You are on page 1of 5

O tema abordado neste artigo será sobre Alienação Parental (violência intrafamiliar), as consequências da Síndrome da Alienação Parental e as possíveis

maneiras de “resolve-lá”.
Por meio do presente estudo, pretende-se analisar a um tipo de violência intrafamiliar, bastante comum, é pouco conhecido e geralmente nós daremos conta de sofremos ou praticamos este tipo de violência quando acabamos vivenciando ela. Conforme visto em aula, todos nós sabemos que a violência nos dias de hoje se aloja em quase todos os lugares, e podemos evidenciar ela nos seus mais diversos âmbitos, não só a violência física, mas também a psicológica. Não saindo desse contexto, a agressividade é igualada a violência, mas o que podemos dizer é que a agressividade é inerente a todo ser humano, é carregada conosco desde os primórdios e dos nossos antepassados, mas o problema é quando esta não é canalizada em coisas produtivas e acaba acumulando e descontando em nossos familiares e amigos de forma violenta. A violência é o meio utilizado por muitos para constranger e até mesmo educar. Está violência que é utilizada e adota por diversas famílias que prezam o “melhor” para seus filhos e acabam descontando problemas que muitas vezes não são causados pelo mesmo, este tipo de violência é chamado de violência intrafamiliar e existe subtipos de violência inseridos na intrafamiliar, conforme o livro Psicologia Jurídica “...Violência intrafamiliar entende-se aquela que ocorre entre os membros da família, nos diferentes subsistemas (conjugal, parental, fraternal), principalmente no ambiente da casa.” (Maciel e Cruz,2009, pg.89)¹. A violência intrafamiliar provoca rupturas nos recursos essenciais de que uma criança precisa, através da negligência, muitos pais acabam se esquecendo das necessidades básicas de que uma criança precisa e muitas vezes isso gera danos irreversíveis a saúde física e assim como a psicológica da criança. A criança vê no adulto progenitor um espelho e absorve tanto qualidades como defeitos, esta leva o adulto muito a sério. A criança que convive num meio violento, onde se depara com agressões físicas constante, desrespeito entre os pais e com elas, vai assumir isso como modelo e irão aplicar este modelo como se fosse o certo, isso por que elas não tem uma visão diferente e positiva para resolver conflitos. A mesma que presencia o pai ou a mãe sendo agredidos, adota muitas vezes uma
1 MACIEL S.K. e CRUZ R.M., Violência Psicológica contra crianças nas interações familiares: Problematização e Diagnóstico. Livro Psicologia Jurídica Perspectivas teóricas e processos de intervenção, São Paulo,2009, pg.89.

Este problema surge quando os casais se separam ou não. . Violência Psicológica contra crianças nas interações familiares: Problematização e Diagnóstico.posição insegura com relação ao convívio social e perdem o sentido de proteção que o pai e a mãe o oferecem. levando esta a odiar e quebrar qualquer vinculo entre a ela e o genitor alienado. por que é desleixada”. e hoje é tema fundamental no âmbito do direito.89. Esta violência se chama síndrome alienação parental. Muitas vezes a alienação parental é presenciada antes mesmo da separação de maneira com que a mãe ou pai faça chantagens emocionais como “seu pai não lhe dá uma bicicleta. onde os conflitos entre os pais separados ainda é muito grande. utilizadas por pais e mães que não sabem o dano que estão causando as crianças. São Paulo. por que é um incompetente” ou “sua mãe não cuida de você. e tem um efeito devastador sobre elas. e CRUZ R. utiliza-se o filho como instrumento de agressividade direcionada ao o outro. termo pouco conhecido. medo. pg. chegando ao ponto de realizar uma morte simbólica da separação. relata “ Num pressuposto de imaturidade e instabilidade emocional. A separação dos pais se não trabalhada da maneira certa. Um dos fatores de risco que a criança pode sofrer em relação a violência é bem mais destrutiva que a física. é bastante comum entre as família. conforme veremos ao longo deste artigo.K.2009.. e um genitor denigre a imagem do outro perante a criança e sem justificativa. Na prática o alienador denigre verbalmente. Existem maneiras simples e muitas vezes corriqueiras. gera sentimentos de abandono. logo no ínicio. sentem medo de seus pais casarem novamente e as mesmas ficarem abandonadas e esquecidas. No caso de separação. 2010. Livro Psicologia Jurídica Perspectivas teóricas e processos de intervenção. A criança muitas vezes não entende como vai ser dali pra frente. tristeza e entre outros que só desencadeados na fase adulta. geralmente as crianças acabam ficando morando com as mães até por que estas. pg.178] ² Após um divórcio ou uma separação. tem a guarda na 1 MACIEL S. principalmente quando padece de sentimentos de abandono e rejeição enquanto fantasmas de uma relação ainda não adequadamente resolvida através de um luto bem elaborado” [Trindade. uma morte real do sujeito. é comum dos pais terem algum receio e angústia pois ainda não estão adaptados a nova organização de família.M. A alienação parental segundo o livro Psicologia Jurídica: Para Operadores do Direito.

incapacidade de adaptação em ambiente psicossocial normal. Livro Psicologia Jurídica Perspectivas teóricas e processos de intervenção. a instauração dessa Síndrome pode produzir sequelas capazes de perdurar pela vida adulta. etc. O direito de visitas não pode ser embaraçado ou suprimido. adolescência e fase adulta são: depressão crônica. A síndrome da alienação parental não se confunde. do vínculo familiar.” [Trindade. a não ser que circunstâncias extremamente graves assim recomendem. ou seja. assim. Os empecilhos vão desde: doenças inexistentes. desespero. É na hora das visitas com maior frequência do que se supõe. não sendo regra. por seu turno. Alienação Parental além de ser crime previsto (Projeto de Lei nº4. Transtorno este. a alienação parental é o afastamento do filho de um dos genitores. sentimento incontrolável de culpa.maioria das vezes.89. para um completo e irreversível afastamento. pg. Isso acontece sem justificativas e explicações plausíveis . a desagregação imposta pela dissolução do casamento.179]³. o titular da custódia. não apenas do genitor alienado. como também de seus familiares e amigos.2009. com o tempo. relata-se que “Sem um tratamento adequado. portanto. provocado pelo outro. ou seja. falta de organização e.053/2008) gera a Síndrome da Alienação Parental e esta escrito no DSM-IV. muitas vezes cabe aos pais à guarda dos filhos. via de regra. Após a decisão do juiz um ficará com a guarda e outro ficará responsável pelas visitas periódicas que é uma forma de assegurar a continuidade da convivência entre o filho e o genitor não guardião. e CRUZ R. São Paulo. Sem contar 1 MACIEL S. A síndrome da alienação parental. gerando um ciclo de repetição intergeracional. diz respeito às seqüelas emocionais e comportamentais de que vem a padecer a criança vítima daquele alijamento. minimizando. A decisão de quem terá a guarda acaba gerando enormes disputas judiciais. que merece total atenção. transtornos de identidade e de imagem.. sentimento de isolamento. Violência Psicológica contra crianças nas interações familiares: Problematização e Diagnóstico. por que a criança acaba carregando tudo aquilo que sofreu para o resto de sua vida.K.. Os danos que a Síndrome da Alienação Parental causa a pessoa na infância. reiteradas barreiras são postas pelo guardião à realização das visitas. com a mera alienação parental. pg.apenas conceitos negativos sobre o progenitor do qual se intenta alienar e que evolui. ou na CID 10 sendo considerada um transtorno mental. . Aquela geralmente é decorrente desta. compromissos de última hora.M. e assim começa uma série de empecilhos que fazem com que a criança não visite o genitor alienado. em extremos pode levar ao suicídio. comportamento hostil. 2010.

. Geralmente quem vivenciou a alienação parental. e que os sentimentos e o comportamento do genitor alienado não são depreciáveis e não passaram de uma inverdade produzida pelo alienador. a melhor forma de reconhecê-las encontra-se no padrão de conduta do genitor alienante. Primeiramente é de suma importância que os pais quando tomam a decisão de separação. e CRUZ R.). só consegue se dar conta da injustiça que cometeu. faz comentários desairosos sobre presentes ou roupas compradas pelo outro genitor ou mesmo sobre o gênero do lazer que ele oferece ao filho. quando alcança certa independência do genitor guardião. tem tendências a alcoolismo. ocorrência de doenças. etc. saibam realmente aquilo que estão fazendo e que procurem se separar da melhor maneira possível sem envolver os filhos em problemas de sua relação já desgastada. uso de drogas e apresentam ainda profundo mal-estar e desajuste. ameaçando-a das consequências. O primeiro passo é a constatação de que aquilo que foi dito pelo genitor alienador não condiz com a real situação. agendamento de consultas médicas.. de modo a torná-las desinteressantes ou mesmo inibi-las. Devem-se lembrar que no momento em que os filhos foram gerados. São Paulo. etc. organiza diversas atividades para o dia de visitas. dentre outras atitudes: denigre a imagem da pessoa do outro genitor. viaja e deixa os filhos com terceiros sem comunicar o outro genitor. de pediatra. critica a competência profissional e a situação financeira do ex-cônjuge. Por ora cabe-nos tecer as considerações finais sobre o presente artigo e concluir de que maneira podemos ajudar aqueles que sofrem e sofreram a alienação parental. o qual se mostra caracterizado quando este.2009. o 1 MACIEL S. pg. não comunica ao outro genitor fatos importantes relacionados. A percepção de que a alienação parental esta ocorrendo pode ser constatado pela parte alienada... o que lhe permite ver a violência que foi induzido.K. Livro Psicologia Jurídica Perspectivas teóricas e processos de intervenção.). Quando a pessoa chega nesta fase constata que foi cúmplice do seu genitor alienador e que contribuiu para o distanciamento do genitor alienado e que seu desenvolvimento psicorrelacional esteve alicerçado em uma mentira.89. caso a escolha recaia sobre o outro genitor. obriga a criança a optar entre a mãe ou o pai. Violência Psicológica contra crianças nas interações familiares: Problematização e Diagnóstico. toma decisões importantes sobre a vida dos filhos. sem prévia consulta ao outro cônjuge (por exemplo: escolha ou mudança de escola. à vida dos filhos (rendimento escolar. apresenta o novo companheiro à criança como sendo seu novo pai ou mãe.que o adulto que sofreu essa violência.M.

. promovido pelo progenitor alienante. os filhos são para sempre.89. Em tais situações. não apenas para o diagnóstico e tratamento. Violência Psicológica contra crianças nas interações familiares: Problematização e Diagnóstico. São Paulo.M. Precisa haver uma análise separada para avaliar cada genitor e logo que for constatado que não representam perigo para os filhos. pg. em nome de uma suposta defesa de seus direitos.2009. por conseguinte. e CRUZ R. o direito à convivência familiar. em tais casos. procura-se adotar maneiras mais rígidas.K. recorrendo ao sistema judicial. então começa o trabalho de mediação. de todo e qualquer cidadão. Livro Psicologia Jurídica Perspectivas teóricas e processos de intervenção. prejudicar aquele que é. mas também para prevenir que isto não ocorra. Deve-se procurar um profissional de saúde mental. com absoluta prioridade. 1 MACIEL S. também por força do comando constitucional que erige à condição de dever da sociedade e. Quando iniciado processo de alienação parental.casal os gerou com amor. e no momento da separação não poderá haver egoísmo de nenhuma das partes. não se permite aos advogados. o interesse maior a ser protegido: o do menor. Uma vez que tal meio não gere resultados. até por que pode existir.. assegurar à criança e ao adolescente. mas ex-filho não existe. a recusa ao patrocínio da causa do progenitor alienante impõe-se. com conhecimento e experiência sobre esse tipo de enfermidade e é importante também que os genitores passem por uma série de testes psicológicos para que seja possível desenvolver técnicas. A mediação pode evitar desgastes de um processo judicial. ex-marido ou ex-mulher.

Iy°nf9¾n–nfn°fnf°sf¾°f¾° fsµ ¾€f¯f ¾ 9  ¯ffsj  f–°¾n 9¾n–f nf9 ¾½ nf¾ nf¾ ½n ¾¾¾ °  °sj j9f  ½–   .D .

.248  03.48 6:0 1.8 :/. 03970 4 14 0 4 0394734:.8 . /4 6:0 808:50  70907.20394 34...:2.706:00.7/.08  .7 .8 84 5489. ..7707.03.8 -.:2.4257428848 /0 92.8 0 05.  884 .42 2./. /.70.89.882.48 5.  2:9.0..8504:.4 !.7.47.  09./4 .4: ..7039.9.420..08. .2-F2 /080:81.1.43. 34 ..4 25489.008 .7/.F2 /0 807 . 0 4:974 1.8  5O8 .42 6:0 .503.48 84-70 4 57403947 /46:. /0.. . .././4  8 0250..8.02 .8.7.0948 30.47 1706:H3./4 4: 8:572/4  .8 .08 5. :.-.89.8 .7/470. /48 148   /0.48 .42 .9.4203/02 A3..03.203907.809702.880:7..7.8039039.:3893.4393:/.0 50. /0 ...7E 7085438E.84 /4 : :2 1.4390.882 .008  34 803/4 707.42490254 5.4/.7080.894 !74094 /0 0 3  .89.43.J3.4249.8 .47. 07. 50.3/4 0347208 /85:9.8 6:0 F :2.890 4 03947 .3. /884:4 /4 .H3.8  :.503.8 . 47..8 34 54/0 807 02-.7/.7E .2.8F70 /0 0250.720 570..8 308903908  .7 232.7/4 4:80..8 .4 /08/0 /403.7. /4. 1472.0 802 :891. :.8 0.. /08.8/403947.89.-0 .3/4 .:8J.4250940 770.078J.20394    /7094 /0 .84 /0 6:02 907E .03.. 34 807 6:0 .2.89.:41.8 507O/. ./0 /.88270.2.

42. $J3/7420 /.4770390 /089.4 5..3/49:/4.03.    803/4 .. %73/.59.. 70..02 . 806:0 $02 :2 97./..7 50.  4 99:.:5.20394  8 /.-.7 /.20394 /4 14 /0 :2 /48 0394708  574.348 6:0 .9./.03.... ./:9. 803920394/084. .80 .  97. /0 707. ..3480../06:..7. ..7039./0   5 (  8J3/7420/.425479.07 . 313..45.43.  .8 .4 5.470894/08:. 08.3894734 0890  6:0 2070. 03.3./4 504 4:974  .43.9./.770. $J3/7420 /.8 0 ./.40 02097024854/00.2039. 0 089./0./408..89.:8.3.0/0.425479.  3.8 /0 6:0 .73. 84 /0570884 . 3472..3.7039.5.48:.  %7. . . .8 024.20394 ..4.03.6:00. .7 ./0 0 /0 2.38947348 /0 /039/. . 07.439.  07.5.3894734 2039.4 !.207. .7039. 50884.:89O/./047..  547 80: 9:734  / 7085094 8 806Q0. 3.6:46:084170:5.02  /08085074  803920394 3./.438/07.08 /0 507/:7.0 949. 389.03.4884.  8J3/7420 /. .1. . $J3/7420 54/0 574/:7 806:0./0 /0 .4 5.  4: 80.7039./.  6:0.431:3/0 5479. .2-0390 58. 0 1.:7.. 5.20394489  1..9034   547 6:0 .20394 . F 4 .H3.J/4 $02.7039.9.794 34 $ '  4: 3.4 !.   07.7039. .394 .J92.7. 03.4/0705094390707.7.4 /088.. :2 97. .20390 F /0./:9.3/4 :2 ./4  .7.4 02 .43974E. .

   .

Iy°nf9¾n–nfn°fnf°sf¾°f¾° fsµ ¾€f¯f ¾ 9  ¯ffsj  f–°¾n 9¾n–f nf9 ¾½ nf¾ nf¾ ½n ¾¾¾ °  °sj j9f  ½–   .D .

3.5708039. /4 4:974 03947  47.0 .2 /0 :2.20390 6:02 . 5.3/4 .7039.03/4 0 6:0 574. 3./.477H3.3:0 54700254 08.08 0 34 5.0.9. . .03.:7/06:02.3.424803/480:34.078.307. .07 6:0 00 41070.054 /0 6:0 . 6:0 14 3/:/4  ":.03. 48 148 .6:04.4 5.790 ..20.3/4 942.03.42039E748/08.4.3/4 . 57418843. 3089.2.70/08./47 34 .254793..7 .2 07..4./:946:084170:088.4389.42:3.8 03.8.3.. .8 .8.3/0503/H3..8024897.. /0 70.4770.99:/08/0370.7 6:034 2420394 02 6:0 48 148147..89./. /4 0 .3. . 80345.70.8 /0 8:./.4. 459./48  4 .439.9..84 .0 802 03.8 504 4:974 03947 4: 20824 84-70 4 H3074 /4 .9. .07/.434.03/.8  . 70.. 89:.8  4.. 2047 2.4/06:0.0 .25..079.3/.43806:H3./.8 2F/.80.808 25479.3908 70.425.3/40890 /039704:97..54/0248.4  0 6:0 48 8039203948 0 4 .4397-:: 5.  . 089.03.44824 :84 /0/74.5708039. 2047 1472.3..  5720745.45.42509H3.74848 84-70 570803908 4: 74:5.2 70./08 5.4 E /08.907.../403947.20394 /4 03947 . .. 0 /0.-. 9473E .42 .97.3908 4: 20824 3- ./.7.  942./0 574/:/..438:9. ../47   507..5741:3/42./4 50.. 0890.9. /0 /403.. !7207.8 6:.4 14  .20394 /4 03947 .7039.:702 80 805. 4. 089. 5488J.02/. 1.42090: 6:. .80 .8  34 .7.3. /0. 50884..8.7  .948 25479. /0.7 /.3.07./74/0.4 4:974 03947 1.884F.4.6:46:014 /94 504 03947 .4H3.8 ..84 /0 805.438:9.7/4  4 6:0 0 507290 ./46:.42:3.4397.03.07 48 148 02 574-02. 0 .3:89.47703/4 54/0 807 ./4 34 84 /0570.88.4 13.0 /4 80: 03947 .3908 84-70 .E.20390 .4257.  ./. /48 148  80257F./4 02:2.7.4.4389.2 . /48 148 703/20394 08. 70. 89:.744:97403947 .307.4 4:974 .4 5.:/. 20 4: 4 5.4../4 03947 :. .42 907..03. .. /.03./47 0 6:0 . 902903/H3.8  09. 504 ..H .884-70457080390.7.03.7. . .3:0  4-7.2.84-7044:97403947  !4747.430.20390F/08:2.43.7039...8 /083907088.89.03../4 0 6:0 80: /0803.20394 /0 .4389.7940 .43/ . 08.07 ./48   .3074 .6:0086:08417020841707. 50884.4H3.0813.07.  ..4:20 1.. 6:0 14 .43.45.7.6:4 6:0 0894 1.-0 34890.7 03970 ..4..03. /0 .  /0 50/.20397. 4: 2:/.4380:0 80 /..43. 4 /89.  8O ..390 46:.6:0485..02 8002-7.7. /.8  /0 24/4 .7..79.4: .4  8.20394 58.438/07.:890  07.  09.8 .0748802. /0 08.43/:9. 4 /.7.  0../.425479.07.3/4.03.2 .6:0. .

   .

D . Iy°nf9¾n–nfn°fnf°sf¾°f¾° fsµ ¾€f¯f ¾ 9  ¯ffsj  f–°¾n 9¾n–f nf9 ¾½ nf¾ nf¾ ½n ¾¾¾ °  °sj j9f  ½–   .

0884:/./49. 5488J.848  4 390708802.7 ./.7.42.8908 /0 :2 574./00F25479.4 ./. 802570  0.43/4 /0 /0.4 /0 20/.48074:.4 0 97.3E80 805./48 574.8  34 .48 .7.247 0342420394/. .880:7./0 0  547 ..7/44: 0 2:07  2.84-700880954/0031072/.8 7J/.43.485.6:07 ..  !70.7. 5.4389. .7.07 04J824/0303:2. 03947 0 44 6:0 147 ./0  4 /7094  .  ":.8. /4 .0 /0803.:8..3/4 3.07 :2.7 :2 57418843.390 250 80  9.42 .25074 5.07 9F. /0 80:8 /70948  570:/./..8 .2.7 .9..03.../4 574.4 88902.0884 /0 .4.70.2-F26:0 4803947085.430.9.477..7      .420. /0108.03./48  02 3420 /0 :2.4 54/0 0.2-F2 5.8  70.4O.3. . 6:0 070  ..43899:.9.20394  2.3O89.8 5.6:00 6:0 F  02 9.. 8:5489..7.  57424.2-F2 547 147./4 .307.8F70/090890858.0/.:7../4 504 57403947 .7 /08. 0 . .4 5.8 2.7039.3909. :/.20394 0 0507H3. &2.48 148  0394 .42.:8.7.7. 84...80757490/44/420347 29.85.8.:7. 5747/.4380:390 /094/4 0 6:.9F5476:054/00897 0 2..390  34 80 507290 ./0 2039.7 2.43.J34 /.8802547:2..4 5.037 6:0 894 34 4.20434070708:9.7.43454/07E..06:09.4.-84:9./4 6:0 34 705708039.07 /.47703/4 .7.7908 .47.3/4 ./.08 ./408.503.4   20/./.42 .03.. /4 57403947 .3.H3.889:. 4 /. .6:080.-.974.0 80 574... 570. 80 .0390  .805.8 9.7  .8 0 14 34 0890  48 148 84 5. 4 97.1. /0 8.  .

   .

D . Iy°nf9¾n–nfn°fnf°sf¾°f¾° fsµ ¾€f¯f ¾ 9  ¯ffsj  f–°¾n 9¾n–f nf9 ¾½ nf¾ nf¾ ½n ¾¾¾ °  °sj j9f  ½–   .