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Gemas

DNPM | IBGM

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral Departamento Nacional de Produção Mineral

Gemas

C O N V Ê N I O

DNPM • IBGM

156 p. SP. rev.. Brasil) I59 IBGM. Jane Leão N. DNPM. Anexos ISBN: 85-99027-01-8 1. : il. 2. MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL Cláudio Scliar SE CR E TÁ R I O Carlos Nogueira da Costa Júnior SE CR E TÁ R I O A DJ U N TO DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL Miguel Antonio Cedraz Nery D I R E TO R G ER A L João César de Freitas Pinheiro D I R E TO R G ER A L A DJ U N TO Antônio Fernando da Silva Rodrigues D I R E TO R D E D E SEN VO LV I M EN TO E E CO N O M I A M I N ER A L | D I D E M João Ferreira Gomes INSTITUTO BRASILEIRO DE GEMAS E METAIS PRECIOSOS PR E SI D EN T E D O CO NSEL H O D EL I B ER AT I VO Hécliton Santini Henriques PR E SI D EN T E Écio Barbosa de Morais D I R E TO R Edmundo Calhau Filho D I R E TO R REDE IBGM DE LABORATÓRIOS GEMOLÓGICOS Jane Leão Nogueira da Gama CO O R D EN A D O R A Dados Internacionais de Catalogação na publicação (CIP) (Núcleo Setorial de Informação. -.Brasília. e atual. I. supervisão e revisão técnica desta edição.091 . / Consultoria. 2005. Gemas. 29 cm. Título. Pedras preciosas.Silas Rondeau Cavalcante Silva M I N IS T R O D E E S TA D O MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Nelson José Hubner Moreira SE CR E TÁ R I O E XE CU T I VO SECRETARIA DE GEOLOGIA. CDU 549. da Gama. ed. Manual Técnico de Gemas / IBGM. – 3.

Gemas .

6 8 10 14 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO MATERIAIS GEMOLÓGICOS ESPECIFICAÇÃO DAS GEMAS USUAIS 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 Ágata Água-marinha Alexandrita Ametista Andaluzita Apatita Berilo Verde Brasilianita Calcita Citrino Cornalina Crisoberilo Crisoprásio Diamante Diopsídio Epidoto Escapolita Esfênio Esmeralda Espinélio Espodumênio Euclásio Feldspato Microclínio Feldspato Ortoclásio Feldspato Plagioclásio Fluorita Granada Almandina Granada Andradita Granada Espessartita Granada Grossulária Granada Hidrogrossulária Granada Piropo Granada Rodolita Granada Malaia e com mudança-de-cor Heliodoro Hematita Howlita Iolita Jade (Jadeíta) Jade (Nefrita) Jaspe Lápis-lazúli Lazulita Malaquita Marcassita Moldavita Morganita Obsidiana Olho-de-gato Olho-de-tigre Ônix Opala Pedra-de-sangue Peridoto Pirita Quartzo Aventurino Quartzo Cristal-de-Rocha Quartzo Dendrita Quartzo Fumé Quartzo Rosa Quartzo Rutilado Quartzo Turmalinado 4 .

79 80 81 82 84 87 88 89 90 92 93 94 95 96 97 98 100 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 114 115 116 117 118 Quartzo Verde Rodocrosita Rodonita Rubi Sa ra Serpentina Sodalita Tanzanita Topázio Turmalina Bicolor Turmalina Indicolita Turmalina Paraíba Turmalina Rubelita Turmalina Verde Turquesa Zircão ESPECIFICAÇÃO DAS GEMAS ORGÂNICAS 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 144 146 148 151 152 154 Dioptásio Enstatita Esfarelita Fenaquita Gahnoespinélio Idocrásio Kornerupina Montebrasita Pectolita Petalita Rutilo Sillimanita Sinhalita Taa eíta Thomsonita Variscita ESPECIFICAÇÃO DAS GEMAS ARTIFICIAIS Âmbar Amonita Azeviche Concha Copal Coral (Calcário) Coral (Conchiolina) Mar m (Elefante) Pérola Pérola Cultivada ESPECIFICAÇÃO DAS GEMAS NÃO USUAIS GGG Titanato de Estrôncio YAG Zircônica Cúbica ÍNDICE REMISSIVO ANEXOS ANEXO I • MAPA GEMOLÓGICO BRASILEIRO ANEXO II • MATERIAIS GEMOLÓGICOS NATURAIS ANEXO III • PRODUTOS SINTÉTICOS E ARTIFICIAIS ANEXO IV • GRUPOS MINERALÓGICOS DE INTERESSE GEMOLÓGICO ENDEREÇOS PARA CONTATOS Actinolita Benitoíta Cassiterita Cianita Danburita 5 .

Con antes em que o Manual atenderá à demanda do público a que se destina. dados sobre 113 gemas e continua disponibilizando ao mercado brasileiro informações técnicas e físicas relativas aos materiais gemológicos. fruto da parceria entre o DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral e o IBGM – Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos. tornando-se fonte de referência para pesquisa e consulta.T emos o prazer de apresentar a terceira edição do Manual Técnico de Gemas. particularmente aos gemólogos. a harmonização e normalização dos conhecimentos utilizados pelos setores públicos e privados. O trabalho permite ainda. incluindo 22 novas gemas. agora. A publicação apresenta. agradecemos a todos quantos tornaram possível a sua realização. Brasília. a exemplo dos documentos técnicos emitidos pelos laboratórios gemológicos na certi cação de autenticidade de gemas. inclusão/exclusão de fotogra as e o aperfeiçoamento do texto. este Manual Técnico incorporou diversas melhorias. dezembro de 2005 Miguel Antônio Cedraz Nery D I R E TO R G ER A L D O D N PM Hécliton Santini Henriques PR E SI D EN T E D O I B G M 6 . A exemplo das edições anteriores. em língua portuguesa.

TOPÁZIO IMPERIAL • FOTO: CARLOS CORNEJO 7 .

Primeiramente são apresentadas informações sobre as de nições. respectivamente: o mapa gemológico brasileiro. que revelam em detalhes a beleza das gemas. as gemas sintéticas. que são normalmente descritas em documentos. 8 . Para facilitar a busca do leitor. arti ciais e os produtos encontrados no setor e os grupos mineralógicos e espécies minerais que são de interesse para gemológia. optamos por adotar a classi cação das gemas de acordo com a mineralogia. Estão resumidas na publicação as informações relativas às gemas mais comumente encontradas e comercializadas no Brasil. não usuais. incluindo descrição de suas propriedades físicas.N esta nova edição do Manual Técnico de Gemas. Finalmente. separadas pelas categorias usuais. os nomes mais comumente usados pelo mercado. são descritas 113 gemas. os materiais gemológicos naturais. orgânicas e arti ciais. normas técnicas ou publicações de difícil acesso ao público que se dedica pro ssionalmente ou como apreciador de gemas e jóias. foi incorporado um índice remissivo de gemas que inclui. Os anexos de I a IV apresentam. Na seqüência. são apresentados os endereços das delegacias do DNPM e da Rede IBGM de Laboratórios Gemológicos que estarão à disposição para dirimir dúvidas ou emitirem certi cados de identi cação de gemas. nomenclaturas e regras de utilização das gemas. Tudo ricamente ilustrado por fotos coloridas de alta qualidade. além das variedades.

IBGM. JÓIAS E AFINS DO BRASIL ACESSE O SITE DO IBGM WWW.PARA OBTER INFORMAÇÕES DETALHADAS DO SETOR DE GEMAS.COM.BR QUARTZO RUTILADO • FOTO: CARLOS CORNEJO 9 .

RUTILO • FOTO: CARLOS CORNEJO 10 .

sem ter um correspondente na natureza. compostos de duas ou mais partes unidas por cimentação. As gemas sintéticas são os produtos cristalizados. decorações de interiores e como acabamento arquitetônico. estas são denominadas de gemas naturais. colorida ou não.ISO e CIBJO. dureza e outros). esculturas.s materiais gemológicos normalmente encontrados no Brasil ou que são comumente comercializados possuem de nições e nomenclaturas indicadas em normas técnicas especí cas nacionais – ABNT e internacionais . foi ocasionada pelo homem independentemente do método utilizado. que pode ser ou não de igual composição química. químicas e estrutura cristalina correspondem essencialmente às das gemas naturais. uma na camada. conforme a seguir: P R I N C I PA I S D E F I N I ÇÕ E S E N O M E N C L AT U R A U T I L I Z A D A O Os materiais gemológicos naturais são aqueles inteiramente formados pela natureza. nomenclaturas e regras de utilização comercial e técnicas constantes dos citados documentos técnicos. Quando as substâncias naturais orgânicas ou inorgânicas. e orgânica: os de origem animal ou vegetal. por suas características intrínsecas (cor. ou qualquer outro método articial. Julgou-se conveniente reunir e apresentar. Suas propriedades físicas. As gemas compostas são corpos cristalinos ou amorfos. as principais de nições. 11 . são denominados de materiais ornamentais. sintéticas ou articiais. As gemas revestidas são as que sobre sua superfície se fez depositar. raridade. cuja fabricação. brilho. por cristalização ou outros meios. Os produtos gemológicos sintéticos e arti ciais são os fabricados pelo homem. como também vidro. de forma sistematizada. São denominados de gemas arti ciais os produtos criados e fabricados pelo homem. sem interferência do homem. são utilizadas principalmente como adorno pessoal. Quando os minerais ou rochas naturais são utilizados principalmente para coleções. São de origem inorgânica: os minerais e as rochas. Seus componentes podem ser tanto gemas naturais.

cientí cos e técnicos. bem como nos documentos comerciais. deve-se identi car claramente cada artigo e material utilizado ou exposto. em toda comunicação dirigida ao público ou em qualquer transação comercial (documentos publicitários. zircôna cúbica e berilo incolor como simulantes do diamante.: sa ra e rubi com tratamento de difusão D] gemas cuja cor for alterada por tratamento químico. As normas técnicas nacionais – ABNT e internacionais – ISO e CIBJO apresentam as regras que devem ser atendidas quando do uso dos termos inerentes aos materiais gemológicos.: opala tingida. a cor e/ou a aparência das gemas naturais ou sintéticas. etc. topázio bombardeado. Todas as gemas modi cadas arti cialmente. em caracteres da mesma dimensão e da mesma cor que os da denominação fundamental. sendo obrigatório a informação completa do tratamento que a gema recebeu. ® O tratamento de esmeralda. essa deve ser acompanhada de um documento que descreva a natureza. outros documentos scais. Ex.). rubelita. químicas ou sua estrutura cristalina. naturais ou não. “diamante lapidação rosa”. sem qualquer ambigüidade e com igual destaque.: zircão incolor. juntamente com efeito de ácidos e/ou soluções tingidoras: ágata verde e ágata azul. na sua titularidade e massa (peso). Deve-se evitar o uso de nomes de minerais ou gemas como descritivos de atributos de cor.: “sa ra lapidação brilhante”. Gemas que são coloridas ou têm sua cor modi cada por tratamento químico ou físico-químico devem ser classi cadas como “tratadas”. arti ciais ou sintéticas que pela sua aparência (cor. tais como: ® A transformação permanente de cor da gema somente por tratamento térmico. – Ex. Existem tipos de tratamento considerados práticas comerciais estabelecidas e que são aceitas no mercado internacional . devendo-se evitar qualquer abreviação. substâncias oleosas ou óleos incolores ou resinas incolores do tipo ópticon e similares é uma prática estabelecida que o mercado geralmente aceita. “esmeralda lapidação baguette”. sem qualquer descrição adicional do material. em conseqüência do tratamento a que foram submetidas. topázio irradiado. gemas e outros termos devem ser usados adequadamente. Ex. As gemas reconstituídas são materiais produzidos pelo homem mediante fusão parcial ou aglomeração de fragmentos de gemas. Não se deve combinar nomes de gemas. Incluem-se nesse caso: A] gemas cuja cor foi alterada por irradiação ou bombardeamento. Ex. devendo sempre. Denominados de produtos de fantasia. Ex. Ex. O termo brilhante.As imitações são os produtos que imitam gemas naturais ou sintéticas. documentos comerciais. brilho) simulam gemas naturais de maior valor ou mais conhecidas. ágata tingida. rubi).: berilo (água-marinha. são fabricados pelo homem no intuito de reproduzir o efeito óptico. turmalina (todas as cores). gemas sintéticas ou gemas arti ciais ou jóias com elas fabricadas. principalmente quando utilizados em certi cados. Os produtos gemológicos cultivados são os produzidos pela natureza com intervenção parcial do homem. que não possuem nada em comum uma com a outra. em lapidação brilhante. No caso de jóia confeccionada com uma ou mais gemas. sem possuir suas propriedades físicas. quartzo (citrino. O espinélio vermelho como simulante do rubi e a turmalina verde como simulante da esmeralda. quantidade e massa das gemas. Nas ocasiões e nos locais onde são exibidas gemas naturais. Isto deve aplicar-se nas publicações o ciais e técnicocientí cas. etc. B] gemas que foram revestidas. exceto no caso do termo brilhante como anteriormente indicado. Ex. prasiolita). “citrino-topázio”ou “topázio-citrino”. sendo recomendados somente os nomes “citrino” e “quartzo amarelo”. bem como o metal precioso empregado na sua fabricação. As gemas que. coríndon e outras gemas com para na.: a variedade amarela de quartzo não deve ser descrita como “quartzo-topázio”. ® Branqueamento de mar m. no caso de apresentação escrita. deve ser somente aplicado para diamantes redondos. sa ra incolor. C] gemas tratadas por processo de difusão Ex. devem ser designadas como tal sem qualquer ambigüidade. “turmalina lapidação gota” e “sa ra lapidação cabochão”. 12 . faturas. Quando as denominações exigirem complementos. ser colocado junto ao nome da gema.: jaspe tingido de azul. topázio (róseo). morganita). a natureza do tratamento ao qual foi submetida. ® Transformação permanente de cor da gema por meio de tratamento térmico. A pérola cultivada é uma gema de origem orgânica produzida pela natureza com intervenção parcial do homem.: esmeralda revestida. “rubi lapidação esmeralda”. Ex. etiquetas. coral e pérola. enquanto a radioatividade adquirida não houver cessado totalmente. “esmeralda lapidação navette”.: rubi-espinélio e sa ra tipo alexandrita. estes devem constar. ou cujas cavidades foram preenchidas com vidro ou produtos similares solicitadas devem sempre e sem qualquer ambigüidade e com igual destaque ter seu nome acompanhado das expressões: “com inclusões removidas” ou “com cavidades preenchidas ”. E] As gemas cujas inclusões foram removidas ou tratadas com o uso de laser ou outros meios. para simular a cor ou aparência de uma outra gema. A seguir são indicadas as considerações mais importantes a serem observadas: As substâncias naturais e produtos sintéticos e arti ciais devem ser denominados de acordo com as de nições e as nomenclaturas anteriormente indicadas. se tornarem radioativas não devem ser comercializadas ou usadas. R E G R A S D E U T I L I Z AÇ ÃO D A S D E F I N I ÇÕ E S E N O M E N C L AT U R A Os nomes de minerais. notas. Indicações com relação aos tipos de lapidação e forma devem ser expressas como nos exemplos a seguir: Ex. coríndon (sa ra. Deve-se evitar o uso de nomes de talhes e formas de lapidação sozinhos para designar uma gema. As gemas simulantes são gemas naturais.: diamante irradiado. zoisita (tanzanita).

seja lapidado. para cada artigo. Os termos gema dupla e gema tripla devem. usando-se o nome correto do material em questão. alta classe. A substância assim obtida pode ser chamada pelo nome da gema correspondente. depois de lapidadas o quilate métrico.: turmalina olho-de-gato). Os termos nobre.: vidro verde. gema tripla ou outros similares devem ser usados para descrever os “doublets” ou “triplets” e outras gemas compostas. usualmente denominado quilate. total ou parcialmente induzida pelo homem. identi car ou se referir a qualquer imitação. o uso de outro adjetivo quali cativo que não seja sintético. Os produtos de nidos como imitações devem ser descritos claramente e sem qualquer ambigüidade e com igual destaque. O nome ou marca do fabricante pode ser acrescentado.: espinélio azul sintético). devendo o nome da gema sempre fazer parte da designação. cuja massa (peso) é sempre expressa em quilates. substituindo-a por “preciosa”. que reúne os mais importantes produtores e exportadores de pedras coradas.: fabulita (arti cial) ou titanato de estrôncio (arti cial). para descrever produtos obtidos por cristalização. Deve ser evitado.: prasiolita (ametista que adquire a cor verde por tratamento térmico). 13 . arti cial. Gemas que mostram fenômenos ópticos como o acatassolamento ou “chatoyancy“ devem ser descritas por seus nomes minerais ou de variedades. diamondite. deve-se discriminar a massa (peso) individual das gemas que compõem a jóia. A indicação de massa (peso) de gemas no estado bruto tem como unidade para ns de comercialização o grama e. esmeraldita. devem ser abolidos por serem inadequados para designar variedades gemológicas. acrílico azul. formadas por duas ou mais partes distintas. também. deve-se evitar o uso de nomes de fantasia para gemas coloridas arti cialmente ou tratadas. pode ser chamada apenas de “olho-de-gato”. na condição expressa de que o nome seja imediatamente seguido pela palavra sintético. opalina. devem ser designados pelo seu nome de fantasia ou químico. Do mesmo modo. Termos como sintético. réplica. dos quais não se conhece um equivalente na natureza.T DE GEMAS NÃO T R ATA DA N POR AQUECIMENTO RESINA OU ÓLEO INCOLORES BRANQUEAMENTO COR POR AQUECIMENTO POR AQUECIMENTO COM SOLUÇÕES TINGIDORAS TRANSPARÊNCIA REALÇADA ENHANCED E REVESTIMENTO DIFUSÃO TINGIMENTO TRATADA T ÓLEO OU RESINA COLORIDAS PREENCHIMENTO DE CAVIDADES COM VIDRO IRRADIAÇÃO POR LASER Por outro lado. Gilson ou Linde ou termos similares ou as palavras produção. não importando o material básico ou método utilizado. Os produtos cristalizados arti cialmente. equivalente a 0. para qualquer substância obtida por cristalização. autêntico. Ex. ou as letras de codi cação apresentadas no Quadro N.200 g. Ex. deve ser chamada de gema dupla granada-vidro e não de gema dupla de granada. real. puro ou qualquer outro semelhante. zircônia cúbica (arti cial). no. Ex: a gema dupla cuja parte superior seja uma granada e cuja parte inferior seja um vidro azul. rubi sintético Kashan. (Ex. unidas por qualquer processo físico ou químico. total ou parcialmente causados pelo homem. seja no estado bruto. o número de gemas e sua massa (peso) total. oriental. diamonair. serem seguidos pelo nome dos componentes listados a partir da camada superior até a inferior. linobato (arti cial) ou niobato de lítio (arti cial). Ex.E. que apresenta este fenômeno óptico. abreviada e/ou alusiva). arti cial. evitando qualquer possibilidade de ser esse material confundido com material natural. que pode ser confundido com uma prasiolita natural. Gilson ou Linde. imitação. Somente a variedade de crisoberilo. serem colocados junto ao nome correto do material (Ex. Não devem ser usadas expressões como: esmeralda Chatham. ou esmeralda criada-Chatham. arti cial ou cultivada. com gra a ou pronúncia do nome das gemas ou substâncias orgânicas. reprodução. Não deve ser usado o nome gema isoladamente. esmeralda sintética Gilson. Os termos gema dupla. determina aos seus associados que coloquem nos documentos de venda e certi cados de gema a descrição completa. Não devem ser usados marcas registradas ou nomes de fantasia que possuam similaridade (completa. sem qualquer ambigüidade e com igual destaque. Deve ser evitado o uso de palavras tais como reprodução.E.: rubi sintético e diamante sintético). cientí ca. as gemas que possuem o efeito estrela (asterismo).T de Gemas ou a descrição do tratamento que as gemas forem submetidas para realçar a transparência. Quando necessário. uma vez que tais nomes podem gerar dúvidas. revestido ou cultivado. verdadeiro. superior. uma vez que estas palavras podem confundir o público com relação a verdadeira natureza do material. podem ser descritas como gemas estreladas ou astéricas (Ex. Ao ser indicada a massa (peso) das gemas de uma determinada jóia devese especi car.: esmeralda sintética Chatham. salvo nos casos de exigências comerciais ou legais. Quando for o caso pode ser também acrescentada a cor (Ex. seguidos do termo olho-de-gato. YAG (arti cial) ou aluminato de ítrio (arti cial).: diamite.A International Colored Gemstone Association – ICA principal entidade de classe. réplica. cultivada e outros similares devem. imediatamente. cor e/ou retirada e preenchimento de inclusões: QUADRO N. Deve ser evitado uso da palavra semipreciosa. Excetua-se o diamante.: sa ra-estrela e rubi-estrela). Ex. Ex. ou termos similares para descrever. etc. seguido da palavra arti cial entre parênteses.

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utilizando-se de normas técnicas nacionais e internacionais.ES PE CIF ICA ÇÃ O D A S GE M A S US UA IS s gemas são identi cadas por meio dos valores de suas características físicas. São a seguir apresentadas as várias grandezas físicas das gemas comumente encontradas e comercializadas no Brasil. As abreviaturas utilizadas neste manual são: RD RS AGG RDA UVL UVC Refração Dupla Refração Simples Reação de Agregados Refração Dupla Anômala Ultra Violeta Onda Longa Ultra Violeta Onda Curta A 15 . medidas por intermédio de ensaios realizados em laboratórios gemológicos.

60 (+0. -0.05) concoidal algumas vezes granulada de brilho fosco a ceráceo não apresenta inclusões minerais (limonita. goethita. algumas podem uorescer de fraco a forte verde amarelado (UVC e UVL não apresenta espectro signi cativo.Ágata CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO ® ® ® ® ® silicatos quartzo criptocristalino hexagonal (trigonal) SiO2 calcedônia muitos. porém pode apresentar 0. pirolusita e hornblenda) freqüentemente tingida de várias cores.004 não apresenta não apresenta geralmente inerte. devido a sua grande porosidade. com camadas de cor.linhas oscilantes em torno de 645 e 670 nm 2. ágata. vermelho (óxido de ferro. marrom e vermelha.1.7 pode mudar a cor estável atacado por ácido uorídrico. ágata iridescente e ágata-de-fogo várias. quase a totalidade das ágatas utilizadas em joalheria é colorida arti cialmente de semitransparente a opaco de gorduroso a vítreo pode apresentar iridescência 1. usualmente cinza azulada. verde (sais de cromo).539 AGG normalmente indetectável. sendo que alguns têm signi cado apenas local. azul (ferro cianeto de potássio e sulfato de ferro) nenhuma 6. mais estáveis. ágata musgo. também tratamento térmico para intensi car a cor). espessura e porosidade diferentes.535 . principalmente com corantes metálicos.5 .10. verde tingida . preto (açúcar e ácido sulfúrico). apresenta estrutura bandada. branca. ácido nítrico pode atacar a tingidura ® COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® 16 .

Água-marinha CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM ® ® ® ® ® silicatos berilo hexagonal.5 . RD de 0. quase nunca vista.017) uniaxial negativo.009 0.05) concoidal de brilho vítreo a resinoso muito difícil em uma direção. espinélio sintético azul.verde azulado e azul esverdeado de azul esverdeado ao azul-verde. menos freqüentemente. paralelos ao eixo c do cristal (“efeito chuva”).014 de fraco a moderado .0.8 geralmente não é sensível a menos que contenha inclusões líquidas estável atacada por ácido uorídrico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® 17 . água-marinha olho-de-gato • água-marinha de Madagascar . raro e geralmente fraco 1.azul e azul esverdeado.azul médio • água-marinha do Brasil . e um linha forte a 427 nm dependendo da profundidade da cor 2. geralmente de tonalidade clara do transparente ao translúcido vítreo acatassolamento.18. aproximadamente (estável. hábito prismático alongado Be3Al2Si6O18 água-marinha.005 a 0. . tubos de crescimento ocos ou preenchidos com uidos. gotículas uidas arranjadas radialmente (“estrela de neve” ou “crisântemo”) e. inclusões minerais (óxido de ferro) exemplares azuis esverdeados passam a azuis (remoção do componente ou centro de cor amarelo) mediante tratamento térmico a temperaturas entre 400 e 450ºC. basal relativamente livre de inclusões.72 (+0.1. quartzo azul sintético e berilo maxixe (um tipo de berilo tratado por irradiação) 7.583 (±0. ou tonalidades diferentes de azul inerte linhas indistintas a 537 e 456 nm.577 . irreversível) topázio azul .

coríndon natural e sintético.5 estável estável nenhuma ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 18 . amarronzado. espinélio natural e sintético e alexandrita sintética 8. seda.violácio de inerte a moderada .004.008 a 0. .Alexandrita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® óxidos crisoberilo ortorrômbico BeAl2O4 alexandrita e alexandrita olho-de-gato (muito rara) alexandrita e alexandrita olho-de-gato (muito rara) à luz do dia: verde amarelado. 655 e 645 nm.73 (± 0. 473 e 468 nm e absorção generalizada em violeta 3. mudança-de-cor preenchimento de fraturas com óleo ou resina andaluzita.755 (+ 0.0. pode haver também acatassolamento 1. três linhas fracas em 476.verde. alaranjado e vermelho . amarronzado ou arroxeado transparente de vítreo ao subadamantino mudança-de-cor.006) biaxial positivo. RD de 0. acinzentado ou azulado à luz incandescente: vermelho alaranjado.010 0.5 nm e linhas fracas em 665.5.02) concoidal de brilho vítreo a gorduroso não apresenta impressões digitais. granada com mudança-de-cor.5 e 678.746 .vermelha (UVC e UVL) duas linhas fortes em 680.015 forte .1. absorção parcial entre 580 e 630 nm.

66 (+0.009 0. fluorita e kunzita 7 temperatura elevada torna a pedra incolor.02) concoidal de brilho vítreo não apresenta zoneamento de cor. fracamente solúvel em álcalis ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® 19 . RD 0.Ametista CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® ® ® ® silicatos quartzo hexagonal (trigonal). . cristais negativos e fraturas tratamento térmico (clarear a cor de ametista muito escura.553 uniaxial positivo. produzir citrino e quartzo verde. inclusões líquidas. ametista sintética. coríndon sintético. escapolita. variedade bi-color de ametista com citrino. mudança abrupta de temperatura pode fraturar pode perder a cor solúvel em ácido uorídrico e uoreto de amônio. também chamada ametistacitrino pedra de bispo.544 . ametista siberiana. ou roxo azulado usualmente inerte. tanzanita.013 de fraco a moderado .0. inclusões bifásicas. ametista.cobertura ou chapa no fundo do cabochão (melhora a cor) iolita.03.roxo e roxo avermelhado. SiO2 ametrino. pode produzir citrino ou prasiolita. trifásicas. geminação. pode apresentar uorescência azul fraca sob luz UVC não se aplica 2. ametrino e ametista-citrino de roxo azulado ao roxo puro e ao roxo avermelhado transparente (o material para ser usado para contas e escultura.1. remover manchas enfumaçada da cor) . contudo temperatura branda pode clarear. pode ser translúcido) vítreo não apresenta 1.

pleocroísmo forte. quiastolita.17 (±0. inclusões aciculares de rutilo irregularmente dispostas e inclusões bifásicas.Andaluzita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO ® ® ® ® silicatos andaluzita ortorrômbico. danburita. apatita.5 estável a menos que apresente inclusões líquidas estável nenhuma ® ® COR ® TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ® ® ® ® ® ® ® ® ® ESPECTRO DE ABSORÇÃO ® PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® ® ® ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® 20 . avermelhado ou marrom claro de transparente a opaco vítreo não apresenta 1.1. quiastolita apresenta uma cruz escura em contraste com o fundo branco. hábito prismático com seções transversais quase quadradas Al2SiO5 quiastolita. apatita.005) biaxial negativo.634 . A quiastolita contém inclusões de gra ta com contorno cruciforme turmalina. barita e crisoberilo 7 . marrom. enquanto os exemplares marrons passam a incolores a aproximadamente 8000C. pode ser somente verde. rosa.007 a 0.04). de verde ao verde amarelado (UVC) os exemplares marrons esverdeados exibem uma faixa a 455nm (azul) e intensa absorção na região do violeta. o espectro se deve ao manganês 3. AGG de 0. os exemplares verdes exibem linhas intensas a 553nm e 550nm (verde). violeta (raro). cinza.016 forte de verde amarronzado a verde amarelado e de laranja amarronzado a vermelho amarronzado inerte (UVL). de inerte a moderado. quiastolita e pedra-cruz normalmente do verde amarronzado ou amarelado ao marrom alaranjado (muitas vezes ambas as cores pleocróicas verde e laranja são vistas pela coroa). quiastolita pode ser consistentemente mais leve de irregular a concoidal de brilho vítreo distinta em uma direção material verde amarelado passa a rosado mediante tratamento térmico. RD.013 0. na qual traços de manganês substituem parte do alumínio) andaluzita.643 (±0. viridina (variedade verde. topázio.7. além de absorção total na região do violeta. a irradiação provavelmente reverte estes câmbios inclusões minerais (biotita. quartzo).

amarela. planos de cicatrização.de muito fraco a fraco • exemplar amarelo . tubos de crescimento. pedra-aspargo e apatita azul.1.amarelo esverdeado (UVL). verde. hábito prismático ou tabular Ca5(PO4)3(F. andaluzita. RD de 0.rosa arroxeado (mais forte sob UVL) • exemplar azul .012. rosa. incolor.638 (+ 0. roxo claro (UVC) apatitas incolores. amarelas e exemplares com acatassolamento .Apatita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® fosfatos apatita hexagonal.Cl) apatita olho-de-gato apatita olho-de-gato.002 a 0. marrom e violeta de transparente a translúcida vítreo acatassolamento 1. barita e actinolita olho-de-gato 5 muito sensível podendo perder a cor normalmente estável.é comum linha dupla em torno de 580 nm 3. topázio.006) uniaxial negativo.de azul a azul claro (UVL e UVC) • exemplar verde .013 os exemplares azuis . . danburita. pode apresentar gura óptica pseudobiaxial nenhum tratamento comercial conhecido turmalina.008 0.forte. roxa. duas direções basal inclusões vítreas. na cor rosa pode perder a cor atacado por ácido clorídrico e sulfúrico ® FLUORESCÊNCIA ® ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 21 .amarelo esverdeado (mais forte sob UVL) • exemplar violeta .634 .18 (± 0.0.05) de concoidal a irregular de brilho vítreo imperfeita.OH. azul e de amarelo ao incolor outras cores .

. esmeralda sintética. uvarovita. verde azulado e verde ou diferentes tonalidades de verde geralmente inerte não se aplica 2. sem saturação para ser denominado esmeralda de transparente a opaco vítreo acatassolamento e asterismo (raro) 1.72 (+0. além de cobertura com resina ou plástico colorido esmeralda. turmalina-cromolita. com exceção do ácido uorídrico.1. basal inclusões líquidas. turmalinaParaíba.18. gemas compostas. solventes podem disolver a cobertura de resina ou plástico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 22 .5 .583 (±0. vidros e dioptásio 7. deve-se ter cuidado ao esquentá-la.05) concoidal de brilho vítreo a resinoso muito difícil em uma direção.Berilo Verde CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® silicatos berilo hexagonal Be3Al2Si6O18 berilo verde berilo verde verde muito claro.017) uniaxial negativo. bifásicas ou tubulares os mesmos da esmeralda. grossulária (tsavorita).009 0.014 dicroísmo de fraco a moderado. com pouca ou nenhuma saturação.0. cromo-diopsídio. ou verde amarelado. devido a sua fragilidade estável resistente a todos os ácidos. quase nunca vista.577 . demantóide.8 aquecimento faz com que o óleo transpire das ssuras de pedras tratadas.005 a 0. RD de 0.

apatita e muscovita) nenhum conhecido ambligonita. e topázio 5.03) concoidal de brilho vítreo perfeita em uma direção planos de cicatrização.014 dicroísmo muito fraco inerte não se aplica 2. inclusões de fase e inclusões minerais (turmalina.1.5 sensível.Brasilianita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® fosfatos brasilianita monoclínico. RD de 0. raramente incolor de transparente a translúcida vítreo não apresenta 1.003) biaxial positivo.019 a 0. pode perder a cor estável atacado lentamente por ácidos ® ® ® ® 23 .621 (±0.021 0.97 (±0. turmalina.602 . hábito prismático ou pinacoidal NaAl3(PO4)2(OH)4 brasilianita e por cor de verde amarelado a amarelo esverdeado. ekanita.

errôneos: jade mexicano. calcedônia. muitas vezes obscura em agregados birrefringência alta em agregados.70 (±0.486 . mármore. ônix mexicano e ônix californiano quase todas as cores de transparente a opaco de vítreo a gorduroso acatassolamento 1.017 de inerte a fraco variável qualquer linha vista é causada por impurezas ou tingidura 2. coral e alabastro 3 exposto à alta temperatura há um decrépito cores naturais estáveis efervescência em contacto com alguns ácidos ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 24 .Calcita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® carbonatos calcita calcita hexagonal (trigonal) CaCO3 espato da Islândia.172 0. alabastro oriental. de brilho fosco (em agregados) a subvítreo perfeita em três direções. impregnação plástica ou de para na e irradiação aragonita.05) de granulada a irregular a brosa. mármore e mármore ônix espato da Islândia.1.658 uniaxial negativo. em variedades transparentes forte duplicação de imagem tingidura. AGG 0. mármore ônix e mármore. RD.

topázio.013 muito fraco. errôneos: topázio da Espanha. quartzo topázio. topázio madeira.553 uniaxial positivo. . temperatura elevada torna a pedra incolor estável solúvel em ácido uorídrico e uoreto de amônio. turmalina e labradorita 7 pode fraturar quando submetido a mudança abrupta de temperatura. topázio de palmeira e citrino topázio de amarelo a laranja ao laranja amarronzado transparente vítreo não apresenta 1.Citrino CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® silicatos quartzo hexagonal (trigonal) SiO2 citrino citrino. topázio Bahia.0.544 .(transforma o “quartzo cor de mel” do quartzo fumé) cobertura ou chapa no fundo do cabochão (melhora a cor da pedra) berilo. fracamente solúvel em álcalis ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 25 . inclusões bifásicas e trifásicas. topázio citrino. cristais negativos e inclusões líquidas térmico (transforma ametista em citrino) .66 (+0. escapolita. ortoclásio. citrino sintético.02) concoidal de brilho vítreo não apresenta zoneamento de cor.009 0.1. topázio rio grande.03. RD 0. topázio ouro. diferentes tons de amarelo ou laranja inerte não se aplica 2. âmbar. fraturas.

05) concoidal algumas vezes granulada de brilho fosco a ceráceo não apresenta hematita.0.10. ácido nítrico pode atacar o tingidura ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 26 . que atua como agente corante material alaranjado a marrom adquire cor vermelha mediante tratamento térmico opala-de-fogo.Cornalina CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos quartzo criptocristalino hexagonal (trigonal) SiO2 calcedônia cornalina e carneol de amarelo-laranja a vermelho alaranjado. vidro e uorita 6. âmbar.004 não apresenta não apresenta geralmente inerte não se aplica 2.60 (+0.535 .1. vermelho amarronzado ou laranja amarronzado de semitransparente a translúcido de gorduroso a vítreo não apresenta 1. porém pode apresentar 0.5 . .7 pode mudar a cor estável atacado por ácido uorídrico.539 AGG normalmente indetectável.

alexandrita e alexandrita olho-de-gato de amarelo claro ao médio. normalmente diferentes tonalidades da cor da gema exemplares amarelos e amarelo esverdeados .015 exemplares transparentes amarelos. verde amarelado (UVC).de fraco a moderado. Outras cores geralmente inerte de amarela a verde amarelada .uma faixa forte em 445 nm 3. ao verde amarelado.755 (+0.73 (±0. grossulária.02) concoidal de brilho vítreo a gorduroso indistinta.006) biaxial positivo. alexandrita e alexandrita olho-de-gato crisoberilo.004. nas gemas transparentes podem apresentar planos em degraus ou linhas emparelhadas nenhum conhecido coríndon natural e sintético.008 a 0.Crisoberilo CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® óxidos crisoberilo ortorrômbico BeAl2O4 crisoberilo olho-de-gato.1.010 0. verdes e marrons . . RD de 0. seda.de inerte a fraco.5 estável estável nenhuma ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 27 . de marrom ao marrom amarelado e azul claro (raro) de transparente a opaco de vítreo a subadamantino mudança-de-cor e acatassolamento 1. crisoberilo olho-de-gato. verde acinzentado.0. espinélio natural e sintético 8. olho-de-gato. 3 direções normalmente não é vista impressões digitais.746 .

0. . prásio.5 .1. ácido nítrico pode atacar a tingidura 28 .10.60 (+0. algumas vezes granulada de brilho fosco a ceráceo não apresenta silicato de níquel hidratado.004 não apresenta não apresenta inerte não se aplica 2.05) concoidal.7 pode mudar a cor estável atacado por ácido uorídrico. que atua como agente corante tingidura com nitrato de níquel para intensi cação da cor jade.Crisoprásio CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos quartzo criptocristalino hexagonal (trigonal) SiO2 calcedônia crisoprásio verde amarelado de claro a médio de semitransparente a translúcido de gorduroso a vítreo não apresenta 1. porém pode apresentar 0.535 . prehnita.539 AGG normalmente indetectável. bowenita e calcedônia tingida de verde 6.

furo de laser seguido de branqueamento. diamante-do-cabo.Diamante CLASSE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO ® ® ® ® elementos nativos cúbico C diamante diamante. YAG. conhaque. laranja. azul. jager.de inerte a forte.417 RS não apresenta 0. diamante sintético. quando resfriado a baixa temperatura. titanato de estrôncio. rutilo sintético. irradiado e tratados termicamente. regularmente apresenta linha na por volta de 594 nm 3. piqué e diamante “fancy” normalmente de amarelo. camaleão.5 nm na série Cabo. junções de facetas a adas. sa ra sintética. demantóide e moissanita sintética 10 começa a vaporizar sob atmosfera rica em oxigênio de 690ºC a 875ºC estável nenhuma ® COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® 29 . não é possível se ver através. brilhante. premier. verde.01) em degraus de brilho adamantino perfeita em quatro direções natural.044 não apresenta exemplares de incolor a amarelo . cobertura com plástico e alta pressão/alta temperatura (HPHT zircônia cúbica. barba. espinélio sintético. zircão. champanhe. diamante-savoiano. normalmente azul (UVL e mais fraco sob UVC) linha 415. preenchimento de fraturas com resinas. cinza e marrom mais escuros que a classi cação ‘Z’. inércia térmica mais alta que os simulantes e lustro adamantino irradiação muitas vezes seguido de tratamento térmico controlado. canário. superfície do rondízio de granulada a cerácea. GGG. cinza e marrom muito claros ao incolor (muito raro) as cores “fancy”: amarelo.52 (±0. vermelho e roxo em tonalidades de muito clara a escura e preto de transparente a opaco adamantino não apresenta 2. inclusões angulares. river. rosa.

alalita – de incolores a esverdeado pálido ou verde amarelado claro. diopsídio astérico. 670 nm. cromo – 635.024 a 0. violana – gemas raras de opacas a translúcidas azul-violeta. diopsídio olho-de-gato – verde escuro.11. malacolita. alalita e cromo-diopsídio diopsídio astérico – de verde escuro a preto.07) de concoidal a irregular de brilho vítreo a resinoso perfeita em duas direções asterismo usualmente de 4 raios nenhum conhecido comercialmente peridoto.5 – 6 funde sob maçarico do joalheiro estável atacado por ácido uorídrico ® ® COR ® TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 30 .029 .0. alalita e cromodiopsídio diopsídio.0.Diopsídio CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO ® ® ® ® ® silicatos piroxênio diopsídio monoclínico CaMgSi2O6 diopsídio olho-de-gato. inerte (UVC) linha em 505 mn comum. 655. dupla em 690 nm 3. diopsídio astérico.010).68 RD. malacolita. verde claro e escuro exemplar verde – verde (UVL).675 – 1. malacolita – gemas translúcidas de colorações claras. violana. cromo-diopsídio – gemas transparentes verde vívido de médio a escuro de transparente a opaco de vítreo a resinoso asterismo (geralmente de 4 raios podendo ter 6 raios) e acatassolamento 1. dioptásio. enstatita. diopsídio olho-de-gato.030 de fraco a forte. biaxial positivo. violana.701 (+ 0. AGG de 0. leitura pelo método “spot” normalmente 1. zoisita e kornerupina 5.29 (+ 0. .

0.768 (+0.012.1.729 . .15) de irregular a concoidal de brilho vítreo a gorduroso perfeita em uma direção nenhuma nenhum conhecido cianita.045 0.Fe)3(SiO4)3(OH) pistacita pistacita e epidoto de verde claro ao muito escuro.019 a 0. marrom.40 (+0.10. . e mais rapidamente por ácido uorídrico ® 31 .0.030 exemplares verdes: verde forte e verde Exemplares marrom: marrom e amarelo geralmente inerte faixa muito forte em 455 nm e algumas vezes uma linha fraca em 475 nm 3.035) biaxial negativo. RD.Epidoto CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos epidoto epidoto monoclínico Ca2(Al. idocrásio e zoisita 6-7 fundível estável decompõe-se parcialmente por ácido clorídrico concentrado e quente. amarelo e preto de transparente a translúcido de vítreo a gorduroso não apresenta 1. pode apresentar gura óptica pseudo-uniaxial de 0.

violeta e roxo de transparente a translúcido vítreo acatassolamento (raro) 1. laranja. errôneo: pedra-da-lua rosa incolor.017 exemplares rosas.linhas em 663 e 652 nm de 2.014) uniaxial negativo. quartzo. . rosa. nas cores: rosa.de fraco a moderado.1. azul.550 .015.6. RD de 0.0.004 a 0. berilo.SO4) escapolita e por cor. roxos e violetas . amarela. verde. labradorita e ortoclásio 6 .037. azul e roxo azulado exemplares amarelos . aumentando com o aumento do índice de refração 0.74 concoidal de brilho vítreo perfeitas em duas direções a combinação das propriedades irradiação iolita. exceto as pedras roxas irradiadas é atacado por ácidos ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 32 . diferentes tonalidades de amarelo de inerte a forte.5 se funde facilmente estável.60 a 2. laranja ou amarela (UVL e UVC) exemplar rosa .Escapolita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos escapolita escapolita tetragonal (variável) Na4Al3Si9O24Cl a Ca4Al6Si6O24(CO3.de moderado a forte.564 (+0.

geminação é comum nenhum conhecido rutilo sintético.02) de concoidal a brosa. de cinza a preto (material sem qualidade gema) de transparente a translúcido de adamantino a subadamantino não apresenta 1.135 0. esfênio e esfênio cromífero amarelo.100 a 0. laranja amarronzado e amarelo amarronzado inerte algumas gemas apresentam linha dupla em 580 nm 3. CZ. andradita.5.5 muito sensível a mudanças de calor estável é atacado por ácidos ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 33 . RD de 0.de moderado a forte. scheelita. verde. marrom.051 exemplares amarelos e marrons . de brilho adamantino a resinoso distinta em duas direções forte duplicação de imagem. zircão.900 .020) biaxial positivo. amarelo claro. forte dispersão. GGG e YAG 5 . cassiterita.2. esfalerita. laranja e raramente vermelho.034 (±0.52 (±0.Esfênio CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos esfênio ou titanita monoclínico CaTiSiO5 esfênio cromífero titanita.

o óleo das fraturas pode uorescer verde amarelado a verde esverdeado (UVL). RD de 0. absorção parcial entre 630 e 580 nm e absorção quase completa do violeta 2.18.termo usado algumas vezes para as gemas de cor verde claro • esmeralda sandawana . verde e verde azulado normalmente inerte mas pode uorescer vermelho alaranjado a vermelho nas cores extra (UVC e UVL mais forte).5 nm.72 (+ 0. quase nunca vista.termo usado para gemas de verde profundo normalmente de tamanho pequeno e com muitas inclusões • esmeralda da Zambia .577 . .denominação da menos azulada com mais inclusões e cor mais clara que as gemas colombianas • esmeralda brasileira .005 a 0.Esmeralda CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE ® ® ® ® ® silicatos berilo hexagonal Be3Al2Si6O18 esmeralda trapiche.0. de fraco a inerte (UVC) linhas distintas em 683 e 680. esmeralda olho-de-gato e esmeralda • esmeralda colombiana .1.017) uniaxial negativo.denominação do mercado para esmeraldas de alta qualidade • esmeralda russa ou siberiana .009 0.05) concoidal de brilho vítreo a resinoso muito difícil em uma direção. esmeralda astérica. basal NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO ® COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO ® ® ® ® ® ® ® ® ® FLUORESCÊNCIA ® ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM ® ® ® ® 34 .583 (±0.termo usado para as gemas ligeiramente acinzentadas de verde claro a muito escuro ao verde azulado muito forte de transparente a translúcido vítreo acatassolamento e asterismo (raro) 1. linhas menos distintas em 662 e 646.014 de moderado a forte. nas esmeraldas com tratamento com óleo.

vidros. ceras. uvarovita. cristais negativos. cromolita.8 pode causar fraturas adicionais ou total quebra estável.ogopita. berilo coberto com plástico e dioptásio 7. mediante tratamento térmico a temperaturas entre 400 e 4500C esmeralda sintética. dolomita. cromita. actinolita. hornblenda. demantóide. o aspecto geral das inclusões nas esmeraldas é conhecido como “jardim” • preenchimento de fraturas ou cavidades superficiais com uma substância endurecedora (estabilidade boa) • impregnação . gemas compostas. Os ácidos podem retirar o tratamento de óleo ® ® ® 35 . turmalina Paraíba.5 .CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® inclusões bifásicas. tremolita. “plumas” líquidas e inclusões minerais (micas da série biotita. pirrotita).com corante ou óleo colorido (detecção: o corante concentra-se nas gretas) • é possível eliminar traços de amarelo. em fraturas ou cavidades. trifásicas.com óleos. as gemas tratadas com óleo podem perder a cor resistente a todos os ácidos. se forem devidos a conteúdo adicional de ferro. tsavorita. não endurecida. com exceção do ácido uorídrico. calcita. resinas ou plásticos incolores. cromo-diopsídio. para melhorar a aparência (estabilidade média a boa) • tingidura . pirita.

piropo. e 625 nm.020 não apresenta vermelho.5 e 684 nm. incolor. sa ra espinélio. errôneos: rubi bala. espinélio chama. quase incolor e verde claro (ambos raros). azul “cobalto” (raro) . violeta e roxo. incolor. .017. pedras rosa e vermelho vivo pode apresentar 5 linhas uorescentes vividas no vermelho devido ao cromo. amarelo. espinélio astérico. laranja.pode apresentar mesmo espectro das pedras azuis. magnetita. não é vista em material de qualidade gema pequenos cristais octaedrais. grossulária verde clara.forte verde esbranquiçado forte (UVC). laranja a vermelho-laranja (UVL). 565-575. vermelho forte (UVL). espinélio-nobre. pode também ter faixas próximas de 430-435.de inerte a fraco.008) RS não apresenta 0. 590. porém fracamente 3. pleonasto. planos de cicatrização.Espinélio CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE ® ® ® ® ® óxidos espinélio espinélio cúbico MgAl2O4 cloroespinélio. vermelho. fratura de tensão (halos castanhos). sa rina vermelho. marrom e negro de transparente a opaco de vítreo a subadamantino asterismo (raro). zircão. ceilonita. taa eíta. mudança-de-cor 1. ceilonita ou pleonasto.10. coríndon sintético e natural. espinélio com mudançade-cor e espinélio nobre rubicela. de fraco a forte vermelho e laranja (UVL). 550. púrpura. espinélio com mudança-de-cor. rosa. espinélio estrela. vermelho a laranja-vermelho (UVC).0. mica. azul e verde graduando entre gahnoespinélio concoidal de brilho vítreo insu cientemente desenvolvida. uma faixa fraca em 656 nm e forte absorção perto de 595 a 490 nm.forte faixa próximo de 460 nm. rubi espinélio. azul. negro-próximo a 4.0.03).60 (+0. espinélio-almandina.0. laranja e rosa . plumas líquidas (impressão digital) nenhum conhecido espinélios sintéticos (azul. verde. 480. violeta. . verde claro). apatita.718 (+ 0. crisoberilo e cianita 8 pedras de cores claras podem perder a cor sob intenso calor estável nenhum ® NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® FLUORESCÊNCIA ® ESPECTRO DE ABSORÇÃO ® PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS 36 ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® . todas as outras cores (virtualmente inerte) vermelho .linhas acentuadas em 685. idocrásio. azul .de inerte a moderado.

errôneo: esmeralda de lítio (rótulo impróprio para espodumênio verde claro ou espodumênio verde irradiado) de rosa a roxo azulado. na cor verde irradiado perde a cor rapidamente atacado muito lentamente por ácido uorídrico concentrado ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® FLUORESCÊNCIA ® ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 37 . 669.de moderado a forte.7 frágil kunzita e hiddenita perdem a cor quando expostas a luz por tempo prolongado. sillimanita. verde azulado e verde amarelado • kunzita .fraca. RD de 0.005).676 biaxial positivo.014 a 0.18 (±0. variedades coloridas tipicamente de tonalidade muito clara transparente vítreo não apresenta 1.03) de irregular a brosa de brilho vítreo perfeita em duas direções inclusões líquidas irradiação turmalina.linhas próximo 433 nm e 438 nm • hiddenita . verde.016. 686.660 . fenacita e kornerupina 6. hiddenita e trifana kunzita.014 0. mais fraca (UVC) • hiddenita .662 .676 (±0. hiddenita normalmente 0.não se aplica • verde-amarelo . hiddenita e trifana.1.017 • kunzita . laranja-amarela (UVL).Espodumênio CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO ® ® ® ® ® ® silicatos piroxênio espodumênio monoclínico LiAlSi2O6 kunzita. euclásio. peridoto.1.nornalmente 1. azul (muito raro). incolor. 690 nm e larga absorção perto 620 nm 3.inerte • kunzita . mais fraca (UVC) • verde amarelado .moderado. de rosa a roxo claro e incolor • hiddenita . amarelo.5 .linhas em 646. de rosa a laranja (UVL). berilo. hiddenita .de moderado a forte.

020 0.002) biaxial positivo. espodumênio (hiddenita).verde acinzentado e verde de inerte a fraco duas faixas em 468 e 455 nm (ocasionalmente linhas de cromo por volta de 690) 3.019 a 0.016 • exemplar azul . berilo. cinza azulado e azul claro • exemplar verde .04. fenacita e sillimanita 7. RD de 0.006.652 .08) concoidal de brilho vítreo perfeita em uma direção inclusões em forma de plaquetas azuis ou vermelhas são comuns. geralmente de tonalidade clara transparente vítreo não apresenta 1.1.fraco. de verde amarelado a verde azulado. . pode apresentar zonas de cor irradiação água-marinha.08 (+ 0.0.671 (+ 0.5 sofre fusão em contato com maçarico de joalheiro estável atacado lentamente por ácido uorídrico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 38 . .0. de azul a azul esverdeado.Euclásio CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos euclásio monoclínico BeAlSiO4OH euclásio incolor.

de brilho vítreo a perolado perfeita. branco.008 (geralmente não se obtem) 0. microclínio e pedra-do-amazonas de verde claro a verde azulado.012 não apresenta de inerte a fraco. causada pelo cruzamento em ângulos quase retos das lamelas do geminado. Impregnação com cêras.Feldspato Microclínio CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos feldspato microclínio triclínico. este efeito e a estrutura reticular característica. em duas direções. os cristais prismáticos e os geminados são freqüentes KAlSi3O8 amazonita amazonita. para nas ou óleos e aplicação de plásticos e outros agentes endurecedores para melhorar a aparência jade. devido às re exões. verde amarelado sob luz UVL não se aplica 2.5 pode fraturar. muito evidente ao girar-se o material polido. clivar ou perder a cor estável atacado por ácido uorídrico ® CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® 39 . normalmente AGG 0.004) biaxial negativo.6.56 (± 0. formando um ângulo pouco inferior a 900 impurezas de chumbo e água relacionadas a centro de cor As clivagens incipientes presentes na amazonita dão lugar a um brilho “trêmulo”. quartzo aventurino e turquesa 6 . segundo os pinacóides basal e lateral. ocasionalmente de laranja claro ao rosa de semitranslúcido a opaco de vítreo a gorduroso aventurescência (raro) 1.02) de irregular à brosa.530 (± 0.1.522 . calcedônia. conferem a esta gema um aspecto único e permitem diferenciá-la rapidamente de outros materiais ornamentais de cor similar podem ter sua cor intensi cada por irradiação.

de amarelo a marrom. laranja.526 (+ 0. escapolita e quartzo 6 . alaranjado (UVC). pedra-da-lua e ortoclásio de incolor a branco.Feldspato Ortoclásio CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos feldspato ortoclásio monoclínico KAlSi3O8 pedra-da-lua adulária.5 pode fraturar ou clivar estável atacado por ácido uorídrico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 40 .03) de irregular a estilhaçada. de cinza a quase negro de transparente a opaco vítreo adularescência.012 normalmente nenhum.518 . amarelo transparente pode apresentar pleocroísmo de fraco a moderado pedra-da-lua – de inerte a azul (UVL).58 (± 0.005 .6. partição é também comum pedra-da-lua . no ortoclásio amarelo apresenta faixas largas em aproximadamente 420 e 448 nm 2. de brilho vítreo a perolado perfeita e fácil em 2 direções. petalita.010) biaxial negativo.0.008 0. asterismo e acatassolamento 1. fratura cobertura azul ou negra na base (fundo) (melhora a adularescência) calcedônia leitosa.1. pode uorescer de rosa fraco a vermelho moderado (UVL e UVC) não se aplica na pedra-da-lua. RD 0. ocasionalmente verde.inclusões tipo centopéia (comumente em albita ortoclásio intercrescido com clivagem associada).

berilo. verde.6.1. algumas vezes fraco olho-de-gato ou asterismo em labradorita labradorita .547 (+ 0. oligoclásio . inclusões como agulha negra magnetita. zircão e fratura. feldspato aventurino.geminação repetida.pedra-do-sol labradorita. de laranja a marrom ou vermelho amarronzado.espectrolita.quartzo aventurina. labradorita normalmente 0. oligoclásio.5 pode fraturar ou clivar estável rapidamente atacado por ácido fluorídrico.Feldspato Plagioclásio CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO ® ® ® ® ® ® silicatos feldspato labradorita e oligoclásio triclínico NaAlSi3O8 e CaAl2Si2O8 labradorita .amarelo. pode ser fraco com partes branco (UVC e UVL) não se aplica labradorita . exemplar amarelo . pedra-do-sol . fratura nenhum conhecido labradorita . pedra-do-sol e albita.05). oligoclásio . goldstone e calcedônia 6 . biaxial negativo (oligoclásio) e positivo (labradorita). oligoclásio .2. quartzo tingido.plaquetas com brilho metálico vermelho a dourado (hematita ou goethita). amarelo. de laranja a marrom ou vermelho amarronzado. partição é também comum labradorita .70 (±0.537 .2. algumas vezes incolor ou de branco a verde claro ou cinza de transparente ao opaco vítreo labradorescência. .007 a 0.de cinza a quase negro. espectrolita e olho-de-boi labradorita .65 (+ 0.0.0. .004.005) oligoclásio .1.006) RD. reage normalmente como agregado de 0.559 . escapolita. pedra-do-sol.incolor e amarelo claro normalmente inerte. oligoclásio . quartzo.1.02. albita.03) de desigual a estilhaçada de brilho vítreo ao nacarado perfeita e fácil em 2 direções.1.009 não apresenta normalmente nenhum.010. incolor. aventurinização.568 (± 0. lentamente atacado por ácido clorídrico ® COR ® TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 41 .

verde. em degrau ou estilhaçada de brilho vítreo a subvítreo perfeita em quatro direções zoneamento de cor. quartzo. calcedônia e berilo 4 muito sensível estável decompõe com ácido sulfúrico ® ® ® ® ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® 42 . marrom. azul .007 não apresenta variável.07.0. hematita. 445.434 (± 0. AGG não apresenta 0. absorção parcial de 670 a 710 nm. inclusões bi e tri-fásicas. irradiação (produz cor violeta de incolor).001) RS. faixa de 570 a 590 nm. . rosa.Fluorita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® halogenetos uorita cúbico CaF2 espato uor. cristais negativos e fraturas impregnação com plástico ou resina epoxy (sela a superfície fraturada e reforça o material para ser trabalhado em esculturas delicadas.18) concoidal . térmico (clarear uorita azul escuro e negra para azul) opala.18 (+ 0. amarelo. púrpura e violeta de transparente a translúcido vítreo mudança-de-cor 1. mas freqüentemente forte linhas em 427. 3. laranja. 610 e 630 nm. Blue John e uorita incolor. sem se quebrar).

05 (+ 0.Granada Almandina CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos granada almandina cúbico Fe3Al2(SiO4)3 almandina astérica. almandina astérica e granada astérica. espinélio vermelho natural e sintético.024 não apresenta inerte usualmente apresenta três faixas fortes em 504. rodolita. freqüentemente apresenta RDA não apresenta 0. almandina. mas pode também apresentar linhas mais fracas em 423. doublet de granada e vidro 7 . usualmente vermelha violácea ou vermelha muito escura. com asterismo granada. .7. 460.25. rubi do Colorado e rubi do Cabo de alaranjado a vermelha. normalmente com quatro pontas.5 mudanças abruptas de temperatura podem causar fraturas estável pode ser atacada muito levemente por ácido uorídrico concentrado ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 43 . mas pode apresentar seis (algumas pedras apresentam ambas as formas) 1.030) RS. granada malaia.0. hessonita. rubi natural e sintético. errôneos: jade da Coréia. 520 e 573 nm.12) concoidal de brilho gorduroso a vítreo nenhuma. 610 e 680-690 nm 4. tipicamente de tonalidade escura de transparente a semitranslúcido (para pedras muito escuras) de vítreo a subadamantino asterismo (raro). vermelha levemente violáceo a violeta avermelhada.790 (± 0. espessartita. pode apresentar partição indistinta inclusões tipo agulhas (geralmente grosseiras). pode apresentar cristais em baixo relevo irregulares e arredondados e também zircão com estrias em forma de halos nenhum conhecido piropo.

zircão. conhecidas como rabo de cavalo (nunca visto em nenhuma outra pedra verde).Granada Andradita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos granada andradita cúbico Ca3Fe2(SiO4)3 demantóide. pode apresentar RDA não apresenta 0.888 (+ 0.3. marrom e negro de transparente a opaco de vítreo a subadamantino olho-de-gato (alguma vezes na topazolita) e iridescência (algumas vezes em espécies semitranslúcidas escura a opaca.5 .057 não apresenta inerte demantóide . esfênio e grossulária 6. verde. pode também apresentar linhas em 618. melanita . pode apresentar partição indistinta (falsa clivagem) demantóide . lembra a opala negra) raros 1.20) de concoidal a desigual de brilho vítreo nenhuma. geminação como mosaico rômbico possibilitando iridescência tipo jogode-cor e fratura nenhum conhecido diamante.84 (± 0.007. YAG colorido. demantóide. zircônia cúbica colorida. 634.0.003) RS.7 mudança abrupta de temperatura provavelmente pode causar fraturamento estável fracamente atacado pelo ácido uorídrico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® 44 . 685 e 690 nm 3.03).finíssimas inclusões tipo agulhas radiais marrom amarelada de asbesto. .90 (± 0. esfalerita.faixas escuras em aproximadamente 440 nm. topazolita e melanita andradita. errôneo: olivina amarelo. topazolita e melanita.

0. malaia. zircônia cúbica colorida. . .7.05. esfalerita. fraturas e estrutura de crescimento nenhum conhecido comercialmente almandina.0. cristais negativos.027 não apresenta inerte faixas em 410. algumas vezes fraca faixa em 504 e/ ou 573 nm 4.810 (+ 0. freqüentemente apresenta RDA não apresenta 0.15 (+ 0. também faixas em 460. YAG colorido e GGG colorido 7 .004.5 mudança abrupta de temperatura provavelmente causa fraturamento estável muito fracamente atacado por ácido uorídrico ® ® ® ® ® ® ® ® 45 .Granada Espessartita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos granada espessartita cúbico Mn3Al2(SiO4)3 espessartita e granada de laranja amarelado a laranja avermelhado transparente de vítreo a subadamantino não apresenta 1. 430 nm (ocasionalmente unido formando um corte abaixo de 430 nm). 480 e 520.020) RS. hessonita. pode apresentar partição indistinta (falsa clivagem) inclusões líquidas tipo penas onduladas e irregulares. 420.03) concoidal de brilho vítreo nenhuma. inclusões bi-fásica.

ferro. tubos de crescimento. de verde claro a escuro de transparente a semitransparente vítreo não apresenta 1. rosolita.0. magnetita. jacinto. agulhas de cristais longos. piropo. fratura nenhum conhecido almandina. landerita e xalostoquita incolor (raro). tsavorita.028 não apresenta quase incolor a verde claro .12. tsavorita. pode apresentar RDA não apresenta 0.inclusões de cristais corpulentos e arredondados. cristais de manganês. . xalostoquita e landerita hessonita. espinélio natural e sintético.de inerte a laranja fraco (UVC e UVL) hessonita pode apresentar faixas em 407 e 430 nm 3.7. amarelo . diopsídio.020. de amarelo claro a escuro ao laranja avermelhado. grossulária.740 (+ 0.010) RS. zircão arredondado. pedra cinamomo. natural e sintético. coríndon.Granada Grossulária CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos granada grossulária cúbico Ca3Al2(SiO4)3 hessonita. .5 mudança abrupta de temperatura provavelmente causa fraturamento estável fracamente atacado por ácido uorídrico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 46 . leucogranada. crisoberilo e andradita 7 . tipo remoinho (confere aparência de melado). rosolita.0. espessartita.inerte a laranja fraco (UVL) e fraco laranja-amarelo (UVC).61 (+ 0.04) de concoidal a desigual de brilho gorduroso a vítreo nenhuma hessonita .

thulita e unakita 7 mudança abrupta de temperatura provavelmente causa fraturamento estável muito fracamente atacado por ácido uorídrico ® ® ® ® ® ® ® ® 47 .x(OH)4x hidrogrossulária.0. .720 (+ 0. jadeíta.Granada Hidrogrossulária CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos granada hidrogrossulária cúbico Ca3Al2(SiO4)3.050) RS.08.32) desigual. nefrita. granular. outras cores podem apresentar uma linha próxima de 463 nm (devido a presença de algum idocrásio) 3. rosa. zoisita.47 (+ 0. AGG não apresenta não apresenta não apresenta inerte material verde escuro freqüentemente apresenta um corte abaixo de 460 nm.010. estilhaçada de brilho gorduroso a vítreo não apresenta pode ter inclusões parecendo salpico negro e fratura nenhum conhecido idocrásio. errôneos: jade do Transvaal. rodonita. saussurita. . rodocrosita. branco e cinza de translúcido a opaco vítreo não apresenta 1.0. jade africano e jade granada de verde a verde azulado.

714 a superior a 1. piropo e piropo-cromo.5 funde facilmente sob calor de maçarico de joalheiro. freqüentemente RDA não apresenta 0. espinélio vermelho natural e sintético.0. rubi do Arizona e granada Boêmia de vermelho alaranjado médio a escuro. . hessonita. errôneos: rubi do Cabo. de vermelho a vermelho levemente arroxeado e incolor (raro) de transparente a semitranslúcido (para gemas muito escuras) vítreo mudança-de-cor (raro) de vermelho para roxo avermelhado (geralmente essas gemas são parte piropo e parte espessartita) de 1. mudanças abruptas de temperatura podem causar fraturas estável atacada levemente por ácido uorídrico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 48 . Exemplares de qualidade extra podem mostrar linhas de cromo no nal vermelho do espectro 3. rubi do Colorado.09.7. rubi natural e sintético.16) concoidal de brilho gorduroso a vítreo não apresenta.74 RS.Granada Piropo CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® silicatos granada piropo cúbico Mg3Al2(SiO4)3 piropo-cromo granada.022 não apresenta. rodolita e doublet de granada e vidro 7 . pode mostrar mudança-de-cor devido à forte tensão inerte uma faixa larga por volta de 564 nm. pode ter partição irregular inclusões de cristais arredondados e irregulares e inclusões tipo agulha nenhum conhecido almandina. normalmente 1. com um corte em 440 a 445 nm.78 (+ 0.742. grossulária.

pode apresentar partição indistinta agulhas de rutilo. cristais de apatita. piropo.0.10) concoidal de brilho gorduroso a vítreo nenhuma.020) RS. cristais de zircão com halos.7.760 (+ 0. inclusões de cristais arredondados de baixo relevo e fratura nenhum conhecido comercialmente almandina. doublet de granada e vidro 7 .84 (± 0. mistura de piropo-almandina rodolita rodolita de vermelho arroxeado claro ao escuro roxo avermelhado transparente vítreo não apresenta 1. .5 mudança abrupta de temperatura provavelmente causa fraturamento estável lentamente atacado por ácido uorídrico ® ® ® ® 49 .010. coríndon rosa natural e sintético.Fe)3Al2(SiO4)3).026 não apresenta inerte basicamente o mesmo espectro da almandina 3. freqüentemente apresenta RDA não apresenta 0.Granada Rodolita CLASSE MINERAL GRUPO SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos granada cúbico ((Mg.

com mudança-de-cor – alexandrita natural e sintética.018) RS. espessartita. mas pode apresentar partição indistinta cristais de rutilo. com mudança-de-cor – similar a malaia. 480. também apresenta algumas combinações de linhas a 460.85 concoidal de brilho vítreo não apresenta.0. freqüentemente RDA não apresenta não apresenta inerte malaia – linhas fortes a 410.020.Mn)3Al2(SiO4)3 malaia e granada com mudança-de-cor malaia e granada com mudança-de-cor malaia – laranja ligeiramente rosado.78 a 3. pirita e apatita nenhum conhecido comercialmente malaia – almandina. mas com uma faixa larga centralizada em torno de 570 nm de 3. com mudança-de-cor – larga variabilidade de comportamento de cor entre iluminação diurna e incandescente. 520. e 573 nm.Granada Malaia e com mudança-de-cor CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ® ® ® ® ® ® ® silicatos granada mistura de espessartita com piropo cúbico (Mg. 420. predominantemente matizes azuis transparente de vítreo a sub-adamantino mudança-de-cor 1. laranja amarelado de claro a escuro. 504. 430. hessonita. nm (ocasionalmente se fundindo formando um corte abaixo 435 nm). sa ra com mudança-de-cor natural e sintética 7 – 7. piropo. . sa ra natural e sintética. laranja avermelhado. mas.5 mudanças abruptas de temperatura pode causar fratura estável ligeiramente atacado por ácido uorídrico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ESPECTRO DE ABSORÇÃO ® PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 50 .760 (+ 0.

005 a 0.017) uniaxial negativo. crisoberilo e topázio 7. líquidas. amarelo esverdeado e amarelo. quase nunca vista.5 . escapolita. labradorita. a 537 nm 2. . bifásicas. RD de 0. com exceção do ácido uorídrico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 51 .72 (+ 0.18.Heliodoro CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos berilo hexagonal Be3Al2Si6O18 heliodoro heliodoro.0. uorita. reversível) quartzo.1.009 0.05) concoidal de brilho vítreo a resinoso muito difícil em uma direção. berilo amarelo e berilo dourado de amarelo esverdeado a alaranjado ou marrom amarelado de transparente a opaco vítreo acatassolamento e asterismo (raro) 1. trifásicas e tubulares berilo amarelo passa a incolor mediante tratamento térmico a temperaturas entre 400 e 4500C.577 .8 pode perder a cor.014 dicroísmo fraco. aproximadamente (estabilidade variável. ou diferentes tonalidades de amarelo inerte linha débil. basal inclusões minerais. pode fraturar se conter inclusões líquidas pode perder a cor resistente a todos os ácidos.583 (± 0.

0.25) brosa. é comum que as superfícies das fraturas e o traço sejam vermelho-marrom nenhum conhecido cassiterita e imitação de hematita 5.20 (±0. diamante negro do Alaska de cinza escuro a preto opaco metálico não apresenta 2.220 (.070) RD 0.Hematita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® óxidos hematita hematita hexagonal (trigonal) Fe2O3 hematita. pérola negra.5 . errôneos: diamante negro.940 .08.0.5 pode se tornar magnética estável solúvel em ácido clorídrico ® ® ® ® 52 .6. .280 não presenta não apresenta inerte não se aplica 5. granulada ou subconcoidal de brilho fosco não apresenta magnetismo de moderado a nenhum.3.

0.Howlita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos howlita monoclínico Ca2B5SiO9(OH)5 howlita branco.59 AGG.586 – 1.13) granulada de brilho fosco não apresenta pode apresentar matriz aparentando teia-de-aranha tintura azul quando tingida – turquesa.605 (± 0. lápis-lazúli. freqüentemente com matriz cinza escuro e preta de semitranslúcido a opaco vítreo não apresenta 1. pectolita. amarelo amarrozado (UVC) não é diagnóstico 2. leitura pelo método “spot” geralmente 1. mar m e coral 3 – 3.58 (.5 fundível sob maçarico do joalheiro estável dissolve em ácido clorídrico 53 . RD 0.019 (geralmente não detectado) não apresenta de inerte a moderado laranja (UVL).003).

de incolor a amarelo. verde. turmalina e tanzanita 7 .5 fusível estável é atacado por ácidos ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 54 . iolita manchas de sangue.542 .1.017 exemplares violetas .7. iolita aventurina. errôneos: sa ra d’água.011) biaxial negativo. azul-cinza e violeta escuro inerte faixas fracas em 645 e 426 nm 2.61 (±0. violeta escuro e amarelo-marrom exemplares azuis .05) de concoidal a irregular de brilho vítreo distinta em uma direção pleocroísmo visível a olho nu e zonas de cor nenhum conhecido sa ra. iolita.forte. branca amarelada.0. cordierita.Iolita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos cordierita ortorrômbico Mg2Al4Si5O18 iolita aventurina e iolita dicroíta. violeta claro.045. ametista. .forte.551 (+ 0.008 a 0.012 0. aventurinização e acatassolamento 1. escapolita. mas estas cores estão raramente usadas com o propósito de gema) de transparente a translúcido vítreo raros: asterismo. sa ra lince de azul claro a escuro ao violeta (pode ocorrer incolor. cinza ou marrom. RD de 0.

(Jadeíta) CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA ® ® ® ® ® ® Jade silicatos piroxênio jadeíta monoclínico NaAlSi2O6 jadeíta jade imperial. amarelo ao laranja avermelhado. amarelo claro . jade precioso.geralmente inerte (UVL e UVC) geralmente uma linha em 437 nm. .09) estilhaçada a granular de brilho fosco não visível devido a estrutura agregada ferro.7 funde fácil na chama do maçarico produzindo vidro verde borbulhante estável ligeiramente afetado por ácidos quente 55 ® ® ® ® ® ® ® ® FLUORESCÊNCIA ® ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® ® ® ® ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® . especialmente parafina (esconde fratura e melhora aparência do polimento). cloromelanita. freqüentemente sarapintado de semitransparente a opaco de vítreo a gorduroso não apresenta 1.inerte a amarelo fraco (UVL). 655 e 690 nm.inerte a branco fraco (UVL).666 . geralmente inerte (UVC). hidrogrossulária. geralmente inerte (UVC). RD normalmente não detectável verde claro . jade maçã verde. cinza. cores escuras . aquecimento (produz cor marrom e avermelhada de materiais que contenham inclusões ou crostas de ferro – amarelos e marron) nefrita. pedra dos rins e jade albita verde.moderado a laranja forte (UVL).680 (± 0. geralmente inerte (UVC). jade Yunan. marrom.66 AGG. superfície ondulada. inclusões negras e fratura tingidura.inerte a verde fraco (UVL).seqüência de linhas em 630. re exo brilhante de cristais individuais no fundo não polido de pedras de granulação grossa. roxo claro . idocrásio.5 . mais fraco (UVC). saussurita e maw-sitsit 6.0.34 (+ 0.1. serpentina. verde tingido uma só faixa ampla na área ocupada pelas três linhas no verde natural 3. jade esmeralda.06. verde natural . impregnação incolor.008) leitura pelo método “spot” normalmente 1. branco. lilás. jadeíta. branco . calcedônia. geralmente inerte (UVC). algumas jadeítas tingidas de lilás . freqüentemente precedido de calor para “abrir os poros “ (para adicionar cor verde ou cor lilás ao branco ou material de cor clara).inerte a branco fraco ou vermelho amarronzado fraco (UVL).

cera (encher e esconder fraturas na superfície). de amarelo a marrom. estrutura brosa.009.606 .95 (+ 0. impregnação com para na. fratura tingidura (pode produzir ou melhorar a cor de material claro). . calcedônia e maw-sit-sit 6 .0.6. . RD normalmente não detectável não apresenta não apresenta inerte raramente apresenta qualquer linha de absorção.1. hidrogrossulária. nefrita.05) de estilhaçada a granular de brilho fosco não visível devido a estrutura agregada pode ter inclusões negra.61 para leitura “spot” AGG.15.0.Fe)5Si8O22(OH)2 jade.(Nefrita) CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® Jade silicatos an bólio actinolita-tremolita monoclínico Ca2(Mg. aquecimento (clarear a cor de material verde escuro) jadeíta.006) normalmente 1.5 funde lentamente sob calor de maçarico estável lentamente afetado por ácidos quentes ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 56 . idocrásio. pedra verde da Nova Zelândia e pedra rim. uma vaga linha pode ser vista em 500 nm.632 (+ 0. cinza e negro freqüentemente mosqueado de translúcido a opaco de vítreo a gorduroso não apresenta 1. serpentina. Vaga linha no vermelho e o espectro pode raramente ser visto em verde de qualidade excepcional 2. errôneo: jade russo (verde espinafre) de verde claro a escuro. branco.

porém pode apresentar 0. material amarelo a marrom adquire cor vermelha mediante tratamento térmico outras variedades de calcedônia 6.5 . etc).05) concoidal algumas vezes granulada de brilho fosco a ceráceo não apresenta inclusões minerais (hematita. ácido nítrico pode atacar a tingidura ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 57 .1. .60 (+ 0.Jaspe CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos quartzo criptocristalino hexagonal (trigonal) SiO2 calcedônia jaspe e calcedônia várias.535 .539 AGG normalmente indetectável. com faixas ou manchas de semitranslúcido a opaco de gorduroso a vítreo não apresenta 1. que atuam como agentes corantes tingidura.7 pode mudar a cor estável atacado por ácido uorídrico.10. amarela ou marrom.0. de acordo com as impurezas presentes. goethita.004 não apresenta não apresenta inerte não se aplica 2. usualmente vermelha.

augita. sodalita. Solução de cianeto causa uma descoloração marrom avermelhada ® ® ® ® ® ® ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® 58 . lápis siberiano. lazulita e outras imitações 5 . impregnação ou cobertura de para na. azurita.25) variável dependendo do mineral contido granular. calcedônia tingida de azul. próximo de 1. freqüentemente com veios ou salpicos de inclusões de pirita e/ou calcita de semitranslúcido a opaco de ceráceo a vítreo não apresenta muito vago. howlita tingida de azul.50 e algumas vezes 1. lápis do Afeganistão. rocha composta principalmente de lazurita.6 varia com as impurezas pedras de cor clara algumas vezes escurecem e melhoram a aparência quando aquecidas. óleo (para fazer o polimento parecer melhor. veios azul claro a branco.Lápis-lazúli SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA ® ® NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® ® ® ® ® ® ® ® se trata de uma rocha e não de um único mineral varia dependendo do mineral que contenha. médio e escuro ao azul avioletado. inclusões de calcita pode uorescer rosa (UVL) não se aplica 2. com pequena quantidade de diopsídio. dando um odor de ovo podre. Se aquecido em excesso pode perder toda a cor estável decompõe lentamente por ácido clorídrico. desigual de brilho fosco não apresenta inclusões de pirita e calcita branca. azurmalaquita. lápis chileno e lápis oriental de azul ligeiramente esverdeado. mica e hornblenda) lápis-lazúli. também para segurar a tintura) lápis-lazúli imitação Gilson. lápis russo. Este tratamento pode provocar indesejável mudança-de-cor para vermelho ou verde. sodalita. disfarça inclusões de calcita). Matriz de calcita efervesce.67 devido a calcita AGG não apresenta de fraco a moderado verde ou verde amarelado (UVC). lápis-lazúli tingido.75 (± 0. estrutura em veios tingidura (melhora a cor. calcita e pirita (podendo conter alguma hauynita.

.005) biaxial negativo.azul violáceo escuro e de incolor a azul claro inerte não se aplica 3. perder a sua cor e fragmentar-se estável pode ser atacado lentamente por ácidos quentes ® ® ® ® 59 . raramente vista material agregado salpicado de manchas e pontos brancos. pode dilatar.1.01) de irregular a granulada de brilho vítreo a fosco indistinta em uma direção.031 não apresenta forte .Lazulita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® fosfatos lazulita lazulita monoclínico MgAl2(PO4)2(OH)2 espato azul e lazulita de azul esverdeado de tom médio a escuro a azul violeta de transparente a opaco vítreo não apresenta 1. Pleocroísmo forte em material transparente nenhum conhecido azurita. turmalina.09 (+ 0. lápis-lazúli. AGG 0. sodalita. RD. apatita e benitoíta 5-6 sensível. turquesa.08.643 (± 0.0. por ação do maçarico.612 .

70) de irregular a brosa de brilho fosco perfeita em duas direções.15. aparência botrióide (agregados em forma de cachos) impregnação com para na ou resina . . AGG 0.655 .1.95 (+ 0.909 RD. mas usualmente obscuras bandas curvelíneas ou angulares. mármore/ônix tingido.5 .melhora o polimento e esconde pequenas fraturas clorastolita.Malaquita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® carbonatos malaquita monoclínico Cu2CO3(OH)2 pedra pavão e malaquita de cores vívidas.4 sensível ao calor estável atacado por ácidos ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 60 . pode apresentar estrutura brosa radial e brilho. azurmalaquita e malaquita sintética 3. usualmente bandada em dois ou mais tons de verde geralmente opaco de vítreo a sedoso não apresenta 1.0.254 não apresenta não apresenta inerte não se aplica 3. de verde azulado a verde.

não é magnético. pirita-hepática. pirita-celular.0 – 6. nenhum conhecido comercialmente pirita e hematita 6. errôneos: pirita-branca.Marcassita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® sulfuretos marcassita marcassita ortorrômbico FeS2 marcassita. AGG indeterminado indeterminado indeterminado indeterminado de 4. pirita-especular. pode apresentar iridescência nas manchas de oxidação.85 a 4.92 irregular distinta em uma direção traço preto esverdeado. pirita-de-ferro.5 pode decompor-se à chama do maçarico do joalheiro estável atacado por ácido nítrico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 61 . pirita-lamelar e pirita-rômbica de amarelo claro ao esbranquiçado opaco metálico não apresenta indeterminado RD.

vidro de meteorito. além de óxidos de potássio. linhas de uxo.75% SiO2 + 13% Al2O3. vidros feito pelo homem.490 (+ 0. possivelmente formado por impacto de meteorito ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 62 . ferro. pode ter numerosas inclusões orientadas que causam um resplendor nenhum conhecido outros vidros naturais.010) RS. magnésio e sódio moldavita. errôneos: pedra-garrafa.0. opala. calcedônia e quartzo fumé 5-5½ pode fraturar ou quebrar sob mudanças rápidas de temperatura.Moldavita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® silicatos tectito moldavita amorfo variável .04) concoidal de brilho vítreo não apresenta inclusões naturais. Inclusões semelhantes a pontas de agulhas. bolhas de gás. RDA é comum não apresenta não apresenta não apresenta geralmente inerte não se aplica 2. funde a temperaturas relativamente baixas estável atacado por ácido uorídrico Observação: vidro natural. efeito “ondas de calor”. pseudocrisólita.020. .36 (± 0. crisólita-d’água. falsa crisólita e crisólita-da-boênia verde amarelado ao verde acinzentado de tonalidade média a escura de transparente a translúcido vítreo não apresenta 1.

(albanita) o material resultante tem o tipo de cor de água-marinha (cor instável.8 estável até aproximadamente 4000C estável resistente a todos os ácidos. uorita e sa ra rosa 7. normalmente vermelho claro a vermelho-roxo de inerte a fraco.72 (+ 0. RD de 0. . topázio.017) uniaxial negativo. muscovita.5 . escapolita.583 (+ 0. bifásicas e minerais (albita. columbita e monazita) tratamento térmico a temperaturas entre 400 e 4500C para remoção do componente amarelo. basal relativamente livre de inclusões.18. reversível. exemplares de determinadas procedências adquirem cor azul intensa por irradiação.0. quase nunca vista.1. apatita. de fraco a moderado. turmalina. resultando em uma cor rosa mais pura (reversível em alguns casos). planos de cicatrização. detectável pelo espectro de absorção e dicroísmo invertido) A cor da albanita se perde facilmente quando exposta a luz natural ou arti cial kunzita. turmalina. tubulares. laranja avermelhado claro (salmão) a vermelho violáceo claro de transparente a opaco vítreo acatassolamento e asterismo (raro) 1.005 a 0.577 . inclusões líquidas.014 dicroísmo.05) concoidal de brilho vítreo a resinoso muito difícil em uma direção. apatita. com exceção do ácido uorídrico ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® 63 .Morganita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos berilo hexagonal Be3Al2Si6O18 morganita morganita e berilo rosa rosa.009 0. rosa ou violeta claro (UVL e UVC) não se aplica 2.

obsidiana olho-de-gato. ágata-da-islândia e pseodocrisólita de cinza a preto freqüentemente com manchas brancas. . AGG não apresenta não apresenta geralmente inerte não diagnóstico 2. raramente verde. vidro de vulcão e espelho-dos-incas. . obsidiana oco-de-neve obsidiana.0.10.010) RS.5 pode fraturar ou quebrar com mudanças rápidas de temperatura. obsidiana arco-íris. obsidiana oco-de-neve.Obsidiana GRUPO SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO ® ® ® ® vidro natural de origem vulcânica amorfo 77% de sílica e de 10 a 18% de alumina obsidiana arco-íris. cristalites. pode ter bandas de cor ou numerosas inclusões orientadas que causam um brilho nenhum conhecido comercialmente modalvita. de marrom a amarelo amarronzado. obsidiana olho-de-gato.020. espessas inclusões do tipo agulha. opala. azul e roxo de transparente a opaco vítreo iridescência e acatassolamento (raro) 1.490 (+ 0. laranja ou vermelho. vidro e calcedônia 5 – 5. derrete à temperaturas relativamente baixas estável atacado por ácido uorídrico ® COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 64 .07) concoidal de brilho vítreo não apresenta bolhas de gás. errôneos: ágata-negra.40 (+ 0.0.

010 não apresenta o mesmo que as outras variedades. pode apresentar também mudança-de-cor. de cor similar.0. .006) RD. alexandrita olho-de-gato .de inerte a moderada vermelha (UVC e UVL) o mesmo que as outras variedades transparentes de cor similar (veja crisoberilo e alexandrita) 3. sem acatassolamento. verde acinzentado e de marrom a amarelo amarronzado de semitransparente a semitranslúcido de vítreo a subadamantino acatassolamento.004. alexandrita olho-de-gato sintética e outros materiais com fenômeno de olho-de-gato 8.1. biaxial positivo de 0.Olho-de-gato CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® óxidos crisoberilo ortorrômbico BeAl2O4 olho-de-gato e alexandrita olho-de-gato olho-de-gato e alexandrita olho-de-gato de amarelo a verde amarelado. ao invés de acatassolamento 1. a intensidade será afetada pela transparência (veja crisoberilo e alexandrita) inerte.5 estável estável nenhuma ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 65 .746 .008 a 0.02) concoidal de brilho vítreo a gorduroso nenhuma inclusões tipo seda nenhum conhecido quartzo. em caso extremamente raro apresenta asterismo de 4 raios.73 (± 0.755 (+0.

tingidura e branqueamento calcedônia e labradorita 7 pode se fraturar quando sujeito a mudanças abruptas de temperatura estável solúvel em ácido uorídrico e uoreto de amônio.009 (freqüentemente não detectado) não apresenta inerte não diagnóstico de 2.544 – 1.Olho-de-tigre CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos quartzo hexagonal (trigonal) SiO2 olho-de-tigre olho-de-tigre. muito ligeiramente solúvel em álcalis ® ® ® ® ® 66 . errôneo: olho-de-gato amarelo amarronzado ao marrom ao marrom avermelhado de semitranslúcido a opaco vítreo acatassolamento 1. olho-de-falcão e olho-de-tigre zebrado.553 AGG. se não for opaco 0.71 de brosa a concoidal de brilho de vítreo a sedoso não apresenta estrutura brosa ondulada que causa o olho-de-tigre e o olho-de-falcão é causada pela a substituição de crocidolita (na forma de asbestos) por quartzo sem desfazer a estrutura brosa original da crocidolita tratamento térmico.64 a 2.

Ônix CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL VARIEDADE SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos quartzo criptocristalino calcedônia hexagonal (trigonal) SiO2 ônix composto de camadas retilíneas e paralelas de cores diferentes.0.004 não apresenta não apresenta geralmente inerte não se aplica 2.539 AGG normalmente indetectável. .10. porém pode apresentar 0.1. ácido nítrico pode atacar o tingidura ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 67 . ex: branco e preto.5 . branco e marrom.05) concoidal.7 pode mudar a cor estável atacado por ácido uorídrico.535 . mármore-ônix 6. algumas vezes granulada de brilho fosco a ceráceo não apresenta camadas retilíneas e paralelas de cores diferentes tratamento térmico e tingidura turmalina preta. etc de semitransparente a opaco de gorduroso a vítreo não apresenta 1.60 (+ 0.

vermelha .de inerte a forte.020. obsidiana. azul. opala-d’água. tratamento com anilina. 470 nm (corte) 2. marrom esverdeada (UVL e UVC). cinzenta. verde. vidro. impregnação incolor e colorida.inerte a moderado de branco a azul claro.080). pode fosforescer • opala-comum . tinta preta. mudanças súbitas de temperatura pode causar fraturas.Opala CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO ® ® ® ® ® silicatos opala amorfo SiO2nH2O opala-nobre. verde ou verde amarelado (UVL e UVC). impregnação por defumação. pode fosforescer • opala-de-fogo . opala-de-fogo e opala-negra opala branca. xilopala.450 (+ 0. pode fosforescer verde . opala-musgo.0. etc opala sintética.90) de concoidal a irregular de brilho subvítreo a ceráceo não apresenta várias inclusões naturais.0. o superaquecimento das opalas brancas ou amarronzadas pode retirar o jogo-de-cores estável ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® FLUORESCÊNCIA ® ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® ® ® ® ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA ® ® ® ® 68 . opala-comum. verde ou amarelo (UVL e UVC). opala-de-fogo.15 (+ 0. laranja.virtualmente qualquer cor encorpada de transparente a opaca de vítreo a resinoso opalescência. calcedônia e imitação de plástico 5 . .43 RS. . cera ou plástico.660 nm. opala mexicana pode apresentar índice de refração 1. jogo-de-cores tingidura. hialita. uorita. negra. impregnação com óleo.42 . moldavita.08. entre outros branca. opalização. opala-negra.de inerte a moderada.37. cobertura da parte do fundo com uma folha re etiva. RDA comum por causa da tensão não apresenta não apresenta não apresenta • opala branca ou negra . asterismo (raro) e acatassolamento (raro) 1. impregnação com plástico preto.1. mas geralmente é 1. nitrato de prata ou açúcar carbonizado por ácido.5 pode perder água quando aquecida.6. incolor.

.Pedra-de-sangue CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL VARIEDADE SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos quartzo criptocristalino calcedônia hexagonal (trigonal) SiO2 pedra-de-sangue.5 .1.10.539 AGG normalmente indetectável. com pequenas pintas de vermelho a vermelho amarronzadas de semitranslúcido a opaco vítreo não apresenta 1. heliotrópio e jaspe-de-sangue verde escuro.05) concoidal algumas vezes granulada de brilho fosco a ceráceo não apresenta inclusões de óxido de ferro.7 pode mudar a cor estável atacado por ácido uorídrico 69 .004 não apresenta não apresenta geralmente inerte não se aplica 2.0.535 . que constituem as manchas vermelhas amarronzadas nenhum comercialmente conhecido aparência é única 6.60 (+ 0. porém pode apresentar 0.

solução de decapagem ou de desoxidação usada pelo ourives atacará a superfície ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 70 .Peridoto CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos olivina forsterita ortorrômbico (Mg.14. sinhalita. notável apenas em pedras escuras inerte três faixas estreitas e fortes a 453.036 0. amarelo verde e verde.690 (± 0. .07) concoidal de brilho vítreo a subvítreo de imperfeita a distinta em uma direção (raramente vista) inclusões de gás natural e líquidas tipo disco (conhecida como o lírio-d’água). diopsídio.038.020) biaxial positivo ou negativo (o índice beta está usualmente quase na metade entre os dois extremos). turmalina.654 . RD de 0. usualmente 0.020 fraco.0.7 aquecimento rápido ou desigual pode causar fraturamento ou quebra completa estável atacado facilmente por ácido sulfúrico. Fe)2SiO4 peridoto crisólita.1. suor ácido de algumas pessoas pode atacar por um longo período de tempo. havaiíta e peridoto de verde amarelado a amarelo esverdeado a verde amarronzado de transparente a translúcido vítreo asterismo (extremamente raro) 1. inclusões de cristais escuros e em forma de octaedro de cromita as pedras escuras adquirem tonalidades mais claras com tratamento térmico demantóide. 477 e 497 nm 3.5 .035 a 0. dioptásio. espinélio sintético.34 (+ 0. solúvel vagarosamente em ácido clorídrico. zoisita e espodumênio 6.

pode apresentar iridescência nas manchas de oxidação.00 (± 0. não é magnético. traço preto de esverdeado a amarronzado. errôneos: ouro dos tolos e marcassita amarelo claro metálico opaco metálico não apresenta acima do limite do refratômetro RS não apresenta não apresenta não apresenta inerte não diagnóstico 5. superfície se oxida com o tempo ® ® ® ® 71 .Pirita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® sulfetos pirita pirita cúbico FeS2 pirita.5 funde facilmente sob maçarico do joalheiro estável solúvel em ácido nítrico.10) de concoidal a irregular de brilho metálico não apresenta brilho metálico amarelo. geminação é comum em cristais brutos nenhum conhecido comercialmente ouro e marcassita 6 – 6.

66 (+ 0. amazonita.03.553 uniaxial positivo.009. cinza e de amarelo a marrom de translúcido a opaco vítreo aventurescência 1.013 de fraco a moderado de inerte a fraco . fracamente solúvel em álcalis ® ® ® ® ® ® 72 .1. micas portadora de ferro e pirita nenhum conhecido feldspato aventurino. normalmente não detectável 0. . jade.verde acinzentado ou avermelhado (UVL e UVC) faixas em aprox 682 e 649 nm (provavelmente devido a inclusões de mica) 2.02) de concoidal a irregular ou granulada de brilho vítreo não apresenta inclusões tipo plaquetas ou lâminas de fuchsita.544 .Quartzo Aventurino CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos quartzo hexagonal (trigonal) SiO2 quartzo aventurino quartzo aventurino. quartzo verde tingido e calcedônia 7 pode fraturar quando submetido a mudanças abruptas de temperatura. vidro aventurino. esmeralda. RD. AGG 0. temperatura alta pode alterar a cor estável solúvel em ácido uorídrico e uoreto de amônio.0. hematita. errôneo: jade indiano verde.

fenacita. fracamente solúvel em álcalis ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® 73 . quartzo arco-íris.irradiação (produz quartzo fumé de cristal-de-rocha) . inclusões bifásicas e trifásicas.553 uniaxial positivo. clorita.013 não apresenta inerte nenhum 2.009 0.tingidura (normalmente cristal-de-rocha muito fraturado) berilo. . líquidos. goethita.66 (+ 0. errôneos: diamante herkimer.544 .0. cristal-de-rocha.Quartzo Cristal-de-Rocha CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® ® ® ® ® silicatos quartzo hexagonal (trigonal) SiO2 quartzo arco-íris (cristal-de-rocha contendo muitas fraturas iridescentes) quartzo incolor. diamante do Alaska incolor transparente vítreo iridescência 1. diamante de Arkansas. cristais negativos. diamante do Arizona. pirita.1. amianto e fraturas choque térmico (aquecimento e resfriamento rápidos provoca fraturas criando efeito iridescente ou facilita a penetração de tingidura) .03.02) concoidal de brilho vítreo não apresenta rutilo. an bólio. quartzo sintético e outras gemas incolor 7 pode fraturar quando submetido a mudanças abruptas de temperatura estável solúvel em ácido uorídrico e uoreto de amônio. RD 0. turmalina. hematita. dendrita (óxidos e hidróxidos de ferro e manganês). ouro.

Quartzo Dendrita
CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS
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silicatos quartzo criptocristalino hexagonal (trigonal) SiO2 calcedônia quartzo dendrita, ágata dendrita, ágata paisagem e pedra mosquito incolor amarronzado, acinzentado ou esbranquiçado com inclusões (de ferro e manganês) de cores verde, de amarelo ao marrom e até o preto, e formato arborescente de transparente a translúcido de gorduroso a vítreo não apresenta 1,535 - 1,539 AGG normalmente não é detectável não apresenta não apresenta variável não se aplica 2,60 (+ 0,10, - 0,05) concoidal algumas vezes granulada de brilho fosco a ceráceo não apresenta inclusões de ferro e manganês, líquidos, cristais negativos, inclusões bifásicas e trifásicas e fraturas nenhum usado comercialmente nenhuma 6,5 - 7 pode fraturar quando submetido a mudanças abruptas de temperatura, pode mudar de cor estável atacado por ácido uorídrico

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Quartzo Fumé
CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO
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silicatos quartzo hexagonal (trigonal) SiO2 quartzo fumé quartzo fumé, quartzo enfumaçado, morion (as variedades muito escuras); errôneos: topázio fumé, topázio queimado, topázio scotch marrom de claro a escuro, algumas vezes preto quase opaco de transparente a opaco vítreo iridescência 1,544 - 1,553 uniaxial positivo, RD 0,009 0,013 fraco - marrom e marrom avermelhado nas gemas escuras; amarelo-marrom de claro a escuro nas gemas mais claras não apresenta não se aplica 2,66 (+ 0,03, - 0,02) de concoidal a irregular ou granulada de brilho vítreo não apresenta cristais negativos, inclusões bifásicas e trifásicas, fraturas, líquidos e zoneamento de cor choque térmico - aquecimento e resfriamento rápidos provocam fraturas criando efeito iridescente; irradiação - pode produzir quartzo fumé de cristal de rocha; tratamento térmico - clareia a cor de quartzo fumé muito escuro; cobertura ou chapa no fundo do cabochão melhora a cor da pedra andaluzita, axinita, ortoclásio, turmalina e vesuvianita 7 pode fraturar quando submetido a mudanças abruptas de temperatura; sob calor forte pode alterar ou perder totalmente a cor estável solúvel em ácido uorídrico e uoreto de amônio, fracamente solúvel em álcalis

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TRATAMENTOS POSSÍVEIS

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POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS

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Quartzo Rosa
CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS
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silicatos quartzo hexagonal (trigonal) SiO2 quartzo rosa quartzo rosa rosa normalmente de tonalidades muito claras de semitransparente a translúcido vítreo asterismo e acatassolamento 1,544 - 1,553 uniaxial positivo,RD 0,009 0,013 de fraco a forte, diferentes tonalidades de rosa de inerte a fraco, violáceo (UVC) não se aplica 2,66 (+ 0,03, - 0,02) de concoidal a irregular ou granulada de brilho vítreo não apresenta zoneamento de cor, geminação e inclusões bifásicas e trifásicas irradiação - intensi ca a cor; cobertura ou chapa no fundo do cabochão melhora a cor e/ou pode provocar efeito estrela; tingidura - para melhorar a cor, normalmente das pedras com fraturas uorita e escapolita 7 pode fraturar quando submetido a mudanças abruptas de temperatura; sob calor forte pode alterar ou perder totalmente a cor pode perder a cor solúvel em ácido uorídrico e uoreto de amônio; fracamente solúvel em álcalis

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cristais negativos. fracamente solúvel em álcalis ® COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 77 .0. RD 0.66 (+ 0.Quartzo Rutilado CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO ® ® ® ® ® silicatos quartzo hexagonal (trigonal) SiO2 quartzo rutilado cabelo-de-vênus.544 .1. latão. líquidos.02) de concoidal a irregular ou granulada de brilho vítreo não apresenta inclusões tipo agulhas de actinolita e rutilo. echa-do-cupido ou echa-do-amor.553 uniaxial positivo. quartzo com cabelo. .013 não apresenta inerte não se aplica 2. inclusões bifásicas e trifásicas e fraturas nenhum conhecido comercialmente nenhuma 7 pode fraturar quando submetido a mudanças abruptas de temperatura estável solúvel em ácido uorídrico e uoreto de amônio.009 0. e com brilho metálico transparente vítreo pode ocorrer acatassolamento devido a orientação das agulhas de rutilo 1. pretas ou vermelhas.03. quartzo rutilado e quartzo sagenítico (geralmente se refere a quartzo transparente contendo inclusões como agulha) normalmente incolor com inclusões tipo agulhas amarelas. quartzo pêlo-de-gato.

03.553 uniaxial positivo.Quartzo Turmalinado CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos quartzo hexagonal (trigonal) SiO2 quartzo turmalinado echas-do-amor.66 (+ 0. contendo inclusões como agulhas de turmalina verde escuro ou preta transparente vítreo não apresenta 1. inclusões bifásicas ou trifásicas e fraturas nenhum conhecido comercialmente nenhuma 7 fratura quando submetido a mudanças abruptas de temperatura estável solúvel em ácido uorídrico e uoreto de amônio. inclusões líquidas. RD 0. .544 .009 0.0. quartzo turmalinado e quartzo sagenítico (geralmente se refere a quartzo transparente contendo inclusões como agulha) normalmente incolor.02) de concoidal a irregular de brilho vítreo não apresenta inclusões de turmalinas tipo agulhas.013 não apresenta inerte não se aplica 2. fracamente solúvel em álcalis ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 78 . cristais negativos.1.

02) de concoidal a irregular ou granulada (em agregados) de brilho vítreo não apresenta inclusões líquidas.verde claro. trifásicas.66 (+ 0. O aquecimento forte pode alterar ou perder totalmente a cor estável solúvel em ácido uorídrico e uoreto de amônia. peridoto e turmalina 7 pode fraturar quando submetido a mudanças abruptas de temperatura. quartzo verde e prasiolita de verde a verde amarelado transparente vítreo não apresenta 1.013 muito fraco . zonas de cor. RD 0.Quartzo Verde CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® ® ® ® silicatos quartzo hexagonal (trigonal) SiO2 prasiolita (a cor verde pode ser obtida por tratamento térmico de algumas ametistas e morions) ametista esverdeada.009 (pode não ser detectado em agregados) 0. planos de geminação e cristais negativos pode ser produzido por tratamento térmico. .553 uniaxial positivo. Se submetido a calor forte pode alterar ou perder a cor apatita.544 . uorita. verde pálido geralmente inerte não se aplica 2.03. hiddenita. de algumas ametistas e de quartzo morion e amarelo em conjunto com irradiação.1. berilo. com temperaturas entre 100 e 500°C.0. muito levemente solúvel em álcalis ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® 79 . bifásicas.

cinza. marrom. ou negro quebra-se em pedaços sob o calor de maçarico estável efervesce com ácido clorídrico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 80 . AGG 0. amarelo alaranjado e vermelho de inerte a moderado rosa (UVL).597 .003) uniaxial negativo.4.Rodocrosita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® óxidos calcita rodocrosita hexagonal (trigonal) MnCO3 rodocrosita.1.10. .0. mas normalmente obscurecida por estrutura agregada com faixas como ágata (camadas) e estrutura radial nenhum conhecido rodonita.5 .220 não apresenta nenhum em material agregado.817 (± 0.15) irregular a granulada de brilho fosco a vítreo perfeita em 3 direções.60 (+ 0. hidrogrossulária e rodonita transparente 3. espato e rosa inca rosa. marrom. ou amarelo. RD. freqüentemente em padrões de faixas com camadas ou áreas de branco. rosa transparente a vermelho escuro de translúcido a opaco de vítreo ao subvítreo não apresenta 1. cristais transparentes – de moderado a forte.5 passa a cinza. de inerte a fraco vermelho (UVC) faixa muito escura próxima 410 nm e faixas mais fracas centradas próximo de 450 nm e 545 nm 3.

6. pode também ter áreas esverdeadas ou amareladas devido a impurezas de translúcido a opaco.0. cristais transparentes .5 . .de fraco a moderado. mas usualmente obscura pela estrutura agregada veios negros e pontos de óxido de manganês nenhum conhecido rodocrosita (agregados e transparentes). leitura usualmente 1.010. produzindo um vidro quase negro estável atacado levemente por ácidos ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 81 .1. vermelholaranja e vermelho amarronzado não apresenta uma faixa larga centrada por volta de 545 nm e uma linha em 503 nm 3.Fe.26.733 .54.747 (+ 0.Ca)SiO3 rodonita.Rodonita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® silicatos rodonita triclínico (Mn.014 não apresenta em agregados não apresenta.Mg. freqüentemente com manchas e veios negros. transparente (raro) de vítreo a subvítreo não apresenta 1.5 funde facilmente sob calor de maçarico de joalheiro. devido a impurezas de quartzo biaxial positivo. errôneo: mármore rosa de rosa a amarronzado ou vermelho arroxeado.0. RD. thulita e granada hidrogrossulária 5.50 (+ 0. .73 mas pode raramente apresentar 1.20) de concoidal a irregular ou granulada de brilho fosco a vítreo perfeita em duas direções. AGG de 0.010 a 0.013).

Rubi CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE ® ® ® ® ® ® óxidos hematita coríndon hexagonal (trigonal) Al 2O3 rubi astérico • rubi birmanês ou oriental . vermelho amarronzado de transparente a opaco de vítreo a subadamantino asterismo.(tem tonalidade clara) muitas vezes mais brilhante que as gemas birmanesas ou as tailandesas • rubi africano (rio Umba) . RD de 0. vermelho arroxeado e vermelho alaranjado • birmanês .vermelho fraco (UVL).tipicamente vermelho alaranjado de vermelho alaranjado a vermelho arroxeado. vermelho-laranja moderado (UVC). acatassolamento muito raro 1. normalmente de 6 raios. siamês ou do Sião. também chamado de rubi lamacento .ligeiramente mais claro que a cor sangue-de-pombo • rubi tailandês.762 .(de vermelho escuro a vermelho amarronzado ou vermelho arroxeado) • rubi do Ceilão ou Sri Lanka . • tailandês . • do Ceilão .0.vermelho forte (UVL).vermelho-laranja forte (UVL). vermelho moderado (UVC).018 forte. .005) uniaxial negativo. que foi tradicionalmente denotada pelo termo sangue-de-pombo (de vermelho a vermelho ligeiramente violáceo em tonalidade escura média e saturação vívida) • rubi sangue-de-bife .770 (+ 0.010 0.009.008 a 0.ligeiramente mais escura que a cor sangue-de-pombo • rubi cor francesa ou cereja .1.geralmente considerado da melhor cor. inerte (UVC) NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO ® COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 82 .

pode apresentar pseudo clivagem na partição de gemas geminadas seda ( nas agulhas de cristais de rutilo ou cristais de boemita). doublet de sa ra com rubi sintético.5 nm. preenchimento das cavidades e fraturas com vidro rubi sintético. agulhas de rutilo muitas vezes dispostas em três conjuntos que se cruzam com ângulos de 60º . uma forte linha dupla em 476. pode perder o polimento se fervido em solução para limpar diamantes. larga absorção de 620 a 540 nm. contato com boro pode corroer a superfície CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® 83 . tingidura com óleo.2 e 692. granadas vermelhas. doublet de rubi natural e doublet de granada e vidro 9 as vezes pode melhorar a cor estável atacado com di culdade. e uma linha fraca em 468.2 nm.00 (± 0. tratamento térmico.ESPECTRO DE ABSORÇÃO ® PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM ® ® ® forte linha dupla em 694. crisoberilo.05) de concoidal a irregular de brilho vítreo nenhuma. cristais de zircão normalmente cercado por um elo de fraturas escuras. inclusões tipo impressões digitais.8 nm que poderá aparecer como uma linha uorescente.5 e 475 nm. linhas distintas em 668 e 659. aquecimento e lento resfriamento. espinélio natural ou sintético. linhas de crescimento hexagonal e zonas de coloração aquecimento seguido de resfriamento controlado. e absorção geral do violeta 4. difusão (tratamento térmico acima de 1900ºC na presença de óxido de titânio ou outro agente colorante).

roxa. marrom.008 a 0. preto. amarelo. na Inglaterra um azul escuro intenso com ligeira aparência aveludada • sa ra de Montana . muitas vezes apresenta cor dicróica verde forte • sa ra “gueda” .azul ligeiramente violáceo.azul escuro.762 . sa ra água-marinha.muito escura e altamente saturada. com transparência “adormecida”.009. sa ra ameixa. esmeralda oriental. sa ra verde. sa ra jacinto. aveludado.018 NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO ® COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO ® ® ® ® ® ® ® ® 84 .tipicamente de tonalidade clara • sa ra australiana .gema de aparência leitosa proveniente da Sri Lanka que pode desenvolver a cor azul quando tratada por aquecimento • errôneos: topázio oriental. violeta. incolor. cinza. sa ra ametista verde. .0.do azul claro acinzentado ao violeta. RD de 0.azul ligeiramente violáceo. bastante brilhante • sa ra do Sião. acatassolamento muito raro. altamente saturado de tonalidade de média a média escura (normalmente descrita como azul royal). a laranja-rosa • sa ra Kashmir . espato adamantino e sa ra astérica • sa ra dourada. de claro a médio. a maioria de tonalidade clara. sa ra tipo alexandrita (sa ra com mudança-de-cor) • sa ra padparadscha . mudança-de-cor 1.Safira CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE ® ® ® ® ® ® óxidos hematita coríndon hexagonal (trigonal) Al 2O3 sa ra com mudança-de-cor.de laranja rosado intenso. a cor é descrita como azul “adormecido” • sa ra africana . altamente saturada de tonalidade de média a média escura (muitas vezes descrita como or de trigo azul). siamesa ou tailandesa . reconhecida como a melhor qualidade de sa ra azul • sa ra oriental ou birmanêsa . de azul violáceo a azul esverdeado de tonalidade indo de muito claro a muito escuro de transparente a opaco de vítreo a subadamantino asterismo.010 0. topázio rei.770 (+ 0. sa ra incolor ou leucossa ra.1.altamente transparente. ametista oriental. mas é ainda considerada uma sa ra de muito boa qualidade • sa ra do Ceilão ou Sri Lanka . sa ra rosa.005) uniaxial negativo. pode apresentar uma aparência tinturada sob luz incandescente. água-marinha oriental. topázio imperial. rosa.

forte.normalmente inerte. azul violáceo e azul esverdeado • exemplar rosa .inerte • exemplar violeta e com mudança-de-cor .sem espectro típico • exemplar roxo .0. pode apresentar vermelho fraco (UVL e UVC) • preta . nas gemas australianas todas as três faixas são normalmente distintas.inerte • exemplar azul e tratada por aquecimento . mais fraco (UVC) • exemplar incolor .PLEOCROÍSMO ® FLUORESCÊNCIA ® ESPECTRO DE ABSORÇÃO ® PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM ® ® ® • exemplar roxo ou violeta .de moderado a alaranjado forte a vermelho (UVL). amarelo e amarelo claro • exemplar laranja . verde e verde amarelado • exemplar amarelo .00 (+ 0. amarelo-marron ou laranja e incolor • exemplar azul .branco esverdeado (UVC) • exemplar azul escuro .pode apresentar uma combinação de espectro do rubi e da sa ra azul • exemplar azul .05) concoidal de brilho vítreo nenhuma.de inerte a moderada de vermelho a laranja (UVL e UVC) • exemplar marrom . violeta e laranja • exemplar verde . fraco de vermelho a amarelo-laranja (UVC) • exemplar verde . 460.10.450. podendo ocorrer laranja-vermelho forte (UVL) • exemplar amarelo . pode apresentar pseudo clivagem na partição de gemas geminadas ® 85 . as gemas de Kashmir de vez em quando apresentam linhas. fraco vermelho-laranja (UVC) • exemplar laranja . as gemas tratadas com aquecimento muitas vezes não apresentam linhas ou somente uma linha esmaecida em 450 nm 4.450. 460 e 470 nm.forte.de moderado a alaranjado forte (UVC) • exemplar azul (algums provenientes da Tailândia) .de inerte a forte vermelho (UVL).de inerte a moderado de laranja-vermelho a laranja-amarelo (UVL). pode apresentar vermelho moderado (UVL e UVC) • exemplar azul claro do Ceilão .três faixas aproximadamente em 450.visualmente inerte • exemplar verde .de moderado a forte. mais fraco (UVC) • exemplar azul (outras) . 470 nm • exemplar amarelo (australiano) . mas as gemas da Sri Lanka somente a linha 450 nm é normalmente visível.forte vermelho-laranja (UVL).fraco.normalmente inerte.forte.algumas vezes verde esbranquiçado (UVC) • exemplar azul (algums provenientes da África) . .normalmente inerte. 460 nm • exemplar amarelo alaranjado da Austrália e outras partes .

granada. linhas de crescimento hexagonal e zonas de coloração aquecimento seguido de resfriamento controlado. contato com boro pode corroer a superfície ® ® ® 86 . tanzanita. preenchimento das cavidades e fraturas com vidro. doublet de sa ra com sa ra sintética. aquecimento e lento resfriamento. iolita.® CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® inclusões tipo seda ( nas agulhas de rutilo ou cristais de boemita): agulhas de rutilo muitas vezes dispostas em três conjuntos que se cruzam com ângulos de 60º. tingidura com óleo. ou pode remover a cor estável atacado com di culdade. tratamento térmico. uma na cobertura por material tipo lme e irradiação sa ra sintética. benitoíta e cianita 9 as vezes pode melhorar a cor. doublet de granada e vidro. cristais de zircão normalmente cercado por um elo de fraturas escuras. pode perder o polimento se fervido em solução para limpar diamantes. espinélio natural ou sintético. inclusões tipo impressões digitais. difusão (tratamento térmico acima de 1900ºC na presença de óxido de titânio ou outro agente colorante). crisoberilo.

57 (+ 0.5 . fratura. inclusões como musgo.1.004.560 . errôneos: jade coreano. williamsita e antigorita. melhorar a aparência) jadeíta.Fe. bras tingidura (produzir várias cores). freqüentemente matizado de semitranslúcido a opaco de ceráceo a vítreo não apresenta 1.070) AGG. calcedônia. nefrita. novo jade.Ni)3Si2O5(OH)4 antigorita.570 (+ 0.13) granulada a irregular de brilho ceráceo a fosco não apresenta inclusões negras (octaedro de cromita). branco. veios brancos. bowenita. jade soochow e jade styrian de verde a amarelo esverdeado. bowenita e williamsita serpentina. marrom. negro. impregnação com cera (encher e esconder poros e superfícies fraturadas. . bowenita e williamsita geralmente aproximando a 6 funde com di culdade sob a chama de maçarico estável decompõe-se por ácido clorídrico e ácido sulfúrico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 87 .0.6.23. variscita e turquesa verde 2. . RD normalmente não detectável não apresenta não apresenta inerte a fraco verde (UVL) não se aplica 2.0.Serpentina CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos serpentina serpentina monoclínico (Mg.

quartzo dumortierita. errôneos: ditroíta. as outras cores são estáveis atacado por ácido clorídrico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 88 . linha em 540 nm. pedra azul canadense azul escuro a azul violeta freqüentemente com veios brancos (que também pode ser amarelo ou vermelho).004) AGG. . azurita. lazulita e jaspe tingido 5-6 funde produzindo um vidro incolor o exemplar rosa perde a cor. RS não apresenta não apresenta não apresenta de inerte a fraco. branco ou rosa de translúcido a opaco de vítreo a gorduroso não apresenta 1. raramente podem possuir pontos de pirita nenhum conhecido lápis-lazúli. esverdeado. pontos alaranjados (UVL) somente com luz transmitida forte. faixa entre 590 e 604 nm e larga faixa entre 655 a 695 nm 2.15. raramente acinzentado.0. haüynita. mas normalmente obscurecida pela estrutura agregada veios brancos (calcita). lápis canadense.483 (± 0.Sodalita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos sodalita sodalita cúbico Na8Al6Si6O24Cl2 hackmanita sodalita e hackmanita.10) de irregular a subconcoidal de brilho vítreo a gorduroso distinta em seis direções. amarelado.25 (+ 0.

021 tanzanita . marrom. enstatita. 528. zoisita. AGG de 0. zoisita olho-de-gato.008 a 0.013 0. turmalina. thulita. vermelho roxo e amarelo esverdeado. benitoíta.azul escuro forte. súbita mudança de temperatura (aquecimento ou resfriamento) pode causar fratura estável atacado por ácido clorídrico e uorídrico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® 89 .691 .1700 (± 0. axinita.azul forte.10. dioptásio.005) biaxial positivo. peridoto. idocrásio transparente. diopsídio.35 (+ 0. unionita.Tanzanita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® ® ® ® ® ® silicatos epidoto zoisita ortorrômbico Ca2Al3(SiO4)3(OH) tanzanita.sa ra. Com a thulita rodonita e granada hidrogrossulária 6-7 funde sob o calor de maçarico. errôneo: sa ra Meru de azul a violeta ao roxo azulado. RD. cianita. espinélio.0. amarelo-verde e roxo normalmente inerte 595.verde forte. verde amarelado . rosalina.25) de concoidal a irregular de brilho vítreo a fosco perfeita em uma direção fraturas. verde amarelado. plumas líquidas. thulita tanzanita. rubi e hornblenda térmico (produz cor da tanzanita em certos cristais a com cor inicialmente amarronzada) com a zoisita . rosa de transparente a opaco vítreo acatassolamento (raro) 1. . epidoto. marrom . 455 nm 3. iolita. roxo e azul claro.

de fraco a moderado. branco esverdeado (UVC) • exemplares azul e incolor . em algumas gemas azuis e amarelo-laranja) 1. • topázio cereja .de fraco a moderado. rosa alaranjado. alaranjado a vermelho alaranjado.moderado.008 a 0. vermelho claro e de vermelho alaranjado a amarelo • exemplares verde .04) concoidal de brilho vítreo perfeita em uma direção NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO ® COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO ® ® ® ® ® ® ® ® PLEOCROÍSMO ® FLUORESCÊNCIA ® ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM ® ® ® ® 90 .OH)2SiO4 topázio imperial e topázio olho-de-gato • topázio imperial . verde-azul e verde claro • exemplares azul .1. amarelo. amarelo e amarelo-laranja • exemplares marrom . amarelo ou verde (UVL. amarelo-marrom e marrom • exemplares vermelho e rosa . alaranjado.619 .de inerte a fraco.vermelho alaranjado médio • topázio azul incolor.de fraco a moderado. azul: de claro a escuro. de rosa a vermelho ao violáceo-vermelho.627 (± 0.010) biaxial positivo. diferentes tonalidades de azul • exemplares de amarelo a marrom e de rosa a vermelho .de fraco a moderado.fraco a moderado.014 • exemplares amarelo .Topázio CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE ® ® ® ® ® silicatos topázio ortorrômbico Al2(F.de fraco a moderado.010 0. amarelo. amareloalaranjado (UVL. geralmente mais fraco sob UVC) não se aplica 3. RD de 0. marrom. geralmente mais fraco sob UVC) • alguns exemplares rosa .rosa. verde claro transparente vítreo acatassolamento (raro. amarelo amarronzado.53 (± 0.

CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® inclusões contendo dois líquidos que não se misturam. quartzo. é feito o tratamento térmico. trifásicas. sendo este o primeiro estágio da produção do topázio azul tratado que.muda a cor de alguns topázios amarelo. berilo. espinélio sintético. danburita.torna alguns topázios incolores em marrom ou verde amarronzado. sob forte calor pode alterar ou perder totalmente a cor algumas gemas marrons perdem a cor sob luz forte atacado muito levemente por ácidos ® ® ® 91 . apatita. produzindo a cor azul nas pedras irradiadas turmalina. hematita. crisoberilo e kunzita 8 rápido aquecimento ou resfriamento causam fraturas internas. logo em seguida. andalusita. inclusões bifásicas. barita. alaranjado e marrom para rosa ou vermelho • irradiação . quartzo e fraturas • térmico .

040 0.5 pode alterar a cor sob forte calor.F)4 turmalina bicolor e turmalina policrômica turmalina bicolor e turmalina policrômica apresenta mais de uma cor distinta de transparente a opaco vítreo acatassolamento 1.011.Fe. cores pálidas para amarelo.Cr. . RD de 0.06 (+ 0. mudanças súbitas de temperatura pode causar fraturamento estável nenhuma TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® 92 .Turmalina Bicolor CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos turmalina elbaíta hexagonal (trigonal) (Ca.Fe.624 .644 (+ 0.018 a 0.Na)(Al. de azul e verde escuro para azul e verde mais claro ou amarelo-verde apatita e uorita 7 .Mg.de vermelho para vermelho mais claro ao incolor. azul-verde para amarelo-verde. amarelo para pêssego.V)6(BO3)3Si6O18(OH.1.0.Mn) 3(Al.K.Li.017 não apresenta inerte variado 3. de vermelho amarronzado para rosa. de roxo para azul ou verde escuro.cores pálidas para rosa ou vermelha.7. azul ou verde-escuro para roxo.20. rosa para alaranjado.009) uniaxial negativo. . térmico .0.06) concoidal de brilho vítreo não apresenta inclusões gasosas e líquidas irradiação .

errôneo: sa ra brasileira de azul violáceo a azul esverdeado de transparente a opaco vítreo acatassolamento e mudança-de-cor (raro) 1.018 a 0.F)4 indicolita.040 0. .K. apatita e iolita 7 .1.624 . indicolita com mudança-de-cor.V)6(BO3)3Si6O18(OH.06) concoidal de brilho vítreo não apresenta inclusões gasosas e líquidas irradiação. indicolita olho-de-gato.Li.Turmalina Indicolita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® silicatos turmalina elbaíta trigonal (Ca. geralmente diferentes tonalidades de azul geralmente inerte absorção quase completa do vermelho abaixo de 640 nm.017 de forte a moderado. RD de 0. indicolita.5 pode alterar a cor sob forte calor.06 (+ 0.Mg.7. mudanças súbitas de temperatura pode causar fraturamento estável nenhuma ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 93 .009) uniaxial negativo.011. em conjunto com uma faixa forte e estreita em 498 nm 3.Cr.Fe.0.20. . indicolita olho-de-gato e indicolita com mudança-de-cor indigolita.Fe.Na)(Al.Mn) 3(Al. tratamento térmico lazulita.0.644 (+ 0.

Turmalina Paraíba
CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS
® ® ® ® ® ®

silicatos turmalina elbaíta trigonal (Ca, k, Na)(Al, Fe, Li, Mg, Mn)3 (Al, Cr, Fe, V)6 (BO3)3 Si6O18 (OH, F)4 turmalina Paraíba, turmalina Paraíba olho-de-gato e turmalina Paraíba com mudança-de-cor turmalina Paraíba, turmalina Paraíba olho-de-gato e turmalina Paraíba com mudança-de-cor azul a azul violáceo, verde, de rosa a rosa arroxeado (as cores vívidas são denominadas pelo mercado como neon, uorescente ou elétrica) transparente vítreo acatassolamento e mudança-de-cor 1,618 - 1,639 (± 0,001) uniaxial negativo, RD de 0,018 a 0,025 0,017 de forte a moderada, geralmente diferentes tonalidades da cor da gema não apresenta uma faixa fraca e bem definida a 415 nm; faixa larga de intensidade variável centralizada em 515 nm, e faixa larga de absorção começando por volta de 600 nm e absorvendo todo o vermelho de 3,03 a 3,12 (+ 0,05, - 0,02) concoidal de brilho vítreo não apresenta inclusões trifásicas, líquidas, do tipo impressões digitais e tubos nos de crescimento paralelos ao eixo óptico tratamento térmico turmalina, esmeralda, espinélio sintético, imitações em vidro, demantóide, peridoto, sa ra, lazulita, tanzanita, hauynita e apatita 7 - 7,5 pode alterar a cor sob forte calor, mudanças súbitas de temperatura pode causar fraturamento estável nenhuma

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Turmalina Rubelita
CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS
® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ®

silicatos turmalina elbaíta hexagonal (trigonal) (Ca,K,Na)(Al,Fe,Li,Mg,Mn)3(Al,Cr,Fe,V)6(BO3)3Si6O18(OH,F)4 rubelita, rubelita olho-de-gato e rubelita com mudança-de-cor rubelita, rubelita olho-de-gato e rubelita com mudança-de-cor de rosa a vermelho; podendo ser vermelho amarronzado, alaranjado ou arroxeado de transparente a opaco vítreo acatassolamento e mudança-de-cor (raro) 1,624 - 1,644 (+ 0,011, - 0,009) uniaxial negativo, RD de 0,018 a 0,040 0,017 de moderado a forte, geralmente tonalidades da cor da gema de inerte a muito fraco, de vermelho a violeta (UVL e UVC) uma faixa larga no verde e linhas a 458 e 451 nm 3,06 (+ 0,20, - 0,06) concoidal de brilho vítreo não apresenta inclusões gasosas e líquidas irradiação - cores pálidas mudam para rosa ou vermelha, cor rosa pode mudar para alaranjado; aquecimento - cor vermelha para vermelha mais claro ao incolor, de vermelha amarronzado para rosa rubi e topázio 7 - 7,5 pode alterar a cor sob forte calor; mudanças súbitas de temperatura pode causar fraturamento estável nenhuma

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Turmalina Verde
CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS
® ® ® ® ® ® ®

silicatos turmalina elbaíta trigonal (Ca,K,Na)(Al,Fe,Li,Mg,Mn) 3(Al,Cr,Fe,V)6(BO3)3Si6O18(OH,F)4 turmalina verde, turmalina olho-de-gato e turmalina com mudança-de-cor verdelita, turmalina verde, turmalina olho-de-gato e turmalina com mudança-decor verde, verde amarelado a verde azulado de transparente a opaco vítreo acatassolamento e mudança-de-cor (raro) 1,624 - 1,644 (+ 0,011, - 0,009) uniaxial negativo, RD de 0,018 a 0,040, geralmente 0,020, mas pode alcançar 0,040 nas gemas escuras 0,017 de moderado a forte - geralmente diferentes tonalidades da cor da gema não apresenta absorção quase completa do vermelho até 640 nm, em conjunto com uma faixa forte e estreita em 498 nm 3,06 (+ 0,20, - 0,06) concoidal de brilho vítreo não apresenta inclusões parecidas com linhas ou lamentos nos irregulares contendo líquido e gás térmico - atinge tonalidade verde-esmeralda; irradiação - exemplar verde escuro pode tornar-se roxo peridoto, esmeralda, prasiolita, espinélio sintético verde, vesuvianita, imitações de vidro, demantóide, hiddenita e quartzo sintético verde 7 - 7,5 pode alterar a cor sob forte calor; mudanças súbitas de temperatura pode causar fraturamento estável nenhuma

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material muito poroso. etc (para adicionar cor ou para selar cor subjacente ou pintar) variscita.650 normalmente 1. verniz.61 na leitura pelo método “spot” AGG.Turquesa CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® ® ® ® ® fosfatos turquesa turquesa trigonal CuAl6(PO4)4(OH)8 5H2O turquesa. reforçar peças desbastadas com epoxy (aumentar a espessura. pode ser descolorido por líquidos de densidade. impregnação com cera (selar os poros e escurecer a cor dos poros. também ajuda a durabilidade).610 . podendo apresentar manchas escuras ou veios da rocha matriz de semitranslúcido a opaco de ceráceo a vítreo não apresenta 1. enchimento de cavidades com um metal em epoxy. dependendo da porosidade. turquesa persa. de azul esverdeado a verde.14. material de cor clara). cobertura da superfície com laca. americana. epoxy. vidro. tingidura com líquidos negros (imitar matriz). inerte (UVC) ocasionalmente apresenta 2 faixas médias a fraca em 420 e 432 nm (a última é mais forte). normalmente cor amarelada de pirita (encher a cavidade e imitar inclusões de pirita).0. plástico e pectolita 5-6 sob calor forte (maçarico) pode explodir. serpentina. brilho ceráceo a fosco não apresenta freqüentemente tem matriz impregnação com plástico. turquesa sintética. howlita tingida. amazonita. algumas vezes com adição de corante (produz azul médio de quase branco.1. resistência e peso das peças muito desbastadas para ser cortada de outra maneira).76 (+ 0. RD normalmente não detectada não apresenta não apresenta de inerte a fraco amarelo esverdeado (UVL). suor e cosméticos 97 ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® .36) concoidal ou granular. freqüentemente matizado. pode também ter uma faixa fraca em 460 nm 2. . perde a cor estável dissolve lentamente em ácido clorídrico. mexicana ou egípcia e turquesa teia-dearanha de azul médio a claro.

azul • jargão .030).030). alguns exemplares do tipo baixo são virtualmente RS 0.1. verde amarronzado. verde e amarelo-verde • exemplar alaranjado e marrom . também chamado tipo alfa. diamante da Sri Lanka incolor. beta ou gama • tipo alto e médio .verde • esparklita . roxo avermelhado e marrom arroxeado ® NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO ® COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO ® ® ® ® ® ® ® ® PLEOCROÍSMO ® 98 .incolor • errôneos: água-marinha do Sião. verde. alaranjado. marrom arroxeado e amarelo amarronzado • exemplar vermelho .Zircão CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE ® ® ® ® silicatos zircão tetragonal ZrSiO4 dependendo da extensão da avaria estrutural é classi cado como zircão tipo alto.038 • exemplar azul .incolor.815 (± 0.875 . de amarelo a amarelo-verde. azul e de amarelo amarronzado a incolor • exemplar verde . muito raramente abaixo de 1. médio ou baixo. azul.de fraco a moderado.80 uniaxial positivo. tipo baixo 1.moderado.de verde amarronzado a amarelado com uma textura anuviada. tipo baixo tem nenhuma ou muito pouca e tipo alto tem alta birrefringência 0.muito fraco.forte.1.925 . raramente marrom ou alaranjado • jacinto .059.040).810 .1. marrom.castanho avermelhado • estarlita .905 (± 0. amarelo. vermelho e ocasionalmente roxo transparente de vítreo a adamantino acatassolamento (raro) tipo alto .de amarelo claro a incolor gemas oriundas da Sri Lanka • beccarita .000 a 0. RD. diamante matura.984 (± 0. azul.1. de alaranjado a marrom e de vermelho alaranjado a amarronzado • tipo baixo .1. tipo médio .

vermelho (UVC) • alguns exemplares verdes podem apresentar muitas linhas e faixas de absorção • alguns exemplares vermelhos e marrons não apresentam nenhuma linha ou faixa • alguns exemplares azuis e incolores apresentam só uma linha em 653. titanato de estrôncio. espessartita.usualmente apresentam muito forte geminação repetida ou zoneamento que pode conferir uma aparência leitosa em alguns ângulos de iluminação. alaranjado. andradita.muda a cor de marrom para o vermelho.minúsculas inclusões brancas como algodão. amarelo ou vermelho algumas pedras tratadas termicamente pode reverter para sua cor original nenhuma CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® 99 .5 nm varia de 3. verde tipo baixo .5 (tipo alto) tipo alto e alguns médios podem mudar para incolor. incolor ou azul rutilo sintético. azul claro (UVL) • exemplar marrom .de inerte a forte. inclusões angulares são comuns tratamento térmico . YAG.7.73 (aumento gradual do tipo baixo para o tipo alto) concoidal de brilho vítreo a subadamantino não apresenta algumas azuis e muitas pedras incolor . GGG. diamante. de amarelo a alaranjado (UVC) • exemplar verde . amarelo.5 nm • tipo baixo freqüentemente apresenta só uma linha larga e vaga em 653. zircônia cúbica.90 a 4. azul.geralmente inerte • exemplar de amarelo a alaranjado-amarelo .de inerte a moderado. esfênio e esfarelita 6 (tipo baixo) . de amarelo a alaranjado (UVC e UVL) • exemplar azul .de inerte a moderado.de inerte a muito fraco .FLUORESCÊNCIA ® ESPECTRO DE ABSORÇÃO ® PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM ® ® ® • exemplar de vermelho a alaranjado-vermelho .

100 .

ESPECIFICAÇÃO DAS GEMAS ORGÂNICAS 101 .

âmbar báltico.2. quando friccionado produz uma carga elétrica negativa pode escurecer com exposição prolongada atacado por ácidos.pode clarear âmbar turvo. simetita. bolhas de ar pode diminuir o peso especí co concoidal de brilho ceráceo a resinoso não apresenta linhas de uxo.540 (+ 0. . desprendendo um odor característico. âmbar-de-mina âmbar bloco. insetos e outras inclusões orgânicas e inorgânicas aquecimento . aquecimento com óleo . O aquecimento com óleo pode provocar fraturas em forma de disco provocando mais brilho calcedônia. âmbar prensado (ambaróide). âmbar chinês. gedanita. fraco (UVC) não se aplica 1. âmbar birmanês. solventes fortes. âmbar dominicano. branco azulado. laranja. ou azul (UVL). vermelho. rumanita.02. quartzo citrino. branco.para adicionar cor diferente ou para escurecer material claro. devido a forte uorescência de transparente a opaco de resinoso a vítreo não apresenta 1. âmbar espumoso. ocasionalmente esverdeado ou azulado.0. âmbar azul e âmbar maciço de amarelo claro ao marrom escuro. fraturas. âmbar-do-mar.Âmbar NATUREZA DO MATERIAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE ® ® ® ® resinas fossilizadas de árvores anciãs de 10 a 100 milhões de anos amorfo de composição variada em média C10H16O âmbar-do-mar.pode produzir intensidade de cor. âmbar siciliano.005. branco. álcool e cloro NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO ® COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS ® POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® 102 . âmbar-de-mina. plástico. copal e âmbar reconstituído 2 . -0. bolhas de gás. âmbar romeno.5 queima a baixas temperaturas. âmbar claro. tingidura .08).08 (+ 0.001) RS freqüentemente apresenta RDA forte não apresenta não apresenta de inerte a forte verde amarelado a alaranjado. âmbar bastardo. éter.

freqüentemente aragonita. a concha ou impressão do interior da concha da amonita mineralizada e fossilizada (65 milhões de anos) variable. korita e calcentina laranja.Amonita NATUREZA DO MATERIAL FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® orgânico. silica e outros amonita. aapaok. pitita. padrões de iridescência distintos. pois sua aparência é única variável se quebra e perde a iridescência estável atacado por ácidos ® ® ® ® 103 . calcita.155. freqüentemente tipo mosaico cobertura de laca não tem. do cinza ao marrom algumas vezes iridescente opaco vítreo iridescência geralmente 1. varia de acordo com o conteúdo mineral não apresenta variável não diagnóstico geralmente em torno de 2.68. amolita.70. varia de acordo com o conteúdo mineral irregular a granulada de brilho gorduroso a fosco geralmente não visível estrutura espiral do espécime bem preservada.52 – 1. varia de acordo com o conteúdo mineral AGG geralmente 0.

32 (± 0. errôneos: âmbar-negro e ágata-negra de marrom muito escuro ao preto de semitranslúcido ao opaco de resinoso ao vítreo não apresenta 1. quando friccionado carrega eletricamente estável ácidos podem tirar o brilho da superfície ® ® ® ® 104 .Azeviche NATUREZA DO MATERIAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® carvão formado de madeira fossilizada no fundo do oceano há 180 milhões de anos amorfo de composição primária carbono com algum hidrogênio e oxigênio (um hidrocarbono) linhito azeviche.660 (± 0.4 funde facilmente com um odor de carvão ou quando tocado por agulha quente.5 .020) RS não apresenta não apresenta não apresenta inerte não se aplica 1. pedra-escorpião. azeviche Whitby. calcedônia e outros minerais pretos opacos e vulcanite (borracha dura) 2. gagata e azeviche bastardo. coral preto.02) concoidal de brilho fosco ao gorduroso não apresenta veio marrom e fratura nenhum conhecido plástico.

madrepérola.1. calcedônia.685 AGG 0. concha-de-caramujo. cinza. fundo côncavo. atacado por ácidos ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 105 . amarelo. concha de caramujo .0. concreções calcárias e plástico 3. opérculo . .estrutura como chama tingidura (para produzir uma variedade de cores) coral.155 não apresenta não apresenta variável. concha-de-búzio e conchade-abalone.530 . dependendo do tipo de concha não se aplica 2. laranja e rosa de translúcido a opaco gorduroso ou perolado oriente (efeito iridescente) 1. concha-de-búzio. estrutura em espiral no fundo. marrom. opérculo e concha-de-abalone concha. mar m.os irregulares de estrutura brosa.16) desigual a estilhaçada de brilho fosco não apresenta camafeu concha de búzio . Os que tem a face interna revestida de madrepérola são de maior interesse gemológico diversa CaCO3 mais alguma matéria orgânica e água concha-de-caramujo.marca na frente como olho. opérculo.30. errôneo: olho-de-gato chinês virtualmente qualquer cor.Concha NATUREZA DO MATERIAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® invólucro calcário ou córneo de moluscos de água salgada e doce.5 escurece sob a chama do maçarico concha de molusco gradualmente pode perder a cor quando exposta à luz solar efervesce com ácido clorídrico. mas comumente branco.86 (+ 0.

Copal
NATUREZA DO MATERIAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS
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resina fossilizada, mais recente na origem que o âmbar, produzida por árvores tropicais amorfo variável copal resina Kauri e copal; errôneo: âmbar amarelo, laranja e marrom de transparente a translúcido de resinoso a vítreo não apresenta 1,540 (- 0,010) RS não apresenta não se aplica não apresenta de inerte a fraco branco azulado (UVL); de inerte a forte branco azulado (UVC); a mesma reação esbranquiçada do âmbar (especialmente UVC) não se aplica 1,06 (+ 0,04, - 0,03) de concoidal a desigual de brilho resinoso não apresenta é comum apresentar a superfície com ranhuras qualquer tratamento usado para âmbar pode ser usados para o copal âmbar 2 queima pode escurecer quando exposto por longo tempo à luz solar éter causa inchaço e amolecimento para uma massa viscosa, fosqueando a superfície testada. Fica viscoso em contato com terebentina e acetona

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(Calcário)
NATUREZA DO MATERIAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS
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Coral

restos de uma colônia de pólipos minúsculos animais marinhos trigonal principalmente CaCO3 (na forma de calcita) coral pele-de-anjo, coral branco, coral rosa, coral vermelho, coral sangue-de-boi, coral japonês, coral italiano, coral-siciliano, coral-argelino e coral do rosa claro ao vermelho escuro; laranja; branco e creme; ocasionalmente azul ou púrpura de semitranslúcido a opaco de ceráceo a vítreo não apresenta 1,486 - 1,658 AGG 0,172 não apresenta branco - de inerte a fraco a branco azulado forte (UVL e UVC); laranja claro e escuro, vermelho e rosa - inerte a laranja ao laranja rosado (UVL e UVC); vermelho escuro inerte a vermelho fosco ao vermelho arroxeado (UVL e UVC) não se aplica 2,65 (± 0,05) de estilhaçada a desigual de brilho fosco não apresenta estrutura brosa ondulada, cavidades provocadas por pólipos tingidura (escurecer ou mudar a cor); impregnação com epoxy ou material como cola (encher e encobrir cavidades da superfície num material de baixa qualidade) calcita, mármore, ônix, concha, calcedônia, concreções calcárias, imitações de coral (Gilson), howlita e mar m 3,5 - 4 mancha (enegrece) sob a chama do maçarico estável atacado por ácidos, efervesce em ácido clorídrico

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(Conchiolina)
NATUREZA DO MATERIAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS
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Coral

restos de uma colônia pólipos, minúsculos animais marinhos trigonal C32H48N2O11 coral-negro, coral azul, coral dourado coral, coral-negro, coral azul, coral dourado, akabar, coral real e giogetto negro, marrom escuro e amarelo (dourado) de semitranslúcido a opaco de ceráceo a vítreo brilho da superfície distinta nas variedades douradas 1,560 - 1,570 (± 0,010) AGG não apresenta não apresenta não apresenta inerte não se aplica 1,35 (+ 0,77, - 0,05) de concoidal a desigual de brilho fosco não apresenta estrutura circular concêntrica (anéis de árvores), estrutura semi-circular branca em corte transversal aos galhos branqueamento (embeber em solução de 30% de água oxigenada) (produz cor dourada ao coral negro) plásticos, azeviche, calcedônia e concreções calcárias 3 queima com facilidade, exalando um odor de cabelo queimado estável facilmente atacado

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540 AGG não apresenta não apresenta não apresenta de fraco a forte branco azulado ou azul-violeta (UVL e UVC. mar m do Cabo e mar m duro (Angola) e mar m de branco ao amarelo claro de translúcido a opaco de gorduroso a fosco não apresenta 1. mar m vegetal. morsa.1. narval. javali e porco do mato 2. coral branco. mar m de hipopótamo.00 estilhaçada de brilho fosco não apresenta linhas de estrutura ondulada tingidura (para criar a aparência de mar m antigo). branqueamento (clarear e remover manchas) osso. leão-marinho. amolece com ácido nítrico e fosfórico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 109 .540 normalmente 1.535 . cachalote.70 a 2.75 causa encolhimento e descoloração amarela com o tempo atacado. plástico.2.25 .Marfim (Elefante) NATUREZA DO MATERIAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® a maioria dos mar ns usados na joalheria são provenientes de presas de elefante amorfo (Ca3OH)2(PO4)6Ca4 e material orgânico principalmente de colagênio e com traço de elastina mar m mar m verde (Tanzânia). calcedônia. UVL mais forte) não se aplica de 1.

Pérola NATUREZA DO MATERIAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® formada no corpo de certos moluscos de água doce e água salgada ao redor de parasita irritante sem intervenção humana ortorrômbico (aragonita). barroca. de água doce. de Bombaim.1. normalmente fraco 1.78.4. da Venezuela.66 a 2.forte vermelho (UVL) não se aplica água salgada . amarelo.2. de La Paz. La Paz . e lugar de origem pérola: pó. forma. virgem.61 a 2. cinza.74 irregular de brilho perolado a fosco não apresenta detalhe interior são revelados por radiogra a de Raios X branqueamento (branquear pontos escuros da conchiolina que se mostra através do nácar). ácido da transpiração. semente.685 AGG 0.efeito iridescente. pérola negra cor natural – de fraco a moderado vermelho a vermelho alaranjado ou vermelho amarronzado (UVL). poucos são acima de 2.5 calor excessivo. blister. na.85. do Tahaiti. mas usualmente creme.5 . da Austrália. branca. selvagem. perfume ou laquê de cabelo também ataca o nácar ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 110 . negra. amarelada e rosa. do Ceilão. verde ou azul de translúcido a opaco superfície perto de fosca a quase metálica oriente . água doce .155 não apresenta não apresenta de inerte a forte azul claro. rachando ou fraturando. Prolongado calor moderado (semelhante ao calor da lâmpada de vitrine) pode causar desidratação e fratura do nácar estável atacado por todos os ácidos. natural e oriental virtualmente de qualquer cor. verde ou rosa (UVL e UVC). vidro imitando pérola e plástico imitando pérola 2.530 .2. trigonal (calcita) CaCO3(a maior parte como aragonita e o restante como calcita). pode queimar a pérola virando marrom. também uma matéria orgânica de liga chamada conchiolina e pequenas quantidades de água descrita por sua cor e re exo. semelhante a chama aberta. tingidura (ambos para alterar o corpo para um negro uniforme ou levemente tingido para reduzir a visibilidade de mancha de cor) pérola cultivada.

branca. pode queimar a pérola virando marrom.685 AGG 0. normalmente fraco 1. pérola cultivada South Seas. verde ou azul e negra de translúcido a opaco superfície perto de fosca a quase metálica oriente . pérola cultivada akoya.78 (maior do que a maior parte das pérolas naturais). pérola cultivada em água salgada pérola cultivada. pérola cultivada chinesa. amarelo claro. água doce . cinza. também cinza ou azul cinza e para branquear pérolas) pérola natural.Pérola Cultivada NATUREZA DO MATERIAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO ® ® ® ® ® COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO ® ® ® ® ® ® ® ® ® se desenvolve no corpo de moluscos de água doce e salgada a partir da intercessão humana ortorrômbico (aragonita).70 a 2.efeito iridescente. Prolongado calor moderado (semelhante ao calor da lâmpada de vitrine) pode causar desidratação.155 não apresenta não apresenta inerte a forte azul claro. pérola blister cultivada.menor que a maioria das pérolas de água doce natural irregular de brilho perolado a fosco não apresenta detalhe interior são revelados por radiogra a de Raios X.fraco a moderado vermelho a vermelho alaranjado (UVL) varia amplamente água salgada .5 . pérola negra cor natural . usualmente creme. algumas vezes um indício visual de exame do furo da broca ou aparência listrada na superfície branqueamento (branquear pontos escuros da conchiolina que se mostra através do nácar). keshi virtualmente qualquer cor.2. plástico ou acrílico imitando pérola 2. pérola cultivada Biwa. tingidura (para alterar a cor ou esconder manchas). rachando ou fraturando. pérola composta cultivada mabe.530-1. podendo fraturar o nácar estável atacado por todos os ácidos. trigonal (calcita) CaCO3 (semelhante à pérola natural – contendo um núcleo de madrepérola ou um pedaço da epiderme de outro molusco) pérola cultivada em água doce.4 calor excessivo. irradiação (para produzir pérola negra. vidro imitando pérola. amarelo. verde ou rosa (LW e SW). ácido da transpiração. semelhante a chama aberta. perfume ou laquê de cabelo também ataca o nácar ® ® ® ® ® ® TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® 111 . pérola 3/4 blister cultivada.

112 .

ESPECIFICAÇÃO DAS GEMAS NÃO USUAIS 113 .

641 (+ 0.022 a 0.0. amarelo e verde escuro inerte linha tênue a 503 nm 3. às vezes fosco perfeita em duas direções (obscura em agregados) estrutura brosa paralela em exemplar com olho-de-gato nenhum conhecido comercialmente turmalina olho-de-gato e apatita olho-de-gato 5–6 não é sensível a baixo calor.00 (+ 0.614 – 1. errôneo: jade olho-de-gato verde de claro a escuro.Fe)5Si8O22(OH)2 actinolita olho-de-gato actinolita e actinolita olho-de-gato.Actinolita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos an bólio actinolita monoclínico Ca2(Mg. RD.027 moderado.10.05) irregular de brilho vítreo. biaxial negativo de 0.293°C estável não é atacado por ácidos 114 . verde amarelado e preto de transparente a opaco vítreo acatassolamento 1.014).63 AGG. derrete a 1. leitura pelo método “spot” geralmente 1. .

68 (+ 0.0. sa ra natural e sintética 6 – 6. incolor ou branco.01.047 0. incolor e azul forte azul gredoso (UVC). . dispersão moderadamente alta. forte pleocroísmo e birrefringência alta nenhum conhecido comercialmente azurita.5 sensível à rápidas mudanças de temperatura estável lentamente atacado por ácido clorídrico concentrado. azul violáceo e rosa (raro) transparente de vítreo a sub-adamantino não apresenta 1.044 exemplar azul – forte. atacado por ácido uorídrico ® ® ® ® 115 .Benitoíta CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos benitoíta benitoíta hexagonal BaTiSi3O9 benitoíta e por cor azul. iolita. uniaxial positivo 0.804 RD.07) de concoidal a irregular de brilho vítreo indistinta em uma direção freqüentemente com zoneamento de cor azul claro. inerte (UVL) não é diagnóstico 3.757 – 1.

uniaxial positivo de 0. hematita.009. estanho-de-madeira e estanho-resina de marrom escuro a preto.006) RD.997 – 2.95 (± 0. esfênio.098 0. exceto quando apresenta inclusões líquidas estável atacado muito ligeiramente ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 116 . amarelo ou incolor com faixas marrons de transparente a opaco de sub-adamantino a adamantino não apresenta 1. normalmente não é vista combinação de propriedades nenhum conhecido comercialmente scheelita.08) de concoidal a irregular com brilho de sub-adamantino a adamantino imperfeita em uma direção.071 de fraco a moderado. marrom claro e escuro inerte não é diagnóstico 6. marrom amarelado.0. pedra-de-estanho. . zircão e cuprita 6–7 estável.096 a 0.093 (+ 0.Cassiterita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® óxidos rutilo cassiterita tetragonal SnO2 cassiterita.

012 a 0.5 a 90º daquela muito sensível estável não é atacável ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 117 .Cianita CLASSE MINERAL GRUPO SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos cianita triclínico Al2SiO5 cianita. idocrásio.731 (± 0. distinta em uma direção. pode aparentar brosa nenhum conhecido comercialmente epidoto.01. espécimes gemológicos geralmente apresentam zoneamento de cor verde azul e incolor de transparente a translúcidos vítreo acatassolamento (raro) 1. tanzanita.716 – 1.004) RD. pode ser amarelo. azul escuro e azul-violeta vermelho fraco (UVL) faixas a 435 e 445 nm 3.68 (+ 0. cinza. partição comumente apresenta zoneamento de cor. iolita e espinélio 4 – 5 em uma direção.12) irregular de brilho de vítreo a nacarado perfeita em uma direção.017 0. biaxial negativo de 0. incolor. 6 – 7.0. kianita e distênio geralmente de azul ao verde de claro a escuro.020 exemplar azul – moderado. sa ra. marrom ou incolor. .

003) RD. mais fraco (ULC) pode apresentar uma linha dupla por volta de 580 nm 3.03) de irregular a sub-concoidal com brilho de vítreo a gorduroso não apresenta combinação de propriedades nenhum conhecido comercialmente apatita.006 0.016 não apresenta de inerte a forte.636 (± 0. biaxial positivo / negativo 0. azul claro a azul-verde (UVL).630 – 1. barita e turmalina 7 funde sob o maçarico do joalheiro estável muito lentamente atacado por ácido clorídrico e ácido uorídrico 118 . ocasionalmente rosa de transparente a translúcido de vítreo a resinoso não apresenta 1. topázio.00 (± 0.Danburita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos danburita ortorrômbico CaB2(SiO4)2 danburita e por cor de incolor ao amarelo claro ao marrom. andaluzita.

peridoto e zoisita 5 sensível estável atacado por ácidos. ácido clorídrico produz mancha azul 119 . birrefringência alta e clivagem nenhum conhecido comercialmente esmeralda.053 fraco inerte faixa larga a 550 nm 3.Dioptásio CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos dioptásio hexagonal (trigonal) CuSiO2(OH)2 dioptásio verde azulado intenso de transparente a translúcido vítreo não apresenta 1.655 – 1.012) RD. uniaxial positivo de 0. diopsídio. esmeralda sintética.708 (± 0.30 (± 0.05) de concoidal a irregular de brilho gorduroso perfeita em três direções cor verde intenso.051 a 0.

673 (± 0.011 de fraco a forte.015. diopsídio e zoisita 5-6 sensível estável lentamente atacado por ácido uorídrico ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 120 . partição combinação de propriedades nenhum conhecido comercialmente axinita. verde amarelado. kornerupina. linhas em 505 e 550 nm 3.Enstatita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos piroxênio enstatita ortorrômbico MgSiO3 bronzita enstatita e bronzita de marrom avermelhado a verde amarronzado. .25 (+ 0.008 a 0. raramente incolor de transparente a opaco vítreo acatassolamento e asterismo de seis raios (raro) 1.663 – 1.010) RD.0. biaxial positivo de 0. verde e verde amarelado ou marrom e amarelo inerte direcional.02) irregular de brilho vítreo a nacarado distinta em duas direções.

690 nm 4.15) de concoidal a irregular com brilho de adamantino a resinoso perfeita em seis direções.50 (aumenta com o conteúdo de Fe) RS não apresenta 0. freqüentemente com zoneamento de cor.5 – 4 sensível estável atacado por ácido clorídrico. espessartita. superfícies clivadas freqüentemente evidente em brutos nenhum conhecido comercialmente andradita.0. material não gemológico de cinza a preto de transparente a opaco de adamantino a sub-adamantino não apresenta 2. zircão. zoneamento de cor é comum. blenda e blenda zinco verde. amarelo.05. raramente incolor. marmatira (preta).05 (+ 0. emite odor de ovo podre ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 121 .Esfarelita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® sulfuretos esfalerita esfarelita cúbico (Zn. diamante. esfênio.156 não apresenta geralmente inerte. marrom. 667.Fe)S marmatita e cleiofana esfalerita. cleiofana (de quase incolor a verde claro). vermelho-laranja (UVC e UVL) linhas a 651. mas às vezes de moderado a forte. scheelita e cuprita 3.369 – 2. vermelho. laranja. . facilmente desenvolvida dispersão muito forte.

Fenaquita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos fenaquita hexagonal (trigonal) Be2SiO4 fenaquita e fenacita usualmente do incolor ao amarelo claro.5 – 8 não fundível estável não atacado por ácidos ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 122 . rosa e azul esverdeado (raro) transparente vítreo não apresenta 1. azul claro ou verde (UVC e UVL) não é diagnóstico 2.004) RD.05) concoidal de brilho vítreo indistinta raramente vista combinação de propriedades nenhum conhecido comercialmente espodumênio e euclásio 7.016 0.95 (± 0.670 (+ 0.015 de moderado a fraco de inerte a fraco rosa. uniaxial positivo 0. também em tonalidades claras de marrom.654 – 1.0. .026.

raramente vista combinação de propriedades nenhum conhecido comercialmente sa ra e sa ra sintética 7.01 (± 0. usualmente de tonalidade escura de transparente a translúcido vítreo não apresenta 1. Zn)Al2O4 gahnoespinélio verde ou azul.5 .40) concoidal de brilho vítreo indistinta.Gahnoespinélio CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® óxidos espinélio série entre espinélio e gahnita cúbico (Mg.020) RS não apresenta não apresenta inerte 4.760 (± 0.8 indeterminado estável indeterminado 123 .

15) de concoidal a irregular a granulada de brilho de vítreo (nos cristais simples) a fosco indistinta raramente vista combinação de propriedades nenhum comercialmente conhecido hidrogrossular.5 funde facilmente estável atacado por ácido clorídrico NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO ® COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 124 . . . de transparente ao opaco de vítreo a gorduroso não apresenta 1. do azul claro ao azul esverdeado. freqüentemente mosqueado ou com veios). RD.012 0. cinza e branco. uniaxial. espinélio.40 (+ 0.71 AGG.718 (+ 0.10. jadeíta.003. cianita. vesuvianita. ciprina e xantita idocrásio.Idocrásio CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE ® ® ® ® ® silicatos idocrásio tetragonal Ca10Mg2Al4(SiO4)5(Si2O7)2(OH)4 californita. leitura do método “spot” usualmente 1.713 – 1.013). californita (de translúcido a opaco de verde ao verde amarronzado ou amarelado. epidoto.0.0. linha mais fraca a 528.5 nm 3. ciprina (do azul claro ao azul esverdeado) e xantita (transparente de amarelo ao marrom amarelado) de amarelo ao verde. cores de tensão comum de 0. zoisita e nefrita 6.019 de nenhum a fraco inerte linha a 464 nm. positivo ou negativo. marrom amarelado.001 a 0.

667 – 1. exemplar verde amarronzado – verde.Kornerupina CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos kornerupina ortorrômbico Mg3Al6(Si. diopsídio. amarelo e vermelhomarrom de inerte a forte. turmalina. verde-azul. sinhalita e enstatita 6-7 indeterminado estável insolúvel em ácidos ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 125 . biaxial fortemente negativo. marrom e incolor (raro) de transparente a translúcido vítreo acatassolamento e asterismo (muito raro) 1.30 (+ 0. amarelo (UVC e UVL) faixa a 503 nm 3.012 a 0.003) RD.0. espodumênio.Al.B)5O21(OH) kornerupina de verde amarelado ao verde amarronzado.05. amarelo.019 geralmente forte.03) concoidal de brilho vítreo perfeita em duas direções combinação de propriedades nenhum conhecido comercialmente axinita.017 0.680 (± 0. . pode apresentar gura óptica pseudo-uniaxial de 0.

fosforesce azul claro (UVL e UVC) não é diagnóstico 3. ambligonita e por cor usualmente do incolor ao amarelo claro ao amarelo esverdeado. pode ser rosa claro. nuvens em faixas paralelas seguindo as direções de clivagem nenhum conhecido comercialmente brasilianita. se quebra quando aquecida desigualmente estável atacado por vários ácidos ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 126 .Na)Al(PO4)(F.04) concoidal de brilho nacarado a vítreo perfeito em uma direção.02 (± 0.OH) montebrasita. verde. azul ou marrom transparente de gorduroso a vítreo não apresenta 1.0. biaxial pode ser positivo (montebrasita) ou negativo (ambligonita) de 0. boa em outra direção inclusões líquidas tipo véu.027 de fraco a nenhum muito fraca verde (UVL).Montebrasita CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® fosfatos ambligonita montebrasita e ambligonita triclínico (Li. turmalina.612 – 1.5 – 6 muito sensível. datolita e fosfo lita 5.636 (.034) RD.020 a 0.

.07) de concoidal a brosa com brilho de vítreo a sedoso perfeita em duas direções.017. usualmente obscurecida pela estrutura agregada Características de identificação: exemplar azul – esférulas com centro azul gradativamente branqueada na periferia nenhum conhecido comercialmente turquesa.09.0.5 – 5 se funde facilmente estável dissolve em ácido clorídrico ® ® ® ® ® ® ® ® ® 127 .0. biaxial positivo. howlita tingida e ekanita 4. pode fosforescer não diagnóstico 2. às vezes rosa muito claro de semitransparente a opaco de vítreo a sedoso acatassolamento 1. leitura pelo método “spot” usualmente 1.38 não apresenta exemplares de amarelo esverdeado a laranja .Pectolita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos pectolita triclínico NaCa2Si3O8(OH) larimar pectolita e larimar (azul) de ligeiramente cinza ao branco amarelado. azul.628 (+ 0.004). verde.81 (+ 0.599 – 1. freqüentemente mais forte sob UVC). AGG de 0.de inerte a moderado (UVC e UVL. .60 RD.029 a 0.

002) RD. rosa ou verde muito claro de transparente a translúcido de vítreo a nacarado acatassolamento (raro) 1. cinza. às vezes amarelo.016 não apresenta de inerte a fraco. laranja (UVL) não diagnóstico 2.516 (+ 0. .01) subconcoidal com brilho de vítreo a nacarado perfeita em uma direção.5 não é sensível estável atacado por ácido uorídrico 128 . distinta em duas direções aparência vítrea e combinação de propriedades nenhum conhecido comercialmente ortoclásio 6 – 6.40 (+ 0.0. .Petalita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos petalita monoclínico LiAlSi4O10 castorita petalita e castorita incolor.012 a 0.504 – 1. biaxial positivo de 0.0.006.06.

03) concoidal a irregular de brilho sub-adamantino distinta em uma direção combinação de propriedades nenhum conhecido comercialmente diamante. do vermelho ao marrom. zircônia cúbica. amarelo e verde inerte não diagnóstico 4. esfênio. verde escuro. vermelho profundo.330 distinto.287 0. azulado e violeta de opaco a transparente de metálico a sub-adamantino não apresenta 2. titanato de estrôncio.Rutilo CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® óxidos rutilo rutilo tetragonal TiO2 rutilo preto.5 calor extremo pode causar a mudança-de-cor estável resistente a maioria dos ácidos ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 129 . uniaxial positivo 0.616 – 2. esverdeado.903 RD. vermelho amarronzado. zircônia.26 (± 0. GGG e YAG 6 – 6.

sillimanita olho-de-gato e fribolita de branco ao cinza.0.5 sensível estável não atacado por ácidos 130 . .02. .Sillimanita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® silicatos sillimanita ortorrômbico Al2SiO5 sillimanita olho-de-gato sillimanita.006) RD. geralmente de translúcido ao opaco. turmalina olho-de-gato.25 (+ 0.004. biaxial positivo.680 (+ 0.021 0.forte. marrom. raramente transparente de vítreo a sedoso acatassolamento 1. verde. AGG de 0.0. amarelo claro e azul exemplar azul – vermelho fraco (UVL e UVC) faixas fracas a 410. jadeíta e nefrita 6 – 7.11) irregular com brilho de vítreo a sedoso perfeita em uma direção combinação de propriedades nenhum conhecido comercialmente euclásio. incolor. 441 e 462 nm 3.659 – 1. azul arroxeado ao azul acinzentado (raro).015 a 0.015 exemplar azul . espodumênio.

Sinhalita
CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS
® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ®

óxidos sinhalita ortorrômbico MgAlBO4 sinhalita e por cor de amarelo esverdeado ao amarelo amarronzado, marrom; rosa claro (raro) de transparente a translúcido vítreo não apresenta 1,668 – 1,707 (+ 0,005, - 0,003) RD, biaxial fortemente negativo de 0,036 a 0,039 0,017 moderado, marrom claro e escuro e marrom esverdeado inerte linhas a 452, 463, 475 e 493 nm 3,48 (± 0,02) concoidal de brilho vítreo indistinta, raramente vista combinação de propriedades nenhum conhecido comercialmente peridoto, turmalina, zircão, crisoberilo e kornerupina 6,5 – 7 indeterminado estável indeterminado

131

Taaffeíta
CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS
® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ®

óxidos taa eíta hexagonal MgBeAl4O8 taa eíta de rosa ao vermelho, azul, violeta, roxo, marrom e incolor transparente vítreo não apresenta 1,719 – 1,723 (± 0,002) RD, uniaxial negativo de 0,004 a 0,005 0,019 não apresenta de inerte a fraco, verde (UVC e UVL) faixa fraca a 458 nm, não diagnóstico 3,61 (± 0,01) concoidal de brilho vítreo não apresenta combinação de propriedades nenhum conhecido comercialmente espinélio 8 – 8,5 indeterminado estável não atacado

132

Thomsonita
CLASSE MINERAL GRUPO ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS
® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ®

silicatos zeólita thomsonita ortorrômbico NaCa2Al5Si5O206H2O okarkita, lintonita e gibsonita okarkita (branco), lintonita (verde translúcida) e gibsonita (rosa) várias cores, incluindo marrom, amarelo, laranja, rosa, verde, branco e cinza de translúcido a opaco de sedoso a vítreo não apresenta 1,515 – 1,540 (+ 0,015, - 0,018), leitura pelo método “spot” geralmente 1,52. AGG; RD 0,025 (geralmente não detectado) não apresenta de inerte a moderado com manchas marrom e branco (UVL) não diagnóstico 2,35 (+ 0,05, - 0,10) irregular de brilho de fosco a sedoso perfeita em uma direção (usualmente obscura em agregados) faixas ou sarapintado; com uma estrutural radial e brosa apresentando um brilho; estrutura e padrões de cores produzindo aparência como de olhos nenhum conhecido comercialmente calcedônia, calcita, thulita e unakita 5 – 5,5 funde e expande sob o maçarico do joalheiro estável atacado por ácidos

®

® ® ®

133

10) de granulada a irregular de brilho fosco não apresenta matriz de amarelo a marrom. serpentina. forte a 688 nm e mais fraca a 650 nm 2.57 AGG. verde (UVC e UVL) linhas. gema se apresenta rosada sob ltro chelsea nenhum conhecido comercialmente turquesa verde. .50 (± 0. freqüentemente mosqueado ou com matriz de amarela a marrom de translúcido a opaco de ceráceo a vítreo não apresenta 1. RD usualmente não detectada não apresenta de inerte a fraco.560 – 1.5 – 5 sensível estável atacado por ácidos ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 134 .Variscita CLASSE MINERAL ESPÉCIE MINERAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® óxidos variscita ortorrômbico AlPO4. jadeíta. nefrita e malaquita 3. amatrice.0.006). leitura pelo método “spot” usualmente 1.003. turquesa de Nevada e turquesa de Utah de verde amarelado com tonalidade de clara a média ao verde azulado. errôneos: turquesa da Califórnia. utahlita e sabalita ou trainita.590 (+ 0.2H2O utahlita variscita.

ESPECIFICAÇÃO DAS GEMAS ARTIFICIAIS 135 .

rutilo sintético. laranja rosado (UVC) não é diagnóstico 7. CZ. laranja.045 não apresenta de moderado a forte. vermelho. geralmente livre de inclusões. 3G.05 (+ 0.GGG NATUREZA DO MATERIAL SISTEMA DE CRISTALIZAÇÃO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® arti cial cúbico Gd3Ga5O12 GGG. YAG e espessartita 6. verde e outras dependendo do agente colorante transparente de vítreo a sub-adamantino não apresenta 1. azul.04. mas pode apresentar bolhas de gás nenhum conhecido comercialmente diamante.0. G-tríplo e granada galiato de gadolínio normalmente de incolor a marrom claro ou amarelo.970 (+ 0.10) concoidal de brilho vítreo a sub-adamantino não apresenta vê-se moderadamente através. esfênio. zircão.060) RS não apresenta 0. titanato de estrôncio.5 não é sensível gradualmente se torna marrom sob radiação ultravioleta inclusive da luz solar (podendo ser clareada com tratamento térmico) não é atacado ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 136 . .

CZ.Titanato de Estrôncio NATUREZA DO MATERIAL SISTEMA CRISTALINO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® arti cial cúbico SrTiO3 titanato de estrôncio.02) concoidal de brilho vítreo não apresenta dispersão muito alta. zircão. diagema.13 (± 0. YAG. freqüentemente polimento ruim devido a baixa dureza nenhum conhecido comercialmente diamante. lustigem. esfênio. sorella e zenithite. raramente apresenta bolhas de gás. fabulita.190 não apresenta geralmente inerte não diagnóstico 5.409 RS não apresenta 0. errôneo: diamante sintético incolor transparente de vítreo a sub-adamantino não apresenta 2. marvelite. rutilo sintético e GGG 5–6 sensível estável não é atacado ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 137 . vê-se muito pouco através.

zircão. amarelo e roxo transparente de vítreo a sub-adamantino não apresenta 1.inerte (UVC e UVL) • exemplar amarelo-verde .5 não é sensível estável não é atacado ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® FLUORESCÊNCIA ® ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 138 . diamonte e diamone geralmente incolor.50 a 4. esfênio. titanato de estrôncio.YAG NATUREZA DO MATERIAL SISTEMA CRISTALINO FÓRMULA QUÍMICA NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO ® ® ® arti cial cúbico Y3Al5O12 YAG.de inerte a moderado. de inerte a fraco.60 de concoidal a irregular de brilho vítreo a sub-adamantino não apresenta vê-se através perfeitamente.833 (± 0. diamonique. podendo ser verde. laranja (UVC) • exemplar azul e rosa . diamogem. GGG. nenhum conhecido comercialmente diamante. laranja. diamite. errôneos: diamonair. ashes vermelhos sob luz transmitida. CZ. laranja (UVL). geralmente livre de inclusões.muito forte (UVL e UVC). mas pode apresentar bolhas de gás. azul. vermelho. estriamento curvilíneo. fosforesce • exemplar verde-vermelho forte (UVL) e vermelho fraco (UVC) indeterminado de 4. granada ítrio alumínio. demantóide e espessartita 8.010) RS não apresenta 0. rutilo sintético.028 não apresenta • exemplar incolor . rosa.

YAG.amarelo esverdeado ou amareloalaranjado (UVL). diamonesque. espessartita e demantóide 8.dependendo do agente corante 5. diamonita e zircão incolor.5 sensível a alta temperatura estável não é atacado ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® ® 139 . zircão.15 (+ 0. titanato de estrôncio. errôneos: diamante sintético. esfênio. alaranjado. zircônia cúbica. diamante Z. GGG.Zircônica Cúbica NATUREZA DO MATERIAL SISTEMA CRISTALINO FÓRMULA QUÍMICA VARIEDADE NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO COR TRANSPARÊNCIA BRILHO FENÔMENOS ÓPTICOS ÍNDICES DE REFRAÇÃO CARÁTER ÓPTICO BIRREFRINGÊNCIA DISPERSÃO PLEOCROÍSMO FLUORESCÊNCIA ESPECTRO DE ABSORÇÃO PESO ESPECÍFICO FRATURA CLIVAGEM CARACTERÍSTICAS DE IDENTIFICAÇÃO TRATAMENTOS POSSÍVEIS POSSÍVEIS CONFUSÕES COM DUREZA ESTABILIDADE AO CALOR À LUZ DO DIA REAÇÕES COM QUÍMICOS ® ® ® ® ® ® ® arti cial cúbico ZrO2 zircônia cúbica CZ. amarelo. rosa.20) concoidal de brilho subadamantino não apresenta geralmente puro. mas pode conter óxidos de zircônio que não dissolveu e bolhas de gás e fraturas nenhum conhecido diamante. púrpura e marrom transparente subadamantino não apresenta 2.80 (± 0.060 não apresenta varia com a cor. rutilo sintético. azul. comumente na variedade incolor . vermelho.030) RS não apresenta 0. verde. djevalita. diamonair II. amarelo (UVC) variável .

51. 22 51 51 63 22 121 121 42 87 23 29 120 78 16. As páginas em negrito são as que contêm as informações mais importantes. 84 26 18. 27 18.ÍNDICE REMISSIVO A Aapaok Actinolita olho-de-gato Ágata da-islândia de-fogo dendrita iridescente musgo negra paisagem Água-marinha do Sião olho-de-gato Akabar Alabastro oriental Alalita Albita Alexandrita olho-de-gato Almandina astérica Amatrice Amazonita Âmbar azul báltico bastardo Birmanês bloco chinês claro de-mina do-mar dominicano espumoso maciço negro prensado romeno siciliano Ambaróide Ambligonita Ametista citrino esverdeada oriental siberiana 140 O índice inclui as variedades e nomes das gemas utilizados pelo mercado. 65 43 43 134 39 102. 67. 69. 26. 65 70 62 62 28 73 30 139 118 44 137 29 29 29 98 73 73 73 29 29 73 98 52 52 29 . 57. 106 102 102 102 102 102 102 102 102 102 102 102 102 104 102 102 102 102 126 19 19 79 84 19 Ametrino Amolita Amonita Andaluzita Andradita Andulária Antigorita Apatita olho-de-gato Azeviche Whitby B Beccarita Benitoíta Berilo amarelo dourado rosa verde Blenda zinco Blue John Bowenita Brasilianita Brilhante Bronzita C Cabelo-de-vênus Calcedônia Calcentina Calcita Californita Carneol Cassiterita Castorita Ceilonita Champanhe Cianita Ciprina Citrino topázio Cleiofana Cloroespinélio Cloromelanita Concha de-abalone 19 103 103 20 44 40 87 21 21 104 104 98 115 34. 28. 103 114 114 16 64 16 74 16 16 104 74 17 98 17 108 24 30 41 18. 27. 74 103 24 124 26 116 128 36 29 117 124 25 25 121 36 55 105 105 de-caramujo de-búzios Copal Coral argelino azul branco calcário conchiolina dourado italiano japonês negro pele-de-anjo real rosa sangue-de-boi siciliano vermelho Cordierita Coríndon Cornalina Crisoberilo Crisólita da-boêmia d’água Crisoprásio Cristal de rocha Cromo-diopsídio CZ D Danburita Demantóide Diagema Diamante Canário Conhaque da Sri Lanka de Arkansas do Alaska do Arizona do-cabo fancy herkimer matura negro negro do Alaska savoiano 105 105 106 107. 63. 27. 108 107 108 107 107 108 108 107 107 108 107 108 107 107 107 107 54 82.

sintético Z Diamite Diamogem Diamonair Diamonair II Diamonesque Diamonique Diamonita Diamonte Diamore Dicroíta Diopsídio astérico olho-de-gato Dioptásio Distênio Djevalita E Enstatita Epidoto Escapolita Esfalerita Esfênio cromífero Esmeralda de lítio olho-de-gato oriental trapiche Esparklita Espato adamantino azul da Islândia Espato uor Espectrolita Espessartita Espinélio almandina astérico chama mudança-de-cor nobre Espodumênio Estanho-de-madeira resina Euclásio 137. 88 30 30 30 119 117 139 F Fabulita Falsa crisólita Feldspato aventurino microclínio ortoclásio plagioclásio Fenacita Fenaquita Flecha-do-amor do-cupido do-amor Fluorita Forsterita Fribolita G Gagata Gahnoespinélio Gedanita GGG 3G Gibsonita Giogetto Granada almandina andradita astérica Boêmia espessartita gadolínio gálio grossulária hidrogrossulária ítrio alumínio malaia mudança-de-cor piropo rodolita Grossulária G-tríplo H Hackmanita Havaiíta Heliodoro Heliotrópio Hematita 137 62 39-41 41 39 40 41 122 122 77 77 78 42 70 130 Hessonita Hialita Hiddenita Hidrogrossulária Howlita I Idocrásio Indicolita mudança-de-cor olho-de-gato Indigolita Iolita aventurina J Jacinto Jade africano albita coreano da Coréia do Transvaal esmeralda granada imperial indiano mexicano olho-de-gato precioso russo soochow styrian Yunan Jadeíta Jager Jargão Jaspe de-sangue K Kianita Korita Kornerupina Kunzita L Labradorita Landerita 46 68 37 47 53 124 93 93 93 93 54 54 120 31 32 121 33 33 34 37 34 84 34 98 80 84 59 24 42 41 45 36 36 36 36 36 36 37 116 116 38 104 123 102 136 136 133 108 43-50 43 44 43 48 45 136 46 47 138 50 50 48 49 46 136 46. 56 47 55 87 43 47 55 47 55 72 24 114 55 56 87 87 55 55 29 98 57 69 88 70 51 69 52 117 103 125 37 41 46 141 . 139 139 138 138 138 139 139 138 139 138 138 54. 98 55.

67. 71 109 109 109 109 109 121 24 24 81 137 44 39 62 126 63 75 127 21 88 46 20 40 32 116 69 39 41 55 104 62 74 60 56 56 70 110 111 110 110 111 111 111 111 111 111 111 111 111 110 110 110 110 de La Paz do Ceilão do Tahiti na Keshi natural negra oriental pó selvagem semente virgem Petalita Piqué Pirita branca celular de-ferro especular hepática lamelar rômbica Piropo cromo Pistacita Plagioclásio Pleonasto Prasiolita Premier Pseudocrisólita Q Quartzo arco-íris aventurino com cabelo dendrita enfumaçado fumé pêlo-de-gato rosa rutilado sagenítico topázio verde turmalinado Quiastolita R Resina Kauri River 110 110 110 110 111 110 52 110 110 110 110 110 128 29 71 61 61 61 61 61 61 61 48 48 31 41 36 79 29 62. 65. 28. 72-79 73 72 77 74 75 75 77 76 77 77. 69. 57. 66 105 66 66 16. 78 25 79 78 20 106 29 . 25. 70 67 24 24 68 68 68 68 68 68 105 40 71 105 30 50 60 61. 64 56 87 64 64 64 64 133 41 66 27. 19. 26. 66.Lápis-lazúli canadense chileno do Afeganistão oriental russo siberiano Larimar Lazulita Leucogranada Linhito Lintonita Lustigem M Madrepérola Malacolita Malaia Malaquita Marcassita Mar m Cabo duro elefante verde Marmatita Mármore ônix rosa Marvelite Melanita Microclínio Modalvita Montebrasita Morganita Morion N Nefrita Novo Jade O Obsidiana arco-íris oco-de-neve olho-de-gato Okarkita Olho-de-boi Olho-de-falcão Olho-de-gato chinês Olho-de-tigre zebrado 142 58 88 58 58 58 58 58 127 59 46 104 133 137 Oligoclásio Olivina Ônix californiano mexicano Opala comum d’água de-fogo musgo nobre Opérculo Ortoclásio Ouro dos tolos P Pectolita Pedra aspargo azul canadense cinamomo cruz da-lua da-lua rosa de-estanho de-sangue do-amazonas do-sol dos rins escorpião garrafa mosquito pavão rim verde da Nova Zelândia Peridoto Pérola 3/4 blister cultivada barroca blister blister cultivada composta cultivada mabe cultivada cultivada akoya cultivada Biwa cultivada chinesa cultivada em água doce cultivada em água salgada cultivada South Seas da Austrália da Venezuela de água doce de Bombaim 41 44.

139 98 98 98 98 98 98 139 89 143 .Rodocrosita Rodolita Rodonita Rosa inca Rosalina Rosolita Rubelita mudança-de-cor olho-de-gato Rubi africano astérico bala birmanês cereja cor francesa da Sri Lanka do Arizona do Cabo do Cabo do Ceilão do Colorado do Colorado do Sião espinélio oriental sangue-de-bife siamês tailandês Rubicela Rumanita Rutilo S Sabalita Sa ra africana água-marinha ameixa ametista astérica australiana birmanesa brasileira da Sri Lanka d’água de Montana do Ceilão do Sião dourada espinélio “gueda” incolor 80 49 81 80 89 46 95 95 95 82 82 82 36 82 82 82 82 48 43 48 82 43 48 82 36 82 82 82 82 36 102 129 jacinto Kashmir lince Meru mudança-de-cor oriental padparadscha rosa verde Sa rina Serpentina Sillimanita olho-de-gato Simetita Sinhalita Sodalita Sorella T Taa eíta Tanzanita Thomsonita Thulita Titanato de estrôncio Titanita Topázio azul Bahia cereja citrino da Espanha de palmeira fumé imperial madeira olho-de-gato oriental ouro queimado rei Rio Grande scotch Topazolita Trainita Trifana Tsavorita Turmalina bicolor indicolita mudança-de-cor olho-de-gato Paraíba Paraíba olho-de-gato 84 84 54 89 84 84 84 84 84 36 87 130 130 102 131 88 137 policrômica rubelita verde Turquesa americana da Califórnia de Nevada de Utah egípcia persa teia-de-aranha U Unionita Utahlita V Variscita Verde maçã Verdelita Vesuvianita Vidro de meteorito Vidro de vulcão Violana Viridina W Williamsita X Xalostoquita Xantita Xilopala Y YAG Z Zenithite Zircão alfa beta gama tipo alto tipo baixo tipo médio Zircônia cúbica Zoisita 92 95 96 97 97 134 134 134 97 97 97 89 134 134 84 84 84 84 84 84 84 84 93 84 54 84 84 84 84 36 84 84 132 89 133 89 137 33 90 90 25 90 25 25 25 75 84. 90 25 90 84 25 75 84 25 75 44 134 37 46 92-96 92 93 96 96 94 94 134 55 96 124 62 64 30 20 87 46 124 68 138 137 98.

144 .

ANEXOS 145 .

146 ANEXO I MUSCOVITA (MICA ESTRELA) • FOTO: CARLOS CORNEJO MAPA GEMOLÓGICO BRASILEIRO .

Citrino e Quartzo Ágata Granada Espodumênio Água-marinha Turmalina Crisoberilo Malaquita Esmeralda Opala Topázio Áreas de Diamante 147 .Principais Ocorrências ● ● ■ ■ ▲ ▲ ◆ ◆ Ametista.

Gemas Orgânicas. A seguir são apresentadas a relação das gemas que normalmente são lapidadas para utilização em joalheria. É apresentada também a relação das gemas orgânicas. Fossilizadas e outras.: Almandina1). ou mantidas em estado natural (bruto) com a indicação do numeral 1 após a denominação. (Ex. fossilizadas e outras. para as variedades consideradas comercialmente importantes.ANEXO II MATERIAIS GEMOLÓGICOS NATURAIS Os Materiais Gemológicos Naturais de interesse gemológico são divididos nas classes denominadas de Gemas Naturais. Melanita Bowenita Apatita olho-de-gato Amolita Azurmalaquita Água-marinha1 Berilo Verde1 Bixbita Esmeralda1 Goshenita Heliodoro1 Morganita1 Berilonita Bismutotantalita Boleita Boracita Bornita 148 . GEMAS MINERAL Actinolita Adamita Afrisita (schorlita) Albita Algodonita Allanita Almadina1 (granada) Ambligonita1 Analcima Anatásio Andalusita1 Andradita1 An bólio Anidrita Antigorita Apatita1 Apo lita Aragonita Augelita Australito (rocha) Axinita Azurita Baddeleyíta Barita Bayldonita Benitoíta Berilo1 VARIEDADE Nefrita 1 NATUR AIS MINERAL VARIEDADE 1 Brasilianita Breithauptita Brookita Bustamita Calcedônia1 | Variedade Criptocristalino do Quartzo Ágata1 Ágata com inclusões1 Cornalina1 Crisoprásio1 Heliotrópio1 Jaspe1 Onix1 Sárdio1 Sardônix Cobalto Calcita • calcita cobaltífera Calcita Mármore Canasita Cancrinita Cassiterita Celestita Ceruleíta Cerussita Chabazita Chambersita Charoíta Childrenita Cianita (Distênio) 1 Cinábrio Clinocloro Kaemmererita Clinozoisita Cobaltita Colemanita Columbita Condrodita Cordierita (lolita)1 Coríndon Padparadscha1 Rubi1 Rubi astérico1 Sa ra1 Sa ra astérica1 Cleavelandita Peristerita Almandina astérica1 Quiastolita Demantóide1.

MINERAL Coveelita Creedita Criolita Crisoberilo1 Crisocola1 Crisotila Crocoita Cromita Cuprita Danburita Datolita Diamante1 Diásporo Dickinsonita Diopsídio1 Dioptásio Distênio (Cianita)1 Dolomita Dravita (Turmalina)1 Dumortierita Ekanita Elbaíta (Turmalina)1 VARIEDADE Sa ra com mudança-de-cor1 Alexandrita1 Olho-de-gato1 MINERAL Fosgenita Friedelita Gadolinita Gahnita Gay-Lussita Gipsita Granada1 Grandidierita Grossulária1 Hambergita Hauyna Hematita1 Hemimor ta Herderita (Hidroxieerderita) Hiperstênio Hodgkinsonita Holtita Howlita Hureaulita Idocrásio (Vesuvianita) Inderita Iolita (Cordierita)1 Jade (Nefrita)1 Jadeíta1 (Jade) Jeremejevita Kornerupina Kurvakovita Labradorita Langbeinita Lápis-lazúli1 (rocha) Lawsonita Lazulita Lazurita Legrandita Lepidolita Leucita Liddicoatita Linarita Lizardita (rocha) Ludlamita Magnesita Magnetita Malaquita1 Manganotantalita Marcassita1 Melifanita Melita Microclínio Microlita Milarita Millerita VARIEDADE Alabastro Hessonita1 Tsavorita1 Especularita1 Cromodiopsídio Californita Enstatita Enxofre Eosforita Epidoto1 Escapolita1 Escorodita Esfalerita Esfênio (Titanita)1 Esmaltita Espessartita1 Espinélio1 Espodumênio1 Acroíta1 Indicolita1 Rubelita1 Siberita Turmalina Bicolor1 Turmalina Policrômica1 Cromo-enstatita Cloromelanita Espectrolita1 Malaia Ceilonita Hiddenita1 Kunzita1 Trifana Verde Antigo • (rocha) Williamsita Estaurolita Estibiotantalita Estroncianita Euclásio1 Euxenita Feldspato1 Fenacita Fergusonita Fluorita1 Fosfo lita Azurmalaquita Amazonita1 149 .

sabatita ou trainita Vesuvianita (Idocrásio) Vidro de sílica (natural) Villiaunita Vivianita Wardita Wavellita Whewelita Wilkeita Willemita Witherita Wollastonita Wul enita Xenotímio Zincita Zircão1 VARIEDADE Topázio Imperial1 Californita .MINERAL Mimetita Moldavita1 (vidro natural) Monazita Montebrasita Mordenita Nambulita Natrolita Nefelina Niquelita Obsdiana1 (vidro natural) Oligoclásio Olivina (Peridoto)1 Opala1 Ortoclásio Painita Paligorskita Pectolita Pedra-sabão Pentlandita Periclásio Peridoto (Olivina)1 Perovskita Petalita Pirita1 Piro lita Piropo1 Piroxênio Piroxmanguita Polucita Prehnita Proustita Prosopita Pumpellyíta Purpurita Quartzo1 VARIEDADE Eleolita Aventurino1 Pedra-do-sol1 Crisólita1 Opala1 • diversas variedades Pedra-da-lua1 Agalmatolito • rocha Esteatito • rocha Crisólita1 Ametista1 Aventurino1 Citrino1 Cristal-de-rocha1 Morion1 Olho-de-falcão1 Olho-de-tigre1 Prásio1 Quartzo astérico1 Quartzo Fumé1 Quartzo olho-de-gato1 Quartzo rosa1 Quartzo com inclusões1 Quartzo bicolor1 Quiolita Realgar Rodizita 150 MINERAL Rodocrosita1 Rodonita1 Rutilo Samarskita Saussarita (rocha) Sarcolita Scheelita Schlossmacherita Schorlita (Afrisita) Scorzalita Senarmontita Sepiolita Serandita Serpentina Shortita Siderita Sillimanita Simpsonita Sinhalita Smithsonita Sodalita1 Sogdianita Stichtita Taa eíta Talco Tansonita Tantalita Taumasica Topázio Tremolita Tugtupita Turmalina1 Turquesa1 Ulexita (rocha) Unakiya Uvarovita Vanadinita Variseita.

FOSSILIZADAS E OUTRAS Âmbar Amonita Azeviche Chifre Copal Coral Jarina Madrepérola Mar m Odontólito Opérculo Osso Pérola Tartaruga Pérola Cultivada ANEXO III GEMAS ARTIFICIAIS Fabulita (Titanato de Estrôncio) GGG (Granada Galiato de Gadolínio) Linobato (Niobato de Lítio) YAG (Granada Ítrio e Alumínio) Zircônia Cúbica (Óxido de Zircônio) GEMAS SINTÉTICAS Água-marinha Alexandrita Alexandrita olho-de-gato Calcita Coríndon Crisoberilo Diamante Esmeralda Espinélio Fluorita Jadeíta Lápis-lazúli Moissanita Opala Peridoto Quartzo (incolor e colorido) Rubi Rubi astérico Rutilo Sa ra Sa ra astérica Scheelita GEMAS SINTÉTICAS. ARTIFICIAIS E PRODUTOS São apresentados a seguir os mais comumente encontrados no Brasil: Sodalita Turmalina Turquesa PRODUTOS G E M A S C O M P O S TA S Gema dupla (doublet) Gema tripla (triplet) GEMAS REVESTIDAS Esmeralda Opala Rubi Sa ra Turquesa I M I TA Ç Õ E S Plástico Porcelana Vidro GEMAS RECONSTITUÍDAS Âmbar Coral Lápis-lazúli Mar m Turquesa 151 .MINERAL Zoisita VARIEDADE Tanzanita1 MINERAL Zoisita Thulita VARIEDADE GEMAS ORGÂNICAS.

ANEXO IV GRUPOS MINERALÓGICOS E ESPÉCIES MINERAIS Para a gemologia são considerados de interesse os seguintes grupos mineralógicos e espécies minerais: Siderita Smithosonita GRUPO DO EPIDOTO Allanita Clinozoisita Epidoto Hancockita Piedmontita Zoisita G R U P O D A E S C A P O L I TA Marialita Meionita G R U P O D A E S F A R E L I TA Esfarelita GRUPO DO ESPINÉLIO Cromita Espinélio Franklinita Gahnita Galaxita Hercynita Magnesiocromita Magnetita G R U P O D O F E L D S P AT O Albita Andesita Anorthita Anorthoclásio Bytownita Celsian Hialofânio Labradorita Microclínio Oligoclásio Ortoclásio GRUPO DA GRANADA Almandina Andradita Espessartita G R U P O D A A M B L I G O N I TA Ambligonita Montebrasita Natromontebrasita GRUPO DE ANFIBÓLIO Actinolita Ferroactinolita Hornblenda Pargasita Tremolita G R U P O D E A P AT I TA Fluorapatita Mimetita Piromor ta Vanadinita G R U P O D E A R A G O N I TA Aragonita Cerussita Estroncianita Witherita G R U P O D E B A R I TA Anglesita Barita Celestita G R U P O D E B E N I T O Í TA Bazirita Benitoíta Pabstita G R U P O D A D O L O M I TA Dolomita Ankerita Kutnohorita Minrecordita Norsethita G R U P O D A C A L C I TA Calcita Magnesita Rodocrosita 152 .

Grossulária Hidrogrossulária Kimzeyita Knorringita Piropo Schrolomita Uvarovita Yamatoíta G R U P O D A H E M AT I TA Coríndon Hematita G R U P O D A M A R C A S S I TA Marcassita GRUPO DA OLIVINA Fayalita Forsterita Tephroita G R U P O D A O S U M I L I TA Milarita Osumilita Sogdianita Sugiliya G R U P O D A P I R I TA Pirita GRUPO DO PIROXÊNIO Acmita Augita Clinoenstatita Clinohiperstênio Diopsídio Enstatita Espodumênio Hiperstênio Jadeíta GRUPO DO RUTILO Cassiterita Rutilo G R U P O D A S O D A L I TA Hauyna Lazurita Nosean Sodalita G R U P O D O T E C T I T O • V I D R O N AT U R A L POSSIVELMENTE PRODUZIDO POR IMPACTO METEÓRICO Australito Moldavita GRUPO DA TURMALINA Buergerita Chromodravita Dravita Elbaíta Ferridravita Liddicoatita Schorlita Tsilaisita Uvita GRUPO DA TURQUESA Turquesa G R U P O D A V A R I S C I TA Escorodita Estrengita Mans eldita Variscita G R U P O D A Z E O L I TA Analcima Chabazita Escolecita Estilbita Gmelinita Heulandita Mesolita Natrolita Polucita Thomsonita Yugawaralita 153 .

3206-6979 ou 3206-6706 Fax: (0xx84) 3206-6979 dnpm-rn@dnpm.br 5º DISTRITO/PARÁ Av.br 154 . 611-2051 ou 611-1112 Fax: (0xx92) 611 1723 dnpm-am@dnpm. Almirante Barroso.gov.br 6º DISTRITO/GOIAS Av.gov. 815 • Centro Porto Alegre/RS • 90010-460 Fone: (0xx51) 3226-9361.225 • Vila Clementino São Paulo/SP • 04040-033 Fone: (0xx11) 5549-6157. 177 • Jardim Primavera Cuiabá/MT • 78030-090 Fone: (0xx65) 637-4498 • (PABX) 637-5008. 3224-7041 e 3224-2670 Fax: (061) 3225-8274 http://www. 3281-6685 ou 3241-5044 Fax: (0xx62) 3281-6248 dnpm-go@dnpm. Bloco B 70041-903 • Brasília. José Lourenço. 31 de Março.gov. 3276-8144 ou 3276-1565 Fax: (0xx91) 3276-6709 dnpm-pa@dnpm. 2.br 8º DISTRITO/AMAZONAS Av. Nilo Peçanha. 3.br 3º DISTRITO/MINAS GERAIS Praça Milton Campos. 3227-1023 ou 3228-3581 Fax: (0xx51) 3226-2722 ou 3227-1023 dnpm-rs@dnpm.gov. 5549-5533 ou 5571-8395 Fax: (0xx11) 5549-6094 dnpm-sp@dnpm. 650 • Área Federal .br 4º DISTRITO/PERNAMBUCO Estrada Do Arraial.gov.gov. 1. 215 • Lagoa Nova Natal/RN • 50056-210 Fone: (0xx84) 3206-6084.150 • Aleixo Manaus/AM • 69060-001 Fone: (0xx92) 611-4825. 593 • Setor Sul Goiânia/GO • 74080-400 Fone: (0xx62) 3281-0530.824 • Casa Amarela Recife/PE • 52070-000 Fone: (0xx81) 3441-1316 ou 4009-5477 Fax: (0xx81) 4009-5499 dnpm-pe@dnpm. 905 • Meireles Fortaleza/CE • 60115-280 Fone: (0xx85) 3224-5501 ou 3224-5998 Fax: (0xx85) 3224-5998 dnpm-ce@dnpm. 3223-6257 ou 3223-6399 Fax: (0xx31) 3225-4092 dnpm-mg@dnpm.gov.ENDEREÇOS PARA CONTATOS 1 DNPM E SEUS DISTRITOS 7º DISTRITO/BAHIA 6ª Avenida. 637-1205.gov.839 • Marco Belém/PA • 66093-020 Fone: (0xx91) 3276-8850.br 14º DISTRITO/RIO GRANDE DO NORTE Rua Tomaz Pereira.dnpm.gov. 50 – Grupos 709/713 • Centro Rio De Janeiro/RJ • 20044-900 Fone: (0xx21) 2215-6376 ou 2215-6379 Fax: (0xx21) 2215-6377 dnpm-rj@dnpm. André Araújo.gov.br DISTRITOS DO DNPM 1º DISTRITO/RIO GRANDE DO SUL Rua Washington Luiz.br 2º DISTRITO/SÃO PAULO Rua Loefgren. 2.br • http://www.gov.gov.br 11º DISTRITO/SANTA CATARINA Rua Álvaro Millen da Silveira.dnpm-pe.CAB Salvador/BA • 41750-300 Fone: (0xx71) 3371-1513 ou 3371-4010 Fax: (0xx71) 3371-5748 dnpm-ba@dnpm.br 10º DISTRITO/CEARÁ Rua Dr.gov. 201 • Serra Belo Horizonte/MG • 30130-040 Fone: (0xx31) 3223-5641. DF • Brasil Fone: (061) 3312-6666. 151 • Centro Florianópolis/SC • 88020-180 Fone: (0xx48) 216-2300 ou 216-2302 Fax: (0xx48) 216-2334 dnpmsc@dnpmsc. 279 • Bigorrilho Curitiba/PR • 80730-400 Fone: (0xx41) 3335-2805 ou 3335-3970 Fax: (0xx41) 3335-9109 dnpm-pr@dnpm.gov.gov.br 12º DISTRITO/MATO GROSSO Rua da Fé.gov. 1075/4062 /1630 Fax: (0xx65) 637-3714 dnpm-mt@dnpm.br 9º DISTRITO/RIO DE JANEIRO Av.br 13º DISTRITO/PARANÁ Rua Desembargador Otávio do Amaral.br MME • Ministério de Minas e Energia DNPM • Departamento Nacional de Produção Mineral Administração Central SAN Quadra 01.

3215-4063 e 3215-5051 Fax: (0xx63) 3215-2664 dnpm-to@dnpm. 98/A Distrito Industrial de Aracajú Aracajú/SE • 49040-510 Fone: (0xx79) 3231-3011 ou 3217-1641 Fax: (0xx79) 3217-2738 dnpm-se@dnpm. Empresários de Pedras Preciosas e Relógios de MG • Ajomig/Sindijóias Rua Timbiras.gov. 1.br • www.ajorio. 3221-9822 ou 3221-9123 Fax: (0xx86) 3221-9293 dnpm-pi@dnpm. Odorico Quadros.br BAHÍA Associação Bahiana dos Produtores e Comerciantes de Gemas.Praça Deodoro • Centro São Luis/MA • 65020-570 Fone: (0xx98) 3232-5865 e 3231-5613 Fax: (0xx98) 3222-6055 dnpm-ma@dnpm. Graça Aranha. Bijuteria e Lapidação de Gemas do Estado de São Paulo • Sindijóias Rua Teixeira da Silva.577 • Bairro Laguinho Macapá/AP • 68908-080 Fone: (0xx96) 3223-0570. 3225-0396 ou 3345-5538 Fax: (0xx27) 3325-3208 dnpm-es@dnpm.com.gov.ajesp. 3326-0145 ou 3226-6180 Fax: (0xx82) 3336-1566 dnpm-al@dnpm.br • www. 3229-4380 e 3223-3466 Fax: (0xx69) 3223-1850 dnpm-ro@dnpm. L04 . 2.gov.210 • Bairro Funcionários 30140-060 • Belo Horizonte • MG Fone: (31) 3214-3545 e Fax: (31) 3214-3530 ajomig@ emg.br 17º DISTRITO/TOCANTINS Quadra 103 Norte .com.br • www.br MINAS GERAIS Associação dos Joalheiros.br SÃO PAULO Sindicato da Indústria de Joalheria.br • www. 118 • Centro Campina Grande/PB • 58102-373 Fone: (0xx83) 3322-2061 ou 3321-8148 Fax: (0xx83) 3321-8148 dnpm-pb@dnpm.br 22º DISTRITO/MARANHÃO Avenida Silva Maia.com.br 16º DISTRITO/AMAPÁ Rua General Rondon.com.br 21º DISTRITO/PIAUÍ Avenida Odilon Araújo. 4º andar 20030-002 • Rio de Janeiro • RJ Fone: (21) 2220-8004 e Fax: (21) 2510-3944 ajorio@ajorio. 433 • Paraíso 04002-031 • São Paulo • SP Fone: (11) 3016-5850 e Fax: (11) 3284-0545 laboratorio@ajesp. 1195 • São Francisco Boa Vista/RR • 69305-090 Fone: (0xx95) 623-2056 e 623-0765 Fax: (0xx95) 623-2056 e 623-0265 dnpm-rr@dnpm.br 18º DISTRITO/SERGIPE Rua Prof.Lote 92 • Centro Palmas/TO • 77013-080 Fone: (0xx63) 3215-3802.gov.com.br 2 REDE DE LABORATÓRIOS IBGM INSTITUTO BRASILEIRO DE GEMAS E METAIS PRECIOSOS • IBGM SCN • Centro Empresarial Liberty Mall Torre A.br 23º DISTRITO/MATO GROSSO DO SUL Rua Gal.br 19º DISTRITO/RONDÔNIA Av.gov. 37 • Pelourinho 40030-010 • Salvador • BA Fone: (71) 242-4166 e Fax: (71) 242-3561 progemas@uol. 433 • Paraíso 04002-031 • São Paulo • SP Fone: (11) 3016-5850 e Fax: (11) 3284-0545 laboratorio@ajesp.gov. nº 3 Enseada do Suá Vitória/ES • 29050-380 Fone: (0xx27) 3325-3208. 123 • Jardim dos Estados Campo Grande/MS • 79020-260 Fone: (0xx67) 3324-2382 e 3382-4911 Fax: (0xx67) 3382-4911 dnpm-ms@dnpm. Conjunto 1107 70712-903 • Brasília • DF Coordenação Central Rua Teixeira da Silva. Jóias. 19 .br 25º DISTRITO/ALAGOAS Rua do Comércio.gov. Arnaldo Brandão. 25 .br RIO DE JANEIRO Associação dos Joalheiros e Relojoeiros do RJ • Ajorio Av.gov.ajesp. Metais Preciosos e A ns • Progemas Ladeira do Carmo.gov.5º Andar Ed.com. 1500 • Piçarra Teresina/PI • 64017-280 Fone: (0xx86) 3222-4215. José de Lima Peixoto. Lauro Sodré.br 155 .Av.ajomig.com. Palmares • Centro Maceio/AL • 57020-904 Fone: (0xx82) 3336-2992.com.br 20º DISTRITO/ESPÍRITO SANTO Rua Luiz Gonzales Alvarado.br 24º DISTRITO/RORAIMA Rua Dr.gov. 3223-9607 e 3223-9628 Fax: (0xx96) 3223-0569 dnpm-ap@dnpm. 131 .661 • Tanques Porto Velho/RO • 78904-300 Fone: (0xx69) 3229-4480.Gr 404.gov.15º/DISTRITO/PARAÍBA Rua Joao Leôncio.com.

Fotogra as IBGM • Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos Tiragem 3.J. G.G.000 exemplares Impressão Grá ca Itamarati | 61 3343-1900 Fotolitos Colorpress Bureau Digital | 61 3343-3499 156 .Coordenação Jane Leão Nogueira da Gama Projeto Grá co Artwork Design Grá co | Marcelo Terraza | 61 3347-0915 Revisão Técnica e Ampliação Jane Leão Nogueira da Gama.

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com.gov. Torre A.com.br ibgm@ibgm. Conjunto 1107 70712-903 • Brasília.dnpm.br ARTWORK DESIGN GRÁFICO | MARCELO TERRAZA | 61 3347 0915 | artwork@abordo.br Departamento Nacional de Produção Mineral Administração Central SAN Quadra 01.ibgm.DNPM SCN • Centro Empresarial Liberty Mall. DF • Brasil Fone: 61 3312-6666. Bloco “B” 70040-200 • Brasília.com.br . 3224-7041 e 3224-2670 Fax: 61 3225-8274 www. DF • Brasil Fone: 61 3326-3926 Fax: 61 3328-6721 www.