Análise orgânica

RELATÓRIO DE ANÁLISE ORGÂNICA • INTRODUÇÂO Primeiramente recebemos uma amostra desconhecida “Amostras 7A, 7b, 7c”, contendo substâncias orgânicas, e tínhamos que identificá-las, visando como principal objetivo à aquisição de conhecimento sobre as operações e práticas em laboratório de química orgânica e relacioná-las aos conceitos teóricos. As aulas foram realizadas no laboratório de química orgânica da instituição, tínhamos uma apostila de apoio básico, e também indicações teóricas para realizar a pesquisa, a apostila continha a orientação sobre as práticas que iríamos realizar a cada aula. Através das técnicas de identificação e de pesquisa na literatura observamos as propriedades das substâncias orgânicas e chegamos a sugestões de quais substâncias seriam as possíveis estar em nossa amostra. Ponto de ebulição e ponto de fusão As substâncias podem mudar de estado físico (sólido, líquido, gasoso etc.) e isso depende principalmente das condições de pressão e temperatura a que estão expostas. Existem nomes que representam cada uma destas "passagens" entre estados físicos (mudanças de fase). Cada substância possui uma temperatura onde estas mudanças de estado costumam ocorrer (esta temperatura depende da pressão). A esta temperatura damos o nome de ponto de fusão, ponto de vaporização, ponto de liquefação, ponto de solidificação ou ponto de sublimação, dependendo do fenômeno que estiver ocorrendo.

Como todos sabem, ponto de fusão é a temperatura na qual a substância passa do estado sólido para o líquido e ponto de ebulição é a temperatura da passagem do líquido para o gasoso. O ponto de fusão, a uma determinada pressão, é um valor constante, característico de uma substância pura, e por isso a sua determinação constitui um método para calcular o grau de pureza da mesma substância. Com isto, se ao determinamos o ponto de fusão de uma substância que pensamos ser pura e durante a sua fusão existirem variações de temperatura superiores a 1°C, a substância não pode ser considerada pura. No entanto, para algumas substâncias não existe ponto de fusão, pois elas se decompõem antes de se fundirem. A madeira, por exemplo, quando é aquecida
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não se funde, mas carboniza-se. A lignina e a celulose, constituintes da madeira, decompõem-se e transforma-se em substâncias voláteis. Muitas substâncias orgânicas e inorgânicas manifestam comportamento análogo. O ponto de ebulição sendo constante, a uma determinada pressão, também é característico de uma substância pura, e intensidade da temperatura que se deve elevar a substância depende de sua estrutura molecular e dos tipos de elementos que nela se existe. Esse ponto não tem a mesma importância para a caracterização ou critério de pureza de uma substância quanto o ponto de fusão, mas tal como no ponto de fusão quando se determina o ponto de ebulição de uma substância pura não é admissível que surjam variações na temperatura superiores a +/- 1°C. Solubilidade As moléculas possuem certas características como: polaridade, reatividade e acidez/basicidade. E com estas características elas podem ser classificadas em grupos específicos, através de sua solubilidade. Existem onze grupos de solubilidade, são eles: S2 – Sais de ácidos orgânicos (RCO-2Na, RSO3Na), cloridrato de aminas (RNH3Cl); aminoácidos; compostos polifuncionais como açucares, compostos poliidroxilados, etc. SA - Ácidos monocarboxílicos, com cinco átomos de carbono ou menos; ácidos arenossulfônicos (pKa < 8). SB – Aminas monofuncionais com seis átomos de carbono ou menos (pKb < 9). S1 – Álcoois, aldeídos, cetonas, ésteres, éteres, nitrilas e amidas com cinco átomos de carbono ou menos. A1 – Ácidos orgânicos fortes: ácidos carboxílicos com mais de seis átomos de carbono; fenóis com grupos eletrofílicos em posição orto e para, β- dicetonas. A2 – Ácidos orgânicos fracos: fenóis, enóis, oximas, imidas, sulfonamidas, tiofenóis, todos com mais de cinco átomos de carbono. As β- dicetonas, os nitrocompostos com hidrogênio em α e as sulfonamidas. B – Aminas alifáticas com oito ou mais átomos de carbono, anilinas e alguns oxiéteres. MN – Diversos compostos neutros com nitrogênio ou enxofre e mais de cinco átomos de carbono (amidas, sulfetos etc). N – Álcoois, aldeídos, éteres, cetonas acílicas e cíclicas, ésteres com um só grupo funcional e mais de cinco átomos de carbono. Alcenos, alcinos, alguns compostos aromáticos (especialmente os que têm grupos ativantes).
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I – Hidrocarbonetos saturados, alcanos halogenados, halogeneto de arila, éteres diarílicos, compostos aromáticos sem grupos ativantes. • OBJETIVO O objetivo desse trabalho foi identificar uma amostra X (7A, 7B e 7C) devido aos testes de analise elementar, ponto de fusão e ebulição, grupo de solubilidade dos possíveis compostos orgânicos presentes nas amostras e por fim interpretação do infravermelho. • PROCESSO EXPERIMENTAL Primeiramente fizeram-se os testes para aspectos físicos, coloração, odor, inflamabilidade, ponto de fusão e ebulição, testes de solubilidade, teste elementar, tendo assim uma matriz de possibilidade. E por fim, fizeram-se os testes específicos da amostra. Após isso foi feito também as interpretações dos espectros de infravermelho concedidos pelo professor. • RESULTADOS E DISCUSSÕES Analito no: 7A Exame Preliminar A amostra tratava-se de sólido de coloração vinho-avermelhado, com odor característico de “tinta”; corante. Ao fazer o teste de queima com a amostra observou-se que a amostra possuía ponto de fulgor, e ao queimar sua chama apresentou-se coloração amarela, fuliginosa e sem resíduo; podendo assim “indicar” que a amostra tratavase de um composto aromático. Constantes Físicas Ponto de fusão da Amostra: 1° teste  89°C – 95°C 2° teste  91°C – 96°C 3° teste  92°C – 96°C 4° teste  92°C – 95°C 5° teste  91°C – 97°C Análise Elementar Amostra Halogênio Sólida (geral)

Media = 91°C – 96°C

Cl

Br

I

O

N

S

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Procedimento: Em um tubo colocou 1 cristal de iodo e uma pitada da amostra. Teste para Halogênio  contendo padrão de Halogênio (presente no laboratório). Reação: Página 4 de 31 . e colocar em cima do tubo um papel umedecido com esse reativo (fluoresceína). Já a tatraiodofluoresceina (eritrosina) é um produto carmim também para teste com iodo. Reações: Procedimento para Iodo: 1 cristal + K2Cr2O7(Sat) + H2SO4(conc). Procedimento para Bromo e Cloro: 1 cristal + Na2Cr2O7(Sat) + H2SO4(conc). Teste Positivo (+). Controle  Dependia do Teste. Reação: Teste para Oxigênio  Compostos oxigenados dissolve o iodo com coloração castanha. e colocar em cima do tubo um papel umedecido com esse reativo (fluoresceína). Esse teste com Fluoresceína baseia-se na formação de eosina (tetrabrometofluoresceina) de cor carmim. levando a banho Maria. Teste negativo para amostra (-). pela reação do bromo. Teste negativo para amostra (-). levando a banho Maria.Análise orgânica Amostra   Negativo Negativo Negativo Negativo Positivo Negativo Negativo Branco  Continha somente H2O.

em cima do tubo contem um papel umedecido com acetato de chumbo (CH 3COO)2Pb. éter etílico ---NaOH (5%) Sol. E levar a “calcinação”. o Aparecimento de uma coloração azulada na fita caracterizaria a presença de Nitrogênio na amostra. NaHCO3 HCl (5%) H2SO4 Grupo de (5%) (conc. Teste negativo para amostra (-). Reação: Teste para Enxofre  Procedimento: A substância é misturada com formiato de sódio (HCOO-Na+) e é levada a aquecimento com o desprendimento do gás sulfídrico (H 2S). misturou-se a amostra com cal-sodada e zinco em pó (3:1). Em cima do tubo colocou-se uma fita de tornassol vermelho umedecido com H2O.) Solubilidade Ins. Teste negativo para amostra (-).Análise orgânica Teste para Nitrogênio  Procedimento: em um microtubo. Reação: Ensaios de Solubilidade Amostra Sólida H2O Ins. ------- A2 Lista inicial fornecida pelo Analor Compostos Possíveis – Amostra 7A PF ou PE Provável grupo de Página 5 de 31 .

S = A1 Ácido Fenoxiacético Ácido Ftalaldeídico Ácido Glutárico PF = 99°C G.Análise orgânica Nome Acetoína Fórmula Estrutural (ºC) PF = 91°C solubilidade G.S = A1 Ácido Benzoil – 2 Butírico Ácido Citracônico Ácido dibenzilaacético PF = 87°C G.S = A1 PF = 97°C G.S = A1 PF = 97°C G.S = S1 Ácido o Anísico PF = 99°C G.S = A1 Ácido Málico PF = 100°C G.S = SA/S2 Página 6 de 31 .S = A1 PF = 89°C G.S = A1 Ácido Homoverático PF = 98°C G.S = A1 PF = 91°C G.

S = A2 Éster Tartárico de metila PF = 90°C G.S = N Cetona Ditólica PF = 92°C G.beta PF = 95°C G.S = N Éster Carbônico de Guaicol PF = 86°C G.S = A2 Benzila PF = 95°C G.S = N Éster Salicílico de Naftila .S = S2/SA Página 7 de 31 .Análise orgânica Álcool Fenacílico Aldeído Gentísico PF = 86°C G.S = N Benzoil – 4 bifenila PF = 100°C G.S = N PF = 101°C G.

S = A2 Sorbitol PF = 99°C G.S = A2 Etila / Acetal etílico do aldeído fórmico PF = 87°C G.alfa PF = 96°C G.S = S2 Naftol .S = S1 Hidróxi – 3 acetofenona PF = 96°C G.Amil – p Fenol PF = 89°C G.S = A2 Terc – Butil – p Fenol PF = 99°C G.Análise orgânica Etil – 4 Resorcinol PF = 97°C G.S = A2 Página 8 de 31 .S = A2 Ribose PF = 90°C G.S = S2 Terc.

PF = 95°C Teste para Ésteres: Ensaio com Hidróxamato Férrico. Terc –Amil – p Fenol PF = 89°C Terc –Butil – p Fenol PF = 99°C Ensaios de funcionais complementares: Página 9 de 31 . Hidróxi – 3 acetofenona PF = 96°C Naftol – alfa Teste para fenol (posição para/orto livre).beta Teste para Aldeído. Ensaio com Libermann.Análise orgânica Lista de substâncias fornecidas pelo Analor após a eliminação das que não correspondam aos grupos de solubilidade encontrados em laboratório Compostos Possíveis – 7A Após as eliminações Fórmula Estrutural PF ou PE (ºC) Sugestões de Ensaios funcionais Nome Aldeído Gentísico Éster Salicílico de Naftila .4 – Dinitro-Fenilidrazina. Teste para fenol (posição para livre). Teste para Cetona. Teste para fenol (posição para livre). Etil – 4 Resorcinol Teste para fenol PF = 97°C (posição orto livre). Ensaio com 2. Ensaio Libermann (negativo). PF = 96°C Ensaio com cobaltinitrito e Libermann (positivo). Ensaio Libermann (negativo). PF = 101°C Ensaio de Tollens ou Fehling e Banedict.

Reagente Resultados Conclusão Controle: Aparecimento Fenol: de uma coloração Clorofórmio. gotas de H2SO4conc + azulada. do uma coloração livre. Branco (H2O): Nada Visivelmente ocorreu.se Testes para Fenol. Teste positivo para Cobaltinitrito 5% + Amostra: Aparecimento Fenol na posição orto Amostra. Amostra: Nada aparentemente ocorreu. posição orto e para Livre. Página 10 de 31 . nada fenilidrazina + Amostra. Tendo com resultado a tabela abaixo. cetona e aldeido. Cloreto vermelha-tijolo. Controle: Precipitado Cetona e Aldeído: alaranjado (padrão com Teste negativo para Etanol. Branco (H2O): Nada ocorreu. acastanhada. férrico (FeCl3) e Piridina + Amostra: Aparecimento Teste positivo para Amostra. teste para aldeídos e Cetonas. Controle: Aparecimento Fenol posição para livre: do uma coloração Reagente de Libermann azulada. Amostra. Branco: Nada ocorreu. vermelha-tijolo. Visivelmente ocorreu.4-dinitroAcetofenona). Branco (H2O): Nada ocorreu. Reação 1: Teste para Fenol (Reação tanto do controle quanto da Amostra).Análise orgânica Fez. Teste positivo para (4 cabeça de alfinete de Amostra: Aparecimento Fenol na posição para NaNO2 com cerca de 5 do uma coloração livre. de uma coloração Fenol. Controle: Aparecimento do uma coloração Fenol posição orto livre: acastanhada. 2.

Página 11 de 31 .  Considerações: Esses ensaios foram escolhidos devido aos dados (supostas amostras) informados pelo analor e também ao material fornecido pelo professor durante as aulas práticas. Devido a esses ensaios obtivemos um resultado para uma “suposta amostra.Análise orgânica Reação 2: Teste para Fenol em posição para Livre (Reação tanto do controle quanto da Amostra). Reação 3: Teste para Fenol em posição orto Livre (Reação tanto do controle quanto da Amostra). α – Naftol. Reação 4: Teste para Aldeído e Cetona (Reação ocorrida somente no controle).

em 1312 cm-1. Ponto D  Deformação axial das ligações duplas entre carbonos do anel aromático C=C variando de 1600 – 1400 cm-1. mas agora como deformação angular fora do plano. Ponto C  esse ponto seria as bandas de formação variando de 2000–1650 cm-1. Ponto B  Deformação Axial da ligação entre C–H em aromáticos sua banda varia de 3100 – 3030 cm-1. porém em posição diferente. porém em posição diferente. 877 e 851 cm-1. Ponto E  Esse ponto trata-se também da ligação de O–H. angular fora do plano. Ponto F  Deformação axial do C–O isso porque é em torno dessa faixa que indica a presença de fenol (grupo funcional) na amostra. 1242 cm-1. em 630 cm-1. Ponto I  Esse ponto trata-se também da ligação de O–H. 711 cm-1. Ponto H  Nesse caso trata-se também das ligações duplas entre carbonos do anel aromático C=C. angular no plano.Análise orgânica Interpretação do espectro de infravermelho: Ponto A  Trata-se da deformação axial da ligação O–H (ligação de hidrogênio intermolecular) sua banda variam de 3650 – 3200 cm-1. porém agora como deformação angular fora do plano. Página 12 de 31 . Ponto G  Nesse caso trata-se também da ligação entre C–H também.

e colocar em cima do tubo um papel umedecido com esse reativo (fluoresceína). e ao queimar sua chama apresentou-se coloração amarela e fuliginosa sem deixar resíduo. Procedimento para Bromo e Cloro: 1 cristal + Na2Cr2O7(Sat) + H2SO4(conc). Esse teste com Fluoresceína baseia-se na formação de eosina (tetrabrometofluoresceina) de cor carmim. com odor característico de solvente.Análise orgânica Analito no: 7B Exame Preliminar A amostra tratava-se de líquido de coloração amarelada (bem leve). Constantes Físicas Ponto de ebulição da Amostra: 1° teste  199°C 2° teste  197°C 3° teste 199°C Media = 198. Ao fazer o teste de queima com a amostra observou-se que a amostra possuía ponto de fulgor. Teste negativo para amostra (-). tinta. Já a tatraiodofluoresceina (eritrosina) é um produto carmim também.4°C Análise Elementar Amostra Halogênio Sólida (geral) Amostra   Cl Br I O N S Negativo Negativo Negativo Negativo Positivo Negativo Negativo Branco  Continha somente H2O Controle  Dependia do Teste. Reações: Página 13 de 31 . pela reação do bromo. levando a banho Maria. podendo “indicar” que a amostra tratavase de um composto aromático. Teste para Halogênio  contendo padrão de Halogênio (presente no laboratório).

o Aparecimento de uma coloração azulada na fita caracterizaria a presença de Nitrogênio na amostra. Teste positivo (+). Reação: Página 14 de 31 . Em cima do tubo colocou-se uma fita de tornassol vermelho umedecido com H2O. Teste negativo amostra (-). E levar a “calcinação”. em cima do tubo contem um papel umedecido com acetato de chumbo (CH3COO)2Pb. Reação: Teste para Enxofre  Procedimento: A substância é misturada com formiato de sódio (HCOO-Na+) e é levada a aquecimento com o desprendimento do gás sulfídrico (H2S). Reação: Teste para Nitrogênio  Procedimento: em um microtubo.Análise orgânica Reação: Teste para Oxigênio  Compostos oxigenados dissolvem o iodo com coloração castanha. Procedimento: Em um tubo colocou 1 cristal de iodo e uma pitada da amostra. Teste negativo para amostra (-). misturou-se a amostra com cal-sodada e zinco em pó (3:1).

N Lista inicial fornecida pelo Analor Compostos Possíveis – Amostra 7B Nome Fórmula Estrutural Acetofenona PF ou PE Provável grupo de (ºC) Solubilidade PF = 202°C G. Sol. NaHCO3 HCl (5%) H2SO4 Grupo de (5%) (conc.) Solubilidade ---Ins.Análise orgânica Ensaios de Solubilidade Amostra Sólida H2O Ins.S = A1 PF = 200°C G.S = A1 Ácido Etil – 2 Butírico Ácido Isocapróico Ácido Metil – 2 Valérico PF = 193°C G.S = A1 PF = 196°C G.S = N Ácido Capróico PF = 202°C G.S = A1 Página 15 de 31 .S = A1 Ácido Metil – 3 Valérico PF = 197°C G. éter etílico ---NaOH (5%) Ins.

S = A2 Página 16 de 31 .S = SA/A1 Álcool Metil-alfa Benzílico PF = 203°C G.S = N Aldeído Fenilacético PF = 195°C G.S = N Álcool – 2 Nonílico PF = 194°C G.S = N Ácido Tíglico PF = 198°C G.S = N Aldeído Salicílico PF = 197°C G.S = SA PF = 202°C G.S = N Álcool Octílico Álcool – 2 Nonílico PF = 196°C G.Análise orgânica Ácido Metóxiacético PF = 203°C Álcool Fenil – 2 Isopropílico G.S = N PF = 194°C G.

S = A2 Cresol –p PF = 202°C G.S = SA Cresol –m PF = 203°C G.S = N Éster benzóico de metila PF = 198°C G.S = N Éster Furóico -2 de etila PF = 196°C G.S = N Anidrido Maléico PF = 200°C G.Análise orgânica Aldeído Tolúico -o PF = 200°C G.S = N Página 17 de 31 .S = N Aldeído Tolúico -m PF = 199°C G.S = A1 Éster Acético de Fenila PF = 196°C G.

Análise orgânica Éster Malônico de etila PF = 199°C G.S = S1 EtilCiclohexanona PF = 193°C G.S = N Éster Succinico de metila PF = 200°C G.S = N Glicol Etilênico PF = 197°C G.S = S1 Éter Metílico do Glicol dietilênico PF = 194°C G.S = N Éter etílico do Glicol dietilênico PF = 202°C G.S = N Etil-o Fenol PF = 196°C G.S = N Página 18 de 31 .metil -2 amilênico Linalol PF = 197°C G.S = S1 PF = 197°C G.S = A1 Forona PF = 199°C G.4.S = S2 Glicol 2.

Ensaio de Tollens ou Fehling e Banedict Álcool Octílico PF = 196°C Álcool – 2 Nonílico PF = 194°C Álcool – 2 Nonílico Aldeído Fenilacético PF = 194°C PF = 195°C Página 19 de 31 . Ensaio do Nitrocerato de Amônio Teste para Aldeído.4 – Dinitro-Fenilidrazina Teste para Álcool. Ensaio do Nitrocerato de Amônio Sugestão de Ensaios Preliminares Álcool Fenil – 2 Isopropílico PF = 202°C Álcool Metilalfa Benzílico PF = 203°C Teste para Álcool. Ensaio com 2.2.S = A2 Lista de substâncias fornecidas pelo Analor após a eliminação das que não correspondam aos grupos de solubilidade encontrados em laboratório Compostos Possíveis – Amostra 7B Após as eliminações Nome Fórmula Estrutural Acetofenona PF ou PE (ºC) PF = 202°C Teste para Cetona. Ensaio do Nitrocerato de Amônio Teste para Álcool.Análise orgânica Xilenol. Ensaio do Nitrocerato de Amônio Teste para Álcool.6 PF = 203°C G. Ensaio do Nitrocerato de Amônio Teste para Álcool.

Ensaio com 2.m PF = 199°C Éster Acético de Fenila Teste para Ésteres. Ensaio de Tollens ou Fehling e Banedict Teste para Aldeído. PF = 196°C Ensaio do Hidróxamato Férrico Teste para Ésteres. PF = 200°C Ensaio do Hidróxamato Férrico Teste para Cetona. PF = 196°C Ensaio do Hidróxamato Férrico Teste para Ésteres.o PF = 200°C Teste para Aldeído. PF = 198°C Ensaio do Hidróxamato Férrico Teste para Ésteres.4 – Dinitro-Fenilidrazina Éster benzóico de metila Éster Furóico -2 de etila Éster Malônico de etila Éster Succinico de metila EtilCiclohexanona PF = 193°C Forona PF = 199°C Página 20 de 31 . Ensaio com 2.Análise orgânica Aldeído Tolúico . Ensaio de Tollens ou Fehling e Banedict Aldeído Tolúico . PF = 199°C Ensaio do Hidróxamato Férrico Teste para Ésteres.4 – Dinitro-Fenilidrazina Teste para Cetona.

Resultados Conclusão 1 Controle : Aparecimento de um precipitado alaranjado (composto aromático) – com Acetofenona. Teste positivo para Cetona e Aldeído: Controle2: Aparecimento cetona e aldeido. “nada” Branco: Solução turva visivelmente ocorreu.4-dinitrode um precipitado coloração alaranjada fenilidrazina + Amostra.reação do controle  Considerações: Página 21 de 31 . Ensaio do Nitrocerato de Amônio Ensaios de funcionais complementares: Fez-se teste para Cetona e Aldeído. Controle: Houve Aldeído: aparecimento de um precipitado negro Etanol e Reagente de Amostra: Solução turva Teste Negativo para Tollens + Amostra. alaranjado (composto (composto aromático) aromático) – com acetona Amostra: Aparecimento de um precipitado alaranjado. aldeído. Branco (H2O): Nada ocorreu.Análise orgânica Linalol PF = 197°C Teste para Álcool. sem precipitado. com Etanol. 2. assim dando positivo já eliminaria todas as outras substâncias. Reação1: Cetona e aldeídos Reagente Reação 2: Aldeído (teste negativo) . sem precipitado. isso porque a lista do analor apresentou uma menor quantidade de possibilidades para os mesmos.

sendo ela 3063 cm-1. Ponto B  Deformação Axial da ligação entre C–H em aromáticos sua banda varia de 3100 – 3030 cm-1. Página 22 de 31 . e negativo para aldeído) para uma “suposta amostra. Acetofenona. Já que a lista dada tinha poucas possibilidades de serem cetonas ou aldeídos. Ponto C  Esse ponto seria as bandas de formação (harmônicas ou de combinação) variando de 2000–1650 cm-1. Devido a esses ensaios obtivemos um resultado (teste positivo para Cetona e aldeídos. única cetona aromática existente na matriz de possibilidades.Análise orgânica Esses ensaios foram escolhidos devido aos dados (supostas amostras) informados pelo analor. e também ao material fornecido pelo professor durante as aulas práticas. Interpretação do espectro de infravermelho: Ponto A  Trata-se da harmônica da deformação axial da ligação entre C=O (ligação da carbonila) sua banda é de 3352 cm-1.

Esse teste com Fluoresceína baseia-se na formação de eosina Página 23 de 31 . Analito no: 7C Exame Preliminar A amostra tratava-se de sólido de coloração branca. tendo absorção característica próxima de 1370 cm-1. mas agora como deformação angular fora do plano. como deformação angular fora do plano. isso porque a amostra não tinha ponto de fulgor. com odor doce característico. houve sim a decomposição da mesma. Ao fazer o teste de queima com a amostra observou-se que a amostra não queimou. Ponto E  Nesse caso trata-se das ligações duplas entre carbonos do anel aromático C=C.Análise orgânica Ponto D  Deformação axial das ligações entre C=O (ligação da carbonila) e sua banda é de 1686 cm-1. Constantes Físicas Ponto de fusão da Amostra: 1° teste  241°C – 245°C 2° teste  234°C – 240°C 3° teste  237°C – 248°C 4° teste  235°C – 239°C 5° teste  239°C – 245°C 6° teste  230°C – 234°C Análise Elementar Amostra Halogênio Sólida (geral) Cl Br I O N S Media = 236°C – 242°C Amostra Negativo Negativo Negativo Negativo duvidoso Positivo Negativo Não foi feito o teste para oxigênio. sendo a absorbância dela. Ponto F  Deformação angular do grupo metila (–CH3).   Branco  Continha somente H2O Controle  Dependia do Teste. 761 e 691 cm-1.1450 cm-1. em grânulos pequenos. entre 1600 . Teste para Halogênio  contendo padrão de Halogênio (presente no laboratório). Ponto G  Nesse caso trata-se também da ligação entre C–H também.

Reação: Teste para Enxofre  Procedimento: A substância é misturada com formiato de sódio (HCOO-Na+) e é levada a aquecimento com o desprendimento do gás sulfídrico (H2S). misturou-se a amostra com cal-sodada e zinco em pó (3:1). Teste positivo (+). Teste negativo para amostra (-). e colocar em cima do tubo um papel umedecido com esse reativo (fluoresceína). e colocar em cima do tubo um papel umedecido com esse reativo (fluoresceína). Página 24 de 31 . Procedimento para Bromo e Cloro: 1 cristal + Na2Cr2O7(Sat) + H2SO4(conc). pela reação do bromo. Em cima do tubo colocou-se uma fita de tornassol vermelho umedecido com H2O. Reações: Procedimento para Iodo: 1 cristal + K2Cr2O7(Sat) + H2SO4(conc). Já a tatraiodofluoresceina (eritrosina) é um produto carmim também. Teste negativo para amostra (-).Análise orgânica (tetrabrometofluoresceina) de cor carmim. o Aparecimento de uma coloração azulada na fita caracterizaria a presença de Nitrogênio na amostra. Reação: Teste para Nitrogênio  Procedimento: em um microtubo. em cima do tubo contem um papel umedecido com acetato de chumbo (CH3COO)2Pb. Teste negativo para amostra (-). E levar a “calcinação”. levando a banho Maria. levando a banho Maria.

éter etílico Ins.) Solubilidade ---------- S2 Lista inicial fornecida pelo Analor Nome Compostos Possíveis – Amostra 7C Fórmula Estrutural PF ou PE (ºC) PF = 234°C Provável grupo de solubilidade G.S = A1 Acido Metóxi – 3 – Nitro – 4 Benzóico Ácido Nicotínico PF = 237°C G.S = A1 Ácido Nitro 5 – Salicílico PF = 234°C G.S = A1 Página 25 de 31 . NaOH (5%) ---NaHCO3 HCl (5%) H2SO4 Grupo de (5%) (conc.Análise orgânica Reação: Ensaios de Solubilidade Amostra Sólida H2O Sol.S = A1 Ácido Nitro – o Cinâmico PF = 244°C G.

S = A1 Anilida Carbâmica PF = 240°C G.Análise orgânica Ácido Nitro – p Benzóico PF = 240°C G.S = A2 Glicina PF = 240°C G.S = N Cafeína PF = 235°C G.S = S2 Imida Ftálica PF = 235°C G.5 .Benzóica Anilida Tereftálica PF = 234°C G.S = N Anilida Hidróxi – p metil – N acética PF = 240°C G.S = A2 Anilida Nitro 3.S = N PF = 237°C G.S = A2 Página 26 de 31 .

Análise orgânica Nitro – 4.2g de de uma coloração azul ninhidrina em 50mL H2O. Amostra: Aparecimento de uma coloração azul bem intensa. a lista do analor se resumiu a uma possibilidade. bem intensa.S = N Lista de substâncias fornecidas pelo Analor após a eliminação das que não correspondam aos grupos de solubilidade encontrados em laboratório Compostos Possíveis – 7C Após as eliminações Fórmula Estrutural PF ou PE (ºC) Sugestões de Ensaios funcionais Nome Glicina PF = 240°C Teste para Aminoácido. Branco (H2O): Nada visivelmente ocorreu. Reação: Página 27 de 31 . pois só tinha o mesmo para ser feito. isso porque depois dos cortes. Aquecimento + Amostra. Teste positivo para Aminoácido. ensaio com Ninhidrina Ensaios de funcionais complementares: Fez-se teste para Aminoácido.4 bifenila PF = 237°C G. Reagente Resultados Conclusão Controle (ácido glutâmico): Aparecimento Solução de 0.

absorbância entre 1320–1210 cm-1. e também ao material fornecido pelo professor durante as aulas práticas. Glicina. Ponto F  Deformação axial da ligação CH2 (H-C-H) 1523 cm-1. Já que a lista dada tinha um único aminoácido. sendo considerada uma banda forte. fez-se o mesmo primeiro. Interpretação do espectro de infravermelho: Ponto A e B  Deformação axial da ligação entre N–H. Ponto C  Trata-se da deformação axial da ligação entre H–O (ligação de hidrogênio) sua banda é de 3166 cm-1 que por muitas vezes de sobrepõem às bandas de C–H (ponto D) entorno de 3000 cm-1. Isso para o ácido carboxílico. Ponto G  Deformação da ligação C–O (o carbono da carbonila ligado ao O).Análise orgânica  Considerações: Esse ensaio foi escolhido devido aos dados (supostas amostras) informados pelo analor. Ponto E  Deformação axial da ligação C=O ocorrente próximos as bandas de 1610 cm-1. Devido a esses ensaios obtivemos um resultado para uma “suposta amostra. sua banda de absorção é entre 3500 – 3100 cm-1. Página 28 de 31 .

Ponto I  Deformação angular fora do plano da ligação O–H. obtivemos um laudo final. banda de média intensidade na região próxima de 920 cm-1. banda de absorbância em torno de 500 cm-1. e sua banda de absorção é entorno de 1200 cm-1. Ponto J  Deformação angular da ligação CH2 (H–C–H).Análise orgânica Ponto H  Deformação do NH2 (H-N-H) angular.(O–C=O). Página 29 de 31 . absorção em torno de 912 cm-1. Concluiu-se que as amostras dadas pelo professor eram: 7A  α – Naftol (alfa. • CONCLUSÃO Posteriormente aos ensaios e as interpretações dos espectros de infravermelho.naftol). Ponto L  Deformação axial da ligação entre COO.

pdf Página 30 de 31 . VINADÉ. 7C  Glicina. editora UFSM. E.uff. Identificação espectrométrica de compostos orgânicos 5ª ed. http://www.. .. C. R.C.br/posquim/frmprincipal/producoes/dissertacoes/joannaramos/joa nnaramos.BASSLER. Métodos espectroscópicos de análise quantitativa. G. M.MORRILL. M. E.SILVERSTEIN.T.C. R.Análise orgânica 7B  Acetofenona. LTC. C. • BIBLIOGRAFIA .VINADÉ.

Página 31 de 31 .lookfordiagnosis.php? term=Espectrofotometria+Infravermelho&lang=3 Acesso em: 27 de Novembro de 2010.Análise orgânica http://www.com/mesh_info.