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    ENCARTE PARA O  MANUAL DE CONTABILIDADE DAS  SOCIEDADES POR AÇÕES    ***********************      ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA LEI NO 11.638/2007    ENCARTE NO 1, DE 31 DE JANEIRO DE 20081    1.

Introdução      Em 28 de dezembro de 2007 foi sancionada a Lei no 11.638 que modificou a Lei das Sociedades por Ações, de no  6.404/76,  principalmente  em  suas  disposições  de  natureza  contábil.  Alguns  ajustes  relativos  à  tributação  e  de  outra  natureza também foram inseridos.       Essa lei entrou em vigor no primeiro dia deste ano de 2008. Muitas normatizações precisam ser emitidas pelos  órgãos próprios, a começar pelo CPC ‐ Comitê de Pronunciamentos Contábeis; e, a seguir, esses pronunciamentos do CPC  deverão  ser  aprovados  pela  CVM  ‐  Comissão  de  Valores  Mobiliários,  BACEN  ‐  Banco  Central  do  Brasil,  CFC  ‐  Conselho  Federal de Contabilidade, SUSEP ‐ Superintendência de Seguros Privados e outros órgãos reguladores para que se tenha  um conjunto de regras homogêneas nos diversos setores.      Enquanto  não  saem  essas  normatizações  estamos  incluindo,  neste  encarte,  as  observações  relevantes  que  consideramos  necessárias  serem  introduzidas  para  uma  familiarização  do  leitor  deste  Manual.  À  medida  que  essas  normatizações forem saindo, efetuaremos sua atualização.      Essas modificações estão aqui  sendo discutidas em  função  dos capítulos  do  Manual  que elas  afetam.  Algumas,  por serem de natureza geral ou não pertinente aos capítulos existentes, estão apresentadas em item à parte ao final deste  encarte.       Algumas dúvidas parecem estar surgindo quanto a estar essa Lei colocando a nossa Contabilidade já emparelhada  com as normas internacionais. Isso não é verdade! A Lei apenas está ajustando determinadas disposições que impediam a  adoção dessas normas, introduzindo algumas disposições novas já alinhadas com as regras internacionais, e determinando  que,  daqui  para  a  frente,  todas  as  novas  normas  contábeis  que  forem  emitidas  pela  CVM  sejam  convergentes  a  tais  normas internacionais. Mas isso não significa, em absoluto, que a completa obediência à Lei das Sociedades por Ações, já  com  tudo  o  que  está  sendo  introduzido  de  novo,  seja  o  suficiente.  Um  bom  caminho  ainda  resta  para  a  completa  convergência.      Encerramos este tópico apenas lembrando que, acima de tudo, mais do que mudanças em normas, é a mudança  de filosofia,  postura e pensamento quanto a, pelo menos três tópicos: primazia da essência sobre a forma,  primazia do  controle  e  da  análise  de  riscos  e  benefícios  sobre  a  propriedade  jurídica  e  normas  orientadas  por  princípios  e  não  por  regras  excessivamente  detalhadas  e  formalizadas.  Essa deve  ser, de  fato, a  grande  mudança na Contabilidade  brasileira  que se inicia com essa nova Lei. Comentários mais específicos estão contidos no item 22 deste Encarte.    2. Modificações no Capítulo 1 ‐ Noções Introdutórias    2.1. A criação do "LALUC"      Nesse capítulo, no item 1.2, referimo‐nos ao projeto de lei que estava no Congresso e comentamos sobre o que  consideramos sempre como excessiva interferência do fisco brasileiro sobre nossa Contabilidade. 
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Os Autores agradecem a especial contribuição do Prof. Ariovaldo dos Santos, da FEA/USP na elaboração deste Encarte.

    A nova Lei introduziu enorme modificação nesse sentido, criando o que estamos denominando de "LALUC" ‐ Livro  de  Apuração  do  Lucro  Contábil;  não  tem,  formalmente,  essa  denominação,  nem  nenhuma  outra  até  agora,  mas  está  referido no art. 177, novo par. 2o, item II:   “Art. 177...........................................................  .......................................................................  § 2o  As disposições da lei tributária ou de legislação especial sobre atividade que constitui o objeto da companhia  que conduzam à utilização de métodos ou critérios contábeis diferentes ou à elaboração de outras demonstrações  não elidem a obrigação de elaborar, para todos os fins desta Lei, demonstrações financeiras em consonância com o  disposto no caput deste artigo e deverão ser alternativamente observadas mediante registro:  I – em livros  auxiliares, sem modificação da escrituração mercantil; ou  II  –  no  caso  da  elaboração  das  demonstrações  para  fins  tributários,  na  escrituração  mercantil,  desde  que  sejam  efetuados  em  seguida  lançamentos  contábeis  adicionais  que  assegurem  a  preparação  e  a  divulgação  de  demonstrações financeiras com observância do disposto no caput deste artigo, devendo ser essas demonstrações  auditadas por auditor independente registrado na Comissão de Valores Mobiliários."      Esse  novo par. 2o reforça que o seguimento a regras contábeis  de  natureza fiscal  ou  de  outra  origem, que não  produzam demonstrações contábeis adequadas, só pode ser feito sob duas formas: a citada no item I, que é como já hoje  se  faz;  efetuam‐se  os  registros  normalmente  nos  livros  diário  e  razão  conforme  as  boas  normas  e  práticas  contábeis,  ajustando‐se no LALUR ‐ Livro de Apuração do Lucro Real o que for necessário por força das disposições tributárias. Mas  sabemos  das  enormes  dificuldades  para  essa  aplicação  de  forma  mais  completa,  principalmente  pelo  fato  de  o  próprio  fisco limitar o uso desse livro a partir de regras específicas que impôs.      Só que agora temos a alternativa nova, criada sob o item II, que é essa do "LALUC": efetuam‐se os registros no  diário e razão conforme os critérios aceitos pela legislação fiscal, levantam‐se o balanço e a demonstração do resultado a  serem enviados à Receita Federal, mas essas peças contábeis são de uso exclusivo para relacionamento com o governo,  jamais  para  publicação,  entrega  aos  bancos,  cálculo  de  dividendo  mínimo  obrigatório  ou  outros  etc.  O  que  se  tem  que  fazer é, após levantadas essas demonstrações só para fins fiscais, efetuar‐se os devidos ajustes contábeis para a obtenção  das  demonstrações  contábeis  societárias.  Isso  precisará  ser  feito  mediante  uso  de  livros  auxiliares  ou  em  registros  nos  próprios  diário  e  razão,  conforme  normatização  ainda  a  ser  efetuada.  Se  vierem  a  ser  utilizados  livros  auxiliares,  eles  precisarão estar revestidos das mesmíssimas formalidades legais que os diário e razão costumeiramente utilizados.        Essa opção é válida para todas as sociedades anônimas, mesmo que fechadas e, no nosso entender, também por  sociedades  de  outras  naturezas  jurídicas,  principalmente  as  tributadas  pelo  lucro  real  (v.  Decreto‐Lei  no  1.598/77),  mas  com a condição de as demonstrações assim obtidas serem auditadas por auditor independente registrado na CVM.      Os ajustes a serem efetuados nessa nova forma são aqueles todos que forem sendo criados por normatizações  contábeis que levem ao processo de convergência às Normas Contábeis Internacionais, basicamente as derivadas do IASB  ‐ International Accounting Standards Board. E estão, todos eles, absolutamente fora do alcance tributário.      Vejam‐se as novas disposições ainda nesse art. 177:  "§ 5o  As normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários a que se refere o § 3o deste artigo deverão ser  elaboradas em consonância com os padrões internacionais de contabilidade adotados nos principais mercados de  valores mobiliários.  § 6o  As companhias fechadas poderão optar por observar as normas sobre demonstrações financeiras expedidas  pela Comissão de Valores Mobiliários para as companhias abertas.   § 7o  Os lançamentos de ajuste efetuados exclusivamente para harmonização de normas contábeis, nos termos do  §  2o  deste  artigo,  e  as  demonstrações  e  apurações  com  eles  elaboradas  não  poderão  ser  base  de  incidência  de  impostos e contribuições nem ter quaisquer outros efeitos tributários.”           Na realidade, as disposições de natureza puramente contábil introduzidas por essa Lei 11.638 já o foram visando  esse processo de internacionalização. Assim, entendemos que as modificações por ela trazidas podem já estar ajustadas  dessa forma mencionada no item II do par. 2o mencionado, o que significa que os efeitos tributários sobre tais ajustes se  dão na forma que existia imediatamente antes da aprovação dessa Lei.     

  É provável e muito esperado que manifestações nesse sentido sejam emitidas pelos órgãos reguladores, inclusive  pela Receita Federal para completa regulação da matéria.    2.2. A nova estrutura do Balanço      Na  7a    edição  do  Manual  já  havíamos  efetuado,  no  item  1.3.2,  a  discussão  sobre  a  nova  estrutura  do  Balanço,  considerando disposições da CVM, Deliberação no 488/05. A Lei ratificou essa disposição, com a diferença de não haver  feito  menção  a  Ativos  e  Passivos  Não  Circulantes.  Todavia,  não  só  por  força  dessa  Deliberação  para  as  companhias  abertas, que continua em vigor, mas por uma convergência às citadas normas internacionais, mantemos essa parte como  está e reforçamos a importância da sua utilização generalizadamente.      Nos  itens  1.3.5  e  1.3.6  do  Manual  tem‐se  a  registrar  a  eliminação  da  DOAR  ‐  Demonstração  das  Origens  e  Aplicações de Recursos, substituída pela Demonstração dos Fluxos de Caixa, conforme já mencionávamos; demonstração  essa não obrigatória para companhias fechadas com patrimônio líquido inferior a R$ 2 milhões. E no 1.3.7, tem‐se agora a  obrigatoriedade da elaboração da Demonstração do Valor Adicionado, mas somente para as companhias abertas:     “Art. 176.........................................................  .......................................................................  IV – demonstração dos fluxos de caixa; e   V – se companhia aberta, demonstração do valor adicionado  .......................................................................  § 6o  A companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a R$ 2.000.000,00 (dois milhões de  reais) não será obrigada à elaboração e publicação da demonstração dos fluxos de caixa.”     No  nosso  entender,  a  Demonstração  dos  Fluxos  de  Caixa  deveria  sempre  ser  efetuada,  bem  como  a  do  Valor  Adicionado, sem o uso do exercício dessas opções para fins de maior transparência junto a todos os interessados.     Quanto ao item 1.3.8., demonstrações comparativas, não há ainda normatização a respeito, mas, infere‐se que as  demonstrações  de  2008  não  serão  comparáveis  às  de  2007.  A  única  comparação  viável  sem  grandes  esforços  seria  do  balanço final de 2008 com o de abertura de 2008. Isso porque, para fins de aplicação da lei durante 2008, é necessário que  se ajustem os balanços de final de 2007, caso contrário o resultado de 2008 estará conspurcado pelos efeitos de ajustes  relativos a exercícios anteriores.    Na verdade, provavelmente para a grande maioria das empresas não seria assim tão difícil refazer o balanço de    2006  também  aos  novos  critérios,  bem  como  o  resultado  de  2007,  para  se  poder  continuar  tendo  demonstrações  comparativas de dois períodos/datas subseqüentes. Afinal, grandes ajustes só existirão para empresas que tenham grande  volume  de  instrumentos  financeiros  e  derivativos  ajustáveis  a  valor  de  mercado,  grandes  operações  de  arrendamento  mercantil financeiro e grandes imobilizados com taxas de depreciação sendo utilizadas muito diferentes das baseadas nas  efetivas vidas úteis.      Boa  parte  das  mudanças  se  dará  com  efeitos  a  partir  mesmo  de  2008,  sem  efeitos  retroativos,  como  o  da  definição  da  aplicação  da  equivalência  patrimonial,  agora  sem  o  conceito  de  relevância,  mas  com  aplicação  apenas  em  investimentos em ações ou quotas com direito a voto ou, pelo menos, sobre os quais tenha significativa influência. Logo,  não haverá mesmo como modificar períodos anteriores; a tradição, mesmo fora do Brasil, tem sido, nesses casos, fazer‐se  a comparação mesmo que haja tais mudanças.       Assim,  a  comparabilidade  só  será  prejudicada  quando  existir  relevantes  valores  de  ativos  e  passivos  a  ajustar,  consequentemente com modificações provavelmente relevantes no patrimônio líquido e que, além disso, caso tivessem  esses ajustes no patrimônio líquido, se distribuídos aos períodos anteriores, efeitos significativos no resultado do período  anterior. De fato, algumas  grandes empresas poderão vir a ter demonstrações não comparativas  ou que, para torná‐las  comparativas precisariam de grandes esforços.    3. Modificações no Capítulo 2 ‐ Necessidades de Informação e o Modelo de Plano de Contas      No modelo de plano de contas apresentado nesse capítulo as modificações necessárias são apenas no patrimônio  líquido:    

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eliminação  ou  "congelamento"  das  reservas  de  reavaliação,    já  que  novas  reavaliações  estão  proibidas;  veja  o  item 10 deste encarte;  eliminação ou "congelamento" das reservas de prêmios por emissão de debêntures, já que novos prêmios terão  outra contabilização e transitarão pelo resultado; veja o item 8;  eliminação ou "congelamento" das reservas de doações e subvenções para investimento, já que as novas terão  outra contabilização e em algum momento transitarão pelo resultado; veja o item 18;  eliminação da conta de Lucros Acumulados; só poderá existir a de Prejuízos Acumulados; veja o Capítulo 21, item  21.6 do Manual e o item 9.3 deste encarte;  criação da conta de Ajustes de Avaliação Patrimonial; veja os itens 4 e 15;  

  As  demais  modificações  introduzidas  pela  Lei  já  estavam  previstas  no  Manual,  como  criação  do  grupo  de  Intangíveis no Permanente, Ajustes a Valor Presente, Prêmios na Emissão de Debêntures a Apropriar e outras.    “Art. 178..........................................................  § 1o ................................................................  .......................................................................  c) ativo permanente, dividido em investimentos, imobilizado, intangível e diferido.   § 2o ................................................................  .......................................................................  d) patrimônio líquido, dividido em capital social, reservas de capital, ajustes de avaliação patrimonial, reservas  de lucros, ações em tesouraria e prejuízos acumulados."     4. Modificações nos Capítulos 5 ‐ Investimentos Temporários e 9 ‐ Realizável a Longo Prazo      Neste capítulo grandes modificações estão sendo feitas. Veja‐se o texto legal:    "Art. 183............................................................  I ‐ as aplicações em instrumentos financeiros, inclusive derivativos, e em direitos e títulos de créditos, classificados  no ativo circulante ou no realizável a longo prazo:  a)  pelo  seu  valor  de  mercado  ou  valor  equivalente,  quando  se  tratar  de  aplicações  destinadas  à  negociação  ou  disponíveis para venda; e  b)  pelo  valor  de  custo  de  aquisição  ou  valor  de  emissão,  atualizado  conforme  disposições  legais  ou  contratuais,  ajustado  ao  valor  provável  de  realização,  quando  este  for  inferior,  no  caso  das  demais  aplicações  e  os  direitos  e  títulos de crédito;  .......................................................................  § 1o.................................................................  .......................................................................  d)  dos  instrumentos  financeiros,  o  valor  que  pode  se  obter  em  um  mercado  ativo,  decorrente  de  transação  não  compulsória  realizada  entre  partes  independentes;  e,  na  ausência  de  um  mercado  ativo  para  um  determinado  instrumento financeiro:  1) o valor que se pode obter em um mercado ativo com a negociação de outro instrumento financeiro de natureza,  prazo e risco similares;  2)  o  valor  presente  líquido  dos  fluxos  de  caixa  futuros  para  instrumentos  financeiros  de  natureza,  prazo  e  risco  similares; ou  3) o valor obtido por meio de modelos matemático‐estatísticos de precificação de instrumentos financeiros."        Por  essa  nova  legislação,  todas  as  aplicações  financeiras,  não  só  as  de  curto,  mas  também  as  de  longo  prazo,  precisarão ser analisadas para sua contabilização. O conceito de "fair value", ou de "valor justo", está sendo introduzido,  conforme inclusive já comentado nesse Capítulo anteriormente.       Existirão, de início, dois grandes grupos  de aplicações financeiras:  o das aplicações avaliáveis ao valor justo, ou  seja, ao valor de mercado ou equivalente, e o das avaliáveis ao custo original ou então ao valor provável de realização,  quando este for menor. 

 reconhecimento da receita....... antes de se decidir pela sua forma de contabilização.    Essa forma de contabilização é.  183  e  §  3o  do  art.  Nesse  caso  precisaremos  de  uma  normatização  relativamente  detalhada...  as  contrapartidas  de  aumentos  ou  diminuições  de  valor  atribuído  a  elementos  do  ativo  (§  5o  do  art. Não  foram  efetuadas  ainda  as  normatizações.  Por  exemplo..  as  normatizações  internacionais  determinam  que  tais  oscilações  de  preços  não  sejam  consideradas  imediatamente  no  resultado..    A normatização deverá. normalmente não há significativo  esforço nessa alienação..  está‐se  com  uma  aproximação  mais  forte  com  o  conceito econômico de resultado nessas operações.... conseqüentemente. está  sempre se deparando com essas dificuldades.  devem  continuar  como  vinham  sendo  registradas:  pelo  seu  valor  original..  variações  cambiais. Isso já vem ocorrendo no Brasil no caso  das instituições financeiras e securitárias por força de normatizações específicas dos órgãos reguladores desses setores..  questionável. quando ocorre.  Tem  havido  grande  convergência  nesse  sentido.  prevemos  que  esses  ajustes  serão  considerados diretamente no resultado do período... portanto não destinadas a negociação no  mercado....  no  patrimônio líquido...  além  disso. o que sempre traz algum possível desconforto junto aos usuários..  mas  como  seguiremos  as  do  IASB..  E.. ela não representa e não é geradora do mesmo tipo de mérito que normalmente acontece nas  negociações  com  mercadorias........ por outro lado.  Neste  caso  da  atividade  comercial.  também  deverão  estar  avaliados  ao  seu  "fair  value".  em  cada balanço. é muito subjetiva e dependente exclusivamente das decisões  gerenciais da empresa.    Essa forma de avaliação deriva do raciocínio de que tais  aplicações.  normalmente  com  negociação  relativamente  fácil.  as  variações  de  preços  dessas  aplicações  ficarão  registradas  na  conta  de  "Ajustes  de  avaliação  patrimonial".. já que o reconhecimento do aumento  ou diminuição de  ativos  e  passivos  se  reflete  no  patrimônio  liquido......    Já as aplicações destinadas a serem resgatadas nos seus vencimentos...  E  mais...  vender  a  mercadoria  ou  o  produto  é  uma  atividade  extremamente relevante no processo de obtenção e. Assim.. Apenas quando o valor de mercado de tais aplicações for  inferior a esse montante contábil é que os ajustes se fazem..  inclusive trimestral  ou mensal se  for  o caso...... Desta  conta  irão para o resultado quando  transferidas  para  o  grupo  das  aplicações  efetivamente colocadas para venda ou quando de efetiva realização se ocorrer primeiro.  daí  a  adoção dessa prática. o desenvolvimento de um grande esforço por parte da entidade.  mas  não  no  resultado...... que no Brasil já tínhamos.  §  3o   Serão  classificadas  como  ajustes  de  avaliação  patrimonial......  ....  principalmente  por  se  tratar  de  uma  grande  novidade  para  a  maior  parte  das  empresas brasileiras. par as aplicações financeiras em ouro..... a aplicação dessa regra é  exatamente com o objetivo de apropriar os resultados desses investimentos ao longo do tempo. principalmente quando procura evoluir e tornar‐se mais útil à sociedade.  não  precisam passar pela fase da efetiva negociação para o reconhecimento do resultado... moeda estrangeira e  alguns outros raros casos..  No  caso  das  aplicações  destinadas  à  negociação  no  mercado..... Pelo contrário.    Os  instrumentos  financeiros  na  forma  de  derivativos  também  passarão  a  ser  ajustados  aos  seus  valores  de  mercado  ou  equivalentes.  enquanto  não  computadas  no  resultado  do  exercício  em  obediência  ao  regime  de  competência. A Contabilidade...  ajustado  por  correções.."      Assim. 182...  Todavia.... todos esses instrumentos financeiros precisarão.  inciso  I  do  caput  do  art. no caso de aplicações financeiras em títulos que tenham  por  objetivo  ser  vendidos  no  mercado  mais  à  frente..  passar pelo escrutínio da gestão da empresa quanto a esses aspectos comentados..  mas  já  dentro  do  patrimônio  líquido. contra o resultado e mediante a devida provisão para perda. Por outro lado.. efetivamente.    Não se trata.  nesses  casos  das  aplicações  disponíveis  para  futuras  vendas... Já no caso desses  títulos.......... de uma exceção ao Regime de Competência.. para tais demais ativos..........  Veja‐se a nova conta criada nesse grupo:   "Art. determinar que........ deveras..... juros e outras formas legais ou contratuais vigentes. por exemplo..  e  sim  temporariamente  mantidas  em  conta  própria..  esse  processo  de  venda  é  muito  mais  simplificado  e  ele  não  expressa..  .  e  já  disponibilizadas  para  esse  fim. essa avaliação  aos preços justos é informação relevante para esses mesmos usuários.  e  não  mais  poderão  ser  registrados  pelos  seus  valores  originais  apenas..  e  já  que  como  regra  possuem  valor  de  mercado  objetivamente  determinável.  elas  serão  ajustadas.  essa  classificação.  177.  os  contratos  de  opções  precisarão  ser  reconhecidos  pelos  seus  preços  de  mercado.    Portanto. ao  seu  valor de mercado  ou  equivalente.... em decorrência da sua avaliação a preço de mercado.  se  pronta  para  negociação ou disponível para futuras negociações e outras. se com essas características em termos de  finalidade  (negociação  no  mercado)...  226  desta  Lei)  e  do  passivo. passa a ficar claro que a  melhor maneira de mensurar o desempenho dessa atividade é ir reconhecendo os lucros ou prejuízos à medida que vão  oscilando  os  preços  de  mercado  dessas  aplicações  financeiras. como ciência social aplicada. evidenciando mais pari  passu  os  acertos  ou  não  nessas  aplicações  financeiras..  mas  que  ainda  não  estejam  colocados  à  disposição  para  efetiva  negociação..

 nesse caso.  a  figura  de  equiparação  a  uma coligada.  Note‐se  que  há  uma  seqüência.  trabalha‐se  com  o  uso  do  fluxo  de  caixa  futuro  estimado  para  tais  aplicações  trazido  a  valor  presente  ou. a não ser que. e isso mesmo que essa participação seja sem  direito  a  voto.     Outro ponto.  as  operações  de  hedge  também  sofrerão  mudanças  significativas. se companhia aberta.    Alguns  comentários  precisam  ser  feitos:  a  CVM  possui. e essa  investidora.  os  investimentos  em  coligadas  sobre  cuja  administração  tenha  influência significativa. ou seja. tendo‐se em vista que se trata  essa avaliação de aplicações e operações financeiras de uma grande complexidade. de acordo com as seguintes normas:"    Repare‐se que no texto anterior da Lei das S/A mencionava‐se a figura da relevância.  e  se  a  participação  for  inferior  a  20%. todavia. de valor justo. nesse caso. Modificações nos Capítulos 10 ‐ Investimentos ‐ Método de Custo e 11 ‐ Investimentos ‐ Método da Equivalência  Patrimonial    A Lei 11.  se  não  houver  essa  influência  significativa.    Quando  for  o  investimento  igual  a  pelo  menos 20% do capital votante. Finalmente.    Com isso.  onde  as  operações entre  livres participantes estão  presentes.  Mas. possa‐se classificar tal investimento  como  tendo  influência  significativa. evoluir. mas elas deverão iniciar pelos procedimentos mais conhecidos e simples para. risco e prazo similares. As normas internacionais sobre essa  matéria.  com  a  análise  de  sua  essência  passando a ser fundamental para sua classificação e contabilização. mas mudou quando aplicar essa equivalência patrimonial:  "Art.  o  investimento  permanecerá  ao  custo. Mesmo que esse controlador seja uma pessoa física ou um conjunto de pessoas  físicas agindo como controladores. mesmo não tendo esse direito.  pode  ocorrer  de  esses  10%  sobre  o  capital  votante  .  não  adotou  todo  o  conjunto  de  regras  dessa  IAS  39  e  outras  sobre  o  mesmo  assunto. esse investimento será também  avaliado pela equivalência patrimonial. com a utilização de modelos matemático‐estatísticos de precificação existentes no mercado.  Repare‐se  que.   Assim. não se aplica mesmo a equivalência patrimonial).    Os  investimentos  permanentes  em  controladas  serão.  se  não  as  mais  difíceis. mas a  figura da relevância  para  a  determinação  de quando  aplicar  a  equivalência ainda permanecia para as sociedades não abertas.638 trouxe novidades na definição de quando avaliar investimentos societários permanentes ao custo e  quando fazê‐lo pelo método da equivalência patrimonial. agora omitida (item 11.  Na  hipótese  de  não  haver  esse  mercado  com  tais  características. em controladas e  em outras sociedades que façam parte de um mesmo grupo ou estejam sob controle comum serão avaliados pelo  método da equivalência patrimonial.  principalmente  a  IAS  39. para essas  aplicações. a conceituação de "fair value".     Os instrumentos financeiros passivos também terão que ser avaliados aos seus valores justos.  avaliados  pela  equivalência  patrimonial (não mais existe a figura da relevância. mas se investidora e investida tiverem um controlador comum.  Tanto  que  a  própria  União  Européia. a equivalência será obrigatória. e pode até ser em  ações sem direito a voto.  nem  como  se  calcula  e  contabiliza  a  equivalência  patrimonial. conforme comentado). 10% do capital votante de uma investida. bem de perto.  poder  de  eleger administradores etc.  na  pior  das  hipóteses.     Mas há uma novidade: pode haver o caso de investimento em percentual inferior até a 10%. direta ou indiretamente. deverá ser utilizada a equivalência patrimonial.).    Não entraremos nesses detalhes.  e  sobre  o  capital  votante  (e  não  sobre  o  capital  total).  a  emissão de normas sobre a matéria.    Não  mudou  o  conceito  legal  de  coligada  e  de  controlada.  Deveremos  ter.  por  todas  as  entidades.   No  balanço  patrimonial  da  companhia. como o  próprio  Banco  Central  ainda  não  as  aplica  de  forma  completa  e  abrangente.  pela  Lei.      Desaparece também a possibilidade de aplicação de equivalência patrimonial para os investimentos em ações ou  quotas que não tenham direito a voto. quando uma investidora possui.  em  primeiro  lugar  deve‐se  procurar  verificar  se  há  um  mercado  ativo  para  esses  instrumentos financeiros avaliáveis  ao  mercado. Agora desaparece para todas elas.  administrativa.  Mais  ainda. numa  etapa posterior.  A CVM  já havia feito  essa eliminação. e estiver presente pelo menos  um  dos  fatores  que  caracterizam  influência  significativa  (dependência  econômica.  estão  entre  as  mais  difíceis  no  mundo  contábil. aplica a equivalência patrimonial caso haja a influência significativa sobre a  investida.  248. enquanto a normatização não ocorrer.  parte‐se  então  para  a  verificação  de  possíveis  valores  de  mercado para outras aplicações que sejam de natureza. se nem essa hipótese ocorre.  tanto  a  anterior  quanto  a  atual.    Os efeitos dos ajustes a longo prazo estão tratados no item 17 à frente. a legislação seguiu. se houver uma participação societária numa entidade sobre a qual se detenha 10% ou mais de seu capital (caso  contrário não é coligada e.  ao  adotar  no  ano  de  2005  as  normas  do  IASB  para  todos  os  seus  países  (demonstrações  consolidadas  das  companhias  abertas).2.  tecnológica.3  no  Manual). com certeza não teremos a aplicação completa dessas normas contábeis para o ano de 2008.  durante  o  ano  corrente.  5.  pela  normatização  em  vigor. ou de que participe com 20% (vinte por cento) ou mais do capital votante.

.. a fim de que sejam:  I – registradas as perdas de valor do capital aplicado quando houver decisão de interromper os empreendimentos  ou atividades a que se destinavam ou quando comprovado que não poderão produzir resultados suficientes para  recuperação desse valor. inclusive os decorrentes de operações  que transfiram à companhia os benefícios...)..  não  corpóreos..  da  consolidação  de  balanços  e  da  consolidação  proporcional.. de agora em diante. patentes.  contemplados  de  forma  indireta.  nessas  circunstâncias..  contemplados  diretamente  nessa  Lei  11... nem por essa Lei nova.."      Ou  seja....   “Art...  Já  pelas  normas  internacionais.. 179... enquanto perdurar  a  Instrução  CVM  no  247/96.  É  importante  alertar  para  o  fato  de  que  a  Deliberação  CVM  no  28/86  foi  revogada  e  que  foram  também  modificadas as normas a respeito de conversão de demonstrações contábeis das entidades no exterior para reais para fins  da  equivalência  patrimonial..  Essa  figura  de  ativos  .......  Logo. se for permanente (provisão para perda apenas no caso de perda também  considerada permanente)..representarem bem menos do que 10% sobre o capital total.  E  obriga  ao  contínuo  teste  de  impairment sobre esse grupo..  passam  agora  para  o  grupo  de  Intangíveis  que  também  incluirá  ativos  que  estavam  em  outros  lugares  que  não  o  Imobilizado). o que faria com que não se caracterizasse a figura legal da  coligada.. A CVM.. ao valor  de  mercado.  mas  essa  hipótese  ainda  não  está  contemplada entre nós... ainda.. Se esse investimento estiver destinado à negociação..      6.......  periodicamente.  . mas..  todas  as  variações  cambiais  sobre  esses  investimentos  passam  a  ficar  em  conta  própria  do  patrimônio  líquido para só transitarem pelo resultado quando da baixa de tais investimentos. automaticamente. incluiria esse investimento como passível de avaliação pela equivalência  com a figura da influência significativa.  Modificações no Capítulo 12 ‐ Ativo Imobilizado      A nova Lei modifica a definição do Imobilizado...    É importante verificar que essas mudanças na Lei estão dirigidas a um processo de convergência com as normas  internacionais.. mas não significam..  O  item  11.  os  riscos  e  o  controle  desses  bens  .... e essa Instrução deverá sofrer modificações  durante 2008.    Deve‐se  ressaltar  que  não  está  contido  nessa  nova  Lei  nenhum  tratamento  especial  às  variações  cambiais  incidentes  sobre  os  investimentos  permanentes  em  entidades  no  exterior. passando a excluir dele os bens não corpóreos (marcas....  mas  apenas  pelas  companhias abertas..  Esses  tópicos  não  estão......... E.. ou  II – revisados e ajustados os critérios utilizados para determinação da vida útil econômica estimada e para cálculo  da depreciação.  análise  sobre  a  recuperação  dos  valores  registrados  no  imobilizado.  ficaria  pelo  valor de mercado.11  do  Manual  fica.  mas  a  CVM.......  mas  estão.. pela Instrução.. A continuidade desse processo se dará por  força de normas novas a serem emitidas.. riscos e controle desses bens... já que ainda permanecem muitas e muitas diferenças. se alguém possuir  2%  do  capital  da  Vale  ou  da  Petrobras......  . além  de serem "exercidos  com essa finalidade" (de manutenção das atividades da companhia) como havia antes...  sim....  dois  investimentos  classificados  diferentemente  em  duas  empresas  distintas  carregam  valores  contábeis  também  diferentes......  quando ela menciona a obrigação de a CVM.....  utilizar  a  equivalência  patrimonial  para  avaliar  esse  investimento.  e  não  pela  equivalência  patrimonial..  no  nosso  caso.  concessões  etc..  e  passando  a  incluir  bens  que não sejam  da  propriedade da empresa. Terá que ficar ao custo apenas..  que  estavam  no  Imobilizado.  não  poderá..    Isso pode continuar ainda a nos levar a algumas situações no mínimo estranhas..  os  ativos  intangíveis..... Pela Lei. Logo...  §  3o   A  companhia  deverá  efetuar.. exaustão e amortização.  faz  com  que  se  tenha  que  utilizar  a  equivalência...  mesmo  que  permanente.  conforme  já  dito. com a equiparação à coligada...  então. Por exemplo.. a adoção completa de tais normas... agora passará..  Pela  primeira..  modificado  por  força  dessas  novas  disposições.. só normatizar contabilmente de forma convergente às  normas internacionais.. no intangível e no diferido... Por exemplo.... adapta‐se a Instrução  CVM  no  247/96  para  atender  a  esse  objetivo........... Obviamente são esperadas normatizações e adaptações.. essa situação....638/2007. isso não ocorreria.. incorpora os bens decorrentes de  operações  que  transfiram  à  entidade  os  benefícios.  IV  –  no  ativo  imobilizado:  os  direitos  que  tenham  por  objeto  bens  corpóreos  destinados  à  manutenção  das  atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa finalidade... acaba de emitir a sua Deliberação 534/2008 e sua Instrução 464/2008..  esse  investimento. nas normas  internacionais  os  investimentos  nessas  controladas  e  coligadas  são  avaliados  a  seus  preços  de  custo  ou  de  mercado  quando  se  elaboram  os  balanços  individuais..  no  caminho  do  processo  de  internacionalização das nossas normas contábeis. mesmo a atual.

 ainda que juridicamente  não a ela pertencentes.3.  dos  prazos  de  vida  útil  admitidos  para  fins  tributários. Logo. Observe‐se que o primeiro Pronunciamento do CPC foi exatamente esse. na contabilidade. de bens juridicamente não pertencentes à entidade.  E  o  teste  precisa  ser. na essência. é de ajustes no balanço de abertura de 2008 com todo o efeito retroativo diretamente sobre o patrimônio  líquido. espera‐se que se possa. ajustar‐se as taxas de depreciação e de  amortização às válidas econômica e contabilmente. Se faremos isso com base nos prazos restantes ou se existirão efeitos  retrospectivos para acertos do passado.  ao  mencionar. a lei nova menciona a periódica aplicação do teste de recuperabilidade ao imobilizado. a expressão "vida útil econômica" aparece de forma literal.    Outro  ponto  da  Lei:  a  prática  dos  testes  de  recuperabilidade  agora  exigidos  pela  Lei  (impairment)  já  estão  contemplados no item 12.  A  contrapartida  será  o  registro.  Mas  é  importante  notar  que  não  há.  por  exemplo.4 do Manual.  as  operações  de  arrendamento  mercantil  financeiro que tenham essas características passarão a ser contabilizadas como operações de compra pela arrendatária. algumas dúvidas que podem sempre existir.  no  mínimo. ele fica nesse grupo do Imobilizado. Há. qualquer incoerência. é uma espécie de custo complementar a tal máquina para ela operar. apenas a normatização a sair definirá.  Assim.  mas  isso  deverá  ficar  completamente  claro  quando  da  emissão  das  normas.  da  dívida.    O que importa é que agora é obrigatória a aplicação do fundamento econômico: nenhum ativo pode existir por  valor  que  não  seja  recuperável  mediante  venda  ou  utilização  por  parte  da  empresa.  gerando  então  despesas  financeiras.  outras  situações agora surgem de reconhecimento. por exemplo. de fato.  E  as  prestações serão meras liquidações desse passivo. infelizmente.  os  direitos  de  concessão. mas também pela sua essência.  o  fundo  de  comércio. independentemente de o contrato haver sido efetuado antes da vigência  da  nova  Lei.  quando  deveríamos  estar  utilizando  os  prazos  de  vida  útil  econômica e o valor residual esperado ao fim dessa vida.     Agora.    Provavelmente a aplicação dessa regra se dará retrospectivamente. da própria máquina. sua  natureza. expressa e com todas as letras (par.  ajustadas  pelo  índice  de  atualização  contratado.  os  gastos  com  pesquisa  e  desenvolvimento  (quando  ativáveis.  segundo  nosso  entendimento. da provisão para ajuste aos valores de realização dos créditos etc.  é  claro.  com registro.  cujos  riscos  e  cujos  benefícios  passem  à  entidade. Assim. acoplado à figura comentada do "LALUC".    A  Lei.  Permanece  esse  ativo. permanecem válidos todos os comentários já constantes do Manual. abarcará os bens em arrendamento  com essas características existentes na empresa.  a  ser  depreciado  pela  sua  vida  útil  econômica. o valor de fornecimento por parte do fabricante ou.    Já  as  marcas.  Assim. item II)  e não pode mais deixar de ser aplicada. no ativo. já que a Lei das S/A já cuidava da recuperabilidade para os ativos não permanentes.  se  for  o  caso.    Uma enorme conseqüência a derivar desse novo artigo 179.  O  correto. mesmo que não de propriedade da entidade. 3o. Nossa prática brasileira tem sido.  passa  a  incluir  os  bens  cujo  controle.    É  claro  que  algumas  normatizações  deverão  especificamente  ser  emitidas.  seguindo  totalmente  as  normas  internacionais.  absolutamente. Modificações nos Capítulos 13 ‐ Ativos Intangíveis e 14 ‐ Ativo Diferido    As modificações trazidas pela Lei sobre esses Capítulos já haviam sido previamente consideradas na 7a edição. o de no  1. como ativo. eram  exercidos com a finalidade de manutenção das atividades dela. deverão ser incorporados ao seu Ativo Imobilizado. pelo CFC e pela SUSEP.  o  valor  presente  das  contraprestações  assumidas). a da adoção.  no  passivo. ou seja. do valor original da transação (por exemplo.corpóreos e não corpóreos precisa ser entendida de maneira não só física.  as  patentes. seu vínculo.    7. Ressalta‐se  apenas que  a conta de  Ágio  por conta de expectativa de rentabilidade  futura.  Além  da  figura  das  benfeitorias  em  propriedade  de  terceiros.  agora  não  mais  será  registrado  na  conta  de  Investimentos. O mesmo se aplica às benfeitorias em propriedades de terceiros que.  e  esta  será  atualizada  com  base  nas  taxas  de  juros  implícitas  na  contratação  e.  ou seja. na  sua  ausência.  E  o  Pronunciamento  CPC‐01  menciona  sua  aplicação  a  todos  os  ativos.  se  houver  a  situação  em  que  tais  bens  passem  ao  controle  da  entidade. o fundo  de  comércio.     Quanto aos Ativos Intangíveis.  mas  a  regra  em  que  a  essência  se  sobrepõe  à  forma  está  já  colocada  legalmente  para  essa  situação. por sinal. aprovado pela CVM.  e  cujos  riscos e benefícios passem a pertencer a ela.  conhecido  também  por  "goodwill". no LALUC. deverá ser  o cálculo das depreciações e amortizações.  as  figura  do  valor  do  custo  ou  mercado.  que  já  era  um  tipo  de  ativo  reconhecido  não  de  propriedade  física  da  entidade  em  muitas  situações.  e  se  ativáveis)  são  típicos  exemplos  de  ativos  incorpóreos  que  ficam  no  grupo dos Intangíveis.  já faziam parte do Imobilizado anteriormente porque eram bens que. o sistema que faz uma máquina operar.  dos  dois  o  menor  para  os  estoques  ou  dos  investimentos temporários.     Aliás.  os  direitos  autorais.  Assim. ao intangível e ao  diferido.  atual.  no  .     Mas  uma  enorme  novidade  foi  trazida  agora  pela  Lei.  faz  parte  ou  não  do  Imobilizado?  Ele  é  corpóreo  ou  incorpóreo?  O  fundamental  aqui  é  que  ele  é  parte  absolutamente  integrante.

... veja‐se:  “Art..... mas note‐se que passou a haver uma restrição aos gastos de reestruturação ativáveis....Permanente..................... mais o prêmio.  no  Ativo  Diferido  permanecem  as  despesas  pré‐operacionais  (que  nas  normas  internacionais  tendem  a  também ir ao resultado).... só sendo  possível  agora  fazê‐lo  quando  se tratar de aplicações que  provocarão  aumento  no resultado  futuro  por incremento  das  receitas......... Desaparecimento de Reservas      No patrimônio líquido desaparecem as reservas de reavaliação.....  182  da  Lei  6.."    Assim....   Ficam  revogadas  as  alíneas  c  e  d  do  §  1o  do  art.... aplicáveis a esses outros Ativos. inclusive o fundo de comércio adquirido...404/76  determinava  que  os  prêmios  recebidos  na  emissão  de  debêntures ficassem diretamente reconhecidos no patrimônio líquido.  § 1o .      Nesse capítulo também está já contemplada a novidade trazida pela Lei no que tange aos possíveis prêmios na  emissão de debêntures... não mais. No caso das reavaliações veja‐se o item 10 mais à frente....  Na  verdade.....  de  15  de  dezembro de 1976...      Agora....  187  da  Lei  no  6.  Mas  não  podemos deixar de mencionar a hipótese de ficar esse prêmio no próprio passivo exigível......... efetivamente.... em conta de reserva de capital....  os  saldos  atuais  podem  lá  continuar até destinações futuras.......... em decorrência da sua avaliação a preço de mercado..........................  177....  sobre  o  Imobilizado.... 179.....      O Manual já propunha que esse prêmio ficasse em resultados de exercícios futuros para apropriação ao resultado  como  retificação  das  despesas  financeiras  futuras..  inciso  I  do  caput  do  art..........  c) (revogada)..........  226  desta  Lei)  e  do  passivo...    Vejam‐se  os  comentários  sobre  testes  de  recuperabilidade  efetuados  no  final  do  item  anterior.2.  ...........  "Art.....  VI – no intangível: os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou  exercidos com essa finalidade.... para o  aumento do resultado de mais de um exercício social e que não configurem tão‐somente uma redução de custos  ou acréscimo na eficiência operacional.. 182.....  .........  mas  só  que  agora  dentro  do  grupo  de  Ativos  Intangíveis.  10..................  bem  como  outros  que  estavam  no  Investimento  e  no  Diferido..............   Modificações nos Capítulos 21 ‐ Patrimônio Líquido e 28 ‐ Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados    9...    “Patrimônio Líquido  Art...  . O que significa que esses valores recebidos na emissão de debêntures.. e não por redução de despesas..  §  3o   Serão  classificadas  como  ajustes  de  avaliação  patrimonial.....  A  normatização  a  sair  deverá  explicitar  essa  contabilização............ de prêmio por emissão de debêntures (v.  1o  do  art...............1........ item 8  atrás)  e  por  doações  e  subvenções  para  investimento  (v.  Quanto ao Ativo Diferido....  Note‐se  que  os  intangíveis  anteriormente  classificados  no  Imobilizado  passam  a  esse  novo  grupo........ terão que transitar pelo resultado...    9........... Modificações no Capítulo 16 ‐ Debêntures....... partindo‐se do princípio que o  valor original.................  as  contrapartidas  de  aumentos  ou  diminuições  de  valor  atribuído  a  elementos  do  ativo  (§  5o  do  art.................  enquanto  não  computadas  no  resultado  do  exercício  em  obediência  ao  regime  de  competência..404.  182  e  o  §  2o  do  art......................... acima do valor nominal  determinado para a liquidação desses valores mobiliários...........  d) (revogada).......  V – no diferido: as despesas pré‐operacionais e os gastos de reestruturação que contribuirão.....    8...  item  18  à  frente)................"    9....... tende a aproximar‐se do valor de mercado dessa obrigação....  183  e  §  3o  do  art..."     A  alínea  c  do  par...... Criação de Novas Contas e Reservas no Patrimônio Líquido    .....

.................  decorrentes  de  ajustes  de  ativos  e  passivos  pelo  valor  de  mercado.......... as variações cambiais de  investimentos permanentes em entidades no exterior não transitarão de imediato pelo resultado.............."    9.....  talvez....... conforme já comentado no item 5 atrás...... apesar de........ provavelmente...  vir  a  ser  utilizada  uma  conta  específica  só  para  esse  fim..  obrigatoriamente..... não transitaram ainda pela conta do resultado do exercício.... cujo prazo de realização financeira ocorra após o término do exercício social seguinte..........3.....       Foi criada..............  ... nos balanços....  que  aprova  o  Pronunciamento  CPC‐02  emitido  pelo  Comitê  de  Pronunciamentos  Contábeis  sobre  Efeitos  nas  Mudanças  nas  Taxas  de  Câmbio  e  Conversão  de  Demonstrações Contábeis...........  Todo  o  resultado  precisará.  e  as  parcelas  do  resultado  a  serem  retidas  precisarão ser contabilizadas nas reservas próprias...........  alienados...........  já  que  essa  é  a  prática  internacional  (com  o  nome.4.........  195‐A...  estarão  dentro  desse grupo  outros ajustes que  vierem a  ser  determinados  pela CVM no processo de internacionalização das normas contábeis brasileiras....  II  –  o  lucro.....      É o caso dos instrumentos financeiros ativos e passivos discutidos no item 4 atrás classificados como disponíveis  para  venda..  Essa  conta  de  Ajustes  de  Variações Patrimoniais poderia também servir de guarda‐chuva para esses valores transitórios..    § 2o .. em subtítulo específico.. dividido em capital social. Além  disso.......  já  pertencentes ao patrimônio líquido...      É o caso também de ajustes de ativos e passivos ao valor de mercado no caso de determinadas reorganizações  societárias  (v.....  acaba  de  ser  editada  a  Deliberação  CVM  no  534/2008......  item  15 à  frente)....... que poderá ser excluída da base de cálculo do dividendo obrigatório (inciso I do caput do art..... conforme sugestão da própria CVM na sua também recém emitida Instrução 464/2008).”    No item 18 à frente se discute melhor esse assunto... ajustes de avaliação patrimonial..........  O  objetivo  é  não  obrigar  ao  pagamento  de  dividendo  mínimo obrigatório em cima desses resultados cuja realização financeira se dê além do exercício em que tais dividendos  devem ser pagos........... Por esse Pronunciamento.....  ..  É  criada  a  conta  de  Ajustes  de  Avaliação  Patrimonial  que  tem  como  grande  objetivo  registrar  valores  que.  § 1o . devendo ficar em conta  própria  no  patrimônio  líquido  até  que  tais  investimentos  sejam............. Reserva de Lucros a Realizar e Limite das Reservas    “Reserva de Lucros a Realizar  Art.............  ser  destinado...........       Por  exemplo..      Essa conta de Ajustes de Avaliação Patrimonial não é uma conta de Reserva! Seus valores não transitaram ainda  pelo resultado.  Todos  os  ajustes  por  variação  de  preços  no  mercado  por  conta  desses  itens  serão  registrados  diretamente  nessa conta.. reservas de lucros........."    Foi  acrescentado  que  componentes  do  resultado.........  d) patrimônio líquido....... com controles próprios para transferência ao resultado nos momentos adequados...    9.........  por  proposta  dos  órgãos  de  administração...  de  Ajuste Acumulado de Conversão.. Desaparecimento da conta de Lucros Acumulados      Outra novidade trazida pela Lei 11................ dentre as reservas de lucros............... 202  desta Lei)..... Só poderá haver saldo na forma de Prejuízos Acumulados.. a Reserva de Incentivos Fiscais:  “Reserva de Incentivos Fiscais  Art. saldo na conta de Lucros  Acumulados.   A  assembléia  geral  poderá.............................. reservas de capital....  ações em tesouraria e prejuízos acumulados....  ...638 é que não pode mais permanecer.  com  prazo  de  transformação  em  dinheiro  após  o  exercício  social  subseqüente  podem  ser  computados  como  parte  dos  lucros  a  realizar  para  a  criação  dessa  reserva  própria... mas o farão no futuro...  rendimento  ou  ganho  líquidos  em  operações  ou  contabilização  de  ativo  e  passivo  pelo  valor  de  mercado... 197. Note‐se:   “Art.... 178...........  destinar  para  a  reserva  de  incentivos  fiscais  a  parcela  do  lucro  líquido  decorrente  de  doações  ou  subvenções  governamentais  para  investimentos......  por  exemplo...........

      A conta de Ajustes de Avaliação  Patrimonial.. Modificações nos Capítulos 26 ‐ Despesas Operacionais e 27 ‐ Demais Contas de Resultado......... Modificações no Capítulo 22 ‐ Reavaliação        Desaparece  a  opção  da  reavaliação  espontânea  de  bens  que  antes  existia.      O interessante é que foi dada a opção para as empresas que quiserem efetuar a baixa completa dos saldos ainda  existentes  dessas  reavaliações..  do reconhecimento.. CPC‐01.. Desde que essa baixa se dê até o final de 2008 ou do exercício em que entrar em vigor a Lei para o  caso das que não encerram seus exercícios sociais em 31 de dezembro.... em cada balanço....  O saldo das reservas de lucros. onde se vê  que a baixa por impairment se dá....... ou seja.  jogando  as  reservas  existentes  contra  os  valores  reavaliados  inscritos  nos  respectivos  ativos imobilizados. 187...... enquanto esses  valores forem relevantes..  e  de  instituições  ou  fundos  de  assistência  ou  previdência  de  empregados.......  VI  –  as  participações  de  debêntures.......... não se pode mais efetuar reavaliações do imobilizado tangível..”      Fica também acrescida a reserva recém criada de incentivos fiscais como parte daquelas que não são computadas  para efeito de comparação.  para  o  caso  de  quem  não  efetuar  esse  estorno autorizado pela Lei........  não integra esses valores que  a  lei  reúne para cálculo de eventual excedente ao capital social. no caso das reavaliações.. não só estão desobrigadas disso como impedidas de aplicá‐la  daqui para frente.... Atingindo esse limite..    11.........  mesmo  na  forma  de  instrumentos  financeiros..... contra a reserva de reavaliação.. como perda no resultado. pelo menos a cada quatro anos. somente restará a prática do impairment.. E isso para as companhias  fechadas também.  “Limite do Saldo das Reservas de Lucro  Art. de incentivos fiscais e de lucros a realizar.. 6o  Os saldos existentes nas reservas de reavaliação deverão ser mantidos até a sua efetiva realização  ou estornados até o final do exercício social em que esta Lei entrar em vigor...... No futuro.  por  não ser conta de  Reserva. passam a fazer parte do custo de tais ativos daqui para a frente..      Ressalta‐se  que a  chance de estorno  de saldos  de  reavaliação é para  o  primeiro  exercício  social  da  vigência  da  nova Lei....... 199.....      Mudou o item do Resultado que diz respeito às "stock options":    “Demonstração do Resultado do Exercício  Art...  .. materiais.. V.... com o valor do capital social para cálculo de eventual excedente a ser pago  em dividendos ou aumentado ao capital social. e não contra o resultado.. É lógico que....  não poderá ultrapassar o capital social..."    .. a assembléia deliberará sobre aplicação do excesso na  integralização ou no aumento do  capital  social ou na distribuição de dividendos.....  de  empregados  e  administradores..      Todos  os  saldos  que  existirem  de  reavaliação  nos  ativos  imobilizados.. sendo que mesmo as empresas que a isso  estavam obrigadas a fazê‐la.. deverá a empresa comentar o fato em suas notas explicativas (de que o ativo contém  reavaliações efetuadas até ou em tal ano). item 58....  Desapareceram  as  menções  a  essa  possibilidade.......  que  não  se  caracterizem  como despesa. das parcelas não passíveis de recuperação...."        Ou seja.. se valores reavaliados se mostrarem irrecuperáveis...      Os  saldos  atualmente  existentes  irão  desaparecendo  na  medida  em  que  forem  sendo  realizadas  mediante  depreciações e outras formas de redução do valor do imobilizado reavaliado até sua extinção... exceto as para contingências.... e ficou:       "Art..    10..

      Note‐se que desapareceram.  a  normatização  terá  que. a nossa normatização também chegará lá.      Dessa  forma.  obrigatoriamente.  Ou  seja.  quando eles estejam definidos em função. continuar sendo prevista  no Plano de Contas.    13.  ou  seja.  tanto  que  sua  demonstração  continua  totalmente  vigente.  não  só  poderá  como  deverá  esse  saldo  existir  (positivo  ou  negativo). O item 27. o aumento de  capital pelo valor integralizado pelos beneficiários desses planos.  exigir  o  registro  como  despesas  os  efeitos  de  tais  benefícios quando eles se referirem à figura de participação no resultado. pura e simplesmente. e não que se contabilize. eventualmente.  já  a  partir  de  2008  é  obrigatória  a  apresentação  da  Demonstração  dos  Fluxos  de  Caixa. por essa nova  redação  do  art.         Na  verdade.  assim.  esses benefícios são despesas operacionais.  Deverá  sair  normatização  a  respeito.  187. ao lucro da empresa. o registro deverá continuar sendo nessa rubrica  das participações no resultado.  já  que  a  destinação de 100% de seu saldo positivo só ocorre na contabilização da proposta de destinação do resultado ao final do  exercício social.3  atrás.    .      A Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados continua a existir. Pode ocorrer de a normatização abranger apenas os casos em que os benefícios  se caracterizem apenas como efetivas participações no resultado.  VI.    12. Assim.  nos  casos  em  que  esses  benefícios  sejam  genuinamente  participações  no  resultado.      É lógico que. podendo não ser efetuada se contida de  forma transparente dentro da Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido.  relativamente  à  extinção  da  figura  da  conta  de  Lucros  Acumulados no balanço patrimonial.      O ponto relevante a mencionar agora é que o texto legal obriga à contabilização das stock options.  como  valorização  das  ações.  nesses  casos. aos dividendos e alguns poucos outros. alguma companhia ainda as tiver. talvez com pequenas adaptações em função dos tratamentos que vierem a ser dados às despesas e receitas  financeiras. O que desaparece é a possibilidade de  existir saldo final positivo nessa conta ao final de cada exercício social. mas poderá ou não exigir o registro quando se  referirem a despesas operacionais. direta e proporcional. e obrigam ao registro como despesa  dos efeitos de tais planos. o direito de adquirir ações por seu valor de mercado de há um certo tempo atrás.      Ao  longo  do  exercício. da redação do artigo. Modificações  nos  Capítulos  28  ‐  Demonstração  dos  Lucros  ou  Prejuízos  Acumulados  e  29  ‐  Demonstração  das  Mutações do Patrimônio Líquido      Só  para  lembrar  o  que  consta  no  item  9. sua existência precisa. e não participações no resultado. são complementos salariais. as participações das partes beneficiárias em função de sua já  ocorrida extinção. mas apenas a figura de saldo positivo no balanço. Ocorre que a grande maioria desses  planos  de  benefícios  em  ações  está  centrada  em  parâmetros  outros.  todavia.5 do Manual já apontava  para o fato de que as normas do IASB e de outros países exigem que a diferença de valor entre o montante subscrito e o  de mercado dessas ações seja considerado como despesa.  mas  deverá  ficar  aproximadamente  como já contido no Manual.  o  que  está  vedada  não  é  a  existência  da  conta. mas não é líquido e certo que neste ano de 2008 ela  será implantada já dessa forma completa.  nossa  Lei  dá um  salto enorme  ao  exigir a  contabilização  dos pagamentos  dessa  natureza  na  forma  de  stock  options. Se.  E. é claro.      Esse  item  só  poderá  ser  detalhado  quando  houver  a  devida  normatização. Modificações  nos  Capítulos  30  ‐  Demonstração  das  Origens  e  Aplicações  de  Recursos  e  31  ‐  Demonstração  dos  Fluxos de Caixa      Esqueça‐se  a  DOAR  como  demonstração  obrigatória.  mas  provavelmente  continuará  válido  todo  o  capítulo 31.  Ao  mencionar  dentre  as  participações  no  resultado. como as normas internacionais abrangem ambas as situações.  aquelas  "mesmo  na  forma  de  instrumentos  financeiros".

..... muito próximo do já definido pelo CFC...  V – se companhia aberta..  § 3o  Nas operações referidas no caput deste artigo.. demonstração do valor adicionado..............  Todavia.  uma  transferência  de  controle. para todas as companhias abertas. mesmo nos casos de fusão......... Fusão e Cisão  Art..  O  CPC  já  está  colocando  em  audiência  pública  a  proposta  de  Pronunciamento  sobre  a  matéria..”    A  novidade  da  Lei  diz  respeito  ao  seguinte:  nossa  legislação  sempre  permitiu  que  essas  operações  fossem  registradas a partir dos valores contábeis dos balanços utilizados para a fusão ou incorporação ou derivados de uma cisão.. 7o  As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art.... Sugere‐se.  governo e outros....."    14.  mas  provavelmente  isso  será  requerido  para  aquelas  companhias.. Modificações  no  Capítulo  34  ‐  Modelos  de  Demonstrações  Contábeis  e  Notas  Explicativas  (incluindo  modelo  da  DVA)      A Lei introduziu...........  mesmo que voluntariamente.  principalmente  as  abertas.... já que o fisco alcança  todos os ganhos derivados dessa alteração de valor........  e  dá  exemplo.. 176 desta Lei indicarão.  ou então que fossem utilizados os valores de mercado para os ativos e passivos objeto dessas transformações societárias... 176 da Lei no 6.... o registro pelo valor de mercado sempre foi evitado em função das implicações tributárias...... efetuando sua apresentação...... Cisão e Fusão      A Lei trouxe também novidades a esse respeito:    “Transformação.    15.....     Já  as  regras  internacionais  determinam  que  todas  as  operações  de  business  combinations  sejam  registradas  a  valores de mercado......  O  CPC  está  preparando  também  um  Pronunciamento  a  respeito  que  deverá ficar....9 do Manual evidencia... tanto a CVM quanto o CFC adotaram o modelo  que fora sugerido pela FIPECAFI há alguns anos....  a  possibilidade  de  manutenção  de  valores  contábeis  para  os  balanços das empresas nessas transações que sejam as consideradas como adquiridas. realizadas entre partes independentes e vinculadas à efetiva  transferência de controle..........  b) dos financiamentos.. de forma sucinta.  sem  a  indicação  dos  valores  correspondentes ao exercício anterior. Ariovaldo dos Santos e Demonstração do Valor Adicionado:  do cálculo da riqueza criada pela empresa ao valor do PIB da Profa. Incorporação..  no  primeiro  ano  de  vigência  desta  Lei.."    O item 34.. tanto  do  IASB  quanto  das  normas  do  FASB  norte‐americano... menciona a norma do Conselho Federal  de  Contabilidade  sobre  a  matéria.    Agora.......... 188..... essa demonstração.....  que  já  vêm...  ...  durante  o  exercício. 176. a obrigação da elaboração e divulgação da Demonstração do  Valor Adicionado:    “Art..... 3 (três) fluxos:  a) das operações........  tais  como  empregados...  As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art......  financiadores.... os ativos e passivos da sociedade a ser incorporada ou decorrente de fusão ou cisão  serão contabilizados pelo seu valor de mercado. Márcia Martins Mendes de Luca...  as  demonstrações  da(s)  empresa(s)  adquirida(s)  devem  ter  seus  ativos  e  passivos  ajustados  ao  valor  justo  de  ....  II  –  demonstração  do  valor  adicionado  –  o  valor  da  riqueza  gerada  pela  companhia.....  acionistas.  poderão  ser  divulgadas................... pressupondo sempre uma tansferência de controle........ afinal..... no mínimo:  I  –  demonstração  dos  fluxos  de  caixa  –  as  alterações  ocorridas. de 15 de dezembro  de  1976. 226......  ..... e  c) dos investimentos..  a  sua  distribuição  entre  os  elementos  que  contribuíram  para  a  geração  dessa  riqueza......... para maior aprofundamento na matéria..  Veja‐se  que  o  conteúdo do Manual está totalmente em linha com o que agora é determinado legalmente:  “Demonstrações dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado  Art.....  "Art.... no mínimo..404.."    A  lei  está  não  obrigando  à  comparação  com  o  ano  precedente  quando  da  aplicação  da  Demonstração  pela  primeira  vez.. provavelmente. bem como a parcela da riqueza não distribuída.....  desde  que  tenha  havido.....  no  saldo  de  caixa  e  equivalentes de caixa....  no  caso  de  fusão  ou  incorporação....... Desapareceu.... segregando‐se essas alterações em........... a obra Demonstração  do Valor Adicionado ‐ Como elaborar e analisar a DVA do Prof..  previamente  a  isso.. Modificações no Capítulo 38 ‐ Incorporação......

     16. A partir daí.  obrigatoriamente. e depois o saldo dessa conta ser transferido à incorporadora ou  "fusionadora"  para  que a tributação  se dê  apenas a  partir  das  realizações  dos  correspondentes  ativos. 14.  inciso  I  do  caput  do  art.      Apenas  ressaltamos  algo  que  cada  vez  em  quando  parece  esquecido  na  nossa  prática  contábil  brasileira.  177. Modificações no Capítulo 39 ‐ Derivativos      Conforme já dito no item 4.  183  e  §  3o  do  art. poderá ser a de a empresa ter seus ativos e passivos ajustados a mercado fazê‐lo: ajustar todos  esses itens contra a conta de Ajustes a Valor Patrimonial. 15.    17. Provavelmente passarão a ser utilizados por todas as companhias as normas hoje vigentes  para o sistema financeiro por força das determinações do Banco Central (vejam‐se os exemplos mencionados no Manual  que já consideram as normas do COSIF ‐ Plano de Contas do Sistema Financeiro Nacional). parecendo haver uma deliberada posição em que se assume que os valores de  mercado  igualam  o  valor  contábil. 23.  como  fundo  de  comércio  (goodwill). espera‐se.  de  forma  que  eles  fiquem pelos seus valores de mercado na data da transação da participação societária em questão.      Todavia. 6.  principalmente  em  função  desde  o  Decreto‐Lei  no  1. em decorrência da sua avaliação a preço de mercado. 17.  infelizmente. a ser avaliados a seus  respectivos preços de mercado. 13. sua inserção deverá.  precisa.598/77  e  Instrução  CVM  no  01/78. 7. 11.      Agora.  sem  levar  em  conta  os  relativos  às  Demonstrações  Contábeis.  Assim.  226  desta  Lei)  e  do  passivo. 24.  é  que  são  fusionados ou incorporados à adquirente do controle.  ajustados  então  ao  mercado. 12.    Lembre‐se a já mostrada alteração da Lei no art. ao mencionar o par. 25.  nas  fusões  e  incorporações. 26  e 27      Parece  um  abuso  citar  tantos  capítulos  modificados.  Na  verdade. 18. o valor que interessa é o que ele pagou por tais ativos e  passivos. moralizar. a partir da normatização própria a sair. 226 atrás transcrito:     "§  3o   Serão  classificadas  como  ajustes  de  avaliação  patrimonial. 8. hoje substituída pela Instrução CVM no 247/96. Ajustes a Valor Presente ‐ Modificações nos Capítulols 5. nenhuma  incidência tributária adicional será criada com tal ajuste a valor de mercado.  A  legislação  e  a  normatização  brasileiras. os derivativos passarão. 3o do art.  enquanto  não  computadas  no  resultado  do  exercício  em  obediência  ao  regime  de  competência. no caso da consolidação de balanços.  os  novos  valores.  A  legislação  fiscal  determina  que. 16. E eles têm vida diferente na contabilidade: o primeiro é baixado proporcionalmente à baixa dos  ativos e passivos a que se referem e o segundo com base nas projeções que fundamentaram tal fundo de comércio. 9 10.  ser  adicionado  ao  custo  dos  ativos  e  passivos  adquiridos. isso vem sendo obedecido.  erroneamente.  Nem  sempre.  e  todo  o  ágio  fica. esse é o novo valor de custo a ser registrado.  as  contrapartidas  de  aumentos  ou  diminuições  de  valor  atribuído  a  elementos  do  ativo  (§  5o  do  art. pela diferença entre valor de mercado e valor contábil. E o goodwill fica como o representado pela diferença entre o valor  total  pago  na  aquisição  contra  o  saldo  líquido  dos  valores  de  mercado  dos  ativos  e  passivos  constantes  da  empresa  adquirida. o ágio do primeiro grupo. inclusive para compatibilização das boas práticas contábeis com o problema  da incidência tributária. já definem que o ágio pago na aquisição de qualquer participação  societária  precisa  ser  separado  em  dois  grandes  blocos:  o  relativo  à  diferença  entre  o  valor  de  mercado  dos  ativos  e  passivos da  adquirida  e  seus respectivos  valores  contábeis.    É realmente importante lembrar que o custo de aquisição era um valor relevante para a empresa adquirida até  que ela tenha sido vendida. mas esse é mesmo o alcance potencial das determinações de ajuste a valor presente:   . esse ágio. essa infeliz prática de não se considerar de forma  adequada  o  valor  de  mercado  dos  ativos  e  passivos  da  entidade  cuja  participação  societária  se  adquiriu  e  forçar  a  utilização dos valores de mercado nos processos de fusão e incorporação. para o novo adquirente.  Assim.mercado  previamente  a  tal  incorporação  ou  fusão. pela diferença entre valor de mercado e  valor  contábil. seja adicionado aos  ativos  originadores  de  tais  diferenças.  quando existente.  e  o relativo  à  diferença  entre esses  valores  de  mercado  e  o  valor pago na aquisição. 182."      Normatização específica sobre esses procedimentos deverá também ser expedida pelo CPC.  essa  novidade  da  Lei  poderia  até  ser  entendida  como  desnecessária  então.  ou  com  a  denominação  de  ágio  por  expectativa  de  rentabilidade  futura. 19.    Uma das formas a se utilizar agora. e bastante.

  o  custo  dos  produtos  vendidos  é  pela  baixa  dos  valores  originais  ajustados a valor presente etc.  5o)...... é preciso lembrar que os efeitos dos ajustes a valor presente não são.  .      De maneira resumida...      No caso  das aquisições de ativos a  prazo médio  ou longo.       Essas contas retificadoras precisam ir sendo. o  seu  uso se assim for desejado. esse  exigível  a  longo  prazo  precisará ser trazido  a  valor  presente.  O  uso  do  custo  médio  ...  Normatização deverá ser expedida a respeito... é claro.. a  partir  desses  valores  ajustados  que  passam  a  ser  a  base  de  registro....       Nosso Plano de Contas já contempla as contas retificadoras de muitos desses ativos e passivos originadores de  ajustes a valor presente.......  VIII – os elementos do ativo decorrentes de operações de longo prazo serão ajustados a valor presente........ é necessário ser lembrado que os créditos e débitos por imposto de renda diferido não são  ajustados a valor presente nas normas do IASB ou do FASB.. trabalha‐se como quando do uso da metodologia da correção integral.. mas não de forma tão incomum com investimentos. a taxa deve ser aquela normalmente praticada pela  própria  empresa  nas  suas  aplicações  financeiras  e  nas  suas  operações  de  captação  de  recursos..      Para  cálculo  do  valor  presente  talvez  a  maior  dificuldade  venha  a  ser  a  escolha  da  taxa  de  juro  a  ser  utilizada. A grande maioria  dos  direitos  e  obrigações  de  longo  prazo  já  está.......  par......  177...........  via  de  regra..... a  contrapartida do ajuste deve ser reconhecida como retificação dessa receita.. porém..."      e  "Art...... sempre ao resultado. todavia.................... de  efeito contra o resultado de forma imediata......      Em segundo lugar..  O  mesmo  pode  ocorrer...............  III – as obrigações.... por força dos poderes dados à CVM por essa Lei (art......... normalmente  a melhor técnica contábil é a utilização de contas retificadoras....      Em primeiro lugar.. ao longo do tempo....  então.... obrigatoriamente. 184..  as  depreciações  são  sobre  esses  valores  originais  deduzidos  dos  ajustes  a  valor  presente...... como estoques.  tendo  que  ser  considerado  como  ajuste  do  custo  de  aquisição  do  imóvel  sendo  comprado... se alguém adquire um imóvel para pagamento a longo prazo  por valor  fixo  e determinado. também se for relevante o efeito desse ajustamento.... em princípio....  principalmente  os  empréstimos  e  financiamentos de terceiros... daí para a  frente. no caso dos a curto prazo.  Assim.. nada precisando então de ajuste.. Assim.. Normalmente esses ativos são baixados.  é  provável  que..  mas  a contrapartida da  redução  do  passivo  não  poderá  afetar  o  resultado....  o  que não  impede..  não  precisando de conta retificadora...."        A determinação é clara: todos os realizáveis e exigíveis no longo prazo precisam estar ajustados a valor presente  na data do balanço...       No caso dos ajustes a valor presente de recebíveis cuja contrapartida tenha sido alguma receita no resultado........ Mas é importante relembrar: ao se ajustar quaisquer desses direitos ou obrigações...  a  valor  presente. sendo os demais ajustados quando houver efeito relevante..... mas outros não necessariamente. recomenda‐se  que em contas específicas.  mesmo  que  isso  seja  muito  raro... cujo passivo precisa ser ajustado a valor presente..  com  ajustes  de  bens  até  circulantes.. E  são consideradas essas contrapartidas como parte integrante das despesas ou receitas financeiras.. Por exemplo.  o  valor desse ajuste reduz diretamente  o  valor  contábil  do bem sendo  adquirido..... ativos intangíveis etc...... sendo os  demais ajustados quando houver efeito relevante.... E. do tipo "Ajustes a Valor Presente" ou "Juros Prefixados a  Transcorrer" ou assemelhadas.  esses  itens  também  sejam  excepcionalizados...  ao  sair  a  normatização  sobre  esses  ajustes  a  valor  presente......... encargos e riscos classificados no passivo exigível a longo prazo serão ajustados ao seu valor  presente..  ´Art.....  . apropriadas agora sim. 183.

 de algum  evento  futuro.  para  que  não  se  perca  o  incentivo  fiscal  ligado  a  tais  subvenções.      Aliás.  ainda  que  não  constituídas  sob  a  forma  de  sociedades  por  ações.  Por  exemplo. Agora.  Assim.  para  apropriação  ao  resultado  quando  do  cumprimento  de  tais  obrigações. oferecer um certo número de  empregos. na destinação. para o rito da passagem todos  os  ajustes  serão  contra  o  patrimônio  líquido?  Talvez  essa  forma  mais  simplificada  venha  a  ser  adotada.  FINOR).  onde  todos  os  valores  recebidos  dessa  natureza  transitam  pelo resultado. O  bom disso é que essa forma mencionada nesse  CPC‐01 está totalmente alinhada com o IASB.  isso  significará  que  o  resultado  negativo  já  terá  sido  compensado  com  a  reserva. Nessas  condições  o  valor  da  subvenção não  deverá  ser  registrado  diretamente como  resultado e sim no  passivo.  o  recebimento de equipamentos como subvenção deve fazer com que a receita dessa subvenção seja distribuída ao longo  do tempo para fazer face às despesas com a depreciação. em muitos casos a subvenção não é incondicional.    18. para sua completa efetivação. Enquanto não houver definições mais rigorosas sobre a matéria..  o  valor  do  lucro  relativo  a  tais  montantes não poderá ser distribuído aos sócios. Daí a opção de destinação desses valores para a Reserva de Incentivos  Fiscais. poderia  prevalecer  o  contido  nos  cálculos  de  valor  presente  estabelecidos  no  CPC‐01.  sem  que  quaisquer  obrigações  restem  ainda  à  empresa.  Nesses casos.  .  3o   Aplicam‐se  às  sociedades  de  grande  porte.110/07.  se  um  terreno  é  recebido de uma prefeitura com a condição de a empresa ficar no município por 20 anos.  os  ajustes  do  passado  deverão  também retroativamente afetar eventuais ativos adquiridos com dívidas agora afetadas ou.       A normatização brasileira deverá também determinar como serão os procedimentos quando entrar em vigor esse  ajuste.  igualamos  nossos  resultados  aos  das  normas  internacionais. deverá também ser seguido no Brasil.  as  disposições  da  Lei  no  6. em período futuro.  para  as  subvenções  recebidas  de  forma  incondicional.  gerar  um  determinado  valor  de  ICMS  etc. Precisarão transitar pelo resultado.404. o IASB está trabalhando num documento específico sobre ajuste a valor presente e. Resolução no 1. esse montante sairá de Lucros Acumulados  para a Reserva de Incentivo Fiscal. debitava‐se o ativo e creditava‐se a reserva de capital.      Temos.  o  diferimento  deve  ser  efetuado  de  forma  a  fazer  contraposição  a  tais  despesas. dependendo. quando emitido pelo  órgão internacional.  sendo  que  esse  montante  pode  ser  excluído  também  do  cálculo  do  dividendo  mínimo  obrigatório.  mas  há  que  se  esperar.      Assim. Se o resultado do exercício for prejuízo e não puder ser constituída a Reserva.  total  ou  parcialmente. E. quando  do direito aos certificados de participação nesses fundos.  Por  exemplo.         19. o  crédito é contra o resultado.  de  15  de  dezembro  de  1976.  etc. Complementando Subvenções para Investimento e Reserva de Incentivos Fiscais      Já foi comentado que as subvenções e doações para investimento não poderão mais ser registradas diretamente  na reserva de capital.  aprovado  pela  Deliberação  CVM  no   527/2007. E. nossa prática era registrar 100% do valor calculado do imposto como despesa e.  ao  se  ajustarem  ativos  e  passivos  a  valor  presente  pela  primeira  vez.ponderado de capital pode vir a ser mencionado. o seu registro será diretamente para o resultado. Sociedades de Grande Porte      "Demonstrações Financeiras de Sociedades de Grande Porte  Art. ou se o  resultado  for  insuficiente.  sobre  escrituração  e  elaboração  de  demonstrações financeiras e a obrigatoriedade de auditoria independente por auditor registrado na Comissão de  Valores Mobiliários. e também pelo  CFC. itens 53 a 55.      Todavia. mas não corremos o risco de perder os benefícios tributários. no caso de despesas operacionais a serem registradas no futuro por conta  desse  ativo  recebido.  o  reconhecimento  como  resultado  só  poderá  ser  efetuado  quando todas as condições forem cumpridas.  a  situação  dos  incentivos  fiscais  nos  pagamentos  do  imposto  de  renda  (tipo  FINAM.  no  Brasil.  Ou  seja.      Porém.

  ações  etc..  pelo  menos  para  aqueles que interpretam que a exigência da divulgação não se materializou. relatórios e pareceres de auditores independentes. quando se tratar de sociedades que não tenham  participação nem transações entre si. poderão ser especificadas por categorias de companhias abertas e demais emissores de valores mobiliários  em  função  do  seu  porte  e  das  espécies  e  classes  dos  valores  mobiliários  por  eles  emitidos  e  negociados  no  mercado.  a  sociedade  ou  conjunto  de  sociedades  sob  controle  comum  que  tiver...      O único  ponto  que ressaltamos é  que  o  texto  legal exige que  os  parâmetros  fixados  para a definição  do  que  é  sociedade  de  grande  porte  sejam  com  base  nas  demonstrações  da  sociedade  individual.  de  forma  expressa.  conforme  acima  definidas..   .    .... Artigo específico que  falava  na  publicação.."    Para  melhor  entendimento  repetimos  o  texto  da  Lei  no  6.000. Considera‐se aberta a companhia cujos valores mobiliários estejam admitidos à negociação na bolsa ou no  mercado de balcão.Parágrafo  único.  fica  sem  informação?  Seus  empregados. É lógico que para o cálculo do ativo..  tipo  de  valor  mobiliário  (debêntures. Regras contábeis por categoria de empresas      A  Lei  determina  agora  que.. se  uma  investir  na  outra. 22....  ativo  total  superior  a  R$  240.00 (trezentos milhões de  reais)...  A  situação  acabou  ficando...  clientes  e  fornecedores  também?  Havia  uma  lógica  no  projeto  de  lei:  elaborar..)  e  forma  de  negociação  desses  valores  mobiliários.  tiver  mais  de  uma  investida  controlada..00  (duzentos e quarenta milhões de reais) ou receita bruta anual superior a R$ 300....  por  exemplo.  A  CVM  deverá  normatizar  a  respeito.  se  apenas  existir  uma  sob  o  comando de seu sócio controlador...  que  os  instrumentos  financeiros  sejam  contabilizados  de  forma  mais  simplificada em certas situações e de forma mais completa em outras.995/2001:  Art.  se  assim  quiser. e não  a simples soma dos ativos de diversas entidades sob controle comum.   II ‐ relatório da administração e demonstrações financeiras.  IV ‐ padrões de contabilidade. nessa situação.000.000. se não  for para  divulgação? Somente para proteção aos bancos e demais financiadores  e credores que exigem tais  demonstrações? E a  sociedade  no  seio  da  qual  vivem  essas  entidades.000.  e  não  da  literalidade  da  lei.. realmente esdrúxula.. mas para que fim.  as  regras  contábeis  podem  ser  especificadas  diferentemente  conforme  a  categoria  das  sociedades...   Considera‐se  de  grande  porte.......  no  exercício  social  anterior.  por  meio  de  um  órgão  que  tenha as características por ela citadas......      20.....  no  caso  das  companhias  abertas. O CPC ‐ Comitê de Pronunciamentos Contábeis      A  Lei  também  admite  que  o  processo  de  normatização  contábil  seja  centralizado. e auditá‐las por auditor registrado na CVM.  precisam  elaborar  suas  demonstrações como se fossem sociedades por ações.. 4o  As normas de que tratam os incisos I..  idem.  para  os  fins  exclusivos  desta  Lei.  auditar  e  divulgar...  Mas  é  importante  lembrar  que  pode até ser possível que o consolidado seja a simples soma de valores. 22 da Lei no 6.  "Art. no caso de o sócio controlador. II e IV do § 1o do art.  e  concluem pela obrigatoriedade da publicação.385.  exigindo...  atualizada  pelo  Decreto  no  3. já que isso levaria a uma duplicidade possível....   § 1º Compete à Comissão de Valores Mobiliários expedir normas aplicáveis às companhias abertas sobre:   I ‐ a natureza das informações que devam divulgar e a periodicidade da divulgação....... permitindo que os organismos federais reguladores façam convênio com ele para  a adoção das regras contábeis que ele emitir.. Todavia.     21.  não  foi  aprovado  e  ficou‐se  numa situação totalmente  insólita: a empresa é obrigada a fazer e a submeter à auditoria suas demonstrações..  dessas  demonstrações.. só interessa... de 7 de dezembro  de  1976. Por isso vemos inclusive  renomados  juristas  afirmando  que  deve  ser  a  interpretação  em  função  dessa  lógica.  Para  o  caso  das  receitas.  os  parâmetros  se  referem  ao  conjunto  consolidado dessas entidades.. o ativo consolidado.. que no extremo é sempre uma pessoa física  ou  um  conjunto  de  pessoas  físicas.  se  houver  transações  entre  elas.  categoria  essa  que  pode  ser  definida  por  porte..385/76  citado.."      A  Lei  determina  agora  que  as  sociedades  de  grande  porte...

 auferindo dos benefícios que ele produz e correndo os riscos que ele carrega.  o  CFC  ‐  Conselho  Federal  de  Contabilidade.  Deliberação  CVM  no  29/86.638/2007.  não  está  expressa  na  Lei  e  entendemos  que  sua  implantação  só  se  dará  a  partir  de  prováveis futuros Pronunciamentos do CPC e respectivas normas pelos órgãos oficiais normatizadores brasileiros.  no  todo ou em parte.      A Primazia da Essência Sobre a Forma já estava. o Banco Central do Brasil e demais órgãos e agências reguladoras  poderão  celebrar  convênio  com  entidade  que  tenha  por  objeto  o  estudo  e  a  divulgação  de  princípios.3. dois Pronunciamentos e está. a força legal dada agora pela nova Lei traz as condições para uma rápida e completa adoção dessa forma  de atuação dos profissionais de Contabilidade e.6. o que hoje já é o CPC‐Comitê de Pronunciamentos Contábeis.  como  nos  Princípios  Fundamentais  da  Contabilidade  definidos  na  Resolução  CFC no 750/93. a CVM voltou a esse conceito de forma bastante forte por meio de sua Deliberação no  488/05.  comentado no Manual no Capítulo 1. Normas Orientadas em Princípios e Julgamento    .      Essa  extensão.  onde  a  nova  redação  legal  agora  abarca. 5o  A Lei no 6. os pronunciamentos e demais orientações técnicas emitidas.385.    O CPC já emitiu.  todas  as  categorias  mencionadas na Lei estão de fato compondo o Comitê e a maioria dos componentes é de contadores.  a  APIMEC  ‐  Associação  dos  Analistas dos Profissionais e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais. neste momento. o que a Lei faz é validar. abraça toda essa filosofia.2. dos usuários das suas informações. Mais recentemente. Primazia do Controle e da Presença de Riscos e Benefícios Sobre a Propriedade       Uma espécie de corolário da Primazia da Essência Sobre a Forma.  representantes  de  entidades  representativas  de  sociedades  submetidas  ao  regime de elaboração de demonstrações financeiras previstas nesta Lei.  paritariamente. de 7 de dezembro de 1976. item 1.  o  ativo  precisa  ser  contabilizado  no  balanço  da  entidade.  nesse  item.      Presentes  esses  atributos. ao caso dos estoques.  como  conseqüência  deste  último  item. ao exigir que a normatização contábil  seja feita.  no  exercício  de  suas  atribuições  regulamentares.”    Compõem  hoje  o  CPC  a  ABRASCA  ‐  Associação  Brasileira  das  Companhias  Abertas. essas novas tendências. E é importante que se tenha em mente que essa regra. no Brasil.  Na prática. quer como elaborador de demonstrações quer como auditor.1. Pode estender‐se a outros ativos. Normas Contábeis orientadas por princípios.  dela  fazendo  parte. também.  a  necessidade  cada  vez  maior  do  Julgamento  por  parte  do  profissional  da  Contabilidade.  A Comissão de Valores Mobiliários. é esse  novo  conceito  também  introduzido  pioneiramente  agora  na  nossa  Contabilidade  brasileira.  adotar. 10‐A.  todavia.  "Art. Essência Sobre a Forma. até o momento. formalmente. em fase de elaboração de todos  os atos normativos contábeis necessários à implantação da Lei no 11. a BOVESPA ‐ Bolsa de Valores de São  Paulo.  Remetemos  ao  item  6  que  cuida  do  Ativo  Imobilizado. em direção às normas internacionais. de maneira expressa. inclusive e. às vezes principalmente. pelas normas internacionais. do órgão federal de fiscalização do exercício da profissão contábil e de universidade ou  instituto de pesquisa com reconhecida atuação na área contábil e de mercado de capitais. já que criado em 2005.    22.   Parágrafo único. e não por enorme conjunto de regras detalhadas  e.  podendo.  normas  e  padrões  de  contabilidade  e  de  auditoria. mas que merece um destaque especial.  a  FIPECAFI  ‐  Fundação  Instituto  de  Pesquisas  Contábeis.  Atuariais  e  Financeiras  (USP)  e  o  IBRACON  ‐  Instituto  dos  Auditores  Independentes  do  Brasil. daqui para frente.    22. mencionada tanto na Estrutura Conceitual Básica da  Contabilidade.  independentemente  da  propriedade jurídica. Todavia. Uma nova Filosofia Contábil    22. de sociedades que auditam e analisam as  demonstrações financeiras.  A entidade referida no caput deste artigo deverá ser majoritariamente composta por contadores.  a  figura  dos  ativos  que  estejam  sob  controle da entidade. não é privativa  do imobilizado. 10‐A:  “Art. passa a vigorar acrescida do seguinte art.     Talvez a mudança mais relevante que estejamos sofrendo no Brasil seja a relativa aos seguintes pontos: Primazia  da Essência Sobre a Forma.      A Lei não menciona.  Como  se  vê.      22. porém.

  os  profissionais  ligados  á  área  de  contabilidade  terão  que  passar  a  utilizar  de  forma  mais  constante sua capacidade de julgamento e isso poderá criar grandes dificuldades. de sua essência econômica e a necessidade do exercício de  Julgamento Profissional serão fortemente incrementadas. a máxima proferida pelo Professor Sérgio de Iudícibus: "subjetivismo responsável".       E isso leva ao incremento do poder e da responsabilidade do contador. da gestão da empresa e do auditor. Assim. cada vez  mais. afinal subjetividade é algo inerente às  pessoas. será de todo recomendável que esteja presente. já que  a necessidade de conhecimento da operação sendo registrada.  Outra conseqüência dessa convergência é a adoção da filosofia de que as normas contábeis devem ser centradas  muito mais nos princípios e nos objetivos do que se pretende obter como informação do que num enorme conjunto de  regras a serem observadas.             . portanto sem condições para fixação de regras.      Como  se  pode  ver.

.........  § 2o  As disposições da lei tributária ou de legislação especial sobre atividade que constitui o objeto da companhia  que conduzam à utilização de métodos ou critérios contábeis diferentes ou à elaboração de outras demonstrações  não elidem a obrigação de elaborar.   § 7o  Os lançamentos de ajuste efetuados exclusivamente para harmonização de normas contábeis.............. na data do balanço...............000....404......................   ................. 188..638......  § 1o . sem modificação da escrituração mercantil............. dividido em capital social..................  IV  –  no  ativo  imobilizado:  os  direitos  que  tenham  por  objeto  bens  corpóreos  destinados  à  manutenção  das  atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa finalidade.............. e estende às sociedades de grande porte disposições  relativas à elaboração e divulgação de demonstrações financeiras............. dividido em investimentos.............................. inferior a R$ 2...............  na  escrituração  mercantil................................................  .   ......... 179.............. e   V – se companhia aberta........ 177..............  O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:  Art............. nos termos do  §  2o  deste  artigo.......... 176 a 179...... inclusive os decorrentes de operações  que transfiram à companhia os benefícios................... reservas de  lucros.............................. ou  II  –  no  caso  da  elaboração  das  demonstrações  para  fins  tributários.................  §  5o   As  normas  expedidas  pela  Comissão  de  Valores  Mobiliários  a  que  se  refere  o  §  3o  deste  artigo  deverão  ser  elaboradas em consonância com os padrões internacionais de contabilidade adotados nos principais mercados de  valores mobiliários... intangível e diferido..................... reservas de capital.............................  ...................00 (dois milhões de  reais) não será obrigada à elaboração e publicação da demonstração dos fluxos de caixa......................... 197................ DE 28 DEZEMBRO DE 2007... imobilizado............... devendo ser essas demonstrações  auditadas por auditor independente registrado na Comissão de Valores Mobiliários........... 181 a 184........................ 226 e 248 da Lei no 6......... 1o  Os arts.............................. para todos os fins desta Lei........................ ajustes de avaliação patrimonial....................385.............................  .......  Altera  e  revoga  dispositivos  da  Lei  no  6....................  § 2o ...” (NR)  “Art.. de 7 de dezembro de 1976.......  IV – demonstração dos fluxos de caixa..... de 15 de dezembro de 1976..   .. ações em tesouraria e prejuízos acumulados........  de  15  de  dezembro  de  1976...........................................  § 6o  A companhia fechada com patrimônio líquido.........  desde  que  sejam  efetuados  em  seguida  lançamentos  contábeis  adicionais  que  assegurem  a  preparação  e  a  divulgação  de  demonstrações financeiras com observância do disposto no caput deste artigo.................. 178.000...........23.......... riscos e controle desses bens  ................  ............... 199....  e  as  demonstrações  e  apurações  com  eles  elaboradas  não  poderão  ser  base  de  incidência  de  impostos e contribuições nem ter quaisquer outros efeitos tributários.............. demonstrações financeiras em consonância com o  disposto no caput deste artigo e deverão ser alternativamente observadas mediante registro:  I – em livros  auxiliares......” (NR)  “Art....... 176.....................  c) ativo permanente.....  passam a vigorar com a seguinte redação:   “Art......................  .........404....... O Texto integral da nova Lei  Presidência da República  Casa Civil    Subchefia para Assuntos Jurídicos  LEI Nº 11....  § 6o  As companhias fechadas poderão optar por observar as normas sobre demonstrações financeiras expedidas  pela Comissão de Valores Mobiliários para as companhias abertas..... 187.....  d) patrimônio líquido..........  e  da  Lei  no  6.... demonstração do valor adicionado....................” (NR)  “Art......

........................ ou  II – revisados e ajustados os critérios utilizados para determinação da vida útil econômica estimada e para cálculo  da depreciação.............................  inciso  I  do  caput  do  art...........................  d)  dos  instrumentos  financeiros.........................................” (NR)  “Critérios de Avaliação do Ativo  Art..........................  decorrente  de  transação  não  compulsória  realizada  entre  partes  independentes... 182. em decorrência da sua avaliação a preço de mercado. a fim de que sejam:  I – registradas as perdas de valor do capital aplicado quando houver decisão de interromper os empreendimentos  ou atividades a que se destinavam ou quando comprovado que não poderão produzir resultados suficientes para  recuperação desse valor...........  ..............  intangível  e  diferido  será  registrada  periodicamente nas contas de:  .... para o  aumento do resultado de mais de um exercício social e que não configurem tão‐somente uma redução de custos  ou acréscimo na eficiência operacional..  I ‐ as aplicações em instrumentos financeiros......   ..  183  e  §  3o  do  art.........  VII – os direitos classificados no intangível......... ou  3) o valor obtido por meio de modelos matemático‐estatísticos de precificação de instrumentos financeiros...... classificados  no ativo circulante ou no realizável a longo prazo:  a)  pelo  seu  valor  de  mercado  ou  valor  equivalente..................” (NR)    “Critérios de Avaliação do Passivo  Art.....  §  3o   Serão  classificadas  como  ajustes  de  avaliação  patrimonial................  ........  §  2o   A  diminuição  do  valor  dos  elementos  dos  ativos  imobilizado.. 184.............  na  ausência  de  um  mercado  ativo  para  um  determinado  instrumento financeiro:  1) o valor que se pode obter em um mercado ativo com a negociação de outro instrumento financeiro de natureza............. inclusive derivativos.. e em direitos e títulos de créditos.........  (VETADO)”   “Patrimônio Líquido  Art...... no intangível e no diferido.....................  c) (revogada)........  prazo e risco similares......... 183................. pelo custo incorrido na aquisição deduzido do saldo da respectiva conta  de amortização........................... efetivamente...............................................  ajustado  ao  valor  provável  de  realização.........................  e.........................  ............................................” (NR)  Art....  §  3o   A  companhia  deverá  efetuar...................... sendo os  demais ajustados quando houver efeito relevante  § 1o......  quando  se  tratar  de  aplicações  destinadas  à  negociação  ou  disponíveis para venda....  d) (revogada)..............  VI – no intangível: os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou  exercidos com essa finalidade.........  atualizado  conforme  disposições  legais  ou  contratuais..........................V – no diferido: as despesas pré‐operacionais e os gastos de reestruturação que contribuirão.........................  quando  este  for  inferior.  análise  sobre  a  recuperação  dos  valores  registrados  no  imobilizado.  enquanto  não  computadas  no  resultado  do  exercício  em  obediência  ao  regime  de  competência..........  as  contrapartidas  de  aumentos  ou  diminuições  de  valor  atribuído  a  elementos  do  ativo  (§  5o  do  art..  . exaustão e amortização..............................................  2)  o  valor  presente  líquido  dos  fluxos  de  caixa  futuros  para  instrumentos  financeiros  de  natureza........ inclusive o fundo de comércio adquirido........................................... 181......  o  valor  que  pode  se  obter  em  um  mercado  ativo............  ........  177.................  VIII – os elementos do ativo decorrentes de operações de longo prazo serão ajustados a valor presente.....  § 1o ............  prazo  e  risco  similares....... e  b)  pelo  valor  de  custo  de  aquisição  ou  valor  de  emissão...........................  no  caso  das  demais  aplicações  e  os  direitos  e  títulos de crédito...  ............................................  226  desta  Lei)  e  do  passivo......................  periodicamente............

.  O saldo das reservas de lucros..  acionistas..... 188....  VI  –  as  participações  de  debêntures...................... no mínimo................................  a  sua  distribuição  entre  os  elementos  que  contribuíram  para  a  geração  dessa  riqueza.  não poderá ultrapassar o capital social.......  tais  como  empregados...........................   A  assembléia  geral  poderá............404....  ............  § 1o .......... ou de que participe com 20% (vinte por cento) ou mais do capital votante.  por  proposta  dos  órgãos  de  administração.  e  de  instituições  ou  fundos  de  assistência  ou  previdência  de  empregados...................... bem como a parcela da riqueza não distribuída...  os  ativos  e  passivos  da  sociedade  a  ser  incorporada  ou  decorrente  de  fusão  ou  cisão  serão contabilizados pelo seu valor de mercado..............................  .... 202  desta Lei).......  no  saldo  de  caixa  e  equivalentes de caixa.............................” (NR)  “Demonstrações dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado  Art................ 226.....” (NR)  “Limite do Saldo das Reservas de Lucro  Art.......... no mínimo:  I  –  demonstração  dos  fluxos  de  caixa  –  as  alterações  ocorridas....  mesmo  na  forma  de  instrumentos  financeiros....... a assembléia deliberará sobre aplicação do excesso  na integralização ou no aumento do  capital  social ou na distribuição de dividendos.......  governo e outros...  § 3o  Nas operações referidas no caput deste artigo.... de 15 de dezembro de 1976...................................... 197............................................................... passa a vigorar acrescida do seguinte art......  248........................  195‐A. que poderá ser excluída da base de cálculo do dividendo obrigatório (inciso I do caput do art.....................  ........................  que  não  se  caracterizem  como despesa...............   ..   No  balanço  patrimonial  da  companhia...... de acordo com as seguintes normas:   ..  financiadores........”     “Demonstração do Resultado do Exercício  Art............................................. 3 (três) fluxos:  a) das operações.....  III  –  as  obrigações......  .............................................  II  –  o  lucro...........  II  –  demonstração  do  valor  adicionado  –  o  valor  da  riqueza  gerada  pela  companhia...........” (NR)  Art. em controladas e  em outras sociedades que façam parte de um mesmo grupo ou estejam sob controle comum serão avaliados pelo  método da equivalência patrimonial..  encargos  e  riscos  classificados  no  passivo  exigível  a  longo  prazo  serão  ajustados  ao  seu  valor  presente........ de incentivos fiscais e de lucros a realizar..... 199.....  de  empregados  e  administradores........................ cujo prazo de realização financeira ocorra após o término do exercício social seguinte...........”  Demonstrações Financeiras de Sociedades de Grande Porte  . 187................... 176 desta Lei indicarão........ ”(NR)  “Reserva de Lucros a Realizar  Art............ Fusão e Cisão  Art. e  c) dos investimentos..............  b) dos financiamentos.  durante  o  exercício........... Incorporação......................... Atingindo esse limite................... segregando‐se essas alterações em........” (NR)   “Avaliação do Investimento em Coligadas e Controladas  Art........... 2o  A Lei no 6... exceto as para contingências... realizadas entre partes independentes e vinculadas à efetiva  transferência  de  controle................ sendo os demais ajustados quando houver efeito relevante....  rendimento  ou  ganho  líquidos  em  operações  ou  contabilização  de  ativo  e  passivo  pelo  valor  de  mercado..  destinar  para  a  reserva  de  incentivos  fiscais  a  parcela  do  lucro  líquido  decorrente  de  doações  ou  subvenções  governamentais  para  investimentos.....  As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art........  § 2o (Revogado)........ 195‐A:  “Reserva de Incentivos Fiscais  Art.” (NR)  “Transformação....  os  investimentos  em  coligadas  sobre  cuja  administração  tenha  influência significativa...  ..........

  de  sociedades  que  auditam  e  analisam  as  demonstrações  financeiras. ativo total superior a R$ 240.  Comunico  a  Vossa  Excelência  que.000.385.  o  Ministério  da  Fazenda  manifestou‐se  pelo  veto  ao  art.045  Senhor Presidente do Senado Federal. de 2007 (no 3. 10‐A.404. somente no futuro integrarão o resultado da companhia. de 15 de dezembro de 1976. e estende  às sociedades de grande porte disposições relativas à elaboração e divulgação de demonstrações financeiras”. representantes de entidades representativas de sociedades submetidas ao regime de elaboração  de  demonstrações  financeiras  previstas  nesta  Lei. sem a indicação dos valores correspondentes ao exercício  anterior.  Art.000.385.  6o   Os  saldos  existentes  nas  reservas  de  reavaliação  deverão  ser  mantidos  até  a  sua  efetiva  realização  ou  estornados até o final do exercício social em que esta Lei entrar em vigor.  66  da  Constituição. 176 da Lei no 6.000. as receitas não realizadas decorrentes  de  doações  e  subvenções  para  investimentos.  Parágrafo  único.  poderão ser divulgadas.  Serão classificados como resultados de exercícios futuros os resultados não realizados decorrentes de operações  efetuadas entre as sociedades controladora. 186o da Independência e 119o da República.  Art.  nos  termos  do  §  1o  do  art.  A Comissão de Valores Mobiliários.   Mensagem no  1.  Art.404.  para  os  fins  exclusivos  desta  Lei. com  todas  as  alterações  nelas  introduzidas  pela  legislação  posterior.  dela  fazendo  parte.  poderão ser especificadas por categorias de companhias abertas e demais emissores de valores mobiliários em função do  seu porte e das espécies e classes dos valores mobiliários por eles emitidos e negociados no mercado. no exercício social anterior.” (NR)  Razões do veto  .  e  as  demais  receitas  recebidas  que.385. sobre escrituração e elaboração de demonstrações financeiras e  a obrigatoriedade de auditoria independente por auditor registrado na Comissão de Valores Mobiliários.741/00 na Câmara dos Deputados).000.  181  da  Lei  no  6.404. 8o  Os textos consolidados das Leis nos 6. 182 e o § 2o do art. 7o  As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art.  Ficam revogadas as alíneas c e d do § 1o do art.  adotar.404. de 15 de dezembro de  1976.404. e 6. que “Altera  e revoga dispositivos da Lei no 6.  decidi  vetar  parcialmente. passa a vigorar acrescida do seguinte art.2007 ‐ Edição extra. ainda que não constituídas sob a forma de sociedades por ações.  Art.  Brasília.   Considera‐se  de  grande  porte. DE 28 DE DEZEMBRO 2007.Art.  paritariamente. de 7 de dezembro de 1976. de 7 de dezembro de 1976. de 15 de dezembro de 1976.      Presidência da República  Casa Civil  Subchefia para Assuntos Jurídicos  MENSAGEM Nº 1045. 187 da Lei no 6. 3o  Aplicam‐se às sociedades de grande porte. 5o  A Lei no 6.  22  da  Lei  no  6.  de  15  de  dezembro  de  1976.  Ouvido. as  disposições da Lei no 6. e da Lei no 6.  no  exercício  de  suas  atribuições  regulamentares. 10‐A:  “Art.00 (trezentos milhões de reais).404.  por  contrariedade ao interesse público. o Banco Central do Brasil e demais órgãos e agências reguladoras  poderão  celebrar  convênio  com  entidade  que  tenha  por  objeto  o  estudo  e  a  divulgação  de  princípios.  28  de dezembro de 2007. 1o do presente Projeto de Lei:  “Resultados de Exercícios Futuros  Art. de 15 de dezembro de 1976.  a  sociedade  ou  conjunto  de  sociedades sob controle comum que tiver. o Projeto de Lei no 121.  II  e  IV  do  §  1o  do  art. de 15 de dezembro de 1976.  Art.  inclusive  esta  Lei. no primeiro ano de vigência desta Lei.  do  órgão  federal  de  fiscalização  do  exercício  da  profissão  contábil  e  de  universidade  ou  instituto  de  pesquisa com reconhecida atuação na área contábil e de mercado de capitais. 181.  LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA    Arno Hugo Augustin Filho  Este texto não substitui o publicado no DOU de 28.  os  pronunciamentos  e  demais  orientações  técnicas  emitidas.  podendo.  Parágrafo  único.  em  obediência  ao  regime  de  competência. 9o  Esta Lei entra em vigor no primeiro dia do exercício seguinte ao de sua publicação.  Art.12.  serão  publicados  no  Diário  Oficial  da  União pelo Poder Executivo.”  Art.  no  todo  ou  em  parte. de 7 de dezembro de 1976.  alterado pelo art.  de  7  de  dezembro  de  1976. controladas ou sob controle comum.   A  entidade  referida  no  caput  deste  artigo  deverá  ser  majoritariamente  composta  por  contadores.385. 10.00 (duzentos  e quarenta milhões de reais) ou receita bruta anual superior a R$ 300.  4o   As  normas  de  que  tratam  os  incisos  I.  normas  e  padrões  de  contabilidade  e  de  auditoria.

 os artigos 4o  e 5o que são alterações na Lei no 6.12. veja‐se que.  podendo  gerar  inobservância  do  regime  de  competência. ainda que não realizados por sua controlada. a nova redação do  artigo causará prejuízos ao controle dos efeitos tributários. 3o. o 6o fala da destinação do saldo atual das reservas de  reavaliação  e  o  7o  autoriza  a  não  comparabilidade  das  demonstrações  dos  fluxos  de  caixa  e  do  valor  adicionado  no  primeiro ano de sua publicação.  afetando  a  classificação  contábil  de  resultados  de  sociedades  controladas  ou  sob  controle  comum  sem  especificar  o  que  são  resultados  não  realizados. em  respeito ao princípio da entidade. .  controladora  e  controlada. Não estão contemplados nesta comparação o art.    24. que alteram a Lei das Sociedades por  Ações.638. Não estão também contemplados os artigos 6o e 7o.   Além disso. mas isso não trará  qualquer repercussão.638/2007  e  outras  nesse  meio  tempo. controlada ou sob  controle comum na rubrica de Resultados de Exercícios Futuros causaria um diferimento na tributação.      À esquerda está o texto anterior da Lei das Sociedades por Ações.  Contudo. Senhor Presidente. e à direita o novo texto.    reproduzimos  as  partes  que  são  de  natureza  contábil  e/ou  que  foram  comentadas neste Encarte2. houve uma falha na não eliminação de dois incisos.  e  considerando  essas  mudanças  introduzidas  pela  Lei  no  11.  os resultados devem ser apurados e tributados  de forma  independente  por  cada  pessoa  jurídica. pois a realização  das receitas ocorreria no momento que fossem efetuadas operações com outras empresas. Ademais. com a contabilização dos valores decorrentes das operações entre sociedades controladora. as quais  ora submeto à elevada apreciação dos Senhores Membros do Congresso Nacional.  Brasília.2007 ‐ Edição extra.385/76 (Lei da CVM). sem dúvida.”  Essas. caso tais despesas sejam deduzidas antes da apropriação das receitas.“A alteração proposta aumenta. o alcance do art. no que tange aos resultados  ali  passíveis  de  serem  classificados. Bruno Salotti da FEA/USP por essa contribuição.      Por curiosidade.      2 Agradecemos ao Prof.   Texto Atualizado da Lei no 6. 188.404/76      A  partir  da  Lei  original  das  Sociedades  por  Ações.  28  de  dezembro  de 2007. de 1976. apesar de  serem de natureza contábil.  Os  resultados  da  controladora  são  tributados  no  próprio  exercício  social de competência. especialmente se a controlada ou controladora for domiciliada  no exterior.404. as razões que me levaram a vetar o dispositivo acima mencionado do projeto em causa.      Estão considerados os efeitos dos textos dos artigos 1o e 2o da Lei 11. À esquerda aparecem  sinalizados os textos que foram retirados e à direita aparecem sinalizados os textos adicionados. que é a criação das sociedades de grande porte.  bem  como  dispensa  o  confronto  de  receitas  e  despesas  para  contabilização  em  resultados  de  exercícios  futuros. no art. 181 da Lei nº 6.  Este texto não substitui o publicado no DOU de  28. porque não modificaram a Lei das S/As.

    II ‐ demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados. a diretoria fará  elaborar.  que  deverão  exprimir  com  clareza  a  situação  do  patrimônio  da  companhia  e  as  mutações  ocorridas  no  exercício:    I ‐ balanço patrimonial.  Ao  fim  de  cada  exercício  social.638.  com  base  na  escrituração  mercantil  da  companhia.638.  especialmente  estoques.    III ‐ demonstração do resultado do exercício.  no  pressuposto  de  sua  aprovação  pela  assembléia‐geral.  mas  é  vedada  a  utilização  de  designações  genéricas. as  seguintes  demonstrações  financeiras.1  (um  décimo)  do  valor  do  respectivo  grupo  de  contas.    §  3º  As  demonstrações  financeiras  registrarão  a  destinação dos lucros segundo a proposta dos órgãos da  administração.SEÇÃO II  Demonstrações Financeiras  Disposições Gerais    Art.  as  seguintes  demonstrações  financeiras.  que  deverão  exprimir  com  clareza  a  situação  do  patrimônio  da  companhia  e  as  mutações ocorridas no exercício:    I ‐ balanço patrimonial. quando relevantes  (art.    § 5o As notas deverão indicar:    a)  os  principais  critérios  de  avaliação  dos  elementos  patrimoniais.de 2007)    §  1º  As  demonstrações  de  cada  exercício  serão  publicadas com a indicação dos valores correspondentes  das demonstrações do exercício anterior. Ao fim de cada exercício social.    II ‐ demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados.    III ‐ demonstração do resultado do exercício. (Incluído pela Lei nº 11. amortização e exaustão.  dos  cálculos  de  depreciação.  dos  cálculos  de  depreciação.  as  contas  semelhantes  poderão ser agrupadas.      §  4o  As  demonstrações  serão  complementadas  por  notas  explicativas  e  outros  quadros  analíticos  ou  demonstrações  contábeis  necessários  para  esclarecimento  da  situação  patrimonial e dos resultados do exercício.247.  no  pressuposto de sua aprovação pela assembléia geral.  amortização  e  exaustão.  desde  que  indicada  a  sua  natureza  e  não  ultrapassem  0.  especialmente  estoques. com base na escrituração mercantil da companhia. e    IV – demonstração dos fluxos de caixa.    § 3o As demonstrações financeiras registrarão a destinação dos  lucros  segundo  a  proposta  dos  órgãos  da  administração.    §  2º  Nas  demonstrações. mas é vedada a utilização  de  designações  genéricas.de 2007)    V  –  se  companhia  aberta.    b) os investimentos em outras sociedades.    §  2o  Nas  demonstrações.    § 5º As notas deverão indicar:    a)  Os  principais  critérios  de  avaliação  dos  elementos  patrimoniais.  a  Diretoria  fará  elaborar.  .  como  "diversas  contas"  ou  "contas  correntes". parágrafo único).  demonstração  do  valor  adicionado.  e  dos  ajustes  para  atender a  perdas prováveis  na realização  de elementos  do ativo.    c)  o  aumento  de  valor  de  elementos  do  ativo  resultante  de  SEÇÃO II  Demonstrações Financeiras  Disposições Gerais    Art.    IV ‐ demonstração das origens e aplicações de recursos.      §  4º  As  demonstrações  serão  complementadas  por  notas  explicativas  e  outros  quadros  analíticos  ou  demonstrações  contábeis  necessários  para  esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados  do exercício. os pequenos saldos poderão ser agregados.  como  "diversas  contas"  ou  "contas‐correntes". de constituição de  provisões  para  encargos  ou  riscos.  as  contas  semelhantes  poderão  ser  agrupadas. os pequenos saldos poderão ser  agregados.  de  constituição  de  provisão para encargos ou riscos.            § 1o As demonstrações de cada exercício serão publicadas com  a  indicação  dos  valores  correspondentes  das  demonstrações  do exercício anterior. e (Redação dada  pela Lei nº 11. e dos ajustes para atender a  perdas prováveis na realização de elementos do ativo.  176. 176. desde  que indicada a sua natureza e não ultrapassem um décimo do  valor do respectivo grupo de contas.

 186. § 3o). não superior a R$ 1.              b)  os  investimentos  em  outras  sociedades.     Escrituração    Art.  de  efeitos  relevantes.  ou  de  legislação especial sobre a atividade que constitui  seu  objeto.000. § 3º).   d)  os  ônus  reais  constituídos  sobre  elementos  do  ativo.    §  2o  A  companhia  observará  em  registros  auxiliares.  as  disposições  da  lei  tributária.000.000.  quando  relevantes (artigo 247.novas avaliações (art.1997. 177.  com  obediência  aos  preceitos  da  legislação  comercial  e  desta  lei  e  aos  princípios  de  contabilidade  geralmente aceitos.  as  datas  de  vencimento  e  as  garantias  das  obrigações a longo prazo. as datas de vencimento e as garantias  das obrigações a longo prazo. § 1o).  ou  possam  vir  a  ter. demonstrações financeiras  .    §  2o    As  disposições  da  lei  tributária  ou  de  legislação  especial  sobre  atividade  que  constitui  o  objeto  da  companhia  que  conduzam  à  utilização  de  métodos  ou  critérios contábeis diferentes ou à elaboração de outras  demonstrações  não  elidem  a  obrigação  de  elaborar.    e)  a  taxa  de  juros./    § 6o A companhia fechada.    g)  as  opções  de  compra  de  ações  outorgadas  e  exercidas  no  exercício.00  (dois  milhões  de  reais)  não  será  obrigada  à  elaboração  e  publicação  da  demonstração  dos  fluxos  de  caixa. na data do  balanço. parágrafo único).    c) o aumento de valor de elementos do ativo resultante  de novas avaliações (artigo 182.    § 6o  A companhia  fechada com patrimônio líquido.  • § 6o com redação dada  pela  Lei  nº  9.182. espécies e classes das ações do capital social.  A  escrituração  da  companhia  será  mantida  em  registros  permanentes.  inferior  a  R$  2. com patrimônio líquido.    d) os ônus reais constituídos sobre elementos do ativo.  (Redação dada pela Lei nº 11.    e) a taxa de juros.  que prescrevam métodos  ou  critérios contábeis  diferentes ou  determinem  a  elaboração  de  outras  demonstrações  financeiras. devendo  observar  métodos  ou  critérios  contábeis  uniformes  no  tempo  e  registrar  as  mutações patrimoniais segundo o regime de competência.    § 1o As demonstrações financeiras do exercício em que houver  modificação  de  métodos  ou  critérios  contábeis.  as  garantias  prestadas  a  terceiros  e  outras  responsabilidades eventuais ou contingentes.    § 1º As demonstrações financeiras do exercício em que  houver  modificação  de  métodos  ou  critérios  contábeis.  para todos os fins desta Lei.  devendo  observar  métodos  ou  critérios  contábeis  uniformes  no  tempo  e  registrar as mutações patrimoniais segundo o regime de  competência. na  data  do  balanço.  as  garantias  prestadas  a  terceiros  e  outras  responsabilidades  eventuais ou contingentes.05.  efeito  relevante  sobre  a  situação  financeira  e  os  resultados  futuros da companhia.    f) o número.638.    h) os ajustes de exercícios anteriores (art.  deverão  indicá‐la  em  nota  e  ressaltar esses efeitos.  espécies  e  classes  das  ações  do  capital  social.000.    h) os ajustes de exercícios anteriores (artigo 186.  de  05.457.    f)  o  número.  ou  possam  vir  a  ter.de 2007)      Escrituração    Art. § 1º).00 (um milhão de reais)  não será obrigada à elaboração e publicação da demonstração  das origens e aplicações de recursos.    i)  os  eventos  subseqüentes  à  data  de  encerramento  do  exercício  que  tenham.  de  efeitos  relevantes. deverão indicá‐la em nota e ressaltar esses efeitos.    g) as opções de compra de ações outorgadas e exercidas  no exercício. A escrituração da companhia será mantida em  registros permanentes.  sem  modificação  da  escrituração  mercantil  e  das  demonstrações  reguladas  nesta  lei.  efeito  relevante  sobre  a  situação  financeira  e  os  resultados  futuros  da  companhia.  177.    i) os eventos subseqüentes à data de encerramento  do  exercício  que  tenham. com obediência aos preceitos da  legislação  comercial  e  desta  Lei  e  aos  princípios  de  contabilidade  geralmente  aceitos.

638.  e  serão  obrigatoriamente  auditadas  por  auditores  independentes registrados na mesma comissão.638.  e  as  demonstrações  e  apurações  com  eles  elaboradas  não  poderão  ser  base  de  incidência  de  impostos  e  contribuições  nem  ter  quaisquer  outros  efeitos  tributários.  ainda. devendo ser essas demonstrações  auditadas  por  auditor  independente  registrado  na  Comissão  de  Valores  Mobiliários.de  2007)    §  7o    Os  lançamentos  de  ajuste  efetuados  exclusivamente  para  harmonização  de  normas  contábeis.de 2007)    I – em livros  auxiliares.  na  escrituração  mercantil.  (Incluído  pela  Lei  nº  11.638.                  §  3o  As  demonstrações  financeiras  das  companhias  abertas  observarão.638.  (Incluído  pela  Lei  nº  11. e agrupadas de modo  a facilitar o conhecimento e a análise da situação financeira da  companhia.de 2007)    §  6o    As  companhias  fechadas  poderão  optar  por  observar  as  normas  sobre  demonstrações  financeiras  expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários para as  companhias  abertas.  e  serão  obrigatoriamente  auditadas  por  auditores independentes registrados na mesma comissão.  ainda.638.de 2007)                  . ou (Incluído pela Lei nº 11. sem modificação da escrituração  mercantil. No balanço.  as  normas  expedidas  pela  Comissão  de  Valores  Mobiliários.638.  desde  que  sejam  efetuados em seguida lançamentos contábeis adicionais  que  assegurem  a  preparação  e  a  divulgação  de  demonstrações financeiras com observância do disposto  no caput deste artigo.    §  5o    As  normas  expedidas  pela  Comissão  de  Valores  Mobiliários a que se refere o § 3o deste artigo deverão  ser  elaboradas  em  consonância  com  os  padrões  internacionais  de contabilidade adotados nos principais  mercados  de  valores  mobiliários. 178.    §  4o  As  demonstrações  financeiras  serão  assinadas  pelos  administradores e por contabilistas legalmente habilitados. as contas serão classificadas segundo os  elementos do patrimônio que registrem.  (Incluído  pela  Lei  nº  11.  as  normas  expedidas  pela  Comissão  de  Valores  Mobiliários.    § 4º As demonstrações financeiras serão assinadas pelos  administradores  e  por  contabilistas  legalmente  habilitados.  nos  termos  do  §  2o  deste  artigo.de 2007)    II – no caso da elaboração das demonstrações para fins  tributários. as contas serão dispostas em ordem decrescente  em consonância com o disposto no caput deste artigo e  deverão  ser  alternativamente  observadas  mediante  registro: (Redação dada pela Lei nº 11.de 2007)    §  3º  As  demonstrações  financeiras  das  companhias  abertas  observarão.    § 1o No ativo.                                                       CAPÍTULO XV  EXERCÍCIO SOCIAL E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS    SEÇÃO III  Balanço Patrimonial  Grupo de Contas    Art. (Incluído pela Lei nº 11.

638.de 2007)    §  3º  Os  saldos  devedores  e  credores  que  a  companhia  não  tiver  direito  de  compensar  serão  classificados  separadamente.      §  2o  No  passivo.    II ‐ no ativo realizável a longo prazo: os direitos realizáveis após  o  término  do  exercício  seguinte.  adiantamentos  ou  empréstimos  a  sociedades  coligadas  ou  controladas  (art.  nos  seguintes grupos:    a) ativo circulante.  não  classificáveis  no  ativo  circulante.  assim  como  os  derivados  de  vendas.638. As contas serão classificadas do seguinte modo:    I  ‐  no  ativo  circulante:  as  disponibilidades.    §  1º  No  ativo. nos seguintes grupos:    a) ativo circulante. 179.    b) passivo exigível a longo prazo.  que  não  constituírem  negócios usuais na exploração do objeto da companhia.  ações  em  tesouraria  e  prejuízos  acumulados.    b) ativo realizável a longo prazo.    Ativo    Art.  No  balanço.  e  que  não  se  destinem  à  manutenção da atividade da companhia ou da empresa.  dividido  em  investimentos.  imobilizado.      § 3o Os saldos devedores e credores que a companhia não tiver  direito de compensar serão classificados separadamente.  reservas  de  capital.    II  ‐  no  ativo  realizável  a  longo  prazo:  os  direitos  realizáveis  após  o  término  do  exercício  seguinte. reservas de lucros e lucros ou  prejuízos acumulados.  as  contas  serão  classificadas  segundo  os  elementos  do  patrimônio  que  registrem.  179.  os  direitos  realizáveis no curso do exercício social subseqüente e as  aplicações  de  recursos  em  despesas  do  exercício  seguinte.  dividido  em  capital  social.    d)  patrimônio  líquido.    b) ativo realizável a longo prazo.  acionistas  ou  participantes  no  lucro  da  companhia. reservas de reavaliação. (Redação dada pela Lei nº 11.  e  agrupadas  de  modo  a  facilitar  o  conhecimento  e  a  análise da situação financeira da companhia.  dividido  em  investimentos.  As  contas  serão  classificadas  do  seguinte  modo:    I  ‐  no  ativo  circulante:  as  disponibilidades.  diretores.  243).      CAPÍTULO XV  EXERCÍCIO SOCIAL E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS    SEÇÃO III  Balanço Patrimonial  Grupo de Contas    Art.  reservas  de  lucros.de 2007)    §  2º  No  passivo.    c) resultados de exercícios futuros.  adiantamentos  ou  .  ativo  imobilizado e ativo diferido.      III  ‐  em  investimentos:  as  participações  permanentes  em  outras  sociedades  e  os  direitos  de  qualquer  natureza.  dividido  em  capital  social.de  grau  de  liquidez  dos  elementos  nelas  registrados.  ajustes  de  avaliação  patrimonial.    IV  ‐  no  ativo  imobilizado:  os  direitos  que  tenham  por  objeto  bens destinados à manutenção das atividades da companhia e  da empresa. ou exercidos com essa finalidade.  intangível  e  diferido. inclusive os de  propriedade industrial ou comercial.  os  direitos  realizáveis  no  curso  do  exercício  social  subseqüente  e  as  aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte.    c)  ativo  permanente.    d)  patrimônio  líquido.  as  contas  serão  classificadas  nos  seguintes grupos:    a) passivo circulante.    c) resultados de exercícios futuros.    c)  ativo  permanente.  as  contas  serão  classificadas  nos  seguintes  grupos:    a) passivo circulante.  as  contas  serão  dispostas  em  ordem  decrescente  de  grau  de  liquidez  dos  elementos  nelas  registrados.  (Redação  dada  pela  Lei nº 11.  reservas  de  capital.    b) passivo exigível a longo prazo.  assim  como  os  derivados  de  vendas.     Ativo    Art.  178.

 se tiverem vencimento em prazo  maior.  e  no  passivo  exigível  a  longo  prazo.  inclusive  financiamentos  para  aquisição  de  direitos  do  ativo  permanente. para o aumento do resultado de mais de  um  exercício  social  e  que  não  configurem  tão‐somente  uma  redução  de  custos  ou  acréscimo  na  eficiência  operacional.  Serão  classificadas  como  resultados  de  exercício  futuro as receitas de exercícios futuros.      d) as doações e as subvenções para investimento.  sem  valor  nominal. quando  se  vencerem  no  exercício  seguinte. a parcela ainda não realizada.     Passível Exigível  Art.  A  conta  do  capital  social  discriminará  o  montante  subscrito e.638.  Na  companhia  em  que  o  ciclo  operacional  da  empresa  tiver  duração  maior  que  o  exercício  social.  serão  classificadas  no  passivo  circulante.    c) o prêmio recebido na emissão de debêntures.de 2007)      VI  –  no  intangível:  os  direitos  que  tenham  por  objeto  bens  incorpóreos  destinados  à  manutenção  da  companhia ou exercidos com essa finalidade.  180.de 2007)    Parágrafo  único.  inclusive  os  decorrentes  de  operações  que  transfiram  à  companhia  os  benefícios.  V  ‐  no  ativo  diferido:  as  aplicações  de  recursos  em  despesas  que contribuirão para a formação do resultado de mais de um  exercício  social.  acionistas  ou  participantes  no  lucro  da  companhia.638.  (Incluído  pela  Lei  nº  11.  e  que  não  se  destinem  à  manutenção  da  atividade  da  companhia  ou  da empresa.  180.    III ‐ em investimentos: as participações permanentes em  outras  sociedades  e  os  direitos  de  qualquer  natureza.  observado  o  disposto  no  parágrafo  único  do  artigo 179.  As  obrigações  da  companhia.  a  classificação  no  circulante  ou  longo  prazo  terá  por  base  o  prazo desse ciclo.  que  ultrapassar  a  importância  destinada  à  formação  do  capital  social.  observado o disposto no parágrafo único do art.  181.  que  não  constituírem  negócios  usuais na exploração do objeto da companhia.    b)  o  produto  da  alienação  de  partes  beneficiárias  e  bônus  de  subscrição.    Resultados de Exercícios Futuros    Art.    § 1o Serão classificadas como reservas de capital as contas que  registrarem:    a)  a  contribuição  do  subscritor  de  ações  que  ultrapassar  o  valor  nominal  e  a  parte  do  preço  de  emissão  das  ações.  quando se vencerem no exercício seguinte.  inclusive  nos  casos  de  conversão  em ações de debêntures ou partes beneficiárias.  efetivamente.    empréstimos  a  sociedades  coligadas  ou  controladas  (artigo  243).  não  classificáveis  no  ativo  circulante. inclusive o  fundo  de  comércio  adquirido.  riscos e controle desses bens. (Redação dada pela Lei nº  11. e no passivo  exigível a longo prazo.  diretores. por dedução.     Patrimônio Líquido    Art.  182. serão classificadas no passivo circulante.  As  obrigações  da  companhia.                  Parágrafo único.     Resultados de Exercícios Futuros    Art.    IV  –  no  ativo  imobilizado:  os  direitos  que  tenham  por  objeto  bens  corpóreos  destinados  à  manutenção  das  atividades  da  companhia  ou  da  empresa  ou  exercidos  com  essa  finalidade.  inclusive  financiamentos  para  aquisição  de  direitos  do  ativo  permanente. diminuídas dos custos  e despesas a elas correspondentes.  a  classificação  no  circulante  ou  longo  prazo terá por base o prazo desse ciclo.638.    Patrimônio Líquido  .    Passivo Exigível  Art.  se  tiverem  vencimento  em  prazo  maior.  Serão  classificadas  como  resultados  de  exercício  futuro  as  receitas  de  exercícios  futuros.  diminuídas  dos  custos  e  despesas  a  elas  correspondentes. Na companhia em que o ciclo operacional da  empresa  tiver  duração  maior  que  o  exercício  social.179.  inclusive  os  juros  pagos  ou  creditados  aos  acionistas  durante  o  período  que  anteceder  o  início  das  operações sociais.de 2007)    V  –  no  diferido:  as  despesas  pré‐operacionais  e  os  gastos  de  reestruturação  que  contribuirão.  181. (Redação dada pela Lei nº 11.

    §  3o  Serão  classificadas  como  reservas  de  reavaliação  as  contrapartidas  de  aumentos  de  valor  atribuídos  a  elementos  do  ativo  em  virtude  de  novas  avaliações  com  base  em  laudo  nos termos do art.  pelo  custo  de  aquisição  ou  pelo  valor  do  mercado.  quando  essa  perda  estiver  comprovada  como  permanente.  e  que  não  será  modificado  em  razão  do  recebimento.638. 226 desta Lei) e do  passivo.  para  registro  de  correção  monetária.638. quando este for inferior. 8o.  No  balanço.     Critérios de Avaliação do Ativo    Art. a parcela ainda não  realizada. (Redação dada pela Lei nº 11.    § 5o As ações em tesouraria deverão ser destacadas no balanço  como dedução da conta do patrimônio líquido que registrar a  origem dos recursos aplicados na sua aquisição.  produtos em fabricação e bens em almoxarifado.  A  conta  do  capital  social  discriminará  o  montante subscrito e.de  2007)  (Revogado pela Lei nº 11.    §  3o    Serão  classificadas  como  ajustes  de  avaliação  patrimonial. ressalvado o disposto nos artigos 248 a 250.de 2007)    §  4º  Serão  classificados  como  reservas  de  lucros  as  contas  constituídas  pela  apropriação  de  lucros  da  companhia. 183 e § 3o  do art.  deduzido  de  provisão  para  perdas  prováveis  na  realização  do  seu  valor. aprovado pela assembléia geral.  e  quaisquer  valores  mobiliários  não  classificados  como  investimentos. 177.  No  balanço. enquanto não computadas no resultado do  exercício  em  obediência  ao  regime  de  competência.  182.  até  o  limite  do  valor  do  mercado.  variação  cambial ou juros acrescidos.    III  ‐  os  investimentos  em  participação  no  capital  social  de  outras sociedades.de 2007)  .    b)  o  produto  da  alienação  de  partes  beneficiárias  e  bônus de subscrição. deduzido de provisão para ajustá‐lo ao  valor de mercado.            §  4o  Serão  classificadas  como  reservas  de  lucros  as  contas  constituídas pela apropriação de lucros da companhia.    c)  (revogada).638.  inclusive  derivativos.de 2007)    d)  (revogada).  (Redação  dada  pela  Lei  nº  11.  pelo  custo  de  aquisição.638.  inclusive  nos  casos  de  conversão  em  ações  de  debêntures  ou  partes  beneficiárias.  183.  (Redação  dada  pela  Lei  nº  11.de  2007)  (Revogado pela Lei nº 11.  classificados noativo circulante ou no realizável a longo  prazo: (Redação dada pela Lei nº 11.  em  decorrência  da  sua  avaliação  a  preço  de  mercado.  se  este  for  menor.    §  1º  Serão  classificadas  como  reservas  de  capital  as  contas que registrarem:    a) a contribuição do subscritor de ações que ultrapassar  o valor nominal e a parte do preço de emissão das ações  sem  valor  nominal  que  ultrapassar  a  importância  destinada  à  formação  do  capital  social.  as  contrapartidas  de  aumentos  ou  diminuições  de  valor  atribuído a elementos do ativo (§ 5o do art. de ações ou quotas bonificadas.  Art.    Critérios de Avaliação do Ativo    Art.  enquanto não‐capitalizado. e será admitido  o  aumento  do  custo  de  aquisição.  os  elementos  do  ativo  serão  avaliados segundo os seguintes critérios:    I  ‐  as  aplicações  em  instrumentos  financeiros. por dedução. inciso I  do caput do art.  183.  assim  como  matérias‐primas.  § 2o Será ainda registrado como reserva de capital o resultado  da  correção  monetária  do  capital  realizado. pelo custo de  aquisição ou produção.  os  elementos  do  ativo  serão  avaliados  segundo os seguintes critérios:    I  ‐  os  direitos  e  títulos  de  crédito.de 2007)    §  2°  Será  ainda  registrado  como  reserva  de  capital  o  resultado  da  correção  monetária  do  capital  realizado.    § 5º As ações em tesouraria deverão ser destacadas no  balanço  como  dedução  da  conta  do  patrimônio  líquido  que  registrar  a  origem  dos  recursos  aplicados  na  sua  aquisição.  serão excluídos os já prescritos e feitas as provisões adequadas  para ajustá‐lo ao valor provável de realização.                  II ‐ os direitos que tiverem por objeto mercadorias e produtos  do  comércio  da  companhia.638.638.  sem  custo  para  a  companhia.  enquanto  não  capitalizado.  eem  direitos  e  títulos  de  créditos.

  deduzido  do  saldo  da  respectiva  conta  de  depreciação. quando este for inferior. sem custo para a companhia. de ações ou  quotas bonificadas.  o  valor  líquido  pelo  qual  possam  ser  alienados a terceiros.de 2007)    § 1º Para efeitos do disposto neste artigo. quando este for inferior.    b) dos bens ou direitos destinados à venda.  quando se tratar de aplicações destinadas à negociação  ou  disponíveis  para  venda.638. deduzido do  saldo das contas que registrem a sua amortização.  e  que  não  será  modificado  em  razão  do  recebimento.    V  ‐  os  direitos  classificados  no  imobilizado.  deduzido  do  saldo  das  contas  que  registrem  a  sua  amortização.  pelo  custo  de  aquisição.638.  quando  este  for inferior.  (Incluído  pela  Lei  nº  11.  produtos  em  fabricação  e  bens  em  almoxarifado.  atualizado  conforme  disposições  legais  ou  contratuais.  deduzido  de  provisão  para  atender  às  perdas  prováveis  na  realização do seu valor.  pelo  custo  incorrido  na  aquisição  deduzido  do  saldo  da  respectiva  conta  de  amortização. considera‐se  valor de mercado:    a)  das  matérias‐primas  e  dos  bens  em  almoxarifado.de  2007)    VIII  –  os  elementos  do  ativo  decorrentes  de  operações  de longo prazo serão ajustados a valor presente.  pelo  custo  de  aquisição.  quando  essa  perda  estiver  comprovada  como  permanente.  deduzido  do  saldo  da  respectiva  conta  de  depreciação. amortização ou exaustão.                                        § 2o A diminuição de valor dos elementos do ativo imobilizado  a)  pelo  seu  valor  de  mercado  ou  valor  equivalente. ressalvado o disposto nos artigos  248  a  250. sendo  os  demais  ajustados  quando  houver  efeito  relevante.de 2007)    b) pelo valor de custo de aquisição ou valor de emissão. quando este for inferior.  assim  como  matérias‐primas.638. amortização ou exaustão.    VI ‐ o ativo diferido.  (Incluído pela Lei nº 11.    V ‐ os direitos classificados no imobilizado.    c)  dos  investimentos.638.  deduzido de provisão para atender às perdas prováveis  na realização do seu valor.  pelo  valor  do  capital  aplicado.    IV  ‐  os  demais  investimentos. pelo valor do capital aplicado.  deduzidos  os  impostos  e  demais  despesas  necessárias  para  a  venda.  deduzido  de  provisão  para  perdas  prováveis  na  realização  do  seu  valor.                      §  1o  Para  efeitos  do  disposto  neste  artigo.     III  ‐  os  investimentos  em  participação  no  capital  social  de outras sociedades. no caso das demais aplicações e os direitos  e títulos de crédito. (Incluída pela Lei nº 11.  ajustado  ao  valor  provável  de  realização. o preço líquido de  realização  mediante  venda  no  mercado.  o  . mediante compra no mercado. ou para redução do custo de aquisição  ao valor de mercado.  o  preço  pelo qual possam ser repostos.    VII  –  os  direitos  classificados  no  intangível.  e  (Incluída  pela  Lei  nº  11.    VI  ‐  o  ativo  diferido. ou para redução do custo de  aquisição ao valor de mercado.  pelo  custo  de  aquisição  ou  produção.de 2007)    II  ‐  os  direitos  que  tiverem  por  objeto  mercadorias  e  produtos  do  comércio  da  companhia.  deduzido  de  provisão  para  ajustá‐lo  ao  valor  de  mercado. pelo custo de  aquisição.  pelo  custo  de  aquisição.  considera‐se  valor  de mercado:    a)  das  matérias‐primas  e  dos  bens  em  almoxarifado.  e  a  margem de lucro.  IV  ‐  os  demais  investimentos.  pelo  custo  de  aquisição.

de 2007)    §  2o    A  diminuição  do  valor  dos  elementos  dos  ativos  imobilizado. prazo e risco  similares.  quando  corresponder  à  perda  do  valor  dos  direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou  perda de utilidade por uso.  na  ausência  de  um  mercado  ativo  para  um  determinado  instrumento  financeiro:  (Incluída  pela  Lei  nº 11.  o  valor  líquido  pelo  qual  possam  ser alienados a terceiros.  ou  cujo  objeto  sejam  bens  de  utilização por prazo legal ou contratualmente limitado.  de  direitos  cujo  objeto  sejam  recursos  minerais  ou  florestais.de 2007)    3)  o  valor  obtido  por  meio  de  modelos  matemático‐ estatísticos de precificação de instrumentos financeiros.    c)  exaustão.            §  3o    A  companhia  deverá  efetuar.  quando  corresponder  à  perda  do  valor  do  capital  aplicado  na  aquisição  de  direitos  da  propriedade  industrial  ou  comercial  e quaisquer  outros  com existência ou exercício de duração limitada.    § 3o Os recursos aplicados no ativo diferido serão amortizados  periodicamente. ou cujo  objeto  sejam  bens  de  utilização  por  prazo  legal  ou  contratualmente limitado.de 2007)    1) o valor que se pode obter em um mercado ativo com  a  negociação  de  outro  instrumento  financeiro  de  natureza.  decorrente  da  sua  exploração.  inclusive.638.  (Incluído  pela  Lei  nº  11.  decorrente  da  sua  exploração. quando esse for  o costume mercantil aceito pela técnica contábil.  o  preço  líquido  de  realização  mediante  venda  no  mercado. ou (Incluído pela Lei nº 11.  serão  computados  pelo  valor  atualizado  até  a  data  do balanço.638.  o  valor  que  pode  se  obter  em  um  mercado  ativo.  quando  corresponder  à  perda  do  valor  dos  direitos  que  têm  por  objeto  bens  físicos  sujeitos  a  desgaste  ou  perda  de  utilidade  por  uso. ação da natureza ou obsolescência.  devendo  ser  registrada a perda do capital aplicado quando abandonados os  empreendimentos  ou  atividades  a  que  se  destinavam.  quando  corresponder  à  perda  do  valor.                  § 4o Os estoques de mercadorias fungíveis destinadas à venda  poderão ser avaliados pelo valor de mercado.  decorrente  de  transação  não  compulsória  realizada  entre  partes  independentes.    b)  dos  bens  ou  direitos  destinados  à  venda. encargos e riscos. 184. imposto de renda a pagar com base no resultado do  exercício.  ou  bens  aplicados  nessa  exploração.  e.  análise  sobre  a  recuperação  dos  valores  registrados  no  .  ação  da  natureza ou obsolescência.  quando  corresponder  à  perda  do  valor  do  capital  aplicado  na  aquisição  de  direitos  da  propriedade  industrial  ou  comercial  e  quaisquer  outros  com  existência  ou  exercício  de  duração  limitada.      b)  amortização.de 2007)    a)  depreciação.638.638.638.     Critérios de Avaliação do Passivo    Art. serão convertidas em moeda nacional à taxa  de câmbio em vigor na data do balanço.  deduzidos  os  impostos  e  demais  despesas  necessárias  para a venda.    III  ‐  as  obrigações  sujeitas  a  correção  monetária  serão  preço pelo qual possam ser repostos. a partir do  início  da  operação  normal  ou  do  exercício  em  que  passem  a  ser  usufruídos  os  benefícios  deles  decorrentes.    c)  dos  investimentos. os elementos do passivo serão avaliados  de acordo com os seguintes critérios:    I ‐ as obrigações.de 2007)    2)  o  valor  presente  líquido  dos  fluxos  de  caixa  futuros  para instrumentos financeiros de natureza.  (Incluído pela Lei nº 11.  de  direitos  cujo  objeto  sejam recursos minerais ou florestais. em prazo não superior a dez anos. ou bens aplicados  nessa exploração.  prazo  e  risco  similares. No balanço.    II  ‐  as  obrigações  em  moeda  estrangeira.  quando  corresponder  à  perda  do  valor. mediante compra  no mercado. e a margem de lucro.  intangível  e  diferido  será  registrada  periodicamente  nas  contas  de:  (Redação  dada  pela  Lei  nº 11.    c)  exaustão.será registrada periodicamente nas contas de:        a)  depreciação.  com  cláusula  de  paridade cambial.  ou  comprovado  que  essas  atividades  não  poderão  produzir  resultados suficientes para amortizá‐los.    d)  dos  instrumentos  financeiros.    b)  amortização.  periodicamente. conhecidos ou calculáveis.

  no  intangível  e  no  diferido.  as  deduções  das  vendas.de 2007)    II  –  revisados  e  ajustados  os  critérios  utilizados  para  determinação  da  vida  útil  econômica  estimada  e  para  cálculo  da  depreciação.  .  os  dividendos.  186.    III  ‐  as  transferências  para  reservas.  os  elementos  do  passivo  serão  avaliados de acordo com os seguintes critérios:    I  ‐  as  obrigações.730/89).de 2007)    Correção Monetária    Art.638.    II  ‐  as  obrigações  em  moeda  estrangeira. as despesas gerais e administrativas. os ajustes de exercícios  anteriores e a correção monetária do saldo inicial. os abatimentos e os impostos. 185.  No  balanço.  conhecidos  ou  calculáveis.    III  ‐  as  despesas  com  as  vendas.  as  despesas  financeiras.  A  demonstração  de  lucros  ou  prejuízos  acumulados discriminará:    I ‐ o saldo do início do período.de 2007)    § 4° Os estoques de mercadorias fungíveis destinadas à  venda  poderão  ser  avaliados  pelo  valor  de  mercado.  (Revogado pela Lei nº 7.    § 1o Como ajustes de exercícios anteriores serão considerados  apenas  os  decorrentes  de  efeitos  da  mudança  de  critério  contábil.  a  fim  de  que  sejam: (Redação dada pela Lei nº 11.  encargos  e  riscos  classificados  no  passivo  exigível  a  longo  prazo  serão  ajustados  ao  seu  valor  presente.  A  demonstração  do  resultado  do  exercício  discriminará:      I  ‐  a  receita  bruta  das  vendas  e  serviços.         Correção Monetária    Art.atualizadas até a data do balanço.  exaustão  e  amortização.  o  custo  das  mercadorias e serviços vendidos e o lucro bruto.  quando esse for o costume mercantil aceito pela técnica  contábil.  184.de 2007)    I  –  registradas  as  perdas  de  valor  do  capital  aplicado  quando  houver  decisão  de  interromper  os  empreendimentos ou atividades a que se destinavam ou  quando  comprovado  que  não  poderão  produzir  resultados suficientes para recuperação desse valor.730.  imobilizado.  inclusive  Imposto  sobre  a  Renda  a  pagar  com  base  no resultado do  exercício.  e  que  não  possam  ser  atribuídos  a  fatos  subseqüentes.    Critérios de Avaliação do Passivo    Art.  • Inciso  IV  com  redação  dada  pela  Lei  no  9.638.  deduzidas das receitas.638.    II  ‐  a  receita  líquida  das  vendas  e  serviços.638. e  outras despesas operacionais.     SEÇÃO IV  Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados    Art.    III  –  as  obrigações.  os  ajustes  de  exercícios  anteriores e a correção monetária do saldo inicial.     SEÇÃO V   Demonstração do Resultado do Exercício    Art.    IV ‐ o lucro ou prejuízo operacional.  187.  com  cláusula  de  paridade  cambial.  a  parcela  dos lucros incorporada ao capital e o saldo ao fim do período. 185.  186.  ou  da  retificação  de  erro  imputável  a  determinado  exercício  anterior.  serão  convertidas  em  moeda  nacional à taxa de câmbio em vigor na data do balanço.    II ‐ as reversões de reservas e o lucro líquido do exercício.  (Redação  dada  pela  Lei  nº  11.  sendo  os  demais  ajustados  quando  houver  efeito  relevante.  serão  computados  pelo valor atualizado até a data do balanço.      §  2o  A  demonstração  de  lucros  ou  prejuízos  acumulados  deverá  indicar  o  montante  do  dividendo  por  ação  do  capital  social e poderá ser incluída na demonstração das mutações do  patrimônio líquido se elaborada e publicada pela companhia.    II  ‐  as  reversões  de  reservas  e  o  lucro  líquido  do  exercício.249/95.  A  demonstração  de  lucros  ou  prejuízos  acumulados  discriminará:    I  ‐  o  saldo  do  início  do  período.  (Incluído pela Lei nº 11. ou  (Incluído pela Lei nº 11. de 1989)    SEÇÃO IV  Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados    Art. as receitas e despesas não  operacionais.  encargos  e  riscos. (Revogado pela Lei no 7.

    §  1º  Como  ajustes  de  exercícios  anteriores  serão  considerados  apenas  os  decorrentes  de  efeitos  da  mudança  de  critério  contábil.  (Redação  dada  pela  Lei  nº  11. agrupadas em:    a)  lucro  do  exercício.  que  não  se  caracterizem  como  despesa.    IV  ‐  o  lucro  ou  prejuízo  operacional.de  2007)            VII  ‐  o  lucro  ou  prejuízo  líquido  do  exercício  e  o  seu  montante por ação do capital social.  acrescido  de  depreciação.  da  redução  do  ativo  realizável  a  longo  prazo  e  da  alienação  de  investimentos  e  direitos  do  ativo  imobilizado.  originários  do  aumento  do  passivo  exigível  a  longo  prazo. pagos ou incorridos.  registrado  como  reserva  de  reavaliação  (art. e de instituições ou fundos de assistência ou  previdência  de  empregados.  (Redação  dada  pela  Lei  nº  9.  as  receitas  e  despesas  não  operacionais.182.  A  demonstração  do  resultado  do  exercício  discriminará:    I ‐ a receita bruta das vendas e serviços.  administradores e partes beneficiárias. 188.  empregados.  de  empregados  e  administradores.    SEÇÃO V  Demonstração do Resultado do Exercício    Art.  somente  depois  de  realizado  poderá  ser  computado  como  lucro  para  efeito  de  distribuição  de  dividendos ou participações.    II  ‐  a  receita  líquida  das  vendas  e  serviços.  e  que  não  possam ser atribuídos a fatos subseqüentes.    III  ‐  as  transferências  para  reservas.638.    § 2º A demonstração de lucros ou prejuízos acumulados  deverá  indicar  o  montante  do  dividendo  por  ação  do  capital social e poderá ser incluída na demonstração das  mutações  do  patrimônio  líquido. A demonstração das origens e aplicações de recursos  indicará  as  modificações  na  posição  financeira  da  companhia.         VI  –  as  participações  de  debêntures.     SEÇÃO VI  Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos      Art.  independentemente da sua realização em moeda.  a  parcela  dos  lucros  incorporada  ao  capital  e  o  saldo  ao  fim do período. encargos e perdas.  deduzidas  das  receitas.    §  1o  Na  determinação  do  resultado  do  exercício  serão  computados:    a)  as  receitas  e  os  rendimentos  ganhos  no  período. despesas.  os  dividendos. de 1995)                V  ‐  o  resultado  do  exercício  antes  do  Imposto  sobre  a  Renda e a provisão para o imposto.    b) realização do capital social e contribuições para reservas de  capital.    § 2o O aumento do valor de elementos do ativo em virtude de  novas  avaliações.  §  3o).    c)  recursos  de  terceiros.  as  despesas  gerais  e  administrativas. e as contribuições para  instituições  ou  fundos  de  assistência  ou  previdência  de  empregados. e    b) os custos.  V  ‐  o  resultado  do  exercício  antes  do  Imposto  de  Renda  e  a  provisão para o imposto.    II ‐ as aplicações de recursos.  correspondentes a essas receitas e rendimentos.249. agrupadas em:    a) dividendos distribuídos.      VII ‐ o lucro ou prejuízo líquido do exercício e o seu montante  por ação do capital social.  amortização  ou  exaustão  e  ajustado  pela  variação  nos  resultados  de  exercícios futuros.  o  custo  das  mercadorias e serviços vendidos e o lucro bruto. e outras despesas operacionais.    III ‐ as despesas com as vendas. as deduções das  vendas.  187.  ou  da  retificação  de  erro  imputável  a  determinado  exercício  anterior.    VI  ‐  as  participações  de  debêntures.  mesmo  na  forma  de  instrumentos  financeiros. os abatimentos e os impostos.  discriminando:      I ‐ as origens dos recursos.            §  1º  Na  determinação  do  resultado  do  exercício  serão  computados:            . as despesas financeiras.  se  elaborada  e  publicada pela companhia.

    d) redução do passivo exigível a longo prazo. do ativo e passivo  circulantes.de 2007)              I  –  demonstração  dos  fluxos  de  caixa  –  as  alterações  ocorridas. 188.  independentemente da sua realização em moeda.  durante  o  exercício.  3  (três)  fluxos:  (Redação  dada  pela  Lei  nº 11.     Participações    Art.  192. Lucro líquido do exercício é o resultado do exercício  que  remanescer  depois  de  deduzidas  as  participações  de  que  trata o art.     Proposta de Destinação do Lucro  Art.de 2007)             c)  dos  investimentos.  (Redação  dada  pela  Lei  nº  11.  acionistas.638.638/07    .de  2007)           b)  dos  financiamentos. O prejuízo do exercício será obrigatoriamente  absorvido pelos lucros acumulados.de 2007)            a)  das  operações.  (Redação  dada  pela  Lei  nº  11.  administradores  e  partes  beneficiárias  serão  determinadas.  190.  As demonstrações referidas nos incisos IV e V  do  caput  do  art.  (Redação  dada  pela  Lei  nº  11.638.de  2007)  (Revogado pela Lei nº 11. Aplica‐se ao pagamento das participações dos  administradores  e  das  partes  beneficiárias  o  disposto  nos  parágrafos do art.  tais  como  empregados.  dos  investimentos e do ativo diferido. nessa ordem.  financiadores. proposta sobre a  a)  as  receitas  e  os  rendimentos  ganhos  no  período.  encargos  e  perdas.    c)  aumento  do  ativo  realizável  a  longo  prazo.  despesas.638.b) aquisição de direitos do ativo imobilizado.  (Redação  dada  pela  Lei  nº  11.  com  base  nos  lucros  que  remanescerem  depois  de  deduzida  a  participação  anteriormente calculada.  no  saldo  de  caixa  e  equivalentes  de  caixa. representando aumento ou redução do  capital circulante líquido.    III  ‐  o  excesso  ou  insuficiência  das  origens  de  recursos  em  relação às aplicações. a sua distribuição entre  os  elementos  que  contribuíram  para  a  geração  dessa  riqueza. 190.638.            §  2o  (Revogado).  observado  o  disposto nos artigos 193 a 203 e no estatuto.  MAS  A  REVOGAÇÃO NÃO ESTÁ NA LEI 11.         CAPÍTULO XVI  LUCROS. no início e no fim do exercício. 201.638. RESERVAS E DIVIDENDOS  SEÇÃO I  Dedução de Prejuízos e Imposto sobre a Renda    Art.  os  órgãos  da  administração  da  companhia  apresentarão  à  assembléia  geral  ordinária. 189.  os  prejuízos  acumulados  e  a  provisão  para o Imposto Sobre a Renda. pelas reservas de lucros e  pela reserva legal.de 2007)          SEÇÃO VI  Demonstrações dos Fluxos de Caixa e do Valor  Adicionado  (Redação dada pela Lei nº 11.  correspondentes  a  essas  receitas  e  rendimentos.638.  176  desta  Lei  indicarão.  governo  e  outros.  e  (Redação  dada  pela  Lei  nº  11.        IV ‐ os saldos.de 2007)              II  –  demonstração  do  valor  adicionado  –  o  valor  da  riqueza gerada pela companhia.  no  mínimo.  pagos  ou  incorridos.  bem  como  a  parcela  da  riqueza  não  distribuída. e           b)  os  custos.  o  montante  do  capital  circulante  líquido  e  o  seu  aumento ou redução durante o exercício. Do resultado do exercício serão deduzidos.  As  participações  estatutárias  de  empregados.638. antes de  qualquer  participação. 191.  segregando‐se  essas  alterações  em.  no  mínimo:  (Redação dada pela Lei nº 11.  Juntamente  com  as  demonstrações  financeiras  do  exercício.de 2007)            III  ‐  o  excesso  ou  insuficiência  das  origens  de  recursos  em  relação  às  aplicações.  representando  aumento  ou  redução  do  capital  circulante  líquido.    Parágrafo único.    Parágrafo único.  TEORICAMENTE  VETADO.  sucessivamente  e  nessa  ordem.de 2007)    Art.     Lucro Líquido    Art.638.  POIS  SE  RELACIONA  À  DOAR.638.

  na  constituição  da  reserva  legal.  antes  de  qualquer  participação.  193. a constituição da reserva. do ativo e  passivo  circulantes.  destinar  parte  do  lucro  líquido  à  formação  de  reserva  com  a  finalidade  de  compensar.  O  estatuto  poderá  criar  reservas  desde  que.    § 1o A proposta dos órgãos da administração deverá indicar a  causa  da  perda  prevista  e  justificar.  acrescido  do  montante  das  reservas  de  capital  de  que  trata  o  §  1o  do  Art.  194.  189.  191. 192.  Do  lucro  líquido  do  exercício.  antes  de  qualquer  outra  destinação.    Parágrafo  único.  em  exercício  futuro.  que  não  excederá de 20% (vinte por cento) do capital social.    II ‐ fixe os critérios para determinar a parcela anual dos lucros  líquidos que serão destinados à sua constituição.  5%  (cinco  por  cento)  serão  aplicados.  193.  182. antes de qualquer outra destinação.  o  prejuízo  do  exercício  será  obrigatoriamente  absorvido  pelos  lucros  acumulados. cujo valor possa ser estimado.    Parágrafo  único. no início e no fim do exercício.  que  não  excederá  de  vinte  por  cento  do  capital social.  com  base nos lucros que remanescerem depois de deduzida  a participação anteriormente calculada.  Do  resultado  do  exercício  serão  deduzidos. na constituição  da  reserva  legal.  o  montante  do  capital  circulante  líquido e o seu aumento ou redução durante o exercício. 195.    §  2o  A  reserva  legal  tem  por  fim  assegurar  a  integridade  do  capital  social  e  somente  poderá  ser  utilizada  para  compensar  prejuízos ou aumentar o capital.  TEORICAMENTE VETADO.    §  1o  A  companhia  poderá  deixar  de  constituir  a  reserva  legal  no  exercício  em  que  o  saldo  dessa  reserva.    SEÇÃO II  Reservas e Retenção de Lucros  Reserva Legal    Art.  a  diminuição  do  lucro  decorrente  de  perda  julgada  provável. RESERVAS E DIVIDENDOS  SEÇÃO I  Dedução de Prejuízos e Imposto sobre a Renda    Art. POIS SE RELACIONA À DOAR.    Lucro Líquido    Art.    .  administradores  e  partes  beneficiárias  serão  determinadas.  cinco  por  cento  serão  aplicados. os órgãos da administração da companhia  apresentarão à assembléia‐geral ordinária.     Reservas Estatutárias    Art.  com  as  razões  de  prudência que a recomendem.  MAS A REVOGAÇÃO NÃO ESTÁ NA LEI 11.  sucessivamente  e  nessa  ordem.  os  prejuízos  acumulados e a provisão para o Imposto sobre a Renda.  190.destinação a ser dada ao lucro líquido do exercício. por proposta dos  órgãos  da  administração.    § 2o A reserva será revertida no exercício em que deixarem de  existir as razões que justificaram a sua constituição ou em que  ocorrer a perda.    SEÇÃO II  Reservas e Retenção de Lucros  Reserva Legal    Art. Juntamente com as demonstrações financeiras  do exercício.  nessa  ordem.    Proposta de Destinação do Lucro  Art.  As  participações  estatutárias  de  empregados.  pelas  reservas  de  lucros  e  pela  reserva  legal. de modo preciso e completo. e    III ‐ estabeleça o limite máximo da reserva. exceder de trinta por cento do capital social.  Do  lucro  líquido  do  exercício.  Lucro  líquido  do  exercício  é  o  resultado  do  exercício  que  remanescer  depois  de  deduzidas  as  participações de que trata o artigo 190. A assembléia  geral  poderá.638/07    CAPÍTULO XVI  LUCROS.     Reservas para Contingências  Art.  para  cada uma:    I ‐ indique.  proposta  sobre  a  destinação  a  ser  dada  ao  lucro  líquido  do  exercício. observado o  disposto nos  artigos  193 a  203 e no estatuto. a sua finalidade.    Participações    Art.  Aplica‐se  ao  pagamento  das  participações  dos  administradores  e  das  partes  beneficiárias o disposto nos parágrafos do artigo 201.                     IV ‐ os saldos.

  de  30.  deverá  compreender  todas  as  fontes  de  recursos  e  aplicações  de  capital. e  • Inciso  I  acrescentado  pela  Lei  nº  10.10.  e  com  redação  dada  pela  Lei  nº  10.  de  30.    §  1º  A  proposta  dos  órgãos  da  administração  deverá  indicar  a  causa  da  perda  prevista  e  justificar.  e    III ‐ estabeleça o limite máximo da reserva.  acrescido  do  montante  das  reservas  de  capital  de  que  trata  o  §  1º  do  artigo  182.  A  assembléia‐geral  poderá.  195.  O  estatuto  poderá  criar  reservas  desde  que.  por  proposta  dos  órgãos da administração. a constituição  da reserva.  em  exercício  futuro.   §  1o  Para  os  efeitos  deste  artigo.  deliberar  reter  parcela  do  lucro  líquido  do  exercício  prevista  em  orçamento  de  capital  por  ela  previamente aprovado.  por  proposta  dos  . 2001.      Retenção de Lucros    Art. 2001. por proposta dos  órgãos  da  administração.  2001.10.    Reservas para Contingências  Art.  salvo  no  caso  de  execução. e poderá ter a duração de até cinco  exercícios.      §  1o  O  orçamento.  248).  • § 2º com redação dada  pela  Lei  nº  10.    §  2º  A  reserva  será  revertida  no  exercício  em  que  deixarem  de  existir  as  razões  que  justificaram  a  sua  constituição ou em que ocorrer a perda.de 2007)    Retenção de Lucros    Art. a  assembléia‐geral  poderá.   II ‐ o lucro.303.    § 2º A reserva legal tem por fim assegurar a integridade  do  capital  social  e  somente  poderá  ser  utilizada  para  compensar prejuízos ou aumentar o capital.  que  poderá  ser  excluída  da  base  de  cálculo  do  dividendo  obrigatório  (inciso  I  do  caput  do  art.   I ‐ o resultado líquido positivo da equivalência patrimonial (art. destinar o excesso à constituição de reserva de  lucros a realizar.  a  diminuição  do  lucro  decorrente  de  perda  julgada  provável.    Reservas Estatutárias    Art.  com  as  razões de prudência que a recomendem.638. por proposta dos  órgãos  de  administração.  de  projeto de investimento.    II ‐ fixe os critérios para determinar a parcela anual dos  lucros líquidos que serão destinados à sua constituição.  de  30.10. (Incluído pela Lei nº 11.    Reserva de Incentivos Fiscais  (Incluído pela Lei nº 11.  de  modo  preciso  e  completo.  “b”  e  “c”.303.  por  proposta  dos  órgãos  de  administração.  A assembléia geral poderá.  a  sua  finalidade. 202.638.de 2007)    Art.  calculado  nos termos  do estatuto  ou  do art.     Reservas de Lucros a Realizar    Art.303.10. quando tiver duração superior a um exercício  social.  197.  cujo  valor  possa  ser  estimado.  2001.  196.  194. 196. A assembléia  geral  poderá.  • “Caput”  com  redação  dada  pela  Lei  nº  10.  exceder  de  30%  (trinta  por  cento) do capital social.  destinar  para  a  reserva  de  incentivos  fiscais  a  parcela  do  lucro  líquido  decorrente  de  doações  ou  subvenções  governamentais  para  investimentos. 202 desta Lei).303.  considera‐se  realizada  a  parcela do lucro líquido do exercício que exceder da soma dos  seguintes valores:  • Primitivo  parágrafo  único  renumerado  para  §  1º. fixo ou circulante.  revogadas  as  alíneas  “a”.  de  30.  No  exercício  em  que  o  montante  do  dividendo  obrigatório. 195‐A.  A  assembléia‐geral  poderá.  submetido  pelos  órgãos  da  administração  com  a  justificação  da  retenção  de  lucros  proposta. ganho ou rendimento em operações cujo prazo de  § 1º A companhia poderá deixar de constituir a reserva  legal  no  exercício  em  que  o  saldo  dessa  reserva.  para cada uma:    I  ‐  indique. destinar parte do lucro líquido  à  formação de reserva  com a  finalidade  de  compensar.    § 2o O orçamento poderá ser aprovado pela assembléia‐geral  ordinária que deliberar sobre o balanço do exercício e revisado  anualmente.  por  prazo  maior.  ultrapassar a parcela realizada do lucro líquido do exercício.

 No exercício em que o montante do dividendo  obrigatório. As reservas de capital somente poderão ser utilizadas  para:    I  ‐  absorção  de  prejuízos  que  ultrapassarem  os  lucros  acumulados e as reservas de lucros (art.303.     Limite da Constituição de Reservas e Retenção de Lucros    Art.  atingido  esse  limite.  (Redação  dada pela Lei nº 10.10.303.638." (NR)  • § 2º acrescentado pela  Lei  nº  10. 248). e (Incluído pela Lei nº 10. não  poderá  ultrapassar  o  capital  social.  (Redação  dada pela Lei nº 11.  destinar  o  excesso  à  constituição  de  reserva  de  lucros  a  realizar.303. 202).  202.  a  assembléia  deliberará  sobre a aplicação do excesso na integralização ou no aumento  do capital social.    §  2o  O  orçamento  poderá  ser  aprovado  pela  assembléia‐geral  ordinária  que  deliberar  sobre  o  balanço  do  exercício  e  revisado  anualmente.  fixo  ou  circulante.303.  194  e  a  retenção  nos  termos  do  art. 200.  submetido  pelos  órgãos  da  administração  com  a  justificação  da  retenção  de  lucros  proposta. 2001. calculado nos termos do estatuto ou do art.  ultrapassar  a  parcela  realizada  do  lucro  líquido  do  exercício. A reserva constituída com o produto da venda  de partes beneficiárias poderá ser destinada ao resgate desses  títulos.         Reservas de Capital    Art.303. de  2001)        II – o lucro.  deverá  compreender  todas  as  fontes  de  recursos  e  aplicações  de  capital.  e  poderá  ter  a  duração  de  até  5  (cinco)  exercícios.  198. ou na distribuição de dividendos.  A  destinação  dos  lucros  para  constituição  das  reservas  de  que  trata  o  art. 17.  (Redação  dada pela Lei nº 10. de 2001)        § 1o Para os efeitos deste artigo.  • Inciso  II  acrescentado  pela  Lei  nº  10.  a  assembléia‐geral  poderá.    IV ‐ incorporação ao capital social.    III ‐ resgate de partes beneficiárias.      II ‐ resgate.  cujo  prazo  de  realização  financeira  ocorra  após  o  término  do  exercício  social  seguinte.  salvo  no  caso  de  execução.  de  30. 197.     Limite do Saldo das Reservas de Lucros      Art.    Parágrafo único. § 5o). 189.  O  saldo  das  reservas  de  lucros. reembolso ou compra de ações.196  não  poderão  ser  aprovadas. de 2001)        Reserva de Lucros a Realizar    Art. serão considerados como integrantes da  reserva  os  lucros  a  realizar  de  cada  exercício  que  forem  os  primeiros a serem realizados em dinheiro.  para  efeito  do  inciso III do art. 202.  em  cada  exercício. rendimento ou ganho líquidos em operações  ou  contabilização  de  ativo  e  passivo  pelo  valor  de  mercado.  deliberar  reter  parcela  do  lucro  líquido  do  exercício  prevista  em  orçamento  de  capital por ela previamente aprovado.  de  30.    V  ‐  pagamento  de  dividendo  a  ações  preferenciais.  de  projeto  de  investimento.  quando  tiver  duração  superior  a  um  exercício  social.  por  prazo  maior. 2001.realização financeira ocorra após o término do exercício social  seguinte.  199.    §  1º  O  orçamento.de 2007)    §  2o A reserva  de  lucros a realizar somente poderá  ser  .  exceto  as  para  contingências  e de lucros a  realizar. de 2001)              I  ‐  o  resultado  líquido  positivo  da  equivalência  patrimonial (art.  em  prejuízo da distribuição do dividendo obrigatório (art. parágrafo único).   § 2o A reserva de lucros a realizar somente poderá ser utilizada  para  pagamento  do  dividendo  obrigatório  e.10.303.       órgãos  da  administração. considera‐se realizada  a  parcela  do  lucro  líquido  do  exercício  que  exceder  da  soma  dos  seguintes  valores:  (Redação  dada  pela  Lei  nº  10.  por  proposta  dos  órgãos  de  administração.  quando  essa vantagem lhes for assegurada (art.

 INCORPORAÇÃO. A transformação é a operação pela qual a sociedade  passa. 202.      CAPÍTULO XVIII  TRANSFORMAÇÃO.     Deliberação    Art.    Parágrafo único.  A  destinação  dos  lucros  para  constituição  das  reservas  de  que  trata  o  artigo  194  e  a  retenção  nos  termos  do  artigo  196  não  poderão  ser  aprovadas.  A  incorporação.  a  assembléia  deliberará  sobre  aplicação  do  excesso  na  integralização  ou  no  aumento  do    capital   social  ou  na  distribuição  de  dividendos.  até  o  pagamento  integral dos seus créditos.      Parágrafo  único.    IV ‐ incorporação ao capital social. os  direitos  dos  credores.    III ‐ resgate de partes beneficiárias.    Parágrafo único. A transformação exige o consentimento unânime dos  sócios  ou  acionistas. de 2001)      Limite  da  Constituição  de  Reservas  e  Retenção  de  Lucros    Art. Fusão e Cisão  Competência e Processo    Art.    II ‐ resgate. serão considerados  como integrantes da reserva os lucros a realizar de cada  exercício que forem os primeiros a serem realizados em  dinheiro.638. INCORPORAÇÃO. independentemente  de dissolução  e liquidação.  fusão  ou  cisão  podem  ser  operadas  entre  sociedades  de  tipos  iguais  ou  diferentes  e  deverão  ser  deliberadas na forma prevista para a alteração dos respectivos  estatutos ou contratos sociais.    § 1o Nas operações em que houver criação de sociedade serão  observadas  as  normas  reguladoras  da  constituição  das  sociedades do seu tipo.    V  ‐  pagamento  de  dividendo  a  ações  preferenciais.638.  de um  tipo para outro. de incentivos fiscais e de lucros a realizar. 220.    Limite do Saldo das Reservas de Lucro  (Redação dada pela Lei nº 11.    utilizada  para  pagamento  do  dividendo  obrigatório  e.  Os  sócios  podem  renunciar.  não  poderá  ultrapassar  o  capital  social. A reserva constituída com o produto da  venda  de  partes  beneficiárias  poderá  ser  destinada  ao  resgate desses títulos.de 2007)      Art.    Parágrafo  único.  e  somente  a  estes  beneficiará. reembolso ou compra de ações.  parágrafo único). FUSÃO E CISÃO  SEÇÃO I  Transformação  Conceito e Forma    Art.  salvo  se  prevista  no  estatuto  ou  no  contrato  social. a eles estariam sujeitos. FUSÃO E CISÃO  SEÇÃO I  . se o pedirem os titulares de  créditos  anteriores  à  transformação.  Atingindo  esse  limite.  em  cada exercício. 221. em prejuízo da distribuição do dividendo  obrigatório (artigo 202). §  5º).  (Redação  dada  pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 10.  que  continuarão. exceto as para  contingências.CAPÍTULO XVIII  TRANSFORMAÇÃO.  As  reservas  de  capital  somente  poderão  ser  utilizadas para:    I  ‐  absorção  de  prejuízos  que  ultrapassarem  os  lucros  acumulados  e  as  reservas  de  lucros  (artigo  189. no tipo  anterior.       SEÇÃO II  Incorporação. A transformação obedecerá aos preceitos que  regulam a constituição e o registro do tipo a ser adotado pela  sociedade.  caso  em  que  o  sócio  dissidente  terá  o  direito  de retirar‐se da sociedade. com as mesmas garantias que o tipo  anterior de sociedade lhes oferecia.303.         Direito dos Credores    Art. em caso algum.  A  falência  da  sociedade  transformada  somente produzirá efeitos em relação aos sócios que.  223.  O saldo das reservas de lucros.  quando essa vantagem lhes for assegurada (artigo 17. A transformação não prejudicará. 199.de 2007)    Reserva de Capital    Art.  200.  para efeito do inciso III do art.  ao  direito  de  retirada  no  caso  de  transformação  em  companhia. 222.  198.  no  contrato  social.

  ou  de  alterações  estatutárias.  Os  sócios  podem  renunciar.457.    §  2o  Os  sócios  ou  acionistas  das  sociedades  incorporadas.  de  05.   Protocolo    Art.  diretamente da companhia emissora.    Transformação  Conceito e Forma    Art. as ações que lhes couberem.§  2o  Os  sócios  ou  acionistas  das  sociedades  incorporadas. as sociedades que a sucederem serão também abertas.   II ‐ os elementos ativos e passivos que formarão cada parcela  do patrimônio.  As  condições  da  incorporação.    III  ‐  os  critérios  de  avaliação  do  patrimônio  líquido.  223.1997. de um tipo para outro. as ações que lhes  couberem.  fusão  ou  cisão  podem  ser  operadas entre sociedades de tipos iguais ou diferentes  e  deverão  ser  deliberadas  na  forma  prevista  para  a  alteração dos respectivos estatutos ou contratos sociais.    V  ‐  o  valor  do  capital  das  sociedades  a  serem  criadas  ou  do  aumento  ou  redução  do  capital  das  sociedades  que  forem  parte na operação. 137.  • §  3o  acrescentado  pela  Lei  nº  9.  e  o  tratamento  das  variações  patrimoniais posteriores.  224.  a  data  a  que  será  referida  a  avaliação.05.  contados da data da assembléia geral que aprovou a operação.  de  05.  independentemente  de  dissolução  e  liquidação.     SEÇÃO II  Incorporação.1997.  salvo  se  prevista  no  estatuto  ou  no  contrato  social.    IV  ‐  a  solução  a  ser  adotada  quanto  às  ações  ou  quotas  do  capital de uma das sociedades possuídas por outra.    Parágrafo  único.  § 4o O descumprimento do previsto no parágrafo anterior dará  ao  acionista  direito  de  retirar‐se  da  companhia.  A  transformação  é  a  operação  pela  qual  a  sociedade  passa.  diretamente  da  companhia  emissora.    Parágrafo  único. 45).  em  caso  algum.457.  no  contrato  social. no caso de cisão.  fusão  ou  cisão  com  incorporação  em  sociedade  existente  constarão  de  protocolo  firmado  pelos  órgãos  de  administração  ou  sócios  das  sociedades interessadas.    .  A  incorporação.    § 3o Se a incorporação.       Direito dos Credores    Art. promover  a  admissão  de  negociação  das  novas  ações  no  mercado  secundário. os direitos dos credores. até o  pagamento  integral  dos  seus  créditos.  • §  4o  acrescentado  pela  Lei  nº  9.  221.  observado  o  disposto nos §§ 1o e 4o do art.05.  mediante  reembolso do valor das suas ações (art.  A  falência  da  sociedade  transformada  somente  produzirá  efeitos  em  relação  aos  sócios  que.  220.  espécie  e  classe das ações que  serão  atribuídas  em substituição dos direitos de sócios que se extinguirão e os  critérios utilizados para determinar as relações de substituição. Fusão e Cisão  Competência e Processo    Art. que continuarão.  A  transformação  não  prejudicará.     Deliberação    Art. a  eles  estariam sujeitos.  se o  pedirem  os  titulares  de  créditos  anteriores  à  transformação.  devendo obter o respectivo registro e.  com  as  mesmas  garantias que o tipo anterior de sociedade lhes oferecia.    § 1o Nas operações em que houver criação de sociedade  serão observadas as normas reguladoras da constituição  das sociedades do seu tipo. nos 30 (trinta) dias  seguintes  ao  término  do  prazo  nele  referido.  caso  em  que  o  sócio  dissidente terá o direito de retirar‐se da sociedade.  fundidas  ou  cindidas  receberão.  observando as normas pertinentes baixadas pela Comissão de  Valores Mobiliários. se for o caso.    VII  ‐  todas  as  demais  condições  a  que  estiver  sujeita  a  operação.  e  somente a estes beneficiará.  no tipo anterior.  ao  direito  de  retirada  no  caso  de  transformação em companhia.  A  transformação  exige  o  consentimento  unânime  dos  sócios  ou  acionistas.  A  transformação  obedecerá  aos  preceitos que regulam a constituição e o registro do tipo  a ser adotado pela sociedade.  fundidas  ou  cindidas  receberão.    VI  ‐  o  projeto  ou  projetos  de  estatuto. fusão ou cisão envolverem companhia  aberta. que incluirá:    I ‐  o  número.  no  prazo  máximo  de  120  (cento  e  vinte)  dias.  222.      Parágrafo  único.  que  deverão  ser  aprovados  para  efetivar  a  operação.

  fusão  ou  cisão  envolverem  companhia  aberta. exceto a legal.  de  05.  • §  4o  acrescentado  pela  Lei  nº  9.        § 2o O disposto no § 1o aplicar‐se‐á aos casos de fusão. fusão e cisão somente  poderão ser efetivadas nas condições aprovadas se os peritos  nomeados  determinarem  que  o  valor  do  patrimônio  ou  patrimônios  líquidos  a  serem  vertidos  para  a  formação  de  capital  social  é. após a operação.    II  ‐  os  elementos  ativos  e  passivos  que  formarão  cada  parcela do patrimônio. e o tratamento das  variações patrimoniais posteriores. As operações de incorporação. e o interesse da companhia  na sua realização.    IV ‐ a solução a ser adotada quanto às ações ou quotas  do capital de uma das sociedades possuídas por outra.  igual  ao  montante  do  capital  a  realizar.457.     Formação do Capital      Art.  espécie  e  classe  das  ações  que  serão  atribuídas em substituição dos direitos de sócios que se  extinguirão  e  os  critérios  utilizados  para  determinar  as  relações de substituição.  de  05.  conforme  dispuser  o  protocolo  de  incorporação. no  prazo máximo de 120 (cento e vinte) dias.  As  operações  de  incorporação.   Protocolo    Art.  a  data a que será referida a avaliação.  mediante  reembolso  do  valor  das  suas  ações (art.  as  sociedades  que  a  sucederem  serão  também  abertas.  fusão  e  cisão  serão  submetidas à deliberação da assembléia geral das companhias  interessadas mediante justificação. quando  uma  das  sociedades  fundidas  for  proprietária  de  ações  ou  quotas  de  outra.  fusão  ou  cisão  com incorporação em sociedade existente constarão de  protocolo  firmado  pelos  órgãos  de  administração  ou  sócios das sociedades interessadas. que deverão ser aprovados para efetivar a  operação. 137.         §  3o Se  a  incorporação. que incluirá:    I  ‐  o  número.Parágrafo  único.  observando  as  normas  pertinentes  baixadas  pela  Comissão de Valores Mobiliários.    IV  ‐  o  valor  de  reembolso  das  ações  a  que  terão  direito  os  acionistas dissidentes.  ser  extintas. ou de alterações  estatutárias.  225. na qual serão expostos:      I ‐ os motivos ou fins da operação.05.  224. contados da  data  da  assembléia  geral  que  aprovou  a  operação.    . no caso de cisão.  ou  substituídas  por  ações  em  tesouraria  da  incorporadora.    III  ‐  os  critérios  de  avaliação  do  patrimônio  líquido.05.  §  4o  O  descumprimento  do  previsto  no  parágrafo  anterior  dará  ao  acionista  direito  de  retirar‐se  da  companhia. segundo espécies e classes  das ações.  devendo  obter  o  respectivo  registro  e.  e  de  cisão  com  incorporação. nos 30 (trinta) dias seguintes ao término  do prazo nele referido.  As  condições  da  incorporação. observado o disposto nos §§ 1o e  4o do art.1997.  promover  a  admissão  de  negociação das novas ações no mercado secundário.  Os  valores  sujeitos  a  determinação  serão  indicados por estimativa. se prevista.  • §  3o  acrescentado  pela  Lei  nº  9.  ao  menos.  até  o  limite  dos  lucros  acumulados e reservas.    V ‐ o valor do capital das sociedades a serem criadas ou  do  aumento  ou  redução  do  capital  das  sociedades  que  forem parte na operação.1997.    III ‐ a composição.    II  ‐  as  ações  que  os  acionistas  preferenciais  receberão  e  as  razões para a modificação dos seus direitos.  quando  a  companhia  que  incorporar  parcela  do  patrimônio  da  cindida  for proprietária de ações ou quotas do capital desta.             Justificação    Art.    VI ‐ o projeto ou projetos de estatuto.      §  1o  As  ações  ou  quotas  do  capital  da  sociedade  a  ser  incorporada  que  forem  de  propriedade  da  companhia  incorporadora  poderão. 226. 45).457.  se  for  o  caso. do capital das companhias que deverão emitir ações  em substituição às que se deverão extinguir.

 ser extintas.      V ‐ o montante das receitas e despesas em operações entre a  companhia e as sociedades coligadas e controladas..  225.  Os  valores  sujeitos  a  determinação  serão indicados por estimativa.     Avaliação do Investimento em Coligadas e Controladas  Art.de 2007)    Art.    IV ‐ o valor de reembolso das ações a que terão direito  os acionistas dissidentes.  No  balanço  patrimonial  da  companhia.  e  o  interesse  da  companhia na sua realização. CONTROLADORAS E CONTROLADAS    .    §  1º  As  ações  ou  quotas  do  capital  da  sociedade  a  ser  incorporada  que  forem  de  propriedade  da  companhia  incorporadora  poderão.. seu capital social e patrimônio  líquido.  As  operações  de  incorporação.  se  o  valor contábil  é igual  ou superior a quinze  por cento do  valor  do patrimônio líquido da companhia.  igual ao montante do capital a realizar.  .  quando uma das sociedades fundidas for proprietária de  ações ou quotas de outra..  do  capital  das  companhias  que  deverão emitir ações em substituição às que se deverão  extinguir...  As  operações  de  incorporação.         Justificação    Art.  os  investimentos  relevantes  (art.    Parágrafo  único.          Incorporação    .  247.  parágrafo  único)  em  sociedades  coligadas  sobre  cuja  administração  tenha  influência.  espécies  e  classes  de  ações  ou  quotas  de  propriedade  da  companhia.    III ‐ o lucro líquido do exercício.    II  ‐  o  número.  fusão  e  cisão  somente  poderão  ser  efetivadas  nas  condições  aprovadas se os peritos nomeados determinarem que o  valor  do  patrimônio  ou  patrimônios  líquidos  a  serem  vertidos para a formação de capital social é.  quando  a  companhia  que  incorporar  parcela  do  patrimônio  da  cindida  for  proprietária  de  ações  ou  quotas do capital desta. ou substituídas por ações  em tesouraria da incorporadora.. na qual  serão expostos:    I  ‐  os  motivos  ou  fins  da  operação.     Transformação..    II ‐ as ações que os acionistas preferenciais receberão e  as  razões  para  a  modificação  dos  seus  direitos.638.  e  o  preço  de  mercado  das  ações.. ao menos.. Incorporação.  indicando:    I ‐ a denominação da sociedade.  fusão  e  cisão  serão submetidas à deliberação da assembléia geral das  companhias interessadas mediante justificação.  226.  se  prevista.  248.    III ‐ a composição..  se houver. e de cisão com incorporação.    SEÇÃO IV  Demonstrações Financeiras  Notas Explicativas    Art.... segundo espécies e  classes  das  ações.    Parágrafo único. Considera‐se relevante o investimento:    a)  em  cada  sociedade  coligada  ou  controlada.247.  As  notas  explicativas  dos  investimentos  relevantes  devem  conter  informações  precisas  sobre  as  sociedades  coligadas  e  controladas  e  suas  relações  com  a  companhia.        § 2º O disposto no § 1º aplicar‐se‐á aos casos de fusão..    IV  ‐  os  créditos  e  obrigações  entre  a  companhia  e  as  sociedades coligadas e controladas.  conforme  dispuser  o protocolo  de incorporação. ou de que participe com vinte por cento ou mais do  VII  ‐ todas  as  demais  condições  a  que  estiver  sujeita  a  operação..    b)  no  conjunto  das  sociedades  coligadas  e  controladas. Fusão e Cisão  (Redação dada pela Lei nº 11.      CAPÍTULO XX  SOCIEDADES COLIGADAS. após a operação. até o limite dos lucros  acumulados e reservas. exceto a legal..  se  o  valor  contábil  é  igual  ou  superior  a  dez  por  cento  do  valor  do  patrimônio líquido da companhia.

.    Parágrafo único.de 2007)    Incorporação    . 250.  e  o  preço  de  mercado  das  ações. os ativos e passivos da  sociedade a ser incorporada ou decorrente de fusão ou  cisão  serão  contabilizados  pelo  seu  valor  de  mercado.. antes da data do balanço da companhia.  seu  capital  social  e  patrimônio líquido. no valor de  patrimônio  líquido  não  serão  computados  os  resultados  não  realizados decorrentes de negócios com a companhia. ou com  outras  sociedades  coligadas  à  companhia.  ou  por  ela  controladas..  somente será registrada como resultado do exercício:    a)  se  decorrer  de  lucro  ou  prejuízo  apurado  na  coligada  ou  controlada.    §  1o  Para  efeito  de  determinar  a  relevância  do  investimento.638.    CAPÍTULO XX  SOCIEDADES COLIGADAS. serão computados como parte do curso  de  aquisição  os  saldos  de  créditos  da  companhia  contra  as  coligadas e controladas.    Parágrafo  único..      II  ‐  o  valor  do  investimento  será  determinado  mediante  a  aplicação. espécies e classes das ações ou quotas de  propriedade  da  companhia..      V  ‐  o  montante  das  receitas  e  despesas  em  operações  entre  a  companhia  e  as  sociedades  coligadas  e  controladas.  e  o  custo  de  aquisição  corrigido  monetariamente.  se o valor contábil é igual ou superior a 15% (quinze por  cento) do valor do patrimônio líquido da companhia.  comprovadamente.  realizadas  entre  partes  independentes  e  vinculadas  à  efetiva transferência de controle.      III ‐ a diferença entre o valor do investimento.    II ‐ o número.  sobre  o  valor  de  patrimônio  líquido  referido  no  número  anterior.  de  acordo com  as seguintes  normas:        I ‐ o valor do patrimônio líquido da coligada ou da controlada  será  determinado  com  base  em  balanço  patrimonial  ou  balancete  de  verificação  levantado.  249.  no  máximo.  247..    ..     Demonstrações Consolidadas    Art.  na  mesma  data. se o valor  contábil  é  igual  ou  superior  a  10%  (dez  por  cento)  do  valor do patrimônio líquido da companhia.  serão  avaliados  pelo valor  de  patrimônio líquido.  com  observância  das  normas  desta  lei....  demonstrações consolidadas nos termos do art. Considera‐se relevante o investimento:    a) em cada sociedade coligada ou controlada..  A  companhia  aberta  que  tiver  mais  de  trinta  por  cento  do  valor  do  seu  patrimônio  líquido  representado  por  investimentos  em  sociedades  controladas  deverá  elaborar  e  divulgar..      SEÇÃO IV  Demonstrações Financeiras  Notas Explicativas            Art.  nos casos deste artigo. deverá elaborar e fornecer o balanço ou balancete  de verificação previsto no número I.  sempre  que  solicitada  pela  companhia..    III ‐ o lucro líquido do exercício.    b)  se  corresponder..  e  em  sociedades  controladas. CONTROLADORAS E  CONTROLADAS    . de acordo com o  número  II.  As  notas  explicativas  dos  investimentos  relevantes devem conter informações precisas sobre as  sociedades coligadas e controladas e suas relações com  a companhia.     c) no caso de companhia aberta.  juntamente  com  suas  demonstrações  financeiras. com observância das normas  expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários..    b)  no  conjunto  das  sociedades  coligadas  e  controladas.  da  porcentagem  de  participação  no  capital  da coligada ou controlada.  a  ganhos  ou  perdas  efetivos.    IV  ‐  os  créditos  e  obrigações  entre  a  companhia  e  as  sociedades coligadas e controladas.  (Incluído pela Lei nº 11. se houver..  ou  até  sessenta  dias.    §  2o  A  sociedade  coligada.capital  social. indicando:    I  ‐  a  denominação  da  sociedade.  A  Comissão  de  Valores  Mobiliários  poderá  expedir  normas  sobre  as  sociedades  cujas  demonstrações  §  3o    Nas  operações  referidas  no  caput  deste  artigo.

     Avaliação do Investimento em Coligadas e Controladas Art.  na  mesma  data.    §  1º  Para  efeito  de  determinar  a  relevância  do  investimento. deverá ser  mantida  no  ativo  permanente.  sempre  que  solicitada  pela  companhia.    Demonstrações Consolidadas    Art.  cujo  exercício social termine mais de sessenta dias antes da data do  encerramento  do  exercício  da  companhia.  de  acordo  com  as  seguintes  normas:  (Redação  dada  pela  Lei nº 11.457.  elaborarão.  §  2o  A  parcela  do  custo  de  aquisição  do  investimento  em  controlada.  ou  por  ela  controladas.  248.  Das  demonstrações  financeiras  consolidadas  serão  excluídas:    I ‐ as participações de uma sociedade em outra.  ou  com  outras  sociedades  coligadas  à  companhia.  a  ganhos  ou  perdas efetivos.    §  2º  A  sociedade  coligada.  em  controladas e em outras sociedades que façam parte de  um mesmo grupo ou estejam sob controle comum serão  avaliados  pelo  método  da  equivalência  patrimonial. e:    a)  determinar  a  inclusão  de  sociedades  que.      §  4o  Para  fins  deste  artigo.  demonstrações  financeiras  extraordinárias em data compreendida nesse prazo. serão computados  como parte do custo de aquisição os saldos de créditos  da companhia contra as coligadas e controladas.  antes  da  data  do  balanço  da  companhia.  no  valor  de  patrimônio  líquido  não  serão  computados  os  resultados  não  realizados  decorrentes  de  negócios  com  a  companhia.  com  dedução  da  provisão  adequada para perdas já comprovadas.  com  observância  das  normas  expedidas  pela  Comissão  de  Valores  Mobiliários. da porcentagem de participação no  capital da coligada ou controlada. que não for absorvida na consolidação.    §  1o  A  participação  dos  acionistas  não  controladores  no  patrimônio  líquido  e  no  lucro  do  exercício  será  destacada.  A  companhia  aberta  que  tiver  mais  de  30%  .  de  05. com  observância  das  normas  desta  Lei.      III ‐ a diferença entre o valor do investimento.  ainda  não  realizados. de negócios entre as sociedades.  no  máximo.  • § 1o com redação dada  pela  Lei  nº  9.      b)  autorizar.638.     Normas sobre Consolidação  Art.  e  o  custo  de  aquisição  corrigido  monetariamente.  os  investimentos  em  coligadas  sobre  cuja  administração  tenha  influência  significativa.  a  exclusão  de  uma  ou  mais  sociedades controladas. nos casos deste artigo.  249.  em  casos  especiais.  com  observância  das  normas  desta  lei.1997.  as  sociedades  controladas.05.  no  balanço  patrimonial  e  na  demonstração  do resultado do exercício.de 2007)    I  ‐  o  valor  do  patrimônio  líquido  da  coligada  ou  da  controlada  será  determinado  com  base  em  balanço  patrimonial ou balancete de verificação levantado.    No  balanço  patrimonial  da  companhia.  250.    III  ‐  as  parcelas  dos  resultados  do  exercício.  respectivamente.    II ‐ o valor do investimento será determinado mediante  a aplicação. e será objeto de nota  explicativa.devam ser abrangidas na consolidação.  comprovadamente.  dos  lucros  ou  prejuízos  acumulados  e  do  custo  de  estoques  ou  do  ativo  permanente  que  corresponderem  a  resultados.  deverá  elaborar  e  fornecer  o  balanço  ou  balancete de verificação previsto no número I.    § 3o O valor da participação que exceder do custo de aquisição  constituirá  parcela  destacada  dos  resultados  de  exercícios  futuros  até  que  fique  comprovada  a  existência  de  ganho  efetivo.    b)  se  corresponder.    c)  no  caso  de  companhia  aberta. de acordo  com  o  número  II.  ou  de  que  participe  com  20%  (vinte  por  cento)  ou  mais  do  capital  votante. sobre o valor de patrimônio líquido referido  no número anterior.  somente  será  registrada  como  resultado do exercício:    a) se decorrer de lucro ou prejuízo apurado na coligada  ou controlada.    II ‐ os saldos de quaisquer contas entre sociedades.  embora  não  controladas.  sejam  financeira  ou  administrativamente  dependentes da companhia.  ou  até  60  (sessenta)  dias.

  (Redação  dada pela Lei nº 9. juntamente com  suas  demonstrações  financeiras.  250.  elaborarão.    §  3º  O  valor  da  participação  que  exceder  do  custo  de  aquisição  constituirá  parcela  destacada  dos  resultados  de  exercícios  futuros  até  que  fique  comprovada  a  existência de ganho efetivo.  no  balanço  patrimonial  e  na  demonstração  do  resultado  do  exercício.  ainda não realizados.  deverá ser mantida no ativo permanente.  e:    a) determinar a inclusão de sociedades que.  em  casos  especiais.    II ‐ os saldos de quaisquer contas entre as sociedades.  respectivamente.(trinta  por  cento)  do  valor  do  seu  patrimônio  líquido  representado  por  investimentos  em  sociedades  controladas deverá elaborar e divulgar. de negócios entre as sociedades.457.  que  não  for  absorvida  na  consolidação.    § 1º A participação dos acionistas não controladores no  patrimônio  líquido  e  no  lucro  do  exercício  será  destacada.    §  4º  Para  fins  deste  artigo.    III  ‐  as  parcelas  dos  resultados  do  exercício.  A  Comissão  de  Valores  Mobiliários  poderá  expedir  normas  sobre  as  sociedades  cujas  demonstrações  devam  ser  abrangidas  na  consolidação. de 1997)    §  2º  A  parcela  do  custo  de  aquisição  do  investimento  em  controlada.      b)  autorizar.  com  observância  das  normas  desta Lei.    Parágrafo  único.  cujo exercício social termine mais de 60 (sessenta) dias  antes  da  data  do  encerramento  do  exercício  da  companhia.  Das  demonstrações  financeiras  consolidadas  serão excluídas:    I ‐ as participações de uma sociedade em outra.  .  sejam  financeira  ou  administrativamente  dependentes da companhia. com dedução  da  provisão  adequada  para  perdas  já  comprovadas.  a  exclusão  de  uma  ou  mais sociedades controladas.  demonstrações  consolidadas nos termos do artigo 250. embora não  controladas.  as  sociedades  controladas.  dos  lucros  ou prejuízos acumulados e do custo de estoques ou do  ativo  permanente  que  corresponderem  a  resultados.  e  será objeto de nota explicativa.    Normas sobre Consolidação  Art. demonstrações financeiras extraordinárias em  data compreendida nesse prazo.