SEGUEM ALGUMAS DINÂMICAS: DESCUBRA A SENHA

Como Fazer: 1. Dá-se um tema (exemplo: Pic-nic). 2. O líder pede aos participantes que citem palavras relacionadas ao tema, mas que ao mesmo tempo deverá obedecer aos critérios de uma senha conhecida apenas pelo líder. 3. O líder deverá limitar-se a dizer se a palavra tem ou não relação com o tema/senha, até que os participantes descubram qual a senha (por exemplo: palavras trissílabas).

DE QUEM SERÁ O PRESENTE?
Material: Um presente (pode ser bombons com mensagens, ou outra lembrancinha, mas que tenha uma para cada pessoa. Deve estar em uma caixa bonita de presente, que desperte a curiosidade de todos.). Como Fazer: a) Pensar em pessoas que sejam organizadas, felizes, meigas, extrovertidas, corajosa, inteligente, simpáticas, dinâmicas, solidárias, alegres, elegantes, bonitas, transmite paz. (Se quiser pode acrescentar mais algum, de acordo com o grupo) b) Comece fazendo o sorteio entre todos os participantes, sorteando uma pessoa. 1. Parabéns!! Você tem muita sorte, foi sorteado com este presente. Ele simboliza a compreensão, a confraternização e a amizade que temos e ampliaremos. Mas o presente não será seu. Observe os amigos e aquele que considera mais organizado será o ganhador dele. 2. A organização é algo de grande valor e você é possuidor desta virtude, irá levantar-se para entregar este presente ao amigo que você achar mais feliz. 3. Você é feliz, construa sempre a sua felicidade em bases sólidas. A felicidade não depende dos outros, mas de todos nós mesmos, mas o presente ainda não será seu. Entregue-o para uma pessoa que na sua opinião é muito meiga. 4. A meiguice é algo muito raro, e você a possui, parabéns. mas o presente ainda não será seu. E você com jeito amigo não vai fazer questão de entregá-lo a quem você acha mais extrovertida. 5. Por ter este jeito tão extrovertido é que você está sendo escolhido para receber este presente, mas infelizmente ele é seu, passe-o para quem você considera muito corajoso. 6. Você foi contemplada com este presente, e agora demonstrando a virtude da coragem pela qual você foi escolhida para recebe-lo, entregue-o para quem você acha mais inteligente. 7. A inteligência nos foi dada por Deus, parabéns por ter encontrado espaço para demonstrar este talento, pois muitos de nossos irmãos são inteligentes, mas a sociedade muitas vezes os impede que desenvolvam sua inteligência. Agora passe o presente para quem você acha mais simpático. 8.Para comemorar a escolha distribua largos sorrisos aos amigos, o mundo está tão amargo e para melhorar um pouco necessitamos de pessoas simpáticas como você. Parabéns pela simpatia, não fique triste, o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais dinâmica. 9. Dinamismo é a fortaleza, coragem, compromisso e energia. Seja sempre agente multiplicador de boas idéias e boas ações em seu meio. Precisamos de pessoas como você, parabéns, mas passe o presente a quem você acha mais solidário. 10. Solidariedade é a coisa rara no mundo em que vivemos, de pessoas egocêntricas. Você está de parabéns por ser solidário com seus colegas, mas o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais alegre. 11. Alegria!!! Você nessa reunião poderá fazer renascer em muitos corações a alegria de viver, pessoas alegres como você transmitem otimismo e alto astral. Com sua alegria passe o presente a quem você acha mais elegante. 12. Parabéns a elegância completa a citação humana e sua presença se torna mais marcante, mas o presente não será seu, passe-o para aquele amigo que você acha mais bonito. 13. Que bom!!! Você foi escolhido o amigo mais bonito entre o grupo, por isso mostre desfilando para todos observarem o quanto você é bonito. Mas o presente não será seu, passe-o para quem lhe transmite paz. 14. O mundo inteiro clama por paz e você gratuitamente transmite esta tão riqueza, parabéns!!! Você está fazendo falta as grandes potências do mundo, responsáveis por tantos conflitos entre a humanidade. O presente é seu!!! Pode abri-lo. (espere a pessoa começar a abrir o presente e antes de completar, pede para esperar um pouco e continua lendo). Com muita paz, abra o presente e passe-o a todos os seus amigos e deseje-lhes em nome de todos nós, muita paz.

FAZENDO FEIRA

Objetivo: Essa brincadeira visa integração, ao contar uma história, a criança se desinibe diante do grupo, além de desenvolver criatividade, coordenação motora e rapidez de raciocínio. Material: Com antecedência, o catequista deve preparar crachás coloridos com cores de frutas (amarela, laranja, roxa, vermelha, verde etc.), escrever o nome dos catequizandos e entregar no início do encontro. Como Fazer: Os catequizandos devem estar sentados em círculo. O catequista em pé, no meio da roda, explica a brincadeira: a história que vou contar é sobre uma feira. Mas atenção! Quando eu disser o nome da fruta, aquele que estiver com o crachá da cor dessa fruta deve levantar-se, rodopiar em volta de sua cadeira e voltar a sentar. Quando eu disser a palavra SACOLA, todos fazem a feira e mudam de cadeira. O catequista senta-se numa das cadeiras, para que um dos catequizandos fique sobrando e tenha que continuar a história.

LOCOMOTIVA
Objetivo: De forma divertida, podemos memorizar os cinco Mandamentos da Igreja. Cada vagão da locomotiva representará um mandamento, e a locomotiva será o cristão. A locomotiva só poderá partir assim que todos os vagões estiverem ligados a ela. O catequizando só será capaz de percorrer os trilhos da evangelização se transportar com a sua vida os cinco Mandamentos, ou seja, as cinco dicas que o tornarão um verdadeiro cristão. Como Fazer: Trace duas linhas paralelas á distância de 10m, uma partida outra para chegada. Dividida seu grupo de catequizandos e forme duas fileiras distantes uma da outra. Um dos jogadores de cada equipe ficará atrás da linha de chegada, ele será a locomotiva. Os demais jogadores representarão os vagões e ficarão em posição.

AMARELINHA
Objetivo: Assimilar os Dez Mandamentos da lei de Deus. Conscientizar o catequizando de que seguir os Dez Mandamentos o aproximará ainda mais de Deus. Material: Giz de lousa para riscar a amarelinha no chão. Tampinha de garrafa ou um objeto com que se possa marcar a casa da amarelinha. Como Fazer: Com um giz, risque no chão os desenhos da amarelinha. tire a sorte para ver quem começa. De fora da amarelinha, jogue uma tampinha, que deverá cair na casa de número1. Antes de pular diga o Primeiro Mandamento e depois, com um pé, comece a pular, seguindo a ordem dos números. Não pise a casa onde está a tampinha. Só coloque os dois pés no chão quando houver uma casa ao lado da outra. Vá pulando até chegar ao numero 2, abaixe-se, mantendo-se num pé só, pegue a tampinha e pule por cima da casa de número 1. Faça o mesmo com as outras casas. OBS: a brincadeira da amarelinha poderá ser usada para trabalhar os sacramentos também, nesse caso deve-se riscar o desenho com apenas sete casas.

CRUELDADE
Objetivos: Ao mesmo tempo em que as pessoas se descontraem, observar a importância do respeito ao outro. Material: Papel e lápis para todos. Como Fazer: 1- O coordenador da dinâmica explica que cada um terá que elaborar uma prova ridícula e aborrecida para um dos companheiros do grupo. 2- Explica que tipo de coisas podem ser propostas. 3- Uma vez escritas as provas, o líder recolherá os papéis e, muito "cruelmente", anunciará que foi modificado o regulamento do jogo, sendo que cada um terá que realizar a própria prova. Observação: O coordenador da dinâmica poderá substituir a realização das provas por uma análise de como cada um se sentiu ao saber que havia sido alterado o regulamento.

DINÂMICA DO CASTIGO
Material: Papel e caneta.

Como Fazer: 1- Distribui-se um pedaço de papel para cada pessoa. 2- Diz a todos o seguinte: Somos todos irmãos não é? Portanto, ninguém aqui vai ficar chateado se receber um castigo do irmão. Então vocês vão escolher uma pessoa, e dar um castigo à ela. 3- Isso será feito da seguinte forma: no papel deverá ser escrito o nome de quem vai dar o castigo, o castigo em si e o nome de quem vai realizar o castigo. 4- Após recolher todos os papéis o animador fala o desfecho da dinâmica: Acontece que o feitiço virou contra o feiticeiro, portanto quem deu o castigo é que vai realizá-lo. Observação: Caso a pessoa não queira realizar o castigo ela receberá um castigo do grupo todo. Conclusão: Nesta dinâmica a mensagem que passa é: O que não queremos para nós, não desejamos para os outros.

DINÂMICA DO TUBARÃO
Material: Um local espaçoso. Como Fazer: 1- O animador explica a dinâmica: imaginem que agora estamos dentro de um navio, e neste navio existem apenas botes salva-vidas para um determinado número de pessoas, quando for dita a frase "Tá afundando", os participantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, e quem ficar fora do grupo será "devorado" pelo tubarão (deve ser escolhida uma pessoa com antecedência). 2- O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado, dependendo do número de pessoas. Conclusão: Responde-se às seguintes perguntas: 1) Quem são os tubarões nos dias de hoje? 2) Quem é o barco? 3) Quem são os botes? 4) Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?

ACENDER E APAGAR
Material: Uma caixa de fósforos e dez velas para cada equipe, latas de conserva cheias de areia para se colocar as velas, um apito ou sino para o animador. Como Fazer: 1- O animador divide o grupo em duas equipes, que se organizam em filas paralelas, atrás da linha de partida. 2- Em frente a cada equipe, colocam-se as velas, cobrindo o percurso que vai desde a linha de partida até a meta (15 metros). 3- O primeiro integrante de cada fila recebe uma caixa de fósforos. A um sinal do animador, correm a acender as velas. 4- Acendida a última, cada qual volta para sua fila e toca no ombro do segundo participante. Este corre a apagar as velas. 5- Ao terminar, volta para sua fila e toca no ombro do terceiro. Este corre e faz o mesmo que o primeiro participante. 6- O exercício continua assim até que a fila inteira participe. Ganha a equipe que terminar primeiro. Conclusão: Para meditar: Para que serviu a experiência?

CARTA DE DESPEDIDA
Objetivos: Avaliar o momento concreto que esta sendo vivido pelo grupo através da verbalização das emoções. Material: Papel e caneta para cada um. Como Fazer: 1- Cada participante escreverá numa folha uma carta de despedida do grupo. 2- Nessa carta, deve comentar: a) o como está se sentindo em relação ao grupo,

b) o que estava sendo o mais importante, c) se estava gostando ou não, d) do que não estava gostando, e) se vai sentir saudade... por quê? 3- O que mais quiser acrescentar. 4- Depois, as cartas são lidas em voz alta, pela própria pessoa que escreveu ou então, trocando-se os leitores. 5- Lidas todas as cartas, pode-se conversar sobre o rumo que se deve dar ao grupo para resolver o problema que se está enfrentando.

TERREMOTO
Objetivos: Pensar coletivamente, não ser egoísta. Participantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 ( 7x3 = 21, sobra um) Material: Espaço livre para que as pessoas possam se movimentar, mas quanto menor o espaço mais trombadas. Como Fazer: 1- Dividir em grupos de três pessoas, lembre-se que deverá sobrar um. 2- Cada grupo terá 2 paredes e 1 morador. 3- As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa Junina), o morador deverá ficar entre as duas paredes. 4- A pessoa que sobrar deverá gritar uma das tres opções abaixo: a) MORADOR!!! - Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. As paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa. b) PAREDE!!! - Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredes devem trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém. c) TERREMOTO!!! - Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. 5- Repetir até cansar. Observação: NUNCA dois moradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem morador. Conclusão: 1- Como se sentiram os que ficaram sem casa? 2- Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava no meio? 3- Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo? Na Escola? No Trabalho? Na Sociedade?

ROMANCE
Objetivos: Oferecer um momento de descontração e, ao mesmo tempo, trabalhar a criatividade dos participantes. Material: Lápis e papel para cada um e a lista de perguntas para o coordenador da dinâmica. Como Fazer: a) Cada participante receberá um pedaço de papel a lápis. b) A todos se pedirá que escrevam, em ordem, o seguinte (é bom que se escreva o número de cada pergunta): 1. um nome 2. um lugar diferente 3. uma idéia 4. um espaço determinado 5. um desejo 6. um número 7. sim ou não 8. uma cor qualquer 9. uma medida 10. um hábito 11. uma certa soma de dinheiro 12. uma virtude

e) Perguntas: 1. quase sempre. preces. d) À pergunta 1. qual é o nome do seu noivo(a) 2. quanto dinheiro tem para gastar com ele? 12. o líder começará a fazer as seguintes perguntas a cada participante. nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos. quais são os seus propósitos? 6. pedido de perdão. . que idade ele(a) tem? 4. é convencido(a)? 8. pedir que se expressem descrevendo o que viram. papel e caneta. nome de uma cidade c) Assim que todos tiverem terminado esta parte.. MEUS SENTIMENTOS Objetivo: Apresentação e entrosamento Material: : Papel e lápis de cor Como Fazer: a) Cada um deve retratar num desenho os sentimentos.1-4 e Salmos 51 IDENTIFICAÇÃO PESSOAL COM A NATUREZA Objetivo: Auto conhecimento e preces. então. dependendo do tipo de participantes. Palavra: 1Cor 3.3-11 e Salmos 6 MAnCHA OU PONTO Objetivo: Oração. bem no centro da mesa. 1. vai eqüivaler o que estiver escrito na primeira linha da parte do exercício. esquecendonos do seu lado luminoso que. qual a cor dos seus olhos? 9. c) Num segundo momento as pessoas se reúnem em subgrupos e se apresentam dizendo o nome. que canção você gostaria de escutar no seu casamento? 14. revisão de vida. quanto tempo namoraram? 5. b) Depois de um minuto de observação silenciosa. b) Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio. as perspectivas que têm. Como Fazer: a) Mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro. Exemplo: Em geral. uma canção 14. qual é a sua maior virtude? 13. quantas declaração de amor você recebeu? 7..13. sem nenhuma comunicação. e) Pode-se também fazer um grupão onde cada um apresenta mostrando e comentando o seu desenho. onde vocês vão passar a lua de mel? Observações: Esta lista pode ser aumentada ou modificada. onde se encontraram pela primeira vez? 3. que número de sapato calça? 10. Material: Símbolos da natureza. c) Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro. Pedir. Material: Uma folha branca com um ponto escuro ou mancha. mostrando o seu desenho explicado-o. que tirem conclusões práticas. de onde vem. Palavra: Fl. é maior. d) O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu símbolo apresentando-o e justificando. das pessoas. qual é o seu pior defeito? 11.

NOTA: É bom que haja obstáculos pelo meio da sala (cadeiras. Repete-se a ordem várias vezes. Como cada um se sentiu? 2. Surgiram animadores??? Palavra: 1Cor 12. . Palavra: Gênese 1. os que querem ser alguém? b) Escrever numa folha: . Como Fazer: a) Refletir individualmente: . muita atenção para a ordem que vai ser dada e que sejam rigorosamente fieis a ela. os seus objetivos e ilusões). Ele (o coordenador) considerará a tarefa cumprida quando julgar que o grupo se aproximou do ideal alcançando o outro lado unido.Quem mais correu ou empurrou? 4.. .Como atuo para chegar no que quero? c) Terminada a reflexão pessoal.26-31 e Salmos 139 O OUTRO LADO Objetivo: Ver o objetivo comum do grupo.A vida merece ser vivida? . Quem se sentiu esmagado e desrespeitado? 3. Processo de comunhão e união.Como Fazer: a) Contemplação da natureza. fazendo uma prece. Deve manter silêncio durante a dinâmica. Cada um procura um elemento na natureza que mais lhe chama a atenção e reflete: Porque o escolhi? O que ele me diz? b) Formação de pequenos grupos para partilha. (Não dizer o objetivo da dinâmica) Como Fazer: a) O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando toda parede. tendo incluindo todos na travessia. O grupo escolhe um como símbolo e formula uma prece. d) O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida. Houve desistência no meio do caminho? 6. como grupo. c) Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. De que forma as lideranças foram se manifestando??? 5. b) Pede silêncio absoluto. da forma mais rápida possível e mais eficiente.O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida.Quem sou eu? (enumerar seus valores. Análise da realidade. d) Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo. c) A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar. pedindo que haja silêncio.) dificultando a passagem. pede ao grupo que recomece. d) Avaliação: .Somente a vivem os que lutam. obedecendo ao ritmo um dos outros..E depois da dinâmica? Palavra: Gênese 1. Material: Papel e caneta. atingir o outro lado da sala. Repita a ordem várias vezes. formar grupos para partilhar.Como cada um se sentiu ao se comunicar? . qualidades e defeitos).12-27 e Salmos 133 ESPELHO Objetivo: Partilha dos sentimentos. Comentários: 1. .1-25 QUEM SOU EU? (2) Objetivo: Conhecimento pessoal.

Como Fazer: a) Cada participante recebe uma ficha com o nome de uma profissão e deve encarná-la. a quem gostaria da atenção em todos os momentos. d) Deixar tempo para interiorização. e) O grupo deverá decidir quais as profissões mais urgentes que devem ser salvas. Material: Cartões com números diferentes.. d) Depois dizer: o navio vai afundar só há um bote que pode salvar sete pessoas.26-27 e Salmos 127 SENSAÇÕES DE VIDA OU MORTE Objetivo: Analisar a pratica e revisão de vida. . acesa.1-3 e Salmos 131 NÚMEROS Objetivo: Conhecimentos pessoais. Ilumina-se o ambiente. Como Fazer: a) O ambiente deve ser silencioso. Como Fazer: a) Cada participante recebe um número que não deve ser mostrado para ninguém. alguém que se ama de verdade.. que merece todo cuidado. olha a tampa e volta em silêncio para seu lugar.. c) Comentam-se as conclusões tiradas. cada um vai procurar o número igual e não acha. Material: Fichas com nomes de profissões. tenho a vida inteira pela frente e o que eu posso fazer e desejo é . b) Dada a ordem. Palavra: Mt 6..ROSA E BOMBA Objetivo: Celebração penitencial e compromisso. b) Cada um deve pensar em alguém que lhe seja muito importante. g) Depois se faz a partilha dos próprios sentimentos.. Poderia ser feita em minha existência e deixar de fazer.(a vela gasta.Material: Uma caixa e um espelho. Material: Duas velas uma nova e outra velha. c) Depois da interiorização deve dizer: Vamos viajar porque aquela cidade fica distante (atitude de quem viaja no mar).19-24 e Salmos 1 PERFUME . Como Fazer: a) Grupo em círculo e ambiente escuro. f) Analisar profundamente e iluminar com um texto bíblico.. Palavra: Mt 7. vai passando de mão em mão). b) Eu. c) Apaga-se a vela gasta e acenda a nova. Palavra: Lc 12. e) Analisar a dinâmica e os sentimentos. c) Entrar em contato com essa pessoa e pensar os motivos que os tornam tão amada.3-7 e Salmos 8 CONSTRUÇÃO DE UMA CIDADE Objetivo: Reflexão sobre a realidade. Palavra: Lc 15. d) A vela passa de mão em mão e cada um completa a frase: Eu.. b) Por um instante analisar a importância daquela profissão.. das reflexões e conclusões de cada um. e) Agora cada um vai encontrar a pessoa que lhe tem um grande significado. f) Cada um em silêncio profundo se dirige até a caixa. Somos únicos e irrepetíveis perante ao outro... tenho apenas cinco minutos de vida.

b) A uma equipe entrega-se a maleta chaveada. c) Um dos participantes pega inicialmente o vidro de perfume. dois lápis sem ponta. d) Faz-se o mesmo com a rosa e por último com a bomba. faz o que quiser com ele e passa para o colega do lado.4-11 e Lucas 1. Material: Cartões com valores escritos. c) Em seguida prendem a folha com alfinete nas costas e andam pela sala. 46-55 VALORES II Objetivo: Ressaltar o positivo do grupo. Palavra: Ef 4. Como Fazer: a) Cada pessoa recebe um cartão com um valor que ela possua. b) Colocados.Material: Não há material. Palavra: 1Cor. estão o perfume. canetas e alfinetes. f) A frase deve ser anotada no quadro ou em cartaz em letra grande e legível. outros até dividem o cartão com quem tem o mesmo valor. imaginariamente sobre a mesa. um lendo os valores dos outros e acrescentando valores que reconhecem no companheiro. não estimulando o compromisso solidário. c) A outra equipe entrega-se a chave da maleta e dois apontadores iguais. 1-16 e Salmos 111 A MALETA Objetivo: Conscientização sobre a estrutura da sociedade que reforça a defesa dos interesses particulares. 7-12 e Salmos 101 VALORES Objetivo: Reconhecer os valores e qualidades. a rosa e a bomba. outros souberam reconhecer este valor em outra pessoa. usar a imaginação. Palavra: Mt 7. chave da maleta. b) Depois de refletirem um momento sobre suas qualidades. dois lápis sem ponta e duas folhas de papel em branco dentro da maleta. d) Só no final todos retiram o papel e vão ler o que os colegas acrescentaram. Como Fazer: a) O grupo deve estar em círculo. 12. Material: Folhas. anotam na folha colocando o seu nome. c) Depois cada um vai dizer se considera ter mesmo este valor ou não. alguns guardam para si. Como Fazer: a) Forma-se duas equipes. d) Só no final da dinâmica. b) Deixar um momento para a reflexão pessoal. dois apontadores iguais. 6-9 e Salmos 146 VIRAR PELO AVESSO . d) O coordenador pede que as duas equipes negociem entre si o material necessário para cumprimento da tarefa que é a seguinte: Ambas deverão escrever: "Eu tenho Pão e Trabalho". duas folhas de papel em branco. Como Fazer: a) Cada participante recebe uma folha em branco. Material: Uma maleta chaveada. E se reconhece no grupo alguém que tem o mesmo valor. e) A equipe vencedora será a que escrever primeiro e entregar a frase para o coordenador. Palavra: 2Cor 9.

c) Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição dos desenhos passando de um por um. Sem ela só há trevas. toda obra sai imperfeita. DEUS FILHO. todos de mãos dadas. Nossa sociedade precisa ser transformada? 6. Deus é única luz. DEUS ESPÍRITO SANTO. b) Peça a cada participante que desenhe com os olhos fechados uma: . a fim de demonstrar sua dificuldade. subgrupos de 5 pessoas. até conseguir o objetivo. o grupo deverá desvirar. aves voando. O que nós podemos fazer? Palavra: Ex 18. Alguém desanimou? Porquê? 4. O que viam? Como se sentiram? 2. Comentário: Sem a luz e a presença do Pai. Foi fácil encontrar a saída? Porquê? 3. nariz e boca. Material: Lápis e papel. DIFICULDADE Objetivo: Esclarecer valores e conceitos morais. procurando-se alcançar um consenso. dar uma rodadinha. O que isto tem a ver com o nosso dia a dia? 5. para realizar a decisão grupal. . sem soltar as mãos. voltando a estar como antes. onde deverão dar um pulo para frente sem colocar o outro pé no chão. TUDO FICA FORA DO LUGAR.Nessa casa coloque janelas e portas. escolhendo as seis pessoas de sua preferência. Mensagem: Não podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair e não ter força para levantar. principalmente quando os valores e conceitos morais estão em jogo. Comentários: 1.Ao lado da casa desenhe uma arvore. de costas para o centro do círculo. todos deverão ficar voltados para fora. Como Fazer: a) O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos. Por que ficarmos sozinhos se temos um ombro amigo do nosso lado? ARTISTA Objetivo: Mostra a todos que se não tivermos Deus em nossa vida tudo fica fora do lugar. para que cada subgrupo possa relatar o resultado da . O grupo. b) O coordenador propõe o grupo um desafio. c) Organizar. . uma abaixada e etc. Como Fazer: a) O coordenador explica os objetivos do exercício.Por fim peça para escreverem a seguinte frase: SEM A LUZ DE DEUS PAI. c) O grupo deverá buscar alternativas.Desenhe um jardim cercando a casa. 13-27 e Salmos 114 APOIO Objetivo: Mostrar-lhes a importância de se apoiar no irmão. . sol. Como Fazer: a) Formar um círculo. Como Fazer: a) O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apoiem em um pé só. um pulo para a direita outro para esquerda. . nuvens. a seguir. b) A seguir distribuirá uma cópia do "abrigo subterrâneo" a todos os participantes. Provocar um exercício de consenso.Objetivo: Despertar o grupo para a importância da organização. d) Forma-se novamente o grupo maior.Casa . Se alguém já conhece a dinâmica deve ficar de fora observando ou não dar pistas nenhuma. d) depois de conseguir virar pelo avesso. para que façam uma decisão individual.Uma pessoa com olhos.

para que assumamos a responsabilidade de realizar a vida. d) Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque. . e) Pegaremos essa folha. com a idade de setenta e cinco anos. SER IGREJA Objetivo: Realçar a importância de cada um de nós na comunidade cristã. verificando que não existe a sintonia alegre. torcendo o centro da folha. destacando seis somente. Segue-se um debate sobre a experiência vivida. reflexão sobre as dificuldades em se superar críticas ou ofensas recebidas. alguns vivem como se fossem balões cheios. todos juntos. f) Essa flor será nossa motivação. PESSOAS BALÕES Objetivo: Reflexão sobre a vivência comunitária. atritos etc. com 28 anos de idade. Como Fazer: a) Entregar uma folha de papel ofício para os participantes. nessa construção de uma humanidade nova? Cheia de esperança e realizações. onde essa sintonia significa nossa caminhada na catequese. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisão imediata. com 21 anos de idade. os descontentamentos. Faça sua escolha. Um homossexual. Uma prostituta. Todos nós apenas uma parcela pessoal e social. b) Pedir para todos ao mesmo tempo. Material: Um balão cheio e um alfinete. ou fora dele. Um ateu. Uma universitária que fez voto de castidade. Comentário: É um convite para uma esperança. narcótico viciado. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. com 40 anos de idade. b) Pedir que todos dêem sua opinião e falem sobre suas dificuldades em superar críticas e ofensas. todos unidos formarão uma sintonia alegre. Um advogado. as dificuldades aumentaram. Com isso surgem as dificuldades. se parecem com os balões: . que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma. Como Fazer: a) O coordenador deve explicar aos participantes porque certas pessoas em determinados momentos de sua vida. com 32 anos de idade. Um físico. e quando iniciam alguma atividade estaremos alegres e com isso teremos coragem de enfrentar tudo.Alguns estão aparentemente cheios de vida. Palavra: Mc 3.Outros parecem ter opinião própria. . com 20 anos de idade. Um declamador fanático. reclamações. c) Mas no decorrer do tempo. com 24 anos de idade. Um violinista. com 47 anos de idade.decisão grupal. movimentar as folhas e observar. ABRIGO SUBTERRÂNEO Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. com 34 anos de idade. e voltaremos a movimentar a folha. quando catequizar é nossa salvação. mas por dentro nada mais têm do que ar. 31 . que sofre de ataques epilépticos. agora só resta silêncio. Uma menina com 12 anos e baixo QI. Material: Uma folha em branco para cada um.Por fim. Um deficiente mental. formará uma flor. mas se deixam levar pela mais suave brisa. com 25 anos de idade. autor de vários assassinatos. prestes a explodir.35 . Há doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. basta que alguém os provoque com alguma ofensa para que (neste momento estoura-se um balão com um alfinete) "estourem". ficamos desmotivados por causa das fofocas. A mulher do advogado. Um sacerdote. colocando-a no centro da mão e fechando a mão. que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo. nossa alegria daqui pra frente dentro da catequese.

Estou com falta de ar. Veja se estou com febre. Ex: Ambição.. 6. drogas.. 2. Me ensine a pular. Dobre a minha manga.. 23 . Material: Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva.O BARCO Objetivo: Aumentar a fé em Jesus. (fazer o barco de papel).. televisão. todos devem voltar a posição original. Chore no meu ombro. me acorde!. Todos devem atender ao maior número possível de bilhetes. Sorria para mim. Estou dormindo. (Cortar a ponta de cima do barco e colocar em algum lugar visível) g) Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou.. etc. Cante uma música para mim?. Me cumprimente. Material: Uma folha em branco para cada um. Deste lado do barco está pesando: egoísmo. lado a lado. O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente.27 BILHETES Objetivo: Exercitar a comunicação entre os integrantes e identificar seus fatores.. esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa jornada.. Me descreva um jacaré. etc. Os integrantes devem ser dispostos em um círculo. Tem uma barata em minhas costas!. e cada integrante deve tentar adivinhar o que está escrito em seu bilhete.. Então cada integrante deve dizer o que está escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão.. infidelidade. Como Fazer: a) Somos chamados por Deus à vida. desamor. falta de oração. Caso não tenha descoberto. Avaliação: O que facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? Como esta dinâmica se reproduz no cotidiano? Sugestões de Bilhetes: Sugira um filme para eu ver?. b) Há momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo. os outros integrantes devem auxiliá-lo com dicas. Após algum tempo. c) O barco pesa do lado direito. vestir a camisa de Cristo. Como Fazer: 1. d) Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre novamente.. (Abrindo parece uma camisa) Comentário: Palavra: Mt 8. 4. Me ajude!. precisamos tirar mais alguma coisa deste barco. Para não corrermos o risco de naufragar precisamos equilibrar bem o peso de nosso barco. durex ou barbante. sem dizer o que está escrito no bilhete. Gosto quando me aplaudem. 7. fósforo ou isqueiro. lápis ou caneta. LUZ DO MUNDO Material: Uma vela para cada participante. pedaços de papel. ambiente escuro (ideal se for feito à noite ou em sala que possa ter as janelas fechadas). São as influências do mundo. Quantos anos você me dá?. Me faça uma careta?. Dance comigo. 3. . Tenho piolhos. voltados para o lado de dentro do mesmo. conscientizar o ser missionário de cada um. Sou muito carente. Me leve à janela. Me elogie. mas em muitos momentos nós navegamos por entre tempestades que quase nos leva à naufragar. ler os bilhetes dos colegas e atendê-los.. (Cortar a ponta do lado esquerdo do barco) f) Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta para cima: é a nossa fé em Jesus que nós queremos ter sempre dentro do nosso barco. os integrantes devem circular pela sala. inveja. e esta nossa vida nós podemos representar como um barco que navega em alto mar. impaciência. Me dê um apoio.. e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco. (Cortar a ponta do lado direito do barco) e) Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora é que está pesado. 5. Terminado o processo inicial.

Pegar as mãos um do outro.Como Fazer: 1. de modo a ficarem bem esticados os braços. 8. sugerir que fechem os olhos e façam uma oração silenciosa. um pensamento. Perguntas: . 5.. 7. ficaria mais claro? 5. de modo que a frase fique dividida." MINHA METADE ESTÁ EM VOCÊ Objetivo: Promover a aproximação das pessoas do grupo e incentivar o diálogo e novas amizades. forçando para a frente (forças opostas). de seu amor. 2. O coordenador levanta e dá a cada participante uma vela. bem juntinha. de forma que os dois de cada dupla fiquem frente a frente. por cima. c) Cortar as cartelas ao meio.E o que Cristo diz desta luz. 6. 8. Comentar sobre a escuridão do ambiente. sem descolar os corpos. ficando em forma de cruz (braços abertos). como? Através de sua Palavra. 14-16.E se cada um de nós tivesse uma vela. 3. Pedir que falem sobre o que pensaram e sugerir uma atividade para levar a luz de Cristo para outros.Melhora se eu colocar a vela a minha frente e mais para o alto? (mostre a vela). 6.O que nós devemos fazer com esta luz? Conclusão: Deixar um momento de reflexão e oração.O que quer dizer este texto? Adianta eu acender esta vela e colocá-la atrás de mim? (coloque a vela acesa atrás de você) .Ficou mais claro? Não. claro com a luz de Cristo. facilitar o entrosamento e alongar o corpo. dobrar bem devagar para a frente. 9. Dobrar para a direita e para a esquerda. cm as mãos coladas. parte de uma música. 9. 11. 7. Começar a virar. Perguntas: . tamanho aproximadamente de 10 x 5 cm. Como Fazer: 1. O coordenador sugere que cada um acenda a vela do seu vizinho dizendo algo sobre Cristo e ele começa colocando a chama de sua vela na do vizinho do lado. por alguns minutos. Deslizar as mãos e fechar os braços em torno do corpo do companheiro. Juntar as mãos. ficando com o corpo do parceiro sobre as costas. COSTA COM COSTA Objetivo: Desencadear no grupo o processo de descontração. lentamente. b) Escrever em cada cartela.. Formar duplas. também. só para um abraço. dizendo algo como: "Cristo te ama" ou "Jesus quer que você seja Luz do Mundo". de sua morte na cruz. de modo a não faltar para ninguém. Conclusão: Todo esse ritual. enquanto isso apague as luzes do ambiente. Segurando as mãos. ela deve ficar escondida? . Efetuar cada movimento ais de uma vez (pelo menos três). . mas não acende. palma com palma. 4. Ir abrindo os braços.). Preparação: a) Recortar cartelas de cores variadas. Cada participante deve fazer o mesmo. etc. O coordenador acende uma vela e lê o texto de Mateus 5. falando uma frase diferente. com o vizinho ao lado. Perguntas: . por que? O que falta? . 10. se é confortável ficar assim sentado no escuro. Sentados em círculo. 3. 10. Que bom! "Aproveite e abrace tantas pessoas quantas você queira e possa. sem descolar. o que eles fazem quando acaba a luz.Cristo disse que ele era a luz do mundo. abraçando-o. . em número suficiente. Cada dupla deve ficar posicionada costa com costa. 2. de que luz ele está falando? . Soltar as mãos.Ele quer iluminar os cantos escuros do mundo. despertando-o e criando maior disposição para os trabalhos grupais. Agora ficou mais claro o nosso ambiente. acender as luzes da sala e apagar as velas. bem devagar. uma frase significativa (pode ser versículo bíblico. 4. bem juntinhos.

Essa dinâmica também é excelente para encerramentos de atividades grupais em que as pessoas passaram algum tempo juntas. etc. podendo.Confiou plenamente? . de olhos fechados (preferencialmente). essa experiência é de uma riqueza extraordinária. 6. 2. 3.não flexionar apenas da cintura para cima. É mais apropriado para grupos que já estão convivendo há algum tempo. 4. tudo isso sem que se diga uma palavra.). A dinâmica inicia-se com a distribuição das duas metades. perceber-se como ser único e diferente dos demais. Estabelecer um tempo para as pessoas procurarem as suas metades. pedidos de perdão são feitos.O riso (se tiver acontecido) dos que estavam segurando lhe deixou inseguro? . 5. O do meio deve. como foi o encontro. 4. Material: Folhas de papel e lápis. O facilitador solicita ao grupo que todos fiquem de pé em círculo a uma distância razoável. devagar. 3. Formar subgrupos de três participantes. Dois devem ficar em pé. 6.Você teve medo? . o facilitador solicita que algumas duplas falem sobre a experiência (o que sentiram. Barreiras são quebradas. O PÊNDULO Objetivo: Estabelecer um clima de confiança e segurança entre as pessoas. e as mãos espalmadas. cada pessoa fazer seus encontros com quantas pessoas sinta vontade. até que os três tenham participado do exercício.Como Fazer: 1. 7. 2. passando umas pelas outras. é o corpo inteiro mesmo! . Como Fazer: 1. suavemente. pede-se que a pessoas se concentrem e busquem olhar para todos no círculo.Acreditou que poderia cair? . Após dez minutos. leve. que favoreça o encontro não-verbal. Em seguida. as pessoas se deslocam lentamente umas para as outras. Variação da Dinâmica: Os mesmos procedimentos podem ser aplicados para subgrupos maiores (entre cinco e sete participantes). braços esticados e colados às pernas. formando um pêndulo.Teve dificuldade de se entregar totalmente? Por quê? EU SOU ALGUÉM Objetivos: Perceber os valores pessoais. Ao encontro desses olhares.Como foi estar no meio? . a pessoa que estiver no centro deve pender para todos os lados. olhando-se.para frente e para trás. Conclusão: . 5. 3. Abraçam-se e cada uma irá se colocar no lugar da outra. Cabe ao facilitador ter sensibilidade para a condução de troca de experiências não verbais. . Depois de alguns minutos. bem firmes. indo se encontrar no centro do grupo. em posição de apoio. frente a frente e o terceiro ficará entre os dois (de frente para um e de costas para o outro). até sintonizar numa pessoa cujo olhar lhe foi significativo. O facilitador poderá escolher uma música sentimental. O do meio deve ficar bem ereto. mais ou menos. revezar. O exercício prossegue. Desse modo. Os outros dois devem se posicionar com uma das pernas um pouco atrás. jogar o corpo inteiro . 2. até que todos tenham se deslocado em busca de alguém. EM BUSCA DO OLHAR Objetivo: Trabalhar o aprofundamento da integração no grupo e exercitar a comunicação não-verbal. tendo o cuidado para que todos recebam. procurará um lugar para conversar: o ponto de partida é a frase escrita na cartela. Pedir que as pessoas caminhem. À proporção que cada dupla se encontrar. 4. pernas juntas. Conclusão: Normalmente. onde já existe um certo grau de afinidade e empatia. ainda. Como Fazer: 1.

pensam nas seguintes questões: a) Que realidade me revelam? b) Qual a ligação entre elas? c) Por que me identifiquei com elas? Refletir: Cada um apresenta as fotos e as conclusões às quais chegou. na folha em branco.Em continuação. justificando a indicação da pessoa. realizando a atividade? Comentários: 1 . Avaliação: Qual o lado que pesou mais? . cabendo a cada qual ler em voz alta a folha que recebeu. . redistribuindo-as. olhando as fotos e escolhem duas fotos que tenham ligação entre si. lápis de cor. 2 . 3 .Em subgrupos. Pedir que respondam a cada pergunta por intermédio de um desenho ou de um símbolo na área adequada.Distribuir uma folha para cada um. Explicar ao grupo que a bandeira geralmente representa um país e significa algo da história desse país. Material: Fotos de jornais e revistas espalhadas por toda a sala. 2.Em círculo. 2 .COMUNICAÇÃO MINHA BANDEIRA PESSOAL Objetivos: Possibilitar aos participantes a identificação das suas habilidades e limitações. colocando de um lado as que facilitam sua vida e do outro as que dificultam. Como Fazer: 1. Os que não quiserem desenhar poderão escrever uma frase ou algumas palavras.Deve ser utilizada em grupos menores. Como Fazer: 1 . borrachas. Sentados. Com este trabalho é possível ajudar aos participantes a se perceberem.Após um espaço de discussão sobre alguns aspectos da autobiografia de cada um. aprender a ligar dois ou mais fatos e ter uma opinião sobre eles. DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO Objetivos: Oportunizar um maior conhecimento de si mesmo e facilitar melhor relacionamento e integração interpessoal. Grupo espalhado pela sala. durante 7 minutos.O que descobriu sobre você mesmo. Nesta atividade cada um vai construir sua própria bandeira a partir de seis perguntas feitas pelo coordenador. permitindo-lhes a reflexão e a expressão dos sentimentos referentes a si próprios. Como Fazer: Os participantes passeiam pela sala. Dar a cada participante uma ficha de trabalho. O restante do grupo pode questionar a ligação dos fatos entre si e fazer umas duas perguntas para clarear melhor as afirmações. 3 . partilhar as próprias conclusões.Solicitar que virem a folha. fazendo isso anonimamente e com letra de fôrma. uma por uma.Caberá ao grupo descobrir de quem é. Dar tempo. 4 . 5 . 4 . sentados. Material: Fichas de trabalho. levando para isso seis a sete minutos.A seguir. Dar tempo. FOTOLINGUAGEM . Objetivos: Olhando para as fotos sobre a realidade que se vive. pede que cada um escreva. mas o coordenador deve procurar incentivar a expressão pelo desenho. ou a quem se refere o conteúdo que acaba de ser lido. dividam-na ao meio e classifiquem as características listadas.O facilitador explicita o objetivo e a dinâmica do exercício. Material: Lápis e uma folha de papel em branco para todos os participantes. cerca de vinte participantes. seguem-se os comentários e a avaliação do exercício. Distribuir o material de desenho pela sala. alguns dados de sua vida. 2 . o facilitador recolhe as folhas. 3. pedindo que liste no mínimo dez características próprias.A consciência de si mesmo constitui-se no ponto inicial para cada um se conscientizar do que lhe é próprio e das suas características.Como Fazer: 1 . lápis preto. Depois.

Material: Papel em branco e caneta para todos os participantes. Como Fazer: 1. canetas ou lápis.a importância do Ter) . b) <-. Avaliar se a dinâmica acrescentou algo de bem em minha vida e na vida do grupo. 6. 6.Qual o seu maior sucesso individual? . para os pontos periféricos. partilhar sobre o que tentou expressar com o seu desenho. Abrir o plenário para comentar o que mais chamou a atenção de cada um em sua própria bandeira e na dos companheiros. indicando a área onde devem ser respondidas: . Responder: a) Ficou fora do meu desenho algum parente mais próximo? b) As relações que me influenciam estão me ajudando? c) As relações que possuem barreiras ou que estão interrompidas podem ser restauradas? Seria importante? d) Nosso grupo está nestes desenhos? 5. Ex.Quais as dificuldades ou facilidades para se trabalhar em grupo? Dar cerca de vinte minutos para que a bandeira seja confeccionada. Todos recebem uma folha em branco e marcam um ponto bem no centro dela. 5. a reflexão torna-se prazerosa. ou que gostam de mim.Em que atividade você se considera muito bom? . facilitando as escolhas que precisa fazer na vida. CONSTELAÇÃO DE AMIGOS Objetivos: Conhecer mais nossas relações com as pessoas e perceber qual a influência delas sobre nossa vida. seja boa ou má. d) <. caneta hidrográfica ou giz. 2. Comentários: 1. c) <--> Flecha em duplo sentido: a relação com esta pessoa é mutuamente respondida. Feita dessa forma. Quando todos tiverem terminado. você. Desenhar diversos pontos nas extremidades da folha.Escrever no papel manilha ou no quadro negro. pessoas que você influencia ou que influenciam você (pode-se escrever junto o nome ou as iniciais). Em grupos de três ou quatro pessoas. 4. 3. dividir o grupo em subgrupos e pedir que compartilhem suas bandeiras. levando-o a refletir sobre o que ele considera mais importante em sua vida.: .-> Flecha interrompida: relação cortada. Como Fazer: 1 . Tomar consciência das suas habilidades e limitações propicia um conhecimento mais aprofundado sobre si mesmo.Para ir a uma festa Carlos não hesitou em gastar as economias que tinha para comprar uma calça nova. e) <-/-> Flecha interrompida por uma barra: relação através de intermediários. Contar o que descobriu sobre si mesmo e sobre o grupo. f) <-#-> Flecha interrompida por muro: relação com um bloqueio que impede o seu pleno êxito. Permite que o grupo possa entrar em reflexões como a escolha profissional. suas habilidades. Material: Papel manilha ou quadro negro. Descobri algo? ESCALA DE VALORES Objetivos: Colocar o adolescente em contato com seus próprios valores. (valor subtendido . No fechamento do encontro. Fazer um grande painel afixando os desenhos e abrindo para que todos possam comentar. Traçar flechas do ponto central. com letras grandes (de maneira que todos possam ler) algumas frases que expressem uma atitude diante da vida ou um valor. segundo o código que segue: a) --> Flecha com a ponta para fora: pessoas que influencio ou que aprecio. 2.Qual a pessoa que você mais admira? . evitando resistências. Este ponto representa o desenhista. É um trabalho leve e ao mesmo tempo profundo. O coordenador faz as seguintes perguntas.Flecha com a ponta para dentro: pessoas que me influenciam. significando cada pessoa com quem você tenha relação. 7.4.O que gostaria de mudar em você? .O que mais valoriza na vida? . papel-ofício. cada participante diz como se sente após ter compartilhado com o grupo sua história pessoal. as pessoas que estão em sua volta.

Ir visitar parentes .A escala de valores de quando eram crianças.Incentivar o exercício da cidadania responsável.Como conhecer nossa comunidade? a) Descobrindo a necessidades. que escrevam do lado direito da folha. 2.Fazer o trabalho de escola 2 .Stefane ofereceu-se para cuidar da irmã caçula para sua mãe ir ao supermercado.. ESTUDO DO MEIO Objetivos: 1. os interesses. para mim as coisas mais importantes eram. uma vez que. Estabeleça o que é mais importante: .É uma oportunidade para os adolescentes se perceberem enquanto uma pessoa em mudança. os valores da infância refletem o comportamento que os pais esperavam deles.Em seguida o facilitador pede aos participantes que discutam com seus colegas mais próximos sua lista de valores atuais (lado direito da folha).Sair com amigos . estabelecendo a diferença entre a escala de valores que tem hoje e a que tinha quando era criança. estabelecendo a comparação com a dos colegas. dialogar. 5 . 4 .Após todos terem terminado. 3 . geralmente.Ir a uma festa .É possível que se encontre uma verdadeira inversão de valores entre a infância e o momento atual.Sair com o(a) namorado(a) . sua busca permanente de auto-afirmação e diferenciação da família ou dos pais. as aspirações. .Depois peça que ele leia as frases comparando.É importante que seja aplicada em um grupo que já tenha alguma convivência entre si e com o facilitador.Todos os participantes devem discutir.A escala de valores do grupo (através da verificação de quais valores aparecem mais em primeiro lugar. de maneira objetiva. os recursos que a comunidade oferece.A diferença entre uma escala e outra.Cuidar da irmã caçula (ou irmão) . observar. etc.Entrar em contato com a realidade. mesmo tendo que adiar o encontro com o namorado. 7 . sem criticar. .Planejamento: . levantar dados. até que tenha escolhido pelo menos cinco valores. o que é mais importante para todos).O facilitador tem que ter segurança da sua capacidade de interferência no grupo caso haja uma tendência de conflito entre os participantes (se sentirem pessoas vazias.Estudar para uma prova . 10 . sua ordenação de valores.Assim o participante deverá colocar em primeiro lugar o que para ele é o valor mais importante de todos e assim sucessivamente.).Ter o CD mais recente do grupo do momento . Passos: 1. b) Para descobrir será necessário fazer visitas. Comentários: 1 . . por causa dos valores que descobrem ter).Sensibilizar para o dever de prestar serviço à comunidade.. 3 . do lado esquerdo da folha. (valor subtendido . através de pesquisa e reflexão. aponte a necessidade que o adolescente tem de contestação.Compreender as causas de muitos fatos da vida individual e social. 5 . os hábitos. com questionamentos sobre os valores que tinham em sua infância.Depois todos devem voltar para o grupão onde o facilitador coordenará a discussão definindo: .Peça que leiam com atenção as frases escritas pelo facilitador. como as pessoas se relacionam. 2 . 8 . o participante escreva: quando eu era criança.Que tipo de sociedade e vida em grupos os valores apresentados tendem a construir. os problemas. 5. 4 . de maneira que eles terão um lado direito e outro esquerdo. . em pequenos grupos..Descobrir aspectos particulares do meio.Ir ao ponto de encontro dos amigos . Com valores explícitos e não subtendidos. o facilitador pede que.. as possibilidades.. superficiais etc. Podem ser frases mais diretas e objetivas. 4. 6 . em ordem de importância as atitudes que fazem parte da sua maneira de agir no cotidiano. entrevistas. 9 . através de seus múltiplos aspectos. 3.Em seguida. em segundo etc.É importante que nestes casos o facilitador. ordenada e positiva.solidariedade. os costumes.Almoçar em família .Distribua as folhas de papel-ofício entre os participantes e peça que eles a dobrem ao meio..

exercitar a elaboração de síntese. Distribuir as tarefas. discutindo o assunto. inverter os grupos. 5. b) Ver os recursos disponíveis c) Projetar a ação ou ações necessárias. observações da realidade. de observação agora na posição de verbalização.Análise/Julgar: a) confrontar os dados com a proposta de Jesus Cristo. anota dúvidas. através de entrevistas. desemprego. 6. Cada pequeno grupo recebe uma cópia do roteiro da pesquisa.Dividir a turma em dois sub-grupos. possa expressar idéias.Preparar para iniciar a ação. levantamentos. levantamentos. 2. religião. completar idéias do grupo anterior. Como Fazer: 1. etc) 2. desenvolver a capacidade de manifestar-se na vida. O círculo externo será o de observação.Realização das tarefas pelos grupos. 4. apenas registra idéias esquecidas pelo grupo de verbalização.Dividir o grupo em pequenos grupos. apresenta a síntese para o grupo e abre-se um debate. Somente o grupo interno poderá responder. exemplificar. revistas. A ele cabe a tarefa de observar o processo de discussão e o conteúdo da mesma. desenvolver o senso crítico sobre a realidade.Coordenador formula a mesma questão ou outra para que o grupo. . O círculo interno será o da verbalização.Após 10 minutos formar uma grande círculo: a) Fazer uma síntese dos pontos discutidos. 3. b) Verificar o que não está de acordo. 7. o qual deverá ser respondido durante a semana. 2.Preparar um roteiro de pesquisa. a discussão de um tema proposto. política. o grupo de observação. uma série de perguntas sobre algum aspecto da comunidade (educação. Fazer cronograma para realização das tarefas. participar direta ou indiretamente de uma discussão.Observação: Planejar roteiros de visitas.Na reunião seguinte. jornais. observações. TV. os resultados trazidos pelos pequenos grupos. informações sobre problemas da realidade do lugar onde vive. 4. Ficar atento para que todos participem. 6. violência. que formarão dois círculos.Grupos apresentam resultados das entrevistas. fotografias. e outros pontos que gostariam de falar. observações. Formar grupos. 2. que tem como tarefa.Como nos sentimos depois de fazê-lo? GRUPO DE VERBALIZAÇÃO X GRUPO DE OBSERVAÇÃO Objetivos: Desenvolver a capacidade de ouvir o outro.Que proveito nos trouxe o exercício? 2.Apresentação: .Ação: a) Discutir sobre o que precisa ser feito para melhorar o meio.o Coordenador lança uma pergunta sobre o tema (capaz de provocar uma discussão).Execução/VER: . 4. entrevistas. aproveitando ao máximo.Após 10 minutos de discussão. 3. contribuir para a ampliação do conhecimento do outro. PESQUISA Objetivos: Obter conhecimentos. enriquecendo-o com fatos e acontecimentos do lugar.Durante a discussão. c) fazer uma avaliação.Equipe de Coordenação recolhe as respostas e prepara uma síntese. etc.Realizar o projeto 8. 5. com a finalidade de descobrir as causas dos problemas e pistas de solução.Avaliar e celebrar os resultados. Formular bem as perguntas. 3. etc. obter vários informes em pouco tempo. Como Fazer: 1. b) Tirar dúvidas. Avaliação: 1. etc. Observações: É responsabilidade do coordenador cuidar de: 1.Celebrar: .

Hoje iremos apresentar ao grupo alguns comentários acerca dessa pessoa a quem admiramos. Marcar o tempo e determinar a troca de posições. Fazer a síntese final da discussão. de . JORNAL FALADO Objetivos: Organizar informações sobre um determinado assunto. reúnem-se em equipe e cada qual indica sua personagem e os motivos de sua admiração. um lápis e um alfinete para cada participante e pede que cada um escreva no cartão o nome e prenda-o na blusa..(cada um grita seu nome) eu o chamei. mais amigos encontrei. repetindo o mesmo que o coordenador fez antes. Como Fazer: . um santo. que bom te encontrar.. Avaliação: Para que serviu o exercício? . 5 .Coordenador distribui um cartão. não importa sua nacionalidade. mas cuja vida lhe causou impacto. É preciso evitar que as preferências das pessoas sejam questionadas. 7. de forma bastante criativa.Que ensinamentos podemos tirar para o grupo? CARTÃO MUSICAL Objetivos: Facilitar o relacionamento entre os participantes de um grupo. E assim prossegue o exercício até que todos tenham se apresentado.Os participantes sentam-se em círculo.Convidam-se os presentes a anotarem no cartão o nome da personagem e as razões de sua admiração. 5.. (Não pode ser apelido) 2 . o espírito de cooperação e socialização. como Fazer: 1 . um pôster em que apareça uma figura humana sobre um ponto de interrogação. Abrir o debate final no grupão. suzana!!) 3 . Oh! amigo(a). Fazer com que o grupo de verbalização se expresse de maneira clara para que todos possam ouvir suas opiniões.Elaboração das notícias para apresentação." .O coordenador junta-se ao círculo e a pessoa escolhida. após o que. como eu não tinha nome. um cientista. unidos lutaremos para o mundo melhorar (bis)" Avaliação: 1 . entoa a canção. unidos na amizade iremos caminhar"(bis).Cada grupo sintetiza as idéias do tema. 2 .O coordenador apresenta o tema para estudo.. Como Fazer: 1 . seja ela viva ou morta. 4. previamente. ajudada pelo grupo.Cada grupo pesquisa e estuda o tema.Formar pequenos grupos. 3 . que bom nos encontrar. 6 . Um cartão para cada pessoa. sintetizar idéias e fatos.Quais os momentos que mais nos agradaram? 2.A última pessoa entoa o canto da seguinte maneira: "Quando vim para este grupo.Para que serviu a dinâmica? 2 . . Avaliação: 1. O coordenador coloca-se no centro e convida os demais a cantar: "Quando vim para este grupo. o raciocínio. Oh! amigos(as). desenvolver a expressão oral. "Raramente encontramos um ser humano que não admire alguém: um herói. os demais podem fazer perguntas. (Melodia: Oh. ou mesmo pessoas comuns. 4 .Distribuído o cartão aos participantes. o animador passa à motivação do exercício.Apresentação do jornal ao grupão.3. transmitir idéias com pronúncia adequada e correta.Logo após. Fazer com que o grupo de observação fique absolutamente calado durante a discussão do grupo de dentro. um(a) amigo(a) eu encontrei (o coordenador escolhe uma pessoa) como estava ele(a) sem nome. nem tampouco seu prestígio junto a sociedade. 6. pesquisa. 4 . de (nome da pessoa) eu o(a) chamei.Como nos sentimos? PERSONAGENS Material: O animador deve preparar.

Coordenador convida os presentes a observarem em silêncio os postais. apresentando cenas diversas. para dar maiores possibilidades de escolha aos participantes). Como Fazer: 1 . colocadas em lugar visível a todos. etc (as figuras devem ser as mais variadas possível.A seguir. .O coordenador fixa cartões postais numerados num lugar visível ao grupo. dizendo o nome dos integrantes e. Material: : Oito fotografias tamanho pôster. .O grupo observa e escolhe os postais.Como estamos nos sentindo? CONHECER PELAS FIGURAS Objetivos: Quebrar o gelo. o porquê da escolha. Cada um escreve no caderno. cada qual indica a foto escolhida e faz seus comentários sobre ela. . Como Fazer: . partindo do conhecimento mútuo. companheirismo. com temas bem diferentes. Avaliação: . folhinhas.No plenário. justiça. começa-se pela apresentação de cada equipe.Dar tempo suficiente para conhecer todas as figuras. 2 .Espalhar pela sala vários recortes de jornais. cada pessoa comenta sua escolha. observando-as atentamente.Formar pequenos grupos e cada participante vai dizer para seu grupo por que escolheu a figura. diálogo.Explica a maneira de executar a dinâmica. Como Fazer: . Avaliação: . o coordenador dá um sinal e cada participante deverá apanhar a figura que mais lhe chamou a atenção.Para que serviu o exercício? .Para que serviu o exercício? .CARTÃOS POSTAIS Objetivos: Quebrar gelo e integrar os participantes do grupo.Como nos sentimos? A FOTO PREFERIDA Objetivos: Começar a integração do grupo. com as seguintes palavras: "Em nossa comunicação diária. numeradas. em primeiro lugar. . acontecimentos e instituições: neste momento. vamos fazer algo semelhante".A motivação é feita pelo animador. . revistas.Os participantes passam diante das figuras. . fazendo perguntas. . a fim de desfazer tensões. a equipe escolhe uma das palavras e prepara uma frase alusiva. Os demais participantes podem interferir. verdade. Cada um deles contém uma palavra: Amizade.No plenário. através desse exercício? . Os cartões são colocados em um envelope. ideal. em equipe. . a seguir. 3 . propagandas.Como nos sentimos durante a experiência? A PALAVRA CHAVE Material: Oito cartões para cada equipe. indicam os postais que não lhes agradaram e. escolhendo cada qual o que mais lhe agrada e também aquele de que menos gosta. As pessoas retiram um dos cartões (do envelope).Convida os presentes a observarem as fotografias em silêncio e escolher aquela com que melhor se identificarem.O animador organiza as equipes e entrega o material de trabalho. a frase alusiva à palavra escolhida. cada qual fala sobre o significado que atribui à palavra. liberdade. etc. Como Fazer: . Avaliação: . 4 . nós nos servimos de símbolos para expressar coisas. em seguida. de acordo com a orientação do coordenador. bravura. .O que descobrimos acerca dos demais. aqueles de que mais gostaram. identificar pessoas.. Uma música de fundo para favorecer o clima. romper o gelo desde o princípio.A seguir.

saem varrendo as bolas até à meta e depois passam a vassoura para a segunda pessoa. Como Fazer: 1 . assim como o número.Tomando-se pelos braços. . 4 . na linha de partida.O grupo escolhe alguém para anotar a apresentação de cada um e expor em plenário. entrando e saindo do círculo. Ambiente: De preferência a capela ou um lugar que ajude o recolhimento.Para que serviu a dinâmica? REZANDO IMAGENS Objetivos: Rezar a realidade como tal e a realidade de cada um. aproveitando tudo o que foi apresentado e chamando a atenção para aquelas figuras que estão mais relacionadas. Avaliação: . que deverá varrê-la da meta para a linha de partida.O animador distribui um saco de papel para cada participante. O animador pede um voluntário de cada equipe e entrega-lhes a bandeja com um vaso ou copo cheio de água.Ao se reacenderem as luzes. . com igual número de participantes. Ao ouvirem o sinal de partida. espalha-se uma quantidade de bolas..A equipe vencedora será aquela que primeiro terminar com a participação de todos os seus integrantes.Colocam-se em filas paralelas. em frente a elas.Para que serviu a dinâmica? VARRENDO BOLAS Material: 15 bolas e uma vassoura para cada equipe (sendo as bolas de cores diferentes para cada equipe). 2 . e assim sucessivamente. o animador apaga as luzes um momento.O grupo se divide em duas equipes.O primeiro representante de cada fila recebe uma vassoura. 3 . . O vencedor será aquele que obtiver a maior quantidade de acertos. As pessoas não podem falar. Como Fazer: .A equipe vencedora será aquela que terminar primeiro. Avaliação: .Para que serviu a dinâmica? FESTIVAL DE MÁSCARA Material: Um saco de papel bem grande e um número para cada pessoa (evite-se que o material seja plástico). os integrantes de cada equipe formam um círculo. com igual número de integrantes. cada um terá que adivinhar quem são os mascarados. passarão a bandeja a outro companheiro que irá fazer o mesmo. Como Fazer: 1 . iniciam a corrida por entre os companheiros.O número deverá ser afixado na altura do peito. até que todos tenham participado. para que cada qual possa colocar a sua. 5 . .Uma vez prontas as máscaras. Avaliação: . 4 .Como nos sentimos? . Avaliação: . Retornando ao ponto de partida. . 3 .Que proveito tiramos dessa dinâmica? LABIRINTO Material: Uma bandeja e um vaso ou copo com água.O animador divide o grupo em duas equipes.O coordenador faz um comentário final.Faz-se um plenário onde o representante de cada grupo apresenta as anotações e a figura que representa o pensamento do grupo.Dado o sinal. sem haver derramado água. pedindo que façam com ele uma máscara. e assim sucessivamente. 2 . anotando o nome e o número numa folha de papel. deixando apenas dois buracos para olhar.

Cegueiras e conflitos pessoais. . Leitura dialogada. 3. dos fariseus). Embora perseguido. povos.15) Introdução: . . paisagens.1-21) Multiplicação dos Pães (Jo 6. etc Identificar: .Perceber como Deus ama e quer muita vida para todos (Jo 10. Sentir a importância do momento que está vivendo.O que é mesmo um retiro? Diferenciá-lo de um simples encontro.1-21). quando é partilhado. Tenta fugir do conflito: permanecer cego teria sido até mais fácil.Procedência . no grupo. Escutar a resposta de Deus.Sentir como o pão dá a vida. Os pais. De repente se vê metido num conflito com os fariseus que ameaçam expulsá-lo da sinagoga (comunidade).Partilha no grande grupo . fome. Em grupos de três pessoas fazer a partilha em forma de reflexão e terminar com uma oração.1-42). para maior compreensão. na família. na comunidade (reflexão pessoal.1-13 e 35-65) Desenvolvimento: Convém dar uma breve explicação do texto de Jo 9.Siloé Sábado . fotografias. .oração Reflexão: O Cego de Nascença vive seu problema pessoal de forma resignada e acomodada.Apresentação: Nome . A VIDA NO EVANGELHO DE SÃO JOÃO Motivação: . de medo.Levar os Jovens a desejaram momentos fortes de diálogo com Deus e de confronto com a sua Palavra.Retomada do texto bíblico (cego de nascença). É acusado por Jesus. . Cada pessoa escreve. .Iluminação e confronto dessa realidade com o episódio evangélico "O cego de nascença" (em grupos pequenos: preparar um roteiro. O cego vê-se desafiado a se posicionar: ao lado de Jesus. em plenário. Momento de silêncio para todos visualizarem esta realidade.Como Fazer: 1. DENTRO E FORA DO CORAÇÃO Primeiro Momento: Colocar o cartaz com o desenho do coração no centro da sala. Propostas de caminhada para os dois dias: programação geral do retiro. Toma consciência do que se passa e de sua identidade: "Sou eu mesmo". dos pais. Fazer a partilha. desemprego. para que ninguém fique à margem da vida (Jo 10. que permanecem na cegueira e condenam Jesus.10) . política e religiosa da juventude. Escolher uma destas imagens e fazer uns minutos de silêncio refletindo sobre a questão: o que esta imagem significa para mim?? 4. o que lhe traz riscos e perseguições. uma palavra que expresse o que vê e ouve das pessoas da comunidade a respeito do mundo das drogas e das vítimas da dependência.Refletir e rezar sobre o valor da vida. Segundo Momento: Escreve dentro do coração uma palavra que expresse o que está sendo feito para mudar a problemática das drogas em nossa comunidade e na sociedade de modo geral.1-41). 5. dão jeito de cair fora. fora do coração. Terceiro Momento: Pedir aos jovens que comparem o que está escrito dentro e fora do coração. Terminar com um canto. Nicodemos (Jo 3. Ambiente físico favorável.1-41: quem pecou . da realidade social.dia e a noite . ou uma oração comum. escrever). Samaritana (Jo 4. num clima de oração e perdão. Finalmente assume a fé em Jesus Cristo e dá um corajoso testemunho que lhe vale a expulsão. sente-se livre para uma nova dimensão de vida. classes. atitudes dos discípulos de Cristo.a Sinagoga. . do cego. Identificá-los. marginalização e morte de grandes grupos sociais. Clima de silêncio. Espalhar muitas figuras.Por que veio? (Criar ambiente de grupo e de confiança mútua) .Querer relações de justiça entre pessoas. 2. Bom Pastor (Jo 10. 6. Identificar Conflitos Sociais: . que geram miséria. Textos Bíblicos: O cego de nascença (Jo 9.Situações de cegueira. . ou ao lado dos fariseus.

Cada pessoa deve trazer para o encontro uma recordação.As ovelhas ficam circulando o lobo e cantando "Vamos passear no bosque enquanto o seu lobo não vem.As pessoas comentam suas notícias em plenário. seres humanos. você já está pronto?" 4 . aquela que ele pegar será o lobo na rodada seguinte. 3 . até que todos o façam.Quarto Momento: Nossa comunidade tem agido com misericórdia para com as vítimas das drogas? LOBO E OVELHAS Objetivos: Estimular a participação nas reuniões e trabalhos. 2 . encontram-se as chaves numeradas. assim.O que podemos fazer para nos conhecermos cada vez melhor ? . assim como expressa aos demais. todos nós recebemos notícias.O animador convida a pessoa cuja chave contenha o número 01 a retirar sua recordação do baú.O animador motiva o exercício com as seguintes palavras: "Nós..O que descobrimos acerca dos demais? BAÚ DAS RECORDAÇÕES Público: Grupos de jovens formados há algum tempo. À medida que os participantes vão chegando. Assim se procede até que seja retirada a última recordação. apresentá-la ao grupo e comentar o seu significado.. onde serão depositadas as recordações . até que. BOAS NOTÍCIAS Material: Uma folha de papel e lápis para cada pessoa. vamos revelar. Como Fazer: 1 .O coordenador da dinâmica escolhe um jogador e demarca uma zona neutra. 2 . parte dessa história. A numeração da chave indica a ordem de participação.. Ao lado dele. comunicamonos também através das coisas .. os demais participantes podem dar seu parecer e fazer perguntas. do tipo "não ainda estou me vestindo". algo de nossa vida.Como nos sentimos ao comentar nossas recordações ? .Para que serviu o exercício ? . os demais podem fazer perguntas.Logo após." 5 . Ao comentarmos nossas recordações. Preparemos nosso espírito para receber este presente tão precioso constituído pela intimidade do outro. hoje. no centro do grupo. Material: 1.Que ensinamento nos trouxe a dinâmica ? . Vamos hoje recordar algumas dessas boas notícias ". que vai partilhá-la gratuitamente conosco".Todas as ovelhas devem correr para a zona neutra para não serem pegas pelo lobo.A cada pergunta o lobo inventa uma nova desculpa.Depois pede para os demais participantes fazerem um círculo ao redor do escolhido. 2.. e lá vou eu!. retiram uma chave e vão ocupar seu assento. de nossa história pessoal e familiar . após retardar o início do jogo. um objeto que guarda por algum motivo especial. O animador deve confeccionar previamente um baú. O animador coloca o baú sobre uma mesa. seguido pelo vizinho da direita e. 3. ele grita: "estou pronto. depositam sua recordação no baú. O animador também participa. explica como fazer o exercício: os participantes dispõem de 15 minutos para anotar na folha as três notícias mais felizes de sua vida. e uma pequena chave numerada para cada integrante. de surpresa. que será o "Lobo". boas ou más. sucessivamente..Para que serviu a dinâmica? . formando um círculo em volta do baú. a começar pelo animador. Em cada uma das vezes. Como Fazer: 1. assim. Como Fazer: 1 .O animador pode motivar o exercício da seguinte maneira: "Diariamente. Avaliação: . Avaliação: . 3 . 2 . os objetos que guardamos como recordações revelam a nós mesmos. Algumas delas foram motivo de grande alegria e por isso as guardamos com perfeita nitidez.

Nisso aparece a secretária. pelo acanhamento. Pára e inverte os papéis. todo o planejamento que a equipe fizer ou falar.O animador começa propondo ao grupo que cada qual se imagine em "situações passadas da vida em que não se sentiram à vontade nas comunicações com outras pessoas". procurando responder imediatamente à pergunta do chefe.Diante dessa situação. desejava obter algumas informações a respeito do trabalho. A esta altura. Avaliação: . a cabeça inclinada levemente para frente. Como Fazer: 1 . todos. situações em que as palavras não saíram facilmente. e não deve dar palpite na construção da casa. 3 . começa a falar. Após alguns minutos. tímida preocupando-se em não dizer demais. e apresenta-se humilde. e este ocupa a posição do candidato. ocupando só um terço da mesma. O pretendente bate à porta.Nisso. suficientemente ampla para acomodar todas as pessoas participantes. Eis que o chefe. meio encurvado. Material: Canudos plásticos. Acanhado. Imediatamente ele se levanta. firme. medo ou outras dificuldades. dizendo ter lido um anúncio de que a empresa estava precisando contratar mais funcionários e que. e escolhe-se um secretário para cada equipe. o candidato já não insiste em ter informações. diz ele. parecendo neutro.O animador divide o grupo em equipes com igual número de pessoas.CONSTRUÇÃO DA CASA Objetivos: Mostrar ao grupo o que é nucleação e quais seus passos. o chefe manda-o sentar. o animador aplica uma técnica usada em psicodramatização. apressado e nervoso.Em que fase da construção nosso grupo está ? COMUNICAÇÃO Material: Lápis ou caneta e folhas em branco e uma sala com cadeiras. entra. acanhado. .Geralmente se observa que as situações mais constrangedoras e apresentadas pela maioria dos grupos se referem à comunicação com os "superiores". 4 . antes de candidatar-se. Ele se assenta na beirada da cadeira. Enquanto espera. que até agora permanecia calado. anuncia a secretária. 3 .O animador chama uma pessoa de cada equipe. sentando-se corretamente. procura no bolso um bilhete no qual anotara o seu pedido. no lugar ocupado pelo chefe. preocupado com seu trabalho. e. O chefe pede para entrar. entra na sala do chefe para anunciá-lo. O candidato toma uma posição reta. Olha para o chefe.Divide-se o grupo em várias equipes. convidando-o a entrar. "Bom dia".O secretário de cada equipe vai ler para o grupo o que sua equipe discutiu enquanto construía a casa. 5 . 3 . falando com voz sumida. Define um tempo de 15 minutos. na vida. e não com iguais ou com "inferiores". Enquanto o chefe deixa seu ar de autoridade. o animador escolhe para o exercício uma secretária e dois protagonistas e propõe a dramatização do seguinte fato: Uma determinada pessoa foi procurar o chefe de pessoal de uma empresa para informar-se acerca de um emprego.Em plenário as casas serão expostas para que todos possam ver as casas construídas. antes de ser atendido pelo chefe. Quase todas as pessoas passaram por tais situações.Entrega-se para cada equipe um pacote de canudinhos e ao secretário uma folha de papel e caneta. diz ao candidato: "Fale-me primeiro algo a respeito de sua formação e de sua experiência". Como Fazer: 1 . e espera mais um pouco. 2 . saúda-o.Para que serviu esta dinâmica ? . antes de candidatar-se ao mesmo.Pede-se que a equipe construa uma casa. 6 . papel e caneta. pedindo que aguarde sentado. Sua cabeça está apoiada nas mãos. E o exercício continua. entrega o material e pede que construam uma casa. sentando-se no escritório. o que não permitiu fosse lido o bilhete. durex. Ou ainda.O animador pede aos observadores do grupo que façam uma lista das anotações de tudo o que constataram e a mensagem que os dois protagonistas deixaram na dramatização. que continua sentado à sua mesinha. 2 . Sua fala é fraca. 2 . 7 . 4 . entrega uma folha de papel e caneta e lhes pede para escrever tudo o que for dito pelos participantes da equipe durante a construção da casa. de escritório. fazendo o seu papel.É importante observar como o comportamento das pessoas muda radicalmente. e o secretário deverá escrever tudo o que for dito. A secretária atende. O candidato se torna o chefe do pessoal. Ao atender. continuando sempre sentado na beirada da cadeira. um a um lêem suas anotações. com um sorriso nos lábios. olhando sempre o chefe por baixo das sobrancelhas.Após uns seis ou sete minutos. Início: 1.

Material: Caixas de papelão ou sacos plásticos. cursos e reuniões nos quais os participantes permanecem juntos por período de tempo relativamente longo. (Por exemplo: um orangotango. Como Fazer: 1 . 15 CONFIANÇA . canetas. mas invisíveis. relacionamento interpessoal.Cada participante sorteia um papel (como em um amigo secreto). Como Fazer: 1 .Aqueles que saíram da sala sorteiam duas filipetas com nomes de personagens. sem que esta perceba imediatamente quem é seu anjo. 3 . dar atenção e integrar-se com a pessoa sorteada. jornalistas. 4 . durante o evento. o presidente do país. Conscientizar de que somos diferentes uns dos outros.A seguir.O grupo terá dois minutos para fazer a descoberta. sociabilização.Dois participantes saem da sala.Cada participante será o anjo daquele que sorteou e.Os nomes não devem ser revelados até o término do jogo. 8 .O Facilitador escreve os nomes dos participantes em uma filipeta e os deposita numa caixa. sociabilização.Ao sinal todos deverão colocar os sapatos do colega para sentir a realidade do próximo.Após o tempo esgotado. comunicação. refazer o sorteio. Se isso acontecer.Orientar o grupo que ninguém poderá retirar seu próprio nome. 6 . 2 .O papel de cada anjo é de aproximar-se. caixa ou similar.Ao final. 5 . cada um tenta adivinhar quem é o seu anjo. também terá seu anjo. Material: Filipetas com nomes dos participantes.Os participantes terão de saudar cada um dos personagens imaginários e o restante do grupo tentará adivinhar quem são. a miss universo. de forma sutil. comunicação. 8 . 3 . os anjos se comuniquem por bilhetes. cantores. SAUDAÇÕES Objetivos: Integração. portanto. 4 .Pedir aos participantes tirarem seus sapatos e colocarem na caixa 4 .Após 1 minuto. 7 .Ao sinal todos deverão colocar os sapatos novamente o mais rápido possível para sentir-se bem dentro de sua realidade 5 . de tal modo que ninguém fique com os seus próprios sapatos.Num 2º momento.No meio do circulo do grupo colocam-se duas cadeiras para personagens "ilustres". descontração. um novo grupo de duas pessoas dará continuidade à dinâmica seguindo o mesmo processo por meio de um novo sorteio.Deixar em cada equipe uma caixa de papelão 3 . parar para avaliar o resultado 6 .8 . artistas. descontração. comparando-os com o 1º Iluminação Bíblica: Rm 12. 6 .Avaliar os últimos resultados. Como Fazer: 1 . e segue a verbalização acerca da experiência vivida. empatia.Se o grupo for grande dividir em equipes 2 . cada observador lerá suas anotações. 7 .A caixa deve ser colocada em local apropriado para que. etc. ANJO DA GUARDA Objetivos: > Integração. O sigilo deve ser mantido.). 5 . 2 . Variação: Esta dinâmica pode ser aplicada em viagens. recolher os sapatos e distribuí-los aos participantes. TROCA-TROCA Objetivos: Sentir a realidade do outro.

2 . Avaliação: 1) Que proveito tiramos do exercício? 2) Como estamos nos sentindo? . muda-se um pouco o circuito. que se organizam em filas paralelas.Os que estão com os olhos vendados devem confiar cegamente nos que estão os guiando. cobrindo o percurso que vai desde a linha de partida até a meta (15 metros). até que todos tenham se apresentado. O animador convida os presentes a sentarem-se formando um círculo e dá a cada um o nome de uma fruta.Depois mudam-se os trios ou duplas. latas de conserva cheias de areia para se colocar as velas. Os nomes das frutas são repetidos várias vezes. e repete-se o exercício com aqueles que não tiveram seus olhos vendados ainda. Este corre a apagar as velas. colocam-se as velas. A primeira turma ficará um atrás de cada um da segunda turma. correm a acender as velas. cada qual volta para sua fila e toca no ombro do segundo participante. Como Fazer: 1. sempre que preciso temos que pedir ajuda a alguém. Se. A dinâmica será repetida várias vezes.A um sinal do animador. Ganha a equipe que terminar primeiro. Coloca-se os bombons na mesa e pede para que cada um tente abrir o chocolate com a boca. um apito ou sino para o animador. ou seja. 2 .Em frente a cada equipe. Como Fazer: 1 . cada um deles tinha uma pessoa a qual eles simplesmente poderiam ter pedido que abrisse o chocolate e colocasse na boca. entretanto. volta para sua fila e toca no ombro do terceiro. 3 . atrás da linha de partida. Deve ficar bem fechado para que eles não peguem o chocolate com a mão. Acendida a última. em uma conversa aberta. DINÂMICA DO CHOCOLATE Material: Bombons. 4 . O animador divide o grupo em duas turmas. fita adesiva. uma pessoa permanecerá em pé e fará a sua própria apresentação. Explica a maneira de fazer o exercício: Conta-se uma história e toda vez que for mencionado o nome de uma fruta.Depois. aparecer na história a palavra cesta. vê-se quem foram as pessoas que confiaram. 3 . Após algum tempo o animador encerra a dinâmica dizendo que nunca devemos fazer as coisas sozinhos.Objetivos: Dinâmica com o objetivo de ver se o grupo todo confia nos seus integrantes. 4 . Ao terminar. Como o animador também participa do jogo. CESTAS DE FRUTAS Material: Uma cadeira para cada participante. Com a primeira turma ele passa a instrução de que eles somente ajudarão os outros se eles pedirem ajuda (isso deve ser feito sem que a outra turma saiba). e se conseguir pode comer o chocolate.O exercício continua assim até que a fila inteira participe.Os outros dois vão guiá-lo por um circuito criado pelo grupo onde devem haver "obstáculos". cabo de vassoura. 5 . 2. Como Fazer: 1. A segunda turma terá seu braço preso com o cabo de vassoura (em forma de cruz) e a fita adesiva.Cada dois ou três reunem-se e um dos três deve estar com os olhos vendados. Como Fazer: 1 . em suas duplas! ACENDER E APAGAR Material: Uma caixa de fósforos e dez velas para cada equipe. todos mudam de lugar. 5. Este corre e faz o mesmo que o primeiro participante.O primeiro integrante de cada fila recebe uma caixa de fósforos. ou não.O animador divide o grupo em duas equipes. Mensagem: A mensagem passada nesta dinâmica é: Nunca devemos fazer nada sozinho. 3. 5 . existirá uma pessoa da primeira turma para cada pessoa da segunda turma. 2. a pessoa que recebeu o nome daquela fruta troca de lugar. 4.

resistência ao curso. 7 . repetindo o mesmo procedimento. facilitando o debate grupal. mas apenas as que enviarem. uma nova entonação que se dá ao nome próprio. considerado hostil. é interessante para ser aplicada quando o grupo já revela certa intimidade e algum cansaço.Concluída essa etapa. 2 . sentindo que os participantes do treinamento apresentam. Desenvolvimento 1: 1. 4 . Material: Um quadro-negro ou diversas cartolinas. 2. muitas vezes o grupo se depara com sua timidez. cantando-o explicar que esse "cantar" é um novo ritmo.CARÍCIA DOS NOMES Objetivo: Identificar cada pessoa do grupo pelo nome. Na elaboração dessa cartolina os participantes não devem registrar as auto-mensagens. tentando identificar. Como Fazer: 1 . numa cartolina. DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO DE GRUPO Objetivo: Criar no grupo. 5 . de pé. Todo o grupo repete o nome que foi falado. o que é facilmente observável. distante do animador).O animador. uma ou mais mensagens que identifiquem seus integrantes para apresentá-la num painel geral. pelo comportamento ( por exemplo: no modo de agrupar-se. na sua maioria. Desenvolvimento 1: 1 . cada um deve escrever o nome dos integrantes do subgrupo. de olhos fechados.A etapa seguinte consiste em escrever uma mensagem. enfim algum recado para as pessoas que se escolheu. lápis ou caneta e folhas em branco. Comentários: Apesar de ser um trabalho leve e fácil de se realizar. junto com uma discussão com o grupo. cada um deve colocar um asterisco ao lado de cada nome de sua relação.Alertar para o fato de não haver inconveniente em que existam asteriscos ao lado de muitos ou em todos os nomes. na mesma entonação e ritmo. 6 .A seguir. um pensamento. Dessa forma. que poderá ou não ser assumida pelo remetente. então.A seguir. Grupo em círculo. Integrar um grupo que resista ao treinamento. facilitando o conhecimento e a memorização dos nomes de cada participante e servindo como dinâmica de aquecimento. O facilitador deve estar atento às dificuldades surgidas para que. Após o "canto" de cada nome. dispondo de lápis e papel. o subgrupo redigirá. cuja a tradução literal para o alemão seria Dádiva. É um trabalho a ser realizado nas fases iniciais do processo grupal. mas de maneira que não se identifique o autor da mensagem. Quando o grupo inteiro tiver realizado o exercício. pede que formem subgrupos de três. não há limites etários ou quanto à maior ou menor maturidade do grupo para sua aplicação. um clima positivo. Pode ser executada com grupos de até vinte elementos. Desenvolvimento 2: 1. para outro participante. o grupo repete. uma frase. cada um a seu modo. constitui apenas um instrumento de maior integração. A uma ordem do monitor. Todos ao mesmo tempo.Subgrupos de seis a dez elementos devem sentar-se em círculo. pelo qual tenha alguma admiração. Cada participante fala o seu nome alto. É interessante que o remetente das mensagens não se identifique. de forma cantada. Outra ocasião em que pode ser aplicada é quando o grupo está envolvido em questões tensas e o facilitador sente a necessidade de modificar o clima. aprender o nome de cada um e promover a integração do grupo. 4. TÉCNICA-GESCHENK Objetivo: Essa técnica. Cada participante diz seu nome em voz alta. sentado.Forma-se o grupo total para a apresentação das cartolinas. Grupo em círculo. crítica e censura. 3. em silêncio. pedir às pessoas que falem dos sentimentos surgidos durante a atividade. Muito simples. com as pessoas mais próximas. 2 . passando. cada um lerá para o grupo as mensagens recebidas. como uma atividade de apresentação.A cada subgrupo será distribuída uma folha. o cantar do companheiro. 2. 3 . na qual deverão responder à seguinte pergunta: . várias vezes. possa superá-las. até sentirem-se satisfeitos.

"Como vocês se sentem em estar aqui ?" Solicita-se que cada subgrupo faça uma listagem de razões. Seu fundamento moral vale-se do choque que provoca ao se verem seus integrantes plenamente mergulhados em uma competição egocêntrica que se opõe a um sentimento de solidariedade. porém sem soltarem as mãos e em silêncio. AUTÓGRAFOS Objetivo: É evidente que esse conteúdo não deve ser explicado pelo monitor e sim ser produto de ampla e muitas vezes longa discussão. o que demonstra que houve mudança de clima no curso e maior integração. os demais ficam apenas participando de fora. Nesse momento é natural a formação de verdadeira balbúrdia. 6 .O grupo deverá desamarrar o nó feito e voltar ao círculo inicial. Solicita a seguir que tracem um retângulo ao redor do nome. e na segunda ou terceira aparecem mais os positivos. movimentando-se silenciosamente. cujo resultado será lançado no quadro-negro ou cartolina. formam um círculo e dão as mãos. Passados os dois minutos. é a mensagem mais forte de todo propósito de sensibilização. Como Fazer: 1. o animador pede que voltem para a posição natural. Pedir para que não se esqueçam quem está a seu lado esquerdo e direito. o animador pede para responder à segunda pergunta: "Como vocês se sentem com a minha presença aqui? " 5 . ainda que tal ordem não tenha sido passada nem o monitor tenha colocado qualquer proposta de prêmio ou vitória por essa conquista. esgotado o tempo. destacando novamente os aspectos positivos e negativos. mas quanto maior for o grupo. 2.A seguir o animador pedirá que cada subgrupo faça a leitura de sua listagem. A um sinal do animador o grupo deve para de caminhar e cada um deve permanecer no lugar exato que está.Com certeza. com todos os membros buscando rapidamente obter o maior número possível de autógrafos. após a aplicação da técnica. que será escrita no quadro-negro ou na cartolina. O monitor distribui a cada participante uma folha de papel em branco e pede ao mesmo que anote. o animador formula a terceira pergunta: "Como vocês se sentem em relação à pessoa que os mandou para o curso?". o grupo deverá caminhar livremente. ficará um pouco difícil devido a distância entre aqueles que estavam próximos no início. Geralmente pode-se observar que nas respostas à primeira pergunta predominam os aspectos negativos. seu nome ou apelido qualquer que aceita com naturalidade. ao alto. realçando-se os pontos positivos e negativos.Se após algum tempo não conseguirem voltar a posição inicial. 4. Sugerimos que se o grupo passar de 30. (como no início) 4 . Avisar aos participantes que terão dois minutos para cumprir a tarefa de colher autógrafos. o animador libera a comunicação. DINÂMICA DO NÓ Como Fazer: 1 . 3 . 4 .Finalmente. Avaliação: Partilhar a experiência vivenciada e destacar as dificuldades.Então cada participante deverá dar a mão a pessoa que estava a seu lado (sem sair do lugar. de onde estiver ) mão direita para quem segurava a mão direita e mão esquerda para quem segurava a mão esquerda. 7 . Material: Papel. ou seja. pedindo que os demais assinem seus nomes de forma legível em sua folha. 2 . 5.Os participantes de pé. 3. 6. forma-se o plenário para uma análise geral das respostas dadas às três perguntas. mais difícil fica. Avisar também que.Novamente as respostas serão lançadas no quadro-negro ou na cartolina. todos deverão ter suas folhas em mãos.A seguir. 3 . Ao terminar a aplicação da técnica.Assim que todos estiverem ligados aos mesmos companheiros. Iniciar a atividade e marcar o tempo. 5 . mas o animador tem que motivar para que ninguém mude ou saia do lugar ou troque o companheiro com o qual estava de mãos dadas. 7 . caracterizando os pontos considerados positivos e negativos. lápis ou caneta. rejeitando um sentimento de solidariedade que afinal. os participantes percebem que intuitivamente entraram em choque competitivo. 6 . Observação: Sempre é possível desatar o nó completamente.Usando os mesmos "trios". o monitor interrompe a atividade e solicita que todos os participantes .Após esta observação.

um de frente para o outro. 2. Convite ao entrevistado. Coordenador faz uma síntese de todo o conteúdo. onde as pessoas apresentam conclusões. 6. informações ou mesmo opiniões atuais a respeito de um tema. 7. a possibilidade de completar o conhecimento através de entrevista junto a pessoas que são estudiosas do assunto. O grupo. 4. Coordenador apresenta em breves palavras. Avaliação: Iniciar a discussão da técnica. complementam idéias. 2.confiram o número de autógrafos legíveis obtidos. 8. 2. Receberá. Como Fazer: 1. pois não é difícil muitos perceberem que há muito egocentrismo na obtenção do autógrafo. 4. 5. deixando várias dúvidas sobre o mesmo (propositalmente). Cada dupla fala sobre o assunto colocado para reflexão. Para que serviu a dinâmica? . 3. Obter conhecimentos. Não demorará muito e o grupo será levado a perceber que a mensagem da técnica é ensinar que toda conquista pressupõe doação. se alguma forma a técnica se prestaria para identificar alguma solidariedade. um tema. RODA VIVA Objetivos: 1. Como Fazer: 1. Debater um tema e desenvolvê-lo de forma participativa. Depois deste trabalho. 3. suas conclusões. 5. Coordenador possibilita comentários sobre as respostas dadas pelo entrevistado. Auditório vai registrando as perguntas. O círculo de dentro fica parado no lugar inicial e o círculo de fora gira para a esquerda. O que descobrimos sobre o assunto? 2. Falar sobre o que cada um sabe a respeito de um assunto. 11. 6. Tornar o estudo de um tema. 9. 10. Obter mais informações em menos tempo. 7. Grupo (auditório) apresenta. 3. 2. Que ensinamentos podemos tirar para o grupo? ENTREVISTA Objetivos: 1. Fazer dois círculos. Saber expor e ouvir. Avaliação: 1. O grupo define o entrevistado. como alternativa para o recebimento. mais dinâmico. indagando inicialmente se haveria algum valor em atribuir-se qualquer destaque novo a prova de solidariedade aos participantes que mais autógrafos tivessem obtido. a resposta negativa. 4. Representante do grupo faz as perguntas. durante dois minutos. Como nos sentimos durante a dinâmica? 3. O assunto deve ser preparado pelo coordenador com antecedência. verbalmente. a cada sinal dado pelo animador ou coordenador do grupo. 3. O que foi positivo? 4. mas não em sua doação. de pé ou sentado. orientado pelo coordenador prepara as perguntas para a entrevista. Complementação do assunto pelo coordenador. 4. tiram dúvidas. Embora todos se mostrassem ávidos em obter autógrafos. 2. Utilizar melhor os conhecimentos de um especialista. Observações: 1. O círculo de fora vai girando até chegar no par inicial. então. Avaliação: 1. Coordenador levanta com o grupo. Discussão sobre o assunto. Envolver a todos do grupo no debate. Indaga. Os participantes do grupo devem pesquisar e fazer leituras prévias sobre o assunto. realiza-se um plenário. Perguntar a cada um deles o número obtido e informar à classe ou ao grupo os três primeiros resultados. sendo um minuto para cada pessoa. tiveram que também oferecer o seu. e que sem a ajuda de nossa espontaneidade pouco pode ser obtido. quase que unânime.

Dar oportunidade para a troca de idéias dentro de um grupo. Componentes: a) Coordenador: orientar e encaminhar o trabalho. A quantidade do corpo de jurados deve ser constituído por número impar: (3. Como nos sentimos? 3. d) Testemunhas: Falam a favor ou contra o réu ou ré. 4. 2. de acordo com o que tiver sido combinado. b) Secretário: anota no quadro ou papelógrafo. Como Fazer: 1. Avaliação: 1. Alguém do grupo pode fazer uma conclusão. Obter rapidamente idéias. Uma pessoas de cada grupo expõe em plenário. Intervenção de testemunhas. 8. 3 ou 4 minutos para expor suas idéias. o que faltou. O secretário procura anotar as principais idéias no quadro. Levar todos os integrantes do grupo a participar de uma discussão. retoma a defesa. c) Advogado de defesa: Defende o réu ou ré e responde às acusações formuladas pelo advogado de acusação. Desenvolver o senso crítico. e sondar-lhes os interesses. ou num papelógrafo. 7. esclarece dúvidas. Advogado de defesa defende o réu ou a ré. Avaliação: 1. 3. 2. Intervenção da testemunha de defesa. 5. passam a trabalhar. Coordenador expõe de forma clara uma questão. Advogado de acusação toma a palavra e continua a acusação. O que podemos melhorar? COCHICHO Objetivos: 1. 4. 10. e) Corpo de Jurados: Ouve todo o processo e a seguir vota: Culpado ou Inocente. Como Fazer: 1. Criar uma atmosfera informal e democrática durante um estudo. 6. Colher opiniões e sugestões de um grupo. Ajudar as pessoas a se libertarem das suas inibições. junto com o juiz. O que descobrimos através da entrevista? 3. Preparação para o júri. Formados os grupos.5 ou 7) f) Público: Dividido em dois grupos da defesa e da acusação. 4. ajudam seus advogados a prepararem os argumentos para acusação ou defesa. O que gostaríamos de aprofundar sobre o assunto? JÚRI SIMULADO Objetivos: 1. opiniões e posições dos participantes de um grupo. Estudar e debater um tema. 6. 2. as idéias dos participantes. acompanham em silêncio. destacando o que foi bom. 9. O coordenador faz um comentário geral. Participantes (funções): a) Juiz: Dirige e coordena o andamento do júri. levando todos os participantes do grupo se envolverem e tomar uma posição. Advogado de defesa. O público. Jurados decidem a sentença. Advogado de acusação (promotor) acusa o réu ou ré (a questão em pauta). Cada grupo tem 2. c) Público: participantes do grupo. pondo em evidência as contradições e enfatizando os argumentos fundamentais. a síntese das idéias do seu grupo. Coordenador divide o grupo de 2 em 2 ou 3 em 3 (depende do número de participantes o grupo). 11. definindo a pena. 6. 12. uma de acusação. 3. debate. O que mais nos agradou? 4. 5. Leitura e justificativa da sentença pelo juiz. Juiz abre a sessão. Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser trabalhada. sendo um minuto para cada participante. 7. Que proveito tiramos da dinâmica? 2. avalia o debate entre os advogados. Exercitar a expressão e o raciocínio. 2. 13. 5. Orientação aos participantes. Durante o júri. solicitando idéias do grupo. b) Advogado de acusação: Formula as acusações contra o réu ou ré. 3. 3.2. O que aprendemos? .

a) Como nós absorvemos a Palavra de Deus? b) Somos também impermeáveis? 3. Dê um objeto para cada pessoa. Descrição: 1. Após ver o que ocorre com o isopor. Se o comentário terminar antes do tempo estipulado. Baseado neste tema. e alguém mergulha o isopor. introduzir questões como: a) Sabemos respeitar e escutar (e não simplesmente ouvir) a opinião do outros? b) Conseguimos ABRA O OLHO MEU IRMÃO Objetivos: Tomar consciência da luta desigual que enfrentamos em nossa sociedade. . Como Fazer: 1. O que descobrimos em relação ao grupo? 3. Refletir: o giz retém a água só para si. mas sem guardar nada para si mesmo. Despejar toda toda a água que ele se encheu. então. Mergulhar a esponja e espremer a água. debatido livremente. O que precisamos aprofundar sobre este assunto? PALAVRA QUE TRANSFORMA Objetivos: Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas. um vidrinho de remédio vazio. Depois se coloca a água na vasilha. Material: Uma bolinha de isopor. um giz. Mt 7. depois o vidro de remédio e por último a esponja. sem repartir. Mergulhar o giz na água. o tema pode ser. Descrição: 1. "saber escutar e falar". 2. Se explica que a água é a Palavra de Deus e que o objeto somos nós.16 30 SEGUNDOS Objetivos: Estimular a participação de todos por igual nas reuniões e evitar interrupções paralelas. a) E nós ? 5. Refletir : o vidrinho tinha água só para passar para os outros. 4. mergulhar o giz. pode ultrapassar o tempo estipulado.2. ao mesmo tempo que os outros integrantes devem manter-se em completo silêncio.24 . Iluminação Bíblica: Is 40. 3. sendo que ninguém. 2. Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada. Refletir: o isopor não afunda e nem absorve a água. cada integrante tem trinta segundos para falar sobre o assunto apresentado. Ao final. utilizando como tema. 5. 2. O coordenador apresenta um tema a ser discutido pelo grupo. todos devem manter-se em silêncio até o final deste. O coordenador também pode. Explicar que a água é a Palavra de Deus e os objetos somos nós. 3. 2Tm 3. em hipótese alguma. a) E nós? 4.8 . Encher de água o vidrinho de remédio. uma esponja e uma vasilha com água. Colocar primeiro a bolinha de isopor na água. por exemplo.

capítulo e versículos. política e econômica hoje? 7. 46-52 ou Lc 24. etc. Assim que inicia a "briga". Em seguida. Material: Um crucifixo de tamanho médio. O restante do grupo apenas assiste. Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. na parte em que mais te toca no coração! 3. transmitir o que aprendeu. Alguns questionamentos podem ajudar: 1. Ao final. o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. 3. abrindo um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. na pessoa do seu lado direito. Primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. ou pedir para que alguém. 2. aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso. os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo. o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência. que participou da dinâmica. Refletir algumas posturas como: 1. Quem estabelece as regras do jogo da vida social. e assim por diante.Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cacetete. deve consultar a passagem completa na Bíblia. para ver quem acerta mais o outro no escuro. Material: Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro. 3. 4. O que significa ter os olhos vendados? 6. Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? 5. Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo. até completar todos. Com no máximo 10 (dez) pessoas. lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido. 13-34. diz o seguinte para que cada um faça: a) Dar um beijo na imagem de Jesus Cristo. com o crucifixo. a lado. O GUIA DO CEGO Objetivos: Compreender a importância dos outros no crescimento individual. Como Fazer: 1. EVANGELHO EM PEDAÇOS Objetivos: Estimular a procura e análise de passagens da Bíblia. Qual foi a postura do grupo? 2. O que isso tem a ver com nossa realidade? 4. indiferença x indignação. Para melhorar a compreensão do trecho. Como Fazer: 1. Como Fazer: 1. 3. mandar o primeiro da fila dar um beijo. é aberto o debate sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas. 4. lado. 4. 2. seguindo adiante com o segundo beijando o terceiro. Finalizado esta ação. forma-se uma fila. CRISTO NO IRMÃO Objetivos: Ver no próximo a pessoa de Jesus Cristo. Depois dar a palavra aos demais participantes: 1. 2. Depois de um tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados. Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam? Iluminação Bíblica: Mc 10. passar uma mensagem envolvendo estas palavras: a) humildade: amor ao próximo. . 5. 2. Depois. no mesmo local que deu na imagem. Depois devem iniciar uma briga de cegos. Para quem torceram? 3. Feito isso.

pode-se realizar os mesmos questionamentos do passo anterior. Por último. O coordenador venda os olhos de quatro ou mais pessoas e fornece uma bengala para cada um. entre o relato de São Lucas e a sociedade moderna? b) Qual a semelhança entre a cura da vista e a missão da igreja de conscientização? A VELA E O BARBANTE Objetivos: Tomar consciência da aliança entre si. amigos. coloca-se a Bíblia. lê-se a passagem do Evangelho de João. a) Qual a semelhança que pode-se encontrar. acendendo-a. dispõe-se dois voluntários de cego. e em seguida. deve ter sobra suficiente para amarrar as velas de todos. ignorância. 3. Descrição: 1. vocês conhecem outros tipos de cegueira? Quais? (ira. Todos deverão estar na forma de um círculo. 5. Jo 9. Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levado pelos seus amigos. apatia.Material: Alguns lenços. mas possuirá a luz da vida". Como Fazer: 1. todos partilham o sentido da dinâmica. e assim sucessivamente. bastões (pare servir de bengalas) e uma área com obstáculos. por exemplo. Como vocês se sentiram sem poder enxergar? 2. A Bíblia deve estar amarrada com o barbante. Cada pessoa. A MACA Objetivos: Avaliar nossos laços de amizade. Lc 15.) 4. Tiveram medo? Por quê? De quê? 3. capítulo 8. . que circulará sua vela. sendo que um guiará o outro. Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço de um guia? 5. Como Fazer: 1. O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um? 2. Que acham da sorte dos cegos? Como Fazer: 1.27-32. Os homens tem necessidade de guias? Quem são os outros guias? (família. vai ao centro do círculo. Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo. 4. 35-43. os exemplos. etc. junto com uma vela acesa. 2. passa o barbante em volta de sua vela. 2. etc. Material: Uma Bíblia. Refletir: 1. quem me segue não andará nas trevas. versículo 12 a) "Eu sou a luz do mundo. o outro e Deus. enquanto os outros integrantes permanecem como observadores para tomar nota da forma como os cegos se comportam. e no centro do círculo. também acendendo-a. Ao final. de preferência em campo aberto. entrega a ponta do barbante para outra pessoa. Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê? Iluminação Bíblica: O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9. numa mesa. inveja.1-39). e este. Como vocês se sentiram nas mãos dos guias? 2. Quando todos estiverem enlaçados pelo barbante. Refletir: 1. Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê? 3. tentando relacioná-la com o texto bíblico proposto.) 3. educadores. Material: Papel e caneta para cada um. Ao final. Refletir: 1. com uma vela. barbante. velas para todos os integrantes e mais uma para ser colocada no centro do grupo. soberba. É preferível um bastão ou um guia? Por quê? Como Fazer: 1. Em seguida. Além da cegueira física. com os mesmos ou outros cegos é substituído o bastão por um guia dentre os integrantes observadores que conduzirá o cego por onde quiser. 2.

que não me abandonariam nos momentos difíceis. pelo que sou? 8. No trecho do evangelho observamos alguma coisas como? a) lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário. Refletir: 1. se erro. Tenho quatro confidentes. Material: Papel e caneta . Refletir: 1. que meu trabalho. Sou incondicional de quatro pessoas? 9. carregar o peso da responsabilidade. c) Diante da cabeça : 3 idéias das quais não abre mão. pois não me amam pelo que faço.1-8). Posso contar com quatro amigos verdadeiros. Anotar na figura: a) Diante dos olhos : as coisas que viu e mais o impressionaram. fracassos e tentações? 6. atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida. aos quais posso compartilhar minhas lutas. que me animam quando desanimo? 5. Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque? 2. êxitos. Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que? 4. cada um deve escrever o nome de um amigo que nos levaria a Jesus. Material: Papel e caneta para cada participante. recorreriam a mim? 11. Assim coordenador distribui a folha e caneta para todos. Este exercício é uma ajuda? Em que sentido? 3. JUVENTUDE E COMUNICAÇÃO Objetivos: Criar comunicação fraterna e madura. Assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus? 2. Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim. e pede para que cada um desenhe uma maca em sua folha. Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-me sempre? 3. e corrigem. descanso ou planos? 12. Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora? 10. Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importante do que qualquer coisa? 4. Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida? 7. se caio.(Lc 5. onde os amigos carregam o mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo. e) uma vez curado. Depois pede-se para desenhar outra maca e no meio dela colocar o nome de quatro amigos que levaríamos para Jesus. conduzindo o enfermo para que seja curado por ele. Distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher. f) Diante dos pés : piores enroscadas em que se meteu. 32-37 GRUPO DE OBSERVAÇÃO/AÇÃO Objetivos: Observar atentamente o comportamento do grupo de um participante para posteriores observações. 2. Na ponta de cada braço. d) deixar-se servir pelos irmãos. 4. Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que? Iluminação bíblica : Marcos 7. Como Fazer: 1. b) o ambiente de amor.1-12. e) Diante das mãos : ações inesquecíveis que realizou. 3. Mt 9. c) os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus. Tenho quatro pessoas que me levantam.17-26: Mc 2. Há quatro pessoas que. d) Diante do coração : 3 grandes amores. 2. b) Diante da boca : 3 expressões (palavras. mas. em dificuldades econômicas.

sempre concordando com tudo que é proposto sem colocar em prática na maioria das vezes. DRAMATIZAÇÃO Objetivos: Demonstrar o comportamento grupal dos membros participantes. Após o tempo que se achar necessário volta-se o grupo normal e se discute o que foi observado e vivido. E por último entra o coordenador democrático que seria um coordenador perfeito que sabe ouvir as pessoas e "força" o trabalho em grupo.Como Fazer: 1. podendo haver a discussão. realizar um feedback de um participante com objetivo de melhor compreendê-lo. O ENCONTRO ENTRE DOIS GRUPOS Objetivos: Melhorar as relações entre dois grupos e explorar a interação de grupos. e nisso seguirá a discussão. . EXPLOSÃO DO COORDENADOR Objetivos: Criar impacto nos participantes do grupo através de uma dramatização exagerada. numa das folhas de cartolina: a) Como o nosso grupo vê o outro grupo? b) Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo outro grupo? 3. se existe alguém que monopoliza. quem não participa. 2. em seu estado natural deverá explicar que era uma dramatização para ver as reações dos indivíduos do grupo. forma-se outro grupo para exemplificar o coordenador paternalista que assume todas as responsabilidades que o grupo pode ter. enquanto o de observação analisa o outro grupo anotando fatos como quem participa. sobre as reações das pessoas com reação a explosão do coordenador. o ditador. Após 1 hora reuni-se todo o grupo e o(s) representante(s) de cada subgrupo deverá expor a conclusão do subgrupo. Após esse comentário todos estarão desconcertados e terão reações diferentes principalmente reprovando a atitude do coordenador. O grupo de ação simula um grupo de jovens que pode debater qualquer tema. Como Fazer: 1. OBS. Escolhe-se qualquer tema que não será o principal da reunião e a uma certa altura do debate o coordenador pára e diz: a) "Vocês não estão se interessando suficientemente. 2. Estou até doente e cansado em ver esse comportamento. esse desinteresse caso não tomem maior seriedade. Como Fazer: I. a fim de sentir melhor as reações dos indivíduos. Como Fazer: 1. O coordenador divide o grupo em um grupo de ação e outro de observação. 3. 4. Tamanho: Dois grupos com não mais de 15 pessoas. Exemplo: exemplos de coordenação: a) Forma-se um grupo para demonstrar o primeiro tipo de coordenador. b) Após o ditador. assumindo ou não responsabilidades dentro do grupo. utilizando sempre o mesmo tema. se alguém se demonstra tímido e não consegue se expressar .: Indicado para grupos que já tenham uma certa maturidade. agora mesmo. Cada um deverá responder. c) Após forma-se outro grupo demonstrando o coordenador que não assume a responsabilidade do grupo. Material: Folhas grandes de cartolina. O coordenador forma dois subgrupos. O grupo de ação permanece sentado em um círculo interno e o de observação em um círculo externo 3. 2. 4. Após o primeiro impacto o coordenador. O coordenador apresenta o assunto da discussão. Novamente os subgrupos se reúnem para preparar uma resposta ao outro subgrupo e após meia hora forma-se o grupo grande de novo e serão apresentadas as defesas. interrompo. este debate!". este deve sempre mandar no grupo.

3. ou então vários temas mas com uma introdução para auxiliar as pessoas. que será comunicada ao grupo no final do exercício. um a um lerá em voz alta a qualidade que consta na papeleta. síntese. no sentido de conseguir uma unanimidade em relação a definições que caracterizam o líder democrático. II. EXERCÍCIO DA QUALIDADE Objetivos: Conscientizar os membros do grupo para observar as boas qualidades nas outras pessoas. nos próximos dez a quinze minutos. VII. no entender do leitor. Como Fazer: A AULINHA é dada quando o grupo tem dificuldade de expressão. tais como: a) O coordenador em vez de dar a cada participante um título de tema para dissertar em público. clareza e de avaliação. b) Ou ainda pode-se utilizar uma folha em branco para que cada participante possa lançar nela no mínimo dois assuntos da atualidade. notícias recentes de jornais. Cada participante tentará agir exatamente como o seu colega da direita. possibilitar os participantes a uma tarefa grupal. 2. é inibido e prolixo. Ao término do exercício. deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza. despertar as pessoas para qualidades até então ignoradas por elas mesmas.II. poderá utilizar somente um tema. embaralhada e redistribuída. Material: Lápis e papel. O coordenador inicia dizendo que na vida as pessoas observam não as qualidades mas sim os defeitos dos outros. III. Cada qual deverá escrever nela a qualidade que no seu entender caracteriza seu colega da direita. IV. que cada participante possa dar sua AULINHA. . sem nenhuma identificação. I. A AULINHA permite diversas variações. deixando liberdade para que cada participante faça a escolha do colega a ser imitado. sobre o qual deverá expor suas idéias. QUALIDADE DO LÍDER DEMOCRÁTICO Objetivos: Conscientizar os membros do grupo sobre as qualidades que são básicas de um líder democrático. Nesse instante cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade do colega. Entrega a cada participante o tema. procurando entre os membros do grupo a pessoa que. cada um procure identificar-se com o colega da direita. V. esforçando-se por imitálo na discussão. 2. Ao caracterizar a pessoa. é caracterizada com esta qualidade. Feita a redistribuição começando pela direita do coordenador. imitando seu comportamento no grupo. Para isso o coordenador: 1. durante dois ou três minutos. Após decorridos dez minutos. 3. IV. III. O membro participante anterior ou posterior dará uma nota ou conceito ao expositor. o animador pede aos participantes depoimento sobre o mesmo. Como Fazer: 1. AULINHA Objetivos: Desenvolver nos participantes a capacidade de improvisação. VI. O coordenador distribuirá uma papeleta para todos os participantes. no final cada qual dirá em público a qualidade que escreveu para a pessoa da direita. nem vir assinada. ou até mesmo um texto para ser lido. Para isso não deve constar nem o nome da pessoa da direita. A papeleta deverá ser completamente anônima. porém. V. Só poderá escolher uma pessoa entre os participantes. É da máxima importância que cada qual consiga identificar-se com seu colega. Material: O mesmo número de temas para o de participantes do grupo. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada mais de uma vez como portadora de qualidades. cabendo aos outros reconhecê-lo. A seguir recolherá os assuntos. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeleta para ser recolhida. O mesmo exercício poderá ser feito. escolhendo um dos artigos constantes na papeleta. o coordenador orienta os participantes para que.

Procura que o grupo funcione harmoniosamente. Interessar-se pelo bem do grupo. Como Fazer: I. 13. os . 6. sabe agir de tal forma que cada um se sente importante e necessário no grupo. depois mudando o subgrupo demonstra o líder paternalista. O líder eleito não tomará parte. 16. sem recorrer sempre à ajuda dos outros. sem dominação. sem perder a tranqüilidade. por exemplo. 3. com novos voluntário demonstra o líder anárquico e por último demonstra um líder democrático. O critério poderá incluir. Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado por ele. Corajoso 16. Diz o que pensa. Acolhedor 03. Juízo maduro 07. 15. não permitindo abandono do dever. pedir ao grupo para defini-los e nomea-los um a um. Sabe conversar com todos. primeiro um líder autoritário. Catalisador 08. Material: Moedas ou cédulas que serão coletadas entre os membros do grupo. 14. Toma a sério o que deve ser feito. Busca a verdade com o grupo. O coordenador pede que o grupo faça a eleição de um líder que deverá coletar a importância de R$ 2. Confiança nos outros 11. Sabe prever. b) Formando subgrupos demonstrará com ênfase. 12. 8. Disponível 05. Eficaz 13. 11. e discute-se sobre cada um. sombra e fracassos. Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal. 7. O coordenador solicita a ajuda do grupo no sentido de sugerir os múltiplos critério para a redistribuição do dinheiro. Otimista 09. Dá apoio 12. Dá oportunidade para que os outros se promovam e se realizem. Acredita na possibilidade de que o grupo saiba encontrar por si mesmo as soluções. na base de um múltiplo critério. Não foge e nem descarrega o risco nos outros. Sociável 14. 4. evita a improvisação. explicando depois um a um. Qualidades: 01. Como Fazer: a) O coordenador inicia falando sobre os quatro tipos de líderes. mas poderá passar de grupo em grupo para observar. 2. d) Após a nomenclatura distribui-se as qualidades do líder democrático. Definições: 1. 10. Querendo. Obtém resultados. Distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro. Faz agir. Todos podem confiar nele em qualquer emergência. A seguir explicará que o dinheiro será redistribuído pelo líder. Pensa até nos menores detalhes. 9. Seguro 02. 5. e não passa por cima do grupo. É agradável. Pessoalmente. Enfrenta as dificuldades. Suas ações correspondem com suas palavras. Sincero 15. Não usa o grupo para interesses pessoais. Mantém calmo nos debates.00 de cada membro do grupo. Ao contrário. Jamais desanima diante da opinião daqueles que só vêem perigo. Sempre pronto para atender. para cada membro. Cuida de sua aparência pessoal. Desinteressado 04. Democrático AS DIMENSÕES DA LIDERANÇA Objetivos: Focalizar as responsabilidades e os problemas da liderança. Firme e suave 06. c) Após apresentar sem informar qual tipo de líder é. Facilita a interação do grupo. Sabe o que fazer.Material: Caneta. entre o profundo e o superficial. proporciona todas as condições para que o grupo funcione bem. poderá formar subgrupos. uma cópia da relação de definições e das qualidades. procurando enfatizar as características de cada um. entre o importante e o acessório. Previsor 10. II.

todos. o coordenador poderá fazer algumas observações referentes ao exercício. 2. Nessa ocasião. prossegue-se o exercício. c) A seguir. ao comportamento dos indivíduos na sua colocação. baseado ou não num dos critérios apontados. Material: Caneta e papel em branco. os mesmos farão simultaneamente o exercício. Feitas as sugestões. Tal votação inversa dará o ensejo para que os participantes possam experimentar novas sensações que envolvem o exercício. para ser apreciado por todos. até que todos estejam satisfeitos em relação a colocação na fileira. seguem-se os depoimentos a respeito. explicando o critério que irá adotar. no momento. devendo a ordem corresponder a influência que cada um exerce sobre o grupo. o coordenador colocará a ordem numa folha de cartolina. d) Recomeça-se o exercício tantas vezes quanto forem necessárias. os que mais influenciarem na escolha do líder e outros. explicando que na votação deverão dar um voto para aquele que será o líder. e) Finalizando o exercício. um a um irão ler em público o conteúdo das papeletas. IV. d) A seguir. e doze votos para o último colocado. a pedido do coordenador. processa-se a redistribuição. exceto o de redistribuir o dinheiro. quando há bloqueios. b) O grupo ou os subgrupos podem debater entre si a ordem da escolha fazendo anotações escritas. para maior presença consciente. visa conscientizar o grupo acerca daquilo que se passa com os indivíduos participantes. Todos deverão executar a tarefa em silêncio. e após embaralhá-las. Como Fazer: 1. III. Como Fazer: 1. de participação. PARE Objetivos: Através de um teste surpresa. Material: 3 folhas de papel. a pedido do coordenador.indivíduos mais votados. A técnica do "PARE" usa-se quando se nota pouco integração grupal. até o desempate. 2. distribui-se uma papeleta em branco para cada membro participante e. dando a cada um a mesma importância. Todo critério é válido. bem como a colocação dos membros na fileira. Primeira fase: a) O animador pede que os membros participantes se organizem em fileira por ordem de influência que cada membro exerce sobre o grupo. b) Terminada a tarefa. caberá ao líder eleito fazer sua decisão. de acordo com a influência que cada um exerce sobre o grupo. folhas de cartolina. recolhem-se as papeletas dobradas. b) O preenchimento de papeleta será feito anonimamente. O exercício processa-se assim: a) A um dado momento. para descobrir a evolução do grupo. de fazer. c) Uma vez preenchidas. medir o grau de interesse. onde se processará a discussão do exercício. ENFILEIRAR DE ACORDO COM A INFLUÊNCIA Objetivos: Conscientizar os integrantes sobre o grau de influência que exercem sobre o grupo. a motivação dos participantes. todos deverão escrever em poucas palavras o que gostariam de ouvir. lápis ou caneta para cada participante. . O líder processará a redistribuição do dinheiro. de falar ao grupo. UM TRABALHO EM EQUIPE Objetivos: Demonstrar a eficiência de um trabalho de equipe. interrompe-se tudo. tendo para isso dez minutos. Segunda fase: a) O animador pede que os participantes elejam um líder imparcial. a preocupação atual. Caso ocorra empate. o grupo irá para o círculo. Caso tiver vários subgrupos. durante a sessão. d) Segue-se uma discussão grupal em torno do impacto do exercício. seguindo-se um debate em torno do exercício realizado. c) Processa-se a votação.

A casa verde é vizinha da casa direita. 801. 3. Terminado o exercício. O brasileiro é vizinho da casa azul. o problema da avenida complicada. A avenida complicada A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que possa resolver. O peruano e o argentino são vizinhos. Na casa verde bebe-se whisky. ao proprietário. pela bebida diferente e pelo animal doméstico diferente. 2. Cada subgrupo escolherá um secretário que anotará tudo. 807 e 809. a bebida e ao animal doméstico. 6. A vaca é vizinha da casa onde se bebe coca-cola. Formados os subgrupos. O chevrolet pertence a casa de cor rosa. tanto melhor. com a máxima brevidade possível. Material: Papel. a condução. O coordenador poderá formar um plenário com a participação de todos os membros dos subgrupos para comentários e depoimentos. Todos os subgrupos procurarão resolver o problema da avenida complicada. caneta. As informações que permitirão a solução da avenida complicada são: As cinco casas estão localizadas sobre a mesma avenida e no mesmo lado. acerca do que for dito. 2ª fase: b) Terminado. cinza. Os coelhos estão a mesma distância do cadilac e da cerveja. Inicia-se a avaliação das idéias e a escolha das melhores. A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que resolva com máxima rapidez o problema da avenida complicada. processar os resultados de uma sessão de tempestade mental. O peruano tem um carro mercedes-benz. O coordenador formará subgrupos de 5 a 7 pessoas.Material: Uma cópia para cada membro da avenida complicada. 2. Por exemplo: um navio naufragou. o coordenador dirá as regras do exercício: não haverá crítica durante todo exercício. O chileno bebe coca-cola. 803. O proprietário do carro chevrolet é vizinho do dono do cavalo. . o coordenador avisa que terminou o tempo e que a crítica é proibida. Cada casa caracteriza-se pela cor diferente. 7. Será vencedor da tarefa o subgrupo que apresentar primeiro a solução do problema. caneta. O proprietário do carro ford bebe cerveja. com a ajuda de toda a equipe. 5. 805. deseja-se o maior número de idéias. entregando a cada participante uma cópia da avenida complicada. Como Fazer: 1. evitando-se críticas e avaliações. O proprietário do volkswagem cria coelhos. O proprietário da vaca é vizinho do dono do cadilac. O coordenador forma subgrupos de aproximadamente seis pessoas. pela condução que é de marca diferente. O argentino possui um cachorro. O mexicano mora na casa vermelha. Como poderá salvar-se: o grupo terá 15 minutos para dar idéias. e um dos sobrevivente nadou até alcançar uma ilha deserta. Como Fazer: O coordenador inicia dando um exemplo prático: 1. 1ª fase: a) O coordenador apresenta o problema a ser resolvido. Sobre a avenida complicada encontram-se cinco casas numeradas. da esquerda para a direita. cartolina. quanto mais extremada a idéia. O gato não bebe café e não mora na casa azul. Bebe-se pepsi-cola na 3ª casa. pelo proprietário que é de nacionalidade diferente. A TEMPESTADE MENTAL Objetivos: Gerar grande número de idéias ou soluções acerca de um problema. cada subgrupo fará uma avaliação acerca da participação dos membros da equipe na tarefa grupal. 4. Obedecendo as informações constantes da cópia a solução final deverá apresentar cada uma das cinco casas caracterizadas quanto a cor. até o momento oportuno.

Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisão imediata. que acaba de sair do manicômio. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. 7. Como Fazer: 1. d) Após terem refletido sobre o tema serão formadas novas equipes. e) Os que tiverem a letra "a" formarão uma nova equipe. 6. Uma prostituta. escolhendo as seis pessoas de sua preferência. com 34 anos de idade. provocar um exercício de consenso. principalmente quando os valores e conceitos morais estão em jogo. com a idade de setenta e cinco anos. Um advogado. e procura-se formar uma pirâmide cuja base serão as idéias mais válidas. Para realizar a decisão grupal. para que cada subgrupo possa relatar o resultado da decisão grupal. com 21 anos de idade. Um débil mental. subgrupos de 5 pessoas. c. PAINEL INTEGRADO Objetivos: Trabalhar no "grupão" em equipes de forma prática. Forma-se novamente o grupo maior. 5. f) Agora todos partilharão o que foi debatido nas equipes anteriores.3ª fase: c) No caso de haver mais subgrupos. Dividir o grupão em equipes da seguinte forma: a) Num grupo com 16 pessoas. Faça sua escolha. 9. a seguir. que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma.I. com 25 anos de idade. 3. com 32 anos de idade. O mesmo acontecerá com os que tiverem a letra b. Abrigo subterrâneo Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. a fim de demonstrar sua dificuldade. A mulher do advogado. c..Um físico. Uma menina com 12 anos e baixo Q. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo. ANÁLISE DE MÚSICAS Objetivo: Varia de acordo com a música a ser analisada. Processa-se a leitura das melhores idéias. procurando-se alcançar um consenso. com 47 anos de idade. b. 4. 5. o animador pede que seja organizada uma lista única das melhores idéias. com 40 anos de idade. para que façam uma decisão individual. A seguir distribuirá uma cópia do "abrigo subterrâneo" a todos os participantes. 1. 8. 10. Um declamador fanático. com 20 anos de idade. Há doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. poderá dividir em 4 equipes de 4 pessoas. Um homossexual. A DIFICULDADE DE UM CONSENSO Objetivos: Esclarecer valores e conceitos morais. . g) No final da dinâmica todos os participantes deverão ter tomado conhecimento de todas as reflexões feitas. desenvolvendo a comunicação e reflexão dispensando o plenário e a centralização do encontro numa só pessoa. que sofre de ataques epilépticos. destacando seis somente. Um ateu. Um violinista. Organizar. 11. b) Cada participante da equipe receberá uma letra: a. Como Fazer: O coordenador explica os objetivos do exercício. ou fora dele. com 28 anos de idade. Um sacerdote. Uma universitária que fez voto de castidade. com 24 anos de idade. Segue-se um debate sobre a experiência vivida. narcótico viciado. d. autor de vários assassinatos. 2. 4ª fase: d) Forma-se o plenário. d c) As equipes receberão o tema a ser debatido e perguntas propostas.

3. as etiquetas são coladas na testa de cada participante.Escrever em cada etiqueta um rótulo que a sociedade pode colocar nas pessoas. a pessoa sair do lugar sem ver se outra pessoa possui a mesma característica. Amar só por amar.A pessoa que aplica a dinâmica deve escolher previamente duas ou três músicas para serem analisadas. 5.Pede-se então que os participantes conversem entre si tratando o outro como se ele fosse o que está escrito em sua testa (pode-se dividir em subgrupos). determinado pelo coordenador da dinâmica. CD ou fita com as músicas a serem analisadas e letras das mesmas.Proceder dessa forma até cansar!!! Observações: a) Logicamente não é permitido falar "porque está de blusa verde!" se a pessoa estiver de blusa azul! b) Se o "motivo" escolhido só estiver presente em uma pessoa (Ex: só existir na roda uma pessoa de blusa verde).: Nerd 2.Após um tempo.Material: Aparelho de som.Então.Quando todos já estiverem com suas folhas.Atenção: É muito importante a escolha das músicas. de forma que outro participante fique sobrando em pé. Como Fazer: 1.A pessoa que estava em pé. 4. Os outros permanecem sentados. se na afobação. Sugestão: 1. logo devem dizer algo interessante.O participante escolhido pergunta: "Por que?" 4. por exemplo: "Porque você está de blusa verde!" 5. não é necessário que a pessoa saia do lugar. sem motivo aparente. Conclusão: Jesus não procura motivo para nos amar. etc. Material: Etiquetas para todos os participantes. 4.São distribuídas as folhas com as letras aos participantes.Faz-se uma roda com todos os participantes sentados exceto um. Material: Espaço e cadeiras para fazer uma roda. sugerimos que o coordenador da dinâmica fique em pé no meio do círculo. Ex. 2. Para Debater: => Qual frase mais chamou sua atenção? Porquê? => Qual é a ligação dessa música com a nossa vida? Com o nosso Grupo? => Com a nossa Família. 2.? JESUS TE AMA ! Objetivo: Amor a Jesus e ao próximo. 3. e como se sentiu sendo tratado assim.A seguir.Esta pessoa deverá escolher uma pessoa na roda e dizer à ela: "Jesus te ama!" 3.Deverá então escolher algo bem comum na roda. sentar-se em círculo e pedir que cada um diga se descobriu o que está escrito na própria testa. então o que está de pé pode tentar tomar seu lugar. Escola. 2. deve tentar sentar em algum lugar durante a troca.Então o que está de pé diz. assim devemos ser com nossos irmãos. todos os participantes que estão de blusa verde. o Coordenador coloca a música pra tocar orientando a todos que acompanhem a letra. trocam de lugar entre si. mas veja o que está escrito nas etiquetas dos outros. Assim já começa com quase todas as pessoas trocando de lugar! RÓTULOS Objetivo: Como devo tratar o próximo. amar sem pedir nada em troca. Como Fazer: 1. por exemplo. 6. Sociedade. provavelmente muita gente estará de tênis. b) Repetir esse processo para cada música escolhida. 7. Trabalho. . de modo que ele não veja o que está escrito na sua etiqueta. Lembre-se que as letras serão analisadas.Ao final da música: a) Cada um diz qual a mensagem que aquela música trouxe. Como Fazer: 1.Na primeira rodada. mas. que ficará de pé no meio da roda.

com recortes. se for preciso. sim. tesoura. 12. Serve para comunicar o resultado da reflexão de um grupo sobre o tema. que todas as pessoas de um grupo se expressem e trabalhem juntas.Conclusão: a) Por que julgamos as pessoas por um rótulo que outros lhe põe? b) Por que discriminamos as pessoas pelo que achamos que são? Sugestões: 1. TESTE DOS TRÊS MINUTOS Objetivo: Refletir sobre como o desejo de competir e se sobressair leva às vezes a uma ação precipitada. abaixe o braço e prossiga. escreva sim . etc. No verso desta página. 8. Desenhe cinco pequenos quadrados no canto superior esquerdo do papel. pincel atômico. Ponha sua assinatura sobre o título dessa página. 14. 1 0. Buscam fotos. Teste dos três minutos 1. c) Os três primeiros que terminarem receberão um prêmio. jornal. 6. ou outros. 2. Como Fazer: 1.As diferentes colagens são apresentadas em plenária e discute-se o que cada colagem quis dizer.Surdo. Faça um círculo em volta do número do tem 7. . letras de jornais e revistas ou outros para expressar o que discutiram. etc). Ponha seu nome no canto superior direito da folha.Drogado 2. 2. será multado.Mauricinho / Patricinha 8.Tristonho 9. 11. Sublinhe todos os números pares desta página. Faça três buraquinhos no topo deste papel com o seu lápis ou caneta.Louco 11. Ponha um "x' dentro de cada quadrado. Logo em seguida ao título.O coordenador da dinâmica explica em que consiste a colagem: é um cartaz feito por diversas pessoas. Faça um círculo em volta de cada quadrado. 16.As pessoas que fizeram a colagem podem complementar as interpretações. 5. tesoura. jornais. fotos.Roqueiro 3. 9. Faça um círculo em volta da palavra nome' do tem 2. modelo abaixo) para cada participante.Crianção 4. multiplique 13 por 12. sim. usando instrumentos simples e material disponível (revistas. etc COLAGEM Objetivo: Comunicar uma mensagem de maneira criativa. cola. Material: Cópias do teste e lápis ou caneta para todos os participantes. 7. dê um tapinha nas costas do colega ao lado. ajudar um grupo a resumir as idéias mais importantes de uma discussão. Se você chegou neste ponto do teste. Material: Cartolina.Alcoólatra 6. Colam tudo numa cartolina.O grupo de 5 a 8 pessoas discutem o tema. para comunicar o que pensam estas pessoas sobre o determinado tema (o coordenador pode relembrar o tema que está sendo discutido). 4. Desenho um triângulo em volta do "X" que você acabou de desenhar. Leia atentamente todos os tens antes de fazer qualquer coisa. 4. 3.Presidiário 5. Se você acha que conseguiu fazer tudo certo até aqui. Como Fazer: a) Entrega-se uma cópia do teste (conf. recortes.Mendigo 7. Ponha um "X" no canto inferior esquerdo da página.Chato 10. levante o braço. 3. 15. d) Quem falar. 13. conte até 3 mentalmente. b) O teste deve ser feito com muita rapidez.

10.Ir visitar parentes . 7. Atmosfera de desconfiança mútua. Tristeza habitual. diga alto para todos ouvirem: "Estou na frente! Vocês precisam trabalhar mais rápido!' 19. 20. evasão. incompreensão. clima de mau humor. 5. 4. Estabeleça o que é mais importante: . marcando com um "X" as que considera mais constantes em sua comunidade.solidariedade. Com valores explícitos e não subtendidos. o que é mais importante para todos). Individualismo. Agora que você terminou de ler todos os tens cuidadosamente. Momento Grupal: Durante uma hora e meia os membros do grupo compartilham suas respostas e se pode tomar algum ponto que mais tenha sido ressaltado para aprofundar.17. 11 .Almoçar em família . eu. Como Fazer: a) Entrega-se uma lista de situações a cada participante. desinteresse ou menosprezo mútuos. faz-se urna avaliação. Se você é o primeiro que chegou até aqui. Falta diálogo. Ex. O mais importante não são os desabafos pessoais mas que se consiga encontrar um rumo para o grupo: => O que está se passando com o nosso grupo? => Quais são as causas disso? => Quais estão sendo as conseqüências? => Que podemos lazer para solucionar estes problemas? ESCALA DE VALORES Objetivo: Colocar o adolescente em contato com seus próprios valores. egoísmo. (valor subtendido . DIÁLOGO E SITUAÇÕES COMUNITÁRIAS Objetivo: Avaliar uma comunidade que não está formada apenas para um curso mas que já tem uma convivência maior há mais tempo. mesmo tendo que adiar o encontro com o namorado. Como Fazer: 1) Escrever no papel manilha ou no quadro negro. 18. em particular.Para ir a uma festa Carlos não hesitou em gastar as economias que tinha para comprar uma calça nova. Paternalismo ou materialismo exagerado.Sair com o(a) namorado(a) . cada um. Muito eu. irônicas e silêncios incômodos. Com sua caneta ou lápis. Frieza. 1. rivalidades. que deve estudá-las e tomar a sua decisão.Cuidar da irmã caçula (ou irmão) . Momento Pessoal: Durante 20 minutos. canetas ou lápis. Preconceitos e mal-entendidos. Discussões sem sentido. 12. dê três batidas fortes na mesa. aborrecimento. Linguagens diferentes. 9. caneta hidrográfica ou giz. Sente-se vítima: os outros estão contra mim. Todos preocupados em terem cada vez mais e não em serem cada vez mais. 6. 2. Conversas superficiais.Stefane ofereceu-se para cuidar da irmã caçula para sua mãe ir ao supermercado. Sentimentos de solidão. levando-o a refletir sobre o que ele considera mais importante em sua vida. com letras grandes (de maneira que todos possam ler) algumas frases que expressem uma atitude diante da vida ou um valor. 3. (valor subtendido . Podem ser frases mais diretas e objetivas.: . papel-ofício. Ter medo ou sentir medo dos outros. agressividade mútua.Ir a uma festa . ninguém escuta ninguém.a importância do Ter) . e) Quando todos tiverem respondido o teste. e meu e pouco nós e nosso. Faça um quadrado em volta do número do item anterior. Irias. 8. Material: Quadro negro. analisa e marca com uma cruz as situações que devem ser avaliadas ou comunicadas aos demais. Faça somente o que está no tem 2 Esqueça as outras instruções.

na vida. e) O facilitador tem que ter segurança da sua capacidade de interferência no grupo caso haja uma tendência de conflito entre os participantes (se sentirem pessoas vazias. superficiais etc. Comentário: a) É uma oportunidade para os adolescentes se perceberem enquanto uma pessoa em mudança. 10) Depois todos devem voltar para o grupão onde o facilitador coordenará a discussão definindo: . em pequenos grupos. d) É importante que seja aplicada em um grupo que já tenha alguma convivência entre si e com o facilitador.Fazer o trabalho de escola 2) Distribua as folhas de papel-ofício entre os participantes e peça que eles a dobrem ao meio. com questionamentos sobre os valores que tinham em sua infância. por causa dos valores que descobrem ter). os direitos e os temores). para mim as coisas mais importantes eram. 3) Geralmente se observa que as situações mais constrangedoras e apresentadas pela maioria dos grupos se referem à comunicação com os "superiores". c) É importante que nestes casos o facilitador. pedindo que aguarde sentado. há decisões tomadas por elas. antes de candidatar-se ao mesmo..Ir ao ponto de encontro dos amigos . antes de ser atendido pelo chefe. em segundo etc. medo ou outras dificuldades.Ter o CD mais recente do grupo do momento . há relações que se estabelecem entre elas. Uma sala com cadeiras. em ordem de importância as atitudes que fazem parte da sua maneira de agir no cotidiano. 9) Todos os participantes devem discutir. OS CORPOS REVELAM UMA POSIÇÃO SOCIAL Objetivo: Sentir que atrás de nosso corpo há a instituição (os organismos. o facilitador pede que. os valores da infância refletem o comportamento que os pais esperavam deles. 6) Após todos terem terminado. suficientemente ampla para acomodar todas as pessoas participantes. Ou ainda. b) É possível que se encontre uma verdadeira inversão de valores entre a infância e o momento atual.). o animador escolhe para o exercício uma secretária e dois protagonistas e propõe a dramatização do seguinte fato: Uma determinada pessoa foi procurar o chefe de pessoal de uma empresa para informar-se acerca de um emprego. O pretendente bate à porta.Estudar para uma prova .. que escrevam do lado direito da folha. estabelecendo a comparação com a dos colegas. Quase todas as pessoas passaram por tais situações. o participante escreva: quando eu era criança. 4) Em seguida. estabelecendo a diferença entre a escala de valores que tem hoje e a que tinha quando era criança. sentir que atrás da instituição há outras instituições. . do lado esquerdo da folha. um a um lêem suas anotações. convidando-o a entrar. . Ao atender..A escala de valores de quando eram crianças. procura no bolso um bilhete no qual anotara o seu pedido. situações em que as palavras não saíram facilmente. Nisso aparece a secretária. saúda-o. e não com iguais ou com "inferiores". A secretária atende. entra na sala do chefe para anunciá-lo. pelo acanhamento.Sair com amigos .A escala de valores do grupo (através da verificação de quais valores aparecem mais em primeiro lugar. 5) Assim o participante deverá colocar em primeiro lugar o que para ele é o valor mais importante de todos e assim sucessivamente.. sua ordenação de valores. sentir que atrás das instituições há pessoas. apressado e nervoso. e situações da primeira infância que se reproduzem. 8) Em seguida o facilitador pede aos participantes que discutam com seus colegas mais próximos sua lista de valores atuais (lado direito da folha). . . 7) Depois peça que ele leia as frases comparando. todos. Enquanto espera. geralmente. Como Fazer: 1) O animador começa propondo ao grupo que cada qual se imagine em "situações passadas da vida em que não se sentiram à vontade nas comunicações com outras pessoas". os ritos. o que não permitiu fosse lido o bilhete. 3) Peça que leiam com atenção as frases escritas pelo facilitador. Material: Lápis ou caneta e folhas em branco. uma vez que. de maneira que eles terão um lado direito e outro esquerdo. aponte a necessidade que o adolescente tem de contestação. sem criticar. até que tenha escolhido pelo menos cinco valores. sua busca permanente de auto-afirmação e diferenciação da família ou dos pais.Que tipo de sociedade e vida em grupos os valores apresentados tendem a construir.A diferença entre uma escala e outra. 4) Diante dessa situação. 2) Após uns seis ou sete minutos.

O coordenador anuncia a chegada à ilha. 3) Destinar o envelope a si próprio (nome e endereço completo para remessa). sensibilização. Após alguns minutos.O chefe pede para entrar. virá um helicóptero para resgatar o grupo. após 45 dias aproximadamente. percepção de si. começa a falar. e segue a verbalização acerca da experiência vivida. memorização dos nomes e integração grupal. o que espera do grupo. "Bom dia". diz ele. dizendo ter lido um anúncio de que a empresa estava precisando contratar mais funcionários e que. fazendo o seu papel. papel e caneta. Todos podem passear por ela. que até agora permanecia calado. firme. e este ocupa a posição do candidato. à vontade (todos passeiam pela sala e cumprimentam o companheiro). abordar: como se sente no momento. de escritório. desejava obter algumas informações a respeito do trabalho. remete ao integrante (via correio). Roberto Risonho. 4) O facilitador recolhe os envelopes endereçados. cada observador lerá suas anotações. parecendo neutro. Pára e inverte os papéis. Como Fazer: 1. O candidato toma uma posição reta. sentando-se corretamente. Ele se senta na beirada da cadeira. Como Fazer: 1. 8) A seguir. preocupado com seu trabalho. Sua cabeça está apoiada nas mãos. acanhado. continuando sempre sentado na beirada da cadeira. 4. Material: Envelope. Olha para o chefe. Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. auto-motivação. DINÂMICA DE APRESENTAÇÃO Objetivo: Conhecimentos mútuos. meio encurvado. Como Fazer: 1) Individualmente. Faz-se um círculo com os participantes da reunião. 6) É importante observar como o comportamento das pessoas muda radicalmente. O coordenador anuncia a todos que houve um maremoto e a ilha vai se inundada. cada integrante escreve uma carta a si próprio. como se estivesse escrevendo a seu(sua) melhor amigo(a). com um sorriso nos lábios. olhando sempre o chefe por baixo das sobrancelhas. e apresenta-se humilde. absorção teórica. cola-os perante o grupo e. . antes de candidatar-se. Sua fala é fraca. O grupo deverá organizar rapidamente seguindo as orientações. tímida preocupando-se em não dizer demais. 5) Nisso. Eis que o chefe. 5. compromisso consigo próprio. o candidato já não insiste em ter informações. Acanhado. Enquanto o chefe deixa seu ar de autoridade. autoconhecimento. Inicia-se o passeio. que continua sentado à sua mesinha. diz ao candidato: "Fale-me primeiro algo a respeito de sua formação e de sua experiência". a cabeça inclinada levemente para frente. sentando-se no escritório. anuncia a secretária. como espera estar pessoal e profissionalmente daqui a 30 dias. CARTA A SI PRÓPRIO Objetivo: Levantamento de expectativas individuais. O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente. ocupando só um terço da mesma. Imediatamente ele se levanta. 2. Iluminação Bíblica: Ap 2. o animador aplica uma técnica usada em psicodramatização. procurando responder imediatamente à pergunta do chefe.17 e Sl 139 O HELICÓPTERO Objetivo: Apresentação e entrosamento. 2. no lugar ocupado pelo chefe. Porém ele não comporta todos de uma vez. reflexão. A esta altura. 2) Dentre os assuntos. o chefe manda-o sentar. 6. O coordenador convida a todos a fazerem um passeio de barco a remo. e espera mais um pouco. e. 7) O animador pede aos observadores do grupo que façam uma lista das anotações de tudo o que constataram e a mensagem que os dois protagonistas deixaram na dramatização. E o exercício continua. entra. 7. O candidato se torna o chefe do pessoal. falando com voz sumida. Por isso.

mora. Acabou o combustível. Cada participante pega uma meia folha de jornal.O que o grupo observou? Poderia ter sido diferente? .Grupo de três pessoas: Agora converse com alguém que você não conhece e com quem não tenha conversado ainda.a) O helicóptero chegou. 34-35 e Sl 133 CAMISETAS Objetivo: Conhecimento mútuo e levantamento da realidade. folhas de jornal e tesoura.Isso tem alguma coisa com o nosso dia a dia? O que acharam da dinâmica? . perceber o nosso individualismo e descobrir soluções em conjunto com outras pessoas. se gosta ou não do trabalho.Como se sentiram? . que trabalho faz. 3. pincéis ou canetas. Por a vara ou cabo da vassoura nos ombros acompanhando os braços e amarrar os braços abertos na vara. A BALA Objetivo: Despertar a importância do outro. b) O helicóptero voltou. Material: Alfinetes ou fita adesiva. Ele levará cinco pessoas. Observação: Dá-se o tempo necessário para os grupos discutirem as questões. Por as balas numa mesa e pedir aos dois para chuparem balas sem dobrar os braços que estão amarrados. Temos que sair de barco. Escreva na camiseta de jornal: o seu nome. Só levará três pessoas e devem ser de comunidades diferentes. Vai levar quatro pessoas. 3. para não dobrar. e) O helicóptero não pode voltar mais. Nome da comunidade ou atua. Elas podem ser como sugeridos abaixo ou pode-se elaborar outras de acordo com a realidade do grupo. 2. Como Fazer: 1. Qual o eu ideal? .Grupo de três pessoas: Como se sente aqui? Porque veio? O que é pastoral para você? E movimento? Como esta organizada a pastoral na sua paróquia? . Nome do grupo e o significado do mesmo. Como Fazer: 1. f) Anuncia que todos foram salvos. Sugestões para as questões: . Onde trabalha.Pode confrontar com a Palavra de Deus? Iluminação Bíblica: At 4.Por que os dois agiram assim? . d) O helicóptero esta aí novamente. 2. e estas devem ser estranhas umas das outras. 32-37 e Sl 15 . Há uma exigência fundamental: levar uma pessoa desconhecida com quem não se conversou ainda. O que faz na comunidade? Estuda? O que? Onde? O que espera do curso e o que gostaria que fosse tratado? . Pede-se dois voluntários para abrir os braços. Iluminação Bíblica: Jo 13. despertar a solidariedade. Desta vez levará quatro pessoas. devido o perigo de afogamento. Mas continua a exigência o grupo deve ser formado por pessoas que ainda não se conhecem. Veio desta vez um menor.Grupo de cinco pessoas: seu nome.Grupo de quatro pessoas: seu nome. Pode dar as seguintes orientações: escreva ou desenhe algo que caracterize sua vida de trabalhador. rasga ou corta as pontas de cima no formato de camiseta. Quem não seguir orientação poderá ser jogado no mar. dois cabos de vassoura ou varas e barbantes. Comentário: .Grupo de quatro pessoas: O que é céu? O que achou desta dinâmica de conhecimento e entrosamento? Porque? . c) Nosso helicóptero deu pane no motor. 4. Material: Algumas balas. Prega-se a camiseta no corpo e circula pela sala para cada um ler o que outro escreveu ou desenhou.

sem que os outros saibam. na comunidade. cola e tesoura. Em seguida. não podendo fazer a sua própria apresentação. foram para seu lugar e ficaram rindo dos colegas em vez de ajuda-los. e se pretende fazer apresentação a dois.. Material: Um galho de árvore seco. canetas hidrocor. O coordenador pode pedir para abrirem os olhos e que não podem conversar até o termino da dinâmica. no grupo de jovens. 2. 5. 3. AS CORES Material: Fita adesiva. 4. E os que não conseguirem terão que pagar uma prenda. para isso se formam pares desconhecidos que durante uns minutos esses pares se entrevistem. Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceção dos que chegaram 1º e não ajudaram os seus irmãos.. em seguida cada um pega um sinal de vida e leva como lembrança e desafio. Tudo isto sem poderem ser comunicarem. Quem estiver sendo apresentado vai verificar se as informações a seu respeito estão corretas conforme foi passada na entrevista. e logo depois as cinco cartolinas de cores diferentes do tamanho de papel ofício.. . diante da árvore seca e verde vão explicando para o grupo o que escreveram e penduraram na árvore. 4. O coordenador deve explicar que eles terão um certo tempo para descobrirem sua cor e se destinar para perto da parede que tenha a sua cor. Pedir para que os participantes formem um circulo e que fechem os olhos. Terão vários olhos e nenhuma boca. 2. 3. Depois. fita adesiva. Como Fazer: 1. Como Fazer: 1. Iluminar com a palavra de Deus e em grupo refletir: Iluminados pela prática de Jesus. e nisso cada pessoal fará apresentação da pessoa que foi entrevistada. Cortadas no tamanho que de para colar na testa de cada um. Iluminação Bíblica: Jo 15. Após todos terem desenhado. 5. Depois cada participante toma um sinal de morte da árvore e faz uma prece de perdão e queima. caneta ou pincel e pedaços de papel. após a entrevista feita pelos pares volta ao grupo. um galho de árvore verde. Em pequenos grupos descobrir os sinais de vida e morte que existem no bairro. em outra folha de papel. APRESENTAÇÃO Como Fazer: O coordenador explica que a dinâmica é feita para o conhecimento de quem é quem no grupo. 1-8 e Sl 1. pedir que tentem montar um boneco ( na certa não vão conseguir pois. Fazer a leitura de João 15. Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano.1-8. na família. na família. Como Fazer: 1.ÁRVORE DA VIDA E ÁRVORE DA MORTE Objetivo: Refletir sobre os sinais de vida e morte no bairro.. 5 cartolinas de cores diferentes cortadas uma de cada cor no tamanho de uma folha de papel ofício. no grupo de jovens. O coordenador deve pregar na testa ou na costa de cada um uma cor. devem ser colados cada um em uma parede da sala. DESENHO Material: Duas folhas de papel para cada participante. Observação: Com certeza algumas pessoas que conseguiram entender 1º a dinâmica. o que fazer para gerar mais sinais de vida e enfrentar as situações de morte de nosso bairro etc. Termina com uma reflexão sobre a validade da dinâmica. ). No intervalo das colocações pode-se cantar algum refrão. 3. pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano (só que dessa vez em grupo). 2.

3. O coordenador distribui um papel para todos. indo em direção à escolhida. O papel deve ser assinado de forma legível. Assim. 4. o coordenador avisa que terminou o tempo e que a crítica é proibida. Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo. Eles devem se organizar. 2. e procura-se formar uma pirâmide cuja base serão as idéias mais válidas. Como Fazer: 1. Em seguida. da pessoa do grupo cujas idéias são mais aceitas. Recolhido os papeis. Terminada a montagem. Quais a dificuldades. bola) de cordão ou lã. cartolina. DIAGRAMA DE INTEGRAÇÃO Material: Lápis ou caneta. ou ainda. 4. papel e cartolina. quanto mais extremada a idéia. O coordenador inicia dando um exemplo prático: 2. Cada subgrupo escolherá um secretário que anotará tudo. acerca do que for dito. devem montar o boneco. 4ª fase: Forma-se o plenário. a fim de que nele se escreva o nome da pessoa mais importante para o sucesso do grupo. cada membro deve refletir e falar sobre como foi montar o boneco. O coordenador forma subgrupos de aproximadamente seis pessoas. 2. KARAOKÊ Objetivo: Aprender o nome de todos. 1ª fase: O coordenador apresenta o problema a ser resolvido. Como Fazer: 1. será feito um diagrama no quadro-negro ou cartolina. e com uma flecha. o coordenador dirá as regras do exercício: não haverá crítica durante todo exercício. o animador pede que seja organizada uma lista única das melhores idéias. e todos devem cantar e dançar assim: "O nome de dele é Exemplo: Jesus". após desenharem. 2ª fase: Terminado. Como Fazer: 1. Como Fazer: 1. O coordenador deve cantar assim: "O meu nome é Exemplo: Jesus". Inicia-se a avaliação das idéias e a escolha das melhores. 4.4. caneta. e um dos sobrevivente nadou até alcançar uma ilha deserta. Processa-se a leitura das melhores idéias. 5. O coordenador deve pedir para os participantes um circulo e logo depôs deve mostra para todos que eles devem cantar e dançar do mesmo modo que o cantor principal. Formados os subgrupos. 3. deseja-se o maior número de idéias. etc. combinando qual parte cada um deve desenhar. 6. a iniciar-se com o nome da pessoa que escolheu. O coordenador toma nas mãos um novelo (rolo. 3. 2. 3. 3ª fase: No caso de haver mais subgrupos. O coordenador deve dar inicio parra incentivar e quebrar a timidez. logo . marcando com um círculo o nome do participante escolhido. Por exemplo: um navio naufragou. Todos devem cantar e dançar em ritmo diferente dos que já cantaram e dançaram. TEMPESTADE MENTAL Material: Papel. Dispor os participantes em círculo. Como poderá salvar-se: o grupo terá 15 minutos para dar idéias. A TEIA DA AMIZADE Material: Um rolo (novelo) de fio ou lã. tanto melhor. Em seguida prende a ponta do mesmo em um dos dedos de sua mão.

e que foi retirada da sala.. deve ser orientada para não ter medo e para se deixar levar durante a brincadeira. 7. de um lado para o outro. 2. brincando realmente de "João Bobo". A PALAVRA . e confiança entre os membros do grupo. Só então. o tema do encontro. ninguém pode ocupar o seu lugar. Nada deve ser explicado até nesse momento. o que faz etc. Enquanto isso explica-se a brincadeira para todos os participantes que ficaram na sala. Um deles somente deve ficar de fora. promove união. As pessoas devem empurrá-la devagar..de preferência um menino) e retira da sala.IMÃ Material: Cartolina ou papel. no final haverá no interior do círculo uma verdadeira teia de fios que os une uns aos outros. . Após fazê-lo. d) Deve-se refletir também sobre a amizade entre o grupo e com Deus. Escolhe-se uma pessoa (ela será o João Bobo . 4. queremos . após enrolar a linha em um dos dedos. coloca-a no centro do círculo e a brincadeira começa! 8. 3.após se apresentar brevemente. 6. Esta pessoa apanha o novelo e. dizendo quem é. Como Fazer: 1. O coordenador deverá escrever no centro de uma cartolina a palavra-chave. 5.O que sentem. 2. Mensagem: Todos somos importantes na imensa teia que é a vida. de onde vem. 8. Forma-se um círculo com todos os participantes. Nesta dinâmica. 5. Certifique-a de que não irá se machucar. traz-se a pessoa já vendada para dentro da sala. 4. todos conversarão sobre o que escreveram. Mensagem: Todas as pessoas possuem no seu interior uma parcela de verdade que necessita vir à tona algum dia. c) Essa dinâmica além de muito divertida. é Deus! Material: Pano para vendar os olhos de um menino. o que faz etc. Assim se dará sucessivamente. JOÃO BOBO Objetivo: a) O objetivo desse dinâmica é atingido quando há empenho de toda a roda para que o amigo que está no centro não caia. joga o novelo para uma das pessoas à sua frente. (Por exemplo: escrever a palavra amor) 3. dizendo que é. o que sentiram. A pessoa escolhida. Como cada um atirou o novelo adiante. pois se há um amigo com quem podemos contar. de onde vem. SOMOS CRIAÇÃO DE DEUS Objetivo: Na adolescência somos facilmente influenciados por nossos amigos. . Dispor os participantes em círculo. 7. até que todos do grupo digam seus dados pessoais e se conheçam. No final da dinâmica. .O que significa a teia. 6. essa segunda pessoa irá se apresentar.O que observaram. pincel atômicos ou canetas.O que aconteceria se um deles soltasse seu fio etc. Pedir para cada participante escrever em torno da palavra-chave aquilo que lhe vier à cabeça sobre a palavra-chave. Comentários: Pedir para as pessoas dizerem: . Como Fazer: 1. irá repetir o que lembra sobre a pessoa que terminou de se apresentar e que lhe atirou o novelo. b) A pessoa vendada deve comentar depois de terminada a dinâmica sobre a confiança que teve que depositar em todo o grupo.

Como Fazer: 1. 3. pedir que ele acrescente uma coisa ao desenho. O grupo avalia a dinâmica. Quando a música pára de tocar. 4. 3. o que fazem professores. cada um recebe uma folha e uma caneta. 5. etc. Observar o desenho: ele está pronto. mas é importante que seja um número par de pessoas. um dentro do outro. ambos com o mesmo número de pessoas. Repete-se até que todos tenham se apresentado. Como Fazer: 1. tocada ao violão ou com gravador. O que Deus quer de nós? E as pessoas com quem convivemos. Por exemplo. o que você gostaria de fazer?). Material: Papel e caneta. amigos. A CADIDATURA Objetivo: Expressar de maneira simpática o valor que têm as pessoas que trabalham conosco. Cada participante coloca no papel as virtudes que vê naquela pessoa indicada para o cargo e como deveria fazer a propaganda de sua candidatura. Dinâmica do Espelho . acrescentam algo a nós?) 4. Perguntar sobre a característica que nos diferencia das outras pessoas: que temos Cristo como Salvador. Como Fazer: 1. faz uma experiência da campanha prevista. passar novamente para a direita. cada círculo gira para um lado. ser presidente da associação de moradores. 2. nos influenciam? (O que elas nos dizem pode nos influenciar. Formam-se dois círculos. 6. pode-se. o que você gostaria de fazer? 2. Prepara a campanha eleitoral e. o candidato diz como se sentiu. repetir o processo umas duas ou três vezes. 3. 2. Quando começar a tocar a música. mais ou menos. o coordenador da dinâmica pode requisitar um "auxiliar". dizendo o nome e alguma outra informação que o coordenador da dinâmica achar interessante para o momento. Se não for o caso. ser dirigente de um clube esportivo. 5. Devolver o desenho ao dono. Material: Caneta e papel para todos os participantes.mostrar que Deus deve ser a principal influência em nossa vida. e que nem sempre agir como o grupo age ou exige é saudável para cada um. Material: Uma música animada. escreve o nome e faz um desenho que represente a si mesmo (pode ser um boneco de "palitinhos" ou com detalhes). 4. as pessoas devem se apresentar para quem parar à sua frente. A certa altura. O grupo coloca em comum o que cada um escreveu sobre o candidato e faz uma síntese de suas virtudes. desenhar um coração e uma cruz dentro dele na nossa figura. também. o que mais falta em nós? (Deixar um minuto de oração silenciosa onde cada um deve pedir que Deus termine de "desenhá-los") DOIS CÍRCULOS Objetivo: Motivar um conhecimento inicial. Participantes: Indefinido. Cada grupo deve escolher um candidato para determinada missão. Será que estamos prontos aos olhos de Deus. Sentados em círculo. misturar as pessoas dos dois círculos para que mais pessoas possam se conhecer. Agora cada um passa o desenho para o colega do lado direito. O grupo explica por que atribuiu determinadas virtudes e como se sentiram na campanha eleitoral. Observar o que foi acrescentado. mais ou menos. dependendo do tempo disponível. deixar uns 2 a 3 minutos. para que as pessoas aprendam aos menos o nome das outras antes de se iniciar uma atividade em comum. incentivar os preguiçosos e os tímidos. Conversar sobre Deus ter nos criado (e repetir essa pergunta: o desenho está pronto.

16). aproximadamente. (Depois de apresentados. 5. Deus que acolhe e quer ser acolhido pelo seu povo. O cristão também é chamado a ser hospitaleiro. 2. visualizando-os em papelógrafo. 4. Divisão em grupos: Apontar os principais desafios para a acolhida. Estes textos mostram como a atitude da acolhida sempre esteve presente no ensinamento de Jesus e nas primeiras comunidades. nas orientações da Igreja e nas necessidades da comunidade local. no que diz respeito à acolhida.Houve medos? . . dois a dois. Descobrir na Palavra de Deus o fundamento para a ação. 44). tanto que na primeira carta de Pedro capítulo 4. as dificuldades internas das pessoas e da comunidade. para que o grupo decida e se prepare. de preferência alguém não conhecido. num breve sociodrama. senti-lo como ser humano. A Bíblia está permeada de exemplos de acolhida. versículo 9 . 6. buscando proporcionar a hospitalidade". Deus que fala com as pessoas como a amigos. Introdução ao Tema: Os critérios para a acolhida fundamentam-se na Palavra de Deus. sem murmurar". De pé. Dinâmica 1 Objetivo: Perceber as diferenças que exsitem entre as pessoas e como as novas idéias vão provocando mudanças. 25. despreza aquele que me enviou" (Lc 10. relacionar-se com o diferente. Objetivo: Conhecer-se. 3. partilha da experiência entre as duas pessoas. Anotar as principais dificuldades e coicidências. No livro do Gênesis 18. Cada grupo vai entrar em acordo e apresentar. desacelerar a respiração e sentir o outro. garante a importância da acolhida: "Quem der um copo d'água fria a um destes pequeninos. 42.Como me senti? . É importante tratar dos problemas. deixar o tempo todo na sala para que sejam percebidos e gravados por todos). 13: "Tomando parte nas necessidades dos santos. por ser meu discípulo. 2. 7. vendo neles um potencial a ser trabalhado e não apenas um ponto fraco. para a missão e. E a melhor forma de descobrirmos isso é o contato com os textos bíblicos. voltados um para o/a outro/a . A seguir. dois a dois.O que foi bom? . um necessitado é o mesmo que receber o próprio Cristo: "Quem vos ouve a mim ouve. Plenário: Um representante de cada grupo expõe os principais desafios. No Novo Testamento. (3 a 5 minutos) 3. ao mesmo tempo. A hospitalidade é uma prática das primeiras comunidades. conforme Paulo escreve à comunidade de Roma em Rm 12.Objetivo: Quebrar o gelo e estabelecer uma relação com a pessoa que está ao nosso lado.ele recomenda: "Sede hospitaleiros uns com os outros. e precisa estar presente também no cotidiano das pessoas. Dá-se um tempo de 20 minutos. dividindo-os aleatoriamente. 2-8.Por quê? 4. Abraão acolhe três homens sem saber que são anjos de Deus. Deus que acolhe o seu povo. Todos os grupos se apresentam. Olhando nos olhos. em verdade vos digo que não perderá sua recompensa" (Mt 10. Organizar os participantes em pequenos grupos de 6 a 8 pessoas. quem vos despreza a mim despreza. um em seguida do outro.olhos nos olhos. Algumas pessoas podem partilhar com o grupo todo. Dinâmica 3 . sem comentários. Receber um peregrino. o coordenador dialoga com o grupo a respeito do que foi apresentado e evidencia os pontos fracos. Abrir-se para aceitar o diferente. Fazer com que o grupo perceba as próprias dificuldades e as que aparecem no momento da ação pastoral ou evangelizadora. Dinâmica 2 Objetivo: Estabelecer critérios que dêem suporte a uma atitude de acolhida. Como Fazer: 1. A seguir. e quem me despreza. um pequeno teatro que represente uma dificuldade na acolhida. Jesus chama e envia os discípulos. Como Fazer: 1.

Material: Uma cópia da história de Marlene para cada membro e lápis ou caneta. Esse ministério se caracteriza não só pelo que se faz. descobrir o "novo" que ilumina a nossa acolhida. levando para isso uns cinco minutos. sinceridade. Esse serviço de acolher as pessoas deve ser realizado com qualidade. para que dêem indicações para um planejamento. . Plenário: Um representante de cada grupo coloca o que seu grupo descobriu como resposta aos problemas e dificuldades da comunidade. O coordenador distribui a cada subgrupo uma folha da história de Marlene. hoje: . que os participantes tomem a consideração a subjetividade de cada qual. Como Fazer: 1. os que estão afastados.Missão dos discípulos: Lc 10. no atendimento ao telefone. Introdução: A acolhida requer atitudes pessoais de abertura. no abrir os braços para acolher. a partir da escuta do texto bíblico. Para se obter bons resultados. 3-7 .Como Fazer: Dividir os grupos de forma heterogênea e dar a cada um deles uma citação bíblica para que descubram uma atitude que possa iluminar os problemas e as dificuldades apontados no encontro anterior. é importante uma ação planejada. Cinco personagens entram em cena. missas e sacramentos. 38-42 . numa discussão de grupo.Encontro com Nicodemos: Jo 3. argumentando com as razões que o levaram a estabelecer a ordem de preferência da sua decisão individual. 1-21 . Ele envolve o acolhimento dentro e fora da Igreja. A acolhida é o primeiro sinal da presença de Cristo. 36-50 . Terminada a tarefa grupal. Os gestos de acolhida devem expressar generosidade.Marta e Maria acolhem Jesus: Lc 10. o outro se sinta de fato acolhido. Anotar estas respostas para o próximo encontro e definir prioridades: o que é mais urgente que se faça? Objetivo: Definir ações: . Cada um receberá uma cópia da história de Marlene para uma decisão individual. História de Marlene O exercício seguinte é um treinamento de consenso. . magoados. 1-18 .Abraão acolhe os anjos: Gn 18. A conclusão unânime é praticamente impossível de se conseguir. 2. 1-10 . 1-20 . GRUPOS .Em que momento e como expressá-la? A comunidade vai planejar a ação . Cabe a você estabelecer uma ordem de preferência ou de simpatia para com estes cinco personagens.Zaqueu: Lc 19. mas pela maneira como é feito (Apostolicam Actuositatem. ou seja.Todos precisam ter uma atitude de acolhida. Nos subgrupos cada integrante procurará defender seu ponto de vista. organiza-se o plenário. mas as pessoas que a procuram. 5. 24). 2-8 . Modo de proceder: O texto seguinte narra a história da jovem Marlene. ou da forma que mais convier.Jesus acolhe a pecadora: Lc 7. desenvolver nos participantes a capacidade de participação. pois.reunir os grupos por pastorais. e também ser constante e partilhado.Ler os textos bíblicos nos quais Deus e Jesus acolhem as pessoas e estas acolhem Jesus.Bom Pastor: Jo 10. Organizam-se os subgrupos de cinco a sete membros cada para a decisão grupal. Dinâmica 4 EXERCÍCIO DE CONSENSO Objetivos: Treinar a decisão por consenso.Outros textos à escolha. os não-praticantes. para que se torne possível uma decisão. É preciso. 4. 3. de modo que. 15-17 . Requer igualmente uma organização flexível que tenha em conta não só a imagem da instituição. de atenção ao outro e de doação.Pastor que busca e acolhe a ovelha perdida: Lc 15. da comunidade: nos momentos de celebrações.Jesus acolhe as crianças: Lc 18. para nela ser lançada a ordem preferencial do grupo. mas também os que estão fora.

porque não o amava bastante. Marlene retorna ao riacho e decide aceitar a última proposta do barqueiro. pode-se prosseguir o exercício. o seu grande desejo de ver Pedro e o pedido do barqueiro. ficando a decisão final por sua conta". Marlene decide visitar Pedro. Pedro e Paulo são amigos desde a infância. como quando alguém se sente coagido por alguém. encontrando-se com Paulo a quem conta a razão de sua tristeza. Chegando ao rio. que morava no outro lado do rio. O barqueiro. Respondeu: "Compreendo a situação. e na mesma hora a abandona. prosseguem-se os comentários. Os componentes do círculo tentam ao máximo contê-la e não deixá-la romper o cerco. cada qual indicará o seu grau de simpatia para com cada um dos personagens. explica a Marlene ser este trabalho seu único ganha-pão. Terminado o encontro. Pedro e Paulo. com os braços entrelaçados. apertando-lhe fortemente os braços. uma em cada extremidade da sala. Marlene. Nesse caso o que exerce coação fica de pé. Finalmente. por baixo ou arrebentando a corrente de braços. Paulo compadece-se dela. mas hoje penso amá-lo suficientemente para casar com você. colocando-os em ordem de um a cinco. mas recusou. tirar o bloqueio das pessoas que se sentem imobilizadas. quando as duas pessoas se encontrarem bem próximas uma da outra. 2. O coordenador convida umas dez a doze pessoas para formar um círculo apertado. Era a oferta de um emprego muito bem remunerado no exterior. Na manhã do quarto dia. atribuindo o número 1 ao mais simpático seguindo até o 5. A pessoa coagida procura então libertar-se. Se quiser. e com a ajuda dessas informações. Paulo já quis casar com ela. onde passa três dias bem feliz. 6. TÉCNICA DO ENCONTRO Objetivos: Estabelecer um comunicação real. dar-lhe nenhum tipo de conselho. solicitando. Marlene solicita a um barqueiro que a transporte para o outro lado. mas não posso. um eremita. deverão fazer o que quer que sintam impelidas a fazer. incapazes de mexer-se ou de fazer o que gostariam de fazer. e pede-lhe certa soma de dinheiro. no final. a pessoa que está dentro recebe ordens para procurar sair do jeito que puder. 4. procede-se a nova ordem que. atrás da pessoa que se presume esteja sendo coagida e coloca os braços em volta dela. 3. podemos dialogar a respeito. Poderão continuar o encontro durante o tempo que quiserem. 4. importância de que Marlene não dispunha. por cima. para que fique de pé dentro do círculo. Marlene hesita e resolve ir consultar um eremita que morava perto. Marlene diz a Paulo: "Sabe que tempos atrás você me pediu em casamento. Certo dia. Ela explica ao barqueiro o seu grande desejo de visitar Pedro. coisa que há muito tempo aguardava. e procura consolá-la. através do uso dos sentimentos em todo o corpo." Paulo retrucou: "É tarde demais. Como Fazer: 1. Pedro recebe um telegrama. Após uma tentativa de uns quatro a cinco minutos. silenciosas.Numa primeira fase. possivelmente uma pessoa contraída. Atravessa o rio e vai visitar Pedro. . olhando-se nos olhos. 5. o exercício prossegue. então. trocando a pessoa que se encontra no meio do círculo. Sem haverem nada planejado. Conta-lhe a história. e andando muito lentamente. uma em direção à outra. O coordenador convida dois voluntários para que fiquem de pé. porém. Marlene cai numa tristeza profunda e resolve dar um passeio. não estou interessado em tomar os restos de outro". com outros dois. Em seguida cada um dará as razões que o levaram a estabelecer esta preferencia. alegando estar namorando Pedro. e eu recusei. Esta técnica pode estender-se a uma situação em que a pessoa se sinta constrangida por outro indivíduo. 2. auxiliar os participante a se tornarem conscientes de sua verdadeira reação uns em relação aos outros. A seguir convida um participante. Comunica imediatamente a notícia a Marlene. Por fim o barqueiro aceita. Como Fazer: 1. Eis a história de Marlene: Cinco personagens fazem o elenco. Uma vez bem formado o círculo. um conselho. 3. estabelece a ordem de preferência do grupo. caso seja necessário. insistindo em que a transporte para o outro lado. TÉCNICA DE SAÍDA Objetivos: Libertar de inibições pessoais contraídas. com a condição de receber em troca um manto que usava. na atual circunstancia. Depois de certo tempo. uma vez terminada esta vivência. Marlene. um barqueiro. Conhecem-se há muito tempo.

O jogo vai seguindo até que o voluntário descubra qual a peça que está sobrando (o cobertor). TÉCNICA NÃO VERBAL DE CONTROLE Objetivos: Experimentar os sentimento de domínio e de submissão. A pessoa apenas ouve. as pessoas têm de encontrar-se umas com as outras e decidir se continuam seu relacionamento. a fim de observar se de fato tiveram a impressão de subordinação. 6. Na inclusão. Como Faer: 1. o animador poderá solicitar a reação das outras pessoas. como dos observadores. . O impacto é mais forte quando cada um se coloca diante da pessoa. de carinho e afeto com uma pessoa. A cada peça que ele tira. Material: Um voluntário e um cobertor. Decorridos cinco ou mais minutos. Destaca-se a importância de avaliar todas as atividades para que os erros sejam corrigidos e distribuindo o questionário e dando 15 minutos para ser respondido de maneira mais clara possível. você deve tirá-la e jogar para fora. O voluntário volta para a sala. que é uma outra maneira de realizar a dinâmica. 5. EXERCÍCIO DE BOMBARDEIO INTENSO Objetivos: Expressar sentimentos positivos. 3. é coberto com o cobertor e o coordenador vai orientado o voluntário: a) Você está com uma peça de roupa a mais. Feita a explicação o coordenador pede aos participantes que digam à uma pessoa todos os sentimentos positivos que têm por ela. podendo permanecer no círculo ou sair dele e ficar de costas para o grupo. Deve-se ter cuidado de para a brincadeira antes que o voluntário fique sem roupa. Os problemas de controle exigem que as pessoas se confrontem umas com as outras e descubram como desejam relacionar-se. Para prosseguir a relação. explicando ao grupo como a afeição se baseia na formação de ligações emocionais. 2. É geralmente a última fase a emergir na evolução do relacionamento humano. Como Fazer: 1. 4. naquela posição. No final da experiência. Como Fazer: 1. toca-a. cumpre que se formem ligações afetivas. 4. O coordenador inicia. 3. como também notar como essas simples modificações espaciais fazem aflorar nítidas sensações de conforto ou desconforto. seguem-se os comentários não só dos protagonistas. após a inclusão e o controle. e elas têm então de abraçarse. para não criar constrangimentos para ele nem para o grupo. olha nos olhos e lhe fala diretamente. Como Fazer: 1. Material: Questionário e caneta para cada um. UMA PEÇA A MAIS Objetivos: Ajudar a descontrair o grupo durante uma reunião. O coordenador pede que uma ou duas pessoas fiquem de pé em cima de uma cadeira e continuem participando das atividades. 2. o coordenador solicita ao grupo que diga se é ou não a peça que está sobrando. 2.5. É importante observar que as pessoas fiquem de pé sem maiores explicações. O coordenador solicita ao voluntário que se retire da sala e explica a brincadeira para todo o grupo. a fim de que se crie um vínculo duradouro. 5. AVALIANDO UM ENCONTRO Objetivos: Avaliar a partir de um questionário básico a qualidade dos encontros ou reuniões para assim estar determinando os caminhos a serem seguidos. 3.

apoiados na poesia. 2. O coordenador da dinâmica dá 15 minutos para que cada um. aceitável. O coordenador entrega uma cópia das poesia para cada participante para que possam ler e escolher uma com a qual se identificam. 3. guardanapos). f) Quais fatores do ambiente facilitaram ou dificultaram o encontro. o que você achou desse encontro: ruim. podem sentar onde quiserem. O coordenador motiva os participantes a dizerem o que sentiram lendo aquelas poesias e porque se identificaram. Como Fazer: 1. h) O grupo conseguiu chegar às decisões que precisavam ser tomadas. b) Quais foram seus pontos fracos c) O que mais agradou d) O que foi mais negativo e) Agora você compreende melhor os outros: muito. frutas. 3. e logo após o café da manhã analisa- . copos. a pessoa desenvolva idéias coerentes e aprenda a manifestar sua opinião. Normalmente as pessoas não se dão conta do que está acontecendo até que os "marginalizados" querem ir até a cozinha para pedir o que falta. 5. POESIA DIÁRIA Objetivos: Que os participantes consigam. médio. 2. k) Os temas foram suficientemente discutidos. organize as idéias para que em 5 minutos explique o significado da frase e convença o grupo de que a afirmação é verdadeira. frios) em outra um café da manha normal e na última um café da manha fraco que não seja o suficiente para todos. Alguém de fora deve tomar nota do que está acontecendo. Antes dos participantes do curso chegarem para o café da manhã prepara-se as mesas com o café da manhã completo. Material: Uma frase para cada participante.Questionário: a) No geral. procura acalmar as pessoas sem resolver o problema da fome. i) Estas decisões surgiram da compreensão mútua e do consenso j) As pessoas ficaram atadas às suas idéias ou cederam em pontos para que o grupo progredisse. O importante é que se providencie cópia de todas as frases para que os participantes possam ler e guardar os textos criados pelo grupo. 4. nada. O "conciliador" deve se oferecer para ir até lá e ao regressar. excelente. Como Fazer: 1. 4. 5. TRÊS CAFÉS DA MANHÃ DIFERENTES Objetivos: Sentir vivencialmente o problema social. Material: Cópia das poesias para cada um dos participantes. 6. bastante. O coordenador deve evitar um debate de idéias e que seja uma análise da capacidade de convencimento de quem está falando. Quando as pessoas chegarem para tomar o café da manhã. 2. normal e fraco (inclusive faltando talheres. Cada participante recebe uma frase. o coordenador distribui uma folha de papel e caneta para que cada um possa escrever uma frase sobre o que está sentindo. As frases podem ser assinadas ou não. pouco. em silêncio. especialmente a fome e a exclusão. 3. Num segundo momento. DIZENDO POR DIZER Objetivos: A partir de uma frase pronta. manifestar sentimentos e emoções. bom. Deve haver alguém previamente acertado para ser o "conciliador" nas mesas onde vai faltar comida. Todos os participantes devem anotar o que seu colega pensa. Como Fazer: 1. 4. Material: Três mesas contendo em uma um café completo (suco. g) Os objetivos do encontro e de cada item de pauta foram enunciados claramente.

O restante do grupo pode questionar as ligações ou tirar dúvidas. 8. chamando atenção para a necessidade das pessoas se comprometerem diante da injustiça social. 3. 2. 7. olhado as fotos e escolhem duas fotos que tenha ligação entre si. DINÂMICA DAS CORES Material: Folha de papel de diferentes cores. 2. qual a ligação entre elas e por que se identificou com elas. crescer. 4. 5. 4. aprender a ligar dois ou mais fatos e ter uma opinião sobre eles. Como Fazer: 1. neste momento. O coordenador pede aos outros participantes que dêem sua opinião e se querem acrescenta ou tirar alguma coisa da estátua. Como Fazer: 1. chegando até alguns a atribuirlhes uma influência que vai muito além dos efeitos meramente estéticos. Conversa-se também sobre a estátua final. resultante das muitas alterações pedidas pelo grupo. sempre atribuíram às cores significados especiais. Sua função. IMAGEM E MENSAGEM Objetivos: Ao olhar fotos sobre a realidade que se vive. integrar. as pessoas revelam a cor escolhida e comentam as razões da preferência. Material: Fotos de jornais e revistas. como as pessoas se sentiram. o que disseram e qual a relação disso com o que acontece no dia a dia. mas também solicitando explicações. desde épocas muito remotas. Conversa-se. 7. valorizar-se. Cada um apresenta as fotos e as conclusões as quais chegaram. Em seguida. A partir daí tem início a discussão. 4. é a de ajudar a nos conhecer melhor. ESTÁTUA Objetivos: Descobrir o que o grupo pensa sobre determinado tema. aprofundando sobre o tema. então. como nos sentimos? DESENHO DOS PÉS Objetivos: Socializar. 3. 6. Material: Uma grande folha de papel e lápis colorido para cada participante.se o que aconteceu. em tamanhos visível a certa distância e colocadas em lugar visível a todos. Os demais podem interferir. A seguir. lembrando que os seres humanos. 2. no plenário. . antes de aprofundá-lo. Os participantes passeiam pela sala. não só fazendo pergunta. Como Fazer: 1. Refletir: a) de que serviu o exercício? b) depois dele. porque as pessoas concordaram com as mudanças. 3. colocando-as na posição que melhor representa a idéia que tem sobre o tema proposto. analisando-se como começou a ser montada a estátua. Cada participante escolhe sua cor preferida e anota as razões de sua preferência. O animador faz a movimentação do exercício. O observador que fez as notas deve intervir quando constatar que as coisas se passaram de um jeito diferente do que está sendo dito. Na seqüência o coordenador deve fazer uma reflexão sobre o tema. explica o porque de colocar as pessoas naquela posição e não em outra. Essa pessoas pode chamar quantas pessoas que quiser. Convida cada um dos presentes a escolher a cor com que melhor se identifica e a anotar em seu caderno as razões dessa escolha. alguém a pedido do coordenador apresenta suas idéias com relação a proposta. Tendo um tema já definido. perceber a necessidade de assumir compromissos. Depois durante 7 minutos pensam sobre a realidade que as fotos revelam.

Separe os grupos (3 a 5 pessoas). O animador motiva os participantes a desenharem num grande papel o próprio pé. com 5 pessoas cada. o animador convida a todos que escrevam no pé que desenharam algum compromisso concreto que irão assumir. Como Fazer: 1. encaminha a discussão. Depois de uns quinze minutos os grupos se reúnem novamente e cada um. Em seguida. São muito amigos e sentem-se perfeitamente à vontade um com o outro. 2. Neste dia porém. 3. O GRANDE ABRAÇO Como Fazer: Convidar o grupo a se abraçar e abraçar a Deus junto.O que há com você? -perguntou José. Formar novos grupos com 7. Mesmo depois do encontro somente falou algumas palavras com uma ou outra pessoa.Talvez. seu relacionamento parecia muito tenso. 8 ou mais pessoas cada. -. você sabe muito bem que sou tímido e demoro para me enturmar.Você ainda tem muito para crescer nesta área. 2. através de um relator escolhido expõe suas conclusões. por menores que sejam. -. em etapas: 1. As pessoas devem se abraçar duas a duas ou em 3 e dizer umas as outras que foi bom terem estado juntas.. Estou tentando melhorar.15. já é um progresso. Terminada a discussão. Esta atitude irá incentivá-lo a continuar lutando. 2. devemos suportar as fraquezas dos fracos. Desisto de tentar. Formar novos grupos. Diante de um grupo me sinto intimidado. Hoje consegui falar com três pessoas. agradecendo ou pedindo 4. Iluminação Bíblica: "Ora nós. e não agradar a nós mesmos" (Rm. Quando alguém está conscientemente lutando com um problema pessoal. Formar um grande abraço. Já é grandinho e está na hora de dominar este acanhamento idiota. Um elogio tem grande poder. José abaixou a cabeça e depois disto houve um longo período de silêncio.Ricardo. a) Todos os pés são iguais? b) Estes pés caminham muito ou pouco? c) Por que precisam caminhar? d) Caminham sempre com um determinado objetivo? e) Quanto já caminhamos. Perguntas: a) Qual era o problema de José? b) Por que o comentário de Ricardo fez com que José reagisse de modo tão negativo? c) Você acha que devemos esperar mudanças nas pessoas com a mesma pressa que Ricardo demonstrou? d) O que você diria a José para incentivá-lo a tornar-se mais sociável? Conclusão: Às vezes queremos que as coisas aconteçam muito depressa. você não acha? -. se conhecido. com todas as pessoas (formar um círculo em que um abrace o outro pela cintura ou ombro) orar juntos o Pai Nosso e desejar benção de Deus para todos.Muito bem -retrucou José quebrando o silêncio. etc. lembrar de pessoas que lutaram por objetivos concretos e conseguiram alcançá-los. Durante a reunião ficou sem falar absolutamente nada. com um hino ou palavras.É que mais uma vez você não se comportou como devia.. com pessoas diferentes. -disse Ricardo visivelmente impaciente. deve saber que estamos percebendo sua luta e suas vitórias. . PACIÊNCIA José e Ricardo iam caminhando de volta para casa depois de uma reunião do seu grupo de discipulado. de forma que todos os participantes tenham oportunidade de dizer o que pensam. -. -. procurando responder as perguntas que vêm logo a seguir. abraçadas devem orar agradecendo a Deus.Desde que saímos da reunião não disse uma só palavra. onde cada um deverá ler cuidadosamente o caso narrado. abraçadas devem orar. 1). 3. todo encolhido num canto da sala. Parecia um caramujo. pois por mais que me esforce só ouço críticas. que somos fortes.Como Fazer: 1.eu não vou mais a estas reuniões.

1-38 . Compartilhe sua decisão: Forme grupos de três a cinco pessoas e cada um diz quais foram as cinco coisas com as quais escolheu ficar e quais resolveu jogar fora. para o Senhor morremos. é nova criatura" (2Co.21 . fogão. Tiram suas conclusões para levar à plenária. Uma dica é que ao confeccionar sua lista. Como Fazer: 1. Em grupo de 4 pessoas. Neste momento todos acabarão por revelar quais são os seus maiores valores atualmente. quer vivamos quer morramos. TESTEMUNHO DE FÉ Objetivos: Mostrar que a fé (e o crescimento nela) é profundamente social. mas seu navio não permite que leve muita bagagem. Depois disso. Esta influência tanto pode ser positiva como negativa. analisar as repercussões que tiveram. lêem os textos : Jo 3. A viagem é longa. Pode ser o carro. todas as minhas decisões devem ter por detrás delas agradar a Deus. em seguida.22 .14. DEPENDÊNCIA MÚTUA OU MORTE . De certa forma. etc. cada um. Outro levaria o cachorro por gostar de brincar com ele.17). material de costura. A decisão é difícil. Estes objetos podem ser de qualquer tamanho. isto vai acabar revelando seus valores.2128.5. Ainda em particular.Lc 5. Anote no papel qualquer coisa que lhe venha à mente. Trata-se de mais uma esquisitice dessas companhias de navegação. tudo bem. televisão. Se foi esta a motivação da sua escolha. Agora faça uma nova lista e fique apenas com aqueles objetos que considera de maior valor. Alguém podem ter escolhido um trombone por gostar demais da música. peso ou valor. 4. nos encontramos constantemente com pessoas que exercem uma influência grande sobre a nossa vida. Todos devem explicar o porquê da sua escolha. Apenas dez objetos podem ser carregados.Tg 1. somos do Senhor" (Rm. O animador orienta os participantes : Na nossa vida cotidiana. devidamente encaixotado. "Quem está em Cristo. A única coisa que pode levar fora da lista. Não tem jeito. se vivemos.5 . 6. compartilhar as reflexões pessoais. Aprofundar a relação entre os testemunhos escutados e os textos estudados. cada um coloca por escrito os testemunhos de fé que encontrou em sua vida. o cão de estimação. A respeito de cada testemunho de fé que encontrou. De sorte que. 5.Jo 9. mas tem que ser obedecida. O compartilhar poderá ser feito com todos juntos se assim preferirem. lembre-se de que o lugar não é civilizado e totalmente sem recursos. apenas seguindo os mandamentos ao pé da letra? 3. De qualquer forma. Sérias avarias no navio obriga toda a tripulação a aliviar a carga. em particular. vizinhos.21 . dentro de si. o que se deve fazer diante da consciência desse fato? 2. Isto afetará todo o seu sistema de valores. Dentro de algumas horas você vai viajar para uma ilha não civilizada para morar lá durante alguns anos.Mt 7. 8). é bom que o restante do grupo saiba do que realmente gosto. é a Bíblia. Quando escolhi os valores do Reino. Trata-se de identificar os elementos comuns. e mesmo com toda a argumentação possível a única solução é começar a fazer sua lista dos dez objetos que você considera mais importantes. surge um problema de última hora. Qualquer coisa. O comandante ordena que você jogue cinco objetos de sua lista no mar. Uma pessoa regenerada procurará colocar Deus em primeiro lugar.UMA VIAGEM ATRAPALHADA Arrume as malas: Vamos usar um pouco de imaginação. embarcado e encontra-se já em alto mar.Mt 15. parentes : a) Quantos realmente crêem? b) Quantos são católicos não praticantes? c) Quantos mudaram de religião nos últimos tempos? d) Quantos vivem a fé. Um inconveniente de última hora: Agora que você tem tudo organizado. identifica entre seus amigos. se morremos. Material: Uma bíblia para cada grupo. mesmo. Iluminação bíblica: "Pois. para o Senhor vivemos.

o grupo B será dividido assim: a) cada UM (individualmente) receberá um papelzinho escrito. E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras. tamanho natural . 3. Procure esclarecer juntamente com o grupo a definição dos termos que se encontram na passagem acima. DINÂMICA DE COMUNIDADE Objetivos: Mostrar que o trabalho em "Comunidade" é importantíssimo para o grupo. Material: Folhas de Jornal Como Fazer: 1. humildade. passa ser o guiado. de benignidade. E. E a paz de Cristo. sem fazer contato com os outros. olho E e olho D. só aquela pessoa vai saber qual é. se alguém tiver queixa contra outro. Explicar para o grupo. Cada um fazendo a sua parte. Não é permitido abrir os olhos e nem tocar no companheiro. de coração compassivo. tronco. 4. e braço D. e mão D. longanimidade. Após a saída do grupo A. mansidão. e começa a recortar com o jornal e a mão livre (sem uso de ferramentas) a parte do corpo que lhe coube. assim fazei vós também. Faça perguntas do tipo: "O que falta em você para que as pessoas confiem mais no seu auxílio?" 3. 12-17). 4. todos se reúnem para um momento de compartilhar. Depois de terminada esta dinâmica. Para que a mutualidade possa ocorrer de forma dinâmica e eficaz. c) Por exemplo: a cabeça. para a qual também fostes chamados em um corpo.. que é o vínculo da perfeição. e pé D. 2. desloca-se para uma sala. sem contato com o grupo B. que vai ser feita uma dinâmica). orelha E. perna E. Quando os dois grupos terminarem as suas tarefas. mãos. Logo em seguida trocam-se os papéis e o que antes era o guia. nariz. 3. o grupo A. braço E. mas sem saber o que o irmão estará recortando. A palavra de Cristo habite em vós ricamente. pernas e pés. pescoço. é preciso desenvolver características de caráter que nos capacitem a desempenhar nosso papel dentro do Corpo de Cristo. Como Fazer: 1. 2. 2. domine em vossos corações.parte por parte. Precisamos. sem dúvida alguma.do outro o guiará. em toda a sabedoria. nem em que tamanho. Divididos. nariz. somente. mão E. Um dos componentes da dupla fecha os olhos e passa a andar guiado pelo outro durante dois minutos. que estará em outro local. fazei-o em nome do Senhor Jesus.cabeça. tronco. louvando a Deus com gratidão em vossos corações. "Qual a maior ajuda que você pode prestar neste momento de sua vida para as pessoas e para o grupo?". também recebe a tarefa de com as folhas de jornal e a mão livre. sem utilizar tesouras ou réguas. 4. assim como o Senhor vos perdoou. longanimidade. 3. (cabeça. pede-se para que todos se reunam no mesmo local. braços. . hinos e cânticos espirituais. tão somente o som da voz . Podemos começar a reunião formando duplas. e pé E.). 5.. Divide-se o grupo em 2 menores. olho E e D. boca. pescoço. ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros. 5. orelha D. e sede agradecidos. revesti-vos do amor. . e perna D. como "coração compassivo. orelha E e D. sobre tudo isto. onde são respondidas várias perguntas: a) O que você sentiu durante o tempo em que estava sendo guiado pelo outro? b) Aconteceu de sentir-se tentado a abrir os olhos? c) Teve total confiança em seu líder? d) Pensou em se vingar do outro quando chegasse sua vez de ser o guia? e) Sentiu-se tentado a fazer alguma brincadeira com o "ceguinho"? Base Bíblica para a mutualidade: "Revesti-vos. santos e amados. com salmos. dando por ele graças a Deus Pai". boca.Objetivos: Mostrar o quanto dependemos uns dos outros e o quanto podemos contribuir para o crescimento do nosso irmão. b) Este se retira para algum canto da sala ou para outro local. que não pode ser mostrado para mais ninguém. do que individualmente. uns dos outros. humildade" etc. mas com suas peças todas escondidas. pois. como eleitos de Deus. fazerem JUNTOS um grande boneco. suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros. E assim por diante com todo o grupo B. Refletir: 1. Observação: Não revelar o Objetivo da dinâmica antes de sua execução. Enquanto isso o grupo A. contendo uma parte do corpo humano. (Cl. pois sai muito mais bem feito.

junto com os balões. e vai afixando-se parte por parte num quadro negro. 2. com um minúsculo pedaço de durex.. pouco satisfatório. Dessa forma os integrantes aprendem brincando que Jesus está em todas as pessoas e que é necessário enxergamos sua presença no irmão. Material: Dois balões para cada pessoa e barbante. com pernas. unhas. pela ordem das peças. os balões sob as cadeiras). braços. Isto tudo ressalta a importância de que os trabalhos feitos em conjunto. BALÕES NO AR Objetivos: Excelente momento para integração do grupo. depois os olhos. finge que põe o coração na mão de cada um dos participantes. depois o nariz. Ao final o boneco do grupo A será mais bonito. alfinetes. as orelhas. ao mesmo tempo. sobre o Sagrado Coração de Jesus etc. 4. Como Fazer: 1. apresentou um resultado ruim. 3. e repete-se a mesma seqüência. Sorteia-se a pessoa que via passar o coração. do tamanho que quiserem. todas as pessoas podem partilhar amor. ou seja. e o que fez individualmente. valorização da pessoa humana. Ao terminar. celebração.. Distribuir dois balões para cada participante. com uma boa ajuda. PASSAR AMOR Objetivos: A brincadeira do Passa Amor pode ser utilizada nos encontros que falem sobre partilha. Deve-se utilizar. com as mãos fechadas (como para rezar) no colo. 2. só deixa cair na mão de um. Material: Um balão para cada pessoa e durex. . 4. o facilitador. só que em vez de passarmos um anel iremos passar um coração. na verdade. são os que apresentam os melhores resultados. 2. ou parede. 6. um pedaço de barbante suficientemente grande para amarrá-lo à cintura. Vai surgindo um belo boneco. um de cada lado da cintura. 3. 5. Distribuir um balão para cada pessoa (sendo possível. etc. processo de reencontro. também. todo torto. Material: Confeccione um coração de cartolina em um tamanho que fique escondido no meio de nossas mãos (pode se escrever Jesus no centro do coração). por exemplo. quem fez a cabeça. etc). as mãos . com pernas e braços disformes. tudo mais uniforme. chama-se primeiramente a pessoa que fez a cabeça do grupo A. a pessoa pergunta a um dos participantes: quem está com Jesus no coração? 7. destoando do boneco do outro grupo. Conclusão: Explicar que o grupo que fez tudo em conjunto (A) fez um trabalho melhor e mais apresentável. apenas. Orientar para que todos encham. Cada pessoa deve tentar estourar os balões da outra.. Essa brincadeira na verdade é o conhecido Passa Anel. Distribuir. poderá prender. os seus balões. protegendo. A que está com o coração entre as palmas das mãos começa a passá-lo. objetos que possam provocar acidentes (palitos. Encher os dois balões e prendê-los ao barbante. 3. Se a pessoa acertar. APENAS utilizando a cabeça. portanto.6. Chama-se primeiramente o pessoal do grupo B. tronco. abre as mãos mostrando que já não está mais com o coração. ESTOURANDO BALÕES Objetivos: É um exercício de competição. 8. Como Fazer: 1. "Comunidade". Concluído. 5.evitar. vai passá-lo na vez seguinte. O exercício consiste: Opção 1 a) Jogar os balões para cima. Quando acaba. Como Fazer: 1. não os deixando cair. os seus balões. 7. e etc. As outras sentam-se lado a lado.

Instigar-lhe a. passar sobre as garrafas. . não os deixando cair. tantas quantas forem possível. Colocar as três garrafas no chão. Quem participou. 7. Chamar o segundo e o terceiro voluntário. cuidadosamente. cabo. sem que ele perceba que estava esticando e levantando as pernas desnecessariamente. 3. Material: Uma laranja (fruta) para cada dupla. Orientar a "largada". motorista.b) Efetuar troca de balões com outras pessoas. também. à proporção que ele for pisando no "vazio". sucessivamente. O facilitador inicia: "Passei revisão no meu batalhão e faltou.. tenente. de atenção e de percepção. Solicitar três voluntários e dois assessores. se ele for capaz. 5. Opção 2 a) Jogar os balões para cima. b) Efetuar troca de balões com outras pessoas. major. sargento. Quem derrubar a laranja vai sendo eliminado. 2. tantas quantas forem possível. 10. entre si. 14. e que fez um grande papel de bobo. aproximadamente. iniciando pelo faxineiro. O QUARTEL Objetivos: Este exercício é.no chão não é muito bom. realizar um momento de "celebração". Estimular o grupo a torcer por ele. repetindo o procedimento. AS TRÊS GARRAFAS Material: Três garrafas descartáveis e uma venda para os olhos. 2. estourando todos os balões ao mesmo tempo. Certificar-se de que nenhum dos três conhece a brincadeira. 15. Como Fazer: 1. 4. 4. Orientar que a laranja ficará presa entre as testas deles e cada pessoa deverá ficar com as mãos para trás. lado a lado. Sinalizar para o segundo assessor. corneteiro. respectivamente. coronel e general. 13. ritmada) e todos dançarão. A DANÇA DA LARANJA Objetivos: Exercício de equilíbrio. Convidar uma quantidade de participantes. Formar duplas ou sugerir que os casais presentes fiquem juntos e sejam os participantes. 3. Pedir. 3. para que retire as garrafas do chão. 6.. utilizando UMA das mãos. perguntando-lhe se é capaz de passar por cima das três garrafas. Tenente!". Colocá-las de volta no chão. Imediatamente. O facilitador desempenha a patente de "marechal". de acordo com o ritmo. da esquerda para a direita (cadeiras ou calçada .. de olhos fechados. Coronel!" E assim. Se alguém demorar a responder ou responder errado. A dupla ganhará um prêmio: a laranja. 12. Como Fazer: 1. Como Fazer: 1. 11. Desafiar o primeiro voluntário. 2. é rebaixada a sua patente. soldado. 5.. Com a mesma rapidez. por conta do excesso de movimentos que a brincadeira exige). o cabo deve responder: "Cabo não.apenas um fica para a primeira etapa da brincadeira. cozinheiro. um passo "forçado". Orientar para que um dos assessores encaminhe-se para uma sala isolada. O facilitador colocará uma música (preferencialmente agitada. de descontração. numa distância. 7.. de. rapidamente. Têm os participantes e a torcida organizada. 5. 6. cai na real (sempre espera-se que ele entre no espírito da brincadeira e não se irrite).. 4. 9. capitão. sem tocar nelas (normalmente a resposta é positiva).. Cano!". Todos deverão sentar-se.. ao mesmo tempo. que ele treine uma vez. 6. Pedir que treine uma vez. 4. o tenente responde: "Tenente não. Entregar a cada dupla uma laranja. para "tomar conta" de dois dos voluntários . conforme as patentes a seguir: faxineiro. Colocar a venda e posicioná-lo diante das garrafas. Ao final. 8.

cabelos ou brincos" e. Como Fazer: 1. Prosseguir com a brincadeira durante o tempo que achar conveniente.. consequentemente. uma vez que foi retirada uma cadeira".... sobrará sempre alguém.Eu trouxe um presente para uma pessoa que. está "viúva".. conforme disponibilidade e interesse do grupo. O VIÚVO Objetivos: Excelente para grupos formados por casais. também. 9..que estava com as mãos para trás . bem amplo. uma vez que favorece à descontração e leva a uma reflexão (sutil) sobre o valor. Material: Cadeiras para todos os participantes.. passam a ser as guardiãs. o homem . 9.piscar para alguma das mulheres que estão sentadas.. em pé.sutilmente . Retirar do círculo a cadeira que ele (o voluntário) estava sentado.. que deverá continuar a brincadeira". por trás delas. de modo a comportar todos os participantes sentados. 2."Quem ficar no centro. 3." . tudo o que estiver sobre as cadeiras ou no colo.. seduzindo-a. 5.". 7. Exemplos de opções: .Formar um círculo com cadeiras. Como Fazer: 1. motorista. tem mãos. Sempre que ocorrer rebaixamento de patente... Os homens devem ficar com as mãos para trás. 7. porque "isso aqui vai virar uma grande confusão". pagarão uma prenda especial.!" 10. dois a dois. Em seguida. devem trocar de lugar. ao final. devem . não esquecer de colocar os nomes nas suas pastas ou apostilas. usando toda a criatividade. cozinheiro. basta um toque e a parceira já entende que não deve ceder à sedução do outro. caracterizando que a pessoa que está atrás. estiver de óculos. O exercício segue durante algum tempo. então. Solicitar que todas as mulheres fiquem sentadas e que os respectivos "maridos" fiquem de pé. 8. sucessivamente. 8. Sugerir que todos guardem o seu material. olhos.. estiver de jeans. recomeça: "Passei revisão no meu batalhão e faltou.sem demora. 3. . em pé (na primeira rodada. a partir de duas vezes. água e cafezinho. inclusive a que estiver no centro. assim. bem alto (todos devem ouvir) o seguinte": ". Proceder o início do exercício dizendo que "sempre ficará alguém sobrando.. convidando-a a mudar de parceiro". O exercício consiste em." . ou orientação do facilitador..8. "As pessoas que sobrarem no centro. O PRESENTE Objetivos: Esta dinâmica é boa para ser aplicada após intervalos longos (depois do almoço ou após uma seqüência de atividades que venham a provocar cansaço mental)." . a critério do grupo" O TREM Objetivos: Esta dinâmica é adequada. 2. tem olhos. 5. Inverte o processo e as mulheres. 6. os homens). com cadeiras. amiga) corra para o outro.. "Todas as pessoas que se enquadrarem no que for dito. rapidamente. Uma das cadeiras ficará vazia. ou boca. Formar duas fileiras de cadeiras. a importância. para apresentação ou conhecimento interpessoal. 6. é importante o marechal recordar para os participantes a seqüência do batalhão: "faxineiro.deve tentar impedir que a companheira (esposa. deverá dizer . paralelas. Como Fazer: 1.. Formar um círculo. 4. o mais espaçado possível. Não é necessário segurar fortemente. além de ter características e sentido de recreação e confraternização. Bastante rápido. namorada. Solicitar um voluntário e orientar que ele fique no centro do grupo. o quanto "eu te quero comigo!". "os homens em pé. viúvas. 4. agilmente -..

2. 3. realmente. Pedir dois voluntários. Colocar nas costas de um deles um papel com a expressão "Galo 1" e nas costas do outro "Galo 2". QUEM SOU EU? Objetivos: Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente. o maquinista diz: "A fila da minha direita pula dois vagões para trás!" "O trem virou e os vagões se descarrilharam!" (todos trocam totalmente) "Nesta estação vamos todos descer. 3. É uma dinâmica que exercita o nível de agilidade mental. até onde for interessante continuar a brincadeira. que procurará passar a laranja sem a deixar cair. Se a laranja cair. . sentados em duas alas de cadeiras.Durante 10 minutos cada um escreve cinco itens em relação a si mesmo. 2. Colocar uma música (se conseguir uma com ritmo ou barulho de trem. fita ou barbante. Uma laranja é colocada sobre os pés (que estão unidos . LARANJA NO PÉ Objetivos: Esta dinâmica é agradável. Como Fazer: 1.. que fica em pé e que irá responder às perguntas com palavras que comecem com a letra que ele pedir. Será vencedor o grupo que terminar primeiro. uma briga de galo. para os pés da segunda pessoa e assim por diante. Todos ficam atentos: na parada da música.. alfinete de bebê ou durex. Qualquer hesitação na resposta. que deverão estar cruzadas para trás.A folha escrita será fixada na blusa dos participantes. utilizando o tempo que for preciso.: João com a letra R. É interessante e divertido perceber que os movimentos dos dois lembram. sem que eles saibam o que está escrito. erro. Todos em círculo. Material: Papel. Como Fazer: 1. Rebeca.Nome de três irmãos: Rafael. para grupos pequenos ou até trinta pessoas. melhor ainda). Como Fazer: 1. BRIGA DE GALO Objetivos: Ótima brincadeira para estimular competição no grupo. 3. 3. Exemplo. 2. a brincadeira prosseguirá. Ambos deverão descobrir o que está escrito nas costas do outro. TUDO COM A MESMA LETRA Objetivos: Aquecer o raciocínio. que facilitem o conhecimento. Como Fazer: 1. sem utilizarem as mãos. caneta. Não pode deixar de ter uma boa torcida. Organizar os participantes. Material: Duas laranjas (fruta) para cada dupla. O facilitador fará o papel de "maquinista" do trem e dará os comandos. . num ambiente relativamente pouco inibidor. O facilitador pode criar as mais diversas formas de "paradas do trem".Onde vai morar: Ribeirão . Rodolfo.Seu nome: Ricardo .pode amarrá-los com fita ou barbante) da primeira pessoa de cada ala. do ponto em que caiu. 2. tomar um cafezinho e beber água!" 5. Estimular a criatividade. aguça o nível de atenção nas pessoas e estimula o espírito de solidariedade. procura-se outro voluntário. fita ou barbante. 4. cadeiras para todos.Profissão: Radialista .Cada um recebe uma folha com o título: "Quem sou eu?" 2. 4.Cidade onde nasceu: Rio . o facilitador pede um voluntário.

etc. Material: Um bichinho de pelúcia. como conseqüência da dinâmica? Objetivos: Exercitar manifestações de carinho e afeto. No seu entender. enquanto lêem a respeito do outro e deixa que os outros leiam o que escreveu a respeito de si. Como Fazer: 1. o coordenador pede para que todos formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia. 2. . 2. 3. os integrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. 4. Refletir: Deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho. Como se sentiu ao explicar o problema de um outro? 3. cada integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa o problema recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. o outro compreendeu seu problema? 5. Material: Lápis e papel para os integrantes. Deve-se recomendar que os papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro? 4. definido pelo coordenador. ao qual cada integrante deve demonstrar concretamente seu sentimento (carinho. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e as soluções apresentadas. 6. Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo? 8. 3. cada integrante deve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar definir qual seria a sua solução para o mesmo.). Após a experiência. Após certo intervalo de tempo. 5. Material: Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou desenhos para serem representados através de mímicas. Esta etapa deve ser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ou perguntas. Possíveis questionamentos: 1. Como você se sentiu ao descrever o problema? 2. 8. Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa? 7. Nesse momento é possível lançar perguntas que ordinariamente não fariam. O coordenador distribui os papéis aleatoriamente entre os integrantes. Conseguiu pôr-se na sua situação? 6. Mudaram seus sentimentos em relação aos outros.Os componentes do grupo circulam livremente e em silêncio pela sala. O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cada integrante que deverá escrever algum problema. Avaliação: 1. angústia ou dificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente. AFETO COMUNICAÇÃO GESTICULADA Objetivos: Analisar o processo de comunicação gestual entre os integrantes do grupo. 7. Neste ponto. Após explicar o objetivo. Os papéis devem ser dobrados de modo semelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. com os quais gostariam de conversar para se conhecerem melhor.Como nos sentimos? A TROCA DE UM SEGREDO Objetivos: Fortalecer o espírito de amizade entre os membros do grupo.Para que serviu o exercício? 2. Como Fazer: 1. Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes. medo e inibição que tiveram. 5-Logo após reunir 2 a 3 colegas. ao som de uma música suave.4. afago.

unir e dar resistência às pessoas. espinhos. as pedras e as flores devem estar colocados cada qual em um vaso diferente. Pedir que todos os participantes falem sobre o que observaram e concluíram. 4. 4. Descrição: 1. 4. se não conseguir. versículos de 1 à 9. 3. e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que as folhas voltem à origem. religiosas. bem como do entrosamento dos integrantes do grupo para que juntos possam até mesmo sem se comunicar entender o que os outros pensam ou desejam fazer. Outros VARINHAS QUE NÃO QUEBRAM Objetivos: Utilidade pastoral. 4. capítulo 13. como por exemplo. 2. atividades profissionais. Os demais integrantes devem procurar adivinhar o que foi representado. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos. ( o que fará facilmente). O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nos próximos dias ou semanas (viagens. Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos. SEMEANDO A AMIZADE Objetivos: Lançar boas semente aos amigos. 3. quebre todas as varinhas que restaram. Material: Três vasos. poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo. Refletir: Deve-se comentar a importância da comunicação nos trabalhos e atividades do cotidiano. Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldades em alcançálos. Antes da execução da dinâmica. Pedir que outro participante quebre cinco varinhas juntas num só feixe ( será um pouco mais difícil). . pedras. Citar a importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas. Os espinhos. flores e grãos de feijão. etc. 5. Após trinta segundos o coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinho da direita. cada integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício. Nesta dinâmica. Como Fazer: 1. Material: Lápis e papel para os integrantes. ir bem numa prova. 2. A fé como força que pode agregar. 3. Refletir: 1. CONHECENDO MELHOR O GRUPO Objetivos: Compreender os objetivos individuais e sua relação com o grupo. familiares. Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado. Pedir que outro participante.Como Fazer: 1. cada qual em um intervalo de aproximadamente um minuto. cada vaso representa um coração. Pedir que um dos participantes pegue uma das varinhas e a quebre. Os vasos devem estar colocados em um local visível a todos os integrantes.). 5. enquanto que os grãos de feijão. O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de que maneira podemos ajudá-los. deve-se realizar a leitura do Evangelho de São Mateus. união do grupo. Então cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado e o que realmente foi desenhado. 2. 2. 2. 3. Material: Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco) Como Fazer: 1. O coordenador auxiliado por outros integrantes deve encenar através de mímicas (sem qualquer som) o que está representado nas fichas. um sonho que se deseja realizar no decorrer da vida. Então.

Na experiência que segue. saúde. o coordenador convida os integrantes para que escrevam mensagens para todos os integrantes de seu subgrupo. c) Indicar os pontos positivos da pessoa dentro do contexto do grupo. Como Fazer: 1. f) Podem ser ou não assinadas. 5. Cada integrante é motivado para que defina qual a importância dos diferentes temas para si mesmo. Como Fazer: 1. Então elas são recolhidas e entregues aos destinatários. Então. Dentre os temas propostos pode-se ter temas como: drogas. Então. 7. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores. o grupo pode opinar sobre estas opções e se as mesmas correspondem ao que o grupo esperava do integrante. O coordenador propõe temas a serem debatidos pelo grupo. Em contrapartida. e) Ser sinceras. etc. . 5. segurança. namoro. família. pode-se utilizar mais que uma semente por integrante. embora de grande significado. 9. DINÂMICA DA PIZZA Objetivos: Descobrir a importância de diferentes temas para os integrantes do grupo. educação. 6. Além disso. 5. cada integrante deve desenhar um círculo e dividi-lo de acordo com a proporção de importância que tem para com cada tema. esportes. 4. sexo. 6. política. As mensagens devem ser da seguinte forma: a) Provocar sentimentos positivos no destinatário com relação a si mesmo. Em seguida." 2. SALMO DA VIDA Objetivos: Definir a experiência de Deus na vida de cada integrante e agradecê-la. d) Ser na primeira pessoa. As divisões devem ser identificadas pelos números ou letras definidos anteriormente para os temas. 3. liturgia. seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para alguns integrantes do grupo. Os temas devem ser identificados por um número ou uma letra (de preferência a primeira letra do tema). segue-se a conclusão da dinâmica com um debate sobre as reações dos integrantes. que simboliza uma pessoa que deseje ajudar. Material: Lápis e papel para os integrantes. em seguida. descrevendo detalhes próprios da pessoa ao invés de características muito genéricas. cada integrante apresenta seu desenho ao grupo comentando suas opções. 4. As mensagens são dobradas e o nome do destinatário é colocado do lado de fora. devendo explicar o porquê de sua decisão.representam as sementes descritas na leitura preliminar. PRESENTE DE AMIGO Objetivos: Enaltecer qualidades dos integrantes do grupo. 8. Material: Lápis e papel para os integrantes. 6. Pode-se definir que as pessoas citadas sejam outros integrantes ou qualquer pessoa. amizade. Prosseguindo. 2. cada integrante deve semear um vaso. espiritualidade. b) Ser mais específicas. se o tempo permitir. expõe o seguinte: a) "Muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. Temas sem nenhuma importância para o integrante podem ser simplesmente desconsiderados pelo mesmo. Material: Lápis e papel para os integrantes. O coordenador divide o grupo em subgrupos de quatro a seis integrantes e. de acordo com a vontade do remetente. 3. Depois que todos tiverem lido as mensagens.

5. Então.Como Fazer: 1. Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem. uma oração de louvor. a quem gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos. da sua vida. de modo que ao abri-la o integrante veja seu próprio reflexo. Este processo se realiza sucessivamente até que o coordenador venha a segurar a vela e se apresentar ao grupo. Após o comentário do trecho." 2.. 3. o coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma todo o conteúdo abordado nas passagens anteriores. O desenvolvimento dos salmos deve-se realizar em um ambiente de paz e reflexão. 3. 2. Em seguida. com quem está sintonizado permanentemente. com quem estabeleceu íntima comunhão. O que mais chamou a atenção? 3. 7. Os participantes devem estar sentados em círculo de modo que todos possam ver a todos. Qual a importância Dele em nossas vidas? 6. Como tem sido a experiência com Deus? 5. O coordenador motiva o grupo: a) "Cada um pense em alguém que lhe seja de grande significado. 8. destacando os acontecimentos marcantes. O ESPELHO Objetivos: Despertar para a valorização de si. Como Fazer: 1. 4. 7. os integrantes devem se perguntar qual foi a experiência de Deus que fizeram a partir dos acontecimentos descritos ou no decorrer de suas vidas. Após a leitura desta passagem. Encontrar-se consigo e com seus valores.. 6. a pessoa que estava segurando a vela passa a mesma para o vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todos os atos de nossas vidas. Qual foi a reação para com acontecimentos tristes? 4. baseado nos depoimentos individuais. pedido de perdão e/ou clamor.. Entre em contato com esta pessoa. PALAVRA ILUMINADA Objetivos: Verificar a opinião do grupo com relação a algum tema baseado em passagens bíblicas. Depois o grupo é reunido e quem quiser pode apresentar sua oração ao grupo. 9.. 6. O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo. que merece todo seu cuidado. Uma pessoa muito importante para você. Refletir: 1. com os motivos que a tornam tão amada por você. sendo que a pessoa a sua esquerda deve segurar a vela.. inclusive com o .. a parte relativa à apresentação pode ser eliminada da dinâmica.. que fazem dela o grande sentido da sua vida. agradecimento. A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz da vela. alguém que você ama de verdade. Pode-se ainda comparar os salmos redigidos com os salmos bíblicos. Cada integrante deve escrever a história de sua vida. os integrantes do grupo devem buscar a opinião do grupo como um todo. 4. os integrantes devem ser divididos em subgrupos de três ou quatro pessoas onde cada integrante deve partilhar sua oração. Depois devem escrever o salmo da vida. Quando o consenso é alcançado apaga-se a vela. Então. Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a ser debatido. sobre o tema abordado. Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa. 5. 8. Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da bíblia indicado pelo coordenador e faz seus comentários sobre o trecho. que simboliza Cristo iluminando os nossos gestos e palavras. Como Fazer: 1. Por último é realizado um debate sobre os objetivos da dinâmica e a experiência que a mesma trouxe para os integrantes. 10. 2.. Como se sentiu recordando o passado? 2. Deve ser criado um ambiente que propicie momentos individuais de reflexão. O coordenador deve alertar o grupo de que experiências de dor e sofrimento podem ser vistas como formas de crescimento e não simples acontecimentos negativos.

Agora vocês vão encontrar-se aqui. Que retribuição devo esperar se seguir corretamente todos os meus passos nesta viagem? 4. Diz para a pessoa que está à sua esquerda : "Senhor. o coordenador deve continuar: b) ". A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa.auxílio de alguma música de meditação. Refletir: 1. c) Qual deles seria? d) Seguindo viagem.. " E entrega a flor... b) Com nossos sonhos em mãos e saindo de casa.. em vez de dizerem seu nome.. iremos para outro país. Após estes momentos de reflexão. isso é uma purificação. a viagem da nossa vida. Material: Papel e caneta para cada integrante. ficando com dois sonhos. numa longa jornada. suas reflexões e conclusões sobre esta pessoa tão especial. Os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Quem trocar ou esquecer algum nome. (diz o nome da pessoa). O coordenador pede para que cada pessoa escreva cinco sonhos pessoais de cada um. Quando tiverem que se referir a ele.. gato. e para podermos escapar de uma mordida temos que deixar outro sonho. 6. Em seguida. encontramos uma alfândega onde somos barrados e temos que seguir somente com uma mala. ficando somente com três. Por exemplo. 7. g) Qual sonho ficou para trás? h) Após um caminho tortuoso até a entrada no outro país. qual sonho deixamos? h) Qual o nosso maior sonho que nunca abandonamos? Para o plenário: 1. O que me motiva durante as dificuldades? 3. devem chamá-lo pelo nome do bicho. Qual hora foi mais difícil para abandonar um sonho? 2. assim como Jesus disse que seus discípulos seriam perseguidos. os seus vizinhos.(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou. e) Qual sonho foi abandonado? f) Em nossa caminhada nos deparamos com um cachorro que começa a correr atrás de nós para nos atacar. 2. Como Fazer: 1. o coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a caixa (um por vez). temos nossa primeira dificuldade. Finalmente a alfândega que significa a porta dos céus. passará a ser chamado pelo nome de um bicho. O carro cheio representa a nossa família e ou amigos que nos fazem desistir de alguns sonhos. mas devido ao peso das nossas bagagens temos que deixar outra de lado. 5. O cachorro tem conotação de perseguição. Material: uma flor. nosso carro quebra e temos que seguir a pé. Finalmente é aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos. 3. Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar. 3. 2. nossa última passagem antes de assumir um único sonho para nossa vida inteira. assim temos que abandonar um.. 4. 2." 4. nem todos os nosso sonhos cabem no carro que vai nos levar. receba esta flor que o senhor. A VIAGEM Objetivos: Definir as prioridades pessoais. Como Fazer: 1. O peso das malas representa o tempo no qual tentamos realizar esse sonho que pelo cansaço desistimos. . continuando a reflexão sem se comunicar com os demais.. E começa a dizer: a) Lembrando que esse sonhos serão nossa bagagem de uma viagem muito especial. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica. 4. frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida. 3. Qual a retribuição que Deus deu para mim? JOGO COMUNITÁRIO Objetivos: Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos outros participantes.

Que faço? q) Me elogie. ler os bilhetes dos colegas e atendê-los. 4. Material: Uma folha em branco e caneta. . 3. 6. s) Veja se estou com febre. p) Quero um telefone. lado a lado. Todos devem atender ao maior número possível de bilhetes. Refletir: 1. Após algum tempo. h) Sou muito carente. quero meu presente. 4. O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente. os outros integrantes devem auxiliá-lo com dicas. Em seguida cada subgrupo devera expressar seus temores e esperanças com relação ao trabalho que será feito. l) Estou com falta de ar. 3. o) Dobre a minha manga. Os integrantes devem ser dispostos em um círculo. os integrantes devem circular pela sala. Terminado o processo inicial. 7. Como esta dinâmica se reproduz no cotidiano? Sugestões de bilhetes: a) Em quem voto para presidente? b) Como se faz arroz? c) Sugira um nome para meu bebê? d) Sugira um filme para eu ver? e) Briguei com a sogra. Me console! k) Dance comigo. Distribuir uma folha em branco e uma caneta para cada subgrupo. Me leve à janela. e se tratando sobre um grupo de jovens isso também ocorre. 5. Como Fazer: 1. t) Chore no meu ombro. v) Me faça uma careta? TEMORES E ESPERANÇAS Objetivos: Conscientizar o grupo sobre suas motivações. Formam-se subgrupos de 4 a 7 pessoas. m) Me descreva um jacaré. sem dizer o que está escrito no bilhete.5. cartolina ou papelógrafo. JOGOS DE BILHETES Objetivos: Exercitar a comunicação entre os integrantes e identificar seus fatores. u) Estou de aniversário. e cada integrante deve tentar adivinhar o que está escrito em seu bilhete. suas angústias e temores. Material: Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva. w) Sorria para mim. Como Fazer: 1. O que facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? 2. voltados para o lado de dentro do mesmo. todos devem voltar a posição original. i) Tenho piolhos. Então cada integrante deve dizer o que está escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão. mais engraçado fica o jogo. O coordenador começa falando que todo mundo tem medos e esperanças sobre qualquer coisa. Me dê um apoio. Caso não tenha descoberto. n) Me ensine a pular. O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. desejos e esperanças. r) Me xingue. 2. e essa dinâmica serve para ajudar a expressar esses medos. Me ajude! j) Estou com fome. Quanto mais rápido se faz a entrega da flor. o que fazer? f) Cante uma música para mim? g) Gosto quando me aplaudem. seria bom que cada subgrupo tivesse um secretário para fazer anotações sobre o que for falado. 2.

a iniciar-se com o nome da pessoa que escolheu. indo em direção à escolhida. segue-se um debate sobre o exercício feito. O coordenador distribui um papel para todos. Como Fazer: 1. dar a todos a oportunidade de falar e de escutar. No final. Após algumas perguntas ocorre a reflexão sobre a experiência. Material: Relação de perguntas pré-formuladas. ou ainda. procurando responder com toda sinceridade. Material: Papel com perguntas para serem respondidas em público por cada membro. 3. Distribuir. quais foram os maiores castigos ou críticas recebidas j) Quais são seus maiores receios em relação a vivência em grupo k) Qual é a sua queixa em relação à vivência em grupo l) Quem do grupo você escolheria para com ele passar suas férias m) Você gosta mais de viver numa casa ou num apartamento n) Qual o país que você gostaria de visitar o) Quais são algumas das causas da falta de relacionamento entre alguns pais e filhos . uma papeleta para cada um. sentando numa cadeira localizada no centro do círculo (que seja visível de todos). um a um. 2. Material: Lápis ou caneta. Exemplos de pergunta: a) Qual o seu hobby predileto ou como você preenche o seu tempo livre b) Que importância tem a religião na sua vida c) O que mais o aborrece d) Como você encara o divórcio e) Qual a emoção é mais difícil de se controlar f) Qual a comida que você menos gosta g) Qual o traço de personalidade que lhe é mais marcante h) Qual é. desenvolver a autenticidade no grupo. O voluntário promete dizer somente a verdade. desibinição. ou sorteio destas. o seu maior problema i) Na sua infância. os participantes lerão a pergunta que estiver na papeleta. Recolhido os papeis. O papel deve ser assinado de forma legível. e com uma flecha. pode-se revezar a pessoa que é interrogada se assim achar necessário. no momento. Escolhe-se um voluntário para ser interrogado. 2. 3. Após cada subgrupo deverá expor suas conclusões ao coordenador que anotará na cartolina ou no papelógrafo e demonstrará que não são muito diferentes dos demais.5. falando sobre a descoberta pessoal e a importância do exercício. da pessoa do grupo cujas idéias são mais aceitas. Apresentação do tema pelo coordenador. EXERCÍCIO DA CONFIANÇA Objetivos: Acelerar o processo de conhecimento mútuo no grupo. lembrando de ser utilizado o bom senso tanto de quem pergunta como quem responde. afim de que nele se escreva o nome da pessoa mais importante para o sucesso do grupo. DIAGRAMA DE INTEGRAÇÃO Objetivos: Apresentar uma ilustração gráfica do relacionamento dos membros de um grupo. 2. Como Fazer: 1. papel e cartolina. 3. Como Fazer: 1. será feito um diagrama no quadro-negro ou cartolina. JOGO DA VERDADE Objetivos: Conhecimento mútuo. 4. O coordenador faz uma breve introdução do exercício. estudar as experiências da própria descoberta. marcando com um círculo o nome do participante escolhido.

b) Procure escrever uma mensagem especial que se enquadre bem na pessoa. Havendo tempo e interesse. 3. O coordenador apresenta sugestões. o coordenador fará uma exposição. em vez de um comentário que se aplique a várias pessoas. Na experiência que segue. é ótimo que todos o façam. 4. com os nomes dos endereçados no lado de fora. assim. seus pontos altos. Depois de ouvir todo mundo. A mensagem visa provocar em cada pessoa sentimentos positivos em relação a si mesmo. em vez de: "eu gosto de sua atitude". 2.O PRESENTE DA ALEGRIA Objetivos: Promover um clima de confiança pessoal. seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para cada membro do grupo". Como Fazer: I. EU E MEU GRUPO Objetivos: Avaliar o grupo e a contribuição de cada um de seus membros. dar e receber um "feedback" positivo num ambiente grupal. f) Os participantes poderão. quantos forem os participantes. o equilíbrio e a maturidade suficientes para aceitar críticas. assim: "eu gosto" ou "eu sinto". Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores. Cada um responde o que escreveu. a seguir. Como Fazer: 1. seus sucessos. III. II. um de cada vez implacavelmente vai a passarela em frente de cada participante e diz-lhe tudo o que lhe parece saber. Procure algo de positivo em todos. negativos e reticências do seu colega sentado à direita. negativos e reticências. desânimos. a seguinte variação: o coordenador poderá pedir que cada participante aponte os aspectos positivos. Este exercício permite. voluntários ou escolhidos pelo grupo. procurando induzir a todos a mensagem para cada membro do subgrupo. Como Fazer: Este exercício é muito válido. censuras sociais e outras. dizendo por exemplo: "gosto do seu modo de rir toda vez que você se dirige a uma pessoa". Cada um responde em particular às perguntas: a) que me agrada no grupo? b) que não me agrada? c) que recebo dele? d) o que deixaria de ganhar se ele se acabasse? e) que recebo de cada pessoa? f) que ofereço ao grupo? g) qual foi a maior tristeza? 2. constituindo. como segue: "Muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. embora de grande significado. entre outras. e sendo por todos aceito. IV. o coordenador convida os membros dos subgrupos para que escrevam uma mensagem para cada membro do subgrupo. e) Diga ao outro o que encontra nele que faz você ser mais feliz. c) Inclua todos. assinar a mensagem. serão elas dobradas e colocadas numa caixa para ser recolhidas. O coordenador forma subgrupos e fornece papel para cada participante. no meio do grupo. que é mais geral. Dois ou três participantes. embora não conheça suficientemente bem. e faça a colocação sempre na primeira pessoa. TESTE DE RESISTÊNCIA A PRESSÃO SOCIAL Objetivos: Criar na pessoa a capacidade. É importante ressaltar que não se trata de discutir em profundidade mas principalmente de se escutarem reciprocamente. superar impasses. g) Escritas as mensagens. d) Procure dizer a cada um o que observou dentro do grupo. caso queiram. de valorização pessoal e um estímulo positivo. Na mensagem dirá: a) Procure ser específico. 3. Material: Lápis e papel. fazer uma discussão do que fazer para que o grupo melhore. Para sua realização: 1. tantas "fotos" de cada indivíduo. . Prosseguindo. mesmo para aquelas pessoas pelas quais não sintam grande simpatia. pessimismos. os aspectos positivos. sendo aplicado depois que o grupo já atingiu um determinado grau de solidariedade e conhecimento mútuo. A seguir.

por cima das cabeças. Os integrantes devem passear pela sala a procura do integrante que possui o seu crachá para recebê-lo de volta. 2. TROCANDO CRACHÁS Objetivos: Facilitar a memorização dos nomes e um melhor conhecimento entre os integrantes. 3. O coordenador pede a todos os participantes do grupo que se aproximem uns dos outros. atrás das costas. ou em cadeiras. Após algum tempo recolhem-se os crachás e cada um recebe um crachá que não deve ser o seu.SITUAÇÃO NO ESPAÇO Objetivos: Procurar sentir o espaço. Como Fazer: 1. Observação: Deve-se evitar perguntas que levem a recordações tristes. o grupo deve debater sobre as diferentes reações durante a experiência. Como Fazer: 1. 4. 2. Neste momento. se relacionar com as outras pessoas do grupo. RECORDAÇÕES DA INFÂNCIA Objetivos: Proporcionar o conhecimento recíproco da infância de cada integrante. 2. 3. Em seguida pede que todos fechem os olhos e estendendo os braços. por baixo . Depois disso se analisa as reações em plenário. 5. 3. Material: Crachás com os nomes dos integrantes.e em seguida tomar consciência do contato com os demais ao passar por cima uns dos outros e se tocarem. ambos devem aproveitar para uma pequena conversa informal. Após todos terem retomado seus crachás. O coordenador distribui os crachás aos respectivos integrantes. onde procurem conhecer algo novo sobre o outro integrante. respondendo-a em seguida. ou sentando no chão. procurem "sentir o espaço do grupo" . Cada integrante recebe aleatoriamente uma pergunta e a lê em voz alta para os demais. entrar em contato com os outros elementos do grupo.todo o espaço diante deles. Propostas de perguntas: a) Como era seu melhor amigo(a)? b) Como foi sua crisma? c) Como foi sua Primeira Eucaristia? d) Como seu pai gostaria que você fosse? e) O que você imaginava ser quando crescesse? f) Quais os seus sonhos de infância? g) Qual a melhor lembrança de seu padrinho? h) Qual a melhor lembrança de seu pai? i) Qual a melhor lembrança de sua infância? j) Qual a melhor lembrança de seu madrinha? k) Qual a melhor lembrança de seu mãe? l) Qual a sua primeira grande alegria? m) Qual o seu primeiro contato com Deus? n) Quando você descobriu que Cristo morreu por nós? o) Quando você rezou a primeira Ave-Maria? p) Quem te ensinou a rezar pela primeira vez? KINDER OVO . As perguntas podem ser reutilizadas. Como Fazer: 1. Material: Perguntas preparadas pelo coordenador em número superior ao número de integrantes.

Para isso. Então devem ser colocados os seguintes questionamentos ao grupo: a) O que você esperava que fosse trazido pelo pássaro azul para você? b) De que forma você pensa que está inserido no plano de Deus? c) O que te espera no futuro? d) O que VOCÊ está construindo na sua vida. 6. por lugares muito bonitos. O integrante deve explicar o motivo pelo qual os escolheu e o motivo pelo qual está no grupo. o pássaro chega no local da reunião com uma surpresa para cada integrante. iluminado pela sabedoria do amor. Material: Uma cartolina e lápis de cor. 3. Como Fazer: 1. O coordenador deve pedir que os integrantes fechem os olhos. 4. 2. Em seguida deve começar a contar a estória de um pássaro azul muito belo e capaz de vôos muito altos. sendo porta. Para garantir os resultados da dinâmica. os integrantes devem abrir seus ovos e montar sua surpresa trazida pelo pássaro azul. 9. sempre se destacando a perfeição e a beleza de todos os lugares. 7. que está trazendo uma surpresa para os integrantes do grupo. Após abrirem os olhos. onde a gente se fortaleça para caminhar harmoniosamente dentro da comunidade cristã. para que se retire do círculo e escolha uma porta para entrar (um espaço entre dois integrantes no círculo). 6. de preferência o coordenador. é colocado a disposição das necessidades dos outros. mas que somos iguais perante o amor de Cristo. o coordenador deve ressaltar que Deus concede a graça a cada um de nós e essa graça é o nosso próprio modo de ser que. 4. Aos poucos o pássaro azul deve se aproximar do local da reunião. 3. Depois de todos ilustrarem seu papel no grupo. únicos. O coordenador deve desenhar um retângulo de cor fraca na cartolina e incentivar cada integrante a ajudar na construção de uma casa. 5. de sua forma. 2. os ovos não podem ser vistos pelos integrantes antes do final do relato. 5. Como Fazer: 1. Com nossa contribuição é possível construir um lugar de forte e mútuo crescimento espiritual. O relato deve ser bem trabalhado e dar tempo para que todos os ovos sejam devidamente colocados próximo aos integrantes. 4. telhado. Isso promove o crescimento mútuo. Ao final. É bem verdade que somos seres individuais. com uma descrição detalhada da beleza destes lugares e de como eles fazem parte do plano de Deus. janela. Por fim. que é um todo indivisível? DINÂMICA DA PORTA Objetivos: Aprofundar os laços de amizade entre os integrantes do grupo. Cada um. DINÂMICA DA CASA Objetivos: Despertar para a importância do indivíduo no grupo e na vida. 2. cada um deve expor ao grupo a razão de seu desenho. Convida-se um integrante. Como Fazer: 1. da casa. O relato deve começar por lugares distantes. pois engloba a contribuição de cada um. 8. Estes podem então abrir os olhos e cada um verá a sua frente um Kinder ovo. 7. 3. parede (todos os elementos que apareceram durante a dinâmica) é importante para a formação do todo. o coordenador deve se locomover durante o relato. DINÂMICA DA BALA . A vida na comunidade cristã exige serviço de nossos irmãos através do amor. O grupo deve estar disposto na forma de um círculo onde todos estejam abraçados. que é única. Material: Ovos de chocolate da marca Kinder na mesma quantidade do número de integrantes. Cada um deve ser incentivado a refletir para que escolha as partes que o representam ou que deseja representar no grupo. A pessoa a esquerda na porta escolhida deve se retirar do círculo e continuar o processo até que todos tenham participado.Objetivos: Mostrar a importância de ter valores e planos para a nossa vida.

Como Fazer: 1.Objetivos: Abordar pontos positivos e negativos individuais dos integrantes do grupo. Como Fazer: 1. 5. Alguém ficará sem lugar. 3. em pé. Os classificados são afixados na parede e os participantes devem ler os anúncios e durante 20 minutos tentar descobrir quem são as pessoas anunciadas. Cada integrante deve distribui-los do seguinte modo: a) O bombom é dado a uma pessoa que tenha feito algo positivo que tenha chamado a atenção do integrante. Este será o próxima a fazer compras e assim continua. 2. 2. Cada participante recebe uma folha em branco e nela escreve um anúncio classificado sobre ele mesmo. que se prende a locomotiva chamando outra pessoa pelo nome e destacando uma qualidade. mas também com muita sensibilidade para que a pessoa. Passado esse tempo. TRENZINHO Objetivos: Fazer com que as pessoas memorizem os nomes umas das outras. em pé. b) A bala azeda é dado a uma pessoa que tenha agido de maneira que tenha entristecido a pessoa que deu a bala ou alguma outra pessoa. 6. Esta dinâmica é mais indicada para grupos homogêneos em termos de laços de amizade.. De repente. 3. b) quantas pessoas pensavam se conhecer e descobriram que não se conheciam direito. O coordenador deve distribuir as balas e bombons para os integrantes do grupo. identificado como locomotiva. 4. um dos coordenadores. 4. sendo totalmente espontânea. diz: Fui fazer compras com. Durante um curto tempo as pessoas podem andar pela sala relembrando o nome de todos os participantes do grupo e reparando em pelo menos uma qualidade de cada um. 3. curso ou outra coisa. sai correndo em volta da sala e diz o nome e qualidade de alguém. A folha não pode conter nome. Como Fazer: 1. se oferecendo para um serviço. Como Fazer: 1. ANÚNCIOS CLASSIFICADOS Objetivos: Apresentar pessoas que quase não se conhecem. Uma bala ou bombom pode ser dado a alguém que já tenha recebido outra do mesmo tipo. Os integrantes podem dar balas ou bombons para si próprios. FAZENDO COMPRAS Objetivos: Para descontração e memorização de nomes de todos do grupo. Em seguida o coordenador deve perguntar: a) quem se reconheceu através dos anúncios classificados. 2. 2. . Material: Papel e cante para cada um. A apresentação correspondente às balas azedas deve ser feita com sinceridade. será o que vai fazer compras. 4. acrescenta: Não tenho mais dinheiro. possa rever algumas de suas ações. Todos estão sentados em círculos e o coordenador. Material: Balas de cereja (com sabor azedo) e bombons na proporção de uma de cada tipo para cada integrante do grupo. Observações: Nada impede que o número de balas e bombons seja aumentado ou que os mesmos sejam novamente utilizados durante a dinâmica. (e diz o nome de várias pessoas do grupo). opção do coordenador. sem ser ofendida. 5. 3. Se alguém não perceber que seu nome foi citado e por isso não se levantar. Segue-se até formar o trem com todos participantes. A distribuição não deve apresentar nenhuma ordem em especial.. Quem teve o nome citado deve trocar de lugar rapidamente e o coordenador se senta entre eles.

c) como cada um se sentiu ao ver seu anúncio sendo lido pelos outros. simultaneamente. 2.. Em continuação. Explorar o impacto que as suposições têm sobre a decisão. 4. (a declaração número 3 é falsa. Material utilizado: ... recebendo cada subgrupo uma cópia da história da “Máquina Registradora”. O conteúdo da máquina registradora é retirado e o homem corre.Uma cópia da história da “Máquina Registradora”. O animador. O proprietário abre uma máquina registradora.A História da “Máquina Registrada” Exercício de Decisão Grupal Objetivos: 1. serão formados subgrupos de cinco a sete membros. e todas as demais são desconhecidas).. Um homem apareceu assim que o proprietário acendeu as luzes de sua loja de calçados .Lápis ou caneta. Procedimento: 1. registrando novamente as declarações consideradas verdadeiras. quando surge um homem pedindo dinheiro. d) o que falta para que o grupo se conheça melhor.. anuncia as respostas corretas.. Declaração acerca da história: Verdadeiro – Falso .. Demonstrar como a busca do consenso melhora a decisão. para cada membro participante e para cada grupo. orientar vários subgrupos. e a do número 6 é verdadeira. aproximadamente. Um membro da polícia é imediatamente avisado. deverá ler e assinar as declarações consideradas verdadeiras. focalizando-se sobretudo o impacto que as suposições causam sobre a decisão e os valores do grupo. 2.. .. falsas ou desconhecidas. falsas ou desconhecidas.Desconhecido 1.. 3. O animador distribui uma cópia da história da “Máquina Registradora” para cada membro participante que durante sete a dez minutos. Tamanho do grupo: Subgrupos formados com cinco a sete membros. VF? . A seguir. DINÂMICAS DIVERSAS Dinâmica . haverá um breve comentário acerca da experiência vivida. sendo possível. para um trabalho de consenso de grupo. Tempo exigido: quarenta minutos. Exercício da “Máquina Registradora” A HISTÓRIA: Um negociante acaba de acender as luzes de uma loja de calçados. a seguir. durante doze a quinze minutos.

V F ? 6.. olhar fixamente nos olhos desse companheiro que por sua vez não pode sorrir.. Os seguintes acontecimentos da história são verdadeiros: alguém pediu dinheiro – uma máquina registradora foi aberta – seu dinheiro foi retirado .. com a música ligada... Quando a múica for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa... que será o milionário..... Cada bolinha vale R$1.. Embora houvesse dinheiro na máquina registradora.... Dado o sinal os alunos deverão sair e procurar um companheiro. Objetivos: O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam representar perigo ou vergonha. Depois que o homem que pediu o dinheiro apanhou o conteúdo da máquina registradora.. Alguém abriu uma máquina registradora.. em seguida devem parar em sua frente. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo... a história não diz a quantidade. o final pode ser uma feliz notícia.......... um homem que pediu dinheiro é um membro da polícia ... Dinâmica: Sorriso Milionário Material: bolinhas de papel amassado Procedimento: Essa dinâmica é usada para descontrair e integrar o grupo de uma forma divertida. O homem que abriu a máquina registradora era o proprietário.. uma fita cassete. e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar. Começa a brincadeira............ Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa.. uma bola ou um objeto...2.. V F ? 11.. fugiu. o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa. Independente do que seja..... A história registra uma série de acontecimentos que envolveu três pessoas: o proprietário..... O ladrão pediu dinheiro ao proprietário .... V F ? 7. Perguntas da matéria elaboradas pelo facilitador. chocolate e aparelho de som (rádio ou CD). O professor distribuirá para cada pessoa do grupo 5 bolinhas de papel.....é importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem.... Vence quem terminar a brincadeira com mais "dinheiro".. dizendo que pode ser uma tarefa extremamente dificil ou vergonhosa)... V F? 9. O proprietário da loja de calçados retirou o conteúdo da máquina registradora e fugiu . Quem sorrir primeiro paga uma bolinha para a pessoa a quem sorriu..... Procedimento: A técnica busca verificar se a turma aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo. Cada grupo elegerá um nome dentro do tema..000... dois membros serão escolhidos com a música e passando a bola de mão em mão nos dois grupos.. O facilitador começa fazendo um joguinho da velha.. Procedimento: Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro...00. (O jovem não pode repartir o presente com ninguém)... Giz. V F ? 3..... O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida. vamos brincar de batata quente com ela. por mais que pareça tudo tão desesperador...V F ? 5. O ladrão foi um homem... V F ? 8. Dinâmica: Verificação se aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo Material: Quadro Negro... O homem não pediu dinheiro.. . devem ir passando a caixa de um para o outro...... V F ? Dinâmica: Medo de Desafios Material: caixa.. essas deverão estar dispersas no local onde será realizada a brincadeira.. ninguém vai poder ajudar..... V F ? 4.. Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que são colocados a nossa frente. V F ? 10.

sem nenhuma ruga. Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais bonito. ele pode pedir ajuda a um dos membros do seu grupo mas agora quem escolhe é o membro que vai dar a resposta é o membro opositor. Grato.. Se acertar. Na verdade. Cada membro do grupo vem para frente e vai responder a pergunta. No final o instrutor deverá conduzir o grupo a trocar os corações. Aquelas marcas representavam sua vivência. O facilitador passa a pergunta ao grupo que perdeu. ele terá que arriscar pontos ou passar para outro membro então o outro grupo opositor vai escolher o membro que vai responder. todos em conjunto. 4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3. batam palma.Certo homem estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. Começa a complicar. Depois cada um vai receber um coração menor e será instruído que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração. cada um pode arriscar pontos em um jogo da forca onde será dado uma única vez a dica da palavra. Se errar." Após contar o texto distribuir um recorte de coração (chamex dobrado ao meio e cortado em forma de coração). . Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito pois nele havia. esta escolha é por sorteio dentro do grupo. que batam com as duas mãos na barriga. Cada um grupo pode escolher o membro e definir os pontos que arrisca. revistas. Ricardo José Rodrigues Dinâmica: Dinâmica do Amor Objetivo: Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos. Fazer a troca de cartões com uma música apropriada. Ou o que quer que seu coração esteja cheio. então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. O meu coração está cheio de. Se ambos ainda empatarem. Se o grupo empatar. Os participantes deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. Não tem sorteios. é o campeão. apesar de lisinho. Procedimento: Para início de ano Ler o texto ou contar a história do "Coração partido" . depois coloca a mensagem que o Grupo deve trabalhar como um todo e que nesta dinâmica todos venceram porque aprenderam sobre o valor da tomada de decisões e que puderam traçar metas para atingir um objetivo.. que dêm uma "reboladinha". Mesmo que sobre um. Se um deles não souber responder. o vencedor escolhe X ou O (bolinha) e inicia a brincadeira. Dinâmica: do 1. Fazer a colagem e apresentar ao grupo. Seu coração era lindo. Fica Fácil. É uma reflexão sobre o que fazemos individualmente mas que age sobre o grupo que vivemos e fazemos parte. 3 Objetivo: Quebra-gelo Procedimento: 1º momento: Formam-se duplas e então solicite para que os dois comecem a contar de um a três. entregar o seu coração a outro. escolhem dois membros de cada grupo que vão fazer a dança das cadeiras somente ficará na cadeira aquele que responder a pergunta que agora será falso ou verdadeiro. Canção da América ou outra. cola e tesoura. 2. Finalmente todos concordaram.Ao terminar a música. A situação fica bem divertida. 3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2. Isto é que se deve fazer em sala de aula. A reunião de pessoas para um mesmo objetivo deve ser direcionada para uma vitória do todo. é um risco. o número 3 deve ser pronunciado normalmente. O facilitador começa a fazer perguntas para os grupos sobre os momentos em que as perguntas foram feitas e sobre as tomadas de decisão. os outros números devem ser pronunciados normalmente. com tantas marcas?" O bom velhinho. esta dinâmica mostra que nada na vida é fácil e tudo decorre de decisões e riscos tanto dos líderes quanto da liderança e que toda decisão vai agir sobre toda a ação do grupo. não tinha a experiência do velho. sem nenhum estrago. ora um começa.. ora o outro. uns ajudando aos outros. tipo: Coração de Estudante. Então temos uma mensagem QUE SEJA UM! Assim é nossa missão na Terra a gente trabalha pela felicidade do Mundo porque somos parte desta humanidade. as pessoas que ele amou e que o amaram. O Grupo escolhe um dos membros para falar. os dois membros vão ao centro e tiram par ou ímpar. 2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1. É claro que o tema é definido anteriormente em sala de aula mas não é dito a razão de ser lido o tema. o coração do moço.

7.Dinâmica: “Convivendo com Máscaras” Objetivo: Proporcionar o exercício da auto e heteropercepção. Formar um círculo para que cada participante escolha um dos integrantes do grupo para lhe dizer o que vê atraz de sua máscara. e a outro de professoras do ensino infantil pré-escolar. que fale dele no momento atual.. inimizade. cooperação. competições. 6. o que aquela palavra significa para ele. colas.. (as palavras devem ser feitas de acordo com o seu objetivo. um a um deverão ler e fazer um comentário para o grupo. Aplicada ao público a partir de 9 anos Dinâmica: “dos problemas” Material: Bexiga. diálogo. visando o processo criativo. Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes deixarem sua bexiga no ar e sentarem. CD com a música quem é você (Chico Buarque) Procedimento: 1. tira de papel Procedimento: Formação em círculo. tesouras. papéis diversos e coloridos. crítica. alegria. Cada um deverá encher a sua bexiga e brincar com ela jogando-a para cima com as diversas partes do corpo. tolerância. paciência. prazer. Dinâmica: "Cabra cega no curral" . humildade. para a formação da subjetividade e intersubjetividade do indivíduo. para mostrar que não é tão difícil resolvermos problemas quando estamos juntos. Material: Cartolina colorida. etc. com um tira de papel dentro (que terá uma palavra para o final da dinâmica) O facilitador dirá para o grupo que aquelas bexigas são os problemas que enfretamos no nosso dia-a-dia (de acordo com a vivência de cada um). através da representação.. depois com os outros participantes sem deixar a mesma cair. Fechamento da vivência. fofocas. A máscara que gostaria de usar. confiança. Com a música de fundo cada participante é convidado a construir uma máscara com os materiais disponíveis na sala. um foi um grupo de funcionários de uma empresa de óculos de Franca. O resultado foi maravilhoso ! Espero que gostem. Abraços. apoio. desinteresse. motivação. Ele pedirá aos participantes que estorem as bexigas e peguem o seu papel com o seu ingrediente. Após concluir a atividade em subgrupo. Eu trabalhei esta dinâmica com dois grupos bem diferentes. etc. afixá-la no palito de churrasco para que cada um se apresente falando de si através da mascara. tranquilidade. 4. todos deverão colocar suas máscaras e fazer um mini teatro improvisado. Quando o facilitador perceber que quem ficou no centro não está dando conta de segurar todos os problemas peça para que todos voltem ao círculo e então ele pergunta: 1) a quem ficou no centro. aceitação. troca. o que ele sentiu. A partir da sua máscara confeccionada. 3. 2. aprendizado. uma bexiga vazia para cada participante. Organizar em subgrupos para que cada participante escolha: A máscara com que mais se identifica. os restantes continuam no jogo. solidariedade. 2) a quem saiu. o facilitador dará os ingredientes para todos os problemas.amizade.. 5. Abrir para discussões no grupo. tintas. intrigas. Dicas de palavras ou melhores ingredientes:. palitos de churrasco. Esta dinâmica foi baseada na teoria de Vygotsky. A máscara com que não se identifica. Depois destas colocações. o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado.

Primeiro solicita-se que desembrulhem o pirulito. Abre-se a discussão que tem como fundamento maior dar abertura sobre a reflexão de quanto precisamos do outro para chegar a algum objetivo e de é ajudando ao aoutro que seremos ajudados. os demais irão oferecer e todos poderão chupar o pirulito. No final que todos falarem deve-se pedir para que façam o mesmo que fizeram com o urso com a pessoa do lado. Pede que todos parem de desenhar. Música ambiente. O participante que for tocado deverá se apresentar e sortear uma tarefa a ser realizada por ele mesmo. Não pode ser dobrado. Dinâmica: "Urso de pelúcia" Objetivo: mostrar que o outro é importante pra nossa vida Material: um urso de pelúcia Procedimento: Forme um círculo com todos e passe o urso de mão em mão. lápis de cor ou giz de cera. Em seguida. apenas levado para a direita ou esquerda. Todos mostram seus desenhos. pede que desenhem uma boca cheia de dentes. mas sem dobrá-lo. e os seguintes comandos: todos devem segurar o pirulito com a mão direita. Continuem os desenhos fazendo um pescoço e um tronco. Para isso. coloque-o dentro do círculo e movimente-o de modo que perca a direção inicial. cada um pode sentar e continuar chupando. em círculo). o participante que já foi tocado não poderá repetir. A mão esquerda fica livre. dando o sinal. É dado um pirulito para cada participante. caneta. dá a seguinte orientação: sem sair do lugar em que estão. segurando o pirulito e de pé. saco plástico. Procedimento: ORGANIZAÇÃO: Escreva tarefas para serem realizadas pelos alunos. principalmente os alunos vindos de outras escolas. esta não deverá sair do lugar. O mediador da dinâmica recolhe os papéis e em seguida. Pede que desenhem um rosto com olhos e nariz. Dinâmica: "Auxílio mútuo" Objetivo: Para reflexão da importância do próximo em nossa vida Material: Pirulito para cada participante. Dinâmica: "DNA/Herança Genética" Objetivo: Descobrir os traços de personalidade herdados da família Material: 1 Folha A4 para cada participante. porém com visões de mundo diferentes. caneta Procedimento: O condutor da dinâmica distribui folhas de papel sulfite em branco e canetas para o grupo. todos devem chupar o pirulito! Aguardar até que alguém tenha a iniciativa de imaginar como executar esta tarefa. se quiser.Objetivo: Proposta da atividade: e fazer com que o grupo se conheça de modo divertido. faça um círculo com as cadeiras e coloque os alunos nas mesmas. todos percebem a mesma situação de diversas maneiras. O condutor da dinâmica ressalta que não há nenhum desenho igual ao outro. escolha o primeiro participante e coloque o pano sobre os seus olhos. portanto. quem estiver com o urso deverá falar o que tem vontade de fazer com ele. de modo o que todos participem. Canetas hidrocor. o pirulito que lhe foi oferecido. por este motivo devemos respeitar o ponto de vista do outro. Material: Pedaço de papel em branco. Encerra-se a dinâmica. de pé. Dinâmica: " das diferenças " Material: Pedaço de papel em branco. Ele pede que iniciem. recorte-ás e as coloque dentro de um saco plástico para serem sorteadas. Procedimento: Todos em círculo. automaticamente. o aluno deverá ir para qualquer direção de modo que se encoste a outra que estará sentada. com o braço estendido. que só há uma: oferecer o pirulito para a pessoa ao lado!!! Assim. . O condutor da dinâmica pede que ao dar um sinal todos desenhem o que ele pedir sem tirar a caneta do papel. pode-se utilizar a mão esquerda. que somos multifacetados. É importante ressaltar sempre que não se pode tirar o lápis ou caneta do papel. pano preto para cobrir os olhos e cadeiras. já na posição correta (braço estendido.

. Análise A análise deste jogo se dá pela valorização que damos à genética. Na parte A o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós maternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um dos avós maternos. da tia. Após o término dos desenhos. Procedimento: 1. sendo possível. falsas ou desconhecidas. Material utilizado: . C e D. O coordenador reflete com o grupo as características genéticas que herdamos de nossos parentes mais próximos. Tamanho do grupo: Subgrupos formados com cinco a sete membros. Que personagem da família foi mais fácil desenhar? Dentre as qualidades que você herdou. Escrever também na folha o nome e a idade. .Procedimento: Deve ser acima de 15 participantes .Uma cópia da história da “Máquina Registradora”. Explorar o impacto que as suposições têm sobre a decisão. Entregue uma folha A4 para cada participante. à nossa história de vida pessoal baseada nos valores e comportamentos familiares. Demonstrar como a busca do consenso melhora a decisão. Na parte B o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós paternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um também vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um deles. Este exercício irá promover no grupo uma apresentação grupal a partir das qualidades da árvore genealógica de cada um. aproximadamente.A História da “Máquina Registrada” Exercício de Decisão Grupal Objetivos: 1.Lápis ou caneta. deverá ler e assinar as declarações consideradas verdadeiras. B. simultaneamente. Tempo exigido: quarenta minutos. deverá anotar que características herdou e de quem herdou. Na parte C o participante deverá desenhar Pai e Mãe e seguir o exercício anotando a principal qualidade que nota nos pais e também a principal falha.. para cada membro participante e para cada grupo. qual foi mais confortável anotar? Por que? Que característica você nota em seus familiares e você ainda não possui? Deseja possuir? Que sentimentos este exercício trouxe à tona? Que herança é mais fácil herdar? Características ou valores financeiros? Dinâmicas de Grupo Envie sua dinâmica e enriqueça nossa página ! Quero enviar minha idéia 19.. Na parte D ele deverá desenhar um auto-retrato (como ele se vê) e observando as qualidades e falhas da família. Dinâmica . Da percepção que temos do espaço social chamado Família. 2. Dobre-a em 4 partes e nomeie as partes com sendo A. do pai. orientar vários subgrupos. O animador distribui uma cópia da história da “Máquina Registradora” para cada membro participante que durante sete a dez minutos. Tempo: 25 min. Coloque música ambiente. Às vezes um comportamento ou atitude revela uma característica do avô. o coordenador orienta o grupo a sentarem-se em trio e comentar sobre suas heranças.

.. V F ? 7....... O conteúdo da máquina registradora é retirado e o homem corre... O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida. o final pode ser uma feliz notícia. 3... Dinâmica: Medo de Desafios Material: caixa. registrando novamente as declarações consideradas verdadeiras.. durante doze a quinze minutos. O ladrão pediu dinheiro ao proprietário .... V F ? 10.Ceará e Brasil ...... vamos brincar de batata quente com ela. falsas ou desconhecidas. com a música ligada... V F ? 11.... a seguir.......... Alguém abriu uma máquina registradora... anuncia as respostas corretas...... por mais que pareça tudo tão desesperador. serão formados subgrupos de cinco a sete membros..SP 20. Objetivos: O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam representar perigo ou vergonha...... um homem que pediu dinheiro é um membro da polícia . O proprietário abre uma máquina registradora. a história não diz a quantidade..... (a declaração número 3 é falsa.. dizendo que pode ser uma tarefa extremamente dificil ou vergonhosa). Começa a brincadeira..V F ? 5..2... devem ir passando a caixa de um para o outro.Desconhecido 1. O ladrão foi um homem. e a do número 6 é verdadeira.. Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que são colocados a nossa frente... O homem não pediu dinheiro........ V F ? 2.. Em continuação...Fortaleza..é importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem.... V F ? 8. fugiu.... V F ? Contribuição enviada pelo usuário: José Carlos Versuri .... Quando a múica for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa. Exercício da “Máquina Registradora” A HISTÓRIA: Um negociante acaba de acender as luzes de uma loja de calçados. focalizando-se sobretudo o impacto que as suposições causam sobre a decisão e os valores do grupo. V F ? 9.. Declaração acerca da história: Verdadeiro – Falso . (O jovem não pode repartir o presente com ninguém)... haverá um breve comentário acerca da experiência vivida. recebendo cada subgrupo uma cópia da história da “Máquina Registradora”.. ninguém vai poder ajudar. Os seguintes acontecimentos da história são verdadeiros: alguém pediu dinheiro – uma máquina registradora foi aberta – seu dinheiro foi retirado . quando surge um homem pedindo dinheiro.. o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa.. V F ? 3.. e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar.... e todas as demais são desconhecidas).. A história registra uma série de acontecimentos que envolveu três pessoas: o proprietário.... para um trabalho de consenso de grupo.. Independente do que seja... A seguir......... Um membro da polícia é imediatamente avisado... Procedimento: Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro. 4. V F ? 4. Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa..Mauá .. Um homem apareceu assim que o proprietário acendeu as luzes de sua loja de calçados .. Embora houvesse dinheiro na máquina registradora.V F ? 6. O animador.. O homem que abriu a máquina registradora era o proprietário. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo. chocolate e aparelho de som (rádio ou CD)... Contribuição enviada pela usuária: Kelma de Freitas . Depois que o homem que pediu o dinheiro apanhou o conteúdo da máquina registradora. O proprietário da loja de calçados retirou o conteúdo da máquina registradora e fugiu ..

essas deverão estar dispersas no local onde será realizada a brincadeira. O facilitador começa a fazer perguntas para os grupos sobre os momentos em que as perguntas foram feitas e sobre as tomadas de decisão.21. É claro que o tema é definido anteriormente em sala de aula mas não é dito a razão de ser lido o tema. Vence quem terminar a brincadeira com mais "dinheiro".Téc. Não tem sorteios. Adm. Se errar. A reunião de pessoas para um mesmo objetivo deve ser direcionada para uma vitória do todo. O facilitador começa fazendo um joguinho da velha. dois membros serão escolhidos com a música e passando a bola de mão em mão nos dois grupos. 2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1. Começa a complicar. 3 Objetivo: Quebra-gelo Procedimento: 1º momento: Formam-se duplas e então solicite para que os dois comecem a contar de um a três. Cada grupo elegerá um nome dentro do tema. esta dinâmica mostra que nada na vida é fácil e tudo decorre de decisões e riscos tanto dos líderes quanto da liderança e que toda decisão vai agir sobre toda a ação do grupo. ele pode pedir ajuda a um dos membros do seu grupo mas agora quem escolhe é o membro que vai dar a resposta é o membro opositor.Ex-catequista . Então temos uma mensagem QUE SEJA UM! Assim é nossa missão na Terra a gente trabalha pela felicidade do Mundo porque somos parte desta humanidade. ora um começa. Isto é que se deve fazer em sala de aula. Se ambos ainda empatarem. Cada um grupo pode escolher o membro e definir os pontos que arrisca. Perguntas da matéria elaboradas pelo facilitador. cada um pode arriscar pontos em um jogo da forca onde será dado uma única vez a dica da palavra.Lençóis Paulista 22.00. Na verdade. em seguida devem parar em sua frente. depois coloca a mensagem que o Grupo deve trabalhar como um todo e que nesta dinâmica todos venceram porque aprenderam sobre o valor da tomada de decisões e que puderam traçar metas para atingir um objetivo. Fica Fácil. 4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3. olhar fixamente nos olhos desse companheiro que por sua vez não pode sorrir. O professor distribuirá para cada pessoa do grupo 5 bolinhas de papel. Ricardo José Rodrigues . 3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2. Cada membro do grupo vem para frente e vai responder a pergunta. ele terá que arriscar pontos ou passar para outro membro então o outro grupo opositor vai escolher o membro que vai responder. escolhem dois membros de cada grupo que vão fazer a dança das cadeiras somente ficará na cadeira aquele que responder a pergunta que agora será falso ou verdadeiro.000. Ao terminar a música. 2. Dinâmica: do 1.CRUZEIRO . Giz. esta escolha é por sorteio dentro do grupo. batam palma. Quem sorrir primeiro paga uma bolinha para a pessoa a quem sorriu. O facilitador passa a pergunta ao grupo que perdeu. é o campeão. Mesmo que sobre um. Grato. os outros números devem ser pronunciados normalmente. que dêm uma "reboladinha". A situação fica bem divertida. o número 3 deve ser pronunciado normalmente. uns ajudando aos outros. O Grupo escolhe um dos membros para falar.DF 23. É uma reflexão sobre o que fazemos individualmente mas que age sobre o grupo que vivemos e fazemos parte. é um risco. ora o outro. Contribuição enviada pela usuária: Renata Galerani Evangelista . que será o milionário. Dado o sinal os alunos deverão sair e procurar um companheiro. uma bola ou um objeto. Dinâmica: Sorriso Milionário Material: bolinhas de papel amassado Procedimento: Essa dinâmica é usada para descontrair e integrar o grupo de uma forma divertida. uma fita cassete. Dinâmica: Verificação se aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo Material: Quadro Negro. Se o grupo empatar. todos em conjunto. Cada bolinha vale R$1. . Procedimento: A técnica busca verificar se a turma aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo. o vencedor escolhe X ou O (bolinha) e inicia a brincadeira. que batam com as duas mãos na barriga. Se acertar. os dois membros vão ao centro e tiram par ou ímpar. Contribuição enviada pelo usuário: TORQUATO . Se um deles não souber responder.

Contribuição enviada pelo usuário: Ricardo José Rodrigues - Coordenador - São Paulo -SP

24. Dinâmica: Dinâmica do Amor
Objetivo: Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos. Procedimento:

Para início de ano Ler o texto ou contar a história do "Coração partido" - Certo homem estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. Seu coração era lindo, sem nenhuma ruga, sem nenhum estrago. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito pois nele havia. Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais bonito, com tantas marcas?" O bom velhinho, então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. Aquelas marcas representavam sua vivência, as pessoas que ele amou e que o amaram. Fianlmente todos concordaram, o coração do moço, apesar de lisinho, não tinha a experiência do velho." Após contar o texto distribuir um recorte de coração (chamex dobrado ao meio e cortado em forma de coração), revistas, cola e tesoura. Os participantes deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. Fazer a colagem e apresentar ao grupo. Depois cada um vai receber um coração menor e será instruido que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração. Ou o que quer que seu coração esteja cheio.. O meu coração está cheio de... No final o instrutor deverá conduzir o grupo a trocar os corações, entregar o seu coração a outro. Fazer a troca de cartões com uma música apropriada, tipo: Coração de Estudante, Canção da América ou outra. Contribuição enviada pela usuária: Tereza Cristina da Silveira Carvalho - Professora- Goiânia- GO

25. Dinâmica: “Convivendo com Máscaras”
Objetivo: Proporcionar o exercício da auto e heteropercepção. Material: Cartolina colorida, tintas, colas, tesouras, papéis diversos e coloridos, palitos de churrasco, CD com a música quem é

você (Chico Buarque)
Procedimento:

1. Com a música de fundo cada participante é convidado a construir uma máscara com os materiais disponíveis na sala, que fale dele no momento atual. 2. A partir da sua máscara confeccionada, afixá-la no palito de churrasco para que cada um se apresente falando de si através da mascara. 3. Organizar em subgrupos para que cada participante escolha: A máscara com que mais se identifica; A máscara com que não se identifica; A máscara que gostaria de usar. 4. Após concluir a atividade em subgrupo, todos deverão colocar suas máscaras e fazer um mini teatro improvisado. 5. Formar um círculo para que cada participante escolha um dos integrantes do grupo para lhe dizer o que vê atraz de sua máscara... 6. Abrir para discussões no grupo. 7. Fechamento da vivência. Esta dinâmica foi baseada na teoria de Vygotsky, visando o processo criativo, através da representação, para a formação da subjetividade e intersubjetividade do indivíduo. Aplicada ao público a partir de 9 anos Contribuição enviada pela usuária: Taise Helena soares da Costa - RJ - RJ

26. Dinâmica: “dos problemas”
Material: Bexiga, tira de papel Procedimento:

Formação em círculo, uma bexiga vazia para cada participante, com um tira de papel dentro (que terá uma palavra para o final da dinâmica) O o facilitador dirá para o grupo que aquelas bexigas são os problemas que enfretamos no nosso dia-a-dia(de acordo com a vivência de cada um), desinteresse, intrigas, fofocas, competições, inimizade, etc. Cada um deverá encher a sua bexiga e brincar com ela jogando-a para cima com as diversas partes do corpo, depois com os

outros participantes sem deixar a mesma cair. Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes deixarem sua bexiga no ar e sentarem, os restantes continuam no jogo. Quando o facilitador perceber que quem ficou no centro não está dando conta de segurar todos os problemas peça para que todos voltem ao círculo e então ele pergunta: 1) a quem ficou no centro, o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado; 2) a quem saiu, o que ele sentiu. Depois destas colocações, o facilitador dará os ingredientes para todos os problemas, para mostrar que não é tão dificil resolvermos problemas quando estamos juntos. Ele perdirá aos participantres que estorem as bexigas e peguem o seu papel com o seu ingrediente, um a um deverão ler e fazer um comentário para o grupo, o que aquela palavra significa para ele. Dicas de palavras ou melhores ingredientes:- amizade, solidariedade, confiança, cooperação, apoio, aprendizado, humildade, tolerância, paciência, diálogo, alegria, prazer, tranquilidade, troca, crítica, motivação, aceitação, etc... (as palavras devem ser feitas de acordo com o seu objetivo. Eu tratabalhei esta dinâmica com dois grupos bem diferentes, um foi um grupo de funcionários de uma empresa de óculos de Franca, e a outro de professoras do ensino infantil pré-escolar. O resultado foi maravilhoso ! Espero que gostem. Abraços. Contribuição enviada pela usuária: Carminha Braga - Franca

27. Dinâmica: "Cabra cega no curral"
Objetivo: Proposta da atividade: e fazer com que o grupo se conheça de modo divertido, principalmente os alunos vindos de

outras escolas. Material: Pedaço de papel em branco, caneta, saco plastico, pano preto para cobrir os olhos e cadeiras.
Procedimento:

ORGANIZAÇÃO: Escreva tarefas para serem realizadas pelos alunos; recorte-ás e as coloque dentro de um saco plástico para serem sorteadas; faça um círculo com as cadeiras e coloque os alunos nas mesmas; escolha o primeiro participante e coloque o pano sobre os seus olhos; coloque-o dentro do círculo e movimente-o de modo que perca a direção inicial; o aluno deverá ir para qualquer direção de modo que encoste em outra que estará sentada, esta não deverá sair do lugar. O participante que for tocado, deverá se apresentar e sortear uma tarefa a ser realizada por ele mesmo; o participante que já foi tocado não poderá repetir, de modo o que todos participem. Contribuição enviada pelo usuário: Hudson Azevedo Pinheiro- Duque de Caxias - RJ

28. Dinâmica: " das diferenças "
Material: Pedaço de papel em branco, caneta Procedimento:

O condutor da dinâmica distribui folhas de papel sulfite em branco e canetas para o grupo. O condutor da dinâmica pede que ao dar um sinal todos desenhem o que ele pedir sem tirar a caneta do papel. Ele pede que iniciem, dando o sinal. Pede que desenhem um rosto com olhos e nariz. Em seguida, pede que desenhem uma boca cheia de dentes. continuem o desenho fazendo um pescoço e um tronco. É importante ressaltar sempre que não se pode tirar o lápis ou caneta do papel. Pede que todos parem de desenhar. Todos mostram seus desenhos. O condutor da dinâmica ressalta que não há nenhum desenho igual ao outro, portanto, todos percebem a mesma situação de diversas maneiras, que somos multifacetados, porém com visões de mundo diferentes, por este motivo devemos respeitar o ponto de vista do outro. Contribuição enviada pela usuária: Maria Apasrecida Fontes Martinez - Curitiba

29. Dinâmica: "Auxílio mútuo"
Objetivo: Para reflexão da importância do próximo em nossa vida

Material: Pirulito para cada participante. Procedimento:

Todos em círculo, de pé. É dado um pirulito para cada participante, e os seguintes comandos: todos devem segurar o pirulito com a mão direita, com o braço estendido. Não pode ser dobrado, apenas levado para a direita ou esquerda, mas sem dobrá-lo. A mão esquerda fica livre. Primeiro solicita-se que desembrulhem o pirulito, já na posição correta (braço estendido, segurando o pirulito e de pé, em círculo). Para isso, pode-se utilizar a mão esquerda. O mediador da dinâmica, recolhe os papéis e em seguida, dá a seguinte orientação: sem sair do lugar em que estão, todos devem chupar o pirulito! Aguardar até que alguém tenha a iniciativa de imaginar como executar esta tarefa, que só há uma: oferecer o pirulito para a pessoa ao lado!!! Assim, automaticamente, os demais irão oferecer e todos poderão chupar o pirulito. Encerra-se a dinâmica, cada um pode sentar e continuar chupando, se quiser, o pirulito que lhe foi oferecido. Abre-se a discussão que tem como fundamento maior dar abertura sobre a reflexão de quanto precisamos do outro para chegar a algum objetivo e de é ajudando ao aoutro que seremos ajudados. Contribuição enviada pela usuária: Marta Cristina Nonato Marques- Governador valadares - MG

30. Dinâmica: "Urso de pelúcia"
Objetivo: mostrar que o outro é importante pra nossa vida Material: um urso de pelúcia Procedimento:

Forme um círculo com todos e passe o urso de mão em mão, quem estiver com o urso deverá falar o que tem vontade de fazer com ele. No final que todos falarem deve-se pedir para que façam o mesmo que fizeram com o urso com a pessoa do lado. Contribuição enviada pela usuária: Renata - RJ

31. Dinâmica: "DNA/Herança Genética"
Objetivo: Descobrir os traços de personalidade herdados da família Material: 1 Folha A4 para cada participante, Canetas hidrocor, lápis de cor ou giz de cera, Música ambiente. Procedimento: Deve ser acima de 15 participantes . Tempo: 25 min.

O coordenador reflete com o grupo as características genéticas que herdamos de nossos parentes mais próximos. Às vezes um comportamento ou atitude revela uma característica do avô, do pai, da tia... Este exercício irá promover no grupo uma apresentação grupal a partir das qualidades da árvore genealógica de cada um. Entregue uma folha A4 para cada participante. Dobre-a em 4 partes e nomeie as partes com sendo A, B, C e D. Coloque música ambiente. Na parte A o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós maternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um dos avós maternos. Na parte B o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós paternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um também vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um deles. Na parte C o participante deverá desenhar Pai e Mãe e seguir o exercício anotando a principal qualidade que nota nos pais e também a principal falha. Na parte D ele deverá desenhar um auto-retrato (como ele se vê)e observando as qualidades e falhas da família, deverá anotar que características herdou e de quem herdou. Escrever também na folha o nome e a idade. Após o término dos desenhos, o coordenador orienta o grupo a sentarem-se em trio e comentar sobre suas heranças.
Análise

A análise deste jogo se dá pela valorização que damos à genética, à nossa história de vida pessoal baseada nos valores e comportamentos familiares. Da percepção que temos do espaço social chamado Família. Que personagem da família foi mais fácil desenhar? Dentre as qualidades que você herdou, qual foi mais confortável anotar? Por que? Que característica você nota em seus familiares e você ainda não possui? Deseja possuir? Que sentimentos este exercício trouxe à tona? Que herança é mais fácil herdar? Características ou valores financeiros? Contribuição enviada pela usuário: Marcos Rogério - consultor em dinâmicas de grupo e tecnologia educacional.

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