Conhecimento de Transporte Eletrônico

Manual de Integração - Contribuinte

Projeto Conhecimento de Transporte Eletrônico

Manual de Integração - Contribuinte
Padrões Técnicos de Comunicação

Versão 1.0.3 Agosto 2009

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Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

Controle de Versões
Versão 1.00 1.01 1.01A 1.01B 1.02pre 1.02 1.03 Data 07/03/2008 - SP 02/07/2008 – SP/RS 07/07/2008 – SP/RS 25/08/2008 – Reunião CT-e RJ 03/09/2008 – Reunião CT-e MT 12/09/2008 – SP/RS 03/08/2009 – RS/SP/GO

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Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

Identificação e vigência do Manual
Versão do manual Data de divulgação do manual Pacote de liberação de Schemas XML Data de início de vigência no ambiente de homologação Data de início de vigência no ambiente de produção

1.0.3 04/08/2009 PL_CTe_103 01/09/2009 a definir

Versões de leiautes do PL_CTe_103
Leiaute CTe enviCTe retEnviCTe consReciCTe retconsReciCTe procCTe cancCTe retCancCTe procCancCTe inutCTe retInutCTe
versão

1.03 1.03 1.03 1.03 1.03 1.03 1.03 1.03 1.03 1.03 1.03

Schema XML cte_v103.xsd enviCte_v1.03.xsd retEnviCte_v1.03.xsd consReciCte_v1.03.xsd retConsReciCte_v1.03.xsd procCte_v1.03.xsd cancCte_v1.03.xsd retCancCte_v1.03.xsd procCancCte_v1.03.xsd inutCTe_v1.03.xsd retInutCTe_v1.03.xsd

procInutCTe consSitCTe retConsSitCTe consStatServ retConsStatServ

1.03 1.03 1.03 1.03 1.03

procInutCTe_v1.03.xsd consSitCte_v1.03.xsd retConsSitCte_v1.03.xsd consStatServCte_v1.03.xsd retconsStatServ_v1.01.xsd

Observação Leiaute do CT-e. Mensagem de envio de lote de CT-e. Mensagem de retorno do envio de lote de CT-e. Mensagem de consulta processamento do lote de CT-e transmitido. Mensagem de retorno da consulta de processamento do lote de CT-e transmitido. Leiaute de compartilhamento do CT-e. Mensagem de solicitação de cancelamento do CT-e. Mensagem de retorno do resultado da solicitação do processamento de cancelamento do CT-e. Leiaute de compartilhamento de Pedido de cancelamento de CT-e Mensagem de solicitação de inutilização de numeração de CT-e. Mensagem de retorno do resultado do processamento da solicitação de inutilização de numeração de CT-e. Leiaute de compartilhamento de pedido de inutilização de numeração de CT-e Mensagem de consulta da situação atual da CT-e. Mensagem de retorno da consulta da situação atual da CT-e. Mensagem da consulta do status do serviço de autorização de CT-e. Mensagem de retorno da consulta do status do serviço de autorização de CT-e.

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...................................2............................. 24 3................................................................ 28 4............5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service ................................................................... 10 3.................................................5.............1.....1 Leiaute Mensagem de Entrada ....................................2 Web Service – CteRetRecepcao ..................... 26 4..... 32 4............................5......10 Validação da área de Dados........................8 Geração da Resposta com o Recibo ....Contribuinte Índice Introdução ..........5.....................3 Descrição Simplificada do Modelo Operacional .................. 19 3........... 14 3......................................3............... 7 Considerações Iniciais ...........................2................. 44 4..... 25 3..........................3...............................................2...............1..... 41 4...............................................1 Serviço de Recepção de CT-e......4................5...........................................2 Conceito do CT-e .................................................. 20 3...............................................1 Informações de controle e área de dados das mensagens ................ Arquitetura de Comunicação com Contribuinte ..............................................................................................7 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service ........................ 24 3...............1....... 22 3....9 Descrição do Processamento do Lote de CT-e..........2....4..................................................................................... Web Services .......................................................................1 Modelo Conceitual ..............................1............ 13 3......................2 Leiaute Mensagem de Retorno ..................6 SEFAZ VIRTUAL................................................................................ 23 3...................6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service ......... 18 3..4 Correção de Pacote de Liberação .....1 Serviços síncronos .. 19 3..................................................1 Padrão de documento XML .............................3.............5 Validação do Certificado de Transmissão ..........2 Pacote de Liberação Preliminar .........................................................8 Final do Processamento ......................................................5 Versão dos Schemas .............2. 22 3.. 21 3..................1........................ 32 4......................................................1 Histórico do documento fiscal eletrônico....................... 29 4.......... 8 2........................ 11 3.............................................................. 28 4.... 43 4..................... 24 3..............2...........................6 Validação Inicial da Mensagem no Web Service .............................6 Resumo dos Padrões Técnicos ................................2.......................................... 17 3............7 Validação da Área de Dados .1.......................................... 27 4.....5 Divulgação de novos Pacotes de Liberação .............. 10 3.......... 41 4......2..............1.........................................................2.................1........1...........................................3 Pacote de Liberação de Homologação e Pacote de liberação definitivo .......2.... 22 3....................2............2 Padrão de Comunicação ....1 Liberação das versões dos Schemas para o Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-e ..................3 Descrição do Processo de Web Service .................... 30 4.........................................................................3 Schemas XML das Mensagens dos Web Services ..................2.........................................1...................................................3 Padrão de Certificado Digital .5 Validação de Assinatura Digital pela Secretaria de Fazenda Estadual .............. 30 4...........................................1 Web Service – CteRecepcao .. 11 3.........................................4.......... 31 4........ 45 1...... 31 4....4 Descrição do Processo de Recepção de Lotes de CT-e ....... 28 4............................ 2........2.................................2..6 Controle de Versão ............ 25 3... Pág. 8 2....................................... 25 3................ 41 4..............................................................5.................................................... 43 4....................................5..........4 Padrão de mensagens dos Web Services ....1.....................3 Modelo operacional ...................2 Serviços assíncronos............3 Leiaute Mensagem de Retorno ..2 Leiaute Mensagem de Entrada ...................................................2 Validação da estrutura XML das Mensagens dos Web Services ..................3 Filas e Mensagens............................11 Final do Processamento do Lote ............................................................................................................................................... 4 / 136 ................................................................. 25 3... 39 4............... 8 2... 8 3..............4 Validação do Certificado de Transmissão ............................................................... 30 4......2 Padrões Técnicos..........................................................Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração ...................... 14 3.................4 Padrão de Assinatura Digital ................... 42 4........... 44 4..........

............................... 51 4..................................................... 46 4.................................... 66 4......6........Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .5...........5 Web Service – CteConsulta Protocolo .............................3 Descrição do Processo de Web Service ... 59 4..............1 Leiaute Mensagem de Entrada .......8 Final do Processamento .....4........ 55 4..4 Web Service ....... 61 4....................... 59 4...................................... 53 4.......... 49 4....................2 Leiaute Mensagem de Retorno ...............................................6 Web Service – CteStatusServico .......................................4........5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service .............4 Validação do Certificado de Transmissão .........................2 Padrão de nomes para os arquivos ............5..............6....1 Tabela de códigos de erros e descrições de mensagens de erros......................................................................................... 5 / 136 ...................... 55 4............ 57 4.........3 Tratamento de caracteres especiais no texto de XML .........................1 Descrição do Processo de Web Service ....... 72 5... 63 4......................6........................................7 Tempo médio de resposta ............... 63 4............................................2 Leiaute Mensagem de Retorno ...............6......CteInutilizacao..................... 49 4............................................ DACTE .. 67 5.................. Código de Barra ..........................................................4.................................2 Leiaute Mensagem de Retorno .....................3 Web Service – CteCancelamento ....................................................... 60 4... 67 5....................6.............................................7 Validação da Área de Dados .........................7.........3.................................. 79 Pág.......3.............. 60 4.......................................................2 Representação simbólica do código .......................................... 74 5......................6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service ...................................................................1 Leiaute Mensagem de Entrada ...........................................................................................................................................6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service .......................5......... 46 4..............1 Leiaute Mensagem de Entrada ................................1 Regras de validação .............................. 56 4........ 53 4. 57 4...................................7 Validação da Área de Dados ..............................................1 Leiaute Mensagem de Entrada ......................... 77 6...................................5...................6..........5 Número do Recibo de Lote ..... 46 4........................................................................ 58 4............8 Final do Processamento ...4 Chave de Acesso do CT-e .............................................................. 61 4.................... 61 4................ 62 4.... 47 4..8 Final do Processamento ...........................................5..............5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service . 64 4.............................................4...............6................................4.............3.....4 Diferenças na estrutura de chamada do Web Service . 65 4.7.............. 76 6...........5........................... 54 4..................2 Leiaute Mensagem de Retorno ..........................................3 Descrição do Processo de Web Service .........................................................................4................... 75 6................................. 47 4..................... 49 4........5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service ................................... 52 4............ 78 8....1 Cálculo do dígito verificador do CODE-128C...............2 Onde obter as definições deste Web Service .......................................4...3. 54 4..3.....................4 Validação do Certificado de Transmissão .................................................. 73 5............................................3 Descrição do Processo de Web Service ......................3......... 52 4..... 75 5.. 58 4.....1.................................................................................3 Descrição do Processo de Web Service ........................................................ 65 4......................................4........7..................3 Onde obter os schemas XML deste Web Service ..............................................................................6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service ...................................................................6..................................... Web Services – Informações Adicionais ..........5.....3. 57 4..............................6 Número do protocolo ......Contribuinte 4................. 66 5..7 Validação da Área de Dados ................................4 Validação do Certificado de Transmissão ........ 77 7... 73 5....................................................... Contingência .....6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service .............4 Validação do Certificado de Transmissão ....................................5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service ................... 67 5.........................7 Validação da Área de Dados ............7 Web Service – CadConsultaCadastro .............3.......5..... 63 4........................... 65 4........8 Final do Processamento .................................................................................................... 62 4........7.............

.............................. 81 10.............................5 Compartilhamento de documentos com outros órgãos públicos .......3 Exceção no cálculo do dígito de controle do código de Município .....................3 Exceção no cálculo do dígito de controle do código de País ........................................................... 81 10................................................................... 134 Anexo V – Conjunto de caracteres Código de Barras CODE-128C ...................................1 Validação do código de Município ............................................. 133 Anexo IV – WS disponíveis .......................... Tabela de código de Município do IBGE .........................Contribuinte 9.............................. 132 3......................................... 132 3...... 136 Pág...........................................4 Leiaute de compartilhamento: Inutilização de Numeração de CT-e ..1 Processo de Distribuição ...........................1 Validação do código de País .................................................... 82 11.................................... 83 11........ 83 11............................................................. 84 Anexo II – Modelo de DACTE ............................ 6 / 136 ........................................ Tabela de código de País do BACEN ............................................................ 132 3..............Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração ......... 81 11...................................................................................... 83 Anexo I – Leiaute do CT-e . 131 2. 131 2.................................... Compartilhamento de informações do CT-e entre Órgãos Públicos. 83 11........... 123 Anexo III – Tabelas de UF....................... Distribuição do CT-e para o Tomador do Serviço .............................................................................1 Processo de Compartilhamento .......2 Leiaute de compartilhamento: CT-e.................. 130 1............................................................................................................2 Exemplo de cálculo do dígito de controle do código de Município ...................2 Leiaute da Distribuição: CT-e ..................... Ambiente de Homologação / Produção ....................... 130 2.................... 135 Anexo VI – Projeto Piloto do CT-e ........................... Município e País ... 130 2.......................................2 Exemplo de cálculo do dígito de controle do código de País ..............3 Leiaute de compartilhamento: Cancelamento de CT-e ... 80 10.. 82 11..................... Tabela de código de UF do IBGE ....................................................... 133 3.................................

Pág.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . que a legislação aprovada. Introdução Este documento tem por objetivo a definição das especificações e critérios técnicos necessários para a integração entre os Portais das Secretarias de Fazendas dos Estados e os sistemas de informações das empresas emissoras de Conhecimento de Transporte eletrônico . conceitos e especificações contidas neste manual podem sofrer ajustes que venham a ser demandados no decorrer do aprofundamento das discussões e experiências adquiridas durante a fase de implantação do projeto.CT-e. Em vista da complexidade do projeto.Contribuinte 1. esclarecemos aos usuários deste manual (equipes fiscal e de TI das empresas integrantes do projeto). 7 / 136 .

Contribuinte 2. 8 / 136 . Documentos fiscais eletrônicos simplificam o cumprimento das obrigações acessórias dos contribuintes e permitem um melhor acompanhamento das operações comerciais pelo Fisco. 2. com o intuito de documentar uma prestação de serviços de transportes. Considerações Iniciais O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) está sendo desenvolvido. de forma integrada. O Conhecimento de Transporte Eletrônico é um documento fiscal eletrônico. modelo 9. Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 2.2 Conceito do CT-e O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) é um documento de existência exclusivamente digital. modelo 11. que atribuiu ao Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (ENCAT) a coordenação e a responsabilidade pelo desenvolvimento e implantação do Projeto CT-e. mostrando-se uma solução vantajosa para todos os envolvidos nas transações com estes documentos. representantes das transportadoras e Agencias Reguladoras do segmento de transporte. que poderá ser utilizado para substituir um dos seguintes documentos fiscais: • • • • • • Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. Nota Fiscal de Serviço de Transporte. futuramente. nos transportes Multimodais. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e a Autorização de Uso fornecida pela administração tributária do domicílio do contribuinte. emitido e armazenado eletronicamente. Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. a partir da assinatura do Protocolo ENAT 03/2006 (10/11/2006). Receita Federal do Brasil. modelo 7. A possibilidade do uso de documentos fiscais eletrônicos em vez dos documentos tradicionalmente emitidos em papeis esta prevista no parágrafo único da claúsula segunda do Protocolo ENAT 03/2005. com validade jurídica garantida pela assinatura digital do emissor. Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. modelo 8. modelos 1 e 1A. o qual deverá ser assinado digitalmente. 2. Conhecimento Aéreo. quando utilizada em transporte de cargas.1 Histórico do documento fiscal eletrônico O documento fiscal eletrônico surgiu com o Projeto da Nota Fiscal eletrônica que tinha como objetivo a implantação de um modelo nacional de documento fiscal eletrônico para substituir a sistemática atual de emissão do documento fiscal em papel. O Conhecimento de Transporte Eletrônico também poderá ser utilizado como documento fiscal eletrônico no transporte dutoviário e. modelo 27. instituído pelo AJUSTE SINIEF 09/07 (25/10/2007). pelas Secretarias de Fazenda dos Estados. Este arquivo Pág.3 Descrição Simplificada do Modelo Operacional De maneira simplificada. modelo 10. a empresa emissora de CT-e gerará um arquivo eletrônico contendo as informações fiscais da prestação de serviço de transporte. de maneira a garantir a integridade dos dados e a autoria do emissor.

para a Receita Federal do Brasil. Para acobertar a prestação de serviço de transporte deverá ser impressa uma representação gráfica simplificada do Conhecimento de Transporte Eletrônico. a chave de acesso e o código de barras linear tomando-se por referência o padrão CODE-128C. nem o substitui. que fará uma pré-validação do arquivo e devolverá uma Autorização de Uso. e para as Secretarias de Fazenda de início da prestação do serviço e do tomador do serviço. não emissor de Documentos Fiscais Eletrônicos. sendo que sua validade ficará vinculada à efetiva existência do CT-e com autorização de uso no Banco de Dados das administrações tributárias envolvidas no processo. poderá escriturar o CT-e com base nas informações deste documento. que será o repositório nacional de todos os CT-e emitidos. O DACTE não é um Conhecimento de Transporte. servindo apenas como instrumento auxiliar para o transporte da mercadoria e consulta do CT-e por meio da chave de acesso impressa no mesmo. Este mesmo arquivo do CT-e será ainda transmitido. Após o recebimento do CT-e. pela Secretaria de Fazenda Estadual. permitindo ao detentor do documento confirmar a efetiva existência do CT-e. representada e também impressa em código de barras. além da SUFRAMA. sem a qual não poderá haver a prestação de serviço de transporte. que corresponderá ao Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e).Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Contribuinte eletrônico. a Secretaria de Fazenda Estadual disponibilizará consulta. 9 / 136 . em destaque. em papel comum. que conterá impressos. pela Internet. para o tomador do serviço e outros legítimos interessados que detenham a chave de acesso do documento eletrônico. para facilitar e agilizar a consulta do CT-e na Internet e a respectiva confirmação de informações pelas unidades fiscais e pelos tomadores de serviços de transporte. Pág. através Internet. caso sejam diferentes da Secretaria de Fazenda de circunscrição do emissor. será então transmitido. o número do protocolo de autorização do referido documento. para a Secretaria de Fazenda Estadual de jurisdição do contribuinte emitente. através dos sítios das Secretarias de Fazenda Estaduais autorizadoras ou Receita Federal. intitulada DACTE (Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico). quando aplicável. O contribuinte tomador do serviço de transporte.

10 / 136 . Para cada serviço oferecido existirá um Web Service específico.Contribuinte 3. com a devolução de uma mensagem com o resultado do processamento do serviço solicitado. O diagrama a seguir ilustra o fluxo conceitual de comunicação entre o aplicativo do contribuinte e o Portal da Secretaria de Fazenda Estadual: Pág. O Web Service sempre devolve uma mensagem de resposta confirmando o recebimento da solicitação de serviço ao aplicativo do contribuinte na mesma conexão.1 Modelo Conceitual Os Portais das Secretarias de Fazenda Estaduais irão disponibilizar os seguintes serviços: a) Recepção de CT-e. 2) Consulta Processamento de Lote. c) Inutilização de numeração de CT-e. A solicitação de serviço poderá ser atendida na mesma conexão ou ser armazenada em filas de processamento nos serviços mais críticos para um melhor aproveitamento dos recursos de comunicação e de processamento das Secretarias de Fazenda Estaduais. e) Carta de Correção de CT-e.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . d) Consulta da situação atual do CT-e. Arquitetura de Comunicação com Contribuinte 3. havendo a devolução de uma mensagem de resposta com um recibo que apenas confirma o recebimento da solicitação de serviço. b) Serviços assíncronos – o processamento da solicitação de serviço não é concluído na mesma conexão. O fluxo de comunicação é sempre iniciado pelo aplicativo do contribuinte através do envio de uma mensagem ao Web Service com a solicitação do serviço desejado. b) Cancelamento de CT-e. O aplicativo do contribuinte deverá realizar uma nova conexão para consultar o resultado do processamento do serviço solicitado anteriormente. Os serviços podem ser síncronos ou assíncronos em função da forma de processamento da solicitação de serviços: a) Serviços síncronos – o processamento da solicitação de serviço é concluído na mesma conexão. f) Consulta do status do serviço. 1) Recepção de Lote.

A declaração do namespace da assinatura digital deverá ser realizada na própria tag <Signature>. b) Declaração namespace O documento XML deverá ter uma única declaração de namespace no elemento raiz do documento com o seguinte padrão: <CTe xmlns=”http://www.0" encoding="UTF-8"?> OBS: Lembrando que cada arquivo XML somente poderá ter uma única declaração <?xml version="1.org/TR/REC-xml e a codificação dos caracteres será em UTF-8.Contribuinte Arquitetura de Comunicação Contribuinte – Visão Conceitual Secretaria de Fazenda Estadual HTTPS Web Services Serviços Síncronos Aplicação CTe Serviços Assíncronos Transações Client CTe ( ERP ou software específico ) Fluxo de Comunicação CTe Filas de Msgs Aplicativo de Faturamento ( ERP ou software específico ) CTes 3. Cada documento XML deverá ter o seu namespace individual em seu elemento raiz.0.br/cte” > (exemplo para o XML da CT-e) O uso de declaração namespace diferente do padrão estabelecido para o Projeto é vedado.0" encoding="UTF-8"?>.inf.2 3. cada CT-e deverá ter declarado o seu namespace individual.portalfiscal.1 Padrões Técnicos Padrão de documento XML a) Padrão de Codificação A especificação do documento XML adotada é a recomendação W3C para XML 1.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .2.w3. como ocorre com o documento XML de lote de envio de CT-e. disponível em www. Nas situações em que um documento XML pode conter outros documentos XML. Veja exemplo a seguir: Pág. assim todos os documentos XML serão iniciados com a seguinte declaração: <?xml version="1. No caso específico do lote de envio do CT-e. deve-se tomar o cuidado para que exista uma única declaração no início do lote. 11 / 136 . conforme exemplo abaixo.

inf. deverão ser eliminadas as TAGs. ex.portalfiscal.org/2000/09/xmldsig#"> … </CTe> </enviCTe> c) Prefixo de namespace Não é permitida a utilização de prefixos de namespace.inf. deverá constar a TAG com o valor correspondente e.inf.br/cte” > (exemplo para o XML do CT-e com prefixo cte) deverá ser adotado a declaração: <CTe xmlns =”http://www.org/2000/09/xmldsig#"> … </CTe> <CTe xmlns="http://www.br/cte" versao="1. seu preenchimento torna-se obrigatório por estar condicionado à legislação específica ou ao negócio do contribuinte. ex.: 1-1.”) do leiaute que inicie com 1. Essa restrição visa otimizar o tamanho do arquivo XML. ao invés da declaração: <cte:CTe xmlns:cte=”http://www. deverão ser preenchidos no modelo apenas as TAGs de campos identificados como obrigatórios no leiaute ou os campos obrigatórios por força da legislação pertinente. mesmo que no leiaute seu preenchimento seja facultativo..w3.br/cte"> <infCTe Id="CTe31060243816719000108650000000010021234567916" versao="1.portalfiscal. Pág. Neste caso. <Signature xmlns="http://www. Os campos obrigatórios por força da legislação pertinente devem ser informados. Na geração do arquivo XML do CT-e.portalfiscal.inf.portalfiscal..br/cte” > d) Otimização na montagem do arquivo Na geração do arquivo XML do CT-e.: 1-1.br/cte"> <infCTe Id="CTe31060243816719000108650000000010011234567900" versao="1. 1-2.. 1-2.br/cte"> <infcte Id="CTe31060243816719000108650000000010001234567890" versao="1. A regra constante do parágrafo anterior deverá estender-se para os campos onde não há indicação de obrigatoriedade e que.Contribuinte <?xml version="1.w3. 1-N ...inf.01"> .0" encoding="UTF-8"?> <envieCTe xmlns="http://www. no entanto. 12 / 136 .w3.01"> . excetuados os campos identificados como obrigatórios no modelo (primeiro dígito da coluna de ocorrências do leiaute iniciada com 1.portalfiscal.portalfiscal. Os campos obrigatórios no leiaute são identificados pelo primeiro dígito da coluna ocorrência (“Ocorr. <Signature xmlns="http://www. Assim. não deverão ser incluídas as TAGs de campos com conteúdo zero (para campos tipo numérico) ou vazio (para campos tipo caractere). 1-N).org/2000/09/xmldsig#"> … </CTe> <CTe xmlns="http://www.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .. <Signature xmlns="http://www.01"> <idLote>200602220000001</idLote> <CTe xmlns="http://www.01"> . para os demais campos.inf.

com autenticação mútua. O meio físico de comunicação utilizado será a Internet.0" encoding="utf-8"?> <soap12:Envelope xmlns:xsi="http://www. • não incluir comentários no arquivo XML. Exemplo 2: Informação relacionada com o AFRMM . "carriage return". • não incluir caracteres de formatação no arquivo XML ("line-feed". permite a identificação do servidor e do cliente através de certificados digitais. 13 / 136 .w3. com troca de mensagens XML no padrão Style/Enconding: Document/Literal. antes de seu envio. • não incluir "espaços" ("line-feed".Contribuinte Exemplo 1: SubGrupo de Informações de transporte de produtos perigosos (ocorrência 0-1).2. A troca de mensagens entre os Web Services do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual e o aplicativo do contribuinte será realizada no padrão SOAP versão 1. Exemplo de uma mensagem requisição padrão SOAP: <?xml version="1. disponibilizado pela Secretaria de Fazenda Estadual. d) Validação de Schema Para garantir minimamente a integridade das informações prestadas e a correta formação dos arquivos XML. caractere de "espaço" entre as TAGs). "tab". O modelo de comunicação segue o padrão de Web Services definido pelo WS-I Basic Profile.org/2003/05/soap-envelope"> <soap12:Header> <cteCabecMsg xmlns="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:xsd="http://www. • não incluir anotação e documentação no arquivo XML (TAG annotation e TAG documentation). "tab". o contribuinte deverá submeter o arquivo do CT-e e as demais mensagens XML para validação pelo Schema do XML (XSD – XML Schema Definition). A versão do leiaute da mensagem XML contida no campo cteDadosMsg e o código da UF requisitada serão informados nos campos versaoDados e cUF. "carriage return". 3. Será preenchido somente se o negócio do contribuinte for transporte aquaviário. A chamada dos diferentes Web Services do Projeto CT-e é realizada com o envio de uma mensagem XML através do campo cteDadosMsg.portalfiscal.inf. Para reduzir o tamanho final do arquivo XML da CT-e alguns cuidados de programação deverão ser assumidos: • não incluir "zeros não significativos" para campos numéricos. ambos do tipo string localizados no elemento cteCabecMsg do SOAP header. Será preenchido se a legislação específica o exigir.0.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .w3.Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (ocorrência 0-1).) no início ou no final de campos numéricos e alfanuméricos. caractere de "espaço" entre as TAGs. eliminando a necessidade de identificação do usuário através de nome ou código de usuário e senha. com o uso do protocolo SSL versão 3.2 Padrão de Comunicação A comunicação entre o contribuinte e a Secretaria de Fazenda Estadual será baseada em Web Services disponibilizados no Portal da Secretaria de Fazenda Estadual de circunscrição do contribuinte.2.org/2001/XMLSchema" xmlns:soap12="http://www. que além de garantir um duto de comunicação seguro na Internet.br/cte/wsdl/CteRecepcao"> Pág.

3. mas não necessita ser o mesmo CNPJ do estabelecimento emissor do CT-e.br/cte/wsdl/CteRecepcao">xml</cteDadosMsg> </soap12:Body> </soap12:Envelope> Exemplo de uma mensagem de retorno padrão SOAP: <?xml version="1.3.inf. Os certificados digitais serão exigidos em 2 (dois) momentos distintos para o projeto: a) Assinatura de Mensagens: O certificado digital utilizado para essa função deverá conter o CNPJ do estabelecimento emissor do CT-e ou o CNPJ do estabelecimento matriz.0" encoding="utf-8"?> <soap12:Envelope xmlns:xsi="http://www.w3. Por mensagens. devendo conter o CNPJ da pessoa jurídica titular do certificado digital no campo otherName OID =2.3.br/cte/wsdl/CteRecepcao"> <cUF>string</cUF> <versaoDados>string</versaoDados> </cteCabecMsg> </soap12:Header> <soap12:Body> <cteRecepcaoLoteResult xmlns="http://www. b) Transmissão (durante a transmissão das mensagens entre o servidor do contribuinte e o Portal da Secretaria de Fazenda Estadual): O certificado digital utilizado para identificação do aplicativo do contribuinte deverá conter o CNPJ do responsável pela transmissão das mensagens. o Pedido de Inutilização de Numeração de CT-e e demais arquivos XML que necessitem de assinatura.inf.76.w3.2.portalfiscal.3 Padrão de Certificado Digital O certificado digital utilizado no Projeto do Conhecimento de Transporte eletrônico será emitido por Autoridade Certificadora credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil.w3. o Pedido de Cancelamento de CT-e.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:xsd="http://www.2. respeitando a Política do Certificado.org/2001/XMLSchema" xmlns:soap12="http://www. 14 / 136 .br/cte/wsdl/CteRecepcao">xml</cteRecepcaoLoteResult> </soap12:Body> </soap12:Envelope> 3.16. tipo A1 ou A3. entenda-se: o Pedido de Autorização de Uso (Arquivo CT-e).org/2003/05/soap-envelope"> <soap12:Header> <cteCabecMsg xmlns="http://www. devendo ter a extensão Extended Key Usage com permissão de "Autenticação Cliente". O certificado digital deverá ter o “uso da chave” previsto para a função de assinatura digital. Os elementos abaixo estão presentes dentro do Certificado do contribuinte tornando Pág.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .portalfiscal.portalfiscal.inf.4 Padrão de Assinatura Digital As mensagens enviadas ao Portal da Secretaria de Fazenda Estadual são documentos eletrônicos elaborados no padrão XML e devem ser assinados digitalmente com um certificado digital que contenha o CNPJ do estabelecimento matriz ou o CNPJ do estabelecimento emissor do CT-e objeto do pedido.Contribuinte <cUF>string</cUF> <versaoDados>string</versaoDados> </cteCabecMsg> </soap12:Header> <soap12:Body> <cteDadosMsg xmlns="http://www.1.

Portanto.01.w3.org/2000/09/xmldsig#envelopedsignature XPath Grupo do Método de DigestMethod Atributo Algorithm de DigestMethod: http://www.w3.org/TR/2001/REC-xml-c14n20010315 http://www.org/TR/2001/REC-xml-c14n20010315 Grupo do Método de Assinatura Atributo Algorithm de SignedMethod: http://www.org/2000/09/xmldsig#sha1 Digest Value (Hash SHA-1 – Base64) Grupo do Signature Value Grupo do KeyInfo Grupo X509 Certificado Digital x509 em Base64 Descrição/Observação XS01 Signature XS02 SignedInfo XS03 CanonicalizationMe thod XS04 Algorithm XS05 SignatureMethod XS06 Algorithm XS07 Reference XS08 URI XS10 Transforms XS11 unique_Transf_Alg XS12 Transform XS13 Algorithm G A G A G XS02 XS05 XS02 XS07 XS07 C C C 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 2-2 1-1 RC XS10 G A XS10 XS12 XS14 XPath XS15 DigestMethod XS16 Algorithm XS17 DigestValue XS18 SignatureValue XS19 KeyInfo XS20 X509Data XS21 X509Certificate E G A E G G G E XS12 XS07 XS15 XS07 XS01 XS01 XS19 XS20 C C C C 0-N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 A assinatura do Contribuinte no CT-e será feita na TAG <infCTe> identificada pelo atributo Id. cujo conteúdo deverá ser um identificador único (chave de acesso) precedido do literal ‘CTe’ para cada CT-e.org/TR/xmldsig-core/. o arquivo XML não deve conter os elementos: <X509SubjectName> <X509IssuerSerial> <X509IssuerName> <X509SerialNumber> <X509SKI> Deve-se evitar o uso das TAGs relacionadas a seguir.Contribuinte desnecessária a sua representação individualizada no arquivo XML. C 1-1 1-1 1-1 Grupo da Informação da assinatura Grupo do Método de Canonicalização Atributo Algorithm de CanonicalizationMethod: http://www.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . que tem o seguinte leiaute: Schema XML: xmldsig-core-schema_v1. 15 / 136 .w3. pois as informações serão obtidas a partir do Certificado do emitente: <KeyValue> <RSAKeyValue> <Modulus> <Exponent> O Projeto CT-e utiliza um subconjunto do padrão de assinatura XML definido pelo http://www. conforme leiaute descrito no Anexo I. Grupo de Transform Atributos válidos Algorithm do Transform: http://www. Tam.org/2000/09/xmldsig#rsa-sha1 Grupo de Reference Atributo URI da tag Reference Grupo do algorithm de Transform Regra para o atributo Algorithm do Transform ser único.w3.xsd # Campo Ele Raiz G G A Pai XS01 XS02 XS03 Tipo Ocor.w3. Para as demais mensagens a Pág. Dec.w3. O identificador único precedido do literal ‘#CTe’ deverá ser informado no atributo URI da TAG <Reference>.

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 16 / 136 .Contribuinte serem assinadas. o processo é o mesmo mantendo sempre um identificador único para o atributo Id na TAG a ser assinada. Segue um exemplo: Pág.

e) Tamanho da Chave Criptográfica: Compatível com os certificados A1 e A3 (1024 bits).inf.org/2000/09/xmldsig#X509Data).. (3) Montar e validar a cadeia de confiança dos certificados validando também a LCR (Lista de Certificados Revogados) de cada certificado da cadeia..w3.org/2000/09/xmldsig#rsa-sha1" /> <Reference URI="#CTe31060243816719000108650000000010001234567897"> <Transforms> <Transform Algorithm="http://www.portalfiscal. o contribuinte não deve fornecer a Lista de Certificados Revogados. 17 / 136 .w3. já que a mesma será montada e validada em cada Portal de Secretaria de Fazenda Estadual no momento da conferência da assinatura digital. </infCTe> <Signature xmlns="http://www.org/TR/2001/REC-xml-c14n-20010315"/> </Transforms> <DigestMethod Algorithm="http://www.00"> .w3..w3. h) Codificação: Base64 (http://www. </X509Certificate> </X509Data> </KeyInfo> </Signature> </CTe> Para o processo de assinatura. c) Cadeia de Certificação: EndCertOnly (Incluir na assinatura apenas o certificado do usuário final). utilizando o formato “Enveloped” (http://www. São elas: (1) Enveloped (http://www.w3.</SignatureValue> <KeyInfo> <X509Data> <X509Certificate>MIIFazCCBFOgAwIBAgIQaHEfNaxSeOEvZGlVDANB .w3.w3.org/2000/09/xmldsig#"> <SignedInfo> <CanonicalizationMethod Algorithm="http://www.br/cte" > <infCTe Id="CTe31060243816719000108650000000010001234567897" versao="1.w3.org/2000/09/xmldsig#sha1). seguem as regras que serão adotadas pelas Secretarias de Fazenda Estaduais: (1) Extrair a chave pública do certificado..Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração ..org/TR/xmldsig-core/).org/2000/09/xmldsig#sha1"/> <DigestValue>vFL68WETQ+mvj1aJAMDx+oVi928=</DigestValue> </Reference> </SignedInfo> <SignatureValue>IhXNhbdL1F9UGb2ydVc5v/gTB/y6r0KIFaf5evUi1i . f) Função criptográfica assimétrica: RSA (http://www.org/TR/2001/REC-xml-c14n-20010315) 3.w3. (4) Validar o uso da chave utilizada (Assinatura Digital) de tal forma a aceitar certificados somente do tipo A (não serão aceitos certificados do tipo S). b) Certificado digital: Emitido por AC credenciada no ICP-Brasil (http://www. Pág.w3.Contribuinte <CTe xmlns="http://www.org/2000/09/xmldsig#rsa-sha1).org/2000/09/xmldsig#enveloped-signature"/> <Transform Algorithm="http://www..org/TR/2001/REC-xml-c14n-20010315"/> <SignatureMethod Algorithm="http://www. i) Transformações exigidas: Útil para realizar a canonicalização do XML enviado para realizar a validação correta da Assinatura Digital.5 Validação de Assinatura Digital pela Secretaria de Fazenda Estadual Para a validação da assinatura digital. d) Tipo do certificado: A1 ou A3 (o uso de HSM é recomendado).w3. g) Função de “message digest”: SHA-1 (http://www.w3.2.w3. A assinatura digital do documento eletrônico deverá atender aos seguintes padrões adotados: a) Padrão de assinatura: “XML Digital Signature”.org/2000/09/xmldsig#base64).org/2000/09/xmldsig#enveloped-signature) (2) C14N (http://www. (2) Verificar o prazo de validade do certificado utilizado.

(7) Validar a integridade de todas as LCR utilizadas pelo sistema.6 Resumo dos Padrões Técnicos A tabela a seguir resume os principais padrões de tecnologia utilizados: Característica Web Services Meio lógico de comunicação Meio físico de comunicação Protocolo Internet Padrão de troca de mensagens Padrão da mensagem Padrão de certificado digital Descrição Padrão definido pelo WS-I Basic Profile 1. Enveloped. não incluir a vírgula ou ponto decimal. XML Digital Signature. com padrões de criptografia assimétrica RSA. com chave privada de 1024 bits. Padrão de assinatura digital Validação de assinatura digital Padrões de preenchimento XML Pág.2. utilizar o “ponto decimal” na separação da parte inteira.Contribuinte (5) Garantir que o certificado utilizado é de um usuário final e não de uma Autoridade Certificadora.org/Profiles/BasicProfile-1. a cadeia de confiança com a validação das LCRs. As assinaturas digitais das mensagens serão verificadas considerando a lista de certificados revogados disponível no momento da conferência da assinatura.html). utilizar o certificado digital do estabelecimento matriz ou do estabelecimento emissor do CT-e.509 versão 3.0. (8) Prazo de validade de cada LCR utilizada (verificar data inicial e final). com certificado digital X. do tipo A1 ou A3. emitido por Autoridade Certificadora credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. algoritmo message digest SHA-1 e utilização das transformações Enveloped e C14N.wsi. • Nos campos numéricos com casas decimais. utilizar o certificado digital do responsável pela transmissão. devendo conter o CNPJ do proprietário do certificado digital. X. A forma de conferência da LCR fica a critério de cada Secretaria de Fazenda Estadual.1 (http://www. com autenticação mútua através de certificados digitais. (6) Adotar as regras definidas pelo RFC 3280 para LCRs e cadeia de confiança. SOAP versão 1.509 versão 3. Será validada além da integridade e autoria.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . • Nos campos numéricos inteiro. Web Services. • Campos não obrigatórios do Schema que não possuam conteúdo terão suas tags suprimidas no arquivo XML. disponibilizados pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. 18 / 136 . Para assinatura de mensagens.1-2004-08-24.2. Para transmissão. podendo ser feita de 2 (duas) maneiras: On-line ou Download periódico. XML no padrão Style/Encoding: Document/Literal. Internet SSL versão 3. • Máscara de números decimais e datas estão definidas no Schema XML. 3.

caso o atendimento da solicitação de serviço seja realizada na mesma conexão. (4) O Web Service recebe a mensagem de resultado do processamento e o encaminha ao aplicativo do contribuinte. o fluxo simplificado de funcionamento: Serviço de Implementação síncrona Contribuinte (1) Solicitação de serviço Secretaria de Fazenda Estadual (2) Solicitação de serviço Aplicativo Cliente Web Service (4) Resultado (3) Resultado Processamento de Serviços Etapas do processo ideal: (1) O aplicativo do contribuinte inicia a conexão enviando uma mensagem de solicitação de serviço para o Web Service. A seguir. ou assíncrona. devolvendo uma mensagem de resultado do processamento ao Web Service. (3) O aplicativo do CT-e recebe a mensagem de solicitação de serviço e realiza o processamento. encerra a conexão. nesta situação torna-se necessária a realização de mais uma conexão para a obtenção do resultado do processamento. (2) O Web Service recebe a mensagem de solicitação de serviço e encaminha ao aplicativo do CT-e que irá processar o serviço solicitado. caso não exista outra mensagem. Pág.3 Modelo operacional A forma de processamento das solicitações de serviços no Conhecimento de Transporte eletrônico pode ser síncrona. As solicitações de serviços que exigem processamento intenso serão executadas de forma assíncrona e as demais solicitações de serviços de forma síncrona. 19 / 136 .3. quando o processamento do serviço solicitado não é atendido na mesma conexão.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . os serviços do CT-e serão implementados da seguinte forma: Serviço Recepção de CT-e Cancelamento de CT-e Inutilização de Numeração de CT-e Consulta da situação atual do CT-e Carta de Correção de CT-e Consulta do status do serviço Implementação Assíncrona Síncrona Síncrona Síncrona Síncrona Síncrona 3.1 Serviços síncronos As solicitações de serviços de implementação síncrona são processadas imediatamente e o resultado do processamento é obtido em uma única conexão. (5) O aplicativo do contribuinte recebe a mensagem de resultado do processamento e.Contribuinte 3. Assim.

3. O aplicativo do contribuinte envia uma consulta de recibo. O Web Service “Consulta Recibo” recebe a mensagem de consulta recibo e localiza o resultado de processamento da solicitação de serviço.2 Serviços assíncronos As solicitações de serviços de implementação assíncrona são processadas de forma distribuída por vários processos e o resultado do processamento somente é obtido na segunda conexão. Na Secretaria de Fazenda Estadual a solicitação de serviços é retirada da fila de serviços solicitados pelo aplicativo do CT-e. caso não exista outra mensagem. O serviço solicitado é processado pelo aplicativo do CT-e e o resultado do processamento é colocado na fila de serviços processados. O aplicativo do contribuinte recebe o recibo e o coloca na fila de recibos de serviços solicitados e ainda não processados e. O Web Service de recepção de solicitação de serviços retorna o recibo da solicitação de serviço e a data e hora de recebimento da mensagem no Web Service. O Web Service de recepção de solicitação de serviços recebe a mensagem de solicitação de serviço e a coloca na fila de serviços solicitados. (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) Pág. acrescentando o CNPJ do transmissor obtido do certificado digital do transmissor. iniciando uma conexão com o Web Service “Consulta Recibo (CTeRetRecepcao)”. A seguir o fluxo simplificado de funcionamento: Serviço de Implementação assíncrona Contribuinte Envio de Solicitação de Serviços (4) (5) (1) Solicitação de serviço (3) Recibo Secretaria de Fazenda Estadual Web Service Recebe Solicitação de Serviços (2) Solicitação de serviço Fila de serviços solicitados Fila de recibos Processamento de Serviços (7) (6) Consulta Recibo (8) Consulta recibo (10) Resultado processamento Web Service (9) Resultado processamento Consulta recibo Fila de serviços processados Etapas do processo ideal: (1) (2) O aplicativo do contribuinte inicia a conexão enviando uma mensagem de solicitação de serviço para o Web Service de recepção de solicitação de serviços.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Contribuinte 3. 20 / 136 . O aplicativo do contribuinte retira um recibo da fila de recibos de serviços solicitados. encerra a conexão.

Este atributo identifica a mensagem de solicitação de serviços na fila de mensagem. 3. • • • • Para processar as mensagens de solicitações de serviços. Somente o transmissor da mensagem terá acesso ao resultado do processamento das mensagens de solicitação de serviços. cUF: Código da UF (na codificação utilizada pelo IBGE) de origem do emissor do CT-e informada no campo cUF do elemento cteCabecMsg do SOAP Header. Para ilustrar como as filas armazenam as informações. a única diferença será no conteúdo do detalhe da mensagem que contém o resultado do processamento da solicitação de serviço em formato XML. 21 / 136 . Data e hora de recebimento da mensagem: Data e hora local do instante de recebimento da mensagem atribuída pela Secretaria de Fazenda Estadual. eliminação de mensagens. observe o diagrama a seguir: Estrutura de um item da fila: CNPJ do Transmissor Número do Recibo data e hora recebimento cUF Versão Dados XML de Dados Área de controle Área de mensagem A estrutura de um item é composta pela área de controle (identificador) e pela área de detalhe que contem a mensagem XML. O tempo médio de resposta é calculado com base neste atributo. versaoDados: Versão do leiaute da mensagem existente na área de dados. caso não exista outra mensagem. As seguintes informações são adotadas como atributos de controle: • CNPJ do transmissor: CNPJ da empresa que enviou a mensagem que não necessita estar vinculado ao CNPJ do estabelecimento emissor do CT-e.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Contribuinte (10) O Web Service “Consulta Recibo (CTeRetRecepcao)” devolve o resultado do processamento ao aplicativo contribuinte. Pág. A fila de saída terá a mesma estrutura da fila de entrada. encerra a conexão. As mensagens de solicitações de serviços no processamento assíncrono são armazenadas em uma fila de entrada. O atributo é importante para a implementação da SEFAZ Virtual e identificação da UF de origem da mensagem.3 Filas e Mensagens As filas de mensagens de solicitação de serviços são necessárias para a implementação do processamento assíncrono das solicitações de serviços. a aplicação do CT-e irá retirar a mensagem da fila de entrada de acordo com a ordem de chegada. Este atributo é importante como parâmetro de desempenho do sistema. Recibo de entrega: Número seqüencial único atribuído para a mensagem pela Secretaria de Fazenda Estadual. devendo armazenar o resultado do processamento da solicitação de serviço em uma fila de saída.3. etc. adoção do regime de contingência. O atributo é utilizado para validação de schema XML do XML de dados e verificar a vigência da versão informada. (11) O aplicativo do contribuinte recebe a mensagem de resultado do processamento e.

Pág.4.versão do leiaute da estrutura XML informado na área de dados.4.portalfiscal. Área de Dados – estrutura XML variável definida na documentação do Web Service acessado.inf. sendo transparente ao contribuinte que realizará a consulta do processamento efetuado (processos assíncronos).Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Contribuinte O tempo médio de resposta que mede a performance do serviço de processamento dos lotes é calculado com base no tempo decorrido entre o momento de recebimento da mensagem e o momento de armazenamento do resultado do processamento da solicitação de serviço na fila de saída. Informações de controle e área de dados das mensagens 3.portalfiscal.2 Validação da estrutura XML das Mensagens dos Web Services As informações são enviadas ou recebidas dos Web Services através de mensagens no padrão XML definido na documentação de cada Web Service. 22 / 136 . A implementação da fila poderá ser feita através de Banco de Dados ou qualquer outra forma. Nota: O termo fila é utilizado apenas para designar um repositório de recibos emitidos.1 As informações de controle das chamadas dos Web Services são armazenadas no elemento cteCabecMsg do SOAP Header e servem para identificar a UF de origem do emissor e a versão do leiaute da estrutura XML armazenada na área de dados da mensagem: <soap12:Header> <cteCabecMsg xmlns="http://www. 3.br/cte/wsdl/CteRecepcao">xml</cteDadosMsg> </soap12:Body> 3.inf.4 Padrão de mensagens dos Web Services As chamadas dos Web Services disponibilizados pelas Secretarias de Fazenda Estaduais ou Receita Federal do Brasil e os respectivos resultados do processamento são realizadas através das mensagens com o seguinte padrão: Padrão de Mensagem de chamada/retorno de Web Service cUF versaoDados Estrutura XML definida na documentação do Web Service Área de dados (SOAP Body) Elemento cteCabecMsg (SOAP Header) • • • cUF – código da UF de origem da mensagem. versaoDados .br/cte/wsdl/CteRecepcao"> <cUF>string</cUF> <versaoDados>string</versaoDados> </cteCabecMsg> </soap12:Header> A informação armazenada na área de dados é um documento XML que deve atender o leiaute definido na documentação do Web Service acessado: <soap12:Body> <cteDadosMsg xmlns="http://www.

etc. descrevendo os seus elementos e a sua organização.org/2001/XMLSchema" xmlns="http://www.3 Schemas XML das Mensagens dos Web Services Toda mudança de leiaute das mensagens dos Web Services implica na atualização do seu respectivo Schema XML.00.01.org/2000/09/xmldsig#" schemaLocation="xmldsig-coreschema_v1.).01.xsd.w3.00). nestes casos. como segue: cte_v1.inf. todos os Schemas que utilizam este tipo básico devem ter a sua versão atualizada e as declarações “import” ou “include” devem ser atualizadas com o nome do Schema básico atualizado.15.xsd (Schema XML dos tipos do CTe.br/cte/wsdl/CteRecepcao"> <cUF>35</cUF> <versaoDados>1. versão 10.br/cte" elementFormDefault="qualified" attributeFormDefault="unqualified"> <xs:import namespace="http://www.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Exemplo de Schema XML <?xml version="1. o tipo numérico de 15 posições com 2 decimais é definido no Schema tiposGeral_v1. Assim. A maioria dos Schemas XML do CT-e utilizam as definições de tipos básicos ou tipos complexos que estão definidos em outros Schemas XML (ex. provoca um erro de validação do Schema XML. A identificação da versão dos Schemas será realizada com o acréscimo do número da versão no nome do arquivo precedida da literal ‘_v’.4. Um Schema XML é uma linguagem que define o conteúdo do documento XML.Contribuinte As alterações de leiaute e da estrutura de dados XML realizadas nas mensagens são controladas através da atribuição de um número de versão para a mensagem. tiposGeral_v10. devendo ainda informar a versão do leiaute da estrutura XML da mensagem no campo versaoDados do elemento cteCabecMsg do SOAP Header. A validação da estrutura XML da mensagem é realizada por um analisador sintático (parser) que verifica se a mensagem atende as definições e regras de seu Schema XML.xsd (Schema XML do CTe. além de estabelecer regras de preenchimento de conteúdo e de obrigatoriedade de cada elemento ou grupo de informação. <soap12:Header> <cteCabecMsg xmlns="http://www.inf.w3.xsd.00</versaoDados> </cteCabecMsg> </soap12:Header> 3. caso ocorra alguma modificação na definição deste tipo. A primeira condição para que a mensagem seja validada com sucesso é que ela seja submetida ao Schema XML correto.org/2000/09/xmldsig#" xmlns:xs="http://www. Por exemplo.01.00.w3.xsd"/> <xs:include schemaLocation="tiposGeral_v1.br/cte" targetNamespace="http://www. Qualquer divergência da estrutura XML da mensagem em relação ao seu Schema XML. versão 1. o aplicativo do contribuinte deve esta preparado para gerar as mensagens no leiaute em vigor.inf.portalfiscal.0" encoding="UTF-8"?> <xs:schema xmlns:ds="http://www.portalfiscal.xsd"/> <xs:element name="CTe"> <xs:annotation> <xs:documentation>Conhecimento de Transporte Eletrônico</xs:documentation> </xs:annotation> Pág. a modificação de versão do Schema básico será repercutida no Schema principal.: tiposGeral_v1.portalfiscal.15). 23 / 136 .

xsd tiposGeral_v1.xsd PL_CTe_ 1.xsd”. Os schemas XML das mensagens XML são identificados pelo seu nome.fazenda. 24 / 136 . onde v9.00. e serão liberados após autorização da equipe de Gestão do Projeto formada pelos Líderes dos Projetos nos Estados e representante das Empresas.xsd inutCTe_v1. que terá o nome de “cteEnvLote_v9. para o schema XML de “Envio de Lotes de Conhecimento de Transporte Eletrônico”.00.01.00.01.xsd”.5.30.00.xsd 3.xsd cancCTe_v1.00.1 Versão dos Schemas Liberação das versões dos Schemas para o Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-e Os schemas válidos para o Conhecimento de Transporte Eletrônico serão disponibilizados no sitio nacional do Projeto (www. os novos Schemas XML serão avaliados e testados para a identificação de eventuais falhas de implementação das alterações realizadas no Manual de Integração do Contribuinte.2 Pacote de Liberação Preliminar Após a divulgação de uma nova versão do Manual de Integração do Contribuinte.99.00. Durante este período.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 3. Pág.xsd cancCTe_v1. As modificações de ordem técnica serão divulgadas pela Coordenação Técnica do ENCAT e poderão ocorrer sempre que se fizerem necessárias.99. corresponderá um arquivo com a extensão “.xsd tiposGeral _v1.ZIP 01/06/2008 cteEnvLote _v1. Exemplificando: PACOTE DATA LIBERAÇÃO SCHEMAS PL_ CTe_ 1. seguida do número da versão do Manual de Integração correspondente. deve-se comparar o número da versão do schema deste pacote com o do pacote anterior.zip representa o “Pacote de Liberação” de schemas do Conhecimento de Transporte eletrônico compatíveis com o Manual de Integração do Contribuinte – versão 1. Este arquivo será denominado “Pacote de Liberação” e terá a mesma numeração da versão do Manual de Integração que lhe é compatível. Assim.cte.ZIP 01/04/2008 cteEnvLote_v1.00.00.xsd inutCTe_v1. seguido da versão do respectivo schema.00. Exemplificando: O pacote PL_CTe_1. corresponde a versão do respectivo schema. A cada nova liberação de schema será disponibilizado um arquivo compactado contendo o conjunto de schemas a serem utilizados pelas empresas para a geração dos arquivos XML. As modificações decorrentes de alteração da legislação deverão ser implementadas nos prazos previstos na norma que introduziu a alteração. Para identificar quais os schemas que sofreram alteração em um determinado pacote liberado.5 3.Contribuinte As modificações de leiaute das mensagens dos Web Services podem ser causadas por necessidades técnicas ou em razão da modificação de alguma legislação.gov.br).5. Os pacotes de liberação serão identificados pelas letras “PL_CTe”. será divulgado um pacote de liberação preliminar com vigência limitada até o início da fase de disponibilização do ambiente de homologação.

• quais são as versões anteriores ainda suportadas por todas as SEFAZ.5.cte.Contribuinte O PL preliminar será identificado com o acréscimo da literal ‘pre’ na identificação do pacote. que não modifica a estrutura do Schema XML e nem exige a alteração dos aplicativos da SEFAZ ou dos contribuintes.5. Ou seja.zip. 25 / 136 .5.5 Divulgação de novos Pacotes de Liberação A divulgação de novos pacotes de liberação ou atualizações de pacote de liberação será realizada através da publicação de Notas Técnicas no Portal Nacional do CT-e (www. como por exemplo: PL_CTe_100hom.6 Controle de Versão O controle de versão de cada um dos schemas válidos do Conhecimento de Transporte Eletrônico compreende uma definição nacional sobre: • qual a versão vigente (versão mais atualizada). enquanto outras empresas poderão ainda estar operando com mensagens em um leiaute anterior. Não estão previstas mudanças freqüentes de leiaute de mensagens e as empresas deverão ter um prazo razoável para implementar as mudanças necessárias. indicando que se trata da primeira versão corrigida do CTe_PL_1.00. conforme acordo operacional a ser estabelecido. sem modificar o número da versão do PL para manter a compatibilidade com o Manual de Integração do Contribuinte vigente. 3. 3.3 Pacote de Liberação de Homologação e Pacote de liberação definitivo Para o ambiente de homologação será divulgado um pacote de liberação de homologação que será identificado com o acréscimo da literal ‘hom’ na identificação do pacote. como por exemplo: PL_CTe_1. A principal característica do pacote de liberação de homologação é seu uso estar restrito ao ambiente de homologação por aceitar somente mensagens XML com tpAmb=2-homologação. algumas empresas poderão estar com uma versão de leiaute mais atualizada.4 Correção de Pacote de Liberação Em alguma situação pode surgir a necessidade de correção de um Schema XML por um erro de implementação de regra de validação. O pacote de liberação definitivo será divulgado na véspera da data de início da vigência do ambiente de produção. Pág.br) com as informações necessárias para a implementação dos novos pacotes de liberação.ZIP.5.00pre.ZIP 3. 3. Nesta situação. A identificação dos pacotes mais recentes se dará com o acréscimo de letras minúscula do alfabeto. Este controle de versão permite a adaptação dos sistemas de informática das empresas participantes do Projeto em diferentes datas.00a. obrigatoriedade de campo. Mensagens recebidas com uma versão de leiaute não suportada serão rejeitadas com uma mensagem de erro específica na versão do leiaute de resposta mais recente em uso. nome de tag divergente do definido no leiaute da mensagem.gov. como por exemplo: CTe_PL_1.zip. divulgaremos um novo pacote de liberação com o Schema XML corrigido.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .fazenda.

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Contribuinte 3.1 do Manual de Integração com o Contribuinte. conforme consta no item 3.6 SEFAZ VIRTUAL A Secretaria de Fazenda Estadual pode optar por não desenvolver sistema próprio de autorização do Conhecimento de Transporte Eletrônico para os contribuintes de sua circunscrição. os serviços de autorização de emissão do CT-e serão supridos por uma SEFAZ VIRTUAL. Neste sentido. A responsabilidade sobre o credenciamento e sobre a autorização para o contribuinte usar os serviços de uma determinada SEFAZ VIRTUAL é da SEFAZ de circunscrição do contribuinte. A única mudança visível é no endereço dos Web Services onde ficam disponibilizados os serviços. Para os sistemas das Empresas. mediante Protocolo de Cooperação assinado entre as SEFAZ e/ou entre a SEFAZ e a RFB. Os serviços da SEFAZ VIRTUAL compreendem os Web Services descritos no Modelo Conceitual da Arquitetura de Comunicação. deve ser totalmente transparente se os serviços estão sendo disponibilizados pela SEFAZ VIRTUAL ou por um sistema de autorização da própria SEFAZ de circunscrição do contribuinte. Pág. 26 / 136 .

também será informado o tempo médio de resposta do serviço nos últimos 5 minutos.gov. existindo um método para cada tipo de serviço. Pág. Acessando a URL pode ser obtido o WSDL (Web Services Description Language) de cada Web Service. emitir o DANFE em formulário de segurança. A qualquer momento as empresas poderão verificar a performance do serviço de processamento dos lotes. 27 / 136 . e) O processo de utilização dos Web Services sempre é iniciado pelo contribuinte enviando uma mensagem nos padrões XML e SOAP. f) A ocorrência de qualquer erro na validação dos dados recebidos interrompe o processo com a disponibilização de uma mensagem contendo o código e a descrição do erro. caso julgue que o tempo de resposta não seja aceitável. b) Para os serviços assíncronos.br). A empresa poderá optar por entrar em contingência. o método de envio retorna uma mensagem de confirmação de recebimento da solicitação de serviço com o recibo e a data e hora local de recebimento da solicitação ou retorna uma mensagem de erro. A Secretaria de Fazenda Estadual autorizadora se compromete a processar os lotes de conhecimentos de transportes recebidos em até 3 minutos em no mínimo 95% do total do volume recebido no período de 24 horas.nfe.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . através do protocolo SSL com autenticação mútua. a informação da situação atual de cada conhecimento de transporte será disponibilizada para consulta individual (consSitCTe). No recibo de recepção do lote. verificando o tempo médio de resposta do serviço nos últimos 5 minutos. O mecanismo de utilização dos Web Services segue as seguintes premissas: a) Será disponibilizado um Web Service por serviço. Web Services Os Web Services disponibilizam os serviços que serão utilizados pelos aplicativos dos contribuintes.Contribuinte 4. Cada Portal de Secretaria de Fazenda Estadual disponibilizará o resultado do processamento do lote por um período mínimo de 24 horas (cteConsLote). ou seja. c) Para os serviços síncronos. o envio da solicitação e a obtenção do retorno serão realizados na mesma conexão através de um único método. d) As URLs dos Web Services encontram-se no Anexo IV deste manual e no Portal do Ambiente Nacional (www.fazenda. Após o término do processamento. Este indicador de performance será constantemente avaliado e aperfeiçoado pelo Comitê Gestor e os contribuintes emissores de CT-e.

1. Processamento Aplicação CT-e Função: serviço destinado à recepção de mensagens de lote de CT-e.Contribuinte 4. 28 / 136 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Processo: assíncrono.1 Web Service – CteRecepcao Transmissão de Lote de CT-e Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CteRecepcao Envio do lote de CT-e Client CT-e Recibo cteRecepcaoLote msgs Filas de Entrada . Método: cteRecepcaoLote 4.1. Proc.1 Serviço de Recepção de CT-e O Serviço de Recepção de CT-e é o serviço oferecido pelos Portais das Secretarias da Fazenda dos Estados para recepção dos CT-e emitidos pelos contribuintes credenciados em sua unidade federada. A forma de processamento do serviço de recepção de CT-e é assíncrona.2 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML com o lote de conhecimento de transporte Pág. O contribuinte deve transmitir o lote de CT-e através do Web Service de recepção de lote de CT-e e buscar o resultado do processamento do Lote de CT-e no Web Service de consulta resultado de processamento de lote 4.

Versão do Aplicativo que recebeu o Lote. 29 / 136 . Tam.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Dec.5) Data e Hora do Recebimento Formato = AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Preenchido com data e hora do recebimento do lote. Pág.1.7). Número seqüencial auto-incremental.Contribuinte Schema XML: enviCte_v99. Descrição/Observação AP01 enviCTe AP02 Versão AP03 idLote AP04 CTe G AP01 xml 1-50 - 4.Homologação Código da UF que atendeu a solicitação. data.3 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML com a mensagem do resultado da transmissão. o tempo será informado como 1 segundo.xsd # Campo Ele Raiz A E Pai AP01 AP01 Tipo Ocor. N N N C N C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-4 1 2 1-20 3 1-255 15 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 . Código do status da resposta (vide item 5.1. Schema XML: retEnviCte_v99.Leiaute do CT-e. A responsabilidade de gerar e controlar esse número é exclusiva do contribuinte. N N 1-1 1-1 1-4 1-15 2 TAG raiz Versão do leiaute Identificador de controle do envio do lote. de controle correspondente ao identificador único do lote enviado. Arredondar as frações de segundos para cima.99. hora local de recebimento e tempo médio de resposta do serviço nos últimos 5 minutos. O número do recibo gerado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual será a chave de acesso do serviço de consulta ao resultado do processamento do lote.99. composto por duas posições com o Código da UF (codificação do IBGE) onde foi entregue o Lote. Dec. 1-4 Tempo médio de resposta do serviço (em segundos) dos últimos 5 minutos (vide item 5. seguindo definição do Anexo I .1) Descrição literal do status da resposta Dados do Recibo do Lote (Só é gerado se o Lote for aceito) Número do Recibo gerado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. AR01 retEnviCte AR02 versao AR03 tpAmb AR03a cUF AR04 verAplic AR05 cStat AR06 xMotivo AR07 infRec AR08 nRec AR09 dhRecbto E AR07 D 1-1 - AR10 tMed E AR07 N 1-1 N As mensagens recebidas com erro geram uma mensagem de erro. Nota: Caso o tempo médio de resposta fique abaixo de 1 (um) segundo. uma posição para o Tipo de Autorizador e doze posições numéricas seqüenciais (vide item 5. Nas demais hipóteses será retornado um recibo com número.xsd # Campo Ele Raiz A E E E E E G E Pai AR01 AR01 AR01 AR01 AR01 AR01 AR01 AR07 Tipo Ocor. Conjunto de CT-e transmitidos (máximo de 50 CT-e). Tam. O tamanho máximo do lote de 500k pode limitar a quantidade máxima de CT-e também).

Obrig.3. O tamanho máximo do lote de CT-e é limitado em 500k. Rej. por uma restrição operacional e de controle. Rej. Msg 214 243 108 109 Efeito Rej. Facult. mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-Brasil” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ.4 Descrição do Processo de Recepção de Lotes de CT-e Este método será responsável por receber as mensagens de envio de lotes de CT-e e colocá-las na fila de entrada. Obrig. de Processamento está Paralisado Obrig.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ . assim o contribuinte deve compor um lote de envio de CT-e que não ultrapasse este limite.1.1. Rej. 286 Rej. Deverão ser realizadas as validações e procedimentos que seguem.6 Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic. B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 Kbytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Servidor Momentaneamente B04 Verifica se o Servidor de Processamento está Paralisado sem Previsão Pág. As validações de A01. Obrig. A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL. O agrupamento destes CT-e dentro do lote deve ser feito. A04 e A05 são realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .LCR indisponível .Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor . Rej. Rej. respeitando a regra em que todos os CT-e do lote devam ser do mesmo estabelecimento (mesmo CNPJ e IE do emitente). Obrig. 284 285 282 Rej. 4. A02. 281 283 Rej. Obrig. Msg 280 Efeito Rej. Obrig. 4. A03.LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da "ICP-Brasil" A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2. mesmo que a quantidade de CT-e do lote esteja dentro do limite de 50 conhecimentos.1.Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) . A01 Certificado de Transmissor Inválido: . Obrig.Certificado de AC revogado .76.Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) . Rej.Certificado de Transmissor inexistente na mensagem .1. Existe um limite de até 50 CT-e por lote.5 Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig.3) Obrig. 30 / 136 .Versão difere "3" .Contribuinte 4.16.KeyUsage não define "Autenticação Cliente" A02 Validade do Certificado (data início e data fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: .

A aplicação deverá validar os campos cUF e versaoDados.: controle no firewall).1). Caso isto ocorra. com as seguintes informações: • • • identificação do ambiente. teremos a devolução da mensagem de erro 214.4. Rej. Pág. poderá ser verificado se o XML de dados esteja bem formado.7 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service # Regra de Validação Aplic. 4.1. Facult. Obrig. Obrig.8 Geração da Resposta com o Recibo Não existindo qualquer problema nas validações. No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo. Após a gravação da mensagem na fila de entrada. A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor de CT-e são informados no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3. rejeitando o lote recebido em caso de informações inexistentes ou inválidas. o código 103 e o literal “Lote recebido com Sucesso”. Rej. A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB. No momento do recebimento da mensagem no Web Service. Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej. deverão implementar as validações 108 e 109. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente C06 Versão dos Dados não suportada Facult. Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados.1. Obrig. Cabe ressaltar que um lote deve conter somente CT-e da mesma versão.Contribuinte A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB). 4. a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no campo cUF é atendida pelo WebService C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig. As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado. Rej. Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado. 31 / 136 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Rej.5) e gravar a mensagem juntamente com o CNPJ do transmissor. O campo versaoDados contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados que deve ser utilizado pelo Servidor de Processamento do CT-e na validação do Schema XML do lote. será retornada uma mensagem de confirmação de recebimento para o transmissor. a critério de cada unidade federada. versão da mensagem e o código da UF de origem. versão do aplicativo. o aplicativo deverá gerar um número de recibo de lote (vide item 5. Rej.

Pág. 4. o código e a respectiva mensagem de erro (vide a tabela do item 5.Certificado de Assinatura inexistente na mensagem (*validado também pelo Schema) . o código da UF que atendeu a solicitação. b) Validação do Certificado Digital de Assinatura Nesta fase são extraídos todos os CT-e das mensagens de envio de lote e validadas as seguintes regras de negócio para cada CT-e: Validação do Certificado Digital utilizado na Assinatura Digital do CT-e # Regra de Validação Aplic. tempo médio de resposta do serviço de processamento dos lotes nos últimos 5 minutos (vide detalhamento da forma de cálculo no item 5. Obrig. Rej. (considerar o CNPJ e IE do emitente de cada CT-e) Como a validação do Schema XML é realizada em toda mensagem de entrada.Contribuinte • • • o código da UF que atendeu a solicitação.1.7). Obrig. Msg 225 404 402 457 Efeito Rej. 291 Rej.Basic Constraints = true (não pode ser Certificado de AC) .1. a existência de um erro em um CT-e implica na rejeição de todo o lote. Msg 290 Efeito Rej. o aplicativo deverá retornar uma mensagem com as seguintes informações: • • • • a identificação do ambiente.10 Validação da área de Dados a) Validação de forma da área de dados A validação de forma da área de dados da mensagem é realizada com a seguinte regra: Validação da área de dados da mensagem # Regra de Validação Aplic.1).KeyUsage não define "Assinatura Digital" e “Não Recusa” E02 Validade do Certificado (data início e data fim) Obrig. Caso ocorra algum problema de validação. Obrig. D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 Verifica se o XML utiliza codificação diferente de UTF-8 D04 Verifica se o lote contém CT-e de mais de um estabelecimento emissor Obrig. com data.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . o número do recibo (vide item 5. Obrig.9 Descrição do Processamento do Lote de CT-e O processamento de Lote de CT-e recepcionado é realizado pelo Servidor de Processamento de CT-e que consome as mensagens armazenadas na fila de entrada pelo método CteRecepcao que faz a validação de forma e das regras de negócio e armazena o resultado do processamento na fila de saída. Rej.Versão difere "3" . 32 / 136 . E01 Certificado de Assinatura inválido: . a versão do aplicativo. Rej. hora local de recebimento da mensagem. 4.5).1.

Rej. Rej.16.Faltam os "Transform Algorithm" previstos na assinatura ("C14N" e "Enveloped") Estas validações são implementadas pelo Schema XML da Signature F02 Valor da assinatura (SignatureValue) difere do valor calculado F03 CNPJ-Base do Emitente difere do CNPJ-Base do Certificado Digital F04 CNPJ do Certificado Digital difere do CNPJ da Matriz e do CNPJ do Emitente Obrig. Obrig. Obrig.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .3. Rej.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado E05 LCR do Certificado de Assinatura: .1. Obrig. Complementar G009 Tomador do serviço informado como remetente. 33 / 136 .Certificado de AC revogado . Facult. c) Validação da Assinatura Digital Validação da Assinatura Digital do CT-e # Regra de Validação Aplic. 253 458 459 460 461 462 463 Rej. mas inexiste expedidor G011 Tomador do serviço informado como recebedor. Obrig. Rej. Rej.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ . Rej. Obrig.Erro no acesso a LCR ou LCR inexistente E06 Certificado de Assinatura revogado E07 Certificado Raiz difere da “ICP-Brasil” Obrig.Falta o endereço da LCR (CRLDistributionPoint) . Rej. Rej. mas inexiste remetente G010 Tomador do serviço informado como expedidor. Msg 298 Efeito Rej. Obrig.76. Obrig.Contribuinte E03 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2. Obrig. mas inexiste recebedor G012 Tomador do serviço informado como destinatário. Obrig. G001 Tipo do ambiente do CT-e difere do ambiente do Web Service G002 Código da UF do Emitente difere da UF do Web Service G003 Sigla da UF do Emitente difere da UF do Web Service G004 Processo de emissão informado inválido (diferente de 0 ou 3) G005 Campo ID inválido .3) E04 Verifica Cadeia de Certificação: . Obrig. Rej. 292 293 Rej. Obrig. Obrig. 294 295 Rej. 297 213 244 Rej. mas inexiste destinatário Pág. Msg 252 226 247 494 227 Efeito Rej. Obrig. F01 Assinatura difere do padrão do CT-e: . d) Validação de regras de negócio do CT-e Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação Aplic. Rej. Rej. Obrig. 296 Rej.Falta literal "CTe" .Chave de Acesso do campo ID difere da concatenação dos campos correspondentes G006 Dígito Verificador inválido da Chave de acesso resultante da concatenação dos campos correspondentes G007 Se finalidade do CT-e= 0 (Normal): deve existir o grupo de CT-e Normal G008 Se finalidade do CT-e= 1 (Complemento): deve existir o grupo de CT-e Obrig. Obrig.Não assinado o atributo "ID" (falta "Reference URI" na assinatura) (*validado também pelo Schema) . Obrig. Obrig. Rej. Rej. Rej.

Obrig. Rej. Obrig Obrig. Obrig. Obrig. mas inexiste o grupo do modal G016 CT-e normal e modal = ferroviário. 500 501 Rej. Obrig. Rej Rej. Obrig. Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o CT-e objeto da anulação não pode ter sido anulado anteriormente Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o CT-e objeto da anulação não pode ter sido substituído anteriormente Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): o tipo de emissão deve ser normal Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): deve existir o grupo de informações do CT-e de substituição Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): o CT-e substituído deve existir G026 Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o CT-e objeto da anulação deve G027 G028 G030 G031 Obrig. Rej. Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): somente o emitente pode anular o CT-e. Rej. mas inexiste o grupo do modal G017 CT-e normal e modal = dutoviário. Rej. Obrig. Rej. Rej. G013 CT-e normal e modal = rodoviário. Rej. 34 / 136 . Obrig.Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação Aplic. Obrig. Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o CT-e objeto de anulação deve ter finalidade = 0 (Normal) Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): a data de emissão do CT-e de anulação deve ocorrer em até 60 dias. Obrig. Rej. Rej. Rej. Obrig. Rej. mas inexiste o grupo do modal G014 CT-e normal e modal = aéreo. Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o valor da prestação do serviço e o do ICMS devem ser iguais ao do CT-e original. mas inexiste o grupo do modal G018 Remetente não informado para tipo de serviço diferente de redespacho G019 G020 G021 G022 G023 G024 G025 intermediário Destinatário não informado para tipo de serviço diferente de redespacho intermediário Expedidor deve ser informado para tipo de serviço de redespacho intermediário Recebedor deve ser informado para tipo de serviço de redespacho intermediário O tomador do serviço no tipo de serviço normal não pode ser o expedidor O tomador do serviço no tipo de serviço normal não pode ser o recebedor Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): deve existir o grupo de CT-e de Anulação Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o tipo de emissão dever ser normal existir Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o CT-e objeto da anulação deve estar com a situação autorizado o uso. G032 G033 G034 G035 G036 G037 Obrig. Rej. Obrig. Obrig. Rej. Obrig. Rej Rej Rej Rej Rej. Rej. ou outro limite conforme critério definido pela SEFAZ (a SEFAZ Virtual deve considerar a hora local do emissor para a validação) da data de emissão do CT-e objeto de anulação. Obrig. Obrig. Rej. Obrig Obrig Obrig Obrig Obrig. Obrig. G038 Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): o CT-e substituído deve estar com situação autorizada (não pode estar cancelado ou denegado) G039 Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): o CT-e substituído não pode ter sido substituído anteriormente G040 Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): o CT-e substituído deve ter finalidade = 0 (Normal) G041 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do emitente do CT-e Pág. Rej. Rej. Obrig. Obrig. mas inexiste o grupo do modal G015 CT-e normal e modal = aquaviário. O CT-e original e o de anulação devem possuir o mesmo CNPJ de emitente.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Obrig. 502 566 567 503 505 568 569 570 571 510 Rej. Rej. Msg 464 465 466 467 468 469 470 474 475 476 477 496 499 497 498 565 Efeito Rej.

IE Emitente não vinculada ao CNPJ G065 . Facult. Obrig. Rej. G056 G057 G058 substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do destinatário do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do expedidor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do recebedor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do tomador do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do emitente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do remetente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do destinatário do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do recebedor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do expedidor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do tomador do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): UF de início da prestação do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): UF de fim da prestação do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): a data de emissão do CT-e de substituição deve ocorrer em até 60 dias. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário. Rej. Obrig. Rej. ou outro limite conforme critério definido pela SEFAZ (a SEFAZ Virtual deve considerar a hora local do emissor para a validação) da data de emissão do CT-e objeto substituição Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): se foi informado o CT-e de anulação no grupo do “Tomador não é contribuinte do ICMS”. a IE deve ser padronizada para 00130000019.IE Emitente não cadastrada G064 . Rej. Obrig. Pág. Obrig.: IE informada 130000019. o CT-e de anulação deve existir Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): se foi informado o CT-e de anulação no grupo do “Tomador não é contribuinte do ICMS”. Obrig.CNPJ emitente não cadastrado G062 . Obrig. Rej. Obrig.: Antes da validação. 207 229 209 Rej. Rej. Obrig. Rej. a IE deverá ser normalizada.Emitente em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na Facult. na aplicação da SEFAZ. Obrig. com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. Obrig.Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído G042 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do remetente do CT-e G043 G044 G045 G046 G047 G048 G049 G050 G051 G052 G053 G054 G055 Aplic. Rej. Obrig. Den. Rej. 245 203 230 231 301 Rej. Rej. Rej.Emitente não credenciado G063 . Obrig. Obrig. formato da IE: NNNNNNNNNND. Obrig. Rej. Rej. Msg 511 512 550 551 552 553 554 555 556 557 558 559 560 563 Efeito Rej. Rej. G061 Acessar Cadastro Contribuinte p/ Emitente: . Rej. Obrig.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 35 / 136 . zeros ou nulo) Obrig 572 Rej Obrig 573 Rej Obrig. Ex. Rej. este CT-e informado deve ter finalidade=2(Anulação) CNPJ Emitente inválido (dígito controle. Rej. Rej. Obrig. G059 IE Emitente não informada (zeros ou nulo) G060 IE Emitente inválida (erro no dígito de controle) Obs. Obrig. Obrig. Obrig.

. Facult. formato da IE: NNNNNNNNNND. Obrig. G071 Remetente informado: Município diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF é compatível com a sigla da UF informada) G072 IE Remetente informado: IE inválida (erro no dígito de controle) Obs. Se CNPJ Remetente informado: CNPJ não cadastrado G074 G075 G076 . 419 Rej. zeros) Obrig. Rej. 424 Rej. na aplicação da SEFAZ. G082 Se o Destinatário informado for contribuinte do ICMS na UF autorizadora: Facult. vide item 2.Acessar Cadastro Contribuinte p/ Destinatário: . 415 416 417 Rej.: IE informada 130000019. G070 Remetente informado: Código Município inválido (dígito de controle). vide Facult.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. na aplicação da SEFAZ. a IE deve ser padronizada para 00130000019. 418 Rej Obrig. 426 427 Rej. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário.: IE informada 130000019. Facult. 210 Rej. 420 Rej. Rej. Obrig. Ex. 228 Rej. zeros) G079 Destinatário informado: Código Município inválido (dígito de controle). evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G077 CNPJ Destinatário informado: CNPJ inválido (dígito de controle. . Obrig. zeros) G069 CPF Remetente informado: CPF inválido (dígito de controle. a IE deverá ser normalizada.Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação inserção do CT-e.. item 2. formato da IE: NNNNNNNNNND. Msg ou 205 212 Efeito Rej.1 do Anexo III. G073 Se o Remetente informado for contribuinte do ICMS na UF autorizadora: . Obrig. Obrig. G080 Destinatário informado: Município diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) G081 IE Destinatário informado: IE inválida (erro no dígito de controle ou conteúdo diferente de “ISENTO”) Obs. 421 422 302 ou 205 208 237 423 Rej. 425 Rej. Se CNPJ Destinatário informado: CNPJ não cadastrado G083 G084 .1 do Anexo III. Rej. Facult. a IE deverá ser normalizada. Facult. Obrig. Aplic.: Antes da validação. Obrig.: Antes da validação. Rej. a IE deve ser padronizada para 00130000019.Acessar Cadastro Contribuinte p/ Remetente: . zeros) G078 CPF Destinatário informado: CPF inválido (dígito de controle. Obrig. IE Destinatário informada: IE não cadastrada . Ex. evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G066 Data de Emissão posterior a data de recebimento (a SEFAZ Virutal deve considerar a hora local do emissor para a validação) G067 Data de Emissão ocorrida há mais de 60 dias. IE e CNPJ Destinatário informados: IE não vinculada ao CNPJ Facult. Rej. Den. IE Remetente informada: IE não cadastrada . Rej. ou outro limite conforme critério definido pela SEFAZ (a SEFAZ Virutal deve considerar a hora local do emissor para a validação) G068 CNPJ Remetente informado: CNPJ inválido (dígito de controle. CNPJ ou IE Remetente informado: Remetente em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário. IE e CNPJ Remetente informados: IE não vinculada ao CNPJ Facult. Pág. Rej. com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. 36 / 136 . Facult.

Rej. evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G104 CNPJ Tomador informado: CNPJ inválido (dígito de controle. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário. zeros) Obrig. Pág. . Facult. com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. 434 435 304 ou 205 436 437 438 Rej. 432 Rej. Obrig. Facult. Rej. evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G086 CNPJ Expedidor informado: CNPJ inválido (dígito de controle. . zeros) Obrig. G089 Expedidor informado: Município diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) G090 IE Expedidor informado: IE inválida (erro no dígito de controle) Obs.: Antes da validação.: Antes da validação. Facult.Acessar Cadastro Contribuinte p/ Recebedor: . Facult. 440 Rej. a IE deverá ser normalizada. G100 Se Recebedor informado for contribuinte do ICMS na UF autorizadora: . Rej. Rej. 439 Rej. G091 Se o Expedidor for contribuinte do ICMS na UF autorizadora: . Ex. na aplicação da SEFAZ. CNPJ ou IE Expedidor informado: Expedidor em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e.Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # G085 Regras de Validação Aplic. vide item 2. perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e. Obrig. Den. a IE deve ser padronizada para 00130000019. Obrig. Ex. Rej. zeros) G097 Recebedor informado: Código Município inválido (dígito de controle). Facult. G087 CPF Expedidor informado: CPF inválido (dígito de controle. Se CNPJ Recebedor informado: CNPJ não cadastrado G101 G102 G103 . 37 / 136 .: IE informada 130000019. Obrig. IE e CNPJ Expedidor informados: IE não vinculada ao CNPJ Facult. IE Expedidor informada: IE não cadastrada . formato da IE: NNNNNNNNNND. 442 443 305 ou 205 444 445 Rej. 441 Rej. IE e CNPJ Recebedor informados: IE não vinculada ao CNPJ Facult. G098 Recebedor informado: Município diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) G099 IE Recebedor informado: IE inválida (erro no dígito de controle) Obs.Acessar Cadastro Contribuinte p/ Expedidor: . evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G095 CNPJ Recebedor informado: CNPJ inválido (dígito de controle. Rej. Rej. zeros) G096 CPF Recebedor informado: CPF inválido (dígito de controle.1 do Anexo III.: IE informada 130000019. Rej. Rej. Obrig. na aplicação da SEFAZ. a IE deverá ser normalizada. a IE deve ser padronizada para 00130000019. vide item 2. CNPJ ou IE Destinatário informado: Destinatário em situação irregular Facult. zeros) G105 CPF Tomador informado: CPF inválido (dígito de controle.1 do Anexo III. Facult. . Den. Facult. Msg 303 ou 205 428 429 430 431 Efeito Den. CNPJ ou IE Recebedor informado: Recebedor em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e. Obrig. formato da IE: NNNNNNNNNND. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário. 433 Rej. Obrig. Facult. Rej. Rej. Se CNPJ Expedidor informado: CNPJ não cadastrado G092 G093 G094 . zeros) G088 Expedidor informado: Código Município inválido (dígito de controle). com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. Obrig.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . IE Recebedor informada: IE não cadastrada .

Rej. vide Facult. Modelo. G113 Inscr. Rej.Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação Aplic. Acesso BD CTE (Chave: Ano. Mês. CNPJ Emit. formato da IE: NNNNNNNNNND. Facult. Facult. 204 218 205 206 254 269 Rej. a IE deverá ser normalizada. SUFRAMA do Destinatário informada: verificar dígito controle G114 Inscr.Verificar se CT-e já está Denegado G118 Acesso BD CTE-Inutilização . Rej. G109 Se o Tomador do serviço for contribuinte do ICMS na UF autorizadora: . Obrig. Facult. Rej. Nro) G122 Se finalidade do CT-e = 1 (CT-e complementar): verificar se o(s) CT-e referenciado(s) é (são) normal(is). 38 / 136 . evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) Facult. Msg 446 Efeito Rej. CNPJ Emit. CNPJ Emit. Ex. Obrig.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Se CNPJ Tomador informado: CNPJ não cadastrado G110 G111 G112 .CT-e já cadastrado e não Cancelado/Denegado G116 . IE e CNPJ Tomador informados: IE não vinculada ao CNPJ . com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. Série. pelo menos um CT-e ou CTRC referenciado G120 Se finalidade do CT-e = 1 (CT-e complementar): verificar se o(s) Conhecimento(s) referenciados (eletrônico ou normal) são emitidos pelo mesmo CNPJ. Série. Modelo. Obrig. 491 Rej. SUFRAMA informada: verificar UF destinatário = AC-Acre. 448 Rej.Verificar Número do CT-e Inutilizado Obrig. Modelo. Nro) G123 Código Município de emissão do CT-e inválido (dígito de controle). G106 Tomador informado: Código Município inválido (dígito de controle). na aplicação da SEFAZ. Rej. Facult. vide item 2. Obrig. Acesso BD CTE (Chave: Ano.1 do Anexo III. G124 Município de emissão do CT-e diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) Obrig. Facult. a IE deve ser padronizada para 00130000019. vide item 2. G125 Código Município de início da prestação inválido (dígito de controle). Série. Mês. Obrig. Rej. CNPJ ou IE Tomador informado: Tomador em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e. 267 Rej. Obrig.1 do Anexo III. G119 Se finalidade do CT-e = 1 (CT-e complementar): verificar se foi informado Obrig. Den.Verificar se CT-e já está Cancelado G117 . com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário. Nro): . 447 Rej. ou RR-Roraima. 489 490 306 ou 205 235 251 Rej.Acessar Cadastro Contribuinte p/ Tomador: .1 do Anexo III. Obrig. Rej. IE Tomador informada: IE não cadastrada . Facult. item 2. Pág. 493 Rej. Rej. ou AP-Amapá (só para municípios 1600303-Macapá e 1600600-Santana) G115 Acesso BD CTE (Chave: Ano. ou AMAmazonas.: Antes da validação. 449 Rej. Facult. G107 Tomador informado: Município diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) G108 IE Tomador informado: IE inválida (erro no dígito de controle) Obs. 492 Rej. G121 Se finalidade do CT-e = 1 (CT-e complementar): verificar se existe(m ) o(s) CT-e referenciado(s). 455 Rej. Obrig. ou RO-Rondônia.: IE informada 130000019.

4. Msg 456 Efeito Rej. rejeitar o Lote de CT-e com erro “408-REJEIÇÃO: Lote com CT-e de diferentes UF”.11 Final do Processamento do Lote A validação do CT-e poderá resultar em: • • • Rejeição – o CT-e será descartado. do expedidor. G126 Município de início da prestação diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) G127 Código Município de término da prestação inválido (dígito de controle).1 do Anexo III. do destinatário. Em caso negativo.6). do recebedor ou do tomador são facultativas e devem aguardar um prazo para a sua implementação.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Recebedor ou Tomador (a critério da UF) Conseqüência de forma do CT-e da situação fiscal do Emitente Situação do CT-e Para o contribuinte Banco de Dados Inválida Válida Irrelevante Irregular Irrelevante Irrelevante Irregular (de qualquer personagem) Regular Rejeição Denegação de uso Denegação de uso Autorização de uso Válida Válida Regular Regular Corrigir CT-e A prestação não poderá ser realizada A prestação não poderá ser realizada A prestação é autorizada Não gravar Gravar Gravar Gravar Para cada CT-e autorizado ou denegado será atribuído um número de protocolo da Secretaria de Fazenda (vide regra de formação no item 5. 413 Rej. O resultado do processamento do lote será disponibilizado na fila de saída e conterá o resultado da validação de cada CT-e contido no lote. Nota: No caso de envio de lote para a SEFAZ VIRTUAL. Para a SEFAZ VIRTUAL.Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação Aplic. Autorização de uso – o CT-e será armazenado no Banco de Dados. Destinatário. do expedidor. Cabe ressaltar que a validação da situação fiscal do remetente. Denegação de uso – o CT-e será armazenado no Banco de Dados com esse status nos casos de irregularidade fiscal do emitente. vide item 2. Pág. 414 Rej. deverá ser verificado se todos os CT-e são da mesma UF do primeiro CT-e do Lote. 39 / 136 . Ou seja: Validação da situação fiscal do: Remetente. do destinatário. Expedidor. Obrig.1. G128 Município de término da prestação diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) Facult. Obrig. todos os CT-e do Lote deverão ser da mesma UF. do remetente. do recebedor ou do tomador. não sendo armazenado no Banco de Dados podendo ser corrigido e novamente transmitido.

40 / 136 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Contribuinte O resultado do processamento do lote deve ficar disponível na fila de saída por um período mínimo de 24 horas. Pág.

Processo: assíncrono. e treze posições numéricas seqüenciais. 4.2 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML com o resultado do processamento da mensagem de envio de lote de CT-e.2. composto por: duas posições com código da UF onde foi entregue o lote.99. codificação de UF do IBGE.2 Web Service – CteRetRecepcao Consulta Processamento de Lote de CT-e Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service CteRetRecepcao Consulta Lote de CT-e Client CTe Retorno cteRetRecepcao Proc. BR01 retConsReciCTe BR02 versao BR03 tpAmb BR04 verAplic BR05 nRec Pág. Schema XML: consReciCte_v99. Tam. Tam. Método: cteRetRecepcao 4.Contribuinte 4. Descrição/Observação Raiz TAG raiz A BP01 N 1-1 1-4 2 Versão do leiaute E BP01 N 1-1 1 Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação E BP01 N 1-1 15 Número do Recibo Número gerado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual.5). 41 / 136 .xsd # Campo Ele Raiz A E E E Pai BR01 BR01 BR01 BR01 Tipo Ocor.xsd # Campo BP01 consReciCTe BP02 versao BP03 tpAmb BP04 nRec Ele Pai Tipo Ocor.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . N N C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-4 1 1-20 15 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação Versão do Aplicativo que recebeu o Lote.99.2. Schema XML: retConsReciCte_v99. Dec.1 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML contendo o número do recibo que identifica a mensagem de envio de lotes de CT-e. Número do Recibo consultado (vide item 5. Dec. Ret Aplicação CT-e Consulta Processamento Função: serviço destinado a devolver o resultado do processamento do lote de CT-e.

Deverão ser realizadas as validações e procedimentos que seguem: Pág.Contribuinte BR06 cStat BR07 xMotivo BR08 Cuf BR09 protCTe* E E E BR01 BR01 BR01 N C N - 1-1 1-1 1-1 0-50 3 1-255 2 - Código do status da resposta para o Lote (vide item 5. PR09 nProt PR10 digVal E E PR03 PR03 N C 0-1 0-1 15 28 Número do Protocolo da CT-e (vide item 5. Dec. Código da UF que atendeu a solicitação. Em caso de Rejeição. TAG a ser assinada Identificador da TAG a ser assinada. Código do status da resposta para o CT-e (vide item 5. Data e hora de processamento Formato = AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Preenchido com data e hora da gravação do CT-e no Banco de Dados. precedido com o literal “ID” Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação Versão do Aplicativo que recebeu o Lote. 42 / 136 .1. PR01 protCTe PR02 versao PR03 infProt PR04 Id PR05 tpAmb PR06 verAplic PR07 chCTe E E E PR03 PR03 PR03 N C N 1-1 1-1 1-1 1 1-20 44 PR08 dhRecbto E PR03 D 1-1 - PR11 cStat PR12 xMotivo PR13 Signature E E G PR03 PR03 PR01 N C xml 1-1 1-1 0-1 3 1-255 - 4.6).1).3 Descrição do Processo de Web Service Este método oferece a consulta do resultado do processamento de um lote de CT-e. evitando a obtenção desnecessária do status de erro 105 – “Lote em Processamento”. Chave de Acesso do CT-e composto por Código da UF + AAMM da emissão + CNPJ do Emitente + Modelo.2. Assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “ID” A decisão de assinar a mensagem fica a critério da UF interessada. Descrição literal do status da resposta para o CTe. somente precisa ser informado se a UF assinar a resposta. Tam. N C 1-1 1-1 0-1 4 2 Descrição/Observação TAG raiz do Protocolo de recebimento do CT-e Versão do leiaute das informações de Protocolo.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Conjunto de resultado do processamento de cada CT-e (vide leiaute abaixo). Digest Value do CT-e processado Utilizado para conferir a integridade do CT-e original.1) Descrição literal do status da resposta para o Lote. com data e hora do recebimento do Lote de CT-e enviado. Estas informações são retornadas apenas para o código do status do lote = 104 (Lote processado) Os protocolos são retornados para os lotes processados cStat = 104 xml BR01 c) Para cada Protocolo de um CT-e processado teremos o seguinte leiaute: # Campo Ele Raiz A G ID Pai PR01 PR01 PR03 Tipo Ocor. O aplicativo do Contribuinte deve ser construído de forma a aguardar um tempo mínimo de 15 segundos entre o envio do Lote de CT-e para processamento e a consulta do resultado deste processamento. Informações do Protocolo de resposta.1. Em caso de assinatura da resposta pela SEFAZ preencher o campo com o Nro do Protocolo. Série e Número do CT-e + Código Numérico + DV.

KeyUsage não define “Autenticação Cliente” A02 Validade do Certificado (data início e data fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: .Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ . No momento do recebimento da mensagem no Web Service. mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-BR” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ. 4. teremos a devolução da mensagem de erro 214. Obrig.LCR indisponível .3.2. Obrig. No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo. Obrig.Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) .5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic. A01 Certificado de Transmissor Inválido: . Msg 280 Efeito Rej. A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 281 283 Rej.Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) . Rej. Obrig. A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL. 284 285 282 Rej.1. Obrig. Facult. Rej. a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex. As validações de A01.LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da “ICP-Brasil” A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName – OID=2. Caso isto ocorra.3) Obrig. B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 Kbytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Serviço está Paralisado Momentaneamente B04 Verifica se o Serviço está Paralisado sem Previsão A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB). Msg 214 243 108 109 Efeito Rej.4 Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig. poderá ser verificado se o XML de dados esteja bem formado. Rej. Rej. A02.16. Pág.Certificado de Transmissor inexistente na mensagem .Certificado de AC revogado . Obrig.Contribuinte 4. 43 / 136 . a critério de cada unidade federada. Obrig. Obrig. Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor .2.: controle no firewall). Rej. A04 e A05 são realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas. A03. 286 Rej.76.Versão difere “3” . Rej.

O cabeçalho contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados que será utilizado pelo Web Service. 44 / 136 .6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service # Regra de Validação Aplic.2.1). Obrig. 4. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo Cuf inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no Cuf é atendida pelo WebService C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Rej. Rej.7 Validação da Área de Dados d) Validação da Forma da Área de Dados Validação da Mensagem do Pedido de Consulta de Lote # Regra de Validação Aplic. 3=SEFAZ VIRTUAL-RS. Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado. Rej. Obrig. Msg 252 248 473 Efeito Rej. Obrig. A aplicação deverá validar os campos Cuf e versaoDados. 4. Rej. Obrig. deverão implementar as validações 108 e 109. Obrig. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente C06 Versão dos Dados não suportada Facult. Obrig. E01 Tipo do ambiente do CT-e difere do ambiente do Web Service E02 UF do Recibo difere da UF do Web Service E02a Tipo Autorizador do Recibo não compatível com o Órgão Autorizador (0 ou 1=SEFAZ normal. Facult. Msg 215 404 402 Efeito Rej. Obrig. Rej.2. Rej. Rej. Obrig.Contribuinte As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado. D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 XML utiliza codificação diferente de UTF-8 b) Validação das Regras de Negócio da Cosulta Recibo A seguir são realizadas as seguintes validações: Validação da Consulta Recibo # Regra de Validação Aplic. rejeitando a mensagem recebida em caso de informações inexistentes ou inválidas. Rej. A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor dos conhecimentos são informados no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3. Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej.4. 2=Contingência SCAN – RFB. Pág. Obrig. Rej.

106 105 223 Rej. 45 / 136 . Rej. mas está na fila de entrada E05 CNPJ do transmissor do lote difere do CNPJ do transmissor da consulta Obrig. o aplicativo do contribuinte deverá providenciar o reenvio da mensagem. nem na fila de entrada E04 .Contribuinte 4=SEFAZ VIRTUAL-RFB) E03 .Verifica se o Lote não está na fila de resposta. o aplicativo do contribuinte deverá fazer uma nova consulta. Lote em processamento – cStat=105.2. Pág. com os resultados individuais de processamento dos no CT-e. Rej.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 4. Obrig. Recibo ou CNPJ do requisitante com problemas – cStat= 248 ou 223. Obrig.Verifica se o Lote não está na fila de saída. Lote não localizado – cStat=106. o aplicativo do contribuinte deverá sanar o problema.8 Final do Processamento A mensagem de retorno poderá ser: • • • • Lote processado – cStat=104.

Tam.3 Web Service – CteCancelamento Cancelamento de CT -e Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CteCancelamento Proc.xsd Pág.2 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML contendo a mensagem do resultado da solicitação de cancelamento: Schema XML: retCancCte _v99. Processo: síncrono. Informar o número do Protocolo de Autorização da CT-e a ser Cancelada.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .3. 46 / 136 .1 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML contendo a mensagem de solicitação de cancelamento.3. Método: cteCancelamentoCT 4.99. Série e Número do CT-e + Código Numérico + DV.xsd # Campo Ele Raiz A G ID Pai CP01 CP01 CP03 Tipo Ocor. Schema XML: cancCte_v99.99. Dec. N C 1-1 1-1 1-1 1-4 46 2 TAG raiz Versão do leiaute Dados do Pedido – TAG a ser assinada Identificador da TAG a ser assinada Informar a chave de acesso precedida do literal “ID” Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação Serviço solicitado ‘CANCELAR’ Chave de Acesso do CT-e composto por Código da UF + AAMM da emissão + CNPJ do Emitente + Modelo. Cancelamento de CT -e Client CT-e Retorno cteCancelamentoCT Ret Aplicação CT -e Cancelamento Função: serviço destinado ao atendimento de solicitações de cancelamento de CT-e.Contribuinte 4. Informar a justificativa do cancelamento Assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “ID” Descrição/Observação CP01 cancCTe CP02 versao CP03 infCanc CP04 Id CP05 tpAmb CP06 xServ CP07 chCTe E E E CP03 CP03 CP03 N C N 1-1 1-1 1-1 1 8 44 CP08 nProt CP09 xJust CP10 Signature E E E CP03 CP03 CP01 N C xml 1-1 1-1 1-1 15 15255 - 4.

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Ao receber a solicitação do transmissor. Msg 280 Efeito Rej. Número do Protocolo de Cancelamento (vide item 5. CR01 retCancCTe CR02 versao CR03 infCanc CR04 Id CR05 tpAmb CR06 verAplic CR07 cStat CR08 xMotivo CR09 Cuf E E E E E CR03 CR03 CR03 CR03 CR03 N C N C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1 1-20 3 1-255 2 Os campos a seguir são obrigatórios no caso de homologação de cancelamento cStat=101.Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) . Tam. Dec. Os campos de dhRecbto e nProt não serão preenchidos em caso de erro. 4. N C 1-1 1-1 0-1 1-4 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Dados da resposta – TAG a ser assinada Identificador da TAG a ser assinada.1. Em caso de assinatura da resposta pela SEFAZ preencher o campo com o Nro do Protocolo. somente precisa ser informado se a UF assinar a resposta. A01 Certificado de Transmissor Inválido: .6). precedido com o literal “ID” Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação Versão do Aplicativo que recebeu o Lote. Série e Número do CT-e + Código Numérico + DV. Código do status da resposta (vide item 5. Descrição literal do status da resposta. 47 / 136 . a aplicação do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual realiza o processamento da solicitação e devolve o resultado do processamento para o aplicativo do mesmo. A mensagem de solicitação de cancelamento de CT-e é um documento eletrônico e deve ser assinado digitalmente pelo emitente da CT-e.3 Descrição do Processo de Web Service Este método é responsável por receber as solicitações de cancelamento de CT-e.1). Código da UF que atendeu a solicitação.4 Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig.Versão difere “3” .Certificado de Transmissor inexistente na mensagem .Contribuinte # Campo Ele Raiz A G ID Pai CR01 CR01 CR03 Tipo Ocor.KeyUsage não define “Autenticação Cliente” Pág. CR10 chCTe E CR03 N 0-1 44 Chave de Acesso do CT-e composto por Código da UF + AAMM da emissão + CNPJ do Emitente + Modelo. O controle de numeração de Protocolo é único para todos os serviços. Data e hora de processamento Formato = AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Preenchido com data e hora da homologação do Pedido. CR11 dhRecbto E CR03 D 0-1 - CR12 nProt E CR03 N 0-1 15 CR13 Signature G CR01 xml 0-1 - 4. Assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “ID” A decisão de assinar a mensagem fica a critério da UF interessada.3.3. Deverão ser realizadas as validações e procedimentos que seguem.

3) Obrig.Contribuinte A02 Validade do Certificado (data início e data fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: . A03. A02. A04 e A05 são realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas. Obrig. 281 283 Rej. Obrig. As validações de A01.Certificado de AC revogado .Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor .3. Pág. Obrig.16. mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-BR” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ. Rej. Obrig.LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da “ICP-Brasil” A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName – OID=2. Rej. 286 Rej.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ . Rej. A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL.76.1. 48 / 136 . Obrig. 284 285 282 Rej.Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) .LCR indisponível .

Rej. Rej.5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic. Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej.3.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . O cabeçalho contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados que será utilizado pelo Web Service. Rej. Obrig. Rej. No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo. Rej. Obrig.: controle no firewall). rejeitando a mensagem recebida em caso de informações inexistentes ou inválidas. Obrig.1). teremos a devolução da mensagem de erro 214.7 Validação da Área de Dados Pág. Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo Cuf inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no Cuf é atendida pelo WebService C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig. Facult.3. Rej. a critério de cada unidade federada. 4. Msg 214 243 108 109 Efeito Rej.Contribuinte 4. Caso isto ocorra. 4. Obrig. Rej. No momento do recebimento da mensagem no Web Service. Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente C06 Versão dos Dados não suportada Facult. a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex. B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 Kbytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Serviço está Paralisado Momentaneamente B04 Verifica se o Serviço está Paralisado sem Previsão A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB).3. Obrig. A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB.6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service # Regra de Validação Aplic. Facult. Obrig. 49 / 136 . deverão implementar as validações 108 e 109. As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado. A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor dos conhecimentos são informados no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3.4. A aplicação deverá validar os campos Cuf e versaoDados. poderá ser verificado se o XML de dados esteja bem formado. Rej.

Obrig. g) Validação da Assinatura Digital Validação da Assinatura Digital # Regra de Validação Aplic.76.Faltam os “Transform Algorithm” previstos na assinatura (“C14N” e “Enveloped”) Estas validações são implementadas pelo Schema XML da Signature F02 Valor da assinatura (SignatureValue) difere do valor calculado F03 CNPJ-Base do Emitente difere do CNPJ-Base do Certificado Digital F04 CNPJ do Certificado Digital difere do CNPJ da Matriz e do CNPJ do Emitente Obrig. Rej.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado E05 LCR do Certificado de Assinatura: . D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 XML utiliza codificação diferente de UTF-8 f) Validação do Certificado Digital utilizado na Assinatura Validação do Certificado Digital utilizado na Assinatura Digital # Regra de Validação Aplic. Rej. Msg 290 Efeito Rej.3) E04 Verifica Cadeia de Certificação: . F01 Assinatura difere do padrão do Projeto: .16. Rej.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ .Erro no acesso a LCR E06 Certificado de Assinatura revogado E07 Certificado Raiz difere da “ICP-Brasil” Obrig.Basic Constraints = true (não pode ser Certificado de AC) . Rej.3. 296 Rej.Falta o endereço da LCR (CRLDistributionPoint) .Certificado de AC revogado .Versão difere “3” .Não assinado o atributo “ID” (falta “Reference URI” na assinatura) (*validado também pelo Schema) .Certificado de Assinatura inexistente na mensagem (*validado também pelo Schema) . Obrig. 294 295 Rej. Obrig. Obrig. Msg 215 404 402 Efeito Rej. Rej. Obrig. Rej. Obrig. 297 213 244 Rej. Obrig. Facult. Obrig.KeyUsage não define “Assinatura Digital” e “Não Recusa” E02 Validade do Certificado (data início e data fim) E03 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName – OID=2. Obrig. Rej. Msg 298 Efeito Rej. Obrig. 50 / 136 . 291 292 293 Rej. h) Validação das Regras de Negócio do Cancelamento de CT-e Pág.1. E01 Certificado de Assinatura inválido: .Contribuinte e) Validação da Forma da Área de Dados Validação da Mensagem do Pedido de Cancelamento do CT-e # Regra de Validação Aplic. Obrig.

Falta literal “ID” . Rej. Rej. Rej.Verificar se o número Protocolo informado difere do número Protocolo do CT-e H12 . com a atribuição de um número de protocolo único (vide item 5. Modelo. Nro): . Rej. Obrig. CNPJ Emit. 51 / 136 . Obrig.Verificar se CT-e não existe H07 . Obrig. Obrig. Obrig. Obrig. Rej. Rej. Rej.Verificar Situação Fiscal irregular do Emitente H06 Acesso BD CTE (Chave: Ano.6).Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Obrig. O cancelamento só poderá ser realizado conhecimento a conhecimento e para cada cancelamento homologado é criado um novo protocolo de status para o CT-e. Obrig Obrig Obrig Obrig 203 240 217 216 205 218 220 222 221 219 495 564 574 575 576 Rej.“Código Numérico” informado na Chave de Acesso é diferente do existente no BD H08 . Obrig. Obrig. Obrig.Verificar se CT-e já está Cancelado H10 .Verificar registro de Circulação de Mercadoria H14 .Verificar se o CT-e tem Carta de Correção H15 .Vedado o cancelamento de CT-e do tipo anulação de valores (tipo=2) H16 . Rej. 4. Rej. Obrig. Rej. Rej. Obrig Msg 252 249 236 227 Efeito Rej. As regras de validação H12 e H13 são de implementação futura.3. Rej.Se finalidade do CT-e=0 (Normal) Vedado o cancelamento se possuir CT-e de Anulação associado H18 .Se finalidade do CT-e=0 (Normal) Vedado o cancelamento se possuir CT-e de Substituição associado Obrig. Pág.8 Final do Processamento No caso de homologação do Cancelamento retornar o cStat = 101.Vedado o cancelamento de CT-e do tipo substituto (tipo=3) H17 . Obrig. H01 Tipo do ambiente de CT-e difere do ambiente do Web Service H02 UF da Chave de Acesso difere da UF do Web Service H03 Chave de Acesso: Dígito Verificador inválido H03a Campo ID inválido . Série.Verificar se houve confirmação da prestação do serviço H13 . Rej Rej * Obs. Rej.Chave de acesso do campo ID difere do campo correspondente H04 Acesso Cadastro Contribuinte: .Verificar se CT-e já está Denegado H09 .Verificar Emitente não autorizado a emitir CT-e H05 . Obrig.Verificar CT-e autorizado há mais de 60 dias H11 . Rej.Contribuinte Pedido de cancelamento de CT-e – Regras de Negócios # Regra de Validação Aplic. Rej.

4 Web Service .Homologação Serviço solicitado: ‘INUTILIZAR’ Código da UF do solicitante Ano de inutilização da numeração CNPJ do emitente Modelo do CT-e Série do CT -e Número do CT -e inicial a ser inutilizado Número do CT -e final a ser inutilizado Informar a justificativa do pedido de inutilização Assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “ID” Descrição/Observação DP01 inutCTe DP02 versao DP03 infInut DP04 Id DP05 tpAmb DP06 xServ DP07 cUF DP08 ano DP09 CNPJ DP10 mod DP11 serie DP12 nCTIni DP13 nCTFin DP14 xJust DP15 Signature E E E E E E E E E E G DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP01 N C N N C N N N N C xml 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1 10 2 2 14 2 1-3 1-9 1-9 15255 - Pág. 52 / 136 . Processo: síncrono. Dec. Método: cteInutilizacaoCT 4.1 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML contendo a mensagem de solicitação de inutilização. Ret Inutilizacao Aplicação CT -e Função: serviço destinado ao atendimento de solicitações de inutilização de numeração de CTe.CteInutilizacao Inutilização de numeração de CT -e Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CteInutilizacao Inutilização de Numeração Client CTe Retorno cteInutilizacaoCT Proc.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Tam.xsd # Campo Ele Raiz A G ID Pai DP01 DP01 DP03 Tipo Ocor.4. N C 1-1 1-1 1-1 1-4 39 2 TAG raiz Versão do leiaute Dados do Pedido TAG a ser assinada Identificador da TAG a ser assinada formada com Código da UF + CNPJ + modelo + série + nro inicial e nro final precedida do literal “ID” Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 .Contribuinte 4. Schema XML: inutCTe _v99.99.

Tam.xsd # Campo Ele Raiz A G ID Pai DR01 DR01 DR03 Tipo Ocor. a aplicação CT-e realiza o processamento da solicitação e devolve o resultado do processamento para o aplicativo do transmissor. Código da UF que atendeu a solicitação DR01 retInutCTe DR02 versao DR03 infInut DR04 Id DR05 tpAmb DR06 verAplic DR07 cStat DR08 xMotivo DR09 cUF E E E E E DR03 DR03 DR03 DR03 DR03 N C N C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1 1-20 3 1-255 2 Os campos a seguir são obrigatórios no caso de homologação da inutilização cStat=102. com data e hora do recebimento do Pedido. Dec.1).TAG a ser assinada Identificador da TAG a ser assinada. A mensagem de pedido de inutilização de numeração de CT-e é um documento eletrônico e deve ser assinado digitalmente pelo emitente do CT-e.4. Assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “ID” A decisão de assinar a mensagem fica a critério da UF interessada. Descrição literal do status da resposta. N C 1-1 1-1 0-1 1-4 17 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Dados da resposta .99.6). Deverão ser realizadas as validações e procedimentos que seguem.3 Descrição do Processo de Web Service Este método será responsável por receber as solicitações referentes à inutilização de faixas de numeração de conhecimentos de transportes eletrônicos. Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação Versão do Aplicativo que processou o pedido de inutilização. DR18 Signature G DR01 xml 0-1 - 4. somente precisa ser informado se a UF assinar a resposta. DR17 nProt E DR03 N 0-1 15 Número do Protocolo de Inutilização (vide item 5. Os campos de dhRecbto e nProt não serão preenchidos em caso de erro DR10 ano DR11 CNPJ DR12 mod DR13 serie DR14 nCTIni DR15 nCTFin DR16 dhRecbto E E E E E E E DR03 DR03 DR03 DR03 DR03 DR03 DR03 N C N N N N D 0-1 0-1 0-1 0-1 0-1 0-1 0-1 2 14 2 1-3 1-9 1-9 Ano de inutilização da numeração CNPJ do emitente Modelo do CT-e Série do CT-e Número do CT-e inicial a ser inutilizada Número do CT-e final a ser inutilizada Data e hora de processamento Formato = AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Preenchido com data e hora da gravação no Banco de Dados em caso de Confirmação. precedido com o literal “ID”. Pág. O controle de numeração do Protocolo é único para todos os serviços. Em caso de Rejeição.Contribuinte 4.2 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML contendo a mensagem do resultado da solicitação de inutilização: Schema XML: retInutCte_v99.1. Em caso de assinatura da resposta pela SEFAZ preencher o campo com o Nro do Protocolo. 53 / 136 .4.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Código do status da resposta (vide item 5. Ao receber a solicitação.

Obrig.1.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Pág. a critério de cada unidade federada. Obrig.Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) . Obrig. Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados. No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo.Versão difere "3" . Obrig. Caso isto ocorra.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor . B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 Kbytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Serviço está Paralisado Momentaneamente B04 Verifica se o Serviço está Paralisado sem Previsão A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB). Rej.: controle no firewall).3. Rej. 281 283 Rej.Contribuinte 4. A01 Certificado de Transmissor Inválido: . No momento do recebimento da mensagem no Web Service. A02. teremos a devolução da mensagem de erro 214.LCR indisponível . deverão implementar as validações 108 e 109.76.Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) .3) Obrig.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ . a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex. As validações de A01. A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL. 4. A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB.16. Rej. A03. Obrig.LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da "ICP-Brasil" A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2. Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado. Rej. Obrig. Msg 280 Efeito Rej.Certificado de AC revogado .Certificado de Transmissor inexistente na mensagem .5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic. mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-BR” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ. 284 285 282 Rej. Obrig.4 Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig. Facult. Rej. 54 / 136 .4. 286 Rej.KeyUsage não define "Autenticação Cliente" A02 Validade do Certificado (data início e data fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: . Obrig. poderá ser verificado se o XML de dados esteja bem formado. Rej. As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado.4. A04 e A05 são realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas. Msg 214 243 108 109 Efeito Rej.

rejeitando a mensagem recebida em caso de informações inexistentes ou inválidas. Rej. Obrig. 291 292 293 Rej. Obrig. A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor dos conhecimentos são informados no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3.1). D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 XML utiliza codificação diferente de UTF-8 b) Validação do Certificado Digital utilizado na Assinatura Validação do Certificado Digital utilizado na Assinatura Digital # Regra de Validação Aplic. 4.4.7 Validação da Área de Dados a) Validação da Forma da Área de Dados Validação da Mensagem do Pedido de Inutilização de numeração de CT-e. Rej.16. Obrig.Basic Constraints = true (não pode ser Certificado de AC) .4.3) E04 Verifica Cadeia de Certificação: . Facult. Pág. Obrig. Obrig. Rej.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ . # Regra de Validação Aplic. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente Facult.Versão difere "3" .4. Obrig.76.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado Obrig. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no cUF é atendida pelo WebService C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig. Msg 290 Efeito Rej. Rej.KeyUsage não define "Assinatura Digital" e “Não Recusa” E02 Validade do Certificado (data início e data fim) E03 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2.3.6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service # Regra de Validação Aplic. Obrig. O cabeçalho contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados que será utilizado pelo Web Service.Contribuinte 4.Certificado de AC revogado . Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej. A aplicação deverá validar os campos cUF e versaoDados. Obrig.Certificado de Assinatura inexistente na mensagem (*validado também pelo Schema) .1. Msg 215 404 402 Efeito Rej. Rej. C06 Versão dos Dados não suportada Obrig. Rej. E01 Certificado de Assinatura inválido: .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Rej. Rej. 55 / 136 . Rej.

CNPJ Emit. com a atribuição de um número de protocolo único (vide item 5. Obrig. Obrig. Obrig.Verificar Emitente não autorizado a emitir CT-e I06 . Obrig.Falta o endereço da LCR (CRLDistributionPoint) . Obrig Msg 252 250 471 472 224 201 227 Efeito Rej. Facult. Obrig. 56 / 136 . Nro): . Rej.Contribuinte E05 LCR do Certificado de Assinatura: .Erro no acesso a LCR E06 Certificado de Assinatura revogado E07 Certificado Raiz difere da “ICP-Brasil” Obrig.Não assinado o atributo "ID" (falta "Reference URI" na assinatura) (*validado também pelo Schema) . Série. Obrig. 294 295 Rej. Rej.8 Final do Processamento No caso de homologação da Inutilização retornar o cStat = 102.Verificar Situação Fiscal irregular do Emitente I07 Acesso BD CTE-Inutilização: . Pág. 296 Rej. Msg 298 Efeito Rej. 203 240 256 Rej Rej Rej Obrig.Verificar se algum Nro da Faixa de Inutilização atual pertence a uma faixa anterior I08 Acesso BD CTE (Chave: Ano. Rej.Verificar se existe CT-e utilizada na faixa de inutilização solicitada Obrig. c) Validação da Assinatura Digital Validação da Assinatura Digital # Regra de Validação Aplic. Rej Rej Rej. Rej Rej. 241 Rej Para cada inutilização de numeração de CT-e homologada é criado um novo protocolo de status para CT-e.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .6). Obrig.000 números) I04a Campo ID inválido . 4.Chave de acesso do campo ID difere do campo correspondente I05 Acesso Cadastro Contribuinte: . Obrig. F01 Assinatura difere do padrão do Projeto: . d) Validação das Regras de Negócio da Inutilização de numeração de CT-e Pedido de Inutilização de numeração de CT-e – Regras de Negócios # Regra de Validação Aplic. I01 Tipo do ambiente do CT-e difere do ambiente do Web Service I02 UF do Pedido de inutilização difere da UF do Web Service I02a Ano da Inutilização não pode ser superior ao Ano atual I02b Ano da inutilização não pode ser inferior a 2008 I03 Número da Faixa Inicial maior do que o número Final I04 Quantidade máxima de numeração a inutilizar ultrapassa o limite (1. Obrig. Obrig. Modelo. 297 213 244 Rej. Rej. Obrig.4. Obrig.Falta literal “ID” .Faltam os "Transform Algorithm" previstos na assinatura ("C14N" e "Enveloped") Estas validações são implementadas pelo Schema XML da Signature F02 Valor da assinatura (SignatureValue) difere do valor calculado F03 CNPJ-Base do Emitente difere do CNPJ-Base do Certificado Digital F04 CNPJ do Certificado Digital difere do CNPJ da Matriz e do CNPJ do Emitente Obrig.

5.Contribuinte 4. 57 / 136 .1 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML contendo a chave de acesso do CT-e. Schema XML: consSitCte_v99. N N C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-4 1 9 44 2 TAG raiz Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 . N N 1-1 1-1 1-4 1 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação ER01 retConsSitCTe ER02 versao ER03 tpAmb Pág. Série e Número do CT-e + Código Numérico + DV.99.99.xsd # Campo Ele Raiz A E Pai ER01 ER01 Tipo Ocor. Consulta CT -e Ret Aplicação CT -e Função: serviço destinado ao atendimento de solicitações de consulta da situação atual do CT-e na Base de Dados do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. Tam.2 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML contendo a mensagem do resultado da consulta de protocolo: Schema XML: retConsSitCte_v99.5. Descrição/Observação EP01 consSitCTe EP02 versao EP03 tpAmb EP04 xServ EP05 chCTe 4.Homologação Serviço solicitado ‘CONSULTAR’ Chave de Acesso do CT-e composto por Código da UF + AAMM da emissão + CNPJ do Emitente + Modelo.xsd # Campo Ele Raiz A E E E Pai EP01 EP01 EP01 EP01 Tipo Ocor. Dec.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Processo: síncrono. Dec. Tam. Método: cteConsultaCT 4.5 Web Service – CteConsulta Protocolo Consulta situação atual da CT -e Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CteConsulta Consulta CT -e Client CTe Retorno cteConsultaCT Proc.

Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

ER04 verAplic ER05 cStat ER06 xMotivo ER07 cUF ER08 protCTe

E E E E

ER01 ER01 ER01 ER01

C N C N xml

1-1 1-1 1-1 1-1 0-1

1-20 3 1-255 2 -

Versão do Aplicativo que processou a consulta Código do status da resposta. Descrição literal do status da resposta. Código da UF que atendeu a solicitação. Protocolo de autorização ou denegação de uso do CT-e (vide item 4.2.2). Informar se localizado um CT-e com cStat = 100 (uso autorizado) ou 110 (uso denegado). Protocolo de homologação de cancelamento de CT-e (vide item 4.3.2). Informar se localizado um CT-e com cStat = 101 (cancelado).

CG ER01

ER09 retCancCTe

CG ER01

xml

0-1

-

4.5.3

Descrição do Processo de Web Service

Este método será responsável por receber as solicitações referentes à consulta de situação de conhecimento de transportes eletrônicos enviados para as Secretarias de Fazendas Estaduais. Seu acesso é permitido apenas pela chave única de identificação do conhecimento de transporte. O aplicativo do contribuinte envia a solicitação para o Web Service da Secretaria de Fazenda Estadual. Ao receber a solicitação a aplicação do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual processará a solicitação de consulta, validando a Chave de Acesso do CT-e, e retornará mensagem contendo a situação atual do CT-e na Base de Dados e o respectivo Protocolo (mensagem de Autorização de uso, Denegação de uso ou Homologação de Cancelamento). Deverão ser realizadas as validações e procedimentos que seguem.

4.5.4

Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL)

#

Regra de Validação

Crítica Obrig.

Msg 280

Efeito Rej.

A01 Certificado de Transmissor Inválido: - Certificado de Transmissor inexistente na mensagem - Versão difere "3" - Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) - KeyUsage não define "Autenticação Cliente" A02 Validade do Certificado (data início e data fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: - Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ - Certificado de AC revogado - Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor - Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) - LCR indisponível - LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da "ICP-Brasil" A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2.16.76.1.3.3)

Obrig. Obrig.

281 283

Rej. Rej.

Obrig.

286

Rej.

Obrig. Obrig. Obrig.

284 285 282

Rej. Rej. Rej.

As validações de A01, A02, A03, A04 e A05 são realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas. A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL, mas pode

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Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-BR” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ.

4.5.5

Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service

#

Regra de Validação

Aplic. Obrig. Facult. Obrig. Obrig.

Msg 214 243 108 109

Efeito Rej. Rej. Rej. Rej.

B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 Kbytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Serviço está Paralisado Momentaneamente B04 Verifica se o Serviço está Paralisado sem Previsão

A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB). A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB. Caso isto ocorra, a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex.: controle no firewall). No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo, teremos a devolução da mensagem de erro 214. No momento do recebimento da mensagem no Web Service, a critério de cada unidade federada, poderá ser verificado se o XML de dados esteja bem formado. Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados. As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado, deverão implementar as validações 108 e 109. Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado.

4.5.6

Validação das informações de controle da chamada ao Web Service

Validação das informações de controle da chamada ao Web Service
# Regra de Validação Aplic. Facult. Obrig. Obrig. Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej. Rej. Rej. Rej. Rej. Rej. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no cUF é atendida pelo WebService

C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente Facult. C06 Versão dos Dados não suportada Obrig.

A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor dos conhecimentos são informados no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3.4.1). A aplicação deverá validar os campos cUF e versaoDados, rejeitando a mensagem recebida em caso de informações inexistentes ou inválidas. O cabeçalho contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados que será utilizado pelo Web Service.

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Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

4.5.7

Validação da Área de Dados

a) Validação da Forma da Área de Dados
Validação da Mensagem do Pedido de Consulta de situação de CT-e. # Regra de Validação Aplic. Obrig. Obrig. Obrig. Msg 215 404 402 Efeito Rej. Rej. Rej. D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 XML utiliza codificação diferente de UTF-8

b) Validação das Regras de Negócio da Consulta CT-e A seguir são realizadas as seguintes validações:
Validação do Pedido de Consulta de situação de CT-e – Regras de Negócio # Regra de Validação Aplic. Obrig. Obrig. Obrig. Obrig. Msg 252 226 236 217 216 Efeito Rej. Rej. Rej. Rej. Rej. J01 Tipo do ambiente do CT-e difere do ambiente do Web Service J02 UF da Chave de Acesso difere da UF do Web Service J03 Validar DV da Chave de Acesso J04 Acesso BD CTE (Chave: Ano, CNPJ Emit, Modelo, Série, Nro): - Verificar se CT-e não existe

J05 - Verificar se campo “Código Numérico” informado na Chave de Acesso Obrig. é diferente do existente no BD

4.5.8

Final do Processamento

No processamento do pedido de consulta de status de CT-e pode resultar em uma mensagem de erro, caso o CT-e não seja localizado. Ou, caso localizado, retornar a situação atual do CT-e consultado, retornando o cStat com um dos valores, 100 (“Autorizado o Uso do CT-e”), 101 (“Cancelamento de CT-e homologado”), 110 (“Uso Denegado”) e também o respectivo protocolo de autorização de uso/denegação de uso ou homologação de cancelamento.

Pág. 60 / 136

Schema XML: consStatServ_v99.xsd # Campo Ele Raiz A E E E E Pai FR01 FR01 FR01 FR01 FR01 Tipo Ocor. Ret Consulta Status Aplicação CT -e Função: serviço destinado à consulta do status do serviço prestado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual.6 Web Service – CteStatusServico Consulta Status do Serviço Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CteStatusServico Consulta Status Client CTe Retorno cteStatusServicoCT Proc. Método: cteStatusServicoCT 4. N N C N C 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-4 1 1-20 3 1-60 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 .Contribuinte 4. N N C 1-1 1-1 1-1 1-4 1 6 2 TAG raiz Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 .99.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Descrição literal do status da resposta. FR01 retConsStatServ FR02 versao FR03 tpAmb FR04 verAplic FR05 cStat FR06 xMotivo Pág.6. Tam. Dec.xsd # Campo Ele Raiz A E E Pai FP01 FP01 FP01 Tipo Ocor.2 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML contendo a mensagem do resultado da consulta do status do serviço: Schema XML: retconsStatServ _v99.1 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML para a consulta do status do serviço. Processo: síncrono.Homologação Versão do Aplicativo que processou a consulta Código do status da resposta. Dec.Homologação Serviço solicitado ‘STATUS’ Descrição/Observação FP01 consStatServ FP02 versao FP03 tpAmb FP04 xServ 4.99.6. 61 / 136 . Tam.

Obrig.Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) . A04 e A05 são realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas. A02. Deverão ser realizadas as validações e procedimentos que seguem.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ .Certificado de AC revogado .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .76. Msg 280 Efeito Rej. A03.3. As validações de A01. Ao receber a solicitação a aplicação do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual processará a solicitação de consulta.3) Obrig. e retornará mensagem contendo a status do serviço. no formato AAA-MMDDTHH:MM:SS Informações adicionais para o Contribuinte FR09 tMed FR10 dhRetorno E E FR01 FR01 N D 0-1 0-1 1-4 - FR11 xObs E FR01 C 0-1 1-255 4. A empresa que construir aplicativo que se mantenha em permanente "loop" de consulta a este Web Service. Preencher com data e hora previstas para o retorno do Web Service.16. Obrig.Contribuinte FR07 cUF FR08 dhRecbto E E FR01 FR01 N D 1-1 1-1 2 - Código da UF que atendeu a solicitação Data e hora de recebimento Formato = AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Preenchido com data e hora do recebimento do Pedido. Obrig.Certificado de Transmissor inexistente na mensagem . Rej.6. deverá aguardar um tempo mínimo de 3 minutos entre uma consulta e outra. evitando sobrecarga desnecessária dos servidores da SEFAZ. A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL. A01 Certificado de Transmissor Inválido: . Pág.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor . Obrig.4 Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig. Obrig. mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-BR” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ. 286 Rej. O aplicativo do contribuinte envia a solicitação para o Web Service da Secretaria de Fazenda Estadual. 281 283 Rej. Rej.1.6.Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) . 4.LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da "ICP-Brasil" A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2.LCR indisponível .Versão difere "3" .3 Descrição do Processo de Web Service Este método será responsável por receber as solicitações referentes à consulta do status do serviço do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. 62 / 136 .KeyUsage não define "Autenticação Cliente" A02 Validade do Certificado (data início e data fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: . Rej. 284 285 282 Rej. Tempo médio de resposta do serviço (em segundos) dos últimos 5 minutos.

A aplicação deverá validar os campos cUF e versaoDados. Obrig. rejeitando a mensagem recebida em caso de informações inexistentes ou inválidas.1). No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo. deverão implementar as validações 108 e 109. Facult. 4. O cabeçalho contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados que será utilizado pelo Web Service. Caso isto ocorra. Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej. Obrig. Rej. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente C06 Versão dos Dados não suportada Facult. a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex. poderá ser verificado se o XML de dados esteja bem formado. a critério de cada unidade federada. Facult.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados. 4. A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor dos conhecimentos são informados no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3. Rej. B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 Kbytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Serviço está Paralisado Momentaneamente B04 Verifica se o Serviço está Paralisado sem Previsão A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB). C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no cUF é atendida pelo WebService C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig. Rej. No momento do recebimento da mensagem no Web Service. Rej.6. Obrig. Rej. Msg 214 243 108 109 Efeito Rej. As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado.: controle no firewall).Contribuinte 4.6.6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service # Regra de Validação Aplic. Obrig. Rej. 63 / 136 . teremos a devolução da mensagem de erro 214. Obrig. Rej. Obrig. A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB.7 Validação da Área de Dados a) Validação da Forma da Área de Dados Pág.6.5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic. Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado. Rej.4.

108 (“Serviço Paralisado Momentaneamente”) e 109 (“Serviço Paralisado sem Previsão”). códigos de situação 107 (“Serviço em Operação”). Rej. Obrig.Contribuinte Validação da Mensagem da Consulta de Status de Serviço # Regra de Validação Aplic. “modificação de versão do aplicativo”. Obrig. Obrig. Msg 215 404 402 Efeito Rej. Rej. Pág. Obrig. A critério da UF o campo xObs pode ser utilizado para fornecer maiores informações ao contribuinte. como por exemplo: “manutenção programada”.8 Final do Processamento O processamento do pedido de consulta de status de Serviço pode resultar em uma mensagem de erro ou retornar a situação atual do Servidor de Processamento. K01 Tipo do ambiente do CT-e difere do ambiente do Web Service K03 Verifica se o Servidor de Processamento está Paralisado Momentaneamente K04 Verifica se o Servidor de Processamento está Paralisado sem Previsão 4.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Obrig. etc. D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 XML utiliza codificação diferente de UTF-8 b) Validação das Regras de Negócios da Consulta Status de Serviço do CT-e Validação do Pedido de Consulta de Status de Serviço – Regras de Negócios # Regra de Validação Aplic.6. Obrig. Msg 252 108 109 Efeito Rej. “previsão de retorno”. 64 / 136 .

em razão disto. O aplicativo do contribuinte envia a solicitação para o Web Service da Secretaria de Fazenda Estadual. A UF que oferecer o Web Service deverá verificar se o CNPJ da empresa solicitante consta do cadastro nacional de emissores de Documentos Fiscais eletrônicos .3 do certificado digital utilizado na conexão SSL.DF-e.br . Importante ressaltar que este Web Service não tem a mesma disponibilidade dos demais Web Services do CT-e. A identificação da empresa solicitante do serviço será realizada através do CNPJ contido na extensão otherName – OID=2. validando o argumento de pesquisa informado (CNPJ ou CPF ou IE).Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . e retornará mensagem contendo a situação cadastral atual do contribuinte no cadastro de contribuintes do ICMS. Processo: síncrono.1. sugerimos que este serviço não seja implementado dentro do fluxo normal de emissão do CT-e e sim como um serviço alternativo. Método: consultaCadastro 4.1 Descrição do Processo de Web Service Este Web Service oferece a consulta pública do cadastro de contribuintes do ICMS de uma unidade federada. Ao receber a solicitação a aplicação do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual processará a solicitação de consulta.7. Pág. 65 / 136 .7 Web Service – CadConsultaCadastro Consulta Cadastro Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CadConsultaCadastro Proc .gov. O Web Service poderá ser oferecido por qualquer UF. sendo obrigatório para as UFs que autorizam a emissão de qualquer espécie de Documento Fiscal eletrônico . disponível em http://www.fazenda. Consulta Cadastro Client NFe consultaCadastro Consulta Ret Retorno Cadastro de Contribuintes Função: Serviço para consultar o cadastro de contribuintes do ICMS de uma unidade federada.16.nfe.7. 4.2 Onde obter as definições deste Web Service As definições do Web Service de Consulta Cadastro foram centralizadas no manual da Nota Fiscal Eletrônica. Apenas as empresas autorizadas a emitir Documentos Fiscais eletrônicos poderão utilizar este serviço.DF-e. Para informações mais detalhadas consultar o Manual de Integração do Contribuinte da NF-e.3.76.Contribuinte 4.

4.3 Onde obter os schemas XML deste Web Service Os schemas XML utilizados pelo Web Service de Consulta Cadastro estão disponíveis no endereço http://www.Contribuinte 4. disponível em http://www.br . O serviço de consulta cadastro tem a estrutura de chamada da mensagem no padrão composto por uma área de cabeçalho e uma área de dados.nfe.7. 66 / 136 . item 3.br .gov.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .4 Diferenças na estrutura de chamada do Web Service É importante ressaltar que a estrutura de chamada do Web Service de Consulta Cadastro é diferente da adotada nos Web Services do projeto CT-e. Para maiores informações consultar o Manual de Integração do Contribuinte da NF-e.nfe. Pág.gov.7.fazenda.fazenda. 4.

5. 67 / 136 . B.1. J.1 Tabela de códigos de erros e descrições de mensagens de erros RESULTADO DO PROCESSAMENTO DA SOLICITAÇÃO CÓDIGO 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 128 129 130 131 CÓDIGO Autorizado o uso do CT-e Cancelamento de CT-e homologado Inutilização de número homologado Lote recebido com sucesso Lote processado Lote em processamento Lote não localizado Serviço em Operação Serviço Paralisado Momentaneamente (curto prazo) Serviço Paralisado sem Previsão Uso Denegado Consulta cadastro com uma ocorrência Consulta cadastro com mais de uma ocorrência CT-e anulado pelo emissor CT-e substituído pelo emissor Apresentada Carta de Correção Eletrônica – CC-e CT-e desclassificado pelo Fisco MOTIVOS DE NÃO ATENDIMENTO DA SOLICITAÇÃO 201 202 203 204 Rejeição: O numero máximo de numeração de CT-e a inutilizar ultrapassou o limite Rejeição: Falha no reconhecimento da autoria ou integridade do arquivo digital Rejeição: Emissor não habilitado para emissão do CT-e Rejeição: Existe CT-e já autorizado com a mesma série e número Pág. I. H. D. K e L são específicos de cada Web Service existente.1 Regras de validação As regras de validação aplicadas nos Web Services estão agrupadas da seguinte forma: Grupo Validação do Certificado Digital utilizada no protocolo SSL Validação da Mensagem XML no serviço assíncrono Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação da área de dados da Mensagem XML Validação do Certificado Digital utilizada na Assinatura Digital Validação da Assinatura Digital Validação do CT-e Validação do Pedido de Cancelamento de CT-e Validação do Pedido de Inutilização de numeração de CT-e Validação do Pedido de Consulta de situação de CT-e Validação do Pedido de Consulta de Status de Serviço Validação do Pedido de Consulta de Cadastro de Contribuintes Aplicação geral geral geral geral geral geral específica específica específica específica específica específica A B C D E F G H I J K L As regras do grupo A. C.Contribuinte 5. as regras do grupo G. Web Services – Informações Adicionais 5. E e F são de aplicação geral e aplicadas em todos os Web Services existentes.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Irregularidade Fiscal do Emitente Rejeição: Um número da faixa já foi utilizado Rejeição: Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header Rejeição: XML Mal Formado Rejeição: CNPJ do Certificado Digital difere do CNPJ da Matriz e do CNPJ do Emitente Rejeição: CNPJ Emitente não cadastrado Rejeição: CNPJ Destinatário não cadastrado Rejeição: Sigla da UF do Emitente diverge da UF autorizadora Rejeição: UF do Recibo diverge da UF autorizadora Rejeição: UF da Chave de Acesso diverge da UF autorizadora Rejeição: UF diverge da UF autorizadora Rejeição: UF/Município destinatário não pertence a SUFRAMA Rejeição: Ambiente informado diverge do Ambiente de recebimento Rejeição: Digito Verificador da chave de acesso composta inválida Rejeição: CT-e referenciado não informado para CT-e complementar Rejeição: Informado mais de um CT-e referenciado para CT-e complementar Rejeição: Um número de CT-e da faixa já está inutilizado na Base de dados da SEFAZ Pág.Contribuinte 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 Rejeição: CT-e está denegado na base de dados da SEFAZ Rejeição: Número de CT-e já está inutilizado na Base de dados da SEFAZ Rejeição: CNPJ do emitente inválido Rejeição: CNPJ do destinatário inválido Rejeição: IE do emitente inválida Rejeição: IE do destinatário inválida Rejeição: IE do substituto inválida Rejeição: Data de emissão CT-e posterior a data de recebimento Rejeição: CNPJ-Base do Emitente difere do CNPJ-Base do Certificado Digital Rejeição: Tamanho da mensagem excedeu o limite estabelecido Rejeição: Falha no schema XML Rejeição: Chave de Acesso difere da cadastrada Rejeição: CT-e não consta na base de dados da SEFAZ Rejeição: CT-e já está cancelada na base de dados da SEFAZ Rejeição: Circulação da CT-e verificada Rejeição: CT-e autorizada há mais de 60 dias Rejeição: Confirmado a prestação do serviço do CT-e pelo destinatário Rejeição: Protocolo de Autorização de Uso difere do cadastrado Rejeição: CNPJ do transmissor do lote difere do CNPJ do transmissor da consulta Rejeição: A faixa inicial é maior que a faixa final Rejeição: Falha no Schema XML do CT-e Rejeição: Código da UF do Emitente diverge da UF autorizadora Rejeição: Erro na composição do Campo ID Rejeição: Data de Emissão muito atrasada Rejeição: IE do emitente não informada Rejeição: IE do emitente não cadastrada Rejeição: IE do emitente não vinculada ao CNPJ Rejeição: IE do destinatário não informada Rejeição: IE do destinatário não cadastrada Rejeição: IE do destinatário não vinculada ao CNPJ Rejeição: Inscrição SUFRAMA inválida Rejeição: Chave de Acesso com dígito verificador inválido Rejeição: CPF do destinatário inválido Rejeição: Cabeçalho .Versão do arquivo XML não suportada Rejeição: Cancelamento/Inutilização . 68 / 136 .Versão do arquivo XML superior a Versão vigente Rejeição: Cabeçalho .

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .erro Cadeia de Certificação Rejeição: Certificado Transmissor revogado Rejeição: Certificado Transmissor difere ICP-Brasil Rejeição: Certificado Transmissor erro no acesso a LCR Rejeição: Código da UF informada diverge da UF solicitada Rejeição: Certificado Assinatura inválido Rejeição: Certificado Assinatura Data Validade Rejeição: Certificado Assinatura sem CNPJ Rejeição: Certificado Assinatura .erro Cadeia de Certificação Rejeição: Certificado Assinatura revogado Rejeição: Certificado Assinatura difere ICP-Brasil Rejeição: Certificado Assinatura erro no acesso a LCR Rejeição: Assinatura difere do calculado Rejeição: Assinatura difere do padrão do Projeto Rejeição: XML da área de cabeçalho com codificação diferente de UTF-8 Rejeição: CPF do remetente inválido Rejeição: XML da área de dados com codificação diferente de UTF-8 Rejeição: Uso de prefixo de namespace não permitido Rejeição: Código do país do emitente: dígito inválido Rejeição: Código do país do destinatário: dígito inválido Rejeição: O CPF só pode ser informado no campo emitente para o CT-e avulso Rejeição: Lote com CT-e de diferentes UF Rejeição: Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header Rejeição: UF informada no campo cUF não é atendida pelo WebService Rejeição: Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header Pág.Contribuinte 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 401 402 404 405 406 407 408 409 410 411 Rejeição: Solicitante não habilitado para emissão do CT-e Rejeição: CNPJ da consulta inválido Rejeição: CNPJ da consulta não cadastrado como contribuinte na UF Rejeição: IE da consulta inválida Rejeição: IE da consulta não cadastrada como contribuinte na UF Rejeição: UF não fornece consulta por CPF Rejeição: CPF da consulta inválido Rejeição: CPF da consulta não cadastrado como contribuinte na UF Rejeição: Sigla da UF da consulta difere da UF do Web Service Rejeição: Série utilizada não permitida no Web Service Rejeição: CT-e Complementar referencia uma CT-e inexistente Rejeição: CT-e Complementar referencia outro CT-e Complementar Rejeição: CNPJ Emitente do CT-e Complementar difere do CNPJ do CT complementado Rejeição: Código Município do Fato Gerador: dígito inválido Rejeição: Código Município do Fato Gerador: difere da UF do emitente Rejeição: Código Município do Emitente: dígito inválido Rejeição: Código Município do Emitente: difere da UF do emitente Rejeição: Código Município do Destinatário: dígito inválido Rejeição: Código Município do Destinatário: difere da UF do Destinatário Rejeição: Código Município do Local de Retirada: dígito inválido Rejeição: Código Município do Local de Retirada: difere da UF do Local de Retirada Rejeição: Código Município do Local de Entrega: dígito inválido Rejeição: Código Município do Local de Entrega: difere da UF do Local de Entrega Rejeição: Certificado Transmissor inválido Rejeição: Certificado Transmissor Data Validade Rejeição: Certificado Transmissor sem CNPJ Rejeição: Certificado Transmissor . 69 / 136 .

Contribuinte 413 414 415 416 417 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 430 431 432 433 434 435 436 437 438 439 440 441 442 443 444 445 446 447 448 449 455 456 457 458 459 460 461 462 463 464 465 466 467 468 469 Rejeição: Código de Município de término da prestação: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de término da prestação Rejeição: CNPJ do remetente inválido Rejeição: CPF do remetente inválido Rejeição: Código de Município de localização remetente: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de localização remetente Rejeição: IE do remetente inválida Rejeição: CNPJ remetente não cadastrado Rejeição: IE do remetente não cadastrada Rejeição: IE do remetente não vinculada ao CNPJ Rejeição: Código de Município de localização destinatário: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de localização destinatário Rejeição: CNPJ destinatário não cadastrado Rejeição: IE do destinatário não cadastrada Rejeição: IE do destinatário não vinculada ao CNPJ Rejeição: CNPJ do expedidor inválido Rejeição: CPF do expedidor inválido Rejeição: Código de Município de localização expedidor: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de localização expedidor Rejeição: IE do expedidor inválida Rejeição: CNPJ expedidor não cadastrado Rejeição: IE do expedidor não cadastrada Rejeição: IE do expedidor não vinculada ao CNPJ Rejeição: CNPJ do recebedor inválido Rejeição: CPF do recebedor inválido Rejeição: Código de Município de localização do recebedor: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de localização recebedor Rejeição: IE do recebedor inválida Rejeição: CNPJ recebedor não cadastrado Rejeição: IE do recebedor não cadastrada Rejeição: IE do recebedor não vinculada ao CNPJ Rejeição: CNPJ do tomador inválido Rejeição: CPF do tomador inválido Rejeição: Código de Município de localização tomador: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de localização tomador Rejeição: IE do tomador inválida Rejeição: CNPJ tomador não cadastrado Rejeição: Código de Município de início da prestação: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de início da prestação Rejeição: O lote contém CT-e de mais de um estabelecimento emissor Rejeição: Grupo de CT-e normal não informado para CT-e normal Rejeição: Grupo de CT-e complementar não informado para CT-e complementar Rejeição: Não informado os dados do remetente indicado como tomador do serviço Rejeição: Não informado os dados do expedidor indicado como tomador do serviço Rejeição: Não informado os dados do recebedor indicado como tomador do serviço Rejeição: Não informado os dados do destinatário indicado como tomador do serviço Rejeição: informação do modal rodoviário não informado Rejeição: informação do modal aéreo não informado Rejeição: informação do modal aquaviário não informado Rejeição: informação do modal ferroviário não informado Rejeição: informação do modal dutoviário não informado Rejeição: Remetente deve ser informado para tipo de serviço diferente de redespacho intermediário Pág.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 70 / 136 .

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 71 / 136 .Contribuinte 470 471 472 473 474 475 476 477 489 490 491 492 493 494 495 496 497 498 499 500 501 502 503 505 510 511 512 550 551 552 553 554 555 556 557 558 559 560 561 562 Rejeição: Destinatário deve ser informado para tipo de serviço diferente de redespacho intermediário Rejeição: Ano de inutilização não pode ser superior ao Ano atual Rejeição: Ano de inutilização não pode ser inferior a 2008 Rejeição: Tipo Autorizador do Recibo diverge do Órgão Autorizador Rejeição: Expedidor deve ser informado para tipo de serviço de redespacho intermédiario Rejeição: Recebedor deve ser informado para tipo de serviço de redespacho intermédiario Rejeição: O tomador do serviço no tipo de serviço normal não pode ser o expedidor Rejeição: O tomador do serviço no tipo de serviço normal não pode ser o recebedor Rejeição: IE do tomador não cadastrada Rejeição: IE do tomador não vinculada ao CNPJ Rejeição: CT-e referenciado é CT-e complementar Rejeição: Código de Município de emissão: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de emissão Rejeição: Processo de emissão informado inválido Rejeição: CT-e possui Carta de Correção Rejeição: Grupo CT-e de Anulação não informado para o CT-e de Anulação Rejeição: CT-e objeto da anulação inexistente Rejeição: CT-e objeto da anulação deve estar com a situação autorizada (não pode estar cancelado ou denegado) Rejeição: CT-e de anulação deve ter tipo de emissão = normal Rejeição: CT-e objeto da anulação deve ter finalidade = 0 (normal) Rejeição: Data de emissão do CT-e de Anulação deve ocorrer em até 60 dias Rejeição: CT-e de anulação deve ter o valor do ICMS e de pretação iguais ao CT-e original Rejeição: CT-e Susbtituto deve ter tipo de emissão = normal Rejeição: Grupo CT-e de Substituição não informado para o CT-e de Substituição Rejeição: CNPJ do emitente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: CNPJ do remetente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: CNPJ do destinatário do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: O CNPJ do expedidor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CTe substituído Rejeição: O CNPJ do recebedor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CTe substituído Rejeição: O CNPJ do tomador do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do emitente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do remetente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do destinatário do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do expedidor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do recebedor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do tomador do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A UF de início de prestação deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A UF de fim de prestação deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: O valor da prestação do serviço deve ser menor ou igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: O valor do ICMS do CT-e subsituto deve ser menor ou igual ao informado no Pág.

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Recibo: O nome do arquivo será o número do lote com extensão “-rec.xml”. Recomendamos que o campo xMotivo da mensagem de erro para o código 999 seja informado com a mensagem de erro do aplicativo ou do sistema que gerou a exceção não prevista. 72 / 136 . Recomendamos a não utilização de caracteres especiais ou acentuação nos textos das mensagens de erro.2 Padrão de nomes para os arquivos Visando facilitar o processo de guarda dos arquivos pelos legítimos interessados. Envio de Lote de CT-e: O nome do arquivo será o número do lote com extensão “-envlot. foi criado um padrão de nome para os diversos tipos de arquivos utilizados pelo sistema CT-e. Pedido do Resultado do Processamento do Lote de CT-e: O nome do arquivo será o número do recibo com extensão “-ped-rec. 2. Pedido de Cancelamento de CT-e: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-ped-can. 5. São eles: • • • • • • • CT-e: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-cte.xml”.Contribuinte 563 564 565 566 567 568 569 570 571 572 573 574 575 576 999 CÓDIGO CT-e substituído Rejeição: A anulação de um CT-e deve ocorrer no prazo máximo de 60 contados da data de emissão do CT-e objeto de Substituição Rejeição: O CT-e de anulação não pode ser cancelado Rejeição: O CT-e só pode ser anulado pelo emitente Rejeição: CT-e objeto da anulação não pode ter sido anulado anteriormente Rejeição: CT-e objeto da anulação não pode ter sido substituído anteriormente Rejeição: CT-e a ser substituído inexistente Rejeição: CT-e a ser substituído deve estar com a situação autorizada (não pode estar cancelado ou denegado) Rejeição: CT-e a ser substituído não pode ter sido substituído anteriormente Rejeição: CT-e a ser substituído deve ter finalidade = 0 (normal) Rejeição: CT-e de anulação informado no grupo “Tomador não é contribuinte do ICMS” inexistente Rejeição: CT-e de anulação informado no grupo “Tomador não é contribuinte do ICMS” deve ter finalidade=2(Anulação) Rejeição: Vedado o cancelamento de CT-e do tipo substituto (tipo=3) Rejeição: Vedado o cancelamento se possuir CT-e de Anulação associado Rejeição: Vedado o cancelamento se possuir CT-e de Substituição associado Rejeição: Erro não catalogado (informar a mensagem de erro capturado no tratamento da exceção) MOTIVOS DE DENEGAÇÃO DE USO 301 302 303 304 305 306 Uso Denegado : Irregularidade fiscal do emitente Uso Denegado : Irregularidade fiscal do remetente Uso Denegado : Irregularidade fiscal do destinatário Uso Denegado : Irregularidade fiscal do expedidor Uso Denegado : Irregularidade fiscal do recebedor Uso Denegado : Irregularidade fiscal do tomador OBS.xml”.xml”. Resultado do Processamento do Lote de CT-e: O nome do arquivo será o número do recibo com extensão “-pro-rec.xml”. Pág. Denegação de Uso: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-den.: 1.xml”.xml”.

Alguns destes caracteres podem aparecer especialmente nos campos de Razão Social. Pedido de Consulta do Status do Serviço: O nome do arquivo será: “AAAAMMDDTHHMMSS” do momento da consulta com extensão “-ped-sta.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Ex.xml”. Inutilização de Numeração: O nome do arquivo será composto por: Ano de inutilização + CNPJ do emitente + Modelo + Série + Número Inicial + Número Final com extensão “inu. caractere < > & " ' seqüência de escape &lt.xml”. Para resolver o problema. &gt. DIAS LTDA no XML para não afetar o funcionamento do "parser". Alguns caracteres afetam o funcionamento deste “parser”. Pedido de Inutilização de Numeração: O nome do arquivo será composto por: UF + Ano de inutilização + CNPJ do emitente + Modelo + Série + Número Inicial + Número Final com extensão “-ped-inu. 5.4 Chave de Acesso do CT-e A Chave de Acesso do Conhecimento de Transporte Eletrônico é representada por uma sequência de 44 caracteres numéricos. 73 / 136 .Contribuinte • • • • • • • Cancelamento de CT-e: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-can.xml”.3 Tratamento de caracteres especiais no texto de XML Todos os textos de um documento XML passam por uma análise do “parser” específico da linguagem. &amp.xml”. “ (aspas). não podendo aparecer no texto de uma forma não controlada. O padrão de nomenclatura também facilitará o aplicativo visualizador do CT-e. < (sinal de menor). Status do Serviço: O nome do arquivo será: “AAAAMMDDTHHMMSS” do momento da consulta com extensão “-sta. &#39. é recomendável o uso de uma seqüência de “escape” em substituição ao respectivo caractere. &quot. Situação Atual do CT-e: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-sit. representados da seguinte forma: Código da UF Quantidade de AAMM da emissão 04 CNPJ do Emitente 14 Modelo 02 Série 03 Número do CT-e 09 Código Numérico 09 DV 01 02 Pág.xml”. ‘ (sinal de apóstrofe).xml”. Pedido de Consulta Situação Atual do CT-e: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-ped-sit. Endereço e Informação Adicional. a denominação: DIAS & DIAS LTDA deve ser informada como: DIAS &amp. & (e-comercial). 5.xml”. Os caracteres que afetam o “parser” são: • • • • • > (sinal de maior).

Ano e Mês de emissão do CT-e CNPJ . Como o dígito verificador DV = 11 . O módulo 11 de um número é calculado multiplicando-se cada algarismo pela seqüência de multiplicadores 2.3. o DV deverá ser igual a 0 (zero).Dígito Verificador da Chave de Acesso O Dígito Verificador (DV) irá garantir a integridade da chave de acesso. Exemplo: consideremos que a chave de acesso tem a seguinte seqüência de caracteres: A B C CHAVE DE ACESSO PESOS PONDERAÇÃO (A*B) 5 2 0 6 0 4 3 3 0 0 9 9 1 1 0 0 2 5 0 6 5 5 0 1 2 0 0 0 0 0 0 7 8 0 0 2 6 7 3 0 1 6 1 4 3 2 9 8 7 6 5 4 3 2 9 8 7 6 5 4 3 2 9 8 7 6 5 4 3 2 9 8 7 6 5 4 3 2 9 8 7 6 5 4 3 2 20 6 0 54 0 28 18 15 0 0 18 81 8 7 0 0 8 15 0 54 40 35 0 5 8 0 0 0 0 0 0 35 32 0 0 18 48 49 18 0 4 18 2 Somatória das ponderações = 644 Dividindo a somatória das ponderações por 11 teremos.Contribuinte caracteres A Chave de Acesso da do Conhecimento de Transporte Eletrônico não existe como a sequência acima descrita no leiaute do CT-e. 1 posição com o Tipo de Autorizador (0 ou 1=SEFAZ normal.(resto da divisão).7.4..6.9.CNPJ do emitente mod . com a seguinte regra de formação: • • • 2 posições com o Código da UF onde foi entregue o lote (codificação do IBGE). 644 /11 = 58 restando 6.5 Número do Recibo de Lote O número do Recibo do Lote deve ser gerado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. 74 / 136 . valor este que deverá compor a chave de acesso totalizando a uma seqüência de 44 caracteres.5. 5.(resto da divisão) Quando o resto da divisão for 0 (zero) ou 1 (um). Pág.Modelo do Documento Fiscal serie . CÁLCULO DO DÍGITO VERIFICADOR DA CHAVE DE ACESSO DO CT-e O dígito verificador da chave de acesso do CT-e é baseado em um cálculo do módulo 11.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 2=Contingência SCAN RFB.8. 12 posições numéricas seqüenciais.6 = 5 Neste caso o DV da chave de acesso do CT-e é igual a "5".Código Numérico que compõe a Chave de Acesso cDV .Código da UF do emitente do Documento Fiscal AAMM .3. protegendo-a principalmente contra digitações erradas. posicionados da direita para a esquerda.2. portando 11 .Número do Documento Fiscal cCT . 4=SEFAZ VIRTUAL-AN). A somatória dos resultados das ponderações dos algarismos é dividida por 11 e o DV (dígito verificador) será a diferença entre o divisor (11) e o resto da divisão: DV = 11 .Série do Documento Fiscal nCT .. devendo ser composta pelos seguintes campos que se encontram dispersos no leiaute do CT-e (vide Anexo I): • • • • • • • • cUF . 3=SEFAZ VIRTUAL. .

2 posições para o código da UF do IBGE.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . O tempo médio de resposta é a média dos tempos médios de processamento de um CT-e dos últimos 5 minutos. O tempo médio de processamento de um CT-e é obtido pela divisão do tempo decorrido entre o recebimento da mensagem e o momento de armazenamento da mensagem de processamento do lote pela quantidade de CT-e existentes no lote. sendo utilizada por todos os Web Service que precisam atribuir um número de protocolo para o resultado do processamento. A geração do número de protocolo deverá ser única. 2 posições para ano. denegação de uso.7 Tempo médio de resposta O tempo médio de resposta é um indicador que mede a performance do serviço de processamento dos lotes dos últimos 5 minutos. Caso o tempo médio de resposta fique abaixo de 1 (um) segundo. o tempo será informado como 1 segundo. 3=SEFAZ VIRTUAL. cancelamento de CT-e e inutilização de numeração de CT-e. 10 posições para o seqüencial no ano. Pág.6 Número do protocolo O número do protocolo é gerado pelo Portal da Secretaria da Fazenda Estadual ou da Receita Federal do Brasil para identificar univocamente as transações realizadas de autorização de uso. 2= Contingência SCAN . 5. 75 / 136 .Contribuinte campo Quantidade de caracteres Código da UF 02 Tipo Autorizador 01 seqüencial 12 O projeto utiliza a codificação da UF definida pelo IBGE: Região Norte 11-Rondônia 12-Acre 13-Amazonas 14-Roraima 15-Pará 16-Amapá 17-Tocantins Região Nordeste 21-Maranhão 22-Piauí 23-Ceará 24-Rio Grande do Norte 25-Paraíba 26-Pernambuco 27-Alagoas 28-Sergipe 29-Bahia Região Sudeste 31-Minas Gerais 32-Espírito Santo 33-Rio de Janeiro 35-São Paulo Região Sul 41-Paraná 42-Santa Catarina 43-Rio Grande do Sul Região CentroOeste 50-Mato Grosso do Sul 51-Mato Grosso 52-Goiás 53-Distrito Federal 5.RFB. As frações de segundos serão arredondados para cima. A regra de formação do número do protocolo é: 9 Tipo de Autorizador • • • • 9 9 código da UF 9 ano 9 9 9 9 9 9 9 9 9 sequencial de 10 posições 9 9 1 posição com o Tipo de Autorizador (1=SEFAZ normal. 4=SEFAZ VIRTUAL-AN).

Com a chave de acesso poderá ser realizada a consulta integral ou resumida de um conhecimento de transporte eletrônico e sua situação. Chave de acesso do CT-e: representa o conjunto de 44 caracteres da chave de acesso do CTe. existente à esquerda e à direita do código para evitar interferência na decodificação da simbologia. Start C: inicia a codificação dos dados CODE-128C de acordo com o conjunto de caracteres. DV: dígito verificador da simbologia. então teremos: Tamanho do campo chave de acesso = 44 (caracteres) / 2 = 22 (símbolos) Considerando que cada símbolo possui 11 (módulos) * 22 (símbolos) = 242 posições Margem clara = deve ter no mínimo a dimensão de 10 (módulos) * 2 = 20 posições Start C = 11 (módulos) = 11 posições Pág. "zona de silêncio" ou "margem de silêncio". a disponibilização do arquivo do CT-e consultado. O código de barras deverá ser impresso com resolução mínima de 300 dpi. Altura da barra: no intuito de propiciar melhor área de leitura. a critério de cada unidade federada. a altura da barra não poderá ser inferior a 1. O conjunto de caracteres representativos do Código de Barras CODE-128C encontra-se no Anexo V deste manual. bem como a visualização da autorização de uso da mesma.Contribuinte 6. O Start C não representa nenhum caractere.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 76 / 136 . destacamos também o registro do trânsito de mercadorias nos Postos Fiscais e. com 44 posições. indica o final do código ao leitor óptico. A margem clara também é chamada de "área livre". O código de barras deverá representar apenas a chave de acesso do CT-e de 44 posições. A impressão do código de barras no DACTE tem a finalidade de facilitar e agilizar a captura da chave de acesso do CT-e para consulta da veracidade da mesma nos portais estaduais e da Receita Federal.5 cm e nem superior a 2. Código de Barra O padrão de código de barras a ser impresso no DACTE é o CODE-128C. Dentre outras finalidades do código. Stop: caractere de parada. O referido código de barras deverá representar apenas a chave única de acesso do arquivo do conhecimento de transporte eletrônico. devendo ser observada a área reservada no DACTE de 3 x 9 cm.5 cm. Largura da barra: considerando que para cada símbolo da barra são codificados dois caracteres. que não contém nenhuma marca legível por máquina. Para a impressão do mesmo será considerada a seguinte estrutura de simbolização: Margem clara Start C Chave de acesso do CT-e DV Stop Margem clara Margem Clara: Espaço claro.

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DV = 11 (módulos) = 11 posições Stop = 13 (módulos) = 13 posições Tamanho total da simbologia = 242 + 20 + 11 + 11 + 13 = 297 (posições) Largura máxima de cada módulo da barra = 9 cm / 297 (posições) = 0,03 cm

6.1

Cálculo do dígito verificador do CODE-128C

O dígito verificador é baseado em um cálculo do módulo 103 considerando a soma ponderada dos valores de cada um dos dígitos na mensagem que está sendo codificada, incluindo o valor do caractere de início (start). Exemplo: consideremos que a chave de acesso fosse apenas de oito caracteres e contivesse o seguinte número: 09758364
Chave de acesso Seqüência Valor do caractere Valor Ponderado (A X B) START A B C 105 105 09 1 9 9 75 2 75 150 83 3 83 249 64 4 64 256

• • •

Na linha valor do caractere foi incluso o valor 105 que corresponde ao valor do caractere de início (start) para o padrão Code C. Excetuando o caractere de start, os demais valores dos caracteres coincidem com os valores da chave de acesso, isto porque estamos utilizando o padrão Code C de codificação que é exclusivamente numérico. O dígito verificador do código será o resto da divisão da somatória dos valores ponderados dividido por 103 (módulo 103). Assim o dígito verificador será: • Valor da soma ponderada = (1x105)+(1x9)+(2x75)+(3x83)+(4x64) = 769 • 769/103 = 7 resta 48, assim o DV é 48

6.2

Representação simbólica do código

START 09 75 83 64 DV = 48 STOP B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B 2 1 1 2 3 2 2 2 1 2 1 3 2 4 1 2 1 1 1 1 4 2 1 2 1 1 1 4 2 2 3 1 3 1 2 1 2 3 3 1 1 1 2

A seqüência de barras está descrita na tabela do Anexo V deste manual. B = barra preta S = espaço ou barra branca A numeração acima indica quantas vezes a barra deverá ser impressa no símbolo.

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7. DACTE
O DACTE é um documento fiscal auxiliar impresso em papel com o objetivo de: a) Acompanhar a prestação do serviço de transporte de mercadorias; b) Colher a firma do destinatário/tomador para comprovação de entrega das mercadorias e/ou prestação de serviços; c) Auxiliar a escrituração do CT-e para tomadores de serviços não emissores de documentos fiscais eletrônicos; O DACTE poderá ser emitido em mais de uma folha, assim um DACTE poderá ter tantas folhas quantas forem necessárias para discriminação das mercadorias, conforme leiaute descrito no Anexo II e III deste manual. O contribuinte poderá utilizar até 50% da área disponível no verso do DACTE. O DACTE emitido no ambiente de homologação deverá conter, em destaque, a frase “SEM VALOR FISCAL”. O número do Protocolo de Autorização de Uso recebido da SEFAZ deverá ser impresso no DACTE.

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8. Contingência
Durante a fase do piloto, exclusivamente em casos de contingência do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual, as empresas emitirão os Conhecimentos de Transporte em formulário contínuo, não sendo necessária a transmissão do arquivo do CT-e após o término da contingência. Para identificar o status operacional do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual, será utilizado o Web Service “cteStatusServico”. Para tempo de resposta, informado pela SEFAZ no retorno da consulta de Status, superior a 3 (três) minutos ou ausência de retorno, caberá à Empresa decidir pela utilização do processo de contingência definido no parágrafo anterior. Também através deste método a Empresa deverá identificar a saída do estado de contingência. Antes de entrar em contingência a Empresa também deverá verificar o status operacional de sua rede interna.

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A emissão de CT-e no ambiente de produção fica condicionada à prévia aprovação das equipes de TI e de negócios da própria empresa.Contribuinte 9. Uma vez aprovados os testes em homologação deve o contribuinte habilitar-se ao ambiente de produção. Ambiente de Homologação / Produção As Secretarias de Fazenda Estaduais deverão manter dois ambientes para recepção de CT-e.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Pág. que deverá avaliar a adequação. comportamento e performance de seu sistema de emissão de CT-e no ambiente de homologação. O ambiente de homologação é específico para a realização de testes e integração das aplicações do contribuinte durante a fase de implementação e adequação do sistema de emissão de CT-e do contribuinte. 80 / 136 .

Schema XML: procCTe_v99. Distribuição do CT-e para o Tomador do Serviço Conforme prevista na cláusula décima do AJUSTE SINIEF 07/05 o emitente e o tomador do serviço deverão manter em arquivo digital os Conhecimentos de Transporte eletrônicos pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais.1 Processo de Distribuição A modalidade tecnológica de intercâmbio do documento eletrônico entre o emissor e receptor deve ser acordada entre ambos. baseado em WEB ou rede privativa. 10. a SEFAZ não está verificando a capacidade das empresas para recepção de documentos de forma eletrônica. 1-1 1-1 1-1 Tam.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 81 / 136 .xsd # XR01 XR02 XR03 XR04 XR05 XR06 Campo cteProc versao CTe (dados) protCte (dados) Ele Raiz A G G Pai XR01 XR01 XR01 Tipo N Ocor. troca de arquivos. nem a distribuição dos CT-e para o destinatário. Descrição/Observação TAG raiz 2 Dados do CT-e. devendo ser apresentada à administração tributária. com acesso sob demanda e autenticação de acesso. troca de mensagens via e-mail. respeitando o sigilo fiscal e o padrão de conteúdo de dados definido neste item. As formas mais comuns de troca de informações entre as empresas no “comércio eletrônico” (B2B) são: • • • • troca de mensagens em sistema específico. 10. inclusive com os dados da assinatura (Anexo I) Dados do Protocolo de Autorização de Uso (item 4.2) Nota: Atualmente. quando solicitados. complementada com a informação da Autorização de Uso.Contribuinte 10.2 Leiaute da Distribuição: CT-e Deverá ser disponibilizado para o destinatário o mesmo conteúdo do CT-e enviada para a SEFAZ. que deverá ser mantido para apresentação à administração tributária quando solicitado. na forma que segue. 1-4 Dec. Pág.99.2. Com a ampliação do processo de emissão de documentos eletrônicos estas implementações previstas no Projeto poderão ser exigidas. no credenciamento das empresas como emissor de CT-e. seja de forma eletrônica ou por qualquer outro meio que possibilite ao tomador do serviço ter acesso ao arquivo digital. O DACTE é um Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte eletrônico hábil para acobertar a prestação de serviços de transporte e não substitui o Conhecimento de Transporte eletrônico em nenhuma hipótese. O emissor do Conhecimento de Transporte eletrônico deve enviar ou disponibilizar o arquivo digital do CT-e para o tomador do serviço. Os tomadores de serviços de transporte não emissores de Documentos Fiscais Eletrônicos poderão escriturar o CT-e com base nas informações contidas no DACTE. disponibilização de informações em portais.

82 / 136 . seguindo a padronização de nomes de arquivos que segue: • CT-e: Número do Protocolo + “_v” + [Versão do arquivo de schema com 5 posições (ex: 99.00-procInutCTe. que disponibilizará o compartilhamento destes documentos para os seguintes órgãos da administração tributária interessados: • • • • UF de início da prestação do serviço de transporte.1 Processo de Compartilhamento Todos os documentos serão transmitidos para a Receita Federal do Brasil.xml”. O compartilhamento das informações será realizado através do intercâmbio dos seguintes arquivos digitais: • • • • CT-e: Conhecimento de Transporte eletrônico e a respectiva autorização ou denegação de uso. 11.99)] + “-procCancCTe.Contribuinte 11.00-procCTe. UF de fim da prestação do serviço de transporte. • Inutilização de numeração de CT-e: Número do Protocolo + “_v” + [Versão do arquivo de schema com 5 posições (ex: 99. SUFRAMA quando a localidade de fim da prestação de serviço de transporte estiver localizada na área de incentivo fiscal administrada pela SUFRAMA. Carta de Correção do CT-e: Carta de Correção e respectiva confirmação de recepção da Carta de Correção.xml. UF do tomador da prestação do serviço de transporte. Nota: A composição do Número do Protocolo está descrita no item 5.xml. Inutilização de numeração de CT-e: Pedido de Inutilização de numeração de CT-e e a respectiva homologação do pedido.xml”.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Exemplo: 143061234567890_v01.99)] + “-procInutCTe. Pág. Compartilhamento de informações do CT-e entre Órgãos Públicos O Protocolo de Cooperação n° 03/2006 – II ENAT de i mplantação do Conhecimento de Transporte Eletrônico prevê o compartilhamento de CT-e entre as administrações tributárias. • Cancelamento de CT-e: Número do Protocolo + “_v” + [Versão do arquivo de schema com 5 posições (ex: 99. O compartilhamento de documentos entre as SEFAZ e a RFB será realizado através dos Web Services de compartilhamento de Documentos Fiscais Elerônicos.99)] + “-cartCorCTe. Exemplo: 143061234567890_v01.00-procCancCTe.6.xml”. Cancelamento de CT-e: Pedido de Cancelamento de CT-e e a respectiva homologação do pedido. • Carta de Correção de CT-e: Número do Protocolo + “_v” + [Versão do arquivo de schema com 5 posições (ex: 99.xml.99)] + “-procCTe. Exemplo: 143061234567890_v01.xml”.

1) Dados da homologação do pedido (item 4. respeitado o sigilo fiscal.xsd # ZR01 ZR02 ZR03 ZR04 ZR05 ZR06 Campo procInutCTe versao inutCTe (dados) retInutCte (dados) Ele Raiz A G G Pai ZR01 ZR01 ZR01 Tipo N Ocor. que necessitem das informações para desempenho de suas atividades. Pág. fundações e autarquias. 2 Descrição/Observação TAG raiz Dados do Pedido de Cancelamento (item 4.2 Leiaute de compartilhamento: CT-e Schema XML: procCTe_v99.99.Contribuinte 11. 83 / 136 . 1-1 1-1 1-1 Tam.2) 11.99.99. Descrição/Observação TAG raiz 2 Dados do CT-e.3 Leiaute de compartilhamento: Cancelamento de CT-e Schema XML: procCancCTe_v99.4. 1-4 Dec. 1-1 1-1 1-1 Tam. 1-1 1-1 1-1 Tam.4.xsd # XR01 XR02 XR03 XR04 XR05 XR06 Campo cteProc versao CTe (dados) protCte (dados) Ele Raiz A G G Pai XR01 XR01 XR01 Tipo N Ocor.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . inclusive com os dados da assinatura (Anexo I) Dados do Protocolo de Autorização de Uso (item 4.3. 1-4 Dec.4 Leiaute de compartilhamento: Inutilização de Numeração de CT-e Schema XML: procInutCTe_v99.5 Compartilhamento de documentos com outros órgãos públicos O CT-e também poderá ser compartilhado com outros órgãos da administração direita. mediante prévio convênio ou protocolo de cooperação.xsd # YR01 YR02 YR03 YR04 YR05 YR06 Campo procCancCTe versao cancCTe (dados) retCancCTe (dados) Ele Raiz A G G Pai YR01 YR01 YR01 Tipo N Ocor.1) Dados da homologação do pedido (item 4. 1-4 Dec.3.2) 11.2) 11. 2 Descrição/Observação TAG raiz Dados do Pedido de Inutilização (item 4. indireta.2.

Tipo Ocorr. um nome de campo é utilizado para identificar campos diferentes. indicando que na estrutura hierárquica ele é “filho” do campo “ide” que possui nível = 1. a) coluna # : identificador da linha da tabela. como por exemplo.Contribuinte Anexo I – Leiaute do CT-e . como a nomenclatura dos nomes dos campos foi padronizada. o campo CFOP possui nível = 2. 84 / 136 . Reg. Tamanho Domínio Exp. Observações E N 1-1 13. c) coluna Nível: identificador do nível do campo na estrutura hierárquica no schema XML. Abreviações utilizadas nas colunas de cabeçalho do leiaute: # 135 Campo Nível Descrição vBC 3 Valor da Base de Cálculo do ICMS Ele. a IE. A diferenciação dos campos é realizada considerando as tags de grupo.Observações importantes para entendimento do Leiaute do CT-e 1. que pode ser do emitente ou do destinatário. 2 ER23 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais. d) coluna Ele: Pág. b) coluna campo: identificador do nome do campo. Por exemplo.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .

CE – indica que o campo é um Elemento que deriva de uma Escolha (Choice). D – campo data. onde x indica o tamanho mínimo e y o tamanho máximo. ID – indica que o campo é um ID da XML 1.0. CG . G – indica que o campo é um Elemento de Grupo. RC – indica que o campo é uma key constraint (Restrição de Chave) para garantir a unicidade e presença do valor. devendo-se informar a quantidade de caracteres exigidos. C – campo alfanumérico. tamanhos separados por vírgula indicam que o campo deve ter um dos tamanhos fixos da lista.indica que o campo é um Elemento. a existência de um único valor indica que o campo tem tamanho fixo. f) Coluna Ocorrência: x-y.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Pág.indica que o campo é um Elemento de Grupo que deriva de uma Escolha (Choice). onde x indica a ocorrência mínima e y a ocorrência máxima.Contribuinte A . preenchendo-se os zeros não significativos.indica que o campo é um atributo do Elemento anterior. 85 / 136 . E . g) Coluna tamanho: x-y. e) coluna Tipo: N – campo numérico.

Tratando-se de operações com o exterior. sendo que os valores permitidos são listados ao final do leiaute. Os espaços informados no início e no final do campo alfanumérico também devem ser evitados. sendo que o conteúdo da expressão regular é listado ao final do leiaute. é 60 posições. exemplo “D1”.03. Regras de preenchimento dos campos do Conhecimento de Transporte eletrônico: • • • • • • • • • Campos que representam códigos (CNPJ. quando ele existir.04 e 05. exceto nas operações com o exterior. CST. a TAG deste campo não deverá ser informada no arquivo do CT-e.02. A existência no leiaute/schema de campos de preenchimento opcional não deve ser interpretado como desobrigação de preenchimento.) devem ser informados com o tamanho fixo previsto.Contribuinte h) coluna Domínio: indica o conjunto de valores permitidos para um determinado campo. o campo modal pode assumir os valores 01. Nesta coluna é apresentada uma referência. quando não especificado. exemplo “ER27”. 86 / 136 . Inexistindo conteúdo (valor zero ou vazio) para um campo não obrigatório. pois esta decisão depende diretamente da legislação tributária. mas. A forma e a obrigatoriedade de preenchimento dos campos do Conhecimento de Transporte Eletrônico estão previstas na legislação aplicável para a operação que se pretende realizar. NCM. As datas devem ser informadas no formato “AAAA-MM-DD”. Por exemplo. uma vez que o campo CNPJ é obrigatório não informar o conteúdo deste campo. sem formatação e com o preenchimento dos zeros não significativos. respeitando o tamanho máximo previsto para o campo e a quantidade de casas decimais. No caso das pessoas desobrigadas de inscrição no CNPJ/MF. Os campos numéricos devem ser informados sem o separador de milhar. deverá obrigatoriamente ser preenchido. j) O tamanho máximo dos campos Tipo “C”. O uso de caracteres acentuados e símbolos especiais para o preenchimento dos campos alfanuméricos devem ser evitados. 2. pois nem todos os serviços de transporte são realizados através de contêiner.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . O preenchimento de zeros não significativos causa erro de validação do Schema XML. com uso do ponto decimal para indicar a parte fracionária se existente respeitando-se a quantidade de dígitos prevista no leiaute. Reg: demonstra a expressão regular associada a um determinado campo. etc. CPF. Significa apenas que existem situações em que o preenchimento de um determinado campo em uma determinada situação não se aplica. i) coluna Exp. sob o título de “Domínio”. EAN. Campos numéricos que representam valores e quantidades são de tamanho variável. deverá ser informado o CPF da pessoa. sob o título “Expressão Regular”. CEP. Nesta coluna é apresentada uma referência. Por exemplo. Pág. o número de um contêiner é um campo opcional no leiaute/schema.

Contribuinte CT-e – Diagrama Simplificado Pág.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 87 / 136 .

Tamanho Domínio Exp.xsd # 1 2 3 4 5 6 Campo infCte versao Id ide cUF cCT Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. Código numérico que compõe a Chave de Acesso. 2 . 2 .Paisagem. 1 . Observações G A A G E E N N N C 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 2 9 D1 ER33 Utilizar a Tabela do IBGE. ER28 Preencher com "0" no caso de série única.60 1 D5 ER52 ER31 10 mod 2 E C 1-1 2 D2 Utilizar o código 57 para identificação do CT-e. com o objetivo de evitar acessos indevidos ao documento. 47 ER54 ER50 Ex: "1.03" Informar a chave de acesso do CT-e e precedida do literal "CTe" 0 1 1 1 2 2 Informações do CT-e Versão do leiaute Identificador da tag a ser assinada Identificação do CT-e Código da UF do emitente do CT-e.Reg. Número aleatório gerado pelo emitente para cada CT-e. E E E N C N 1-1 1-1 1-1 1-9 19 1 D4 ER27 ER34 Formato AAAA-MM-DDTHH:MM:DD Pág. emitido em substituição aos modelos de conhecimentos em papel.A pagar. a série de contingência com autorização pela SRF deve ser "900" ou superior 11 serie 2 Série do CT-e E N 1-1 1-3 12 13 14 nCT dhEmi tpImp 2 2 2 Número do CT-e Data e hora de emissão do CT-e Formato de impressão do DACTE 1 .outros Modelo do documento fiscal 7 8 9 CFOP natOp forPag 2 2 2 E E E N C N 1-1 1-1 1-1 4 1 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 88 / 136 .Pago.99.Contribuinte Schema XML: CTe_v99.Retrato. Código Fiscal de Operações e Prestações Natureza da Operação Forma de pagamento do serviço 0 .

89 / 136 . Tamanho Domínio Exp. 1 .emissão de CT-e avulsa pelo Fisco.20 44 7 ER31 ER2 ER1 Iinformar a versão do aplicativo emissor de CT-e. Observações E N 1-1 1 D4 2 Forma de emissão do CT-e 1 . 2 . que deve ser calculado com a aplicação do algoritmo módulo 11 (base 2. 3 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .CT-e Normal.Normal. pelo contribuinte com seu certificado digital. 1 .Reg. Utilizar a tabela do IBGE.60 2 D3 ER31 Pág.emissão de CT-e com aplicativo do contribuinte.Produção 2 . 3.Contingência Digito Verificador da chave de acesso do CT-e 16 cDV 2 E N 1-1 1 ER35 Informar o dígito de controle da chave de acesso do CT-e.9) da chave de acesso. Versão do processo de emissão Chave de acesso do CT-e referenciado Código do Município onde o CT-e está sendo emitido Nome do Município onde o CT-e está sendo emitido Sigla da UF onde o CT-e está sendo E N 1-1 1 D4 18 tpCTe 2 E N 1-1 1 D6 19 procEmi 2 E N 1-1 1 D6 20 21 22 verProc refCTE cMunEmi 2 2 2 E E E C N N 1-1 0-1 1-1 1 . através do site do Fisco. 17 tpAmb 2 Tipo do Ambiente: 1 .Homologação Tipo do CT-e: 0 .CT-e de Anulação de Valores. Informar 9999999 para as operações com o exterior. 2 . Informar 'EXTERIOR' para as operações com o exterior. Informar 'EX' para operações com o 23 24 xMunEmi UFEmi 2 2 E E C C 1-1 1-1 1 .CT-e Substituto Identificador do processo de emissão do CT-e: 0 . 2 .CT-e de Complemento de Valores.emissão de CT-e avulsa.Contribuinte # 15 Campo tpEmis Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.emissão CT-e pelo contribuinte com aplicativo fornecido pelo Fisco.

02-Aéreo.não Detalhes do retira Indicador do "papel" do tomador do serviço no CT-e Tomador do Serviço: 26 tpServ 2 E N 1-1 1 D6 27 28 29 30 31 32 33 cMunIni xMunIni UFIni cMunFim xMunFim UFFim retira 2 2 2 2 2 2 2 E E E E E E E N C C N C C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 7 1 . E N 1-1 2 D23 emitido 25 modal 2 Modal: 01-Rodoviário. 05-Dutoviário Tipo do Serviço: 0 . 04-Ferroviário. 34 35 36 xDetRetira toma03 toma 2 2 3 E CG E C 0-1 1-1 1 . ER1 ER31 Utilizar a tabela do IBGE. Informar 9999999 para operações com o exterior. Informar 'EX' para operações com o exterior.Subcontratação. Porto ou Estação de Destino? 0 .Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 2 . Informar 'EX' para operações com o exterior. Informar 'EXTERIOR' para operações com o exterior. 1 .60 2 7 1 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Filial. Observações exterior.Redespacho.160 ER31 N 1-1 1 D6 Serão utilizadas as informações contidas Pág. 1 . 3 . Tamanho Domínio Exp.Redespacho Intermediário Código do Município de início da prestação Nome do Município do início da prestação UF do início da prestação Código do Município de término da prestação Nome do Município do término da prestação UF do término da prestação Indicador se o Recebedor retira no Aeroporto.Reg.sim. Informar 'EXTERIOR' para operações com o exterior.Normal. 03-Aquaviário. Informar 9999999 para operações com o exterior. 90 / 136 .60 2 1 D3 D7 D3 ER1 ER31 Utilizar a tabela do IBGE.

12 ER8 ER25 ER31 ER31 ER36 C C C C N 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1 . será informado o CNPJ com zeros. Informar os zeros não significativos. 1-Expedidor.Outros Número do CNPJ CG E CE N N 1-1 1-1 1-1 1 14 D8 ER7 Obs: Informar os dados castrais do tomador do serviço Em caso de empresa não estabelecida no Brasil.Reg. 91 / 136 .14 1 . Observações no respectivo grupo.60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 51 52 53 xMun CEP UF 4 4 4 E E E C N C 1-1 0-1 1-1 1 . informar 9999999 para operações com o exterior.60 1 .60 1 . conforme indicado pelo conteúdo deste campo 0-Remetente.60 7 .255 1 . 3-Destinatário 37 38 39 toma4 toma CNPJ 2 3 3 Indicador do "papel" do tomador do serviço no CT-e Tomador do Serviço: 4 . CEP Sigla da UF. informar EXTERIOR para operações com o exterior.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Nome do município. Informar os zeros não significativos.60 1 . 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 CPF IE xNome xFant fone enderToma xLgr nro xCpl xBairro cMun 3 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 Número do CPF Inscrição Estadual Razão Social ou Nome Nome Fantasia Telefone Dados do endereço Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE). informar EX para operações com o exterior. Tamanho Domínio Exp.60 8 2 D3 ER31 ER46 Informar os zeros não significativos Pág. CE E E E E G E E E E E N C C C N 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 1-1 11 0 .Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 2-Recebedor.

CONVENCIONAL. Tamanho Domínio Exp.15 ER31 Texto REENTREGA.15 1 . 92 / 136 .Reg.Sem data definida Entrega com data definida Tipo de data/período programado para entrega: E C 0-1 1 . a previsão de entrega Entrega sem data definida Tipo de data/período programado para entrega 0.30 ER31 Texto livre: ENTRGA EXPRESSA.10 ER31 ER31 N 1-1 1 D9 69 70 comData tpPer 3 4 CG E N 1-1 1-1 1 D10 Pág. EMERGENCIAL. LOGÍSTICA REVERSA.15 ER31 Sigla ou código interno da Filial/Porto/Estação/Aeroporto de Passagem Sigla ou código interno da Filial/Porto/Estação/Aeroporto de Destino Código da Rota de Entrega Informações ref.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .20 ER31 C 0-1 0-n 1 .60 ER30 ER31 Utilizar a tabela do BACEN 4 4 1 2 Código do país Nome do país Dados complementares do CT-e para fins operacionais ou comerciais Característica adicional do transporte 58 xCaracSer 2 Característica adicional do serviço E C 0-1 1 . REFATURAMENTO. etc 59 60 61 62 63 xEmi fluxo xOrig pass xPass 2 2 3 3 4 Funcionário emissor do CTe Previsão do fluxo da carga Sigla ou código interno da Filial/Porto/Estação/ Aeroporto de Origem E G E G C 0-1 0-1 1 . etc livre: DEVOLUÇÃO. 1-4 1 .Contribuinte # 54 55 56 57 Campo cPais xPais compl xCaracAd Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.15 ER31 64 65 66 67 68 xDest xRota Entrega semData tpPer 3 3 2 3 4 E E G CG E C C 0-1 0-1 0-1 1-1 1 . Observações E E G E C N C 0-1 0-1 0-1 0-1 1 .

Tamanho Domínio Exp.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .10 1 8 8 1 . 2-Até a data.40 1 .Sem hora definida Entrega com hora definida 1--No horário.40 1 . 3-A partir do horário Hora programada Entrega no intervalo de horário definido 4-No intervalo de tempo Hora inicial Hora final Município de origem para efeito de cálculo do frete Município de destino para efeito de cálculo do frete Observações Gerais Campo de uso livre do contribuinte informar o nome do campo no atributo xCampo e o conteúdo do campo no XTexto E CG E E E CG E CG E N N N D D D 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1 D10 1 D9 1 10 10 D8 ER32 ER32 Formato AAAA-MM-DD Formato AAAA-MM-DD 10 ER32 Formato AAAA-MM-DD 80 81 82 83 84 85 86 87 88 hProg noInter tphor hIni hFim origCalc destCalc xObs ObsCont 4 3 4 4 4 2 2 2 2 E CG E E E E E E G T 1-1 1-1 8 ER55 Formato HH:MM:SS N T T C C C 1-1 1-1 1-1 0-1 0-1 0-1 0 . 3-A partir da data 71 72 73 74 75 76 77 78 79 dProg noPeriodo tpPer dIni dFim semHora tpHor comHora tpHor 4 3 4 4 4 3 4 3 4 Data programada Entrega no período definido 4-no período Data inicial Data final Entrega sem hora definida 0.Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 2-Até o horário.Reg. Observações 1-Na data. 93 / 136 .2000 D8 ER55 ER55 ER31 ER31 ER31 Formato HH:MM:SS Formato HH:MM:SS Pág.

60 1 .60 1 .Contribuinte # 89 90 91 Campo xCampo xTexto ObsFisco Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 105 xMun 3 E C 1-1 1 . Observações A E G C C 1-1 1-1 0 . CEP Sigla da UF.160 ER31 ER31 3 3 2 Identificação do campo Conteúdo do campo Campo de uso livre do contribuinte informar o nome do campo no atributo xCampo e o conteúdo do campo no XTexto Identificação do campo Conteúdo do campo Identificação do Emitente do CT-e CNPJ do emitente Inscrição Estadual Razão social ou Nome do emitente Nome fantasia Endereço do emitente Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE). Código do país 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 xCampo xTexto emit CNPJ IE xNome xFant enderEmit xLgr nro xCpl xBairro cMun 3 3 1 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 A E G E E E E G E E E E E C C 1-1 1-1 1-1 1 .10 1 .14 1 .60 ER31 ER31 N C C C 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 14 2 . informar EX para operações com o exterior. informar EXTERIOR para operações com o exterior.20 1 . informar 9999999 para operações com o exterior. Tamanho Domínio Exp. Nome do município.60 1 . .Reg.20 1 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .60 ER5 ER26 ER31 ER31 Informar zeros não significativos C C C C N 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1 . .60 ER31 106 107 108 CEP UF cPais 3 3 3 E E E N C N 0-1 1-1 0-1 8 2 1-4 D3 ER46 Informar zeros não significativos ER30 Utilizar tabela do BACEN Pág. 94 / 136 .60 1 .

14 ER8 ER25 115 116 117 118 119 120 121 122 123 xNome xFant fone enderReme xLgr nro xCpl xBairro cMun 2 2 2 2 3 3 3 3 3 Razão social ou nome do remetente Nome fantasia Telefone Dados do endereço Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE). informar EXTERIOR para operações com o exterior. Informar os zeros não significativos. Tamanho Domínio Exp. será informado o CNPJ com zeros.60 1 . Informar a IE do remetente ou ISENTO se remetente é contribuinte do ICMS isento de inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS. 3 3 1 Nome do país Telefone Informações do Remetente das mercadorias transportadas pelo CT-e 112 CNPJ 2 Número do CNPJ CE N 1-1 113 114 CPF IE 2 2 Número do CPF Inscrição Estadual CE E N C 1-1 1-1 11 0 .60 7 . Informar os zeros não significativos.60 7 . Nome do município.60 ER31 Pág. 95 / 136 .60 1 .Contribuinte # 109 110 111 Campo xPais fone rem Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. informar 9999999 para operações com o exterior.255 1 . Caso o remetente não seja contribuinte do ICMS não informar o conteúdo.Reg. E E E G E E E E E C C N 1-1 0-1 0-1 1-1 1 . Observações E E G C N 0-1 0-1 0-1 1 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .12 ER31 ER36 Poderá não ser informado para os CTe de redespacho intermediário. 14 ER7 Em caso de empresa não estabelecida no Brasil.60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 124 xMun 3 E C 1-1 1 .12 ER31 ER31 ER36 C C C C N 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1 . Nos demais casos deverá sempre ser informado.60 1 .

2 13.60 D3 ER30 ER31 Este grupo deve ser informado quando o documento originário for NF Utilizar a tabela do BACEN ER46 Informar os zeros não significativos 3 3 3 3 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 CEP Sigla da UF. predominância pelo critério de valor econômico. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 3 ER20 Pág. 15 posições. 2 4 ER31 ER31 ER31 ER31 ER32 ER23 ER23 ER23 ER23 ER23 ER23 ER52 Formato AAAA-MM-DD 15 posições. 2 13.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 13. Tamanho Domínio Exp. sendo 12 inteiras e 3 decimais. 15 posições. 2 13. sendo 13 inteiras e 2 decimais. informar EX para operações com o exterior. na existência de mais de um.Contribuinte # 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 Campo CEP UF cPais xPais infNF nRoma nPed serie nDoc dEmi vBC vICMS vBCST vST vProd vNF nCFOP Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.20 10 13. 8 2 1-4 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais.20 1 . 2 13. CFOP da NF ou. Observações E E E E CG E E E E E E E E E E E E C C C C D N N N N N N N N C N C 0-1 1-1 0-1 0-1 1-n 0-1 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1 . 15 posições.Reg.20 1-3 1 . 15 posições. 15 posições. 96 / 136 . Código do país Nome do país Informações das NF Número do Romaneio da NF Número do Pedido da NF Série Número Data de Emissão Valor da Base de Cálculo do ICMS Valor Total do ICMS Valor da Base de Cálculo do ICMS ST Valor Total do ICMS ST Valor Total dos Produtos Valor Total da NF CFOP Predominante 142 nPeso 3 Peso total em Kg E N 0-1 12. sendo 13 inteiras e 2 decimais.

Declaração 99 .60 1 . Tamanho Domínio Exp. Sigla da UF. informar 9999999 para operações com o exterior.Reg. informar EX para operações com o exterior.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .60 ER31 154 155 156 157 158 159 UF infNFe chave PIN infOutros tpDoc 4 2 3 3 2 3 E CG E E CG E C 1-1 1-n 2 D3 N N 1-1 0-1 1-n 44 2-9 ER2 ER37 PIN atribuído pela SUFRAMA para a operação.255 1 .60 1 . Informações das NF-e Chave de acesso da NF-e PIN SUFRAMA Informações dos demais documentos Tipo de documento originário 00 . Observações E G CE CE E E E E E E N N C C C C C N N 0-1 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 14 11 1 .60 1 . .Outros Descrição quando se tratar de 99-Outros Número 153 xMun 4 E C 1-1 1 .20 ER31 Pág.Contribuinte # 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 Campo PIN locRet CNPJ CPF xNome xLgr nro xCpl xBairro cMun Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 3 3 4 4 4 4 4 4 4 4 PIN SUFRAMA Local de retirada constante na NF Número do CNPJ Número do CPF Razão Social ou Nome Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE). informar EXTERIOR para operações com o exterior.60 7 ER5 ER8 ER31 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 2-9 ER37 PIN atribuído pela SUFRAMA para a operação. . 97 / 136 . Informar apenas quando diferente do endereço do remetente. N 1-1 2 D11 160 161 descOutros nDoc 3 3 E E C 0-1 0-1 1 . Nome do município.

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 2 ER32 ER24 Formato AAAA-MM-DD 15 posições. Código do país Nome do país Informações do Recebedor da Carga CE E E E G E E E E E N C C N 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 11 0 .14 1 .60 8 2 1-4 1 . Nome do município.12 ER8 ER25 ER31 ER36 C C C C N 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1 . CEP Sigla da UF. Tamanho Domínio Exp. Observações E E G CE N D N 1-1 0-1 0-1 1-1 14 ER7 Em caso de empresa não estabelecida no Brasil. 98 / 136 . Informar os zeros não significativos.60 1 .60 D3 ER31 ER46 Informar os zeros não significativos ER30 ER31 Utilizar a tabela do BACEN Pág. sendo 13 inteiras e 2 decimais. Informar os zeros não significativos.60 1 . será informado o CNPJ com zeros. informar 9999999 para operações com o exterior. informar EXTERIOR para operações com o exterior.Contribuinte # 162 163 164 165 Campo dEmi vDocFisc exped CNPJ Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.Reg.60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 176 177 178 179 180 181 xMun CEP UF cPais xPais receb 3 3 3 3 3 1 E E E E E G C N C N C 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 1 .60 7 . 10 13. 3 3 1 2 Data de Emissão Valor do documento Informações do Expedidor da Carga Número do CNPJ 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 CPF IE xNome fone enderExped xLgr nro xCpl xBairro cMun 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 Número do CPF Inscrição Estadual Razão Social ou Nome Telefone Dados do endereço Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE).255 1 . informar EX para operações com o exterior.

60 8 2 1-4 1 .Contribuinte # 182 Campo CNPJ Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. informar EXTERIOR para operações com o exterior. Informar os zeros não significativos. Código do país Nome do país Informações do Destinatário do CT-e Número do CNPJ CE E E E G E E E E E N C C N 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 11 0 .14 1 . N 1-1 Pág. 99 / 136 . será informado o CNPJ com zeros. Informar os zeros não significativos. Observações CE N 1-1 14 ER7 Em caso de empresa não estabelecida no Brasil.255 1 . Tamanho Domínio Exp.60 D3 ER31 ER46 Informar os zeros não significativos ER30 ER31 Utilizar a tabela do BACEN Só pode ser omitido em caso de redespacho intermediário 14 ER7 Em caso de empresa não estabelecida no Brasil.Reg.12 ER8 ER25 ER31 ER36 C C C C N 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1 .60 1 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Nome do município.60 1 . 2 Número do CNPJ 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 CPF IE xNome fone enderReceb xLgr nro xCpl xBairro cMun 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 Número do CPF Inscrição Estadual Razão Social ou Nome Telefone Dados do endereço Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE). Informar os zeros não significativos. CEP Sigla da UF. informar EX para operações com o exterior.60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 193 194 195 196 197 198 199 xMun CEP UF cPais xPais dest CNPJ 3 3 3 3 3 1 2 E E E E E G CE C N C N C 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 1 .60 7 . informar 9999999 para operações com o exterior. será informado o CNPJ com zeros.

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Tamanho Domínio Exp.60 1 .14 1 . informar EXTERIOR para operações com o exterior. Nome do município. CEP Sigla da UF.60 ER5 ER8 ER31 N N C 1-1 1-1 1-1 Pág.60 8 2 1-4 1 .Contribuinte # 200 201 202 203 204 Campo CPF IE xNome fone ISUF Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 2 2 2 2 2 Número do CPF Inscrição Estadual Razão Social ou Nome do remetente Telefone Inscrição na SUFRAMA (Obrigatório nas operações com as áreas com benefícios de incentivos fiscais sob controle da SUFRAMA) Dados do endereço Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE).60 7 . Código do país Nome do país Local de Entrega constante na Nota Fiscal Número do CNPJ Número do CPF Razão Social ou Nome 205 206 207 208 209 210 enderDest xLgr nro xCpl xBairro cMun 2 3 3 3 3 3 G E E E E E C C C C N 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1 .60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 211 212 213 214 215 216 217 218 219 xMun CEP UF cPais xPais locEnt CNPJ CPF xNome 3 3 3 3 3 2 3 3 3 E E E E E G CE CE E C N C N C 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 1 .60 1 .255 1 . informar EX para operações com o exterior. informar 9999999 para operações com o exterior. Observações CE E E E E N C C N N 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 11 0 .12 8-9 ER8 ER25 ER31 ER36 ER38 Informar os zeros não significativos.60 D3 ER31 ER46 Informar os zeros não significativos ER30 ER31 Utilizar a tabela do BACEN Informar apenas quando diferente do endereço do destinatário 14 11 1 .Reg. 100 / 136 .

. Sigla da UF.ICMS com redução de Base de Cálculo. 101 / 136 . SEC/CAT.60 ER31 226 227 228 UF vPrest vTPrest 3 1 2 E G E C 1-1 1-1 2 D3 N 1-1 13. ADEME. 20 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .255 1 . 2 ER23 CST do serviço: 00 ICMS Normal. informar 9999999 para operações com o exterior. Tamanho Domínio Exp. 2 ER23 15 posições. 229 230 231 vRec Comp xNome 2 2 3 Valor a Receber Componentes do Valor da Prestação Nome do componente E G E N 1-1 0-n 13. informar EX para operações com o exterior. informar EXTERIOR para operações com o exterior. Valores da Prestação de Serviço Valor Total da Prestação do Serviço 225 xMun 3 E C 1-1 1 . 232 233 234 vComp imp ICMS 3 1 2 Valor do componente Informações relativas aos Impostos Informações relativas ao ICMS E G G N 1-1 1-1 1-1 13.Contribuinte # 220 221 222 223 224 Campo xLgr nro xCpl xBairro cMun Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 2 ER23 C 1-1 1 .Reg. sendo 13 inteiras e 2 decimais. Nome do município. Pág. AGENDAMENTO. sendo 13 inteiras e 2 decimais.60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 3 3 3 3 3 Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE). Pode conter zeros quando o CT-e for de complemento de ICMS 15 posições. etc 15 posições. FRETE VALOR. .60 1 . 40 ICMS isenção. Observações E E E E E C C C C N 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais.15 ER31 Exxemplos: FRETE PESO.60 1 .

102 / 136 . 248 CST80 3 CG 1-1 Pág. 2 D19 ER11 ER23 ER10 ER23 5 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais.ICMS não tributada. 51 . 5 posições. 15 posições.ICMS diferido Responsabilidade do recolhimento do CG E E E E CG E E E E E CG E N N N N N N N N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 2 D20 2 3.tributação normal ICMS Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS Prestação sujeito à tributação com redução de BC do ICMS classificação tributária do serviço: 20 . 2 13.ICMS outras situações. sendo 3 inteiras e 2 decimais.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 51 ICMS diferido. 15 posições. 41 . sendo 3 inteiras e 2 decimais. 2 13.ICMS isenção. sendo 13 inteiras e 2 decimais.Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.ICMS pagto atribuído ao tomador ou ao terceiro previsto para substituição tributária. 2 3. Observações 41 ICMS não tributada. sendo 3 inteiras e 2 decimais.tributação com BC reduzida do ICMS Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS ICMS Isento. 2 3. 90 .ICMS devido para outras UF. 2 D18 ER23 ER10 ER23 15 posições.Reg. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 15 posições. 80 . Tamanho Domínio Exp. 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 CST00 CST vBC pICMS vICMS CST20 CST pRedBC vBC pICMS vICMS CST45 CST 3 4 4 4 4 3 4 4 4 4 4 3 4 Prestação sujeito à tributação normal do ICMS classificação tributária do serviço: 00 . 5 posições. 2 13. não Tributado ou diferido 40 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 13. 81 .

2 13.ICMS outros Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS ICMS Outros 90 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 13. 15 posições. 5 posições. 5 posições. 2 3. complementares. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 D21 ER23 ER10 ER23 ER23 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais. Tamanho Domínio Exp. 15 posições. 2 13. 103 / 136 . 2 13. 5 posições. Observações ICMS atribuído ao tomador ou 3º por ST 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 CST vBC pICMS vICMS vCred CST81 CST pRedBC vBC pICMS vICMS CST90 CST pRedBC vBC pICMS vICMS vCred infAdFisco 4 4 4 4 4 3 4 4 4 4 4 3 4 4 4 4 4 4 2 90 .ICMS outros Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS Valor do Crédito outorgado/Presumido ICMS devido à Outra UF 90 . sendo 13 inteiras e 2 decimais.Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 15 posições. 2 13. 2 13. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 13. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 2 13. etc informações 2 3. 2 3. 2 3. sendo 3 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . sendo 13 inteiras e 2 decimais. Norma referenciada. 2 1 . sendo 3 inteiras e 2 decimais. 15 posições. 15 posições. 15 posições.2000 D21 ER11 ER23 ER10 ER23 ER23 ER31 5 posições. 2 D21 ER11 ER23 ER10 ER23 5 posições. sendo 3 inteiras e 2 decimais. sendo 3 inteiras e 2 decimais. Pág. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 15 posições.Reg.ICMS outros Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS Valor do Crédito Outorgado/Presumido Informações adicionais de interesse do Fisco E E E E E CG E E E E E CG E E E E E E E N N N N N N C N N N N N N N N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 0-1 0-1 2 3.

01-KG. 13. "Medidas: 12X12X12" 275 tpMed 4 Tipo da Medida E C 1-1 1 . PESO BASE DE CÁLCULO. 03-UNIDADE. 104 / 136 . ER31 Exemplos: PESO BRUTO. "REFRIGERADA". Observações 1-1 1-1 N C C 1-1 1-1 0-1 1-n N 1-1 2 D12 00-M3.60 1 . LITRAGEM. Informar a descrição predominante do produto 1 2 3 3 3 3 4 Grupo de informações do CT-e Normal CG e Substituto Informações da Carga do CT-e Valor total da mercadoria Produto predominante Outras características da carga Informações de quantidades da Carga do CT-e Código da Unidade de Medida G E E E G E "FRIA". "GRANEL". 04-LITROS. PESO AFORADO. PESO DECLARADO. sendo 11 inteiras e 4 decimais. 02-TON.Contribuinte # 268 269 270 271 272 273 274 Campo infCTeNorm infCarga vMerc proPred xOutCat infQ cUnid Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. sendo 13 inteiras e 2 decimais. PESO AFERIDO.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .20 ER48 C D 1-1 0-1 0-1 1-n 1 .Reg. Tamanho Domínio Exp. CAIXAS e etc 15 posições. 2 1 .30 ER23 ER31 ER31 15 posições.20 276 277 278 279 280 281 282 283 qCarga contQt nCont lacContQt nLacre dPrev docAnt emiDocAnt 4 2 3 3 4 3 2 3 Quantidade Informações dos containers Número do Container Lacres dos containers Número do lacre Data prevista de entrega Documentos de Transporte Anterior Emissor do documento anterior E G E G E E G G N 1-1 0-n 11. 4 ER17 N 1-1 0-n 1 .20 10 ER31 ER32 Formato AAAA-MM-DD Pág. PESO CUBADO.

20 ER31 ER31 ER39 Pág. será informado o CNPJ com zeros.Reg.60 D3 ER8 ER26 ER31 N 1-1 2 D24 292 293 294 serie subser nDoc 6 6 6 E E E C C N 1-1 0-1 1-1 1-3 1-2 1 . Observações CE N 1-1 14 ER7 Em caso de empresa não estabelecida no Brasil. informar EX para operações com o exterior.Contribuinte # 284 Campo CNPJ Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.NF Modelo 27 05-Conhecimento Aéreo Nacional 06-CTMC 07-ATRE 08-DTA (Despacho de Transito Aduaneiro) 09-Conhecimento Aéreo Internacional 10 – Conhecimento . Informar os zeros não significativos.outros Série do Documento Fiscal Série do Documento Fiscal Número do Documento Fiscal CE E E E G CG E N C C C 1-1 1-1 1-1 1-1 1-2 1-n 11 2 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Informar os zeros não significativos.Carta de Porte Internacional 11 – Conhecimento Avulso 12-TIF (Transporte Internacional Ferroviário) 99 . 4 Número do CNPJ 285 286 287 288 289 290 291 CPF IE UF xNome idDocAnt idDocAntPap tpDoc 4 4 4 4 4 5 6 Número do CPF Inscrição Estadual Sigla da UF. Tamanho Domínio Exp.14 2 1 . Razão Social ou Nome do expedidor Informações de identificação dos documentos de Transporte Anterior Documentos de transporte anterior em papel Tipo do Documento originário: 00-CTRC 01-CTAC 02-ACT 03 . .NF Modelo 7 04 . 105 / 136 .

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Recebedor. por exemplo. mensalmente.442/07. quando a mercadoria transportada é isenta de tributos nacionais para exportação. 106 / 136 . 2 .Contribuinte # 295 296 297 298 299 Campo dEmi idDocAntEle chave seg respSeg Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. Normalmente igual ao valor declarado da mercadoria. sendo 12 inteiras e 3 decimais. depois da lei 11. 5 . Formato AAAA-MM-DD 306 dPrev 3 Data prevista para entrega da carga no Recebedor E D 1-1 10 ER32 Pág.Reg. Nome da Seguradora Número da Apólice Número da Averbação 300 301 302 xSeg nApol nAver 3 3 3 E E E C C C 0-1 0-1 0-1 1 . Para os demais modais esta informação é opcional. o valor a ser pago será maior 303 vMerc 3 Valor da Mercadoria para efeito de averbação E N 0-1 12. 4 .Remetente.Expedidor. 44 ER2 10 ER32 6 5 6 2 3 Data de emissão (AAAA-MM-DD) Documentos de transporte anterior eletrônicos Chave de acesso do CT-e Informações de Seguro da Carga 0. 1.30 1 . diferente por exemplo. 3 ER19 304 305 rodo RNTRC 2 3 Informações do modal Rodoviário Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga CG E N 1-1 1-1 14 ER5 Registro obrigatório do emitente do CT-e junto à ANTT para exercer a atividade de transportador rodoviário de cargas por conta de terceiros e mediante remuneração. pois no caso de indenização. 15 posições.20 20 ER31 ER31 ER31 Obrigatório pela lei 11.Emitente do CT-e.Tomador de Serviço.442/07 (RCTRC) Não é obrigatório. onde é preciso averbar um valor maior. Observações E CG E G E N N D 1-1 1-n 1-1 0-n 1-1 1 D13 Dados obrigatórios apenas no modal Rodoviário. 3 .Destinatário. Tamanho Domínio Exp. pois muitas averbaçoões ocorrem aapós a emissão do CT.

10 2 .Reg. 1 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 107 / 136 . 2 ER23 15 posições. . Dados só serão informados por empresas de transporte rodoviário e quando o CT-e for de carga lotação. ou combinação veicular. 5-9 ER31 322 nroRE 4 Número do Certificado do Regime Especial que permite que o Vale Pedágio não seja pago antecipadamente Valor Total dos Vales Pedágio.14 2 7 . E C 0-1 323 vTValePed 4 E N 0-1 13. Será lotação quando houver apenas 1 tomador do serviço por veículo.Contribuinte # 307 Campo lota Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.12 D3 ER31 ER5 ER31 ER26 1-3 1-6 10 ER31 ER41 ER32 Formato AAAA-MM-DD Número do CNPJ Código interno de uso da transportadora Inscrição Estadual Sigla da UF.Sim Contrato de Transporte Rodoviário de Bens Série do CTRB Número do Contrato de Transporte Rodoviário de Bens Ordens de Coleta associados Série da OCC Número da Ordem de coleta Data de emissão da ordem de coleta 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 320 321 CTRB serie nCTRB occ serie nOcc dEmi emiOcc CNPJ cInt IE UF fone valePed 3 4 4 3 4 4 4 4 5 5 5 5 5 3 G E E G E E E G C N D N N 0-1 1-1 1-1 0 . Este valor deve corresponder ao valor cobrado em todas as praças de pedágio Pág. e por viagem Também conhecido como Carta Frete ou Vale Frete 1-3 1-6 ER40 ER41 3 Indicador de Lotação 0 . Observações E N 1-1 1 D7 Obs. Uso intermo das transportadoras. sendo 13 inteiras e 2 decimais.Não. Telefone Informações de Vale Pedágio E E E E E G Informar os zeros não significativos. Tamanho Domínio Exp. informar EX para operações com o exterior.10 0-1 1-1 1-1 1-1 N C C C C 1-1 0-1 1-1 1-1 0-1 0-1 14 1 .

2expedidor. Dispensado para o caso de uso de Ticket em papel 328 dVig 5 Data de vigência do Contrato E D 1-1 10 ER32 329 330 nDisp nCompC 5 5 Número do dispositivo (cartão ou TAG). Colocar 2099. 324 respPg 4 Responsável pelo pagamento do Vale Pedágio. ou.20 1 . por viagem. Tamanho Domínio Exp. ou.30 ER31 Ou seja.14 ER31 ER31 331 veic 3 G 0-4 Um CT-e poderá ter vários veículos associados. 4-destinatário.TAG. A data de vigência do contrato entre a Empresa Fornecedora e o Responsável pelo Pagamento do Vale Pedágio. Empresa fornecedora do Vale Pedágio E N 1-1 327 xEmp 5 E C 1-1 1 .Ticket em papel. 2 . Só preenchido em CT-e rodoviário de lotação. Dados dos Veículos E E C C 0-1 0-1 1 . 1. 0-emitente do CT-e. Observações existentes na rota de viagem contratada.Cartão magnético. por veículo ou combinação veicular.09 se for prazo indeterminado. Pág.Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 5Tomador do Serviço Informações dos dispositivos do Vale Pedágio E N 1-1 1 D13 325 disp 4 G 0-n Esse grupo não é preenchido se: 1) existe o Regime Especial de ValePedágio. empresa que fornece ao Responsável pelo Pagamento do Vale Pedágio os dispositivos do Vale Pedágio. Formato AAAA-MM-DD. 108 / 136 . 3-recebedor. 2) no trajeto não houver pedágio. Número de ordem do comprovante de compra do Vale Pedágio fornecido para cada veículo ou combinação veicular.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .: cavalo + reboque.09. 3) for carga fracionada 1 D10 326 tpDisp 5 Tipo do dispositivo 0 . ex. 1-remetente.Reg.

Sider UF em que veículo está licenciado Proprietários do Veículo.terceiro. 05 .Aberta.Toco. caso contrário será caracterizado como de propriedade de Terceiro 4 4 4 4 4 4 4 Código interno do veículo RENAVAM do veículo Placa do veículo Tara em KG Capacidade em KG Capacidade em M3 Tipo de Propriedade de veículo: P.Cavalo Mecânico. 02 . 03 .Porta Container.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .não aplicável 01 . coproprietário ou arrendatário do veículo for o Emitente do CT-e.Próprio.Fechada/Baú.Contribuinte # 332 333 334 335 336 337 338 Campo cInt RENAVAM placa tara capKG capM3 tpProp Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.Utilitário. Só preenchido quando o veículo não pertencer à empresa emitente do CT-e E N 1-1 1 D7 340 tpRod 4 E N 1-1 2 D15 341 tpCar 4 E N 1-1 2 D16 342 343 UF prop 4 4 E G C 1-1 0-1 2 D3 Sigla da UF de licenciamento do veículo.não aplicável 01 .Reg.VAN. 04 . Observações E E E E E E E C C C N N N C 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-6 1-6 1-3 1 D14 1 . 04 .Granelera. 03 . T. 05 . 109 / 136 . 1-Reboque Tipo de Rodado: 00 . 02 . Tipo de Carroceria: 00 .Outros. Tamanho Domínio Exp.10 9 ER31 ER31 ER31 ER42 ER42 ER28 Será próprio quando o proprietário. 339 tpVeic 4 Tipo de veículo: 0-Tração. Pág.Truck. 06 .

Contribuinte # 344 345 346 Campo CPF CNPJ RNTRC Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. coproprietário ou arrendatário do veículo junto à ANTT para exercer a atividade de transportador rodoviário de cargas por conta de terceiros e mediante remuneração. 5 5 5 Número do CPF Número do CNPJ Registro Nacional dos Transportadores Rodoviários de Carga 347 348 349 350 xNome IE UF tpProp 5 5 5 5 Razão Social ou Nome do proprietário Inscrição Estadual UF 0-TAC – Agregado.60 2 . espécie de pedido de serviço Número Operacional do Conhecimento Aéreo. Lacres Número do Lacre Informações do(s) Motorista(s) Nome do Motorista CPF do Motorista Informações do modal Aéreo Número da Minuta E E E E C C C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . não obrigatório.Reg. assinado pelo expedidor.20 ER31 Só preenchido em CT-e rodoviário de lotação 358 nOCA 3 Número da Operacional do Conhecimento Aéreo E N 0-1 14 ER5 359 dPrev 3 Data prevista da entrega E D 0-1 10 ER32 Pág.14 2 1 D3 D5 ER31 ER26 351 352 353 354 355 356 357 lacRodo nLacre moto xNome CPF aereo nMinu 3 4 3 4 4 2 3 G E G E E CG E N C N C 0-n 1-1 0-n 1-1 1-1 1-1 0-1 9 ER33 Documento que precede o CT-e. ou 2 – Outros. Informar os zeros não significativos. 1-TAC Independente. Registro obrigatório do proprietário. Esse campo será preenchido com o Identificador da Cia Aérea (999). 110 / 136 .60 11 ER31 ER8 1 . Número (999999999) e Dígito verificador (9) Formato AAAA-MM-DD 1 . 14 posições numéricas. Tamanho Domínio Exp. Range identificar (9). Observações CE CE E N N C 1-1 1-1 1-1 11 14 14 ER8 ER7 ER31 Informar os zeros não significativos.

Cabotagem Irin do navio sempre deverá ser informado grupo de informações dos lacres dos E E CG E E E E E E E E E E E 379 380 irin lacre 3 3 E G 1-1 0-3 1 . O-Oeste Porto de Embarque Porto de Transbordo Porto de Destino Tipo de Navegação: 0 . 1-7 1-2 1-4 13.Interior 1 .60 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 1 . S-Sul. Observações E E G E E C C C N C C 0-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 0-1 1-1 N N C C C C C C C C N 1-1 1-1 0-1 0-1 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 0-1 13.10 1 .10 1 .60 1 D7 D17 ER31 ER31 ER31 ER23 ER23 ER31 ER31 ER31 ER43 campo para transportadoras uso das empresas 15 posições.60 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. Tamanho Domínio Exp.10 Pág.Reg. L-Leste.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .20 1 .60 1 .Contribuinte # 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 370 371 372 373 374 375 376 377 378 Campo xLAgEmi cIATA tarifa trecho CL cTar vTar aquav vPrest vAFRMM nBooking nCtrl xNavio nViag direc prtEmb prtTrans prtDest tpNav Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 2 ER31 ER31 ER31 ER23 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais.14 ER31 ER31 3 3 3 4 4 4 4 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 Loja Agente Emissor código IATA Informações de tarifa Código da Tarifa Valor da Tarifa Informações do modal Aquaviário Valor da Prestação Base de Cálculo do AFRMM AFRMM (Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante) Número do Booking (reserva) Número de Controle Identificação do Navio Número da Viagem Direção:N-Norte. 1 .10 1 1 . 15 posições. 2 13. 111 / 136 .

112 / 136 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. Fluxo Ferroviário Identificação do trem. Valor do Frete Informações da Ferrovia Substituída Número do CNPJ E CG E N C 1-1 1-1 1-1 1 D6 1 .10 2 . informar 9999999 para operações com o exterior. Uso da transportadora 389 390 391 392 393 394 395 396 397 cInt IE xNome enderFerro xLgr nro xCpl xBairro cMun 4 4 4 4 5 5 5 5 5 Código interno da Ferrovia Substituta Inscrição Estadual Razão Social ou Nome Dados do endereço da ferrovia substituída Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE). Informar os zeros não significativos. N 1-1 14 ER5 Informar o CNPJ da Ferrovia Substituída. 1-Mútuo.14 1 . 2.60 ER31 ER26 ER31 C C C C N 1-1 0-1 0-1 0-1 1-1 1 .60 1 .Reg. 2 ER31 ER31 ER23 Trata-se de um número identificador do contrato firmado com o cliente Para o caso de ausência de DCL 15 posições.20 ER31 384 385 386 387 388 fluxo idTrem vFrete ferroSub CNPJ 3 3 3 3 4 E E E G E C C N 1-1 0-1 1-1 0-1 1 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .10 1-7 13. Caso a Ferrovia substituída não seja inscrita no CNPJ o campo deverá preenchido com zeros. Observações cointainers da qtde da carga 381 382 383 nLacre ferrov tpTraf 4 2 3 Lacre Informações do modal Ferroviário Tipo de Tráfego 0-Próprio.60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 Pág.60 1 . E E E G E E E E E C C C 0-1 0-1 1-1 1-1 1 .Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. Tamanho Domínio Exp.rodoferroviário ou 3-rodoviário.255 1 .

2 13. Observações E C 1-1 1 . 2 3 3. 5 posições. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 2 13.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . sendo 13 inteiras e 2 decimais. 15 posições. HAS 5 posições. 2 13. 2 ER46 ER10 ER31 ER10 ER10 5 posições. Ex. DAS.Contribuinte # 398 Campo xMun Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.: GDT.Reg. 2 1-7 ER31 ER44 ER32 ER45 ER23 ER23 ER23 ER23 ER23 ER31 15 posições. Informações da DCL série da DCL número da DCL Data de emissão Quantidade de Vagões peso para cálculo em Toneladas (somatório dos pesos dos vagões) Valor da Tarifa Valor do Frete Valor dos Serviços Acessórios Valor Total do Serviço (Valor do Frete + valor dos serviços) Identificação do trem.20 10 1-5 13. Pág. sendo 13 inteiras e 2 decimais. informações de detalhes dos Vagões Número de Identificação do vagão Capacidade em Toneladas Tipo de Vagão Peso Real em Toneladas Peso Base de Cálculo de Frete em Toneladas 399 400 401 402 403 404 405 406 407 408 409 410 411 412 413 414 415 416 417 CEP UF DCL serie nDCL dEmi qVag pCalc vTar vFrete vSAcess vTServ idTrem detVagDCL nVag cap tpVag pesoR pesoBC 5 5 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 5 5 5 5 E E G E E E E E E E E E E G E E E E E N C 1-1 1-1 0-n 8 2 D3 ER46 C N D N N N N N N C 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-n 1-3 1 . . sendo 3 inteiras e 2 decimais. 15 posições.60 ER31 5 Nome do município. informar EX para operações com o exterior. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 15 posições. 113 / 136 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. Tamanho Domínio Exp. CEP Sigla da UF. informar EXTERIOR para operações com o exterior. 15 posições. . N N C N N 1-1 0-1 0-1 1-1 1-1 8 3. XXX. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 3. 2 13.

1 . 2 ER46 ER10 ER31 ER10 ER10 5 posições. sendo 9 inteiras e 6 decimais. 5 posições. Observações G E G E E G E E E E E G E G E E CG E G N N D C N N C N N N D C 0-n 1-1 0-n 1-1 0-1 1-n 1-1 0-1 0-1 1-1 1-1 0-n 1-1 0-n 1-1 0-1 1-1 0-1 0-n 9.Reg.20 10 ER48 ER32 1 . Tamanho Domínio Exp.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 1 . Não deve ser preenchido para modais aéreo e dutoviário.20 ER31 5 6 5 6 6 3 4 4 4 4 4 4 5 4 5 5 2 3 2 Lacres dos vagões do DCL número do lacre informações dos containeres contidos no vagão com DCL Identificação do Container Data prevista da entrega informações de detalhes dos Vagões Número de Identificação do vagão Capacidade em Toneladas Tipo de Vagão Peso Real em Toneladas Peso Base de Cálculo de Frete em Toneladas Lacres dos vagões número do lacre informações dos containeres contidos no vagão com DCL Identificação do Container Data prevista da entrega Informações do modal Dutoviário Valor da tarifa Preenchido quando for transporte de produtos classificados pela ONU como perigosos. 2 3. 114 / 136 . 6 ER16 15 posições. sendo 3 inteiras e 2 decimais.20 10 ER48 ER32 1 . Número ONU Ver a legislação de transporte de 437 nONU 3 E C 1-1 1-4 ER47 Pág. 5 posições.20 ER31 8 3. sendo 3 inteiras e 2 decimais.Contribuinte # 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 430 431 432 433 434 435 436 Campo lacDetVagDCL nLacre contDCL nCont dPrev detVag nVag cap tpVag pesoR pesoBC lacDetVag nLacre contVag nCont dPrev duto vTar peri Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 2 3 3. sendo 3 inteiras e 2 decimais.

115 / 136 .150 ER31 439 xClaRisco 3 E C 1-1 1 . sendo 13 inteiras e 2 Pág. No caso de transporte rodoviário e ferroviário.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Preencher conforme a legislação de transporte de produtos perigosos aplicada ao modal Quantidade e Tipo de volumes Preencher conforme a legislação de transporte de produtos perigosos aplicada ao modal Ponto de Fulgor.20 ER31 442 qVolTipo 3 E C 0-1 1 . 2 ER48 ER31 ER31 ER31 ER23 15 posições. e risco subsidiário. Tamanho Domínio Exp. informações dos veículos transportados Chassi do veículo Cor do veículo (código de cada montadora) Descrição da cor Código Marca Modelo (utilizar tabela RENAVAM) Valor Unitário do Veículo E C 1-1 1 . Preencher conforme a legislação de transporte de produtos perigosos aplicada ao modal. este campo não é exigido.Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.Reg.40 1-6 13. Ver a legislação de transporte de produtos perigosos aplicadas ao modal Grupo de Embalagem. Ver a legislação de transporte de produtos perigosos aplicadas ao modal Classe ou subclasse. Observações produtos perigosos aplicadas ao modal 438 xNomeAE 3 Nome apropriado para embarque do produto.60 ER31 443 pontoFulgor 3 E C 0-1 1-6 ER31 444 445 446 447 448 449 veicNovos chassi cCor xCor cMod vUnit 2 3 3 3 3 3 G E E E E E C C C C N 0-n 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 17 1-4 1 .40 ER31 440 grEmb 3 E C 0-1 1-6 ER31 441 qTotProd 3 E C 1-1 1 . Ver a legislação de transporte de produtos perigosos aplicadas ao modal Quantidade total por produto.

sendo 13 inteiras e 2 decimais. Informar a data de emissão do documento fiscal.Reg. 116 / 136 . Informar a sub série do documento fiscal. Tamanho Domínio Exp.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Chave de acesso do CT-e emitido pelo Tomador Tomador não é contribuinte do ICMS Chave de acesso do CT-e de Anulação E G E CG CE CG E E E E E E E CE CG E N 1-1 0-1 13. 450 451 452 453 454 455 456 457 458 459 460 461 462 463 464 465 466 467 vFrete infCteSub chCte tomaICMS refNFe refNF CNPJ mod serie subserie nro valor dEmi refCte tomaNaoICMS refCteAnu infCteComp chave 3 2 3 3 4 4 5 5 5 5 5 5 5 4 3 4 1 2 Frete Unitário Informações do CT-e de substituição Chave de acesso do CT-e a ser substituído (original) Tomador é contribuinte do ICMS Chave de acesso da NF-e emitida pelo Tomador Informação da NF ou CT emitido pelo Tomador Informar o CNPJ do emitente do Documento Fiscal Informar o código do modelo do Documento fiscal Informar a série do documento fiscal (informar zero se inexistente). 2 10 44 D25 ER5 ER28 ER28 ER49 ER23 ER32 ER2 15 posições. 2 ER23 15 posições. N 1-1 1-1 44 ER2 N 1-1 1-1 44 ER2 N C N N N N D N 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 14 2 1-3 1-3 1-6 13. N 1-1 1 .10 44 ER2 Detalhamento do CT-e complementado CG Chave do CT-e complementado E N 1-1 44 ER2 Pág. Informar o número do documento fiscal Informar o valor do documento fiscal. sendo 13 inteiras e 2 decimais.Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. Observações decimais.

2 13. Tamanho Domínio Exp. 2 13. 15 posições. 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 ER31 ER23 15 posições. 117 / 136 . 2 13. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 2 3.Reg. sendo 13 inteiras e 2 decimais.tributação normal ICMS Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS Prestação sujeito à tributação com redução de BC do ICMS classificação tributária do serviço: 20 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 D19 ER11 ER23 ER10 ER23 5 posições.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 2 ER23 15 posições. 2 D18 ER23 ER10 ER23 15 posições. 15 posições. 5 posições. 13. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 3. 5 posições. 15 posições. sendo 3 inteiras e 2 decimais. sendo 3 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 3 3 4 4 2 3 4 5 5 5 5 4 5 5 5 5 5 Valores da prestação de serviço Valor Total da Prestação de Serviço Complementado Componentes do valor da prestação Nome do componente Valor do componente Iinformações relativas aos Impostos complementados Prestação sujeito à tributação normal do ICMS classificação tributária do serviço: 00 . 2 13.Contribuinte # 468 469 470 471 472 473 474 475 476 477 478 479 480 481 482 483 484 485 Campo vPresComp vTPrest compComp xNome vComp impComp ICMSComp CST00 CST vBC pICMS vICMS CST20 CST pRedBC vBC pICMS vICMS Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.15 13. Observações G E G E E G G C N N 1-1 1-1 0-n 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 N N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 N N N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 2 3.tributação com BC reduzida do ICMS Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS CG E E E E CG E E E E E Pág.

2 13. Tamanho Domínio Exp.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 41 . 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 13. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 2 13. 5 posições. 2 13. sendo 3 inteiras e 2 decimais.ICMS outros Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS Valor do Crédito outorgado/Presumido ICMS devido à Outra UF 90 .ICMS isenção. 2 3. Observações CG E N 1-1 1-1 2 D20 4 5 ICMS Isento. 15 posições. 2 13. 2 D21 ER11 ER23 ER10 ER23 5 posições.Reg. 2 13. sendo 13 inteiras e 2 2 3. 15 posições. 2 D21 ER23 ER10 ER23 ER23 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 5 posições. sendo 3 inteiras e 2 decimais. sendo 3 inteiras e 2 decimais.Contribuinte # 486 487 Campo CST45 CST Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 2 3. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 15 posições. 51 .ICMS diferido Responsabilidade do recolhimento do ICMS atribuído ao tomador ou 3º por ST 90 .ICMS outros Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS ICMS Outros 90 . 2 13. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 3. 15 posições. 2 D21 ER11 ER23 ER10 ER23 5 posições. 15 posições. Pág. não Tributado ou diferido 40 . sendo 13 inteiras e 2 decimais.ICMS outros Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS 488 489 490 491 492 493 494 495 496 497 498 499 500 501 502 503 504 505 CST80 CST vBC pICMS vICMS vCred CST81 CST pRedBC vBC pICMS vICMS CST90 CST pRedBC vBC pICMS vICMS 4 5 5 5 5 5 4 5 5 5 5 5 4 5 5 5 5 5 CG E E E E E CG E E E E E CG E E E E E N N N N N N N N N N N N N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 2 3.ICMS não tributada. 5 posições. 118 / 136 . sendo 13 inteiras e 2 decimais.

14} [0-9]{0}|[0-9]{14} [0-9]{11} [0-9]{3. 119 / 136 .2}(\.Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.[0-9]{2})? 0\.[1-9]{1}[0-9]{1}|[1-9]{1}[0-9]{0.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .[0-9]{2}|[1-9]{1}[0-9]{0.11} 0|0\.2}(\.[0-9]{1}[1-9]{1}|0\. 2 1 .[0-9]{3}|[1-9]{1}[0-9]{0.Reg.1000 ER23 ER31 15 posições. Tamanho Domínio Exp. sendo 13 inteiras e 2 decimais. N D 1-1 1-1 1-1 44 10 ER2 ER32 Expressões Regulares ER1 ER2 ER3 ER4 ER5 ER6 ER7 ER8 ER9 ER10 ER11 ER12 [0-9]{7} [0-9]{44} [0-9]{15} [0-9]{3} [0-9]{14} [0-9]{3. Observações decimais.[0-9]{2})? 0|0\. 506 507 508 509 510 511 vCred infAdFisco infCteAnu chCte dEmi 5 3 1 2 2 0 Valor do Crédito Outorgado/Presumido Informações adicionais de interesse do Fisco Detalhamento do CT-e do tipo Anulação de Valores Chave de acesso do CT-e original a ser anulado e substituído Data de emissão da declaração do tomador não contribuinte do ICMS ds:Signature E E CG E E E N C 0-1 0-1 1-1 13.7}(\.[0-9]{3})? Pág.

[1-9]{1}[0-9]{3}|0\.[0-9]{4}[1-9]{1}[0-9]{1}|0\.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{2}|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{4}|0\.[0-9]{3}|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{3})? 0\.[0-9]{4})? 0\.7}(\.8} Pág.7}(\.[0-9]{5}[1-9]{1}|[1-9]{1}[09]{0.[0-9]{3})? 0|0\.[0-9]{2}[1-9]{1}[0-9]{1}|0\.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{1}|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{4})? 0\.14}|ISENTO|PR[0-9]{4.11}(\.[0-9]{3}[1-9]{1}[0-9]{2}|0\.8}(\.[0-9]{6})? 0|0\.[0-9]{2}[1-9]{1}|0\.3-9])|(1[0-2]))-(29|30))))) [0-9]{9} (((20(([02468][048])|([13579][26]))-02-29))|(20[0-9][0-9])-((((0[1-9])|(1[0-2]))-((0[1-9])|(1\d)|(2[0-8])))|((((0[13578])|(1[02]))-31)|(((0[1.3-9])|(1[0-2]))(29|30)))))T(20|21|22|23|[0-1]\d):[0-5]\d:[0-5]\d [0-9]{1} [0-9]{7.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .[0-9]{4})? 0\.[0-9]{2}[1-9]{1}[0-9]{3}|0\.[0-9]{3}[1-9]{1}|0\. 120 / 136 .[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{2}|[1-9]{1}[0-9]{0.4} [!-ÿ]{1}[ -ÿ]{0.[0-9]{1}[1-9]{1}|0\.11}(\.12} [1-9]{1}[0-9]{1.[0-9]{4})? 0|0\.[0-9]{2})? [0-9]{0.[0-9]{3})? 0|0\.12}(\.[1-9]{1}[0-9]{3}|0\.[0-9]{4}|[1-9]{1}[0-9]{0.Contribuinte ER13 ER14 ER15 ER16 ER17 ER18 ER19 ER20 ER21 ER22 ER23 ER24 ER25 ER26 ER27 ER28 ER29 ER30 ER31 ER32 ER33 ER34 ER35 ER36 ER37 0\.11}(\.[0-9]{2}[1-9]{1}|0\.10}(\.[1-9]{1}[0-9]{2}|0\.7}(\.[0-9]{3}[1-9]{1}|0\.14} [1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{4})? 0|0\.[0-9]{2})? 0\.[0-9]{4}|[1-9]{1}[0-9]{0.}[!-ÿ]{1}|[!-ÿ]{1} (((20(([02468][048])|([13579][26]))-02-29))|(20[0-9][0-9])-((((0[1-9])|(1[0-2]))-((0[1-9])|(1\d)|(2[0-8])))|((((0[13578])|(1[02]))-31)|(((0[1.11}(\.[0-9]{4})? 0\.[0-9]{2}[1-9]{1}[0-9]{1}|0\.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{1}|[1-9]{1}[0-9]{0.10}(\.[0-9]{4}|[1-9]{1}[0-9]{0.[1-9]{1}[0-9]{3}|0\.[1-9]{1}[0-9]{5}|0\.2} [0-9]{2} [0-9]{1.8} 0|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{2}[1-9]{1}[0-9]{1}|0\.12}(\.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{2}|[1-9]{1}[0-9]{0.[1-9]{1}[0-9]{1}|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{2}|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{3}[1-9]{1}|0\.[1-9]{1}[0-9]{2}|0\.8} [0-9]{2.

31. 29. MA.2} [1-9]{1}[0-9]{0. MS. 33.03 (([0-1][0-9])|([2][0-3])):([0-5][0-9]):([0-5][0-9]) Domínio D1 D2 D3 D4 D5 D6 11.19} [1-9]{1}[0-9]{0. 121 / 136 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 27. PA. 28. 53 57 AC. EX 1. RS. CE. TO. PI.10} [123567][0-9]([0-9][1-9]|[1-9][0-9]) [0-9]{1. AP. MG. 32.4} [0-9]{8} [1-9]{1}[0-9]{0. 21.15} 1\. GO. RJ. 35.9} [0-9]{1. 15. SP. 52. 42. PB. PR. 50. MT.5} [1-9]{1}[0-9]{0. RO. 41. 2 0. 1. BA. ES. 51.5} 0|[1-9]{1}[0-9]{0.3}|ND [A-Z0-9]+ [0-9]{1. 3 Pág. 13. PE. RN. DF. 25. RR. AM. 16. 2.20} [1-9]{1}[0-9]{0. AL.6} CTe[0-9]{44} [0-9]{7. SC. 1. 26.Contribuinte ER38 ER39 ER40 ER41 ER42 ER43 ER44 ER45 ER46 ER47 ER48 ER49 ER50 ER51 ER52 ER53 ER54 ER55 [0-9]{8. 2 0.9} [1-9]{1}[0-9]{0. 12. 22. 24. 14. 23. SE. 17. 43.

1720. 04. 09. 416. 106. 1411. 305. 1506. 1404. 506. 1710. 41. 1002. 2301. 1206. 08. 701. 201. 05. 2002. 122 / 136 . 05 N. 13. 3 00. 1703. 423. 712. 04. 604. 1010. 509. 2801. 421. 103. 55 D23 D24 D25 Pág. 1719. 4. 07. 1702. 1407. 11. 707. 2. 1705. 1005. 411. 1 4 0 1. 1701. 1717. 1004. 04 0. 1509. 2101. 14. 01. 1203. 1211. 02. 304. 1213. 605. 1723. 409. 2401. 51 90 101. 901. 1216. 403. 710. 1007. 1209. 1413. 1101. 2504. 2. 27. 01. 03. 719. 410. 1517. 501. 1304. 1003. 504. 1510. 413. 20. 720. 04. 08. 1714. 415. 1503. 105. 1001. 1721. 2003. 1104. 419. 709. 1401. 1708. 1716. 1711. 1801. 100 8. 2503. 8B. 04. 1901. 03. 5 P. 107. 25. 1514. 06. 3101. 01.Contribuinte D7 D8 D9 D10 D11 D12 D13 D14 D15 D16 D17 D18 D19 D20 D21 D22 0. 2001. 3001. 1601. 3601. 1511. 721. 18. 22. 3401. 404. 2901. 3501. 1 507. 4001 01. 02. 1102. 802. 1409. 402. 1512. 1305. 2502. 1713. 1709. 3901. 03. 102. 704. 104. 1402. 03. 502. 02. 26. 414. 1508. 1518. 05. 10. 1B. 01. 1205. 422. 07. 1006. 09. 99 01. 1009. 3701. 405. 1515. 10. 02. 1406. 705. 11. 507. 2601. 23. S. 406. 1412. 1403. 21. 1215. 1715. 711. 401. 1704. O 00 20 40. 108. T 00. 1214. 1718. 02. 1410. 12. 1212. 06 00. 1202. 2701. 15. 702. 06. 2E. 16. 1207. L. 1103. 171 2. 418. 1208. 3801. 02. 1. 717. 2501. 718. 03. 1724. 24. 1302. 1502. 716. 1513. 303.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 602. 1505. 1706. 302. 601. 1217. 3. 1210. 1201. 722. 3201. 1405. 17. 713. 902. 2D. 2201. 706. 1504. 603. 407. 417. 1516. 408. 703. 503. 99 00. 1501. 1204. 420. 1303. 05 00. 508. 1408. 1722. 04. 801. 412. 708. 28. 505. 3301. 903.

Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

Anexo II – Modelo de DACTE
Modelo Padrão
DACTE
Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico
MODELO SÉRIE NÚMERO FL MODAL

12345678901

DATA E HORA DE EMISSÃO

LOGRADOUROLOGRDOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO, NNN - COMPLEMENTO COMPLEMENTOCOMPLEMENTO - BAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRRO MUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIO - UF - CEP: 12345-123
CNPJ

57

123 123456789 1/N 00/00/0000 - 00:00
CONTROLE DO FISCO

123456789012345678 55 11 1234-1234

INSCRIÇÃO ESTADUAL

123456789012345678
Chave de acesso para consulta de autenticidade no site www.cte.fazenda.gov.br

TELEFONE

42.0801.06.255.692/0001-03-57-111-000.000.071-000.000.062-1
TIPO DO CT-E TIPO DO SERVIÇO TOMADOR DO SERVIÇO FORMA DE PAGAMENTO

NORMAL
CFOP - NATUREZA DA PRESTAÇÃO

SUBCONTRATAÇÃO DESTINATÁRIO

A PRAZO

Nº PROTOCOLO

INSC. SUFRAMA DO DESTINATÁRIO

123456789012345 123456789

1234 - 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567
ORIGEM DA PRESTAÇÃO DESTINO DA PRESTAÇÃO

1234567890123456789012345678901234567890 - 12 - 123
REMETENTE ENDEREÇO

1234567890123456789012345678901234567890 - 12 - 123
DESTINATÁRIO

MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS EXPEDIDOR ENDEREÇO

12345678901234567890123456789012345678901234567890 LOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO, NNN COMPLEMENTOCOMPLEMENTOCOMPLEME - BAIRROBAIRROBAIRO 123456789012345678901234567890123 - 12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 12345678901234567890123456789012345678901234567890 LOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO, NNN COMPLEMENTOCOMPLEMENTOCOMPLEME - BAIRROBAIRROBAIRO 123456789012345678901234567890123 - 12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234

ENDEREÇO

MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS RECEBEDOR ENDEREÇO

12345678901234567890123456789012345678901234567890 LOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO, NNN COMPLEMENTOCOMPLEMENTOCOMPLEME - BAIRROBAIRROBAIRO 123456789012345678901234567890123 - 12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 12345678901234567890123456789012345678901234567890 LOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO, NNN COMPLEMENTOCOMPLEMENTOCOMPLEME - BAIRROBAIRROBAIRO 123456789012345678901234567890123 - 12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234

MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS

MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS

TOMADOR DO SERVIÇO ENDEREÇO CNPJ/CPF

123456789012345678901234567890123456789012345 MUNICÍPIO 1234567890123456789012345678901234 UF 12 CEP 12345-789 PAIS 123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234
OUTRAS CARACTERÍSTICAS DA CARGA VALOR TOTAL DA MERCADORIA

PRODUTO PREDOMINANTE

1234567890123456789012345678901234567890
QNT. / UN. MEDIDA QNT. / UN. MEDIDA QNT. / UN. MEDIDA

1234567890123456789012345678901234567890
QNT. / UN. MEDIDA NOME DA SEGURADORA RESPONSÁVEL

123.456.789.012.345,67
NÚMERO DA AVERBAÇÃO

QNT. / UN. MEDIDA

123456789012345678901234567890
NÚMERO DA APÓLICE

123.456,789
NOME

123.456,789
VALOR

123.456,789
NOME

123.456,789
VALOR

123.456,789
NOME

DESTINATÁRIO 12345678901234567890 12345678901234567890
VALOR VALOR TOTAL DO SERVIÇO

COMPONENTES DO VALOR DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO

123456789012 123456789012 123456789012 123456789012
SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA

123.4567.890,12 123.4567.890,12 123.4567.890,12 123.4567.890,12

123456789012 123456789012 123456789012 123456789012

123.4567.890,12 123.4567.890,12 123.4567.890,12 123.4567.890,12

123456789012 123456789012 123.4567.890,12 123456789012 123.4567.890,12 123456789012 123.4567.890,12
ALÍQ ICMS VALOR ICMS

1.456.789.012.345,67
VALOR A RECEBER

1.456.789.012.345,67
% RED.BC.CALC. ICMS ST

INFORMAÇÕES RELATIVAS AO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO

123456789012345678901234567890123456789012345678901234 234.567.890,12 99 %
DOCUMENTOS ORIGINÁRIOS TP DOC. CNPJ / CPF EMITENTE SÉRIE/NRO.DOCUMENTO TP DOC. CNPJ / CPF EMITENTE

234.567.890,12

99 %

234.567.890,12

SÉRIE/NRO.DOCUMENTO

CTRC NF-E CTRC NF-E CTRC NF-E

123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234

NF NF-E CTRC NF-E CTRC NF-E

123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234

OBSERVAÇÕES

12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123
INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS DO MODAL XXXXXXXXXXXXXXXX

USO EXCLUSIVO DO EMISSOR DO CT-E

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Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

Modelo Padrão – folha de continuação
DACTE
Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico
MODELO SÉRIE NÚMERO FL MODAL

12345678901

DATA E HORA DE EMISSÃO

LOGRADOUROLOGRDOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO, NNN - COMPLEMENTO COMPLEMENTOCOMPLEMENTO - BAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRRO MUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIO - UF - CEP: 12345-123
CNPJ

57

123 123456789 2/N 00/00/0000 - 00:00
CONTROLE DO FISCO

123456789012345678 55 11 1234-1234

INSCRIÇÃO ESTADUAL

123456789012345678
Chave de acesso para consulta de autenticidade no site www.cte.fazenda.gov.br

TELEFONE

42.0801.06.255.692/0001-03-57-111-000.000.071-000.000.062-1
TIPO DO SERVIÇO TOMADOR DO SERVIÇO FORMA DE PAGAMENTO Nº PROTOCOLO INSC. SUFRAMA DO DESTINATÁRIO

TIPO DO CT-E

NORMAL
TP DOC. CNPJ / CPF EMITENTE

SUBCONTRATAÇÃO DESTINATÁRIO
SÉRIE/NRO.DOCUMENTO

A PRAZO
DOCUMENTOS ORIGINÁRIOS TP DOC.

123456789012345 123456789
CNPJ / CPF EMITENTE SÉRIE/NRO.DOCUMENTO

CTRC NF-E CTRC NF-E CTRC NF-E

123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234

NF NF-E CTRC NF-E CTRC NF-E

123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234

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Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

Ferroviário
DACTE
Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico
MODELO SÉRIE NÚMERO FL
MODAL

FERROVIÁRIO

DATA E HORA DE EMISSÃO

LOGRADOUROLOGRDOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO, NNN - COMPLEMENTO COMPLEMENTOCOMPLEMENTO - BAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRRO MUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIO - UF - CEP: 12345-123
CNPJ TELEFONE

57

123 123456789 2/2 00/00/0000 - 00:00
CONTROLE DO FISCO

123456789012345678 55 11 1234-1234

INSCRIÇÃO ESTADUAL

123456789012345678
Chave de acesso para consulta de autenticidade no site

www.cte.fazenda.gov.br

42.0801.06.255.692/0001-03-57-111-000.000.071-000.000.062-1
DOCUMENTOS ORIGINÁRIOS

TP DOC.

CNPJ / CPF EMITENTE

SERIE/NRO.DOCUMENTO

TP DOC.

CNPJ / CPF EMITENTE

SERIE/NRO.DOCUMENTO

CTRC NF-E CTRC NF-E CTRC NF-E

123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234

NF NF-E CTRC NF-E CTRC NF-E

123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234

INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS DO MODAL FERROVIÁRIO NUM. EMISSÃO NUM. TIPO CAPACIDADE PESO REAL/TON PESO B.CALC/TON IDENTIFICAÇÃO DOS CONTÊINERS

12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678

123 123 123 123 123 123 123 123 123

00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000

12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678

123 123 123 123 123 123 123 123 123

123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56

123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56

123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56

12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890

VAGÕES

DCL

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071-000.gov.0801.Contribuinte Dutoviário DACTE Documento Auxiliar de Conhecimento de Transporte Eletrônico CONTROLE DO FISCO ENDERECO LOGRADOURO NÚMERO CIDADE CNPJ TELEFONE COMPLEMENTO ESTADO ESTADO CEP MODAL: Nº 0123456789 Chave de acesso para consulta de autenticidade no site www.692/0001-03-57-111-000.cte.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .br 0123456789012345678901234567890123456789 NATUREZA DOS SERVIÇOS TOMADOR DO SERVIÇO ENDEREÇO NÚMERO CIDADE PAIS CNPJ/CPF REMETENTE ENDEREÇO NÚMERO CIDADE PAIS CNPJ/CPF PRODUTO TRANSPORTADO ESTADO INSCRIÇÃO ESTADUAL CEP COMPLEMENTO ESTADO INSCRIÇÃO ESTADUAL CEP COMPLEMENTO SÉRIE DATA DE EMISSÃO ORIGEM DESTINO DESTINATÁRIO ENDEREÇO NÚMERO CIDADE PAIS CNPJ/CPF QUANTIDADE UNIDADE ESTADO INSCRIÇÃO ESTADUAL VALOR TOTAL DA MERCADORIA (R$) CEP COMPLEMENTO OUTRAS CARACTERÍSTICAS CONTROLE DO FISCO DECLARAMOS QUE FORAM PRESTADOS OS SERVIÇOS CONSTANTES DO CT-e INDICADO AO LADO CHEGADA DATA/HORA CHAVE DE ACESSO PARA CONSULTA www.062-1 Nº 000.000-FL 1/N 00/00/00 00:00 ASSINATURA / CARIMBO Pág.255.gov.cte.br 00/00/00 00:00 SAÍDA DATA/HORA 42.fazenda. 126 / 136 .06.fazenda.000.000.000.

DA B.000.12 234.000.00 CÓDIGO DA TRANSAÇÃO XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 XX XX XX XX 12345678901234 12345678901234 12345678901234 12345678901234 EMPRESA CREDENCIADA 12345678901234567890 12345678901234567890 12345678901234567890 CPF DO MOTORISTA 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 12345678901234567890 12345678901234567890 12345678901234567890 12345678901234567890 12345678901234567890 12345678901234567890 NOME DO MOTORISTA IDENTIFICAÇÃO DOS LACRES EM TRÂNSITO 123456789012345678 123456789012345678 12345678901234567890/12345678901234567890/12345678901234567890 DECLARO QUE RECEBI OS VOLUMES DESTE CONHECIMENTO EM PERFEITO ESTADO PELO QUE DOU POR CUMPRIDO O PRESENTE CONTRATO DE TRANSPORTE NOME CHEGADA DATA/HORA 00/00/00 00:00 RG SAÍDA DATA/HORA ASSINATURA / CARIMBO 00/00/00 00:00 INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS DO MODAL RODOVIÁRIO .56 123.56 123.56 123.56 123. TREM.56 123.O. DATILOGRAFADAS OU CARIMBADAS NESTE CONHECIMENTO.C.56 123. 3 PLACA 123456789 RESPONSÁVEL VIGÊNCIA TOMADOR DO SERVIÇO NÚMERO DO DISPOSITIVO VALOR TOTAL 000.CALC/TON INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS DO MODAL FERROVIÁRIO IDENTIFICAÇÃO DOS CONTÊINERS 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 123 123 123 123 123 123 123 123 123 123.56 123.56 123.56 123456789012345678901234567890123456 123456789012345678901234567890123456 123456789012345678901234567890123456 123456789012345678901234567890123456 123456789012345678901234567890123456 INFORMAÇÃO SOBRE A FERROVIA SUBSTITUÍDA NOME XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 123 123 123 123 123 123 123 123 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 VAGÕES FLUXO FERROVIÁRIO 1234567890 TIPO DE TRÁFEGO CÓDIGO INTERNO CNPJ RODOFERROVIÁRIO NOME 1234567890 123456789012345678 123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890 INSCRIÇÃO ESTADUAL 123456789012345678 PARTICIPAÇÃO DA OUTRA FERROVIA 123.56 123.LOTAÇÃO RNTRC DA EMPRESA 12345678901234 UF RNTRC LOTAÇÃO DATA PREVISTA DE ENTREGA SIM DD/MM/AAAA NRO.56 123.890. FORAM DEVIDAMENTE INFORMADOS E ACONDICIONADOS PARA TRANSPORTE AÉREO. 262 E 264.Contribuinte Modais DADOS ESPECÍFICOS DO MODAL RODOVIÁRIO .890.56 123. O EXPEDIDOR/REMETENTE ACEITA COMO CORRETAS TODAS AS ESPECIFICAÇÕES IMPRESSAS.CARGA FRACIONADA RNTRC DA EMPRESA 12345678901234 LOTAÇÃO DATA PREVISTA DE ENTREGA NÃO DD/MM/AAAA ESSE CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ATENDE À LEGISLAÇÃO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO EM VIGOR DECLARO QUE RECEBI OS VOLUMES DESTE CONHECIMENTO EM PERFEITO ESTADO PELO QUE DOU POR CUMPRIDO O PRESENTE CONTRATO DE TRANSPORTE NOME CHEGADA DATA/HORA 00/00/00 00:00 RG SAÍDA DATA/HORA ASSINATURA / CARIMBO 00/00/00 00:00 INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS DO MODAL AQUAVIÁRIO PORTO DE EMBARQUE PORTO DE DESTINO 12345678901234567890123456789012345678901234567890 IDENTIFICAÇÃO DO NAVIO / REBOCADOR 12345678901234567890123456789012345678901234567890 VR.12 123456789012345678901234567890 123456789 DADOS RELATIVOS A RETIRADA DA CARGA LOJA OU AGENTE EMISSOR X SIM 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890 DECLARO QUE RECEBI OS VOLUMES DESTE CONHECIMENTO EM PERFEITO ESTADO PELO QUE DOU POR CUMPRIDO O PRESENTE CONTRATO DE TRANSPORTE O TRANSPORTE COBERTO POR ESTE CONHECIMENTO SE REGE PELO CÓDIGO BRASILEIRO DE AERONÁUTICA (LEI 7. EMISSÃO NUM.4567. DE CUJO TEOR O EXPEDIDOR/REMETENTE DECORA CONCORDAR E TER PLENA CIÊNCIA.000.56 123.A. 241.56 123.56 123. AFRMM VLR. 244. CERTIFICANDO QUE OS ARTIGOS PERIGOSOS DESCRITOS PELA REGULAMENTAÇÃO DA I. DE CALC.890. EXPEDIDOR / REMETENTE DESTINATÁRIO / RECEBEDOR NOME DATA / HORA NOME DATA / HORA 00/00/00 00:00 RG ASSINATURA RG 00/00/00 00:00 ASSINATURA Pág. ESP.234. 1 S. REB. ESPECIALMENTE PELAS REGRAS RELATIVAS A RESPONSABILIDADE CIVIL PREVISTA NOS ARTIGOS 293. REB.890. MANUSCRITAS.565 DE 19/12/1986).Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .56 123.56 123.56 123.56 123.12 DECLARO QUE RECEBI OS VOLUMES DESTE CONHECIMENTO EM PERFEITO ESTADO PELO QUE DOU POR CUMPRIDO O PRESENTE CONTRATO DE TRANSPORTE CHEGADA DATA/HORA DCL 00/00/00 00:00 RG SAÍDA DATA/HORA ASSINATURA / CARIMBO 00/00/00 00:00 CARACTERÍSTICAS ADICIONAIS DO SERVIÇO 123456789012345 DADOS DA TARIFA TRECHO CL CÓDIGO VALOR 123456789012345123456789012345 CONTA CORRENTE INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS DO MODAL AÉREO CARACTERÍSTICAS ADICIONAIS DO TRANSPORTE NÚMERO OPERACIONAL 999-9-999999-9 NÚMERO DA MINUTA 1234567 RETIRA 12 NÃO 1234 123. TIPO CAPACIDADE PESO REAL/TON PESO B.56 123. DO AFRMM TIPO DE NAVEGAÇÃO DIREÇÃO 12345678901234567890123456789012345678901234567890 IDENTIFICAÇÃO DOS CONTEINERS 01. 127 / 136 .567.567.4567. ESSE CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ATENDE À LEGISLAÇÃO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO EM VIGOR INFORMAÇÕES REFERENTES AO VALE-PEDÁGIO IDENTIFICAÇÃO DO CONJUNTO TRANSPORTADOR TIPO CAVALO S.56 123.56 123.56 123.56 123.56 123. REG. NUM.56 123.12 CABOTAGEM OESTE 123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234 DECLARO QUE RECEBI OS VOLUMES DESTE CONHECIMENTO EM PERFEITO ESTADO PELO QUE DOU POR CUMPRIDO O PRESENTE CONTRATO DE TRANSPORTE NOME CHEGADA DATA/HORA 00/00/00 00:00 RG SAÍDA DATA/HORA ASSINATURA / CARIMBO 00/00/00 00:00 IDENT. REB. 2 S.56 123.

000.3 1234 IVX 2.000.000.000.00 000.00 000. INFORMAÇÕES SOBRE OS PRODUTOS PERIGOSOS CLASSE NRO.3 1234 IVX 2.000.00 000.000.000.000.3 1234 IVX 2. GRUPO CLASSE NRO.000.00 000.000.000. CLASSE SUB-CLASSE NRO.000.3 1234 IVX 2.000.000.000.000.3 1234 IVX 2.3 1234 IVX 2.000.000.00 000.00 000.000.000.3 1234 IVX 2. ONU GRUPO EMBAL.3 1234 IVX 2.000.000.3 1234 IVX 2.00 000.3 1234 IVX 2.00 000.3 1234 IVX 1 1 1 1 2.000.000.3 1234 IVX 2.000. CLASSE SUB-CLASSE NRO.000.000.3 1234 IVX 2.000.3 1234 IVX 1 1 1 1 2.000.00 000.000.00 000.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . CLASSE SUB-CLASSE NRO. DO VEÍCULO FRETE UNITÁRIO 12345678901234567 12345678901234567 12345678901234567 12345678901234567 12345678901234567 12345678901234567 12345678901234567 12345678901234567 12345678901234567 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 123456 123456 123456 123456 123456 123456 123456 123456 123456 000.000.00 000.00 000.00 CLASSE SUB-CLASSE NRO.Contribuinte Específicos INFORMAÇÕES SOBRE OS VEÍCULOS NOVOS TRANSPORTADOS CHASSI COR MARCA/MODELO VR.00 000.3 1234 IVX 2.00 000.000.3 1234 IVX 2.000.000.000. ONU SUB-CLASSE SUB-CLASSE GRUPO EMBAL.00 000.000. 1 1 1 1 2. ONU GRUPO EMBAL.000. ONU GRUPO EMBAL. ONU EMBAL.000.000. 128 / 136 .000.00 000.000.000.000.3 1234 IVX 1 1 1 1 2.3 1234 IVX 2.000.3 1234 IVX 1 1 1 1 2.3 1234 IVX 2.000. UNIT.000.000.000.000.000.000.3 1234 IVX 2.3 1234 IVX 1 1 1 1 2. ONU GRUPO EMBAL.000.000.000.3 1234 IVX 2.00 000.3 1234 IVX Declaro que o(s) produto(s) está(ao) adequadamente acondicionado(s) para suportarem os riscos normais das etapas necessárias a uma operação de transporte e que atende a regulamentação em vigor Pág.

456.012.123 REMETENTE ENDEREÇO 1234567890123456789012345678901234567890 .890. ICMS ST INFORMAÇÕES RELATIVAS AO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO 123456789012345678901234567890123456789012345678901234 234.890.890.071-000.890.4567.456.456.890.456.890.12 123.456.4567.890.12 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .456.12 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 123.4567.fazenda.12 123.890.12 123.890.890.12 99 % OBSERVAÇÕES 234.12 .12 123.4567.890.456.12 123.890.456.890.br TELEFONE 42.012.890.UF . NNN .12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 123456789012345678901234567890123 .12 123.CALC.12 123.456.345.890.12 123.890.255.12 123456789012 123456789012 123456789012 123456789012 123.345.67 VALOR A RECEBER 1. 129 / 136 .4567.456.12 123.890.890.123 DESTINATÁRIO MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS EXPEDIDOR ENDEREÇO 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 123456789012345678901234567890123 .789.890.12 123.000.890. SUFRAMA DO DESTINATÁRIO 123456789012345 123456789 1234 .890.12 123.890.12 ALÍQ ICMS 1.456.567.4567.12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 ENDEREÇO MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS RECEBEDOR ENDEREÇO 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 123456789012345678901234567890123 .456.COMPLEMENTO COMPLEMENTOCOMPLEMENTO .gov.12 COMPONENTES DO VALOR DA PRESTAÇÃO NOME VALOR NOME VALOR NOME VALOR VALOR TOTAL DO SERVIÇO 123456789012 123456789012 123456789012 123456789012 SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA 123.12 123.890.4567.4567.12 123.06.12 123456789012 123456789012 123.890.692/0001-03-57-111-000.12 123456789012 123.789.12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS TOMADOR DO SERVIÇO ENDEREÇO CNPJ/CPF 123456789012345678901234567890123456789012345 MUNICÍPIO 1234567890123456789012345678901234 UF 12 CEP 12345-789 PAIS 123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234 COMPONENTES DO VALOR DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO VALOR COMPLEMENTADO CHAVE DO CT-ECOMPLEMENTADO VALOR COMPLEMENTADO CHAVE DO CT-ECOMPLEMENTADO 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 123.000.456.cte.890.12 123.12 123.12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 123456789012345678901234567890123 .456.456.890.4567.890.BC.NATUREZA DA PRESTAÇÃO DESTINATÁRIO A PRAZO Nº PROTOCOLO INSC.890.12 123.BAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRRO MUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIO .12 123.00:00 CONTROLE DO FISCO 123456789012345678 55 11 1234-1234 INSCRIÇÃO ESTADUAL 123456789012345678 Chave de acesso para consulta de autenticidade no site www.12 99 % 234.12 123.Contribuinte Complemento DACTE Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico MODELO SÉRIE NÚMERO FL MODAL 1234567890 DATA E HORA DE EMISSÃO LOGRADOUROLOGRDOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO.4567.567.456.12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567 ORIGEM DA PRESTAÇÃO DESTINO DA PRESTAÇÃO 1234567890123456789012345678901234567890 .890.4567.890.567.67 % RED.0801.12 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 USO EXCLUSIVO DO EMISSOR DO CT-E Pág.CEP: 12345-123 CNPJ 57 123 123456789 1/N 00/00/0000 .062-1 TIPO DO SERVIÇO TOMADOR DO SERVIÇO FORMA DE PAGAMENTO TIPO DO CT-E COMPLEMENTO DE VALORES NORMAL CFOP .12 123.456.12 123456789012 123.12 123.456.

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Os códigos de município das capitais dos estados são: Município Aracaju Belém Belo Horizonte Boa Vista Brasília Campo Grande Cuiabá Curitiba Florianópolis Fortaleza Goiânia João Pessoa Macapá Maceió Manaus Natal Palmas Porto Alegre Porto Velho código 2800308 1501402 3106200 1400100 5300108 5002704 5103403 4106902 4205407 2304400 5208707 2507507 1600303 2704302 1302603 2408102 1721000 4314902 1100205 Estado Sergipe Pará Minas Gerais Roraima Distrito Federal Mato Grosso do Sul Mato Grosso Paraná Santa Catarina Ceará Goiás Paraíba Amapá Alagoas Amazonas Rio Grande do Norte Tocantins Rio Grande do Sul Rondônia código 28 15 31 14 53 50 51 41 42 23 52 25 16 27 13 24 17 43 11 Pág.gov. 130 / 136 .br/Organizacao/Divisao_Territorial/2006/DTB_2006.zip A seguinte codificação adotada pelo IBGE deverá ser utilizada para representar o código da UF: Região Norte 11-Rondônia 12-Acre 13-Amazonas 14-Roraima 15-Pará 16-Amapá 17-Tocantins Região Nordeste 21-Maranhão 22-Piauí 23-Ceará 24-Rio Grande do Norte 25-Paraíba 26-Pernambuco 27-Alagoas 28-Sergipe 29-Bahia Região Sudeste 31-Minas Gerais 32-Espírito Santo 33-Rio de Janeiro 35-São Paulo Região Sul 41-Paraná 42-Santa Catarina 43-Rio Grande do Sul Região CentroOeste 50-Mato Grosso do Sul 51-Mato Grosso 52-Goiás 53-Distrito Federal 2.Contribuinte Anexo III – Tabelas de UF. com as duas primeiras representando a UF.zip O código de município é composto de 7 dígitos numéricos.ibge. Tabela de código de UF do IBGE A tabela de UF do IBGE está disponível em: ftp://geoftp. Município e País 1.gov. Tabela de código de Município do IBGE Os campos de códigos de municípios devem ser informados com a utilização da Tabela de código de Município mantida pelo IBGE disponível em: ftp://geoftp.ibge.br/Organizacao/Divisao_Territorial/2006/DTB_2006.

com um resto valendo 2 O dígito verificador é: DV = 10 – (resto da divisão).Contribuinte Município Recife Rio Branco Rio de Janeiro Salvador São Luís São Paulo Teresina Vitória código 2611606 1200401 3304557 2927408 2111300 3550308 2211001 3205309 Estado Pernambuco Acre Rio de Janeiro Bahia Maranhão São Paulo Piauí Espírito Santo código 26 12 33 29 21 35 22 32 Informar o código 9999999 e o nome do município “EXTERIOR” para as operações que envolvam localidades do exterior. Cidades-satélites do DF). PONDERAÇÃO (A * B) D. o Dígito Verificador = 8 Pág.1 Validação do código de Município O Código de Município do IBGE tem a composição que segue: • • Composição: UUNNNND Onde: UU = Código da UF do IBGE NNNN = Número de ordem dentro da UF. Código da UF: deve ser válido. deve ser considerado o município sede como localidade da operação. PESOS C. se o produto for superior a 9 os dois algarismos devem ser somados. Obs 2: Se o resto da divisão for zero. Número de ordem dentro da UF: não pode ser zero. 2. Ou seja. Dígito de Controle: módulo 10 (pesos 2 e 1) Obs 1: Considerar a soma dos algarismos no somatório dos produtos dos pesos. CÓDIGO MUN B. 131 / 136 . SOMA ALGARISMOS 3 1 3 3 5 2 10 1 5 1 5 5 0 2 0 0 3 1 3 3 0 2 0 0 O somatório da soma dos algarismos é: 3 + 1 + 5 + 0 + 3 + 0 = 12 Dividindo o somatório por 10 teremos: 12 / 10 = 1. D = Dígito de Controle módulo 10 Validação possível: • • • • • Extensão máxima: 7 dígitos. Extensão mínima: 7 dígitos. conforme Tabela de UF do IBGE.2 Exemplo de cálculo do dígito de controle do código de Município Exemplo 1: Código Município IBGE = 355030 D (Município de São Paulo) A. portanto 10 – 2 = 8 Neste caso.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Quando a operação envolver regiões administrativas (Ex. considerar o dígito verificador igual a zero. 2.

bcb.Buriti de Goiás/GO. 3152131 . disponível em: www. Formosa Japão código 2496 1600 1902 1619 3999 3. 2201919 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . República Popular. 2202251 .1 Validação do código de País Composição do Código de País: • NNND Pág.Ponto Chique/MG. 3.Cônego Marinho/MG. Tabela de código de País do BACEN Para o preenchimento dos campos de códigos de países deve ser utilizada a Tabela de País do Banco Central do Brasil. As aplicações dos Estados devem utilizar os códigos de município do IBGE sem validação do DV – dígito verificador. da mesma forma como consta da tabela de código de município do IBGE. 3117836 . 5203939 .dígito verificador inválido: • • • • • • • • • 4305871 .Contribuinte Exemplo 2: Código Município IBGE = 211130 D (Município de São Luís) A. SOMA ALGARISMOS 2 1 2 2 1 2 2 2 1 1 1 1 1 2 2 2 3 1 3 3 0 2 0 0 O somatório da soma dos algarismos é: 2 + 2 + 1 + 2 + 3 + 0 = 10 Dividindo o somatório por 10 teremos: 10 / 10 = 1. 2201988 .Bom Princípio do Piauí/PI. Coréia. CÓDIGO MUN B. 2611533 – Quixaba/PE.3 Exceção no cálculo do dígito de controle do código de Município O código de Município do IBGE dos seguintes Municípios tem o DV . o Dígito Verificador = 0 2. PONDERAÇÃO (A * B) D. República da. com um resto valendo 0 O dígito verificador é: DV = 10 – (resto da divisão).gov.txt Exemplo de codificação: País Brasil Argentina Chile Paraguai Uruguai código 1058 0639 1589 5860 8451 País Espanha França Itália Portugal Reino Unido código 2453 2755 3867 6076 6289 País Estados Unidos China. 5203962 – Buritinópolis/GO. portanto 10 – 0 = 10 Neste caso. 132 / 136 .Brejo do Piauí/PI.br/rex/ftp/tabela_de_paises. PESOS C.Canavieira /PI.Coronel Barros/RS.

PESOS C. Validação possível: • • • Extensão máxima: 4 dígitos. CÓDIGO PAÍS B. pesos 2 a 9 Obs. PRODUTOS (A * B) 1 4 4 0 3 0 5 2 10 O somatório dos produtos é: 4 + 0 + 10 = 14 Dividindo o somatório por 11 teremos: 14 / 11 = 1. As aplicações dos Estados devem utilizar os códigos de País do BACEN sem validação do DV – dígito verificador. 4525 -MADEIRA. o Dígito Verificador = 8 Exemplo 2 – Código País = 586 D (Paraguai): A.3 Exceção no cálculo do dígito de controle do código de País O código de País do BACEN dos seguintes países tem o DV .dígito verificador inválido: • • • • • • • 1504 -GUERNSEY.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . da mesma forma que consta da tabela de código de país do BACEN. Dígito de Controle: módulo 11. 3. o Dígito Verificador = 0 3. portanto: 11 – 1 = 10 Neste caso. ILHA DO CANAL (INCLUI ALDERNEY E SARK). 3595 -MAN.2 Exemplo de cálculo do dígito de controle do código de País Exemplo 1 – Código País = 105 D (Brasil): A.: Se o resto da divisão for zero ou 1. PRODUTOS (A * B) 5 4 20 8 3 24 6 2 12 O somatório dos produtos é: 20 + 24 + 12 = 56 Dividindo o somatório por 11 teremos: 56 / 11 = 5. CÓDIGO PAÍS B. D = Dígito de Controle módulo 11. ILHA DA. Pág. considerar o dígito verificador igual a zero. 1508 -JERSEY.Contribuinte • Onde: NNN = Número de ordem do Código do País. PESOS C. Extensão mínima: 2 dígitos. 6781 -SAINT KITTS E NEVIS. ILHA DO CANAL. ILHA DE. 7370 – SERVIA. 133 / 136 . com resto valendo 1 Considerar: 11 – (resto da divisão). com resto valendo 3 Considerar: 11 – (resto da divisão). 4985 –MONTENEGRO. portanto: 11 – 3 = 8 Neste caso.

Contribuinte Anexo IV – WS disponíveis Ambiente de Homologação: Os endereços dos Web Services disponíveis podem ser obtidos no sítio nacional do projeto. Ambiente de Produção Os endereços dos Web Services disponíveis podem ser obtidos no sítio nacional do projeto.br Obtenção do WSDL: A documentação do WSDL pode ser obtida na internet acessando o endereço do Web Service desejado.gov.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .cte.fazenda. para obter o WSDL de cada um dos Web Service acione o navegador Web (Internet Explorer. ambiente de produção. ambiente de homologação de empresas.br. 134 / 136 . no endereço http://cte.gov. Exemplificando. por exemplo) e digite o endereço desejado seguido do literal ‘?WSDL’. Pág.fazenda. no endereço http://hom.

135 / 136 .Contribuinte Anexo V – Conjunto de caracteres Código de Barras CODE-128C Conjunto de caracteres representativos do Código de Barras CODE-128C Combinação de barras: B = barra preta e S = espaço (barra branca) Valor Valor Combinação de Barras Combinação de Barras CODE C B S B S B S CODE C B S B S B S 00 50 2 1 2 2 2 2 2 3 1 1 3 1 01 51 2 2 2 1 2 2 2 1 3 1 1 3 02 52 2 2 2 2 2 1 2 1 3 3 1 1 03 53 1 2 1 2 2 3 2 1 3 1 3 1 04 54 1 2 1 3 2 2 3 1 1 1 2 3 05 55 1 3 1 2 2 2 3 1 1 3 2 1 06 56 1 2 2 2 1 3 3 3 1 1 2 1 07 57 1 2 2 3 1 2 3 1 2 1 1 3 08 58 1 3 2 2 1 2 3 1 2 3 1 1 09 59 2 2 1 2 1 3 3 3 2 1 1 1 10 60 2 2 1 3 1 2 3 1 4 1 1 1 11 61 2 3 1 2 1 2 2 2 1 4 1 1 12 62 1 1 2 2 3 2 4 3 1 1 1 1 13 63 1 2 2 1 3 2 1 1 1 2 2 4 14 64 1 2 2 2 3 1 1 1 1 4 2 2 15 65 1 1 3 2 2 2 1 2 1 1 2 4 16 66 1 2 3 1 2 2 1 2 1 4 2 1 17 67 1 2 3 2 2 1 1 4 1 1 2 2 18 68 2 2 3 2 1 1 1 4 1 2 2 1 19 69 2 2 1 1 3 2 1 1 2 2 1 4 20 70 2 2 1 2 3 1 1 1 2 4 1 2 21 61 2 1 3 2 1 2 1 2 2 1 1 4 22 72 2 2 3 1 1 2 1 2 2 4 1 1 23 73 3 1 2 1 3 1 1 4 2 1 1 2 24 74 3 1 1 2 2 2 1 4 2 2 1 1 25 75 3 2 1 1 2 2 2 4 1 2 1 1 26 76 3 2 1 2 2 1 2 2 1 1 1 4 27 77 3 1 2 2 1 2 4 1 3 1 1 1 28 78 3 2 2 1 1 2 2 4 1 1 1 2 29 79 3 2 2 2 1 1 1 3 4 1 1 1 30 80 2 1 2 1 2 3 1 1 1 2 4 2 31 81 2 1 2 3 2 1 1 2 1 1 4 2 32 82 2 3 2 1 2 1 1 2 1 2 4 1 33 83 1 1 1 3 2 3 1 1 4 2 1 2 34 84 1 3 1 1 2 3 1 2 4 1 1 2 35 85 1 3 1 3 2 1 1 2 4 2 1 1 36 86 1 1 2 3 1 3 4 1 1 2 1 2 37 87 1 3 2 1 1 3 4 2 1 1 1 2 38 88 1 3 2 3 1 1 4 2 1 2 1 1 39 89 2 1 1 3 1 3 2 1 2 1 4 1 40 90 2 3 1 1 1 3 2 1 4 1 2 1 41 91 2 3 1 3 1 1 4 1 2 1 2 1 42 92 1 1 2 1 3 3 1 1 1 1 4 3 43 93 1 1 2 3 3 1 1 1 1 3 4 1 44 94 1 3 2 1 3 1 1 3 1 1 4 1 45 95 1 1 3 1 2 3 1 1 4 1 1 3 46 96 1 1 3 3 2 1 1 1 4 3 1 1 47 97 1 3 3 1 2 1 4 1 1 1 1 3 48 98 3 1 3 1 2 1 4 1 1 3 1 1 49 99 2 1 1 3 3 1 1 1 3 1 4 1 Valor 105 Caractere de Início (START) B S B S B S 2 1 1 2 3 2 Caractere de Fim (STOP) B S B S B S B 2 3 3 1 1 1 2 Valor CODE C 100 101 102 103 104 Combinação de Barras B S B S B S 1 1 4 1 3 1 3 1 1 1 4 1 4 1 1 1 3 1 2 1 1 4 1 2 2 1 1 2 1 4 Pág.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .

Superintendência da Zona Franca de Manuas (SUFRAMA). TRANSPORTADORA LIMA TRANSPORTADORA TRANSPEL LTDA TRANSPORTE DELLA VOLPE S/A COM. Maranhão. Rio de Janeiro. Rio Grande do Sul. pelas Secretarias de Fazenda dos Estados de Alagoas. Bahia. Distrito Federal. • NTC&Logística (Associação Nacional de Transporte de Cargas & Logítica). E IND. Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (ENCAT) e as seguintes empresas: • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Aliança Navegação e Logística LTDA ALL . Espiríto Santo.Contribuinte Anexo VI – Projeto Piloto do CT-e O Projeto Piloto do Conhecimento de Transportes eletrônico foi desenvolvido. Sergipe. 136 / 136 . Receita Federal do Brasil. Mato Grosso do Sul.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Santa Catarina.América Latina Logística S/A Andorinha Transportadora LTDA BEMEX LOGÍSTICA LTDA BINOTTO S/A LOGÍSTICA TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO CEVA LOGISTICS LTDA COOPERATIVA DE TRANSPORTE DE CARGAS DO ESTADO DE SC DHL DISPLAN ENCOMENDAS URGENTES LTDA EMPRESA DE TRANSPORTE ATLAS LTDA EXPRESSO ARAÇATUBA TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA EXPRESSO JUNDIAÍ SÃO PAULO LTDA Expresso Mercúrio S/A GOL GRISTEC JÚLIO SIMÕES TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA MIRA OTM TRANSPORTES LTDA MRS PATRUS TRANSPORTE URGENTES LTDA Petrobrás Transporte S/A . • GS1 Brasil. Minas Gerais.TRANSPETRO RODONAVES TRANSPORTES E ENCOMENDAS LTDA RODOVIÁRIO LÍDER LTDA SADIA S/A SARATOGA ENGENHARIA E TRANSPORTES LTDA SPEEDPAK ENCOMENDAS EXPRESSAS LTDA TAM TRANSEICH ASSESSORIA E TRANSPORTES LTDA Transportadora Americana LTDA TRANSPORTADORA GAMPER LTDA TRANSPORTADORA ITAPEMIRIM S.A. Goiás. Pág. TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS ZAPELINI LTDA TRANSPORTES BERTOLINI LTDA TRANSULTRA ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE ESPECIALIZADO LTDA VARIG LOGISTICA S/A O projeto conta ainda com a colaboração das seguintes entidades: • ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre). São Paulo. Mato Grosso. de forma integrada.

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