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;Educação como prática da Liberdade Mas a oralidade de Paulo Freire não expressa só seu estilo pedagógico.

Revela sobretudo todo o fundamento de sua práxis: o homem foi criado para se comunicar.Para que este diálogo seja possível são necessária duas condições. Primeiro que as palavras não sejam mais ocas. Que não se escondam com o verbalismo,o vazio do pensamento,com o formalismo;a mentira da incompetência e com o beletrismo, o cinismo da descrença tão característico das elites no poder. A segunda condição que Paulo Freire propõe para o dialogo é que ninguém numa democracia seja excluído ou posto a margem da vida nacional. Mas aqui o pedagogo chega a um dos limites da sua ação e para entende a dramaticidade deste momento é necessário confrontar o capitulo Ill com as perspectiva e as perguntas que sugere F. C. Weffon na sua notável introdução. O duplo processo de revalorização das palavras e da criação: das condições para uma real participação de todos os membros da comunidade nacional obriga o educador autentico refletir sobre as condições que a sociedade lhe oferece de realizar plenamente o seu projeto. Uma educação como pratica da liberdade só poderá se realizar plenamente numa sociedade onde existir condições econômicas, sociais e política de uma existência em liberdade.

Pierre Furte Educação e Política (Reflexões sociológicas sobre uma pedagogia da Liberdade) Francisco C. Wcffort Este ensaio de Paulo Freire nos propõe as linhas mestras de sua visão pedagógica e de seu método de ensino. Contudo convém ter presente desde o início que não se trata apenas da exposição de mais uma teoria educacional. O autor não é um mero espectador na historia de seu povo, de m0do que as reconhecer com clareza as prioridades da pratica nesta etapa crucial assinalada pela emergência política das classes populares e pela crise das elites domiriantes ideias aqui apreseritadas trazem, claras e explicitas, as marcas da experiência vivida pelo Brasil nestas ultimas décadas. Paulo Freire soube Uma pedagogia da liberdade, como a que Paulo Freire nos propoe, tem suas exigéncias e a primeira delas é exatamente 0 reconhecimento dos privilégios a'a pratica . Por isso podemos afirmar, sem desconhecer a importancia a'0s

A experiéncia educacional com as massas ndo deveria ser considerada como uma sugestdo para o estuclo de novas linhas para uma auténtica política popular? . de uma "situag:d0 desafiadora c0m0 diz Paulo Freire.reunir um coordenador a algumas dezenas de homens do povo no trabalho comum pela conquista clã linguagem O respeito a liberdade dos educandos — que nunca sari chamados de anaQ’abet0s mas de ayabetizandos — é anterior mesmo a organizaqao dos círculos. Nao seria ilegitimo pretender que esta visao ea'ucaci0nal diga algo de verdadeiro para todos 0spovos a'ominaa'os do T erceiro Mundo. a rec0nhecer 0 fat0 da 0pressd0. aparece prajetada s0bre arepresentaedo da situaedo a que se refere e interessa menos c0m0 possibilidade de uma a'ec0mp0siea0 analitica das szlabas e letras que c0mo um m0do de expressdo de uma situagao real. peea fundamental no movimento de educagao popular. além de que servirao de material inicial para descoberta de novas palavras. mas p0r ist0 mesm0 s0 p0de ter sentid0 na histéria que 0s h0mens vivem. as letras e as dyiculdades silabicas especy‘icas de seu idioma. unidade de ensino que substitui a “escola autoritdria por estrutura e tradieao. Quando alguém diz que a edueacd0 é afirmaeda da liberdade e t0ma as palavras a séri0 —ist0 é. d0 mesm0 m0d0 que a luta pela libertaeda. que se propoe aqui pela primeira vez uma visdo global de suas idéias pedagógicas A apresentacao deste livro parece—n0s assim uma valiosa oportunidade para algumas considerações sobre 0 movimento popular brasileiro. A palavra ‘favela por exemplo (uma das I 7 palavras de um a'0s cursos realizados rt0 Brasil). mas chamar a atengdo para alguris temas de sigriyicaeao sociolégica e política. . E ha aina'a algo mais que esta intencao de generalidade para as experiéncias aqui referidas. A liberdade e caricebida c0m0 0 m0d0 de ser 0 destiiw d0 Homem. relevdncia como signyicaeao vivida e tipo de complexidade fonémica que apresentam. sao decisivas. rieste mesm0 m0ment0. desde 0 imci0. de uso comum na linguagem do povo e carregadas de experiéncia vivida. E um dos principios essenciais para a estruturagao do czrculo de cultura. Estas palavras. quand0 as t0ma p0r sua sigriyicacao real — se 0briga. .textos anteriores a'0 autor. Nesta perspectiva existencial que se abre a histdria se descarta. Busca-se no circulo de cultura. Ao educador cabe apenas registrar fielmente este vocabulario e selecionar algumas palavras bdsicas em termos de sua feequéncia. pois a partir delas 0 ay’abetizand0 ira descobrir as silabas. N0ss0 0bjetiv0 aqui nao é propriamente 0 de ejetuar uma descrigaa minuciasa do mét0d0 de ensin0. uma possivel noção f0rmal da liberdade.

. Nestes ultimos anos. Nas linhas de sua filosofia existencial sua unica exigéncia especqica. algumas imagens (sem palavras) que propiciem 0 debate sobre as n0c6es de cultura e de trabalho. ndo poderia deixar de ser atingido. Nao se pretende apenas definir alguns atributos d0 homem em geral. E 0 aprendizado (extremamente rapido. . cabe a0 coordenador apresentar. Nao obstante. O goqae de Estado teve entre seus resultados (e também entre seus objetivos) a desestruturaeao deste que foi o maior esforço de democratizaedo da cultura jd realizado no Brasil. e entre estes e 0 coordenador.O p0nt0 de partida para 0 trabalho n0 circulo de cultura esta em assumir a liberdade e a crztica c0mo 0 m0d0 de ser do homem. os reacioriarios mio podiam compreender que um educador catrilico se fzesse expressdo dos oprimidos e menos airida podiam compreender que a cultura levada ao povo pudesse conduzir a duvida sobre a legitimidade de seus privilégios. . 300 trabalhadores ayabetizados em cerca de 45 dias. antes de dar inicio a ayabetizacao. que as classes dominantes agitam contra qualquer governo democratico da América Latina. a “alianea para o progresso que fazia da miséria nordestina seu leitmvtiv no Brasil. p0is ndo sao necessarios mais de 30 dias para ayabetizar um adulto segundo a experiéncia brasileira) so pode efetivar—se n0 contexto livre e critico das relac6es que se estabelecem entre 0s educandos. Rio Grande do Norte. O movimento de educaeao popular. teriaalcaneado feieoes reais aos olhos dos reacionarios na preseriea politica das classes populares. para a responsabilidade social ep0litica". Não obstante. impressionaram projundamente a opiniao publica. A grande preocupacao de Paulo Freire é a mesma de toda a pedagogia modernas “uma educacao para a decisao. Deste m0d0. o fantasma do comunismo. interessou—se pela experiéncia (que abandonou. Nesta etapa inicial. E assim a visdo educacional ndo p0de deixar de ser ao mesmo tempo uma critica da opressdo real em que vivem os homens e uma expressao de sua luta por libertar—se. solidario a ascensao democrática das massas. O que fundamentalmente importa é que estes h0mens particulares e concretos se reconhecam a si préprios. a experiéncia foi plenamente vitoriosa como um tester dezenas de milhares de trabalhadores ayabetizados em alguns poucos meses e a preparaeao de alguns milhares de jovens e estudantes para as tarefas de coordenaedo. Os resultados obtidos. Preferiram acusar Paulo Freire por ideias que nao professa a atacar esse movimento de democratizaeao cultural pois percebiam nele o germen da revolta. . As dimens6es do sentido e da pratica humana encontram-se solidarias em seus fundamentos. mal se concluia) realizada na cidade de Angicos.

0 reconlzecimento da consciéncia lzistorica. existina'0 essa resp0nsabilidade". . mas sabe tambem que seria mera ingenuidade crer que estas mudancas c0nduzem necessariamente a s0ciea'ade demacratica . emcerto sentialo. devido ao golpe de Estado. efetivar 0 conjunto ale seu primeiro plano nacional. agora rido mais exclusivo das elites. deixam bastante claro que o desenvolvimento dos planos existentes teria resultaalo. Que resultou de t0d0 este debate de décadas sobre 0 anayabetismo? Pouco mais do que uma explicacao conservadora para a marginalizacao sociale politica da grande maioria da populacdo. mas sem nerihuma duvida resulta em uma critica prdtica da tradicional situacao de marginalidade em que se encontram as massas. particularmente no N0ra'este. O critério segundo o qual so os ayabetizados podem votar é muito semelhante. varios destes temas — 0 p0der. no plarto educaciortal. assim como a observação de certos aspectos de processo politico. pois 0s a'ominaa'os nao tém condicées para partictpar democraticamente. 0 movimerito de conscieritizacdo aparece como uma resposta. e que nao pode. a0s critérios censitarios vigentes na Europa do século XIX. marcada pela crise de conjunto de uma formacdo social. deu mostras bastante signyicativas de sua potencialidade. Ndo obstante 0 movimento de educacdo popular nao tenha conseguido. Eis a légica do filisteismo liberal—0ligarquic0. Este educador sabe que sua tarefa contém implicaeoes polzticas. como educador. O aut0r registra as mudancas estruturais e sabe que. mio podem votar nem ser v0tad0s para os cargos publicos. mas para os privilegiados. Os protestos de certos grupos oligarquicos. na medida em que c0ntribuem para abrir uma fissura n0 “antig0 regime". A "cortsciéncia trartsitiva" sigrtyica. e os temas em luta nao lhes sao estrarthos. Nesta fase. quase de imediato. substituir 0 polztico revolucionário interessado no conhecimento e na transformaqao das estruturas. Democracia sim.e esta exigéncia define claramente os termos do problema. . etc. Pelo coritrario. As massas estao deritro do jogo. t0rnam passiizel a alemacracia. Os “ignorantes " mio tém condicées para participar livre e criticamente da democracia. e sabe ademais que estas implicagoes interessam ao povo e nao as elites. a necessidade de uma autéritica mobilizacdo democrática do povo brasileiro. Esta mobilizacdo através da ayabetizaedo nao se propoe objetivos políticos determinados. — aparecem no cenário politico assinalados por ideologias que buscam iriterpretar 0 seritimerito popular. a liberdade. num forte goqae eleitoral contra as posicoes institucionais de alguns setores tradicionais. segundo este ensaio. é que "teria 0 homem brasileiro de ganhar esta responsabilidade social e politica. a democracia. Mas sabe também que seu campo é a pedagogia e nao a polttica.

P0de—se campreender que 0s papulistas pr0m0vam 0u permitam alguma mobilizacao efetivamente democratica em seu afd de manipular n0vas massas. na medida em que rcsponde at ampla varicdade dos seus desafios.000 ja existentes. N0 Estado de Sergipe. Faz tudo isso c0m a certeza de quem usa uma ferramenta. Ist0 signyicaria pr0p0r 0 impassivel: as d0minad0s estariam legitimanda a 0pressa0. Organiza-se. em Pernambuco. A0 pr0m0ver a m0bilizaca0 através d0 Estad0. p0r exernpl0. Age. N0 j0g0 constante de suas respostas. antag6nic0s. nao obstante aqueles. E assim ern vdri0s 0utr0s estaa'0s d0 Pais. com a consciéncia de quem D0 ser inacabado que é e cuja plenitude se acha na ligacao com seu Criador. E um equivoca sup0r as massas de tal m0a'0 desvinculadas de seus interesses reais que pudessem. através d0s resultadas p0litic0s de sua acao. Em 0utr0s termas. Testa-se. se reservarem as maiores vantagens.O movimento de educacao popular era um dos germens de uma ameaca real a esta situacdo.300 mil. E aqui esbacamas um tema que diz respeito mais de perm a compreensdo deste livr0 e d0 m0viment0 de educacd0 p0pular. as vezes. seu pr0pri0 pr0jet0 de criticizacao da c0nsciéncia popular? A SOCIEDADE BRASILEIRA EM TRANSIÇÃO Ha uma pluralidadc nas rclaqocs d0 homcm com 0 mundo. evidentemente. c0m0 “massas de man0bra". mas sempre de . a manfestacao de seus interesses s0ciais reais. c0rresp0nde a alguns aspectas impartantes d0 pr0cess0 p0litic0 brasileiro.000 eleit0res a0s 90. cam a manipulaed0 de uma parte das massas abria—se entrada. a massa votante cresceria de 800 mil para [. jamais sera de dominacao ou de domesticaoao. d0 qual apresentamos samente 0 esquema mais geral. jat0 que p0a'eria se transfbrmar num rise0 excessiv0 para 0s grupos tradicionais. altera-se no proprio ato de responder. Ligacao que. em alguma medida. O plano de [964 permitiria fazer crescer 0 eleit0rad0 ern varias regi6es. pela própria esséncia. Cabe abservar parém que ele naa n0s diz t0da a verdade a0 sugerir uma quase absaluta capacidade de manqJulaca0 p0r parte d0 p0pulism0. 0 educad0r na0 estaria c0mpr0metend0. Esta indagaed0 s0bre 0 sentid0 da manipulaed0 tem também 0 seu reversa. Este c0mpr0miss0 p0lztic0. exclusivamente. E as vantagens d0 ‘pact0" tendiam a repartir—se entre as classes d0minantes e um set0r das classes d0minadas. 0 plan0 perrnitiria acrescentar 80. D0 p0nt0 de vista que 0s interessa nestetrabalho. seria suficiente registrar apenas um de seus parad0x0s: um ampl0 set0r das classes daminadas urbanas aparece na cena palitica c0m0 se legitimasse 0 Estado burgués. que n0s revela uma das dimensaes da ambigiiidade p0pulista. 0ferecer um suporte de legitimidade a0 regime que as mantinha d0minadas. Este paradoxo. reúne farcas saciais cam interesses divergentes e. Esoolhe a melhor resposta.

A partir das relacgoes do homem com a realidade. Nas relacoes que 0 homem estabeleoe com 0 mundo ha. a quem nao fosse licito interferir sobre a realidade para modifica-la.40) Sua ingerencia. Rebaixa-se a puro objeto. discernindo. transcendendo. tanto mais se senté forgzado a conformar sua conduta a expectativa alheia.libertaeao. toda vez que se suprime a liberdade. E é ainda 0 jogo destas relacgoes do homém com 0 mundo e do homem com os homens. uma pluralidad na própria. na medida em que cria. Vai dominando a realidade . objetivando-se a si proprio. ato de discemir. . esta em que é hoje dominado pela forga dos mitos e comandado pela publicidadé organizada.€10. se acha a raiz. Faz dele. nao lhe permite ser um simples espectador. que ele comeea a fazer precisamente quando. o homem moderno esta esmagado por um profundo sentimento de impoténcia que o faz olhar iixamenté e. afoga-se no anonimato nivelador da massiticaqao. E é por iss0 que. recria e decide. sem 0 saber. quando julga que se salva seguindo as prescriooes. Da1' que a massificagao implique no desenraizamento do homem. (pag. de certa forma entao unidimensional.esta diante de algo que 0 desafia. é por isso vem renunciando cada vez. por outro lado. a nao ser em ternos de relativa preponderancia. E. domesticado e acomodadoz ja nao é sujeito. nem das sociedades nem das culturas. minimizado e cerceado.41. criando. Na sua "destemp0 ralizac. . iica ele um ser miramente ajustado ou acomodado. criando e recriando. tragédia do homem modemo. desaiiado e respondendo a0 desaiio. respondendo a seus desafios. sem 0 direito de discuti-los. 39. a sua capacidade de decidir. pelos atos de criagao. por iss0 mesmo. Uma das grandes."(pag. alterando. Vem sendo expulso da orbita das decisões. idéologica ou nao. Quanto mais procede deste modo. que não pérmite a imobilidadé. da descoberta de sua temporalidade. E. sem esperanqa e sem fé. (pag.43) . varando 0 tempo. E também criando. Na sua ac0modac.€10". recriando e decidindo que 0 homem deve participar destas épocas.42). resultantes de estar com ela e de estar nela. porque existez e nao so vive. reconhece 0 hoje e descobre 0 amanha. integrando-se as condieoes de seu contexto. 0 homem sacriiica imediatamente a sua capacidade criadora. na feliz expressao de Marcel. vac se conformando as épocas historicas. para as catastrofes que se avizinham. como que paralisado. lanea—se 0 homem num dominio que lhe é exclusivo — 0 da Historia e 0 da Cultura. vai ele dinamizando 0 seu mundo. se nao a maior. . atinge 0 ontem. recriagao e decisao. Apesar de seu disfarce de iniciativa e otimismo. Herdand0 a experiencia adquirida. senao quand0 destorcida e acidentalmente. um ser "situad0 e datado". A sua integraqao 0 enraiza. No seu ajustame Por isso. acomodado a ajustamentos que lhe sejam impostos.

se fazia uma tarefa altamente importante. Sua humanizagao 0u desumanizagao. exatamente.. tinham uma tonica e uma signiflcaq5o que ja n50 satisfazem at Sociedade em transitolz.44. c0nvertid0 em espectador. nem t0da mudancga e Transito. sua afinnagao c0m0 sujeito 0u sua minimizagao c0m0. esta transieao de uma para outra época. . em grande parte. a formagao e 0 desenvolvimento de um esp1'rit0 também flexível. Deixar50 de se—l0 at pr0p0re50 em que expressem a expectativa de outros. a passagem de uma para outra epoca. men0s ali. dirigido pel0 p0der dos mit0s que forqas sociais p0der0sas criam para ele. E que temas e que tarefas teriam sido esvaziados e estariam esvaziando-se na sociedade brasileira de que decorressem a superag5o de uma epoca e a passagem para outra? Todos os temas e todas as tarefas caracterfsticas de uma "sociedade fechada".As sociedades que vivem esta pasagem. diminu1'd0 e ac0m0dad0. liberdade. em qualquer d0s mund0s em que 0 mundo se divide. Na “Soc1edade fechada". autoridade. . dia a dia. com mais forqa aqui. 0 tempo de transito e mais do que simples mudancga.transformado em aeao. de que decorriam tarefas especfflcas. dependem.Por iss0. por isso.45) Na medida em que se aprofundam as contradieées.(pag. infelizmente. participaeao popular. a "p0r0r0ca" se faz mais forte e 0 clima "dela" se toma mais e mais emocional. Vivia 0 Brasil. na fase de transito que viv1'amos. temas como democracia. estao a exigir. saliente—se a necessidade de uma permanente atitude critica. Mas. . pela rapidez e flexibilidade que as caracterizam. 0 que se sente. Nutrindo-se de mudaneas. A educae5o. educa<. sem afeta-la profundamente. desde ja. As mudancgas se processam numa mesma unidade de tempo histórico qualitativamente invariavel.50 0u nao desses temas. .(pag. A sua forea decorreria sobretudo da capacidade que tivéssemosde nos incorporarmos ao dinamismo da época do transito. E se todo Transito é mudanea.5o e muitos 0utros. . propriedade. é 0 h0mem simples esmagado. de sua captac.