SEGUEM ALGUMAS DINÂMICAS: DESCUBRA A SENHA

Como Fazer: 1. Dá-se um tema (exemplo: Pic-nic). 2. O líder pede aos participantes que citem palavras relacionadas ao tema, mas que ao mesmo tempo deverá obedecer aos critérios de uma senha conhecida apenas pelo líder. 3. O líder deverá limitar-se a dizer se a palavra tem ou não relação com o tema/senha, até que os participantes descubram qual a senha (por exemplo: palavras trissílabas).

DE QUEM SERÁ O PRESENTE?
Material: Um presente (pode ser bombons com mensagens, ou outra lembrancinha, mas que tenha uma para cada pessoa. Deve estar em uma caixa bonita de presente, que desperte a curiosidade de todos.). Como Fazer: a) Pensar em pessoas que sejam organizadas, felizes, meigas, extrovertidas, corajosa, inteligente, simpáticas, dinâmicas, solidárias, alegres, elegantes, bonitas, transmite paz. (Se quiser pode acrescentar mais algum, de acordo com o grupo) b) Comece fazendo o sorteio entre todos os participantes, sorteando uma pessoa. 1. Parabéns!! Você tem muita sorte, foi sorteado com este presente. Ele simboliza a compreensão, a confraternização e a amizade que temos e ampliaremos. Mas o presente não será seu. Observe os amigos e aquele que considera mais organizado será o ganhador dele. 2. A organização é algo de grande valor e você é possuidor desta virtude, irá levantar-se para entregar este presente ao amigo que você achar mais feliz. 3. Você é feliz, construa sempre a sua felicidade em bases sólidas. A felicidade não depende dos outros, mas de todos nós mesmos, mas o presente ainda não será seu. Entregue-o para uma pessoa que na sua opinião é muito meiga. 4. A meiguice é algo muito raro, e você a possui, parabéns. mas o presente ainda não será seu. E você com jeito amigo não vai fazer questão de entregá-lo a quem você acha mais extrovertida. 5. Por ter este jeito tão extrovertido é que você está sendo escolhido para receber este presente, mas infelizmente ele é seu, passe-o para quem você considera muito corajoso. 6. Você foi contemplada com este presente, e agora demonstrando a virtude da coragem pela qual você foi escolhida para recebe-lo, entregue-o para quem você acha mais inteligente. 7. A inteligência nos foi dada por Deus, parabéns por ter encontrado espaço para demonstrar este talento, pois muitos de nossos irmãos são inteligentes, mas a sociedade muitas vezes os impede que desenvolvam sua inteligência. Agora passe o presente para quem você acha mais simpático. 8.Para comemorar a escolha distribua largos sorrisos aos amigos, o mundo está tão amargo e para melhorar um pouco necessitamos de pessoas simpáticas como você. Parabéns pela simpatia, não fique triste, o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais dinâmica. 9. Dinamismo é a fortaleza, coragem, compromisso e energia. Seja sempre agente multiplicador de boas idéias e boas ações em seu meio. Precisamos de pessoas como você, parabéns, mas passe o presente a quem você acha mais solidário. 10. Solidariedade é a coisa rara no mundo em que vivemos, de pessoas egocêntricas. Você está de parabéns por ser solidário com seus colegas, mas o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais alegre. 11. Alegria!!! Você nessa reunião poderá fazer renascer em muitos corações a alegria de viver, pessoas alegres como você transmitem otimismo e alto astral. Com sua alegria passe o presente a quem você acha mais elegante. 12. Parabéns a elegância completa a citação humana e sua presença se torna mais marcante, mas o presente não será seu, passe-o para aquele amigo que você acha mais bonito. 13. Que bom!!! Você foi escolhido o amigo mais bonito entre o grupo, por isso mostre desfilando para todos observarem o quanto você é bonito. Mas o presente não será seu, passe-o para quem lhe transmite paz. 14. O mundo inteiro clama por paz e você gratuitamente transmite esta tão riqueza, parabéns!!! Você está fazendo falta as grandes potências do mundo, responsáveis por tantos conflitos entre a humanidade. O presente é seu!!! Pode abri-lo. (espere a pessoa começar a abrir o presente e antes de completar, pede para esperar um pouco e continua lendo). Com muita paz, abra o presente e passe-o a todos os seus amigos e deseje-lhes em nome de todos nós, muita paz.

FAZENDO FEIRA

Objetivo: Essa brincadeira visa integração, ao contar uma história, a criança se desinibe diante do grupo, além de desenvolver criatividade, coordenação motora e rapidez de raciocínio. Material: Com antecedência, o catequista deve preparar crachás coloridos com cores de frutas (amarela, laranja, roxa, vermelha, verde etc.), escrever o nome dos catequizandos e entregar no início do encontro. Como Fazer: Os catequizandos devem estar sentados em círculo. O catequista em pé, no meio da roda, explica a brincadeira: a história que vou contar é sobre uma feira. Mas atenção! Quando eu disser o nome da fruta, aquele que estiver com o crachá da cor dessa fruta deve levantar-se, rodopiar em volta de sua cadeira e voltar a sentar. Quando eu disser a palavra SACOLA, todos fazem a feira e mudam de cadeira. O catequista senta-se numa das cadeiras, para que um dos catequizandos fique sobrando e tenha que continuar a história.

LOCOMOTIVA
Objetivo: De forma divertida, podemos memorizar os cinco Mandamentos da Igreja. Cada vagão da locomotiva representará um mandamento, e a locomotiva será o cristão. A locomotiva só poderá partir assim que todos os vagões estiverem ligados a ela. O catequizando só será capaz de percorrer os trilhos da evangelização se transportar com a sua vida os cinco Mandamentos, ou seja, as cinco dicas que o tornarão um verdadeiro cristão. Como Fazer: Trace duas linhas paralelas á distância de 10m, uma partida outra para chegada. Dividida seu grupo de catequizandos e forme duas fileiras distantes uma da outra. Um dos jogadores de cada equipe ficará atrás da linha de chegada, ele será a locomotiva. Os demais jogadores representarão os vagões e ficarão em posição.

AMARELINHA
Objetivo: Assimilar os Dez Mandamentos da lei de Deus. Conscientizar o catequizando de que seguir os Dez Mandamentos o aproximará ainda mais de Deus. Material: Giz de lousa para riscar a amarelinha no chão. Tampinha de garrafa ou um objeto com que se possa marcar a casa da amarelinha. Como Fazer: Com um giz, risque no chão os desenhos da amarelinha. tire a sorte para ver quem começa. De fora da amarelinha, jogue uma tampinha, que deverá cair na casa de número1. Antes de pular diga o Primeiro Mandamento e depois, com um pé, comece a pular, seguindo a ordem dos números. Não pise a casa onde está a tampinha. Só coloque os dois pés no chão quando houver uma casa ao lado da outra. Vá pulando até chegar ao numero 2, abaixe-se, mantendo-se num pé só, pegue a tampinha e pule por cima da casa de número 1. Faça o mesmo com as outras casas. OBS: a brincadeira da amarelinha poderá ser usada para trabalhar os sacramentos também, nesse caso deve-se riscar o desenho com apenas sete casas.

CRUELDADE
Objetivos: Ao mesmo tempo em que as pessoas se descontraem, observar a importância do respeito ao outro. Material: Papel e lápis para todos. Como Fazer: 1- O coordenador da dinâmica explica que cada um terá que elaborar uma prova ridícula e aborrecida para um dos companheiros do grupo. 2- Explica que tipo de coisas podem ser propostas. 3- Uma vez escritas as provas, o líder recolherá os papéis e, muito "cruelmente", anunciará que foi modificado o regulamento do jogo, sendo que cada um terá que realizar a própria prova. Observação: O coordenador da dinâmica poderá substituir a realização das provas por uma análise de como cada um se sentiu ao saber que havia sido alterado o regulamento.

DINÂMICA DO CASTIGO
Material: Papel e caneta.

Como Fazer: 1- Distribui-se um pedaço de papel para cada pessoa. 2- Diz a todos o seguinte: Somos todos irmãos não é? Portanto, ninguém aqui vai ficar chateado se receber um castigo do irmão. Então vocês vão escolher uma pessoa, e dar um castigo à ela. 3- Isso será feito da seguinte forma: no papel deverá ser escrito o nome de quem vai dar o castigo, o castigo em si e o nome de quem vai realizar o castigo. 4- Após recolher todos os papéis o animador fala o desfecho da dinâmica: Acontece que o feitiço virou contra o feiticeiro, portanto quem deu o castigo é que vai realizá-lo. Observação: Caso a pessoa não queira realizar o castigo ela receberá um castigo do grupo todo. Conclusão: Nesta dinâmica a mensagem que passa é: O que não queremos para nós, não desejamos para os outros.

DINÂMICA DO TUBARÃO
Material: Um local espaçoso. Como Fazer: 1- O animador explica a dinâmica: imaginem que agora estamos dentro de um navio, e neste navio existem apenas botes salva-vidas para um determinado número de pessoas, quando for dita a frase "Tá afundando", os participantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, e quem ficar fora do grupo será "devorado" pelo tubarão (deve ser escolhida uma pessoa com antecedência). 2- O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado, dependendo do número de pessoas. Conclusão: Responde-se às seguintes perguntas: 1) Quem são os tubarões nos dias de hoje? 2) Quem é o barco? 3) Quem são os botes? 4) Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?

ACENDER E APAGAR
Material: Uma caixa de fósforos e dez velas para cada equipe, latas de conserva cheias de areia para se colocar as velas, um apito ou sino para o animador. Como Fazer: 1- O animador divide o grupo em duas equipes, que se organizam em filas paralelas, atrás da linha de partida. 2- Em frente a cada equipe, colocam-se as velas, cobrindo o percurso que vai desde a linha de partida até a meta (15 metros). 3- O primeiro integrante de cada fila recebe uma caixa de fósforos. A um sinal do animador, correm a acender as velas. 4- Acendida a última, cada qual volta para sua fila e toca no ombro do segundo participante. Este corre a apagar as velas. 5- Ao terminar, volta para sua fila e toca no ombro do terceiro. Este corre e faz o mesmo que o primeiro participante. 6- O exercício continua assim até que a fila inteira participe. Ganha a equipe que terminar primeiro. Conclusão: Para meditar: Para que serviu a experiência?

CARTA DE DESPEDIDA
Objetivos: Avaliar o momento concreto que esta sendo vivido pelo grupo através da verbalização das emoções. Material: Papel e caneta para cada um. Como Fazer: 1- Cada participante escreverá numa folha uma carta de despedida do grupo. 2- Nessa carta, deve comentar: a) o como está se sentindo em relação ao grupo,

b) o que estava sendo o mais importante, c) se estava gostando ou não, d) do que não estava gostando, e) se vai sentir saudade... por quê? 3- O que mais quiser acrescentar. 4- Depois, as cartas são lidas em voz alta, pela própria pessoa que escreveu ou então, trocando-se os leitores. 5- Lidas todas as cartas, pode-se conversar sobre o rumo que se deve dar ao grupo para resolver o problema que se está enfrentando.

TERREMOTO
Objetivos: Pensar coletivamente, não ser egoísta. Participantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 ( 7x3 = 21, sobra um) Material: Espaço livre para que as pessoas possam se movimentar, mas quanto menor o espaço mais trombadas. Como Fazer: 1- Dividir em grupos de três pessoas, lembre-se que deverá sobrar um. 2- Cada grupo terá 2 paredes e 1 morador. 3- As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa Junina), o morador deverá ficar entre as duas paredes. 4- A pessoa que sobrar deverá gritar uma das tres opções abaixo: a) MORADOR!!! - Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. As paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa. b) PAREDE!!! - Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredes devem trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém. c) TERREMOTO!!! - Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. 5- Repetir até cansar. Observação: NUNCA dois moradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem morador. Conclusão: 1- Como se sentiram os que ficaram sem casa? 2- Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava no meio? 3- Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo? Na Escola? No Trabalho? Na Sociedade?

ROMANCE
Objetivos: Oferecer um momento de descontração e, ao mesmo tempo, trabalhar a criatividade dos participantes. Material: Lápis e papel para cada um e a lista de perguntas para o coordenador da dinâmica. Como Fazer: a) Cada participante receberá um pedaço de papel a lápis. b) A todos se pedirá que escrevam, em ordem, o seguinte (é bom que se escreva o número de cada pergunta): 1. um nome 2. um lugar diferente 3. uma idéia 4. um espaço determinado 5. um desejo 6. um número 7. sim ou não 8. uma cor qualquer 9. uma medida 10. um hábito 11. uma certa soma de dinheiro 12. uma virtude

revisão de vida. b) Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio. sem nenhuma comunicação. Palavra: 1Cor 3. papel e caneta. uma canção 14. bem no centro da mesa. então. 1. quanto dinheiro tem para gastar com ele? 12. e) Pode-se também fazer um grupão onde cada um apresenta mostrando e comentando o seu desenho. quais são os seus propósitos? 6. pedido de perdão. mostrando o seu desenho explicado-o. que canção você gostaria de escutar no seu casamento? 14. e) Perguntas: 1. . c) Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro. Material: Uma folha branca com um ponto escuro ou mancha. esquecendonos do seu lado luminoso que. dependendo do tipo de participantes. Palavra: Fl. b) Depois de um minuto de observação silenciosa. qual é o nome do seu noivo(a) 2. onde vocês vão passar a lua de mel? Observações: Esta lista pode ser aumentada ou modificada.13. Como Fazer: a) Mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro. c) Num segundo momento as pessoas se reúnem em subgrupos e se apresentam dizendo o nome. d) À pergunta 1. as perspectivas que têm. nome de uma cidade c) Assim que todos tiverem terminado esta parte.3-11 e Salmos 6 MAnCHA OU PONTO Objetivo: Oração. quase sempre. preces. o líder começará a fazer as seguintes perguntas a cada participante. Pedir. pedir que se expressem descrevendo o que viram. é convencido(a)? 8. qual é a sua maior virtude? 13. de onde vem. que número de sapato calça? 10. das pessoas..1-4 e Salmos 51 IDENTIFICAÇÃO PESSOAL COM A NATUREZA Objetivo: Auto conhecimento e preces. que tirem conclusões práticas. vai eqüivaler o que estiver escrito na primeira linha da parte do exercício. Exemplo: Em geral. qual a cor dos seus olhos? 9. quantas declaração de amor você recebeu? 7. onde se encontraram pela primeira vez? 3. d) O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu símbolo apresentando-o e justificando.. quanto tempo namoraram? 5. Material: Símbolos da natureza. nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos. é maior. MEUS SENTIMENTOS Objetivo: Apresentação e entrosamento Material: : Papel e lápis de cor Como Fazer: a) Cada um deve retratar num desenho os sentimentos. qual é o seu pior defeito? 11. que idade ele(a) tem? 4.

Quem sou eu? (enumerar seus valores. d) Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo.12-27 e Salmos 133 ESPELHO Objetivo: Partilha dos sentimentos.A vida merece ser vivida? . obedecendo ao ritmo um dos outros. os que querem ser alguém? b) Escrever numa folha: . Surgiram animadores??? Palavra: 1Cor 12. qualidades e defeitos). fazendo uma prece. . Como cada um se sentiu? 2. Repete-se a ordem várias vezes. da forma mais rápida possível e mais eficiente. Como Fazer: a) Refletir individualmente: . .. pedindo que haja silêncio.1-25 QUEM SOU EU? (2) Objetivo: Conhecimento pessoal.Como Fazer: a) Contemplação da natureza.Como cada um se sentiu ao se comunicar? . formar grupos para partilhar. muita atenção para a ordem que vai ser dada e que sejam rigorosamente fieis a ela.) dificultando a passagem. O grupo escolhe um como símbolo e formula uma prece. Processo de comunhão e união.Somente a vivem os que lutam. atingir o outro lado da sala. b) Pede silêncio absoluto. c) Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha.Como atuo para chegar no que quero? c) Terminada a reflexão pessoal.Quem mais correu ou empurrou? 4. Cada um procura um elemento na natureza que mais lhe chama a atenção e reflete: Porque o escolhi? O que ele me diz? b) Formação de pequenos grupos para partilha. Palavra: Gênese 1. (Não dizer o objetivo da dinâmica) Como Fazer: a) O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando toda parede. De que forma as lideranças foram se manifestando??? 5. pede ao grupo que recomece. Deve manter silêncio durante a dinâmica. Análise da realidade. Comentários: 1. os seus objetivos e ilusões).O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida. Material: Papel e caneta. NOTA: É bom que haja obstáculos pelo meio da sala (cadeiras. c) A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar. d) Avaliação: . Quem se sentiu esmagado e desrespeitado? 3. d) O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida.E depois da dinâmica? Palavra: Gênese 1.. Repita a ordem várias vezes.26-31 e Salmos 139 O OUTRO LADO Objetivo: Ver o objetivo comum do grupo. Ele (o coordenador) considerará a tarefa cumprida quando julgar que o grupo se aproximou do ideal alcançando o outro lado unido. Houve desistência no meio do caminho? 6. como grupo. tendo incluindo todos na travessia. .

. g) Depois se faz a partilha dos próprios sentimentos.. Material: Duas velas uma nova e outra velha. tenho a vida inteira pela frente e o que eu posso fazer e desejo é .26-27 e Salmos 127 SENSAÇÕES DE VIDA OU MORTE Objetivo: Analisar a pratica e revisão de vida. e) Analisar a dinâmica e os sentimentos. Palavra: Lc 12. olha a tampa e volta em silêncio para seu lugar. c) Depois da interiorização deve dizer: Vamos viajar porque aquela cidade fica distante (atitude de quem viaja no mar). e) Agora cada um vai encontrar a pessoa que lhe tem um grande significado. das reflexões e conclusões de cada um. Como Fazer: a) Cada participante recebe um número que não deve ser mostrado para ninguém. alguém que se ama de verdade. d) Depois dizer: o navio vai afundar só há um bote que pode salvar sete pessoas. c) Comentam-se as conclusões tiradas.. tenho apenas cinco minutos de vida... d) Deixar tempo para interiorização. c) Apaga-se a vela gasta e acenda a nova.3-7 e Salmos 8 CONSTRUÇÃO DE UMA CIDADE Objetivo: Reflexão sobre a realidade..19-24 e Salmos 1 PERFUME .. b) Eu. Palavra: Lc 15. b) Dada a ordem. acesa. Como Fazer: a) Grupo em círculo e ambiente escuro. Palavra: Mt 6.. . c) Entrar em contato com essa pessoa e pensar os motivos que os tornam tão amada. f) Analisar profundamente e iluminar com um texto bíblico. Material: Fichas com nomes de profissões. que merece todo cuidado.. Somos únicos e irrepetíveis perante ao outro.Material: Uma caixa e um espelho. e) O grupo deverá decidir quais as profissões mais urgentes que devem ser salvas. d) A vela passa de mão em mão e cada um completa a frase: Eu. Como Fazer: a) Cada participante recebe uma ficha com o nome de uma profissão e deve encarná-la.. Material: Cartões com números diferentes.1-3 e Salmos 131 NÚMEROS Objetivo: Conhecimentos pessoais. b) Cada um deve pensar em alguém que lhe seja muito importante. Poderia ser feita em minha existência e deixar de fazer. Ilumina-se o ambiente. cada um vai procurar o número igual e não acha. vai passando de mão em mão).(a vela gasta. a quem gostaria da atenção em todos os momentos.ROSA E BOMBA Objetivo: Celebração penitencial e compromisso. Palavra: Mt 7. f) Cada um em silêncio profundo se dirige até a caixa. Como Fazer: a) O ambiente deve ser silencioso. b) Por um instante analisar a importância daquela profissão.

Como Fazer: a) Forma-se duas equipes. não estimulando o compromisso solidário. chave da maleta. outros souberam reconhecer este valor em outra pessoa. c) Depois cada um vai dizer se considera ter mesmo este valor ou não. Palavra: Mt 7. c) Em seguida prendem a folha com alfinete nas costas e andam pela sala. b) Colocados. Material: Cartões com valores escritos. d) Só no final todos retiram o papel e vão ler o que os colegas acrescentaram. 7-12 e Salmos 101 VALORES Objetivo: Reconhecer os valores e qualidades. imaginariamente sobre a mesa. 12. faz o que quiser com ele e passa para o colega do lado. duas folhas de papel em branco. E se reconhece no grupo alguém que tem o mesmo valor. alguns guardam para si. Palavra: 1Cor. usar a imaginação. 6-9 e Salmos 146 VIRAR PELO AVESSO . 1-16 e Salmos 111 A MALETA Objetivo: Conscientização sobre a estrutura da sociedade que reforça a defesa dos interesses particulares. Palavra: Ef 4. e) A equipe vencedora será a que escrever primeiro e entregar a frase para o coordenador. d) Só no final da dinâmica. c) Um dos participantes pega inicialmente o vidro de perfume. um lendo os valores dos outros e acrescentando valores que reconhecem no companheiro. 46-55 VALORES II Objetivo: Ressaltar o positivo do grupo. dois apontadores iguais. estão o perfume. Como Fazer: a) Cada pessoa recebe um cartão com um valor que ela possua. Material: Folhas. outros até dividem o cartão com quem tem o mesmo valor. Como Fazer: a) O grupo deve estar em círculo.4-11 e Lucas 1. a rosa e a bomba.Material: Não há material. d) O coordenador pede que as duas equipes negociem entre si o material necessário para cumprimento da tarefa que é a seguinte: Ambas deverão escrever: "Eu tenho Pão e Trabalho". d) Faz-se o mesmo com a rosa e por último com a bomba. Palavra: 2Cor 9. dois lápis sem ponta. b) A uma equipe entrega-se a maleta chaveada. Como Fazer: a) Cada participante recebe uma folha em branco. f) A frase deve ser anotada no quadro ou em cartaz em letra grande e legível. dois lápis sem ponta e duas folhas de papel em branco dentro da maleta. c) A outra equipe entrega-se a chave da maleta e dois apontadores iguais. anotam na folha colocando o seu nome. b) Depois de refletirem um momento sobre suas qualidades. Material: Uma maleta chaveada. canetas e alfinetes. b) Deixar um momento para a reflexão pessoal.

d) Forma-se novamente o grupo maior. DEUS ESPÍRITO SANTO. Provocar um exercício de consenso.Por fim peça para escreverem a seguinte frase: SEM A LUZ DE DEUS PAI. a seguir. d) depois de conseguir virar pelo avesso. a fim de demonstrar sua dificuldade. principalmente quando os valores e conceitos morais estão em jogo. . . onde deverão dar um pulo para frente sem colocar o outro pé no chão. nariz e boca. o grupo deverá desvirar. Comentário: Sem a luz e a presença do Pai. O que viam? Como se sentiram? 2.Casa . Foi fácil encontrar a saída? Porquê? 3. para que cada subgrupo possa relatar o resultado da . de costas para o centro do círculo. b) A seguir distribuirá uma cópia do "abrigo subterrâneo" a todos os participantes. TUDO FICA FORA DO LUGAR. todos deverão ficar voltados para fora. para realizar a decisão grupal. Nossa sociedade precisa ser transformada? 6. toda obra sai imperfeita. Alguém desanimou? Porquê? 4. escolhendo as seis pessoas de sua preferência. DIFICULDADE Objetivo: Esclarecer valores e conceitos morais.Objetivo: Despertar o grupo para a importância da organização. sem soltar as mãos. c) Organizar. procurando-se alcançar um consenso. Material: Lápis e papel. para que façam uma decisão individual. O que nós podemos fazer? Palavra: Ex 18. todos de mãos dadas. Como Fazer: a) O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos. DEUS FILHO. sol. . voltando a estar como antes. O grupo.Nessa casa coloque janelas e portas. Sem ela só há trevas. Como Fazer: a) Formar um círculo. Como Fazer: a) O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apoiem em um pé só. Comentários: 1. Se alguém já conhece a dinâmica deve ficar de fora observando ou não dar pistas nenhuma.Ao lado da casa desenhe uma arvore. dar uma rodadinha. nuvens. uma abaixada e etc. subgrupos de 5 pessoas. c) O grupo deverá buscar alternativas. . um pulo para a direita outro para esquerda. O que isto tem a ver com o nosso dia a dia? 5. Como Fazer: a) O coordenador explica os objetivos do exercício. c) Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição dos desenhos passando de um por um. Mensagem: Não podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair e não ter força para levantar.Desenhe um jardim cercando a casa. Por que ficarmos sozinhos se temos um ombro amigo do nosso lado? ARTISTA Objetivo: Mostra a todos que se não tivermos Deus em nossa vida tudo fica fora do lugar. aves voando. 13-27 e Salmos 114 APOIO Objetivo: Mostrar-lhes a importância de se apoiar no irmão. Deus é única luz. até conseguir o objetivo. b) O coordenador propõe o grupo um desafio.Uma pessoa com olhos. b) Peça a cada participante que desenhe com os olhos fechados uma: .

com a idade de setenta e cinco anos. mas se deixam levar pela mais suave brisa. Um homossexual. 31 . Segue-se um debate sobre a experiência vivida. com 34 anos de idade. prestes a explodir. verificando que não existe a sintonia alegre. Uma prostituta. Uma universitária que fez voto de castidade. . e) Pegaremos essa folha. PESSOAS BALÕES Objetivo: Reflexão sobre a vivência comunitária. Comentário: É um convite para uma esperança. b) Pedir que todos dêem sua opinião e falem sobre suas dificuldades em superar críticas e ofensas. todos juntos. mas por dentro nada mais têm do que ar. Todos nós apenas uma parcela pessoal e social.decisão grupal.Alguns estão aparentemente cheios de vida. Com isso surgem as dificuldades. b) Pedir para todos ao mesmo tempo. os descontentamentos. Palavra: Mc 3. todos unidos formarão uma sintonia alegre. Há doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. que acaba de sair do manicômio. agora só resta silêncio. Como Fazer: a) O coordenador deve explicar aos participantes porque certas pessoas em determinados momentos de sua vida. alguns vivem como se fossem balões cheios. e voltaremos a movimentar a folha. com 28 anos de idade. reclamações. . A mulher do advogado. colocando-a no centro da mão e fechando a mão. nossa alegria daqui pra frente dentro da catequese. ou fora dele. quando catequizar é nossa salvação. d) Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque. f) Essa flor será nossa motivação. com 40 anos de idade. com 21 anos de idade. Como Fazer: a) Entregar uma folha de papel ofício para os participantes. que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma.Por fim. reflexão sobre as dificuldades em se superar críticas ou ofensas recebidas. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo. ABRIGO SUBTERRÂNEO Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. que sofre de ataques epilépticos. Um ateu. se parecem com os balões: . SER IGREJA Objetivo: Realçar a importância de cada um de nós na comunidade cristã. Um declamador fanático. basta que alguém os provoque com alguma ofensa para que (neste momento estoura-se um balão com um alfinete) "estourem". com 24 anos de idade. onde essa sintonia significa nossa caminhada na catequese. atritos etc. c) Mas no decorrer do tempo. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisão imediata.35 . Um físico. nessa construção de uma humanidade nova? Cheia de esperança e realizações. para que assumamos a responsabilidade de realizar a vida. Um sacerdote. formará uma flor. com 25 anos de idade. movimentar as folhas e observar. com 20 anos de idade. Material: Uma folha em branco para cada um.Outros parecem ter opinião própria. narcótico viciado. destacando seis somente. torcendo o centro da folha. ficamos desmotivados por causa das fofocas. com 32 anos de idade. e quando iniciam alguma atividade estaremos alegres e com isso teremos coragem de enfrentar tudo. com 47 anos de idade. Um violinista. Material: Um balão cheio e um alfinete. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. Faça sua escolha. Um deficiente mental. Uma menina com 12 anos e baixo QI. Um advogado. autor de vários assassinatos. as dificuldades aumentaram.

me acorde!. falta de oração. (Abrindo parece uma camisa) Comentário: Palavra: Mt 8. conscientizar o ser missionário de cada um. televisão.. esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa jornada. 2. Como Fazer: 1.O BARCO Objetivo: Aumentar a fé em Jesus. lado a lado. São as influências do mundo. 3. pedaços de papel. Após algum tempo. inveja. (Cortar a ponta do lado esquerdo do barco) f) Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta para cima: é a nossa fé em Jesus que nós queremos ter sempre dentro do nosso barco. Terminado o processo inicial.. e cada integrante deve tentar adivinhar o que está escrito em seu bilhete.. (fazer o barco de papel). Me dê um apoio. Material: Uma folha em branco para cada um. 7. infidelidade. voltados para o lado de dentro do mesmo.. Me descreva um jacaré. Todos devem atender ao maior número possível de bilhetes. etc. Sou muito carente. 23 . Me leve à janela. LUZ DO MUNDO Material: Uma vela para cada participante. Chore no meu ombro. Avaliação: O que facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? Como esta dinâmica se reproduz no cotidiano? Sugestões de Bilhetes: Sugira um filme para eu ver?. Gosto quando me aplaudem. impaciência.. durex ou barbante.. Me ensine a pular. Dobre a minha manga..27 BILHETES Objetivo: Exercitar a comunicação entre os integrantes e identificar seus fatores. Material: Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva. d) Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre novamente. Cante uma música para mim?. mas em muitos momentos nós navegamos por entre tempestades que quase nos leva à naufragar. os integrantes devem circular pela sala.. precisamos tirar mais alguma coisa deste barco. Quantos anos você me dá?. Os integrantes devem ser dispostos em um círculo. Caso não tenha descoberto. Ex: Ambição. (Cortar a ponta do lado direito do barco) e) Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora é que está pesado. 5. lápis ou caneta. todos devem voltar a posição original. fósforo ou isqueiro.. Tem uma barata em minhas costas!. ambiente escuro (ideal se for feito à noite ou em sala que possa ter as janelas fechadas). (Cortar a ponta de cima do barco e colocar em algum lugar visível) g) Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou. Me elogie. desamor. vestir a camisa de Cristo. etc. e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco. 6. Estou dormindo. Para não corrermos o risco de naufragar precisamos equilibrar bem o peso de nosso barco. Estou com falta de ar.. Sorria para mim.. Como Fazer: a) Somos chamados por Deus à vida. Me cumprimente. Veja se estou com febre. c) O barco pesa do lado direito. drogas. Me faça uma careta?. sem dizer o que está escrito no bilhete. Então cada integrante deve dizer o que está escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão.. Tenho piolhos. Deste lado do barco está pesando: egoísmo. os outros integrantes devem auxiliá-lo com dicas. Me ajude!. b) Há momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo. . O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente. e esta nossa vida nós podemos representar como um barco que navega em alto mar. 4. Dance comigo. ler os bilhetes dos colegas e atendê-los.

9. de forma que os dois de cada dupla fiquem frente a frente. bem devagar. c) Cortar as cartelas ao meio. mas não acende. O coordenador sugere que cada um acenda a vela do seu vizinho dizendo algo sobre Cristo e ele começa colocando a chama de sua vela na do vizinho do lado. Cada participante deve fazer o mesmo. b) Escrever em cada cartela. despertando-o e criando maior disposição para os trabalhos grupais. 4. Pedir que falem sobre o que pensaram e sugerir uma atividade para levar a luz de Cristo para outros. Efetuar cada movimento ais de uma vez (pelo menos três). como? Através de sua Palavra. dizendo algo como: "Cristo te ama" ou "Jesus quer que você seja Luz do Mundo".Ele quer iluminar os cantos escuros do mundo. Deslizar as mãos e fechar os braços em torno do corpo do companheiro. Que bom! "Aproveite e abrace tantas pessoas quantas você queira e possa. 7. com o vizinho ao lado. COSTA COM COSTA Objetivo: Desencadear no grupo o processo de descontração. por que? O que falta? . uma frase significativa (pode ser versículo bíblico.. de sua morte na cruz. ficando com o corpo do parceiro sobre as costas. facilitar o entrosamento e alongar o corpo. palma com palma. Preparação: a) Recortar cartelas de cores variadas. também. forçando para a frente (forças opostas). 6.O que quer dizer este texto? Adianta eu acender esta vela e colocá-la atrás de mim? (coloque a vela acesa atrás de você) .). tamanho aproximadamente de 10 x 5 cm. claro com a luz de Cristo. 10.O que nós devemos fazer com esta luz? Conclusão: Deixar um momento de reflexão e oração. 10. falando uma frase diferente.. 3. Pegar as mãos um do outro. dobrar bem devagar para a frente. Juntar as mãos. cm as mãos coladas.Melhora se eu colocar a vela a minha frente e mais para o alto? (mostre a vela). . 4. Perguntas: . só para um abraço. 8. abraçando-o. 14-16. de que luz ele está falando? . Cada dupla deve ficar posicionada costa com costa. sugerir que fechem os olhos e façam uma oração silenciosa. O coordenador levanta e dá a cada participante uma vela. Como Fazer: 1. de modo que a frase fique dividida. Começar a virar. um pensamento. 6. 9.E o que Cristo diz desta luz. ficando em forma de cruz (braços abertos). se é confortável ficar assim sentado no escuro. ficaria mais claro? 5. 3. Agora ficou mais claro o nosso ambiente. por alguns minutos. Dobrar para a direita e para a esquerda. 5. . enquanto isso apague as luzes do ambiente. de seu amor. Comentar sobre a escuridão do ambiente. bem juntinhos. Formar duplas.Ficou mais claro? Não. Segurando as mãos. sem descolar. de modo a não faltar para ninguém. etc. Ir abrindo os braços. sem descolar os corpos. bem juntinha.E se cada um de nós tivesse uma vela. por cima. 2. Soltar as mãos. o que eles fazem quando acaba a luz. 7." MINHA METADE ESTÁ EM VOCÊ Objetivo: Promover a aproximação das pessoas do grupo e incentivar o diálogo e novas amizades. Sentados em círculo.Como Fazer: 1. acender as luzes da sala e apagar as velas.Cristo disse que ele era a luz do mundo. parte de uma música. ela deve ficar escondida? . Conclusão: Todo esse ritual. de modo a ficarem bem esticados os braços. 2. em número suficiente. Perguntas: . lentamente. Perguntas: . O coordenador acende uma vela e lê o texto de Mateus 5. 8. 11.

pedidos de perdão são feitos. formando um pêndulo. o facilitador solicita que algumas duplas falem sobre a experiência (o que sentiram. 7. a pessoa que estiver no centro deve pender para todos os lados. EM BUSCA DO OLHAR Objetivo: Trabalhar o aprofundamento da integração no grupo e exercitar a comunicação não-verbal. jogar o corpo inteiro . Conclusão: Normalmente. Como Fazer: 1. pede-se que a pessoas se concentrem e busquem olhar para todos no círculo.não flexionar apenas da cintura para cima. Como Fazer: 1. de olhos fechados (preferencialmente). Abraçam-se e cada uma irá se colocar no lugar da outra. À proporção que cada dupla se encontrar.para frente e para trás. 5.Acreditou que poderia cair? . em posição de apoio. Pedir que as pessoas caminhem. Material: Folhas de papel e lápis. é o corpo inteiro mesmo! .Como foi estar no meio? . O facilitador solicita ao grupo que todos fiquem de pé em círculo a uma distância razoável. procurará um lugar para conversar: o ponto de partida é a frase escrita na cartela. podendo. 6. 5. essa experiência é de uma riqueza extraordinária. É mais apropriado para grupos que já estão convivendo há algum tempo. frente a frente e o terceiro ficará entre os dois (de frente para um e de costas para o outro). leve. 2. mais ou menos. 3. Ao encontro desses olhares. etc. 4. Desse modo. até que todos tenham se deslocado em busca de alguém. que favoreça o encontro não-verbal. 4. 4. Variação da Dinâmica: Os mesmos procedimentos podem ser aplicados para subgrupos maiores (entre cinco e sete participantes). O PÊNDULO Objetivo: Estabelecer um clima de confiança e segurança entre as pessoas. suavemente. devagar.Confiou plenamente? . Formar subgrupos de três participantes. O facilitador poderá escolher uma música sentimental. tendo o cuidado para que todos recebam. A dinâmica inicia-se com a distribuição das duas metades. passando umas pelas outras. cada pessoa fazer seus encontros com quantas pessoas sinta vontade. pernas juntas. ainda. revezar. Os outros dois devem se posicionar com uma das pernas um pouco atrás. O exercício prossegue. O do meio deve ficar bem ereto. até que os três tenham participado do exercício. 2. 3. . perceber-se como ser único e diferente dos demais. Barreiras são quebradas.Como Fazer: 1. Estabelecer um tempo para as pessoas procurarem as suas metades. Conclusão: . 6. como foi o encontro. 3. indo se encontrar no centro do grupo. Depois de alguns minutos. braços esticados e colados às pernas. tudo isso sem que se diga uma palavra. até sintonizar numa pessoa cujo olhar lhe foi significativo.O riso (se tiver acontecido) dos que estavam segurando lhe deixou inseguro? . Em seguida. 2. Dois devem ficar em pé. Após dez minutos.Você teve medo? . olhando-se. bem firmes.Teve dificuldade de se entregar totalmente? Por quê? EU SOU ALGUÉM Objetivos: Perceber os valores pessoais.). Essa dinâmica também é excelente para encerramentos de atividades grupais em que as pessoas passaram algum tempo juntas. onde já existe um certo grau de afinidade e empatia. as pessoas se deslocam lentamente umas para as outras. O do meio deve. e as mãos espalmadas. Cabe ao facilitador ter sensibilidade para a condução de troca de experiências não verbais.

O restante do grupo pode questionar a ligação dos fatos entre si e fazer umas duas perguntas para clarear melhor as afirmações.Como Fazer: 1 .A seguir. alguns dados de sua vida.O facilitador explicita o objetivo e a dinâmica do exercício. seguem-se os comentários e a avaliação do exercício. DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO Objetivos: Oportunizar um maior conhecimento de si mesmo e facilitar melhor relacionamento e integração interpessoal. pedindo que liste no mínimo dez características próprias. cerca de vinte participantes. justificando a indicação da pessoa. mas o coordenador deve procurar incentivar a expressão pelo desenho. permitindo-lhes a reflexão e a expressão dos sentimentos referentes a si próprios. Com este trabalho é possível ajudar aos participantes a se perceberem. 2. Dar a cada participante uma ficha de trabalho. na folha em branco.Solicitar que virem a folha. durante 7 minutos.Em continuação. .Deve ser utilizada em grupos menores. colocando de um lado as que facilitam sua vida e do outro as que dificultam. dividam-na ao meio e classifiquem as características listadas. 3 . partilhar as próprias conclusões. Material: Fotos de jornais e revistas espalhadas por toda a sala. 5 .Em círculo. Como Fazer: 1. 3. pensam nas seguintes questões: a) Que realidade me revelam? b) Qual a ligação entre elas? c) Por que me identifiquei com elas? Refletir: Cada um apresenta as fotos e as conclusões às quais chegou. cabendo a cada qual ler em voz alta a folha que recebeu. Grupo espalhado pela sala.COMUNICAÇÃO MINHA BANDEIRA PESSOAL Objetivos: Possibilitar aos participantes a identificação das suas habilidades e limitações. Depois. FOTOLINGUAGEM . 4 . Como Fazer: Os participantes passeiam pela sala. redistribuindo-as. Material: Fichas de trabalho. 2 . Sentados. Distribuir o material de desenho pela sala. levando para isso seis a sete minutos. sentados. 3 . lápis preto. pede que cada um escreva. fazendo isso anonimamente e com letra de fôrma. Como Fazer: 1 . 2 . aprender a ligar dois ou mais fatos e ter uma opinião sobre eles.O que descobriu sobre você mesmo.A consciência de si mesmo constitui-se no ponto inicial para cada um se conscientizar do que lhe é próprio e das suas características. Nesta atividade cada um vai construir sua própria bandeira a partir de seis perguntas feitas pelo coordenador.Após um espaço de discussão sobre alguns aspectos da autobiografia de cada um. Explicar ao grupo que a bandeira geralmente representa um país e significa algo da história desse país. uma por uma. Pedir que respondam a cada pergunta por intermédio de um desenho ou de um símbolo na área adequada. Dar tempo. 2 . Os que não quiserem desenhar poderão escrever uma frase ou algumas palavras. borrachas. realizando a atividade? Comentários: 1 . o facilitador recolhe as folhas. Avaliação: Qual o lado que pesou mais? . Material: Lápis e uma folha de papel em branco para todos os participantes. Objetivos: Olhando para as fotos sobre a realidade que se vive. ou a quem se refere o conteúdo que acaba de ser lido.Distribuir uma folha para cada um. Dar tempo.Em subgrupos. olhando as fotos e escolhem duas fotos que tenham ligação entre si. 4 . lápis de cor.Caberá ao grupo descobrir de quem é.

6. 2.-> Flecha interrompida: relação cortada. Permite que o grupo possa entrar em reflexões como a escolha profissional. 6. Ex.Flecha com a ponta para dentro: pessoas que me influenciam. Este ponto representa o desenhista. Comentários: 1. canetas ou lápis.4. Em grupos de três ou quatro pessoas. Tomar consciência das suas habilidades e limitações propicia um conhecimento mais aprofundado sobre si mesmo. Avaliar se a dinâmica acrescentou algo de bem em minha vida e na vida do grupo. Descobri algo? ESCALA DE VALORES Objetivos: Colocar o adolescente em contato com seus próprios valores. Todos recebem uma folha em branco e marcam um ponto bem no centro dela. para os pontos periféricos. a reflexão torna-se prazerosa. seja boa ou má. (valor subtendido . papel-ofício. b) <-. pessoas que você influencia ou que influenciam você (pode-se escrever junto o nome ou as iniciais). e) <-/-> Flecha interrompida por uma barra: relação através de intermediários.Qual a pessoa que você mais admira? . 2. Quando todos tiverem terminado. 7. Responder: a) Ficou fora do meu desenho algum parente mais próximo? b) As relações que me influenciam estão me ajudando? c) As relações que possuem barreiras ou que estão interrompidas podem ser restauradas? Seria importante? d) Nosso grupo está nestes desenhos? 5. Como Fazer: 1 . Como Fazer: 1. ou que gostam de mim. Material: Papel em branco e caneta para todos os participantes. as pessoas que estão em sua volta. indicando a área onde devem ser respondidas: .Qual o seu maior sucesso individual? . É um trabalho leve e ao mesmo tempo profundo. caneta hidrográfica ou giz. Abrir o plenário para comentar o que mais chamou a atenção de cada um em sua própria bandeira e na dos companheiros. evitando resistências. cada participante diz como se sente após ter compartilhado com o grupo sua história pessoal.O que mais valoriza na vida? . Material: Papel manilha ou quadro negro. levando-o a refletir sobre o que ele considera mais importante em sua vida. f) <-#-> Flecha interrompida por muro: relação com um bloqueio que impede o seu pleno êxito. dividir o grupo em subgrupos e pedir que compartilhem suas bandeiras. Traçar flechas do ponto central. 3.Para ir a uma festa Carlos não hesitou em gastar as economias que tinha para comprar uma calça nova. CONSTELAÇÃO DE AMIGOS Objetivos: Conhecer mais nossas relações com as pessoas e perceber qual a influência delas sobre nossa vida. segundo o código que segue: a) --> Flecha com a ponta para fora: pessoas que influencio ou que aprecio.Em que atividade você se considera muito bom? . Contar o que descobriu sobre si mesmo e sobre o grupo.Quais as dificuldades ou facilidades para se trabalhar em grupo? Dar cerca de vinte minutos para que a bandeira seja confeccionada.: . Fazer um grande painel afixando os desenhos e abrindo para que todos possam comentar. partilhar sobre o que tentou expressar com o seu desenho. com letras grandes (de maneira que todos possam ler) algumas frases que expressem uma atitude diante da vida ou um valor. d) <.O que gostaria de mudar em você? . significando cada pessoa com quem você tenha relação. facilitando as escolhas que precisa fazer na vida.Escrever no papel manilha ou no quadro negro.a importância do Ter) . 5. Feita dessa forma. 4. O coordenador faz as seguintes perguntas. c) <--> Flecha em duplo sentido: a relação com esta pessoa é mutuamente respondida. Desenhar diversos pontos nas extremidades da folha. você. suas habilidades. No fechamento do encontro.

as aspirações. do lado esquerdo da folha. 6 .Depois peça que ele leia as frases comparando. em pequenos grupos..Stefane ofereceu-se para cuidar da irmã caçula para sua mãe ir ao supermercado. 2.. 9 .Ir ao ponto de encontro dos amigos . que escrevam do lado direito da folha. os interesses.Peça que leiam com atenção as frases escritas pelo facilitador.Distribua as folhas de papel-ofício entre os participantes e peça que eles a dobrem ao meio.A escala de valores de quando eram crianças. como as pessoas se relacionam. sua ordenação de valores. 4 . com questionamentos sobre os valores que tinham em sua infância..Todos os participantes devem discutir. sua busca permanente de auto-afirmação e diferenciação da família ou dos pais.Descobrir aspectos particulares do meio. as possibilidades. ESTUDO DO MEIO Objetivos: 1.. dialogar.Em seguida.Sair com amigos . 10 . .Que tipo de sociedade e vida em grupos os valores apresentados tendem a construir.Fazer o trabalho de escola 2 . (valor subtendido . levantar dados. etc. até que tenha escolhido pelo menos cinco valores. de maneira que eles terão um lado direito e outro esquerdo. em segundo etc. uma vez que. por causa dos valores que descobrem ter).Estudar para uma prova .É possível que se encontre uma verdadeira inversão de valores entre a infância e o momento atual. ordenada e positiva. 3.Ir a uma festa . . em ordem de importância as atitudes que fazem parte da sua maneira de agir no cotidiano. aponte a necessidade que o adolescente tem de contestação. estabelecendo a comparação com a dos colegas. Comentários: 1 .Ter o CD mais recente do grupo do momento . 3 .É importante que nestes casos o facilitador. b) Para descobrir será necessário fazer visitas.A diferença entre uma escala e outra. o facilitador pede que. os costumes. os hábitos. 4 . o participante escreva: quando eu era criança. estabelecendo a diferença entre a escala de valores que tem hoje e a que tinha quando era criança. geralmente. para mim as coisas mais importantes eram. 4.Depois todos devem voltar para o grupão onde o facilitador coordenará a discussão definindo: .Como conhecer nossa comunidade? a) Descobrindo a necessidades. mesmo tendo que adiar o encontro com o namorado. 5 . . os recursos que a comunidade oferece. os valores da infância refletem o comportamento que os pais esperavam deles.Em seguida o facilitador pede aos participantes que discutam com seus colegas mais próximos sua lista de valores atuais (lado direito da folha). superficiais etc.Ir visitar parentes . 5 . os problemas. observar. o que é mais importante para todos).Almoçar em família . Com valores explícitos e não subtendidos. através de pesquisa e reflexão. Passos: 1.Após todos terem terminado.A escala de valores do grupo (através da verificação de quais valores aparecem mais em primeiro lugar.Sair com o(a) namorado(a) ..O facilitador tem que ter segurança da sua capacidade de interferência no grupo caso haja uma tendência de conflito entre os participantes (se sentirem pessoas vazias. entrevistas.).Compreender as causas de muitos fatos da vida individual e social.É importante que seja aplicada em um grupo que já tenha alguma convivência entre si e com o facilitador.Sensibilizar para o dever de prestar serviço à comunidade.Incentivar o exercício da cidadania responsável.. 2 . Podem ser frases mais diretas e objetivas. . 5.solidariedade. 3 . 7 .Assim o participante deverá colocar em primeiro lugar o que para ele é o valor mais importante de todos e assim sucessivamente. através de seus múltiplos aspectos. de maneira objetiva. 8 .Cuidar da irmã caçula (ou irmão) .Entrar em contato com a realidade. Estabeleça o que é mais importante: . sem criticar.É uma oportunidade para os adolescentes se perceberem enquanto uma pessoa em mudança.Planejamento: .

fotografias. observações da realidade. b) Ver os recursos disponíveis c) Projetar a ação ou ações necessárias.Após 10 minutos formar uma grande círculo: a) Fazer uma síntese dos pontos discutidos. Como Fazer: 1. contribuir para a ampliação do conhecimento do outro. através de entrevistas.Dividir a turma em dois sub-grupos. 2.Após 10 minutos de discussão. obter vários informes em pouco tempo. a discussão de um tema proposto. participar direta ou indiretamente de uma discussão. os resultados trazidos pelos pequenos grupos. enriquecendo-o com fatos e acontecimentos do lugar. jornais. com a finalidade de descobrir as causas dos problemas e pistas de solução. 6. 5. observações. apresenta a síntese para o grupo e abre-se um debate.Preparar um roteiro de pesquisa. exemplificar. 4. O círculo externo será o de observação. levantamentos. possa expressar idéias. informações sobre problemas da realidade do lugar onde vive.Preparar para iniciar a ação.Avaliar e celebrar os resultados.Realização das tarefas pelos grupos. política.Dividir o grupo em pequenos grupos. etc) 2. 4.Como nos sentimos depois de fazê-lo? GRUPO DE VERBALIZAÇÃO X GRUPO DE OBSERVAÇÃO Objetivos: Desenvolver a capacidade de ouvir o outro.Equipe de Coordenação recolhe as respostas e prepara uma síntese. Cada pequeno grupo recebe uma cópia do roteiro da pesquisa. c) fazer uma avaliação. religião.Celebrar: .Análise/Julgar: a) confrontar os dados com a proposta de Jesus Cristo. 2. Fazer cronograma para realização das tarefas. anota dúvidas.Grupos apresentam resultados das entrevistas. b) Verificar o que não está de acordo. revistas. Observações: É responsabilidade do coordenador cuidar de: 1. Formar grupos. Como Fazer: 1. 3. e outros pontos que gostariam de falar. que tem como tarefa. entrevistas. 3. Ficar atento para que todos participem. Formular bem as perguntas. . etc. discutindo o assunto. inverter os grupos. b) Tirar dúvidas. etc. exercitar a elaboração de síntese.Coordenador formula a mesma questão ou outra para que o grupo.Execução/VER: . Avaliação: 1.Que proveito nos trouxe o exercício? 2. completar idéias do grupo anterior. 5. o qual deverá ser respondido durante a semana. 3.Realizar o projeto 8. desenvolver o senso crítico sobre a realidade. 2. 7.Durante a discussão. O círculo interno será o da verbalização. Somente o grupo interno poderá responder. etc. TV. A ele cabe a tarefa de observar o processo de discussão e o conteúdo da mesma.Na reunião seguinte. violência. o grupo de observação.Observação: Planejar roteiros de visitas.Apresentação: . uma série de perguntas sobre algum aspecto da comunidade (educação. levantamentos.Ação: a) Discutir sobre o que precisa ser feito para melhorar o meio. 4. apenas registra idéias esquecidas pelo grupo de verbalização.o Coordenador lança uma pergunta sobre o tema (capaz de provocar uma discussão). 6. que formarão dois círculos. desenvolver a capacidade de manifestar-se na vida. desemprego. Distribuir as tarefas. observações. de observação agora na posição de verbalização. PESQUISA Objetivos: Obter conhecimentos. aproveitando ao máximo.

4 .Coordenador distribui um cartão. como eu não tinha nome. um lápis e um alfinete para cada participante e pede que cada um escreva no cartão o nome e prenda-o na blusa. um cientista. pesquisa. entoa a canção." . de (nome da pessoa) eu o(a) chamei. seja ela viva ou morta. previamente. um santo. 7. de . ou mesmo pessoas comuns. ajudada pelo grupo. mas cuja vida lhe causou impacto. . (Melodia: Oh. o animador passa à motivação do exercício. de forma bastante criativa. suzana!!) 3 .Quais os momentos que mais nos agradaram? 2. repetindo o mesmo que o coordenador fez antes. Hoje iremos apresentar ao grupo alguns comentários acerca dessa pessoa a quem admiramos. Abrir o debate final no grupão. como Fazer: 1 ..3. 6 . transmitir idéias com pronúncia adequada e correta.. O coordenador coloca-se no centro e convida os demais a cantar: "Quando vim para este grupo.Para que serviu a dinâmica? 2 .. nem tampouco seu prestígio junto a sociedade. Fazer com que o grupo de verbalização se expresse de maneira clara para que todos possam ouvir suas opiniões.Formar pequenos grupos.Convidam-se os presentes a anotarem no cartão o nome da personagem e as razões de sua admiração. um pôster em que apareça uma figura humana sobre um ponto de interrogação.Cada grupo pesquisa e estuda o tema. Oh! amigos(as). o espírito de cooperação e socialização. desenvolver a expressão oral.(cada um grita seu nome) eu o chamei. 6.O coordenador junta-se ao círculo e a pessoa escolhida.O coordenador apresenta o tema para estudo. que bom te encontrar. sintetizar idéias e fatos.Cada grupo sintetiza as idéias do tema. Avaliação: Para que serviu o exercício? .Que ensinamentos podemos tirar para o grupo? CARTÃO MUSICAL Objetivos: Facilitar o relacionamento entre os participantes de um grupo. "Raramente encontramos um ser humano que não admire alguém: um herói. Um cartão para cada pessoa. Como Fazer: 1 . unidos lutaremos para o mundo melhorar (bis)" Avaliação: 1 . Avaliação: 1. Fazer a síntese final da discussão. que bom nos encontrar. 4 . Fazer com que o grupo de observação fique absolutamente calado durante a discussão do grupo de dentro. 2 . reúnem-se em equipe e cada qual indica sua personagem e os motivos de sua admiração. o raciocínio. Marcar o tempo e determinar a troca de posições. não importa sua nacionalidade. 5 . 3 . Como Fazer: .A última pessoa entoa o canto da seguinte maneira: "Quando vim para este grupo.. JORNAL FALADO Objetivos: Organizar informações sobre um determinado assunto. unidos na amizade iremos caminhar"(bis). mais amigos encontrei.Elaboração das notícias para apresentação. 4. Oh! amigo(a).Os participantes sentam-se em círculo.Logo após. após o que.Como nos sentimos? PERSONAGENS Material: O animador deve preparar. (Não pode ser apelido) 2 .Apresentação do jornal ao grupão. um(a) amigo(a) eu encontrei (o coordenador escolhe uma pessoa) como estava ele(a) sem nome. os demais podem fazer perguntas. E assim prossegue o exercício até que todos tenham se apresentado. 5. É preciso evitar que as preferências das pessoas sejam questionadas.Distribuído o cartão aos participantes.

CARTÃOS POSTAIS Objetivos: Quebrar gelo e integrar os participantes do grupo. Os cartões são colocados em um envelope.Como estamos nos sentindo? CONHECER PELAS FIGURAS Objetivos: Quebrar o gelo. com temas bem diferentes. em primeiro lugar.Como nos sentimos? A FOTO PREFERIDA Objetivos: Começar a integração do grupo. através desse exercício? . . Cada um escreve no caderno.Explica a maneira de executar a dinâmica. fazendo perguntas. verdade. vamos fazer algo semelhante". escolhendo cada qual o que mais lhe agrada e também aquele de que menos gosta. Uma música de fundo para favorecer o clima. revistas. começa-se pela apresentação de cada equipe.Espalhar pela sala vários recortes de jornais.O animador organiza as equipes e entrega o material de trabalho. . para dar maiores possibilidades de escolha aos participantes). acontecimentos e instituições: neste momento. etc. cada qual fala sobre o significado que atribui à palavra. . . etc (as figuras devem ser as mais variadas possível. indicam os postais que não lhes agradaram e. Os demais participantes podem interferir. cada qual indica a foto escolhida e faz seus comentários sobre ela. Como Fazer: .No plenário. a seguir. o porquê da escolha.A motivação é feita pelo animador. Avaliação: . diálogo. a fim de desfazer tensões. o coordenador dá um sinal e cada participante deverá apanhar a figura que mais lhe chamou a atenção. folhinhas. . cada pessoa comenta sua escolha. Avaliação: .Para que serviu o exercício? . de acordo com a orientação do coordenador.Formar pequenos grupos e cada participante vai dizer para seu grupo por que escolheu a figura. colocadas em lugar visível a todos.Dar tempo suficiente para conhecer todas as figuras. Como Fazer: 1 . Como Fazer: . 2 . . 3 . dizendo o nome dos integrantes e.O que descobrimos acerca dos demais.Convida os presentes a observarem as fotografias em silêncio e escolher aquela com que melhor se identificarem. bravura.A seguir. com as seguintes palavras: "Em nossa comunicação diária. em seguida. Avaliação: .Coordenador convida os presentes a observarem em silêncio os postais.Os participantes passam diante das figuras. justiça. liberdade. nós nos servimos de símbolos para expressar coisas. ideal. companheirismo. aqueles de que mais gostaram.O coordenador fixa cartões postais numerados num lugar visível ao grupo. Como Fazer: . identificar pessoas.A seguir. Cada um deles contém uma palavra: Amizade. apresentando cenas diversas. observando-as atentamente. As pessoas retiram um dos cartões (do envelope). numeradas. . a frase alusiva à palavra escolhida. a equipe escolhe uma das palavras e prepara uma frase alusiva. propagandas. . Material: : Oito fotografias tamanho pôster. romper o gelo desde o princípio. .. em equipe.O grupo observa e escolhe os postais.No plenário. 4 .Como nos sentimos durante a experiência? A PALAVRA CHAVE Material: Oito cartões para cada equipe.Para que serviu o exercício? . partindo do conhecimento mútuo.

entrando e saindo do círculo. . . As pessoas não podem falar. 3 . que deverá varrê-la da meta para a linha de partida.O coordenador faz um comentário final. assim como o número. iniciam a corrida por entre os companheiros. Ambiente: De preferência a capela ou um lugar que ajude o recolhimento. Como Fazer: 1 . Avaliação: .Faz-se um plenário onde o representante de cada grupo apresenta as anotações e a figura que representa o pensamento do grupo.Para que serviu a dinâmica? REZANDO IMAGENS Objetivos: Rezar a realidade como tal e a realidade de cada um. .Que proveito tiramos dessa dinâmica? LABIRINTO Material: Uma bandeja e um vaso ou copo com água. com igual número de participantes. pedindo que façam com ele uma máscara. deixando apenas dois buracos para olhar. na linha de partida. para que cada qual possa colocar a sua.O primeiro representante de cada fila recebe uma vassoura.Como nos sentimos? . Retornando ao ponto de partida. até que todos tenham participado.Colocam-se em filas paralelas.Para que serviu a dinâmica? FESTIVAL DE MÁSCARA Material: Um saco de papel bem grande e um número para cada pessoa (evite-se que o material seja plástico).Dado o sinal. em frente a elas. . saem varrendo as bolas até à meta e depois passam a vassoura para a segunda pessoa.Para que serviu a dinâmica? VARRENDO BOLAS Material: 15 bolas e uma vassoura para cada equipe (sendo as bolas de cores diferentes para cada equipe). 4 . 3 . Avaliação: . Avaliação: . 2 . os integrantes de cada equipe formam um círculo. 2 . Como Fazer: 1 . e assim sucessivamente. e assim sucessivamente.. passarão a bandeja a outro companheiro que irá fazer o mesmo. Como Fazer: .A equipe vencedora será aquela que primeiro terminar com a participação de todos os seus integrantes. Avaliação: .Tomando-se pelos braços. .Uma vez prontas as máscaras. 4 . aproveitando tudo o que foi apresentado e chamando a atenção para aquelas figuras que estão mais relacionadas.O grupo escolhe alguém para anotar a apresentação de cada um e expor em plenário.O grupo se divide em duas equipes. Ao ouvirem o sinal de partida. anotando o nome e o número numa folha de papel.A equipe vencedora será aquela que terminar primeiro. O vencedor será aquele que obtiver a maior quantidade de acertos.O número deverá ser afixado na altura do peito. o animador apaga as luzes um momento. O animador pede um voluntário de cada equipe e entrega-lhes a bandeja com um vaso ou copo cheio de água.Ao se reacenderem as luzes. 5 . cada um terá que adivinhar quem são os mascarados.O animador divide o grupo em duas equipes. espalha-se uma quantidade de bolas.O animador distribui um saco de papel para cada participante. sem haver derramado água. com igual número de integrantes.

Nicodemos (Jo 3. para maior compreensão. O cego vê-se desafiado a se posicionar: ao lado de Jesus. . Identificá-los. povos. Clima de silêncio. Cada pessoa escreve. .Procedência . para que ninguém fique à margem da vida (Jo 10. de medo. paisagens.Cegueiras e conflitos pessoais. Samaritana (Jo 4. Os pais. dão jeito de cair fora. ou uma oração comum. Momento de silêncio para todos visualizarem esta realidade. desemprego. Terceiro Momento: Pedir aos jovens que comparem o que está escrito dentro e fora do coração.Como Fazer: 1.Querer relações de justiça entre pessoas.1-42). que permanecem na cegueira e condenam Jesus. do cego. Tenta fugir do conflito: permanecer cego teria sido até mais fácil.Iluminação e confronto dessa realidade com o episódio evangélico "O cego de nascença" (em grupos pequenos: preparar um roteiro.Refletir e rezar sobre o valor da vida. ou ao lado dos fariseus.15) Introdução: .Retomada do texto bíblico (cego de nascença). sente-se livre para uma nova dimensão de vida. A VIDA NO EVANGELHO DE SÃO JOÃO Motivação: .Por que veio? (Criar ambiente de grupo e de confiança mútua) . fome. política e religiosa da juventude. Segundo Momento: Escreve dentro do coração uma palavra que expresse o que está sendo feito para mudar a problemática das drogas em nossa comunidade e na sociedade de modo geral.Apresentação: Nome .a Sinagoga.10) . Escutar a resposta de Deus. Identificar Conflitos Sociais: . que geram miséria. em plenário. no grupo. Sentir a importância do momento que está vivendo.Situações de cegueira. atitudes dos discípulos de Cristo. . uma palavra que expresse o que vê e ouve das pessoas da comunidade a respeito do mundo das drogas e das vítimas da dependência. . marginalização e morte de grandes grupos sociais.Levar os Jovens a desejaram momentos fortes de diálogo com Deus e de confronto com a sua Palavra. 6. etc Identificar: . . fotografias.Siloé Sábado .O que é mesmo um retiro? Diferenciá-lo de um simples encontro. fora do coração. Em grupos de três pessoas fazer a partilha em forma de reflexão e terminar com uma oração.Perceber como Deus ama e quer muita vida para todos (Jo 10. escrever). 5. dos fariseus). Textos Bíblicos: O cego de nascença (Jo 9. da realidade social. Escolher uma destas imagens e fazer uns minutos de silêncio refletindo sobre a questão: o que esta imagem significa para mim?? 4. Terminar com um canto. classes.1-21). Toma consciência do que se passa e de sua identidade: "Sou eu mesmo".Partilha no grande grupo .dia e a noite . Leitura dialogada. num clima de oração e perdão. 3. na comunidade (reflexão pessoal. Embora perseguido.1-21) Multiplicação dos Pães (Jo 6. De repente se vê metido num conflito com os fariseus que ameaçam expulsá-lo da sinagoga (comunidade). Finalmente assume a fé em Jesus Cristo e dá um corajoso testemunho que lhe vale a expulsão. Espalhar muitas figuras. dos pais. Fazer a partilha.oração Reflexão: O Cego de Nascença vive seu problema pessoal de forma resignada e acomodada. quando é partilhado.1-41: quem pecou . o que lhe traz riscos e perseguições. Ambiente físico favorável. Propostas de caminhada para os dois dias: programação geral do retiro. DENTRO E FORA DO CORAÇÃO Primeiro Momento: Colocar o cartaz com o desenho do coração no centro da sala. É acusado por Jesus.1-13 e 35-65) Desenvolvimento: Convém dar uma breve explicação do texto de Jo 9. Bom Pastor (Jo 10. 2. na família.Sentir como o pão dá a vida.1-41). . .

. Como Fazer: 1 . Material: 1.Para que serviu a dinâmica? . BOAS NOTÍCIAS Material: Uma folha de papel e lápis para cada pessoa.Logo após. todos nós recebemos notícias. encontram-se as chaves numeradas. os objetos que guardamos como recordações revelam a nós mesmos. Assim se procede até que seja retirada a última recordação. Como Fazer: 1 . os demais participantes podem dar seu parecer e fazer perguntas. apresentá-la ao grupo e comentar o seu significado.As ovelhas ficam circulando o lobo e cantando "Vamos passear no bosque enquanto o seu lobo não vem. Ao lado dele. 2 . aquela que ele pegar será o lobo na rodada seguinte.. Avaliação: . parte dessa história. À medida que os participantes vão chegando. 3 . O animador também participa. você já está pronto?" 4 . Algumas delas foram motivo de grande alegria e por isso as guardamos com perfeita nitidez.As pessoas comentam suas notícias em plenário. Ao comentarmos nossas recordações. comunicamonos também através das coisas . ele grita: "estou pronto.O animador motiva o exercício com as seguintes palavras: "Nós. explica como fazer o exercício: os participantes dispõem de 15 minutos para anotar na folha as três notícias mais felizes de sua vida.. 3 . um objeto que guarda por algum motivo especial." 5 .O coordenador da dinâmica escolhe um jogador e demarca uma zona neutra. até que.Como nos sentimos ao comentar nossas recordações ? . de nossa história pessoal e familiar . Preparemos nosso espírito para receber este presente tão precioso constituído pela intimidade do outro. vamos revelar. assim. sucessivamente.O animador convida a pessoa cuja chave contenha o número 01 a retirar sua recordação do baú. A numeração da chave indica a ordem de participação. no centro do grupo. O animador coloca o baú sobre uma mesa. que será o "Lobo". e uma pequena chave numerada para cada integrante.Quarto Momento: Nossa comunidade tem agido com misericórdia para com as vítimas das drogas? LOBO E OVELHAS Objetivos: Estimular a participação nas reuniões e trabalhos. retiram uma chave e vão ocupar seu assento. O animador deve confeccionar previamente um baú. do tipo "não ainda estou me vestindo". assim.Que ensinamento nos trouxe a dinâmica ? .O que descobrimos acerca dos demais? BAÚ DAS RECORDAÇÕES Público: Grupos de jovens formados há algum tempo. até que todos o façam. 3. Como Fazer: 1..Para que serviu o exercício ? .Depois pede para os demais participantes fazerem um círculo ao redor do escolhido. hoje. seguido pelo vizinho da direita e. após retardar o início do jogo. Vamos hoje recordar algumas dessas boas notícias ". formando um círculo em volta do baú. onde serão depositadas as recordações . depositam sua recordação no baú. Avaliação: . Em cada uma das vezes. algo de nossa vida. que vai partilhá-la gratuitamente conosco". 2. boas ou más.Todas as ovelhas devem correr para a zona neutra para não serem pegas pelo lobo..O que podemos fazer para nos conhecermos cada vez melhor ? . 2 . Cada pessoa deve trazer para o encontro uma recordação. a começar pelo animador. assim como expressa aos demais. e lá vou eu!.A cada pergunta o lobo inventa uma nova desculpa. seres humanos. os demais podem fazer perguntas. de surpresa..O animador pode motivar o exercício da seguinte maneira: "Diariamente. 2 .

fazendo o seu papel. Sua cabeça está apoiada nas mãos. Enquanto o chefe deixa seu ar de autoridade. papel e caneta. diz ele. o animador escolhe para o exercício uma secretária e dois protagonistas e propõe a dramatização do seguinte fato: Uma determinada pessoa foi procurar o chefe de pessoal de uma empresa para informar-se acerca de um emprego. . saúda-o. Enquanto espera.O animador chama uma pessoa de cada equipe.Nisso. entra na sala do chefe para anunciá-lo.Diante dessa situação. 2 . a cabeça inclinada levemente para frente. antes de candidatar-se ao mesmo. procura no bolso um bilhete no qual anotara o seu pedido. entrega o material e pede que construam uma casa. e espera mais um pouco. convidando-o a entrar. antes de ser atendido pelo chefe. anuncia a secretária. com um sorriso nos lábios. O pretendente bate à porta. 4 . Após alguns minutos. Ao atender.Divide-se o grupo em várias equipes. diz ao candidato: "Fale-me primeiro algo a respeito de sua formação e de sua experiência". Define um tempo de 15 minutos. o candidato já não insiste em ter informações.Após uns seis ou sete minutos. firme. sentando-se no escritório. e apresenta-se humilde. Quase todas as pessoas passaram por tais situações.Em que fase da construção nosso grupo está ? COMUNICAÇÃO Material: Lápis ou caneta e folhas em branco e uma sala com cadeiras. ocupando só um terço da mesma. Avaliação: . pedindo que aguarde sentado. o chefe manda-o sentar. Acanhado. 3 . acanhado. 7 . no lugar ocupado pelo chefe. O candidato se torna o chefe do pessoal. Como Fazer: 1 . sentando-se corretamente. 2 .Pede-se que a equipe construa uma casa. continuando sempre sentado na beirada da cadeira. situações em que as palavras não saíram facilmente. entrega uma folha de papel e caneta e lhes pede para escrever tudo o que for dito pelos participantes da equipe durante a construção da casa. Imediatamente ele se levanta. desejava obter algumas informações a respeito do trabalho. E o exercício continua. Pára e inverte os papéis. que continua sentado à sua mesinha. antes de candidatar-se. e o secretário deverá escrever tudo o que for dito. 3 . Sua fala é fraca. começa a falar. 6 .O animador começa propondo ao grupo que cada qual se imagine em "situações passadas da vida em que não se sentiram à vontade nas comunicações com outras pessoas". e. suficientemente ampla para acomodar todas as pessoas participantes.Geralmente se observa que as situações mais constrangedoras e apresentadas pela maioria dos grupos se referem à comunicação com os "superiores". O candidato toma uma posição reta. durex.O secretário de cada equipe vai ler para o grupo o que sua equipe discutiu enquanto construía a casa.É importante observar como o comportamento das pessoas muda radicalmente. todos. Ele se assenta na beirada da cadeira. e este ocupa a posição do candidato. procurando responder imediatamente à pergunta do chefe. medo ou outras dificuldades.CONSTRUÇÃO DA CASA Objetivos: Mostrar ao grupo o que é nucleação e quais seus passos. A secretária atende. apressado e nervoso. Material: Canudos plásticos. Nisso aparece a secretária. "Bom dia". 3 . um a um lêem suas anotações. Eis que o chefe. e escolhe-se um secretário para cada equipe. Olha para o chefe. 5 . olhando sempre o chefe por baixo das sobrancelhas.Para que serviu esta dinâmica ? .O animador pede aos observadores do grupo que façam uma lista das anotações de tudo o que constataram e a mensagem que os dois protagonistas deixaram na dramatização. Como Fazer: 1 . tímida preocupando-se em não dizer demais. 2 . Início: 1. na vida. Ou ainda. O chefe pede para entrar. 4 . e não deve dar palpite na construção da casa. A esta altura. que até agora permanecia calado. todo o planejamento que a equipe fizer ou falar. dizendo ter lido um anúncio de que a empresa estava precisando contratar mais funcionários e que. meio encurvado. de escritório. pelo acanhamento. o que não permitiu fosse lido o bilhete.O animador divide o grupo em equipes com igual número de pessoas. falando com voz sumida. preocupado com seu trabalho.Entrega-se para cada equipe um pacote de canudinhos e ao secretário uma folha de papel e caneta. o animador aplica uma técnica usada em psicodramatização. e não com iguais ou com "inferiores".Em plenário as casas serão expostas para que todos possam ver as casas construídas. entra. parecendo neutro.

Material: Filipetas com nomes dos participantes. 8 . os anjos se comuniquem por bilhetes. O sigilo deve ser mantido.8 . sem que esta perceba imediatamente quem é seu anjo. relacionamento interpessoal. Material: Caixas de papelão ou sacos plásticos. 5 . 3 . cantores.O Facilitador escreve os nomes dos participantes em uma filipeta e os deposita numa caixa. SAUDAÇÕES Objetivos: Integração. de forma sutil. canetas.Dois participantes saem da sala. o presidente do país.Ao sinal todos deverão colocar os sapatos novamente o mais rápido possível para sentir-se bem dentro de sua realidade 5 . sociabilização. 8 . etc. artistas. cursos e reuniões nos quais os participantes permanecem juntos por período de tempo relativamente longo. Como Fazer: 1 . a miss universo.Pedir aos participantes tirarem seus sapatos e colocarem na caixa 4 .Num 2º momento. e segue a verbalização acerca da experiência vivida. caixa ou similar. TROCA-TROCA Objetivos: Sentir a realidade do outro. cada observador lerá suas anotações. comunicação.A caixa deve ser colocada em local apropriado para que. Como Fazer: 1 .A seguir. 2 . jornalistas. mas invisíveis.Ao sinal todos deverão colocar os sapatos do colega para sentir a realidade do próximo. recolher os sapatos e distribuí-los aos participantes. empatia. refazer o sorteio.Os participantes terão de saudar cada um dos personagens imaginários e o restante do grupo tentará adivinhar quem são. 3 . Variação: Esta dinâmica pode ser aplicada em viagens.Após 1 minuto. 2 . Como Fazer: 1 .Cada participante será o anjo daquele que sorteou e. 6 .O grupo terá dois minutos para fazer a descoberta. um novo grupo de duas pessoas dará continuidade à dinâmica seguindo o mesmo processo por meio de um novo sorteio.O papel de cada anjo é de aproximar-se.Os nomes não devem ser revelados até o término do jogo.Aqueles que saíram da sala sorteiam duas filipetas com nomes de personagens. também terá seu anjo. 4 .).Deixar em cada equipe uma caixa de papelão 3 . portanto.Cada participante sorteia um papel (como em um amigo secreto). parar para avaliar o resultado 6 . 5 . descontração.No meio do circulo do grupo colocam-se duas cadeiras para personagens "ilustres". durante o evento. comunicação. Conscientizar de que somos diferentes uns dos outros. de tal modo que ninguém fique com os seus próprios sapatos. 7 . 15 CONFIANÇA .Se o grupo for grande dividir em equipes 2 . Se isso acontecer. 6 .Orientar o grupo que ninguém poderá retirar seu próprio nome.Ao final. (Por exemplo: um orangotango. ANJO DA GUARDA Objetivos: > Integração.Avaliar os últimos resultados. dar atenção e integrar-se com a pessoa sorteada. descontração. 7 . comparando-os com o 1º Iluminação Bíblica: Rm 12.Após o tempo esgotado. 4 . sociabilização. cada um tenta adivinhar quem é o seu anjo.

Deve ficar bem fechado para que eles não peguem o chocolate com a mão. 5. 5 . Este corre a apagar as velas. e se conseguir pode comer o chocolate. A segunda turma terá seu braço preso com o cabo de vassoura (em forma de cruz) e a fita adesiva.Cada dois ou três reunem-se e um dos três deve estar com os olhos vendados. Como Fazer: 1 . Explica a maneira de fazer o exercício: Conta-se uma história e toda vez que for mencionado o nome de uma fruta. uma pessoa permanecerá em pé e fará a sua própria apresentação. muda-se um pouco o circuito. sempre que preciso temos que pedir ajuda a alguém. 3. Como o animador também participa do jogo.Depois mudam-se os trios ou duplas. em suas duplas! ACENDER E APAGAR Material: Uma caixa de fósforos e dez velas para cada equipe. Este corre e faz o mesmo que o primeiro participante. Como Fazer: 1. a pessoa que recebeu o nome daquela fruta troca de lugar. cada um deles tinha uma pessoa a qual eles simplesmente poderiam ter pedido que abrisse o chocolate e colocasse na boca.Os que estão com os olhos vendados devem confiar cegamente nos que estão os guiando. 4 . CESTAS DE FRUTAS Material: Uma cadeira para cada participante. ou não. cobrindo o percurso que vai desde a linha de partida até a meta (15 metros).Os outros dois vão guiá-lo por um circuito criado pelo grupo onde devem haver "obstáculos". cabo de vassoura. até que todos tenham se apresentado. O animador convida os presentes a sentarem-se formando um círculo e dá a cada um o nome de uma fruta. Acendida a última. aparecer na história a palavra cesta. Com a primeira turma ele passa a instrução de que eles somente ajudarão os outros se eles pedirem ajuda (isso deve ser feito sem que a outra turma saiba). Se. Ganha a equipe que terminar primeiro. colocam-se as velas. fita adesiva. latas de conserva cheias de areia para se colocar as velas. entretanto. cada qual volta para sua fila e toca no ombro do segundo participante. Mensagem: A mensagem passada nesta dinâmica é: Nunca devemos fazer nada sozinho.A um sinal do animador. 2. em uma conversa aberta. Como Fazer: 1. 2 . existirá uma pessoa da primeira turma para cada pessoa da segunda turma. DINÂMICA DO CHOCOLATE Material: Bombons. O animador divide o grupo em duas turmas. Os nomes das frutas são repetidos várias vezes.O animador divide o grupo em duas equipes. vê-se quem foram as pessoas que confiaram. A primeira turma ficará um atrás de cada um da segunda turma.O exercício continua assim até que a fila inteira participe. 3 . Ao terminar. 2 . Como Fazer: 1 .O primeiro integrante de cada fila recebe uma caixa de fósforos. que se organizam em filas paralelas. correm a acender as velas. 2. Avaliação: 1) Que proveito tiramos do exercício? 2) Como estamos nos sentindo? . Coloca-se os bombons na mesa e pede para que cada um tente abrir o chocolate com a boca.Depois. A dinâmica será repetida várias vezes. atrás da linha de partida. 4. volta para sua fila e toca no ombro do terceiro. e repete-se o exercício com aqueles que não tiveram seus olhos vendados ainda. Após algum tempo o animador encerra a dinâmica dizendo que nunca devemos fazer as coisas sozinhos. um apito ou sino para o animador. todos mudam de lugar.Objetivos: Dinâmica com o objetivo de ver se o grupo todo confia nos seus integrantes. 4 . 3 .Em frente a cada equipe. ou seja. 5 .

uma frase. 4. um clima positivo. pedir às pessoas que falem dos sentimentos surgidos durante a atividade.CARÍCIA DOS NOMES Objetivo: Identificar cada pessoa do grupo pelo nome. um pensamento. distante do animador). É interessante que o remetente das mensagens não se identifique. mas apenas as que enviarem. 2 . Todo o grupo repete o nome que foi falado. uma nova entonação que se dá ao nome próprio. cada um a seu modo. de pé.Forma-se o grupo total para a apresentação das cartolinas. 6 . é interessante para ser aplicada quando o grupo já revela certa intimidade e algum cansaço. para outro participante. 7 . não há limites etários ou quanto à maior ou menor maturidade do grupo para sua aplicação. repetindo o mesmo procedimento. Dessa forma. o que é facilmente observável. então. É um trabalho a ser realizado nas fases iniciais do processo grupal.A seguir. o subgrupo redigirá. em silêncio. cada um deve escrever o nome dos integrantes do subgrupo. Grupo em círculo. O facilitador deve estar atento às dificuldades surgidas para que. o cantar do companheiro. como uma atividade de apresentação. Quando o grupo inteiro tiver realizado o exercício. na qual deverão responder à seguinte pergunta: . passando. Outra ocasião em que pode ser aplicada é quando o grupo está envolvido em questões tensas e o facilitador sente a necessidade de modificar o clima. Pode ser executada com grupos de até vinte elementos. sentindo que os participantes do treinamento apresentam. tentando identificar. Desenvolvimento 1: 1. uma ou mais mensagens que identifiquem seus integrantes para apresentá-la num painel geral. Grupo em círculo. Muito simples. 2. Desenvolvimento 2: 1.A etapa seguinte consiste em escrever uma mensagem. TÉCNICA-GESCHENK Objetivo: Essa técnica. enfim algum recado para as pessoas que se escolheu. constitui apenas um instrumento de maior integração.A cada subgrupo será distribuída uma folha. várias vezes. considerado hostil. mas de maneira que não se identifique o autor da mensagem. aprender o nome de cada um e promover a integração do grupo. numa cartolina. 5 . 2. crítica e censura. facilitando o debate grupal. Comentários: Apesar de ser um trabalho leve e fácil de se realizar. resistência ao curso.Subgrupos de seis a dez elementos devem sentar-se em círculo. sentado. Cada participante fala o seu nome alto. pelo qual tenha alguma admiração. A uma ordem do monitor. o grupo repete. Na elaboração dessa cartolina os participantes não devem registrar as auto-mensagens.A seguir. cada um lerá para o grupo as mensagens recebidas. pede que formem subgrupos de três. de forma cantada. 2 . até sentirem-se satisfeitos. na mesma entonação e ritmo. Como Fazer: 1 . 4 . DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO DE GRUPO Objetivo: Criar no grupo. Após o "canto" de cada nome. facilitando o conhecimento e a memorização dos nomes de cada participante e servindo como dinâmica de aquecimento. que poderá ou não ser assumida pelo remetente. na sua maioria. junto com uma discussão com o grupo. lápis ou caneta e folhas em branco. dispondo de lápis e papel. Material: Um quadro-negro ou diversas cartolinas. cada um deve colocar um asterisco ao lado de cada nome de sua relação. 3 . com as pessoas mais próximas. Cada participante diz seu nome em voz alta.O animador. Desenvolvimento 1: 1 .Concluída essa etapa. muitas vezes o grupo se depara com sua timidez. pelo comportamento ( por exemplo: no modo de agrupar-se.Alertar para o fato de não haver inconveniente em que existam asteriscos ao lado de muitos ou em todos os nomes. cuja a tradução literal para o alemão seria Dádiva. cantando-o explicar que esse "cantar" é um novo ritmo. possa superá-las. de olhos fechados. Integrar um grupo que resista ao treinamento. 3. Todos ao mesmo tempo.

Ao terminar a aplicação da técnica. 4 . 2. o animador pede para responder à segunda pergunta: "Como vocês se sentem com a minha presença aqui? " 5 . mais difícil fica. após a aplicação da técnica. DINÂMICA DO NÓ Como Fazer: 1 . A um sinal do animador o grupo deve para de caminhar e cada um deve permanecer no lugar exato que está.Finalmente. destacando novamente os aspectos positivos e negativos. que será escrita no quadro-negro ou na cartolina.Assim que todos estiverem ligados aos mesmos companheiros. Geralmente pode-se observar que nas respostas à primeira pergunta predominam os aspectos negativos. 7 .Então cada participante deverá dar a mão a pessoa que estava a seu lado (sem sair do lugar. os participantes percebem que intuitivamente entraram em choque competitivo. com todos os membros buscando rapidamente obter o maior número possível de autógrafos. rejeitando um sentimento de solidariedade que afinal.Após esta observação. é a mensagem mais forte de todo propósito de sensibilização. formam um círculo e dão as mãos. esgotado o tempo.O grupo deverá desamarrar o nó feito e voltar ao círculo inicial. de onde estiver ) mão direita para quem segurava a mão direita e mão esquerda para quem segurava a mão esquerda. Observação: Sempre é possível desatar o nó completamente. pedindo que os demais assinem seus nomes de forma legível em sua folha. Sugerimos que se o grupo passar de 30. 5 . Avisar aos participantes que terão dois minutos para cumprir a tarefa de colher autógrafos. o animador pede que voltem para a posição natural. AUTÓGRAFOS Objetivo: É evidente que esse conteúdo não deve ser explicado pelo monitor e sim ser produto de ampla e muitas vezes longa discussão. lápis ou caneta. todos deverão ter suas folhas em mãos. porém sem soltarem as mãos e em silêncio.Usando os mesmos "trios". 4. mas quanto maior for o grupo. Material: Papel. 2 .Com certeza. o monitor interrompe a atividade e solicita que todos os participantes . ao alto. Solicita a seguir que tracem um retângulo ao redor do nome.A seguir o animador pedirá que cada subgrupo faça a leitura de sua listagem. ainda que tal ordem não tenha sido passada nem o monitor tenha colocado qualquer proposta de prêmio ou vitória por essa conquista. cujo resultado será lançado no quadro-negro ou cartolina. mas o animador tem que motivar para que ninguém mude ou saia do lugar ou troque o companheiro com o qual estava de mãos dadas. 6. Nesse momento é natural a formação de verdadeira balbúrdia. Passados os dois minutos. 6 . 3. movimentando-se silenciosamente.A seguir. os demais ficam apenas participando de fora. Pedir para que não se esqueçam quem está a seu lado esquerdo e direito. 3 . 5. 6 . o grupo deverá caminhar livremente. e na segunda ou terceira aparecem mais os positivos.Os participantes de pé. Como Fazer: 1.Novamente as respostas serão lançadas no quadro-negro ou na cartolina. 3 . (como no início) 4 . caracterizando os pontos considerados positivos e negativos. seu nome ou apelido qualquer que aceita com naturalidade. Avaliação: Partilhar a experiência vivenciada e destacar as dificuldades. o animador libera a comunicação. Iniciar a atividade e marcar o tempo. ou seja. o animador formula a terceira pergunta: "Como vocês se sentem em relação à pessoa que os mandou para o curso?"."Como vocês se sentem em estar aqui ?" Solicita-se que cada subgrupo faça uma listagem de razões. 7 . Seu fundamento moral vale-se do choque que provoca ao se verem seus integrantes plenamente mergulhados em uma competição egocêntrica que se opõe a um sentimento de solidariedade.Se após algum tempo não conseguirem voltar a posição inicial. o que demonstra que houve mudança de clima no curso e maior integração. Avisar também que. O monitor distribui a cada participante uma folha de papel em branco e pede ao mesmo que anote. ficará um pouco difícil devido a distância entre aqueles que estavam próximos no início. realçando-se os pontos positivos e negativos. forma-se o plenário para uma análise geral das respostas dadas às três perguntas.

4. 2. mas não em sua doação. 5. informações ou mesmo opiniões atuais a respeito de um tema. 2. 3. Não demorará muito e o grupo será levado a perceber que a mensagem da técnica é ensinar que toda conquista pressupõe doação. Tornar o estudo de um tema. Como Fazer: 1. Grupo (auditório) apresenta. Obter mais informações em menos tempo. 2. mais dinâmico. Coordenador apresenta em breves palavras. O assunto deve ser preparado pelo coordenador com antecedência. a cada sinal dado pelo animador ou coordenador do grupo. O que descobrimos sobre o assunto? 2. pois não é difícil muitos perceberem que há muito egocentrismo na obtenção do autógrafo. suas conclusões. deixando várias dúvidas sobre o mesmo (propositalmente). Convite ao entrevistado. Para que serviu a dinâmica? . a resposta negativa. Embora todos se mostrassem ávidos em obter autógrafos. Representante do grupo faz as perguntas. 4. Falar sobre o que cada um sabe a respeito de um assunto. 5. Receberá. Saber expor e ouvir. Discussão sobre o assunto.confiram o número de autógrafos legíveis obtidos. Fazer dois círculos. como alternativa para o recebimento. Complementação do assunto pelo coordenador. Cada dupla fala sobre o assunto colocado para reflexão. um de frente para o outro. se alguma forma a técnica se prestaria para identificar alguma solidariedade. Utilizar melhor os conhecimentos de um especialista. Avaliação: 1. onde as pessoas apresentam conclusões. O que foi positivo? 4. 6. Coordenador levanta com o grupo. então. um tema. 4. 4. orientado pelo coordenador prepara as perguntas para a entrevista. 2. O círculo de dentro fica parado no lugar inicial e o círculo de fora gira para a esquerda. Coordenador faz uma síntese de todo o conteúdo. a possibilidade de completar o conhecimento através de entrevista junto a pessoas que são estudiosas do assunto. Como nos sentimos durante a dinâmica? 3. Avaliação: Iniciar a discussão da técnica. 3. Perguntar a cada um deles o número obtido e informar à classe ou ao grupo os três primeiros resultados. Auditório vai registrando as perguntas. sendo um minuto para cada pessoa. durante dois minutos. RODA VIVA Objetivos: 1. Coordenador possibilita comentários sobre as respostas dadas pelo entrevistado. Os participantes do grupo devem pesquisar e fazer leituras prévias sobre o assunto. O grupo define o entrevistado. 6. Observações: 1. Obter conhecimentos. 7. 8. O círculo de fora vai girando até chegar no par inicial. quase que unânime. 10. O grupo. Como Fazer: 1. Que ensinamentos podemos tirar para o grupo? ENTREVISTA Objetivos: 1. complementam idéias. 9. 11. tiram dúvidas. Indaga. 3. tiveram que também oferecer o seu. de pé ou sentado. 3. e que sem a ajuda de nossa espontaneidade pouco pode ser obtido. Envolver a todos do grupo no debate. realiza-se um plenário. Debater um tema e desenvolvê-lo de forma participativa. 2. verbalmente. Avaliação: 1. Depois deste trabalho. 7. indagando inicialmente se haveria algum valor em atribuir-se qualquer destaque novo a prova de solidariedade aos participantes que mais autógrafos tivessem obtido.

3 ou 4 minutos para expor suas idéias. Obter rapidamente idéias. Cada grupo tem 2. c) Advogado de defesa: Defende o réu ou ré e responde às acusações formuladas pelo advogado de acusação. opiniões e posições dos participantes de um grupo. O que mais nos agradou? 4. A quantidade do corpo de jurados deve ser constituído por número impar: (3. Leitura e justificativa da sentença pelo juiz. 3. b) Advogado de acusação: Formula as acusações contra o réu ou ré. Orientação aos participantes. d) Testemunhas: Falam a favor ou contra o réu ou ré. O que podemos melhorar? COCHICHO Objetivos: 1. O secretário procura anotar as principais idéias no quadro. Juiz abre a sessão. 3.5 ou 7) f) Público: Dividido em dois grupos da defesa e da acusação. O que descobrimos através da entrevista? 3. Alguém do grupo pode fazer uma conclusão. passam a trabalhar. 12. Desenvolver o senso crítico. e) Corpo de Jurados: Ouve todo o processo e a seguir vota: Culpado ou Inocente. Como nos sentimos? 3. uma de acusação. 5. de acordo com o que tiver sido combinado. Coordenador expõe de forma clara uma questão. O que gostaríamos de aprofundar sobre o assunto? JÚRI SIMULADO Objetivos: 1. 2. 4. O público. Ajudar as pessoas a se libertarem das suas inibições. 2. levando todos os participantes do grupo se envolverem e tomar uma posição.2. acompanham em silêncio. 2. Que proveito tiramos da dinâmica? 2. 6. retoma a defesa. 6. Dar oportunidade para a troca de idéias dentro de um grupo. a síntese das idéias do seu grupo. Colher opiniões e sugestões de um grupo. Exercitar a expressão e o raciocínio. definindo a pena. ajudam seus advogados a prepararem os argumentos para acusação ou defesa. 10. Levar todos os integrantes do grupo a participar de uma discussão. pondo em evidência as contradições e enfatizando os argumentos fundamentais. Preparação para o júri. Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser trabalhada. e sondar-lhes os interesses. 2. Intervenção de testemunhas. Advogado de defesa defende o réu ou a ré. as idéias dos participantes. 11. avalia o debate entre os advogados. Advogado de acusação (promotor) acusa o réu ou ré (a questão em pauta). debate. O coordenador faz um comentário geral. Coordenador divide o grupo de 2 em 2 ou 3 em 3 (depende do número de participantes o grupo). 5. 4. 4. Avaliação: 1. Advogado de acusação toma a palavra e continua a acusação. Participantes (funções): a) Juiz: Dirige e coordena o andamento do júri. b) Secretário: anota no quadro ou papelógrafo. Como Fazer: 1. 9. Avaliação: 1. Estudar e debater um tema. 3. c) Público: participantes do grupo. 7. 5. junto com o juiz. Durante o júri. Uma pessoas de cada grupo expõe em plenário. o que faltou. Intervenção da testemunha de defesa. Como Fazer: 1. ou num papelógrafo. Criar uma atmosfera informal e democrática durante um estudo. 6. Advogado de defesa. Componentes: a) Coordenador: orientar e encaminhar o trabalho. 13. 3. O que aprendemos? . Jurados decidem a sentença. Formados os grupos. 8. sendo um minuto para cada participante. 7. esclarece dúvidas. solicitando idéias do grupo. destacando o que foi bom.

todos devem manter-se em silêncio até o final deste. em hipótese alguma. e alguém mergulha o isopor. Dê um objeto para cada pessoa. Baseado neste tema. O coordenador apresenta um tema a ser discutido pelo grupo. Como Fazer: 1. Mergulhar a esponja e espremer a água. Material: Uma bolinha de isopor. Despejar toda toda a água que ele se encheu. Depois se coloca a água na vasilha. a) E nós ? 5.24 . Encher de água o vidrinho de remédio. 2Tm 3. Se explica que a água é a Palavra de Deus e que o objeto somos nós. "saber escutar e falar". O que precisamos aprofundar sobre este assunto? PALAVRA QUE TRANSFORMA Objetivos: Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas. uma esponja e uma vasilha com água. 3. sendo que ninguém. então. Ao final. 2. cada integrante tem trinta segundos para falar sobre o assunto apresentado. pode ultrapassar o tempo estipulado. a) Como nós absorvemos a Palavra de Deus? b) Somos também impermeáveis? 3. um giz. Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada. 2. Mt 7. 4. Se o comentário terminar antes do tempo estipulado. mas sem guardar nada para si mesmo. o tema pode ser.2. Refletir: o giz retém a água só para si. introduzir questões como: a) Sabemos respeitar e escutar (e não simplesmente ouvir) a opinião do outros? b) Conseguimos ABRA O OLHO MEU IRMÃO Objetivos: Tomar consciência da luta desigual que enfrentamos em nossa sociedade. Descrição: 1. . Descrição: 1. 3. O coordenador também pode.8 . O que descobrimos em relação ao grupo? 3. 2. Explicar que a água é a Palavra de Deus e os objetos somos nós. Refletir : o vidrinho tinha água só para passar para os outros. debatido livremente. Após ver o que ocorre com o isopor. mergulhar o giz. por exemplo. 5. Refletir: o isopor não afunda e nem absorve a água. a) E nós? 4. Colocar primeiro a bolinha de isopor na água.16 30 SEGUNDOS Objetivos: Estimular a participação de todos por igual nas reuniões e evitar interrupções paralelas. um vidrinho de remédio vazio. ao mesmo tempo que os outros integrantes devem manter-se em completo silêncio. depois o vidro de remédio e por último a esponja. utilizando como tema. Iluminação Bíblica: Is 40. sem repartir. Mergulhar o giz na água.

Depois. Ao final. no mesmo local que deu na imagem. Quem estabelece as regras do jogo da vida social. 3. Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? 5. 2. diz o seguinte para que cada um faça: a) Dar um beijo na imagem de Jesus Cristo. Com no máximo 10 (dez) pessoas. indiferença x indignação. lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido. capítulo e versículos. é aberto o debate sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas. etc. abrindo um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. 13-34. O que isso tem a ver com nossa realidade? 4. o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Material: Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro. Como Fazer: 1. Material: Um crucifixo de tamanho médio. aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso. Para melhorar a compreensão do trecho. 4. Como Fazer: 1. Feito isso. Depois de um tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados. EVANGELHO EM PEDAÇOS Objetivos: Estimular a procura e análise de passagens da Bíblia. . que participou da dinâmica. 2. e assim por diante. deve consultar a passagem completa na Bíblia. Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo. seguindo adiante com o segundo beijando o terceiro. para ver quem acerta mais o outro no escuro. até completar todos. Para quem torceram? 3. CRISTO NO IRMÃO Objetivos: Ver no próximo a pessoa de Jesus Cristo. 4. lado. os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo. forma-se uma fila. mandar o primeiro da fila dar um beijo. 2. 2. política e econômica hoje? 7. Como Fazer: 1. Primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. 3. O GUIA DO CEGO Objetivos: Compreender a importância dos outros no crescimento individual. na parte em que mais te toca no coração! 3.Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cacetete. Refletir algumas posturas como: 1. 4. Depois devem iniciar uma briga de cegos. 46-52 ou Lc 24. a lado. Assim que inicia a "briga". 5. passar uma mensagem envolvendo estas palavras: a) humildade: amor ao próximo. na pessoa do seu lado direito. O restante do grupo apenas assiste. Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam? Iluminação Bíblica: Mc 10. transmitir o que aprendeu. O que significa ter os olhos vendados? 6. o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência. Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. Depois dar a palavra aos demais participantes: 1. Qual foi a postura do grupo? 2. com o crucifixo. 3. Alguns questionamentos podem ajudar: 1. ou pedir para que alguém. Em seguida. Finalizado esta ação.

que circulará sua vela. pode-se realizar os mesmos questionamentos do passo anterior. todos partilham o sentido da dinâmica. por exemplo. Lc 15. etc. Em seguida. tentando relacioná-la com o texto bíblico proposto. entrega a ponta do barbante para outra pessoa. 2. inveja. bastões (pare servir de bengalas) e uma área com obstáculos. Como vocês se sentiram sem poder enxergar? 2. e em seguida. vocês conhecem outros tipos de cegueira? Quais? (ira. passa o barbante em volta de sua vela. A MACA Objetivos: Avaliar nossos laços de amizade. Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo. soberba. quem me segue não andará nas trevas. Que acham da sorte dos cegos? Como Fazer: 1. Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço de um guia? 5. barbante. Por último. também acendendo-a. Além da cegueira física. Todos deverão estar na forma de um círculo. com uma vela. velas para todos os integrantes e mais uma para ser colocada no centro do grupo. Quando todos estiverem enlaçados pelo barbante. Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê? Iluminação Bíblica: O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9. Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levado pelos seus amigos. O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um? 2. junto com uma vela acesa. acendendo-a.27-32. os exemplos. . ignorância. Material: Uma Bíblia. versículo 12 a) "Eu sou a luz do mundo. 5. Como vocês se sentiram nas mãos dos guias? 2. 2. e este. enquanto os outros integrantes permanecem como observadores para tomar nota da forma como os cegos se comportam. apatia.) 4. Tiveram medo? Por quê? De quê? 3. com os mesmos ou outros cegos é substituído o bastão por um guia dentre os integrantes observadores que conduzirá o cego por onde quiser. Jo 9. o outro e Deus. 2. capítulo 8. amigos. dispõe-se dois voluntários de cego. Os homens tem necessidade de guias? Quem são os outros guias? (família. deve ter sobra suficiente para amarrar as velas de todos.) 3. numa mesa. 4. educadores. e no centro do círculo. lê-se a passagem do Evangelho de João. mas possuirá a luz da vida". Ao final. A Bíblia deve estar amarrada com o barbante. Como Fazer: 1. a) Qual a semelhança que pode-se encontrar. vai ao centro do círculo. Ao final. Refletir: 1.1-39). etc. 35-43. coloca-se a Bíblia. Material: Papel e caneta para cada um. de preferência em campo aberto. 3. e assim sucessivamente. É preferível um bastão ou um guia? Por quê? Como Fazer: 1. Refletir: 1. entre o relato de São Lucas e a sociedade moderna? b) Qual a semelhança entre a cura da vista e a missão da igreja de conscientização? A VELA E O BARBANTE Objetivos: Tomar consciência da aliança entre si. Descrição: 1. O coordenador venda os olhos de quatro ou mais pessoas e fornece uma bengala para cada um. Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê? 3.Material: Alguns lenços. Cada pessoa. Refletir: 1. Como Fazer: 1. sendo que um guiará o outro.

2. Material: Papel e caneta .1-12. Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida? 7.1-8). Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim. onde os amigos carregam o mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo. Tenho quatro pessoas que me levantam. Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que? Iluminação bíblica : Marcos 7. Depois pede-se para desenhar outra maca e no meio dela colocar o nome de quatro amigos que levaríamos para Jesus. pelo que sou? 8. Sou incondicional de quatro pessoas? 9. No trecho do evangelho observamos alguma coisas como? a) lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário. Este exercício é uma ajuda? Em que sentido? 3. e pede para que cada um desenhe uma maca em sua folha. Na ponta de cada braço. f) Diante dos pés : piores enroscadas em que se meteu. JUVENTUDE E COMUNICAÇÃO Objetivos: Criar comunicação fraterna e madura. e) Diante das mãos : ações inesquecíveis que realizou. Como Fazer: 1. Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-me sempre? 3. que não me abandonariam nos momentos difíceis. c) Diante da cabeça : 3 idéias das quais não abre mão. Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora? 10. 32-37 GRUPO DE OBSERVAÇÃO/AÇÃO Objetivos: Observar atentamente o comportamento do grupo de um participante para posteriores observações. recorreriam a mim? 11. Refletir: 1. carregar o peso da responsabilidade. e corrigem. êxitos. em dificuldades econômicas. atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida. que meu trabalho. 2.(Lc 5. e) uma vez curado. d) Diante do coração : 3 grandes amores. Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que? 4. cada um deve escrever o nome de um amigo que nos levaria a Jesus. Há quatro pessoas que. c) os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus. Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque? 2. Posso contar com quatro amigos verdadeiros. 3. descanso ou planos? 12. aos quais posso compartilhar minhas lutas. mas. se erro. b) o ambiente de amor. Tenho quatro confidentes. Assim coordenador distribui a folha e caneta para todos. Refletir: 1. d) deixar-se servir pelos irmãos. conduzindo o enfermo para que seja curado por ele. Material: Papel e caneta para cada participante. se caio. pois não me amam pelo que faço. Assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus? 2.17-26: Mc 2. que me animam quando desanimo? 5. Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importante do que qualquer coisa? 4. Mt 9. Anotar na figura: a) Diante dos olhos : as coisas que viu e mais o impressionaram. fracassos e tentações? 6. Distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher. b) Diante da boca : 3 expressões (palavras. 4.

E por último entra o coordenador democrático que seria um coordenador perfeito que sabe ouvir as pessoas e "força" o trabalho em grupo. utilizando sempre o mesmo tema. assumindo ou não responsabilidades dentro do grupo. podendo haver a discussão. se existe alguém que monopoliza. Tamanho: Dois grupos com não mais de 15 pessoas. forma-se outro grupo para exemplificar o coordenador paternalista que assume todas as responsabilidades que o grupo pode ter. O grupo de ação permanece sentado em um círculo interno e o de observação em um círculo externo 3. 4. O coordenador apresenta o assunto da discussão. Após o primeiro impacto o coordenador. Novamente os subgrupos se reúnem para preparar uma resposta ao outro subgrupo e após meia hora forma-se o grupo grande de novo e serão apresentadas as defesas. 2. O coordenador divide o grupo em um grupo de ação e outro de observação. este debate!". Após esse comentário todos estarão desconcertados e terão reações diferentes principalmente reprovando a atitude do coordenador. esse desinteresse caso não tomem maior seriedade. Exemplo: exemplos de coordenação: a) Forma-se um grupo para demonstrar o primeiro tipo de coordenador. interrompo. Após 1 hora reuni-se todo o grupo e o(s) representante(s) de cada subgrupo deverá expor a conclusão do subgrupo. Escolhe-se qualquer tema que não será o principal da reunião e a uma certa altura do debate o coordenador pára e diz: a) "Vocês não estão se interessando suficientemente. 2. O coordenador forma dois subgrupos. sobre as reações das pessoas com reação a explosão do coordenador. o ditador. Como Fazer: 1. Após o tempo que se achar necessário volta-se o grupo normal e se discute o que foi observado e vivido. enquanto o de observação analisa o outro grupo anotando fatos como quem participa. 3. numa das folhas de cartolina: a) Como o nosso grupo vê o outro grupo? b) Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo outro grupo? 3. quem não participa. Material: Folhas grandes de cartolina. O grupo de ação simula um grupo de jovens que pode debater qualquer tema. e nisso seguirá a discussão. a fim de sentir melhor as reações dos indivíduos. OBS. O ENCONTRO ENTRE DOIS GRUPOS Objetivos: Melhorar as relações entre dois grupos e explorar a interação de grupos. Cada um deverá responder. em seu estado natural deverá explicar que era uma dramatização para ver as reações dos indivíduos do grupo.: Indicado para grupos que já tenham uma certa maturidade. Estou até doente e cansado em ver esse comportamento. 4. b) Após o ditador. agora mesmo. sempre concordando com tudo que é proposto sem colocar em prática na maioria das vezes. realizar um feedback de um participante com objetivo de melhor compreendê-lo. Como Fazer: I. Como Fazer: 1.Como Fazer: 1. . EXPLOSÃO DO COORDENADOR Objetivos: Criar impacto nos participantes do grupo através de uma dramatização exagerada. se alguém se demonstra tímido e não consegue se expressar . 2. este deve sempre mandar no grupo. c) Após forma-se outro grupo demonstrando o coordenador que não assume a responsabilidade do grupo. DRAMATIZAÇÃO Objetivos: Demonstrar o comportamento grupal dos membros participantes.

3. sem nenhuma identificação. Para isso o coordenador: 1. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada mais de uma vez como portadora de qualidades. IV. I. escolhendo um dos artigos constantes na papeleta. tais como: a) O coordenador em vez de dar a cada participante um título de tema para dissertar em público. O coordenador distribuirá uma papeleta para todos os participantes. imitando seu comportamento no grupo. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeleta para ser recolhida. porém. QUALIDADE DO LÍDER DEMOCRÁTICO Objetivos: Conscientizar os membros do grupo sobre as qualidades que são básicas de um líder democrático. ou até mesmo um texto para ser lido. II. Ao caracterizar a pessoa. é caracterizada com esta qualidade. nos próximos dez a quinze minutos. O membro participante anterior ou posterior dará uma nota ou conceito ao expositor. V. possibilitar os participantes a uma tarefa grupal. 2. que cada participante possa dar sua AULINHA. O mesmo exercício poderá ser feito. Nesse instante cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade do colega. Cada participante tentará agir exatamente como o seu colega da direita. síntese. ou então vários temas mas com uma introdução para auxiliar as pessoas. sobre o qual deverá expor suas idéias. b) Ou ainda pode-se utilizar uma folha em branco para que cada participante possa lançar nela no mínimo dois assuntos da atualidade. O coordenador inicia dizendo que na vida as pessoas observam não as qualidades mas sim os defeitos dos outros. Como Fazer: 1. no final cada qual dirá em público a qualidade que escreveu para a pessoa da direita. o coordenador orienta os participantes para que. III. V. VI. EXERCÍCIO DA QUALIDADE Objetivos: Conscientizar os membros do grupo para observar as boas qualidades nas outras pessoas. cada um procure identificar-se com o colega da direita. AULINHA Objetivos: Desenvolver nos participantes a capacidade de improvisação. um a um lerá em voz alta a qualidade que consta na papeleta. Cada qual deverá escrever nela a qualidade que no seu entender caracteriza seu colega da direita. procurando entre os membros do grupo a pessoa que. 3. Entrega a cada participante o tema. Feita a redistribuição começando pela direita do coordenador. embaralhada e redistribuída. que será comunicada ao grupo no final do exercício. Como Fazer: A AULINHA é dada quando o grupo tem dificuldade de expressão. o animador pede aos participantes depoimento sobre o mesmo. . poderá utilizar somente um tema. é inibido e prolixo. nem vir assinada. Só poderá escolher uma pessoa entre os participantes. notícias recentes de jornais. A papeleta deverá ser completamente anônima. IV. III. durante dois ou três minutos. despertar as pessoas para qualidades até então ignoradas por elas mesmas. Ao término do exercício. A seguir recolherá os assuntos. Material: Lápis e papel. no entender do leitor.II. Para isso não deve constar nem o nome da pessoa da direita. É da máxima importância que cada qual consiga identificar-se com seu colega. deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza. no sentido de conseguir uma unanimidade em relação a definições que caracterizam o líder democrático. esforçando-se por imitálo na discussão. A AULINHA permite diversas variações. VII. Material: O mesmo número de temas para o de participantes do grupo. cabendo aos outros reconhecê-lo. 2. Após decorridos dez minutos. clareza e de avaliação. deixando liberdade para que cada participante faça a escolha do colega a ser imitado.

O coordenador solicita a ajuda do grupo no sentido de sugerir os múltiplos critério para a redistribuição do dinheiro. evita a improvisação. Distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro. Pensa até nos menores detalhes. Querendo. Material: Moedas ou cédulas que serão coletadas entre os membros do grupo. 11. 8. Corajoso 16. não permitindo abandono do dever. entre o profundo e o superficial. 9. A seguir explicará que o dinheiro será redistribuído pelo líder. 4. Acolhedor 03. Sincero 15. 16. sombra e fracassos. explicando depois um a um. Jamais desanima diante da opinião daqueles que só vêem perigo. Confiança nos outros 11. depois mudando o subgrupo demonstra o líder paternalista. para cada membro. Mantém calmo nos debates. os . 12. Obtém resultados. Cuida de sua aparência pessoal. Sabe o que fazer. Não foge e nem descarrega o risco nos outros. Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado por ele. 3. Dá apoio 12. procurando enfatizar as características de cada um. Previsor 10. 7. pedir ao grupo para defini-los e nomea-los um a um. Sabe prever.Material: Caneta. Diz o que pensa. sabe agir de tal forma que cada um se sente importante e necessário no grupo.00 de cada membro do grupo. Facilita a interação do grupo. Eficaz 13. 10. mas poderá passar de grupo em grupo para observar. na base de um múltiplo critério. Como Fazer: a) O coordenador inicia falando sobre os quatro tipos de líderes. Dá oportunidade para que os outros se promovam e se realizem. por exemplo. O critério poderá incluir. O coordenador pede que o grupo faça a eleição de um líder que deverá coletar a importância de R$ 2. Como Fazer: I. 6. sem dominação. Ao contrário. Juízo maduro 07. c) Após apresentar sem informar qual tipo de líder é. Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal. 14. Acredita na possibilidade de que o grupo saiba encontrar por si mesmo as soluções. Não usa o grupo para interesses pessoais. e não passa por cima do grupo. primeiro um líder autoritário. Procura que o grupo funcione harmoniosamente. e discute-se sobre cada um. Sempre pronto para atender. Democrático AS DIMENSÕES DA LIDERANÇA Objetivos: Focalizar as responsabilidades e os problemas da liderança. sem recorrer sempre à ajuda dos outros. Seguro 02. Qualidades: 01. Enfrenta as dificuldades. Sociável 14. Sabe conversar com todos. proporciona todas as condições para que o grupo funcione bem. O líder eleito não tomará parte. Suas ações correspondem com suas palavras. Otimista 09. Todos podem confiar nele em qualquer emergência. poderá formar subgrupos. uma cópia da relação de definições e das qualidades. É agradável. Desinteressado 04. Interessar-se pelo bem do grupo. 5. com novos voluntário demonstra o líder anárquico e por último demonstra um líder democrático. Disponível 05. 15. Catalisador 08. 2. entre o importante e o acessório. Faz agir. Firme e suave 06. II. Toma a sério o que deve ser feito. 13. Pessoalmente. Definições: 1. b) Formando subgrupos demonstrará com ênfase. d) Após a nomenclatura distribui-se as qualidades do líder democrático. Busca a verdade com o grupo. sem perder a tranqüilidade.

tendo para isso dez minutos. de fazer. Material: Caneta e papel em branco. d) Segue-se uma discussão grupal em torno do impacto do exercício. de falar ao grupo. lápis ou caneta para cada participante. medir o grau de interesse. Como Fazer: 1. Primeira fase: a) O animador pede que os membros participantes se organizem em fileira por ordem de influência que cada membro exerce sobre o grupo. a pedido do coordenador. A técnica do "PARE" usa-se quando se nota pouco integração grupal. para maior presença consciente. 2. 2. para ser apreciado por todos. e doze votos para o último colocado. c) A seguir. os que mais influenciarem na escolha do líder e outros. o grupo irá para o círculo. um a um irão ler em público o conteúdo das papeletas. visa conscientizar o grupo acerca daquilo que se passa com os indivíduos participantes. b) Terminada a tarefa. e após embaralhá-las. Material: 3 folhas de papel.indivíduos mais votados. no momento. todos. Todos deverão executar a tarefa em silêncio. ENFILEIRAR DE ACORDO COM A INFLUÊNCIA Objetivos: Conscientizar os integrantes sobre o grau de influência que exercem sobre o grupo. até que todos estejam satisfeitos em relação a colocação na fileira. Feitas as sugestões. seguindo-se um debate em torno do exercício realizado. interrompe-se tudo. de participação. a motivação dos participantes. b) O preenchimento de papeleta será feito anonimamente. bem como a colocação dos membros na fileira. onde se processará a discussão do exercício. Tal votação inversa dará o ensejo para que os participantes possam experimentar novas sensações que envolvem o exercício. UM TRABALHO EM EQUIPE Objetivos: Demonstrar a eficiência de um trabalho de equipe. distribui-se uma papeleta em branco para cada membro participante e. PARE Objetivos: Através de um teste surpresa. . baseado ou não num dos critérios apontados. dando a cada um a mesma importância. O líder processará a redistribuição do dinheiro. O exercício processa-se assim: a) A um dado momento. Nessa ocasião. prossegue-se o exercício. b) O grupo ou os subgrupos podem debater entre si a ordem da escolha fazendo anotações escritas. quando há bloqueios. c) Uma vez preenchidas. para descobrir a evolução do grupo. c) Processa-se a votação. de acordo com a influência que cada um exerce sobre o grupo. recolhem-se as papeletas dobradas. Caso ocorra empate. durante a sessão. o coordenador poderá fazer algumas observações referentes ao exercício. o coordenador colocará a ordem numa folha de cartolina. IV. todos deverão escrever em poucas palavras o que gostariam de ouvir. devendo a ordem corresponder a influência que cada um exerce sobre o grupo. a preocupação atual. a pedido do coordenador. ao comportamento dos indivíduos na sua colocação. explicando que na votação deverão dar um voto para aquele que será o líder. processa-se a redistribuição. III. seguem-se os depoimentos a respeito. até o desempate. os mesmos farão simultaneamente o exercício. caberá ao líder eleito fazer sua decisão. explicando o critério que irá adotar. exceto o de redistribuir o dinheiro. d) A seguir. e) Finalizando o exercício. folhas de cartolina. Como Fazer: 1. Segunda fase: a) O animador pede que os participantes elejam um líder imparcial. d) Recomeça-se o exercício tantas vezes quanto forem necessárias. Caso tiver vários subgrupos. Todo critério é válido.

O proprietário do carro chevrolet é vizinho do dono do cavalo. 801. o problema da avenida complicada. Terminado o exercício. ao proprietário. a bebida e ao animal doméstico. evitando-se críticas e avaliações. com a ajuda de toda a equipe. Obedecendo as informações constantes da cópia a solução final deverá apresentar cada uma das cinco casas caracterizadas quanto a cor. 1ª fase: a) O coordenador apresenta o problema a ser resolvido. Como Fazer: 1. O mexicano mora na casa vermelha. Será vencedor da tarefa o subgrupo que apresentar primeiro a solução do problema. O chevrolet pertence a casa de cor rosa. O brasileiro é vizinho da casa azul. 5. Cada casa caracteriza-se pela cor diferente. 2. O peruano tem um carro mercedes-benz. 805. Formados os subgrupos. 3. da esquerda para a direita. pela condução que é de marca diferente. O coordenador formará subgrupos de 5 a 7 pessoas.Material: Uma cópia para cada membro da avenida complicada. pela bebida diferente e pelo animal doméstico diferente. cada subgrupo fará uma avaliação acerca da participação dos membros da equipe na tarefa grupal. As informações que permitirão a solução da avenida complicada são: As cinco casas estão localizadas sobre a mesma avenida e no mesmo lado. 2ª fase: b) Terminado. quanto mais extremada a idéia. pelo proprietário que é de nacionalidade diferente. com a máxima brevidade possível. 6. o coordenador avisa que terminou o tempo e que a crítica é proibida. e um dos sobrevivente nadou até alcançar uma ilha deserta. O coordenador poderá formar um plenário com a participação de todos os membros dos subgrupos para comentários e depoimentos. processar os resultados de uma sessão de tempestade mental. Os coelhos estão a mesma distância do cadilac e da cerveja. O argentino possui um cachorro. caneta. O coordenador forma subgrupos de aproximadamente seis pessoas. deseja-se o maior número de idéias. A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que resolva com máxima rapidez o problema da avenida complicada. O proprietário do carro ford bebe cerveja. a condução. 2. O proprietário da vaca é vizinho do dono do cadilac. caneta. Inicia-se a avaliação das idéias e a escolha das melhores. 803. 7. Por exemplo: um navio naufragou. cinza. Todos os subgrupos procurarão resolver o problema da avenida complicada. 807 e 809. até o momento oportuno. O proprietário do volkswagem cria coelhos. O gato não bebe café e não mora na casa azul. A casa verde é vizinha da casa direita. O chileno bebe coca-cola. Como poderá salvar-se: o grupo terá 15 minutos para dar idéias. 4. O peruano e o argentino são vizinhos. cartolina. Cada subgrupo escolherá um secretário que anotará tudo. A TEMPESTADE MENTAL Objetivos: Gerar grande número de idéias ou soluções acerca de um problema. tanto melhor. o coordenador dirá as regras do exercício: não haverá crítica durante todo exercício. Bebe-se pepsi-cola na 3ª casa. . Sobre a avenida complicada encontram-se cinco casas numeradas. Na casa verde bebe-se whisky. Como Fazer: O coordenador inicia dando um exemplo prático: 1. A vaca é vizinha da casa onde se bebe coca-cola. Material: Papel. acerca do que for dito. entregando a cada participante uma cópia da avenida complicada. A avenida complicada A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que possa resolver.

narcótico viciado. principalmente quando os valores e conceitos morais estão em jogo. 5. Há doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. com 24 anos de idade. com 40 anos de idade. poderá dividir em 4 equipes de 4 pessoas. Organizar. com 34 anos de idade. Faça sua escolha. ou fora dele. d) Após terem refletido sobre o tema serão formadas novas equipes. Um ateu. Forma-se novamente o grupo maior. destacando seis somente. 5. b. e procura-se formar uma pirâmide cuja base serão as idéias mais válidas. 10. com 28 anos de idade. procurando-se alcançar um consenso. o animador pede que seja organizada uma lista única das melhores idéias. Um violinista. A mulher do advogado. e) Os que tiverem a letra "a" formarão uma nova equipe. provocar um exercício de consenso. A DIFICULDADE DE UM CONSENSO Objetivos: Esclarecer valores e conceitos morais. ANÁLISE DE MÚSICAS Objetivo: Varia de acordo com a música a ser analisada. . com a idade de setenta e cinco anos. 11. Como Fazer: 1. Uma prostituta. que sofre de ataques epilépticos. desenvolvendo a comunicação e reflexão dispensando o plenário e a centralização do encontro numa só pessoa. PAINEL INTEGRADO Objetivos: Trabalhar no "grupão" em equipes de forma prática. com 25 anos de idade. Um débil mental. subgrupos de 5 pessoas. com 20 anos de idade. para que façam uma decisão individual. 8. d c) As equipes receberão o tema a ser debatido e perguntas propostas.Um físico. Uma menina com 12 anos e baixo Q. c. com 47 anos de idade.3ª fase: c) No caso de haver mais subgrupos. que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma. Segue-se um debate sobre a experiência vivida. Como Fazer: O coordenador explica os objetivos do exercício. 7. 9. b) Cada participante da equipe receberá uma letra: a. escolhendo as seis pessoas de sua preferência. f) Agora todos partilharão o que foi debatido nas equipes anteriores. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. g) No final da dinâmica todos os participantes deverão ter tomado conhecimento de todas as reflexões feitas. autor de vários assassinatos. 4. com 32 anos de idade. 4ª fase: d) Forma-se o plenário. A seguir distribuirá uma cópia do "abrigo subterrâneo" a todos os participantes.I. com 21 anos de idade. Abrigo subterrâneo Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Um declamador fanático. c. Um homossexual. que acaba de sair do manicômio. 3. d. Processa-se a leitura das melhores idéias. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo. Um sacerdote. 2.. 6. para que cada subgrupo possa relatar o resultado da decisão grupal. 1. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisão imediata. O mesmo acontecerá com os que tiverem a letra b. Uma universitária que fez voto de castidade. Para realizar a decisão grupal. a seguir. Um advogado. Dividir o grupão em equipes da seguinte forma: a) Num grupo com 16 pessoas. a fim de demonstrar sua dificuldade.

A seguir. Escola. Como Fazer: 1. e como se sentiu sendo tratado assim.Escrever em cada etiqueta um rótulo que a sociedade pode colocar nas pessoas.Quando todos já estiverem com suas folhas. então o que está de pé pode tentar tomar seu lugar.Deverá então escolher algo bem comum na roda. Amar só por amar. 5.: Nerd 2. 6. mas. 3. por exemplo: "Porque você está de blusa verde!" 5.Após um tempo. por exemplo. 2. Material: Espaço e cadeiras para fazer uma roda.Na primeira rodada. Material: Etiquetas para todos os participantes. Como Fazer: 1. 2. Para Debater: => Qual frase mais chamou sua atenção? Porquê? => Qual é a ligação dessa música com a nossa vida? Com o nosso Grupo? => Com a nossa Família. Assim já começa com quase todas as pessoas trocando de lugar! RÓTULOS Objetivo: Como devo tratar o próximo. 2. Sociedade. Lembre-se que as letras serão analisadas. Como Fazer: 1. logo devem dizer algo interessante.O participante escolhido pergunta: "Por que?" 4. 7.Material: Aparelho de som. as etiquetas são coladas na testa de cada participante. a pessoa sair do lugar sem ver se outra pessoa possui a mesma característica.A pessoa que aplica a dinâmica deve escolher previamente duas ou três músicas para serem analisadas. sem motivo aparente. sentar-se em círculo e pedir que cada um diga se descobriu o que está escrito na própria testa. se na afobação. o Coordenador coloca a música pra tocar orientando a todos que acompanhem a letra. sugerimos que o coordenador da dinâmica fique em pé no meio do círculo. de forma que outro participante fique sobrando em pé.Pede-se então que os participantes conversem entre si tratando o outro como se ele fosse o que está escrito em sua testa (pode-se dividir em subgrupos).Ao final da música: a) Cada um diz qual a mensagem que aquela música trouxe. não é necessário que a pessoa saia do lugar.Então o que está de pé diz. mas veja o que está escrito nas etiquetas dos outros. Ex.Então.Faz-se uma roda com todos os participantes sentados exceto um. etc.? JESUS TE AMA ! Objetivo: Amor a Jesus e ao próximo. provavelmente muita gente estará de tênis.Esta pessoa deverá escolher uma pessoa na roda e dizer à ela: "Jesus te ama!" 3. 3. amar sem pedir nada em troca. trocam de lugar entre si. Conclusão: Jesus não procura motivo para nos amar. deve tentar sentar em algum lugar durante a troca. 4. de modo que ele não veja o que está escrito na sua etiqueta. assim devemos ser com nossos irmãos. que ficará de pé no meio da roda.Proceder dessa forma até cansar!!! Observações: a) Logicamente não é permitido falar "porque está de blusa verde!" se a pessoa estiver de blusa azul! b) Se o "motivo" escolhido só estiver presente em uma pessoa (Ex: só existir na roda uma pessoa de blusa verde). 4. . determinado pelo coordenador da dinâmica.São distribuídas as folhas com as letras aos participantes. Os outros permanecem sentados.Atenção: É muito importante a escolha das músicas.A pessoa que estava em pé. CD ou fita com as músicas a serem analisadas e letras das mesmas. Trabalho. b) Repetir esse processo para cada música escolhida. Sugestão: 1. todos os participantes que estão de blusa verde.

6. 8. Teste dos três minutos 1.Conclusão: a) Por que julgamos as pessoas por um rótulo que outros lhe põe? b) Por que discriminamos as pessoas pelo que achamos que são? Sugestões: 1. 11.As pessoas que fizeram a colagem podem complementar as interpretações.O coordenador da dinâmica explica em que consiste a colagem: é um cartaz feito por diversas pessoas. tesoura.O grupo de 5 a 8 pessoas discutem o tema. Buscam fotos. com recortes. d) Quem falar. modelo abaixo) para cada participante. 12. fotos.Drogado 2. 13. 1 0.Presidiário 5. Se você chegou neste ponto do teste. Como Fazer: a) Entrega-se uma cópia do teste (conf. pincel atômico. . Logo em seguida ao título.Chato 10. 2. recortes. Faça um círculo em volta do número do tem 7. Faça um círculo em volta da palavra nome' do tem 2. 4. Faça três buraquinhos no topo deste papel com o seu lápis ou caneta.As diferentes colagens são apresentadas em plenária e discute-se o que cada colagem quis dizer. etc COLAGEM Objetivo: Comunicar uma mensagem de maneira criativa. abaixe o braço e prossiga.Roqueiro 3.Crianção 4. Ponha sua assinatura sobre o título dessa página. jornal. 7. Ponha um "X" no canto inferior esquerdo da página. etc. Como Fazer: 1. Desenhe cinco pequenos quadrados no canto superior esquerdo do papel. etc). Ponha seu nome no canto superior direito da folha. Ponha um "x' dentro de cada quadrado. escreva sim . multiplique 13 por 12. Serve para comunicar o resultado da reflexão de um grupo sobre o tema. jornais. Colam tudo numa cartolina. 14. 16. Material: Cópias do teste e lápis ou caneta para todos os participantes. dê um tapinha nas costas do colega ao lado. Material: Cartolina. 4.Mendigo 7. b) O teste deve ser feito com muita rapidez. No verso desta página. TESTE DOS TRÊS MINUTOS Objetivo: Refletir sobre como o desejo de competir e se sobressair leva às vezes a uma ação precipitada.Alcoólatra 6. Desenho um triângulo em volta do "X" que você acabou de desenhar. 3. sim. será multado.Louco 11. cola. letras de jornais e revistas ou outros para expressar o que discutiram. 2.Mauricinho / Patricinha 8. tesoura. levante o braço. 3. ou outros. Leia atentamente todos os tens antes de fazer qualquer coisa. ajudar um grupo a resumir as idéias mais importantes de uma discussão. 9. Sublinhe todos os números pares desta página. Faça um círculo em volta de cada quadrado.Surdo. Se você acha que conseguiu fazer tudo certo até aqui. para comunicar o que pensam estas pessoas sobre o determinado tema (o coordenador pode relembrar o tema que está sendo discutido). usando instrumentos simples e material disponível (revistas. 15. 5.Tristonho 9. sim. conte até 3 mentalmente. c) Os três primeiros que terminarem receberão um prêmio. se for preciso. que todas as pessoas de um grupo se expressem e trabalhem juntas.

que deve estudá-las e tomar a sua decisão. (valor subtendido . e meu e pouco nós e nosso. ninguém escuta ninguém. canetas ou lápis. 10. e) Quando todos tiverem respondido o teste. Sentimentos de solidão. marcando com um "X" as que considera mais constantes em sua comunidade. Discussões sem sentido.Ir visitar parentes . agressividade mútua. Sente-se vítima: os outros estão contra mim. 9. 5. 2. Agora que você terminou de ler todos os tens cuidadosamente. clima de mau humor. 12. 7. levando-o a refletir sobre o que ele considera mais importante em sua vida. Atmosfera de desconfiança mútua.a importância do Ter) . faz-se urna avaliação. 11 . egoísmo. 4. Ter medo ou sentir medo dos outros. o que é mais importante para todos). incompreensão. Momento Pessoal: Durante 20 minutos. dê três batidas fortes na mesa. Com valores explícitos e não subtendidos. Frieza. Muito eu. mesmo tendo que adiar o encontro com o namorado. em particular. diga alto para todos ouvirem: "Estou na frente! Vocês precisam trabalhar mais rápido!' 19. desinteresse ou menosprezo mútuos.solidariedade.Para ir a uma festa Carlos não hesitou em gastar as economias que tinha para comprar uma calça nova.Ir a uma festa . (valor subtendido . Material: Quadro negro. Paternalismo ou materialismo exagerado. Linguagens diferentes.: . com letras grandes (de maneira que todos possam ler) algumas frases que expressem uma atitude diante da vida ou um valor. 6. papel-ofício. O mais importante não são os desabafos pessoais mas que se consiga encontrar um rumo para o grupo: => O que está se passando com o nosso grupo? => Quais são as causas disso? => Quais estão sendo as conseqüências? => Que podemos lazer para solucionar estes problemas? ESCALA DE VALORES Objetivo: Colocar o adolescente em contato com seus próprios valores. evasão. 3. Faça somente o que está no tem 2 Esqueça as outras instruções.Almoçar em família . Estabeleça o que é mais importante: . cada um. Tristeza habitual. Todos preocupados em terem cada vez mais e não em serem cada vez mais. Ex.Sair com o(a) namorado(a) . Com sua caneta ou lápis. Se você é o primeiro que chegou até aqui. Preconceitos e mal-entendidos. 8. 20. eu. Faça um quadrado em volta do número do item anterior. 18. Como Fazer: 1) Escrever no papel manilha ou no quadro negro. analisa e marca com uma cruz as situações que devem ser avaliadas ou comunicadas aos demais. aborrecimento. Irias.17. caneta hidrográfica ou giz. rivalidades. Conversas superficiais. Podem ser frases mais diretas e objetivas.Cuidar da irmã caçula (ou irmão) . irônicas e silêncios incômodos. DIÁLOGO E SITUAÇÕES COMUNITÁRIAS Objetivo: Avaliar uma comunidade que não está formada apenas para um curso mas que já tem uma convivência maior há mais tempo. Falta diálogo. Como Fazer: a) Entrega-se uma lista de situações a cada participante. 1. Momento Grupal: Durante uma hora e meia os membros do grupo compartilham suas respostas e se pode tomar algum ponto que mais tenha sido ressaltado para aprofundar.Stefane ofereceu-se para cuidar da irmã caçula para sua mãe ir ao supermercado. Individualismo.

9) Todos os participantes devem discutir. superficiais etc. sem criticar. convidando-o a entrar. Ao atender. medo ou outras dificuldades. d) É importante que seja aplicada em um grupo que já tenha alguma convivência entre si e com o facilitador. 2) Após uns seis ou sete minutos. 5) Assim o participante deverá colocar em primeiro lugar o que para ele é o valor mais importante de todos e assim sucessivamente. com questionamentos sobre os valores que tinham em sua infância. o animador escolhe para o exercício uma secretária e dois protagonistas e propõe a dramatização do seguinte fato: Uma determinada pessoa foi procurar o chefe de pessoal de uma empresa para informar-se acerca de um emprego. de maneira que eles terão um lado direito e outro esquerdo. Enquanto espera. em segundo etc. os ritos. . estabelecendo a comparação com a dos colegas. saúda-o. 3) Peça que leiam com atenção as frases escritas pelo facilitador. para mim as coisas mais importantes eram.Fazer o trabalho de escola 2) Distribua as folhas de papel-ofício entre os participantes e peça que eles a dobrem ao meio. sentir que atrás da instituição há outras instituições. Nisso aparece a secretária. entra na sala do chefe para anunciá-lo.).A escala de valores de quando eram crianças.Que tipo de sociedade e vida em grupos os valores apresentados tendem a construir. em ordem de importância as atitudes que fazem parte da sua maneira de agir no cotidiano. sua busca permanente de auto-afirmação e diferenciação da família ou dos pais. o facilitador pede que.Ter o CD mais recente do grupo do momento . do lado esquerdo da folha. aponte a necessidade que o adolescente tem de contestação.. geralmente. Quase todas as pessoas passaram por tais situações. o que não permitiu fosse lido o bilhete.Estudar para uma prova . c) É importante que nestes casos o facilitador. procura no bolso um bilhete no qual anotara o seu pedido.Sair com amigos . o participante escreva: quando eu era criança. os valores da infância refletem o comportamento que os pais esperavam deles. b) É possível que se encontre uma verdadeira inversão de valores entre a infância e o momento atual.Ir ao ponto de encontro dos amigos . sua ordenação de valores.A diferença entre uma escala e outra. Uma sala com cadeiras. 7) Depois peça que ele leia as frases comparando. uma vez que. pedindo que aguarde sentado. A secretária atende. por causa dos valores que descobrem ter). em pequenos grupos. Material: Lápis ou caneta e folhas em branco. 4) Diante dessa situação. . pelo acanhamento. Ou ainda. 10) Depois todos devem voltar para o grupão onde o facilitador coordenará a discussão definindo: . há relações que se estabelecem entre elas. 8) Em seguida o facilitador pede aos participantes que discutam com seus colegas mais próximos sua lista de valores atuais (lado direito da folha). até que tenha escolhido pelo menos cinco valores. e não com iguais ou com "inferiores". apressado e nervoso.A escala de valores do grupo (através da verificação de quais valores aparecem mais em primeiro lugar. 3) Geralmente se observa que as situações mais constrangedoras e apresentadas pela maioria dos grupos se referem à comunicação com os "superiores". Como Fazer: 1) O animador começa propondo ao grupo que cada qual se imagine em "situações passadas da vida em que não se sentiram à vontade nas comunicações com outras pessoas".. . 4) Em seguida. todos.. 6) Após todos terem terminado. e situações da primeira infância que se reproduzem. que escrevam do lado direito da folha. e) O facilitador tem que ter segurança da sua capacidade de interferência no grupo caso haja uma tendência de conflito entre os participantes (se sentirem pessoas vazias. . antes de candidatar-se ao mesmo. suficientemente ampla para acomodar todas as pessoas participantes. um a um lêem suas anotações. Comentário: a) É uma oportunidade para os adolescentes se perceberem enquanto uma pessoa em mudança. OS CORPOS REVELAM UMA POSIÇÃO SOCIAL Objetivo: Sentir que atrás de nosso corpo há a instituição (os organismos. sentir que atrás das instituições há pessoas. antes de ser atendido pelo chefe. situações em que as palavras não saíram facilmente.. os direitos e os temores). O pretendente bate à porta. há decisões tomadas por elas. estabelecendo a diferença entre a escala de valores que tem hoje e a que tinha quando era criança. na vida.

Faz-se um círculo com os participantes da reunião. sentando-se corretamente. diz ele. Como Fazer: 1. a cabeça inclinada levemente para frente. antes de candidatar-se. e apresenta-se humilde. 6. . O coordenador anuncia a chegada à ilha. virá um helicóptero para resgatar o grupo. O grupo deverá organizar rapidamente seguindo as orientações. 3) Destinar o envelope a si próprio (nome e endereço completo para remessa). "Bom dia". olhando sempre o chefe por baixo das sobrancelhas. fazendo o seu papel. Material: Envelope. CARTA A SI PRÓPRIO Objetivo: Levantamento de expectativas individuais. Acanhado. Pára e inverte os papéis. dizendo ter lido um anúncio de que a empresa estava precisando contratar mais funcionários e que. percepção de si. e espera mais um pouco. compromisso consigo próprio. de escritório. anuncia a secretária. Imediatamente ele se levanta. Como Fazer: 1) Individualmente. o chefe manda-o sentar. 2) Dentre os assuntos. entra. cada observador lerá suas anotações. Olha para o chefe. Por isso. 5. preocupado com seu trabalho. 6) É importante observar como o comportamento das pessoas muda radicalmente. Sua cabeça está apoiada nas mãos. que continua sentado à sua mesinha. Enquanto o chefe deixa seu ar de autoridade.17 e Sl 139 O HELICÓPTERO Objetivo: Apresentação e entrosamento. 4. continuando sempre sentado na beirada da cadeira. firme. cada integrante escreve uma carta a si próprio. sentando-se no escritório. à vontade (todos passeiam pela sala e cumprimentam o companheiro). O coordenador convida a todos a fazerem um passeio de barco a remo. 2. com um sorriso nos lábios. autoconhecimento. ocupando só um terço da mesma. DINÂMICA DE APRESENTAÇÃO Objetivo: Conhecimentos mútuos. no lugar ocupado pelo chefe. Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. papel e caneta. 8) A seguir. desejava obter algumas informações a respeito do trabalho. Porém ele não comporta todos de uma vez. e segue a verbalização acerca da experiência vivida. Roberto Risonho. reflexão. abordar: como se sente no momento. Iluminação Bíblica: Ap 2. Como Fazer: 1. A esta altura. remete ao integrante (via correio). como espera estar pessoal e profissionalmente daqui a 30 dias. E o exercício continua. procurando responder imediatamente à pergunta do chefe. Após alguns minutos. o candidato já não insiste em ter informações. 7. O candidato se torna o chefe do pessoal. diz ao candidato: "Fale-me primeiro algo a respeito de sua formação e de sua experiência". Eis que o chefe. cola-os perante o grupo e.O chefe pede para entrar. 7) O animador pede aos observadores do grupo que façam uma lista das anotações de tudo o que constataram e a mensagem que os dois protagonistas deixaram na dramatização. Todos podem passear por ela. O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente. o que espera do grupo. Inicia-se o passeio. acanhado. o animador aplica uma técnica usada em psicodramatização. auto-motivação. absorção teórica. Sua fala é fraca. Ele se senta na beirada da cadeira. começa a falar. que até agora permanecia calado. tímida preocupando-se em não dizer demais. meio encurvado. 4) O facilitador recolhe os envelopes endereçados. após 45 dias aproximadamente. O coordenador anuncia a todos que houve um maremoto e a ilha vai se inundada. e. e este ocupa a posição do candidato. 5) Nisso. parecendo neutro. sensibilização. memorização dos nomes e integração grupal. 2. como se estivesse escrevendo a seu(sua) melhor amigo(a). O candidato toma uma posição reta. falando com voz sumida.

despertar a solidariedade. e estas devem ser estranhas umas das outras.Grupo de três pessoas: Agora converse com alguém que você não conhece e com quem não tenha conversado ainda. Acabou o combustível.Como se sentiram? . perceber o nosso individualismo e descobrir soluções em conjunto com outras pessoas. folhas de jornal e tesoura. Nome da comunidade ou atua. Observação: Dá-se o tempo necessário para os grupos discutirem as questões. 2. Vai levar quatro pessoas. Como Fazer: 1. Nome do grupo e o significado do mesmo. Iluminação Bíblica: Jo 13. 4.a) O helicóptero chegou. Temos que sair de barco. Quem não seguir orientação poderá ser jogado no mar. c) Nosso helicóptero deu pane no motor. Só levará três pessoas e devem ser de comunidades diferentes. Material: Algumas balas. Pede-se dois voluntários para abrir os braços. pincéis ou canetas. mora. dois cabos de vassoura ou varas e barbantes. e) O helicóptero não pode voltar mais. Onde trabalha. Mas continua a exigência o grupo deve ser formado por pessoas que ainda não se conhecem.Grupo de quatro pessoas: O que é céu? O que achou desta dinâmica de conhecimento e entrosamento? Porque? . A BALA Objetivo: Despertar a importância do outro. se gosta ou não do trabalho. devido o perigo de afogamento.Isso tem alguma coisa com o nosso dia a dia? O que acharam da dinâmica? .Grupo de quatro pessoas: seu nome. Como Fazer: 1. Sugestões para as questões: .Por que os dois agiram assim? . Cada participante pega uma meia folha de jornal. que trabalho faz. Por as balas numa mesa e pedir aos dois para chuparem balas sem dobrar os braços que estão amarrados. 3. 32-37 e Sl 15 .Grupo de três pessoas: Como se sente aqui? Porque veio? O que é pastoral para você? E movimento? Como esta organizada a pastoral na sua paróquia? . 2. Material: Alfinetes ou fita adesiva. 3. Por a vara ou cabo da vassoura nos ombros acompanhando os braços e amarrar os braços abertos na vara. Prega-se a camiseta no corpo e circula pela sala para cada um ler o que outro escreveu ou desenhou. Qual o eu ideal? . Pode dar as seguintes orientações: escreva ou desenhe algo que caracterize sua vida de trabalhador. rasga ou corta as pontas de cima no formato de camiseta. Escreva na camiseta de jornal: o seu nome. Ele levará cinco pessoas. b) O helicóptero voltou. Desta vez levará quatro pessoas. Elas podem ser como sugeridos abaixo ou pode-se elaborar outras de acordo com a realidade do grupo.O que o grupo observou? Poderia ter sido diferente? . Há uma exigência fundamental: levar uma pessoa desconhecida com quem não se conversou ainda. d) O helicóptero esta aí novamente. O que faz na comunidade? Estuda? O que? Onde? O que espera do curso e o que gostaria que fosse tratado? .Grupo de cinco pessoas: seu nome. Comentário: . para não dobrar.Pode confrontar com a Palavra de Deus? Iluminação Bíblica: At 4. Veio desta vez um menor. 34-35 e Sl 133 CAMISETAS Objetivo: Conhecimento mútuo e levantamento da realidade. f) Anuncia que todos foram salvos.

Depois cada participante toma um sinal de morte da árvore e faz uma prece de perdão e queima. Depois. 3. ). Em seguida. 2. no grupo de jovens. Iluminação Bíblica: Jo 15. 2. Material: Um galho de árvore seco. 2. Observação: Com certeza algumas pessoas que conseguiram entender 1º a dinâmica. diante da árvore seca e verde vão explicando para o grupo o que escreveram e penduraram na árvore.1-8. foram para seu lugar e ficaram rindo dos colegas em vez de ajuda-los. e se pretende fazer apresentação a dois. Quem estiver sendo apresentado vai verificar se as informações a seu respeito estão corretas conforme foi passada na entrevista. Em pequenos grupos descobrir os sinais de vida e morte que existem no bairro. APRESENTAÇÃO Como Fazer: O coordenador explica que a dinâmica é feita para o conhecimento de quem é quem no grupo. pedir que tentem montar um boneco ( na certa não vão conseguir pois. Fazer a leitura de João 15. 5. caneta ou pincel e pedaços de papel.. no grupo de jovens. O coordenador pode pedir para abrirem os olhos e que não podem conversar até o termino da dinâmica. O coordenador deve explicar que eles terão um certo tempo para descobrirem sua cor e se destinar para perto da parede que tenha a sua cor. E os que não conseguirem terão que pagar uma prenda. Como Fazer: 1. não podendo fazer a sua própria apresentação. e nisso cada pessoal fará apresentação da pessoa que foi entrevistada. 5. para isso se formam pares desconhecidos que durante uns minutos esses pares se entrevistem. em seguida cada um pega um sinal de vida e leva como lembrança e desafio. fita adesiva. após a entrevista feita pelos pares volta ao grupo. Como Fazer: 1. e logo depois as cinco cartolinas de cores diferentes do tamanho de papel ofício. cola e tesoura. 5 cartolinas de cores diferentes cortadas uma de cada cor no tamanho de uma folha de papel ofício. na família. o que fazer para gerar mais sinais de vida e enfrentar as situações de morte de nosso bairro etc. Terão vários olhos e nenhuma boca. devem ser colados cada um em uma parede da sala. 4. DESENHO Material: Duas folhas de papel para cada participante. O coordenador deve pregar na testa ou na costa de cada um uma cor. 3. 4. 1-8 e Sl 1. Iluminar com a palavra de Deus e em grupo refletir: Iluminados pela prática de Jesus. No intervalo das colocações pode-se cantar algum refrão. . um galho de árvore verde. Cortadas no tamanho que de para colar na testa de cada um.. Pedir para que os participantes formem um circulo e que fechem os olhos.ÁRVORE DA VIDA E ÁRVORE DA MORTE Objetivo: Refletir sobre os sinais de vida e morte no bairro. pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano (só que dessa vez em grupo). Termina com uma reflexão sobre a validade da dinâmica.. Como Fazer: 1. Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceção dos que chegaram 1º e não ajudaram os seus irmãos. sem que os outros saibam.. Tudo isto sem poderem ser comunicarem. Após todos terem desenhado. Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano. 3. em outra folha de papel. canetas hidrocor. AS CORES Material: Fita adesiva. na comunidade. na família.

Como Fazer: 1. Em seguida prende a ponta do mesmo em um dos dedos de sua mão. cartolina. Todos devem cantar e dançar em ritmo diferente dos que já cantaram e dançaram. Dispor os participantes em círculo. será feito um diagrama no quadro-negro ou cartolina. e todos devem cantar e dançar assim: "O nome de dele é Exemplo: Jesus". acerca do que for dito. O coordenador forma subgrupos de aproximadamente seis pessoas. bola) de cordão ou lã. 4. Assim. O coordenador deve dar inicio parra incentivar e quebrar a timidez. Como Fazer: 1. o coordenador dirá as regras do exercício: não haverá crítica durante todo exercício. Quais a dificuldades. e procura-se formar uma pirâmide cuja base serão as idéias mais válidas. Como Fazer: 1. 2. O coordenador inicia dando um exemplo prático: 2. o animador pede que seja organizada uma lista única das melhores idéias. Como Fazer: 1. O coordenador distribui um papel para todos. 1ª fase: O coordenador apresenta o problema a ser resolvido. Formados os subgrupos. Processa-se a leitura das melhores idéias. cada membro deve refletir e falar sobre como foi montar o boneco. quanto mais extremada a idéia. Cada subgrupo escolherá um secretário que anotará tudo. a fim de que nele se escreva o nome da pessoa mais importante para o sucesso do grupo. 2. 6. Eles devem se organizar. TEMPESTADE MENTAL Material: Papel. o coordenador avisa que terminou o tempo e que a crítica é proibida. logo . 4. indo em direção à escolhida. 3. devem montar o boneco. 4. DIAGRAMA DE INTEGRAÇÃO Material: Lápis ou caneta. papel e cartolina. 4ª fase: Forma-se o plenário. 2. ou ainda. O papel deve ser assinado de forma legível. 5. KARAOKÊ Objetivo: Aprender o nome de todos.4. e com uma flecha. Em seguida. 3. a iniciar-se com o nome da pessoa que escolheu. caneta. O coordenador toma nas mãos um novelo (rolo. O coordenador deve cantar assim: "O meu nome é Exemplo: Jesus". Inicia-se a avaliação das idéias e a escolha das melhores. 3ª fase: No caso de haver mais subgrupos. Recolhido os papeis. tanto melhor. e um dos sobrevivente nadou até alcançar uma ilha deserta. combinando qual parte cada um deve desenhar. 3. deseja-se o maior número de idéias. O coordenador deve pedir para os participantes um circulo e logo depôs deve mostra para todos que eles devem cantar e dançar do mesmo modo que o cantor principal. Como poderá salvar-se: o grupo terá 15 minutos para dar idéias. 2ª fase: Terminado. marcando com um círculo o nome do participante escolhido. etc. A TEIA DA AMIZADE Material: Um rolo (novelo) de fio ou lã. Terminada a montagem. da pessoa do grupo cujas idéias são mais aceitas. Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo. Por exemplo: um navio naufragou. 3. após desenharem.

joga o novelo para uma das pessoas à sua frente. o que faz etc. . promove união. 4. A pessoa escolhida. 6. Como Fazer: 1. 5. d) Deve-se refletir também sobre a amizade entre o grupo e com Deus. 7. de onde vem. Como cada um atirou o novelo adiante. c) Essa dinâmica além de muito divertida.O que aconteceria se um deles soltasse seu fio etc. Dispor os participantes em círculo. 2.. de onde vem. Esta pessoa apanha o novelo e. Certifique-a de que não irá se machucar. 8. A PALAVRA .O que sentem. Nada deve ser explicado até nesse momento. de um lado para o outro. no final haverá no interior do círculo uma verdadeira teia de fios que os une uns aos outros. brincando realmente de "João Bobo".O que observaram. Um deles somente deve ficar de fora.IMÃ Material: Cartolina ou papel. queremos . dizendo quem é. o que faz etc. Enquanto isso explica-se a brincadeira para todos os participantes que ficaram na sala. irá repetir o que lembra sobre a pessoa que terminou de se apresentar e que lhe atirou o novelo. Comentários: Pedir para as pessoas dizerem: . As pessoas devem empurrá-la devagar. pincel atômicos ou canetas. Mensagem: Todas as pessoas possuem no seu interior uma parcela de verdade que necessita vir à tona algum dia. JOÃO BOBO Objetivo: a) O objetivo desse dinâmica é atingido quando há empenho de toda a roda para que o amigo que está no centro não caia. Após fazê-lo. 4. 3. Forma-se um círculo com todos os participantes. Como Fazer: 1. Só então. coloca-a no centro do círculo e a brincadeira começa! 8. ninguém pode ocupar o seu lugar. todos conversarão sobre o que escreveram. 6. Pedir para cada participante escrever em torno da palavra-chave aquilo que lhe vier à cabeça sobre a palavra-chave. dizendo que é. traz-se a pessoa já vendada para dentro da sala.após se apresentar brevemente. e confiança entre os membros do grupo. 2. após enrolar a linha em um dos dedos. e que foi retirada da sala. O coordenador deverá escrever no centro de uma cartolina a palavra-chave. Nesta dinâmica. o tema do encontro. . pois se há um amigo com quem podemos contar. . é Deus! Material: Pano para vendar os olhos de um menino. essa segunda pessoa irá se apresentar. SOMOS CRIAÇÃO DE DEUS Objetivo: Na adolescência somos facilmente influenciados por nossos amigos. (Por exemplo: escrever a palavra amor) 3. 7. No final da dinâmica. deve ser orientada para não ter medo e para se deixar levar durante a brincadeira. Assim se dará sucessivamente. até que todos do grupo digam seus dados pessoais e se conheçam. 5.. Escolhe-se uma pessoa (ela será o João Bobo .O que significa a teia. b) A pessoa vendada deve comentar depois de terminada a dinâmica sobre a confiança que teve que depositar em todo o grupo.de preferência um menino) e retira da sala. Mensagem: Todos somos importantes na imensa teia que é a vida. o que sentiram.

Quando a música pára de tocar. pode-se. 3. cada círculo gira para um lado. Quando começar a tocar a música. Perguntar sobre a característica que nos diferencia das outras pessoas: que temos Cristo como Salvador. o candidato diz como se sentiu. misturar as pessoas dos dois círculos para que mais pessoas possam se conhecer. etc. Cada participante coloca no papel as virtudes que vê naquela pessoa indicada para o cargo e como deveria fazer a propaganda de sua candidatura. e que nem sempre agir como o grupo age ou exige é saudável para cada um. dizendo o nome e alguma outra informação que o coordenador da dinâmica achar interessante para o momento. Observar o que foi acrescentado. mais ou menos. 6. 3. incentivar os preguiçosos e os tímidos. desenhar um coração e uma cruz dentro dele na nossa figura. Agora cada um passa o desenho para o colega do lado direito. Devolver o desenho ao dono. Será que estamos prontos aos olhos de Deus. O grupo coloca em comum o que cada um escreveu sobre o candidato e faz uma síntese de suas virtudes. 5. ser dirigente de um clube esportivo. O grupo avalia a dinâmica. o que mais falta em nós? (Deixar um minuto de oração silenciosa onde cada um deve pedir que Deus termine de "desenhá-los") DOIS CÍRCULOS Objetivo: Motivar um conhecimento inicial. Como Fazer: 1. Por exemplo. Se não for o caso. repetir o processo umas duas ou três vezes. 3. passar novamente para a direita. Como Fazer: 1. 5. as pessoas devem se apresentar para quem parar à sua frente. dependendo do tempo disponível. Participantes: Indefinido. Prepara a campanha eleitoral e. 4. nos influenciam? (O que elas nos dizem pode nos influenciar.mostrar que Deus deve ser a principal influência em nossa vida. mas é importante que seja um número par de pessoas. ambos com o mesmo número de pessoas. o coordenador da dinâmica pode requisitar um "auxiliar". O que Deus quer de nós? E as pessoas com quem convivemos. faz uma experiência da campanha prevista. tocada ao violão ou com gravador. deixar uns 2 a 3 minutos. mais ou menos. o que fazem professores. amigos. 2. Repete-se até que todos tenham se apresentado. Conversar sobre Deus ter nos criado (e repetir essa pergunta: o desenho está pronto. Formam-se dois círculos. Sentados em círculo. o que você gostaria de fazer? 2. Material: Papel e caneta. Material: Uma música animada. A CADIDATURA Objetivo: Expressar de maneira simpática o valor que têm as pessoas que trabalham conosco. também. A certa altura. cada um recebe uma folha e uma caneta. acrescentam algo a nós?) 4. Cada grupo deve escolher um candidato para determinada missão. escreve o nome e faz um desenho que represente a si mesmo (pode ser um boneco de "palitinhos" ou com detalhes). para que as pessoas aprendam aos menos o nome das outras antes de se iniciar uma atividade em comum. ser presidente da associação de moradores. Como Fazer: 1. o que você gostaria de fazer?). 4. Observar o desenho: ele está pronto. pedir que ele acrescente uma coisa ao desenho. Material: Caneta e papel para todos os participantes. Dinâmica do Espelho . O grupo explica por que atribuiu determinadas virtudes e como se sentiram na campanha eleitoral. 2. um dentro do outro.

ele recomenda: "Sede hospitaleiros uns com os outros. visualizando-os em papelógrafo. Introdução ao Tema: Os critérios para a acolhida fundamentam-se na Palavra de Deus. 4. 2-8. Descobrir na Palavra de Deus o fundamento para a ação. 7. 2. sem murmurar". Abraão acolhe três homens sem saber que são anjos de Deus. Receber um peregrino. Algumas pessoas podem partilhar com o grupo todo. o coordenador dialoga com o grupo a respeito do que foi apresentado e evidencia os pontos fracos. dois a dois. 2.O que foi bom? . Divisão em grupos: Apontar os principais desafios para a acolhida. No livro do Gênesis 18. voltados um para o/a outro/a . Deus que acolhe o seu povo.Houve medos? . Plenário: Um representante de cada grupo expõe os principais desafios. num breve sociodrama. (3 a 5 minutos) 3. A seguir. O cristão também é chamado a ser hospitaleiro. Estes textos mostram como a atitude da acolhida sempre esteve presente no ensinamento de Jesus e nas primeiras comunidades. A seguir. 13: "Tomando parte nas necessidades dos santos. no que diz respeito à acolhida. 6. desacelerar a respiração e sentir o outro. A Bíblia está permeada de exemplos de acolhida. despreza aquele que me enviou" (Lc 10. De pé. Deus que acolhe e quer ser acolhido pelo seu povo. buscando proporcionar a hospitalidade". Deus que fala com as pessoas como a amigos. 42. 25. 3. vendo neles um potencial a ser trabalhado e não apenas um ponto fraco. Anotar as principais dificuldades e coicidências. um pequeno teatro que represente uma dificuldade na acolhida. Dinâmica 2 Objetivo: Estabelecer critérios que dêem suporte a uma atitude de acolhida. para que o grupo decida e se prepare. É importante tratar dos problemas.Objetivo: Quebrar o gelo e estabelecer uma relação com a pessoa que está ao nosso lado. Organizar os participantes em pequenos grupos de 6 a 8 pessoas. Cada grupo vai entrar em acordo e apresentar. e precisa estar presente também no cotidiano das pessoas. Todos os grupos se apresentam. . A hospitalidade é uma prática das primeiras comunidades. dois a dois. nas orientações da Igreja e nas necessidades da comunidade local. Abrir-se para aceitar o diferente. garante a importância da acolhida: "Quem der um copo d'água fria a um destes pequeninos. Olhando nos olhos. quem vos despreza a mim despreza.olhos nos olhos. ao mesmo tempo. Jesus chama e envia os discípulos. em verdade vos digo que não perderá sua recompensa" (Mt 10. um em seguida do outro. (Depois de apresentados. Como Fazer: 1. relacionar-se com o diferente. tanto que na primeira carta de Pedro capítulo 4. 44). por ser meu discípulo. 16). Objetivo: Conhecer-se. E a melhor forma de descobrirmos isso é o contato com os textos bíblicos. Fazer com que o grupo perceba as próprias dificuldades e as que aparecem no momento da ação pastoral ou evangelizadora. de preferência alguém não conhecido. partilha da experiência entre as duas pessoas. para a missão e. No Novo Testamento. e quem me despreza. 5.Por quê? 4. um necessitado é o mesmo que receber o próprio Cristo: "Quem vos ouve a mim ouve. Como Fazer: 1. aproximadamente. Dá-se um tempo de 20 minutos. senti-lo como ser humano. as dificuldades internas das pessoas e da comunidade. dividindo-os aleatoriamente. Dinâmica 1 Objetivo: Perceber as diferenças que exsitem entre as pessoas e como as novas idéias vão provocando mudanças.Como me senti? . Dinâmica 3 . versículo 9 . deixar o tempo todo na sala para que sejam percebidos e gravados por todos). conforme Paulo escreve à comunidade de Roma em Rm 12. sem comentários.

Introdução: A acolhida requer atitudes pessoais de abertura. missas e sacramentos. no abrir os braços para acolher. 2-8 . ou da forma que mais convier. argumentando com as razões que o levaram a estabelecer a ordem de preferência da sua decisão individual. para que dêem indicações para um planejamento. os não-praticantes. Cinco personagens entram em cena. de atenção ao outro e de doação.Bom Pastor: Jo 10. numa discussão de grupo. que os participantes tomem a consideração a subjetividade de cada qual.reunir os grupos por pastorais. História de Marlene O exercício seguinte é um treinamento de consenso. 3-7 . 15-17 . 38-42 . 5. Nos subgrupos cada integrante procurará defender seu ponto de vista.Jesus acolhe a pecadora: Lc 7. GRUPOS . Os gestos de acolhida devem expressar generosidade. a partir da escuta do texto bíblico. o outro se sinta de fato acolhido. mas também os que estão fora. Como Fazer: 1. e também ser constante e partilhado. para nela ser lançada a ordem preferencial do grupo. O coordenador distribui a cada subgrupo uma folha da história de Marlene. Modo de proceder: O texto seguinte narra a história da jovem Marlene. Requer igualmente uma organização flexível que tenha em conta não só a imagem da instituição.Como Fazer: Dividir os grupos de forma heterogênea e dar a cada um deles uma citação bíblica para que descubram uma atitude que possa iluminar os problemas e as dificuldades apontados no encontro anterior. A acolhida é o primeiro sinal da presença de Cristo.Todos precisam ter uma atitude de acolhida. pois. Plenário: Um representante de cada grupo coloca o que seu grupo descobriu como resposta aos problemas e dificuldades da comunidade. Material: Uma cópia da história de Marlene para cada membro e lápis ou caneta. Ele envolve o acolhimento dentro e fora da Igreja. Anotar estas respostas para o próximo encontro e definir prioridades: o que é mais urgente que se faça? Objetivo: Definir ações: . 1-21 . 2.Em que momento e como expressá-la? A comunidade vai planejar a ação . mas as pessoas que a procuram. magoados.Zaqueu: Lc 19. 1-20 . . A conclusão unânime é praticamente impossível de se conseguir. organiza-se o plenário. Esse ministério se caracteriza não só pelo que se faz. . desenvolver nos participantes a capacidade de participação. para que se torne possível uma decisão. 1-18 . Esse serviço de acolher as pessoas deve ser realizado com qualidade. os que estão afastados. é importante uma ação planejada.Jesus acolhe as crianças: Lc 18.Missão dos discípulos: Lc 10. 4. hoje: .Outros textos à escolha. da comunidade: nos momentos de celebrações. descobrir o "novo" que ilumina a nossa acolhida. Terminada a tarefa grupal. Cada um receberá uma cópia da história de Marlene para uma decisão individual.Pastor que busca e acolhe a ovelha perdida: Lc 15. Dinâmica 4 EXERCÍCIO DE CONSENSO Objetivos: Treinar a decisão por consenso. 36-50 . Para se obter bons resultados. 1-10 . de modo que. ou seja.Ler os textos bíblicos nos quais Deus e Jesus acolhem as pessoas e estas acolhem Jesus.Marta e Maria acolhem Jesus: Lc 10. 24). sinceridade. mas pela maneira como é feito (Apostolicam Actuositatem. levando para isso uns cinco minutos. É preciso.Encontro com Nicodemos: Jo 3.Abraão acolhe os anjos: Gn 18. 3. Cabe a você estabelecer uma ordem de preferência ou de simpatia para com estes cinco personagens. Organizam-se os subgrupos de cinco a sete membros cada para a decisão grupal. no atendimento ao telefone.

Comunica imediatamente a notícia a Marlene. colocando-os em ordem de um a cinco. Esta técnica pode estender-se a uma situação em que a pessoa se sinta constrangida por outro indivíduo. prosseguem-se os comentários. A seguir convida um participante. e na mesma hora a abandona. por cima. por baixo ou arrebentando a corrente de braços. ficando a decisão final por sua conta". TÉCNICA DE SAÍDA Objetivos: Libertar de inibições pessoais contraídas. com a condição de receber em troca um manto que usava. através do uso dos sentimentos em todo o corpo. não estou interessado em tomar os restos de outro". na atual circunstancia. A pessoa coagida procura então libertar-se. para que fique de pé dentro do círculo. Paulo compadece-se dela. 2. Como Fazer: 1. porque não o amava bastante. auxiliar os participante a se tornarem conscientes de sua verdadeira reação uns em relação aos outros. Pedro recebe um telegrama. atrás da pessoa que se presume esteja sendo coagida e coloca os braços em volta dela. deverão fazer o que quer que sintam impelidas a fazer. O coordenador convida umas dez a doze pessoas para formar um círculo apertado. o exercício prossegue. e eu recusei. Eis a história de Marlene: Cinco personagens fazem o elenco. alegando estar namorando Pedro. uma em cada extremidade da sala. Nesse caso o que exerce coação fica de pé. Como Fazer: 1. um eremita. Em seguida cada um dará as razões que o levaram a estabelecer esta preferencia. onde passa três dias bem feliz. quando as duas pessoas se encontrarem bem próximas uma da outra. trocando a pessoa que se encontra no meio do círculo. um barqueiro. Conhecem-se há muito tempo." Paulo retrucou: "É tarde demais. Atravessa o rio e vai visitar Pedro. insistindo em que a transporte para o outro lado. Após uma tentativa de uns quatro a cinco minutos. uma em direção à outra. olhando-se nos olhos. 4. Sem haverem nada planejado. O barqueiro. coisa que há muito tempo aguardava. dar-lhe nenhum tipo de conselho. um conselho. Marlene solicita a um barqueiro que a transporte para o outro lado. Se quiser. O coordenador convida dois voluntários para que fiquem de pé. possivelmente uma pessoa contraída. Marlene decide visitar Pedro. 4. com os braços entrelaçados. a pessoa que está dentro recebe ordens para procurar sair do jeito que puder. pode-se prosseguir o exercício. Respondeu: "Compreendo a situação. mas não posso. podemos dialogar a respeito. porém. Marlene cai numa tristeza profunda e resolve dar um passeio. e andando muito lentamente. Na manhã do quarto dia. Marlene. Chegando ao rio. Terminado o encontro. explica a Marlene ser este trabalho seu único ganha-pão. Paulo já quis casar com ela. procede-se a nova ordem que. Uma vez bem formado o círculo.Numa primeira fase. que morava no outro lado do rio. e pede-lhe certa soma de dinheiro. Pedro e Paulo. Pedro e Paulo são amigos desde a infância. mas recusou. cada qual indicará o seu grau de simpatia para com cada um dos personagens. 6. Depois de certo tempo. Marlene diz a Paulo: "Sabe que tempos atrás você me pediu em casamento. 3. e procura consolá-la. . Era a oferta de um emprego muito bem remunerado no exterior. mas hoje penso amá-lo suficientemente para casar com você. silenciosas. e com a ajuda dessas informações. com outros dois. Conta-lhe a história. TÉCNICA DO ENCONTRO Objetivos: Estabelecer um comunicação real. Marlene hesita e resolve ir consultar um eremita que morava perto. Poderão continuar o encontro durante o tempo que quiserem. incapazes de mexer-se ou de fazer o que gostariam de fazer. no final. atribuindo o número 1 ao mais simpático seguindo até o 5. caso seja necessário. o seu grande desejo de ver Pedro e o pedido do barqueiro. uma vez terminada esta vivência. estabelece a ordem de preferência do grupo. como quando alguém se sente coagido por alguém. apertando-lhe fortemente os braços. Ela explica ao barqueiro o seu grande desejo de visitar Pedro. 5. Marlene. Finalmente. tirar o bloqueio das pessoas que se sentem imobilizadas. Certo dia. Por fim o barqueiro aceita. então. Marlene retorna ao riacho e decide aceitar a última proposta do barqueiro. 3. importância de que Marlene não dispunha. encontrando-se com Paulo a quem conta a razão de sua tristeza. Os componentes do círculo tentam ao máximo contê-la e não deixá-la romper o cerco. solicitando. 2.

explicando ao grupo como a afeição se baseia na formação de ligações emocionais. O jogo vai seguindo até que o voluntário descubra qual a peça que está sobrando (o cobertor). cumpre que se formem ligações afetivas. 5. podendo permanecer no círculo ou sair dele e ficar de costas para o grupo. Material: Um voluntário e um cobertor. 3. após a inclusão e o controle. TÉCNICA NÃO VERBAL DE CONTROLE Objetivos: Experimentar os sentimento de domínio e de submissão. seguem-se os comentários não só dos protagonistas. Para prosseguir a relação. 6.5. O voluntário volta para a sala. 2. 5. Como Faer: 1. olha nos olhos e lhe fala diretamente. você deve tirá-la e jogar para fora. toca-a. a fim de observar se de fato tiveram a impressão de subordinação. o animador poderá solicitar a reação das outras pessoas. que é uma outra maneira de realizar a dinâmica. O impacto é mais forte quando cada um se coloca diante da pessoa. É importante observar que as pessoas fiquem de pé sem maiores explicações. O coordenador pede que uma ou duas pessoas fiquem de pé em cima de uma cadeira e continuem participando das atividades. A pessoa apenas ouve. . o coordenador solicita ao grupo que diga se é ou não a peça que está sobrando. 2. naquela posição. como dos observadores. 3. A cada peça que ele tira. Como Fazer: 1. O coordenador solicita ao voluntário que se retire da sala e explica a brincadeira para todo o grupo. EXERCÍCIO DE BOMBARDEIO INTENSO Objetivos: Expressar sentimentos positivos. O coordenador inicia. as pessoas têm de encontrar-se umas com as outras e decidir se continuam seu relacionamento. UMA PEÇA A MAIS Objetivos: Ajudar a descontrair o grupo durante uma reunião. 2. 3. Na inclusão. Como Fazer: 1. de carinho e afeto com uma pessoa. Como Fazer: 1. Destaca-se a importância de avaliar todas as atividades para que os erros sejam corrigidos e distribuindo o questionário e dando 15 minutos para ser respondido de maneira mais clara possível. Os problemas de controle exigem que as pessoas se confrontem umas com as outras e descubram como desejam relacionar-se. É geralmente a última fase a emergir na evolução do relacionamento humano. 4. Deve-se ter cuidado de para a brincadeira antes que o voluntário fique sem roupa. a fim de que se crie um vínculo duradouro. No final da experiência. Feita a explicação o coordenador pede aos participantes que digam à uma pessoa todos os sentimentos positivos que têm por ela. é coberto com o cobertor e o coordenador vai orientado o voluntário: a) Você está com uma peça de roupa a mais. AVALIANDO UM ENCONTRO Objetivos: Avaliar a partir de um questionário básico a qualidade dos encontros ou reuniões para assim estar determinando os caminhos a serem seguidos. como também notar como essas simples modificações espaciais fazem aflorar nítidas sensações de conforto ou desconforto. para não criar constrangimentos para ele nem para o grupo. 4. Decorridos cinco ou mais minutos. e elas têm então de abraçarse. Material: Questionário e caneta para cada um.

f) Quais fatores do ambiente facilitaram ou dificultaram o encontro. Quando as pessoas chegarem para tomar o café da manhã. 2. 6. 4. i) Estas decisões surgiram da compreensão mútua e do consenso j) As pessoas ficaram atadas às suas idéias ou cederam em pontos para que o grupo progredisse. especialmente a fome e a exclusão. O coordenador entrega uma cópia das poesia para cada participante para que possam ler e escolher uma com a qual se identificam. Material: Cópia das poesias para cada um dos participantes. Todos os participantes devem anotar o que seu colega pensa. Num segundo momento. 3. pouco. Como Fazer: 1. copos. Material: Três mesas contendo em uma um café completo (suco. 5. aceitável. procura acalmar as pessoas sem resolver o problema da fome. 3. guardanapos). Como Fazer: 1. Normalmente as pessoas não se dão conta do que está acontecendo até que os "marginalizados" querem ir até a cozinha para pedir o que falta. O coordenador da dinâmica dá 15 minutos para que cada um. apoiados na poesia. normal e fraco (inclusive faltando talheres. em silêncio. o que você achou desse encontro: ruim.Questionário: a) No geral. o coordenador distribui uma folha de papel e caneta para que cada um possa escrever uma frase sobre o que está sentindo. 4. excelente. 5. 2. b) Quais foram seus pontos fracos c) O que mais agradou d) O que foi mais negativo e) Agora você compreende melhor os outros: muito. bastante. nada. TRÊS CAFÉS DA MANHÃ DIFERENTES Objetivos: Sentir vivencialmente o problema social. 3. 2. O coordenador motiva os participantes a dizerem o que sentiram lendo aquelas poesias e porque se identificaram. Deve haver alguém previamente acertado para ser o "conciliador" nas mesas onde vai faltar comida. O "conciliador" deve se oferecer para ir até lá e ao regressar. k) Os temas foram suficientemente discutidos. e logo após o café da manhã analisa- . O importante é que se providencie cópia de todas as frases para que os participantes possam ler e guardar os textos criados pelo grupo. g) Os objetivos do encontro e de cada item de pauta foram enunciados claramente. Material: Uma frase para cada participante. As frases podem ser assinadas ou não. a pessoa desenvolva idéias coerentes e aprenda a manifestar sua opinião. organize as idéias para que em 5 minutos explique o significado da frase e convença o grupo de que a afirmação é verdadeira. manifestar sentimentos e emoções. h) O grupo conseguiu chegar às decisões que precisavam ser tomadas. POESIA DIÁRIA Objetivos: Que os participantes consigam. Alguém de fora deve tomar nota do que está acontecendo. Cada participante recebe uma frase. médio. bom. Antes dos participantes do curso chegarem para o café da manhã prepara-se as mesas com o café da manhã completo. frios) em outra um café da manha normal e na última um café da manha fraco que não seja o suficiente para todos. podem sentar onde quiserem. Como Fazer: 1. 4. O coordenador deve evitar um debate de idéias e que seja uma análise da capacidade de convencimento de quem está falando. frutas. DIZENDO POR DIZER Objetivos: A partir de uma frase pronta.

4. não só fazendo pergunta. Cada um apresenta as fotos e as conclusões as quais chegaram. 4. Sua função. Conversa-se. chamando atenção para a necessidade das pessoas se comprometerem diante da injustiça social. . 8. 4. então. Como Fazer: 1. integrar. alguém a pedido do coordenador apresenta suas idéias com relação a proposta. ESTÁTUA Objetivos: Descobrir o que o grupo pensa sobre determinado tema. sempre atribuíram às cores significados especiais. lembrando que os seres humanos. 6. O coordenador pede aos outros participantes que dêem sua opinião e se querem acrescenta ou tirar alguma coisa da estátua. resultante das muitas alterações pedidas pelo grupo. neste momento. 2. aprofundando sobre o tema. Essa pessoas pode chamar quantas pessoas que quiser. 7. em tamanhos visível a certa distância e colocadas em lugar visível a todos. 3. Tendo um tema já definido. como as pessoas se sentiram. 3. IMAGEM E MENSAGEM Objetivos: Ao olhar fotos sobre a realidade que se vive. O animador faz a movimentação do exercício. no plenário. mas também solicitando explicações. A seguir. Material: Uma grande folha de papel e lápis colorido para cada participante. Depois durante 7 minutos pensam sobre a realidade que as fotos revelam. Os demais podem interferir. 5. qual a ligação entre elas e por que se identificou com elas. Como Fazer: 1. analisando-se como começou a ser montada a estátua. o que disseram e qual a relação disso com o que acontece no dia a dia. desde épocas muito remotas. perceber a necessidade de assumir compromissos. Em seguida. antes de aprofundá-lo. Refletir: a) de que serviu o exercício? b) depois dele. explica o porque de colocar as pessoas naquela posição e não em outra. é a de ajudar a nos conhecer melhor. porque as pessoas concordaram com as mudanças. 7. olhado as fotos e escolhem duas fotos que tenha ligação entre si. 2. colocando-as na posição que melhor representa a idéia que tem sobre o tema proposto. O restante do grupo pode questionar as ligações ou tirar dúvidas. 2. Como Fazer: 1. Cada participante escolhe sua cor preferida e anota as razões de sua preferência. chegando até alguns a atribuirlhes uma influência que vai muito além dos efeitos meramente estéticos. crescer.se o que aconteceu. Na seqüência o coordenador deve fazer uma reflexão sobre o tema. 3. Os participantes passeiam pela sala. DINÂMICA DAS CORES Material: Folha de papel de diferentes cores. Material: Fotos de jornais e revistas. O observador que fez as notas deve intervir quando constatar que as coisas se passaram de um jeito diferente do que está sendo dito. aprender a ligar dois ou mais fatos e ter uma opinião sobre eles. as pessoas revelam a cor escolhida e comentam as razões da preferência. A partir daí tem início a discussão. valorizar-se. como nos sentimos? DESENHO DOS PÉS Objetivos: Socializar. Convida cada um dos presentes a escolher a cor com que melhor se identifica e a anotar em seu caderno as razões dessa escolha. Conversa-se também sobre a estátua final.

de forma que todos os participantes tenham oportunidade de dizer o que pensam. Formar novos grupos. Parecia um caramujo. onde cada um deverá ler cuidadosamente o caso narrado. com um hino ou palavras. por menores que sejam. Formar um grande abraço.Ricardo. Hoje consegui falar com três pessoas. 3. abraçadas devem orar. através de um relator escolhido expõe suas conclusões. em etapas: 1. e não agradar a nós mesmos" (Rm. Depois de uns quinze minutos os grupos se reúnem novamente e cada um. O animador motiva os participantes a desenharem num grande papel o próprio pé.eu não vou mais a estas reuniões. todo encolhido num canto da sala. com todas as pessoas (formar um círculo em que um abrace o outro pela cintura ou ombro) orar juntos o Pai Nosso e desejar benção de Deus para todos. . José abaixou a cabeça e depois disto houve um longo período de silêncio. -. Separe os grupos (3 a 5 pessoas). Perguntas: a) Qual era o problema de José? b) Por que o comentário de Ricardo fez com que José reagisse de modo tão negativo? c) Você acha que devemos esperar mudanças nas pessoas com a mesma pressa que Ricardo demonstrou? d) O que você diria a José para incentivá-lo a tornar-se mais sociável? Conclusão: Às vezes queremos que as coisas aconteçam muito depressa. Terminada a discussão. Esta atitude irá incentivá-lo a continuar lutando.Talvez. Desisto de tentar. com pessoas diferentes. o animador convida a todos que escrevam no pé que desenharam algum compromisso concreto que irão assumir. Estou tentando melhorar.15. Mesmo depois do encontro somente falou algumas palavras com uma ou outra pessoa. 3. Como Fazer: 1. 1). Durante a reunião ficou sem falar absolutamente nada. você não acha? -.Você ainda tem muito para crescer nesta área. pois por mais que me esforce só ouço críticas. procurando responder as perguntas que vêm logo a seguir. Quando alguém está conscientemente lutando com um problema pessoal. Já é grandinho e está na hora de dominar este acanhamento idiota.Desde que saímos da reunião não disse uma só palavra.Muito bem -retrucou José quebrando o silêncio. a) Todos os pés são iguais? b) Estes pés caminham muito ou pouco? c) Por que precisam caminhar? d) Caminham sempre com um determinado objetivo? e) Quanto já caminhamos. Neste dia porém.Como Fazer: 1. agradecendo ou pedindo 4. 2. -. com 5 pessoas cada. deve saber que estamos percebendo sua luta e suas vitórias. As pessoas devem se abraçar duas a duas ou em 3 e dizer umas as outras que foi bom terem estado juntas. 8 ou mais pessoas cada. PACIÊNCIA José e Ricardo iam caminhando de volta para casa depois de uma reunião do seu grupo de discipulado.. etc. O GRANDE ABRAÇO Como Fazer: Convidar o grupo a se abraçar e abraçar a Deus junto. abraçadas devem orar agradecendo a Deus.. se conhecido. -disse Ricardo visivelmente impaciente. -. já é um progresso.O que há com você? -perguntou José. Em seguida. Formar novos grupos com 7. você sabe muito bem que sou tímido e demoro para me enturmar. Um elogio tem grande poder.É que mais uma vez você não se comportou como devia. que somos fortes. -. devemos suportar as fraquezas dos fracos. Iluminação Bíblica: "Ora nós. seu relacionamento parecia muito tenso. Diante de um grupo me sinto intimidado. São muito amigos e sentem-se perfeitamente à vontade um com o outro. 2. encaminha a discussão. lembrar de pessoas que lutaram por objetivos concretos e conseguiram alcançá-los. 2.

Tg 1. 8). Esta influência tanto pode ser positiva como negativa. Apenas dez objetos podem ser carregados. o cão de estimação. devidamente encaixotado. tudo bem. peso ou valor. material de costura. Sérias avarias no navio obriga toda a tripulação a aliviar a carga. identifica entre seus amigos. Trata-se de identificar os elementos comuns. Material: Uma bíblia para cada grupo. mas seu navio não permite que leve muita bagagem. etc. Como Fazer: 1. Anote no papel qualquer coisa que lhe venha à mente. Trata-se de mais uma esquisitice dessas companhias de navegação. Uma dica é que ao confeccionar sua lista. se vivemos.17). Dentro de algumas horas você vai viajar para uma ilha não civilizada para morar lá durante alguns anos. cada um coloca por escrito os testemunhos de fé que encontrou em sua vida. Quando escolhi os valores do Reino. Ainda em particular. em particular.Mt 15. em seguida. se morremos. o que se deve fazer diante da consciência desse fato? 2. é nova criatura" (2Co.5. A única coisa que pode levar fora da lista. vizinhos. A viagem é longa. e mesmo com toda a argumentação possível a única solução é começar a fazer sua lista dos dez objetos que você considera mais importantes. Isto afetará todo o seu sistema de valores. todas as minhas decisões devem ter por detrás delas agradar a Deus. lembre-se de que o lugar não é civilizado e totalmente sem recursos. Tiram suas conclusões para levar à plenária. A decisão é difícil.2128. Outro levaria o cachorro por gostar de brincar com ele. Neste momento todos acabarão por revelar quais são os seus maiores valores atualmente.21 . De sorte que.22 . O compartilhar poderá ser feito com todos juntos se assim preferirem. DEPENDÊNCIA MÚTUA OU MORTE . Todos devem explicar o porquê da sua escolha. O comandante ordena que você jogue cinco objetos de sua lista no mar.Lc 5. televisão. Pode ser o carro. parentes : a) Quantos realmente crêem? b) Quantos são católicos não praticantes? c) Quantos mudaram de religião nos últimos tempos? d) Quantos vivem a fé. Se foi esta a motivação da sua escolha.UMA VIAGEM ATRAPALHADA Arrume as malas: Vamos usar um pouco de imaginação. Iluminação bíblica: "Pois.1-38 . TESTEMUNHO DE FÉ Objetivos: Mostrar que a fé (e o crescimento nela) é profundamente social. é bom que o restante do grupo saiba do que realmente gosto. mas tem que ser obedecida. Em grupo de 4 pessoas. Um inconveniente de última hora: Agora que você tem tudo organizado. lêem os textos : Jo 3.21 . dentro de si.5 . cada um. Não tem jeito. é a Bíblia. Qualquer coisa. De certa forma. A respeito de cada testemunho de fé que encontrou. surge um problema de última hora. Uma pessoa regenerada procurará colocar Deus em primeiro lugar. "Quem está em Cristo.14. O animador orienta os participantes : Na nossa vida cotidiana. De qualquer forma. compartilhar as reflexões pessoais. Aprofundar a relação entre os testemunhos escutados e os textos estudados.Mt 7. Agora faça uma nova lista e fique apenas com aqueles objetos que considera de maior valor.Jo 9. apenas seguindo os mandamentos ao pé da letra? 3. fogão. somos do Senhor" (Rm. para o Senhor morremos. analisar as repercussões que tiveram. Alguém podem ter escolhido um trombone por gostar demais da música. para o Senhor vivemos. mesmo. 4. Compartilhe sua decisão: Forme grupos de três a cinco pessoas e cada um diz quais foram as cinco coisas com as quais escolheu ficar e quais resolveu jogar fora. isto vai acabar revelando seus valores. nos encontramos constantemente com pessoas que exercem uma influência grande sobre a nossa vida. quer vivamos quer morramos. 6. Depois disso. 5. Estes objetos podem ser de qualquer tamanho. embarcado e encontra-se já em alto mar.

pois sai muito mais bem feito. louvando a Deus com gratidão em vossos corações. uns dos outros. . Observação: Não revelar o Objetivo da dinâmica antes de sua execução. Refletir: 1. nariz. (Cl. pois. dando por ele graças a Deus Pai". E. Enquanto isso o grupo A. 5. sem utilizar tesouras ou réguas. orelha D.do outro o guiará. b) Este se retira para algum canto da sala ou para outro local. fazei-o em nome do Senhor Jesus. Faça perguntas do tipo: "O que falta em você para que as pessoas confiem mais no seu auxílio?" 3. humildade" etc. com salmos. passa ser o guiado. do que individualmente. 12-17). 4. pernas e pés. longanimidade. mão E. o grupo A. E assim por diante com todo o grupo B. nem em que tamanho. tronco. o grupo B será dividido assim: a) cada UM (individualmente) receberá um papelzinho escrito. em toda a sabedoria. Logo em seguida trocam-se os papéis e o que antes era o guia. 3. e perna D. E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras. Procure esclarecer juntamente com o grupo a definição dos termos que se encontram na passagem acima. santos e amados. olho E e olho D. (cabeça. que estará em outro local. 2. fazerem JUNTOS um grande boneco. Podemos começar a reunião formando duplas. 4. Material: Folhas de Jornal Como Fazer: 1. Divide-se o grupo em 2 menores.. e pé D. 3. sem contato com o grupo B. perna E. tamanho natural . mas sem saber o que o irmão estará recortando. braços. Depois de terminada esta dinâmica. c) Por exemplo: a cabeça. de coração compassivo. Explicar para o grupo. desloca-se para uma sala. todos se reúnem para um momento de compartilhar. onde são respondidas várias perguntas: a) O que você sentiu durante o tempo em que estava sendo guiado pelo outro? b) Aconteceu de sentir-se tentado a abrir os olhos? c) Teve total confiança em seu líder? d) Pensou em se vingar do outro quando chegasse sua vez de ser o guia? e) Sentiu-se tentado a fazer alguma brincadeira com o "ceguinho"? Base Bíblica para a mutualidade: "Revesti-vos. como "coração compassivo. de benignidade. e começa a recortar com o jornal e a mão livre (sem uso de ferramentas) a parte do corpo que lhe coube. que não pode ser mostrado para mais ninguém.parte por parte.. Para que a mutualidade possa ocorrer de forma dinâmica e eficaz. e braço D. Divididos. Após a saída do grupo A. mas com suas peças todas escondidas. também recebe a tarefa de com as folhas de jornal e a mão livre. A palavra de Cristo habite em vós ricamente. Quando os dois grupos terminarem as suas tarefas. nariz. ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros. suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros. longanimidade. orelha E e D. só aquela pessoa vai saber qual é. mãos. hinos e cânticos espirituais. contendo uma parte do corpo humano. domine em vossos corações. sem fazer contato com os outros. boca. Como Fazer: 1. 4. Um dos componentes da dupla fecha os olhos e passa a andar guiado pelo outro durante dois minutos. se alguém tiver queixa contra outro. sem dúvida alguma. "Qual a maior ajuda que você pode prestar neste momento de sua vida para as pessoas e para o grupo?". tronco. revesti-vos do amor. DINÂMICA DE COMUNIDADE Objetivos: Mostrar que o trabalho em "Comunidade" é importantíssimo para o grupo.cabeça.). 3. somente. Não é permitido abrir os olhos e nem tocar no companheiro. assim como o Senhor vos perdoou. Cada um fazendo a sua parte. 5. tão somente o som da voz . para a qual também fostes chamados em um corpo. pescoço. 2.Objetivos: Mostrar o quanto dependemos uns dos outros e o quanto podemos contribuir para o crescimento do nosso irmão. e sede agradecidos. boca. assim fazei vós também. mansidão. E a paz de Cristo. orelha E. é preciso desenvolver características de caráter que nos capacitem a desempenhar nosso papel dentro do Corpo de Cristo. olho E e D. 2. . humildade. pescoço. braço E. e mão D. que vai ser feita uma dinâmica). sobre tudo isto. que é o vínculo da perfeição. Precisamos. e pé E. como eleitos de Deus. pede-se para que todos se reunam no mesmo local.

ou seja. e vai afixando-se parte por parte num quadro negro. junto com os balões. Encher os dois balões e prendê-los ao barbante. com pernas e braços disformes. Orientar para que todos encham. por exemplo. com um minúsculo pedaço de durex. Deve-se utilizar. só que em vez de passarmos um anel iremos passar um coração. ou parede. finge que põe o coração na mão de cada um dos participantes. . APENAS utilizando a cabeça. 8. Como Fazer: 1. Distribuir um balão para cada pessoa (sendo possível. com as mãos fechadas (como para rezar) no colo. Como Fazer: 1. vai passá-lo na vez seguinte. os balões sob as cadeiras). 7. protegendo. tudo mais uniforme. portanto. 2. braços. objetos que possam provocar acidentes (palitos. As outras sentam-se lado a lado. Material: Confeccione um coração de cartolina em um tamanho que fique escondido no meio de nossas mãos (pode se escrever Jesus no centro do coração).6. apenas. os seus balões. 5. destoando do boneco do outro grupo. processo de reencontro. do tamanho que quiserem. a pessoa pergunta a um dos participantes: quem está com Jesus no coração? 7. depois os olhos. "Comunidade". pouco satisfatório. Dessa forma os integrantes aprendem brincando que Jesus está em todas as pessoas e que é necessário enxergamos sua presença no irmão. são os que apresentam os melhores resultados. celebração. A que está com o coração entre as palmas das mãos começa a passá-lo. tronco. e o que fez individualmente. Ao final o boneco do grupo A será mais bonito. 2. Cada pessoa deve tentar estourar os balões da outra. quem fez a cabeça. um de cada lado da cintura. Ao terminar.. Quando acaba. 5. com uma boa ajuda. 3. não os deixando cair. Distribuir dois balões para cada participante. 6. depois o nariz. Conclusão: Explicar que o grupo que fez tudo em conjunto (A) fez um trabalho melhor e mais apresentável. Se a pessoa acertar. etc.. unhas.. etc). todo torto. as mãos . 4. também. valorização da pessoa humana. 3. pela ordem das peças. Como Fazer: 1. só deixa cair na mão de um. Material: Dois balões para cada pessoa e barbante. todas as pessoas podem partilhar amor. e etc. chama-se primeiramente a pessoa que fez a cabeça do grupo A. Vai surgindo um belo boneco. abre as mãos mostrando que já não está mais com o coração. apresentou um resultado ruim. ao mesmo tempo. Concluído. Essa brincadeira na verdade é o conhecido Passa Anel. PASSAR AMOR Objetivos: A brincadeira do Passa Amor pode ser utilizada nos encontros que falem sobre partilha. ESTOURANDO BALÕES Objetivos: É um exercício de competição. poderá prender. as orelhas. Isto tudo ressalta a importância de que os trabalhos feitos em conjunto. os seus balões. BALÕES NO AR Objetivos: Excelente momento para integração do grupo. o facilitador. um pedaço de barbante suficientemente grande para amarrá-lo à cintura. sobre o Sagrado Coração de Jesus etc. alfinetes. O exercício consiste: Opção 1 a) Jogar os balões para cima. Material: Um balão para cada pessoa e durex. 3. Distribuir. e repete-se a mesma seqüência. na verdade.evitar. com pernas. Chama-se primeiramente o pessoal do grupo B. 4. Sorteia-se a pessoa que via passar o coração. 2.

Coronel!" E assim. sucessivamente. repetindo o procedimento. se ele for capaz. Orientar para que um dos assessores encaminhe-se para uma sala isolada. 8. Estimular o grupo a torcer por ele. 3. Formar duplas ou sugerir que os casais presentes fiquem juntos e sejam os participantes. Desafiar o primeiro voluntário. é rebaixada a sua patente. Se alguém demorar a responder ou responder errado. Material: Uma laranja (fruta) para cada dupla. A dupla ganhará um prêmio: a laranja. cai na real (sempre espera-se que ele entre no espírito da brincadeira e não se irrite). um passo "forçado". 13. 4. por conta do excesso de movimentos que a brincadeira exige). de atenção e de percepção.b) Efetuar troca de balões com outras pessoas. iniciando pelo faxineiro. AS TRÊS GARRAFAS Material: Três garrafas descartáveis e uma venda para os olhos. realizar um momento de "celebração". cozinheiro.. 7. soldado. à proporção que ele for pisando no "vazio". capitão. corneteiro. de olhos fechados.. Como Fazer: 1. também. o cabo deve responder: "Cabo não. 11. aproximadamente. Têm os participantes e a torcida organizada. conforme as patentes a seguir: faxineiro. 4. O facilitador inicia: "Passei revisão no meu batalhão e faltou. Sinalizar para o segundo assessor. passar sobre as garrafas. Colocá-las de volta no chão. Orientar a "largada". Instigar-lhe a. tantas quantas forem possível. Entregar a cada dupla uma laranja. de acordo com o ritmo. 5. de descontração. entre si. A DANÇA DA LARANJA Objetivos: Exercício de equilíbrio. . Cano!". utilizando UMA das mãos. Imediatamente. Ao final. perguntando-lhe se é capaz de passar por cima das três garrafas. 6. 7. 2. para "tomar conta" de dois dos voluntários . Como Fazer: 1. Colocar as três garrafas no chão. tenente. não os deixando cair. 5. cabo. sargento. da esquerda para a direita (cadeiras ou calçada . Tenente!".. tantas quantas forem possível. 4. 2. sem que ele perceba que estava esticando e levantando as pernas desnecessariamente. estourando todos os balões ao mesmo tempo. 2.. Quem derrubar a laranja vai sendo eliminado. 15. e que fez um grande papel de bobo. Colocar a venda e posicioná-lo diante das garrafas. 6. rapidamente. Como Fazer: 1. b) Efetuar troca de balões com outras pessoas. O facilitador desempenha a patente de "marechal". major. Pedir que treine uma vez. Solicitar três voluntários e dois assessores.. 5. sem tocar nelas (normalmente a resposta é positiva). que ele treine uma vez. coronel e general. lado a lado. Convidar uma quantidade de participantes. O QUARTEL Objetivos: Este exercício é.no chão não é muito bom. respectivamente. numa distância. 3. 4. ao mesmo tempo. Opção 2 a) Jogar os balões para cima.. 14. motorista. Certificar-se de que nenhum dos três conhece a brincadeira. O facilitador colocará uma música (preferencialmente agitada. para que retire as garrafas do chão. 9.apenas um fica para a primeira etapa da brincadeira. ritmada) e todos dançarão. Com a mesma rapidez. 6. Quem participou. 10. cuidadosamente... de. Todos deverão sentar-se. 3. 12. Orientar que a laranja ficará presa entre as testas deles e cada pessoa deverá ficar com as mãos para trás. Pedir. o tenente responde: "Tenente não. Chamar o segundo e o terceiro voluntário.

7. de modo a comportar todos os participantes sentados.. 3.. caracterizando que a pessoa que está atrás. sucessivamente. então. "As pessoas que sobrarem no centro. bem amplo. 4. 8.". tem olhos. olhos.. Uma das cadeiras ficará vazia. "os homens em pé.sutilmente . o quanto "eu te quero comigo!". Solicitar um voluntário e orientar que ele fique no centro do grupo. ao final. Formar duas fileiras de cadeiras. Exemplos de opções: . 5. Solicitar que todas as mulheres fiquem sentadas e que os respectivos "maridos" fiquem de pé. 9.. 8.deve tentar impedir que a companheira (esposa.." . Sugerir que todos guardem o seu material. "Todas as pessoas que se enquadrarem no que for dito.que estava com as mãos para trás ... estiver de jeans. Sempre que ocorrer rebaixamento de patente. o mais espaçado possível.piscar para alguma das mulheres que estão sentadas.. viúvas. inclusive a que estiver no centro. Em seguida." . 6." . 4. O exercício consiste em. amiga) corra para o outro. devem .sem demora. consequentemente. a partir de duas vezes.. rapidamente. Retirar do círculo a cadeira que ele (o voluntário) estava sentado. 6.Formar um círculo com cadeiras. Não é necessário segurar fortemente."Quem ficar no centro. Formar um círculo. Como Fazer: 1... sobrará sempre alguém..!" 10. tudo o que estiver sobre as cadeiras ou no colo.. motorista. tem mãos. O VIÚVO Objetivos: Excelente para grupos formados por casais. deverá dizer . recomeça: "Passei revisão no meu batalhão e faltou.. cabelos ou brincos" e. 2. . ou boca. conforme disponibilidade e interesse do grupo. é importante o marechal recordar para os participantes a seqüência do batalhão: "faxineiro. o homem . paralelas. 9. O exercício segue durante algum tempo. 2. seduzindo-a. Como Fazer: 1. uma vez que foi retirada uma cadeira". agilmente -. Inverte o processo e as mulheres.. estiver de óculos. porque "isso aqui vai virar uma grande confusão".Eu trouxe um presente para uma pessoa que. com cadeiras. está "viúva".8. ou orientação do facilitador. a importância.. dois a dois. Bastante rápido. bem alto (todos devem ouvir) o seguinte": ". além de ter características e sentido de recreação e confraternização. Os homens devem ficar com as mãos para trás. devem trocar de lugar. O PRESENTE Objetivos: Esta dinâmica é boa para ser aplicada após intervalos longos (depois do almoço ou após uma seqüência de atividades que venham a provocar cansaço mental). cozinheiro. uma vez que favorece à descontração e leva a uma reflexão (sutil) sobre o valor. por trás delas. assim. passam a ser as guardiãs. 5.. Proceder o início do exercício dizendo que "sempre ficará alguém sobrando. Prosseguir com a brincadeira durante o tempo que achar conveniente. namorada. em pé (na primeira rodada.. em pé. 7. os homens). para apresentação ou conhecimento interpessoal. também. pagarão uma prenda especial. basta um toque e a parceira já entende que não deve ceder à sedução do outro. 3. a critério do grupo" O TREM Objetivos: Esta dinâmica é adequada. usando toda a criatividade. Como Fazer: 1. convidando-a a mudar de parceiro". água e cafezinho. não esquecer de colocar os nomes nas suas pastas ou apostilas. Material: Cadeiras para todos os participantes. que deverá continuar a brincadeira".

Como Fazer: 1. realmente. Colocar nas costas de um deles um papel com a expressão "Galo 1" e nas costas do outro "Galo 2". até onde for interessante continuar a brincadeira. 4. sem que eles saibam o que está escrito. Se a laranja cair. o facilitador pede um voluntário. Será vencedor o grupo que terminar primeiro. Pedir dois voluntários. fita ou barbante. QUEM SOU EU? Objetivos: Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente. o maquinista diz: "A fila da minha direita pula dois vagões para trás!" "O trem virou e os vagões se descarrilharam!" (todos trocam totalmente) "Nesta estação vamos todos descer. Não pode deixar de ter uma boa torcida. tomar um cafezinho e beber água!" 5. Material: Duas laranjas (fruta) para cada dupla. É interessante e divertido perceber que os movimentos dos dois lembram. 2. Todos em círculo. 3. Colocar uma música (se conseguir uma com ritmo ou barulho de trem. cadeiras para todos. Uma laranja é colocada sobre os pés (que estão unidos . alfinete de bebê ou durex.Seu nome: Ricardo . Todos ficam atentos: na parada da música. Material: Papel. num ambiente relativamente pouco inibidor.Nome de três irmãos: Rafael.. LARANJA NO PÉ Objetivos: Esta dinâmica é agradável. É uma dinâmica que exercita o nível de agilidade mental. para grupos pequenos ou até trinta pessoas.Cidade onde nasceu: Rio . . 3. erro. Estimular a criatividade. uma briga de galo. do ponto em que caiu. O facilitador fará o papel de "maquinista" do trem e dará os comandos. melhor ainda). sem utilizarem as mãos. Como Fazer: 1. . Organizar os participantes. 4. que facilitem o conhecimento.Profissão: Radialista . 3. TUDO COM A MESMA LETRA Objetivos: Aquecer o raciocínio. 2..A folha escrita será fixada na blusa dos participantes. que procurará passar a laranja sem a deixar cair. Rodolfo.pode amarrá-los com fita ou barbante) da primeira pessoa de cada ala.Cada um recebe uma folha com o título: "Quem sou eu?" 2.2. 3. Qualquer hesitação na resposta. fita ou barbante. procura-se outro voluntário. que deverão estar cruzadas para trás. a brincadeira prosseguirá. Ambos deverão descobrir o que está escrito nas costas do outro. O facilitador pode criar as mais diversas formas de "paradas do trem". para os pés da segunda pessoa e assim por diante. Como Fazer: 1. Exemplo. aguça o nível de atenção nas pessoas e estimula o espírito de solidariedade. utilizando o tempo que for preciso. caneta.Durante 10 minutos cada um escreve cinco itens em relação a si mesmo. Rebeca.Onde vai morar: Ribeirão .: João com a letra R. sentados em duas alas de cadeiras. BRIGA DE GALO Objetivos: Ótima brincadeira para estimular competição no grupo. que fica em pé e que irá responder às perguntas com palavras que comecem com a letra que ele pedir. Como Fazer: 1. 2.

No seu entender. Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo? 8. 2. 2. como conseqüência da dinâmica? Objetivos: Exercitar manifestações de carinho e afeto. Nesse momento é possível lançar perguntas que ordinariamente não fariam. Refletir: Deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho. o outro compreendeu seu problema? 5. Esta etapa deve ser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ou perguntas. Após certo intervalo de tempo. enquanto lêem a respeito do outro e deixa que os outros leiam o que escreveu a respeito de si. 3. 4. 7. etc.). Material: Lápis e papel para os integrantes. medo e inibição que tiveram. Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes. afago. definido pelo coordenador. o coordenador pede para que todos formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia. Material: Um bichinho de pelúcia. Possíveis questionamentos: 1. ao som de uma música suave. Como Fazer: 1. cada integrante deve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar definir qual seria a sua solução para o mesmo. ao qual cada integrante deve demonstrar concretamente seu sentimento (carinho. Após a experiência. 6. 3.4. Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro? 4. 8. O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cada integrante que deverá escrever algum problema. 5-Logo após reunir 2 a 3 colegas. 5. . Conseguiu pôr-se na sua situação? 6. Como você se sentiu ao descrever o problema? 2. com os quais gostariam de conversar para se conhecerem melhor. cada integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa o problema recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Avaliação: 1. Como se sentiu ao explicar o problema de um outro? 3.Para que serviu o exercício? 2. Após explicar o objetivo.Os componentes do grupo circulam livremente e em silêncio pela sala. Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa? 7. Neste ponto.Como nos sentimos? A TROCA DE UM SEGREDO Objetivos: Fortalecer o espírito de amizade entre os membros do grupo. Material: Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou desenhos para serem representados através de mímicas. Mudaram seus sentimentos em relação aos outros. Como Fazer: 1. Os papéis devem ser dobrados de modo semelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. AFETO COMUNICAÇÃO GESTICULADA Objetivos: Analisar o processo de comunicação gestual entre os integrantes do grupo. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e as soluções apresentadas. angústia ou dificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente. os integrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. O coordenador distribui os papéis aleatoriamente entre os integrantes. Deve-se recomendar que os papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar.

poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo. O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de que maneira podemos ajudá-los. familiares. Pedir que todos os participantes falem sobre o que observaram e concluíram. cada qual em um intervalo de aproximadamente um minuto. SEMEANDO A AMIZADE Objetivos: Lançar boas semente aos amigos. 3. 3. Antes da execução da dinâmica. cada integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício. versículos de 1 à 9. Pedir que outro participante. Refletir: Deve-se comentar a importância da comunicação nos trabalhos e atividades do cotidiano. atividades profissionais. Após trinta segundos o coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinho da direita. O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nos próximos dias ou semanas (viagens. O coordenador auxiliado por outros integrantes deve encenar através de mímicas (sem qualquer som) o que está representado nas fichas. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos. cada vaso representa um coração. Material: Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco) Como Fazer: 1. se não conseguir. bem como do entrosamento dos integrantes do grupo para que juntos possam até mesmo sem se comunicar entender o que os outros pensam ou desejam fazer. 5. Nesta dinâmica. as pedras e as flores devem estar colocados cada qual em um vaso diferente. enquanto que os grãos de feijão. 3. Refletir: 1. religiosas. como por exemplo. Citar a importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas. capítulo 13. CONHECENDO MELHOR O GRUPO Objetivos: Compreender os objetivos individuais e sua relação com o grupo. Os demais integrantes devem procurar adivinhar o que foi representado. espinhos. 4. A fé como força que pode agregar. um sonho que se deseja realizar no decorrer da vida. etc. 2. . 3. Pedir que outro participante quebre cinco varinhas juntas num só feixe ( será um pouco mais difícil). pedras. ir bem numa prova. Material: Três vasos. Como Fazer: 1. ( o que fará facilmente). 4. Os espinhos. flores e grãos de feijão. 2. e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que as folhas voltem à origem. Descrição: 1. Então. Outros VARINHAS QUE NÃO QUEBRAM Objetivos: Utilidade pastoral. deve-se realizar a leitura do Evangelho de São Mateus. 2. Então cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado e o que realmente foi desenhado. 2.). 4. união do grupo. 2. quebre todas as varinhas que restaram. Material: Lápis e papel para os integrantes. Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldades em alcançálos. Os vasos devem estar colocados em um local visível a todos os integrantes. Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos. unir e dar resistência às pessoas. 5. Pedir que um dos participantes pegue uma das varinhas e a quebre. Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado.Como Fazer: 1. 4.

As mensagens devem ser da seguinte forma: a) Provocar sentimentos positivos no destinatário com relação a si mesmo. 9. 5. Os temas devem ser identificados por um número ou uma letra (de preferência a primeira letra do tema). pode-se utilizar mais que uma semente por integrante. esportes. Dentre os temas propostos pode-se ter temas como: drogas. que simboliza uma pessoa que deseje ajudar. Então. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores. Cada integrante é motivado para que defina qual a importância dos diferentes temas para si mesmo. devendo explicar o porquê de sua decisão. O coordenador divide o grupo em subgrupos de quatro a seis integrantes e. família. cada integrante deve desenhar um círculo e dividi-lo de acordo com a proporção de importância que tem para com cada tema. cada integrante apresenta seu desenho ao grupo comentando suas opções. SALMO DA VIDA Objetivos: Definir a experiência de Deus na vida de cada integrante e agradecê-la. liturgia. f) Podem ser ou não assinadas. se o tempo permitir. cada integrante deve semear um vaso. Na experiência que segue. descrevendo detalhes próprios da pessoa ao invés de características muito genéricas. Material: Lápis e papel para os integrantes. 8. Em seguida. de acordo com a vontade do remetente. namoro. o grupo pode opinar sobre estas opções e se as mesmas correspondem ao que o grupo esperava do integrante. PRESENTE DE AMIGO Objetivos: Enaltecer qualidades dos integrantes do grupo. segurança. b) Ser mais específicas. O coordenador propõe temas a serem debatidos pelo grupo. 4. Pode-se definir que as pessoas citadas sejam outros integrantes ou qualquer pessoa. segue-se a conclusão da dinâmica com um debate sobre as reações dos integrantes." 2. 5. 4.representam as sementes descritas na leitura preliminar. 7. Material: Lápis e papel para os integrantes. 6. Então. sexo. Em contrapartida. etc. espiritualidade. saúde. Então elas são recolhidas e entregues aos destinatários. 6. d) Ser na primeira pessoa. Prosseguindo. As divisões devem ser identificadas pelos números ou letras definidos anteriormente para os temas. Além disso. Depois que todos tiverem lido as mensagens. e) Ser sinceras. Como Fazer: 1. 3. em seguida. Material: Lápis e papel para os integrantes. seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para alguns integrantes do grupo. 6. As mensagens são dobradas e o nome do destinatário é colocado do lado de fora. embora de grande significado. educação. o coordenador convida os integrantes para que escrevam mensagens para todos os integrantes de seu subgrupo. DINÂMICA DA PIZZA Objetivos: Descobrir a importância de diferentes temas para os integrantes do grupo. Temas sem nenhuma importância para o integrante podem ser simplesmente desconsiderados pelo mesmo. Como Fazer: 1. . expõe o seguinte: a) "Muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. 2. amizade. 3. política. 5. c) Indicar os pontos positivos da pessoa dentro do contexto do grupo.

Então. a quem gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos.. O coordenador deve alertar o grupo de que experiências de dor e sofrimento podem ser vistas como formas de crescimento e não simples acontecimentos negativos. 4. pedido de perdão e/ou clamor. Este processo se realiza sucessivamente até que o coordenador venha a segurar a vela e se apresentar ao grupo. Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa. que fazem dela o grande sentido da sua vida. os integrantes do grupo devem buscar a opinião do grupo como um todo. O ESPELHO Objetivos: Despertar para a valorização de si. O desenvolvimento dos salmos deve-se realizar em um ambiente de paz e reflexão. Como se sentiu recordando o passado? 2. Quando o consenso é alcançado apaga-se a vela. 10. Depois o grupo é reunido e quem quiser pode apresentar sua oração ao grupo. PALAVRA ILUMINADA Objetivos: Verificar a opinião do grupo com relação a algum tema baseado em passagens bíblicas. Os participantes devem estar sentados em círculo de modo que todos possam ver a todos. A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz da vela. 3.. 7. Refletir: 1. Entre em contato com esta pessoa.. 2. a parte relativa à apresentação pode ser eliminada da dinâmica. Após o comentário do trecho. os integrantes devem ser divididos em subgrupos de três ou quatro pessoas onde cada integrante deve partilhar sua oração.. Encontrar-se consigo e com seus valores. com os motivos que a tornam tão amada por você. Como Fazer: 1.. que simboliza Cristo iluminando os nossos gestos e palavras. Deve ser criado um ambiente que propicie momentos individuais de reflexão. O que mais chamou a atenção? 3.. 6. O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo.. 5. 3. o coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma todo o conteúdo abordado nas passagens anteriores. Por último é realizado um debate sobre os objetivos da dinâmica e a experiência que a mesma trouxe para os integrantes. Uma pessoa muito importante para você. Pode-se ainda comparar os salmos redigidos com os salmos bíblicos. que merece todo seu cuidado. sendo que a pessoa a sua esquerda deve segurar a vela." 2. Cada integrante deve escrever a história de sua vida.. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todos os atos de nossas vidas. 2. 7. 9. 4. Após a leitura desta passagem. 6. Então.Como Fazer: 1. Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da bíblia indicado pelo coordenador e faz seus comentários sobre o trecho. 8. a pessoa que estava segurando a vela passa a mesma para o vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo. Em seguida. Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem. inclusive com o . Como Fazer: 1. 8. Depois devem escrever o salmo da vida. agradecimento. Qual foi a reação para com acontecimentos tristes? 4. Qual a importância Dele em nossas vidas? 6. com quem estabeleceu íntima comunhão. Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a ser debatido. Como tem sido a experiência com Deus? 5. uma oração de louvor. destacando os acontecimentos marcantes. da sua vida. O coordenador motiva o grupo: a) "Cada um pense em alguém que lhe seja de grande significado. sobre o tema abordado. de modo que ao abri-la o integrante veja seu próprio reflexo. 5. baseado nos depoimentos individuais. os integrantes devem se perguntar qual foi a experiência de Deus que fizeram a partir dos acontecimentos descritos ou no decorrer de suas vidas. com quem está sintonizado permanentemente. alguém que você ama de verdade.

devem chamá-lo pelo nome do bicho.. temos nossa primeira dificuldade.auxílio de alguma música de meditação. Diz para a pessoa que está à sua esquerda : "Senhor. g) Qual sonho ficou para trás? h) Após um caminho tortuoso até a entrada no outro país. numa longa jornada." 4. em vez de dizerem seu nome. O carro cheio representa a nossa família e ou amigos que nos fazem desistir de alguns sonhos... encontramos uma alfândega onde somos barrados e temos que seguir somente com uma mala. Como Fazer: 1. mas devido ao peso das nossas bagagens temos que deixar outra de lado.. Material: Papel e caneta para cada integrante. nem todos os nosso sonhos cabem no carro que vai nos levar. O peso das malas representa o tempo no qual tentamos realizar esse sonho que pelo cansaço desistimos. Após estes momentos de reflexão. E começa a dizer: a) Lembrando que esse sonhos serão nossa bagagem de uma viagem muito especial. Refletir: 1. . Por exemplo.. frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida. Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar. 2.. 6. " E entrega a flor. Qual a retribuição que Deus deu para mim? JOGO COMUNITÁRIO Objetivos: Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos outros participantes. continuando a reflexão sem se comunicar com os demais. Como Fazer: 1. 5. 4. o coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a caixa (um por vez). Material: uma flor. assim como Jesus disse que seus discípulos seriam perseguidos. Os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. O coordenador pede para que cada pessoa escreva cinco sonhos pessoais de cada um. c) Qual deles seria? d) Seguindo viagem. Quem trocar ou esquecer algum nome. e) Qual sonho foi abandonado? f) Em nossa caminhada nos deparamos com um cachorro que começa a correr atrás de nós para nos atacar. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. iremos para outro país. suas reflexões e conclusões sobre esta pessoa tão especial. passará a ser chamado pelo nome de um bicho. ficando com dois sonhos. nossa última passagem antes de assumir um único sonho para nossa vida inteira. Quando tiverem que se referir a ele. qual sonho deixamos? h) Qual o nosso maior sonho que nunca abandonamos? Para o plenário: 1. receba esta flor que o senhor.Agora vocês vão encontrar-se aqui.. Finalmente é aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos. 2. o coordenador deve continuar: b) ". isso é uma purificação. 3. nosso carro quebra e temos que seguir a pé. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica. O que me motiva durante as dificuldades? 3. A VIAGEM Objetivos: Definir as prioridades pessoais. Que retribuição devo esperar se seguir corretamente todos os meus passos nesta viagem? 4. 3. (diz o nome da pessoa). Finalmente a alfândega que significa a porta dos céus. b) Com nossos sonhos em mãos e saindo de casa. 3. O cachorro tem conotação de perseguição. 4.. Em seguida. assim temos que abandonar um. os seus vizinhos. gato. 7. Qual hora foi mais difícil para abandonar um sonho? 2. e para podermos escapar de uma mordida temos que deixar outro sonho. ficando somente com três. 2. a viagem da nossa vida.(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou.

4. Como Fazer: 1. JOGOS DE BILHETES Objetivos: Exercitar a comunicação entre os integrantes e identificar seus fatores. 5. e cada integrante deve tentar adivinhar o que está escrito em seu bilhete. voltados para o lado de dentro do mesmo. Me leve à janela. O que facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? 2. os outros integrantes devem auxiliá-lo com dicas. t) Chore no meu ombro. ler os bilhetes dos colegas e atendê-los. Terminado o processo inicial. n) Me ensine a pular. s) Veja se estou com febre. seria bom que cada subgrupo tivesse um secretário para fazer anotações sobre o que for falado. o que fazer? f) Cante uma música para mim? g) Gosto quando me aplaudem. Todos devem atender ao maior número possível de bilhetes. desejos e esperanças. 3. u) Estou de aniversário. i) Tenho piolhos. Me dê um apoio. e essa dinâmica serve para ajudar a expressar esses medos. 2. 7. quero meu presente. Em seguida cada subgrupo devera expressar seus temores e esperanças com relação ao trabalho que será feito. Quanto mais rápido se faz a entrega da flor. Caso não tenha descoberto. 3. Os integrantes devem ser dispostos em um círculo. O coordenador começa falando que todo mundo tem medos e esperanças sobre qualquer coisa. mais engraçado fica o jogo. p) Quero um telefone. Como esta dinâmica se reproduz no cotidiano? Sugestões de bilhetes: a) Em quem voto para presidente? b) Como se faz arroz? c) Sugira um nome para meu bebê? d) Sugira um filme para eu ver? e) Briguei com a sogra. Então cada integrante deve dizer o que está escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão. Formam-se subgrupos de 4 a 7 pessoas. Como Fazer: 1. Após algum tempo. Distribuir uma folha em branco e uma caneta para cada subgrupo. suas angústias e temores. os integrantes devem circular pela sala. Que faço? q) Me elogie. lado a lado. todos devem voltar a posição original. r) Me xingue.5. 4. 6. v) Me faça uma careta? TEMORES E ESPERANÇAS Objetivos: Conscientizar o grupo sobre suas motivações. e se tratando sobre um grupo de jovens isso também ocorre. w) Sorria para mim. sem dizer o que está escrito no bilhete. h) Sou muito carente. Material: Uma folha em branco e caneta. Me ajude! j) Estou com fome. O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Material: Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva. Me console! k) Dance comigo. . 2. m) Me descreva um jacaré. l) Estou com falta de ar. cartolina ou papelógrafo. o) Dobre a minha manga. O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente. Refletir: 1.

Distribuir. da pessoa do grupo cujas idéias são mais aceitas. ou sorteio destas. Como Fazer: 1. Material: Papel com perguntas para serem respondidas em público por cada membro. EXERCÍCIO DA CONFIANÇA Objetivos: Acelerar o processo de conhecimento mútuo no grupo. 3. falando sobre a descoberta pessoal e a importância do exercício. procurando responder com toda sinceridade. Recolhido os papeis. o seu maior problema i) Na sua infância. quais foram os maiores castigos ou críticas recebidas j) Quais são seus maiores receios em relação a vivência em grupo k) Qual é a sua queixa em relação à vivência em grupo l) Quem do grupo você escolheria para com ele passar suas férias m) Você gosta mais de viver numa casa ou num apartamento n) Qual o país que você gostaria de visitar o) Quais são algumas das causas da falta de relacionamento entre alguns pais e filhos . Apresentação do tema pelo coordenador. 3. 3. marcando com um círculo o nome do participante escolhido. desibinição. No final. 2.5. Após cada subgrupo deverá expor suas conclusões ao coordenador que anotará na cartolina ou no papelógrafo e demonstrará que não são muito diferentes dos demais. pode-se revezar a pessoa que é interrogada se assim achar necessário. afim de que nele se escreva o nome da pessoa mais importante para o sucesso do grupo. Material: Lápis ou caneta. ou ainda. O voluntário promete dizer somente a verdade. Como Fazer: 1. JOGO DA VERDADE Objetivos: Conhecimento mútuo. um a um. desenvolver a autenticidade no grupo. O papel deve ser assinado de forma legível. 4. papel e cartolina. Exemplos de pergunta: a) Qual o seu hobby predileto ou como você preenche o seu tempo livre b) Que importância tem a religião na sua vida c) O que mais o aborrece d) Como você encara o divórcio e) Qual a emoção é mais difícil de se controlar f) Qual a comida que você menos gosta g) Qual o traço de personalidade que lhe é mais marcante h) Qual é. os participantes lerão a pergunta que estiver na papeleta. será feito um diagrama no quadro-negro ou cartolina. O coordenador faz uma breve introdução do exercício. O coordenador distribui um papel para todos. no momento. DIAGRAMA DE INTEGRAÇÃO Objetivos: Apresentar uma ilustração gráfica do relacionamento dos membros de um grupo. 2. lembrando de ser utilizado o bom senso tanto de quem pergunta como quem responde. estudar as experiências da própria descoberta. a iniciar-se com o nome da pessoa que escolheu. Material: Relação de perguntas pré-formuladas. e com uma flecha. sentando numa cadeira localizada no centro do círculo (que seja visível de todos). Após algumas perguntas ocorre a reflexão sobre a experiência. dar a todos a oportunidade de falar e de escutar. 2. uma papeleta para cada um. Como Fazer: 1. indo em direção à escolhida. segue-se um debate sobre o exercício feito. Escolhe-se um voluntário para ser interrogado.

TESTE DE RESISTÊNCIA A PRESSÃO SOCIAL Objetivos: Criar na pessoa a capacidade. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores. em vez de um comentário que se aplique a várias pessoas. c) Inclua todos. voluntários ou escolhidos pelo grupo. negativos e reticências do seu colega sentado à direita. A seguir. Depois de ouvir todo mundo. negativos e reticências. 3. o coordenador convida os membros dos subgrupos para que escrevam uma mensagem para cada membro do subgrupo. os aspectos positivos. embora não conheça suficientemente bem. a seguir. IV. procurando induzir a todos a mensagem para cada membro do subgrupo. censuras sociais e outras. constituindo. Cada um responde em particular às perguntas: a) que me agrada no grupo? b) que não me agrada? c) que recebo dele? d) o que deixaria de ganhar se ele se acabasse? e) que recebo de cada pessoa? f) que ofereço ao grupo? g) qual foi a maior tristeza? 2. superar impasses. O coordenador forma subgrupos e fornece papel para cada participante. entre outras. III. Para sua realização: 1. o coordenador fará uma exposição. quantos forem os participantes. sendo aplicado depois que o grupo já atingiu um determinado grau de solidariedade e conhecimento mútuo.O PRESENTE DA ALEGRIA Objetivos: Promover um clima de confiança pessoal. 2. . Na experiência que segue. como segue: "Muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. dar e receber um "feedback" positivo num ambiente grupal. e) Diga ao outro o que encontra nele que faz você ser mais feliz. e faça a colocação sempre na primeira pessoa. A mensagem visa provocar em cada pessoa sentimentos positivos em relação a si mesmo. Este exercício permite. que é mais geral. de valorização pessoal e um estímulo positivo. caso queiram. b) Procure escrever uma mensagem especial que se enquadre bem na pessoa. em vez de: "eu gosto de sua atitude". II. um de cada vez implacavelmente vai a passarela em frente de cada participante e diz-lhe tudo o que lhe parece saber. Havendo tempo e interesse. O coordenador apresenta sugestões. com os nomes dos endereçados no lado de fora. dizendo por exemplo: "gosto do seu modo de rir toda vez que você se dirige a uma pessoa". Prosseguindo. EU E MEU GRUPO Objetivos: Avaliar o grupo e a contribuição de cada um de seus membros. pessimismos. assim. a seguinte variação: o coordenador poderá pedir que cada participante aponte os aspectos positivos. 4. Como Fazer: I. assim: "eu gosto" ou "eu sinto". seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para cada membro do grupo". Procure algo de positivo em todos. no meio do grupo. É importante ressaltar que não se trata de discutir em profundidade mas principalmente de se escutarem reciprocamente. assinar a mensagem. g) Escritas as mensagens. o equilíbrio e a maturidade suficientes para aceitar críticas. tantas "fotos" de cada indivíduo. e sendo por todos aceito. Como Fazer: Este exercício é muito válido. d) Procure dizer a cada um o que observou dentro do grupo. 3. Cada um responde o que escreveu. f) Os participantes poderão. desânimos. fazer uma discussão do que fazer para que o grupo melhore. mesmo para aquelas pessoas pelas quais não sintam grande simpatia. embora de grande significado. Como Fazer: 1. seus pontos altos. seus sucessos. é ótimo que todos o façam. Na mensagem dirá: a) Procure ser específico. serão elas dobradas e colocadas numa caixa para ser recolhidas. Material: Lápis e papel. Dois ou três participantes.

2. 2. ou em cadeiras. Material: Crachás com os nomes dos integrantes. Material: Perguntas preparadas pelo coordenador em número superior ao número de integrantes.e em seguida tomar consciência do contato com os demais ao passar por cima uns dos outros e se tocarem. O coordenador distribui os crachás aos respectivos integrantes. o grupo deve debater sobre as diferentes reações durante a experiência. 3. Neste momento. RECORDAÇÕES DA INFÂNCIA Objetivos: Proporcionar o conhecimento recíproco da infância de cada integrante. Observação: Deve-se evitar perguntas que levem a recordações tristes. por baixo . Após todos terem retomado seus crachás. procurem "sentir o espaço do grupo" . entrar em contato com os outros elementos do grupo. se relacionar com as outras pessoas do grupo. 3. 3. As perguntas podem ser reutilizadas. ou sentando no chão. 5. Como Fazer: 1. Em seguida pede que todos fechem os olhos e estendendo os braços. 4. respondendo-a em seguida. atrás das costas. Após algum tempo recolhem-se os crachás e cada um recebe um crachá que não deve ser o seu. ambos devem aproveitar para uma pequena conversa informal. 2.SITUAÇÃO NO ESPAÇO Objetivos: Procurar sentir o espaço.todo o espaço diante deles. Cada integrante recebe aleatoriamente uma pergunta e a lê em voz alta para os demais. Os integrantes devem passear pela sala a procura do integrante que possui o seu crachá para recebê-lo de volta. Como Fazer: 1. por cima das cabeças. onde procurem conhecer algo novo sobre o outro integrante. Propostas de perguntas: a) Como era seu melhor amigo(a)? b) Como foi sua crisma? c) Como foi sua Primeira Eucaristia? d) Como seu pai gostaria que você fosse? e) O que você imaginava ser quando crescesse? f) Quais os seus sonhos de infância? g) Qual a melhor lembrança de seu padrinho? h) Qual a melhor lembrança de seu pai? i) Qual a melhor lembrança de sua infância? j) Qual a melhor lembrança de seu madrinha? k) Qual a melhor lembrança de seu mãe? l) Qual a sua primeira grande alegria? m) Qual o seu primeiro contato com Deus? n) Quando você descobriu que Cristo morreu por nós? o) Quando você rezou a primeira Ave-Maria? p) Quem te ensinou a rezar pela primeira vez? KINDER OVO . Como Fazer: 1. TROCANDO CRACHÁS Objetivos: Facilitar a memorização dos nomes e um melhor conhecimento entre os integrantes. O coordenador pede a todos os participantes do grupo que se aproximem uns dos outros. Depois disso se analisa as reações em plenário.

6. da casa. com uma descrição detalhada da beleza destes lugares e de como eles fazem parte do plano de Deus. o coordenador deve se locomover durante o relato. O relato deve ser bem trabalhado e dar tempo para que todos os ovos sejam devidamente colocados próximo aos integrantes. O relato deve começar por lugares distantes. de preferência o coordenador. cada um deve expor ao grupo a razão de seu desenho. 3. Em seguida deve começar a contar a estória de um pássaro azul muito belo e capaz de vôos muito altos. 8. DINÂMICA DA BALA . 4. para que se retire do círculo e escolha uma porta para entrar (um espaço entre dois integrantes no círculo). A vida na comunidade cristã exige serviço de nossos irmãos através do amor. Para isso. Material: Uma cartolina e lápis de cor. 9. 2. que está trazendo uma surpresa para os integrantes do grupo. 6. A pessoa a esquerda na porta escolhida deve se retirar do círculo e continuar o processo até que todos tenham participado. Para garantir os resultados da dinâmica. 2. DINÂMICA DA CASA Objetivos: Despertar para a importância do indivíduo no grupo e na vida. Convida-se um integrante. Cada um deve ser incentivado a refletir para que escolha as partes que o representam ou que deseja representar no grupo. Aos poucos o pássaro azul deve se aproximar do local da reunião. Como Fazer: 1. 5. de sua forma. onde a gente se fortaleça para caminhar harmoniosamente dentro da comunidade cristã. únicos. que é única.Objetivos: Mostrar a importância de ter valores e planos para a nossa vida. Ao final. 3. mas que somos iguais perante o amor de Cristo. Isso promove o crescimento mútuo. É bem verdade que somos seres individuais. o pássaro chega no local da reunião com uma surpresa para cada integrante. 5. O coordenador deve pedir que os integrantes fechem os olhos. é colocado a disposição das necessidades dos outros. sendo porta. pois engloba a contribuição de cada um. o coordenador deve ressaltar que Deus concede a graça a cada um de nós e essa graça é o nosso próprio modo de ser que. 7. sempre se destacando a perfeição e a beleza de todos os lugares. 4. 3. que é um todo indivisível? DINÂMICA DA PORTA Objetivos: Aprofundar os laços de amizade entre os integrantes do grupo. Estes podem então abrir os olhos e cada um verá a sua frente um Kinder ovo. iluminado pela sabedoria do amor. Como Fazer: 1. O integrante deve explicar o motivo pelo qual os escolheu e o motivo pelo qual está no grupo. Com nossa contribuição é possível construir um lugar de forte e mútuo crescimento espiritual. Cada um. Material: Ovos de chocolate da marca Kinder na mesma quantidade do número de integrantes. Como Fazer: 1. janela. Então devem ser colocados os seguintes questionamentos ao grupo: a) O que você esperava que fosse trazido pelo pássaro azul para você? b) De que forma você pensa que está inserido no plano de Deus? c) O que te espera no futuro? d) O que VOCÊ está construindo na sua vida. 2. os integrantes devem abrir seus ovos e montar sua surpresa trazida pelo pássaro azul. O grupo deve estar disposto na forma de um círculo onde todos estejam abraçados. Por fim. parede (todos os elementos que apareceram durante a dinâmica) é importante para a formação do todo. 4. Depois de todos ilustrarem seu papel no grupo. 7. O coordenador deve desenhar um retângulo de cor fraca na cartolina e incentivar cada integrante a ajudar na construção de uma casa. telhado. Após abrirem os olhos. por lugares muito bonitos. os ovos não podem ser vistos pelos integrantes antes do final do relato.

Como Fazer: 1. 2. Alguém ficará sem lugar. Durante um curto tempo as pessoas podem andar pela sala relembrando o nome de todos os participantes do grupo e reparando em pelo menos uma qualidade de cada um. Cada integrante deve distribui-los do seguinte modo: a) O bombom é dado a uma pessoa que tenha feito algo positivo que tenha chamado a atenção do integrante. (e diz o nome de várias pessoas do grupo). se oferecendo para um serviço. 5. O coordenador deve distribuir as balas e bombons para os integrantes do grupo. Os integrantes podem dar balas ou bombons para si próprios. Material: Balas de cereja (com sabor azedo) e bombons na proporção de uma de cada tipo para cada integrante do grupo. 6. Como Fazer: 1. FAZENDO COMPRAS Objetivos: Para descontração e memorização de nomes de todos do grupo. b) A bala azeda é dado a uma pessoa que tenha agido de maneira que tenha entristecido a pessoa que deu a bala ou alguma outra pessoa. mas também com muita sensibilidade para que a pessoa.Objetivos: Abordar pontos positivos e negativos individuais dos integrantes do grupo. em pé. sem ser ofendida. será o que vai fazer compras. 4. sai correndo em volta da sala e diz o nome e qualidade de alguém. 5. em pé. . Material: Papel e cante para cada um. Cada participante recebe uma folha em branco e nela escreve um anúncio classificado sobre ele mesmo. A distribuição não deve apresentar nenhuma ordem em especial. De repente. Uma bala ou bombom pode ser dado a alguém que já tenha recebido outra do mesmo tipo. 3. A folha não pode conter nome. Observações: Nada impede que o número de balas e bombons seja aumentado ou que os mesmos sejam novamente utilizados durante a dinâmica. curso ou outra coisa. que se prende a locomotiva chamando outra pessoa pelo nome e destacando uma qualidade. 2. b) quantas pessoas pensavam se conhecer e descobriram que não se conheciam direito. Todos estão sentados em círculos e o coordenador. Este será o próxima a fazer compras e assim continua. Passado esse tempo. Os classificados são afixados na parede e os participantes devem ler os anúncios e durante 20 minutos tentar descobrir quem são as pessoas anunciadas. 4. 2. Em seguida o coordenador deve perguntar: a) quem se reconheceu através dos anúncios classificados. TRENZINHO Objetivos: Fazer com que as pessoas memorizem os nomes umas das outras. identificado como locomotiva.. Segue-se até formar o trem com todos participantes. diz: Fui fazer compras com. acrescenta: Não tenho mais dinheiro. Esta dinâmica é mais indicada para grupos homogêneos em termos de laços de amizade. ANÚNCIOS CLASSIFICADOS Objetivos: Apresentar pessoas que quase não se conhecem. um dos coordenadores. 3. 3.. A apresentação correspondente às balas azedas deve ser feita com sinceridade. Quem teve o nome citado deve trocar de lugar rapidamente e o coordenador se senta entre eles. 2. Se alguém não perceber que seu nome foi citado e por isso não se levantar. Como Fazer: 1. possa rever algumas de suas ações. 4. Como Fazer: 1. 3. sendo totalmente espontânea. opção do coordenador.

2.. quando surge um homem pedindo dinheiro. Um membro da polícia é imediatamente avisado. e todas as demais são desconhecidas).Uma cópia da história da “Máquina Registradora”. falsas ou desconhecidas. sendo possível. d) o que falta para que o grupo se conheça melhor. Tempo exigido: quarenta minutos. falsas ou desconhecidas. Demonstrar como a busca do consenso melhora a decisão. simultaneamente. 3. para um trabalho de consenso de grupo.c) como cada um se sentiu ao ver seu anúncio sendo lido pelos outros. O proprietário abre uma máquina registradora. focalizando-se sobretudo o impacto que as suposições causam sobre a decisão e os valores do grupo. O animador. O conteúdo da máquina registradora é retirado e o homem corre.A História da “Máquina Registrada” Exercício de Decisão Grupal Objetivos: 1. Em continuação.. orientar vários subgrupos.. e a do número 6 é verdadeira. DINÂMICAS DIVERSAS Dinâmica . VF? .. para cada membro participante e para cada grupo. A seguir. deverá ler e assinar as declarações consideradas verdadeiras. Tamanho do grupo: Subgrupos formados com cinco a sete membros. Explorar o impacto que as suposições têm sobre a decisão. recebendo cada subgrupo uma cópia da história da “Máquina Registradora”.Desconhecido 1. (a declaração número 3 é falsa. 2. registrando novamente as declarações consideradas verdadeiras. Declaração acerca da história: Verdadeiro – Falso ... 4. . anuncia as respostas corretas... a seguir.. Exercício da “Máquina Registradora” A HISTÓRIA: Um negociante acaba de acender as luzes de uma loja de calçados.. aproximadamente. haverá um breve comentário acerca da experiência vivida. durante doze a quinze minutos.Lápis ou caneta. serão formados subgrupos de cinco a sete membros. Um homem apareceu assim que o proprietário acendeu as luzes de sua loja de calçados . Procedimento: 1. O animador distribui uma cópia da história da “Máquina Registradora” para cada membro participante que durante sete a dez minutos. Material utilizado: .

. O ladrão foi um homem..... o final pode ser uma feliz notícia. Procedimento: Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro.. Dinâmica: Sorriso Milionário Material: bolinhas de papel amassado Procedimento: Essa dinâmica é usada para descontrair e integrar o grupo de uma forma divertida.....V F ? 6..000... Dado o sinal os alunos deverão sair e procurar um companheiro..00... Cada bolinha vale R$1..... O homem não pediu dinheiro. Quem sorrir primeiro paga uma bolinha para a pessoa a quem sorriu.. O professor distribuirá para cada pessoa do grupo 5 bolinhas de papel. O homem que abriu a máquina registradora era o proprietário. Começa a brincadeira...... Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo.. ninguém vai poder ajudar. Procedimento: A técnica busca verificar se a turma aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo...V F ? 5.... V F ? 7. Embora houvesse dinheiro na máquina registradora........ uma bola ou um objeto. a história não diz a quantidade.... Independente do que seja. V F ? 11. dois membros serão escolhidos com a música e passando a bola de mão em mão nos dois grupos... .. chocolate e aparelho de som (rádio ou CD).. O ladrão pediu dinheiro ao proprietário .. O proprietário da loja de calçados retirou o conteúdo da máquina registradora e fugiu . V F ? Dinâmica: Medo de Desafios Material: caixa.. Alguém abriu uma máquina registradora. Objetivos: O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam representar perigo ou vergonha... V F? 9.. Giz. que será o milionário. Cada grupo elegerá um nome dentro do tema. vamos brincar de batata quente com ela. Dinâmica: Verificação se aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo Material: Quadro Negro.. O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida... Perguntas da matéria elaboradas pelo facilitador.. V F ? 3.... Quando a múica for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa. com a música ligada. V F ? 8......... V F ? 10. um homem que pediu dinheiro é um membro da polícia . Os seguintes acontecimentos da história são verdadeiros: alguém pediu dinheiro – uma máquina registradora foi aberta – seu dinheiro foi retirado .. V F ? 4...... olhar fixamente nos olhos desse companheiro que por sua vez não pode sorrir. devem ir passando a caixa de um para o outro... Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que são colocados a nossa frente..2.... O facilitador começa fazendo um joguinho da velha.. e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar... Depois que o homem que pediu o dinheiro apanhou o conteúdo da máquina registradora. o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa.. por mais que pareça tudo tão desesperador.... (O jovem não pode repartir o presente com ninguém). dizendo que pode ser uma tarefa extremamente dificil ou vergonhosa)....é importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem. essas deverão estar dispersas no local onde será realizada a brincadeira. Vence quem terminar a brincadeira com mais "dinheiro".... uma fita cassete. Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa..... A história registra uma série de acontecimentos que envolveu três pessoas: o proprietário... fugiu.... em seguida devem parar em sua frente.....

Finalmente todos concordaram. 2. Mesmo que sobre um. o número 3 deve ser pronunciado normalmente. Canção da América ou outra. Não tem sorteios. sem nenhum estrago. Aquelas marcas representavam sua vivência. 4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3. Cada um grupo pode escolher o membro e definir os pontos que arrisca. . que batam com as duas mãos na barriga. Se o grupo empatar. Se ambos ainda empatarem. Grato. tipo: Coração de Estudante. esta escolha é por sorteio dentro do grupo. ora o outro. as pessoas que ele amou e que o amaram. 2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1. A reunião de pessoas para um mesmo objetivo deve ser direcionada para uma vitória do todo. o coração do moço.Certo homem estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. sem nenhuma ruga. entregar o seu coração a outro. Se um deles não souber responder. escolhem dois membros de cada grupo que vão fazer a dança das cadeiras somente ficará na cadeira aquele que responder a pergunta que agora será falso ou verdadeiro. Então temos uma mensagem QUE SEJA UM! Assim é nossa missão na Terra a gente trabalha pela felicidade do Mundo porque somos parte desta humanidade. Ou o que quer que seu coração esteja cheio. A situação fica bem divertida. Se acertar. Fazer a troca de cartões com uma música apropriada. Dinâmica: do 1. No final o instrutor deverá conduzir o grupo a trocar os corações. Isto é que se deve fazer em sala de aula. cola e tesoura. Começa a complicar. 3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2. Se errar. Fica Fácil. 3 Objetivo: Quebra-gelo Procedimento: 1º momento: Formam-se duplas e então solicite para que os dois comecem a contar de um a três. O meu coração está cheio de.." Após contar o texto distribuir um recorte de coração (chamex dobrado ao meio e cortado em forma de coração). Depois cada um vai receber um coração menor e será instruído que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração. que dêm uma "reboladinha".Ao terminar a música. Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais bonito. depois coloca a mensagem que o Grupo deve trabalhar como um todo e que nesta dinâmica todos venceram porque aprenderam sobre o valor da tomada de decisões e que puderam traçar metas para atingir um objetivo. Cada membro do grupo vem para frente e vai responder a pergunta. Na verdade.. Os participantes deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. cada um pode arriscar pontos em um jogo da forca onde será dado uma única vez a dica da palavra. os outros números devem ser pronunciados normalmente. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito pois nele havia. então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. esta dinâmica mostra que nada na vida é fácil e tudo decorre de decisões e riscos tanto dos líderes quanto da liderança e que toda decisão vai agir sobre toda a ação do grupo. O Grupo escolhe um dos membros para falar. batam palma. é um risco. ele terá que arriscar pontos ou passar para outro membro então o outro grupo opositor vai escolher o membro que vai responder. o vencedor escolhe X ou O (bolinha) e inicia a brincadeira. revistas. com tantas marcas?" O bom velhinho. os dois membros vão ao centro e tiram par ou ímpar.. Procedimento: Para início de ano Ler o texto ou contar a história do "Coração partido" . Fazer a colagem e apresentar ao grupo. apesar de lisinho. é o campeão. não tinha a experiência do velho. Ricardo José Rodrigues Dinâmica: Dinâmica do Amor Objetivo: Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos. todos em conjunto. O facilitador começa a fazer perguntas para os grupos sobre os momentos em que as perguntas foram feitas e sobre as tomadas de decisão. uns ajudando aos outros. O facilitador passa a pergunta ao grupo que perdeu. É claro que o tema é definido anteriormente em sala de aula mas não é dito a razão de ser lido o tema. Seu coração era lindo. ora um começa. ele pode pedir ajuda a um dos membros do seu grupo mas agora quem escolhe é o membro que vai dar a resposta é o membro opositor. É uma reflexão sobre o que fazemos individualmente mas que age sobre o grupo que vivemos e fazemos parte.

um a um deverão ler e fazer um comentário para o grupo.amizade. fofocas. que fale dele no momento atual. Com a música de fundo cada participante é convidado a construir uma máscara com os materiais disponíveis na sala. o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado. palitos de churrasco. 5. o que ele sentiu. A máscara com que não se identifica. cooperação. tesouras. Organizar em subgrupos para que cada participante escolha: A máscara com que mais se identifica. 3. humildade. alegria. Quando o facilitador perceber que quem ficou no centro não está dando conta de segurar todos os problemas peça para que todos voltem ao círculo e então ele pergunta: 1) a quem ficou no centro. o que aquela palavra significa para ele. inimizade. Dinâmica: "Cabra cega no curral" . Esta dinâmica foi baseada na teoria de Vygotsky. confiança. tintas. competições. intrigas. paciência. desinteresse. Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes deixarem sua bexiga no ar e sentarem. os restantes continuam no jogo. Abrir para discussões no grupo. tira de papel Procedimento: Formação em círculo. Aplicada ao público a partir de 9 anos Dinâmica: “dos problemas” Material: Bexiga. Cada um deverá encher a sua bexiga e brincar com ela jogando-a para cima com as diversas partes do corpo. diálogo. através da representação. troca. aceitação. Abraços. 2) a quem saiu. O resultado foi maravilhoso ! Espero que gostem. depois com os outros participantes sem deixar a mesma cair. tranquilidade. Formar um círculo para que cada participante escolha um dos integrantes do grupo para lhe dizer o que vê atraz de sua máscara. tolerância. Depois destas colocações. o facilitador dará os ingredientes para todos os problemas. visando o processo criativo. Dicas de palavras ou melhores ingredientes:. Material: Cartolina colorida. crítica. um foi um grupo de funcionários de uma empresa de óculos de Franca. prazer.Dinâmica: “Convivendo com Máscaras” Objetivo: Proporcionar o exercício da auto e heteropercepção. Eu trabalhei esta dinâmica com dois grupos bem diferentes. todos deverão colocar suas máscaras e fazer um mini teatro improvisado. A máscara que gostaria de usar. afixá-la no palito de churrasco para que cada um se apresente falando de si através da mascara. motivação. 6. colas. papéis diversos e coloridos. etc... CD com a música quem é você (Chico Buarque) Procedimento: 1. e a outro de professoras do ensino infantil pré-escolar. para a formação da subjetividade e intersubjetividade do indivíduo. para mostrar que não é tão difícil resolvermos problemas quando estamos juntos. 7. (as palavras devem ser feitas de acordo com o seu objetivo.. 2. Ele pedirá aos participantes que estorem as bexigas e peguem o seu papel com o seu ingrediente. solidariedade. Fechamento da vivência. etc. Após concluir a atividade em subgrupo. aprendizado. 4.. com um tira de papel dentro (que terá uma palavra para o final da dinâmica) O facilitador dirá para o grupo que aquelas bexigas são os problemas que enfretamos no nosso dia-a-dia (de acordo com a vivência de cada um). uma bexiga vazia para cada participante. apoio. A partir da sua máscara confeccionada.

e os seguintes comandos: todos devem segurar o pirulito com a mão direita. Pede que todos parem de desenhar. de pé. caneta Procedimento: O condutor da dinâmica distribui folhas de papel sulfite em branco e canetas para o grupo. . Primeiro solicita-se que desembrulhem o pirulito. Procedimento: Todos em círculo. dá a seguinte orientação: sem sair do lugar em que estão. Ele pede que iniciem. O participante que for tocado deverá se apresentar e sortear uma tarefa a ser realizada por ele mesmo. pano preto para cobrir os olhos e cadeiras. se quiser. Encerra-se a dinâmica. Música ambiente. automaticamente. quem estiver com o urso deverá falar o que tem vontade de fazer com ele. Dinâmica: " das diferenças " Material: Pedaço de papel em branco. segurando o pirulito e de pé. Dinâmica: "Urso de pelúcia" Objetivo: mostrar que o outro é importante pra nossa vida Material: um urso de pelúcia Procedimento: Forme um círculo com todos e passe o urso de mão em mão. o participante que já foi tocado não poderá repetir. por este motivo devemos respeitar o ponto de vista do outro. todos percebem a mesma situação de diversas maneiras. faça um círculo com as cadeiras e coloque os alunos nas mesmas. A mão esquerda fica livre. Continuem os desenhos fazendo um pescoço e um tronco. Para isso. pede que desenhem uma boca cheia de dentes. principalmente os alunos vindos de outras escolas. Canetas hidrocor. portanto. O mediador da dinâmica recolhe os papéis e em seguida. porém com visões de mundo diferentes. Pede que desenhem um rosto com olhos e nariz. Dinâmica: "DNA/Herança Genética" Objetivo: Descobrir os traços de personalidade herdados da família Material: 1 Folha A4 para cada participante. coloque-o dentro do círculo e movimente-o de modo que perca a direção inicial. pode-se utilizar a mão esquerda.Objetivo: Proposta da atividade: e fazer com que o grupo se conheça de modo divertido. saco plástico. Procedimento: ORGANIZAÇÃO: Escreva tarefas para serem realizadas pelos alunos. lápis de cor ou giz de cera. esta não deverá sair do lugar. Em seguida. caneta. em círculo). O condutor da dinâmica ressalta que não há nenhum desenho igual ao outro. o pirulito que lhe foi oferecido. dando o sinal. No final que todos falarem deve-se pedir para que façam o mesmo que fizeram com o urso com a pessoa do lado. É dado um pirulito para cada participante. que somos multifacetados. apenas levado para a direita ou esquerda. que só há uma: oferecer o pirulito para a pessoa ao lado!!! Assim. Material: Pedaço de papel em branco. Dinâmica: "Auxílio mútuo" Objetivo: Para reflexão da importância do próximo em nossa vida Material: Pirulito para cada participante. Abre-se a discussão que tem como fundamento maior dar abertura sobre a reflexão de quanto precisamos do outro para chegar a algum objetivo e de é ajudando ao aoutro que seremos ajudados. o aluno deverá ir para qualquer direção de modo que se encoste a outra que estará sentada. Não pode ser dobrado. os demais irão oferecer e todos poderão chupar o pirulito. É importante ressaltar sempre que não se pode tirar o lápis ou caneta do papel. recorte-ás e as coloque dentro de um saco plástico para serem sorteadas. escolha o primeiro participante e coloque o pano sobre os seus olhos. cada um pode sentar e continuar chupando. O condutor da dinâmica pede que ao dar um sinal todos desenhem o que ele pedir sem tirar a caneta do papel. já na posição correta (braço estendido. Todos mostram seus desenhos. mas sem dobrá-lo. todos devem chupar o pirulito! Aguardar até que alguém tenha a iniciativa de imaginar como executar esta tarefa. com o braço estendido. de modo o que todos participem.

à nossa história de vida pessoal baseada nos valores e comportamentos familiares. 2. da tia. simultaneamente. B. Entregue uma folha A4 para cada participante. deverá anotar que características herdou e de quem herdou.Procedimento: Deve ser acima de 15 participantes . Tempo exigido: quarenta minutos.Lápis ou caneta.. Análise A análise deste jogo se dá pela valorização que damos à genética. falsas ou desconhecidas. deverá ler e assinar as declarações consideradas verdadeiras. Dobre-a em 4 partes e nomeie as partes com sendo A. C e D. Após o término dos desenhos. Demonstrar como a busca do consenso melhora a decisão. qual foi mais confortável anotar? Por que? Que característica você nota em seus familiares e você ainda não possui? Deseja possuir? Que sentimentos este exercício trouxe à tona? Que herança é mais fácil herdar? Características ou valores financeiros? Dinâmicas de Grupo Envie sua dinâmica e enriqueça nossa página ! Quero enviar minha idéia 19. Às vezes um comportamento ou atitude revela uma característica do avô. Que personagem da família foi mais fácil desenhar? Dentre as qualidades que você herdou. . do pai. Dinâmica . Escrever também na folha o nome e a idade. Tamanho do grupo: Subgrupos formados com cinco a sete membros. Tempo: 25 min. . orientar vários subgrupos. Na parte D ele deverá desenhar um auto-retrato (como ele se vê) e observando as qualidades e falhas da família.A História da “Máquina Registrada” Exercício de Decisão Grupal Objetivos: 1. Procedimento: 1. para cada membro participante e para cada grupo. O animador distribui uma cópia da história da “Máquina Registradora” para cada membro participante que durante sete a dez minutos. Este exercício irá promover no grupo uma apresentação grupal a partir das qualidades da árvore genealógica de cada um. Na parte A o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós maternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um dos avós maternos. o coordenador orienta o grupo a sentarem-se em trio e comentar sobre suas heranças. aproximadamente. O coordenador reflete com o grupo as características genéticas que herdamos de nossos parentes mais próximos. sendo possível. Da percepção que temos do espaço social chamado Família. Coloque música ambiente. Explorar o impacto que as suposições têm sobre a decisão. Material utilizado: .Uma cópia da história da “Máquina Registradora”. Na parte B o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós paternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um também vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um deles. Na parte C o participante deverá desenhar Pai e Mãe e seguir o exercício anotando a principal qualidade que nota nos pais e também a principal falha..

. fugiu... A história registra uma série de acontecimentos que envolveu três pessoas: o proprietário.... Procedimento: Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro.2.. V F ? 11.. serão formados subgrupos de cinco a sete membros. (O jovem não pode repartir o presente com ninguém).. Um membro da polícia é imediatamente avisado. falsas ou desconhecidas. vamos brincar de batata quente com ela.. Declaração acerca da história: Verdadeiro – Falso . Depois que o homem que pediu o dinheiro apanhou o conteúdo da máquina registradora. O conteúdo da máquina registradora é retirado e o homem corre....... Independente do que seja... Exercício da “Máquina Registradora” A HISTÓRIA: Um negociante acaba de acender as luzes de uma loja de calçados.... O proprietário da loja de calçados retirou o conteúdo da máquina registradora e fugiu ...... chocolate e aparelho de som (rádio ou CD)......... e a do número 6 é verdadeira.. e todas as demais são desconhecidas). O ladrão pediu dinheiro ao proprietário .. 4.. Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa. recebendo cada subgrupo uma cópia da história da “Máquina Registradora”......V F ? 5. haverá um breve comentário acerca da experiência vivida...é importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem. A seguir. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo. O homem não pediu dinheiro. devem ir passando a caixa de um para o outro. 3. anuncia as respostas corretas... e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar...Mauá ..Fortaleza. Um homem apareceu assim que o proprietário acendeu as luzes de sua loja de calçados ... Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que são colocados a nossa frente.. um homem que pediu dinheiro é um membro da polícia ..SP 20.... quando surge um homem pedindo dinheiro. O animador.. a história não diz a quantidade... registrando novamente as declarações consideradas verdadeiras.... Dinâmica: Medo de Desafios Material: caixa.Ceará e Brasil ...... durante doze a quinze minutos... dizendo que pode ser uma tarefa extremamente dificil ou vergonhosa). O proprietário abre uma máquina registradora. Quando a múica for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa. ninguém vai poder ajudar.. o final pode ser uma feliz notícia. V F ? 4. O ladrão foi um homem. Objetivos: O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam representar perigo ou vergonha. Os seguintes acontecimentos da história são verdadeiros: alguém pediu dinheiro – uma máquina registradora foi aberta – seu dinheiro foi retirado ....... focalizando-se sobretudo o impacto que as suposições causam sobre a decisão e os valores do grupo. V F ? 7............. com a música ligada. V F ? 3... a seguir... Alguém abriu uma máquina registradora.. O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida. Começa a brincadeira. Contribuição enviada pela usuária: Kelma de Freitas ...... Em continuação...... (a declaração número 3 é falsa....Desconhecido 1... V F ? Contribuição enviada pelo usuário: José Carlos Versuri . V F ? 8... V F ? 9. Embora houvesse dinheiro na máquina registradora.. por mais que pareça tudo tão desesperador. O homem que abriu a máquina registradora era o proprietário. V F ? 2... o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa.. V F ? 10.V F ? 6. para um trabalho de consenso de grupo.

Perguntas da matéria elaboradas pelo facilitador. Adm. depois coloca a mensagem que o Grupo deve trabalhar como um todo e que nesta dinâmica todos venceram porque aprenderam sobre o valor da tomada de decisões e que puderam traçar metas para atingir um objetivo. os outros números devem ser pronunciados normalmente. Ao terminar a música. dois membros serão escolhidos com a música e passando a bola de mão em mão nos dois grupos. que batam com as duas mãos na barriga. esta escolha é por sorteio dentro do grupo. olhar fixamente nos olhos desse companheiro que por sua vez não pode sorrir. Cada bolinha vale R$1. os dois membros vão ao centro e tiram par ou ímpar. Contribuição enviada pela usuária: Renata Galerani Evangelista . ora o outro. É uma reflexão sobre o que fazemos individualmente mas que age sobre o grupo que vivemos e fazemos parte. escolhem dois membros de cada grupo que vão fazer a dança das cadeiras somente ficará na cadeira aquele que responder a pergunta que agora será falso ou verdadeiro. é um risco. Cada um grupo pode escolher o membro e definir os pontos que arrisca. ora um começa. Dado o sinal os alunos deverão sair e procurar um companheiro. em seguida devem parar em sua frente. essas deverão estar dispersas no local onde será realizada a brincadeira. Vence quem terminar a brincadeira com mais "dinheiro".000. 2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1. Ricardo José Rodrigues . Cada grupo elegerá um nome dentro do tema. A reunião de pessoas para um mesmo objetivo deve ser direcionada para uma vitória do todo. Dinâmica: Verificação se aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo Material: Quadro Negro.Lençóis Paulista 22. Então temos uma mensagem QUE SEJA UM! Assim é nossa missão na Terra a gente trabalha pela felicidade do Mundo porque somos parte desta humanidade. 3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2.DF 23. Giz. esta dinâmica mostra que nada na vida é fácil e tudo decorre de decisões e riscos tanto dos líderes quanto da liderança e que toda decisão vai agir sobre toda a ação do grupo.Ex-catequista . uns ajudando aos outros. Se um deles não souber responder. cada um pode arriscar pontos em um jogo da forca onde será dado uma única vez a dica da palavra. Fica Fácil. Contribuição enviada pelo usuário: TORQUATO . o número 3 deve ser pronunciado normalmente. Se acertar. Dinâmica: do 1. 3 Objetivo: Quebra-gelo Procedimento: 1º momento: Formam-se duplas e então solicite para que os dois comecem a contar de um a três. O facilitador começa a fazer perguntas para os grupos sobre os momentos em que as perguntas foram feitas e sobre as tomadas de decisão. . 2. Se ambos ainda empatarem. Não tem sorteios.21. ele pode pedir ajuda a um dos membros do seu grupo mas agora quem escolhe é o membro que vai dar a resposta é o membro opositor. uma fita cassete. Começa a complicar. Isto é que se deve fazer em sala de aula. o vencedor escolhe X ou O (bolinha) e inicia a brincadeira. Cada membro do grupo vem para frente e vai responder a pergunta.CRUZEIRO . Se o grupo empatar. Na verdade. O facilitador passa a pergunta ao grupo que perdeu. O facilitador começa fazendo um joguinho da velha. O Grupo escolhe um dos membros para falar.Téc. Se errar. Quem sorrir primeiro paga uma bolinha para a pessoa a quem sorriu. batam palma.00. todos em conjunto. É claro que o tema é definido anteriormente em sala de aula mas não é dito a razão de ser lido o tema. que será o milionário. Procedimento: A técnica busca verificar se a turma aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo. uma bola ou um objeto. é o campeão. Mesmo que sobre um. que dêm uma "reboladinha". O professor distribuirá para cada pessoa do grupo 5 bolinhas de papel. Dinâmica: Sorriso Milionário Material: bolinhas de papel amassado Procedimento: Essa dinâmica é usada para descontrair e integrar o grupo de uma forma divertida. ele terá que arriscar pontos ou passar para outro membro então o outro grupo opositor vai escolher o membro que vai responder. Grato. 4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3. A situação fica bem divertida.

Contribuição enviada pelo usuário: Ricardo José Rodrigues - Coordenador - São Paulo -SP

24. Dinâmica: Dinâmica do Amor
Objetivo: Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos. Procedimento:

Para início de ano Ler o texto ou contar a história do "Coração partido" - Certo homem estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. Seu coração era lindo, sem nenhuma ruga, sem nenhum estrago. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito pois nele havia. Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais bonito, com tantas marcas?" O bom velhinho, então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. Aquelas marcas representavam sua vivência, as pessoas que ele amou e que o amaram. Fianlmente todos concordaram, o coração do moço, apesar de lisinho, não tinha a experiência do velho." Após contar o texto distribuir um recorte de coração (chamex dobrado ao meio e cortado em forma de coração), revistas, cola e tesoura. Os participantes deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. Fazer a colagem e apresentar ao grupo. Depois cada um vai receber um coração menor e será instruido que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração. Ou o que quer que seu coração esteja cheio.. O meu coração está cheio de... No final o instrutor deverá conduzir o grupo a trocar os corações, entregar o seu coração a outro. Fazer a troca de cartões com uma música apropriada, tipo: Coração de Estudante, Canção da América ou outra. Contribuição enviada pela usuária: Tereza Cristina da Silveira Carvalho - Professora- Goiânia- GO

25. Dinâmica: “Convivendo com Máscaras”
Objetivo: Proporcionar o exercício da auto e heteropercepção. Material: Cartolina colorida, tintas, colas, tesouras, papéis diversos e coloridos, palitos de churrasco, CD com a música quem é

você (Chico Buarque)
Procedimento:

1. Com a música de fundo cada participante é convidado a construir uma máscara com os materiais disponíveis na sala, que fale dele no momento atual. 2. A partir da sua máscara confeccionada, afixá-la no palito de churrasco para que cada um se apresente falando de si através da mascara. 3. Organizar em subgrupos para que cada participante escolha: A máscara com que mais se identifica; A máscara com que não se identifica; A máscara que gostaria de usar. 4. Após concluir a atividade em subgrupo, todos deverão colocar suas máscaras e fazer um mini teatro improvisado. 5. Formar um círculo para que cada participante escolha um dos integrantes do grupo para lhe dizer o que vê atraz de sua máscara... 6. Abrir para discussões no grupo. 7. Fechamento da vivência. Esta dinâmica foi baseada na teoria de Vygotsky, visando o processo criativo, através da representação, para a formação da subjetividade e intersubjetividade do indivíduo. Aplicada ao público a partir de 9 anos Contribuição enviada pela usuária: Taise Helena soares da Costa - RJ - RJ

26. Dinâmica: “dos problemas”
Material: Bexiga, tira de papel Procedimento:

Formação em círculo, uma bexiga vazia para cada participante, com um tira de papel dentro (que terá uma palavra para o final da dinâmica) O o facilitador dirá para o grupo que aquelas bexigas são os problemas que enfretamos no nosso dia-a-dia(de acordo com a vivência de cada um), desinteresse, intrigas, fofocas, competições, inimizade, etc. Cada um deverá encher a sua bexiga e brincar com ela jogando-a para cima com as diversas partes do corpo, depois com os

outros participantes sem deixar a mesma cair. Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes deixarem sua bexiga no ar e sentarem, os restantes continuam no jogo. Quando o facilitador perceber que quem ficou no centro não está dando conta de segurar todos os problemas peça para que todos voltem ao círculo e então ele pergunta: 1) a quem ficou no centro, o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado; 2) a quem saiu, o que ele sentiu. Depois destas colocações, o facilitador dará os ingredientes para todos os problemas, para mostrar que não é tão dificil resolvermos problemas quando estamos juntos. Ele perdirá aos participantres que estorem as bexigas e peguem o seu papel com o seu ingrediente, um a um deverão ler e fazer um comentário para o grupo, o que aquela palavra significa para ele. Dicas de palavras ou melhores ingredientes:- amizade, solidariedade, confiança, cooperação, apoio, aprendizado, humildade, tolerância, paciência, diálogo, alegria, prazer, tranquilidade, troca, crítica, motivação, aceitação, etc... (as palavras devem ser feitas de acordo com o seu objetivo. Eu tratabalhei esta dinâmica com dois grupos bem diferentes, um foi um grupo de funcionários de uma empresa de óculos de Franca, e a outro de professoras do ensino infantil pré-escolar. O resultado foi maravilhoso ! Espero que gostem. Abraços. Contribuição enviada pela usuária: Carminha Braga - Franca

27. Dinâmica: "Cabra cega no curral"
Objetivo: Proposta da atividade: e fazer com que o grupo se conheça de modo divertido, principalmente os alunos vindos de

outras escolas. Material: Pedaço de papel em branco, caneta, saco plastico, pano preto para cobrir os olhos e cadeiras.
Procedimento:

ORGANIZAÇÃO: Escreva tarefas para serem realizadas pelos alunos; recorte-ás e as coloque dentro de um saco plástico para serem sorteadas; faça um círculo com as cadeiras e coloque os alunos nas mesmas; escolha o primeiro participante e coloque o pano sobre os seus olhos; coloque-o dentro do círculo e movimente-o de modo que perca a direção inicial; o aluno deverá ir para qualquer direção de modo que encoste em outra que estará sentada, esta não deverá sair do lugar. O participante que for tocado, deverá se apresentar e sortear uma tarefa a ser realizada por ele mesmo; o participante que já foi tocado não poderá repetir, de modo o que todos participem. Contribuição enviada pelo usuário: Hudson Azevedo Pinheiro- Duque de Caxias - RJ

28. Dinâmica: " das diferenças "
Material: Pedaço de papel em branco, caneta Procedimento:

O condutor da dinâmica distribui folhas de papel sulfite em branco e canetas para o grupo. O condutor da dinâmica pede que ao dar um sinal todos desenhem o que ele pedir sem tirar a caneta do papel. Ele pede que iniciem, dando o sinal. Pede que desenhem um rosto com olhos e nariz. Em seguida, pede que desenhem uma boca cheia de dentes. continuem o desenho fazendo um pescoço e um tronco. É importante ressaltar sempre que não se pode tirar o lápis ou caneta do papel. Pede que todos parem de desenhar. Todos mostram seus desenhos. O condutor da dinâmica ressalta que não há nenhum desenho igual ao outro, portanto, todos percebem a mesma situação de diversas maneiras, que somos multifacetados, porém com visões de mundo diferentes, por este motivo devemos respeitar o ponto de vista do outro. Contribuição enviada pela usuária: Maria Apasrecida Fontes Martinez - Curitiba

29. Dinâmica: "Auxílio mútuo"
Objetivo: Para reflexão da importância do próximo em nossa vida

Material: Pirulito para cada participante. Procedimento:

Todos em círculo, de pé. É dado um pirulito para cada participante, e os seguintes comandos: todos devem segurar o pirulito com a mão direita, com o braço estendido. Não pode ser dobrado, apenas levado para a direita ou esquerda, mas sem dobrá-lo. A mão esquerda fica livre. Primeiro solicita-se que desembrulhem o pirulito, já na posição correta (braço estendido, segurando o pirulito e de pé, em círculo). Para isso, pode-se utilizar a mão esquerda. O mediador da dinâmica, recolhe os papéis e em seguida, dá a seguinte orientação: sem sair do lugar em que estão, todos devem chupar o pirulito! Aguardar até que alguém tenha a iniciativa de imaginar como executar esta tarefa, que só há uma: oferecer o pirulito para a pessoa ao lado!!! Assim, automaticamente, os demais irão oferecer e todos poderão chupar o pirulito. Encerra-se a dinâmica, cada um pode sentar e continuar chupando, se quiser, o pirulito que lhe foi oferecido. Abre-se a discussão que tem como fundamento maior dar abertura sobre a reflexão de quanto precisamos do outro para chegar a algum objetivo e de é ajudando ao aoutro que seremos ajudados. Contribuição enviada pela usuária: Marta Cristina Nonato Marques- Governador valadares - MG

30. Dinâmica: "Urso de pelúcia"
Objetivo: mostrar que o outro é importante pra nossa vida Material: um urso de pelúcia Procedimento:

Forme um círculo com todos e passe o urso de mão em mão, quem estiver com o urso deverá falar o que tem vontade de fazer com ele. No final que todos falarem deve-se pedir para que façam o mesmo que fizeram com o urso com a pessoa do lado. Contribuição enviada pela usuária: Renata - RJ

31. Dinâmica: "DNA/Herança Genética"
Objetivo: Descobrir os traços de personalidade herdados da família Material: 1 Folha A4 para cada participante, Canetas hidrocor, lápis de cor ou giz de cera, Música ambiente. Procedimento: Deve ser acima de 15 participantes . Tempo: 25 min.

O coordenador reflete com o grupo as características genéticas que herdamos de nossos parentes mais próximos. Às vezes um comportamento ou atitude revela uma característica do avô, do pai, da tia... Este exercício irá promover no grupo uma apresentação grupal a partir das qualidades da árvore genealógica de cada um. Entregue uma folha A4 para cada participante. Dobre-a em 4 partes e nomeie as partes com sendo A, B, C e D. Coloque música ambiente. Na parte A o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós maternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um dos avós maternos. Na parte B o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós paternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um também vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um deles. Na parte C o participante deverá desenhar Pai e Mãe e seguir o exercício anotando a principal qualidade que nota nos pais e também a principal falha. Na parte D ele deverá desenhar um auto-retrato (como ele se vê)e observando as qualidades e falhas da família, deverá anotar que características herdou e de quem herdou. Escrever também na folha o nome e a idade. Após o término dos desenhos, o coordenador orienta o grupo a sentarem-se em trio e comentar sobre suas heranças.
Análise

A análise deste jogo se dá pela valorização que damos à genética, à nossa história de vida pessoal baseada nos valores e comportamentos familiares. Da percepção que temos do espaço social chamado Família. Que personagem da família foi mais fácil desenhar? Dentre as qualidades que você herdou, qual foi mais confortável anotar? Por que? Que característica você nota em seus familiares e você ainda não possui? Deseja possuir? Que sentimentos este exercício trouxe à tona? Que herança é mais fácil herdar? Características ou valores financeiros? Contribuição enviada pela usuário: Marcos Rogério - consultor em dinâmicas de grupo e tecnologia educacional.

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