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"Dissemina os documentos digitais de interesse da atividade legislativa e da sociedade.”
ADICIONAL DE ATIVIDADES PENOSAS
Maria Auxiliadora da Silva
2005
E8TUDO
Câmara dos Deputados
Praça 3 Poderes
Consultoria Legislativa
Anexo III - Térreo
Brasília - DF
AD¡C¡ONAL DE AT¡V¡DADE8 PENO8A8 AD¡C¡ONAL DE AT¡V¡DADE8 PENO8A8 AD¡C¡ONAL DE AT¡V¡DADE8 PENO8A8 AD¡C¡ONAL DE AT¡V¡DADE8 PENO8A8
Maria Auxiliadora da Silva
Consultora Legislativa da Área V
Direito do Trabalho e Processual do Trabalho
E8TUDO
8ETEMBRO/2005
2
8UMAR¡O
I - IN1RODU(AO...........................................................................................................................................3
II - BRLVL lIS1ÓRICO...............................................................................................................................4
III - RAZOLS DA IN1RODU(AO DO ADICIONAL DL A1IVIDADLS PLNOSAS NA
COMISSAO DL SIS1LMA1IZA(AO L NA ASSLMBLLIA NACIONAL CONS1I1UIN1L.......5
IV - CONCLI1UA(AO L CARAC1LRIZA(AO DAS A1IVIDADLS PLNOSAS..........................6
V -CONCLI1UA(AO L CARAC1LRIZA(AO DO ADICIONAL DL A1IVIDADLS
PLNOSAS VLRIlICADAS NOS PROJL1OS DL LLI LM 1RAMI1A(AO L NOS ACORDOS
L CONVLN(OLS COLL1IVAS DO 1RABALlO.................................................................................9
VI - CONCLUSAO .........................................................................................................................................12
VII - BIBLIOGRAlIA...................................................................................................................................13
© 2005 Camara dos Deputados.
1odos os direitos reser·ados. Lste trabalho podera ser reproduzido ou transmitido na íntegra, desde que
citadas a autora e a Consultoria Legislati·a da Camara dos Deputados. Sao ·edadas a ·enda, a reproduçao
parcial e a traduçao, sem autorizaçao pré·ia por escrito da Camara dos Deputados.
Lste trabalho é de inteira responsabilidade de sua autora, nao representando necessariamente a opiniao da
Camara dos Deputados.
3
AD¡C¡ONAL DE AT¡V¡DADE8 PENO8A8 AD¡C¡ONAL DE AT¡V¡DADE8 PENO8A8 AD¡C¡ONAL DE AT¡V¡DADE8 PENO8A8 AD¡C¡ONAL DE AT¡V¡DADE8 PENO8A8
Maria Auxiliadora da Silva
I ÷ IN1RODUÇÂO
A Constituiçao de 1988 trouxe inúmeras no·idades relati·as a legislaçao
trabalhista, inseridas no art. ¯°, que dispoe sobre os direitos dos trabalhadores urbanos e rurais.
Uma delas é o adicional de remuneraçao para as ati·idades penosas.
1oda·ia, apesar de constar no texto constitucional, a pre·isao do
adicional de ati·idades penosas nao é no·idade no ordenamento jurídico brasileiro. A Lei n.°
3.80¯, de 26 de agosto de 1960, ao instituir as aposentadorias especiais para os trabalhos penosos,
insalubres e perigosos, dispos sobre o adicional de penosidade, além de outros diplomas legais
posteriores que trataram da matéria, todos re·ogados.
Atualmente, o adicional de ati·idades penosas esta restrito a Lei n.°
8.112, de 11 de dezembro de 1990, que institui o Regime Jurídico dos Ser·idores Públicos Ci·is
da Uniao.
Lmbora esteja pre·isto na Constituiçao da República, o direito ao
adicional de ati·idades penosas nao é auto-aplica·el, pois depende de lei que o regulamente.
Nesse sentido, durante 1¯ anos, íoram apresentados ·arios projetos com esse objeti·o sem,
contudo, alcançarem êxito pela enorme diíiculdade de se caracterizar e conceituar as ati·idades
penosas em ·ista do carater e·identemente subjeti·o do instituto.
Lntretanto a íalta de regulamentaçao nao tem impedido que o adicional
de ati·idades penosas seja concedido aos trabalhadores por meio de acordos e con·ençoes
coleti·as de trabalho.
Lsse estudo íara um bre·e histórico do adicional de ati·idades penosas,
resgatara o moti·o pelo qual o legislador constituinte pretendeu torna-lo direito social,
apresentara alguns conceitos doutrinarios, bem como mostrara as di·ersas caracterizaçoes dessas
ati·idades, ·eriíicadas nos projetos de lei em tramitaçao nesta Casa e nos acordos e con·ençoes
coleti·as do trabalho.
4
II ÷ BRLVL HIS1ÓRICO
O conceito de trabalho penoso te·e início com a Lei n.° 3.80¯, de 26 de
agosto de 1960, que dispunha sobre a Lei Organica da Pre·idência Social. Lis o que pre·ia a lei
quanto as ati·idades penosas:
.rt ²1. . a¡o.evtaaoria e.¡eciat .era covceaiaa ao .egvraao qve, covtavao vo vívivo :0
;civqvevta ) avo. ae iaaae e 1: ;qviv¸e) avo. ae covtribviçoe. tevba trabatbaao avravte 1:
;qviv¸e), 20 ;rivte) ov 2: ;rivte e civco) avo. ¡eto vevo., covforve a atiriaaae ¡rofi..iovat,
ev .erriço., qve, ¡ara ê..e efeito, forev cov.iaeraao. ¡evo.o., iv.atvbre. ov ¡erigo.o., ¡or
Decreto ao Poaer í·ecvtiro.
A aposentadoria especial, pre·ista na reíerida lei, íoi regulamentada pelo
Decreto n.° 53.831, de 15 de março de 1964, nos seguintes termos:
.rt. 1´ . .¡o.evtaaoria í.¡eciat, a qve .e refere o art. ²1 aa íei ².º0¨, ae 2ó ae agõ.to
ae 1·ó0, .era covceaiaa ao .egvraao qve e·erça ov tevba e·erciao atiriaaae ¡rofi..iovat ev
.erriço. cov.iaeraao. iv.atvbre., ¡erigo.o. ov ¡evo.o. vo. têrvo. aê.te aecreto.
.rt. 2´ Para o. efeito. aa covce..ao aa .¡o.evtaaoria í.¡eciat, .erao cov.iaeraao. .erriço.
iv.atvbre., ¡erigo.o. ov ¡evo.o., o. cov.tavte. ao Qvaaro .ve·o ev qve .e e.tabetece tavbev
a corre.¡ovaêvcia cov o. ¡ra¸o. referiao vo art. ²1 aa citaaa íei.
No reíerido quadro, anexo ao decreto, constam as seguintes ati·idades
consideradas penosas:
1rabalhos permanentes no subsolo em operaçoes de corte, íuraçao,
desmonte e carregamento nas írentes de trabalho ,essas ati·idades
eram classiíicadas também como insalubres e perigosas,,
1rabalhos permanentes em locais de subsolo aíastados das írentes de
trabalho, galerias, rampas, poços, depósitos etc ,também classiíicados
como insalubres,,
Proíissoes de motorneiros e condutores de bondes, motoristas e
cobradores de onibus, motoristas e ajudantes de caminhao,
Proíessores.
A Lei n.° 3.80¯, de 1960, íoi re·ogada pelo Decreto n.° 62.¯55, de 22 de
maio de 1965.
Outro diploma legal a pre·er a penosidade íoi a Lei n.° ¯.850, de 23 de
outubro de 1989, que Considera penosa, para eíeito de concessao de aposentadoria especial aos
25 anos de ser·iço, a ati·idade proíissional de teleíonista`, sendo posteriormente re·ogada pela
5
Lei n.° 9.528, de 10 de dezembro de 199¯, que Altera dispositi·os das Leis n°s 8.212 e 8.213,
ambas de 24 de julho de 1991, e da outras pro·idências`.
Atualmente, a Lei n.° 8.112, de 11 de dezembro de 1990, que Dispoe
sobre o regime jurídico dos ser·idores públicos ci·is da Uniao, das autarquias e das íundaçoes
públicas íederais`, assim pre·ê o adicional de ati·idade penosa:
.rt. ¨1. O aaiciovat ae atiriaaae ¡evo.a .era aeriao ao. .erriaore. ev e·ercício ev ¸ova.
ae frovteira ov ev tocatiaaae. cv;a. covaiçoe. ae riaa o ;v.tifiqvev, vo. tervo., covaiçoe. e
tivite. fi·aao. ev regvtavevto.
III ÷ RAZÔLS DA IN1RODUÇÂO DO ADICIONAL DL A1IVIDADLS PLNOSAS
NA COMISSÂO DL SIS1LMA1IZAÇÂO L NA ASSLMBLLIA NACIONAL
CONS1I1UIN1L
O adicional de ati·idades penosas, tal qual esta pre·isto na Constituiçao
lederal, te·e origem nos trabalhos na Comissao de Sistematizaçao ,Projeto de setembro de 198¯,
no inciso XIX do art. 6°,. Nessa oportunidade, o Deputado Ubiratan Spinelli apresentou emenda
ao projeto para suprir o termo penosas`, entendendo que seria muito diíícil conceituar tais
ati·idades, dado seu carater subjeti·o. O Relator da Comissao, Deputado Bernardo Cabral,
rejeitou a emenda ao alegar, mesmo reconhecendo a diíiculdade de caracterizar tais ati·idades,
que a manutençao dessa pala·ra é indispensa·el, porque, sem ela, deixaremos de contemplar as
ati·idades desgastantes.`
Porém, no Projeto de Constituiçao, le·ado a apro·açao da Assembléia
Nacional Constituinte, o adicional de ati·idades penosas nao íoi contemplado, razao pelo qual,
nas ·otaçoes íinais, o Deputado Nelson Aguiar, apresentou o Requerimento n.° 2.214, de
destaque, para a apro·açao da pala·ra penosas` do inciso XX do art. ¯°, do projeto de
Constituiçao para aditamento ao inciso XX, do art. 8°, da Lmenda Substituti·a n.° 22.038-1.
O autor do destaque requereu que íosse incluída, coníorme consta·a do
Projeto da Comissao de Sistematizaçao, a pala·ra penosas`. No seu entender, se pre·alecesse o
adicional de remuneraçao no texto constitucional, seria apenas para as ati·idades insalubres e
perigosas. O destaque tinha, assim, o objeti·o de restabelecer o texto da Comissao, estendendo
esse adicional também para as ati·idades penosas.
Lis a justiíicaçao do destaque apresentado pelo autor no Plenario da
Camara dos Deputados.
6
O ´R. ^íí´O^ .C|í.R ;PMDß·í´) - ´r. Pre.iaevte, ´ra.. e ´r.. Cov.titvivte.,
e eriaevte qve o. trabatbaaore. vao .e rêv .vbvetiao. a¡eva. a. atiriaaae. ¡erigo.a.,
¡rivci¡atvevte qvavao .e trata ao trabatbaaor vevor.
^a ´vbcovi..ao aa íavítia, Mevor e íao.o., qve ¡re.iaivo., ovrivo. vv aravatico
ae¡oivevto aa ´ecretaria ao Mevor ae ´ao Pavto, .taa Marcavtõvio, qve, ev aocvvevto,
vo. fe¸ vv a¡eto vo .evtiao ae qve ¡roriaevcia..evo. vva forva cov.titvciovat ae cotocar o
trabatbaaor bra.iteiro, ¡rivci¡atvevte a criavça, ao abrigo ae vva ¡roteçao tegat, a fiv ae
eritar qve e.tire..ev ete. e·¡o.to. a açao ao. trabatbo. ¡erigo.o. e ¡evo.o.. De voao qve faço
e..a .oticitaçao, cov vvito carivbo, ae¡oi. ae vvito e.tvao. .gora e.tov fa¸evao e.te a¡eto vo
.evtiao ae qve acre.cevtev e..e tervo, ¡orqve ete garavtira ao trabatbaaor vva ¡roteçao
e.¡eciat.
Percebe-se, assim, pelo resgate dos debates tra·ados no ambito da
Assembléia Nacional Constituinte, que nao hou·e propriamente uma justiíicaçao jurídica para a
inclusao do termo penosas` no texto constitucional, na medida em que o Legislador
Constituinte íoi moti·ado pela ocorrência de um íato, diíerentemente do que se deu nos estudos
da Comissao de Sistematizaçao.
IV ÷ CONCLI1UAÇÂO L CARAC1LRIZAÇÂO DAS A1IVIDADLS PLNOSAS
Após a promulgaçao da Constituiçao lederal, tornou-se premente para
os doutrinadores e estudiosos no assunto a busca pela caracterizaçao ou conceituaçao das
ati·idades penosas. Para isso, ·em sendo adotados dois métodos: o da conceituaçao
propriamente dita, tal qual pre·ista na CL1 para as ati·idades insalubres ou perigosas, e o da
enumeraçao das ati·idades.
Cretella Júnior citado por Oli·eira ,2002 a, p.186,, assim conceitua a
ati·idade penosa:
Pevo.o e o trabatbo acerbo, aravo, avargo, aifícit, vote.to, trabatbo.o, ivcõvoao, taborio.o,
aotoro.o, rvae. ;...) Pevo.a. .ao, evtre ovtra., a. atiriaaae. ae a;v.te e rea;v.te ae a¡aretbo. ae
atta ¡reci.ao ;vicro.có¡io., raaio., retógio., teteri.ore., cov¡vtaaore., ríaeo., forvo. ae
vicroovaa., refrigeraaore.), ¡ivtvra. arte.avai. ae teciao. e ra.o., ev ivav.tria., boraaao.
vicro.có¡io., re.tavraçao ae qvaaro., ae e.cvttvra., aavificaaa. ¡eto tev¡o, ¡or ¡e..oa. ov
¡eto veio avbievte, ta¡iaaçao, ti¡ografia fiva, graraçoe., reri.ao ae ;orvai., reri.ta., teciao.,
iv¡re..o.. 1oao e..e ti¡o ae atiriaaae vao e ¡erigo.a, vev iv.atvbre, va. ¡evo.a, e·igivao
atevçao cov.tavte e rigitãvcia aciva ao covvv.
Oli·eira ,2002 b, p. 186 e 18¯, também cita Leny Sato, psicóloga e
estudiosa da saúde do trabalhador, que assim enumera as ati·idades penosas:
7
í.forço fí.ico ivtev.o vo teravtavevto, trav.¡orte, vorivevtaçao, carga e ae.carga ae
ob;eto., vateriai., ¡roavto. e ¡eça.;
Po.tvra. ivcõvoaa., ricio.a. e fatigavte.;
í.forço. re¡etitiro.;
.ttervãvcia ae borario. ae .ovo e rirgítia ov ae ativevtaçao;
|titi¸açao ae eqvi¡avevto. ae ¡roteçao ivairiavat qve iv¡eçav o ¡tevo e·ercício ae
fvvçoe. fi.iotógica., covo tato, avaiçao, re.¡iraçao, ri.ao, atevçao, qve tere a .obrecarga
fí.ica e vevtat;
í·ce..ira atevçao ov covcevtraçao;
Covtato cov o ¡vbtico qve acarrete ae.ga.te ¡.íqvico;
.tevaivevto aireto ae ¡e..oa. ev atiriaaae. ae ¡riveiro. .ocorro., tratavevto e
reabititaçao qve acarretev ae.ga.te ¡.íqvico;
1rabatbo aireto cov ¡e..oa. ev atiriaaae. ae atevçao, ae.evrotrivevto e eavcaçao qve
acarretev ae.ga.te ¡.íqvico e fí.ico;
Covfivavevto ov i.otavevto;
Covtavto aireito cov .vb.tãvcia., ob;eto. ov .itvaçoe. re¡vgvavte. e caaarere. bvvavo. e
avivai.,
1rabatbo aireto va ca¡tvra e .acrifício ae avivai..
Segundo a estudiosa, essas condiçoes de trabalho têm em comum o íato
de exigirem esíorço íísico e,ou mental, pro·ocarem incomodo, soírimento ou desgaste da saúde.
Llas podem pro·ocar problemas de saúde que nao sao necessariamente doenças.
Nesse sentido, tem-se, ainda, o trabalho penoso como aquele relacionado
as inadequaçoes, as condiçoes íísicas e psicoíísicas dos trabalhadores, de seu ambiente de
trabalho, abrangendo este o mobiliario, a organizaçao ,Pitta, 1994,
1
.
Magano ,1998,
2
entende que ati·idades penosas sao as geradoras de
desconíorto íísico ou psicológico, superior ao decorrente do trabalho normal.

1
Deíiniçao extraída do artigo Insalubridade, Penosidade e Lrgonomia` - www.isegnet.com.br,1colunistas.asp.
Acesso em agosto de 2005. Bibliograíia citada: Pitta, Ana, lospital, dor e Morte como oíício - Ld. lucitec, 1994.
2 MAGANO, Octa·io Bueno. ABC do direito do trabalho. Sao Paulo: Re·ista dos 1ribunais, 1998. p. 54.
8
Percebe-se que, muitas dessas ati·idades, bem como os conceitos
expostos, guardam bastante similitude com as ati·idades hoje consideradas como insalubres.
Outras, por seu turno, estao relacionadas na Norma Regulamentadora
3
,NR, 1¯ - Lrgonomia, a
saber:
^R 1¨ · írgovovia
1¨.1. í.ta ^orva Regvtavevtaaora ri.a a e.tabetecer ¡arãvetro. qve ¡ervitav a
aaa¡taçao aa. covaiçoe. ae trabatbo a. caracterí.tica. ¡.icofi.iotógica. ao. trabatbaaore., ae
voao a ¡ro¡orciovar vv va·ivo ae covforto, .egvravça e ae.ev¡evbo eficievte.
1¨.1.1. .. covaiçoe. ae trabatbo ivctvev a.¡ecto. retaciovaao. ao teravtavevto, trav.¡orte e
ae.carga ae vateriai., ao vobitiario, ao. eqvi¡avevto. e a. covaiçoe. avbievtai. ao ¡o.to ae
trabatbo, e a ¡ró¡ria orgavi¸açao ao trabatbo.
1¨.1.2. Para aratiar a aaa¡taçao aa. covaiçoe. ae trabatbo a. caracterí.tica. ¡.icofi.iotógica.
ao. trabatbaaore., cabe ao ev¡regaaor reati¸ar a avati.e ergovõvica ao trabatbo, aerevao a
ve.va aboraar, vo vívivo, a. covaiçoe. ae trabatbo, covforve e.tabeteciao ve.ta ^orva
Regvtavevtaaora.
Lssa NR nao pre·ê o pagamento de adicional para quem exerça
ati·idades como: le·antamento, transporte e descarga indi·idual de materiais, trabalho executado
na posiçao sentada, leitura de documentos para digitaçao, datilograíia ou mecanograíia, solicitaçao
intelectual e atençao constantes, tais como: salas de controle, laboratórios, escritórios, salas de
desen·ol·imento ou analise de projetos, dentre outros, trabalhos que exijam sobrecarga muscular
estatica ou dinamica do pescoço, ombros, dorso e membros superiores e iníeriores, bem como
atençao constante para o processamento eletronico de dados. Pelo contrario, tenta-se adequar o
local ou as condiçoes de trabalho ao disposto na NR, a íim de preser·ar a saúde do trabalhador,
pois tem-se que, no pagamento de adicional, a situaçao de desconíorto do trabalhador permanece
em troca da indenizaçao pecuniaria.
Lssa NR esta em consonancia com a mais moderna doutrina de
pre·ençao dos riscos do trabalho que procura tornar o ambiente de trabalho o mais coníorta·el
possí·el em detrimento do pagamento de adicionais, que contribuem e muito para o surgimento
de doenças ocupacionais, bem como de acidentes do trabalho.
Modernamente, deíende-se que o pagamento de adicionais de·e ser o
último recurso a ser utilizado, quando nao íor possí·el a eliminaçao ou a neutralizaçao do agente
agressi·o a saúde e a segurança do trabalhador, por meio da adoçao de medidas que conser·em o

3
O art. 155 da CL1 dispoe que incumbe ao órgao de ambito nacional competente em matéria de segurança e
medicina do trabalho estabelecer, nos limites de sua competência, normas sobre a aplicaçao dos preceitos de
segurança e medicina do trabalho.
9
ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerancia. Para isso, é muito importante o estudo da
Lrgonomia, cujo conhecimento proporciona instrumentos técnicos necessarios a inter·ençao no
meio ambiente de trabalho ·isando a pre·ençao de doenças ocupacionais e de acidentes de
trabalho.
Ademais, percebe-se que se torna necessario, em determinados setores
economicos, cujas ati·idades exijam trabalhos repetiti·os, ritmo intenso e inadequado, ausência de
pausas, pressao psicológica, posturas incorretas, uma analise mais detalhada das condiçoes de
trabalho e nao apenas a adoçao de medidas pontuais. Dependendo do resultado dessa analise, ha
de ser transíormado todo o processo produti·o, a íim de que sejam alcançados os resultados
desejados, tornando o meio ambiente de trabalho o mais adequado possí·el para o exercício das
ati·idades laborais.
V ÷CONCLI1UAÇÂO L CARAC1LRIZAÇÂO DO ADICIONAL DL A1IVIDADLS
PLNOSAS VLRIIICADAS NOS PROJL1OS DL LLI LM 1RAMI1AÇÂO L NOS
ACORDOS L CONVLNÇÔLS COLL1IVAS DO 1RABALHO
loje tramitam nesta Casa os seguintes projetos de lei dispondo sobre as
ati·idades penosas:
1, PL n.° 1.015, de 1988, de autoria do entao Deputado Paulo Paim ,hoje Senador da República,,
que Dispoe sobre o adicional de remuneraçao para as ati·idades penosas.`
O projeto de lei, que tem mais quatro proposiçoes anexadas, íoi
apensado ao PL n.° 1.003, de 1988, do próprio entao Deputado Paulo Paim, que, por sua ·ez, esta
no Plenario, pronto para a Ordem do Dia desde dezembro de 199¯.
O art. 1° do PL 1.015, de 1988, estabelece que serao consideradas
ati·idades penosas aquelas que, por sua natureza, condiçoes ou métodos de trabalho, exijam dos
empregados esíorço e condicionamento íísicos, concentraçao excessi·a, atençao permanente,
isolamento e imutabilidade da tareía desempenhada em ní·eis acima dos limites de tolerancia
íixados em razao da natureza e da intensidade do trabalho a que estao submetidos.
Ja o art. 2° da proposiçao assegura ao empregado que exerce trabalho em
condiçoes penosas a percepçao de um adicional de 30° sobre o seu salario.
2, PL n.° ¯.083, de 2002, de autoria do entao Deputado Paulo Paim ,hoje Senador da República,,
que Disciplina a jornada de trabalho e concede adicional de penosidade, aposentadoria especial e
seguro obrigatório aos motoristas e cobradores de transporte coleti·os urbanos`.
O reíerido projeto íoi apensado ao PL n.° 113, de 1988, que esta, no
Plenario, pronto para a Ordem do Dia, desde dezembro de 1995.
10
O art. 3° da proposiçao determina que o exercício das ati·idades de
motorista e cobradores de transporte coleti·os urbanos assegura a percepçao de adicional de
penosidade correspondente a, no mínimo, 30° do salario eíeti·amente estabelecido. O paragraío
único do artigo estabelece que ati·idades penosas sao aquelas que, por sua natureza, condiçoes ou
métodos de trabalho, expoem os empregados a condiçoes de estresse e soírimento íísico e
mental.
Quanto aos acordos e con·ençoes coleti·as de trabalho, assim tem sido
tratada a questao da concessao do adicional de penosidade:
1, 1rabalho - Lletrosul - 2003,2004 - Acordo coletivo de trabalho que entre si íirmam, de um
lado, Lmpresa 1ransmissora de Lnergia Llétrica do Sul do Brasil S.A. - LLL1ROSUL, e de outro
lado o Sindicato dos 1rabalhadores na Indústria de Lnergia Llétrica de llorianópolis, Sindicato
dos 1rabalhadores na Indústria de Lnergia Llétrica do Sul de Santa Catarina, Sindicato dos
1rabalhadores Lletricitarios do Vale do Itajaí, Sindicato dos Lletricitarios do Norte de Santa
Catarina, Sindicato dos 1rabalhadores nas Indústrias de Lnergia Llétrica de Lages, Sindicato dos
1rabalhadores nas Lmpresas Geradoras, ou Distribuidoras, ou 1ransmissoras, ou Aíins de
Lnergia Llétrica no Lstado do Rio Grande do Sul, entre outros sindicatos proíissionais.
.............................................................................................
Ctav.vta Qvivta - .DíCíO^.í Dí Pí^O´íD.Dí
. ííí1RO´|í covtivvara a¡ticavao o ¡ercevtvat ae 2º a títvto ae .aiciovat ae
Pevo.iaaae, ate a regvtavevtaçao ao .rtigo ¨´, ívci.o ``ííí aa Cov.titviçao íeaerat.
2, Acordo Coleti·o de 1rabalho 2003,2004 - Acordo Coletivo de 1rabalho que entre si íazem,
de um lado a Companhia Lnergética de Minas Gerais - CLMIG ou empresa, e de outro a
lederaçao dos 1rabalhadores nas Indústrias Urbanas no Lstado de Minas Gerais, o Sindicato
Intermunicipal dos 1rabalhadores na Indústria Lnergética de Minas Gerais, o Sindicato dos
Lletricitarios do Sul de Minas Gerais, o Sindicato dos 1rabalhadores na Indústria da Lnergia
Llétrica de Santos Dumont, o Sindicato dos 1rabalhadores na Indústria da Lnergia Llétrica de
Juiz de lora, o Sindicato de Lngenheiros no Lstado de Minas Gerais, o Sindicato dos
Administradores no Lstado de Minas Gerais, o Sindicato dos 1écnicos Industriais de Minas
Gerais e o Sindicato das Secretarias do Lstado de Minas Gerais - entidades sindicais ou sindicatos,
mediante as seguintes clausulas e condiçoes:
............................................................................................
Ctav.vta 1rige.iva ´etiva - tvrvo ivivterrv¡to ae rere¸avevto · ;orvaaa ae ó bora.
11
Cov.iaeravao qve a Cov.titviçao íeaerat rigevte ¡rerê, vo ívci.o `í1, ao .rtigo ¨´, a
reavçao, ae oito ¡ara .ei. bora., aa ;orvaaa vorvat aiaria ae trabatbo ao. ev¡regaao. .v;eito.
a 1vrvo. ívivterrv¡to. ae Rere¸avevto, .atro vegociaçao cotetira;
Cov.iaeravao qve a iv¡tavtaçao ae.ta ;orvaaa reav¸iaa iv¡tica a criaçao ae vai. vv tvrvo
ae trabatbo;
Cov.iaeravao qve ¡ara tavto ba vece..iaaae ae a;v.tavevto., a tv¸ aa. ¡ecvtiariaaae. qve
.ao e.¡ecífica. a CíMíC e a vao·ae·obra vtiti¸aaa;
Re.otrev a. ¡arte. a;v.tar o .egvivte:
.........................................................................................
Paragrafo qvarto · íica vavtiao o .aiciovat ae Pevo.iaaae ae :,00º ;civco ivteiro. ¡or
cevto) ao .atario·ba.e a;v.taao va Ctav.vta 1), ao .corao Cotetiro ae 1rabatbo firvaao ev
rivte e aoi. ae ae¸evbro ae 1·º0, ficavao a..egvraaa a aeriaa cov¡ev.açao va bi¡óte.e ae rir
a .er e·igiaa, tegatvevte, ¡arceta aa ve.va vatvre¸a.
a · O ev¡regaao qve aei·ar ae trabatbar vo regive ae tvrvo ivivterrv¡to ae rere¸avevto
¡eraera o .aiciovat ae Pevo.iaaae qve recebia ¡or trabatbar vaqveta covaiçao.
.........................................................................................
3, Con·ençao coleti·a de trabalho 2002,2003 - Convençäo celebrada entre o Sindicato da
Indústria da Construçao Ci·il do Lstado do 1ocantins - SINDUSCON,1O, pro·isoriamente
sediado em Palmas,1O, e o Sindicato dos 1rabalhadores na Construçao Ci·il e Mobiliario do
Lstado do 1ocantins - SIN1CIM1O, sediado em Gurupi na A·. Pernambuco n.° 10¯3.
........................................................................................
Clausula quarta
O. trabatbaaore. aa categoria terao aireito ao. .egvivte. aaiciovai.:
í · .aiciovat ae Pevo.iaaae ¡ara toao. o. trabatbaaore., ivctv.ire .errevte., qvavao
trabatbarev ev batavcivbo, trabatbarev va construção de torres, trabalharem va
cov.trvçao ae eteraaore. ae .erriço, eqviratevte a 20º ;rivte ¡or cevto) ao re.¡ectiro .atario.
.........................................................................................
12
VI - CONCLUSÂO
Apesar de ter sido inserido na Constituiçao lederal de 1988, como
direito dos trabalhadores urbanos e rurais, o adicional de penosidade nao é uma no·idade no
ordenamento jurídico patrio. Seu início deu-se com a Lei n.° 3.80¯, de 26 de agosto de 1960,
re·ogada, que instituiu as aposentadorias especiais para os trabalhos penosos, insalubres e
perigosos, além de outras normas posteriores que dispuserem sobre o adicional de penosidade.
Atualmente, o adicional é de·ido aos Ser·idores Públicos Ci·is da Uniao
por íorça da Lei n.° 8.112, de 11 de dezembro de 1990.
1oda·ia, como direito trabalhista, o adicional de ati·idades penosas
carece de regulamentaçao para ser eíeti·ado, a exemplo dos adicionais de insalubridade e
periculosidade pre·istos no arts. 189 e 193 da CL1.
A principal razao dessa lacuna legal é a diíiculdade de conceituaçao e
classiíicaçao das ati·idades penosas. Os conceitos construídos pela doutrina até hoje pendem para
as ati·idades descritas na NR 1¯ que dispoe sobre Lrgonomia. Ou seja, sao ati·idades cuja
condiçoes de trabalho incluem aspectos relacionados ao le·antamento, transporte e descarga de
materiais, ao mobiliario, aos equipamentos e as condiçoes ambientais do posto de trabalho, bem
como a própria organizaçao do trabalho.
Lssas características necessitam ser a·aliadas, a íim de que seja realizada
uma adaptaçao das condiçoes de trabalho as características psicoíisiológicas dos trabalhadores.
Assim, cabe ao empregador proceder a analise ergonomica do trabalho, de·endo a mesma
abordar, no mínimo, as condiçoes de trabalho, coníorme estabelecido na NR 1¯. leita essa
a·aliaçao, serao tomadas as pro·idências necessarias as adequaçoes das condiçoes de trabalho as
características psicoíisiológicas dos trabalhadores e a natureza do trabalho a ser executado. Por
exemplo, nos locais de trabalho onde sao executadas ati·idades que exijam solicitaçao intelectual e
atençao constantes, tais como: salas de controle, laboratórios, escritórios, salas de
desen·ol·imento ou analise de projetos, dentre outros, é recomendada a adoçao de determinados
parametros de coníorto relati·os aos ní·eis de ruídos, índice de temperatura, ·elocidade do ar,
unidade relati·a do ar e iluminaçao.
Logo após a promulgaçao da Constituiçao lederal, íoram apresentados
projetos de lei ·isando regulamentar o adicional de penosidade. Alguns íoram arqui·ados e outros
ainda tramitam, a exemplo dos PLs n°s 1.115, de 1988 e ¯.083, de 2002, ambos de autoria do
entao Deputado Paulo Paim ,hoje Senador da República,.
Contudo, a íalta de regulamentaçao nao tem impedido que o adicional
·enha sendo incluído nas clausulas dos acordos e das con·ençao coleti·as, cuja alíquota ·aria de
2° a 20° da remuneraçao basica do trabalhador.
13
1oda·ia, as iniciati·as dos parlamentares, dos trabalhadores e dos
empregadores nao condizem com a moderna política de saúde e de segurança que ·em se
pautando pela busca da pre·ençao dos riscos do trabalho em detrimento da instituiçao de
adicionais que ·isam, tao-somente, indenizar o desgaste íísico e mental acelerado do trabalhador.
O pagamento de adicionais traz uma íalsa percepçao de justiça tanto para
o trabalhador quanto para o empregador. O primeiro, ao percebê-lo, tem a impressao de que esta
usuíruindo de um direito, enquanto o segundo ao concedê-lo deixa de implementar as medidas
necessarias a melhoria do ambiente do trabalho.
Vê-se, portanto, que os adicionais contribuem para mascarar o
desconíorto soírido pelo trabalhador, ·isto que nao representam uma eíeti·a soluçao para o
problema, num nítido coníronto com o disposto no inciso XXII do art. ¯° da Constituiçao
lederal, que estabelece como direito do trabalhador a reduçao dos riscos inerentes ao trabalho,
por meio de normas de saúde, de higiene e segurança.
Nesse sentido, assim se maniíesta Oli·eira ,2002 c, p. 188:
... evtevaevo. qve o vai. .ev.ato e covceaer re¡ov.o. aaiciovai., ov ;orvaaa reav¸iaa ¡ara
¡ervitir a recv¡eraçao ao trabatbaaor.
ívtretavto, evqvavto ¡ervavecer vo ßra.it a ¡otítica ae vovetari¸açao ao ri.co, veaiaa
ob;etira, qve ¡oaeria atcavçar bov re.vttaao ¡ratico, .eria cov.iaerar ¡evo.o, ¡ara fiv. ae
¡agavevto ao aaiciovat, atev aa. atiriaaae. ¡rivci¡ai. retrovevciovaaa., o trabatbo ¡re.taao
fora aa. covaiçoe. ergovõvica., covforve o ¡reri.to va ^R·1¨ aa Portaria v. ²,211,¨º.
Qvatqver trabatbo ¡oae torvar·.e ¡evo.o ev ra¸ao ae vobitiario. e a..evto. ivaaeqvaao.,
eqvi¡avevto. e ¡o.to. ae trabatbo. vat ¡tave;aao. ov covaiçoe. avbievtai. iv¡ró¡ria. ¡ara o
ti¡o ae atiriaaae. Por ovtro taao, o cv.to ao aaiciovat .erriria ae e.tívvto ¡ara qve o
ev¡regaaor cvv¡ri..e ae iveaiato a. vorva. ergovõvica., ev bevefício ao trabatbaaor.
VII ÷ BIBLIOGRAIIA
MAGANO, Octa·io Bueno. ABC do direito do trabalho. Sao Paulo: Re·ista dos 1ribunais, 1998.
OLIVLIRA, Sebastiao Geraldo de. Proteçao jurídica do trabalhador. - 4 ed. - Sao Paulo: Ltr,
2002.

Térreo Brasília .Consultora Legislativa da Área V Direito do Trabalho e Processual do Trabalho Maria Auxiliadora da Silva Câmara dos Deputados Praça 3 Poderes Consultoria Legislativa Anexo III .DF .

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