You are on page 1of 2

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARANÁ

CAMPUS UNIÃO DE UNIÃO DA VITÓRIA

FACULDADE ESTADUAL DE FILOSOFIA CIENCIAS E LETRAS
Curso de Licenciatura em Química Aluno: Clodoaldo Ribas dos Santos

Geologia Trabalho
1. A extração de minerais metálicos no Brasil, como o ferro, bauxita, cassiterita, entre outros, se concentram, principalmente em alguns estados brasileiros, como Minas Gerais e Pará. Esta atividade esta associada basicamente a que tipo de estrutura geológica? R: Os minerais metálicos são encontrados em estruturas geológicas (escudos cristalinos) muito antigos da era pré-cambriana (proterozóica) que representam cerca de 4% do território brasileiro. 2. Onde estão encontrados os principais recursos energéticos brasileiros? R: As bacias sedimentares continentais são pouco exploradas economicamente, apresentando pequena produção de petróleo. As bacias carboníferas do Sul do país, em estágios inferiores de transformação geológica, produzem carvão com menor valor energético que as bacias carboníferas do hemisfério norte. Na plataforma continental, a alguns quilômetros da costa, explora-se petróleo em quantidades significativas. Destaca-se a bacia de Campos, no litoral norte do estado do Rio de Janeiro, responsável por aproximadamente 60% da produção nacional, 3. Das grandes estruturas geológicas, quais não encontramos no Brasil? Explique sua orogênese. R: No Brasil apresenta estrutura geológica muito antiga, da Era Pré-cambriana cerca de 3,5 bilhões de anos, chamada de escudo cristalino que corresponde em torno de 36% do território. Por ser muito antiga ela é bastante desgastado pelo processo erosivo, e ainda devido estar no centro de uma placa tectônica não apresenta dobramentos modernos, como cadeias montanhosas formadas por

Sobre a dinâmica geológica da terra. Cerca de 60% do território compreende bacias sedimentares. que empurram as placas em direcções diversas. provocando a sua subida ou afundamento (tal como uma embarcação se inclina e altera o calado quando empurrada pelo vento). as grandes extensões (placas com milhares de quilômetros de comprimento) e a elevada viscosidade dos materiais envolvidos tornam estes processos extremamente lentos (o reequilíbrio pode levar milhões de anos) e sujeitos a um complexo jogo de efeitos. Contudo. largas áreas continentais. da própria geodinâmica e da tectônica de placas. resultantes dos processos de erosão e sedimentação. No caso dos Himalaia. diz-se que está em equilíbrio isostático. o que demonstra a existência das outras forças geodinâmicas em jogo que permitem a manutenção de uma topografia que não corresponde à que seria determinada pela isostasia. em muitos casos contrários. sem a correspondente deslocação astenosférica (pois tal como acontece numa abóbada. maior volume de material astenosférico deve ser deslocado para que o equilíbrio se mantenha. as forças que mantêm aquelas montanhas em posição são descarregadas lateralmente e não para baixo). Na realidade. Quando uma região da litosfera atinge o equilíbrio entre o peso relativo da placa litosférica e a sua espessura inserida na astenosfera. 4.encontro de placas tectônicas e por processos vulcânicos. comprimindo o bordo da placa eurasiática. . não estão em equilíbrio. que literalmente força a subida da região que ora se constitui com o mais alta do planeta. Quanto mais pesada à camada litosférica. a explicação reside na impulsão causada pela placa tectónica indiana. mais profunda estará a sua base. Uma imagem sugestiva deste processo é o iceberg: quanto maior altura tiver acima da água. nem parecem tender para ele. como a região dos Himalaia. o que se entende por isostasia? R: A isostasia pode ser encarada como o simples reequilibrio no deslocamento do volume de um fluido (neste caso a astenosfera) pela flutuação de um sólido (neste caso a litosfera) num processo em tudo semelhante ao observado por Arquimedes.