos devem voltar para o grupão onde o facilitador coordenará a discussão definindo: . mesmo tendo que adiar o encontro com o namorado. 2 .Depois peça que ele leia as frases comparando. ESTUDO DO MEIO Objetivos: 1.. geralmente.A escala de valores de quando eram crianças. através de pesquisa e reflexão.É importante que seja aplicada em um grupo que já tenha alguma convivência entre si e com o facilitador. . 4. 7 . . sua busca permanente de auto-afirmação e diferenciação da família ou dos pais. até que tenha escolhido pelo menos cinco valores.Ir ao ponto de encontro dos amigos .Cuidar da irmã caçula (ou irmão) .Após todos terem terminado. em segundo etc. . os valores da infância refletem o comportamento que os pais esperavam deles.Fazer o trabalho de escola 2 .Incentivar o exercício da cidadania responsável.O facilitador tem que ter segurança da sua capacidade de interferência no grupo caso haja uma tendência de conflito entre os participantes (se sentirem pessoas vazias. 3. 5.Em seguida o facilitador pede aos participantes que discutam com seus colegas mais próximos sua lista de valores atuais (lado direito da folha). o que é mais importante para todos). por causa dos valores que descobrem ter). que escrevam do lado direito da folha..Peça que leiam com atenção as frases escritas pelo facilitador. observar. estabelecendo a comparação com a dos colegas. os recursos que a comunidade oferece.. em pequenos grupos. as possibilidades.Sensibilizar para o dever de prestar serviço à comunidade.É possível que se encontre uma verdadeira inversão de valores entre a infância e o momento atual.Ir a uma festa . 9 .Todos os participantes devem discutir. os problemas.Assim o participante deverá colocar em primeiro lugar o que para ele é o valor mais importante de todos e assim sucessivamente. como as pessoas se relacionam. 3 . . 5 . 3 . do lado esquerdo da folha.É uma oportunidade para os adolescentes se perceberem enquanto uma pessoa em mudança.Sair com o(a) namorado(a) .É importante que nestes casos o facilitador. 4 . os hábitos. estabelecendo a diferença entre a escala de valores que tem hoje e a que tinha quando era criança. através de seus múltiplos aspectos. levantar dados.Stefane ofereceu-se para cuidar da irmã caçula para sua mãe ir ao supermercado. superficiais etc. os interesses.Ir visitar parentes .Compreender as causas de muitos fatos da vida individual e social.). (valor subtendido . Estabeleça o que é mais importante: .Sair com amigos . 5 .Almoçar em família .Em seguida.Como conhecer nossa comunidade? a) Descobrindo a necessidades. Com valores explícitos e não subtendidos.. os costumes. 2. ordenada e positiva. dialogar. de maneira objetiva.Ter o CD mais recente do grupo do momento . etc. b) Para descobrir será necessário fazer visitas. entrevistas.Distribua as folhas de papel-ofício entre os participantes e peça que eles a dobrem ao meio. sem criticar. aponte a necessidade que o adolescente tem de contestação. Comentários: 1 . o facilitador pede que.Planejamento: . Podem ser frases mais diretas e objetivas. com questionamentos sobre os valores que tinham em sua infância. 8 . as aspirações.. uma vez que.Descobrir aspectos particulares do meio.

b) Verificar o que não está de acordo. religião.Durante a discussão. 6. observações. observações da realidade. TV.Dividir a turma em dois sub-grupos. discutindo o assunto. que formarão dois círculos. levantamentos. O círculo externo será o de observação. entrevistas.Na reunião seguinte. Formular bem as perguntas. observações.Grupos apresentam resultados das entrevistas. 4. exercitar a elaboração de síntese. informações sobre problemas da realidade do lugar onde vive. apenas registra idéias esquecidas pelo grupo de verbalização. fotografias. Somente o grupo interno poderá responder.Realizar o projeto 8. 6. a discussão de um tema proposto. possa expressar idéias. inverter os grupos. que tem como tarefa. desenvolver o senso crítico sobre a realidade.Que proveito nos trouxe o exercício? 2. exemplificar. o grupo de observação. O círculo interno será o da verbalização.Preparar um roteiro de pesquisa. através de entrevistas. . enriquecendo-o com fatos e acontecimentos do lugar. b) Ver os recursos disponíveis c) Projetar a ação ou ações necessárias. com a finalidade de descobrir as causas dos problemas e pistas de solução. 7.Após 10 minutos formar uma grande círculo: a) Fazer uma síntese dos pontos discutidos. levantamentos. Avaliação: 1.Dividir o grupo em pequenos grupos.Preparar para iniciar a ação. completar idéias do grupo anterior. PESQUISA Objetivos: Obter conhecimentos. Como Fazer: 1. etc. participar direta ou indiretamente de uma discussão. c) fazer uma avaliação. etc. 3. Como Fazer: 1.Análise/Julgar: a) confrontar os dados com a proposta de Jesus Cristo. Observações: É responsabilidade do coordenador cuidar de: 1. b) Tirar dúvidas. etc.Após 10 minutos de discussão. Formar grupos. obter vários informes em pouco tempo. 4.Execução/VER: . 2.o Coordenador lança uma pergunta sobre o tema (capaz de provocar uma discussão). anota dúvidas. 5. aproveitando ao máximo. uma série de perguntas sobre algum aspecto da comunidade (educação.Como nos sentimos depois de fazê-lo? GRUPO DE VERBALIZAÇÃO X GRUPO DE OBSERVAÇÃO Objetivos: Desenvolver a capacidade de ouvir o outro. Distribuir as tarefas. política. os resultados trazidos pelos pequenos grupos. etc) 2. jornais.Avaliar e celebrar os resultados. 5. violência. contribuir para a ampliação do conhecimento do outro. 2. de observação agora na posição de verbalização. revistas. Ficar atento para que todos participem. 3. desenvolver a capacidade de manifestar-se na vida.Ação: a) Discutir sobre o que precisa ser feito para melhorar o meio. 2.Coordenador formula a mesma questão ou outra para que o grupo. A ele cabe a tarefa de observar o processo de discussão e o conteúdo da mesma.Realização das tarefas pelos grupos. 4.Apresentação: . e outros pontos que gostariam de falar. 3.Equipe de Coordenação recolhe as respostas e prepara uma síntese. desemprego. Cada pequeno grupo recebe uma cópia do roteiro da pesquisa.Celebrar: .Observação: Planejar roteiros de visitas. Fazer cronograma para realização das tarefas. apresenta a síntese para o grupo e abre-se um debate. o qual deverá ser respondido durante a semana.

repetindo o mesmo que o coordenador fez antes. pesquisa.Para que serviu a dinâmica? 2 ." . como eu não tinha nome.3.Distribuído o cartão aos participantes. 3 . 4. um pôster em que apareça uma figura humana sobre um ponto de interrogação. 5 . Um cartão para cada pessoa. que bom nos encontrar.Logo após. ajudada pelo grupo. de .O coordenador junta-se ao círculo e a pessoa escolhida. previamente. desenvolver a expressão oral. Avaliação: 1. o raciocínio. Oh! amigos(as). suzana!!) 3 . nem tampouco seu prestígio junto a sociedade.Que ensinamentos podemos tirar para o grupo? CARTÃO MUSICAL Objetivos: Facilitar o relacionamento entre os participantes de um grupo. 5. 6. um(a) amigo(a) eu encontrei (o coordenador escolhe uma pessoa) como estava ele(a) sem nome.A última pessoa entoa o canto da seguinte maneira: "Quando vim para este grupo. o animador passa à motivação do exercício.Quais os momentos que mais nos agradaram? 2. Abrir o debate final no grupão.. . um santo.Coordenador distribui um cartão.Cada grupo pesquisa e estuda o tema. (Melodia: Oh. 7. Como Fazer: . Como Fazer: 1 .Apresentação do jornal ao grupão. um cientista. O coordenador coloca-se no centro e convida os demais a cantar: "Quando vim para este grupo. como Fazer: 1 . transmitir idéias com pronúncia adequada e correta.. Fazer com que o grupo de verbalização se expresse de maneira clara para que todos possam ouvir suas opiniões. 4 .(cada um grita seu nome) eu o chamei. Avaliação: Para que serviu o exercício? .. de forma bastante criativa. entoa a canção. após o que. JORNAL FALADO Objetivos: Organizar informações sobre um determinado assunto. "Raramente encontramos um ser humano que não admire alguém: um herói. ou mesmo pessoas comuns. É preciso evitar que as preferências das pessoas sejam questionadas.Cada grupo sintetiza as idéias do tema. Fazer a síntese final da discussão. mas cuja vida lhe causou impacto. seja ela viva ou morta. Marcar o tempo e determinar a troca de posições. (Não pode ser apelido) 2 .. mais amigos encontrei. Hoje iremos apresentar ao grupo alguns comentários acerca dessa pessoa a quem admiramos.Os participantes sentam-se em círculo.Convidam-se os presentes a anotarem no cartão o nome da personagem e as razões de sua admiração. 6 . os demais podem fazer perguntas. que bom te encontrar. Fazer com que o grupo de observação fique absolutamente calado durante a discussão do grupo de dentro. 2 . Oh! amigo(a).O coordenador apresenta o tema para estudo. de (nome da pessoa) eu o(a) chamei. não importa sua nacionalidade. unidos na amizade iremos caminhar"(bis). um lápis e um alfinete para cada participante e pede que cada um escreva no cartão o nome e prenda-o na blusa. 4 . unidos lutaremos para o mundo melhorar (bis)" Avaliação: 1 .Como nos sentimos? PERSONAGENS Material: O animador deve preparar. o espírito de cooperação e socialização. E assim prossegue o exercício até que todos tenham se apresentado.Formar pequenos grupos. reúnem-se em equipe e cada qual indica sua personagem e os motivos de sua admiração. sintetizar idéias e fatos.Elaboração das notícias para apresentação.

começa-se pela apresentação de cada equipe. propagandas. dizendo o nome dos integrantes e. As pessoas retiram um dos cartões (do envelope).A motivação é feita pelo animador. . vamos fazer algo semelhante". Material: : Oito fotografias tamanho pôster. ideal.A seguir. Os demais participantes podem interferir. para dar maiores possibilidades de escolha aos participantes).Os participantes passam diante das figuras. 2 . a equipe escolhe uma das palavras e prepara uma frase alusiva. bravura. cada qual fala sobre o significado que atribui à palavra. cada pessoa comenta sua escolha. a fim de desfazer tensões. Cada um deles contém uma palavra: Amizade. . Avaliação: .Espalhar pela sala vários recortes de jornais. de acordo com a orientação do coordenador. nós nos servimos de símbolos para expressar coisas. justiça.Convida os presentes a observarem as fotografias em silêncio e escolher aquela com que melhor se identificarem. Cada um escreve no caderno. liberdade. diálogo.Dar tempo suficiente para conhecer todas as figuras. Como Fazer: . .O grupo observa e escolhe os postais.O coordenador fixa cartões postais numerados num lugar visível ao grupo. Avaliação: . a seguir.O que descobrimos acerca dos demais. folhinhas. romper o gelo desde o princípio. cada qual indica a foto escolhida e faz seus comentários sobre ela. companheirismo.Como nos sentimos durante a experiência? A PALAVRA CHAVE Material: Oito cartões para cada equipe. escolhendo cada qual o que mais lhe agrada e também aquele de que menos gosta. fazendo perguntas. Os cartões são colocados em um envelope. Como Fazer: 1 . . . o porquê da escolha. 3 . .No plenário.Explica a maneira de executar a dinâmica.No plenário.Como nos sentimos? A FOTO PREFERIDA Objetivos: Começar a integração do grupo. Uma música de fundo para favorecer o clima. Como Fazer: . acontecimentos e instituições: neste momento. revistas. apresentando cenas diversas. .O animador organiza as equipes e entrega o material de trabalho. observando-as atentamente.Para que serviu o exercício? . indicam os postais que não lhes agradaram e. a frase alusiva à palavra escolhida. etc. identificar pessoas.Formar pequenos grupos e cada participante vai dizer para seu grupo por que escolheu a figura. . aqueles de que mais gostaram. em seguida. com as seguintes palavras: "Em nossa comunicação diária. partindo do conhecimento mútuo. com temas bem diferentes. Como Fazer: . verdade. em equipe.Para que serviu o exercício? . colocadas em lugar visível a todos.Como estamos nos sentindo? CONHECER PELAS FIGURAS Objetivos: Quebrar o gelo.CARTÃOS POSTAIS Objetivos: Quebrar gelo e integrar os participantes do grupo. etc (as figuras devem ser as mais variadas possível.Coordenador convida os presentes a observarem em silêncio os postais. em primeiro lugar. numeradas.A seguir. 4 . o coordenador dá um sinal e cada participante deverá apanhar a figura que mais lhe chamou a atenção. através desse exercício? . Avaliação: .. .

Para que serviu a dinâmica? VARRENDO BOLAS Material: 15 bolas e uma vassoura para cada equipe (sendo as bolas de cores diferentes para cada equipe). Avaliação: .O grupo se divide em duas equipes. O vencedor será aquele que obtiver a maior quantidade de acertos. .A equipe vencedora será aquela que primeiro terminar com a participação de todos os seus integrantes. na linha de partida. 4 . aproveitando tudo o que foi apresentado e chamando a atenção para aquelas figuras que estão mais relacionadas.Ao se reacenderem as luzes. 5 . deixando apenas dois buracos para olhar.Dado o sinal.O animador divide o grupo em duas equipes. espalha-se uma quantidade de bolas. iniciam a corrida por entre os companheiros.Tomando-se pelos braços. Ambiente: De preferência a capela ou um lugar que ajude o recolhimento. Ao ouvirem o sinal de partida. passarão a bandeja a outro companheiro que irá fazer o mesmo. Avaliação: . . para que cada qual possa colocar a sua. e assim sucessivamente. Como Fazer: .Como nos sentimos? .O primeiro representante de cada fila recebe uma vassoura. 2 .Colocam-se em filas paralelas. 3 .Para que serviu a dinâmica? REZANDO IMAGENS Objetivos: Rezar a realidade como tal e a realidade de cada um.Para que serviu a dinâmica? FESTIVAL DE MÁSCARA Material: Um saco de papel bem grande e um número para cada pessoa (evite-se que o material seja plástico). cada um terá que adivinhar quem são os mascarados.O coordenador faz um comentário final. anotando o nome e o número numa folha de papel. 2 . .O grupo escolhe alguém para anotar a apresentação de cada um e expor em plenário. Como Fazer: 1 . em frente a elas. com igual número de integrantes.O animador distribui um saco de papel para cada participante. o animador apaga as luzes um momento. entrando e saindo do círculo.. Avaliação: . Como Fazer: 1 . sem haver derramado água.A equipe vencedora será aquela que terminar primeiro. os integrantes de cada equipe formam um círculo. assim como o número. com igual número de participantes. . saem varrendo as bolas até à meta e depois passam a vassoura para a segunda pessoa. pedindo que façam com ele uma máscara.Faz-se um plenário onde o representante de cada grupo apresenta as anotações e a figura que representa o pensamento do grupo. 4 . Avaliação: .O número deverá ser afixado na altura do peito. Retornando ao ponto de partida. e assim sucessivamente. As pessoas não podem falar. O animador pede um voluntário de cada equipe e entrega-lhes a bandeja com um vaso ou copo cheio de água. 3 . . até que todos tenham participado. que deverá varrê-la da meta para a linha de partida.Uma vez prontas as máscaras.Que proveito tiramos dessa dinâmica? LABIRINTO Material: Uma bandeja e um vaso ou copo com água.

O que é mesmo um retiro? Diferenciá-lo de um simples encontro.Por que veio? (Criar ambiente de grupo e de confiança mútua) . Samaritana (Jo 4.Como Fazer: 1. . ou uma oração comum. paisagens. povos.Siloé Sábado .1-21) Multiplicação dos Pães (Jo 6. Cada pessoa escreve. Leitura dialogada.Perceber como Deus ama e quer muita vida para todos (Jo 10. ou ao lado dos fariseus.Cegueiras e conflitos pessoais. DENTRO E FORA DO CORAÇÃO Primeiro Momento: Colocar o cartaz com o desenho do coração no centro da sala. . Escolher uma destas imagens e fazer uns minutos de silêncio refletindo sobre a questão: o que esta imagem significa para mim?? 4.Retomada do texto bíblico (cego de nascença). . Momento de silêncio para todos visualizarem esta realidade. Escutar a resposta de Deus. 3. Os pais. Terceiro Momento: Pedir aos jovens que comparem o que está escrito dentro e fora do coração. fotografias. escrever).Partilha no grande grupo . Bom Pastor (Jo 10. atitudes dos discípulos de Cristo. Nicodemos (Jo 3. Identificar Conflitos Sociais: .15) Introdução: . da realidade social. Propostas de caminhada para os dois dias: programação geral do retiro. Ambiente físico favorável. desemprego. em plenário. . quando é partilhado. O cego vê-se desafiado a se posicionar: ao lado de Jesus. Em grupos de três pessoas fazer a partilha em forma de reflexão e terminar com uma oração.Levar os Jovens a desejaram momentos fortes de diálogo com Deus e de confronto com a sua Palavra. Clima de silêncio. dos pais. Textos Bíblicos: O cego de nascença (Jo 9. 2. Segundo Momento: Escreve dentro do coração uma palavra que expresse o que está sendo feito para mudar a problemática das drogas em nossa comunidade e na sociedade de modo geral. classes.1-13 e 35-65) Desenvolvimento: Convém dar uma breve explicação do texto de Jo 9. De repente se vê metido num conflito com os fariseus que ameaçam expulsá-lo da sinagoga (comunidade). de medo.Sentir como o pão dá a vida. Toma consciência do que se passa e de sua identidade: "Sou eu mesmo". Embora perseguido. . fora do coração.dia e a noite . na família. Tenta fugir do conflito: permanecer cego teria sido até mais fácil. que geram miséria. A VIDA NO EVANGELHO DE SÃO JOÃO Motivação: . do cego. que permanecem na cegueira e condenam Jesus. Fazer a partilha.a Sinagoga. marginalização e morte de grandes grupos sociais.Apresentação: Nome .oração Reflexão: O Cego de Nascença vive seu problema pessoal de forma resignada e acomodada. 6.Iluminação e confronto dessa realidade com o episódio evangélico "O cego de nascença" (em grupos pequenos: preparar um roteiro. na comunidade (reflexão pessoal.Procedência . . É acusado por Jesus. dos fariseus).1-42).1-41). para que ninguém fique à margem da vida (Jo 10. etc Identificar: .Situações de cegueira.1-41: quem pecou .10) . Espalhar muitas figuras. uma palavra que expresse o que vê e ouve das pessoas da comunidade a respeito do mundo das drogas e das vítimas da dependência. para maior compreensão. num clima de oração e perdão. Identificá-los.Querer relações de justiça entre pessoas.1-21). 5. o que lhe traz riscos e perseguições.Refletir e rezar sobre o valor da vida. sente-se livre para uma nova dimensão de vida. Finalmente assume a fé em Jesus Cristo e dá um corajoso testemunho que lhe vale a expulsão. Terminar com um canto. Sentir a importância do momento que está vivendo. . política e religiosa da juventude. dão jeito de cair fora. no grupo. fome.

. parte dessa história. no centro do grupo. do tipo "não ainda estou me vestindo". e uma pequena chave numerada para cada integrante...Logo após.As ovelhas ficam circulando o lobo e cantando "Vamos passear no bosque enquanto o seu lobo não vem.O que podemos fazer para nos conhecermos cada vez melhor ? . 2 . os objetos que guardamos como recordações revelam a nós mesmos. sucessivamente.Quarto Momento: Nossa comunidade tem agido com misericórdia para com as vítimas das drogas? LOBO E OVELHAS Objetivos: Estimular a participação nas reuniões e trabalhos.Todas as ovelhas devem correr para a zona neutra para não serem pegas pelo lobo. 3. Cada pessoa deve trazer para o encontro uma recordação.Que ensinamento nos trouxe a dinâmica ? .. Em cada uma das vezes.O que descobrimos acerca dos demais? BAÚ DAS RECORDAÇÕES Público: Grupos de jovens formados há algum tempo. Como Fazer: 1 . um objeto que guarda por algum motivo especial. Algumas delas foram motivo de grande alegria e por isso as guardamos com perfeita nitidez. 3 . de nossa história pessoal e familiar . Avaliação: . O animador coloca o baú sobre uma mesa." 5 . BOAS NOTÍCIAS Material: Uma folha de papel e lápis para cada pessoa. até que. 2.. encontram-se as chaves numeradas. 2 . Ao lado dele. todos nós recebemos notícias. seres humanos. seguido pelo vizinho da direita e. depositam sua recordação no baú.. você já está pronto?" 4 . assim como expressa aos demais. algo de nossa vida. 3 .A cada pergunta o lobo inventa uma nova desculpa. 2 . após retardar o início do jogo. que será o "Lobo". os demais podem fazer perguntas. até que todos o façam. assim. Vamos hoje recordar algumas dessas boas notícias ".O animador motiva o exercício com as seguintes palavras: "Nós. Avaliação: . de surpresa. retiram uma chave e vão ocupar seu assento. Ao comentarmos nossas recordações. que vai partilhá-la gratuitamente conosco". a começar pelo animador.O coordenador da dinâmica escolhe um jogador e demarca uma zona neutra. explica como fazer o exercício: os participantes dispõem de 15 minutos para anotar na folha as três notícias mais felizes de sua vida. formando um círculo em volta do baú. À medida que os participantes vão chegando. onde serão depositadas as recordações . boas ou más. ele grita: "estou pronto.O animador pode motivar o exercício da seguinte maneira: "Diariamente. Como Fazer: 1 . vamos revelar. A numeração da chave indica a ordem de participação. e lá vou eu!. Como Fazer: 1.Depois pede para os demais participantes fazerem um círculo ao redor do escolhido.Para que serviu o exercício ? . aquela que ele pegar será o lobo na rodada seguinte. Assim se procede até que seja retirada a última recordação. comunicamonos também através das coisas .Para que serviu a dinâmica? . Material: 1.O animador convida a pessoa cuja chave contenha o número 01 a retirar sua recordação do baú.As pessoas comentam suas notícias em plenário. O animador deve confeccionar previamente um baú. Preparemos nosso espírito para receber este presente tão precioso constituído pela intimidade do outro. O animador também participa. os demais participantes podem dar seu parecer e fazer perguntas.Como nos sentimos ao comentar nossas recordações ? . hoje. assim. apresentá-la ao grupo e comentar o seu significado.

Ele se assenta na beirada da cadeira. O pretendente bate à porta.O animador divide o grupo em equipes com igual número de pessoas. o animador aplica uma técnica usada em psicodramatização. diz ele. situações em que as palavras não saíram facilmente. entra.Pede-se que a equipe construa uma casa. no lugar ocupado pelo chefe. o animador escolhe para o exercício uma secretária e dois protagonistas e propõe a dramatização do seguinte fato: Uma determinada pessoa foi procurar o chefe de pessoal de uma empresa para informar-se acerca de um emprego. 6 . fazendo o seu papel. "Bom dia". Ou ainda. Olha para o chefe. o chefe manda-o sentar. começa a falar.Divide-se o grupo em várias equipes. O candidato toma uma posição reta. antes de candidatar-se. pelo acanhamento. papel e caneta.O secretário de cada equipe vai ler para o grupo o que sua equipe discutiu enquanto construía a casa. e o secretário deverá escrever tudo o que for dito. com um sorriso nos lábios. Após alguns minutos. e. entrega o material e pede que construam uma casa.O animador pede aos observadores do grupo que façam uma lista das anotações de tudo o que constataram e a mensagem que os dois protagonistas deixaram na dramatização. meio encurvado. 2 .O animador chama uma pessoa de cada equipe.Para que serviu esta dinâmica ? . procurando responder imediatamente à pergunta do chefe. na vida. Como Fazer: 1 . todo o planejamento que a equipe fizer ou falar. durex. antes de ser atendido pelo chefe.Entrega-se para cada equipe um pacote de canudinhos e ao secretário uma folha de papel e caneta. E o exercício continua. que até agora permanecia calado. sentando-se no escritório. ocupando só um terço da mesma. todos.Geralmente se observa que as situações mais constrangedoras e apresentadas pela maioria dos grupos se referem à comunicação com os "superiores". e este ocupa a posição do candidato. preocupado com seu trabalho. procura no bolso um bilhete no qual anotara o seu pedido. acanhado. desejava obter algumas informações a respeito do trabalho. apressado e nervoso. a cabeça inclinada levemente para frente.Em plenário as casas serão expostas para que todos possam ver as casas construídas. convidando-o a entrar. A secretária atende. 2 . Avaliação: . 3 . 4 . pedindo que aguarde sentado. saúda-o. Início: 1. e escolhe-se um secretário para cada equipe.Em que fase da construção nosso grupo está ? COMUNICAÇÃO Material: Lápis ou caneta e folhas em branco e uma sala com cadeiras. medo ou outras dificuldades. A esta altura. 5 . 2 . 3 . olhando sempre o chefe por baixo das sobrancelhas. Enquanto o chefe deixa seu ar de autoridade. Define um tempo de 15 minutos. e não com iguais ou com "inferiores".O animador começa propondo ao grupo que cada qual se imagine em "situações passadas da vida em que não se sentiram à vontade nas comunicações com outras pessoas". Sua cabeça está apoiada nas mãos. O chefe pede para entrar. Acanhado. entra na sala do chefe para anunciá-lo.É importante observar como o comportamento das pessoas muda radicalmente. Pára e inverte os papéis. diz ao candidato: "Fale-me primeiro algo a respeito de sua formação e de sua experiência". Sua fala é fraca. Ao atender. anuncia a secretária. que continua sentado à sua mesinha. firme. Eis que o chefe. o que não permitiu fosse lido o bilhete.Diante dessa situação. o candidato já não insiste em ter informações. tímida preocupando-se em não dizer demais. Imediatamente ele se levanta. e apresenta-se humilde. Material: Canudos plásticos.Nisso. parecendo neutro. um a um lêem suas anotações. Enquanto espera. antes de candidatar-se ao mesmo. . falando com voz sumida. 4 . O candidato se torna o chefe do pessoal. Nisso aparece a secretária. Como Fazer: 1 . e não deve dar palpite na construção da casa. e espera mais um pouco.Após uns seis ou sete minutos. 7 . de escritório. dizendo ter lido um anúncio de que a empresa estava precisando contratar mais funcionários e que. sentando-se corretamente. Quase todas as pessoas passaram por tais situações. suficientemente ampla para acomodar todas as pessoas participantes. 3 . entrega uma folha de papel e caneta e lhes pede para escrever tudo o que for dito pelos participantes da equipe durante a construção da casa. continuando sempre sentado na beirada da cadeira.CONSTRUÇÃO DA CASA Objetivos: Mostrar ao grupo o que é nucleação e quais seus passos.

No meio do circulo do grupo colocam-se duas cadeiras para personagens "ilustres". 4 . Conscientizar de que somos diferentes uns dos outros. também terá seu anjo. 7 .Aqueles que saíram da sala sorteiam duas filipetas com nomes de personagens. 3 . 6 . Como Fazer: 1 . ANJO DA GUARDA Objetivos: > Integração. o presidente do país.A caixa deve ser colocada em local apropriado para que. Como Fazer: 1 . sociabilização. cada um tenta adivinhar quem é o seu anjo. comunicação.Após o tempo esgotado. os anjos se comuniquem por bilhetes.Ao sinal todos deverão colocar os sapatos novamente o mais rápido possível para sentir-se bem dentro de sua realidade 5 . dar atenção e integrar-se com a pessoa sorteada. Material: Filipetas com nomes dos participantes. sociabilização. a miss universo. e segue a verbalização acerca da experiência vivida.Avaliar os últimos resultados. parar para avaliar o resultado 6 . 5 . comparando-os com o 1º Iluminação Bíblica: Rm 12. cantores. artistas. portanto. comunicação. Variação: Esta dinâmica pode ser aplicada em viagens. 2 . 7 .Pedir aos participantes tirarem seus sapatos e colocarem na caixa 4 . 15 CONFIANÇA . Material: Caixas de papelão ou sacos plásticos.Orientar o grupo que ninguém poderá retirar seu próprio nome. 2 . Como Fazer: 1 . caixa ou similar.Cada participante será o anjo daquele que sorteou e. 8 .Deixar em cada equipe uma caixa de papelão 3 .Ao final.O papel de cada anjo é de aproximar-se. 4 . cursos e reuniões nos quais os participantes permanecem juntos por período de tempo relativamente longo. de tal modo que ninguém fique com os seus próprios sapatos.). jornalistas. Se isso acontecer. recolher os sapatos e distribuí-los aos participantes. empatia. relacionamento interpessoal.Os nomes não devem ser revelados até o término do jogo.Cada participante sorteia um papel (como em um amigo secreto). mas invisíveis. refazer o sorteio.Se o grupo for grande dividir em equipes 2 . SAUDAÇÕES Objetivos: Integração.Num 2º momento. um novo grupo de duas pessoas dará continuidade à dinâmica seguindo o mesmo processo por meio de um novo sorteio.Após 1 minuto. cada observador lerá suas anotações. durante o evento.Ao sinal todos deverão colocar os sapatos do colega para sentir a realidade do próximo.8 . descontração. O sigilo deve ser mantido.O Facilitador escreve os nomes dos participantes em uma filipeta e os deposita numa caixa. 5 . 8 .Os participantes terão de saudar cada um dos personagens imaginários e o restante do grupo tentará adivinhar quem são. etc. de forma sutil. 6 .A seguir. (Por exemplo: um orangotango. canetas. 3 . descontração.O grupo terá dois minutos para fazer a descoberta. sem que esta perceba imediatamente quem é seu anjo. TROCA-TROCA Objetivos: Sentir a realidade do outro.Dois participantes saem da sala.

cada qual volta para sua fila e toca no ombro do segundo participante. 5. fita adesiva.O animador divide o grupo em duas equipes. muda-se um pouco o circuito.O exercício continua assim até que a fila inteira participe. em suas duplas! ACENDER E APAGAR Material: Uma caixa de fósforos e dez velas para cada equipe. 2. DINÂMICA DO CHOCOLATE Material: Bombons. ou não. cobrindo o percurso que vai desde a linha de partida até a meta (15 metros). 5 . Se. A segunda turma terá seu braço preso com o cabo de vassoura (em forma de cruz) e a fita adesiva. 2 . 4. Acendida a última. em uma conversa aberta. sempre que preciso temos que pedir ajuda a alguém. O animador convida os presentes a sentarem-se formando um círculo e dá a cada um o nome de uma fruta. Ganha a equipe que terminar primeiro. entretanto. 2. um apito ou sino para o animador. Este corre a apagar as velas. Este corre e faz o mesmo que o primeiro participante. Como Fazer: 1 .Os outros dois vão guiá-lo por um circuito criado pelo grupo onde devem haver "obstáculos". vê-se quem foram as pessoas que confiaram. A primeira turma ficará um atrás de cada um da segunda turma. volta para sua fila e toca no ombro do terceiro. a pessoa que recebeu o nome daquela fruta troca de lugar. Após algum tempo o animador encerra a dinâmica dizendo que nunca devemos fazer as coisas sozinhos. 3 . correm a acender as velas. colocam-se as velas. 4 . Como o animador também participa do jogo. Como Fazer: 1 . Coloca-se os bombons na mesa e pede para que cada um tente abrir o chocolate com a boca. Como Fazer: 1.Cada dois ou três reunem-se e um dos três deve estar com os olhos vendados. CESTAS DE FRUTAS Material: Uma cadeira para cada participante. 3 .O primeiro integrante de cada fila recebe uma caixa de fósforos. cabo de vassoura.Depois. que se organizam em filas paralelas.Objetivos: Dinâmica com o objetivo de ver se o grupo todo confia nos seus integrantes. Explica a maneira de fazer o exercício: Conta-se uma história e toda vez que for mencionado o nome de uma fruta. e repete-se o exercício com aqueles que não tiveram seus olhos vendados ainda. cada um deles tinha uma pessoa a qual eles simplesmente poderiam ter pedido que abrisse o chocolate e colocasse na boca. Os nomes das frutas são repetidos várias vezes. uma pessoa permanecerá em pé e fará a sua própria apresentação. O animador divide o grupo em duas turmas.Depois mudam-se os trios ou duplas.Em frente a cada equipe. latas de conserva cheias de areia para se colocar as velas.Os que estão com os olhos vendados devem confiar cegamente nos que estão os guiando. atrás da linha de partida. 2 . e se conseguir pode comer o chocolate.A um sinal do animador. Ao terminar. 3. Com a primeira turma ele passa a instrução de que eles somente ajudarão os outros se eles pedirem ajuda (isso deve ser feito sem que a outra turma saiba). aparecer na história a palavra cesta. Avaliação: 1) Que proveito tiramos do exercício? 2) Como estamos nos sentindo? . todos mudam de lugar. existirá uma pessoa da primeira turma para cada pessoa da segunda turma. Deve ficar bem fechado para que eles não peguem o chocolate com a mão. 4 . até que todos tenham se apresentado. ou seja. Mensagem: A mensagem passada nesta dinâmica é: Nunca devemos fazer nada sozinho. Como Fazer: 1. A dinâmica será repetida várias vezes. 5 .

Todos ao mesmo tempo. várias vezes. Desenvolvimento 2: 1. 2 . dispondo de lápis e papel. Na elaboração dessa cartolina os participantes não devem registrar as auto-mensagens. pede que formem subgrupos de três.O animador. na sua maioria. cuja a tradução literal para o alemão seria Dádiva. Todo o grupo repete o nome que foi falado. Grupo em círculo. É um trabalho a ser realizado nas fases iniciais do processo grupal. pedir às pessoas que falem dos sentimentos surgidos durante a atividade. então. passando. mas de maneira que não se identifique o autor da mensagem. sentindo que os participantes do treinamento apresentam. Muito simples. com as pessoas mais próximas. na mesma entonação e ritmo.A seguir. aprender o nome de cada um e promover a integração do grupo.Concluída essa etapa. DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO DE GRUPO Objetivo: Criar no grupo. Grupo em círculo. 4 .A etapa seguinte consiste em escrever uma mensagem. Material: Um quadro-negro ou diversas cartolinas. não há limites etários ou quanto à maior ou menor maturidade do grupo para sua aplicação. Dessa forma. 3 . de pé. 6 . distante do animador). Pode ser executada com grupos de até vinte elementos. tentando identificar. crítica e censura. constitui apenas um instrumento de maior integração. para outro participante. uma nova entonação que se dá ao nome próprio. 4. cada um lerá para o grupo as mensagens recebidas. uma frase. lápis ou caneta e folhas em branco. Desenvolvimento 1: 1. o cantar do companheiro. TÉCNICA-GESCHENK Objetivo: Essa técnica. pelo comportamento ( por exemplo: no modo de agrupar-se. que poderá ou não ser assumida pelo remetente. um pensamento. Desenvolvimento 1: 1 . de olhos fechados. uma ou mais mensagens que identifiquem seus integrantes para apresentá-la num painel geral. Cada participante diz seu nome em voz alta. 3. possa superá-las. de forma cantada. o que é facilmente observável. 2. O facilitador deve estar atento às dificuldades surgidas para que. cada um a seu modo. o grupo repete. 2. numa cartolina. mas apenas as que enviarem. considerado hostil. Cada participante fala o seu nome alto.Forma-se o grupo total para a apresentação das cartolinas.Alertar para o fato de não haver inconveniente em que existam asteriscos ao lado de muitos ou em todos os nomes. 7 . pelo qual tenha alguma admiração. É interessante que o remetente das mensagens não se identifique. cada um deve colocar um asterisco ao lado de cada nome de sua relação. cada um deve escrever o nome dos integrantes do subgrupo. resistência ao curso. Após o "canto" de cada nome.A cada subgrupo será distribuída uma folha. enfim algum recado para as pessoas que se escolheu.Subgrupos de seis a dez elementos devem sentar-se em círculo. em silêncio. repetindo o mesmo procedimento. 5 . até sentirem-se satisfeitos. como uma atividade de apresentação. 2 . cantando-o explicar que esse "cantar" é um novo ritmo. facilitando o conhecimento e a memorização dos nomes de cada participante e servindo como dinâmica de aquecimento. Outra ocasião em que pode ser aplicada é quando o grupo está envolvido em questões tensas e o facilitador sente a necessidade de modificar o clima. o subgrupo redigirá. sentado. muitas vezes o grupo se depara com sua timidez. na qual deverão responder à seguinte pergunta: . um clima positivo. é interessante para ser aplicada quando o grupo já revela certa intimidade e algum cansaço. junto com uma discussão com o grupo.A seguir. Integrar um grupo que resista ao treinamento. Quando o grupo inteiro tiver realizado o exercício. facilitando o debate grupal.CARÍCIA DOS NOMES Objetivo: Identificar cada pessoa do grupo pelo nome. A uma ordem do monitor. Comentários: Apesar de ser um trabalho leve e fácil de se realizar. Como Fazer: 1 .

de onde estiver ) mão direita para quem segurava a mão direita e mão esquerda para quem segurava a mão esquerda.A seguir. 6 . Passados os dois minutos. e na segunda ou terceira aparecem mais os positivos. Avisar aos participantes que terão dois minutos para cumprir a tarefa de colher autógrafos. Sugerimos que se o grupo passar de 30.A seguir o animador pedirá que cada subgrupo faça a leitura de sua listagem. Observação: Sempre é possível desatar o nó completamente.Se após algum tempo não conseguirem voltar a posição inicial.Então cada participante deverá dar a mão a pessoa que estava a seu lado (sem sair do lugar."Como vocês se sentem em estar aqui ?" Solicita-se que cada subgrupo faça uma listagem de razões. A um sinal do animador o grupo deve para de caminhar e cada um deve permanecer no lugar exato que está. destacando novamente os aspectos positivos e negativos. 2 . cujo resultado será lançado no quadro-negro ou cartolina. o animador formula a terceira pergunta: "Como vocês se sentem em relação à pessoa que os mandou para o curso?". 3 . caracterizando os pontos considerados positivos e negativos. o animador libera a comunicação. DINÂMICA DO NÓ Como Fazer: 1 . AUTÓGRAFOS Objetivo: É evidente que esse conteúdo não deve ser explicado pelo monitor e sim ser produto de ampla e muitas vezes longa discussão. Avaliação: Partilhar a experiência vivenciada e destacar as dificuldades. esgotado o tempo. mas o animador tem que motivar para que ninguém mude ou saia do lugar ou troque o companheiro com o qual estava de mãos dadas.Após esta observação. ficará um pouco difícil devido a distância entre aqueles que estavam próximos no início.Novamente as respostas serão lançadas no quadro-negro ou na cartolina. mais difícil fica. porém sem soltarem as mãos e em silêncio. seu nome ou apelido qualquer que aceita com naturalidade. os demais ficam apenas participando de fora.Usando os mesmos "trios". 2. Seu fundamento moral vale-se do choque que provoca ao se verem seus integrantes plenamente mergulhados em uma competição egocêntrica que se opõe a um sentimento de solidariedade. 5 . formam um círculo e dão as mãos. Geralmente pode-se observar que nas respostas à primeira pergunta predominam os aspectos negativos. pedindo que os demais assinem seus nomes de forma legível em sua folha. ainda que tal ordem não tenha sido passada nem o monitor tenha colocado qualquer proposta de prêmio ou vitória por essa conquista. 3 . Como Fazer: 1. 7 . 6. o grupo deverá caminhar livremente. ao alto.Com certeza. mas quanto maior for o grupo. o que demonstra que houve mudança de clima no curso e maior integração. lápis ou caneta. o animador pede que voltem para a posição natural. (como no início) 4 . Pedir para que não se esqueçam quem está a seu lado esquerdo e direito. rejeitando um sentimento de solidariedade que afinal. movimentando-se silenciosamente. os participantes percebem que intuitivamente entraram em choque competitivo. com todos os membros buscando rapidamente obter o maior número possível de autógrafos. Solicita a seguir que tracem um retângulo ao redor do nome. 3.Os participantes de pé.Assim que todos estiverem ligados aos mesmos companheiros. após a aplicação da técnica. 4 . ou seja. o animador pede para responder à segunda pergunta: "Como vocês se sentem com a minha presença aqui? " 5 . Iniciar a atividade e marcar o tempo. 7 . Nesse momento é natural a formação de verdadeira balbúrdia. 5.O grupo deverá desamarrar o nó feito e voltar ao círculo inicial. todos deverão ter suas folhas em mãos. Material: Papel. que será escrita no quadro-negro ou na cartolina. é a mensagem mais forte de todo propósito de sensibilização. realçando-se os pontos positivos e negativos. o monitor interrompe a atividade e solicita que todos os participantes .Finalmente. 6 . forma-se o plenário para uma análise geral das respostas dadas às três perguntas. 4. Avisar também que. O monitor distribui a cada participante uma folha de papel em branco e pede ao mesmo que anote. Ao terminar a aplicação da técnica.

5. Tornar o estudo de um tema. 6. 6. a resposta negativa. 3. 2. 4. Os participantes do grupo devem pesquisar e fazer leituras prévias sobre o assunto. 5. Saber expor e ouvir. Indaga. 11. Grupo (auditório) apresenta. mais dinâmico. indagando inicialmente se haveria algum valor em atribuir-se qualquer destaque novo a prova de solidariedade aos participantes que mais autógrafos tivessem obtido. e que sem a ajuda de nossa espontaneidade pouco pode ser obtido. pois não é difícil muitos perceberem que há muito egocentrismo na obtenção do autógrafo. então. quase que unânime. Não demorará muito e o grupo será levado a perceber que a mensagem da técnica é ensinar que toda conquista pressupõe doação. suas conclusões. 3. Auditório vai registrando as perguntas. tiveram que também oferecer o seu. Perguntar a cada um deles o número obtido e informar à classe ou ao grupo os três primeiros resultados. Receberá. Utilizar melhor os conhecimentos de um especialista. a possibilidade de completar o conhecimento através de entrevista junto a pessoas que são estudiosas do assunto. 7. 7. Obter mais informações em menos tempo. 4. 4. Como Fazer: 1. como alternativa para o recebimento. Discussão sobre o assunto. Depois deste trabalho. durante dois minutos. Envolver a todos do grupo no debate. onde as pessoas apresentam conclusões. Como nos sentimos durante a dinâmica? 3. Avaliação: 1. O assunto deve ser preparado pelo coordenador com antecedência. deixando várias dúvidas sobre o mesmo (propositalmente). O círculo de dentro fica parado no lugar inicial e o círculo de fora gira para a esquerda. O círculo de fora vai girando até chegar no par inicial. Coordenador levanta com o grupo.confiram o número de autógrafos legíveis obtidos. Falar sobre o que cada um sabe a respeito de um assunto. 2. Avaliação: Iniciar a discussão da técnica. 2. tiram dúvidas. sendo um minuto para cada pessoa. Como Fazer: 1. 2. Para que serviu a dinâmica? . Cada dupla fala sobre o assunto colocado para reflexão. RODA VIVA Objetivos: 1. 3. informações ou mesmo opiniões atuais a respeito de um tema. Observações: 1. a cada sinal dado pelo animador ou coordenador do grupo. O grupo. orientado pelo coordenador prepara as perguntas para a entrevista. Debater um tema e desenvolvê-lo de forma participativa. Que ensinamentos podemos tirar para o grupo? ENTREVISTA Objetivos: 1. complementam idéias. Coordenador faz uma síntese de todo o conteúdo. 2. Coordenador possibilita comentários sobre as respostas dadas pelo entrevistado. 8. 9. O que foi positivo? 4. Embora todos se mostrassem ávidos em obter autógrafos. 10. Obter conhecimentos. realiza-se um plenário. Avaliação: 1. 4. 3. verbalmente. um tema. Convite ao entrevistado. O que descobrimos sobre o assunto? 2. Coordenador apresenta em breves palavras. se alguma forma a técnica se prestaria para identificar alguma solidariedade. mas não em sua doação. de pé ou sentado. O grupo define o entrevistado. Complementação do assunto pelo coordenador. Fazer dois círculos. Representante do grupo faz as perguntas. um de frente para o outro.

ou num papelógrafo. junto com o juiz. opiniões e posições dos participantes de um grupo. 6. Componentes: a) Coordenador: orientar e encaminhar o trabalho. c) Advogado de defesa: Defende o réu ou ré e responde às acusações formuladas pelo advogado de acusação. 7. Intervenção da testemunha de defesa. 2. a síntese das idéias do seu grupo. solicitando idéias do grupo. c) Público: participantes do grupo. 12. passam a trabalhar. Coordenador expõe de forma clara uma questão. 4. O que gostaríamos de aprofundar sobre o assunto? JÚRI SIMULADO Objetivos: 1. A quantidade do corpo de jurados deve ser constituído por número impar: (3. Criar uma atmosfera informal e democrática durante um estudo. O que mais nos agradou? 4. Desenvolver o senso crítico. Que proveito tiramos da dinâmica? 2. debate. Advogado de defesa defende o réu ou a ré. esclarece dúvidas. Cada grupo tem 2. 3 ou 4 minutos para expor suas idéias. 2. 3. 5. O que descobrimos através da entrevista? 3. O secretário procura anotar as principais idéias no quadro. 11. Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser trabalhada. definindo a pena. 3. Preparação para o júri. Obter rapidamente idéias. Advogado de acusação toma a palavra e continua a acusação. Juiz abre a sessão. 10. 4. 7. 3. levando todos os participantes do grupo se envolverem e tomar uma posição. avalia o debate entre os advogados. 5. Coordenador divide o grupo de 2 em 2 ou 3 em 3 (depende do número de participantes o grupo). e sondar-lhes os interesses. 13. O coordenador faz um comentário geral. Formados os grupos. Uma pessoas de cada grupo expõe em plenário. Advogado de acusação (promotor) acusa o réu ou ré (a questão em pauta). Como nos sentimos? 3. Durante o júri. b) Secretário: anota no quadro ou papelógrafo. retoma a defesa. O que aprendemos? . 8. Jurados decidem a sentença. Levar todos os integrantes do grupo a participar de uma discussão.2. e) Corpo de Jurados: Ouve todo o processo e a seguir vota: Culpado ou Inocente. acompanham em silêncio. b) Advogado de acusação: Formula as acusações contra o réu ou ré. 6. Como Fazer: 1. de acordo com o que tiver sido combinado. 2. uma de acusação. Estudar e debater um tema. Ajudar as pessoas a se libertarem das suas inibições. pondo em evidência as contradições e enfatizando os argumentos fundamentais. 3.5 ou 7) f) Público: Dividido em dois grupos da defesa e da acusação. O que podemos melhorar? COCHICHO Objetivos: 1. Intervenção de testemunhas. destacando o que foi bom. Alguém do grupo pode fazer uma conclusão. Colher opiniões e sugestões de um grupo. as idéias dos participantes. 9. Participantes (funções): a) Juiz: Dirige e coordena o andamento do júri. 5. ajudam seus advogados a prepararem os argumentos para acusação ou defesa. Avaliação: 1. Leitura e justificativa da sentença pelo juiz. 2. 6. o que faltou. d) Testemunhas: Falam a favor ou contra o réu ou ré. Avaliação: 1. Dar oportunidade para a troca de idéias dentro de um grupo. O público. Como Fazer: 1. sendo um minuto para cada participante. 4. Exercitar a expressão e o raciocínio. Advogado de defesa. Orientação aos participantes.

Mergulhar o giz na água. Colocar primeiro a bolinha de isopor na água. sendo que ninguém. Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada. 2Tm 3. Refletir: o isopor não afunda e nem absorve a água. depois o vidro de remédio e por último a esponja. a) E nós ? 5. Descrição: 1. Refletir : o vidrinho tinha água só para passar para os outros. Baseado neste tema. o tema pode ser. 4. 2. Depois se coloca a água na vasilha. pode ultrapassar o tempo estipulado. mergulhar o giz. em hipótese alguma. um vidrinho de remédio vazio. Iluminação Bíblica: Is 40. sem repartir. Mergulhar a esponja e espremer a água. O que precisamos aprofundar sobre este assunto? PALAVRA QUE TRANSFORMA Objetivos: Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas. Explicar que a água é a Palavra de Deus e os objetos somos nós. Descrição: 1. 3. a) E nós? 4. "saber escutar e falar". Ao final. a) Como nós absorvemos a Palavra de Deus? b) Somos também impermeáveis? 3. mas sem guardar nada para si mesmo. introduzir questões como: a) Sabemos respeitar e escutar (e não simplesmente ouvir) a opinião do outros? b) Conseguimos ABRA O OLHO MEU IRMÃO Objetivos: Tomar consciência da luta desigual que enfrentamos em nossa sociedade. 5. todos devem manter-se em silêncio até o final deste. utilizando como tema. Se explica que a água é a Palavra de Deus e que o objeto somos nós. Se o comentário terminar antes do tempo estipulado. debatido livremente. então. 3. um giz. por exemplo.16 30 SEGUNDOS Objetivos: Estimular a participação de todos por igual nas reuniões e evitar interrupções paralelas. Material: Uma bolinha de isopor. Despejar toda toda a água que ele se encheu. 2. Refletir: o giz retém a água só para si. Após ver o que ocorre com o isopor. . 2.2. O coordenador apresenta um tema a ser discutido pelo grupo. O que descobrimos em relação ao grupo? 3. cada integrante tem trinta segundos para falar sobre o assunto apresentado. O coordenador também pode. Dê um objeto para cada pessoa. Como Fazer: 1. Encher de água o vidrinho de remédio. e alguém mergulha o isopor.24 .8 . ao mesmo tempo que os outros integrantes devem manter-se em completo silêncio. uma esponja e uma vasilha com água. Mt 7.

Ao final. Quem estabelece as regras do jogo da vida social. Primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? 5. Alguns questionamentos podem ajudar: 1. 3. Material: Um crucifixo de tamanho médio. Como Fazer: 1. O GUIA DO CEGO Objetivos: Compreender a importância dos outros no crescimento individual. 5. lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido. Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo. 46-52 ou Lc 24. O restante do grupo apenas assiste. indiferença x indignação. O que isso tem a ver com nossa realidade? 4. o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso. a lado. até completar todos. é aberto o debate sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas. Como Fazer: 1. seguindo adiante com o segundo beijando o terceiro. com o crucifixo. Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. na parte em que mais te toca no coração! 3. deve consultar a passagem completa na Bíblia.Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cacetete. Material: Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro. transmitir o que aprendeu. 3. Depois dar a palavra aos demais participantes: 1. Para melhorar a compreensão do trecho. no mesmo local que deu na imagem. CRISTO NO IRMÃO Objetivos: Ver no próximo a pessoa de Jesus Cristo. 13-34. passar uma mensagem envolvendo estas palavras: a) humildade: amor ao próximo. 2. abrindo um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência. Depois devem iniciar uma briga de cegos. mandar o primeiro da fila dar um beijo. ou pedir para que alguém. 2. na pessoa do seu lado direito. Feito isso. Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam? Iluminação Bíblica: Mc 10. 2. Assim que inicia a "briga". EVANGELHO EM PEDAÇOS Objetivos: Estimular a procura e análise de passagens da Bíblia. capítulo e versículos. forma-se uma fila. 4. Refletir algumas posturas como: 1. Depois. e assim por diante. Depois de um tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados. diz o seguinte para que cada um faça: a) Dar um beijo na imagem de Jesus Cristo. Como Fazer: 1. 4. lado. Para quem torceram? 3. política e econômica hoje? 7. . para ver quem acerta mais o outro no escuro. Finalizado esta ação. Qual foi a postura do grupo? 2. Em seguida. Com no máximo 10 (dez) pessoas. 3. 2. os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo. O que significa ter os olhos vendados? 6. etc. 4. que participou da dinâmica.

Todos deverão estar na forma de um círculo.) 3. e assim sucessivamente. dispõe-se dois voluntários de cego. capítulo 8. todos partilham o sentido da dinâmica.) 4. também acendendo-a. amigos. Lc 15. O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um? 2. de preferência em campo aberto. lê-se a passagem do Evangelho de João. Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo. deve ter sobra suficiente para amarrar as velas de todos. com uma vela. Refletir: 1. 35-43. junto com uma vela acesa. vocês conhecem outros tipos de cegueira? Quais? (ira. 3. 2. os exemplos. Material: Uma Bíblia. Como vocês se sentiram nas mãos dos guias? 2. Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê? Iluminação Bíblica: O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9. . numa mesa. tentando relacioná-la com o texto bíblico proposto. Em seguida. etc. versículo 12 a) "Eu sou a luz do mundo. Que acham da sorte dos cegos? Como Fazer: 1. Como Fazer: 1. entre o relato de São Lucas e a sociedade moderna? b) Qual a semelhança entre a cura da vista e a missão da igreja de conscientização? A VELA E O BARBANTE Objetivos: Tomar consciência da aliança entre si. velas para todos os integrantes e mais uma para ser colocada no centro do grupo. educadores. Descrição: 1. entrega a ponta do barbante para outra pessoa. apatia. e este. Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço de um guia? 5. É preferível um bastão ou um guia? Por quê? Como Fazer: 1.27-32. Ao final. vai ao centro do círculo. Cada pessoa. com os mesmos ou outros cegos é substituído o bastão por um guia dentre os integrantes observadores que conduzirá o cego por onde quiser. Jo 9. Além da cegueira física. e no centro do círculo. pode-se realizar os mesmos questionamentos do passo anterior. Ao final. coloca-se a Bíblia.Material: Alguns lenços. Por último. por exemplo. que circulará sua vela. Material: Papel e caneta para cada um. A MACA Objetivos: Avaliar nossos laços de amizade. Tiveram medo? Por quê? De quê? 3. ignorância. acendendo-a. Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê? 3. 5. Como vocês se sentiram sem poder enxergar? 2. Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levado pelos seus amigos. mas possuirá a luz da vida". enquanto os outros integrantes permanecem como observadores para tomar nota da forma como os cegos se comportam. A Bíblia deve estar amarrada com o barbante. Quando todos estiverem enlaçados pelo barbante. a) Qual a semelhança que pode-se encontrar. Os homens tem necessidade de guias? Quem são os outros guias? (família. soberba. Refletir: 1. 4. passa o barbante em volta de sua vela. bastões (pare servir de bengalas) e uma área com obstáculos. sendo que um guiará o outro. o outro e Deus. 2. barbante. etc. O coordenador venda os olhos de quatro ou mais pessoas e fornece uma bengala para cada um.1-39). Como Fazer: 1. inveja. quem me segue não andará nas trevas. e em seguida. Refletir: 1. 2.

Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida? 7. Como Fazer: 1. 2. No trecho do evangelho observamos alguma coisas como? a) lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário. onde os amigos carregam o mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo. que me animam quando desanimo? 5. aos quais posso compartilhar minhas lutas. Refletir: 1. Há quatro pessoas que. que meu trabalho. atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida. Assim coordenador distribui a folha e caneta para todos. Depois pede-se para desenhar outra maca e no meio dela colocar o nome de quatro amigos que levaríamos para Jesus. JUVENTUDE E COMUNICAÇÃO Objetivos: Criar comunicação fraterna e madura. e pede para que cada um desenhe uma maca em sua folha. Mt 9. Na ponta de cada braço. pois não me amam pelo que faço. Tenho quatro confidentes.(Lc 5. Assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus? 2. mas. que não me abandonariam nos momentos difíceis. cada um deve escrever o nome de um amigo que nos levaria a Jesus. 2. 4. Posso contar com quatro amigos verdadeiros. Tenho quatro pessoas que me levantam. c) Diante da cabeça : 3 idéias das quais não abre mão. se erro. Este exercício é uma ajuda? Em que sentido? 3. Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora? 10. d) Diante do coração : 3 grandes amores. fracassos e tentações? 6. Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-me sempre? 3. se caio. em dificuldades econômicas. e) uma vez curado. Anotar na figura: a) Diante dos olhos : as coisas que viu e mais o impressionaram. Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importante do que qualquer coisa? 4. c) os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus. 3.1-12. Material: Papel e caneta para cada participante. êxitos. Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que? Iluminação bíblica : Marcos 7. conduzindo o enfermo para que seja curado por ele. 32-37 GRUPO DE OBSERVAÇÃO/AÇÃO Objetivos: Observar atentamente o comportamento do grupo de um participante para posteriores observações. e corrigem. Refletir: 1. f) Diante dos pés : piores enroscadas em que se meteu. d) deixar-se servir pelos irmãos. pelo que sou? 8. Distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher. b) o ambiente de amor. recorreriam a mim? 11. Material: Papel e caneta . descanso ou planos? 12.17-26: Mc 2. e) Diante das mãos : ações inesquecíveis que realizou. Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque? 2. carregar o peso da responsabilidade. b) Diante da boca : 3 expressões (palavras. Sou incondicional de quatro pessoas? 9.1-8). Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que? 4. Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim.

Como Fazer: 1. quem não participa. Como Fazer: I. enquanto o de observação analisa o outro grupo anotando fatos como quem participa. Após o primeiro impacto o coordenador. a fim de sentir melhor as reações dos indivíduos. 2. O grupo de ação simula um grupo de jovens que pode debater qualquer tema. Novamente os subgrupos se reúnem para preparar uma resposta ao outro subgrupo e após meia hora forma-se o grupo grande de novo e serão apresentadas as defesas. Após o tempo que se achar necessário volta-se o grupo normal e se discute o que foi observado e vivido. utilizando sempre o mesmo tema. 2. agora mesmo. assumindo ou não responsabilidades dentro do grupo. o ditador. numa das folhas de cartolina: a) Como o nosso grupo vê o outro grupo? b) Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo outro grupo? 3. O coordenador divide o grupo em um grupo de ação e outro de observação. Após esse comentário todos estarão desconcertados e terão reações diferentes principalmente reprovando a atitude do coordenador. sobre as reações das pessoas com reação a explosão do coordenador. em seu estado natural deverá explicar que era uma dramatização para ver as reações dos indivíduos do grupo. O coordenador forma dois subgrupos. realizar um feedback de um participante com objetivo de melhor compreendê-lo. e nisso seguirá a discussão. O ENCONTRO ENTRE DOIS GRUPOS Objetivos: Melhorar as relações entre dois grupos e explorar a interação de grupos. 3. Estou até doente e cansado em ver esse comportamento. Escolhe-se qualquer tema que não será o principal da reunião e a uma certa altura do debate o coordenador pára e diz: a) "Vocês não estão se interessando suficientemente. O coordenador apresenta o assunto da discussão. O grupo de ação permanece sentado em um círculo interno e o de observação em um círculo externo 3. Material: Folhas grandes de cartolina. b) Após o ditador. Após 1 hora reuni-se todo o grupo e o(s) representante(s) de cada subgrupo deverá expor a conclusão do subgrupo. podendo haver a discussão. . Tamanho: Dois grupos com não mais de 15 pessoas. DRAMATIZAÇÃO Objetivos: Demonstrar o comportamento grupal dos membros participantes. se alguém se demonstra tímido e não consegue se expressar . c) Após forma-se outro grupo demonstrando o coordenador que não assume a responsabilidade do grupo. sempre concordando com tudo que é proposto sem colocar em prática na maioria das vezes. Como Fazer: 1. esse desinteresse caso não tomem maior seriedade. se existe alguém que monopoliza. EXPLOSÃO DO COORDENADOR Objetivos: Criar impacto nos participantes do grupo através de uma dramatização exagerada. 4. este deve sempre mandar no grupo. este debate!". Exemplo: exemplos de coordenação: a) Forma-se um grupo para demonstrar o primeiro tipo de coordenador.: Indicado para grupos que já tenham uma certa maturidade. 2. interrompo. 4.Como Fazer: 1. OBS. forma-se outro grupo para exemplificar o coordenador paternalista que assume todas as responsabilidades que o grupo pode ter. E por último entra o coordenador democrático que seria um coordenador perfeito que sabe ouvir as pessoas e "força" o trabalho em grupo. Cada um deverá responder.

procurando entre os membros do grupo a pessoa que. .II. sobre o qual deverá expor suas idéias. Para isso não deve constar nem o nome da pessoa da direita. I. no sentido de conseguir uma unanimidade em relação a definições que caracterizam o líder democrático. Como Fazer: 1. poderá utilizar somente um tema. AULINHA Objetivos: Desenvolver nos participantes a capacidade de improvisação. no final cada qual dirá em público a qualidade que escreveu para a pessoa da direita. sem nenhuma identificação. Ao caracterizar a pessoa. porém. imitando seu comportamento no grupo. que cada participante possa dar sua AULINHA. que será comunicada ao grupo no final do exercício. Cada participante tentará agir exatamente como o seu colega da direita. Material: Lápis e papel. A AULINHA permite diversas variações. A seguir recolherá os assuntos. síntese. O membro participante anterior ou posterior dará uma nota ou conceito ao expositor. o animador pede aos participantes depoimento sobre o mesmo. é caracterizada com esta qualidade. Ao término do exercício. ou então vários temas mas com uma introdução para auxiliar as pessoas. Entrega a cada participante o tema. III. Material: O mesmo número de temas para o de participantes do grupo. VI. notícias recentes de jornais. cada um procure identificar-se com o colega da direita. 2. deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza. Nesse instante cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade do colega. O coordenador inicia dizendo que na vida as pessoas observam não as qualidades mas sim os defeitos dos outros. IV. III. deixando liberdade para que cada participante faça a escolha do colega a ser imitado. O coordenador distribuirá uma papeleta para todos os participantes. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada mais de uma vez como portadora de qualidades. Como Fazer: A AULINHA é dada quando o grupo tem dificuldade de expressão. embaralhada e redistribuída. Após decorridos dez minutos. esforçando-se por imitálo na discussão. durante dois ou três minutos. nem vir assinada. VII. no entender do leitor. b) Ou ainda pode-se utilizar uma folha em branco para que cada participante possa lançar nela no mínimo dois assuntos da atualidade. II. V. IV. ou até mesmo um texto para ser lido. clareza e de avaliação. é inibido e prolixo. Feita a redistribuição começando pela direita do coordenador. Só poderá escolher uma pessoa entre os participantes. o coordenador orienta os participantes para que. escolhendo um dos artigos constantes na papeleta. A papeleta deverá ser completamente anônima. tais como: a) O coordenador em vez de dar a cada participante um título de tema para dissertar em público. Para isso o coordenador: 1. É da máxima importância que cada qual consiga identificar-se com seu colega. O mesmo exercício poderá ser feito. 2. V. cabendo aos outros reconhecê-lo. QUALIDADE DO LÍDER DEMOCRÁTICO Objetivos: Conscientizar os membros do grupo sobre as qualidades que são básicas de um líder democrático. 3. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeleta para ser recolhida. Cada qual deverá escrever nela a qualidade que no seu entender caracteriza seu colega da direita. 3. um a um lerá em voz alta a qualidade que consta na papeleta. despertar as pessoas para qualidades até então ignoradas por elas mesmas. EXERCÍCIO DA QUALIDADE Objetivos: Conscientizar os membros do grupo para observar as boas qualidades nas outras pessoas. possibilitar os participantes a uma tarefa grupal. nos próximos dez a quinze minutos.

proporciona todas as condições para que o grupo funcione bem. Corajoso 16. Como Fazer: a) O coordenador inicia falando sobre os quatro tipos de líderes. Sabe prever. Todos podem confiar nele em qualquer emergência. Busca a verdade com o grupo. 15. Querendo. mas poderá passar de grupo em grupo para observar. Sabe o que fazer. Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado por ele. Sempre pronto para atender.Material: Caneta. A seguir explicará que o dinheiro será redistribuído pelo líder. Interessar-se pelo bem do grupo. Distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro. Sincero 15. poderá formar subgrupos. por exemplo. 7. Enfrenta as dificuldades. Obtém resultados. 16. II. Cuida de sua aparência pessoal. Sabe conversar com todos. entre o importante e o acessório. O critério poderá incluir. entre o profundo e o superficial. Seguro 02. Juízo maduro 07. 13. Material: Moedas ou cédulas que serão coletadas entre os membros do grupo. c) Após apresentar sem informar qual tipo de líder é. com novos voluntário demonstra o líder anárquico e por último demonstra um líder democrático. Firme e suave 06. Ao contrário. na base de um múltiplo critério. Definições: 1. Qualidades: 01. d) Após a nomenclatura distribui-se as qualidades do líder democrático. Não foge e nem descarrega o risco nos outros. 4. É agradável. Procura que o grupo funcione harmoniosamente. Jamais desanima diante da opinião daqueles que só vêem perigo. O coordenador solicita a ajuda do grupo no sentido de sugerir os múltiplos critério para a redistribuição do dinheiro. Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal. O líder eleito não tomará parte. primeiro um líder autoritário. Toma a sério o que deve ser feito. 2. Não usa o grupo para interesses pessoais. Sociável 14. O coordenador pede que o grupo faça a eleição de um líder que deverá coletar a importância de R$ 2.00 de cada membro do grupo. depois mudando o subgrupo demonstra o líder paternalista. Suas ações correspondem com suas palavras. 12. 5. Confiança nos outros 11. e não passa por cima do grupo. não permitindo abandono do dever. Diz o que pensa. Catalisador 08. os . Faz agir. procurando enfatizar as características de cada um. sem recorrer sempre à ajuda dos outros. Como Fazer: I. Pensa até nos menores detalhes. Democrático AS DIMENSÕES DA LIDERANÇA Objetivos: Focalizar as responsabilidades e os problemas da liderança. Pessoalmente. e discute-se sobre cada um. Eficaz 13. 14. 11. Acredita na possibilidade de que o grupo saiba encontrar por si mesmo as soluções. 9. 10. para cada membro. explicando depois um a um. Mantém calmo nos debates. uma cópia da relação de definições e das qualidades. sombra e fracassos. Dá oportunidade para que os outros se promovam e se realizem. Previsor 10. pedir ao grupo para defini-los e nomea-los um a um. b) Formando subgrupos demonstrará com ênfase. 6. 3. Otimista 09. Disponível 05. evita a improvisação. sem perder a tranqüilidade. Desinteressado 04. 8. Acolhedor 03. Facilita a interação do grupo. sem dominação. Dá apoio 12. sabe agir de tal forma que cada um se sente importante e necessário no grupo.

um a um irão ler em público o conteúdo das papeletas. Nessa ocasião. recolhem-se as papeletas dobradas. b) O preenchimento de papeleta será feito anonimamente. os mesmos farão simultaneamente o exercício. todos deverão escrever em poucas palavras o que gostariam de ouvir. 2. Caso tiver vários subgrupos. seguindo-se um debate em torno do exercício realizado. de falar ao grupo. Segunda fase: a) O animador pede que os participantes elejam um líder imparcial. o coordenador poderá fazer algumas observações referentes ao exercício. . III. lápis ou caneta para cada participante. 2. b) Terminada a tarefa. baseado ou não num dos critérios apontados. para maior presença consciente. Primeira fase: a) O animador pede que os membros participantes se organizem em fileira por ordem de influência que cada membro exerce sobre o grupo. e) Finalizando o exercício. Como Fazer: 1. d) Segue-se uma discussão grupal em torno do impacto do exercício. caberá ao líder eleito fazer sua decisão. no momento. quando há bloqueios. Caso ocorra empate. devendo a ordem corresponder a influência que cada um exerce sobre o grupo. d) Recomeça-se o exercício tantas vezes quanto forem necessárias. prossegue-se o exercício. todos. Todo critério é válido. onde se processará a discussão do exercício. bem como a colocação dos membros na fileira. O exercício processa-se assim: a) A um dado momento. ao comportamento dos indivíduos na sua colocação. exceto o de redistribuir o dinheiro. de fazer. os que mais influenciarem na escolha do líder e outros. e após embaralhá-las. UM TRABALHO EM EQUIPE Objetivos: Demonstrar a eficiência de um trabalho de equipe. de participação. Como Fazer: 1. de acordo com a influência que cada um exerce sobre o grupo. e doze votos para o último colocado. seguem-se os depoimentos a respeito.indivíduos mais votados. IV. a preocupação atual. A técnica do "PARE" usa-se quando se nota pouco integração grupal. distribui-se uma papeleta em branco para cada membro participante e. a motivação dos participantes. explicando o critério que irá adotar. Tal votação inversa dará o ensejo para que os participantes possam experimentar novas sensações que envolvem o exercício. c) Uma vez preenchidas. processa-se a redistribuição. O líder processará a redistribuição do dinheiro. durante a sessão. até o desempate. Material: Caneta e papel em branco. visa conscientizar o grupo acerca daquilo que se passa com os indivíduos participantes. b) O grupo ou os subgrupos podem debater entre si a ordem da escolha fazendo anotações escritas. c) A seguir. a pedido do coordenador. tendo para isso dez minutos. até que todos estejam satisfeitos em relação a colocação na fileira. Feitas as sugestões. folhas de cartolina. PARE Objetivos: Através de um teste surpresa. dando a cada um a mesma importância. c) Processa-se a votação. o grupo irá para o círculo. medir o grau de interesse. para ser apreciado por todos. d) A seguir. para descobrir a evolução do grupo. Todos deverão executar a tarefa em silêncio. interrompe-se tudo. o coordenador colocará a ordem numa folha de cartolina. Material: 3 folhas de papel. explicando que na votação deverão dar um voto para aquele que será o líder. ENFILEIRAR DE ACORDO COM A INFLUÊNCIA Objetivos: Conscientizar os integrantes sobre o grau de influência que exercem sobre o grupo. a pedido do coordenador.

até o momento oportuno. A casa verde é vizinha da casa direita. A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que resolva com máxima rapidez o problema da avenida complicada. Na casa verde bebe-se whisky. caneta. e um dos sobrevivente nadou até alcançar uma ilha deserta. O proprietário do carro ford bebe cerveja. Como Fazer: O coordenador inicia dando um exemplo prático: 1. O brasileiro é vizinho da casa azul. evitando-se críticas e avaliações. Como poderá salvar-se: o grupo terá 15 minutos para dar idéias. Como Fazer: 1. 807 e 809. Cada subgrupo escolherá um secretário que anotará tudo. com a máxima brevidade possível. o coordenador dirá as regras do exercício: não haverá crítica durante todo exercício. 805. O coordenador formará subgrupos de 5 a 7 pessoas. cartolina. 2. processar os resultados de uma sessão de tempestade mental. 1ª fase: a) O coordenador apresenta o problema a ser resolvido. deseja-se o maior número de idéias. a condução. Os coelhos estão a mesma distância do cadilac e da cerveja. pela condução que é de marca diferente. Formados os subgrupos. O argentino possui um cachorro. a bebida e ao animal doméstico. Material: Papel. 2. Terminado o exercício. 7. 2ª fase: b) Terminado. caneta. 5. As informações que permitirão a solução da avenida complicada são: As cinco casas estão localizadas sobre a mesma avenida e no mesmo lado. Por exemplo: um navio naufragou. O gato não bebe café e não mora na casa azul. A vaca é vizinha da casa onde se bebe coca-cola. O chileno bebe coca-cola. 803. da esquerda para a direita. ao proprietário. com a ajuda de toda a equipe. O mexicano mora na casa vermelha. O peruano e o argentino são vizinhos.Material: Uma cópia para cada membro da avenida complicada. cada subgrupo fará uma avaliação acerca da participação dos membros da equipe na tarefa grupal. O proprietário do volkswagem cria coelhos. quanto mais extremada a idéia. o problema da avenida complicada. O peruano tem um carro mercedes-benz. 4. pela bebida diferente e pelo animal doméstico diferente. entregando a cada participante uma cópia da avenida complicada. pelo proprietário que é de nacionalidade diferente. Inicia-se a avaliação das idéias e a escolha das melhores. o coordenador avisa que terminou o tempo e que a crítica é proibida. Cada casa caracteriza-se pela cor diferente. Obedecendo as informações constantes da cópia a solução final deverá apresentar cada uma das cinco casas caracterizadas quanto a cor. O proprietário da vaca é vizinho do dono do cadilac. Será vencedor da tarefa o subgrupo que apresentar primeiro a solução do problema. O coordenador forma subgrupos de aproximadamente seis pessoas. O coordenador poderá formar um plenário com a participação de todos os membros dos subgrupos para comentários e depoimentos. . O chevrolet pertence a casa de cor rosa. acerca do que for dito. cinza. Bebe-se pepsi-cola na 3ª casa. A avenida complicada A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que possa resolver. A TEMPESTADE MENTAL Objetivos: Gerar grande número de idéias ou soluções acerca de um problema. 801. Sobre a avenida complicada encontram-se cinco casas numeradas. Todos os subgrupos procurarão resolver o problema da avenida complicada. O proprietário do carro chevrolet é vizinho do dono do cavalo. 6. tanto melhor. 3.

Para realizar a decisão grupal. e procura-se formar uma pirâmide cuja base serão as idéias mais válidas. g) No final da dinâmica todos os participantes deverão ter tomado conhecimento de todas as reflexões feitas. Abrigo subterrâneo Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. 7. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisão imediata. Um declamador fanático. com 24 anos de idade. a seguir.Um físico. e) Os que tiverem a letra "a" formarão uma nova equipe. narcótico viciado. que sofre de ataques epilépticos. subgrupos de 5 pessoas.. com a idade de setenta e cinco anos. o animador pede que seja organizada uma lista única das melhores idéias. Um débil mental. Um violinista. Uma prostituta. Um advogado. O mesmo acontecerá com os que tiverem a letra b. para que façam uma decisão individual. que acaba de sair do manicômio. 9. A seguir distribuirá uma cópia do "abrigo subterrâneo" a todos os participantes. Há doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. ANÁLISE DE MÚSICAS Objetivo: Varia de acordo com a música a ser analisada. Uma universitária que fez voto de castidade. procurando-se alcançar um consenso. Um ateu. c. . Um sacerdote. Faça sua escolha. destacando seis somente. 8. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo. A mulher do advogado. com 21 anos de idade. que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma. provocar um exercício de consenso. 1.3ª fase: c) No caso de haver mais subgrupos. d. para que cada subgrupo possa relatar o resultado da decisão grupal. desenvolvendo a comunicação e reflexão dispensando o plenário e a centralização do encontro numa só pessoa. com 40 anos de idade. Organizar. 5. d) Após terem refletido sobre o tema serão formadas novas equipes. com 25 anos de idade. com 20 anos de idade. 4ª fase: d) Forma-se o plenário. com 34 anos de idade. 6. poderá dividir em 4 equipes de 4 pessoas. d c) As equipes receberão o tema a ser debatido e perguntas propostas. 2. 3. f) Agora todos partilharão o que foi debatido nas equipes anteriores. A DIFICULDADE DE UM CONSENSO Objetivos: Esclarecer valores e conceitos morais. autor de vários assassinatos.I. 5. principalmente quando os valores e conceitos morais estão em jogo. b. 4. Segue-se um debate sobre a experiência vivida. com 47 anos de idade. c. Processa-se a leitura das melhores idéias. 11. a fim de demonstrar sua dificuldade. Como Fazer: 1. Uma menina com 12 anos e baixo Q. Forma-se novamente o grupo maior. PAINEL INTEGRADO Objetivos: Trabalhar no "grupão" em equipes de forma prática. Como Fazer: O coordenador explica os objetivos do exercício. Um homossexual. b) Cada participante da equipe receberá uma letra: a. escolhendo as seis pessoas de sua preferência. 10. com 32 anos de idade. Dividir o grupão em equipes da seguinte forma: a) Num grupo com 16 pessoas. com 28 anos de idade. ou fora dele.

as etiquetas são coladas na testa de cada participante. Sociedade. Ex. 2.Então. Lembre-se que as letras serão analisadas. sugerimos que o coordenador da dinâmica fique em pé no meio do círculo.A pessoa que estava em pé. Como Fazer: 1. trocam de lugar entre si. e como se sentiu sendo tratado assim. então o que está de pé pode tentar tomar seu lugar. etc.: Nerd 2.Quando todos já estiverem com suas folhas.Ao final da música: a) Cada um diz qual a mensagem que aquela música trouxe. que ficará de pé no meio da roda. se na afobação. b) Repetir esse processo para cada música escolhida. assim devemos ser com nossos irmãos.Após um tempo.Proceder dessa forma até cansar!!! Observações: a) Logicamente não é permitido falar "porque está de blusa verde!" se a pessoa estiver de blusa azul! b) Se o "motivo" escolhido só estiver presente em uma pessoa (Ex: só existir na roda uma pessoa de blusa verde). . de forma que outro participante fique sobrando em pé.Material: Aparelho de som. 5. Trabalho. a pessoa sair do lugar sem ver se outra pessoa possui a mesma característica. Material: Etiquetas para todos os participantes. todos os participantes que estão de blusa verde.Então o que está de pé diz. Sugestão: 1.Esta pessoa deverá escolher uma pessoa na roda e dizer à ela: "Jesus te ama!" 3. mas.Pede-se então que os participantes conversem entre si tratando o outro como se ele fosse o que está escrito em sua testa (pode-se dividir em subgrupos).Atenção: É muito importante a escolha das músicas.Faz-se uma roda com todos os participantes sentados exceto um. sentar-se em círculo e pedir que cada um diga se descobriu o que está escrito na própria testa. de modo que ele não veja o que está escrito na sua etiqueta. Como Fazer: 1. não é necessário que a pessoa saia do lugar. amar sem pedir nada em troca. 4. Material: Espaço e cadeiras para fazer uma roda. CD ou fita com as músicas a serem analisadas e letras das mesmas.O participante escolhido pergunta: "Por que?" 4. deve tentar sentar em algum lugar durante a troca. por exemplo: "Porque você está de blusa verde!" 5. 3. 3. Os outros permanecem sentados. Assim já começa com quase todas as pessoas trocando de lugar! RÓTULOS Objetivo: Como devo tratar o próximo.Na primeira rodada. 4.? JESUS TE AMA ! Objetivo: Amor a Jesus e ao próximo. 7. logo devem dizer algo interessante. Escola. Conclusão: Jesus não procura motivo para nos amar. Para Debater: => Qual frase mais chamou sua atenção? Porquê? => Qual é a ligação dessa música com a nossa vida? Com o nosso Grupo? => Com a nossa Família.Escrever em cada etiqueta um rótulo que a sociedade pode colocar nas pessoas. 2.A seguir. mas veja o que está escrito nas etiquetas dos outros. 2.São distribuídas as folhas com as letras aos participantes. o Coordenador coloca a música pra tocar orientando a todos que acompanhem a letra. Amar só por amar. Como Fazer: 1. determinado pelo coordenador da dinâmica. provavelmente muita gente estará de tênis.A pessoa que aplica a dinâmica deve escolher previamente duas ou três músicas para serem analisadas. 6. por exemplo.Deverá então escolher algo bem comum na roda. sem motivo aparente.

etc COLAGEM Objetivo: Comunicar uma mensagem de maneira criativa. Ponha sua assinatura sobre o título dessa página. 9. 2. 12.As pessoas que fizeram a colagem podem complementar as interpretações.Alcoólatra 6. 15. será multado. Material: Cartolina. 11. Colam tudo numa cartolina. etc). Logo em seguida ao título. se for preciso. Leia atentamente todos os tens antes de fazer qualquer coisa. para comunicar o que pensam estas pessoas sobre o determinado tema (o coordenador pode relembrar o tema que está sendo discutido). d) Quem falar. 4. TESTE DOS TRÊS MINUTOS Objetivo: Refletir sobre como o desejo de competir e se sobressair leva às vezes a uma ação precipitada. Sublinhe todos os números pares desta página.Surdo. Serve para comunicar o resultado da reflexão de um grupo sobre o tema. fotos. 2. jornal. conte até 3 mentalmente. Ponha um "X" no canto inferior esquerdo da página. Se você chegou neste ponto do teste. recortes. jornais. sim. usando instrumentos simples e material disponível (revistas.Crianção 4. 7. 14. levante o braço.Tristonho 9. ajudar um grupo a resumir as idéias mais importantes de uma discussão. Ponha seu nome no canto superior direito da folha. Faça um círculo em volta da palavra nome' do tem 2. . cola. abaixe o braço e prossiga. pincel atômico.Presidiário 5. Teste dos três minutos 1. c) Os três primeiros que terminarem receberão um prêmio.Drogado 2. dê um tapinha nas costas do colega ao lado.O grupo de 5 a 8 pessoas discutem o tema.Mendigo 7. tesoura. 5.As diferentes colagens são apresentadas em plenária e discute-se o que cada colagem quis dizer. No verso desta página. 8. Faça um círculo em volta de cada quadrado.Roqueiro 3. sim. com recortes. Desenho um triângulo em volta do "X" que você acabou de desenhar. 13. Desenhe cinco pequenos quadrados no canto superior esquerdo do papel. tesoura. modelo abaixo) para cada participante. 6. Se você acha que conseguiu fazer tudo certo até aqui.O coordenador da dinâmica explica em que consiste a colagem: é um cartaz feito por diversas pessoas. escreva sim . 1 0. 3. 16. ou outros. que todas as pessoas de um grupo se expressem e trabalhem juntas. etc. multiplique 13 por 12. b) O teste deve ser feito com muita rapidez. Ponha um "x' dentro de cada quadrado. Faça um círculo em volta do número do tem 7.Mauricinho / Patricinha 8. Buscam fotos. letras de jornais e revistas ou outros para expressar o que discutiram. 3. Como Fazer: 1.Louco 11. 4. Como Fazer: a) Entrega-se uma cópia do teste (conf. Faça três buraquinhos no topo deste papel com o seu lápis ou caneta. Material: Cópias do teste e lápis ou caneta para todos os participantes.Chato 10.Conclusão: a) Por que julgamos as pessoas por um rótulo que outros lhe põe? b) Por que discriminamos as pessoas pelo que achamos que são? Sugestões: 1.

7.Cuidar da irmã caçula (ou irmão) . Individualismo. O mais importante não são os desabafos pessoais mas que se consiga encontrar um rumo para o grupo: => O que está se passando com o nosso grupo? => Quais são as causas disso? => Quais estão sendo as conseqüências? => Que podemos lazer para solucionar estes problemas? ESCALA DE VALORES Objetivo: Colocar o adolescente em contato com seus próprios valores. Ex. e meu e pouco nós e nosso. Como Fazer: 1) Escrever no papel manilha ou no quadro negro. Como Fazer: a) Entrega-se uma lista de situações a cada participante. faz-se urna avaliação.a importância do Ter) . Falta diálogo. 11 . Se você é o primeiro que chegou até aqui.solidariedade. Ter medo ou sentir medo dos outros.Sair com o(a) namorado(a) . Material: Quadro negro. Podem ser frases mais diretas e objetivas. Com valores explícitos e não subtendidos. mesmo tendo que adiar o encontro com o namorado. 4.Almoçar em família . Conversas superficiais. Faça um quadrado em volta do número do item anterior. Irias. 8. rivalidades. DIÁLOGO E SITUAÇÕES COMUNITÁRIAS Objetivo: Avaliar uma comunidade que não está formada apenas para um curso mas que já tem uma convivência maior há mais tempo. 20. o que é mais importante para todos). Todos preocupados em terem cada vez mais e não em serem cada vez mais. canetas ou lápis.17. (valor subtendido . 12. levando-o a refletir sobre o que ele considera mais importante em sua vida. Linguagens diferentes. cada um.Ir visitar parentes . Faça somente o que está no tem 2 Esqueça as outras instruções. 2. egoísmo. dê três batidas fortes na mesa. Momento Pessoal: Durante 20 minutos.Para ir a uma festa Carlos não hesitou em gastar as economias que tinha para comprar uma calça nova. irônicas e silêncios incômodos.Ir a uma festa . agressividade mútua. Agora que você terminou de ler todos os tens cuidadosamente. analisa e marca com uma cruz as situações que devem ser avaliadas ou comunicadas aos demais. caneta hidrográfica ou giz. papel-ofício. Discussões sem sentido. 9. Tristeza habitual. 10. Muito eu. 5. eu. 18. Momento Grupal: Durante uma hora e meia os membros do grupo compartilham suas respostas e se pode tomar algum ponto que mais tenha sido ressaltado para aprofundar. Paternalismo ou materialismo exagerado. Frieza. Sentimentos de solidão. Sente-se vítima: os outros estão contra mim. ninguém escuta ninguém. 3. desinteresse ou menosprezo mútuos. diga alto para todos ouvirem: "Estou na frente! Vocês precisam trabalhar mais rápido!' 19. Preconceitos e mal-entendidos. Com sua caneta ou lápis. (valor subtendido . 6. clima de mau humor. e) Quando todos tiverem respondido o teste. em particular.Stefane ofereceu-se para cuidar da irmã caçula para sua mãe ir ao supermercado. marcando com um "X" as que considera mais constantes em sua comunidade. 1. que deve estudá-las e tomar a sua decisão. aborrecimento.: . incompreensão. Atmosfera de desconfiança mútua. com letras grandes (de maneira que todos possam ler) algumas frases que expressem uma atitude diante da vida ou um valor. Estabeleça o que é mais importante: . evasão.

em pequenos grupos.).Que tipo de sociedade e vida em grupos os valores apresentados tendem a construir. estabelecendo a comparação com a dos colegas. A secretária atende.. Ao atender. os ritos. d) É importante que seja aplicada em um grupo que já tenha alguma convivência entre si e com o facilitador. e situações da primeira infância que se reproduzem. para mim as coisas mais importantes eram. o que não permitiu fosse lido o bilhete. estabelecendo a diferença entre a escala de valores que tem hoje e a que tinha quando era criança. 4) Diante dessa situação. Comentário: a) É uma oportunidade para os adolescentes se perceberem enquanto uma pessoa em mudança. 9) Todos os participantes devem discutir. na vida. superficiais etc. convidando-o a entrar. procura no bolso um bilhete no qual anotara o seu pedido. O pretendente bate à porta. os direitos e os temores). há relações que se estabelecem entre elas. antes de ser atendido pelo chefe. Ou ainda. OS CORPOS REVELAM UMA POSIÇÃO SOCIAL Objetivo: Sentir que atrás de nosso corpo há a instituição (os organismos. . um a um lêem suas anotações. por causa dos valores que descobrem ter). b) É possível que se encontre uma verdadeira inversão de valores entre a infância e o momento atual. de maneira que eles terão um lado direito e outro esquerdo. e não com iguais ou com "inferiores". Quase todas as pessoas passaram por tais situações. suficientemente ampla para acomodar todas as pessoas participantes. com questionamentos sobre os valores que tinham em sua infância. c) É importante que nestes casos o facilitador. 5) Assim o participante deverá colocar em primeiro lugar o que para ele é o valor mais importante de todos e assim sucessivamente. o participante escreva: quando eu era criança. 4) Em seguida. e) O facilitador tem que ter segurança da sua capacidade de interferência no grupo caso haja uma tendência de conflito entre os participantes (se sentirem pessoas vazias. sem criticar.Estudar para uma prova . antes de candidatar-se ao mesmo. . sentir que atrás das instituições há pessoas.. Enquanto espera. que escrevam do lado direito da folha. todos. pedindo que aguarde sentado. Como Fazer: 1) O animador começa propondo ao grupo que cada qual se imagine em "situações passadas da vida em que não se sentiram à vontade nas comunicações com outras pessoas".Ter o CD mais recente do grupo do momento . sentir que atrás da instituição há outras instituições. . em ordem de importância as atitudes que fazem parte da sua maneira de agir no cotidiano. em segundo etc. sua busca permanente de auto-afirmação e diferenciação da família ou dos pais. até que tenha escolhido pelo menos cinco valores. do lado esquerdo da folha.Fazer o trabalho de escola 2) Distribua as folhas de papel-ofício entre os participantes e peça que eles a dobrem ao meio. . 7) Depois peça que ele leia as frases comparando. situações em que as palavras não saíram facilmente. Material: Lápis ou caneta e folhas em branco. uma vez que. aponte a necessidade que o adolescente tem de contestação. 3) Geralmente se observa que as situações mais constrangedoras e apresentadas pela maioria dos grupos se referem à comunicação com os "superiores". 3) Peça que leiam com atenção as frases escritas pelo facilitador. os valores da infância refletem o comportamento que os pais esperavam deles. apressado e nervoso. há decisões tomadas por elas.A escala de valores de quando eram crianças.Ir ao ponto de encontro dos amigos .A escala de valores do grupo (através da verificação de quais valores aparecem mais em primeiro lugar. o facilitador pede que. geralmente. entra na sala do chefe para anunciá-lo.. 2) Após uns seis ou sete minutos. medo ou outras dificuldades.A diferença entre uma escala e outra. Nisso aparece a secretária. sua ordenação de valores. saúda-o. 8) Em seguida o facilitador pede aos participantes que discutam com seus colegas mais próximos sua lista de valores atuais (lado direito da folha). o animador escolhe para o exercício uma secretária e dois protagonistas e propõe a dramatização do seguinte fato: Uma determinada pessoa foi procurar o chefe de pessoal de uma empresa para informar-se acerca de um emprego. pelo acanhamento. 6) Após todos terem terminado. Uma sala com cadeiras.. 10) Depois todos devem voltar para o grupão onde o facilitador coordenará a discussão definindo: .Sair com amigos .

como espera estar pessoal e profissionalmente daqui a 30 dias. anuncia a secretária. à vontade (todos passeiam pela sala e cumprimentam o companheiro). Sua fala é fraca. absorção teórica. falando com voz sumida. meio encurvado. O candidato se torna o chefe do pessoal. Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. a cabeça inclinada levemente para frente. DINÂMICA DE APRESENTAÇÃO Objetivo: Conhecimentos mútuos. Pára e inverte os papéis. Como Fazer: 1. ocupando só um terço da mesma. 7) O animador pede aos observadores do grupo que façam uma lista das anotações de tudo o que constataram e a mensagem que os dois protagonistas deixaram na dramatização. antes de candidatar-se. E o exercício continua. Após alguns minutos. 5. e. o chefe manda-o sentar. acanhado. Sua cabeça está apoiada nas mãos. 6) É importante observar como o comportamento das pessoas muda radicalmente. Imediatamente ele se levanta. O coordenador anuncia a todos que houve um maremoto e a ilha vai se inundada. Enquanto o chefe deixa seu ar de autoridade. Ele se senta na beirada da cadeira. 7. O coordenador anuncia a chegada à ilha. que continua sentado à sua mesinha. A esta altura. 8) A seguir. Iluminação Bíblica: Ap 2. 5) Nisso. preocupado com seu trabalho.17 e Sl 139 O HELICÓPTERO Objetivo: Apresentação e entrosamento. como se estivesse escrevendo a seu(sua) melhor amigo(a). fazendo o seu papel. 3) Destinar o envelope a si próprio (nome e endereço completo para remessa). Inicia-se o passeio. cada observador lerá suas anotações. firme. O grupo deverá organizar rapidamente seguindo as orientações. e apresenta-se humilde. abordar: como se sente no momento. começa a falar. Material: Envelope. entra. cada integrante escreve uma carta a si próprio. o candidato já não insiste em ter informações. após 45 dias aproximadamente. compromisso consigo próprio. 2. e este ocupa a posição do candidato. Todos podem passear por ela. tímida preocupando-se em não dizer demais. 2. dizendo ter lido um anúncio de que a empresa estava precisando contratar mais funcionários e que. 2) Dentre os assuntos. continuando sempre sentado na beirada da cadeira. CARTA A SI PRÓPRIO Objetivo: Levantamento de expectativas individuais. Olha para o chefe. O candidato toma uma posição reta. 6. no lugar ocupado pelo chefe. com um sorriso nos lábios. e segue a verbalização acerca da experiência vivida. diz ao candidato: "Fale-me primeiro algo a respeito de sua formação e de sua experiência". parecendo neutro. olhando sempre o chefe por baixo das sobrancelhas. auto-motivação. cola-os perante o grupo e. virá um helicóptero para resgatar o grupo. papel e caneta. reflexão. o que espera do grupo. Faz-se um círculo com os participantes da reunião. Eis que o chefe. Roberto Risonho.O chefe pede para entrar. Como Fazer: 1. e espera mais um pouco. 4. memorização dos nomes e integração grupal. Porém ele não comporta todos de uma vez. de escritório. diz ele. sentando-se no escritório. remete ao integrante (via correio). "Bom dia". O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente. Por isso. sensibilização. Acanhado. sentando-se corretamente. 4) O facilitador recolhe os envelopes endereçados. Como Fazer: 1) Individualmente. percepção de si. autoconhecimento. o animador aplica uma técnica usada em psicodramatização. procurando responder imediatamente à pergunta do chefe. O coordenador convida a todos a fazerem um passeio de barco a remo. que até agora permanecia calado. . desejava obter algumas informações a respeito do trabalho.

34-35 e Sl 133 CAMISETAS Objetivo: Conhecimento mútuo e levantamento da realidade. Qual o eu ideal? .Grupo de cinco pessoas: seu nome. Elas podem ser como sugeridos abaixo ou pode-se elaborar outras de acordo com a realidade do grupo. Por a vara ou cabo da vassoura nos ombros acompanhando os braços e amarrar os braços abertos na vara. Veio desta vez um menor.Pode confrontar com a Palavra de Deus? Iluminação Bíblica: At 4. perceber o nosso individualismo e descobrir soluções em conjunto com outras pessoas. Acabou o combustível. Pede-se dois voluntários para abrir os braços. f) Anuncia que todos foram salvos. Observação: Dá-se o tempo necessário para os grupos discutirem as questões. Material: Alfinetes ou fita adesiva. Material: Algumas balas. Por as balas numa mesa e pedir aos dois para chuparem balas sem dobrar os braços que estão amarrados. Cada participante pega uma meia folha de jornal. Nome do grupo e o significado do mesmo. O que faz na comunidade? Estuda? O que? Onde? O que espera do curso e o que gostaria que fosse tratado? .Isso tem alguma coisa com o nosso dia a dia? O que acharam da dinâmica? . dois cabos de vassoura ou varas e barbantes.Grupo de quatro pessoas: seu nome. Só levará três pessoas e devem ser de comunidades diferentes. e) O helicóptero não pode voltar mais.Por que os dois agiram assim? . Prega-se a camiseta no corpo e circula pela sala para cada um ler o que outro escreveu ou desenhou. para não dobrar. A BALA Objetivo: Despertar a importância do outro. Mas continua a exigência o grupo deve ser formado por pessoas que ainda não se conhecem.a) O helicóptero chegou.Grupo de três pessoas: Agora converse com alguém que você não conhece e com quem não tenha conversado ainda. pincéis ou canetas. Desta vez levará quatro pessoas. Sugestões para as questões: . Iluminação Bíblica: Jo 13. Temos que sair de barco. despertar a solidariedade. 2. Escreva na camiseta de jornal: o seu nome. que trabalho faz. Nome da comunidade ou atua.O que o grupo observou? Poderia ter sido diferente? . 3. 2. b) O helicóptero voltou.Grupo de três pessoas: Como se sente aqui? Porque veio? O que é pastoral para você? E movimento? Como esta organizada a pastoral na sua paróquia? . Vai levar quatro pessoas. 3. Como Fazer: 1. 4. mora. Quem não seguir orientação poderá ser jogado no mar. 32-37 e Sl 15 . Pode dar as seguintes orientações: escreva ou desenhe algo que caracterize sua vida de trabalhador. devido o perigo de afogamento. rasga ou corta as pontas de cima no formato de camiseta. Comentário: . Ele levará cinco pessoas.Grupo de quatro pessoas: O que é céu? O que achou desta dinâmica de conhecimento e entrosamento? Porque? . Há uma exigência fundamental: levar uma pessoa desconhecida com quem não se conversou ainda. c) Nosso helicóptero deu pane no motor.Como se sentiram? . Onde trabalha. Como Fazer: 1. e estas devem ser estranhas umas das outras. folhas de jornal e tesoura. d) O helicóptero esta aí novamente. se gosta ou não do trabalho.

). 1-8 e Sl 1. na comunidade. Após todos terem desenhado. Pedir para que os participantes formem um circulo e que fechem os olhos. e se pretende fazer apresentação a dois.. No intervalo das colocações pode-se cantar algum refrão. Como Fazer: 1. O coordenador deve pregar na testa ou na costa de cada um uma cor. e nisso cada pessoal fará apresentação da pessoa que foi entrevistada. para isso se formam pares desconhecidos que durante uns minutos esses pares se entrevistem. em seguida cada um pega um sinal de vida e leva como lembrança e desafio. APRESENTAÇÃO Como Fazer: O coordenador explica que a dinâmica é feita para o conhecimento de quem é quem no grupo. Iluminação Bíblica: Jo 15.. Quem estiver sendo apresentado vai verificar se as informações a seu respeito estão corretas conforme foi passada na entrevista. Terão vários olhos e nenhuma boca. no grupo de jovens. sem que os outros saibam. Material: Um galho de árvore seco. . pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano (só que dessa vez em grupo). Em pequenos grupos descobrir os sinais de vida e morte que existem no bairro. Como Fazer: 1. Depois cada participante toma um sinal de morte da árvore e faz uma prece de perdão e queima. em outra folha de papel. na família. Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceção dos que chegaram 1º e não ajudaram os seus irmãos. o que fazer para gerar mais sinais de vida e enfrentar as situações de morte de nosso bairro etc. 4.. 3. Observação: Com certeza algumas pessoas que conseguiram entender 1º a dinâmica. canetas hidrocor. AS CORES Material: Fita adesiva. cola e tesoura. Depois. Termina com uma reflexão sobre a validade da dinâmica. 5 cartolinas de cores diferentes cortadas uma de cada cor no tamanho de uma folha de papel ofício. Iluminar com a palavra de Deus e em grupo refletir: Iluminados pela prática de Jesus. um galho de árvore verde. 2. Como Fazer: 1. O coordenador pode pedir para abrirem os olhos e que não podem conversar até o termino da dinâmica. E os que não conseguirem terão que pagar uma prenda. após a entrevista feita pelos pares volta ao grupo. 4. Tudo isto sem poderem ser comunicarem.. pedir que tentem montar um boneco ( na certa não vão conseguir pois. Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano. 3. fita adesiva. foram para seu lugar e ficaram rindo dos colegas em vez de ajuda-los. no grupo de jovens. diante da árvore seca e verde vão explicando para o grupo o que escreveram e penduraram na árvore. devem ser colados cada um em uma parede da sala.1-8. Cortadas no tamanho que de para colar na testa de cada um. 5. na família. DESENHO Material: Duas folhas de papel para cada participante. Em seguida. Fazer a leitura de João 15. 2.ÁRVORE DA VIDA E ÁRVORE DA MORTE Objetivo: Refletir sobre os sinais de vida e morte no bairro. e logo depois as cinco cartolinas de cores diferentes do tamanho de papel ofício. 3. caneta ou pincel e pedaços de papel. não podendo fazer a sua própria apresentação. 2. O coordenador deve explicar que eles terão um certo tempo para descobrirem sua cor e se destinar para perto da parede que tenha a sua cor. 5.

2. logo . 3. Eles devem se organizar. Terminada a montagem. da pessoa do grupo cujas idéias são mais aceitas. deseja-se o maior número de idéias. tanto melhor. Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo. papel e cartolina. Por exemplo: um navio naufragou. 3. devem montar o boneco. cada membro deve refletir e falar sobre como foi montar o boneco. e com uma flecha. A TEIA DA AMIZADE Material: Um rolo (novelo) de fio ou lã. bola) de cordão ou lã. acerca do que for dito. 5. a iniciar-se com o nome da pessoa que escolheu. Inicia-se a avaliação das idéias e a escolha das melhores. 6. indo em direção à escolhida. Todos devem cantar e dançar em ritmo diferente dos que já cantaram e dançaram. 2. o coordenador dirá as regras do exercício: não haverá crítica durante todo exercício. DIAGRAMA DE INTEGRAÇÃO Material: Lápis ou caneta. 3ª fase: No caso de haver mais subgrupos. 4. e um dos sobrevivente nadou até alcançar uma ilha deserta. o coordenador avisa que terminou o tempo e que a crítica é proibida. Como Fazer: 1. 4ª fase: Forma-se o plenário. Quais a dificuldades. O coordenador distribui um papel para todos. Como poderá salvar-se: o grupo terá 15 minutos para dar idéias. 1ª fase: O coordenador apresenta o problema a ser resolvido. Processa-se a leitura das melhores idéias. O coordenador deve pedir para os participantes um circulo e logo depôs deve mostra para todos que eles devem cantar e dançar do mesmo modo que o cantor principal. combinando qual parte cada um deve desenhar. após desenharem. e procura-se formar uma pirâmide cuja base serão as idéias mais válidas. etc. marcando com um círculo o nome do participante escolhido. 4. caneta. KARAOKÊ Objetivo: Aprender o nome de todos. O coordenador deve dar inicio parra incentivar e quebrar a timidez. Como Fazer: 1. 3. O coordenador toma nas mãos um novelo (rolo. Cada subgrupo escolherá um secretário que anotará tudo. Em seguida prende a ponta do mesmo em um dos dedos de sua mão. quanto mais extremada a idéia. Em seguida. Formados os subgrupos. ou ainda. a fim de que nele se escreva o nome da pessoa mais importante para o sucesso do grupo. cartolina. O coordenador inicia dando um exemplo prático: 2. o animador pede que seja organizada uma lista única das melhores idéias. Como Fazer: 1. 2. Recolhido os papeis. 3. Como Fazer: 1. Assim. O coordenador forma subgrupos de aproximadamente seis pessoas. será feito um diagrama no quadro-negro ou cartolina. O coordenador deve cantar assim: "O meu nome é Exemplo: Jesus". e todos devem cantar e dançar assim: "O nome de dele é Exemplo: Jesus".4. 4. 2ª fase: Terminado. O papel deve ser assinado de forma legível. Dispor os participantes em círculo. TEMPESTADE MENTAL Material: Papel.

após se apresentar brevemente. de um lado para o outro. 5. Esta pessoa apanha o novelo e. brincando realmente de "João Bobo". de onde vem. Dispor os participantes em círculo. até que todos do grupo digam seus dados pessoais e se conheçam. c) Essa dinâmica além de muito divertida. 6. JOÃO BOBO Objetivo: a) O objetivo desse dinâmica é atingido quando há empenho de toda a roda para que o amigo que está no centro não caia. de onde vem. Só então. dizendo que é. promove união. Mensagem: Todas as pessoas possuem no seu interior uma parcela de verdade que necessita vir à tona algum dia. o que sentiram. queremos . (Por exemplo: escrever a palavra amor) 3. . todos conversarão sobre o que escreveram.. ninguém pode ocupar o seu lugar. b) A pessoa vendada deve comentar depois de terminada a dinâmica sobre a confiança que teve que depositar em todo o grupo.O que significa a teia.O que observaram. d) Deve-se refletir também sobre a amizade entre o grupo e com Deus. As pessoas devem empurrá-la devagar. 2.de preferência um menino) e retira da sala. essa segunda pessoa irá se apresentar. Um deles somente deve ficar de fora. 8. Enquanto isso explica-se a brincadeira para todos os participantes que ficaram na sala.O que aconteceria se um deles soltasse seu fio etc. 7. Como Fazer: 1. No final da dinâmica. coloca-a no centro do círculo e a brincadeira começa! 8. e que foi retirada da sala. Pedir para cada participante escrever em torno da palavra-chave aquilo que lhe vier à cabeça sobre a palavra-chave. Como cada um atirou o novelo adiante. Nesta dinâmica. A PALAVRA . 4. pois se há um amigo com quem podemos contar. dizendo quem é.IMÃ Material: Cartolina ou papel. 7. Após fazê-lo. pincel atômicos ou canetas. 3. traz-se a pessoa já vendada para dentro da sala. Mensagem: Todos somos importantes na imensa teia que é a vida. Escolhe-se uma pessoa (ela será o João Bobo . o que faz etc. 4. o que faz etc. irá repetir o que lembra sobre a pessoa que terminou de se apresentar e que lhe atirou o novelo. é Deus! Material: Pano para vendar os olhos de um menino. no final haverá no interior do círculo uma verdadeira teia de fios que os une uns aos outros. A pessoa escolhida. O coordenador deverá escrever no centro de uma cartolina a palavra-chave. Forma-se um círculo com todos os participantes.O que sentem. . 2. . SOMOS CRIAÇÃO DE DEUS Objetivo: Na adolescência somos facilmente influenciados por nossos amigos.. Nada deve ser explicado até nesse momento. deve ser orientada para não ter medo e para se deixar levar durante a brincadeira. o tema do encontro. Comentários: Pedir para as pessoas dizerem: . e confiança entre os membros do grupo. Como Fazer: 1. Assim se dará sucessivamente. após enrolar a linha em um dos dedos. 6. joga o novelo para uma das pessoas à sua frente. 5. Certifique-a de que não irá se machucar.

A CADIDATURA Objetivo: Expressar de maneira simpática o valor que têm as pessoas que trabalham conosco. Observar o que foi acrescentado. Devolver o desenho ao dono. 3. ser dirigente de um clube esportivo. Sentados em círculo. cada um recebe uma folha e uma caneta. passar novamente para a direita. 3. O grupo explica por que atribuiu determinadas virtudes e como se sentiram na campanha eleitoral. o que você gostaria de fazer?). também. dependendo do tempo disponível. tocada ao violão ou com gravador. Material: Papel e caneta. nos influenciam? (O que elas nos dizem pode nos influenciar. o que mais falta em nós? (Deixar um minuto de oração silenciosa onde cada um deve pedir que Deus termine de "desenhá-los") DOIS CÍRCULOS Objetivo: Motivar um conhecimento inicial. Como Fazer: 1. etc. Cada grupo deve escolher um candidato para determinada missão. O que Deus quer de nós? E as pessoas com quem convivemos. ser presidente da associação de moradores. Quando começar a tocar a música. escreve o nome e faz um desenho que represente a si mesmo (pode ser um boneco de "palitinhos" ou com detalhes). Agora cada um passa o desenho para o colega do lado direito. Material: Caneta e papel para todos os participantes. o candidato diz como se sentiu. Será que estamos prontos aos olhos de Deus. deixar uns 2 a 3 minutos. um dentro do outro. pode-se. Quando a música pára de tocar. Como Fazer: 1. O grupo avalia a dinâmica. 3. e que nem sempre agir como o grupo age ou exige é saudável para cada um. Como Fazer: 1. 2. Por exemplo. 2. mais ou menos. Se não for o caso. Dinâmica do Espelho . mas é importante que seja um número par de pessoas. Cada participante coloca no papel as virtudes que vê naquela pessoa indicada para o cargo e como deveria fazer a propaganda de sua candidatura. Perguntar sobre a característica que nos diferencia das outras pessoas: que temos Cristo como Salvador. faz uma experiência da campanha prevista. o que você gostaria de fazer? 2. 5. O grupo coloca em comum o que cada um escreveu sobre o candidato e faz uma síntese de suas virtudes. repetir o processo umas duas ou três vezes. mais ou menos. acrescentam algo a nós?) 4. o coordenador da dinâmica pode requisitar um "auxiliar". 4. amigos. 4.mostrar que Deus deve ser a principal influência em nossa vida. misturar as pessoas dos dois círculos para que mais pessoas possam se conhecer. Repete-se até que todos tenham se apresentado. Conversar sobre Deus ter nos criado (e repetir essa pergunta: o desenho está pronto. incentivar os preguiçosos e os tímidos. Observar o desenho: ele está pronto. cada círculo gira para um lado. desenhar um coração e uma cruz dentro dele na nossa figura. dizendo o nome e alguma outra informação que o coordenador da dinâmica achar interessante para o momento. Prepara a campanha eleitoral e. Material: Uma música animada. pedir que ele acrescente uma coisa ao desenho. A certa altura. Participantes: Indefinido. as pessoas devem se apresentar para quem parar à sua frente. para que as pessoas aprendam aos menos o nome das outras antes de se iniciar uma atividade em comum. ambos com o mesmo número de pessoas. Formam-se dois círculos. o que fazem professores. 6. 5.

aproximadamente. e precisa estar presente também no cotidiano das pessoas. sem murmurar".O que foi bom? . A hospitalidade é uma prática das primeiras comunidades. num breve sociodrama. as dificuldades internas das pessoas e da comunidade. conforme Paulo escreve à comunidade de Roma em Rm 12. Abrir-se para aceitar o diferente. senti-lo como ser humano. Deus que acolhe e quer ser acolhido pelo seu povo. 42. A Bíblia está permeada de exemplos de acolhida. no que diz respeito à acolhida. 2-8. um necessitado é o mesmo que receber o próprio Cristo: "Quem vos ouve a mim ouve. por ser meu discípulo. ao mesmo tempo. (Depois de apresentados. 3. versículo 9 . em verdade vos digo que não perderá sua recompensa" (Mt 10.ele recomenda: "Sede hospitaleiros uns com os outros. Divisão em grupos: Apontar os principais desafios para a acolhida. Receber um peregrino. Dinâmica 2 Objetivo: Estabelecer critérios que dêem suporte a uma atitude de acolhida. Objetivo: Conhecer-se. nas orientações da Igreja e nas necessidades da comunidade local. tanto que na primeira carta de Pedro capítulo 4. No livro do Gênesis 18. No Novo Testamento. Olhando nos olhos. voltados um para o/a outro/a . buscando proporcionar a hospitalidade". Deus que acolhe o seu povo. 44). Dá-se um tempo de 20 minutos. Estes textos mostram como a atitude da acolhida sempre esteve presente no ensinamento de Jesus e nas primeiras comunidades. visualizando-os em papelógrafo. A seguir. desacelerar a respiração e sentir o outro. Todos os grupos se apresentam. dividindo-os aleatoriamente. para que o grupo decida e se prepare. quem vos despreza a mim despreza. de preferência alguém não conhecido. 5. 2.olhos nos olhos. Fazer com que o grupo perceba as próprias dificuldades e as que aparecem no momento da ação pastoral ou evangelizadora. deixar o tempo todo na sala para que sejam percebidos e gravados por todos). 13: "Tomando parte nas necessidades dos santos. Como Fazer: 1. e quem me despreza. Jesus chama e envia os discípulos. Dinâmica 3 . 2.Objetivo: Quebrar o gelo e estabelecer uma relação com a pessoa que está ao nosso lado. um em seguida do outro. De pé. um pequeno teatro que represente uma dificuldade na acolhida. Cada grupo vai entrar em acordo e apresentar.Como me senti? . 6. (3 a 5 minutos) 3. 4. E a melhor forma de descobrirmos isso é o contato com os textos bíblicos. O cristão também é chamado a ser hospitaleiro. o coordenador dialoga com o grupo a respeito do que foi apresentado e evidencia os pontos fracos. sem comentários. 25.Houve medos? . É importante tratar dos problemas. Descobrir na Palavra de Deus o fundamento para a ação. Organizar os participantes em pequenos grupos de 6 a 8 pessoas. dois a dois. Anotar as principais dificuldades e coicidências. Algumas pessoas podem partilhar com o grupo todo. vendo neles um potencial a ser trabalhado e não apenas um ponto fraco. partilha da experiência entre as duas pessoas. para a missão e. Plenário: Um representante de cada grupo expõe os principais desafios. . Como Fazer: 1. relacionar-se com o diferente. 16).Por quê? 4. A seguir. Deus que fala com as pessoas como a amigos. Abraão acolhe três homens sem saber que são anjos de Deus. Dinâmica 1 Objetivo: Perceber as diferenças que exsitem entre as pessoas e como as novas idéias vão provocando mudanças. 7. garante a importância da acolhida: "Quem der um copo d'água fria a um destes pequeninos. despreza aquele que me enviou" (Lc 10. Introdução ao Tema: Os critérios para a acolhida fundamentam-se na Palavra de Deus. dois a dois.

15-17 . 1-21 . os que estão afastados.Marta e Maria acolhem Jesus: Lc 10. no atendimento ao telefone. mas as pessoas que a procuram. de modo que. 2. sinceridade. no abrir os braços para acolher. numa discussão de grupo. Plenário: Um representante de cada grupo coloca o que seu grupo descobriu como resposta aos problemas e dificuldades da comunidade. mas pela maneira como é feito (Apostolicam Actuositatem. de atenção ao outro e de doação. da comunidade: nos momentos de celebrações.Em que momento e como expressá-la? A comunidade vai planejar a ação . O coordenador distribui a cada subgrupo uma folha da história de Marlene. Esse ministério se caracteriza não só pelo que se faz. hoje: . o outro se sinta de fato acolhido. Introdução: A acolhida requer atitudes pessoais de abertura.Encontro com Nicodemos: Jo 3. é importante uma ação planejada. Material: Uma cópia da história de Marlene para cada membro e lápis ou caneta.Bom Pastor: Jo 10. a partir da escuta do texto bíblico.reunir os grupos por pastorais. levando para isso uns cinco minutos. Cabe a você estabelecer uma ordem de preferência ou de simpatia para com estes cinco personagens.Outros textos à escolha. 24). 5. pois. para que dêem indicações para um planejamento. e também ser constante e partilhado. Para se obter bons resultados. Esse serviço de acolher as pessoas deve ser realizado com qualidade. Terminada a tarefa grupal.Jesus acolhe as crianças: Lc 18. 1-20 . ou da forma que mais convier. Ele envolve o acolhimento dentro e fora da Igreja. Requer igualmente uma organização flexível que tenha em conta não só a imagem da instituição. Dinâmica 4 EXERCÍCIO DE CONSENSO Objetivos: Treinar a decisão por consenso. Cada um receberá uma cópia da história de Marlene para uma decisão individual. É preciso. missas e sacramentos. 3. 1-18 . . desenvolver nos participantes a capacidade de participação.Todos precisam ter uma atitude de acolhida. 4. que os participantes tomem a consideração a subjetividade de cada qual. Anotar estas respostas para o próximo encontro e definir prioridades: o que é mais urgente que se faça? Objetivo: Definir ações: . A acolhida é o primeiro sinal da presença de Cristo.Missão dos discípulos: Lc 10. para nela ser lançada a ordem preferencial do grupo. GRUPOS .Zaqueu: Lc 19. 3-7 . 1-10 .Ler os textos bíblicos nos quais Deus e Jesus acolhem as pessoas e estas acolhem Jesus. 38-42 . Cinco personagens entram em cena.Abraão acolhe os anjos: Gn 18.Jesus acolhe a pecadora: Lc 7. 2-8 . para que se torne possível uma decisão. Nos subgrupos cada integrante procurará defender seu ponto de vista. Organizam-se os subgrupos de cinco a sete membros cada para a decisão grupal. Os gestos de acolhida devem expressar generosidade. História de Marlene O exercício seguinte é um treinamento de consenso. argumentando com as razões que o levaram a estabelecer a ordem de preferência da sua decisão individual. mas também os que estão fora. Como Fazer: 1. os não-praticantes. descobrir o "novo" que ilumina a nossa acolhida. . Modo de proceder: O texto seguinte narra a história da jovem Marlene. organiza-se o plenário. 36-50 . ou seja. magoados. A conclusão unânime é praticamente impossível de se conseguir.Pastor que busca e acolhe a ovelha perdida: Lc 15.Como Fazer: Dividir os grupos de forma heterogênea e dar a cada um deles uma citação bíblica para que descubram uma atitude que possa iluminar os problemas e as dificuldades apontados no encontro anterior.

Marlene diz a Paulo: "Sabe que tempos atrás você me pediu em casamento. silenciosas. Certo dia. 5. coisa que há muito tempo aguardava. deverão fazer o que quer que sintam impelidas a fazer. Paulo compadece-se dela. explica a Marlene ser este trabalho seu único ganha-pão. e na mesma hora a abandona. Poderão continuar o encontro durante o tempo que quiserem. podemos dialogar a respeito. Marlene cai numa tristeza profunda e resolve dar um passeio. 6. que morava no outro lado do rio. Marlene retorna ao riacho e decide aceitar a última proposta do barqueiro. com os braços entrelaçados. Na manhã do quarto dia. porque não o amava bastante. e pede-lhe certa soma de dinheiro. Comunica imediatamente a notícia a Marlene. com a condição de receber em troca um manto que usava. e andando muito lentamente. Pedro e Paulo. Conhecem-se há muito tempo. Como Fazer: 1. incapazes de mexer-se ou de fazer o que gostariam de fazer. alegando estar namorando Pedro. Uma vez bem formado o círculo. solicitando. 3. Nesse caso o que exerce coação fica de pé. através do uso dos sentimentos em todo o corpo. 2. possivelmente uma pessoa contraída. 4. trocando a pessoa que se encontra no meio do círculo. Marlene. o seu grande desejo de ver Pedro e o pedido do barqueiro. pode-se prosseguir o exercício. e com a ajuda dessas informações. 3. na atual circunstancia. Os componentes do círculo tentam ao máximo contê-la e não deixá-la romper o cerco. e eu recusei. Finalmente. insistindo em que a transporte para o outro lado. uma em cada extremidade da sala. olhando-se nos olhos. TÉCNICA DE SAÍDA Objetivos: Libertar de inibições pessoais contraídas. mas hoje penso amá-lo suficientemente para casar com você. mas recusou. uma em direção à outra. uma vez terminada esta vivência. para que fique de pé dentro do círculo." Paulo retrucou: "É tarde demais. Paulo já quis casar com ela. Chegando ao rio. A pessoa coagida procura então libertar-se. quando as duas pessoas se encontrarem bem próximas uma da outra. Respondeu: "Compreendo a situação. tirar o bloqueio das pessoas que se sentem imobilizadas. caso seja necessário. Terminado o encontro. não estou interessado em tomar os restos de outro". auxiliar os participante a se tornarem conscientes de sua verdadeira reação uns em relação aos outros. apertando-lhe fortemente os braços. Marlene. mas não posso. procede-se a nova ordem que. a pessoa que está dentro recebe ordens para procurar sair do jeito que puder. cada qual indicará o seu grau de simpatia para com cada um dos personagens. Pedro recebe um telegrama. Como Fazer: 1. atrás da pessoa que se presume esteja sendo coagida e coloca os braços em volta dela. por cima. Sem haverem nada planejado. O coordenador convida dois voluntários para que fiquem de pé. Era a oferta de um emprego muito bem remunerado no exterior. um barqueiro. . Pedro e Paulo são amigos desde a infância. Depois de certo tempo. o exercício prossegue. encontrando-se com Paulo a quem conta a razão de sua tristeza. 2. estabelece a ordem de preferência do grupo. atribuindo o número 1 ao mais simpático seguindo até o 5. Esta técnica pode estender-se a uma situação em que a pessoa se sinta constrangida por outro indivíduo. 4. A seguir convida um participante. e procura consolá-la. com outros dois. Em seguida cada um dará as razões que o levaram a estabelecer esta preferencia. Marlene hesita e resolve ir consultar um eremita que morava perto. TÉCNICA DO ENCONTRO Objetivos: Estabelecer um comunicação real. porém. Marlene solicita a um barqueiro que a transporte para o outro lado. Conta-lhe a história. ficando a decisão final por sua conta". dar-lhe nenhum tipo de conselho. O coordenador convida umas dez a doze pessoas para formar um círculo apertado. Por fim o barqueiro aceita. importância de que Marlene não dispunha. Atravessa o rio e vai visitar Pedro. prosseguem-se os comentários. um eremita. O barqueiro. Após uma tentativa de uns quatro a cinco minutos.Numa primeira fase. por baixo ou arrebentando a corrente de braços. então. no final. Ela explica ao barqueiro o seu grande desejo de visitar Pedro. colocando-os em ordem de um a cinco. como quando alguém se sente coagido por alguém. Marlene decide visitar Pedro. onde passa três dias bem feliz. um conselho. Eis a história de Marlene: Cinco personagens fazem o elenco. Se quiser.

5. 2. 3. Como Faer: 1. a fim de que se crie um vínculo duradouro. olha nos olhos e lhe fala diretamente. toca-a. Para prosseguir a relação. EXERCÍCIO DE BOMBARDEIO INTENSO Objetivos: Expressar sentimentos positivos. É geralmente a última fase a emergir na evolução do relacionamento humano. para não criar constrangimentos para ele nem para o grupo. Material: Questionário e caneta para cada um. você deve tirá-la e jogar para fora. Deve-se ter cuidado de para a brincadeira antes que o voluntário fique sem roupa. 5. 5. Na inclusão. UMA PEÇA A MAIS Objetivos: Ajudar a descontrair o grupo durante uma reunião. 2. Como Fazer: 1. que é uma outra maneira de realizar a dinâmica. Destaca-se a importância de avaliar todas as atividades para que os erros sejam corrigidos e distribuindo o questionário e dando 15 minutos para ser respondido de maneira mais clara possível. cumpre que se formem ligações afetivas. como também notar como essas simples modificações espaciais fazem aflorar nítidas sensações de conforto ou desconforto. O coordenador solicita ao voluntário que se retire da sala e explica a brincadeira para todo o grupo. Os problemas de controle exigem que as pessoas se confrontem umas com as outras e descubram como desejam relacionar-se. Como Fazer: 1. 2. e elas têm então de abraçarse. O jogo vai seguindo até que o voluntário descubra qual a peça que está sobrando (o cobertor). Decorridos cinco ou mais minutos. Material: Um voluntário e um cobertor. explicando ao grupo como a afeição se baseia na formação de ligações emocionais. Como Fazer: 1. naquela posição. O impacto é mais forte quando cada um se coloca diante da pessoa. as pessoas têm de encontrar-se umas com as outras e decidir se continuam seu relacionamento. É importante observar que as pessoas fiquem de pé sem maiores explicações. como dos observadores. 4. 4. a fim de observar se de fato tiveram a impressão de subordinação. após a inclusão e o controle. O voluntário volta para a sala. de carinho e afeto com uma pessoa. O coordenador inicia. o coordenador solicita ao grupo que diga se é ou não a peça que está sobrando. Feita a explicação o coordenador pede aos participantes que digam à uma pessoa todos os sentimentos positivos que têm por ela. é coberto com o cobertor e o coordenador vai orientado o voluntário: a) Você está com uma peça de roupa a mais. 3. O coordenador pede que uma ou duas pessoas fiquem de pé em cima de uma cadeira e continuem participando das atividades. 6. podendo permanecer no círculo ou sair dele e ficar de costas para o grupo. . 3. TÉCNICA NÃO VERBAL DE CONTROLE Objetivos: Experimentar os sentimento de domínio e de submissão. A cada peça que ele tira. No final da experiência. A pessoa apenas ouve. o animador poderá solicitar a reação das outras pessoas. AVALIANDO UM ENCONTRO Objetivos: Avaliar a partir de um questionário básico a qualidade dos encontros ou reuniões para assim estar determinando os caminhos a serem seguidos. seguem-se os comentários não só dos protagonistas.

procura acalmar as pessoas sem resolver o problema da fome. pouco. 3. k) Os temas foram suficientemente discutidos. 6. frutas.Questionário: a) No geral. Como Fazer: 1. em silêncio. Antes dos participantes do curso chegarem para o café da manhã prepara-se as mesas com o café da manhã completo. 4. TRÊS CAFÉS DA MANHÃ DIFERENTES Objetivos: Sentir vivencialmente o problema social. guardanapos). Material: Uma frase para cada participante. Num segundo momento. 2. Como Fazer: 1. bastante. o que você achou desse encontro: ruim. POESIA DIÁRIA Objetivos: Que os participantes consigam. Normalmente as pessoas não se dão conta do que está acontecendo até que os "marginalizados" querem ir até a cozinha para pedir o que falta. bom. O coordenador entrega uma cópia das poesia para cada participante para que possam ler e escolher uma com a qual se identificam. nada. Quando as pessoas chegarem para tomar o café da manhã. 2. h) O grupo conseguiu chegar às decisões que precisavam ser tomadas. especialmente a fome e a exclusão. podem sentar onde quiserem. Deve haver alguém previamente acertado para ser o "conciliador" nas mesas onde vai faltar comida. 5. Todos os participantes devem anotar o que seu colega pensa. organize as idéias para que em 5 minutos explique o significado da frase e convença o grupo de que a afirmação é verdadeira. O importante é que se providencie cópia de todas as frases para que os participantes possam ler e guardar os textos criados pelo grupo. DIZENDO POR DIZER Objetivos: A partir de uma frase pronta. 5. O coordenador motiva os participantes a dizerem o que sentiram lendo aquelas poesias e porque se identificaram. Material: Três mesas contendo em uma um café completo (suco. g) Os objetivos do encontro e de cada item de pauta foram enunciados claramente. e logo após o café da manhã analisa- . O coordenador da dinâmica dá 15 minutos para que cada um. b) Quais foram seus pontos fracos c) O que mais agradou d) O que foi mais negativo e) Agora você compreende melhor os outros: muito. O coordenador deve evitar um debate de idéias e que seja uma análise da capacidade de convencimento de quem está falando. Cada participante recebe uma frase. normal e fraco (inclusive faltando talheres. 4. f) Quais fatores do ambiente facilitaram ou dificultaram o encontro. 2. As frases podem ser assinadas ou não. a pessoa desenvolva idéias coerentes e aprenda a manifestar sua opinião. Material: Cópia das poesias para cada um dos participantes. Alguém de fora deve tomar nota do que está acontecendo. o coordenador distribui uma folha de papel e caneta para que cada um possa escrever uma frase sobre o que está sentindo. excelente. copos. aceitável. frios) em outra um café da manha normal e na última um café da manha fraco que não seja o suficiente para todos. médio. apoiados na poesia. Como Fazer: 1. O "conciliador" deve se oferecer para ir até lá e ao regressar. 3. 3. 4. i) Estas decisões surgiram da compreensão mútua e do consenso j) As pessoas ficaram atadas às suas idéias ou cederam em pontos para que o grupo progredisse. manifestar sentimentos e emoções.

neste momento. integrar. resultante das muitas alterações pedidas pelo grupo. em tamanhos visível a certa distância e colocadas em lugar visível a todos. perceber a necessidade de assumir compromissos. O restante do grupo pode questionar as ligações ou tirar dúvidas. 7. Refletir: a) de que serviu o exercício? b) depois dele. Material: Uma grande folha de papel e lápis colorido para cada participante. o que disseram e qual a relação disso com o que acontece no dia a dia. sempre atribuíram às cores significados especiais. Depois durante 7 minutos pensam sobre a realidade que as fotos revelam. 3. valorizar-se. como nos sentimos? DESENHO DOS PÉS Objetivos: Socializar. A seguir. não só fazendo pergunta. explica o porque de colocar as pessoas naquela posição e não em outra. 4. as pessoas revelam a cor escolhida e comentam as razões da preferência. 3. Como Fazer: 1. chamando atenção para a necessidade das pessoas se comprometerem diante da injustiça social. aprender a ligar dois ou mais fatos e ter uma opinião sobre eles. 4. Conversa-se também sobre a estátua final. Como Fazer: 1. O observador que fez as notas deve intervir quando constatar que as coisas se passaram de um jeito diferente do que está sendo dito. crescer. Essa pessoas pode chamar quantas pessoas que quiser. como as pessoas se sentiram. 6. Material: Fotos de jornais e revistas. 4. DINÂMICA DAS CORES Material: Folha de papel de diferentes cores. 2. analisando-se como começou a ser montada a estátua. então. olhado as fotos e escolhem duas fotos que tenha ligação entre si. no plenário. Em seguida. mas também solicitando explicações. Convida cada um dos presentes a escolher a cor com que melhor se identifica e a anotar em seu caderno as razões dessa escolha. antes de aprofundá-lo. alguém a pedido do coordenador apresenta suas idéias com relação a proposta. . Na seqüência o coordenador deve fazer uma reflexão sobre o tema. Tendo um tema já definido. Os demais podem interferir. 8. desde épocas muito remotas. Cada um apresenta as fotos e as conclusões as quais chegaram. é a de ajudar a nos conhecer melhor. O animador faz a movimentação do exercício. O coordenador pede aos outros participantes que dêem sua opinião e se querem acrescenta ou tirar alguma coisa da estátua. 5. 7. Como Fazer: 1.se o que aconteceu. Cada participante escolhe sua cor preferida e anota as razões de sua preferência. aprofundando sobre o tema. Conversa-se. lembrando que os seres humanos. colocando-as na posição que melhor representa a idéia que tem sobre o tema proposto. A partir daí tem início a discussão. Sua função. qual a ligação entre elas e por que se identificou com elas. porque as pessoas concordaram com as mudanças. Os participantes passeiam pela sala. chegando até alguns a atribuirlhes uma influência que vai muito além dos efeitos meramente estéticos. ESTÁTUA Objetivos: Descobrir o que o grupo pensa sobre determinado tema. 2. 3. 2. IMAGEM E MENSAGEM Objetivos: Ao olhar fotos sobre a realidade que se vive.

2. abraçadas devem orar agradecendo a Deus.O que há com você? -perguntou José. etc. Depois de uns quinze minutos os grupos se reúnem novamente e cada um. Durante a reunião ficou sem falar absolutamente nada. encaminha a discussão.. Perguntas: a) Qual era o problema de José? b) Por que o comentário de Ricardo fez com que José reagisse de modo tão negativo? c) Você acha que devemos esperar mudanças nas pessoas com a mesma pressa que Ricardo demonstrou? d) O que você diria a José para incentivá-lo a tornar-se mais sociável? Conclusão: Às vezes queremos que as coisas aconteçam muito depressa. que somos fortes.eu não vou mais a estas reuniões. agradecendo ou pedindo 4. Como Fazer: 1. As pessoas devem se abraçar duas a duas ou em 3 e dizer umas as outras que foi bom terem estado juntas. você sabe muito bem que sou tímido e demoro para me enturmar. O GRANDE ABRAÇO Como Fazer: Convidar o grupo a se abraçar e abraçar a Deus junto.Desde que saímos da reunião não disse uma só palavra.Você ainda tem muito para crescer nesta área. Estou tentando melhorar.15. Parecia um caramujo. O animador motiva os participantes a desenharem num grande papel o próprio pé. 2. se conhecido. deve saber que estamos percebendo sua luta e suas vitórias. devemos suportar as fraquezas dos fracos. e não agradar a nós mesmos" (Rm. Esta atitude irá incentivá-lo a continuar lutando.Talvez. em etapas: 1. você não acha? -. de forma que todos os participantes tenham oportunidade de dizer o que pensam. já é um progresso. abraçadas devem orar.Como Fazer: 1. Quando alguém está conscientemente lutando com um problema pessoal. 1). José abaixou a cabeça e depois disto houve um longo período de silêncio.Ricardo. -. onde cada um deverá ler cuidadosamente o caso narrado. o animador convida a todos que escrevam no pé que desenharam algum compromisso concreto que irão assumir. -. Diante de um grupo me sinto intimidado. 2.Muito bem -retrucou José quebrando o silêncio. através de um relator escolhido expõe suas conclusões. por menores que sejam.É que mais uma vez você não se comportou como devia. 3. Em seguida. -disse Ricardo visivelmente impaciente. pois por mais que me esforce só ouço críticas. -. Desisto de tentar. com pessoas diferentes. 8 ou mais pessoas cada. todo encolhido num canto da sala. PACIÊNCIA José e Ricardo iam caminhando de volta para casa depois de uma reunião do seu grupo de discipulado. . Mesmo depois do encontro somente falou algumas palavras com uma ou outra pessoa. 3. Separe os grupos (3 a 5 pessoas). Formar novos grupos. com 5 pessoas cada. Formar um grande abraço. Um elogio tem grande poder. com um hino ou palavras. Já é grandinho e está na hora de dominar este acanhamento idiota. Neste dia porém. lembrar de pessoas que lutaram por objetivos concretos e conseguiram alcançá-los. seu relacionamento parecia muito tenso. Terminada a discussão. procurando responder as perguntas que vêm logo a seguir. com todas as pessoas (formar um círculo em que um abrace o outro pela cintura ou ombro) orar juntos o Pai Nosso e desejar benção de Deus para todos. São muito amigos e sentem-se perfeitamente à vontade um com o outro. Hoje consegui falar com três pessoas. -. Iluminação Bíblica: "Ora nós. a) Todos os pés são iguais? b) Estes pés caminham muito ou pouco? c) Por que precisam caminhar? d) Caminham sempre com um determinado objetivo? e) Quanto já caminhamos. Formar novos grupos com 7..

DEPENDÊNCIA MÚTUA OU MORTE . Em grupo de 4 pessoas. TESTEMUNHO DE FÉ Objetivos: Mostrar que a fé (e o crescimento nela) é profundamente social. Qualquer coisa. Uma dica é que ao confeccionar sua lista. é a Bíblia. Dentro de algumas horas você vai viajar para uma ilha não civilizada para morar lá durante alguns anos.14. Sérias avarias no navio obriga toda a tripulação a aliviar a carga. Alguém podem ter escolhido um trombone por gostar demais da música. cada um. mas tem que ser obedecida.21 .21 . lêem os textos : Jo 3. quer vivamos quer morramos. 6. todas as minhas decisões devem ter por detrás delas agradar a Deus. Apenas dez objetos podem ser carregados. Depois disso. Todos devem explicar o porquê da sua escolha. Como Fazer: 1.Jo 9. A viagem é longa.5. compartilhar as reflexões pessoais. Material: Uma bíblia para cada grupo. Aprofundar a relação entre os testemunhos escutados e os textos estudados. se vivemos. nos encontramos constantemente com pessoas que exercem uma influência grande sobre a nossa vida. etc. Quando escolhi os valores do Reino. Um inconveniente de última hora: Agora que você tem tudo organizado. Tiram suas conclusões para levar à plenária. e mesmo com toda a argumentação possível a única solução é começar a fazer sua lista dos dez objetos que você considera mais importantes. vizinhos. tudo bem. cada um coloca por escrito os testemunhos de fé que encontrou em sua vida. é nova criatura" (2Co.22 . Se foi esta a motivação da sua escolha. Estes objetos podem ser de qualquer tamanho. De sorte que.17). embarcado e encontra-se já em alto mar. analisar as repercussões que tiveram. 8). Outro levaria o cachorro por gostar de brincar com ele. Pode ser o carro. o cão de estimação. Compartilhe sua decisão: Forme grupos de três a cinco pessoas e cada um diz quais foram as cinco coisas com as quais escolheu ficar e quais resolveu jogar fora. O comandante ordena que você jogue cinco objetos de sua lista no mar.Tg 1. De certa forma. é bom que o restante do grupo saiba do que realmente gosto. Trata-se de mais uma esquisitice dessas companhias de navegação. parentes : a) Quantos realmente crêem? b) Quantos são católicos não praticantes? c) Quantos mudaram de religião nos últimos tempos? d) Quantos vivem a fé.Mt 7. De qualquer forma. peso ou valor.5 . O animador orienta os participantes : Na nossa vida cotidiana. 4. A única coisa que pode levar fora da lista.2128. Agora faça uma nova lista e fique apenas com aqueles objetos que considera de maior valor. somos do Senhor" (Rm. 5. Anote no papel qualquer coisa que lhe venha à mente. A decisão é difícil. "Quem está em Cristo.1-38 . Neste momento todos acabarão por revelar quais são os seus maiores valores atualmente.Mt 15. mas seu navio não permite que leve muita bagagem. televisão. para o Senhor vivemos. se morremos. Ainda em particular. o que se deve fazer diante da consciência desse fato? 2. lembre-se de que o lugar não é civilizado e totalmente sem recursos. Isto afetará todo o seu sistema de valores. Não tem jeito. surge um problema de última hora. em seguida. isto vai acabar revelando seus valores. identifica entre seus amigos. devidamente encaixotado. material de costura. dentro de si. Esta influência tanto pode ser positiva como negativa. em particular. Trata-se de identificar os elementos comuns. fogão. apenas seguindo os mandamentos ao pé da letra? 3. Iluminação bíblica: "Pois.Lc 5. Uma pessoa regenerada procurará colocar Deus em primeiro lugar.UMA VIAGEM ATRAPALHADA Arrume as malas: Vamos usar um pouco de imaginação. A respeito de cada testemunho de fé que encontrou. O compartilhar poderá ser feito com todos juntos se assim preferirem. mesmo. para o Senhor morremos.

). 4. olho E e D. louvando a Deus com gratidão em vossos corações. Explicar para o grupo. sem fazer contato com os outros. mansidão. 12-17). ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros. como "coração compassivo. braços. mãos. . fazei-o em nome do Senhor Jesus. pede-se para que todos se reunam no mesmo local. Como Fazer: 1. sem contato com o grupo B. orelha E. 5. dando por ele graças a Deus Pai". e braço D. Um dos componentes da dupla fecha os olhos e passa a andar guiado pelo outro durante dois minutos. e começa a recortar com o jornal e a mão livre (sem uso de ferramentas) a parte do corpo que lhe coube. E a paz de Cristo. para a qual também fostes chamados em um corpo. longanimidade. 2.parte por parte. Após a saída do grupo A. humildade" etc. assim como o Senhor vos perdoou. Precisamos. o grupo A. mas sem saber o que o irmão estará recortando. 3. 5. 2. perna E. uns dos outros. DINÂMICA DE COMUNIDADE Objetivos: Mostrar que o trabalho em "Comunidade" é importantíssimo para o grupo. E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras. que estará em outro local. em toda a sabedoria. nariz. também recebe a tarefa de com as folhas de jornal e a mão livre. e pé D. que não pode ser mostrado para mais ninguém. 3. que vai ser feita uma dinâmica). como eleitos de Deus. 4. o grupo B será dividido assim: a) cada UM (individualmente) receberá um papelzinho escrito. de benignidade. assim fazei vós também. E assim por diante com todo o grupo B. olho E e olho D. Material: Folhas de Jornal Como Fazer: 1.. Para que a mutualidade possa ocorrer de forma dinâmica e eficaz. Não é permitido abrir os olhos e nem tocar no companheiro. todos se reúnem para um momento de compartilhar. onde são respondidas várias perguntas: a) O que você sentiu durante o tempo em que estava sendo guiado pelo outro? b) Aconteceu de sentir-se tentado a abrir os olhos? c) Teve total confiança em seu líder? d) Pensou em se vingar do outro quando chegasse sua vez de ser o guia? e) Sentiu-se tentado a fazer alguma brincadeira com o "ceguinho"? Base Bíblica para a mutualidade: "Revesti-vos. orelha E e D. Procure esclarecer juntamente com o grupo a definição dos termos que se encontram na passagem acima. do que individualmente. revesti-vos do amor. nariz. boca. mas com suas peças todas escondidas.do outro o guiará. e perna D. tamanho natural . pernas e pés. longanimidade. e pé E. 3. 4. c) Por exemplo: a cabeça. contendo uma parte do corpo humano. sobre tudo isto.cabeça. Faça perguntas do tipo: "O que falta em você para que as pessoas confiem mais no seu auxílio?" 3. orelha D. hinos e cânticos espirituais. Refletir: 1. mão E. Divide-se o grupo em 2 menores. pescoço. sem dúvida alguma. tronco. pois. suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros. fazerem JUNTOS um grande boneco. (cabeça.. (Cl. b) Este se retira para algum canto da sala ou para outro local. 2. Podemos começar a reunião formando duplas. Logo em seguida trocam-se os papéis e o que antes era o guia. Depois de terminada esta dinâmica. tronco. desloca-se para uma sala. somente. com salmos. passa ser o guiado. que é o vínculo da perfeição. Enquanto isso o grupo A. braço E. humildade.Objetivos: Mostrar o quanto dependemos uns dos outros e o quanto podemos contribuir para o crescimento do nosso irmão. domine em vossos corações. nem em que tamanho. A palavra de Cristo habite em vós ricamente. Cada um fazendo a sua parte. se alguém tiver queixa contra outro. Quando os dois grupos terminarem as suas tarefas. boca. e sede agradecidos. e mão D. sem utilizar tesouras ou réguas. de coração compassivo. . E. pescoço. pois sai muito mais bem feito. tão somente o som da voz . Observação: Não revelar o Objetivo da dinâmica antes de sua execução. é preciso desenvolver características de caráter que nos capacitem a desempenhar nosso papel dentro do Corpo de Cristo. só aquela pessoa vai saber qual é. "Qual a maior ajuda que você pode prestar neste momento de sua vida para as pessoas e para o grupo?". santos e amados. Divididos.

e vai afixando-se parte por parte num quadro negro. o facilitador. finge que põe o coração na mão de cada um dos participantes. Sorteia-se a pessoa que via passar o coração. são os que apresentam os melhores resultados. 5.6. tronco. com um minúsculo pedaço de durex. alfinetes. só deixa cair na mão de um. Como Fazer: 1. ESTOURANDO BALÕES Objetivos: É um exercício de competição. com uma boa ajuda. Como Fazer: 1. Ao terminar. a pessoa pergunta a um dos participantes: quem está com Jesus no coração? 7. 2. objetos que possam provocar acidentes (palitos. com pernas. pela ordem das peças. 4. BALÕES NO AR Objetivos: Excelente momento para integração do grupo. na verdade. todas as pessoas podem partilhar amor. vai passá-lo na vez seguinte. as orelhas. Cada pessoa deve tentar estourar os balões da outra. 4. O exercício consiste: Opção 1 a) Jogar os balões para cima. as mãos . protegendo. celebração. Se a pessoa acertar. braços. Vai surgindo um belo boneco. com pernas e braços disformes. ou parede. Distribuir. 8. ao mesmo tempo. Distribuir um balão para cada pessoa (sendo possível. ou seja. os balões sob as cadeiras). tudo mais uniforme. depois os olhos.evitar. poderá prender. do tamanho que quiserem. apresentou um resultado ruim. só que em vez de passarmos um anel iremos passar um coração. abre as mãos mostrando que já não está mais com o coração. 3. chama-se primeiramente a pessoa que fez a cabeça do grupo A. Material: Confeccione um coração de cartolina em um tamanho que fique escondido no meio de nossas mãos (pode se escrever Jesus no centro do coração). Concluído. 2. etc. 6. . e o que fez individualmente. portanto. por exemplo. processo de reencontro. Deve-se utilizar.. Material: Um balão para cada pessoa e durex. 3. Ao final o boneco do grupo A será mais bonito. e etc. junto com os balões. "Comunidade". Essa brincadeira na verdade é o conhecido Passa Anel.. os seus balões. valorização da pessoa humana. 5. sobre o Sagrado Coração de Jesus etc. APENAS utilizando a cabeça. com as mãos fechadas (como para rezar) no colo. A que está com o coração entre as palmas das mãos começa a passá-lo. pouco satisfatório. Orientar para que todos encham. 7. Encher os dois balões e prendê-los ao barbante. um pedaço de barbante suficientemente grande para amarrá-lo à cintura. Como Fazer: 1. Dessa forma os integrantes aprendem brincando que Jesus está em todas as pessoas e que é necessário enxergamos sua presença no irmão. os seus balões. Conclusão: Explicar que o grupo que fez tudo em conjunto (A) fez um trabalho melhor e mais apresentável. unhas. Isto tudo ressalta a importância de que os trabalhos feitos em conjunto. apenas. destoando do boneco do outro grupo. etc). e repete-se a mesma seqüência. não os deixando cair. também. As outras sentam-se lado a lado. PASSAR AMOR Objetivos: A brincadeira do Passa Amor pode ser utilizada nos encontros que falem sobre partilha. todo torto. 2. depois o nariz.. Quando acaba. um de cada lado da cintura. Distribuir dois balões para cada participante. quem fez a cabeça. 3. Material: Dois balões para cada pessoa e barbante. Chama-se primeiramente o pessoal do grupo B.

de acordo com o ritmo. 7. b) Efetuar troca de balões com outras pessoas. entre si. 9.apenas um fica para a primeira etapa da brincadeira. lado a lado. O facilitador desempenha a patente de "marechal". capitão. sucessivamente. 2. da esquerda para a direita (cadeiras ou calçada . Tenente!". Colocar as três garrafas no chão. 7. Entregar a cada dupla uma laranja. Pedir. Como Fazer: 1. sem que ele perceba que estava esticando e levantando as pernas desnecessariamente. Coronel!" E assim. para "tomar conta" de dois dos voluntários .no chão não é muito bom. Cano!". 15. Formar duplas ou sugerir que os casais presentes fiquem juntos e sejam os participantes. Pedir que treine uma vez. Orientar que a laranja ficará presa entre as testas deles e cada pessoa deverá ficar com as mãos para trás. repetindo o procedimento. por conta do excesso de movimentos que a brincadeira exige). O facilitador colocará uma música (preferencialmente agitada.b) Efetuar troca de balões com outras pessoas. é rebaixada a sua patente. Certificar-se de que nenhum dos três conhece a brincadeira.. 3. Como Fazer: 1. um passo "forçado". soldado. 4. Chamar o segundo e o terceiro voluntário. de. sargento. de descontração. rapidamente. para que retire as garrafas do chão. 13. ritmada) e todos dançarão. realizar um momento de "celebração". A dupla ganhará um prêmio: a laranja. Imediatamente. Material: Uma laranja (fruta) para cada dupla. não os deixando cair. 5. tenente. respectivamente. utilizando UMA das mãos. 8. O facilitador inicia: "Passei revisão no meu batalhão e faltou. que ele treine uma vez. 3. 4. tantas quantas forem possível. . Orientar para que um dos assessores encaminhe-se para uma sala isolada. 4. aproximadamente. também. 2. cuidadosamente... 11. AS TRÊS GARRAFAS Material: Três garrafas descartáveis e uma venda para os olhos. conforme as patentes a seguir: faxineiro. de atenção e de percepção. Todos deverão sentar-se. 5. 4. O QUARTEL Objetivos: Este exercício é. 6. Opção 2 a) Jogar os balões para cima. 14.. A DANÇA DA LARANJA Objetivos: Exercício de equilíbrio. numa distância. Solicitar três voluntários e dois assessores. Como Fazer: 1. 3. corneteiro. cai na real (sempre espera-se que ele entre no espírito da brincadeira e não se irrite). e que fez um grande papel de bobo. cabo. Convidar uma quantidade de participantes. major. o tenente responde: "Tenente não. de olhos fechados. Se alguém demorar a responder ou responder errado. 6.. 5. 10. iniciando pelo faxineiro.. Instigar-lhe a. ao mesmo tempo. tantas quantas forem possível. Colocar a venda e posicioná-lo diante das garrafas. motorista. Têm os participantes e a torcida organizada. Colocá-las de volta no chão. Quem participou. Orientar a "largada".. Ao final. cozinheiro. sem tocar nelas (normalmente a resposta é positiva). Sinalizar para o segundo assessor. Com a mesma rapidez. coronel e general. 12. perguntando-lhe se é capaz de passar por cima das três garrafas. o cabo deve responder: "Cabo não. passar sobre as garrafas. Estimular o grupo a torcer por ele. 2. à proporção que ele for pisando no "vazio". Desafiar o primeiro voluntário. 6. estourando todos os balões ao mesmo tempo.. se ele for capaz. Quem derrubar a laranja vai sendo eliminado.

água e cafezinho. devem trocar de lugar." . convidando-a a mudar de parceiro".Eu trouxe um presente para uma pessoa que. seduzindo-a.deve tentar impedir que a companheira (esposa. ao final. em pé (na primeira rodada. o homem . namorada. o quanto "eu te quero comigo!". por trás delas. 8. Em seguida. sucessivamente. também. cozinheiro. O exercício consiste em. ou orientação do facilitador. para apresentação ou conhecimento interpessoal. amiga) corra para o outro. "As pessoas que sobrarem no centro. ou boca... Uma das cadeiras ficará vazia. de modo a comportar todos os participantes sentados. tem olhos. 3. "Todas as pessoas que se enquadrarem no que for dito. então. pagarão uma prenda especial.sem demora... é importante o marechal recordar para os participantes a seqüência do batalhão: "faxineiro.piscar para alguma das mulheres que estão sentadas..." . 9.. basta um toque e a parceira já entende que não deve ceder à sedução do outro. 5. 2.sutilmente . 8.. os homens). conforme disponibilidade e interesse do grupo. tem mãos. 2... bem alto (todos devem ouvir) o seguinte": ". caracterizando que a pessoa que está atrás. . "os homens em pé. agilmente -. Formar duas fileiras de cadeiras. O exercício segue durante algum tempo. 6.Formar um círculo com cadeiras. uma vez que favorece à descontração e leva a uma reflexão (sutil) sobre o valor. com cadeiras. Formar um círculo. em pé. Proceder o início do exercício dizendo que "sempre ficará alguém sobrando.que estava com as mãos para trás . usando toda a criatividade. o mais espaçado possível.. 6. a importância. rapidamente. bem amplo. estiver de jeans." . a critério do grupo" O TREM Objetivos: Esta dinâmica é adequada. Como Fazer: 1. 7. O VIÚVO Objetivos: Excelente para grupos formados por casais. cabelos ou brincos" e. além de ter características e sentido de recreação e confraternização. consequentemente. deverá dizer . Os homens devem ficar com as mãos para trás. que deverá continuar a brincadeira". não esquecer de colocar os nomes nas suas pastas ou apostilas. uma vez que foi retirada uma cadeira". 4. porque "isso aqui vai virar uma grande confusão". O PRESENTE Objetivos: Esta dinâmica é boa para ser aplicada após intervalos longos (depois do almoço ou após uma seqüência de atividades que venham a provocar cansaço mental).8. paralelas. inclusive a que estiver no centro. Solicitar um voluntário e orientar que ele fique no centro do grupo. dois a dois."Quem ficar no centro. 4.. Como Fazer: 1. 5. Não é necessário segurar fortemente.. a partir de duas vezes. Sempre que ocorrer rebaixamento de patente.!" 10. Como Fazer: 1. passam a ser as guardiãs. Retirar do círculo a cadeira que ele (o voluntário) estava sentado. Material: Cadeiras para todos os participantes. 9. Solicitar que todas as mulheres fiquem sentadas e que os respectivos "maridos" fiquem de pé. estiver de óculos.. viúvas. Exemplos de opções: .. devem . assim. Sugerir que todos guardem o seu material. Bastante rápido. sobrará sempre alguém. está "viúva". 7. Prosseguir com a brincadeira durante o tempo que achar conveniente.... tudo o que estiver sobre as cadeiras ou no colo. recomeça: "Passei revisão no meu batalhão e faltou. olhos. motorista. Inverte o processo e as mulheres.". 3.

o maquinista diz: "A fila da minha direita pula dois vagões para trás!" "O trem virou e os vagões se descarrilharam!" (todos trocam totalmente) "Nesta estação vamos todos descer. uma briga de galo. Todos ficam atentos: na parada da música.Nome de três irmãos: Rafael. 2.Profissão: Radialista . BRIGA DE GALO Objetivos: Ótima brincadeira para estimular competição no grupo. Como Fazer: 1. Como Fazer: 1. Uma laranja é colocada sobre os pés (que estão unidos .Seu nome: Ricardo . a brincadeira prosseguirá.Durante 10 minutos cada um escreve cinco itens em relação a si mesmo. aguça o nível de atenção nas pessoas e estimula o espírito de solidariedade.Onde vai morar: Ribeirão . procura-se outro voluntário. Estimular a criatividade. Exemplo. Qualquer hesitação na resposta. melhor ainda). Pedir dois voluntários. que deverão estar cruzadas para trás. Colocar nas costas de um deles um papel com a expressão "Galo 1" e nas costas do outro "Galo 2".. TUDO COM A MESMA LETRA Objetivos: Aquecer o raciocínio. fita ou barbante. que fica em pé e que irá responder às perguntas com palavras que comecem com a letra que ele pedir. Não pode deixar de ter uma boa torcida. Organizar os participantes. . Rebeca. do ponto em que caiu. Será vencedor o grupo que terminar primeiro. sem utilizarem as mãos. 3. utilizando o tempo que for preciso. que facilitem o conhecimento. É uma dinâmica que exercita o nível de agilidade mental. que procurará passar a laranja sem a deixar cair. 3.pode amarrá-los com fita ou barbante) da primeira pessoa de cada ala.A folha escrita será fixada na blusa dos participantes.Cidade onde nasceu: Rio . para grupos pequenos ou até trinta pessoas. para os pés da segunda pessoa e assim por diante. caneta.Cada um recebe uma folha com o título: "Quem sou eu?" 2. num ambiente relativamente pouco inibidor. 2. fita ou barbante. Como Fazer: 1. LARANJA NO PÉ Objetivos: Esta dinâmica é agradável. sem que eles saibam o que está escrito.2. É interessante e divertido perceber que os movimentos dos dois lembram. realmente. O facilitador fará o papel de "maquinista" do trem e dará os comandos. Rodolfo. Ambos deverão descobrir o que está escrito nas costas do outro. 3. até onde for interessante continuar a brincadeira. QUEM SOU EU? Objetivos: Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente. o facilitador pede um voluntário. cadeiras para todos. tomar um cafezinho e beber água!" 5.. alfinete de bebê ou durex. sentados em duas alas de cadeiras. Colocar uma música (se conseguir uma com ritmo ou barulho de trem. 3. Material: Papel. Como Fazer: 1. 2. 4. Todos em círculo. 4.: João com a letra R. erro. O facilitador pode criar as mais diversas formas de "paradas do trem". . Se a laranja cair. Material: Duas laranjas (fruta) para cada dupla.

cada integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa o problema recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. 3. os integrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. definido pelo coordenador. Como Fazer: 1. 3.). 2. . Após a experiência. 2. 4. 7. medo e inibição que tiveram. Refletir: Deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e as soluções apresentadas. Neste ponto. com os quais gostariam de conversar para se conhecerem melhor. Possíveis questionamentos: 1.4. enquanto lêem a respeito do outro e deixa que os outros leiam o que escreveu a respeito de si. Como Fazer: 1. 6. No seu entender. 5. Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro? 4. 5-Logo após reunir 2 a 3 colegas.Os componentes do grupo circulam livremente e em silêncio pela sala. AFETO COMUNICAÇÃO GESTICULADA Objetivos: Analisar o processo de comunicação gestual entre os integrantes do grupo. 8. Avaliação: 1. Material: Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou desenhos para serem representados através de mímicas. Deve-se recomendar que os papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. ao qual cada integrante deve demonstrar concretamente seu sentimento (carinho. o outro compreendeu seu problema? 5. como conseqüência da dinâmica? Objetivos: Exercitar manifestações de carinho e afeto.Para que serviu o exercício? 2. ao som de uma música suave. Nesse momento é possível lançar perguntas que ordinariamente não fariam. O coordenador distribui os papéis aleatoriamente entre os integrantes. Conseguiu pôr-se na sua situação? 6. Como você se sentiu ao descrever o problema? 2. o coordenador pede para que todos formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia. Material: Um bichinho de pelúcia. Os papéis devem ser dobrados de modo semelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. afago. Após certo intervalo de tempo.Como nos sentimos? A TROCA DE UM SEGREDO Objetivos: Fortalecer o espírito de amizade entre os membros do grupo. Após explicar o objetivo. Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes. Como se sentiu ao explicar o problema de um outro? 3. O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cada integrante que deverá escrever algum problema. Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa? 7. Material: Lápis e papel para os integrantes. Esta etapa deve ser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ou perguntas. Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo? 8. cada integrante deve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar definir qual seria a sua solução para o mesmo. Mudaram seus sentimentos em relação aos outros. etc. angústia ou dificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente.

2. Antes da execução da dinâmica. 5. 2. O coordenador auxiliado por outros integrantes deve encenar através de mímicas (sem qualquer som) o que está representado nas fichas. bem como do entrosamento dos integrantes do grupo para que juntos possam até mesmo sem se comunicar entender o que os outros pensam ou desejam fazer. CONHECENDO MELHOR O GRUPO Objetivos: Compreender os objetivos individuais e sua relação com o grupo. 4. Descrição: 1. etc. familiares. e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que as folhas voltem à origem. Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado. 3. união do grupo. O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nos próximos dias ou semanas (viagens.). pedras. Então cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado e o que realmente foi desenhado. A fé como força que pode agregar. 3. flores e grãos de feijão. Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldades em alcançálos. espinhos. Nesta dinâmica. versículos de 1 à 9. SEMEANDO A AMIZADE Objetivos: Lançar boas semente aos amigos. unir e dar resistência às pessoas. Material: Lápis e papel para os integrantes. 5. quebre todas as varinhas que restaram. religiosas. cada integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício. Pedir que outro participante. cada vaso representa um coração. Os espinhos. se não conseguir. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos. 2. 4.Como Fazer: 1. como por exemplo. Os vasos devem estar colocados em um local visível a todos os integrantes. Material: Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco) Como Fazer: 1. atividades profissionais. . Pedir que todos os participantes falem sobre o que observaram e concluíram. 2. 3. poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo. um sonho que se deseja realizar no decorrer da vida. Então. Após trinta segundos o coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinho da direita. enquanto que os grãos de feijão. ir bem numa prova. Material: Três vasos. 2. capítulo 13. as pedras e as flores devem estar colocados cada qual em um vaso diferente. Refletir: Deve-se comentar a importância da comunicação nos trabalhos e atividades do cotidiano. Outros VARINHAS QUE NÃO QUEBRAM Objetivos: Utilidade pastoral. deve-se realizar a leitura do Evangelho de São Mateus. 4. cada qual em um intervalo de aproximadamente um minuto. O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de que maneira podemos ajudá-los. Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos. Pedir que outro participante quebre cinco varinhas juntas num só feixe ( será um pouco mais difícil). Pedir que um dos participantes pegue uma das varinhas e a quebre. Como Fazer: 1. 4. Refletir: 1. 3. Citar a importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas. Os demais integrantes devem procurar adivinhar o que foi representado. ( o que fará facilmente).

embora de grande significado. Então elas são recolhidas e entregues aos destinatários. Os temas devem ser identificados por um número ou uma letra (de preferência a primeira letra do tema).representam as sementes descritas na leitura preliminar. 5. Como Fazer: 1. As divisões devem ser identificadas pelos números ou letras definidos anteriormente para os temas. Como Fazer: 1." 2. o grupo pode opinar sobre estas opções e se as mesmas correspondem ao que o grupo esperava do integrante. 4. Em seguida. Prosseguindo. Material: Lápis e papel para os integrantes. 8. DINÂMICA DA PIZZA Objetivos: Descobrir a importância de diferentes temas para os integrantes do grupo. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores. cada integrante deve desenhar um círculo e dividi-lo de acordo com a proporção de importância que tem para com cada tema. e) Ser sinceras. f) Podem ser ou não assinadas. família. que simboliza uma pessoa que deseje ajudar. O coordenador divide o grupo em subgrupos de quatro a seis integrantes e. As mensagens devem ser da seguinte forma: a) Provocar sentimentos positivos no destinatário com relação a si mesmo. política. descrevendo detalhes próprios da pessoa ao invés de características muito genéricas. 2. etc. Cada integrante é motivado para que defina qual a importância dos diferentes temas para si mesmo. c) Indicar os pontos positivos da pessoa dentro do contexto do grupo. 9. liturgia. segue-se a conclusão da dinâmica com um debate sobre as reações dos integrantes. d) Ser na primeira pessoa. esportes. de acordo com a vontade do remetente. Além disso. Na experiência que segue. 4. saúde. SALMO DA VIDA Objetivos: Definir a experiência de Deus na vida de cada integrante e agradecê-la. segurança. expõe o seguinte: a) "Muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. . Então. Temas sem nenhuma importância para o integrante podem ser simplesmente desconsiderados pelo mesmo. 6. 5. sexo. em seguida. devendo explicar o porquê de sua decisão. 6. O coordenador propõe temas a serem debatidos pelo grupo. Pode-se definir que as pessoas citadas sejam outros integrantes ou qualquer pessoa. espiritualidade. seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para alguns integrantes do grupo. Em contrapartida. Então. Dentre os temas propostos pode-se ter temas como: drogas. educação. 6. Depois que todos tiverem lido as mensagens. amizade. o coordenador convida os integrantes para que escrevam mensagens para todos os integrantes de seu subgrupo. PRESENTE DE AMIGO Objetivos: Enaltecer qualidades dos integrantes do grupo. cada integrante apresenta seu desenho ao grupo comentando suas opções. namoro. Material: Lápis e papel para os integrantes. pode-se utilizar mais que uma semente por integrante. 3. cada integrante deve semear um vaso. As mensagens são dobradas e o nome do destinatário é colocado do lado de fora. b) Ser mais específicas. 5. 7. Material: Lápis e papel para os integrantes. se o tempo permitir. 3.

com os motivos que a tornam tão amada por você. a pessoa que estava segurando a vela passa a mesma para o vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo. Como Fazer: 1. que merece todo seu cuidado. 5. Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem. 7. Então." 2. O coordenador motiva o grupo: a) "Cada um pense em alguém que lhe seja de grande significado. Após o comentário do trecho. Quando o consenso é alcançado apaga-se a vela. Como se sentiu recordando o passado? 2. 3.Como Fazer: 1. destacando os acontecimentos marcantes. com quem estabeleceu íntima comunhão. Depois o grupo é reunido e quem quiser pode apresentar sua oração ao grupo.. 2. agradecimento. Refletir: 1. com quem está sintonizado permanentemente. inclusive com o . Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a ser debatido. uma oração de louvor. Depois devem escrever o salmo da vida. Cada integrante deve escrever a história de sua vida. 2. Após a leitura desta passagem. Qual a importância Dele em nossas vidas? 6. 8.. 10. 9. Qual foi a reação para com acontecimentos tristes? 4. 8. O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo.. os integrantes do grupo devem buscar a opinião do grupo como um todo. da sua vida. Em seguida. 3. A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz da vela. a quem gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos. a parte relativa à apresentação pode ser eliminada da dinâmica. Por último é realizado um debate sobre os objetivos da dinâmica e a experiência que a mesma trouxe para os integrantes. 6.. Este processo se realiza sucessivamente até que o coordenador venha a segurar a vela e se apresentar ao grupo. 5. Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa. sobre o tema abordado. pedido de perdão e/ou clamor. Deve ser criado um ambiente que propicie momentos individuais de reflexão. 4.. Como tem sido a experiência com Deus? 5. os integrantes devem ser divididos em subgrupos de três ou quatro pessoas onde cada integrante deve partilhar sua oração.. o coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma todo o conteúdo abordado nas passagens anteriores. Pode-se ainda comparar os salmos redigidos com os salmos bíblicos. Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da bíblia indicado pelo coordenador e faz seus comentários sobre o trecho. Encontrar-se consigo e com seus valores. Então. O desenvolvimento dos salmos deve-se realizar em um ambiente de paz e reflexão. 6.. Os participantes devem estar sentados em círculo de modo que todos possam ver a todos.. alguém que você ama de verdade. O ESPELHO Objetivos: Despertar para a valorização de si. baseado nos depoimentos individuais. 7. de modo que ao abri-la o integrante veja seu próprio reflexo. Como Fazer: 1. 4. que fazem dela o grande sentido da sua vida. sendo que a pessoa a sua esquerda deve segurar a vela. os integrantes devem se perguntar qual foi a experiência de Deus que fizeram a partir dos acontecimentos descritos ou no decorrer de suas vidas. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todos os atos de nossas vidas. PALAVRA ILUMINADA Objetivos: Verificar a opinião do grupo com relação a algum tema baseado em passagens bíblicas. O coordenador deve alertar o grupo de que experiências de dor e sofrimento podem ser vistas como formas de crescimento e não simples acontecimentos negativos. que simboliza Cristo iluminando os nossos gestos e palavras. Uma pessoa muito importante para você. O que mais chamou a atenção? 3. Entre em contato com esta pessoa.

O que me motiva durante as dificuldades? 3. 3. receba esta flor que o senhor. Como Fazer: 1. O carro cheio representa a nossa família e ou amigos que nos fazem desistir de alguns sonhos.. ficando somente com três. o coordenador deve continuar: b) ". nossa última passagem antes de assumir um único sonho para nossa vida inteira. Em seguida. 2. 5. mas devido ao peso das nossas bagagens temos que deixar outra de lado.. E começa a dizer: a) Lembrando que esse sonhos serão nossa bagagem de uma viagem muito especial.(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou. (diz o nome da pessoa).. a viagem da nossa vida. passará a ser chamado pelo nome de um bicho. nem todos os nosso sonhos cabem no carro que vai nos levar. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica. encontramos uma alfândega onde somos barrados e temos que seguir somente com uma mala. 3.. e) Qual sonho foi abandonado? f) Em nossa caminhada nos deparamos com um cachorro que começa a correr atrás de nós para nos atacar. isso é uma purificação. os seus vizinhos." 4. Quem trocar ou esquecer algum nome.auxílio de alguma música de meditação. O cachorro tem conotação de perseguição. gato. 3.Agora vocês vão encontrar-se aqui. Após estes momentos de reflexão. Que retribuição devo esperar se seguir corretamente todos os meus passos nesta viagem? 4. em vez de dizerem seu nome. O coordenador pede para que cada pessoa escreva cinco sonhos pessoais de cada um. 7. c) Qual deles seria? d) Seguindo viagem. O peso das malas representa o tempo no qual tentamos realizar esse sonho que pelo cansaço desistimos. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. o coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a caixa (um por vez). assim temos que abandonar um. Finalmente a alfândega que significa a porta dos céus. b) Com nossos sonhos em mãos e saindo de casa. ficando com dois sonhos. Por exemplo.. Refletir: 1. continuando a reflexão sem se comunicar com os demais. 4. qual sonho deixamos? h) Qual o nosso maior sonho que nunca abandonamos? Para o plenário: 1. frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida. Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar. 2.. Diz para a pessoa que está à sua esquerda : "Senhor. " E entrega a flor. g) Qual sonho ficou para trás? h) Após um caminho tortuoso até a entrada no outro país.. Qual a retribuição que Deus deu para mim? JOGO COMUNITÁRIO Objetivos: Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos outros participantes. 6. Finalmente é aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos. Qual hora foi mais difícil para abandonar um sonho? 2. iremos para outro país.. 2. . Material: uma flor. Como Fazer: 1. 4. Quando tiverem que se referir a ele. suas reflexões e conclusões sobre esta pessoa tão especial. e para podermos escapar de uma mordida temos que deixar outro sonho. A VIAGEM Objetivos: Definir as prioridades pessoais. devem chamá-lo pelo nome do bicho. Material: Papel e caneta para cada integrante. nosso carro quebra e temos que seguir a pé. temos nossa primeira dificuldade. assim como Jesus disse que seus discípulos seriam perseguidos. numa longa jornada.

os outros integrantes devem auxiliá-lo com dicas. i) Tenho piolhos. Me console! k) Dance comigo. Formam-se subgrupos de 4 a 7 pessoas. p) Quero um telefone. voltados para o lado de dentro do mesmo. e essa dinâmica serve para ajudar a expressar esses medos. e se tratando sobre um grupo de jovens isso também ocorre. O que facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? 2. 4. 7. r) Me xingue. n) Me ensine a pular. seria bom que cada subgrupo tivesse um secretário para fazer anotações sobre o que for falado. o que fazer? f) Cante uma música para mim? g) Gosto quando me aplaudem. suas angústias e temores. 3. todos devem voltar a posição original. Que faço? q) Me elogie. Me ajude! j) Estou com fome. Me dê um apoio. JOGOS DE BILHETES Objetivos: Exercitar a comunicação entre os integrantes e identificar seus fatores. 6. desejos e esperanças. . Material: Uma folha em branco e caneta. Material: Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva. Caso não tenha descoberto. 2. ler os bilhetes dos colegas e atendê-los. 5. Como Fazer: 1. Refletir: 1. cartolina ou papelógrafo. o) Dobre a minha manga. e cada integrante deve tentar adivinhar o que está escrito em seu bilhete. w) Sorria para mim. m) Me descreva um jacaré. Em seguida cada subgrupo devera expressar seus temores e esperanças com relação ao trabalho que será feito. 3. os integrantes devem circular pela sala. Como Fazer: 1. Os integrantes devem ser dispostos em um círculo. O coordenador começa falando que todo mundo tem medos e esperanças sobre qualquer coisa. Como esta dinâmica se reproduz no cotidiano? Sugestões de bilhetes: a) Em quem voto para presidente? b) Como se faz arroz? c) Sugira um nome para meu bebê? d) Sugira um filme para eu ver? e) Briguei com a sogra. Me leve à janela. 4. quero meu presente. v) Me faça uma careta? TEMORES E ESPERANÇAS Objetivos: Conscientizar o grupo sobre suas motivações. l) Estou com falta de ar. Quanto mais rápido se faz a entrega da flor. Terminado o processo inicial. t) Chore no meu ombro. lado a lado. 2. Todos devem atender ao maior número possível de bilhetes. O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente. Após algum tempo. s) Veja se estou com febre. u) Estou de aniversário. Distribuir uma folha em branco e uma caneta para cada subgrupo. mais engraçado fica o jogo. Então cada integrante deve dizer o que está escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão. sem dizer o que está escrito no bilhete. h) Sou muito carente.5. O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados.

O papel deve ser assinado de forma legível. Material: Papel com perguntas para serem respondidas em público por cada membro. JOGO DA VERDADE Objetivos: Conhecimento mútuo. Após algumas perguntas ocorre a reflexão sobre a experiência. falando sobre a descoberta pessoal e a importância do exercício. O voluntário promete dizer somente a verdade. será feito um diagrama no quadro-negro ou cartolina. procurando responder com toda sinceridade. Recolhido os papeis. 3. 3. desibinição. Material: Relação de perguntas pré-formuladas. afim de que nele se escreva o nome da pessoa mais importante para o sucesso do grupo. indo em direção à escolhida. O coordenador faz uma breve introdução do exercício. 2. quais foram os maiores castigos ou críticas recebidas j) Quais são seus maiores receios em relação a vivência em grupo k) Qual é a sua queixa em relação à vivência em grupo l) Quem do grupo você escolheria para com ele passar suas férias m) Você gosta mais de viver numa casa ou num apartamento n) Qual o país que você gostaria de visitar o) Quais são algumas das causas da falta de relacionamento entre alguns pais e filhos . e com uma flecha. estudar as experiências da própria descoberta. 3. Escolhe-se um voluntário para ser interrogado. ou sorteio destas. 2. a iniciar-se com o nome da pessoa que escolheu. papel e cartolina. DIAGRAMA DE INTEGRAÇÃO Objetivos: Apresentar uma ilustração gráfica do relacionamento dos membros de um grupo. Como Fazer: 1. da pessoa do grupo cujas idéias são mais aceitas. Como Fazer: 1. pode-se revezar a pessoa que é interrogada se assim achar necessário. marcando com um círculo o nome do participante escolhido. O coordenador distribui um papel para todos. ou ainda. 4. lembrando de ser utilizado o bom senso tanto de quem pergunta como quem responde. Distribuir. dar a todos a oportunidade de falar e de escutar. uma papeleta para cada um. No final. no momento. Como Fazer: 1. Material: Lápis ou caneta. um a um. EXERCÍCIO DA CONFIANÇA Objetivos: Acelerar o processo de conhecimento mútuo no grupo. o seu maior problema i) Na sua infância. Após cada subgrupo deverá expor suas conclusões ao coordenador que anotará na cartolina ou no papelógrafo e demonstrará que não são muito diferentes dos demais. segue-se um debate sobre o exercício feito. sentando numa cadeira localizada no centro do círculo (que seja visível de todos). desenvolver a autenticidade no grupo. Exemplos de pergunta: a) Qual o seu hobby predileto ou como você preenche o seu tempo livre b) Que importância tem a religião na sua vida c) O que mais o aborrece d) Como você encara o divórcio e) Qual a emoção é mais difícil de se controlar f) Qual a comida que você menos gosta g) Qual o traço de personalidade que lhe é mais marcante h) Qual é.5. 2. os participantes lerão a pergunta que estiver na papeleta. Apresentação do tema pelo coordenador.

Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores. assim. em vez de um comentário que se aplique a várias pessoas. II. Prosseguindo. Procure algo de positivo em todos. Como Fazer: Este exercício é muito válido. no meio do grupo. embora não conheça suficientemente bem. Para sua realização: 1. Este exercício permite. f) Os participantes poderão. que é mais geral. mesmo para aquelas pessoas pelas quais não sintam grande simpatia. A mensagem visa provocar em cada pessoa sentimentos positivos em relação a si mesmo. quantos forem os participantes. fazer uma discussão do que fazer para que o grupo melhore. O coordenador apresenta sugestões. IV. A seguir. o coordenador convida os membros dos subgrupos para que escrevam uma mensagem para cada membro do subgrupo. o coordenador fará uma exposição. tantas "fotos" de cada indivíduo. a seguinte variação: o coordenador poderá pedir que cada participante aponte os aspectos positivos. os aspectos positivos. assinar a mensagem. o equilíbrio e a maturidade suficientes para aceitar críticas. 3. 4. constituindo. é ótimo que todos o façam. III. Dois ou três participantes. Na mensagem dirá: a) Procure ser específico. Cada um responde em particular às perguntas: a) que me agrada no grupo? b) que não me agrada? c) que recebo dele? d) o que deixaria de ganhar se ele se acabasse? e) que recebo de cada pessoa? f) que ofereço ao grupo? g) qual foi a maior tristeza? 2. caso queiram. Na experiência que segue. dar e receber um "feedback" positivo num ambiente grupal. negativos e reticências do seu colega sentado à direita. voluntários ou escolhidos pelo grupo. O coordenador forma subgrupos e fornece papel para cada participante. d) Procure dizer a cada um o que observou dentro do grupo. Cada um responde o que escreveu. e) Diga ao outro o que encontra nele que faz você ser mais feliz. dizendo por exemplo: "gosto do seu modo de rir toda vez que você se dirige a uma pessoa". entre outras. É importante ressaltar que não se trata de discutir em profundidade mas principalmente de se escutarem reciprocamente. procurando induzir a todos a mensagem para cada membro do subgrupo. serão elas dobradas e colocadas numa caixa para ser recolhidas. seus pontos altos. e faça a colocação sempre na primeira pessoa. censuras sociais e outras. seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para cada membro do grupo". sendo aplicado depois que o grupo já atingiu um determinado grau de solidariedade e conhecimento mútuo. Material: Lápis e papel. desânimos. assim: "eu gosto" ou "eu sinto". embora de grande significado. Como Fazer: I. TESTE DE RESISTÊNCIA A PRESSÃO SOCIAL Objetivos: Criar na pessoa a capacidade. em vez de: "eu gosto de sua atitude".O PRESENTE DA ALEGRIA Objetivos: Promover um clima de confiança pessoal. como segue: "Muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. EU E MEU GRUPO Objetivos: Avaliar o grupo e a contribuição de cada um de seus membros. g) Escritas as mensagens. Depois de ouvir todo mundo. superar impasses. Havendo tempo e interesse. negativos e reticências. pessimismos. . de valorização pessoal e um estímulo positivo. c) Inclua todos. a seguir. com os nomes dos endereçados no lado de fora. Como Fazer: 1. um de cada vez implacavelmente vai a passarela em frente de cada participante e diz-lhe tudo o que lhe parece saber. e sendo por todos aceito. b) Procure escrever uma mensagem especial que se enquadre bem na pessoa. 2. 3. seus sucessos.

Em seguida pede que todos fechem os olhos e estendendo os braços. O coordenador pede a todos os participantes do grupo que se aproximem uns dos outros. o grupo deve debater sobre as diferentes reações durante a experiência. procurem "sentir o espaço do grupo" .e em seguida tomar consciência do contato com os demais ao passar por cima uns dos outros e se tocarem. atrás das costas. Como Fazer: 1. Após todos terem retomado seus crachás. Cada integrante recebe aleatoriamente uma pergunta e a lê em voz alta para os demais. Propostas de perguntas: a) Como era seu melhor amigo(a)? b) Como foi sua crisma? c) Como foi sua Primeira Eucaristia? d) Como seu pai gostaria que você fosse? e) O que você imaginava ser quando crescesse? f) Quais os seus sonhos de infância? g) Qual a melhor lembrança de seu padrinho? h) Qual a melhor lembrança de seu pai? i) Qual a melhor lembrança de sua infância? j) Qual a melhor lembrança de seu madrinha? k) Qual a melhor lembrança de seu mãe? l) Qual a sua primeira grande alegria? m) Qual o seu primeiro contato com Deus? n) Quando você descobriu que Cristo morreu por nós? o) Quando você rezou a primeira Ave-Maria? p) Quem te ensinou a rezar pela primeira vez? KINDER OVO . 2. por baixo . Como Fazer: 1. O coordenador distribui os crachás aos respectivos integrantes. ambos devem aproveitar para uma pequena conversa informal. onde procurem conhecer algo novo sobre o outro integrante. 4. Material: Perguntas preparadas pelo coordenador em número superior ao número de integrantes. Observação: Deve-se evitar perguntas que levem a recordações tristes. 3.SITUAÇÃO NO ESPAÇO Objetivos: Procurar sentir o espaço. ou em cadeiras. entrar em contato com os outros elementos do grupo. 2. 3. RECORDAÇÕES DA INFÂNCIA Objetivos: Proporcionar o conhecimento recíproco da infância de cada integrante. 5. As perguntas podem ser reutilizadas. Como Fazer: 1.todo o espaço diante deles. se relacionar com as outras pessoas do grupo. Os integrantes devem passear pela sala a procura do integrante que possui o seu crachá para recebê-lo de volta. 3. Após algum tempo recolhem-se os crachás e cada um recebe um crachá que não deve ser o seu. Neste momento. 2. Depois disso se analisa as reações em plenário. Material: Crachás com os nomes dos integrantes. ou sentando no chão. TROCANDO CRACHÁS Objetivos: Facilitar a memorização dos nomes e um melhor conhecimento entre os integrantes. por cima das cabeças. respondendo-a em seguida.

7. 9. sempre se destacando a perfeição e a beleza de todos os lugares. 3. DINÂMICA DA CASA Objetivos: Despertar para a importância do indivíduo no grupo e na vida. 4. com uma descrição detalhada da beleza destes lugares e de como eles fazem parte do plano de Deus. os integrantes devem abrir seus ovos e montar sua surpresa trazida pelo pássaro azul. para que se retire do círculo e escolha uma porta para entrar (um espaço entre dois integrantes no círculo). Material: Ovos de chocolate da marca Kinder na mesma quantidade do número de integrantes. O grupo deve estar disposto na forma de um círculo onde todos estejam abraçados. por lugares muito bonitos. Para garantir os resultados da dinâmica. Estes podem então abrir os olhos e cada um verá a sua frente um Kinder ovo. 4. 2. Convida-se um integrante. Após abrirem os olhos. A pessoa a esquerda na porta escolhida deve se retirar do círculo e continuar o processo até que todos tenham participado. Ao final. sendo porta. cada um deve expor ao grupo a razão de seu desenho. 3. O coordenador deve desenhar um retângulo de cor fraca na cartolina e incentivar cada integrante a ajudar na construção de uma casa. parede (todos os elementos que apareceram durante a dinâmica) é importante para a formação do todo. Com nossa contribuição é possível construir um lugar de forte e mútuo crescimento espiritual. de preferência o coordenador. mas que somos iguais perante o amor de Cristo. iluminado pela sabedoria do amor. A vida na comunidade cristã exige serviço de nossos irmãos através do amor. Cada um. que é única. Aos poucos o pássaro azul deve se aproximar do local da reunião. 6. Para isso. DINÂMICA DA BALA . de sua forma. 3. Como Fazer: 1. telhado. Como Fazer: 1. Em seguida deve começar a contar a estória de um pássaro azul muito belo e capaz de vôos muito altos. O coordenador deve pedir que os integrantes fechem os olhos. 7. É bem verdade que somos seres individuais. Por fim. pois engloba a contribuição de cada um. o coordenador deve ressaltar que Deus concede a graça a cada um de nós e essa graça é o nosso próprio modo de ser que. Então devem ser colocados os seguintes questionamentos ao grupo: a) O que você esperava que fosse trazido pelo pássaro azul para você? b) De que forma você pensa que está inserido no plano de Deus? c) O que te espera no futuro? d) O que VOCÊ está construindo na sua vida. 2. que é um todo indivisível? DINÂMICA DA PORTA Objetivos: Aprofundar os laços de amizade entre os integrantes do grupo. Cada um deve ser incentivado a refletir para que escolha as partes que o representam ou que deseja representar no grupo. os ovos não podem ser vistos pelos integrantes antes do final do relato. únicos. que está trazendo uma surpresa para os integrantes do grupo. O relato deve começar por lugares distantes. o pássaro chega no local da reunião com uma surpresa para cada integrante. Isso promove o crescimento mútuo. da casa. janela. Depois de todos ilustrarem seu papel no grupo. Como Fazer: 1. O relato deve ser bem trabalhado e dar tempo para que todos os ovos sejam devidamente colocados próximo aos integrantes. O integrante deve explicar o motivo pelo qual os escolheu e o motivo pelo qual está no grupo. o coordenador deve se locomover durante o relato. é colocado a disposição das necessidades dos outros. 5. 8. 4.Objetivos: Mostrar a importância de ter valores e planos para a nossa vida. 5. onde a gente se fortaleça para caminhar harmoniosamente dentro da comunidade cristã. 2. 6. Material: Uma cartolina e lápis de cor.

A folha não pode conter nome. que se prende a locomotiva chamando outra pessoa pelo nome e destacando uma qualidade. Material: Papel e cante para cada um. em pé. Se alguém não perceber que seu nome foi citado e por isso não se levantar. 4. 5. 2. possa rever algumas de suas ações. Todos estão sentados em círculos e o coordenador. FAZENDO COMPRAS Objetivos: Para descontração e memorização de nomes de todos do grupo. Alguém ficará sem lugar. Como Fazer: 1. De repente. Durante um curto tempo as pessoas podem andar pela sala relembrando o nome de todos os participantes do grupo e reparando em pelo menos uma qualidade de cada um. 3.. 2. mas também com muita sensibilidade para que a pessoa. . 2. ANÚNCIOS CLASSIFICADOS Objetivos: Apresentar pessoas que quase não se conhecem. curso ou outra coisa. sem ser ofendida. acrescenta: Não tenho mais dinheiro. 4.. 4. Como Fazer: 1. diz: Fui fazer compras com. Em seguida o coordenador deve perguntar: a) quem se reconheceu através dos anúncios classificados. 3. 3. (e diz o nome de várias pessoas do grupo). Este será o próxima a fazer compras e assim continua. Observações: Nada impede que o número de balas e bombons seja aumentado ou que os mesmos sejam novamente utilizados durante a dinâmica. 2. b) quantas pessoas pensavam se conhecer e descobriram que não se conheciam direito. opção do coordenador. Os classificados são afixados na parede e os participantes devem ler os anúncios e durante 20 minutos tentar descobrir quem são as pessoas anunciadas. A distribuição não deve apresentar nenhuma ordem em especial. sai correndo em volta da sala e diz o nome e qualidade de alguém. Cada integrante deve distribui-los do seguinte modo: a) O bombom é dado a uma pessoa que tenha feito algo positivo que tenha chamado a atenção do integrante. Cada participante recebe uma folha em branco e nela escreve um anúncio classificado sobre ele mesmo. Como Fazer: 1. Material: Balas de cereja (com sabor azedo) e bombons na proporção de uma de cada tipo para cada integrante do grupo. será o que vai fazer compras. 3. Segue-se até formar o trem com todos participantes. 5. Passado esse tempo. Uma bala ou bombom pode ser dado a alguém que já tenha recebido outra do mesmo tipo. se oferecendo para um serviço. TRENZINHO Objetivos: Fazer com que as pessoas memorizem os nomes umas das outras. 6. Os integrantes podem dar balas ou bombons para si próprios. b) A bala azeda é dado a uma pessoa que tenha agido de maneira que tenha entristecido a pessoa que deu a bala ou alguma outra pessoa. em pé. sendo totalmente espontânea. Como Fazer: 1. Quem teve o nome citado deve trocar de lugar rapidamente e o coordenador se senta entre eles. identificado como locomotiva.Objetivos: Abordar pontos positivos e negativos individuais dos integrantes do grupo. um dos coordenadores. O coordenador deve distribuir as balas e bombons para os integrantes do grupo. A apresentação correspondente às balas azedas deve ser feita com sinceridade. Esta dinâmica é mais indicada para grupos homogêneos em termos de laços de amizade.

. registrando novamente as declarações consideradas verdadeiras. 2. 4. focalizando-se sobretudo o impacto que as suposições causam sobre a decisão e os valores do grupo. VF? . Material utilizado: ...Uma cópia da história da “Máquina Registradora”. Um membro da polícia é imediatamente avisado. quando surge um homem pedindo dinheiro. O conteúdo da máquina registradora é retirado e o homem corre.. e todas as demais são desconhecidas).. simultaneamente... Em continuação.. aproximadamente. deverá ler e assinar as declarações consideradas verdadeiras.. falsas ou desconhecidas. recebendo cada subgrupo uma cópia da história da “Máquina Registradora”. A seguir. Um homem apareceu assim que o proprietário acendeu as luzes de sua loja de calçados . (a declaração número 3 é falsa. a seguir. O animador. Procedimento: 1. para um trabalho de consenso de grupo. Explorar o impacto que as suposições têm sobre a decisão.A História da “Máquina Registrada” Exercício de Decisão Grupal Objetivos: 1. orientar vários subgrupos. haverá um breve comentário acerca da experiência vivida. serão formados subgrupos de cinco a sete membros. O proprietário abre uma máquina registradora. . anuncia as respostas corretas. e a do número 6 é verdadeira. para cada membro participante e para cada grupo. O animador distribui uma cópia da história da “Máquina Registradora” para cada membro participante que durante sete a dez minutos. DINÂMICAS DIVERSAS Dinâmica . Exercício da “Máquina Registradora” A HISTÓRIA: Um negociante acaba de acender as luzes de uma loja de calçados.Lápis ou caneta. 2. Tamanho do grupo: Subgrupos formados com cinco a sete membros. falsas ou desconhecidas. 3. d) o que falta para que o grupo se conheça melhor. Tempo exigido: quarenta minutos.. Declaração acerca da história: Verdadeiro – Falso . Demonstrar como a busca do consenso melhora a decisão. durante doze a quinze minutos. sendo possível.Desconhecido 1.c) como cada um se sentiu ao ver seu anúncio sendo lido pelos outros.

em seguida devem parar em sua frente.. V F ? 8.. V F ? 4.. O proprietário da loja de calçados retirou o conteúdo da máquina registradora e fugiu ..V F ? 6..é importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem..... O ladrão pediu dinheiro ao proprietário . com a música ligada.. um homem que pediu dinheiro é um membro da polícia ...... devem ir passando a caixa de um para o outro. V F? 9.. Quem sorrir primeiro paga uma bolinha para a pessoa a quem sorriu.. Embora houvesse dinheiro na máquina registradora. essas deverão estar dispersas no local onde será realizada a brincadeira............. vamos brincar de batata quente com ela...... Independente do que seja.00.... V F ? 10... Perguntas da matéria elaboradas pelo facilitador. por mais que pareça tudo tão desesperador. Dinâmica: Verificação se aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo Material: Quadro Negro. V F ? 7.. O homem não pediu dinheiro... O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida. Cada bolinha vale R$1. Cada grupo elegerá um nome dentro do tema.000. dizendo que pode ser uma tarefa extremamente dificil ou vergonhosa). o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa...2.. O professor distribuirá para cada pessoa do grupo 5 bolinhas de papel. Procedimento: Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro.... a história não diz a quantidade.... o final pode ser uma feliz notícia.... fugiu. Os seguintes acontecimentos da história são verdadeiros: alguém pediu dinheiro – uma máquina registradora foi aberta – seu dinheiro foi retirado ... Vence quem terminar a brincadeira com mais "dinheiro"... e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar.... Dado o sinal os alunos deverão sair e procurar um companheiro. Giz. uma fita cassete. A história registra uma série de acontecimentos que envolveu três pessoas: o proprietário. Depois que o homem que pediu o dinheiro apanhou o conteúdo da máquina registradora... Dinâmica: Sorriso Milionário Material: bolinhas de papel amassado Procedimento: Essa dinâmica é usada para descontrair e integrar o grupo de uma forma divertida... chocolate e aparelho de som (rádio ou CD).... que será o milionário.. V F ? 11. uma bola ou um objeto. O facilitador começa fazendo um joguinho da velha. Alguém abriu uma máquina registradora. V F ? Dinâmica: Medo de Desafios Material: caixa.. ninguém vai poder ajudar. Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa...... Quando a múica for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa. O ladrão foi um homem....V F ? 5...... Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que são colocados a nossa frente.... Objetivos: O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam representar perigo ou vergonha. V F ? 3. O homem que abriu a máquina registradora era o proprietário.. Procedimento: A técnica busca verificar se a turma aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo........ Começa a brincadeira. olhar fixamente nos olhos desse companheiro que por sua vez não pode sorrir... dois membros serão escolhidos com a música e passando a bola de mão em mão nos dois grupos.... ... (O jovem não pode repartir o presente com ninguém). Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo....

3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2. Os participantes deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. Começa a complicar. Se ambos ainda empatarem. No final o instrutor deverá conduzir o grupo a trocar os corações. 4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3. é um risco. Se acertar. uns ajudando aos outros. então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. Se um deles não souber responder. 2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1. escolhem dois membros de cada grupo que vão fazer a dança das cadeiras somente ficará na cadeira aquele que responder a pergunta que agora será falso ou verdadeiro. Ricardo José Rodrigues Dinâmica: Dinâmica do Amor Objetivo: Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos. A situação fica bem divertida. Fazer a troca de cartões com uma música apropriada. os dois membros vão ao centro e tiram par ou ímpar. o coração do moço. as pessoas que ele amou e que o amaram. Fica Fácil. Ou o que quer que seu coração esteja cheio. O facilitador começa a fazer perguntas para os grupos sobre os momentos em que as perguntas foram feitas e sobre as tomadas de decisão.. ora o outro. É claro que o tema é definido anteriormente em sala de aula mas não é dito a razão de ser lido o tema. Dinâmica: do 1. ora um começa. ele terá que arriscar pontos ou passar para outro membro então o outro grupo opositor vai escolher o membro que vai responder. Procedimento: Para início de ano Ler o texto ou contar a história do "Coração partido" . depois coloca a mensagem que o Grupo deve trabalhar como um todo e que nesta dinâmica todos venceram porque aprenderam sobre o valor da tomada de decisões e que puderam traçar metas para atingir um objetivo. sem nenhuma ruga. Mesmo que sobre um.. Então temos uma mensagem QUE SEJA UM! Assim é nossa missão na Terra a gente trabalha pela felicidade do Mundo porque somos parte desta humanidade. Cada um grupo pode escolher o membro e definir os pontos que arrisca. 3 Objetivo: Quebra-gelo Procedimento: 1º momento: Formam-se duplas e então solicite para que os dois comecem a contar de um a três. batam palma. Aquelas marcas representavam sua vivência. que dêm uma "reboladinha". Finalmente todos concordaram. esta dinâmica mostra que nada na vida é fácil e tudo decorre de decisões e riscos tanto dos líderes quanto da liderança e que toda decisão vai agir sobre toda a ação do grupo. ele pode pedir ajuda a um dos membros do seu grupo mas agora quem escolhe é o membro que vai dar a resposta é o membro opositor. É uma reflexão sobre o que fazemos individualmente mas que age sobre o grupo que vivemos e fazemos parte. o número 3 deve ser pronunciado normalmente. Se o grupo empatar. o vencedor escolhe X ou O (bolinha) e inicia a brincadeira. tipo: Coração de Estudante.Ao terminar a música. cada um pode arriscar pontos em um jogo da forca onde será dado uma única vez a dica da palavra." Após contar o texto distribuir um recorte de coração (chamex dobrado ao meio e cortado em forma de coração). não tinha a experiência do velho. revistas. Se errar. Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais bonito. Isto é que se deve fazer em sala de aula. é o campeão. Fazer a colagem e apresentar ao grupo. . com tantas marcas?" O bom velhinho. sem nenhum estrago. O facilitador passa a pergunta ao grupo que perdeu. Na verdade. Grato. cola e tesoura. que batam com as duas mãos na barriga. O meu coração está cheio de. Cada membro do grupo vem para frente e vai responder a pergunta. todos em conjunto.Certo homem estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. os outros números devem ser pronunciados normalmente. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito pois nele havia. Não tem sorteios. A reunião de pessoas para um mesmo objetivo deve ser direcionada para uma vitória do todo. 2. Depois cada um vai receber um coração menor e será instruído que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração. Canção da América ou outra. O Grupo escolhe um dos membros para falar. esta escolha é por sorteio dentro do grupo. entregar o seu coração a outro.. Seu coração era lindo. apesar de lisinho.

confiança. aprendizado. apoio.. Aplicada ao público a partir de 9 anos Dinâmica: “dos problemas” Material: Bexiga. Depois destas colocações. cooperação. um a um deverão ler e fazer um comentário para o grupo. o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado. todos deverão colocar suas máscaras e fazer um mini teatro improvisado. prazer. O resultado foi maravilhoso ! Espero que gostem. Ele pedirá aos participantes que estorem as bexigas e peguem o seu papel com o seu ingrediente.. Organizar em subgrupos para que cada participante escolha: A máscara com que mais se identifica. Eu trabalhei esta dinâmica com dois grupos bem diferentes. solidariedade. etc. afixá-la no palito de churrasco para que cada um se apresente falando de si através da mascara. crítica. Formar um círculo para que cada participante escolha um dos integrantes do grupo para lhe dizer o que vê atraz de sua máscara. que fale dele no momento atual. A partir da sua máscara confeccionada. A máscara que gostaria de usar. Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes deixarem sua bexiga no ar e sentarem. intrigas. troca. através da representação. fofocas. diálogo. o que aquela palavra significa para ele. 2. inimizade. um foi um grupo de funcionários de uma empresa de óculos de Franca. A máscara com que não se identifica. papéis diversos e coloridos. tesouras.. uma bexiga vazia para cada participante. Após concluir a atividade em subgrupo. Esta dinâmica foi baseada na teoria de Vygotsky. Dinâmica: "Cabra cega no curral" . humildade. etc. tolerância. tintas. palitos de churrasco.amizade. o facilitador dará os ingredientes para todos os problemas. Abraços. para a formação da subjetividade e intersubjetividade do indivíduo. 3. o que ele sentiu. 7. 6. para mostrar que não é tão difícil resolvermos problemas quando estamos juntos. e a outro de professoras do ensino infantil pré-escolar. os restantes continuam no jogo.Dinâmica: “Convivendo com Máscaras” Objetivo: Proporcionar o exercício da auto e heteropercepção. CD com a música quem é você (Chico Buarque) Procedimento: 1. Quando o facilitador perceber que quem ficou no centro não está dando conta de segurar todos os problemas peça para que todos voltem ao círculo e então ele pergunta: 1) a quem ficou no centro. Fechamento da vivência. tranquilidade. aceitação. alegria. competições. motivação. tira de papel Procedimento: Formação em círculo. 2) a quem saiu. paciência. depois com os outros participantes sem deixar a mesma cair. Com a música de fundo cada participante é convidado a construir uma máscara com os materiais disponíveis na sala. desinteresse. (as palavras devem ser feitas de acordo com o seu objetivo. Material: Cartolina colorida. Abrir para discussões no grupo. com um tira de papel dentro (que terá uma palavra para o final da dinâmica) O facilitador dirá para o grupo que aquelas bexigas são os problemas que enfretamos no nosso dia-a-dia (de acordo com a vivência de cada um). Cada um deverá encher a sua bexiga e brincar com ela jogando-a para cima com as diversas partes do corpo. 5. Dicas de palavras ou melhores ingredientes:. colas.. 4. visando o processo criativo.

o participante que já foi tocado não poderá repetir. Não pode ser dobrado. por este motivo devemos respeitar o ponto de vista do outro. Procedimento: Todos em círculo. o aluno deverá ir para qualquer direção de modo que se encoste a outra que estará sentada. Material: Pedaço de papel em branco. segurando o pirulito e de pé. todos percebem a mesma situação de diversas maneiras. Dinâmica: "Urso de pelúcia" Objetivo: mostrar que o outro é importante pra nossa vida Material: um urso de pelúcia Procedimento: Forme um círculo com todos e passe o urso de mão em mão. Procedimento: ORGANIZAÇÃO: Escreva tarefas para serem realizadas pelos alunos. Primeiro solicita-se que desembrulhem o pirulito. Dinâmica: "DNA/Herança Genética" Objetivo: Descobrir os traços de personalidade herdados da família Material: 1 Folha A4 para cada participante. dando o sinal. que somos multifacetados. já na posição correta (braço estendido. Dinâmica: " das diferenças " Material: Pedaço de papel em branco. É importante ressaltar sempre que não se pode tirar o lápis ou caneta do papel. O condutor da dinâmica pede que ao dar um sinal todos desenhem o que ele pedir sem tirar a caneta do papel. Todos mostram seus desenhos. quem estiver com o urso deverá falar o que tem vontade de fazer com ele. Pede que desenhem um rosto com olhos e nariz. recorte-ás e as coloque dentro de um saco plástico para serem sorteadas. Continuem os desenhos fazendo um pescoço e um tronco. escolha o primeiro participante e coloque o pano sobre os seus olhos. que só há uma: oferecer o pirulito para a pessoa ao lado!!! Assim. faça um círculo com as cadeiras e coloque os alunos nas mesmas. lápis de cor ou giz de cera. portanto. esta não deverá sair do lugar. se quiser. Música ambiente. Ele pede que iniciem. pede que desenhem uma boca cheia de dentes. dá a seguinte orientação: sem sair do lugar em que estão. cada um pode sentar e continuar chupando. Abre-se a discussão que tem como fundamento maior dar abertura sobre a reflexão de quanto precisamos do outro para chegar a algum objetivo e de é ajudando ao aoutro que seremos ajudados. pode-se utilizar a mão esquerda. principalmente os alunos vindos de outras escolas. todos devem chupar o pirulito! Aguardar até que alguém tenha a iniciativa de imaginar como executar esta tarefa. automaticamente. apenas levado para a direita ou esquerda. de modo o que todos participem. Para isso. É dado um pirulito para cada participante. coloque-o dentro do círculo e movimente-o de modo que perca a direção inicial. pano preto para cobrir os olhos e cadeiras. O mediador da dinâmica recolhe os papéis e em seguida. O participante que for tocado deverá se apresentar e sortear uma tarefa a ser realizada por ele mesmo. de pé. os demais irão oferecer e todos poderão chupar o pirulito. porém com visões de mundo diferentes. mas sem dobrá-lo. em círculo). caneta Procedimento: O condutor da dinâmica distribui folhas de papel sulfite em branco e canetas para o grupo. Canetas hidrocor. . Encerra-se a dinâmica. O condutor da dinâmica ressalta que não há nenhum desenho igual ao outro.Objetivo: Proposta da atividade: e fazer com que o grupo se conheça de modo divertido. com o braço estendido. e os seguintes comandos: todos devem segurar o pirulito com a mão direita. Dinâmica: "Auxílio mútuo" Objetivo: Para reflexão da importância do próximo em nossa vida Material: Pirulito para cada participante. No final que todos falarem deve-se pedir para que façam o mesmo que fizeram com o urso com a pessoa do lado. saco plástico. A mão esquerda fica livre. Em seguida. Pede que todos parem de desenhar. o pirulito que lhe foi oferecido. caneta.

para cada membro participante e para cada grupo. Às vezes um comportamento ou atitude revela uma característica do avô. deverá ler e assinar as declarações consideradas verdadeiras. Tempo exigido: quarenta minutos. Após o término dos desenhos. Coloque música ambiente. à nossa história de vida pessoal baseada nos valores e comportamentos familiares. Demonstrar como a busca do consenso melhora a decisão. qual foi mais confortável anotar? Por que? Que característica você nota em seus familiares e você ainda não possui? Deseja possuir? Que sentimentos este exercício trouxe à tona? Que herança é mais fácil herdar? Características ou valores financeiros? Dinâmicas de Grupo Envie sua dinâmica e enriqueça nossa página ! Quero enviar minha idéia 19.Uma cópia da história da “Máquina Registradora”. . Este exercício irá promover no grupo uma apresentação grupal a partir das qualidades da árvore genealógica de cada um. B. aproximadamente. Na parte C o participante deverá desenhar Pai e Mãe e seguir o exercício anotando a principal qualidade que nota nos pais e também a principal falha. Procedimento: 1. Entregue uma folha A4 para cada participante. simultaneamente. Tempo: 25 min. da tia.Lápis ou caneta. o coordenador orienta o grupo a sentarem-se em trio e comentar sobre suas heranças.A História da “Máquina Registrada” Exercício de Decisão Grupal Objetivos: 1. falsas ou desconhecidas. Material utilizado: . sendo possível.. Análise A análise deste jogo se dá pela valorização que damos à genética. Que personagem da família foi mais fácil desenhar? Dentre as qualidades que você herdou. C e D. Na parte D ele deverá desenhar um auto-retrato (como ele se vê) e observando as qualidades e falhas da família. Explorar o impacto que as suposições têm sobre a decisão. orientar vários subgrupos. Na parte A o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós maternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um dos avós maternos. do pai.Procedimento: Deve ser acima de 15 participantes . O coordenador reflete com o grupo as características genéticas que herdamos de nossos parentes mais próximos. Dinâmica . Da percepção que temos do espaço social chamado Família.. deverá anotar que características herdou e de quem herdou. . 2. Na parte B o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós paternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um também vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um deles. O animador distribui uma cópia da história da “Máquina Registradora” para cada membro participante que durante sete a dez minutos. Escrever também na folha o nome e a idade. Tamanho do grupo: Subgrupos formados com cinco a sete membros. Dobre-a em 4 partes e nomeie as partes com sendo A.

.. Embora houvesse dinheiro na máquina registradora. O proprietário abre uma máquina registradora. Um homem apareceu assim que o proprietário acendeu as luzes de sua loja de calçados .. V F ? 9... V F ? 2.... V F ? 8. por mais que pareça tudo tão desesperador...... Em continuação. focalizando-se sobretudo o impacto que as suposições causam sobre a decisão e os valores do grupo. V F ? 7. Objetivos: O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam representar perigo ou vergonha.. V F ? Contribuição enviada pelo usuário: José Carlos Versuri ........ com a música ligada.... (a declaração número 3 é falsa.. V F ? 11... chocolate e aparelho de som (rádio ou CD).V F ? 5...Ceará e Brasil ....... haverá um breve comentário acerca da experiência vivida.. Contribuição enviada pela usuária: Kelma de Freitas .. Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que são colocados a nossa frente.. Começa a brincadeira... O proprietário da loja de calçados retirou o conteúdo da máquina registradora e fugiu . Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa..V F ? 6... V F ? 4. O ladrão pediu dinheiro ao proprietário . falsas ou desconhecidas.. durante doze a quinze minutos.. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo.... Declaração acerca da história: Verdadeiro – Falso .... Procedimento: Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro. a história não diz a quantidade.... para um trabalho de consenso de grupo.SP 20... ninguém vai poder ajudar... V F ? 3.Mauá . O animador...... Depois que o homem que pediu o dinheiro apanhou o conteúdo da máquina registradora. e todas as demais são desconhecidas).. A seguir. serão formados subgrupos de cinco a sete membros. dizendo que pode ser uma tarefa extremamente dificil ou vergonhosa)... quando surge um homem pedindo dinheiro. um homem que pediu dinheiro é um membro da polícia . Exercício da “Máquina Registradora” A HISTÓRIA: Um negociante acaba de acender as luzes de uma loja de calçados. O homem não pediu dinheiro. fugiu.. Independente do que seja. e a do número 6 é verdadeira. Quando a múica for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa........ Os seguintes acontecimentos da história são verdadeiros: alguém pediu dinheiro – uma máquina registradora foi aberta – seu dinheiro foi retirado ........ Alguém abriu uma máquina registradora....Fortaleza.. (O jovem não pode repartir o presente com ninguém). a seguir.. Um membro da polícia é imediatamente avisado... registrando novamente as declarações consideradas verdadeiras. e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar..é importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem. o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa....... A história registra uma série de acontecimentos que envolveu três pessoas: o proprietário... anuncia as respostas corretas... V F ? 10.. o final pode ser uma feliz notícia. O ladrão foi um homem. vamos brincar de batata quente com ela.2. devem ir passando a caixa de um para o outro. 3.. O conteúdo da máquina registradora é retirado e o homem corre.Desconhecido 1.. O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida. recebendo cada subgrupo uma cópia da história da “Máquina Registradora”......... O homem que abriu a máquina registradora era o proprietário... Dinâmica: Medo de Desafios Material: caixa. 4...

uma fita cassete. É claro que o tema é definido anteriormente em sala de aula mas não é dito a razão de ser lido o tema. ele pode pedir ajuda a um dos membros do seu grupo mas agora quem escolhe é o membro que vai dar a resposta é o membro opositor. Contribuição enviada pela usuária: Renata Galerani Evangelista . Fica Fácil. . Giz. Cada membro do grupo vem para frente e vai responder a pergunta. ele terá que arriscar pontos ou passar para outro membro então o outro grupo opositor vai escolher o membro que vai responder.Ex-catequista . que dêm uma "reboladinha". Vence quem terminar a brincadeira com mais "dinheiro". os dois membros vão ao centro e tiram par ou ímpar. esta escolha é por sorteio dentro do grupo. Cada um grupo pode escolher o membro e definir os pontos que arrisca. Se errar. todos em conjunto. batam palma. Se um deles não souber responder. A reunião de pessoas para um mesmo objetivo deve ser direcionada para uma vitória do todo. O Grupo escolhe um dos membros para falar. cada um pode arriscar pontos em um jogo da forca onde será dado uma única vez a dica da palavra. O facilitador começa a fazer perguntas para os grupos sobre os momentos em que as perguntas foram feitas e sobre as tomadas de decisão. O facilitador passa a pergunta ao grupo que perdeu. ora o outro. A situação fica bem divertida. ora um começa.CRUZEIRO . uma bola ou um objeto. Cada grupo elegerá um nome dentro do tema. o vencedor escolhe X ou O (bolinha) e inicia a brincadeira. Adm. em seguida devem parar em sua frente. 3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2.000. Dinâmica: do 1. o número 3 deve ser pronunciado normalmente.DF 23. Procedimento: A técnica busca verificar se a turma aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo. esta dinâmica mostra que nada na vida é fácil e tudo decorre de decisões e riscos tanto dos líderes quanto da liderança e que toda decisão vai agir sobre toda a ação do grupo. é o campeão. Perguntas da matéria elaboradas pelo facilitador. Se acertar. Ricardo José Rodrigues . Dado o sinal os alunos deverão sair e procurar um companheiro. Dinâmica: Verificação se aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo Material: Quadro Negro. O professor distribuirá para cada pessoa do grupo 5 bolinhas de papel. Na verdade. os outros números devem ser pronunciados normalmente. Então temos uma mensagem QUE SEJA UM! Assim é nossa missão na Terra a gente trabalha pela felicidade do Mundo porque somos parte desta humanidade. Contribuição enviada pelo usuário: TORQUATO . Dinâmica: Sorriso Milionário Material: bolinhas de papel amassado Procedimento: Essa dinâmica é usada para descontrair e integrar o grupo de uma forma divertida. Grato. uns ajudando aos outros.21. Se ambos ainda empatarem. que batam com as duas mãos na barriga. é um risco. Não tem sorteios. escolhem dois membros de cada grupo que vão fazer a dança das cadeiras somente ficará na cadeira aquele que responder a pergunta que agora será falso ou verdadeiro. 2. essas deverão estar dispersas no local onde será realizada a brincadeira. depois coloca a mensagem que o Grupo deve trabalhar como um todo e que nesta dinâmica todos venceram porque aprenderam sobre o valor da tomada de decisões e que puderam traçar metas para atingir um objetivo. Começa a complicar. Se o grupo empatar.00. 3 Objetivo: Quebra-gelo Procedimento: 1º momento: Formam-se duplas e então solicite para que os dois comecem a contar de um a três. Cada bolinha vale R$1. Ao terminar a música.Téc. 4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3. que será o milionário. 2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1. dois membros serão escolhidos com a música e passando a bola de mão em mão nos dois grupos. olhar fixamente nos olhos desse companheiro que por sua vez não pode sorrir. É uma reflexão sobre o que fazemos individualmente mas que age sobre o grupo que vivemos e fazemos parte. Isto é que se deve fazer em sala de aula. O facilitador começa fazendo um joguinho da velha. Mesmo que sobre um. Quem sorrir primeiro paga uma bolinha para a pessoa a quem sorriu.Lençóis Paulista 22.

Contribuição enviada pelo usuário: Ricardo José Rodrigues - Coordenador - São Paulo -SP

24. Dinâmica: Dinâmica do Amor
Objetivo: Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos. Procedimento:

Para início de ano Ler o texto ou contar a história do "Coração partido" - Certo homem estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. Seu coração era lindo, sem nenhuma ruga, sem nenhum estrago. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito pois nele havia. Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais bonito, com tantas marcas?" O bom velhinho, então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. Aquelas marcas representavam sua vivência, as pessoas que ele amou e que o amaram. Fianlmente todos concordaram, o coração do moço, apesar de lisinho, não tinha a experiência do velho." Após contar o texto distribuir um recorte de coração (chamex dobrado ao meio e cortado em forma de coração), revistas, cola e tesoura. Os participantes deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. Fazer a colagem e apresentar ao grupo. Depois cada um vai receber um coração menor e será instruido que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração. Ou o que quer que seu coração esteja cheio.. O meu coração está cheio de... No final o instrutor deverá conduzir o grupo a trocar os corações, entregar o seu coração a outro. Fazer a troca de cartões com uma música apropriada, tipo: Coração de Estudante, Canção da América ou outra. Contribuição enviada pela usuária: Tereza Cristina da Silveira Carvalho - Professora- Goiânia- GO

25. Dinâmica: “Convivendo com Máscaras”
Objetivo: Proporcionar o exercício da auto e heteropercepção. Material: Cartolina colorida, tintas, colas, tesouras, papéis diversos e coloridos, palitos de churrasco, CD com a música quem é

você (Chico Buarque)
Procedimento:

1. Com a música de fundo cada participante é convidado a construir uma máscara com os materiais disponíveis na sala, que fale dele no momento atual. 2. A partir da sua máscara confeccionada, afixá-la no palito de churrasco para que cada um se apresente falando de si através da mascara. 3. Organizar em subgrupos para que cada participante escolha: A máscara com que mais se identifica; A máscara com que não se identifica; A máscara que gostaria de usar. 4. Após concluir a atividade em subgrupo, todos deverão colocar suas máscaras e fazer um mini teatro improvisado. 5. Formar um círculo para que cada participante escolha um dos integrantes do grupo para lhe dizer o que vê atraz de sua máscara... 6. Abrir para discussões no grupo. 7. Fechamento da vivência. Esta dinâmica foi baseada na teoria de Vygotsky, visando o processo criativo, através da representação, para a formação da subjetividade e intersubjetividade do indivíduo. Aplicada ao público a partir de 9 anos Contribuição enviada pela usuária: Taise Helena soares da Costa - RJ - RJ

26. Dinâmica: “dos problemas”
Material: Bexiga, tira de papel Procedimento:

Formação em círculo, uma bexiga vazia para cada participante, com um tira de papel dentro (que terá uma palavra para o final da dinâmica) O o facilitador dirá para o grupo que aquelas bexigas são os problemas que enfretamos no nosso dia-a-dia(de acordo com a vivência de cada um), desinteresse, intrigas, fofocas, competições, inimizade, etc. Cada um deverá encher a sua bexiga e brincar com ela jogando-a para cima com as diversas partes do corpo, depois com os

outros participantes sem deixar a mesma cair. Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes deixarem sua bexiga no ar e sentarem, os restantes continuam no jogo. Quando o facilitador perceber que quem ficou no centro não está dando conta de segurar todos os problemas peça para que todos voltem ao círculo e então ele pergunta: 1) a quem ficou no centro, o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado; 2) a quem saiu, o que ele sentiu. Depois destas colocações, o facilitador dará os ingredientes para todos os problemas, para mostrar que não é tão dificil resolvermos problemas quando estamos juntos. Ele perdirá aos participantres que estorem as bexigas e peguem o seu papel com o seu ingrediente, um a um deverão ler e fazer um comentário para o grupo, o que aquela palavra significa para ele. Dicas de palavras ou melhores ingredientes:- amizade, solidariedade, confiança, cooperação, apoio, aprendizado, humildade, tolerância, paciência, diálogo, alegria, prazer, tranquilidade, troca, crítica, motivação, aceitação, etc... (as palavras devem ser feitas de acordo com o seu objetivo. Eu tratabalhei esta dinâmica com dois grupos bem diferentes, um foi um grupo de funcionários de uma empresa de óculos de Franca, e a outro de professoras do ensino infantil pré-escolar. O resultado foi maravilhoso ! Espero que gostem. Abraços. Contribuição enviada pela usuária: Carminha Braga - Franca

27. Dinâmica: "Cabra cega no curral"
Objetivo: Proposta da atividade: e fazer com que o grupo se conheça de modo divertido, principalmente os alunos vindos de

outras escolas. Material: Pedaço de papel em branco, caneta, saco plastico, pano preto para cobrir os olhos e cadeiras.
Procedimento:

ORGANIZAÇÃO: Escreva tarefas para serem realizadas pelos alunos; recorte-ás e as coloque dentro de um saco plástico para serem sorteadas; faça um círculo com as cadeiras e coloque os alunos nas mesmas; escolha o primeiro participante e coloque o pano sobre os seus olhos; coloque-o dentro do círculo e movimente-o de modo que perca a direção inicial; o aluno deverá ir para qualquer direção de modo que encoste em outra que estará sentada, esta não deverá sair do lugar. O participante que for tocado, deverá se apresentar e sortear uma tarefa a ser realizada por ele mesmo; o participante que já foi tocado não poderá repetir, de modo o que todos participem. Contribuição enviada pelo usuário: Hudson Azevedo Pinheiro- Duque de Caxias - RJ

28. Dinâmica: " das diferenças "
Material: Pedaço de papel em branco, caneta Procedimento:

O condutor da dinâmica distribui folhas de papel sulfite em branco e canetas para o grupo. O condutor da dinâmica pede que ao dar um sinal todos desenhem o que ele pedir sem tirar a caneta do papel. Ele pede que iniciem, dando o sinal. Pede que desenhem um rosto com olhos e nariz. Em seguida, pede que desenhem uma boca cheia de dentes. continuem o desenho fazendo um pescoço e um tronco. É importante ressaltar sempre que não se pode tirar o lápis ou caneta do papel. Pede que todos parem de desenhar. Todos mostram seus desenhos. O condutor da dinâmica ressalta que não há nenhum desenho igual ao outro, portanto, todos percebem a mesma situação de diversas maneiras, que somos multifacetados, porém com visões de mundo diferentes, por este motivo devemos respeitar o ponto de vista do outro. Contribuição enviada pela usuária: Maria Apasrecida Fontes Martinez - Curitiba

29. Dinâmica: "Auxílio mútuo"
Objetivo: Para reflexão da importância do próximo em nossa vida

Material: Pirulito para cada participante. Procedimento:

Todos em círculo, de pé. É dado um pirulito para cada participante, e os seguintes comandos: todos devem segurar o pirulito com a mão direita, com o braço estendido. Não pode ser dobrado, apenas levado para a direita ou esquerda, mas sem dobrá-lo. A mão esquerda fica livre. Primeiro solicita-se que desembrulhem o pirulito, já na posição correta (braço estendido, segurando o pirulito e de pé, em círculo). Para isso, pode-se utilizar a mão esquerda. O mediador da dinâmica, recolhe os papéis e em seguida, dá a seguinte orientação: sem sair do lugar em que estão, todos devem chupar o pirulito! Aguardar até que alguém tenha a iniciativa de imaginar como executar esta tarefa, que só há uma: oferecer o pirulito para a pessoa ao lado!!! Assim, automaticamente, os demais irão oferecer e todos poderão chupar o pirulito. Encerra-se a dinâmica, cada um pode sentar e continuar chupando, se quiser, o pirulito que lhe foi oferecido. Abre-se a discussão que tem como fundamento maior dar abertura sobre a reflexão de quanto precisamos do outro para chegar a algum objetivo e de é ajudando ao aoutro que seremos ajudados. Contribuição enviada pela usuária: Marta Cristina Nonato Marques- Governador valadares - MG

30. Dinâmica: "Urso de pelúcia"
Objetivo: mostrar que o outro é importante pra nossa vida Material: um urso de pelúcia Procedimento:

Forme um círculo com todos e passe o urso de mão em mão, quem estiver com o urso deverá falar o que tem vontade de fazer com ele. No final que todos falarem deve-se pedir para que façam o mesmo que fizeram com o urso com a pessoa do lado. Contribuição enviada pela usuária: Renata - RJ

31. Dinâmica: "DNA/Herança Genética"
Objetivo: Descobrir os traços de personalidade herdados da família Material: 1 Folha A4 para cada participante, Canetas hidrocor, lápis de cor ou giz de cera, Música ambiente. Procedimento: Deve ser acima de 15 participantes . Tempo: 25 min.

O coordenador reflete com o grupo as características genéticas que herdamos de nossos parentes mais próximos. Às vezes um comportamento ou atitude revela uma característica do avô, do pai, da tia... Este exercício irá promover no grupo uma apresentação grupal a partir das qualidades da árvore genealógica de cada um. Entregue uma folha A4 para cada participante. Dobre-a em 4 partes e nomeie as partes com sendo A, B, C e D. Coloque música ambiente. Na parte A o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós maternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um dos avós maternos. Na parte B o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós paternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um também vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um deles. Na parte C o participante deverá desenhar Pai e Mãe e seguir o exercício anotando a principal qualidade que nota nos pais e também a principal falha. Na parte D ele deverá desenhar um auto-retrato (como ele se vê)e observando as qualidades e falhas da família, deverá anotar que características herdou e de quem herdou. Escrever também na folha o nome e a idade. Após o término dos desenhos, o coordenador orienta o grupo a sentarem-se em trio e comentar sobre suas heranças.
Análise

A análise deste jogo se dá pela valorização que damos à genética, à nossa história de vida pessoal baseada nos valores e comportamentos familiares. Da percepção que temos do espaço social chamado Família. Que personagem da família foi mais fácil desenhar? Dentre as qualidades que você herdou, qual foi mais confortável anotar? Por que? Que característica você nota em seus familiares e você ainda não possui? Deseja possuir? Que sentimentos este exercício trouxe à tona? Que herança é mais fácil herdar? Características ou valores financeiros? Contribuição enviada pela usuário: Marcos Rogério - consultor em dinâmicas de grupo e tecnologia educacional.