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PROGRAMA DAS PROVAS CONCURSO PÚBLICO PARA SERVIDOR TÉCNICO-ADMINISTRATIVO / UFRB CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR

PORTUGUÊS (Todos os cargos) Compreensão e interpretação de textos: habilidade de ler, compreender e interpretar textos de diversos tipos em língua portuguesa: verbais; não-verbais e mistos. Objetivos: O candidato deverá ser capaz de atribuir sentidos coerentes aos textos apresentados, demonstrando habilidade de: 1. Decodificar e inter-relacionar informações. 2. Perceber as relações do texto com o seu mundo exterior. 3. Demonstrar atitude crítica frente às questões enfocadas nos textos. 4. Reconhecer as modalidades linguísticas que refletem diferenças sociais, culturais e regionais dos falantes da língua portuguesa. 5. Apresentar domínio gramatical da variedade padrão da língua portuguesa, como: 5.1. Regência nominal e verbal. 5.2. O nome, o artigo, o pronome, o adjetivo, o advérbio, a preposição, a interjeição e os seus respectivos empregos. 5.3. O verbo: emprego de tempos e modos. 5.4. Sintaxe: período, orações e seus termos. 5.5. Domínio da ortografia e da pontuação. 5.6. Relações semântico-lexicais, como metáfora, metonímia, analogia, polissemia, antonímia, sinonímia, hiperonímia, hiponímia, reiteração, redundância e outras. BIBLIOGRAFIA CUNHA, C.; CINTRA, L. F. L. Nova gramática do português contemporâneo. 5. ed. Rio de Janeiro:Lexikon, 2008. FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: leitura e redação. 17. ed. São Paulo: Ática, 2007. ILARI, R. Introdução à semântica: brincando com a gramática. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2004. KOCH, I. V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 2005. KOCH, I. V.; TRAVAGLIA, L. C. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 2004. PRETTI, D. Sociolinguística: os níveis da fala; um estudo sociolinguístico do diálogo na literatura brasileira. 9. ed. São Paulo: Edusp, 2003. Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa – Academia Brasileira de Letras – 5. ed. São Paulo: Global, 2009. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa – São Paulo: Objetiva, 2009. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa – José Carlos de Azevedo, São Paulo: Publifolha, 2008. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (Todos os cargos) 1. Estrutura político-administrativa brasileira e sua evolução. 2. Sistema Tributário Nacional. 3. O processo de elaboração do orçamento e sua operacionalização. 4. As inovações no orçamento público trazidas pela Constituição de 1988. 5. A prestação dos serviços públicos e as parcerias público-privadas. 6. Controle interno e externo na administração pública. 7. Tomadas e prestações de contas. 8. Procedimentos de licitação pública, convênios e contratos. 9. RJU – Regime Jurídico Único (Lei Federal 8112, de 11/12/1990).

Legislação recomendada 1. CONSTITUIÇÃO DE 1988. 2. DECRETO-LEI 200/67. 3. LEI 4320/64. 4. LEI 8666/93. 5. LEI 101/2000. 6. Lei 11.079/ 30/12/2004 BIBLIOGRAFIA CARVALHO, D. Orçamento e contabilidade pública. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. GIAMBIAGI, F.; ALEM, A. C. Finanças públicas: teoria e prática no Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. JUND, S. AFO: administração financeira e orçamentária. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. JUSTEN FILHO, M. Curso de direito administrativo. São Paulo: Saraiva, 2006. SILVA, L. M. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. São Paulo: Atlas, 2008. ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO / DESENVOLVIMENTO 1. Engenharia de Software (sw): Software: Importância, crise, mitos, ciclo de vida. Arquitetura e projeto de sistemas, análise de requisitos, análise estruturada, análise orientada a objetos e modelagem de dados, técnicas alternativas de análise e métodos formais, aspectos fundamentais do projeto de sw. Projetos: Tipologias, interface com usuário, tempo real. Linguagens de programação, garantia de qualidade, testes, manutenção, gerenciamento de configuração, ferramentas CASE. Gerência de projetos: Métricas de produtividade e qualidade, estimativas, pontos de função, modelos empíricos, análise de risco, cronograma, aquisição, reengenharia, planejamento organizacional, requisitos básicos de um bom gerente, especificação do sistema operacional, do SGBD, do hardware mínimo, montagem da equipe, modelagem, planejamento e acompanhamento, implementação, codificação, requisitos de segurança, extração de informações, documentação, controle de versões, auditoria do código fonte, homologação, implantação, manutenção e evolução. 2. Banco de Dados (BD): Conceitos, arquitetura, BD relacionais, sistemas de gerenciamento de BD; Modelo relacional: Domínios, relações e variáveis, álgebra relacional, cálculo relacional, integridade, visões, dependências funcionais, normalizações, modelagem semântica, gerenciamento de transações, segurança; Otimização, herança de tipos, bancos de dados distribuídos, apoio à decisão, banco de dados temporais, sistemas baseados em lógica, bancos de dados de objetos e bancos de dados relacional/objeto. 3. SQL: Componentes, linguagem de definição de dados, consultas, inserções, atualizações e exclusões do conteúdo de tabelas, extensões da SQL, procedures armazenadas, visões, índices, otimizações de consultas, triggers e transações. 4. Microsoft SQL Server: Ambiente, instalação, ferramentas de configuração, administração do sistema, transferência de dados, automatização de tarefas de administração de sistema, data warehousing, linguagem Transact-Sql (T-SQL), utilitários, manutanção, ajuste do desempenho/otimização. 5. UML: Orientação a Objetos (OO): Classificação, abstração e instanciação de classes e objetos, atributos, métodos, visibilidade, herança, polimorfismos, interface; Diagramas: Casos de uso, classes, objetos, estrutura composta, sequência, comunicação, máquina de estados, atividades, interação geral, componentes, implantação, pacotes e tempo. 6. Estrutura de Dados: Introdução, paradigmas do projeto de algoritmos, estrutura de dados básicos, listas, pilhas, grafos, árvores, algoritmos de ordenação, pesquisa em memória primária e secundária, processamento de cadeia de caracteres. 7. Linguagens de Programação: POO, JAVA,

Spring. M. H. LAW. entrada e saída. CHOFFNES. B. Pacote Office: Versão XP e posteriores. 2. UML: UML1 e posteriores. Padrões de projetos. Rio de Janeiro: Campus. D. BEN-GAN. 5. JSP. GWT.. I. Redes: Introdução. 2003. Hibernate.. B. Power Builder. J. D. padrões do J2EE. Rio de Janeiro: Campus. H. modelo de Von Neumann. Arquitetura de Computadores: Sistemas de numeração. Aprenda J2EE: com EJB. JDBC e XML. Servlets. DEITEL. E. software básico. sub-camada de controle de acesso ao meio. São Paulo: Pearson Addison Wesley. 2009. CRUPI. ed. D. B. RUMBAUGH. HTML. segurança. R. transações e persistência. Inside Microsoft SQL server 2005: T-SQL querying. Interligação em rede com TCP/IP. sistemas operacionais multimídia. 2001. E. C. J. processos e threads. Java script: guia de consulta rápida. 10. I. USA: Microsoft Press. camadas. R. D. 2005. Sistemas operacionais. serviços WEB. 4. JMS. S. deadlocks. 11.. ed. FREEMAN. DATE. SARKA. ed. JSP. J. segurança. 2003. 2005. aspectos gerais. 2. COMER. São Paulo: Pearson Prentice Hall.. M. ELMASRI. Aprenda em 1 semana dynamic HTML. v. 2004. ed.. DARNELL. D. 8. 2005. SQL server 7 completo e total: guia de referência. 9. Rio de Janeiro: Campus. CAMPBELL. Core java server faces. ed. Java: como programar. 2000. componentes do computador. DEITEL. BIBLIOGRAFIA ALUR. P... Microsoft SQL Server: versão 7 e posteriores. BOOCH. 1. Rio de Janeiro: Campus. São Paulo: Makron Books. São Paulo: Makron Books. LINUX: Todas as distribuições. 2005. DAMIANI. sistemas com múltiplos processadores. MALKS. D.. R. KOLLAR. Plataforma J2EE: JNDI. G. L. DEITEL P. Facelets. arquitetura de redes locais e cliente/servidor.. 3. São Paulo: Pearson Prentice Hall. JPA. CSS. Core J2EE Patterns: as melhores práticas e estratégias de design. São Paulo: Novatec. Rio de Janeiro: Alta Books. JNDI. M. HAYWOOD. E. elementos básicos de organização. 6. JACOBSON.. 2005. Struts. D.. AJAX. FREEMAN.. J. Sistema Operacional Windows: Versão XP e posteriores. sistemas de arquivos. NAVATHE...JavaScript. Rio de Janeiro: Alta Books. Rio de Janeiro: Campus. GEARY. JBOSS AS: Instalação. 2001. J. linguagem assembly. gerenciamento de memória. cabeamento. Sistemas Operacionais (SO): Introdução. 8. D. JSF e suas bibliotecas. COFFMAN. HORSTMANN. entrada e saída. ed. Sistemas de banco de dados. protocolos. DEITEL. Introdução a sistemas de bancos de dados. Servlets. G. E. 12.. configuração e utilização. . NOTAS SOBRE AS VERSÕES/DISTRIBUIÇÕES DE SOFTWARE JAVA e SUAS TECNOLOGIAS: versão 1 e posteriores. C#. BOND. EJB. ed. 2006. UML: guia do usuário. 2000. C. padrões de projetos. microprocessadores Intel. & et al.

Programando google web toolkit: do iniciante ao profissional. Porto Alegre: Bookman. ed. 6. 1. VAZQUEZ. R. SOLID QUALITY LEARNING. 2010. ______. S.jboss. Dominando java server faces e facelets utilizando spring 2. P. São Paulo: Novatec. ed. U. ed. B. São Paulo: McGraw-Hill. Disponível em: <http://www.com>. A. EJB 3 persistence e AJAX. Versões 7 e posteriores. UML: uma abordagem prática. 2008. M. J. Estrutura de dados. P.5. Os modelos de política social do Estado de Bem-Estar Social e do . G. I. Porto Alegre: Bookman. 2003. 2003. SZWARCFITER. 3. A. 2004. Porto Alegre: Bookman. Desenvolvendo aplicações Web com JSP. P.jboss. Rio de Janeiro: Campus. A. F. LORENZI. S. R. T.GONÇALVES. Rio de Janeiro: Ciência Moderna. 2007. 2001. GUEDES. S. S. hibernate e JPA. HUSTED. J. D.. WOODHULL. Abordagens explicativas da política social com ênfase na perspectiva marxista. Acessado em: 21 dez. L. 2007. MICROSOFT. ed. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientados a objetos e ao desenvolvimento iterativo. Arquitetura de computadores: uma abordagem quantitativa. JBOSS. A. 2007. Porto Alegre: Bookman. R. KURNIAWAN. Pro JSF e AJAX: construindo componentes ricos para a internet. hibernate. GOODRICH. TANENBAUM. E. E. ______. Rio de Janeiro: Ciência Moderna. C. Microsoft SQL server 2005: técnicas aplicadas. 2008. 2005.. 2007. TAMASSIA. ed. BANKRAS. Política de Seguridade Social no Brasil (saúde. SMEETS. JACOBI. São Paulo: Novatec. M. Rio de Janeiro: Campus. 2. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos.. 2009. Java para a Web com servlets. Rio de Janeiro: Campus. Struts em ação. 6. 2007. MATTOS. São Paulo: Thomson Learning.. 2006. MARKENZON. 3. SIMÕES. ed... J. ed. J. ed. ed. ASSISTENTE SOCIAL 1. Engenharia de software. C. JSP e EJB. 2004. ALBERT. PRESSMAN. F. T. Rio de Janeiro: Alta Books. Análise de ponto de função: medição. 2. Rio de Janeiro: Ciência Moderna.. 1994. 2003. B. Engenharia de software.. SOMMERVILLE. São Paulo: Pearson Addison Wesley. Microsoft SQL server 2005: fundamentos de banco de dados. ______. BONESS. UML 2: guia de consulta rápida. 2003. L. HENNESSY. Sistemas operacionais: projeto e implementação. servlets.org e http://www. R. SANTOS. FALLOWS. Introdução ao RUP: rational unified process. 2002. LARMAN. São Paulo: Érica. A. CARVALHO. ed. 2006.. S. 2007. Java 2: Guia de consulta rápida. G. 2003. PATTERSON. TANENBAUM. estimativas e gerenciamento de projetos de software. Estrutura de dados e seus algoritmos. 4. 2003. Rio de Janeiro: Ciência Moderna. T.. RAMON. 4. N. Microsoft SQL server books online. Estruturas de dados e algoritmos em Java. java server faces. Porto Alegre: Bookman. T. Rio de Janeiro: Ciência Moderna. R. assistência social e previdência) pós Constituição de 1988. 3. R.. São Paulo: Novatec. Redes de computadores. L. Introdução à programação orientada a objetos usando JAVA. KRUCHTEN. Rio de Janeiro: Ciência Moderna.

Brasília. ______.Estado Neoliberal e na atualidade. AMARAL. D. CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL. Brasília. teóricos e metodológicos do Serviço Social no Brasil: contextualização do Serviço Social no Brasil. Serviço Social e reforma sanitária: lutas sociais e práticas profissionais. V. Serviço Social & Sociedade. Planejamento estratégico (conceito. 2003. Rediscutindo a Mistiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. P. articulação com os diversos paradigmas teóricos. BRAVO. 81. 1989. 1996. Lei n. Reestruturação do capital. A questão da metodologia em Serviço Social: reproduzir-se e representar-se. 1996. 1995. O Serviço Social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional. n. E. FALEIROS. MUNANGA. Ministério da Previdência e Assistência Social. V. 2003. São Paulo: Cortez. 1993. instrumentos e técnicas de ação profissional. P. O novo Código de Ética profissional do Assistente Social. 4. 8. A. riscos e aspectos metodológicos). 1996. et al. 1993. Ministério da Saúde. BIBLIOGRAFIA AMARO. 80-90. J. desafios do Serviço Social na contemporaneidade. São Paulo: Cortez. fragmentação do trabalho e Serviço Social.080/90. São Paulo: Cortez. São Paulo: Paz e Terra.50. 39. 2005. (Orgs. de 7 de dezembro de 1993. 158-62. n. metodologia) e participativo (conceito. Brasília: Thesaurus. 8. BARROCO. Fundamentos históricos. 1999. Serviço Social e Ética: convite a uma nova práxis. Serviço Social & Sociedade. 50. p. vantagens. Diário Oficial da União. Lei n. A. Serviço Social & Sociedade. ______. 1992. CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL. Ministério da Saúde. Código de ética profissional de Serviço Social. ______. BONETTI. p. Serviço Social a caminho do século XXI: o protagonismo ético-político do conjunto CFESS-CRESS. . 3. A transversalidade de gênero e étnico-racial nas políticas sociais brasileiras.). IAMAMOTO.742. Lei n. São Paulo: Cortez. S. A nova fábrica de consensos. A. In: MOTA. São Paulo. n. 1996. São Paulo: Cortez. Petropólis: Vozes. Questão racial na assistência social: um debate emergente. p. Cadernos ABESS 3. A. Rio de Janeiro: UFRJ. ______. Assistência social no Brasil: um direito entre originalidade e conservadorismo. BOSCHETTI. Transformações societárias e Serviço Social. 1998. NETTO. características. 87-132. Serviço Social & Sociedade.). Bases filosóficas para uma reflexão sobre ética e Serviço Social. p. K. C. Brasília.142/90. 1990. 2005. Norma operacional básica da Assistência Social.172-190. n. S. n. 41. São Paulo: Cortez. 58-81. A. M. BRASIL. a inserção do Assistente Social em processos coletivos de trabalho. L. Ética profissional: o projeto ético-político-profissional do Serviço Social. 1990. I. n. Brasília: CFESS. 85-117. Serviço Social & Sociedade. MATOS. 1998. MOTA. M. M. 2. São Paulo: Cortez. O debate do Serviço Social na saúde nos anos 90. São Paulo: Cortez. Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado Moderno. Brasília. Serviço Social & Sociedade. 1993. Dispõe sobre a organização da Assistência Social e dá outras providências. 8. S. M. S. p. 74. São Paulo: Cortez. p. BORÓN. et al. São Paulo: Cortez. Brasília: CFESS.. I. Ana Elizabete (Org.

paredes. (Org. 9. físicos. Controle social em saúde e cidadania. riscos ambientais (químicos.). 13. 6. CARVALHO JR. VASCONCELOS. Serviço Social & Sociedade. Tintas imobiliárias de qualidade. São Paulo: Cortez. 2004. mecânicos). BOSCHETTI. 3. riscos em eletricidade. Serviço Social & Sociedade. 5. São Paulo: Cortez. 1995. São Paulo: Cortez. ed. formação e alternativas na área da saúde. ed. levantamento de quantitativos. em transporte e em movimentação de materiais. compressibilidade e adensamento nos solos. pisos. 8. cronogramas (Gant. n.. São Paulo: Edgard Blucher. A reforma da Previdência Social no Brasil e os impactos sobre o mercado de trabalho. Pintura. E. R. 68-84. 2. escoramento. p. Mecânica dos solos: índices físicos. I. H. M. Noções de gestão de pessoas. orçamentos. resistência ao cisalhamento. São Paulo: Edgard Blucher. Principais patologias: fundações. ed. 2010. n. BIBLIOGRAFIA ABRAFATI − Associação brasileira fabricação de tintas. propriedades e pressões dos solos. São Paulo: Edgard Blucher. custos unitários. São Paulo: Cortez. AZEVEDO. fundações e estruturas. São Paulo: Cortez.70. Instalações elétricas e o projeto de arquitetura. 2002. Representação de projetos: arquitetura. instalações hidro-sanitárias. São Paulo: Cortez. compactação. com o auxílio de softwares (AutoCAD). M. proteção coletiva e individual. aço. n. 171-178. Esfera pública e Conselhos de Assistência Social: caminhos de construção democrática. Revestimentos de pisos e paredes. madeira e alvenaria estrutural. estruturas de arrimo. 10. C. A prática do Serviço Social: cotidiano. M. piscinas e coberturas. Contribuição para a construção do Sistema Único de Assistência Social – SUAS. ENGENHEIRO CIVIL 1. TONET. A. WEISSHAUPT. instalações provisórias. O edifício e seu acabamento. empuxos de terra. inclusive sobre a que se refere a licitações públicas e contratos. estruturas e revestimentos. n. escavações. Conhecimento de legislações referentes aos serviços de engenharia. 1998. 78. A. R. 2. J. instalações. As ambigüidades da assistência brasileira após dez anos de LOAS. S. São Paulo: Cortez. 2004. telefonia e instalações especiais. p. Fiscalização e acompanhamento de obras civis. 2003. YASBEK. empuxos de terra. p. 4. tanques. estabilidade de taludes. SALVADOR. Linha de Balanço).RAICHELIS. 2004. 11-29. 2. 12. Serviço Social & Sociedade. 7. acessibilidade universal. A. As funções sócio-institucionais do Serviço Social. canteiro de obras. estimativa de recalques.48. execução de fundações rasas e profundas. . Projeto e execução de obras civis: sondagens. R. 14. Impermeabilização das fundações. biológicos. segurança na construção civil. 2002. Serviço Social & Sociedade. 2. 2010. 14. caracterização. n. pisos. SOUSA. 2004. paredes. Instalações prediais: instalações elétricas. O pluralismo metodológico: um falso caminho. Segurança e higiene no trabalho. Serviço Social & Sociedade. R. SPOSATI. ergonomia. ______. Engenharia de custos: planejamento de obras. 74. I. 1988. São Paulo: Cortez. Execução de estruturas em concreto armado. ed. 77. São Paulo: Cortez. A menina LOAS: um processo de construção da assistência social. Pert. liderança de equipe. 11.

2010. LIMA. Manutenção de equipamentos. características e especificações dos equipamentos. motores síncronos. Caderno de muros de arrimo. Cálculo de condutores alimentadores. 2007. F. 1. ed. medição de potência ativa.BARROS. ed. São Paulo: Edgard Blucher. M. São Paulo: Edgard Blucher. Lista de materiais e orçamento. Simbologia normalizada. Cálculos e especificações. medição de energia. C. C. A. MATTOS. 9. Alvenaria estrutural. TAUIL. POSSI. São Paulo: Pini. A. 1. 2002. O projeto elétrico predial. Curso básico de mecânica dos solos. M. Manutenção de instalações elétricas. Instalações hidráulicas: prediais e industriais. Circuitos elétricos: circuitos de corrente contínua. São Paulo: Pini. A. M. S. 1.. v. ENGENHEIRO ELETRICISTA 1. C. ed. medição de demanda. Dimensionamento de cabos. Prática das pequenas construções. Manual prático: NR 18. FRANÇA. NESSE. aliando teoria e prática. ed. 1. Transformadores de potência (média / baixa tensão). Obras de terra: curso prático de geotécnica. 3. ed. Proteção dos circuitos e coordenação da proteção. 4. instrumentos de medição. 2003. MS PROJECT 200: metodologia e critérios de qualidade para o gerenciamento de projetos. ed. S. C. BORGES. Curitiba: LTR. A. medição de isolação. MACINTYRE. ed. Instalações elétricas: projetos prediais. 2. Como preparar orçamentos de obras. 2008. motores de corrente continua. A. S.. Fator de potência e harmônicos. Fusíveis. ed. medição de potência reativa. Instalações elétricas em baixa tensão: O projeto de instalações elétricas. circuitos de corrente alternada trifásico equilibrado. ed. medição de frequência. A norma ABNT NBR 5410 luminotécnica e cálculo da iluminação em interiores e exteriores. B. J. Planejamento e controle de obras: planejamento de obras passo a passo. Disjuntores de média e baixa tensão. chaves seccionadoras.. 2010. M. Práticas de recursos humanos: conceitos. PINTO. ______. Juntas de movimentação em revestimentos cerâmicos de fachadas. ed. ramais. Técnicas e práticas construtivas para edificação. medição de resistividade. ed. circuitos de corrente alternada monofásico. 2. Normas de segurança: NR 10. Estudo dirigido de AutoCAD 2009. C. M. 2010. Medição de grandezas elétricas: medição de corrente. A. ferramentas e procedimentos. 1. L. AVELAR. 2004. Dispositivos de partida dos motores (contactores chaves estrela/triângulo. M. 1. Transformadores de . 2009. 2010. motores de potência fracionária. D. São Paulo: Érica. 3. Quadros e painéis. circuitos de corrente alternada desequilibrados. São Paulo: Atlas. ed. MOLITERNO. J. São Paulo: Oficina de Textos. MASSAD. F. Equipamentos elétricos: Motores elétricos: motores de indução. Rio de Janeiro: Ciência Moderna. SALGADO. F. medição de tensão. soft starter). ______. L. J. NEGRISOLI. A. 2. São Paulo: Edgard Blucher. 2010. 1. 1. RIBEIRO. C. 3. 2009. ed. 1. 2010. dutos e acessórios. Dimensionamento. C. Instalação hidraulica residencial: a prática do dia a dia. São Paulo: Érica. de sistemas de computação e de sistemas de refrigeração. 2010. A. 2007. SÁ. São Paulo: Oficina de Textos. São Paulo: Érica. E. São Paulo: Pini. 1. ed. São Paulo: Pini. Rio de Janeiro: LTC (Grupo GEN). 2009. F. Alimentação de motores.

materiais magnéticos. Fundamentos de eficiência energética. São Paulo: Edgar Blucher. materiais elétricos semicondutores. PANESI. Medição de energia elétrica. C. ABNT NBR 6855. Energias alternativas e geração distribuída – geração solar fotovoltaica. Transformador de corrente – Método de ensaio. transdutores. A. . J. relés e disjuntores. ed. BIBLIOGRAFIA ABNT NBR 5419. MEDEIROS FILHO. 15. Rio de Janeiro: Bookman. E. Introdução à teoria de sistemas de energia elétrica. 2007. M. I. materiais elétricos isolantes. E. MORÁN. B. B.. São Paulo: Edgard Blucher. 10. KINGSLEY JR. O. V. Recife: Editora Universitária da UFPE. CREDER. Instalações elétricas. COMETTA. O projeto de prédios inteligentes. proteção de subfrequência. 1993. Manutenção industrial elétrica. Projetos.. controladores lógicos programáveis. Manutenção de dispositivos e instalações. W. proteção contra sobretensão. Transformador de potencial indutivo – Especificação. E. 1980. D. 9. São Paulo: Prentice Hall do Brasil. H. ABNT NBR 14039. São Paulo: Hemus. Transformador de potencial indutivo – Método de ensaio. S. Instalações elétricas. N. ROBBA. A. NR 10 . A. C. 8. Aterramento elétrico. ESTAQUEIRO. R. Proteção de instalações elétricas de baixa e média tensão – fusíveis. A. G. C. 2006.. propriedades. Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. Instalações elétricas em baixa tensão. D. São Paulo: Ícone. Porto Alegre: Sagra. ABNT NBR 5410. ABNT NBR 6820. O uso de equipamentos eficientes. 1976. proteção de fuga para terra. São Paulo: Prentice Hall. conversores de frequência. ed. FITZGERALD. KAGAN. Guia de projeto elétrico de centrais eólicas. planilhas orçamentárias. 1996. I. M. 7. proteção contra sobrecorrentes. COTRIM. ROBBA. Instrumentação eletrônica moderna e técnicas de medição. ed. Introdução aos sistemas de distribuição de energia elétrica. C. P. J. 1993. A. J. 4.Segurança em instalações e serviços em eletricidade. Recife: Centro brasileiro de energia eólica. São Paulo: McGraw Hill. proteção contra descargas atmosféricas. Controlador programável. Iluminância de interiores. Qualidade de energia e eficiência energética predial. A. 2003. normas e especificações. Energia solar: utilização e empregos práticos. 1972. 1995. HELFRICK. CAMPAGNOLO.corrente e de potencial. Transformador de corrente especificação. geração eólica. Automação industrial – dispositivos de comando e controle: sensores. C. OLIVEIRA. Características. Máquinas elétricas. 5.. Materiais elétricos – materiais condutores. 1. J. E. ABNT NBR 5413. A. ELGERD.. 1. proteção de transformadores e motores.. ed. OLIVEIRA. Manutenção de Instrumentos. ABNT NBR 6821. Rio de Janeiro: LTC. Norma ABNT 14039. ROSAS. COOPER. KINDERMAN. 6. Redes de distribuição elétrica: aéreas e subterrâneas – em média tensão. São Paulo: Ensino Profissional. ed. especificações. Q. micro controladores. Introdução de sistemas elétricos de potência. 2. P. Instalações elétricas em média tensão. ABNT NBR 6856. São Paulo: Makron Books.

Gêneros jornalísticos: reportagens. W. A. dentro do programa. Jornalismo na internet: planejamento e produção da informação on-line. A. Edição em jornalismo: ensino. V. Teoria da comunicação: conceitos e escolas. 2006. Doenças musculoesqueléticas e do tecido conjuntivo. C. Ética e o profissional de jornalismo. Processo editorial na TV. W. (Coleção Comunicação) VICTOR. 2003. Jornalismo na internet: produção da informação online. Doenças dos rins e das vias urinárias. São Paulo: Campus. Texto jornalístico. D. 7. São Paulo: Edgard Blucher. HOHLFELDT..). São Paulo: Edgard Blucher. Salvador: EDUFBA.. 11. Doenças hematológicas. Manual de laboratório de jornalismo na internet. H.. 6. São Paulo: Contexto. Doenças infecciosas e parasitárias. editoriais.. também poderão ser utilizadas. 10. 3. escolas e tendências. Rio de Janeiro: Vozes.. SOSTER. radiojornalismo em rede. A. R. 2007. ______.). Outras bibliografias. J. de. BIBLIOGRAFIA BARBEIRO. (org. 2001. DIZARD JR. Elementos de análise de sistema de potência. 4. 2. Doenças gastrointestinais. W. B.. técnicos. 8. MARTINO.). Doenças metabólicas. 2 ed. B. (Coleção Novas Buscas em Comunicação) SQUARISI. v. 5. D. 10. WOLTON. A arte de escrever bem: um guia para jornalistas e profissionais do texto. STEVENSON. 2. M. LIMA. Manual de radiojornalismo: produção. 4. JORNALISTA 1. (*) A sugestão bibliográfica destina-se a orientar os candidatos. Santa Cruz do Sul: EDUNISC. ética e internet. SALVADOR. São Paulo: Contexto. F. v. Doenças do fígado. PICCININ. São Paulo: Summus. 2007. 4. D. D. ed. V. 7. A. CALDAS. L. Jornalismo científico e desenvolvimento sustentável. Comunicação na Era da Informação. C. Edição na assessoria de imprensa. Teorias da comunicação: conceitos. ed. Doenças cardiovasculares. Pensar a comunicação. São Paulo: McGraw Hill do Brasil.. JUNG. teoria e prática... (Coleção Comunicação) PALACIOS. 2003. FELIPPI. S. (org.SCHMIDT. MÉDICO CLÍNICO 1. Doenças neurológicas. vesícula biliar e dos ductos biliares. A. O papel do jornal e a profissão de jornalista. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. RIBAS. Materiais elétricos: isolantes e magnéticos. 8. São Paulo: All print. M. 2004. DINES. Jornalismo científico: divulgação científica. 3. G. 9. 9. 2009. 2000. 11. (org. PINHO. FRANÇA. Tradução de Edmond Jorge. 2009. 6. 2. Brasília: UNB. 2005. 1. Doenças respiratórias. Edição radiofônica: aspectos históricos. 2.. entrevistas. São Paulo: Summus. Materiais elétricos: condutores e semicondutores. 5. 2005. A nova mídia: a comunicação de massa na era da informação. . Síndrome da imunodeficiência adquirida. P. BORTOLIERO. Tecnologias da informação e comunicação: as redes. Jornalismo de rádio.

A. Lei orgânica de segurança alimentar e nutricional: LOSAN. 2003. ROSS. G. 2006. 2005. BIBLIOGRAFIA ABREU. Nutrição Humana: digestão e metabolismo protéico.. Bioética: uma visão panorâmica. VERRUMA-BERNARDI. CZERESNIA. 2009. E. Higiene e inspeção de alimentos. L. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. Planejamento e gerenciamento em serviços de alimentação e nutrição. Harrison: medicina interna. E. J. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. v. 2006. n. Educação alimentar e nutricional. ed. D. S. BENNETT. 6. LAMEU. p. tendências. Rio de Janeiro: Fiocruz. Princípios e diretrizes do SUS (Sistema Único de Saúde). FAUCI.. 2005. C. 2003. 7. 5-19. Promoção da saúde: conceitos. 210 p.BIBLIOGRAFIA BRAUNWALD. M.. S. 1. 18 set. OLIVEIRA. São Paulo: Manolle. v. Tratado de clínica médica. 1997. LOPES. S. DF. A. Clínica nutricional. 1997. KAJISHIMA. 10. São Paulo: Revista de Nutrição da PUCCAMP. São Paulo: Manolle. C. 2006. Coordenação geral da política de alimentação e nutrição. Brasília. M. SHIKE. 5. E. CUPPARI. 17. 2006. São Paulo: Manolle. 2006. C. J. Lei n. 2009. PHILIPPI.. p.. L. ed. Diário Oficial da União. Avaliação e diagnóstico do estado nutricional. SPINELLI. N. N. Guia alimentar para a população brasileira: promovendo a alimentação saudável. São Paulo: Metha. Educação nutricional: passado. 4. L. (org).1.. . ed. Ética profissional e Bioética. CLOTET. S. T. A. 2009. 10. C. 45-49. M. M. energético e de micronutrientes. FREITAS. Prescrição dietética e terapia nutricional nas doenças crônicas não-transmissíveis. FEIJÓ. 2. NUTRICIONISTA 1. Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de fazer. et al. Brasília: UNB. BERLINGUER. reflexões. São Paulo: Atheneu. Cecil: tratado de medicina interna. 2005. M.346 de 15 de setembro de 2006. C. Nutrição e técnica dietética. A. 10. Educação nutricional: aspectos socioculturais. 2. 2007. ed. Rio de Janeiro: Revinter. BOOG. A. E.. seleção e preparo de alimentos. Ciência dos alimentos: composição e bioquímica dos alimentos. (Série A. M. Secretaria de atenção à saúde. 2. F. n. C. 8.. Atenção alimentar e nutricional para indivíduos sadios e enfermos nos diferentes ciclos da vida. 11. 1. Ministério da Saúde. KASPER. São Paulo: Revista de Nutrição da PUCCAMP. G. BRASIL. Brasília. Nutrição nas doenças crônicas não-transmissíveis. Nutrição clínica no adulto. Bioética cotidiana. Segurança alimentar e nutricional de indivíduos e coletividades. 23. G. 9. 3. SHILS. GOLDMAN. M. FREITAS. R. Técnica dietética. BRASIL. Porto Alegre: Mac Graw Hill. OLSON. D. São Paulo: Manolle.. J. M. S. S. Porto Alegre: EDIPUCRS. Guias de medicina ambulatorial e hospitalar UNIFESP/ Escola Paulista de Medicina.. 2004. A. futuro. técnica dietética. São Paulo: Roca. PINTO. ______. presente.. ed.. Normas e manuais técnicos).

SUS: o que você precisa saber sobre o sistema único de saúde. etiopatogenia. Aspectos semiológicos da prática odontológica: anamnese. ed. Farmacologia: receituário. 4. São Paulo: Artes Médicas. classificação. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. J. ed. urgências endodônticas. apicetomias e cirurgias pré-protéticas. Ortodontia: má-oclusões (conceito. KRIGER. 3. 2001. Endodontia: topografia da câmara pulpar. 2005. analgésicos. L.. D. Periodontia: doença periodontal − conceito. M. M. 2009. 2004. prevenção e tratamento da doença periodontal. diagnóstico e plano de tratamento na clínica. Radiologia: anatomia e interpretação radiográfica. eneteral e parenteral na prática clínica. classificação e diagnóstico. conceitos e prática clínica. WAITZBERG. PERES. 11. Dentística: preparo cavitário. Diagnóstico e tratamento das emergências em odontologia. São Paulo: Artes Médicas/APCD. ODONTÓLOGO 1. 8. G. antiinflamatório. Saúde Coletiva: promoção de saúde. epidemiologia dos problemas bucais. 5. Deontologia e ética odontológica. drogas utilizadas em anestesia local (indicações e contra-indicações). S. 6. M. 13. M. dentes inclusos. materiais restauradores (tipos e indicações). São Paulo: Revista de Nutrição da PUCCAMP. C. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan. S. São Paulo: Atheneu. São Paulo: Atheneu. 15. L. 2006. Prótese total e parcial removível: noções básicas. diagnóstico e decisão de tratamento. política nacional de saúde bucal. etiologia. 2005.SANTOS. L.org. Cirurgias orais menores: exodontias. Tratamento clínico de traumatismos dentais. CONSELHO FEDERAL DE ODONTOLOGIA – Código de ética odontológica. L. alterações da polpa dental e do periápice.br. São Paulo: Atheneu. 9. Disponível no site: www. 14. lesões de mucosa e câncer bucal: conceito e etiologia. ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE MEDICINA. TEIXEIRA. Dentística: procedimentos preventivos e restauradores. set. et al. Educação alimentar e nutricional no contexto da promoção de práticas alimentares saudáveis. 2002. et al. uso racional de fluoretos. BARATIERI. Dentística: filosofia.cfo. S. 2. ABOPREV: promoção de saúde bucal. A. 2002. A. etiopatogenia. classificação e diagnóstico. 12. Patologia oral: aspectos gerais. J. tempos operatórios do tratamento dos canais radiculares. N. Biossegurança: princípios e controle de infecção na prática odontológica. ed. exames complementares. A. 18(5): 681-692. São Paulo: Santos. 10. Odontopediatria: crescimento e desenvolvimento da criança. . antibióticos. v. Fundamentos de odontologia: epidemiologia da saúde bucal. F. LINDHE. F. A. 1997. ed. ARAÚJO. índices e indicadores. 2.. 7.. etiologia. VALERA. 1. M. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. BIBLIOGRAFIA ANTUNES. 1. BUSATO. 2. L. 4. L. Tratado de periodontia clínica e implantodontia oral. plano de tratamento e condutas terapêuticas integradas. classificação e diagnóstico). 16. 2005. materiais protetores do complexo dentinopulpar./out. Nutrição oral. Cariologia: cárie dental − conceito. urgências e traumatismos. etiologia. 4.

gov.PEDAGOGO 1. Sociedade e Educação. 7.br/cne www. LDB .br Para o item Histórico da Educação Superior no Brasil. Pensamento pedagógico brasileiro.mec.br/cne www. Principais concepções pedagógicas da tradição ocidental. 8. 3.inep. sobre a Educação Superior. Projeto de Lei do Plano Nacional de Educação 2011 – 2020.org. 4. 2. Sociologia da Educação. 7.br www.mec. Relações entre Estado. 3. 6.br www. BIBLIOGRAFIA Recomenda-se a consulta aos sites para o item 5: www.br www. Organização da Educação Superior no Brasil. 5. Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES. Políticas públicas contemporâneas para a Educação Superior no Brasil.br www. com destaque para os autores: Luiz Antonio Cunha. Bases teóricas e tendências atuais da organização curricular dos cursos de graduação.394/96.unesco. Pareceres e resoluções do Conselho Nacional de Educação – CNE. 6. Histórico da Educação Superior no Brasil.mec.gov.unesco.br Para os demais itens recomenda-se leituras atualizadas de artigos e livros de autores brasileiros nas áreas de Filosofia da Educação.inep.mec. .gov. Histórico da educação no Brasil e suas matrizes européias. TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 1. Práticas e teorias de ensino e aprendizagem na educação básica e superior. recomenda-se a consulta a livros e artigos que tratem do tema. História da Educação.gov. 4. Didática e Avaliação Educacional.org. Organização atual da educação brasileira: a legislação e as políticas.gov. 2. Avaliação educacional: aspectos macro-institucionais e da aprendizagem. 5.Lei 9. com ênfase para o Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE.gov. Darcy Ribeiro e Anísio Teixeira. BIBLIOGRAFIA Recomenda-se a consulta aos sites: www.

V. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa – José Carlos de Azevedo. 2. As inovações no orçamento público trazidas pela Constituição de 1988. analogia. 9. ed. 7. Controle interno e externo na administração pública. relações semânticolexicais. Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa – Academia Brasileira de Letras – 5. L. regência nominal e verbal. as orações e os seus termos. etc. P. 8. C. 17. ed. A prestação dos serviços públicos e as parcerias público-privadas. Nova gramática do português contemporâneo. 3. pontuação. 2. ed. 4. o candidato deverá ser capaz de atribuir sentidos coerentes aos textos apresentados. Procedimentos de licitação pública. O processo de elaboração do orçamento e sua operacionalização. V. São Paulo: Contexto. L. L. Apresentar domínio gramatical da variedade padrão da língua portuguesa como: concordância nominal e verbal. 2008. PRETTI. São Paulo: Ática. 2007. Tomadas e prestações de contas. 2004. L. Estrutura político-administrativa brasileira e sua evolução. . R. RJU – Regime Jurídico Único (Lei Federal 8112.PROGRAMA DAS PROVAS CONCURSO PÚBLICO PARA SERVIDOR TÉCNICO-ADMINISTRATIVO / UFRB CARGOS DE NÍVEL MÉDIO PORTUGUÊS (Todos os cargos) Compreensão e interpretação de textos: habilidade de ler. como metáforas. KOCH. F. São Paulo: Edusp. de 11/12/1990). 4.. J. I. Sistema Tributário Nacional. Introdução à semântica: brincando com a gramática. Distinguir o que são fatos. ILARI. 5. 2005. A coesão textual.. 5. Para entender o texto: leitura e redação. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (Todos os cargos) 1. o verbo – emprego de tempos e modos. KOCH. ed. São Paulo: Publifolha. domínio da ortografia. 9. Objetivos: Através da leitura de materiais discursivos de linguagem e tipologias diversas. CINTRA. o nome e seus modificadores. opiniões.. Rio de Janeiro:Lexikon. São Paulo: Contexto. I. não-verbais e mistos. D. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa – São Paulo: Objetiva. compreender e interpretar textos de diversos tipos em língua portuguesa: verbais. 2008. ed. Decodificar e inter-relacionar informações. demonstrando habilidades de: 1. convênios e contratos. BIBLIOGRAFIA CUNHA. Sociolinguística: os níveis da fala. SAVIOLI. C. 2003. metonímia. TRAVAGLIA. Perceber as relações do texto com o seu mundo exterior. suposições e inferências. 6. Reconhecer relações de equivalência ou de distinção entre elementos sintáticos: os períodos. polissemia. FIORIN. 2004. 5. A coerência textual. São Paulo: Contexto. 5. 2009. 6. 3. São Paulo: Global. 2009. Reconhecer e decodificar as variações linguísticas regionais e sociais do português na atualidade. F. um estudo sociolinguístico do diálogo na literatura brasileira.

3. Terminologia anatômica.. 2001. São Paulo: Manole. carimbos e margens. especificações. 2.2. TÉCNICO EM ANATOMIA E NECRÓPSIA 1. 9. 5. JUSTEN FILHO. ed. SOBOTTA. São Paulo: Manole. 5.079/ 30/12/2004 BIBLIOGRAFIA CARVALHO. Anatomia orientada para clínica. LEI 101/2000. D. 4. 6.. ed.1. 3. H.1. K. Conservação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan (GEN).2 Diafanização dos dentes.3 Angioarquitetura. 7. Esqueleto axial: coluna vertebral. G. Finanças públicas: teoria e prática no Brasil. 2007. 4.1. São Paulo: Atheneu.3.2.. Legendas. O’RAHILLY. Planos de delimitação. 2. 7. F. 7. indicações em plantas baixas cortes e fachadas. 3. Osteotécnicas. TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES 1. 2. 6. R. Esplancnotécnicas. 1978. Maceração.. 4. selos. São Paulo: Atlas. E. Técnicas anatômicas. 2. São Paulo: Saraiva. C. DECRETO-LEI 200/67.2. planilhas. J. Normas brasileiras para desenho técnico e desenho arquitetônico. JUND. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan (GEN). 7. 3. Orçamento e contabilidade pública. 2006. D. SILVA.1.4. ed.3. A. Sistema respiratório: vias aéreas superiores. Escalas apropriadas para tipos de desenhos e transformações de escala.3. LEI 8666/93. Sistema genital feminino: órgãos genitais internos. 8. 3. Rio de Janeiro: Elsevier. GIAMBIAGI. 3. Espírito Santo: Arte Visual. A. Manual de dissecção humana. ed. M. 22. 2. Introdução ao estudo da anatomia. MOORE. Desenho: nomenclatura. Neurotécnicas. 6. RODRIGUES. . 2006. FATTINI. 7. Representação normatizada para eixo. 3. 4.1. 3. Nomenclatura. Diafanização. ed. S. Angioarquitetura do rim.. A. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. 7. 5. Embalsamamento. 2011. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. M. Métodos. Coloração. 4. LEI 4320/64. Injeção da árvore brônquica. 5. Fixadores: características e propriedades. 2006. Descalcificação. CONSTITUIÇÃO DE 1988. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 2008. L. WEBER. Técnicas. ALEM. J. convenções. Desarticulação. Sistema circulatório: anatomia dos principais vasos do corpo e coração humanos. Rio de Janeiro: Elsevier. 4. 5.3. 2. 2008. J. 2005. Anatomia: estudo regional do corpo humano – métodos de dissecação. C. 2001. BIBLIOGRAFIA DÂNGELO. GRAY. 2006. Posição anatômica.5. Conceito. 4. Planos de secção. Atlas de anatomia humana.4. GARDNER. L. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANATOMIA. F. Rio de Janeiro: Elsevier.Legislação recomendada 1. ed. AFO: administração financeira e orçamentária. Lei 11. 4. 5. 10. Curso de direito administrativo.2. J. DALLEY. C. Terminologia de posição. 8.

15. São Paulo: Érica. Especificação de materiais. Previsão e provisão de materiais. ed. 2009. Curitiba: LTR. agentes e divisão do trabalho em saúde nos diferentes níveis da atenção. Fundamentos da conduta profissional: atitudes. 2004. Direitos e deveres do técnico de enfermagem. medições e quantificações. São Paulo: Edgard Blucher. O hospital na rede de serviços de saúde: características. Controle dos riscos ocupacionais e biossegurança no . 9. Características. 2. 1. NR 8: edificações. 9. Segurança e saúde no trabalho. 2010. C. NR 18: condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção. A. 14. C. Cidadania. LIMA. 2008. 6. Estudo dirigido de AutoCAD 2009. 1. Desenhos e esboços técnicos estruturais. Comunicação profissional/cliente no processo do cuidar. Aspectos demográficos e problemas de saúde – indicadores de saúde. com o auxílio de softwares. a estratégia PSF. J. Noções sobre: estruturas metálicas. Manual prático: NR 18. A Humanização no cuidado à saúde no SUS. Desenho arquitetônico. Determinantes das condições de saúde da população brasileira. Sistematização do processo de cuidar em enfermagem: planejamento. O cuidado de enfermagem: dimensões e princípios básicos. BORGES. H. 14. direito à saúde. 2010. SÁ. C. São Paulo: Edgard Blucher. 2007. E. Inspeções técnicas e relatórios técnicos. BIBLIOGRAFIA ABRAFATI − Associação brasileira de fabricação de tintas. SALGADO. 7. ed. princípios e diretrizes. MONTENEGRO. São Paulo: Edgard Blucher. 18. 12. 3. 1. valores. S.corte. 4. São Paulo: Érica. 13. Instalações elétricas e o projeto de arquitetura. ed. 2010. A. Instalação hidráulica residencial: a prática do dia a dia. direitos do usuário. organização. 6. São Paulo: Edgard Blucher. formato de papel. 1. A. R. ed. 2006. restauração de edificações e instalações domiciliares. socioeconômicos e demográficos – perfil de morbimortalidade. A. D. ed. A equipe de enfermagem. 2009. TÉCNICO DE ENFERMAGEM 1. São Paulo: Érica. Projeto arquitetônico. 1. estruturas de madeira. 2010. AVELAR. Organização e gestão de serviços e sistemas de saúde no Brasil: o SUS. Unidade de internação e unidade do cliente: elementos que as compõem. organização e avaliação de condutas. Estrutura e características da Atenção Básica – vigilância em saúde. ed. Desenho técnico para construção civil I. 8. São Paulo: Edgard Blucher. Orçamento: especificação técnica. F. ed. G. 5. 17. Programas de trabalho e fiscalização de obras. 16. ética profissional. madeira. 10. Desenho de construção civil. 2010. CARVALHO JR. v. Equipamentos para desenho e seu uso característico. São Paulo: Edgard Blucher. CARVALHO JR. Tintas imobiliárias de qualidade. ______. 11. concreto e aço. áreas de atividades. Especificações e inspeções de materiais. O edifício e seu acabamento. 7. L. ed. NIEZEL.. MATTOS. Instalações elétricas e o projeto de arquitetura. 4. São Paulo: EPU. Técnicas e práticas construtivas para edificação. AZEVEDO. 8. São Paulo: Pini. normas de conduta. 2. A. Como preparar orçamentos de obras. A bioética na saúde. R. 1. 2003. 2. ed. ed. C. Prática das pequenas construções. estruturas de concreto armado.

imobilização e transporte de acidentados. W. Sistemas de informação em enfermagem: o prontuário do cliente. L. Cuidado de enfermagem à mulher no puerpério – sinais e sintomas. Sinais e sintomas e assistência de enfermagem em situações de: insuficiência respiratória aguda. parada cárdio-respiratória. agitação e depressão. 2006. Ações de enfermagem relacionadas à imunização básica de adultos e crianças. Cuidados imediatos e mediatos ao RN a termo e ao RN prematuro. 10. J. ARREAZA. Guia de serviços de atenção às pessoas em situação de violência. BIBLIOGRAFIA AGUIAR. condutas de enfermagem em complicações do parto. 23. condutas de enfermagem em complicações do puerpério. critérios para internação. R. condutas de enfermagem em situações de hemorragias e de hipertensão arterial na gravidez. consciência. Cuidado de enfermagem à mulher na gravidez – sinais e sintomas. G. 12. B. 17. Ações educativas à mulher. 28. hemodiálise. envenenamentos e convulsões. Conforto. et al (org). Identificação de infecções. A. p. condutas de enfermagem nos estados de alteração do sono. 26. Assistência de enfermagem a pessoas portadoras de infecções sexualmente transmissíveis. 19. Infecções hospitalares: procedimentos para controle de fatores relacionados ao ambiente. prevenção e controle de escaras. Atenção primária a saúde e estratégia saúde da família. 27. Primeiros socorros a adultos e crianças em situações de: parada cárdio-respiratória. Ciência & Saúde Coletiva. repouso e atividade física do cliente hospitalizado: posições. Cuidados de enfermagem relacionados às alterações do processo fisiológico do envelhecimento – assistência a portadores de diabetes. Assistência de enfermagem a pacientes terminais – cuidados paliativos e cuidados terminais. 9. In: CAMPOS. radioterapia. São Paulo/Rio de Janeiro: Hucitec/Fiocruz. arritmias cardíacas. queimaduras. Salvador: Grupo de trabalho de atenção/Fórum Comunitário de combate à violência. Unidades de tratamento intensivo: princípios organizativos. 21. registros e anotações de enfermagem. Atendimento a pessoas vítimas de violência doméstica.. BEZERRA. 18.. Prevenção de acidentes na infância. à equipe de saúde e ao paciente. 2010. 20. recuperação pós-anestésica. Aspectos específicos relacionados à hospitalização de crianças e adolescentes. 2002. Ações de prevenção da violência intra-familiar e conjugal. companheiro e família sobre planejamento familiar e prevenção de câncer cérvico-uterino e de mama. Princípios gerais de cuidados de pacientes em UTI’s. 16. 15(4): 2215-2228. 14. Ações educativas e de assistência no aleitamento materno. interfaces e tendências. 22.. M. politraumatismos e queimaduras. hemorragias. 15. edema agudo de pulmão. Tratado de Saúde Coletiva. C. mudanças de decúbito. ANDRADE. 13. C. Sinais e sintomas. diálise peritonial. a artigos hospitalares. Ações de enfermagem relativas ao crescimento e desenvolvimento – sinais e sintomas. hipertensão. C. 29. infarto agudo do miocárdio. Infecção de sítio cirúrgico. . condutas de enfermagem nas doenças gastrointestinais e respiratórias prevalentes na infância. ansiedade. 11. quimioterapia e endoscopias. Assistência de enfermagem a pessoas em situações de cateterismo cardíaco. acidentes vasculares encefálicos. prevenção e tratamento: curativo de feridas limpas e infectadas. Cuidado de enfermagem à mulher no trabalho de parto – sinais e sintomas. respiração assistida.trabalho da enfermagem. BARRETO. I. Normas de precaução padrão e uso de EPI’s. O. MORAIS. 24. 25. Vigilância da saúde: fundamentos. restrições no leito. Assistência de enfermagem a pessoas portadoras de transtornos mentais. 783-836. demências. S. 30. Aplicação de medicações que exigem cuidados especiais: cálculo de medicação.

BRASIL. Brasília: Ministério da Saúde. BRASIL. Rio de Janeiro: Fiocruz. Ministério da Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem (PROFAE). Política Nacional de Humanização. Lei do Exercício Profissional de Enfermagem. M. Ministério da Saúde.2). 1999. BRASIL. G. B. Secretaria de Assistência a Saúde. Aspectos éticos da assistência de enfermagem na fase final da doença. Ministério da Saúde/FUNASA. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. v. B. Ministério da Saúde. Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes mellitus – Protocolo. 47-51. Manual de procedimentos para vacinação. S. Rio de Janeiro: COFEN. 5. Rio de janeiro: Guanabara Koogan. Recife: Universitária. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem (PROFAE). Cadernos da Atenção Básica nº 7. Ministério da Saúde. 2010. C. C. COFEN. Ministério da Saúde. São Paulo: Ateneu. BRASIL.1 e v. 2001. 2001. Brasília: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. 2001. 1999. 37-42. Secretaria de Políticas Públicas/Área Técnica de Saúde da Mulher. BRASIL. 9. BRASIL. Profissionalização dos auxiliares de enfermagem – cadernos do aluno: Saúde coletiva. G. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. E. SUDDARTH. ed. Brasília: Ministério da Saúde. 2000.498/86. 1989. Brasília: Ministério da Saúde. Manual de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde. BRASIL. Lei nº 7. 2001. BRUNNER. 1989. Brasília: Ministério da Saúde. 2000. Ministério da Saúde. BRASIL. p. 8 de junho de 1986. ed. COFEN. p. Parto. Brasília: Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas Públicas/Área Técnica de Saúde da Mulher. 2001. A. Rio de Janeiro: Fiocruz. aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher. Profissionalização de auxiliares de enfermagem – cadernos do aluno: Saúde mental. Rio de Janeiro: Fiocruz. Brasília: Ministério da Saúde. Tratado de enfermagem médicocirúrgica. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem (PROFAE). BRASIL. 2001. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem (PROFAE). Profissionalização de auxiliares de enfermagem – cadernos do aluno: Saúde do adulto – assistência clínica.406. Brasília: Ministério da Saúde. 2001. Enfermagem em quimioterapia. Ministério da Saúde. 2001. M. (Série B. BRASIL.BARROS. Brasília: Secretaria de Políticas de Saúde. Prevenção e tratamento dos agravos resultantes da violência sexual contra mulheres e adolescentes. Documentos básicos. . BRASIL. Brasília: Ministério da Saúde. 2000. S. Rio de Janeiro: Fiocruz. Rio de Janeiro: Fiocruz. Textos Básicos de Saúde) (Cadernos HumanizaSUS. Secretaria de Políticas Públicas/Área Técnica de Saúde da Mulher. Rio de Janeiro: COFEN. Urgências e emergências maternas: guia para diagnóstico e condutas em situações de risco de morte materna. BRASIL. Profissionalização de auxiliares de enfermagem – cadernos do aluno: Fundamentos de enfermagem. Gestação de alto risco. Documentos básicos. Decreto nº 94. (v. 1999. Brasília: Ministério da Saúde. 256 p. Secretaria de Políticas Públicas/Área Técnica de Saúde da Mulher. BRASIL. 5. BONASSA. Brasília: Ministério da Saúde. Profissionalização de auxiliares de enfermagem – cadernos do aluno: Instrumentalizando a ação profissional. ed.. 2). 2002. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem (PROFAE).

2. C. Coleta. Introdução geral à Bioética: história.. 2. conceitos e instrumentos. P. Cuidados intensivos de enfermagem. CCS-FSC. C. Cadernos Bioética. A. prevenção e controle. E. L. M. 167-176. Contextualizando o auxiliar de enfermagem na assistência ao adulto e ao idoso. Identificação. 1997. (Série Auxiliar de Enfermagem. CCSUFSC. Enfermagem obstétrica. ALBUQUERQUE. 3. Manual de Gerontologia: um guia teórico-prático para profissionais cuidadores e familiares. Técnicas de laboratório. Preparo de corantes e técnicas de coloração para amostras microbiológicas. ed. 6. microbiologia médica. São Paulo: Atheneu. OLIVEIRA. C. hematologia. TÉCNICO EM LABORATÓRIO / BIOLOGIA 1. K. NR 32 . ROCHA. ed. A. ed.. REIBNITZ. 1999. Anticoagulantes usados no laboratório clínico. Rio de Janeiro: MEDSI. Fundamentando o exercício profissional do auxiliar de enfermagem. 8. Rio de Janeiro: REVINTER.MTE de 11 de novembro de 2005 (Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde). Acondicionamento e conservação de reagentes e material biológico. imunologia. O. n. Rio de Janeiro: COFEN. Biossegurança. n. A relação médico/paciente terminal. PRADO. Florianópolis: NFR/SPB. 5. 1995. ed. M. G. (Série auxiliar de enfermagem. Esterilização e desinfecção em laboratório clínico. 8. 1997. et al. LIMA. manipulação. Florianópolis: NFR/SPB. ______. 1998. 7. CCS-UFSC. 1998. conservação e estocagem. parasitológicas e hematológicas. et al. 2 (116-118). São Paulo. C. p. et al. Belo Horizonte. 22. Exames laboratoriais − automatizados ou técnicas clássicas − necessários ao diagnóstico nas áreas de parasitologia humana. 4. n. R.1997. M. utilização. L. D’ASSUMPÇÃO. 1996. de 07 de dezembro de 2004. ZIEGEL. 1). Florianópolis: NFR/SPB. manutenção e limpeza de vidraria. de 13 de outubro de 2005. A. Meios de cultura na rotina de laboratório: preparo. TÉCNICO EM LABORATÓRIO / ANÁLISES CLÍNICAS 1. S. Documentos básicos. 164-172. 5.. 2. Resolução RDC/ANVISA nº 306. 1996. DURAND. Infecções hospitalares: abordagem. L. 4). Preparo de reagentes e soluções: pesagem e diluição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.COFEN. 2). 2006. B. v. 6. HUDAK. O auxiliar de enfermagem no ambiente social: estudos regionais e saúde pública. equipamentos . 1997. Rio de Janeiro: Interamericana. 3. ed. Métodos de laboratório aplicados à clínica: técnica e interpretação. ed. MOURA. v. p. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 8. 3. BIBLIOGRAFIA Legislação: Resolução RDC/ANVISA nº 302. VIEIRA. bioquímica e uroanálise. Boas práticas de laboratório e biossegurança. E. 22. Código de ética dos profissionais de enfermagem. M. E. 2001. v. 3. SOUZA. (Série auxiliar de enfermagem. transporte e conservação de amostras biológicas para o laboratório clínico.

Movimento ondulatório: tipos de ondas mecânicas. Métodos de esterilização de materiais. incluindo conhecimentos sobre os sistemas óptico e mecânico. função horária da aceleração escalar instantânea. 3. função horária da velocidade escalar instantânea. Gravitação: os modelos cosmológicos.2. 856 p. Movimento harmônico simples: função horária da elongação. 8. botânica e zoologia. movimento dos satélites artificiais. 5. Óptica: 4. Princípio de Pascal.2. 478 p. 6.2. 2002. 2. Dinâmica: as Leis de Newton e suas aplicações. meios de cultura. J. quantidade de calor. movimento em duas dimensões. São Paulo: Manolle. descrição matemática das ondas. et al. potencial elétrico. MARTHO. POSTMA. 5. Mecânica: 1. corantes e reagentes.1.3. J.e outros utensílios de laboratório. 5. 560 p. Óptica física: ondas eletromagnéticas. 4. MANCINI FILHO. expansão térmica. R. trabalho. oscilador massa-mola. 9. J. SADAVA. medidas elétricas. ed. Preparação de lâminas para microscopia e principais métodos de coloração. M. limpeza e conservação do aparelho. Fundamentos da biologia moderna.. Porto Alegre: Artmed. 240 p. condutores em equilíbrio eletrostático. ed. D.4. J. M. interferência de ondas. medida. Na bancada: manual de iniciação científica em laboratórios de pesquisas biomédicas. ROBERTS JR. Vida: a ciência da biologia. calorimetrias e transições de fase. 10. 2005. polarização da luz.1. Porto Alegre: Artmed. São Paulo: Saraiva. Oscilações e ondas: 3. Noções de ecologia. G. 2. 5.... biologia celular e molecular. vegetais e humanas.2. Química no laboratório. 1. circuitos elétricos. Termologia: medida de temperatura. LOPES. 4. ondas periódicas.1. S. 2009. 1. Cultivo de microorganismos e de células animais. velocidade de uma transversal. modos normais de uma corda. Lei de Joule. as leis da termodinâmica. ondas sonoras nos gases. M. resistividade. espectro eletromagnético. J. Lei de Ohm. Limpeza do laboratório. Volume único. 2. S. Óptica geométrica: os princípios da óptica geométrica e suas aplicações. Cinemática: grandezas escalares e vetoriais. 3. v. Cargas elétricas em repouso: eletrização.1. ed. ed. 1. Bio. processos de transmissão de calor. força elétrica. 2009. representação e operações. as leis do movimento planetário. Princípio de Arquimedes. ondas estacionárias em uma corda. Manual de biossegurança. HIVATA. 5. associação de resistores. 512 p. ressonância. interferência da luz. BIBLIOGRAFIA AMABIS. Fluidos: Teorema de Steven. 2002. São Paulo: Manolle. Termodinâmica: estudo dos gases perfeitos. Preparação e utilização de soluções. 1432 p. 1. ROSSO. pêndulo simples. a lei da gravitação universal. 4. cuidados. 2007. 1. capacitância eletrostática. H.1. energia no movimento ondulatório. Eletricidade: 5. K. Física térmica: 2. colisão. L. difração da luz. L. TÉCNICO EM LABORATÓRIO / FÍSICA 1. Volume único. Noções básicas de utilização de microscópio óptico. Cargas elétricas em movimento: corrente elétrica. São Paulo: Moderna. HOLLENBERG. movimento em uma dimensão.3. 4. 7. 8. 3. potência e rendimento. Equação da continuidade. BARKER. Eletromagnetismo: campo .. energia no movimento harmônico simples. energia mecânica e sua conservação. campo elétrico. quantidade de movimento e impulso. genética.2. a luz como fótons. Equação de Bernoulli e suas aplicações. 7ª tiragem 2008.

3. 2.2. decantação. Biossegurança em laboratório químico.5. LABORATÓRIO DE FÍSICA II NORMAS E PROCEDIMENTOS: princípios gerais. REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE FÍSICA E QUÍMICA: normas gerais de segurança no laboratório de física. estequiometria. Preparação de amostras e de materiais.2.7. Física. Disponível em: http://www.. Físico-química.pdf.3. L. 3. 3.3.2. S. 1. 1. P. 1984. 1. secagem de substâncias. 4. 3. VILLAS BOAS. v. A. N. 3. 2000.. v. F.5. SAMPAIO..4. Química: 1.5.. cristalização. DOCA. GASPAR. filtração. 4. Análise química: 5.ufmg.1. A.1. Experimentos de conteúdos constantes no programa.. cinética e equilíbrio químico. Estocagem de reagentes químicos. 2011.1. Normas de segurança no laboratório de física. 1998. identificação. N. Noções básicas de segurança no laboratório e de análise de risco de processos: 2. São Paulo: Atual.5. identificação. Física clássica.1.br/fisica/files/2010/03/Normas-e-procedimentos-LabII.1. Disponível em: http://w ww. A. uso e calibração de aparelhagem volumétrica e graduada. 3. M. TÉCNICO DE LABORATÓRIO / QUÍMICA 1. 2. noções de corrente alternada. 3. A. 6. 3.1. Métodos de separação. 3.1.6. Técnicas básicas de laboratório: 3. RAMALHO JR. BIBLIOGRAFIA BISCUOLA. 1.1.1. 2011. Acesso em: 18 jan.2. 4.3. J.1. São Paulo: Moderna.. centrifugação. 1997. Tópicos de física. 3. 5. manuseio e pesagem de substâncias. J.2. ed. 2. CALÇADA.6. exposição ocupacional a riscos químicos e físicos. 2. 7. Preservação de amostras.. A. H.1.magnético. R.doc. Porto Alegre: Mercado Aberto. Riscos de incêndios em solventes inflamáveis. Acesso em: 18 jan. 3. precipitação. ed. Definição. 2. Física e realidade. transformador.2. Misturas explosivas.5. C. 2.2. 1. São Paulo: Scipione.demec. Curso de física.4.2.5.6.3. 2011.1.5.6.7. 2001.pdf.br/Manuais/Regulamento%20Laboratorio%20Fisica%20Quimica. 5. v.1. Disponível em: http://www. 4. R. 1. v.3. G.2. M. Química geral e inorgânica. eletroquímica.br/site/cursos/arq uivos/39. 5.. destilação. 3. Equipamentos de proteção individual e coletivo. 3. L. Técnicas de amostragem e manuseio das amostras: 4.2.fae. 3. LUZ.5. ÁLVARES. 5.2. RAMOS. indução eletromagnética. Amostragem de sólidos. São Paulo: Scipione.2. 3. 3. T. SOARES. NORMAS GERAIS DE SEGURANÇA NUM LABORATÓRIO DE FÍSICA: observações sobre segurança. ed. 3. 2. v. Vidraria aferida. TOSCANO. funções químicas. 3. Física experimental.3. 3. 3.2.1. Análise química qualitativa e quantitativa.5. uso e limpeza de vidraria aferida usada nas diversas operações em um laboratório. G. 1. A. GONÇALVES FILHO.3. Acesso em: 18 jan.2. Uso e conservação de aparelhagem comum de um laboratório.6. 2.3.4. 1. polímeros. extração por solvente. São Paulo: Ática. 15. 3. 3. Tabela Periódica. 1. Sistemas de aquecimento e refrigeração: 3.4. Química orgânica.7.ufjf. 1. 8. Noções de primeiros socorros. estudo dos gases. Preparo de soluções. Etapas de uma . B. 1998.1. 1. C. líquidos e gases.2.3. Reagentes perigosos pela toxidade e/ou reatividade. reações de oxirredução.2. São Paulo: Saraiva. Cuidados. hidrocarbonetos.5. Os fundamentos da física. força magnética. FERRARO. v.1.

T. 8. 2.5. 2. 4. Rio de Janeiro: LTC. RUSSEL. CANTO. 3. 3. LEMAY. 5. D. deficiências nutricionais. 2008. Análise inorgânica quantitativa. SARDELLA. 6. Metabolismo energético. Análise química quantitativa. Química analítica quantitativa elementar. 3. D. C. 2. Macro e micronutrientes. ed. 8687 p. Escolha de método de análise para uma amostra.1. ed. ed. preparo e apresentação. 4. pré-preparo. J. E. 4.5. H. Nutrição e Saúde Coletiva: Sistema de vigilância alimentar e nutricional. Políticas públicas que visem garantir a segurança alimentar e nutricional sustentável. Técnicas eletroanalíticas. 8. ed.. 1999. PERUZZO. ed. 1994. 3. 324 p.2. C. 9.análise química. Análises quantitativas clássicas: 6. FERRAZ. Curso completo de química. B. Produção de refeições para coletividade sadia e enferma: Manual de boas práticas. Nutrição e doenças crônicas não-transmissíveis. N. armazenamento. 1. exatidão e precisão. Testes de significância. 7. Nutrição materno-infantil: Alimentação nos dois primeiros anos de vida. Aplicações. E. Técnicas de conservação e armazenamento racional. M. E. MOTA. ed. 7. São Paulo: Saraiva 2006. desvio padrão. Técnicas espectroanalíticas. L. Erros em química analítica 8. A. 7. Química geral. ed.2. TÉCNICO DE NUTRIÇÃO E DIETÉTICA 1. Química na abordagem do cotidiano. N. VOGEL. Dietoterapia: Dietas modificadas para condições especiais. BURSTEN. Técnicas de segurança em laboratórios: regras práticas. Resto ingestão. FEITOZA. 2002. Técnicas de congelamento e descongelamento. Nutrição na gestação e lactação. eletrólitos e equilíbrio ácido-básico. SOUZA. v. I. Cromatografias líquidas e gasosas.3. R. HARTWIG. 2005. Técnica Dietética: Técnicas de peso e medidas. Volumetria. 2003. Grupos alimentares: seleção.4.1. T. 2007. 480 p.4. Média. v. 5. Fator de correção. . intervalo de confiança. São Paulo: Hemus. Análises instrumentais: 7. Estatística aplicada à química: 8. J. 2004. Arredondamento 8. SALVADOR. 7. São Paulo: Ática. et al. São Paulo: Prentice-Hall. Química. São Paulo: Scipione. 11. Química 1: química geral. ed.2. 5.. ambiente e alimento). BROWN. Recebimento. 6.. 3... 1. Água. 6. 8. v. F. Procedimentos de higiene e sanitização (pessoal.. São Paulo: Moderna. A. 751 p. conservação e controle de alimentos.1.3. ed. São Paulo: Edgard Blüchen. Alimentação saudável nos ciclos de vida. C. HARRIS. Higiene de Alimentos: Noções básicas de microbiologia de alimentos e doenças transmitidas por alimentos. B. Algarismos significativos. BIBLIOGRAFIA BACCAN. L. Química: a ciência central. Rio de Janeiro: Guanabara Dois. 1981. ed. Gravimetria. 8. São Paulo: Makron Books. A. Análise dos pontos críticos de controle. Ética profissional e legislação profissional. 9. cocção e desidratação. R. USBERCO. E.. E. 7.

1. N. 2006. T. S. São Paulo: Manolle. R. Físico-química. Misturas explosivas. 1. Porto Alegre: Artmed. ROSS. CZERESNIA. PHILIPPI.BIBLIOGRAFIA ABREU. E. Nutrição nas doenças crônicas não-transmissíveis. 3. São Paulo: Metha. Noções básicas de segurança no laboratório e de análise de risco de processos: 2. 2. M.4.1.3. exposição ocupacional a riscos químicos e físicos..1. M. 1. 2004. 2003..1.3. São Paulo: Manolle. 2.2.3. A. N. et al.1. reações de oxirredução. funções químicas. S.7. RESOLUÇÃO DO CFN nº 333/2004: Dispõe sobre o Código de Ética Profissional dos Técnicos em Nutrição e Dietética e dá outras providências. tendências. Guias de medicina ambulatorial e hospitalar UNIFESP/ Escola Paulista de Medicina. PINTO. 2007. 1. identificação. TÉCNICO EM QUÍMICA 1.2. L. Tabela Periódica.6. 3. Preparação de amostras e de materiais. filtração. 210 p. G.. hidrocarbonetos.1.4.6. S. PINHEIRO. E. Coordenação geral da política de alimentação e nutrição. de 24 de outubro de 1999. ed. SILVA. G. reflexões.5. PEREIRA.6. 2005.2.5. 3. Rio de Janeiro: Fiocruz. 3. 2010. extração por solvente. Técnicas básicas de laboratório: 3. 3. manuseio e pesagem de substâncias. 1. M. centrifugação... M. 3. precipitação.5. FREITAS. M. 2005. Química orgânica. São Paulo: Manolle. Alimentos seguros: higiene e controles em cozinhas e ambientes de manipulação.3. Equipamentos de proteção individual e coletivo. 1. KAJISHIMA. BRASIL. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. Química geral e inorgânica. polímeros. 2006. Técnicas . Preparo de soluções. Riscos de incêndios em solventes inflamáveis. Secretaria de atenção à saúde. 2. TEIXEIRA.3. VERRUMA-BERNARDI. 2. 3. estudo dos gases. cinética e equilíbrio químico 1.1. (org).1. 2. estabelece requisitos para o exercício profissional do TND.5.3. ed. São Paulo: Manolle. F.5. JAY. 3. ed. Nutrição clínica no adulto.. Rio de Janeiro: Senac Nacional.1. 3. S. Uso e conservação de aparelhagem comum de um laboratório.2. 2. 2. Vidraria aferida. 1.2. 3. S. Nutrição e técnica dietética. CUPPARI. 2009.2.2. 3. C. Noções de primeiros socorros.4. complementada na resolução nº 312. A. Biossegurança em laboratório químico.6.3.5. RESOLUÇÃO DO CFN nº 227. SHILS.1. SHIKE. identificação. Brasília.5. uso e calibração de aparelhagem volumétrica e graduada. ______.6. 1. decantação. OLSON. Microbiologia de alimentos. 1. 2. São Paulo: Atheneu. 2006. N.1. uso e limpeza de vidraria aferida usada nas diversas operações em um laboratório. 2. A.. 2003.4. 3. M. 2.2.7.5. Promoção da saúde: conceitos. D. cristalização. A. 3.2.1. (Série A.1. Normas e manuais técnicos).. Ministério da Saúde. Reagentes perigosos pela toxicidade e/ou reatividade. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. J.. São Paulo: Atheneu. eletroquímica. 3. seleção e preparo de alimentos. G. 3. destilação.1. Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de fazer. Guia alimentar para a população brasileira: promovendo a alimentação saudável. 1. Métodos de separação. 6. L.2.5.1. 4.2. SPINELLI. Técnica dietética. de 28 de julho de 2003.5. estequiometria. M. J. C. Estocagem de reagentes químicos.3.2.7.2. Química: 1.2. Sistemas de aquecimento e refrigeração: 3. C. 3. secagem de substâncias.

Técnicas de segurança em laboratórios: regras práticas. Cromatografias líquidas e gasosas. FEITOZA. Gravimetria. L.2. 2003. 3.1. M. 4. extração e secagem. 148 p.. São Paulo: Átomo. 3. E. desvio padrão.3. ed..3. C. 2. ed. 151 p. 2. de impactos dos processos industriais e de tratamento de resíduos: 9. F. Arredondamento. Manual de operações unitárias. Química analítica quantitativa elementar. 9. FERRAZ. Operações de sistemas físicos e reacionais. Aplicações. A. 2. Descarte de resíduos. D.. E. 11. 9. 751 p. 2005. LEMAY. ed. 2. Rio de Janeiro: Qualitymark. Curso completo de química. SOUZA.2. CANTO. Cuidados.. Gestão da qualidade em laboratórios: 11. ed. ROSENBERG. Algarismos significativos. Amostragem de sólidos.1. L. Testes de significância. 276 p.de amostragem e manuseio das amostras: 4. Principais operações de transferência de calor e massa na operação de equipamentos de destilação. 5. 6. 324 p.1. Análises quantitativas clássicas: 6. BIBLIOGRAFIA ABNT NBR ISO/IEC 17025: Requisitos gerais para a competência de laboratórios de ensaio e calibração.2. Norma ABNT NBR ISO/IEC 17025. ABNT NBR ISO 14000: Sistemas da gestão ambiental: requisitos com orientações para uso. ed. São Paulo: Hemus. 3.2. 2000. líquidos e gasosos. ed. Definição. 10. 2004. BACCAN. A. ed. Média.4. Preservação de amostras. São Paulo: Makron Books. Análise inorgânica quantitativa.1. 8.2. 2008. Rio de Janeiro: LTC. HARRIS. Técnicas espectroanalíticas.3. USBERCO J.. BROWN. v.1. et al. 11. BAIRD. 1. Química: a ciência central. E. Química. ed. 2004. T. R.3. 5. v. J. Sistemas da qualidade em laboratórios de ensaios. líquidos e gases. R. Monitoramento de efluentes – sólidos. 3. Química na abordagem do cotidiano.2. 7. São Paulo: Ática. B. ed. 8. Aspectos de preservação do meio ambiente.4. Análises instrumentais: 7. Análise química: 5. 480 p. . São Paulo: Bookman. São Paulo: Hemus. B. ed. N. 10. T. D. São Paulo: Edgard Blüchen. D. ed. 5. Escolha de método de análise para uma amostra. 9.3. 7. NEDDERMAN R. I. 4. 5. Química 1: química geral. HARTWIG. São Paulo: Moderna. SALVADOR. I. 622 p. Rio de Janeiro. 8687 p. ed.. Operações unitárias: 10. 4. Documentos da qualidade. 8.5. São Paulo: Scipione.1. PERUZZO. 2002. 2005. 1994.1.2. E. BURSTEN. 2. A. A. VOGEL. 1999. 1981. 11.1. Erros em química analítica. Técnicas eletroanalíticas. São Paulo: Saraiva 2006. 2007. C. C. ed.2.5. 2008. B. MOTA. Volumetria: 6. 2009. Estatística aplicada à química: 8. 4.. N.. 1. 8. 7. R. E. v. Etapas de uma análise química. 9. 2002. RUSSEL. C.. OLIVARES. Química geral. F. H. Reuso de água. Química ambiental. Análise química qualitativa e quantitativa. M. J. Gestão de qualidade em laboratórios. SARDELLA. São Paulo: Prentice-Hall. BLACKADDER. intervalo de confiança. 5. exatidão e precisão. Análise química quantitativa. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Guanabara Dois. 8. 7.

Caixas acústicas e alto-falantes. Sheldon. Noções básicas de tomografia computadorizada. . Ed. Anatomia radiológica. Noções de processamento de filmes radiográficos. 5. MOLINARI JR. BISTAF. 10. composição e químicos. 1997. 1992. Acústica aplicada ao controle do ruído. 2001. Rio de Janeiro: H. Sheldon. F. 380 p. R. 1999. 2. 2002. COLEÇÃO DE RADIOLOGIA: técnicas radiológicas. extremidades e exames contrastados. V. engenharia e sistemas. YOSHIMURA. E. Processadores de efeito. Noções de proteção radiológica. Rio de Janeiro: H. DICKASON. 6. 11. Introdução a sonorização ambiental. Luz. 12. 3. O. MACHADO. imagem e som. M. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. características e aplicações. TICER. F. 128 p. Parâmetros de qualidade radiográfica: densidade. São Paulo: Oficina de textos. limitadores e compressores de áudio. Gates. C. TÉCNICO EM SOM 1. 10. 1994.. L.TÉCNICO EM RADIOLOGIA 1. Rio de Janeiro: H. M. Tratamento acústico de ambientes fechados. 8. 13. Fatores de exposição. Sheldon. T. R. 2010. 4. 169 p. face. plugs e jacks. Técnicas radiológicas: crânio. Som ao vivo: conceitos e aplicações básicas em sonorização. Terminologia radiológica. Áudio. A Bíblia do som: áudio. R. Amplificadores de potência. energia e sistemas. 3. 1987. Determinações da portaria 453 do Ministério da Saúde. 9. ______. BONTRAGER. 7. contraste. detalhe. Tratado de técnica radiológica e base anatômica. Sound Check: o básico do som e sistemas de sonorização. 6. hemodinâmica. Direct Box. 8. Sheldon. Técnicas radiológicas na prática veterinária. 13. tórax. distorção. USA: Cysne Sound Engineering. abdome. Física das radiações. Princípio de física da radiação. multicabos. radioterapia e densitometria óssea. Noções de acústica. 12. O. 2006. 1024 p. Rio de Janeiro: H. São Paulo: Roca. L. Mesas de som (consoles). K. BIBLIOGRAFIA CYSNE. W. OKUNO. Rio de Janeiro: Senac Nacional. São Paulo: Atheneu. E. J. S. Sheldon. 88 p. 180 p. MOSCAL. Cabos. 6. Microfones. Amplificadores de áudio: fundamentos. 278 p. 2. mamografia. 11. Equalizadores gráficos e paramétricos. Divisores de frequência. ed. 9. ressonância magnética. coluna. ed. Noções de impressão digital. L. 2004. BORTONI. Noções básicas em radiologia veterinária. São Paulo: Edgard Blucher. Alto-falantes e caixas acústicas. passivo e ativo (Crossover). 2006. Cenat. 220 p. BIBLIOGRAFIA BOISSON. Rio de Janeiro: H. 4. 5. 2007. Técnica radiológica médica: básica e avançada. 7.

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