UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR

PLANO DE ENSINO - FICHA No 1 (permanente)

Disciplina: Política e Planejamento da Educação Brasileira Natureza: Carga horária: 60 Pré-requisito: não tem ( ) anual

Código: EP073

(X) semestral Aulas práticas: 30

Aulas teóricas: 30

Ementa: Política, Estado e Democracia: relações com a educação. Síntese histórica do processo escolar brasileiro. Legislação, reformas e políticas educacionais. Planejamento, gestão e financiamento da educação. Validade: a partir do ano letivo de: 2006 Professores: Ana Lúcia S. Ratto, Acacia Zeneida Kuenzer, Andrea do Rocio Caldas, Andrea Barbosa Gouveia, Ângelo Ricardo de Souza, Carmem Sá Brito Sigwalt, Cristina Azra Barrenechea, Gizele de Souza, Gracialino da Silva Dias, Jussara Maria T. P. Santos, Laura Ceretta Moreira, Ligia Regina Klein, Maria Aparecida Zanetti, Maria Célia B. Aires, Maria Madselva F. Feiges, Maria Tereza C. Soares, Marilene Alves Bartolini, Monica Ribeiro da Silva, Noela Invernizzi Castillo, Odilon Carlos Nunes, Paulo Ricardo Ross, Regina Cely de Campos, Regina Maria Michelotto, Ricardo Antunes de Sá, Rose Meri Trojan, Sonia Fatima Schwendler, Sonia Maria G. de A. Miranda, Susana da Costa Ferreira, Tais Moura Tavares, Yvelise F. de S. Arco-Verde.

Chefe do Departamento: Assinatura:....................................

b) Lei de Diretrizes e Bases de Educação – N. Síntese histórica do processo escolar brasileiro. em suas implicações com a configuração atual do ensino e com os problemas vivenciados no cotidiano escolar. Santos. Maria Tereza C. Maria Madselva F. • Propiciar a aquisição de uma visão histórica a respeito da constituição dos sistemas de ensino no Brasil. Objetivos: • Possibilitar analise que articule criticamente as inter-relações existentes entre Estado. Programa: 1)Introdução 1. Estado e Democracia: relações com a educação. reformas e políticas educacionais. Arco-Verde. Susana da Costa Ferreira. Ligia Regina Klein. Maria Célia Barbosa Aires. Políticas. Feiges. Ano: 2007 . escola e democracia. Soares. Legislação.1. Tais Moura Tavares. Noela Invernizzi Castillo. 1. Acacia Zeneida Kuenzer. 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR PLANO DE ENSINO.2 Síntese histórica da educação brasileira. Reformas e Legislação Educacional: limites e possibilidades. Gracialino da Silva Dias. Regina Maria Michelotto. Sonia Maria G. Jussara Maria T. Monica Ribeiro da Silva. tendo em vista os desafios postos para a democratização da educação. financiamento e gestão.9394/1996. Yvelise F. Ângelo Ricardo de Souza. Paulo Ricardo Ross. P. Andrea do Rocio Caldas. Andrea Barbosa Gouveia. a) Constituição Federal/1988. Estado e Democracia: relações com a educação. Ricardo Antunes de Sá. Cristina Azra Barrenechea Gizele de Souza.2 Legislação Educacional. Planejamento. 2. Laura Ceretta Moreira. Ementa: Política. de A. Marilene Alves Bertolini. Sonia Fatima Schwendler. Miranda. tendo em vista os desafios postos para a democratização da escola (e da sociedade) em cada momento analisado. Odilon Carlos Nunes. Conceitos centrais das reformas (Papel do Estado/ Descentralização /Centralização/ Autonomia) e os impactos da sua implantação no Brasil. sociedade.1Política. Carmem Sá Brito Sigwalt. gestão e financiamento da educação. Maria Aparecida Zanetti. as formas de planejamento. Rose Meri Trojan. • Analisar criticamente as políticas educacionais recentes destinadas à educação básica e profissional. de S.FICHA 2 Código: EP073 Disciplina: Política e Planejamento da Educação Brasileira Professores: Ana Lúcia Silva Ratto. • Oportunizar o estudo e a problematização da legislação educacional recente. com ênfase nas especificidades de formação de cada licenciatura: 2. Regina Cely de Campos.

114.) Múltiplas Leituras da Nova LDB: lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: Plano. Cruz. em grupo. pesquisa de campo. n. Eleny. Brasiliense. nos quais estão envolvidos o trabalho docente e discente. Pequena história da República.49-60. João (org. São Paulo: Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE). A reforma educacional na América Latina no contexto de globalização. d) Políticas de formação de Professores. Avaliação: É entendida como processo diagnóstico e contínuo de ensino e aprendizagem. nº 24. Rio de Janeiro: Dunya. desenvolvimento do raciocínio crítico/relação teoria-prática. Carlos Nelson Cidadania. c) Sistemas de Avaliação. articulação/clareza na exposição de idéias. DIPLAT. Escola e Desigualdade. Rio de Janeiro: DP&A. Juan. tendo em vista a apropriação dos conteúdos essenciais da disciplina em relação aos objetivos definidos. Democracia e Educação. Maria Victória A consciência de Cidadania no Brasil in: Educação. Bibliografia: ALVES. São Paulo: Autores Associados. São Paulo. 1998. O conteúdo será desenvolvido por meio de aulas dialogadas. ______. COUTINHO. COSTA. SEPE. São Paulo. BRZEZINSKI. LDB Interpretada: diversos olhares se entrecuzam. BASTOS. 1999. de Sá & MITRULIS. Planejamento e Gestão da Educação: a) Plano Nacional de Educação. BRASIL.). Constituição Federal Brasileira. Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda. 2002. Raquel (orgs. BARRETO. seminários. n. BRASIL. f) Desafios qualitativos e quantitativos postos para o sistema escolar brasileiro: indicadores estatísticos recentes.108. teoria e prática. 1989. 07-28. P. provas escritas. . Elba S. 1988. 2002. Tributação e Cidadania. 3. CASASSUS. São Paulo: FCC/Autores Associados. b) Políticas Regionais.2. APT. Será feita por meio de instrumentos diversos de avaliação: trabalhos individuais. Cadernos de Pesquisa. planos de carreira. pp. Iria (org. Nilda & VILLARDI. Novembro de 2001. Financiamento da Educação: a) Financiamento no sistema b) Financiamento na escola Metodologia: A disciplina terá como objetivo o desenvolvimento da análise crítica sobre a política e planejamento educacional brasileiro com ênfase no período atual. 27-48. p.). Série Idéias. São Paulo/SP: Governo do Estado de São Paulo. 3a. Os estudos buscarão realizar permanente relação entre texto e contexto. Cadernos de Pesquisa. Gestão democrática. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. maio de 1995. 1996. In: Escola: espaço de construção da cidadania. BENEVIDES. e) Políticas Curriculares. e outras formas que indiquem a assimilação e produção do conhecimento trabalhado na disciplina. Os ciclos escolares: elementos de uma trajetória. Cortez.3 Políticas. Haverá sempre um texto de apoio que deverá ser lido com antecedência pelos alunos de forma a possibilitar uma reflexão critica e coletiva. 1998. ed. Terá como eixos de trabalho e critérios gerais de avaliação: fundamentação teórica/domínio dos conteúdos. limites e possibilidades do enfrentamento dos desafios da democratização do ensino de qualidade.

1996. Planejamento e Educação no Brasil.5-34. GRATUITA E LAICA. CURY. 1997. perspectivas e compromissos. Giovanni (orgs). Claudia Cristina F. José Willington. A. In: [o que você precisa saber sobre. GERMANO. Gestão da educação. 2004. Educação e Constituição. ed. Carlos Roberto Jamil. p. São Paulo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning.165183. 2000. J. Gestão educacional: os desafios do cotidiano escolar. DOURADO Luiz F. Osmar (org. Rio de Janeiro: DP&A. perspectivas e compromissos.. Estado militar e educação no Brasil: 1964 -1985. ___. Naura e AGUIAR. Educação e diferença. I.69-75. D. Tribunais de Contas e Educação: Quem controla o Fiscalizador de recursos? Brasília: Plano 2001. Goiânia-GO: Editora da UFG. O cotidiano escolar face às políticas educacionais. História da Educação Brasileira: leituras.) Levantamento do Custo Aluno em Escolas que oferecem condições de qualidade. A organização do trabalho pedagógico em escolas cicladas: ainda uma lógica “centrífuga – homogeneizadora”. GANDIM. 127-142. Rio de Janeiro: Editora 34. GOUVEIA.104. N. Relatório de Pesquisa (mídia eletrônica). . GOUVEIA. Autores Associados. O FUNDEF e o orçamento da educação: desvendando a caixa preta. jul. José Silvério Baia. Rio de Janeiro: Civilização brasileira. A educação nas constituintes brasileiras 1823 . 2002. O cotovelo que não foi mordido. P.97-123. p.. Origem Etimológica. 1997. CUNHA. CURY. FERREIRA. Sigismundo. ___. FÁVERO. p. São Paulo: Cortez. Verbas da Educação: o legal x o real. Maria Teresa. Propostas Pedagógicas ou Curriculares: subsídios para uma leitura crítica. In: SAMPAIO. et alli. Maria das Mercês Ferreira (org). KUENZER. Campinas–SP: Autores Associados.. Rio de Janeiro.. HILSDORF. 1999. Relatório de Pesquisa (mídia eletrônica). 2000. 2000. Direito à Educação e Obrigatoriedade Escolar. CALLAZANS. 1985. & SOUZA.. MELO. In: FERREIRA. A implantação e os impactos do FUNDEF no Estado do Paraná. Antonio Flávio (org. São Paulo. Filosofia da Educação Brasileira. FÓRUM PARANAENSE EM DEFESA DA ESCOLA PÚBLICA.. (org. DAVIES. Sonia.) Financiamento da Educação Básica. 1994. In: O marcador de página. ___. GARCIA. ___. In: SAMPAIO. In: [o que você precisa saber sobre. São Paulo. KRAMER. Campinas: Papirus. O impacto do ciclo básico nas concepções práticas e dificuldades dos professores no processo de avaliação do rendimento escolar. FERREIRA. Maria das Mercês Ferreira (org. Nicholas.] Legislação educacional brasileira. 1994. Curitiba: UFPR/Setor de Educação. n. In: MOREIRA. KRZYSANOWSKI. HORTA. 1999. Curitiba: Editora UFPR. ____. In: [o que você precisa saber sobre. Maria Lucia S. p.19-30. 2003. Francisco Alves. In: MENDES. O cotidiano escolar face às políticas educacionais. Gestão da educação. Marcia. 2002. Rio de Janeiro: DP&A.) Currículo: políticas e práticas. Carlos Roberto Jamil. Cortez. Petrópolis: Vozes. 2000. São Paulo: Cortez. Impasses.1998. Democracia e construção do público no pensamento educacional brasileiro. Petrópolis. 1979. p. Carlos Roberto Jamil. São Paulo: Cortez. Niterói: EDUFF. LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei 9394/96.. Curitiba: APP-Sindicato. Educar em Revista. dez/2003. RJ: Vozes. CURY. 1990. Planejamento Educacional.13-18. Danilo A Prática do Planejamento Participativo. 1999. p. Campinas: Autores Associados. W.). Cadernos de Pesquisa.] Legislação educacional brasileira.1988. Legislação Educacional Federal Básica.] Legislação educacional brasileira. p. Rio de Janeiro: DP&A. Impasses. 2000. Naura e AGUIAR. 2000.13-26. Dossiê: Políticas Públicas para Educação: tendências e debates entre o global e o local. FÁVERO.1994. Cortez. A. Curitiba: UFPR/Setor de Educação. Valéria Milena R. A. Osmar & SEMERARO.). Educação e desenvolvimento social no Brasil. 2004. 2a. 22. GUILHERME. (org. A. Luiz Antônio. Marcia.

2001. OLIVEIRA. Possíveis impactos das políticas de avaliação no currículo escolar.2. ROMANELLI. Maria Célia Os sentidos da democracia: políticas do dissenso e hegemonia global.) Política e Trabalho na Escola: Administração dos sistemas públicos de educação básica. Dalila e DUARTE Marisa (Org. Sandra M. José Marcelino Rezende O financiamento da Educação no Brasil no contexto das Finanças Públicas. SPÓSITO. 1982. nov. São Paulo: Xamã. A burocratização do trabalho do professor ou a eterna papelada. jul. Valter Roberto. 2003. Educação. 1993. Romualdo Portela & ADRIÃO. Cadernos de Pesquisa. São Paulo: FCC/Autores Associados. 2000. 1995. Impasses. Marcia. e CATANI.175-190. Brasília: Plano. Curitiba. Ivan. João (org. 1999. Francisco e PAOLI. Relações entre desenvolvimento e sistema escolar a partir de 1930. Autores Associados.Sofia. 1997. Rio de Janeiro: DP&A. A nova Lei de Educação (LDB): trajetória. perspectivas e compromissos. Vitor Henrique. Cleiton et al Municipalização do ensino no Brasil. R. OLIVEIRA. 2ª edição. n. p. OLIVEIRA. Sonia. 1987. Zákia L. TELLES. SAVIANI. PARO. 1996. UNICAMP/Cortez. Cortez. 2002. p. In: BASTOS. SEPE. A. Campinas. OLIVEIRA. M. p. 2001.119. 2000. Ação afirmativa e o combate ao racismo institucional no Brasil. 1997. Belo Horizonte: Autêntica. OLIVEIRA. P. Educação é um direito. Gestão democrática. Vera da Silva. 1999. 7 -18.). Política Educacional em Tempos de Transição (1985 –1995). 2000.). Vitor H. Theresa (orgs. R. PARO. Revista da Associação Nacional de Educação. de (org) Política Educacional: impasses e alternativas. limites e perspectivas. Petrópolis. Gestão da educação. Rio de Janeiro: DP&A. ed.OLIVEIRA.. 2002. Petrópolis: Vozes. Naura e AGUIAR. 1999. São Paulo. São Paulo: Cortez. João (org. História da Educação no Brasil (1930-1973). PENIN. SOUSA. São Paulo: Xamã. 1990. O Financiamento da Educação: Constituições Estaduais Brasileiras. SOUSA.2002. TEIXEIRA. n. Campinas. OLIVEIRA. 1999. SEPE. Reprovação escolar: renúncia à educação. Organização do ensino no Brasil: níveis e modalidades na Constituição Federal e na LDB. Vozes. VIEIRA. In: FERREIRA. São Paulo: FCC/Autores Associados. Ana Lúcia S. Brasília: NEDIC. Cadernos de Pesquisa. gestão democrática e participação popular. Administração escolar e qualidade de ensino: o que os pais têm a ver com isso? In: BASTOS. Gestão democrática. Escola e empresa: Iniciativas de parceria no estado de São Paulo. Belo Horizonte: Autêntica. Marilia. . Rio de Janeiro: Editora UFRJ.). Pro-Posições. RATTO. 9a. Rio de Janeiro: DP&A. VALENTE. 219-246. n. Dalila (org) Gestão Democrática da Educação: desafios contemporâneos. 2002. P. SILVÉRIO. jul. (mimeo). Dermeval. Brasília: Plano. nº4. Direitos Sociais: Afinal do que se trata? Belo Horizonte: Editora UFMG. Vanilda. 1998. “Um século de educação Republicana”. PAIVA.117. Sandra. São Paulo: Cortez. PINTO. Petrópolis-RJ: Vozes. Anísio. p. Plano Nacional de Educação. Otaíza de Oliveira.

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