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Por que o Leão é o rei dos animais?

O leão (do latim leone)[1][2] (Panthera leo) é um dos quatro grandes felinos no gênero Panthera, membro da família Felidae. Com alguns machos excedendo 250 kg em peso, ele é o segundo maior felino vivente depois do tigre. Leões selvagens existem atualmente na África Subsaariana e na Ásia com uma população remanescente em perigo crítico, na Floresta de Gir na Índia, tendo desaparecido da África do Norte e do Sudoeste Asiático em tempos históricos. Até o Pleistoceno tardio, há cerca de 10 000 anos, o leão era o mais difundido grande mamífero terrestre depois dos humanos. Eles eram encontrados na maior parte da África, muito da Eurásia, da Europa Ocidental à índia, e na América do Yukon ao Peru. Leões vivem por volta de 10-14 anos na natureza, enquanto em cativeiro eles podem viver mais de vinte anos. Na natureza, machos raras vezes vivem mais do que dez anos, visto que ferimentos sofridos em combate contínuo com machos rivais reduzem sua longevidade. Originalmente era encontrado na Europa, Ásia e África. Tais felinos possuem coloração variável, entre o amarelo-claro e o marrom-escuro, com as partes inferiores do corpo mais claras, ponta da cauda com um tufo de pêlos negros e machos com uma longa juba. Há ainda uma variedade genética de leões brancos, que apresentam dificuldades de sobrevivência por se destacarem nas savanas ou selvas, logo, tendo imensas dificuldades de caça. São exclusivos da reserva de Timbavati, localizada no Parque Nacional Kruger, na África do Sul. Os leões estão muito concentrados atualmente nas savanas reservadas, onde caçam principalmente grandes mamíferos, como antílopes, zebras, javalis; um grupo abate um búfalo-africano entretanto, se o bando estiver faminto pode abater um elefante jovem, desde que esteja só. Também é frequente o confronto com hienas, estando estas em bandos ou não, por disputa de território e carcaças. O leão é apelidado de o "rei dos animais" por se encontrar - em condições naturais e normais - no topo da cadeia alimentar dos animais que habitam em terra seca. São felinos muito sociáveis: um grupo pode possuir até quarenta indivíduos, composto na maioria por fêmeas.
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O leão é uma das figuras utilizadas na heráldica, podendo ser visto nos brasões de armas de diversos países e famílias nobres. O leão é conhecido como o Rei dos Animais, e assim é retratado em muitas histórias infantis, como O Rei Leão e O gato de botas. Na mitologia grega e romana, a morte do leão de Nemeia foi o primeiro trabalho de Héracles. Sua imagem é normalmente associada ao poder, à justiça e à força, mas também ao orgulho e à autoconfiança. O leão também é um símbolo solar. O Estado de Pernambuco tem como mascote o leão, presente em seu brasão, apelidado de Leão do Norte No livro das revelações, o Leão de Judá é o Messias: "Todavia, um dos anciãos me disse: Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos." (Apocalipse 5:4-6). O leão também aparece no estandarte da tribo de Judá.

se estabeleceram faz pelo menos 10 000 anos. sobretudo o DNA mitocondrial. o equivalente da mãe primordial do ser humano Leandro Narloch Fotos Martin Harvey/Corbis/Latin Stock e Arthur Baensch/Corbis/Latin Stock Em busca de um dono Os fofos: seus antepassados se aproximaram dos humanos ao longo dos milênios e a amizade lhes rendeu enormes vantagens evolutivas Há tempos se sabe que os laços afetivos entre o homem e seus dois bichos de estimação • Quadro: Revelações do DNA favoritos. A maior análise genética da história evolutiva dos cães foi publicada há duas semanas na revista científica Molecular Biology and Evolution. Agora. os cães eram criados não para ajudar o ser humano. proveniente de lobos que foram domesticados entre 14 000 e 11 000 anos atrás no sul da China. o cão e o gato. aquele que passa quase intacto das mães para os filhos (veja o quadro). mas para lhe servir de jantar. VEJA TAMBÉM . os biólogos conseguem construir as árvores genealógicas das espécies. O estudo traz duas novidades. A primeira é que os 250 milhões de cães que atualmente vivem no planeta descendem de uma única linhagem.A Eva dos cães e gatos A reconstrução da história do DNA dos dois animais prediletos do homem mostra que cada espécie descende de uma única linhagem. os cientistas tentam descobrir mais detalhes sobre as origens desses dois casos de amor – em que lugar do mundo e de que maneira as duas espécies foram domesticadas. A segunda novidade é que. como a caça e a guarda. Com ele. Uma das principais aliadas das pesquisas tem sido a genética. a princípio. Só mais tarde foram incumbidos de tarefas mais nobres.

Todos os animais tinham informações genéticas muito parecidas. os felinos começaram a entrar nos povoados. e colaboravam para eliminar roedores e pequenas cobras. Milênios depois. o trigo. de ossos caninos entre restos de comida. da PUC do Rio Grande do Sul. "Se os cães tivessem surgido em várias épocas. como siamesa e korat. afirma Savolainen. Uma pesquisa muito parecida. a ciência reconstitui de maneira cada vez mais precisa o início da amizade entre essas espécies e o homem. Gravuras e cerâmicas de 10 000 anos atrás mostram que eles já faziam parte do cotidiano das aldeias. surgiram raças mais antigas. da África e da Europa. os cientistas compararam o DNA mitocondrial de 1 712 cães da Ásia. Os estoques de cereais acumulados após a colheita eram chamariz para os ratos. Em pequenos grupos isolados da população principal. disse a VEJA o biólogo Peter Savolainen. uma pista de que os lobos se domesticaram de uma só vez. os caçadores-coletores do Oriente Médio deixaram de ser nômades para se fixar nas terras e se dedicar à agricultura. Como os gatos não atrapalhavam os homens. na Inglaterra. região entre Israel e o Iraque que abrigou os primeiros povoados humanos fixos. Há 12 000 anos. da Suécia. constatou que o primeiro gato a fazer parte dos povoados humanos viveu há cerca de 10. Com a construção da árvore genética dos cães e dos gatos. As raças apareceram naturalmente. além de fazer a análise de cromossomos dos gatos – a mesma que é efetuada em testes de paternidade e na identificação de cadáveres pela polícia. diz Eduardo Eizirik. os pesquisadores do Instituto Real de Tecnologia. Em 2004. a Felis silvestris lybica. Atraídos pelos ratos pequenos e pelos restos de comida. Os pesquisadores concluíram que o gato caseiro surgiu de uma só subespécie do gato selvagem. ocorridos na China. a bordo de barcos mercantes ou carroças. Apareceu assim o camundongo doméstico – uma espécie menor que os roedores selvagens. arqueólogos franceses descobriram na Ilha de Chipre uma ossada humana sepultada ao lado de um pequeno gato. a domesticação aconteceu apenas uma vez. no reino vegetal. leva a crer que já havia gatos nos primeiros barcos que povoaram as ilhas do Mediterrâneo. O mesmo fenômeno explica as diferentes cores dos olhos. que há 4 000 anos os mumificavam e representavam deuses em forma de felinos. Nenhuma outra espécie tem o DNA tão parecido com o dos gatos domésticos. de 9 500 anos. da pele e dos cabelos entre os homens. eles encantaram os egípcios. Assim como no caso dos cães. O estudo comparou o DNA mitocondrial de 979 gatos domésticos e selvagens. Os pesquisadores acreditam que o sul da China tenha sido o berço dos primeiros cães porque a diversidade genética entre os animais dessa região é muito maior do que a existente entre os cachorros dos outros locais. especialista em biologia molecular de felinos. mutações genéticas se tornam traços predominantes com facilidade. provenientes de lobos de diversos continentes. AFP . o homem se afeiçoou aos felinos. O achado. Para chegarem à conclusão de que os cães eram criados para o abate. Posteriormente. realizada pela Universidade de Oxford. "A diversidade genética precisa de tempo para acontecer".000 anos no Crescente Fértil. seu DNA seria provavelmente muito mais distinto". a convivência prosseguiu sem conflitos. Quando o gato doméstico viajou para lugares distantes. "Os gatos selvagens que conseguiam conviver melhor com o homem logo proliferaram". Para reconstituírem a árvore genealógica canina. que coordenou o estudo. A domesticação do gato foi consequência da evolução de outras duas espécies: o camundongo e.Essa teoria é reforçada pelo fato de que até hoje os chineses consideram os cães uma iguaria. da Tailândia. se basearam em achados arqueológicos.

como o dinamarquês (ambos na foto acima). cujas raças têm dimensões semelhantes e se distinguem principalmente pelo comprimento da pelagem. encontradas na Ilha de Chipre: prova da antiguidade da domesticação dos felinos A chave do tamanho Fotos Getty Images/Corbis-Latin Stock e Istockphoto Há cães pequeninos. desde a pré-história. e enormes. como o chihuahua. o homem realizou seleções artificiais dos cães na tentativa de . Essa diferença de tamanho não ocorre entre os gatos.Juntos para sempre Ossadas de um ser humano e de um gato que foram sepultados juntos há 9 500 anos. A explicação para isso é que.

aumentar habilidades como o faro. por não serem tão úteis. . Os gatos. passaram por menos seleções que os cães. a velocidade ao correr atrás da caça ou a sociabilidade. Isso também explica por que os gatos são mais independentes do que os cães e sobrevivem mesmo sem a ajuda do dono.

Os seres vivos que compõem um ecossistema são denominados de biotas e se organizam em três categorias: produtores. seja ela animal ou vegetal.. sob a forma de calor. nitrogênio livre. possui um conteúdo cromossômico que é responsável pela hereditariedade das características próprias do tipo de organismo estudado. de modo que pode haver alterações no genoma do indivíduo. são chamados de consumidores primários.CADEIA ALIMENTAR Cadeia alimentar é uma série de sucessivas transferências pela qual passa a matéria desde os produtores até os decompositores. amônia. Os produtores são representados pelos seres autótrofos como os vegetais e as algas do fitoplâncton. Às vezes. Ela é unidirecional. podem ocorrer acidentes ambientais ou biológicos. Corresponde ao primeiro nível trófico. consumidores e decompositores. sendo os primeiros a consumir a matéria orgânica elaborada pelos produtores. nitritos. adições (ou duplicações). nitratos. Os processos que determinam as modificações estruturais no genoma do indivíduo podem ser de seis tipos básicos: deleções. ora atravessa uma fase orgânica. A espécie humana tem seu genoma distribuído em 46 cromossomos. terceiro nível trófico. não mais sendo recuperável pelos organismos. sendo 44 destes autossomos e 2 sexuais. Os decompositores (bactérias e fungos) decompõem as proteínas e outros compostos orgânicos em uréia. seguidos dos consumidores secundários (nutrem-se de herbívoros). A energia. pois se dispersa dos seres para o ambiente. Os consumidores são os organismos heterótrofos. formando o segundo. . que ocasionam irregularidades na divisão celular. Os herbívoros. porém.. não segue um caminho cíclico. FLUXO DE MATÉRIA NA CADEIA ALIMENTAR A matéria se mantém num ciclo interminável. Alterações que afetam a estrutura molecular do DNA são chamadas de mutações e mutações de ponto ou mutações pontuais. tendo como intermediários os consumidores. ora passa por uma fase inorgânica. atingindo os cromossomos interfásicos. devolvendo a matéria inorgânica ao meio abiótico. MUTAÇÃO GENÉTICA Alterações na estrutura molecular Cada espécie existente. entretanto. Estes conteúdos chamam-se genomas e dão a cada espécie um número característico de cromossomos. terciários. etc. etc.

cromossomos isolados ou apenas partes de cromossomos. Geralmente as mudanças estruturais requerem quebras nos cromossomos. Na espécie humana. As alterações numéricas podem ser de dois tipos: euploidias e aneuploidias. ocorrendo arranjos novos entre estes cromossomos. principalmente no primeiro e sexto mês de gestação. podendo estas ocorrer em mais de um ponto em um Cromossomo ou no conjunto todo. onde um ou poucos cromossomos são duplicados ou perdidos. Qualquer extremidade quebrada pode se unir com qualquer outra extremidade quebrada. pois podem alterar a morfologia e principalmente o conteúdo gênico destes.inversões (peri e paracêntricas). as alterações numéricas do tipo Euploidia (que correspondem a poliploidias). As alterações do lote genômico são denominadas aberrações cromossômicas. é dada maior ênfase às aneuploidias. . em que o genoma inteiro é duplicado. No processo pode ocorrer também perda ou adição de um segmento cromossômico. Por este motivo. acabam por deflagrar o aborto. trasposições e fissão/fusão cêntricas. As aberrações cromossômicas podem afetar o genoma inteiro (totalidade dos cromossomos). translocações.

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