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3 TIPOS DE CAPITAL INTELECTUAL

O Capital Intelectual pode ser dividido em três grandes capitais: o capital humano, o capital estrutural e o capital do cliente. Todos são intangíveis, mas descrevem coisas tangíveis para os executivos. É justamente a interação entre esses capitais que cria o Capital intelectual, ou seja, para que ele seja produzido precisamos de três fatores que Edvinsson e Malone (1998, p. 9) relacionam como:
- Capital humano: composto pelo conhecimento, expertise, poder de inovação e habilidade dos empregados, além dos valores, cultura e a filosofia da empresa. - Capital estrutural: inclui equipamentos de informática, softwares, banco de dados patentes, marcas registradas e tudo o mais que apóia a produtividade dos empregados. - Capital de clientes: envolve o relacionamento com clientes e tudo o mais que agregue valor para os clientes da organização.

3.3.1 Capital Humano

É a capacidade das pessoas que formam uma empresa, suas competências, habilidades e expertise, e principalmente sua capacidade de inovação e renovação o que trás para empresa um diferencial competitivo. É

também o conhecimento acumulado, experiências, criatividade para resolver os problemas e realizar as tarefas do dia-a-dia, tornando a organização cada vez mais eficiente. Portanto, são as próprias pessoas que formam os ativos humanos de uma empresa. A principal estratégia então será atrair, reter, desenvolver e aproveitar ao máximo o talento humano que será cada vez mais a principal vantagem competitiva. Assim podemos destacar que:
Segundo a visão dos economistas, o ser humano é considerado capital por possuir capacidade de gerar bens e serviços, por meio de emprego de sua força de trabalho e do conhecimento, constituindo-se em importante fonte de acumulação e crescimento econômico. (ANTUNES, 2000, p. 82)

Para entender melhor o capital humano é preciso entender as habilidade que determinam qualquer tarefa, processo ou negócio:

por exemplo. É necessário que se transmita e compartilhe o conhecimento para que se possa alavancá-lo de forma a torná-lo propriedade do grupo. o não quer dizer que a empresa seja inteligente. em torno dos quais uma organização constrói seu negócio.Habilidades proprietárias: são os talentos específicos à empresa. Ainda segundo Stewart (1998). 68) “capital humano é a capacidade necessária para que os indivíduos ofereçam soluções aos clientes. então esta não será considerada capital humano para referida empresa. Para Stewart (1998. . da Andersen Consulting podem alavancar essa habilidade enquanto os do Bank of America só agregam valores aos seus funcionários. pois é preciso enfatizar que trabalhos rotineiros que exigem pouca habilidade. Os programadores.Habilidades alavancadas: o conhecimento pode ser mais valioso para uma determinada empresa do que para outra. elas sim são um ativo. . Se a habilidade que um determinado indivíduo possui não serve para trazer soluções para empresa e seus clientes de forma a agregar valor a esta. . o fato de uma empresa possuir como colaboradores indivíduos inteligentes. direitos autorais. O capital humano está concentrado nas pessoas cujo talento e experiências criam produtos e serviços que são o motivo pelo qual os clientes procuram a empresa e não as concorrentes.. Pode ser codificada em forma de patentes.Habilidade do tipo commodity: são as habilidades adquiridas. O Ritz-Carlton é o especialista em administração hoteleira. o restante é apenas custo de mão-de-obra. costumam não serem específicas de uma empresa e podem ter o mesmo valor para qualquer organização. e essas estão nas pessoas cujo talento e experiência cria os produtos e serviços que são o motivo pelo qual os clientes procuram a empresa.” E isso só é possível se os colaboradores possuírem habilidades compatíveis com o negócio no qual estão inseridos. expertise. É por exemplo. p. a habilidade de atender ao telefone. É em torno principalmente dessas habilidades proprietárias que se constrói o verdadeiro capital humano da organização. São específicas a um setor e não a uma empresa. não geram nem emprega capital humano. As empresas precisam descobrir as habilidades que realmente são um ativo. Geri-lo e utilizá-lo com um propósito é fundamental para o sucesso e competitividade da organização.

sendo o ambiente real construído pela companhia para administrar e gerar seu conhecimento de maneira adequada.Capital organizacional abrange o investimento da empresa em sistemas. Diferentemente do capital humano que não pertence à empresa. Nesse sentido Drucker apud Stewart (1998. Apenas a organização pode transformar o conhecimento especializado do trabalhador do conhecimento em desempenho. portanto. bem como em direção às áreas externas.” Edvinsson (1997) propõe a seguinte divisão para o capital estrutural: . organize e distribua os frutos do seu pensamento. .2 Capital Estrutural Esta relacionado com a estrutura e os processos de funcionamento interno e externo da organização. configurando-se como um grande referencial de sucesso no meio empresarial. Muito menos se manterá competitiva no mercado. p. pois é conseqüência direta da soma das habilidades e especialidades de seus empregados e que vão embora com os mesmos.3. instrumentos e filosofia operacional que torna o fluxo de conhecimento mais ágil na organização. no entanto até as pessoas mais inteligentes do mundo precisam de um mecanismo que monte. 98) afirma: “Somente a organização pode oferecer a continuidade básica de que os trabalhadores do conhecimento precisam para serem eficazes. A empresa que não perceber sua importância não terá sucesso com suas metas e objetivos. Já o capital estrutural pertence à instituição e pode ser negociado. As empresas estão cheias de pessoas inteligentes.O capital humano. como aquelas voltadas para os canais de suprimento e distribuição. é o que vai determinar o futuro da companhia. 3. através da qual se pode conter e reter o conhecimento dentro da empresa para que este se torne propriedade da mesma. É a infraestrutura que dá suporte ao capital humano. Como esta gerencia o conhecimento.

pois a empresa não existe sem ela. O intercâmbio . 3.. através da reciclagem contínua de utilização do conhecimento e da experiência compartilhados. que do contrário poderiam se perder.Capital de inovação refere-se à capacidade de renovação e aos resultados da inovação sob a forma de direitos comerciais amparados por lei. a informação é mais valiosa do que nunca e em geral. à medida que a facilidade do acesso ao conhecimento dos colegas ajuda a lidar com o crescimento e rotatividade de pessoal. estrutural e do cliente.Capital de processo é constituído por aqueles processos. O conhecimento acumulado dos funcionários pode ser gerenciado e transformado em um ativo da empresa. aos especialistas e a expertise da empresa. refinar e distribuir o conhecimento existente de forma mais eficaz. Contudo. E das três grandes categorias de ativos intelectuais. capital humano. 115). “O papel do capital estrutural é reunir. técnicas (como o ISO 9000) e programas direcionados aos empregados. Podemos definir dois objetivos básicos que o capital estrutural deve servir. o capital estrutural. E o segundo é ligar as pessoas a esse conhecimento. propriedade intelectual e outros ativos e talentos intangíveis utilizados para criar e colocar rapidamente no mercado novos produtos e serviços. . que aumentam a ampliam a eficiência da produção ou a prestação de serviços. produto da inteligência humana baseiase em pessoas dispostas a compartilhar. testar. O primeiro é criar bancos de dados de conhecimento que podem ser transferidos a fim de preservar as receitas. É toda estrutura externa de relacionamento com os clientes e fornecedores disponibilizados pela empresa. e compartilhar é sempre voluntário.” (STEWART. os clientes tem mais informação do que tinham. 1998 p. organizar.3 Capital do Cliente Representa o valor de seus relacionamentos contínuos com os clientes e organizações com as quais faz negócio.3. Com essa rápida distribuição do conhecimento e o aumento do conhecimento coletivo em menor tempo de espera. os profissionais tornam-se mais produtivos. Na economia do conhecimento. esta última é a mais valiosa.

Para isso é essencial que: inove. concentrem-se neles como indivíduos. são investimentos verdadeiros feitos na expectativa de um retorno. as parcerias feitas entre fornecedor e comprador e outras técnicas de gerência de cadeias de suprimento permitem que os clientes conheçam bem as empresas das quais compram. isso acaba alterando o equilíbrio do poder. o poder flui rio abaixo. e principalmente torne-se indispensável. Stewart (1988. Por isso as organizações vêm tentando manter o equilíbrio com as parcerias. os clientes que melhoram a organização. A empresa e seus clientes podem aumentar o capital intelectual que é sua propriedade em conjunto e em particular. invista seus clientes de empowerment. Existem três tipos de clientes. segundo o mesmo autor: . tornando-se importante.os que melhoram a imagem. 133) afirma: “ quando a informação é poder. aprenda o negócio de seu cliente e ensine o seu. no qual suas referências e seus depoimentos são muitos valiosos. e . Os gerentes devem investir em seus clientes. tem um significado estratégico vital porque o tipo de cliente com os quais uma empresa do conhecimento trabalha determina tanto a qualidade quanto a quantidade de suas receitas intangíveis do conhecimento. divida os ganhos. . O capital do cliente é muito semelhante ao capital humano: não se podem possuir os clientes. de modo a recuperar uma parte do poder perdido em meio à concorrência. da mesma forma que investem em pessoal e em estruturas. p.” O que evidencia um dos acontecimentos mais importantes dessa era que é a mudança na relação empresa – cliente. melhorando a estrutura interna da empresa. esses exigem soluções de ponta. na direção do cliente.eletrônico de dados. fazendo com que os funcionários aprendam com eles. alianças entre cliente e fornecedor.os clientes que aumentam a competência. Para Sveby (1998). contribuem com projetos que desafiam a competência dos funcionários. hoje ela é valiosa e os clientes têm acesso. Na tentativa de amenizar a desigualdade de poder os fornecedores passam a prestar algum tipo de serviço ao cliente. portanto. A informação muda as relações de poder de uma empresa. a escolha da empresa do conhecimento no que diz respeito a clientes.

tornando possível seu gerenciamento e contabilização. Que é a categoria de ativos de mais difícil . Assim surge um grande desafio para ciência contábil. O capital intelectual valoriza atividades como a lealdade dos clientes. que afirma que a lealdade da clientela. torna-se necessário que se utilize de mecanismos para medi-los e avaliá-los. o capital intelectual vem se tornando cada vez mais importante na geração de resultados de uma empresa. Essa dificuldade de mensuração do capital intelectual também é citada por Paiva (1999). Admitir o conhecimento como recurso econômico impõe mudanças na contabilidade no sentido de as demonstrações contábeis não retratarem o valor real de uma empresa. compreender ou alterar.O capital do cliente aumenta quando a empresa e seus clientes aprendem uns com os outros. desenvolver modelos que mensurem o impacto do capital intelectual nas organizações. já que para a contabilidade tradicional o que não se pode medir. 2001). seus relacionamentos duradouros. não pode deixar que este recurso passe despercebido em seus relatórios. desenvolvimento da competência dos funcionários e a satisfação dos empregados. que tem por objetivo prover seus usuários de informações que lhes sejam úteis para tomada de decisão. que podem não interferir na lucratividade de uma empresa durante anos. correspondem a ativos intangíveis. quando se empenham em tornar suas interações informais. Em outras palavras: demonstrar a natureza dinâmica e intangível da criação de valor da empresa moderna. 4 MENSURAÇÃO DO CAPITAL INTELECTUAL Com a chegada da economia do conhecimento. e quando a organização procura de todas as formas agregar valor aos clientes como forma de gerar lucros a longo prazo. “É fácil ver por que o capital intelectual não se enquadra nos modelos contábeis tradicionais”. não se pode controlar. e da criação de valor para os chamados ativos intangíveis. Pois. nesse sentido a contabilidade. segundo (RAUPP. ou o desenvolvimento da competência dos empregados.

No entanto. devido às variáveis exógenas que interferem no mercado. Antunes e Martins (2002) ainda dizem que. a pior do capital intelectual. p. que se encontram escondidas nas notas explicativas do balanço patrimonial. 201).avaliação. nas palavras do próprio Stewart. diversos instrumentos que buscam medir o capital intelectual de uma organização vêm surgindo. Assim obtêm-se a seguinte equação: Valor de mercado = preço por ação X nº total de ações Capital intelectual = valor de mercado das ações . o modelo de Edvinsson e Malone. isso significa que valor do seu capital intelectual também caiu? Se uma empresa é negociada . conforme declaram Edvinsson e Malone (1998).valor contábil Nesse caso. Paiva (1999) diz que essa equação apresenta algumas deficiências. A medida mais simples e. Tendo em vista as limitações apresentadas pela contabilidade quando aos ativos intangíveis. as informações subjetivas.1 A DIFERENÇA ENTRE O VALOR DE MERCADO E O VALOR CONTÁBIL. sem dúvida. entre esses modelos de mensuração se destacam: A diferença entre o valor de mercado e o valor contábil. 4. por não possuírem existência física. se a nova realidade demonstra que esses elementos agregam valor às empresas a contabilidade deve considerar tais ativos intangíveis e desenvolver uma forma de evidenciá-los. a premissa é de que tudo o que resta no valor de mercado depois da contabilização dos ativos fixos deve corresponder aos ativos intangíveis. Apresentado por Stewart (1998. apesar de representarem valor patrimonial para empresa. semi-ocultas. como exemplo: se as taxas de juros e as ações da Microsoft caem x%. sobre uma empresa. O Estudo do capital intelectual é uma maneira de se tentar esclarecer. o modelo de Stewart. e finalmente o modelo “Q” de Tobin. este modelo define o valor do capital intelectual como sendo a diferença entre o valor de mercado e o valor contábil das ações de uma determinada empresa.

através dele o capital intelectual é mensurado por meio de indicadores relacionados ao capital humano. Para um melhor entendimento deste modelo. Uma alternativa seria estabelecer um comparativo entre os dois valores efetuando uma análise anual ou até mesmo com concorrentes do mesmo setor. a contabilidade do capital Intelectual deve analisar o desempenho da empresa sobre vários pontos de vista a fim de retratar o desempenho financeiro da mesma. coloca-se zero no centro do gráfico. além de um valor que dê a idéia do todo. um exemplo de navegador do capital intelectual para uma empresa imaginária. apresenta-se. Normalmente. estrutural e do cliente. em ambos os casos. Stewart (1998. Assim diz que três princípios devem guiar a empresa na escolha das medidas que pretende utilizar: a simplicidade. Devendo o modelo ser adaptável a cada empresa. a utilização de várias medidas não – financeiras gera o risco de não se obter as informações realmente importantes. o que. o gráfico radar começa com um círculo que irradia linhas de acordo com o número de indicadores que se deseja avaliar. pois. sua vantagem é que permite o agrupamento de medidas diferentes num mesmo espaço. isso significa que não possui ativos intelectuais? Outro ponto desfavorável é que tanto o valor contábil quanto o mercado podem estar subestimados. 218-219) explica ainda que. e na sua extremidade a meta que a empresa deseja alcançar. 4. Esse modelo sugere um gráfico no formato de radar. percentuais ou valores absolutos. seu setor e estratégias adotadas.2 UM NAVEGADOR DO CAPITAL INTELECTUAL: O MODELO DE STEWART Nesse modelo. na Figura 1.abaixo do seu valor contábil. interferem no resultado. Stewart (1988) explica que é preciso prestar atenção no que realmente importa. Figura 1: Navegador do Capital Intelectual . que pode variar entre razões. a avaliação do que é estrategicamente importante e a identificação das atividades que produzem riqueza intelectual. Cada uma destas linhas deve ser marcada com uma escala. p.

pode-se verificar que a empresa imaginária está bem próxima de suas metas no que tange aos indicadores de retenção satisfação dos clientes e de atitude dos funcionários. devendo ser motivo de uma investigação minuciosa dos fatores que propiciaram este resultado. Ainda.3 MODELO “Q” DE TOBIN Desenvolvido pelo economista James Tobin. Seu principal . o desempenho da empresa pode ser considerado preocupante. ou seja. no aspecto seus clientes e rotatividade de trabalhadores do conhecimento. ressalte-se que. índice de Entretanto. de acordo com que realmente é importante para ela. apesar da empresa manter um alto índice de retenção de clientes. compreende a razão entre o valor de mercado e o custo de reposição dos ativos. 219. Considerando o gráfico. Um dos pontos fortes desse modelo é a flexibilidade que permite que a escolha dos indicadores seja feita de acordo com os objetivos e estratégias de cada empresa. estes se apresentam insatisfeitos.Fonte: STEWART. 4. 1998. outra informação que necessita de avaliação. p.

4 NAVEGADOR SKANDIA Idealizado por Edvinsson e Malone. as empresas tendem a investir mais naquele tipo de ativo. onde o capital intelectual é abundante. se um ativo vale menos que seu custo de reposição –. máquinas. é um bom referencial. Grande empresa sueca do mercado de seguros e . 4. o “Q” de Tobin pode ser expresso como: Onde: VMA = valor de mercado das ações VMD = valor de mercado das dívidas q = VMA + VMD VRA = valor de reposição dos ativos da firma Se o “Q” for menor que 1 – ou seja. por outro lado. diretor corporativo de capital intelectual de uma empresa chamada Skandia. um ativo vale mais do que seu custo de reposição –. e intitulado navegador Skandia pelo fato de ser Leif Edvinsson na época. edificações. como veículos. Nas indústrias de software. Em sua formulação básica. ao comparar o valor de mercado da empresa e o custo de reposição de seus ativos. ou para a empresa como um todo. este indicador alcança valores aproximados de 1 (um). o “Q” de Tobin tende a atingir número igual ou superior a 7 (sete) ou mais e nas companhias de capital físico. se o “Q” for maior que 1 – ou seja. Embora o modelo de Tobin não tenha sido idealizado especificamente para avaliação do Capital Intelectual. é improvável que uma empresa compre novos ativos do mesmo tipo. É possível aplicar o modelo de Tobin para ativos específicos. trata-se de um bom indicativo para que as organizações realizem novos investimentos. Embora não seja uma medida desenvolvida especificamente para mensurar o capital intelectual.objetivo é apresentar uma alternativa para prever decisões independentemente de influências de investimentos macroeconômicas.

que deveriam ser maximizados e incorporados à estratégia organizacional. empresarial e da mídia por ter sido o primeiro grupo a divulgar um relatório contendo dados sobre o capital intelectual. p. Edvinsson e Malone (1998. constitui-se numa excelente ferramenta à disposição da gerência. como um complemento das demonstrações contábeis. avaliar e gerenciar os conhecimentos adquiridos na busca de novos conhecimentos que produzirão benefícios a médio e longo prazos para as organizações e. O modelo desenvolvido pelo Grupo Skandia busca captar. como tal.97) explica que estes fatores foram agrupados em cinco áreas distintas de foco: financeiro.6061) explicam que cada um dos focos evidenciados no modelo representa as áreas nas quais uma empresa focaliza seu objetivo. Os idealizadores do modelo. de renovação e desenvolvimento e humano. e de onde provém o valor de seu . de clientes.60. p. O modelo apresenta certos valores de sucesso identificados pela equipe da empresa. esta despertou o interesse acadêmico.serviços financeiros. p. 1998. útil nas decisões estratégicas. que são representadas no Navegador Skandia na forma evidenciada na Figura 2: Figura 2: Navegador Skandia Fonte: Edvinsson e Malone. de processo. Antunes (2000.

. portanto.capital intelectual. áreas que a empresa do conhecimento deve alavancar. É. gerenciando-as de forma a obter vantagem competitiva.

M. 1998. PAIVA. Michael S.. Insight. 1. Priscilla Martins Celeste. A nova riqueza das organizações: gerenciando e avaliando patrimônio de conhecimento. P. p. L. MARTINS. Administração e finanças. nº 117. Elena Hahn. nº 29. K. p. Thomas A. Rio de Janeiro: Campus. 1998. Tradução de Ana Beatriz Rodrigues. Capital intelectual.41-54. Maria Thereza Pompa. Capital intelectual: a nova vantagem competitiva das empresas.Minhas Bibliografias: ANTUNES. Leif & MALONE. T.50-68. nº 128. Rio de Janeiro: Campus. 5ª ed. jul/ago. Brasília – DF: ano 28. 1997. EDWINSSON. E. RAUPP. mai/jun. O capital intelectual e a contabilidade: o grande desafio no alvorecer do 3º milênio. por Roberto Galman. Ed.2002. STEWART.1999.76-82. Revista Brasileira de Contabilidade. Brasília – DF: ano 30. EDVINSSON. 2. mar/abr. São Paulo – SP. . E. A contabilidade e o valor real das empresas mediante identificação dos valores internos. mai/agos. p.2001.ª ed. ANTUNES. SVEIBY. Case Studies – Skandia. O capital intelectual como instrumento de gestão. Revista Brasileira de Contabilidade. 2000. trad. Simone Bastos. Capital Intelectual – Descobrindo o Valor Real de sua Empresa pela Identificação de seus Valores Internos. ano XIII. 1998. São Paulo: Atlas. Capital intelectual: verdades e mitos. Revista de Contabilidade & Finanças da USP – FEA – Departamento de Contabilidade e Atuaria. São Paulo: Makron Books.

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